Olavo de Carvalho o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. Felipe Moura Brasil. 1ª edição ORGANIZAÇÃO

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2 Olavo de Carvalho o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota ORGANIZAÇÃO Felipe Moura Brasil 1ª edição 2013

3 CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ C321m Carvalho, Olavo de, O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota [recurso eletrônico] / Olavo de Carvalho; organização Felipe Moura Brasil ed. - Rio de Janeiro: Record, recurso digital Formato: epub Requisitos do sistema: Adobe Digital Editions Modo de acesso: World Wide Web ISBN (recurso eletrônico) Jornalismo. 2. Comunicação de massa - Aspectos sociais 3. Redação de textos jornalísticos. 4. Livros eletrônicos. I. Brasil, Felipe Moura. II. Título. CDD: CDU: 070 Copyright Olavo de Carvalho, 2013 Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução, armazenamento ou transmissão de partes deste livro, através de quaisquer meios, sem prévia autorização por escrito. Proibida a venda desta edição em Portugal e resto da Europa. Texto revisado segundo o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Direitos exclusivos desta edição reservados pela EDITORA RECORD LTDA. Rua Argentina, Rio de Janeiro, RJ Tel.: Produzido no Brasil ISBN Seja um leitor preferencial Record. Cadastre-se e receba informações sobre nossos lançamentos e nossas promoções. Atendimento direto ao leitor: ou (21)

4 Se você não é capaz de tirar de um livro consequências válidas para sua orientação moral no mundo, você não está pronto para ler este livro. Olavo de Carvalho

5 Sumário Nota do editor Apresentação O mínimo que você precisa saber sobre a idiotice, o autor e o livro Felipe Moura Brasil JUVENTUDE O imbecil juvenil Geração perdida Jovens paranaenses CONHECIMENTO Desejo de conhecer O poder de conhecer Sem testemunhas VOCAÇÃO Vocações e equívocos A mensagem de Viktor Frankl Redescobrindo o sentido da vida CULTURA Espírito e cultura: o Brasil ante o sentido da vida O orgulho do fracasso A origem da burrice nacional A fonte da eterna ignorância POBREZA Pobreza e grossura Aprendendo com o dr. Johnson Direitos e pobreza Um paralelo entre Eric Voegelin e Lula FINGIMENTO Um capítulo de memórias Cavalos mortos Os histéricos no poder DEMOCRACIA De Bobbio a Bernanos A metonímia democrática Democracia normal e patológica I Democracia normal e patológica II Extremismo e vergonha SOCIALISMO 1. Fatos x interpretações

6 Que é ser socialista? Citações elucidativas Lógica da canalhice 2. Socialismo x capitalismo Ainda a canalhice Confronto de ideologias? A vitória do fascismo MILITÂNCIA 1. Espiritualidade x fanatismo A escolha fundamental Psicologia do fanatismo Ainda o fanatismo 2. Modelos x condutas Causas sagradas O paradoxo esquerdista A autoridade religiosa do mal REVOLUÇÃO 1. Globalismo A revolução globalista Onipresente e invisível Lula planetário Quem foi que inventou o Brasil? História de quinze séculos 2. Manipulação Guerras culturais A elite que virou massa Armas da liberdade A demolição das consciências Engenharia da complacência Conduzidos à força Da servidão hipnótica 3. Mentalidade A mentalidade revolucionária Ainda a mentalidade revolucionária A ilusão corporalista Ascetas do mal A mentira estrutural 4. Sociedade x culpa Direto do inferno A fórmula para enlouquecer o mundo Sociedade justa Regra geral 5. Capitalistas x revolucionários

