RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA"

Transcrição

1 RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE FEVEREIRO 2015 FRANCA Página População Piso salarial do sapateiro... 2 Número de funcionários na indústria de calçados Admissões e demissões do setor calçadista francano RAIS Grau de instrução dos funcionários das indústrias de calçados Número de indústrias de calçados Número de Prestadoras de Serviços para as indústrias de calçados Capacidade de produção instalada e utilizada Tipos de calçados produzidos Distribuição da produção de calçados por modelo Produção anual de calçados Vendas para o mercado interno Vendas para o mercado externo Histórico de exportações de calçados Exportações de calçados em Comparativo mensal de Exportação Comparativo mensal de Exportação SÃO PAULO População Faturamento na exportação de Calçados BRASIL População Salário Mínimo Governo Exportação de calçados (Milhões de Pares) Importações de calçados Comparativo de Importações brasileiras de calçados de couro Comparativo de Exportações brasileiras de calçados de couro Página 1 de 14

2 Setor Calçadista FRANCA 01) População População por região geográfica Ano Franca São Paulo Brasil habitantes* Fonte: IBGE Fonte: IBGE - Censo Demográfico ) Piso salarial do sapateiro (R$) A partir de 01 de Fevereiro/15: R$ 980,00 03) Estimativa do número de funcionários na indústria de calçados de Franca (CAGED e RAIS/MTE) Os dados abaixo informados foram obtidos através de consulta realizada no site do CAGED/MTE. Para a pesquisa foram consideradas as empresas estabelecidas no município de Franca/SP, Subsetor de atividade econômica segundo o IBGE - Nº12 - Indústria de Calçados. A partir de 2006, para a pesquisa de movimentação de funcionários mensal, foram utilizadas as informações do CAGED. Para o saldo remanescente de cada ano, foram utilizados os dados da RAIS, que são os dados completos de encerramento de cada ano. RAIS Data JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Média RAIS 2007 RAIS 2008 RAIS 2009 RAIS 2010 RAIS 2011 RAIS 2012 RAIS 2013 RAIS 2014 *RAIS Data * JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Média Fonte: CAGED-RA *RAIS 2014 ainda não disponível: Total de empregos é resultado da soma de empregos de Dez/2014: saldo CAGED do mês de referência. *** Movimentação da Indústria de Calçados de Franca no mês de FEVEREIRO/2015 (CAGED): Admitidos Desligados Total Página 2 de 14

3 CAGED e RAIS 04) Estimativa de admissões e demissões do setor calçadista francano até Dez/2014. Ano Média Funcionários Média de funcionários por ano Dados admissões / demissões em Franca - Setor Calçadista 2008 Admissões Demissões Saldo Parcial Saldo Total 2009 Admissões Demissões Saldo Parcial Saldo Total JAN JAN FEV FEV MAR MAR ABR ABR MAI MAI JUN JUN JUL JUL AGO AGO SET SET OUT OUT NOV NOV DEZ DEZ Média Média Admissões Demissões Saldo Parcial Saldo Total 2011 Admissões Demissões Saldo Parcial Saldo Total JAN JAN FEV FEV MAR MAR ABR ABR MAI MAI JUN JUN JUL JUL AGO AGO SET SET OUT OUT NOV NOV DEZ DEZ Média Média Admissões Demissões Saldo Parcial Saldo Total 2013 Admissões Demissões Saldo Parcial Saldo Total JAN JAN FEV FEV MAR MAR ABR ABR MAI MAI JUN JUN JUL JUL AGO AGO SET SET OUT OUT NOV NOV DEZ DEZ Média Média Admissões Demissões Saldo Parcial *Saldo Total 2015 Admissões Demissões Saldo Parcial *Saldo Total JAN JAN FEV FEV MAR MAR 0 - ABR ABR 0 - MAI MAI 0 - JUN JUN 0 - JUL JUL 0 - AGO AGO 0 - SET SET 0 - OUT OUT 0 - NOV NOV 0 - DEZ DEZ 0 - Média Média Fonte: CAGED/MTE. - Página 3 de 14

4 RAIS Os dados abaixo informados foram obtidos através de consulta realizada no site do Ministério do Trabalho, aplicativo PDET - RAIS. Para a pesquisa foi considerado o número de empregos da Indústria de Calçados, Município de Franca. Saldo de empregos em Franca nos meses de DEZEMBRO de cada ano: Saldo de ANO funcionários RAIS - número de vínculos empregatícios na indústria de calçados de Franca por ano Página 4 de 14

5 05) Grau de instrução dos funcionários das indústrias de calçados Analfabetos... 0,13% Ensino Fundamental Incompleto... 25,10% Ensino Fundamental Completo... 27,42% Ensino Médio Incompleto... 18,44% Ensino Médio Completo... 25,48% Ensino Superior Incompleto... 1,62% Ensino Superior Completo... 1,81% Fonte: MTE - Rais ) Número de Indústrias de Calçados: Porte Indústrias Micro 212 Pequena 195 Média 54 Grande 6 Fonte: Mapeamento da Cadeia Produtiva Coureiro Calçadista de Franca/SP e Região 07) Número de Prestadoras de Serviço para as Indústrias de Calçados Porte Indústrias Micro 234 Pequena 27 Média 4 Grande 0 Fonte: Mapeamento da Cadeia Produtiva Coureiro Calçadista de Franca/SP e Região Fonte: 08) Capacidade de produção instalada e utilizada: Ano Capacidade Instalada Produção de Calçados Capacidade Utilizada (1.000 pares) (1.000 pares) (%) ,3% ,5% ,0% ,1% Fonte: Mapeamento da Cadeia Produtiva Coureiro Calçadista de Franca/SP e Região 09) Tipos de Calçados produzidos (%): Segmento Ano (%) Calçados de Couro ,20% Calçados de outros materiais ,80% Fonte: Mapeamento da Cadeia Produtiva Coureiro Calçadista de Franca/SP e Região 10) Distribuição da produção de Calçados por modelo (%) Modelos Volume de produção Feminino Total 21,8% Feminino Adulto 21,1% Feminino Infantil 0,7% Masculino Total 75,7% Masculino Adulto 74,1% Masculino Infantil 1,6% Unissex Total 1,7% Unissex Adulto 1,6% Unissex Infantil 0,1% Bebê 0,8% Total de Calçados 100,0% Fonte: Mapeamento da Cadeia Produtiva Coureiro Calçadista de Franca/SP e Região Produção de Calçados de Franca Calçados Masculinos 76% Calçados Femininos 21% Calçados Infantis 3% Página 5 de 14

6 11) Produção anual de calçados (Milhões de Pares) Ano Pares Ano Pares , , , , , , , , , , , , , , , , , ,8 Estimativa de produção de calçados para *estimativa de produção esperada para o ano de 2015, feita pela média de funcionários do ano até o momento. ** Fórmula de cálculo: 5,5 prs/dia por funcionário x 21 dias úteis x média de funcionários/ano (CAGED/RAIS) x 12 meses Mês de 2014 N.º Funcionários Produção Estimada/Mês , ,2 Janeiro , ,0 Fevereiro , ,2 Março , ,8 Abril , ,5 Maio , ,1 Junho , ,5 Julho - - EM 2012, Franca representou: Agosto - - * 4,5% da produção nac A produção de calçados em Franca de 2014 foi ESTIMADA em 37,1 milhões de Setembro - - Outrubro - - pares, representando mais de 2 bilhões de reais. * 19,2% da produção de Novembro - - Dezembro ) Vendas para o Mercado Interno Total *Estimativa de produção por número de funcionários no mês. Ano Milhões Pares (%) Ano Milhões Pares (%) ,2 70,67% ,5 78,60% ,3 78,00% ,0 88,74% ,0 52,94% ,2 81,12% ,6 65,00% ,0 81,69% ,6 65,19% ,5 72,24% , ,2 67,41% ,3 74,85% , ,8 70,00% ,8 82,29% , ,9 57,98% ,5 84,77% , ,9 50,48% ,7 86,02% , ,6 59,05% ,9 91,39% , ,5 51,73% ,1 92,80% , ,6 66,93% ,1 92,82% , ,3 76,90% ,7 92,91% , ,5 84,59% ,1 96,50% , ,3 82,38% , ,2 77,53% Os dados abaixo informados foram obtidos através de consulta realizada junto ao MDIC - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e SECEX - Secretaria de Comércio Exterior pelo Portal AliceWeb2. Para a pesquisa foram consideradas as empresas estabelecidas no município de Franca/SP, e os produtos classificados nos NCM's a ) Vendas para o Mercado Externo CALÇADOS Partes Total Ano Pares Dólares Preço Dólares Dólares , , Estimativa de 2015¹: milhões de pares , , Mercado Interno²: milhões de pares , da produção , , , Mercado Externo²: milhões de pares , da produção , , ¹ Estimativa de produção de calçados de Franca baseada no número de empregados , da indústria até o momento , ² Estimativas baseadas na média de produção anual , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , Fonte: MDIC/SECEX Página 6 de 14

