Política Interna dos Canais de Comunicação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Política Interna dos Canais de Comunicação"

Transcrição

1 Interna dos Canais de Comunicação 1/6 Data Descrição Sumária 14/03/2016 Interna dos Canais de Comunicação, versão inicial.

2 Interna dos Canais de Comunicação 2/6 ÍNDICE 1. Introdução Conceito Escopo da Comunicação com a Diretoria de Compliance Confidencialidade das Informações Responsabilidade de apuração... 6

3 Interna dos Canais de Comunicação 3/6 1. Introdução Tendo por base a legislação vigente e os valores e crenças da Construtora Queiroz Galvão S/A ( CQG ), a Diretoria de Compliance é responsável por difundir e preservar as regras previstas no Código de Ética, no Código de Conduta do Terceiro e nas políticas internas na condução dos negócios e operações da CQG, com o suporte do Comitê de Ética. O Diretor de Compliance preside o Comitê de Ética e responde administrativamente ao Diretor Presidente da CQG e funcionalmente ao. Por sua vez, o Comitê de Ética vincula-se diretamente ao. Sendo assim, ambas instâncias possuem independência e foram concebidas para aperfeiçoar o funcionamento da CQG no pleno entendimento dos temas éticos inerentes aos nossos negócios e auxiliarão a CQG na avaliação e melhoria da efetividade dos processos de gerenciamento de riscos, controle e governança, através de uma abordagem sistemática e disciplinada. Visando contribuir com a ética das nossas condutas empresariais, a Diretoria de Compliance disponibiliza canais dedicados exclusivamente para tratar de aspectos relacionados ao Código de Ética e demais normas aplicáveis ao tema. Os Canais de Comunicação são componentes da governança corporativa da CQG e visam possibilitar a qualquer parte interessada denunciar potenciais condutas ilegais ou antiéticas de Colaboradores ou Terceiros que se relacionem com a CQG, onde haja fortes indícios de transgressão ao nosso Código de Ética, ao Código de Conduta do Terceiro, às políticas internas da CQG ou a lei propriamente dita. Além disso, os Canais de Comunicação servem de meio para que os Colaboradores contatem a Diretoria de Compliance e solucionem dúvidas que tenham ou apresentem sugestões pertinentes para o contínuo aprimoramento do Programa de Compliance. Os Canais de Comunicação disponibilizados estão ligados diretamente à Diretoria de Compliance, que tem a obrigação de assegurar que todas as demandas sejam devidamente endereçadas preservando o direito de anonimato do Colaborador ou Terceiro que efetuar o referido contato. 2. Conceito O termo abaixo descrito deverá ser interpretado de acordo com a definição aqui apresentada, quando mencionado neste documento, independentemente do gênero adotado e/ou se utilizado no plural ou singular:

4 Interna dos Canais de Comunicação 4/6 Colaboradores: Todos os empregados, estagiários, membros do conselho de administração, diretores e executivos da CQG. Terceiro: Toda pessoa física ou jurídica que não for Colaborador da CQG, e que seja contratada para auxiliar no desempenho de atividades ou agir em nome, interesse ou benefício da CQG, tais como parceiros, consorciadas, representantes, subcontratados, fornecedores, consultores, prestadores de serviços em geral, entre outros. 3. Escopo da Esta política tem o objetivo de definir o processo de recebimento, tratamento e registro de relatos de conduta divergentes das requeridas pela lei em geral, pelo Código de Ética, pelo Código de Conduta do Terceiro ou pelas políticas internas da CQG, bem como das consultas e sugestões apresentadas para a melhoria do Programa de Compliance da CQG. No fiel cumprimento do Código de Ética da CQG, os Canais de Comunicação poderão ser acessados por seus Colaboradores e Terceiros para realizarem, sempre de boa-fé, a denúncia de condutas inadequadas, especialmente no que se refere às seguintes questões: Discriminação de qualquer tipo - religiosa, social, racial, sexual, política, educacional, cultural - ou qualquer outro fator que agrida a individualidade humana. Assédio sexual ou moral. Utilização de sistemas e canais de comunicação da CQG para a divulgação de quaisquer conteúdos ofensivos, como trotes, boatos, pornografia ou outras formas de discriminação. Difamação do nome ou da imagem da empresa, de seus Colaboradores, acionistas e demais parceiros. Qualquer forma de falsificação de dados e plágio. Pagamento ou recebimento de suborno ou propina, ou, ainda, presentes, brindes, entretenimento ou hospitalidade como forma de corrupção. Prática de atividades anticoncorrenciais. Prática de ilícitos nos procedimentos de licitação e contratações públicas ou privadas. Atos ilícitos, como furtos, roubos, sabotagem, conflitos de interesses, fraudes e outros. Uso inadequado e falta de zelo com o patrimônio da CQG e de Terceiros que estejam sob sua guarda e responsabilidade, em especial o patrimônio público. Execução de trabalhos ou negócios concorrentes às atividades da CQG.