7 Capitalismo e Cristianismo O bem e o mal segundo Olívio Dutra Dinheiro e poder 6. Dinheiro x conhecimento Vaidade mortal A contracultura no poder O suicídio coletivo dos ricos Lembrem-se de Karl Radek 7. Revolucionários x mundo melhor O único mal absoluto A transfiguração do desastre Até que enfim 8. Desmascaramento A boa e velha língua dupla Língua dupla e estratégia Como debater com esquerdistas INTELLIGENTZIA (MAS PODE CHAMAR DE MÁFIA) 1. Analfabetismo & glória Tutto è burla nel mondo Glórias acadêmicas lulianas Frases e vidas 2. Povo & representação Abaixo o povo brasileiro O óbvio esotérico Império do fingimento 3. Mídia & ocultação Quem eram os ratos? O preço do colaboracionismo O maior dos perigos Saudades da idiotice É proibido parar de mentir A técnica da rotulagem inversa Os iluminados 4. Moralidade & inversão Professores de corrupção É proibido perceber A reciclagem da ética Aguardem o pior A fossa de Babel 5. Universidade & farsa Uma geração de predadores A opção pela farsa A vigarice acadêmica em ação

8 A verdadeira cultura negra 6. História & embuste A História oficial de 1964 Resumo do que penso sobre 1964 O tempo dos militares e os dias de hoje O ano em que o tempo parou 1968, o embuste que não terminou 7. Marxismo & vigarice Devotos de um vigarista O plano e o fato Debilidades 8. Decadência Saudades do jornalismo Onde começou a queda Da fantasia deprimente à realidade temível 9. Hospício O Brasil falante Gansos que falam A revolução dos loucos 10. Conspiração Teoria da conspiração Falsos segredos Credibilidade zero EDUCAÇÃO Jesus e a pomba de Stalin Educação ao contrário O futuro da boçalidade O novo imbecil coletivo Viva Paulo Freire! Educando para a boiolice INVEJA Dialética da inveja Da inveja mal confessada Desprezo afetado A ingenuidade da astúcia ABORTO Desejo de matar Lógica do abortismo Conversa franca sobre o aborto CIÊNCIA A ciência contra a razão Sonhando com a teoria final Por que não sou um fã de Charles Darwin

9 RELIGIÃO 1. Fé x ideologia O testemunho proibido Do mito à ideologia Como ler a Bíblia 2. Perseguição x silêncio Para além da sátira A guerra contra as religiões Maquiadores do crime Má conselheira A briga que ninguém quer comprar Cem anos de pedofilia LINGUAGEM 1. Literatura x língua de pau Longa noite A palavra-gatilho Figuras de linguagem 2. Escritores x fingidores Literatura do baixo ventre Coisas sérias Conversa sobre estilo DISCUSSÃO A origem das opiniões dominantes Debatedores brasileiros Debate e preconceito Zenão e o paralítico Barbárie mental PETISMO 1. Lula Louvores à mancheia Bondade mesquinha Lula, réu confesso Ato de rotina 2. Tradição & estratégia Nada de novo Excesso de delicadeza A engenharia da desordem Como sempre Depois do mensalão FEMINISMO Breve história do machismo A era dos masturbadores A técnica da opressão sedutora

10 GAYZISMO Ódio à realidade Consequências mais que previsíveis Já notaram? Psicólogos e psicopatas CRIMINALIDADE 1. Fomentação A longa história do óbvio Primores de ternura 1 Primores de ternura 2 2. Terrorismo & narcotráfico Não quero citar nomes Queremos ser repudiados Um discurso dos demônios Pensando com a cabeça de George Soros DOMINAÇÃO Os donos do mundo O que está acontecendo Quem manda no mundo? EUA 1. Bush A desvantagem de ver Em nome dos cadáveres Avaliando George W. Bush 2. Obama Os pais da crise americana O advento da ditadura secreta Fugindo da humilhação O erro dos birthers O Fome Zero de Obama O império das puras coincidências Salvando o triunvirato global Velho truque Pensando como os revolucionários Desarmando as criancinhas Armados e desarmados LIBERTAÇÃO Autoexplicação Idiotas reciclados Cumprindo meu dever Por que não sou liberal ESTUDO A tragédia do estudante sério no Brasil

11 Sites Se você ainda quer ser um estudante sério... Pela restauração intelectual do Brasil Espírito e personalidade

12 Nota do editor O leitor encontrará, ao longo deste livro, três tipos de nota: do Autor, do Organizador e do Editor. Somente as do primeiro, em grande parte bibliográficas, são de rodapé, bem como as que servem ao texto de apresentação. Porque, de modo geral, mais caudalosas, as notas do Organizador e do Editor com informações e esclarecimentos relevantes, bibliografia complementar e fragmentos de escritos de Olavo de Carvalho não incluídos neste volume estão concentradas ao final de cada capítulo.

