PARTE 1. Letras Vernáculas. Módulo 6. Volume 3 LITERATURA, IMAGINÁRIO, HISTÓRIA E CULTURA

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1 PARTE 1 Letras Veráuas. Módu 6. Vume 3 LITERATURA, IMAGINÁRIO, HISTÓRIA E CULTURA Ihéus, 2013

2 Uiversidade Estadua de Sata Cruz Reitra Pr. Adéia Maria Carvah de Me Piheir Vie-reitr Pr. Evadr Sea Freire Pró-reitr de Graduaçã Pr. Eias Lis Guimarães Diretra d Deartamet de Ciêias da Eduaçã Pr. Emiia Peixt Vieira Miistéri da Eduaçã

3 EAD-UAB/UESC Tds s direits reservads à EAD-UAB/UESC Ora desevvida ara s urss de Eduaçã a Distâia da Uiversidade Estadua de Sata Cruz - UESC (Ihéus-BA) Letras Módu 6 Vume 3 - Parte 1 Literatura, Imaiári, História e Cutura 1 ediçã Jaeir de exemares Camus Sae Nazaré de Adrade - Rdvia Jre Amad, Km 16 - CEP Ihéus-Bahia. (73) Pret Grái e Diaramaçã Rert Faia Sats de Araú Caa Sheya Tmás Siva Imressã e aaamet JM Grái a e Editra '(!)*+!,$! -!./%" %8.#%!.9!%./:2;<!"#$%& Fiha Catarái a 5.B#$$3"# /-0+16=>:>?:=??:43: C%%/ '(//-!+!,$!///D%!C;;>646!./!)*

4 EAD. UAB UESC Crdeaçã UAB UESC Pr. Dr. Maridava de Suza Petead Crdeaçã Aduta UAB UESC Pr. Dr. Marta Mada Drees Crdeaçã d Curs de Lieiatura em Letras Veráuas (EAD) Pr. Ma. Âea Va Erve Caaa Earaçã de Cteúd Prº. Dr. Adré Luis Mitidieri Pereira Pr. Ma. Faiae Piawski Pr. Nads Viíius ds Sats Istruia Desi Pr. Ma. Marieide ds Sats de Oiveira Pr. Dr. Cáudia Ceeste Lima Csta Meezes Revisã Pr. Me. Rert Sats de Carvah Crdeaçã Fux Editria Me. Sau Edard Medez Sahez Fih

5 LITERATURA, IMAGINÁRIO, HISTÓRIA E CULTURA EMENTA O eta e histriadr: Aristótees. Cuturas ássias: desdramet das ideias aristtéias. Literatura e dumet. A arrativa disurs da história e a i çã. Literatura m arte. Ceits de utura. Literatura e utura séu XX. Estuds Cuturais a Améria Latia. A struçã d úi. Esera úia e esera rivada. A iteratura m em de sum.

6 OS AUTORES Prº. Dr. Adré Luis Mitidieri Pereira Mestre e dutr em Letras ea PUCRS. Pós-Dutrad em Estuds Literáris ea UFGRS. Pressr d Deartamet de Letras e Artes da UESC, área de Líua e Literaturas Estraeiras/Esah. Dete eetiv d Mestrad em Letras: Liuaes e Reresetações da UESC e dete aradr d Mestrad em Literatura Cmarada da URI-FW. E-mai: Pr. Ma. Faiae Piawski Mestre em Eduaçã Amieta ea Fudaçã Uiversidade Federa d Ri Grade (2004). Dutrada em História, Teria e Crítia da arte a Uiversidade de Barea. Tem exeriêia a área de Artes, m êase em Artes Visuais, atuad riiamete s seuites temas: arte, história da arte, arte-eduaçã, eduaçã amieta e rduçã utura. Tamém atua m desier rái. E-mai: Pr. Nads Viíius ds Sats Mestrad em Letras - Mestrad em Letras: Liuaes e Reresetações da UESC. Esritr remiad em urss aiais, ssui traahs uiads em atias iterárias e etâeas teórias. E-mai:

7 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA Durate muit tem, a mreesã da iteratura se restriiu as texts esrits e dtads de aum var estéti u edaói, quer dizer, m a de e, u aida, de m e de verdadeir. Etre s res, a eeia e a traédia eram sideradas m s mehres exemares da esia. As ções deedidas r Aristótees em sua Pétia viraram até séu XVIII, e desde sua redeserta e Oidete, séu XVI. Nessa éa, tamém se istituiu uma mreesã da iteratura equat dumet, tada as artas e diáris ds desridres de aíses amerias, s reats de viaates et. Daí haver auma ideisã sre s imites etre i ia e históri, iterári e dumeta. N etat, mesm Aristótees, em utra ra, a Retória, á reia muiçã sui iete ara estaeeimet das ihas divisórias etre história e iteratura. As disussões evved a iteratura equat arte e a história equat suessã de ats tem, em m equat áreas de estuds, iteráris e históris, exiem sua iserçã um am mais vast, que é da utura. Pr iss, usarems disuti- em suas iter-reações, a i m de mreeder s Estuds Cuturais, desde sua imataçã a Iaterra da déada de 1950, até sua adçã as uiversidades ati-ameriaas, que ã rre aii amete. Aarad as zas de araêia d azer históri e da arte iterária até às tações uturais midiátias, d mud diita et., s estuds de utura trasitam d úi a rivad, sem que iss imique ríida searaçã etre as duas eseras meiadas. Na atuaidade, aém de text iterári ser mreedid m et estéti e mei de iterretaçã d mud, aida reisa ser estudad a artir de seu etedimet m um em de sum, d mesm md que um DVD de ie-arte u um CD de Arrha, sueitad-se, rtat, as meaisms de struçã d st e d úi.

8 Cquistar um úi a ada dia mais seduzid ea idústria d etreteimet e ávid r irmaçã vez é um desai que se imõe as ressres de Literatura. Sem quererms autetiar s rduts da idústria de massa, etre ees, s Best-seers, etre sss es maires, usarems em ssas auas eteder s meaisms de diusã ds rduts uturais e de rmaçã ds eitres. Prque a iteratura é um direit que s ae, um em mair; seu estud m métd e ruiçã de arir-s s hs a aes d mud aida ã vistas. Cm s esia Rad Barthes em sua maíi a Aua, se tdas as disiias devessem ser exusas ds sistemas de esi, e aeas uma udesse ser sava, essa seria a disiia iterária, is tdas as iêias estã resetes mumet iterári. É m esse har que retedems uiar sss etrs a mud semre virate da iteratura, que é tamém mud da arte, da utura, da história. Bas auas, Adré, Fai e Nads

9 SUMÁRIO UNIDADE 1 - O POETA E O HISTORIADOR: ARISTÓTELES 1 INTRODUÇÃO ESCRITA E MEMÓRIA A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE NÚMERO DA ARTE RETÓRICA ATIVIDADES RESUMINDO REFERÊNCIAS UNIDADE 2 - CULTURAS CLÁSSICAS, UM TIME DE PESO 1 INTRODUÇÃO BREVE HISTÓRIA DE UMA PALAVRA A POÉTICA LATINA: ROMA LETRADA LITERATURAS IBÉRICAS MEDIEVAIS A POÉTICA CLÁSSICA E NEOCLÁSSICA POR QUE LER OS CLÁSSICOS? ATIVIDADES RESUMINDO REFERÊNCIAS UNIDADE 3 - LITERATURA ENQUANTO DOCUMENTO 1 INTRODUÇÃO REALIDADE, FICÇÃO E IMAGINÁRIO A Carta de Camiha LITERATURA NO BRASIL: SÉCULOS XVII A XIX O Eaamet Rmâti ATIVIDADES RESUMINDO REFERÊNCIAS

10 UNIDADE 4 - HISTÓRIA E LITERATURA 1 INTRODUÇÃO DA PRESCRIÇÃO ÀS HISTÓRIAS DA LITERATURA ROMANCE HISTÓRICO: DISCURSO DA FICÇÃO E DA HISTÓRIA Um ídi rmae históri aia: d mit as itertexts O DISCURSO HISTÓRICO NA PRIMEIRA FICÇÃO AFRO-BRASILEIRA INSOLVÊNCIAS E OMISSÕES DA HISTÓRIA LITERÁRIA O muat ieir: arrad a açã desde ietism à ítia Bm-Criu: a arrativa etre s disurss da história e da içã Saret de Miíias: maadr, memriaista e um tat mderiz Reaistas, rametais u reiaistas? Quase u ré-mderistas? ATIVIDADES RESUMINDO REFERÊNCIAS

11 1 uidade O POETA E O HISTORIADOR: ARISTÓTELES OBJETIVOS A i a da resete aua, vê será aaz de: estaeeer, a artir de Aristótees, a distiçã ássia etre história e iteratura (etã mreedida m esia); heer as eséies de esia (iteratura); reaiar s eits ásis da Pétia de Aristótees à traédia Édi rei, de Sóes; idetii ar as diereças e semehaças etre disurs históri e disurs iterári seud a re exã aristtéia.

12 E FGHIJKLMNJ O Peta e Histriadr: Aristótees Na era ássia da Gréia Atia (sé. V-IV a.c.), seus haitates, s hees, servaram resídus de mits e das eeias d eríd arai (séus VIII-V a.c.) m a Iíada e a Odisséia, de Hmer. Artiuadas, iuaem e memória haviam ermitid a iruaçã ra dessas estórias, até que aaet se reveasse um imrtate aiad tra esqueimet, que tamém é róri à memória e, m essa, ada ad a ad. Sustituid audades de memrizaçã, a esrita se ia em tã smete à história da étia ideta, mas tamém às histórias da isia e da rória histriraia. Cm vivems uma era de muitas imaes, rerdams que a aavra rea ara esrita tamém admitia s desehs eits em aum uar d assad. Uma vez que terems auas em iustradas, m suestões de adatações, iks, reeituras, vídes e tda a diamiidade rória da era diita, ss vite ara que adetrems a esírit desta disiia ã desarta as imaes, ad a ad m a deiiçã ds terms a serem utiizads a d traah. Esta áia, assim, uia m um traier. Os imes virã, divirtam-se estudad, ±µ»àä ϱÑлÀºµÐÐ ÆÇÈÉÊÉËÊÌÍÍÎÌÉÀÏ ³ л ± ±Â õºÄµº ¾Å ±µ¹º±»¼½½½¾ ¾À± Á ±± ±±³ µ estudem divertid-se! б µ б ÀÐб ±³Ð ºÐРõ¹³º¾Ò ³Ð Saia mais! ³³º оÔ µð±µä  µðàõ ¹ ±Öµµ ± ³µ»Ð ³ ³µÓ ³º µ Ù ±Ð ³ ÚµºÐº µºûäð»ãµºð ³ À± Ðеºµ Рг ³Ð± ر л Óº±³±µ Ðб³ ± ±³µ ÄÜÝÞ½ßàÔáÀâãääÀ³¾âåæ¾»±» µ ¾Ô»ÕÑ Ï»³Âº çðôõö øõõùöúúõûôõèùüèóèú ýñùûýúøðñëîþúÿó çèéêëíîïðñëðó SdeyRzya OPQRSTSUVURWXYZ[\]^WSa deurhw ŽRSOqV yhw Y ReikOimqrsstW W }~ ~ƒ ˆ ŠŠ Œ Z[\]^ v x\ [w[v v WRe uv[wx\]^w de Rœ WP žkvÿ ik qrss W RT Ž VURWš \ Yxv\WSa \ Y Y ^ O z q W OŸŸŸq zÿ Ÿ m Ÿ q ŸŸW q a WŸ de Ÿœ de a m Ÿ Ÿa z q eq Ÿq dqzÿq q ƒ W ~ ~~ ˆ ~! ~~ "# &Œ%'( % "#.\ [Yx\Y/x^ ^ O * ~+, ~-~! ~~ $ƒ%%(((œ &+ Œ~) ~Œ# $ƒ%%&#œ 0deŸ 1 23 œ42 œ zz z zq zœwiq Ÿœq mœœ z œq aw5 œ qÿmÿ 6Ÿ qœ Ÿ0zzŸ ŸW 6Ÿ 7 œ Leituras révias Verete 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 15