5 Interna dos Canais de Comunicação 5/6 Comercialização de produtos ou serviços ou, ainda, qualquer outro tipo de atividade alheio às funções laborais durante o horário de expediente. Guarda ou porte de armas de qualquer tipo nas dependências da CQG pelos Colaboradores ou visitantes, salvo por profissionais legalmente autorizados. Descumprimento das leis e dos demais aspectos do Código de Ética, do Código de Conduta do Terceiro ou das políticas internas da CQG. No entanto as comunicações realizadas por Colaboradores e Terceiros, sabidamente inverídicas, difamatórias ou de má-fé receberão o mesmo tratamento conferido a uma violação aos valores, crenças e regras do Código de Ética ou Código de Conduta do Terceiro, respectivamente. Com o objetivo de permitir a apuração célere e completa do quanto denunciado, solicita-se que as denúncias oferecidas reúnam o maior número possível de elementos que fundamentem os fatos relatados. 4. Comunicação com a Diretoria de Compliance Para o encaminhamento de denúncias de potenciais condutas inadequadas, a Diretoria de Compliance está à disposição de todos os Colaboradores e Terceiros por meio do hotsite ligado a página web da CQG (https://transparencia.construtoraqueirozgalvao.com), ou ainda através de outros canais de comunicação que venham a ser disponibilizados pela CQG para esse fim. É de responsabilidade da Diretoria de Compliance a ampla divulgação sobre novos canais de comunicação que venham a ser implantados na CQG. Deve a Diretoria de Compliance armazenar todos os relatos recebidos e manter um controle das ações tomadas para cada um deles, viabilizando, ainda, o seu acompanhamento por meio de protocolo fornecido ao denunciante. Todos os relatos serão devidamente tratados e investigados de forma tempestiva, e submetidos ao Comitê de Ética para deliberação sobre as medidas a serem adotadas pela CQG, podendo ser o denunciado instado a interromper, de forma imediata, condutas inadequadas ou inapropriadas, nos termos do Código de Ética da CQG. No caso do oferecimento de sugestões ou encaminhamento de dúvidas, os Colaboradores e Terceiros poderão contatar a Diretoria de Compliance através do

6 Interna dos Canais de Comunicação 6/6 5. Confidencialidade das Informações Os Colaboradores ou Terceiros poderão enviar comunicações anônimas que não permitam a sua identificação por parte da Diretoria de Compliance. No entanto, denúncias anônimas serão passíveis de apuração apenas se os dados e informações forem suficientes para a tomada de providências pela Diretoria de Compliance. Em todos os casos, ainda que as comunicações não sejam enviadas de forma anônima, a identidade do comunicante será mantida de forma confidencial pela Diretoria de Compliance em todos os atos que realizar para apurar o que foi relatado. Nenhum tipo de retaliação contra qualquer pessoa que relate indícios de violação à lei, ao Código de Ética, ao Código de Conduta do Terceiro ou às políticas internas da CQG será tolerado. Com base na Interna Contra Retaliação, a CQG irá proteger seus Colaboradores e Terceiros contra qualquer retaliação. No entanto, isso requer que os Colaboradores ou Terceiros, conforme o caso, denunciem eventuais retaliações através dos Canais de Comunicação para a Diretoria de Compliance. 6. Responsabilidade de apuração A Diretoria de Compliance é responsável por realizar todos os processos investigativos referentes às violações denunciadas. Deve, ainda, assegurar que nenhuma das partes envolvidas no processo investigativo seja indevidamente exposta, principalmente o Colaborador ou Terceiro que iniciou o contato e trouxe o assunto ao conhecimento da CQG por meio dos Canais de Comunicação. Para que o processo investigativo tenha resultado satisfatório, os Colaboradores e Terceiros que enviarem comunicações devem fornecer todos os elementos que possuam sobre os fatos relatados. Além disso, é importante que os Colaboradores e Terceiros participem da melhor forma possível dos atos eventualmente solicitados pela Diretoria de Compliance ou pelo Comitê de Ética.