13 Apresentação O mínimo que você precisa saber sobre a idiotice, o autor e o livro A idiotice Em grego, idios quer dizer o mesmo. Idiotes, de onde veio o nosso termo idiota, é o sujeito que nada enxerga além dele mesmo, que julga tudo pela sua própria pequenez.* Olavo de Carvalho Você conhece pessoalmente algum idiota? Só de ler a pergunta, talvez já lhe tenham vindo um ou dois à cabeça. Eu mesmo, enquanto escrevo, estou pensando em vários. Quem não conhece, não é? Que os idiotas estão por aí, creio estarmos todos de acordo (você, eu, Platão, Sertillanges, Nelson Rodrigues um timaço, o nosso). Vou passar para a próxima pergunta. O que você realmente faz para não ser um idiota, nem ser feito de idiota? Bom, talvez esta seja um pouquinho mais difícil. Talvez você precise de um momento de reflexão e autoanálise. Se quiser, pode desviar os olhos do livro (eu costumo olhar para os pés) e pensar por mais alguns segundos em suas atividades anti-idiotice. Pensou? Agora confesse: você já se fez essa pergunta antes? Sim? Não? Inconscientemente? Formulada de outra maneira? Ok. Mas alguma vez, ou agora, você respondeu a si mesmo, por exemplo, que estuda as estratégias dos canalhas? Seus métodos? Suas técnicas de manipulação? Suas ocultações? Seu legado no ambiente cultural? Diga-me: como você pretende não ser um idiota, nem ser feito de idiota, se você pouco ou nada sabe sobre a história e os avanços da canalhice? Sim: os avanços. A canalhice é a ciência mais avançada do mundo atual opera em escala global, inclusive e o seu resultado é justamente a multiplicação de idiotas que jamais se dão conta de sê-lo. Lembre-se: Os pequenos canalhas se aproveitam da idiotice pronta. Os grandes a fabricam. Nelson Rodrigues já alertava: O mundo só se tornou viável porque antigamente as nossas leis, a nossa moral, a nossa conduta eram regidas pelos melhores. Agora a gente tem a impressão de que são os canalhas que estão fazendo a nossa vida, os nossos costumes, as nossas ideias. Ou são os canalhas ou são os imbecis, e eu não sei dizer o que é pior. Porque você sabe que são milhões de imbecis para dez sujeitos formidáveis. ** Se estou chamando você de idiota? Claro que não. Estou convidando você a escapar desse estado, ainda que futuro, conhecendo para isso, entre outras coisas, a influência de canalhas (ou imbecis) sobre a nossa vida, os nossos costumes, as nossas ideias, as nossas leis, a nossa moral, a nossa conduta, através da obra de um (hum) sujeito formidável, que vale por dez. Estou convidando você a enxergar não além, mas muito além do seu umbigo (e em benefício dele), ampliando a sua imaginação para conceber uma realidade infinitamente mais complexa (embora aqui mastigadinha, como se pode ver pelo índice) do que qualquer idiota supõe existir. É melhor ser persuadido do que ser manipulado. Ninguém, hoje em dia, escreve Olavo de Carvalho, pode se dizer um cidadão livre e responsável,