7 14) Histórico de exportações de calçados Dados da Exportação de Calçados de Franca Acumulado Fev/2015 comparado a Jan a Dez de 2011 a 2014 (NCM's 6401 a 6405) Países Importadores - Elencado em ordem de maior participação em 2015 POR VALORES Países US$-2015 Participação US$-2014 Participação US$-2013 Participação US$-2012 Participação US$-2011 Participação Estados Unidos ,88% ,83% ,91% ,01% ,17% Emirados Árabes Unidos ,63% ,07% ,68% ,41% ,29% Reino Unido ,29% ,86% ,51% ,68% ,46% Arábia Saudita ,88% ,95% ,29% ,57% ,54% Chile ,30% ,58% ,77% ,70% ,49% Bolívia ,28% ,26% ,85% ,60% ,18% Venezuela ,70% ,57% ,44% ,73% ,35% França ,62% ,93% ,63% ,58% ,73% Cuba ,66% ,29% ,74% ,75% ,74% Austrália ,58% ,00% ,22% ,56% ,66% Uruguai ,21% ,61% ,30% ,82% ,80% Colômbia ,05% ,03% ,57% ,93% ,49% Hong Kong ,04% ,31% ,06% ,04% ,09% Alemanha ,72% ,74% ,21% ,49% ,55% Portugal ,99% ,09% ,12% ,23% ,53% Cingapura ,88% ,97% ,94% ,90% ,25% Equador ,86% ,15% ,68% ,91% ,85% Canadá ,81% ,05% ,15% ,11% ,22% Rússia ,66% ,22% ,49% ,31% ,45% Países Baixos (Holanda) ,65% ,01% ,06% ,01% ,08% México ,60% ,83% ,04% ,72% ,03% Tailândia ,55% ,38% ,68% ,42% ,41% África do Sul ,52% ,47% ,59% ,69% ,51% Costa Rica ,51% ,33% ,97% ,08% ,15% Panamá ,48% ,89% ,68% ,17% ,35% Porto Rico ,47% ,57% ,34% ,31% ,25% Paraguai ,39% ,03% ,25% ,09% ,11% Coveite (Kuweit) ,36% ,51% ,49% ,12% ,54% Peru ,35% ,77% ,75% ,62% ,31% Espanha ,35% ,31% ,22% ,07% ,12% Coreia do Sul ,33% ,33% ,27% ,02% ,01% Argélia ,29% ,07% - 0,00% - 0,00% ,09% Geórgia ,29% ,05% ,04% ,06% ,08% Itália ,27% ,17% ,05% ,08% ,39% Israel ,27% ,21% ,21% ,16% ,13% Moçambique ,26% ,28% ,03% ,14% ,20% Indonésia ,18% ,09% ,16% ,15% ,07% Japão ,15% ,06% ,10% ,09% ,10% Suíça ,11% ,11% ,27% ,09% ,18% Chipre ,11% ,04% ,09% ,03% ,05% Nova Zelândia ,11% ,07% ,04% ,06% ,05% Taiwan (Formosa) ,10% ,03% ,08% ,29% ,13% Angola ,10% ,36% ,23% ,15% ,18% Índia ,09% ,34% ,56% ,30% ,13% Bélgica ,02% ,07% ,03% ,02% ,07% República Dominicana ,01% ,61% ,61% ,09% ,01% Antilhas Holandesas - 0,00% ,07% - 0,00% ,03% ,01% Argentina - 0,00% ,60% ,11% ,15% ,05% Armênia - 0,00% - 0,00% - 0,00% ,01% - 0,00% Aruba - 0,00% - 0,00% ,00% ,01% - 0,00% Áustria - 0,00% - 0,00% - 0,00% ,04% - 0,00% Bahamas - 0,00% - 0,00% ,00% - 0,00% - 0,00% Barein - 0,00% ,14% - 0,00% ,00% - 0,00% Bangladesh - 0,00% - 0,00% ,01% - 0,00% - 0,00% Bermudas - 0,00% - 0,00% - 0,00% ,02% - 0,00% Brunei - 0,00% ,14% ,34% ,25% ,14% Cabo Verde - 0,00% - 0,00% ,03% - 0,00% - 0,00% Canárias, Ilhas - 0,00% - 0,00% - 0,00% ,04% ,03% Cazaquistão - 0,00% - 0,00% ,08% ,19% - 0,00% Catar - 0,00% ,08% ,01% ,12% ,05% China - 0,00% ,21% ,18% ,04% ,02% Croácia - 0,00% ,10% - 0,00% - 0,00% - 0,00% Dinamarca - 0,00% - 0,00% ,01% - 0,00% - 0,00% Dominica - 0,00% - 0,00% - 0,00% ,02% - 0,00% Egito - 0,00% ,36% ,07% ,07% ,03% Outros países 0,00% ,80% ,78% ,63% ,12% Fonte: MDIC/SECEX Página 7 de 14