13 .v?y Y W5qe m ŸŸ Ÿ q6q Ÿzzma ŸW m q a q0 m A7a a œq WOŸa7 a Ÿ ks q a Ÿ ŸŸŸ œq0dqa deq qmÿ maœÿmbž dcw 6ŸdC Para heer DPSTMUEVWMHEPQPNQMGNMNRXYPFNWPTR ZPV[J\]\[\^[MSTMSQIKVETPYPFEIK FHMFIKNIYMKNIYMRTVY DEFGHIJKLMNOPQPR a?v \ Ÿz ŸŸŸqŸ za Ÿe6Ÿ de ŸŸza WR0q deq eÿb h0 6ma mwoÿe ŸŸ Ÿ Ÿ0h Ÿ Ÿœa Cq0 qhm q z kÿ z Ÿ Ÿ Ÿ We a a zhz 6qŸ VQyOqrsdrq Ÿ W ew h z Vê saia? 8 9:;IFH<9=9=>IF< Literatura, Imaiári, História e Cutura As rimeiras esritas smaram uma taiidade muit ásia m sistema de reresetações mítias, a mesm tem em que a metauria se desevvia e s aruamets humas se etravam em tr à is (idade). Os emas éis siaizam a determiada artiuaçã ds vehs mds de aar; sua trasriçã, araea a asimet d aaet, revea a aaidade ds texts de Hmer em trasmitir suas arrativas s dições aida ré-etradas. A mimese hméria, etretat, ã tetava iar as isas rme aareiam mud rea; iua a mit, viha das iuras maiças ua uidade á existia ates da servaçã de que se aziam et. Oriiamete, a aavra rea Myths dizia reseit a quaquer arraçã, iia u que se iasse a evets reais, ara deis exrimir arrativas de rdem edária u maravihsa. Assim, s mits reuids a Teia (1979) e Os traahs e s dias (1996) idiam que Hesíd (sé. VIII a.c.) areeu mreeder a eessidade de uiiar ut huma, marad- m a rdeaçã d uivers. O reistr míti e a esia éia, em m s mds étis que vieram deis dees drama e íria sreram s eeits da tesã etre as mdaidades rais e esritas da iuaem. Iss ã stitui um eemet isad de utras tesões: em amih amais errrid sre uma iha reta em state, a iviizaçã heêia eretava ress de mdiiações ítias, reiisas e siais. A sistematizaçã ds métds de esrever rriava uma das dições ara que s res se eamrassem de Shía, quer dizer, da saedria. Esse v meçu etamete a se desevver rme s mds de esamet ói e aaíti, eamihad-se à isia 16 Letras EAD

14 O Peta e Histriadr: Aristótees etre s séus IX e VI a.c. Nesse text, Arquí de Pars ( a.c.) ritiava idea heri, reusava mit e mstrava seu dese de isrever-se íti. A dutria da mímesis ra testemuhada ieditamete e eta arai, em sua exressã A aavra é a imaem da reaidade.. Arquí ariu amihs ara uma rade rutura a arte étia ds hees, que Simôides de Cés ( a.c.) teria mérit de assiaar, a ratiá-a m um íi e a deii-a m um rdut iusóri. Esse ariadr de eiramas ressaiizu-se r seuarizar a esia e r desrir a téia de memrizaçã. A memória se trasrmava em audade sióia e ada essa iria desemehá-a seud rmas, de um u de utr eit, aterirmete deiidas, mas adas a aae de tds. Simôides reaiu a memória m uma çã ivadra que, r sua vez, assiava tem à aredizaem e se desviuava da ideia divia de Chrós, deus d tem. A marar uma atividade raa, assim demiad íri de Cés rmeu m a tradiçã aterir da aavra isirada um quadr em deiid eômia e siuturamete: da óis. A idade mais a retória se aziam amahar d desevvimet da esrita e, assim tamém, a esia, emra sua rma éia ates huvesse trasitad ea raidade. Os ióss da atureza á duziam sua reexã sre ós, riíi de tda iteiiiidade, séu VI a.c. Tdavia, s isadres ré-srátis esavam a aavra m um amih de reheimet d rea. A iuraçã uraa se dava em mei à rise que destituiu mud heêi duma reseça sessiva d mara. N etat, ates da razã, está aqui que a udameta, u sea, a reresetaçã que hmem az, as, hmem re, da verdade (VIDAL-NAQUET, 1988,. 8). Nasida a Maa Gréia, a retória (arte u téia de se exressar em r aavras, usad-as de rma eiaz e ersuasiva) x? Y]Y vx^xy Whd a ah hw Wk q œd Ÿ 5q6hŸ a qa Ÿq a Ÿ mwa zÿ6 AŸqa Ÿ ziÿÿ Ÿ mzy WhaW hew Wk qÿz W\k\ v v mÿm a 6 Ÿ Ÿ mÿÿa q Ÿ Ÿ W Ÿ q a Para heer tûýóuðëüùëýýóvðñúwxíxúxyú çèéêëþîèñôèüýüqrðýó çðôõö øõõùöúúéðôsûðýùó z 6eŸ \ Y Y^ Yxv a WŽ Ÿ iÿm Ÿ Ÿm Ÿ ŸŸ maza mqÿwoa Ÿq a Ÿ a Ÿ 6 Ÿa qde qÿœÿu ye qÿa 6 a z }q ŸqŸq Ÿ q rsshq WtrW Vê saia? 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 17

15 Literatura, Imaiári, História e Cutura smu rças m aquee esamet que, séu V a.c, se ava ates da razã; de iua maeira, se smaria m a sístia róxim séu. Retória e sístia etã se airmavam iíi aida rái da demraia e s rimeirs mvimets de uma ustiça exerida s a rma de deates e diás. Aiads à isia srátia, s sistas uiiaram étia e ítia, reheed-as m isearáveis. A história, que desiava um eit urídi d verdadeir, seuia mesm mass da teia aaétia. O histriadr tamém setiria s eeits de um ress em que a memória e a aavra á ã iavam a deedêia das reiiões (CHÂTELET, 1985). As raízes ds terms história e memória etram-se a Gréia araia, de hístr era uma testemuha: µ¹º±»¼¾ ¾Ô µ ³ µð±µ ³µ µ кµ» ¹ÐµÓ»Ð»µ ± Ð ± µ Ûľ ÕÑ ºÀ ± µ º»ˆÙ À µ ±ºÏ ³µµ غ±» ±» ±À ³À³ ~ ƒ Þµ µº±» ±»Ð ³»ºÛ Ù»ØÙº غºÐ ³ Ù ºµ ºÐ¾ ±Ð± µï µ» µ ºÑ ºÐ»Ð» ľ Ù ÀÖ ÐÐРкÜÝ Ó æ¾» ÐÏ Ù»ØÙºÀ» ³»Ñ º¾ Ó Ý äâ Š ¾ ¾æÀŒØ Ý äå å Ž¾ ¾æ½Øº Ý åž ååä¾ ¾æÙ ± º Verete ³ ±Àºµ º µ ±µððµ ÛÄ¾Ò Ø¹À³ µ À ºÃµº ± µ ±ÐÕ ±Õµ µ µ к± µ Ð º µ г» ÐÛÄ ±Ä»ºµÐ ± Ûĵ ³µ³Û¾ ƒ ƒ ØÐ Ð ÌÍ ÈÉÌ ± µùº Ï Ï ØÀºˆ ÐÒ ØÝ ³ˆ ššš¾ Ð ¾º ¾Ïæ ÕÒ œ Ï Ý ³ˆ ššš¾ï œ ¾µ µðâ¾³ ³ ϱ æý µ»ãæ¾ [...] aquee que vê e que esuta, e, a sua quaidade de herdeir d mém, é tamém um memriaista. Em sua verdade, atestam-se, e mes, duas metes: ã-esqueimet e, memetarmete, reat exaustiv, reat met, exaustiv, reat daqui que ateeu reamete (DETIENNE, 1988,. 119). 18 Letras EAD

16 O Peta e Histriadr: Aristótees Ö³ µðù»ùüà¹ Ó ºÐ³Ø³ ؾ ± ÐÙ ± µ ¾æˆ µ ºÐº ~ ݺ¾ Žã åãã¾ å å кѳ±»ˆŸµÕµ ݺ¾ µµ¹ð б ž±ð ±Ï Ð º ± µº» å ¾ æ¾å³ðµä º³» µ À» Äݺ¾ Š ݺ¾åä åšš¾ ¾æÀ³µ ¾ æàå Ø» ÛÄгµ µ º ÐÐÙ»ØÙº Ö ± е»¾Å± г ³Õ±µÐµ ±ÃµºµÕ µ À±Ðº ±µ º Õ µðü ÀÕ³µÓ Ð ±  µº¾ ± º»Ø ºÐ Ù»ØÙº³ºµÐµÐл³» ±ÐµÛÐÕº ± ¹ Рñ µðùµ»± ºµº ÐÐ ± Á À µ»º± ÐºÏ ±Ðºµ ºÀÏ ºˆ³ г ±µ À ± µ ±Ðº ±ÐÀ ÕºµÐµÐ ¾»Ð о ź±Ðк ³ O aaet vái sria equeas mudaças e a aaetizaçã se traria mum etre s séus V e IV a.c. Ded a avr da dissemiaçã d etramet, a retória e a étia se airmavam m áreas de estud. Fram Sórates ( a.c.) e s sistas que uiiaram essas artes m ams e as reheeram m tóis, a im de rearar amih ara que se trasrmassem em disiias. A retória se araterizu r tratar asiamete da ratória e d raiíi, equat a étia se uava ds tis éi e míti da esia; mais tarde, d drama e da íria rriamete dita. Sórates ardu tema da etrada da içã a memória, m s irmam s diás atôis Mê e Teetet (427 a.c.-348/347 a.c.). Através d eit de Aamese (remiisêia) e asead a metemsise (trasmiraçã das amas). Patã ( a.c a. C.) iauuru a teria d heimet, desevvida em Fedr, ³»³Ó» ±³ÐÕ µ µà𺳺µð ³»Ñ º³»Ù»Ù¾ºÑ³±»Ð غ ³ Ñ» ºÓ ºÀϵе±± ºÛij ݺ¾ Š å ¾ æˆþ»øõ ÐÕ Baquete, Féd e A Reúia. Em suas reexões, ± ллÐÔ Ð¾Å» ³Å ±»Ð½ Ó»Õ ±Ð³»Ñ º¾ßµ µ À» ±³µ µ Àº µðºµºï ³»Ñ º¹ ºº±³»± ºµ ³Ø Ð À ±³ µ Saia mais! غ Àб ± º À À Õ ÐÐÓ» º ±³ÇÌ ÉÀ ÍÇ ÌÍÀË ³Éµ À ÎÊ µ Ê ¾Ô»µ À µà åä ¾ ¾ÀÕ±µÐ±ÅºÐ À³ ³µ µ л ÄÀºµ ºÐº žð½ðີºï ±µ º»ÐÙ»Ù µáð¾åºµ ÓÐ ³Ãµºæ Ó±Ï Ð µõ Û ºµ µ ±» ± Ï ± ºµ º µ ± ¹ÐÁĹ Ó ±µðµñ»ý𻹠±µðððý ±µðµ» Ñ»æÀ ± Ó»ÀÐ ±»³Ð ºµ º µ ³º ³Õ ¾Ô ѵ ÀÖººÐ ±» ±³ г Ðб»ÐЈµ» Ñ»µÑ»¾»À ±µð sèõêôéóüúûèõëõêëîësôýèðôôú èôîèô¼êøëêôéîèôîüèî èû¼ûõî çðôõö øõõùöúúuuuó üèývøî üëî¼ëéôîî ½xx½w óøõñûÿó çèéêë îºûõ»ðó ±ÜÝŒÅÅ Ô Àâãã ºÏ ±µ ³Ð ³µ³µ µº À ºº Ð ±» ±ºµ º º ÁÄÀ³Ð µ ± ºµ º µ À³¾äâæ¾ Saia mais! ëèõôôèvóvðñú ùýúñüèî çðôõö øõõùöúúuuuó èuú w w úíúxúxÿó çèéêë î vëõýó 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 19