14 apto a votar e a discutir como gente grande, se não está informado das técnicas de manipulação da linguagem e da consciência, que certas forças políticas usam para ludibriá-lo, numa agressão mortal à democracia e à liberdade. *** Em outras palavras: Você não precisa ser um gênio. Mas convém descobrir qual é O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. O autor É um grande sinal de mediocridade elogiar sempre moderadamente. Leibniz Olavo de Carvalho é uma inteligência demolidora. Você vem com a frase feita, ele vem com a britadeira. Você vem com o reflexo condicionado, ele vem com o tratamento de choque. Você vem com o senso comum, ele vem com a história universal. Para cada ideia compactada em slogan, ele tem um unzip terapêutico. Para cada cretinice repetida pelo processo inconsciente de copy and paste, ele tem um arsenal de rastreadores que localizam a fraude na origem, não sem revelar o seu percurso. Como um educador de verdade, Olavo dinamita o mal que paralisa a sua inteligência e oferece as ferramentas com as quais você pode erguê-la, deixando claro que não fará isso por você, porque a educação é uma conquista pessoal. Educação, ensina ele, vem de ex ducere, que significa levar para fora, exatamente o contrário do que se costuma fazer no Brasil, onde o simples diálogo entre pessoas de áreas profissionais ou tribos distintas tornou-se, senão impossível, no mínimo deprimente. Se as universidades formam habitantes de cada departamento, Olavo orienta você a ser um habitante da cultura. Se as escolas fabricam um exército de militantes, Olavo indica o caminho para voltar a ser gente, de preferência madura. Se a mídia encobre a realidade com eufemismos, Olavo alfabetiza você de novo, chamando as coisas pelo nome, doa a quem doer. Se o empresariado dá provas de ódio ao conhecimento, Olavo dá receitas de como alcançá-lo, incutindo ao mesmo tempo este desejo. Se o ambiente visual urbano torna o essencial indiscernível do irrelevante, Olavo conduz você pela selva, enquanto vai ordenando o caos. Se o acesso a lazeres e prazeres ilimitados infunde nas pessoas um sentimento de culpa traiçoeiro, Olavo mostra com quantos sacrifícios se restitui a sanidade, em prol de uma felicidade duradoura. Tudo com o mais autêntico bom humor. Tudo com o mais envolvente dos estilos. Seja em livros, artigos de jornal, apostilas de curso, aulas, vídeos ou programas de rádio, Olavo une a linguagem popular à alta cultura, no todo e nas partes, variando apenas, de acordo com o formato, a intensidade de cada uma, mas sempre com o poder de educar e divertir ao mesmo tempo os seus milhares de leitores, ouvintes e alunos, e com a coragem de expor ao ridículo a quadrilha de intelectuais que corrompe o país. É um homem de fé, sem dúvida. A fé, dizia José Ingenieros, se confirma no choque com as opiniões contrárias; o fanatismo teme vacilar diante delas e intenta afogá-las, enquanto agonizam suas velhas crenças.**** Incapazes de manter suas ideias de pé no choque com as opiniões e argumentações demolidoras de Olavo, seus adversários tentam afogá-las, marginalizá-las e xingá-las não raro fingindo-se alvos de insultos injustificados ou afetando superioridade à base de risadinhas no intuito de afastar o público do mais breve contato com o autor. Se você quiser obedecer ao comando e maldizê-lo sem ler ou fugir, fique à vontade.