MANUAL ANTICORRUPÇÃO

MANUAL ANTICORRUPÇÃO MQ.03 rev.00 Pagina 1 MANUAL ANTICORRUPÇÃO MQ.03 rev.00 Pagina 2 SUMÁRIO 1.Introdução... 3 2.Da abrangência... 3 3. Das condutas a serem observadas... 3 3.1 Vantagem indevida:... 3 3.2 Participação em

Leia mais

Desafios na Implementação de um Canal de Denúncias

Desafios na Implementação de um Canal de Denúncias 14/06/2013 Desafios na Implementação de um Canal de Denúncias Luiz Umberto Modenese Diretor de Auditoria Cielo Canal de Denúncias - conceituação Processo para gestão de riscos corporativos Recebe informações

Leia mais

Código de conduta ética

Código de conduta ética Código de conduta ética Mensagem da presidência O Código de Conduta Ética reflete os padrões de comportamento adotados por nossa empresa baseados na nossa Missão, Visão e Valores. Todos os nossos negócios

Leia mais

Seminário Nacional NTU Lei Anticorrupção e Programa de Compliance. Lélis Marcos Teixeira

Seminário Nacional NTU Lei Anticorrupção e Programa de Compliance. Lélis Marcos Teixeira Seminário Nacional NTU - 2014 Lei Anticorrupção e Programa de Compliance Lélis Marcos Teixeira 28/agosto/2014 Iniciativas FETRANSPOR Lei 12.846/2013 Agenda Abertura Histórico Iniciativas Dúvidas Encerramento

Leia mais

POLÍTICAS E PROCEDIMENTOS CANAL DE DENÚNCIAS. Responsável: Comitê de Auditoria

POLÍTICAS E PROCEDIMENTOS CANAL DE DENÚNCIAS. Responsável: Comitê de Auditoria POLÍTICAS E PROCEDIMENTOS CANAL DE DENÚNCIAS Responsável: Comitê de Auditoria Versão: 1.1 Entrada em Vigor: Agosto, 2015 Índice Aprovações e Histório de Revisões 2 Política do Canal de Denúncias 1. Propósito...

Leia mais

Atualizar e difundir as diretrizes do Código de Ética.

Atualizar e difundir as diretrizes do Código de Ética. Comitê de Ética Composição O Comitê de Ética será um grupo formado por três pessoas da empresa: o CEO e mais duas pessoas vinculadas à empresa, preferencialmente com conhecimentos de Compliance, recursos

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAMBIENTAL

RESPONSABILIDADE SOCIAMBIENTAL PRSA 2ª 1 / 7 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ALCANCE... 2 3. ÁREA GESTORA... 2 3.1 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 2 3.1.1 DIRETOR RESPONSÁVEL - RESOLUÇÃO 4.327/14... 2 3.1.2 COORDENADOR ESPONSÁVEL PRSA

Leia mais

#pública BB SEGURIDADE Política de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro, ao Financiamento do Terrorismo e à Corrupção

#pública BB SEGURIDADE Política de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro, ao Financiamento do Terrorismo e à Corrupção 1 Área responsável pelo assunto 1.1 Diretoria de Governança, Risco e Compliance. 2 Abrangência 2.1 Esta Política aplica-se à BB Seguridade Participações S.A. ( BB Seguridade ou Companhia ) e suas subsidiárias