8 15) Exportações de calçados em 2015 Países Pares-2015 Partic % Pares-2014 Partic % Comparativo 15/13 Comparativo FEVEREIRO da exportação de calçados em: 1 Estados Unidos ,39% ,74% -5,67% 2 Emirados Árabes Un ,16% ,69% 136,74% : 3 Arábia Saudita ,80% ,79% -64,61% 4 Argélia ,70% 0 0,00% ,42% 5 Reino Unido ,30% ,99% -22,38% Bolívia ,05% ,10% 33,93% 7 Chile ,52% ,70% -23,27% 8 Cuba ,33% ,26% 170,89% 9 Países Baixos (Hola ,01% 0 0,00% - DÓLARES: 10 Hong Kong ,64% 44 0,01% 32327,27% 11 Alemanha ,48% ,48% 72,25% ,66% 12 França ,40% ,75% -34,58% Venezuela ,34% 0 0,00% - 14 Austrália ,30% ,09% 12,64% 15 Portugal ,19% 274 0,05% 4213,50% 16 Uruguai ,80% ,84% 119,47% PREÇO MÉDIO EM DÓLARES: 17 Colômbia ,68% ,70% -53,44% 18 Equador ,31% ,73% 82,28% ,59-9,84% 19 Canadá ,99% ,33% 210,31% ,28 20 Israel ,91% 970 0,18% 408,45% 21 Cingapura ,80% ,77% 6,76% Franca atualmente exporta para 46 países (2015). EXPORTAÇÕES FRANCA - ACUMULADO DE FEVEREIRO DE 2015/ Rússia ,74% ,05% -27,28% 23 Coreia do Sul ,49% 600 0,11% 340,33% EXPORTAÇÃO DE CALÇADOS - BRASIL 24 Paraguai ,49% ,75% -34,05% Espanha ,48% ,75% -35,30% 26 Porto Rico ,46% ,25% 90,00% pares pares 27 Panamá ,41% ,13% -62,41% Queda de -19,62% 28 Itália ,41% ,88% -52,59% $ ,00 dólares $ ,00 dólares 29 México ,37% ,55% -31,22% Queda de -23,03% 30 Tailândia ,34% ,40% -13,32% 31 Costa Rica ,34% ,58% -40,03% 32 Coveite (Kuweit) ,32% ,10% -70,06% EXPORTAÇÃO DE CALÇADOS - SÃO PAULO 33 Geórgia ,31% ,29% 11,11% Peru ,27% ,43% -35,15% 35 África do Sul ,27% ,37% -26,94% pares pares 36 Angola ,21% ,49% -56,83% Queda de -46,44% 37 Moçambique 966 0,18% 0 0,00% - $ ,00 dólares $ ,00 dólares 38 Nova Zelândia 965 0,18% 300 0,06% 221,67% Queda de -24,29% 39 Japão 738 0,14% 147 0,03% 402,04% *O estado de SP ocupa a 5.ª posição do ranking em pares e a 3.ª em dólares. 40 Taiwan (Formosa) 612 0,11% 0 0,00% - 41 Indonésia 570 0,11% ,37% -70,95% 42 Chipre 464 0,09% 748 0,14% -37,97% EXPORTAÇÃO DE CALÇADOS - FRANCA 43 Suíça 412 0,08% ,64% -95,24% Índia 396 0,07% 0 0,00% - 45 Bélgica 104 0,02% 200 0,04% -48,00% pares pares 46 República Dominica 42 0,01% 0 0,00% - Aumento de 2,42% 47 Antilhas Holandesas - 0,00% 396 0,08% - $ ,00 dólares $ ,00 dólares 48 Catar - 0,00% 312 0,06% - Queda de -7,66% 49 China - 0,00% ,19% - 50 Finlândia - 0,00% ,63% - 51 Grécia - 0,00% ,88% - 52 Malásia - 0,00% ,88% - 53 Marrocos - 0,00% ,91% - 54 Quênia - 0,00% 380 0,07% - Em 2015, Franca representa: 55 Tcheca, República - 0,00% 480 0,09% - 56 Trinidad e Tobago - 0,00% ,57% - 57 Ucrânia - 0,00% 16 0,00% - 2,59% da exportação brasileira em pares 58 0,00% 0,00% ,00% 0,00% ,00% 0,00% - 8,83% da exportação brasileira em dólares 61 0,00% 0,00% ,00% 0,00% ,00% 0,00% - 40,84% da exportação paulista em pares 64 0,00% 0,00% ,00% 0,00% ,00% 0,00% - 68,10% da exportação paulista em dólares Total % % 2,42% Fonte: Aliceweb2 - MDIC/SECEX Aumento de 2,42% em 2015, comparando com o mesmo período de 2014 em pares. Página 8 de 14

9 16) Comparativo mensal de Exportação 2014/2015 Exportação de Calçados em Franca 2014/2015 Comparativo Acumulado Comparativo Mensal DATA %14/15 DATA %14/15 JAN ,32% JAN ,32% FEV ,42% FEV ,00% MAR. #DIV/0! MAR. #DIV/0! ABR. #DIV/0! ABR. #DIV/0! MAI. #DIV/0! MAI. #DIV/0! JUN. #DIV/0! JUN. #DIV/0! JUL. #DIV/0! JUL. #DIV/0! AGO. #DIV/0! AGO. #DIV/0! SET. #DIV/0! SET. #DIV/0! OUT. #DIV/0! OUT. #DIV/0! NOV. #DIV/0! NOV. #DIV/0! DEZ. #DIV/0! DEZ. #DIV/0! DÓLARES DÓLARES DATA %14/15 DATA %14/15 JAN ,24% JAN ,24% FEV ,66% FEV ,06% MAR. #DIV/0! MAR. #DIV/0! ABR. #DIV/0! ABR. #DIV/0! MAI. #DIV/0! MAI. #DIV/0! JUN. #DIV/0! JUN. #DIV/0! JUL. #DIV/0! JUL. #DIV/0! AGO. #DIV/0! AGO. #DIV/0! SET. #DIV/0! SET. #DIV/0! OUT. #DIV/0! OUT. #DIV/0! NOV. #DIV/0! NOV. #DIV/0! DEZ. #DIV/0! DEZ. #DIV/0! PREÇO MÉDIO DO ACUMULADO PREÇO MÉDIO DO PERÍODO DATA %14/15 DATA %14/15 JAN. 27,30 26,00-4,75% JAN. 27,30 26,00-4,75% FEV. 27,28 24,59-9,84% FEV. 27,27 24,09-11,67% MAR. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! MAR. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! ABR. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! ABR. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! MAI. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! MAI. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! JUN. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! JUN. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! JUL. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! JUL. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! AGO. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! AGO. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! SET. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! SET. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! OUT. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! OUT. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! NOV. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! NOV. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! DEZ. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! DEZ. #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! Fonte: MDIC - SECEX Página 9 de 14

10 17) Comparativo mensal de Exportação 2013/2014 Exportação de Calçados em Franca 2013/2014 Comparativo Acumulado Comparativo Mensal DATA %13/14 DATA %13/14 JAN ,85% JAN ,85% FEV ,17% FEV ,15% MAR ,26% MAR ,23% ABR ,15% ABR ,90% MAI ,96% MAI ,36% JUN ,84% JUN ,27% JUL ,43% JUL ,89% AGO ,29% AGO ,50% SET ,44% SET ,08% OUT ,16% OUT ,85% NOV ,83% NOV ,28% DEZ ,26% DEZ ,93% DÓLARES DÓLARES DATA %13/14 DATA %13/14 JAN ,89% JAN ,89% FEV ,91% FEV ,10% MAR ,79% MAR ,77% ABR ,02% ABR ,16% MAI ,81% MAI ,77% JUN ,47% JUN ,93% JUL ,00% JUL ,56% AGO ,66% AGO ,21% SET ,83% SET ,22% OUT ,54% OUT ,97% NOV ,50% NOV ,51% DEZ ,01% DEZ ,00% PREÇO MÉDIO DO ACUMULADO PREÇO MÉDIO DO PERÍODO DATA %13/14 DATA %13/14 JAN. 32,19 27,30-15,19% JAN. 32,19 27,30-15,19% FEV. 30,84 27,28-11,54% FEV. 30,05 27,27-9,25% MAR. 29,71 26,10-12,13% MAR. 28,13 23,97-14,81% ABR. 29,49 26,69-9,50% ABR. 28,96 28,25-2,44% MAI. 29,52 26,63-9,80% MAI. 29,63 26,34-11,11% JUN. 29,65 26,56-10,39% JUN. 30,35 26,14-13,88% JUL. 29,32 27,00-7,92% JUL. 27,66 29,55 6,85% AGO. 29,42 27,24-7,41% AGO. 30,28 29,15-3,75% SET. 29,38 27,59-6,09% SET. 29,04 30,54 5,16% OUT. 29,15 27,63-5,20% OUT. 27,16 27,96 2,96% NOV. 29,04 27,58-5,03% NOV. 28,01 26,92-3,91% DEZ. 29,10 27,68-4,90% DEZ. 30,00 28,85-3,85% Fonte: MDIC - SECEX Página 10 de 14

11 Setor Calçadista ESTADO DE SÃO PAULO População 18) habitantes (IBGE/2010) 19) Faturamento na exportação de calçados Estado de SP - Milhões São Paulo Franca > 24,15 Acumulado Acumulado > 21,69 Período JAN-FEV Período JAN-FEV > 17, > 15, > 10,82 Variação -46,44% Variação 2,4% > 7, > 6, > 5, > 6, > 10, > 11,70 *2015 -> 1,32 DÓLARES - Milhões DÓLARES São Paulo DÓLARES Franca > 221,17 Acumulado Acumulado > 237,34 Período JAN-FEV Período JAN-FEV > 209, > 201, > 185,45 Variação -24,29% Variação -7,66% > 118, > 130, > 124, > 122, > 144, > 144,99 *2015 -> 19,50 PREÇO MÉDIO DÓLARES PREÇO MÉDIO DÓLARES PREÇO MÉDIO - Dólares São Paulo Acumulado Franca Acumulado > 9,16 Período JAN-FEV Período JAN-FEV 2005-> 10, , , > 11, , , > 12,61 Variação 41,35% Variação -9,84% > 17, > 16, > 19, > 21, > 20, > 14, > 12,40 *2015 -> 14,75 Fontes: AliceWeb2 - MDIC/SECEX *Dados parciais do ano Página 11 de 14