17 µðºµ ÀÐÕ»ÀÐÑ Ð ±µ µð µ º³ºÐÐÐ ± º ³ ±Õ»Ð Àƒ Á ƒ Ð ¹ µ Û ± µ¾å г» ÄÀ µµð Õ Ð ¹ º¹³Õ ³³Ð ϱºÐ± Û À ±µà³ ³»Ð±º À³Ð Ø ºÀ Ð±Ö Ïܾ ±³ л³Õ Àг±Ð ÐÐ µ г µµ µð µ ³» µ Ð ÛÄÐ ºÀÐ µ³ð±á ±» ÛÄ ±ºµÐ±Á ºµ»Ðг±À Ó ±» µä µ ¾ Saia mais! Literatura, Imaiári, História e Cutura ivet da esrita aarretaria im d at de rerdar que aessava heimet d verdadeir, iaidade da esia, mais rriamete, em sua rma reerida: a dieétia. Ateed durate a reeeaçã ds emas, a iaçã deada e iós de Ateas etre ateia e deamadr seria um at e um estad miméti deáveis rque, a iarem a das smras, eaariam esetadr. O rema estava at de ã haver um riia, daí que term mímesis sse eshid r ee m úi adequad, mas ã ereit. Aristótees ( a.c.) retmaria udamets ¾ atôis <;JG:HILMNJKJ;JG;9FHJK9G =9IJ a reseit da memória e da mímesis em Da arte retória e Da arte étia. Nessas ras, serã etradas suas deiições de história e esia. Ates de iiiarms ss estud da Pétia de Aristótees, vém esareer que, muitas vezes, term mímesis é traduzid r imitaçã. Na versã raesa d text, de Rseye Dut-R e Jea Lat, a aavra aaree m reresetaçã, traduçã reerida r uardar um setid róxim a d ae desemehad r uma ersaem em eeaçã teatra e r ter a ivaêia semâtia rória da mimese: a de ã rivieiar em et-mde em et rduzid, ted a ams a mesm tem. Iss st, adetrarems s meis, mds e ets da arte étia, de ard m iós de Estaira, que eatiza a média e, riiamete, a eeia e a traédia. Assim, s meis araterístis da esia sã ritm, a iuaem (metr u sua ausêia) e a harmia (media). O ritm ã deve ser udid m d ema, r exem, is se trata d ritm d r; m a harmia 20 Letras EAD

18 O Peta e Histriadr: Aristótees (músia), destiava-se a amahar a eeaçã. Os mds étis sistem 1) a arrativa quad eta se vae da rória vz u da vz de um utr; 2) drama quad aem as essas em eeaçã. O esadr deixa de siderar md que he mreedems m íri r eteder que erteessem as dmíis da músia, á que sua exeuçã se azia amahar de istrumets, mas ã de uma eséie de dramatizaçã, tíia d ditiram (auístia) e d m (itarístia). Pr im, s ets dividem-se em suerires, ierires e semehates a ós, humas ( que sistiria em deiiêia a reresetaçã). O ÀРϱ µð ti mist é exemiiad ea esia de Hmer, que se vaeu da arrativa, mas tamém de mimese semehate à utiizada ± о µ À³± µ ±»µ ³ØÐР» ÛÄÐ ÛÄÀƒ ǃ À Àƒ ƒ Ã Ä Å ƒ Æ Ô ± md dramáti. ºÛÄÀº»ÏÛı»± ¾ ÐÀ ± à ձµÛÄÐ»Ù Õ Ð³ Ð ÐÙµ± º ³ÛĻѺ ºµ ÐÐ ± ± ±»À Vê saia? çèéêë½îéùëýôõê»ðüzð ñõðvôüð êûðýëð ðrüêùûðìîùèôõêë ëñûøñ çðôõö øõõùöúúèñéýëvóëêúñèôúùèvîõùó ±»ÀÐàÀе»¾ ³Áµ ±Ð ÐÀл±º± Ðȱгµº»À µ À ÛÄÀ Õº±µÐµ ³ºÐÀ Àƒ ǃ ß» ÀµÀÙ» ùøùïüð½x þxþñùuüðÿó vëíñèvôéëó ±»µ µ» µ¹ º¾ Ñ Ï»ºÐбÀ Ä ±À³µ À Ð µ ¾ ± uuuývêûõêëýéèùèvèýó ûðéýùðõó vðñúwxx úx úëûèéèðýèüüîî ñèõðûðéèýîüîéëvèóøõñûÿó çèéêë îòèðôóýèðó çðôõö øõõùöúú Ú Ä ƒ ƒ Æ Û» ºÐæ¾ Å³»Àº± г± Ø º»º ³µ ÐÐ ºÑ ݵ ± µ Ркµ Ðб Vê saia? çðôõö øõõùöúúýóuèöèùüèóðëéú uèöèú ëvøè ðö ùðûûðîøêýéõýî çèéêëyîôðvüðëüvóõëî ºèðîqûñôõèôðÎÙô þíxózùéÿó ývêûõêëññõëñðëó 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 21

19 Literatura, Imaiári, História e Cutura Seud a reexã aristtéia, a esia existe rque se rereseta r razer e eiaidade. N rimeir as, haveria uma tedêia s seres humas a reresetar e a retirar razer das reresetações, tat a rduzi-as quat a travarem tat m eas, ted em mete a aredizaem e heimet. O razer é iteetua e de reheimet, á que assia a rma reresetada m aum et atura heid. N seud as, trata-se de uma dissiçã êita da eséie humaa ara a media (harmia) e ritm. Ardad s íis d eta, esadr rmua sua teria da traédia. A esia tráia, ara ee, siste a reresetaçã de uma açã de aráter eevad, distiuid-se da média r ser meta e ssuir determiada extesã (imitada, reativamete urta) e da eeia, uma vez que esse êer é iimitad. Tamém arateriza a traédia ea iuaem eeitada, trasmitida es atres e r rvar temr e iedade, ted m eeit a uriiaçã dessas emções. As artes u eemets esseiais d êer trái seriam: 1) Iters: 1.1 Mit reat de um ateimet e seu arra (rma), imitaçã e msiçã de ações; 1.2 Caráter ta m a quaidade, é a maiestaçã de uma deisã, d im ara qua demstra teder u reusar. 2) Exters u materiais: 2.1 Esaç êi; 2.2 Meeia ss, iterveções, at ra; 2.3 Euçã mds, rmas, msiçã, aas, exressã, euiad ds esamets r mei das aavras, tat em rsa quat em vers; 2.4 Pesamet aaidade de as ersaes dizerem que é ierete a um assut e que vém, eemet ói. O mit, mais imrtate de tais eemets, é et da reresetaçã, utamete m aráter e esamet. A euçã e a meeia sã s meis; esetáu, md. Aristótees ressava que tds s eemets da traédia se etram a eeia, à exeçã d esetáu e da meeia. As duas riiais maras d mit seriam: 1) açã (rma um td, um ut met) e 2) extesã (radeza 22 Letras EAD

20 O Peta e Histriadr: Aristótees a suiiete ara que rvque mudaças de situaçã). O td é deiid s dis ritéris: 1) d eessári - s eemets derrem da eessidade da ra, de ã devem atar em srar; 2) da raiístia - mit resuta daqui que, sed rváve, deve areer verdadeir. A td, rresde uma uidade determiada ea eessidade, daí que as traédias ã devessem meçar d aas. É aítu IX da Pétia que Aristótees (1966,. 78) ixa sua ássia distiçã etre história e esia: 1 Uidade [...] ã é íi de eta arrar que ateeu; é, sim, de reresetar que deria ateer, quer dizer: que é ssíve seud a verssimihaça e a eessidade. Cm eeit, ã dierem histriadr e eta, r esreverem vers u rsa (is que em deriam ser sta em vers as ras de Heródt, e em r iss deixariam de ser história, se ssem em vers que eram em rsa), - dierem, sim, em que diz um as isas que suederam, e utr as que deriam sueder. Pr iss a esia é a de mais isói e mais séri d que a história, is reere aquea riiamete uiversa, e esta artiuar. Pr reerir-se a uiversa, eted eu atriuir a um idivídu de determiada atureza esamets e ações que, r iame de eessidade e verssimihaça, vém a que dê mes as seus ersaes; artiuar, e trári, é que ez Aiíades u que he ateeu. Cae ressatar que artiuar diz reseit a uma eçã de história, àquea ideia que virava a éa em que a iêia história vivia seu rimeir mmet, qua se marava e riviéi edid as ats mais artiuares, r exem, em tr ds eits de um herói u de uma reiã, em detrimet ds ats de aráter mais era. A trári da história, a esia rreria a rdem da reresetaçã d eessári, d ssíve e d verssími. Emra muit itada e metada quad se trata de arximar u de diereiar s disurss históri e éti, essa ideia de Aristótees é mes esareedra d que seus arumets sre mesm tema, desevvids a Retória, m verems mais adiate. Ates, darems tiuidade à teria aristtéia da traédia, deted-s sre as quaidades e as eséies ds mits. Quat a íve de quaidade, um mit de ser: 1) ierir (eisódi, que dá tiuidade as ateimets, sem uir da revisiiidade, d eserad); 2) suerir (m eeit de surresa, traria as exetativas, mas ã devid a mer aas u iidêia). Quat às eséies, s mits dividem-se em simes e mexs. Esses útims eram r metáe, u sea, r mei de uma reviravta d desti. O mit/ estória só rre quad há iversã de setid ( mei) e d iíi UESC Módu 6 I Vume 3 23