15 Olavo de Carvalho não é para frouxos. O livro Regra: a busca da perfeição não é nada se não for inseparável da necessidade de difundir todo o bem que se possui. Louis Lavelle Este livro é fruto espontâneo dos meus estudos da obra de Olavo de Carvalho e da necessidade incontornável de divulgá-la aos amigos, parentes, leitores e brasileiros em geral, da maneira que julgo mais objetiva, educativa e contundente para despertar suas inteligências e orientá-los em questões fundamentais da existência e da convivência humanas, sem deixar de mostrar como o ambiente cultural do país e a canalhice global interferem em cada uma. Dado o abismo cada vez maior entre o universo midiático-educacional e a realidade, e portanto entre o povo exposto às classes falantes e os verdadeiros sábios, as recomendações de leituras esparsas via ou link nas redes sociais, muito embora importantes, não me pareciam suficientes para cumprir estes objetivos, de modo que tratei de montar um material ao mesmo tempo consistente e abrangente que eu pudesse atirar no colo das pessoas ao meu redor, sobretudo as mais dispostas a discutir o que não estudaram, e dizer: Toma. Sem isto aqui, não dá nem para começar a conversar. Sim. É verdade que Olavo de Carvalho publicou outros livros extraordinários, que também devem ser lidos por quem queira avançar na vida intelectual, mas nenhum deles facilita tanto a vida do leitor comum leigo ou iniciante em assuntos políticos e técnicas filosóficas quanto este, do qual só não se pode dizer que o pega pela mão porque seria mais correto dizer que o pega pela orelha, não sem lhe dar umas boas e merecidas palmadas por ter vivido tanto tempo como um bichinho, sem saber que diabos está acontecendo. Se a suprema alegria de um professor (...) é a de poder abrir a seus alunos um horizonte bem maior que a circunferência de um prato de lentilhas,***** a do organizador de sua obra é torná-la ainda mais atraente e acessível ao grande público, em prol da formação de uma elite pensante não apenas capaz de distinguir um prato de lentilhas de todo o legado da cultura universal, mas também de perceber que a absorção deste último pode ser bem mais nutritiva. Em busca deste resultado, nada mais natural do que recorrer aos artigos jornalísticos de Olavo de Carvalho, chamarizes instigantes de uma obra quase inabarcável e sob o impacto dos quais muitos de seus leitores os menos frouxos, modéstia à parte saem em busca de suas aulas, descobrindo, então, as dimensões infinitamente maiores da sabedoria do filósofo para muito além, é claro, da caricatura que dele fazem seus adversários políticos e do próprio rótulo de polemista, quase sempre usado no Brasil para rebaixar quem exibe provas, documentos e análises lógicas irrefutáveis a um nível igual ou inferior ao daqueles que fazem discurso histérico-militante. Na maior parte dos casos, a polêmica está nos olhos de quem não lê. Este livro, no entanto, não é uma simples compilação de artigos, mas sim uma compilação de temas essenciais todos eles renegados à obscuridade no país, sobre os quais os artigos vêm lançar luz, importando para a seleção menos a data e o veículo em que foram publicados do que o potencial de cada um em iluminar esses temas, ainda que, em favor da abrangência, eu tenha priorizado os mais sintéticos entre os milhares que reli ou descobri durante este trabalho, enquanto me perdia, como tantos leitores, ouvintes e alunos, nas páginas virtuais do site de Olavo de Carvalho. Tratei, pois, não apenas de organizar aquele empilhamento sem fim de textos, mas de resgatar na obra jornalística recente e antiga do autor o que ela tem de atemporal, de ferramenta útil à compreensão da realidade em outras circunstâncias para além daquelas das quais cada texto emergiu,

