EFEITO DA TEMPERATURA E DO FOTOPERÍODO NO DESENVOLVIMENTO in vitro E in vivo DE Aspergillus niger EM CEBOLA

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1 EFEITO DA TEMPERATURA E DO FOTOPERÍODO NO DESENVOLVIMENTO in vitro E in vivo DE Aspergillus niger EM CEBOLA Cargnim, Jaqueline Marques ; Marcuzzo, Leandro Luiz Instituto Federal Catarinense, Rio do Sul/SC INTRODUÇÃO Na atualidade a cebola é a terceira espécie olerácea em importância econômica para o Brasil, somente superada pela batata e o tomate, tanto em volume produzido quanto pela renda gerada. Seu cultivo se estende por quase todo o país, abrangendo as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, constituindo-se na principal atividade de aproximadamente, mil famílias. A cebolicultura é uma atividade predominantemente desenvolvida por pequenos e médios agricultores, tipicamente desenvolvida em regime de economia familiar, e desta forma de extrema importância sócio-econômica contribuindo significativamente para a geração de renda, emprego e fixação do homem ao meio rural (COSTA et al., ; BETTONI, ).. Diversas doenças incidem sobre a cultura da cebola e entre elas o mofo preto também chamado de carvão do bulbo ou falso-carvão causado por Aspergillus niger tem sido encontrado na pós-colheita da cultura. A doença é uma das principais causas da depreciação comercial dos bulbos no Brasil, no qual a cebola acaba sendo comercializada sem película, já que o patógeno deixa-as enegrecidas (WORDELL FILHO & BOFF, ) Observando a importância desta doença, o objetivo deste trabalho foi avaliar quais as condições de temperatura e de fotoperíodo ideal para o desenvolvimento micelial e dos esporos no micélio do fungo Aspergillus Níger e sua infectividade nas túnicas e escama de cebola. MATERIAL E MÉTODOS Aluna do Curso de Agronomia e bolsista Extensão Campus Rio do Sul Professor Orientador

2 O inóculo de A. niger foi obtido através de bulbo de cebola com a presença de esporos do patógeno em sua superfície. Os esporos do A. niger foram coletados com auxílio de agulha histológica e depositados em placa de Petri contendo meio de cultura BDA e incubados em estufa B.O.D a C. Em delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições foi avaliado o desenvolvimento de Aspergillus niger nas condições in vitro. Disco (, cm) de crescimento micelial foi depositado no interior de uma placa de Petri ( cm) contendo BDA foram incubadas nas temperaturas de,, e ºC até o preenchimento da placa. Diariamente fazia-se a medição do crescimento micelial e do diâmetro de formação de esporos no micélio com auxílio de paquímetro. Com a temperatura ótima de crescimento obtida na avaliação anterior foi avaliado o crescimento em,,, e horas de luz. Para avaliar o efeito da temperatura e do fotoperíodo in vivo foi utilizado túnica interna e externa e a primeira escama de cebola com dimensões de, x,. A escama foi com e sem ferimento com perfuração feita com um disco de, cm até a metade da escama. As túnicas e escamas foram depositadas no interior de uma placa de Petri contendo papel filtro umedecido formando uma câmera úmida. As inoculações foram com disco ( mm) de micélio e também utilizou-se atomização de suspensão de x esporos/ml. Todos os tratamentos foram incubados em B.O.D a ºC onde foi avaliado o desenvolvimento da esporulação no local de inoculação. RESULTADOS E DISCUSSÃO Constatou que á temperatura de C não houve crescimento micelial e de esporos durante o período de incubação de incubação. O resultado do tratamento a C vem a confirmar que há a possibilidade de armazenar cebola a C, mantendo a cebola livre do ataque do patógeno, já que o estudo in vitro não constatou seu desenvolvimento. O crescimento micelial é a primeira estrutura a desenvolver-se, pois é através do micélio que o organismo absorve os nutrientes necessários para reprodução. Assim como no crescimento dos esporos, o tratamento conduzido a C foi o que mais contribuiu para este crescimento, oferecendo maiores condições para o desenvolvimento do A. niger. Os tratamentos conduzidos a C e C assemelham-se nas condições ofertadas ao fungo, atingindo o pico de cm de diâmetro, sendo que o pico alcançado na temperatura de C foi

3 Crescimento Esporo (cm) Crescimento Micelial (cm) de,cm de diâmetro, sendo este o primeiro tratamento a ocupar toda a área da placa de Petri (Figura ). Dias C C C C Figura Crescimento micelial de Aspergillus niger em diferentes temperaturas. IFC/Campus Rio do Sul,. Na temperatura de e C, observou crescimento do micélio com esporo já no primeiro dia enquanto que a ºC somente no segundo (Figura ). Dias C C C C Figura Crescimento micelial com esporo de Aspergillus niger em diferentes temperaturas. IFC/Campus Rio do Sul,. As figuras e mostram a curva de crescimento do micélio e do esporo respectivamente. Ambas tem a temperatura ideal de desenvolvimento a ºC. Não constataram diferenças nas horas de fotoperíodo no crescimento micelial e de esporos, portanto o que influência o crescimento é diretamente a temperatura. Não houve desenvolvimento do micélio nas túnicas internas e externas e na escama sem ferimento com disco de micélio e atomização. Ocorreu desenvolvimento do micélio onde teve ferimento na escama

4 Crescimento micelial com esporo (cm) Crescimento micelial (cm) y = -,x +,x -, R² =, Temperatura C Figura Curva e função de crescimento micelial de Aspergillus niger em diferentes temperaturas. IFC/Campus Rio do Sul,. y = -,x +,x -, R² =, Temperatura C Figura Curva e função de crescimento micelial com esporo de Aspergillus niger em diferentes temperaturas. IFC/Campus Rio do Sul,. Na figura é demonstrado o crescimento micelial e de esporos aos seis dias após a incubação, onde a C não houve crescimento e a ºC houve redução de crescimento do micélio. Não encontrou dados na literatura que confrontassem os resultados aqui obtidos. Portanto esse estudo serve de referência para vários outros eixos temáticos de controle da doença na cultura da cebola.

5 Figura Desenvolvimento do micélio e esporos ao seis dias após a incubação nas temperatura de,, e C. IFC/Campus Rio do Sul,. CONCLUSÕES Conclui-se que a temperatura ótima de desenvolvimento micelial e de esporos é aos ºC e somente ocorreu infecção na camada externa com ferimento e não nas túnicas. REFERÊNCIAS COSTA, N.D.; CANDEIA, J.A.; ARAÚJO, M.T. Importância econômica e melhoramento genético da cebola no Nordeste do Brasil. In: QUEIRÓZ,M. A. de; GOEDERT, C. O.; RAMOS, S.R.R., ed. Recursos Genéticos e Melhoramento de Plantas para o Nordeste brasileiro. (on line). Versão.. Petrolina-PE: Embrapa Semi-Árido / Brasília-DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, nov.. Disponível via Word Wide Web Acesso em: nov.. BETTONI, M.M. Desempenho de cultivares de cebola em sistema orgânico na região metropolitana de Curitiba.. p. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal)., Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR. WORDELL FILHO, J. A.; BOFF, P. Carvão do Bulbo ou falso-carvão. In: WORDELL FILHO, J. A.; ROWE, E.; GONÇALVES, P. A. et al. Manejo Fitossanitário na cultura da cebola. Florianópolis: EPAGRI, p.-,.

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