21 Literatura, Imaiári, História e Cutura ara im. Iss se dá através de duas de suas artes 1) reheimet e 2) eriéia as quais devem surir de sua estrutura itera, resutad da ausaidade rória a eadeamet eessári u verssími ds ats que, muitas vezes, ã seuem uma rdem róia. Já s mits simes araterizam-se r ã aresetarem esses eemets. Periéia, reheimet e atástre sã as três artes d mit. A eriéia rresde a uma mudaça de ações em setid trári àqui que viha se mstrad. O reheimet é a idetiiaçã de um sia reveadr, ds açs que rmam setid da estória. Seu mehr ti, mais e, ara Aristótees, é aquee que atee ut m a eriéia, is mais se itera a mit e à açã e determia, a artir d ut, s setimets de temr e iedade. Fiamete, a atástre é a açã reresetada que rduz destruiçã, dr, eeit viet, erimet, a exem das mrtes metidas em ea (raríssimas as traédias reas que, eramete, ã as traziam à ea, ara ã rvarem atéti). Uma vez reheida, a atástre aaa r sear a reveaçã de uma aiaça u hstiidade etre ersaes, detr de uma iia (aç rua u aretes que ue as essas). É aí que se dá a deserta da verdadeira idetidade da ersaem, a siêia suetiva da iaidade d herói e da uçã ds utrs. A teria d mit mex, meçada aítu XI e tiuada aítu XIII da Pétia, é iterrmida rusamete ea iserçã d aítu XII, suseit de ã ser da autria de Aristótees e de iteraçã, quer dizer, d arésim de arumets, ideias, aavras et. estrahas a esamet aristtéi. Esse déim seud aítu disrimia as artes quatitativas da traédia: 24 Letras EAD

22 O Peta e Histriadr: Aristótees 1) Pró arte meta, ateede a etrada d r; 2) Eisódi arte meta etre dis rais; 3) Êxd arte meta, à qua ã suede at d r; 4) Cra sed que árd é rimeir e estásim, um ra desrvid de aaests e trqueus; 5) Kmmós at amets da rquestra e da ea. Assim m s ats ds atres sre as eas, kmmós só se areseta em aumas das traédias reas, equat s utrs eemets, em sua mairia, sã mus a tdas eas. Uma vez que a estrutura da traédia mais ea é mexa e deve reresetar ats que desertam temr e iedade, Aristótees idetiia a eséie de eriéia que rvará tais emções, u sea, a iuraçã tráia idea ara que se rduza eeit róri a êer: 1) A ersaem usta assa da eiidade ara a ieiidade. Se uma ersaem erversa assar da ieiidade à eiidade, iss ã estaria em rmidade m s setimets humas. A situaçã trária, ist é, se herói assar da eiidade ara a ieiidade, ã desertaria em terrr em iedade. 2) Quaiiaçã étia das ersaes, eseiamete, dade/mediridade. Nã devem ser reresetadas em m muit as em m muit más. Crreta seria a reresetaçã d herói de uma amíia iustre em situaçã itermediária, aida que haa aus de rade reutaçã e rtua, m Édi. Na situaçã de quem ã se distiue muit ea virtude u ea ustiça, irtúi ã se ustiia r sua mavadez u viaia, mas r rça de 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 25

23 aum err rave, da hamartía. Esse eit ã deve ser udid m de hýris, a essêia da traédia. Aristótees resreve: mit deve ser ates simes d que du, ist é, uir aeas m ações de desraça e ÐºÑ ºÀ± ÐèÐ µäµ»º ±»éà± ³» µ ³Ð µ ر ±Ûĵ б õº¾Öž Ð µµ ± ³ Ð ¹ ºÀ ±» ±µðº ±äéç É åæì É ± äéç É ± µ ±» ±ºµ ÛÄлÐоçÀº ± ÜÝÞÝßàáÝâÅ Ø»µÄµ л Ï ÉãÉ ÈÉ ã m duas ações dieretes; deve assar da eiidade ± ± ÄРر ºÓ Õ ³Ûij ê¾¾¾ëå ±Ðб б Óº º±À±³µ ÐеºÐ µ À Ateçã! ÝÛÅÞ ÅÀŠ â À³¾ Ð µûä𺻺±» À±Ð³» Ð³Ï»Ü ±äéç É åæì ÉÀ± кӻº±»À±Ðº± ³ µ б Üíßîïâ ð³ ÌÍ À µùºðµõ µ ÀгÀ Žæ¾ µ±» À ±» À±» À»ÃµºÀ»Ûľ µ ¹ÐÐ Ð ÐÐÀºÀÕ ÐÐÀµ»ÃµºÀ ³ ±ÐÐÀ ± Û Ï»ÛÜÝ Õ¾ÞœÀâãŽãÀ³¾âŽâæ¾ ÀºÐ ÐÕ À ± µµ ºµ º ± º ± ± µ± ± ÐÐÝãÎ µæõáþ ³ ±Ä ¹ ± º б± ÕÛ±³¾ç ñ ƒ ±µºµ б¾ÅϱºÐºµ º µ» ± ÐлÐÐ µ ± ÐÐÀµ ±»Ð ºÏÀ³ µ ÐÐ ± Ð Õ ØººÐ ð³ Ìֻ͈µÄ³Ð µ Ð Vê saia? åµ ± ÍÀ³ µðµð µõ åµ Ý ØæÀ à ÕÐÐ ±» ³³Ø³ Ðо½¹ ð³ ÌÍÀÖ±» ³ Ð ±³ºµÐÛÄ ± µà õ Í ÉÍ Àº ±ÐÂб ó±µ µðäýâãä À³¾ââæÀ ±» ôì µìí À± À µ º Ýå É ÍÌÍæÙ Ð ±³Â ÐÐ µ¾ µõ ãî µà»ãµº ±±»ÕÁ бÀ ± ³ ºº Ð µàµõã ÍÌÍÀ» º Ðå Àº ±Ð ÁÄÜÝÛÅÞ ÅÀŠ â À³¾ æ¾ à ieiidade, em razã de rave err metid r um herói media u ust, sed esse reeríve a ervers. A traédia de dua itria é a que trazia, ara aradar a úi, desehs dieretes as s e as maus, ded reair em razer róri à média, r rresder a desaareimet da desraça e da viêia. A traédia rriamete dita exiiria, a trári, que sse satiseita verssimimete a diçã de desdita ds s. ñ ƒ ø Ý ¾ æˆ Ð Ö Ïº±Ü¾Å³µº³» Ϲ ¹ºµ ºÐº ÐÀÙ»ØÕ ºÓ Õ Ð³± µ Ó º µ Para heer Ï» ϱÑÐÀù ³ ÉµÉ úéà Ð ±µ Àг»Ñ ºÐ» ¾ßµ µ À ± º µ Óб б³µ µ Ä Õ µ» µ º Û ÀÕõº ³ µµ ºµ º ± Ö ±Â³³¹ ±Ü ± ¾ ß ±ÁÀ± À µõ Ûĺµ µ ˆ ±µðà»ððà ÒÓº» À ÖßijРϵ µ µøµ±µº ³ ±Ó ±µ±µºä ܾ б Áµ À vðñúöúîúîúþýöõuþûüvy½zwúêþý ø ú çèéêë îïëõvûèõðüö¼ýðó çðôõö øõõùöúúöôðûóéððéûó øëvûèõðózùéÿó Literatura, Imaiári, História e Cutura 26 Letras EAD

24 O Peta e Histriadr: Aristótees O iós de Estaira sidera esetáu m aset exterir à arte; ã se ruraria ee mstrus, á que razer róri da traédia advém da iedade e d temr, rvads através da reresetaçã ds ats, ea itria e ea ítima exã das ações, mas ã ea eeaçã das atástres. Sed mais tráis s ats mais imrais (etre irmãs, sauíes), há um ti de açã que ã é trái: da ersaem que se arta ara air e ã ae. Nesse as, há reusa, mas ã atástre em trái e seus eeits viets. Exem: Crete earrea Hêm de exeutar Atía, mas ee a etrea seretamete as astres, a Atía de Sóes. Etre as situações tráias, a ir deas, seud estairita, é a das ersaes que, heedras ds ats, mesm assim, aem vietamete. Exem: Medeia de Euríedes, quad a rtaista mata s ihs. Mehr d que essa situaçã é a daqueas ersaes que desheem as ahas de seus ats ates de reaizá-s, que, em vez de rvar reusa, rduz eeit de surresa d reheimet. Exem: Édi, rei de Sóes, herói que mata ai e asa m a mãe, só ted iêia de sua iiaçã aós reaizadas as ações. O as suerir a tds é ds heróis que vã air de rma terríve, tmam heimet d que iss imia, reheem as vítimas e ã azem. Exem: Iiêia, de Euríides, quad a t de matar, rehee que a vítima é seu irmã e ã ratia at terríve. Aristótees ata quatr arateres da traédia, sed que, detre ees, a dade é mais miad de situar, is se trata de uma quaidade âmit da hierarquia sia, viuada à mítia, mas ee deixa ar que a dade da muher é ierir e a d esrav, isiiiate. Já a veiêia tem mes a ver m s mits e mais m a siedade da éa, m s tis étis siais. Pr sua vez, a semehaça viua-se u as aradimas mítis ( Édi 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 27

25 Ð û» Ð Ð å É ÍÌÍÐ ¹³±ÙºÛÄÀ»Ï ÛÄ ÐÕµ ºµ  º À кµ± ³» ³ºµÓ»¾ ± µùºð ±»ÁÛÄ Para heer ±³± ÛÄÀºµÐ ³± ³õº» ³Õ±µÐ¾ Å Ø»À À³µº³» µ µ ¹Ð ºÀ ³Ð±Áº À± À ±º ³±Ùº º ³ÂÄÀ Õ±µÛÄ Ð Ð±µ ºµ³ ±µ ³ ± к ³µ Ð Ä º» µ±ð³ À Å üþýýþîÿý Ô³ ³Ĺ±»ÁРб ³ ºÚ µº¾ ± µùºð»» ¹À³ µ ÀÖ±± Ð Ð Ó ±µü¾  µäà ³Ðº ±»± ÛÄ Ùº»ÕÛÐ¾ß Õ ³µ µº» ±À³Â ³»À ÐÕµ ºµ » ±Û ³µ µ»±ûä¾ ÐÐ µ ÙºÀ ³ Աѳб µ Ñ»À ±±»Á±º±µ ³µ µ µ ³ ÁµÐµ»ºÐ± ¹Ð¾ ± Û ¾ Verete Literatura, Imaiári, História e Cutura da traédia ã deria se aastar muit d Édi míti, r exem) u à humaidade (s heróis se areem as seres humas a im de rvarem a atarse). O eta emeezaria as ersaes as as aresetasse mehres d que as riaturas humaas. Exem: Hmer, que reseitu ódi heri a earar Uisses da Odisseia, mas ez m e semehate a uma essa, a im de desertar emções tráias (de terrr e iedade). Fiamete, a erêia é a ítima exã ds ats e das ações, uidas r esses iames de eessidade e verssimihaça. A erêia está a rdem d eessári; a veiêia, a rdem d verssími. Os deseaes devem derrer d róri mit e ã d deus ex mahia, is verssími e eessári devem ustiiar tat as aavras e ats das ersaes de aráter m s suesss de açã ara açã mit. A aar sre as eséies de reheimet, Aristótees destaa as mais usadas, mas as mes artístias: a) riadas e eta, mas à reveia d mit; ) reaizadas r siais êits u adquirids, etrads r u ra d r. Etretat, há aus s uss desses siais, m a iatriz de Uisses a Odisseia. Existem utrs tis de reheimet: ) rrid e desertar da memória, s imressões que se maiestam à vista; d) que rvém de siism, istaurad uma usã verdadeira; e) aquee que se mia m um araism. Em rimeir uar, a reerêia de Aristótees, estã s reheimets que derivam da rória itria, sed que a surresa resuta de md atura, ist é, seud verssími. Exem: Édi rei quad a ivestiar assassiat d ai, herói desre ser ee mesm assassi. Em seud uar, iós eea aquees reheimets que rvêm de um siism. 28 Letras EAD