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética Dezembro 2015 2015 Delta Economics & Finance Índice 1 Introdução 1 2 Visão, Missão e Valores 1 3 Conduta Esperada dos Funcionários 2 4 Conflito de Interesse 2 5 Informações Sigilosas

Leia mais

MASCARENHAS BARBOSA ROSCOE S/A CONSTRUÇÕES POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS

MASCARENHAS BARBOSA ROSCOE S/A CONSTRUÇÕES POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS MASCARENHAS BARBOSA ROSCOE S/A CONSTRUÇÕES POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS Objetivo Estabelecer regras gerais para os processos de contratação de terceiros e obrigações básicas que devem ser adotadas

Leia mais

Cognizant Technology Solutions Declaração sobre não retaliação e denunciantes

Cognizant Technology Solutions Declaração sobre não retaliação e denunciantes Cognizant Technology Solutions Declaração sobre não retaliação e denunciantes Em vigor a partir de janeiro de 2017 Por que temos esta declaração? Incentivamos ativamente que os colaboradores denunciem

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO NORTE INVESTIMENTOS ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA. POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Versão 1.0 Vigência Agosto / 2016 Classificação das Informações [ X ] Uso Interno [ ] Uso Público Conteúdo

Leia mais

Norma Permanente Assunto: Política de Proteção da Livre Concorrência Código da Norma: NAD-40 Data da publicação: 01/09/2015

Norma Permanente Assunto: Política de Proteção da Livre Concorrência Código da Norma: NAD-40 Data da publicação: 01/09/2015 Página 1 de 5 Resumo: Estabelece as diretrizes e regras gerais para garantir a proteção da livre concorrência nas atividades da Duratex S.A. e suas subsidiárias (Organização). Índice 1. OBJETIVO 2. ABRANGÊNCIA

Leia mais

POL-006 Política de Investimentos Pessoais

POL-006 Política de Investimentos Pessoais POL-006 Política de Investimentos Pessoais POL-006 Política de Investimentos Pessoais (versão 01/2016) Sumário 1. Objetivo... 1 2. Âmbito de Aplicação... 1 3. Considerações Gerais... 1 4. Vínculos... 1

Leia mais

Política de Auditoria Interna

Política de Auditoria Interna Política de Auditoria Interna 22 de outubro 2013 Define a missão, a independência, a objetividade, as responsabilidades e regulamenta a função da auditoria interna. ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. PÚBLICO ALVO...

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DE FORNECEDORES

CÓDIGO DE ÉTICA DE FORNECEDORES CÓDIGO DE ÉTICA DE FORNECEDORES A Malwee está comprometida com a atuação ética. Por essa razão, necessita garantir que, todos com quem realiza negócios, incluindo fornecedores, indústrias, prestadores

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. Dos Fundamentos. Do Objetivo. Da Abrangência. DELIBERAÇÃO 01/15 Em, 26 de maio de 2015

CÓDIGO DE ÉTICA. Dos Fundamentos. Do Objetivo. Da Abrangência. DELIBERAÇÃO 01/15 Em, 26 de maio de 2015 DELIBERAÇÃO 01/15 Em, 26 de maio de 2015 Dos Fundamentos Do Objetivo Da Abrangência Dos Valores Da Observância de Normativos Da Responsabilidade Da Confidencialidade Dos Relacionamentos Do Conflito de

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta INTRODUÇÃO O Código de Ética e conduta da Damasco Penna é dirigido à todos os colaboradores, estagiários e membros da administração para servir de referência da atuação pessoal

Leia mais

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DA PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 ÍNDICE GERAL 1. INTRODUÇÃO... 2 2. APLICAÇÃO... 2 3. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 3.1 DISPOSIÇÕES INICIAIS...

Leia mais

1 Código de Conduta do Fornecedor

1 Código de Conduta do Fornecedor 1 Código de Conduta do Fornecedor 2 Código de Conduta do Fornecedor Índice 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS...03 2. DIRETRIZES...03 2.1. QUANTO À INTEGRIDADE NOS NEGÓCIOS...03 2.2. QUANTO À CORRUPÇÃO... 04 2.3.