12 Setor Calçadista BRASIL 20) População milhões (IBGE 2011) 21) Salário Mínimo Governo (R$) abr/00 151,00 abr/04 260,00 mar/08 415,00 jan/12 622,00 abr/01 180,00 mai/05 300,00 fev/09 465,00 jan/13 678,00 abr/02 200,00 abr/06 350,00 jan/10 510,00 jan/14 724,00 abr/03 240,00 abr/07 380,00 jan/11 545,00 jan/15 788,00 * Brasil: 864 milhões de pares produzidos em 2012, com um valor de produção de 23,9 bilhões de reais. Fonte: Brasil Calçados A indústria de calçados no Brasil. Ed / IEMI / RAIS / SECEX 22) Exportações Calçados Pares (em milhões) > > > 113 Acumulado de JAN-FEV > > > > > > ,62% > > > > > > 21 Faturamento (em milhões) > > > Acumulado de JAN-FEV > > > > > > ,03% 2004-> > > > > > Preço Médio (US$) PREÇO MÉDIO (em dólares) > 9, > 9, > 11,47 Acumulado de JAN-FEV > 9, > 10, > 9, , > 8, > 10, > 8, ,21-4,24% > 8, > 11, > 8, > 8, > 10, > 7,21 DÓLARES Fonte: MICT/SECEX Dados Setor Calçadista Brasileiro/2012. Número de indústrias - 8,2 mil empresas. Emprego direto mil funcionários. Produção milhões de pares. Valor da produção - US$ 23,9 bilhões. Investimentos - R$ 598,7 milhões. Exportações - US$ 1,1 bilhão. Importações - US$ 508,6 milhões Fonte: Brasil Calçados A indústria de calçados no Brasil. Ed / IEMI / RAIS / SECEX Página 12 de 14

13 23) Importações de calçados Importações de Calçados no Brasil (NCM's 6401 a 6405) Evolução das Importações em Dólares Evolução das Importações em Pares Período US$ FOB Período Pares Comparativo Importações 2014/2015 Acumulado por período: JAN-FEV 2014/2015 Comparativo mês a mês (Pares) : (em milhões) Jan Fev Queda de Mar ,5% Abr DÓLARES: (em milhões) Jul Ago Queda de Set ,9% Out Mai Jun Nov Dez Importação por países em 2014 Acumulado JAN-FEV em pares (NCM 6401 a 6405) Outros países Tailândia 7% Camboja 2% 2% China 9% Indonésia 18% Vietnã 62% Importação por países em 2015 Acumulado JAN-FEV em pares (NCM 6401 a 6405) Outros países Tailândia 7% 3% Camboja 3% China 11% Indonésia 23% Vietnã 53% Variação % 2015/2014 País US$ Pares US$ Pares País US$ Pares Vietnã Vietnã Indonésia Indonésia China China Camboja Camboja Tailândia Tailândia Outros países Outros países TOTAL ,89% -17,50% TOTAL Página 13 de 14

14 Calçados de Couro - NCM ) Comparativo de Importações Brasileiras de Calçados de Couro - Acumulado de JAN-FEV Em dólares $ ,00 $ ,00 Queda de -13,2% em dólares Em pares Queda de -15,4% em pares Importação Calçados de Couro em US$ Outros Países 11% China 8% Tailândia 10% Vietnã 43% Importação Calçados Couro em US$ Tailândia 10% Outros países 10% China 6% Vietnã 41% Itália 13% Indonésia 15% Itália 14% Indonésia 19% Variação % 2014/2015 País US$ Pares US$ Pares País US$ Pares Vietnã Vietnã Indonésia Indonésia Itália Itália Tailândia Tailândia China China Outros Países Outros países TOTAL ,22% -15,38% TOTAL ) Comparativo de Exportações Brasileiras de Calçados de Couro - Acumulado de JAN-FEV Em dólares $ ,00 $ ,00 Queda de -25,4% em dólares Em pares Queda de -24,8% em pares Exportação Calçados de Couro em US$ Exportação de Calçados de Couro em US$ Outros países 43% Estados Unidos 27% Outros países 42% Estados Unidos 29% Rússia 11% Rússia 11% Reino Unido 4% Chile 5% França 10% Reino Unido 5% Variação % 2014/2015 País US$ Pares US$ Pares País US$ Pares Estados Unidos Estados Unidos Rússia Rússia França França Chile Chile Reino Unido Reino Unido Outros países Outros países TOTAL ,40% -24,79% TOTAL Chile 6% França 7% Página 14 de 14

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE AGOSTO 2012 FRANCA 01) População 02) Piso salarial do sapateiro 03) Número de funcionários na indústria de calçados 04) Admissões e demissões do setor calçadista

Leia mais

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias Bijuterias Principais Países 2010 2011 2012 2013 2014 US$ mil 2014/ 2013 Estados Unidos 5.667 3.828 2.668 3.491 5.006 43 Colômbia 407 800 748 1.112 993-11 França 1.085 931 910 998 969-3 Argentina 2.112

Leia mais

Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação

Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação Membros da MIGA Agência Multilateral de Garantia de Investimentos Membro Data de afiliação África do Sul 10 de março de 1994 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 12 de abril de 1988 Angola 19 de setembro

Leia mais

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO 11/09/12 11/10/12 11/11/12 11/12/12 11/01/13 11/02/13 11/03/13 11/04/13 11/05/13 11/06/13 11/07/13 11/08/13 11/09/13 11/10/13 11/11/13 11/12/13 11/01/14 11/02/14 11/03/14

Leia mais

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL Março/2014 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. População Mundial 05. População

Leia mais

JUROS E RISCO BRASIL

JUROS E RISCO BRASIL JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.50% 9.00% 10.00% 10.50% 11.00%

Leia mais

JUROS E RISCO BRASIL

JUROS E RISCO BRASIL JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 11.75% 13.00% 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.00% 8.50% 9.00%

Leia mais

Resultados de Junho de 2014

Resultados de Junho de 2014 Junho / 2014 Resultados de Junho de 2014 - Exportação: US$ 20,5 bi, em valor, e média diária de US$ 1,023 bilhão; sobre mai-14, aumento de 3,6%, pela média diária; sobre jun-13, redução de 3,5%, pela média

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,25%

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,25% mar-08 jul-08 nov-08 mar-09 jul-09 nov-09 mar-10 jul-10 nov-10 mar-11 jul-11 nov-11 mar-12 jul-12 nov-12 mar-13 jul-13 nov-13 mar-14 jul-14 nov-14 mar-15 jul-15 nov-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico

Leia mais

REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO JOÃO CRUZ REIS FILHO SECRETÁRIO DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Brasília/DF JULHO DE 2015 22 CENÁRIO POPULACIONAL

Leia mais

DADOS DAS EXPORTAÇÕES DE MEL

DADOS DAS EXPORTAÇÕES DE MEL DADOS DAS EXPORTAÇÕES DE MEL EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DE MEL 2009 a 2014 (NCM 04.09.00.00) ANO 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Meses US$ KG Valor Kg US$ KG Valor Kg US$ KG Valor Kg US$ KG Valor Kg US$ KG Valor

Leia mais

ALGODÃO TENDÊNCIAS PARA O MERCADO

ALGODÃO TENDÊNCIAS PARA O MERCADO ALGODÃO TENDÊNCIAS PARA O MERCADO Analista de Mercado Élcio A. Bento elcio@safras.com.br ALGODÃO CIF SÃO PAULO R$/@ Preço Mínimo R$ 44,6/@ ALGODÃO CIF SÃO PAULO R$/2 Jul A FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO

Leia mais

ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA

ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA 1. OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA GRÁFICO B.1: OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA POR FONTE GRÁFICO B.2: OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA POR REGIÃO (*) (*) Excluindo bunkers marítimos internacionais

Leia mais

Panorama Conjuntural do Segmento de Etiquetas Adesivas

Panorama Conjuntural do Segmento de Etiquetas Adesivas Panorama Conjuntural do Segmento de Etiquetas Adesivas São Paulo, janeiro de 2013 Índice Etiquetas adesivas impressas o Produção anual e mensal do segmento de etiquetas o Mercado Externo o Balança Comercial

Leia mais

INFORMATIVO EXPORTAÇÕES

INFORMATIVO EXPORTAÇÕES INFORMATIVO EXPORTAÇÕES DEZEMBRO 2011 ÍNDICE: 1. Exportações Brasileiras de Rochas Dezembro 2010 X 2011 Pg.02 2. Exportações Capixabas Rochas Dezembro 2010 X 2011 Pg.02 3. Participação das Exportações

Leia mais

Exportações Brasileiras de Carne Bovina Brazilian Beef Exports. Fonte / Source: SECEX-MDIC

Exportações Brasileiras de Carne Bovina Brazilian Beef Exports. Fonte / Source: SECEX-MDIC Categorias / Products:, INDUSTRIALIZADA / PROCESSED,,, 1 de 16 2000 1999 %(2000x1999) Janeiro / January US$ (000) US$/Ton 25.537 9.793 2.608 15.392 4.375 3.518 66% 124% -26% INDUSTRIALIZADA / PROCESSED

Leia mais

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 14/06/11 12/07/11 09/08/11 06/09/11 04/10/11 01/11/11 29/11/11 27/12/11 24/01/12 21/02/12 20/03/12 17/04/12 15/05/12 12/06/12 10/07/12 07/08/12 04/09/12

Leia mais

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 23/09/11 21/10/11 18/11/11 16/12/11 13/01/12 10/02/12 09/03/12 06/04/12 04/05/12 01/06/12 29/06/12 27/07/12 24/08/12 21/09/12 19/10/12 16/11/12 14/12/12

Leia mais

Agosto/2009 VOLATILIDADE CAMBIAL VOLATILIDADE CAMBIAL DEPECON / DEREX

Agosto/2009 VOLATILIDADE CAMBIAL VOLATILIDADE CAMBIAL DEPECON / DEREX Agosto/2009 VOLATILIDADE CAMBIAL VOLATILIDADE CAMBIAL DEPECON / DEREX 1 A importância da taxa de câmbio para a economia brasileira A taxa de câmbio é um dos principais preços da economia, pois: Determina

Leia mais

Embaixadas do Brasil no Mundo - Alemanha

Embaixadas do Brasil no Mundo - Alemanha 1. edestinos.com.br 2. Dicas de viagem Última atualização: 30.09.2016 Passagens aéreas Bagagem Check-in e serviço de bordo Como reservar passagens aéreas Saúde durante a viagem FAQ Passageiras grávidas

Leia mais

No mês de junho em 2015 a Produção Física do setor têxtil caiu 1,1% e o vestuário apresentou recuo de 0,4%. (Comparando Jun/15 com Maio/15).

No mês de junho em 2015 a Produção Física do setor têxtil caiu 1,1% e o vestuário apresentou recuo de 0,4%. (Comparando Jun/15 com Maio/15). 1- Comércio Exterior As Importações de têxteis e confeccionados em jan-jul.15 caíram, em valor (US$), 5,93%, as exportações caíram 8,66%, enquanto a queda do déficit na Balança Comercial foi de 5,38% em

Leia mais

POLIONU LISTA DE PAÍSES

POLIONU LISTA DE PAÍSES AGH Bolívia 2 Brasil 2 Chile 2 China 2 Colômbia 2 Cuba 2 Equador 2 Espanha 2 Estados Unidos da América 2 França 2 Honduras 2 Israel 2 Itália 2 México 2 Nigéria 2 Panamá 2 Peru 2 Reino Unido 2 Senegal 2

Leia mais

NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS. Lista da ONU

NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS. Lista da ONU NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS Lista da ONU Países-membros das Nações Unidas Segue-se a lista dos 192 países-membros das Nações Unidas, de acordo com a ordem alfabética de seus nomes em português, com as

Leia mais

Resultados de 2015 Perspectivas para Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio

Resultados de 2015 Perspectivas para Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Resultados de 2015 Perspectivas para 2016 Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Agronegócio na Balança Comercial 300 250 37,9% 37,1% 39,5% 41,3% 43,0% 45,9% 50% 45% 40% 200 35% 30% US$ Bilhões

Leia mais

Comércio Exterior de Mato Grosso do Sul / Desempenho Industrial Julho 2016

Comércio Exterior de Mato Grosso do Sul / Desempenho Industrial Julho 2016 >> Exportações de produtos industriais Mato Grosso do Sul - Exportação de Produtos Industriais (Receita - US$) Grupos de Produtos Industriais Julho Janeiro a Julho 2015 2016 Var. % 2015 2016 Var. % Celulose

Leia mais

Comércio Exterior de Mato Grosso do Sul / Desempenho Industrial Dezembro 2016

Comércio Exterior de Mato Grosso do Sul / Desempenho Industrial Dezembro 2016 >> Exportações de produtos industriais Mato Grosso do Sul - Exportação de Produtos Industriais (Receita - US$) Grupos de Produtos Industriais Dezembro Janeiro a Dezembro 2015 2016 Var. % 2015 2016 Var.

Leia mais

Voltagens e Configurações de Tomadas

Voltagens e Configurações de Tomadas Afeganistão C, D, F 240 V África Central C, E 220 V África do Sul C, M, 230 V Albânia C, F, L 230 V Alemanha C, F 230 V American Samoa A, B, F, I 120 V Andorra C, F 230 V Angola C 220 V Anguilla A, B 110

Leia mais

Competitividade na indústria brasileira e momento econômico. Ricardo L. C. Amorim Especialista em Análise Econômica da ABDI

Competitividade na indústria brasileira e momento econômico. Ricardo L. C. Amorim Especialista em Análise Econômica da ABDI Competitividade na indústria brasileira e momento econômico Ricardo L. C. Amorim Especialista em Análise Econômica da ABDI Julho/2016 Evolução do PIB a preços de mercado (em US$ correntes) Fonte: World

Leia mais

Es t i m a t i v a s

Es t i m a t i v a s Brasileiros no Mundo Es t i m a t i v a s Ministério das Relações Exteriores - MRE Subsecretaria Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior - SGEB Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior

Leia mais

PLC 116/10. Eduardo Levy

PLC 116/10. Eduardo Levy PLC 116/10 Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania Comissão de Assuntos Econômicos Comissão de Educação, Cultura

Leia mais

Estatísticas básicas de turismo. Brasil. Brasília, novembro de 2007.

Estatísticas básicas de turismo. Brasil. Brasília, novembro de 2007. Brasil Brasília, novembro de 2007. Índice Páginas I Turismo no mundo 1. Fluxo receptivo internacional 1.1 - Chegadas de turistas no Mundo por Regiões e Sub-regiões - 2002/2006 03 1.2 - Chegada de turistas:

Leia mais

mensário estatístico - exportação Fevereiro 2011 ALCOOL ETILICO

mensário estatístico - exportação Fevereiro 2011 ALCOOL ETILICO mensário estatístico - ALCOOL ETILICO CONDIÇÕES Este relatório foi preparado pela Linus Galena Consultoria Econômica exclusivamente para uso de seus clientes e não poderá ser circulado, reproduzido, distribuído

Leia mais

O MERCADO MUNDIAL DE CARNE BOVINA. Agosto de 2016

O MERCADO MUNDIAL DE CARNE BOVINA. Agosto de 2016 O MERCADO MUNDIAL DE CARNE BOVINA Agosto de 2016 Pastagens 168 Mi ha Rebanho 209 Mi Cabeças Abates 39 Mi Cabeças CadeiadevalordeR$483,5bilhões Perfil do Setor 2015 Produção de Carne Bovina 9,56 Mi TEC