26 ± ºÝºµº»±Äæ¾ Â ³»ˆ ~ƒ Áƒ Þ ÐººÑµ ±³ Ðб³³Û ݳ æ³ðð±á Ê Í Í ã µíí ã ÉÌÍ ù É ÍÎ ã ã æ ù É ÍÎã ÉÇ ³ ³ ³ ³Õ ÀÏРó³Û»ºµÐµ ±±» ³ Ô µéçè Ì Íɵ Ì ÍÀÅ Ø»Õ ±»ºµº ± ± µ ÛÄ»Ø º æ ù É ÍÎã ÉÇ º³ ºµº»±Ä ±µð³ ³ µ ±»Ø º¹ Ï»ºÐÐ µµ»±µ Ó Óµ µûäà³ µ ÀÐÕ ± ºµº»±Ä Ðо ÐÙ ±¹Õ ±»Ðµ µºµ» µ ³µ µ¾ Áƒ ç± ± µ Õ» ±³µ ÐоԺºÑµ ³Õ ÉµÊ É É Éã Ç ÉÊÉ É Í åã Ç ÉÊÉ æ æ ³ ³ ³ ±µð³ ³ µ º³ ºµº»±Ä Saia mais! O Peta e Histriadr: Aristótees 1 Uidade Ns aítus XVII e XVIII da Pétia, estairita deie s etas m seres em dtads (taetss) u de temeramets exatads, eteded-se r iss a isiraçã, reaiada à virtude d êxtase que s arreata. Os arumets de um eta, tradiiais u ivetads, devem ser esçads um esquema era, ara que, sterirmete, ssa dar mes às ersaes, itrduzir s eisódis e s desevver, reves s dramas e s as eeias. Aós reiterar diereças etre a traédia e a eeia, iós ea êer trái s va divisã: ó (ered) rmad r ateimets exterires à estória e r aus iterires, esteded-se desde riíi até a metáe (iversã da srte) e deseae. Seue-se a eumeraçã da traédia em quatr vs tis: 1) Traédia mexa msta r eriéia e reheimet; 2) Traédia atastróia atétia u de eeits ets m Aax e Ixí; 3) Traédia de arateres m Ftiótidas e Peeu; 4) Traédia eisódia m as Fóridas e Prmeteu. UESC Módu 6 I Vume 3 29

27 Literatura, Imaiári, História e Cutura Para Aristótees, a traédia tem mit seu eemet esseia, daí que s ós e deseaes devam ser em earads e um ã ssa aresetar váris mits, m az a eeia. Csidera r m um ds atres e mara s iterúdis atads etre s eisódis a as aas u eisódis iteirs que tram ema trái assemehad a éi. O text deixa uma aua etre s aítus XIX a XXII, que aam da euçã e d esamet, m verems, ara ardar a teria da eeia s aítus XXIII e XXIV, em que sã retmads s tóis da ttaidade e da uidade tráias, á tratads s aítus VII e VIII. Assim, a traédia iteira e meta, m riíi, mei e im, ã deria ter a mesma estrutura das arrativas histórias, as quais mstravam ações diversas em um tem úi. Pr sua vez, ema éi tém tdas as artes da traédia, mes a meeia e esetáu êi, aida dierid d trái rque esse tem mer extesã (aíve em um esetáu) e ea métria, is equat aquee se utiiza d vers heri, esse areseta trímetrs âmis e tetrâmetrs trais (s rimeirs vêm à açã e s útims, à daça). Ou sea, a eeia situa-se md arrativ equat reat em vers rduzid Ô ³»ˆ Ñ»ÏÀ¹ºµÐÐ Ðгº»ÃµºÐ³ غ¾ ƒ ¼ÐºÑ»Ï ± µºº Ï йº r um arradr. ÍÉ ãéí Í³É ÍÉÍÍ̵ÉÇÉÊ Í Nea, dem ser msts, e ahar exressã étia, ações diversas, ÊÉ ÌÊ µ ÉDZ ÉÌÉ ÍÌ ÉµÉ evets tem em que estavam rredid, e que se Ý ÑÐÐ à±ñððà±¼áð æ Saia mais! Àº ³ ³ ÃÐѻϺ ³ ³± ѻϺ± ±Ðб»µ ¾ Þ ¹ º³Âº»ÃµºÐµ À³ À µºàó µ ±Û Ô ³»ˆ» гÑк ³µÐе ¹º±»¼½½ŸÐ» ±ÏÁµ µ¾ Ã Ä ÐÐÁÑ»ÏÀ ³µºÑ³Ð ó¹ Ú ÏºÀ± ÉÇÎã µ µ ã É Ì ÌÍã ÉÊÌú ÉÍÍÌÍ ƒ Ä Õ Ð³ ѻϳ¹ ºÀ ±Ñ»Ï Ý ÑÐÐ µ» ÐÕ»ÞµµÐ л± µððåµððæ ãéíµ Í µ ãìí Ã Ñ ³Ä»µ ³Äº± ¾ ³Â кµ ÐеÛÀ ÂÐ¼Ý ³ˆ µ ¾ ¾±»¾º ¾Ï µðâ³õõ¾ æ¾ Ï Ï ¹ ºÀºˆ ³³ÐРѺ¾ 30 Letras EAD

28 O Peta e Histriadr: Aristótees etem m a açã riia. Suas artes têm autmia e sua extesã, aida que variáve, é mair d que a tráia. Aristótees esquee que muits ats ã reresetads em ea aresetam-se as uvites mediate reat ds mesaeirs e, emra airme haver eeits atártis a eeia, ã esaree quais sã. Para ee, eta éi deve aar mes ssíve r ta rória. Aida, a eeia admite irraia que ã deve aareer a traédia rque, em ea, iaria ridíu. O maravihs, ara ema trái, viua-se a eeit de surresa; sua te é irraia, mas arada tat que é aresetad r tds s etas. A verssimihaça ã é tã rirsa a eeia rque, m ea ã se veem as eas, as ersaes deixam de air. O iós reere as isas imssíveis, mas ríveis, às ríveis emra imssíveis. Pr iss, s mits que temem irraia razáve sã admissíveis, aida que asurds. O m eta, m Hmer, sae dar ta ds asurds, utad-s s s rimres da eeza. O eta taets tamém esia a veer dized que é as, r mei d araism u as raiíi, tratad aítu XVI, e emrea reurss esmerads a iuaem, mas aeas de ã haa açã, arateres e esamet, a im de que a ateçã ara esses metes ã sea usada r uma rihate euçã. O aítu XXV da Pétia trata udametamete da esia (arte iterária) e da verssimihaça, estaeeed que eta rereseta as isas 1) m eram e sã; 2) m s utrs dizem que sã; 3) m eas deveriam ser. O reerete exterir ã areseta imites ixs, araed am d ssíve, qua se itera r reerêias assadas e resetes, ea iiã úia e ea situaçã idea (m deveriam ser). Os errs tra a mimese sã: 1) de rdem étia - quad um ser riia ã é reresetad rretamete r iaaidade; 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 31

29 ±µ кº Ñ º ÓÏ ¾ µùººµ»ºµðº ± ± º± º³ÛÄ Ó ø ž Ð µ ±ºµÕ ºÓ ±Ðµ ÐÐ µðð¹ Ϲ ³»º ¹ º¾½ ±» µ б ³±º ± À ÍÝºÓ ³Ð µ Õ Õ Ð± ϱº ±µ µ º ± Ðг±ÄÀ ±µð º ± Ð ÐÐæ»± µ غ ¹»ººµÙ ³Ðº±æ¾ ݳ г е ± µ æç æ ÍÝ³Ø ±å Í Vê saia? Literatura, Imaiári, História e Cutura 2) aideta quad eta se equiva a eçã d riia (m as de querer reresetar um ava, mved a mesm tem as duas atas d ad direit) u se eaa a aar de uma arte artiuar (m a mediia) u ria isas imssíveis. Desse md, imssíve se ustiia es eeits da reresetaçã, quer dizer, se eta atiiu s is artístis rduzid eeits mais surreedetes. Cas ssíve atiir a mesma iaidade reseitad as reras da arte, err é iustiiáve rque, sed ssíve, ã deveria haver err aum. O am da mimese ã se restrie a da verdade, mas a d ssíve: m deveria ser (exemiiad eas traédias de Sóes); m sã (rme as traédias de Euríedes); de ard m a iiã mum (histórias de deuses); m utrra (seud ati stume, mas em mehr em verdadeir). Na rítia às aavras de uma ersaem, seria reis atetar em tã smete à aixeza d teúd rduzid, mas tamém às reações etre rtaista e utras ersaes; tamém, a md e à iaidade que ta at evve. Em sítese, a mimese se dá a rdem d ssíve, de sua aeitaiidade ea razã erete e de sua rmidade a éths. Cmarad a eeia m a traédia aítu XXVI da Pétia, Aristótees airma que a útima suera a rimeira rque tém tds s eemets dessa e, aém dees, a meeia e esetáu êi. Pssuid rade evidêia reresetativa, quer em ea, quer a eitura, êer trái é mais mat e mais uitári. Pr mei de tais vataes, é que atie mehr eeit eseíi da arte. Qua seria esse eeit eseíi? Nã haved ara ressta text, a artir dee, evatam-se duas ssiiidades: a) razer deiid a. XIV, ist é, que rvém d temr e da iedade, através da reresetaçã; ) razer que resuta da ereita estrutura d mit. Nã há arumets a avr em de uma em de utra hiótese. Se 32 Letras EAD

30 O Peta e Histriadr: Aristótees esse razer tem de ser mum à traédia e à eeia, temr e a iedade ã stam etre s eemets que, de ard m s aítus XXIII e XXIV, estariam reaiads a útim êer. Imiads a estrutura mexa e atétia ds mehres emas éis, tais setimets desam K<<IH9I9H>IF;< a questã ara a seuda ssiiidade. A arte étia, udametamete vtada à traédia e à eeia, assim se diereiaria ds êers retóris. 1 Uidade Etre s aítus XIX e XXII da Pétia, Aristótees disrre sre temas mais rriamete retóris, meçad r airmar, déim- aítu, que eemet trái d esamet diz reseit à retória, m mei de demstraçã e reutaçã, de susitar emções (m terrr e iedade), aumetar u mirar var das isas. À diereça ds êers étis, que aaçam seus etivs r itermédi das ações reresetadas, s retóris ram seus is através da iterretaçã da aavra de quem aa. Sed róri a atr ter heimet de uma arte da euçã, saer que é uma rdem u uma súia, ameaça, exiaçã, eruta, ressta et., estairita trata da euçã s aítus XX, XXI e XXII d mesm tratad. Ressatad que heimet ds asets aí siderads ã é reevate ara eta u ara a étia, seara a área autra das artes dramátias (iterretaçã) e ds estuds d assut (rítia e teria). Pr sua vez, ivr eseiiamete demiad Retória é um tratad teóri-ráti que se vta a estud d adiiamet vera d raiíi, da arte de aar em úi m a iaidade de ersuadir s uvites. Nee, Aristótees deie a retória m um ut sistemáti de saeres, tat rátis quat teóris, que à éa teriam var uiversa e se destiavam a utraassar heimet adquirid r mei da simes exeriêia (emeiría). De ard m iós, a diaétia e a retória ã sã disiias retas e sim, métds erais (1354a3), sed que a rimeira trata de questões erais, das hamadas teses através de erutas e resstas, equat a seuda se etra UESC Módu 6 I Vume 3 33