16 não sem a intenção de exemplificar o quanto o jornal também é, ou deveria ser, um espaço para análises capazes de sobreviver ao tempo e até de prever, com acerto, uma infinidade de acontecimentos, sendo bem mais do que o simples comentário das notícias da semana. Não é porque a notícia envelhece, afinal, que a reflexão correspondente deve envelhecer junto. Se há (e garanto: como há!) uma dificuldade em agrupar textos de Olavo de Carvalho por temas para fins editorais, isto se deve não à obsolescência deles, mas, pelo contrário, ao fato de o autor buscar sempre a unidade por trás das manifestações isoladas e os fundamentos por trás das discussões públicas, o que torna cada texto seu um amálgama (duradouro) dos elementos mais díspares, entre os quais só um organizador irresponsável (ou obsessivo) como eu ousaria procurar um fio condutor interno e comum a outros textos, capaz de justificar o nome e a composição de capítulos e seções uma raridade compreensível, aliás, em seus livros, cujas seleções costumam ser justificadas apenas pelo título geral da obra e limitadas aos artigos recentes. De todo modo, como os textos de Olavo de Carvalho são sobre tudo e mais alguma coisa, cada capítulo deste livro contém um tanto dos temas de outros; e, portanto, nenhum se esgota em si mesmo, mas sim fornece a base mínima para a compreensão dos demais. Por exemplo: como falar de Cultura sem falar de Conhecimento? Pior: como falar de Obama sem falar de Mídia, Ocultação e Manipulação? No entanto, há seções ou capítulos isolados com cada um (ou dois) desses nomes, podendo o leitor recorrer às suas especificidades para entender melhor o todo, sem deixar de ter alguma visão do todo dentro de cada um. Se seguir a ordem é importante? Sim e não. Ela tem decerto um propósito, qual seja, o de guiar o leitor a partir das questões individuais de formação da personalidade, de busca da sinceridade, do sentido da vida e do conhecimento, de obtenção enfim das ferramentas mentais e morais necessárias para não ser um idiota, para depois introduzi-lo gradativamente (ou violentamente, dependendo do caso) em problemas culturais, sociais, políticos e intelectuais, cujos efeitos sobre a sua visão de mundo, a sua psique e as suas ações são bem maiores do que ele (você?) talvez imaginasse antes. Por viver no Rio de Janeiro (e no Facebook), entre inúmeras pessoas que só de ouvir a palavra política saem correndo desinteressadas do que quer que se diga depois, quisera eu ter empurrado para o fim ou para fora deste livro as partes referentes a ela, mas a culpa não é minha nem de Olavo de Carvalho se a politização de tudo, da linguagem à vida humana, foi e é instrumento e causa da idiotização geral, da qual já não se pode escapar sem entender minimamente a atuação dos grupos que disputam ou monopolizam o poder, manipulando e demolindo as consciências. Se o capítulo Revolução, portanto, vem antes de Educação, Religião e Linguagem, por exemplo, é porque já não se pode compreender o estado destas sem compreender o estágio daquela. Contudo, convém ressaltar: este é um livro educativo; não didático. O leitor seguramente encontrará pelo caminho referências a questões que só serão examinadas em detalhe mais adiante ou mesmo fora do livro, posto que seu objetivo também é servir de convite à obra do autor, de modo que pode usar e abusar da liberdade de escolher a sua própria ordem de leitura e até os temas de sua predileção, como se estivesse diante de uma minienciclopédia carvalheana, eterna fonte de consultas para esclarecimentos variados. Se, em vez de encher o índice de descrições, usei apenas uma palavra (Vocação; Inveja; Democracia) para nomear os capítulos, e uma ou duas ora em par (como Analfabetismo & glória; História & embuste), ora em oposição (como Sociedade x culpa; Revolucionários x mundo melhor) para as seções, não é (só) porque sofro de TOC literário (e você não imagina com que dor me rendi ao famigerado mundo melhor, composto por abomináveis duas palavrinhas em vez de uma), nem (só) porque quero atrair o maior número de leitores, mas pelo simples fato de que, salvo algum novo padrão revolucionário de conduta, ninguém vai a um restaurante (nem a um bordel, soprou-me o diabo) para comer o cardápio. Quanto mais preciso e visual ele for, creio, mais favorecerá o apetite