Leia mais

mensário estatístico - exportação Janeiro 2011 CAFÉ EM GRÃOS

mensário estatístico - exportação Janeiro 2011 CAFÉ EM GRÃOS mensário estatístico - CAFÉ EM GRÃOS CONDIÇÕES Este relatório foi preparado pela Linus Galena Consultoria Econômica exclusivamente para uso de seus clientes e não poderá ser circulado, reproduzido, distribuído

Leia mais

Detalhamento do Plano

Detalhamento do Plano Plano Básico de Serviço Local A. Empresa: BLUE TELECOMUNICAÇÕES B. Nome do Plano: Plano Básico de Serviço Local BLUE C. Identificação para a Anatel: Plano Básico de Serviço Local BLUE 01/2015 D. Modalidade

Leia mais

A FORMAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS

A FORMAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS A FORMAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS PROF. DE GEOGRAFIA: BIANCA 1º TRIM - GEOGRAFIA 2016 INTRODUÇÃO Para a formação dos blocos econômicos, os países firmam acordos comerciais, estabelecendo medidas que visam

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE AS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO

RELATÓRIO SOBRE AS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de outubro de 2014. COMPARAÇÃO DO MÊS OUTUBRO COM O MÊS

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE AS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO

RELATÓRIO SOBRE AS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de fevereiro de 2015. COMPARAÇÃO DO MÊS DE FEVEREIRO DE

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE AS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO

RELATÓRIO SOBRE AS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de dezembro de 2014. COMPARAÇÃO DO MÊS DEZEMBRO COM O MÊS

Leia mais

MADEIRA 2016 O Brasil e as negociações internacionais de comércio. Camila Sande Especialista em Negociações CNA

MADEIRA 2016 O Brasil e as negociações internacionais de comércio. Camila Sande Especialista em Negociações CNA MADEIRA 2016 O Brasil e as negociações internacionais de comércio Camila Sande Especialista em Negociações CNA 16 de junho de 2016 Agronegócio consumo doméstico e exportação Exportação Consumo Doméstico

Leia mais

Relatório Mundial de Saúde 2006

Relatório Mundial de Saúde 2006 170 Relatório Mundial de Saúde 2006 Anexo Tabela 1 Indicadores básicos para todos os Estados-Membros Números computados pela OMS para assegurar comparabilidade a ; não são necessariamente estatísticas

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO

CENÁRIO MACROECONÔMICO CENÁRIO MACROECONÔMICO SEGUE PAUTADO PELAS MUDANÇAS NO CENÁRIO GLOBAL, AFETANDO DIRETAMENTE O CÂMBIO, E PELO CRESCIMENTO MAIS MODERADO DA ECONOMIA DOMÉSTICA Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Leia mais

PIB DO BRASIL (VARIAÇÃO ANUAL) FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO

PIB DO BRASIL (VARIAÇÃO ANUAL) FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO 1 PIB DO BRASIL (VARIAÇÃO ANUAL) 1984-2014 2 2 FONTE: IBGE ELABORAÇÃO E PROJEÇÃO: BRADESCO DESAFIOS DA ECONOMIA BRASILEIRA: DEMOGRAFIA, MERCADO DE TRABALHO E AMBIENTE EXTERNO 3 3 O BAIXO DESEMPREGO NO

Leia mais

Brasil FedEx International Priority. FedEx International Economy 3

Brasil FedEx International Priority. FedEx International Economy 3 SERVIÇOS E TARIFAS Soluções FedEx para o seu negócio Caso você tenha necessidade de enviar documentos urgentes, economizar em remessas regulares ou enviar cargas pesadas, a FedEx tem uma solução de transporte

Leia mais

A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional

A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional 1 Um diagnóstico da educação pública no Brasil 2 Um diagnóstico da educação pública no Brasil Avanços inquestionáveis: 1. Ampliação da oferta de

Leia mais

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS 21/02/14 14/03/14 04/04/14 25/04/14 16/05/14 06/06/14 27/06/14 18/07/14 08/08/14 29/08/14 19/09/14 10/10/14 31/10/14 21/11/14 12/12/14 02/01/15

Leia mais

- Exportação: US$ 17,5 bi, em valor, e média diária de US$ 795,0 milhões; sobre dez-13 (US$ 992,7 milhões),

- Exportação: US$ 17,5 bi, em valor, e média diária de US$ 795,0 milhões; sobre dez-13 (US$ 992,7 milhões), Dezembro / 2014 Resultados de Dezembro de 2014 - Exportação: US$ 17,5 bi, em valor, e média diária de US$ 795,0 milhões; sobre dez-13 (US$ 992,7 milhões), redução de 19,9%, pela média diária; - Importação:

Leia mais

AVANÇOS EM TECNOLOGIA: - Investimentos crescentes em P&D - Aumento da capacidade não-letal e maior precisão das armas - Custos crescentes dos equipamentos - Automação e robotização - Atuação em rede x

Leia mais

Tabela ALUNOS REGULARES ESTRANGEIROS MATRICULADOS NO MESTRADO POR PAÍS DE ORIGEM EM 2010

Tabela ALUNOS REGULARES ESTRANGEIROS MATRICULADOS NO MESTRADO POR PAÍS DE ORIGEM EM 2010 Tabela 3.26 - ALUNOS REGULARES ESTRANGEIROS MATRICULADOS NO MESTRADO POR PAÍS DE ORIGEM EM 2010 ALUNOS REGULARES / UNIDADE ALEMANHA - - - - - 1 - - - - 1 - - - - - - - - - 2 ANGOLA - - - - - - - 1-1 -

Leia mais

EXPORTAÇÃO DE CAFÉ PELO PORTO DE VITÓRIA RELATÓRIO MENSAL AGOSTO 2008

EXPORTAÇÃO DE CAFÉ PELO PORTO DE VITÓRIA RELATÓRIO MENSAL AGOSTO 2008 EXPORTAÇÃO DE CAFÉ PELO PORTO DE VITÓRIA RELATÓRIO MENSAL AGOSTO 2008 Vitória, 9 de setembro de 2008 Prezado Associado, Temos a satisfação de passar às mãos de V.S. ª o RELATÓRIO MENSAL contendo resumos

Leia mais

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES

JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS TAXA DE JUROS DO TÍTULO DE 10 ANOS DO TESOURO AMERICANO 2006-2013. Fonte: Bloomberg ESTADOS UNIDOS: TAXAS DE JUROS DE 10 ANOS (% a.a.) 03/04/14

Leia mais

Panorama Conjuntural do Segmento de Embalagens

Panorama Conjuntural do Segmento de Embalagens Panorama Conjuntural do Segmento de Embalagens Índice Embalagens o Mercado Interno Produção o Número de Empresas e Emprego o Comércio Exterior o Balança Comercial o Exportações o Importações Brasil: Crescimento

Leia mais

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG Vale do Rio Grande Julho/2016 Objetivo Prover informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria no Estado de Minas Gerais e nas Regionais

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. Sede Nacional - SP

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. Sede Nacional - SP ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato têxtil; Possui 1.200 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas; Sede nacional

Leia mais

Portas Automáticas. Resistentes ao Fogo

Portas Automáticas. Resistentes ao Fogo Portas Automáticas Resistentes ao Fogo 1 Criada em 1966, a Manusa é uma empresa líder no mercado das portas automáticas graças ao desenvolvimento de uma tecnologia própria e a uma equipa de profissionais

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO. Janeiro de 2017

CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO. Janeiro de 2017 CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO Janeiro de 2017 1 1 AMBIENTE INTERNACIONAL Fim do longo ciclo de commodities, com estabilização dos preços nos últimos meses. Desaceleração moderada da China.