31 Literatura, Imaiári, História e Cutura em questões retas, íti-siais, sterirmete demiadas hióteses», r mei de um disurs de mair extesã. A retória é, rtat, þÿâµ µð𺠱 ¹ºµºÀ Î µ µ³µ µ ¹»º uma arte (tékhe), rque resde m semehaças u equivaêias à arte da diaétia, a qua tra raiíi siísti, que é dedutiv, e eaói u idutiv. O equivaete retóri a siism µ ±»³ ± ºÓ µ» ±ºµº»±Ä¾ Å Ø»À ³ µ ÀµÐ± À± À¹± ººÑµ³ À ± г º±»±µ»À µ µð º º³ºÐÐÐÏÕÁº» Ý Ñ ºæº Ð Á ¾ ƒ ǃ Á Áƒ ±Éæ æî µùºµð±ûä¾ ººÑµ³ Ø º¹À diaéti é etimema (ethúmema), e à iduçã diaétia, Verete Å Ø»±É åê Ìæãɱ ³Ðºµ ³ РغебÛÄл¹ º¾ ± À± л±³ÐÄ ±Ð ± º º ¹Ð Ðо ± Õ ÐººÑµ ºµ µºµ º ³µÑ»¾ µð±ûä¹ Õº» µ ³µÐг»³º³Ûĵ»ÀÐ µ ± µ ÝßîÞÝâ РбÁк ³Ð ± µùºöâ ³»ÜÀ ³»Ñº æõ±³ ÐÀ³ºµÐб бϵ µðð¾ Ç ƒç ¹± ³Ð» µ ±» µ± г ݳ Ì É Ê ÎãÎÊÌ æ Ì É Ê ãä ãé µì ÍÌ å ÌÉ æ Ì É Ê ãä ãé µì ÍÌ å ÌÉ ËÍãÎÊÌ Í õãä ãé µì ÍÌ å ÌÉ ³ ³ ³ ±µð³ ³ µ Saia mais º³ ºµº»±Ä exem (arádeima). O at de resder à diaétia siste úe de uma retória aida ã marada ea utiizaçã ítia, quad ã era ada mais ada mes d que a aaidade de temar em ada as sua aaidade ersuasiva. Sem que á estivesse araterizada m a arte que tem im de ersuadir, a retória se aresetava m a arte de servar s meis de ersuadir existetes em ada as artiuar assim m a mediia, ates de urar, tema as ssiiidades de ura. Fi aí que se eru a arumetaçã ersuasiva, uma ístis, eséie de demstraçã d verssími, daqui que de ser de utra maeira, is tud que admite aeas um md de ser e se azer mreeder ã deiera em disute em tem ada que arumetar m iuém. Na atiuidade ássia rea, a rva azia arte da retória assim m da história. Nã se dia ausar iuém, em tar ada que ti- 34 Letras EAD

32 O Peta e Histriadr: Aristótees vesse a retesã de ser etedid m históri usad-se arumets eaadres, sedutres, itráveis (aéekta), que ã udessem ser erids, que ã tassem m uma aeriçã (éekhs). Mved- -se rei d rváve, a retória tiha r et s disurss veiuads as raças e s triuais, e que diziam reseit a uma muidade eseíia. Esses disurss eavam s ateimets resetes (a ratória eidítia, quer dizer, diriida à esura u a aaus), assads (a ratória udiia) u uturs (a ratória deierativa). As rvas exteras u téias diziam reseit à ratória urídia e se iteravam eas issões eitas s trtura e eas eis, es trats, uramets, dumets esrits e assimiads. As rvas ã téias sistem exem (arádeima) e etimema, reerid-se, de md resetiv, às ratórias deierativa e udiiária. Tat as rvas quat a ístis erem a um âmit de verdade rváve que ã iide em m a verdade saieia, aratida ea essa que a rõe e, m ta, ara aém da rva, em m a verdade imessa da emetria, iteiramete demstráve e aessíve a td aquee (até a um esrav) que Patã rôs m aaz de aeder a heimet (GINZBURG, 2002,. 42). Aristótees reusu a siçã ds sistas, r etederem a retória smete m arte de ersuadir através das emções, e siiamet de Patã Górias, ra que dea a retória devid a etedimet e à utiizaçã que dea azia a sístia. N etat, ressava um im astate diereiad etre s atis tratads retóris, extraviads s dias de he: 1 Uidade [...] aeas as rvas sã um eemet stitutiv, tds s utrs eemets sã aessóris. Ees [s sistas], e trári, ã dizem ada aera ds etiemas, que sã úe da rva, equat dediam a mair arte ds seus tratads a questões estrahas a arumet; m eeit, a aúia, a iedade, a óera e semehates aixões da ama ã dizem reseit a et mas sã diriidas a uiz (1354a). Reemrad que s etiemas stituem a ratória udiiária, seus quatrs ts sã verssími [eiks], exem [aradeima], a rva eessária [tekmeri] e si [semei]. Desse md, as ausações deriam ser aimete reusadas, á que se reerem àqui que atee eramete, etretat, quaquer reutaçã vem a ser aeas UESC Módu 6 I Vume 3 35

33 Literatura, Imaiári, História e Cutura aarete, á que as usões ã rreriam a rdem d eessári e sim a rdem d verssími, da qua ã esaam s etiemas udametads em exems e sis. Tã smete s etimeas aseads em sis eessáris [tekmeria] evariam a usões irreusáveis. Assim, etiema, a riia das rvas téias, está asead airma Aristótees um mer úmer de remissas (rque heidas e, m ta, ã dearadas) em reaçã a siism: se uma deas é heida, ã é reis em mesm euiá-a: róri uvite a sure metamete (GINZBURG, 2002,. 50). O etiema etã é um siism imet que, mst r verssimihaças e sis, evve remissas eramete ã detahadas e mes umersas d que as remissas iterates d siism mum. Cm Aristótees está terre da retória, e ã da óia, risa a imetude d etiema rque imia heimet era ds ats r uma muidade reta, as, a heêia. Cm exem, ita rêmi ds s ímis uma ra de urs u siiiad era heid es res, mas irad r utrs vs que ã etediam a ória e a hra reresetadas ea ra. Se s etiemas azem arte da retória udiiária rque assad, r sua suridade, admite, sretud, a usa da ausa e a demstraçã, a ivestiaçã de um at mais remt (m as vitórias de Drieu de Rdes as Oimíadas de 432, 428 e 424 a.c.) se adequaria a utrs mds de idaar s tems assads, a exem da esquisa história. Permitid arximar a retória urídia da história, etiema udad em sis eessáris [tekmeria] é que ermite hear a um verdadeir siism, m seuite: se uma muher tem s seis heis de eite, é rque teve um ih, á que trata de ats rmamete aeits m váids. Se a ivestiaçã história idar aeas m um si [semei] derá ivaidar-se. Cm exem desse as, se histriadr servasse um si ( rte de armas) etre haitates de determiada reiã e daí uísse que, assad, háits m esse eram mus em tda essa aidade e as reiões vizihas, estaria aresetad uma rva reusáve. D trári, as se aseasse um idíi tã eessári [tekmeri], m a distriuiçã ds tems sre a Aróe rea, em deria rvar que, esse a, se situava a 36 Letras EAD

34 arte mais atia de Ateas. A retória trata assim das questões que dem ser e ateer tamém de mds distits, sre as quais s res deieravam requetemete a esera íti-sia, diriid-se a idadãs m quem artihavam d mesm vívi. Desse md, as isas que diziam reseit à vida íti-sia deveriam ser reuadas m óia simiar à que a diaétia usava ara trar s remas isóis. Para Aristótees, se verdadeir era sumetid à óia, mesm deveria ser eit m verssími, rváve, eikós, is esse é ereid m a mesma audade que verdadeir. Daí que at de arumetar sre questões que ateem de utras maeiras de ser estudad de rma teóri-rátia, m metdia rória. O ust seria utiizar a retória ara metir m at em si, demstrar que at é u ã é, ateeu u ã ateeu. Diate d exst, trazems vamete à sideraçã aquee treh da Pétia (1451) qua estairita aree rivieiar a esia, em detrimet da história, ted em mete que ã se trata da mesma eçã história que tems em sss dias, em e séu XXI. Cvém esareer que, ara s res, a esquisa de arquiv, iauurada r disíus de Aristótees, muha s dmíis da arqueia, e ã da histriraia em si. N ramet destaad da Pétia, a aavra histría i retirada O Peta e Histriadr: Aristótees de Heródt, qua Aristótees ritia, a Retória (1409), r seu esti atiquad. Tuídides (sretud Tuídides arqueó ), que usu reetidamete arumets aseads em etiemas ( úe etra da rva ; 1354a), deve ter reresetad, as hs de Aristótees, um as dierete e mes exst à rítia. A arqueia, u atiquariat, destiada a restruir evets ã testemuhads diretamete, imiava istrumets iteetuais diverss ds usads ea histriraia [...] Tuídides usava a dissiçã das tumas u s háits diuss em ertas reiões m rvas (tekmeria) da existêia de determiads eômes a mais atia história da Héade. Em ams s ass, tratava-se de eturar ivisíve a artir d visíve, d rast. A íua rea aada servava, as suas aavras (assim m atee em muitas íuas mderas), s es de um atiqüíssim saer veatóri. N Édi rei de»ºð º ³µÐ к Ñ» ± µºµ µú Ï Ð ±Ï ÐÐÀ³ ± ƒ ¹ ³ µ À¹³»±Ñ»¾ õºµÐ±Û ±À Õ± º Á ± µä¹ºµ ÑÙºÀ Õ±µÐ µ Р³ Ateçã! 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 37

35 Literatura, Imaiári, História e Cutura Sóes, term ihs, traç, e um adetiv reaiad m tekmair ressam as aavras ruiadas r Édi r asiã da tíia de que a este de Teas tem riem assassiat de Lai: Ode etrar rast sur de um rime ati? (GINZBURG, 2002,. 57). Pe que se dereede da Retória, Aristótees tema a histriraia esse tratad, ermitid airmar que a história de ser restruída m ase em seus rastrs, idíis, semeia. Iss evve uma série de iações aturais e eessárias (tekmeria) que têm aráter de erteza, r exem, que um r ã de uar dis esaçs a mesm tem. Fra desse âmit, s histriadres irrem a rdem da verssimihaça (eiks) u d extremamete verssími, ua da erteza. De at, até sss dias, ees reehem as auas da dumetaçã m que hes ssa areer atura, óvi e quase ert. A airmaçã aristtéia de que as histriai (ivestiações sre assad) sã úteis à ítia e ã à ratória (Retória, 1360 a 33-37) reisa ser mreedida seud a eçã d eiks a artir da rva e, eseiiamete, da rva téia iterada e etiema, ua deiiçã imiava rmas idisesáveis de raiíi, a exem da ierêia destiada à mehr exiaçã. Sem tais rmas, tat a retória quat as deisões úias e a rória mediia rriam ris de ã surtirem eeit aum. Dessa maeira, radr udiiári que restruía evets assads avaiad idíis e testemuhs estava, m erteza, mais róxim d Tuídides arqueó (e d Tuídides atiquári) d que de um histriadr m Heródt, u iteressad em rvas e etiemas (GINZBURG, 2002, ). º µðµ ± Ï» ÐŒ±Ð»³µ³» ÐÕ Ñ» ºÓ º¾Ô Š ¾ ¾ž±ºÑÐÐÕº±º ºÐ ±ÕºµÐµÐÂÑ»¾Å³ е ÄÀ Å ƒ ݺ¾ Ž ¾ ¾ º¾åã ¾ æˆ Ð» Nas siderações de Aristótees sre a retória, tud que µ µûäðð±àõºµð µ µûä ± µ¾ ÏÕ±µÐ µ»ð Ùµ ³ ±ÐºµÐ µ ÓÏÐ µ µ±³ø³â³ãµºº µ» г Ѻ³ÐϵРºµ ¾ž б Ðк±± ³µº ±Ð Øкµ ¾ ± Para heer ³»Ñ º ± ± Ùº ±Û гµ»ÐÐ Å»¹ ÐÀ ÐÕÁµÓ»³Õ±µÐÐÁ µ» е ±¾ ðëéúuèöèú ëvøè ðöôøêvüèüýî çðôõö øõõùöúúýóuèöèùüèó çèéêëíxîôêvóüèüýó ùêýøöèôxwózùéÿó 38 Letras EAD