17 agora e para sempre. De resto, só a assimilação do conteúdo fará o leitor notar que Gayzismo, por exemplo, não é, no mundo real, um capítulo isolado como é no livro; mas se alguns temas não vêm dentro de outros que o englobam ou que lhe deram origem, é justamente pelo motivo citado, isto é: eu não quis transformar o índice em uma árvore genealógica mais complexa do que já é, incluindo itens como o da seção do capítulo 8 parte B; muito menos deixar metade do livro dentro do capítulo Revolução. Ou seria Criminalidade? Jorge Luis Borges escreveu em O Aleph: O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei. Olavo de Carvalho, como Borges, vê tudo simultaneamente na realidade, transcreve de forma sucessiva em cada texto embora muitos pareçam em 3-D, e eu, contando que o leitor vai tirar conclusões menos do índice do que da leitura do livro, organizo-os de forma sucessiva, também, por seções e capítulos. Algo, entretanto, registraremos. Neste algo, estará decerto o analfabetismo funcional e moral das classes falantes, tema recorrente na obra do autor e no presente livro, ainda que este não seja uma documentação, como o best seller O imbecil coletivo,****** da redução da vida intelectual a megafone de interesses partidários ******* através da análise do discurso de seus representantes. Digo isto para o caso de leitores desconfiados ou mal-intencionados não encontrarem nesta compilação temática, repito prova suficiente de que o sistema de ensino e os meios de comunicação brasileiros foram quase inteiramente ocupados pela pseudointelectualidade esquerdista, já que aqui a prioridade é, além de descrever o quadro geral, oferecer, em doses homeopáticas, os meios de descontaminação moral e linguística de seus venenos idiotizantes. Da juventude à maturidade, do fingimento à sinceridade, da economia à cultura, da ciência à religião, da linguagem à discussão, da militância à vocação, do regime militar ao petismo de Lula e Dilma, do governo de George W. Bush ao de Barack Hussein Obama (passando pela Guerra do Iraque e pela crise financeira americana), da democracia à ditadura mundial, do capitalismo ao socialismo de tudo a mais um pouco, enfim, não há tema obscuro que os donos do microfone não obscureçam ainda mais. E não há melhor antídoto para o provincianismo mental brasileiro do que ler Olavo de Carvalho. Este livro, cuja gestação também me serviu de automedicação, é, portanto, uma tentativa dupla: a de organizar o saber condição mais óbvia para o desenvolvimento da inteligência, segundo Olavo e a de compartilhá-lo, a fim de levar para fora o leitor e consolidar aquilo que o nosso maior filósofo e educador definiu em Espírito e cultura: o Brasil ante o sentido da vida :******** Acontece que a esse impulso fundamental [para o conhecimento] corresponde um outro, derivado mas não menos forte: aquele que leva o homem que entreviu a ordem e o sentido a desejar repartir com os outros homens um pouco daquilo que viu. Não há certamente maior benefício que se possa fazer a um semelhante: mostrar-lhe o caminho do espírito e da liberdade, pelo qual ele pode se elevar a uma condição que, dizia o salmista, é apenas um pouco inferior à dos anjos. Tal é, substancialmente, a forma concreta do amor ao próximo: dar ao outro o melhor e o mais alto do que um homem obteve para si mesmo. Amamos o nosso próximo na medida em que o elevamos à altura dos anjos. Fazemos-lhe o mal quando o rebaixamos à condição de bichinho, seja com maus-tratos, seja com afagos. Nessas duas exigências está contida, dizia Cristo, toda a lei e os profetas. Neste livro está contido, digo eu, um pouco do melhor e do mais alto que obtive para mim mesmo. Eu vi Olavo de Carvalho. E agora o reparto com você, leitor, na esperança de que também se afaste da condição de bichinho e se eleve à altura dos anjos. Se eu acho que você deve agradecer a mim, à Editora Record e a quem lhe indicou ou deu de presente este livro por tamanho gesto de amor?

18 Ora porra!, como diria Olavo. Sem dúvida que sim. Felipe Moura Brasil

19 Notas * Trecho do artigo Professores de corrupção, presente no capítulo Intelligentzia deste livro. ** Trecho da entrevista concedida pelo dramaturgo à revista Playboy, em novembro de *** Trecho do artigo Da servidão hipnótica, presente no capítulo Revolução deste livro. **** Ingenieros, José. O homem medíocre. São Paulo: Ícone Editora, ***** Carvalho, Olavo de. A dialética simbólica. São Paulo: É Realizações, ****** São Paulo: É Realizações, ******* Ver o artigo Onde começou a queda, no capítulo Intelligentzia. ******** Texto presente neste livro, no capítulo Cultura.