Leia mais

Código de Ética Elaborado em Janeiro de 2016 Atualizado em Junho de 2016 1. INTRODUÇÃO Este Código de Ética estabelece as regras e princípios que nortearão os padrões éticos e de conduta profissional,

Leia mais

2015 P. 1 de 6. Procedimento para a Comunicação de Irregularidades Linha de ética

2015 P. 1 de 6. Procedimento para a Comunicação de Irregularidades Linha de ética P. 1 de 6 Procedimento para a Aprovado em reunião do Conselho Fiscal de 3.12. P. 2 de 6 1. INTRODUÇÃO A Galp Energia, SGPS, S.A. (doravante Galp ) baseia o exercício da sua atividade em princípios de lealdade,

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO E COMBATE À CORRUPÇÃO

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO E COMBATE À CORRUPÇÃO POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO E COMBATE À CORRUPÇÃO > VERSÃO 2 / 8 1. INTRODUÇÃO A Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate à Corrupção ( Política ) visa promover a adequação

Leia mais

PL 055 POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL. Publicado em: 13/05/2016

PL 055 POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL. Publicado em: 13/05/2016 1. OBJETIVOS Estabelecer os princípios e diretrizes que norteiam as ações de práticas socioambientais da Getnet nos negócios e na relação com todas as partes interessadas, incluindo as diretrizes para

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA. No relacionamento com colegas e outros Profissionais, cada Profissional deverá:

CÓDIGO DE CONDUTA. No relacionamento com colegas e outros Profissionais, cada Profissional deverá: CÓDIGO DE CONDUTA Introdução Este Código define as regras de conduta aos quais os Sócios, os Diretores, bem como todos os funcionários da AGROFEL Agro Comercial Ltda, e terceiros, que ajam em seu interesse

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO Sumário INTRODUÇÃO... 3 OBJETIVOS... 3 SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 3 SISTEMAS E BACKUPS... 5 SEGREGAÇÃO DE ATIVIDADES... 5 VIGÊNCIA E ATUALIZAÇÃO... 6 POLÍTICA DE SEGURANÇA

Leia mais

Revisado em Abril de 2016

Revisado em Abril de 2016 Confidencial Este documento é propriedade intelectual da TWG/Virgínia, contém informações confidenciais e não deve ser lido por pessoas não autorizadas. Se você não está autorizado a lê-lo, devolva-o ao

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA & INTEGRIDADE CONSTRUTORA QUINTELLA

CÓDIGO DE CONDUTA & INTEGRIDADE CONSTRUTORA QUINTELLA CÓDIGO DE CONDUTA & INTEGRIDADE CONSTRUTORA QUINTELLA ÍNDICE Apresentação do Código de Conduta & Integridade 03 Diretrizes: 05 Relacionamento com Públicos de Interesse 06 Conflito de Interesses 11 Ambiente

Leia mais

POLÍTICA PARA DENÚNCIAS AO COMITÊ DE ÉTICA

POLÍTICA PARA DENÚNCIAS AO COMITÊ DE ÉTICA POLÍTICA PARA DENÚNCIAS AO COMITÊ DE ÉTICA P-17/2013 Área Responsável: Assessoria Jurídica OBJETIVO: Estabelecer os procedimentos para os casos de suspeita de violação da conduta ética profissional. ÂMBITO

Leia mais

Sociedade Alphaville Residencial 11 Sede Administrativa - Av. Alpha Norte, 700 PABX:

Sociedade Alphaville Residencial 11 Sede Administrativa - Av. Alpha Norte, 700 PABX: 1. INTRODUÇÃO Código de Ética Este Código de Ética reúne diretrizes que devem ser observadas em nossa ação profissional para atingirmos padrões Éticos no exercício de nossas atividades. Para a Sociedade

Leia mais

1. CARTA DA DIRETORIA

1. CARTA DA DIRETORIA 1. CARTA DA DIRETORIA A ADVANCE EMBALAGENS adota o presente Código de Conduta Empresarial com o objetivo de conduzir seus negócios embasando-se na obediência a princípios éticos e legais no relacionamento

Leia mais

POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS

POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS 13/5/2016 Informação Pública ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 PRINCÍPIOS... 4 5 DIRETRIZES... 5 6 RESPONSABILIDADES... 6 7 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 8 13/5/2016 Informação

Leia mais

NORMA CORPORATIVA Código CO-GRC-NC-002. Anticorrupção

NORMA CORPORATIVA Código CO-GRC-NC-002. Anticorrupção 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes gerais sobre práticas anticorrupção contribuindo no atendimento aos requisitos da legislação anticorrupção existente, em especial a Lei Brasileira n 12.846/13, o Decreto

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES GALP ENERGIA, SGPS, S.A.