36 O Peta e Histriadr: Aristótees esaasse à demstraçã resutaria suéru, mas devid a uma ssíve deturaçã r arte d uvite, tdas as estratéias ersuasivas d at de aa retóri, róri d hmem m aima íti, deveriam ser ahidas, a im de se eimiar a imrvisaçã. Eis aqui aráter atrativ e iáve d radr (êths) e a emtividade d reetr (áths). E é aqui que, sem se dar ta de reair em uma tradiçã, iós amia sua deiiçã da retória eida m disiia rreata à diaétia, quer dizer, desde a audade de temar a aaidade de ersuasã de ada as (135525) e da arte de temar s meis de ersuadir que existem em ada as artiuar (135510) a uma ramiiaçã da diaétia e da étia ítia (1356a25). A tradiçã ã assusta, e se resve, rque a retória é, a mesm tem, uma isa e utra: é diaétia aiada à earaçã de um arumet ersuasiv e tamém étia ítia vtada à ersuasã tíia d disurs retóri. Diriid-se a um idadã u a um ru de idadãs, s retóris ã seriam idieretes à deesa d em, d ust e d verdadeir, semre mais áeis de arumetar d que seus tráris (1354a15 e 1355a21). Pr iss, estairita ateta a aráter d radr, ara ee, uma estratéia de rade rça ersuasiva (1356a12). Os uvites tamém ram imrtâia ress de exeuçã d disurs retóri. Em rimeir uar, rque eram uízes e, em seud, rque se deixavam evver ea aixã que, imressa a aa, deedia tamém da eríia d radr a maiuaçã d disurs, visad aaçar, r mei ds setimets a serem rvads, s eeits deseads úi (1356a14). Ara, tiha-se em mete reetr, que tat dia ser esetadr-uiz a quem radr deveria, a mesm tem, deeitar e demstrar sua aaidade de equêia, u aeas uiz. A uçã d disurs ersuasiv a retória atia atiir uvite-uiz tem ae semehate a da atarse a Pétia amas diriem-se a úi, esaiad tavez s rimeirs asss daquea vertete teória da iteratura que, séu XX, seria heida m a Estétia da Reeçã. 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 39

37 <HF!FK<K9: Literatura, Imaiári, História e Cutura 1. Cm se assiiam s mits? Exique ada um dees. 2. Qua é a estrutura d êer trái e quais sã as suas araterístias? 3. Que tis de reheimet existem? Deia-s. 4. Qua a diereça etre traédia e eeia? 5. O que é mimese? Exique r que a mimese ã se restrie a am da verdade? 6. Quais ram s dis riiais tratads esrits r Aristótees e quais s riiais temas ees ardads? 7. O que diereia s êers étis ds êers retóris? 8. Pr que a retória é etedida m uma arte (tékhe)? 9. A artir da reexã aristtéia, quais sã as riiais diereças etre disurs históri e disurs iterári? " I9:L=FGKJ 10. Preda à eitura da traédia Édi rei, idetiiad, essa ra iterária, s riiais eemets d êer trái, de ard m a Pétia de Aristótees. Para Aristótees, eta era aquee que riava sretud emas éis e dramas (dramatur, a demiaçã temrâea). Aém de ter a uçã (atôia) d heimet, iada à isóia, a eatizar uiversa, a esia aida deve rvar u susitar razer que a atarse rria. De md simiar a Patã, estairita tamém usa a raiaidade, mas iera seu esamet da çã atôia de verdade ura. A questã é mais étia d que mra: az-se eessári ereer a raiaidade r detrás das tradições. A imereiçã é tat semehate à verdade quat as ass a ea atietes. Aristótees sidera a raiidade da ra, a ser etrada r mei da eessidade itera d text e da verssimihaça. Privieia a mimese em suas rmas uras (média, ditiram, traédia) u mista 40 Letras EAD

38 O Peta e Histriadr: Aristótees (eeia) em detrimet da dieese. Etede a mimese m reresetaçã das ações humaas, m eessári e verssími arra ds eemets. O iós evideia que é uiversa (artiuaçã que revea uma óia imutáve) aqui que se mstra tiete, is diz tratar d ssíve e ã d ateid. Para ee, a esia é um td mex, es, râi, detr de erta radeza que ssa ser ereida e uvid huma e m determiada extesã, que satisaça à eessidade da ra mesma. A esia deede da msiçã d mit. A eta, dá-se a ierdade de mr a estória, de arraar que á existe a vida e disurs se mativer s eemets iters da ra étia, m a atástre, reereiamete, sem arir mã da eriéia e d reheimet. Esses eemets, ut a aráter, à euçã e a esamet, visam ter a atarse. A iuaem deve se aastar daqui que td mud usa. A metára tem de ser iteiíve. A esia está rietada tamém ara a raiaidade. Cm desaçã da atividade da reresetaçã, sua araterístia riia é a uçã estétia, em siçã à uçã ramátia da iuaem vera. Aristótees deie a esia ea mimese e ã e vers, is admite a rsa em seu âmit. Etra-se s meis, mds e ets m aridade etre ees. A vz (aavra) iressa m mei. Dieretemete da teria atôia, esamet aristtéi ã ririza teúd. N iterir dessa reexã, raass da esia deede da tékhe, d md m arraa sua ra étia, da arte de mr. O esadr maedôi variza a ierdade d eta que, ara ee, de ter aráter que quiser. Na Retória, Aristótees teta deiir seu et de estud de rmas distitas, siderad a retória, 1 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 41

39 Literatura, Imaiári, História e Cutura rimeiramete, m uma disiia araea à diaétia; deis, m uma ramiiaçã da diaétia e da étia ítia. Dad a areer que suas reexões iriam se vtar a disurs retóri sumetid à diaétia, em seuida, are-se a utras estratéias de ersuasã, m aráter d emissr/radr, as emções rvadas uvite/reetr e a eeâia remedáve d esti. Aida que emasasse a arte retória a diaétia, estairita mreedeu a emaaem d raiíi m is ersuasivs m ress íti-sia de um idadã que, a mesma idade, vive m utrs idadãs de mesm status, e as quais se dirie r mei ds # I9$9I%G;F<: arateres e das aavras eeates, em seeiadas e miadas, veiuadas r seu disurs, assim m das emções e das aixões que deve susitar. ARISTÓTELES. Pétia. Prt Aere: G, Cmetáris e tas de Eudr de Suza. ARISTÓTELES. Retória. Traduçã Mare Siva Madeira. Sã Pau: Ridee, BRANDÃO, Juit. Teatr re: a traédia e a média. Ri de Jaeir: Vzes, CHAUÍ, Mariea. Um vite à isia. Sã Pau: Átia, CHÂTELET Fraçis. E aimiet da a histria: a rmaió de esamiet histriadr e Gréia. Madrid: Si XX de Esaña, COSTA, Líia Miitz da. A étia de Aristótees. Sã Pau: Átia, DETIENNE, Mare. Os mestres da verdade a Gréia araia. Traduzid r Adréa Daher. Ri de Jaeir: Jre Zahar, EIRE, Ati Lóez. La Retória de Aristótees. Reuerad em utur de 2011 de htt://atiqua.iuzkakutura.et/wrd/eire.rt FINLEY, Mses. O mud de Uisses. Traduzid r. Armad Cerqueira. Lisa: Editria Preseça, Letras EAD

40 O Peta e Histriadr: Aristótees GAARDER, Jstei. O mud de Sia. Traduzid r Jã Azeha Jr. Sã Pau: Cmahia das Letras, GINZBURG, Car. Reações de rça: história, retória, rva. Sã Pau: Cmahia das Letras, HAVELOCK, Eri. Preái a Patã. Traduzid r Eid Areu Durázsky. Camias, SP: Pairus, LIMA, Luiz Csta. Disersa demada: esais sre iteratura e teria. Ri de Jaeir: Frais Aves, MAFRA, Jhy Jsé. Cutura ássia rea e atia: temas udadres da iteratura ideta. Be Hrizte: Editra PUC Mias, SÓFOCLES. Édi rei. Traduçã de Dad Shüer. Ri de Jaeir: Lamaria, VIDAL-NAQUET, Pierre. Preái. I: DETIENNE, Mare. Os mestres da verdade a Gréia araia. Traduzid r Adréa Daher. Ri de Jaeir: Jre Zahar, Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 43

41 Suas &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& atações &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&

42 2 uidade CULTURAS CLÁSSICAS, UM TIME DE PESO OBJETIVOS A i a da resete aua, vê será aaz de: heer as dieretes exressões iterárias da Rma atia; mreeder a étia a artir d esamet de Aristótees, Hrái e Li; heer as exressões artístias iérias d eríd medieva; mreeder s siii ads d term ássi; reheer a imrtâia de reaizar a eitura ds ássis.