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso das

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso das Resolução nº 1.818, de 19 de setembro de 2009. Altera o valor das diárias definidos pela Resolução nº 1.745, de 26 de janeiro de 2005, e dispõe sobre demais assuntos. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no

Leia mais

TÊXTIL E CONFECÇÕES NOVEMBRO DE 2016

TÊXTIL E CONFECÇÕES NOVEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TÊXTIL E CONFECÇÕES NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas

Leia mais

Carne de Frango Var. Produção (milhões ton) Exportação (milhões ton) Disponibilidade 12,69 13,146 3,58% 4,03 4,3 5% 8,59 8,84 3,1%

Carne de Frango Var. Produção (milhões ton) Exportação (milhões ton) Disponibilidade 12,69 13,146 3,58% 4,03 4,3 5% 8,59 8,84 3,1% Carne de Frango Produção (milhões ton) Exportação (milhões ton) Disponibilidade (milhões ton) 2014 2015 Var. 12,69 13,146 3,58% 4,03 4,3 5% 8,59 8,84 3,1% Per capita (kg) 42,7 43,25 1,1% 2016 Produção

Leia mais

Total das exportações do Rio Grande do Sul. Exportações no período acumulado de janeiro a fevereiro de 2016.

Total das exportações do Rio Grande do Sul. Exportações no período acumulado de janeiro a fevereiro de 2016. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio exterior do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de fevereiro de 2016. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO. Novembro de 2016

CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO. Novembro de 2016 CENÁRIO MACROECONÔMICO PARA O BRASIL E MUNDO Novembro de 2016 1 1 AMBIENTE INTERNACIONAL Fim do longo ciclo de commodities. Desaceleração moderada da China. Aumento de juros nos EUA, mas de forma gradual.

Leia mais

Exportações de Carnes agronegócio Janeiro a Dezembro de 2015

Exportações de Carnes agronegócio Janeiro a Dezembro de 2015 Exportações de Carnes agronegócio Janeiro a Dezembro de 2015 1. Exportações de carnes de janeiro a dezembro de 2015 BRASIL As exportações brasileiras de carnes somaram US$ 14,7 bilhões no período de janeiro

Leia mais

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Tratados de Dupla Tributação Documento disponível em: www.ibc-madeira.com Convenções Celebradas por Portugal para Evitar a Dupla Tributação Europa

Leia mais

A pesquisa foi realizada em 65 países. Foram entrevistas, representando mais de 75% da população adulta global.

A pesquisa foi realizada em 65 países. Foram entrevistas, representando mais de 75% da população adulta global. A WIN é uma associação que reúne as maiores empresas independentes de Pesquisa de Mercado do mundo. É uma plataforma global para intercâmbio de negócios internacionais entre mais de 70 países, presentes

Leia mais

Estrutura Demográfica e Despesa com Previdência: Comparação do Brasil com o Cenário Internacional

Estrutura Demográfica e Despesa com Previdência: Comparação do Brasil com o Cenário Internacional temas de economia aplicada 11 Estrutura Demográfica e Despesa com Previdência: Comparação do Brasil com o Cenário Internacional Rogério Nagamine Costanzi (*) Trata-se de fato amplamente conhecido que existe

Leia mais

Estatística e Probabilidades

Estatística e Probabilidades Estatística e Probabilidades Nesse resumo vamos mostrar como a análise crítica de séries estatísticas podem contribuir para uma compreensão mais precisa da realidade. Todos os dias ouvimos falar sobre

Leia mais

EXPECTATIVA MÉDIA ANUAL DO MERCADO PARA A ECONOMIA BRASILEIRA: PIB, JUROS, CÂMBIO E INFLAÇÃO TAXA DE JUROS SELIC

EXPECTATIVA MÉDIA ANUAL DO MERCADO PARA A ECONOMIA BRASILEIRA: PIB, JUROS, CÂMBIO E INFLAÇÃO TAXA DE JUROS SELIC Indicadores EXPECTATIVA MÉDIA ANUAL DO MERCADO PARA A ECONOMIA BRASILEIRA: PIB, JUROS, CÂMBIO E INFLAÇÃO - 2010-2014 ANO TAXA DE CRESCIMENTO DO PIB TAXA DE JUROS SELIC TAXA DE CÂMBIO R$/US$ TAXA DE INFLAÇÃO

Leia mais

Coletiva de Imprensa Abraciclo. São Paulo, 13 de dezembro de 2016.

Coletiva de Imprensa Abraciclo. São Paulo, 13 de dezembro de 2016. Coletiva de Imprensa Abraciclo São Paulo, 13 de dezembro de 2016. Associados Motocicleta Bicicleta Atendimento a 98% do mercado nacional de Motocicletas e a 40% de Bicicletas Matriz - São Paulo Início

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças fev/15 mar/15 mai/15 jun/15 ago/15 set/15 nov/15 dez/15 fev/15 mar/15 mai/15 jun/15 ago/15 set/15 nov/15 dez/15-748 -635-482 -548-559 -508-395 -457-386 -404-359 -113 I Resultados Mensal: -67,5% Acum. Ano:

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças I Resultado Nov 16/Nov 15: 41,5% Acum. Ano: -10,6% Anualizado: -14,0% O, elaborado com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), registra déficit comercial de US$4,90 bilhões

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS Dezembro/2011 jan/07 mar/07 mai/07 jul/07 set/07 nov/07 jan/08 mar/08 mai/08 jul/08 set/08 nov/08 jan/09 mar/09 mai/09 jul/09

Leia mais

- Exportação: US$ 13,7 bi, em valor, e média diária de US$ 652,6 milhões; sobre jan-14 (US$ 728,5 bilhões),

- Exportação: US$ 13,7 bi, em valor, e média diária de US$ 652,6 milhões; sobre jan-14 (US$ 728,5 bilhões), Janeiro / 2015 Resultados de Janeiro de 2015 - Exportação: US$ 13,7 bi, em valor, e média diária de US$ 652,6 milhões; sobre jan-14 (US$ 728,5 bilhões), redução de 10,4%, pela média diária; - Importação:

Leia mais

TABELA DE FRETES MÉDIO PRATICADOS PARA ANGOLA REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO Moeda: USD

TABELA DE FRETES MÉDIO PRATICADOS PARA ANGOLA REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO Moeda: USD REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES BOLSA NACIONAL DE FRETE Sede: Palácio de Vidro, 5º andar; CX Postal 2223; Telefone +(244) 222-311339/40/41; Fax 222-310555- Luanda, Angola. TABELA DE FRETES

Leia mais

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PNEUS E BORRACHA NOVEMBRO DE 2016

DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PNEUS E BORRACHA NOVEMBRO DE 2016 DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PNEUS E BORRACHA NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO. Julho de 2017

CENÁRIO MACROECONÔMICO. Julho de 2017 CENÁRIO MACROECONÔMICO Julho de 2017 1 AMBIENTE INTERNACIONAL Riscos reduzidos de crise, com o crescimento global se sustentando em ritmo positivo, de forma generalizada. Aumento gradual de juros nos EUA.

Leia mais

- Corr. de comércio: US$ 38,9 bi, 2º maior valor para meses de abril, (1º abr-13: US$ 42,3 bi);

- Corr. de comércio: US$ 38,9 bi, 2º maior valor para meses de abril, (1º abr-13: US$ 42,3 bi); Abril / 2014 Resultados de Abril de 2014 - Exportação: US$ 19,7 bi em valor e média de US$ 986,2 milhões, 5,2% acima da média de abr-13 (US$ 937,8 milhões); 2ª maior média de exportação para abril (1º

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças dez/13 jan/14 mar/14 abr/14 jun/14 jul/14 set/14 out/14 dez/13 jan/14 mar/14 abr/14 jun/14 jul/14 set/14 out/14-1.067-914 -822-869 -707-761 -829-928 -678-749 -708-528 I Resultados Mensal: -30,3% Acum.