20 JUVENTUDE

21 O imbecil juvenil Jornal da Tarde, São Paulo, 3 de abril de 1998 Já acreditei em muitas mentiras, mas há uma à qual sempre fui imune: aquela que celebra a juventude como uma época de rebeldia, de independência, de amor à liberdade. Não dei crédito a essa patacoada nem mesmo quando, jovem eu próprio, ela me lisonjeava. Bem ao contrário, desde cedo me impressionaram muito fundo, na conduta de meus companheiros de geração, o espírito de rebanho, o temor do isolamento, a subserviência à voz corrente, a ânsia de sentir-se iguais e aceitos pela maioria cínica e autoritária, a disposição de tudo ceder, de tudo prostituir em troca de uma vaguinha de neófito no grupo dos sujeitos bacanas. O jovem, é verdade, rebela-se muitas vezes contra pais e professores, mas é porque sabe que no fundo estão do seu lado e jamais revidarão suas agressões com força total. A luta contra os pais é um teatrinho, um jogo de cartas marcadas no qual um dos contendores luta para vencer e o outro para ajudá-lo a vencer. Muito diferente é a situação do jovem ante os da sua geração, que não têm para com ele as complacências do paternalismo. Longe de protegê-lo, essa massa barulhenta e cínica recebe o novato com desprezo e hostilidade que lhe mostram, desde logo, a necessidade de obedecer para não sucumbir. É dos companheiros de geração que ele obtém a primeira experiência de um confronto com o poder, sem a mediação daquela diferença de idade que dá direito a descontos e atenuações. É o reino dos mais fortes, dos mais descarados, que se afirma com toda a sua crueza sobre a fragilidade do recém-chegado, impondo-lhe provações e exigências antes de aceitá-lo como membro da horda. A quantos ritos, a quantos protocolos, a quantas humilhações não se submete o postulante, para escapar à perspectiva aterrorizante da rejeição, do isolamento. Para não ser devolvido, impotente e humilhado, aos braços da mãe, ele tem de ser aprovado num exame que lhe exige menos coragem do que flexibilidade, capacidade de amoldar-se aos caprichos da maioria a supressão, em suma, da personalidade. É verdade que ele se submete a isso com prazer, com ânsia de apaixonado que tudo fará em troca de um sorriso condescendente. A massa de companheiros de geração representa, afinal, o mundo, o mundo grande no qual o adolescente, emergindo do pequeno mundo doméstico, pede ingresso. E o ingresso custa caro. O candidato deve, desde logo, aprender todo um vocabulário de palavras, de gestos, de olhares, todo um código de senhas e símbolos: a mínima falha expõe ao ridículo, e a regra do jogo é em geral implícita, devendo ser adivinhada antes de conhecida, macaqueada antes de adivinhada. O modo de aprendizado é sempre a imitação literal, servil e sem questionamentos. O ingresso no mundo juvenil dispara a toda velocidade o motor de todos os desvarios humanos: o desejo mimético de que fala René Girard, onde o objeto não atrai por suas qualidades intrínsecas, mas por ser simultaneamente desejado por um outro, que Girard denomina o mediador. Não é de espantar que o rito de ingresso no grupo, custando tão alto investimento psicológico, termine por levar o jovem à completa exasperação, impedindo-o, simultaneamente, de despejar seu ressentimento de volta sobre o grupo mesmo, objeto de amor que se sonega e por isto tem o dom de transfigurar cada impulso de rancor em novo investimento amoroso. Para onde, então, se voltará o rancor, senão para a direção menos perigosa? A família surge como o bode expiatório providencial de todos os fracassos do jovem no seu rito de passagem. Se ele não logra ser aceito no grupo, a última coisa que lhe há de ocorrer será atribuir a culpa de sua situação à fatuidade e ao cinismo dos que o rejeitam. Numa cruel inversão, a culpa de suas humilhações não será atribuída àqueles que se recusam a aceitá-lo como homem, mas àqueles que o aceitam como criança. A família, que tudo lhe deu, pagará pelas maldades da horda que tudo lhe exige.

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