43 E FGHIJKLMNJ Cuturas ássias, um time de es Vê á deve ter uvid aar que uma artida de ute evved Brasi e Aretia é um ássi d ute mudia u que determiada muher se rta m asse e eeâia. De de se riiaram essas exressões, e r que a aavra ássi s remete semre à ideia de exeêia? Para resder a essa eruta, reisams meruhar a utura re-rmaa e eteder sua imrtâia aita ara mde de arte que se rduziu Oidete. O term tem dieretes aiações, udametamete, é utiizad ara aar ds vares reaiads à arte, iteratura e utura da Atiuidade re-rmaa. N etat, tamém reaiams a situações que seuem arâmetrs tradiiais u stumes sarads e que assam a ideia de ter uma estrutura ríida e ermaete. Outra aeçã está reaiada as evets u ersaes que reresetam aeitaçã e reevâia em determiada éa e aaam r se estaeeer m um mde de isiraçã. Cm s reasetistas, é que váu ássi, utiizad tidiaamete m uma exressã ara desiar a de exeêia, teve sua riem. Fram ees s ressáveis 8 'I9!9(F:H>IF<K9L=<)<*<!I< r diudir a varizaçã das ras ássias m rma ã só de eriqueimet utura, mas tamém de mreesã d isiete idividua e etiv. qrsshw [x^\/ v ^WSh ŸœqReik Rœ/ +P,URRqOœ-W.Ÿ WQk \[vx^ Y ] 0 \]Y WSh vx WdsassW zwqk 5yWReik Ÿ 7ORRUPqOWO a œvq W qreiky qrssdw \[vx^[x^wsde za.\ [wx\^ Y]\^ ^^x[vv ^ WiO k V2iyqrsseW R7O}URiUOPUq.^ v[wsh W r a W y1.ÿw Leituras révias 2 Uidade Na verdade, ã ram s res u atis s ressáveis e setid que term ássi assumiu séu XVI da era ristã. O mérit d siiiad dessa aavra m a de m st deve-se as reasetistas itaias d séu XVI: artistas, arquitets, ietistas e UESC Módu 6 I Vume 3 47

44 3x^ 45Y 5œ zÿw PŸqœ a Ÿd6Ÿ Ÿm Literatura, Imaiári, História e Cutura Ateçã esadres reaiads a mvimet utura que rreu 6Ÿ a iÿÿa ŸqœzŸA a Eura Oideta etre s séus XIV e XVI e resutu hzzaa Ÿ q UŸq em uma va eçã de hmem e de mud. dew O Reasimet simiza a revaçã d heimet e d rress, a rurar s ideais da dqÿq Ÿqa Ÿ Ÿm Ÿde Atiuidade re-rmaa mde de rutura m a de de metaidade dmátia das Idades Médias. O mde zqde 1W5ya zm6a zhÿ artísti mais adequad à va metaidade que ra suria, de Ÿq Ÿ rtat, i usad a Atiuidade re-atia. Os Ÿ Ÿ reasetistas traduziram texts udametais sre q ŸŸ6 Ÿ W ŸŸ qde Ÿq Ÿa œÿa Oa ŸB eh ^ v az \^ OdeQymqQyzyzq6Ÿ Ÿ6Ÿ ŸdŸktr œÿebts hdea a dÿ Wi q 6 Ÿœ q Wia ŸŸI 77 <64<qœ rre P6ŸiWŽœ a deiÿÿ Ÿar t ŸBhsd Ÿa Vê saia? qa œzÿÿwž Ÿ ŸzWO7zŸ mÿqÿcÿa ddeqa dc dc ŸW Ÿzeq +q ŸœŸ r art S rt ar +P5RBVUP5UPByUO 7Oyqrss q Ÿ Bz OQym ŸzŸ6kŸ rb7orupqrssq Ÿa C Wiq z Ÿzq Ÿkh Ÿ r tartrwo W ta thb PO5 ŽžPq WQymŸkQ ar BO h ŸW zm a a Ÿœz œÿ Ÿ zÿÿq Sza Ÿa :; 2<1=2 1 qy q C iÿq aÿ 0a Ÿ6ŸŸ EOEEEE y CyE Ea ŸkBœ C kccdddw 6C W6W z Aq a ŸŸqŸŸŸ qa PŸW 6FW Ÿ 6 z O Ÿe 6W a dea ºõësëêéøûrtðuûøðvrí ósëêéøû¼ðèêñùèôõðëwê ýüüèvðêëõëõëõñðý¼ëñüè ûxýêýwêüëðý çèéêëííîdehikiedhkhmhhhqhrü ý»ðvðôýèüëüðýýñûøðëýëùëýôõêyý èýêèýüð ñéûðñôèvúwxíwúxwúvëô ûîýñîñývëýó vðõèüèôðürùðvó x^\g^a^x/y[ 1W dei œmqrss qrh ŸW OY^^PQ x] R <T1 2U L62>W dev+q mxj^ ^ A dep-rq Wr ŸW rssswrdÿw Ÿ çðôõö øõõùöúúûðêôéóð èðêýñéóðëéú Ÿ6ŸzqŸk øõñûzèssíë ûç }ÿó WYv ^xy ^ R L1 <2 <W dežažoq rsdhwrt ŸW W Z[\Y v <1W* Z}~ [+\ ] \ +ˆ^ Œa +Œ Saia mais 48 Letras EAD

45 Cuturas ássias, um time de es étia esrits r res e rmas, aém de diudirem md de msiçã iterária de tais iviizações m adrã artísti, demiad- de ássi. A artir desse mmet, meiad váu assu a siiiar a de m st, a quaidade, uiversa, eter e erudit. Daí as exressões músia ássia, iteratura ássia, éa ássia. Em utrs terms, ássi mreede tdas as exressões artístias rduzidas a Gréia u em Rma e as extesões d Iméri Rma; tamém quaquer ra de arte que teha m mde adrã de msiçã dessas iviizações. Pr iss, disutirems a rma ea qua mde de arte iterária rea i rearriad ea iteratura ideta, quais as araterístias da étia ássia, a imrtâia 6 de Xv? ^ƒzx\]^ i U yažoawoÿq q y se heê-a e m se iurava a iteratura Ÿ œqi qoa,w5ÿÿ 6 m Ua medieva a Peísua Iéria. Ÿ6e 6Ÿ qzÿÿ qzÿÿq q ŸW ŸQŸ ŸœŸQ mpÿq6 Ÿ a Saia mais! iq q, q5zqo evew5m i k QQO QQ W eq6u q6ÿÿaoa œ Ÿzm çèéêëíþî ºôÓôýêûÙ rëèvôðýýrvêûðý Ùu uó çðôõö øõõùöúúvûèðóëüèëèýóýúôþwúõûýúx½þózùéÿó Ÿ q Zx\YuY^Y y eÿy PŸ Ÿ yaqža e OAy im RœmŸ iwr Ÿ q ŸŸ Ÿ P PŸWOQŸ Ÿži mq z a PŸŸ 1ŸmQQQq i zqÿqÿ a m ŽŽW5 mpÿa Ÿ Ÿzq zzÿ z ŸA m izhe ŸŸQŸ m+hw a COrO seesfw zz ~A 2? q mpÿq 6 ŸŸza zÿkbœ kcc-a 2 qz h QŸ 6œ61<9 Pm,-O mpÿm e h œ kccdddwwÿcw D k uèöèúçèûöéðñôî ñùèëîèôîí xî çðôõö øõõùöúúôóuèöèùüèóðëéú çèéêëíwîøùüðùñùrëèð Éðñôðñí xüóqó Òóùôéÿó Saia mais! 2 Uidade UESC Módu 6 I Vume 3 49

46 0]\Y Sa e Qq Ÿ q dqÿ e ŸVŸW de Ž iÿÿ Ÿa m mpÿ Vê saia? V i qÿ iÿvq Žz+qŸ ˆWWW W 6 Ÿ çèéêëí îééè»ðüðšõvèðýêý çðôõö øõõùöúúêùûðüóuèöèñüèó ðëéúuèöèùüèúvðññðôýúúþú Šõèêñκëð èôvýóùôéÿó ùëð Óôvèýó ¾ <)J HF;<*<HFG< IJ=<*9HI<K< Literatura, Imaiári, História e Cutura Os histriadres da iteratura sã uâimes em airmar que a tradiçã iterária atia se riiu da traduçã das ras iterárias reas u d diá irmad m essas, vist haver muits traçs a rduçã iterária rmaa que atam ara esse at, a exem da estrutura ds emas, das aavras que iiiam as eeias e d arveitamet ds reurss e da métria hméris. A úia vz disrdate esse setid é a d iós aemã Barthd Nieuhr ( ), qua deedeu que a reseça da utura rea a Peísua Itáia serviu aeas ara destruir verdadeir esírit iterári que havia em Rma e imatar etre s atis um md de msiçã artiiia e desrvid de aixã. Muit ates ds artes uturais heêis Lái, airma Nieuhr, havia etre s rmas aadas éias muit suerires às ds res, a exem ds ats vivais u ats de aquetes (Carmia vivaia), s ats úeres (Laudaties ueres) e as ametações (Neiae). N etat, a arumetaçã d esadr aemã é isuiiete ara demstrar a riiaidade da tradiçã iterária rmaa, is a éia atia está ieavemete iada à tradiçã rea, uma vez que, s heróis e as edas que tavam a riem de Rma, sã visíveis s diás irmads m s heróis e as edas hméris. Vae dizer que udadr da tradiçã iterária atia vei da Gréia - Lívi Adrôi ( a.c.) - que se tru istrutr e eda, traduziu ara atim a Odisseia, dad a rtuidade as rmas de erem em vers satúri as edas reas, muit areiadas es haitates d Lái, iiiad-se assim a tradiçã éia atia. Dis séus searam Adrôi de Viríi, siderad mair ds etas atis. Nesse iterva, 50 Letras EAD

47 Cuturas ássias, um time de es Saia mais! Verete Ç Þ µ Ð ¹ º» µ ¾ à Ñ Å µ Ð µ º ¹ ³ ¹ º ± ³ ¹ ³ º ¾ º Ð º e à» µ Ý â ã ä À ³ ¾ â æ À µ Ä Â º µ º Ð Ú µ º ³ Ð ± ± ¹ º À Ó º Ð µ µ Ð Ð ± ³ µ ± º ± h O À ± µ ± ³ Û Ä µ Ð À ± Ð ³  Рµ ± º µ ³ À Ð ³ Ð µ Ð Ã ³ л ± ³ ± µ ± Ð À º À ³ Ð ± ¾ Ô Â º» ³ À º ³ µ» µ º µ  ³» ± À º ± ± µ Ð Ð Ó Ð º ³ л º ± º Ï Ð ± Ð º»» ¾ Å µ ± Í É ã Ì Í ± ã Í Í É Ç Ê ± Ì È Ì ã É Í Í Ý É ß ¹ Ç Ý Ñ Å µ Ð µ º æ a a q 6 d e a À z à a æ Í z z 6 Ê 5 Ì ³ U Æ C µ µ z d º À ¹ z ± P Ò ß W e a ¾ de-se azer reerêia a aus mes que triuíram ara rress das etras rmaas, a exem de Névi h q 8 7 < L t W R < q 2 W r < h q a d i e i z 6 6 z W q m q z Q i 6 6 a P q a a z z 6 a 1 z e q 6 q O Carta e Êi, tamém séu III a., que esreveu em métria rea a ra Aaes, tematizad a história de Rma. a 6 séu III a.c., que esreveu em vers saturi a ra Beum Puium, tematizad a rimeira uerra tra P i z 6 A artir d II séu a.c., iteresse rma eas traédias meçu a dimiuir, úi á ã terava teatr de riem rea u azia m erta diiudade; de md que as eas da ateaa e d mim, exressões 2 Uidade a W Vê saia? i [ v z ^ ^ h q z h m m q 7 7 < Q q a W a A 9 d a è é ê ë í ô õ î ð Ø è ð v ë ù ë ý ç < q a z q 1 h W 2 i W q a a < A q W 6 R 0 q q Q S z 5 y W z Q W m 6 O k W z a q z d z d q z 6 z i z q e y C d z z q m q m z q + q i q 1 z d O z ô õ ô ü ð ñ Õ v ý ë ü ý ð õ õ ë ð ý ë ð ñ ô ð ó ê Ø ê ü ð q ù è õ û è è ð ó ý ç ð ö ø õ õ ù ö ú ú ð v ñ ñ ð ô ó è u è Ö ñ ü ó ð ë é ú u è Ö è Q Q Q W ý ç è û ö É ð ñ ô Î ñ UESC ó Ö ý Módu 6 I ù ô é ÿ ó ý Vume 3 51

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