Leia mais

Relatório Mensal MARÇO/2016. Créditos foto cafezal: Helena Maria Ramos Alves - Epamig

Relatório Mensal MARÇO/2016. Créditos foto cafezal: Helena Maria Ramos Alves - Epamig Relatório Mensal MARÇO/2016 Créditos foto cafezal: Helena Maria Ramos Alves - Epamig Exportações de café brasileiro crescem 2,5% em março Bom nível de estoques foi o fator que puxou crescimento As exportações

Leia mais

BREVE ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ROCHAS ORNAMENTAIS EM Informe 08/2013

BREVE ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ROCHAS ORNAMENTAIS EM Informe 08/2013 Informe 08/2013 BREVE ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ROCHAS ORNAMENTAIS EM 2012 Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais ABIROCHAS Avenida Paulista, 1313 8º andar sala 805 Bela

Leia mais

INDÚSTRIA DE MÓVEIS NOVEMBRO DE 2016

INDÚSTRIA DE MÓVEIS NOVEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE MÓVEIS NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas

Leia mais

Números da Indústria Gráfica Brasileira

Números da Indústria Gráfica Brasileira Ago/2016 Números da Indústria Gráfica Brasileira Números da Indústria Gráfica Brasileira Jun/2016 INDÚSTRIA GRÁFICA BRASILEIRA Exportação Importação Indústria Gráfica Brasileira em 2015 FOB - US$ 270,4

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças abr/14 mai/14 jul/14 ago/14 out/14 nov/14 jan/15 fev/15 abr/14 mai/14 jul/14 ago/14 out/14 nov/14 jan/15 fev/15-822 -869-928 -761-829 -678-749 -708-748 -537-482 -349 I Resultados Mensal: -31,9% Acum. Ano:

Leia mais

Relatório da Balança Comercial de Autopeças

Relatório da Balança Comercial de Autopeças I Resultado Fev 17/Fev 16: 79,7% Acum. Ano: 46,3% Anualizado: 10,0% As exportações de autopeças no primeiro bimestre de somaram US$ 933,1 milhões, com alta de 3% em relação ao mesmo período de. As importações

Leia mais

Santa Maria - RS

Santa Maria - RS MERCADO INTERNO E DE EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL XXVI CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA ZOOTEC 2016 SIMPÓSIO III: MARKETING E EMPREENDEDORISMO Santa Maria - RS 13-05-2016 POSIÇÃO DO BRASIL

Leia mais

EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ALGODÃO RELATÓRIO ABRIL 2015

EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ALGODÃO RELATÓRIO ABRIL 2015 EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ALGODÃO RELATÓRIO ABRIL 2015 BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA DO ALGODÃO Abril/15 Abril/14 VARIAÇÃO RELATIVA ALGODÃO VALOR QUANT. VALOR QUANT. US$ Mil t US$ Mil t VALOR

Leia mais

Tarifário 2016 Em vigor a partir de 5/9/2016

Tarifário 2016 Em vigor a partir de 5/9/2016 Uzo Original Destino Preço por Minuto/SMS/MMS Voz Todas as redes nacionais 0,193 Voz (tarifa reduzida) Todas as redes nacionais 0,145 SMS Todas as redes nacionais 0,098 SMS (tarifa reduzida) Todas as redes

Leia mais

Benfica Telecom Tarifário 2014 em vigor a partir de 1/1/2014

Benfica Telecom Tarifário 2014 em vigor a partir de 1/1/2014 Benfica Telecom Destino preço por minuto / sms / mms Voz Todas as redes nacionais 0,190 Voz (tarifa reduzida) Todas as redes nacionais 0,084 SMS Todas as redes nacionais 0,095 SMS (tarifa reduzida) Todas

Leia mais

As importações de Equipamentos Industriais somaram US$ 2,7 bilhões no ano de 2009, cerca de 29% do consumo aparente desses produtos.

As importações de Equipamentos Industriais somaram US$ 2,7 bilhões no ano de 2009, cerca de 29% do consumo aparente desses produtos. 30 de junho de 2010 As importações de Equipamentos Industriais somaram US$ 2,7 bilhões no ano de 2009, cerca de 29% do consumo aparente desses produtos. Nos últimos anos o crescimento médio anual dessas

Leia mais

BOVINOCULTURA DE CORTE

BOVINOCULTURA DE CORTE Milhares BOVINOCULTURA DE CORTE» MERCADO INTERNO Os preços médios da arroba do boi e da vaca na segunda semana de julho continuaram a crescer, finalizando o período em R$ 96,9 e R$91,11 (à vista e livre

Leia mais

Trabalho da Disciplina de Economia Internacional e Geopolítica. Professor: Fernando Seabra Alunos: Ricieri Pereira Francisco Paulini

Trabalho da Disciplina de Economia Internacional e Geopolítica. Professor: Fernando Seabra Alunos: Ricieri Pereira Francisco Paulini Trabalho da Disciplina de Economia Internacional e Geopolítica. Professor: Fernando Seabra Alunos: Ricieri Pereira Francisco Paulini Produtos Exportados por Santa Catarina: 2002 e 2009 e Análise de Mercados

Leia mais

Perspectivas para 2012

Perspectivas para 2012 Abiplast Perspectivas para 2012 Antonio Delfim Netto 2 de Dezembro de 2011 São Paulo, SP 1 I.Mundo: Década de 80 e 2010 (% do PIB) 30% 23% 31% 24% 37% 22% 3,7% 3,3% 8% 7% 4,2% 4,0% 1,5% 1,2% Fonte: FMI,

Leia mais

PANORAMA DO SETOR EVOLUÇÃO

PANORAMA DO SETOR EVOLUÇÃO EVOLUÇÃO A Indústria Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos apresentou um crescimento médio deflacionado composto de 10% aa nos últimos 17 anos, tendo passado de um faturamento "ExFactory",

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 07/12/2016) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 07/12/2016) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

INTERNA. Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, a Ocepar.

INTERNA. Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, a Ocepar. INTERNA Este documento foi classificado como confidencial pelo Depec, e o acesso está autorizado, exclusivamente, a Ocepar. 1 DESAFIOS E INCERTEZAS DO CENÁRIO MACROECONÔMICO BRASILEIRO E GLOBAL 2 2 Fabiana

Leia mais

IMOPLATAFORMA. Introdução

IMOPLATAFORMA. Introdução Introdução A Imoplataforma é uma ferramenta totalmente online onde pode gerir a sua carteira de imóveis e maximizar o investimento feito no Imovirtual. Não tem qualquer custo acrescido e permitelhe usufruir

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TÊXTIL E CONFECÇÕES MAIO DE 2016

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TÊXTIL E CONFECÇÕES MAIO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TÊXTIL E CONFECÇÕES MAIO DE 2016 1 PRODUTOS 2 A CADEIA TÊXTIL É DIVIDIDA EM 3 SEGMENTOS: FIBRAS E FILAMENTOS TÊXTIL CONFECÇÕES 3 FATURAMENTO DA CADEIA

Leia mais

QUALIDADE DAS INSTITUIÇÕES E CRESCIMENTO ECONÔMICO

QUALIDADE DAS INSTITUIÇÕES E CRESCIMENTO ECONÔMICO QUALIDADE DAS INSTITUIÇÕES E CRESCIMENTO ECONÔMICO Adolfo Sachsida* 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste artigo é mostrar a importância da qualidade das instituições sobre o desenvolvimento e o crescimento econômico.

Leia mais

Conheça as embaixadas estrangeiras com representações no Brasil:

Conheça as embaixadas estrangeiras com representações no Brasil: Conheça as embaixadas estrangeiras com representações no Brasil: ÁFRICA DO SUL www.africadosulemb.org.br SES - Av. das Nações, quadra 801, lote 6 CEP: 70406-900 Brasília DF Telefone(s): (061) 312-9500

Leia mais

2015 ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL

2015 ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL 2015 ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL O QUE É O ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL? Substituir pela versão em português 2 POR QUE USAR O ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL? Substituir pela versão em português 3 DEFINIÇÃO DE

Leia mais

CENÁRIO MACROECONÔMICO

CENÁRIO MACROECONÔMICO ENCONTRO BRADESCO-APIMEC CENÁRIO MACROECONÔMICO 20 DE AGOSTO DE 2015 FABIANA D ATRI Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos - DEPEC 2 Ambiente Internacional AMBIENTE INTERNACIONAL Fim do longo ciclo

Leia mais