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES GALP ENERGIA, SGPS, S.A. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES GALP ENERGIA, SGPS, S.A. 1. INTRODUÇÃO A Galp Energia baseia o exercício da sua atividade em princípios de lealdade, correção, honestidade, transparência e integridade,

Leia mais

Divisão de Controles Internos e Compliance 19/08/2016

Divisão de Controles Internos e Compliance 19/08/2016 1 Área responsável pelo assunto 1.1 Diretoria de Governança, Risco e Compliance. 2 Abrangência 2.1 Esta Política aplica-se à BB Seguridade Participações S.A. ( BB Seguridade ou Companhia ) e suas subsidiárias

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 CONCEITOS... 3 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES... 7 7 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 10 13/5/2016 Informação

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Sumário Introdução Regras de Conduta da MIP Gestão do Código de Ética e Conduta da MIP Glossário Termo de Compromisso 03 05 10 12 15 2 Introdução A missão da MIP Engenharia S.A.

Leia mais

Política de Rateio e Divisão de Ordens entre Carteiras de Valores Mobiliários

Política de Rateio e Divisão de Ordens entre Carteiras de Valores Mobiliários CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Apresentação 1.1. A ABM Gestora de Recursos Ltda. ( ABM Capital ) é uma sociedade limitada dedicada à prestação de serviços de administração de carteiras de valores mobiliários, notadamente

Leia mais

Programa de Integridade Conversa Ética da Raia Drogasil

Programa de Integridade Conversa Ética da Raia Drogasil Programa de Integridade Conversa Ética da Raia Drogasil Não existe lapso de integridade sem importância Tom Peters Programa de Integridade O que é: é um Programa de Compliance para prevenção, detecção,

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA

REGULAMENTO DA OUVIDORIA REGULAMENTO DA OUVIDORIA Ribeirão Preto - SP 1 Sumário CAPÍTULO I... 3 Da Natureza, Objetivos e Finalidade... 3 CAPÍTULO II... 4 Da Vinculação Administrativa... 4 CAPÍTULO III... 4 Da Competência e Atribuições

Leia mais

Superintendência de Riscos e Controles 15/03/2017

Superintendência de Riscos e Controles 15/03/2017 1 Área responsável pelo assunto 1.1 Superintendência de Riscos e Controles. 2 Abrangência 2.1 Esta Política orienta o comportamento da BB Seguridade e suas sociedades controladas. Espera-se que as empresas

Leia mais

Política de Investimento Pessoal

Política de Investimento Pessoal Política de Investimento Pessoal Introdução Com fundamento no art. 16, IX, da Instrução CVM n.º 558/15, o objetivo da política de investimento pessoal é estabelecer procedimentos e regras para os investimentos

Leia mais

MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS

MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS Atualizado em: Jan/12 Última atualização em: Out/13 Este documento rege as atividades desemprenhas pelos Analistas de Valores Mobiliários vinculados a Um Investimentos,

Leia mais

Código de Conduta de Terceiros

Código de Conduta de Terceiros Código de Conduta de Terceiros ÍNDICE APRESENTAÇÃO...4 COMPROMISSO COM A INTEGRIDADE...5 CONFORMIDADE COM LEIS E NORMAS APLICÁVEIS...6 INTOLERÂNCIA ÀS PRÁTICAS DE CORRUPÇÃO E SUBORNO...6 RESPEITO AOS

Leia mais

Perguntas e Respostas

Perguntas e Respostas Perguntas e Respostas 1) Qual é o âmbito do Site de Debate sobre Ética da L ORÉAL? Sujeito às condições definidas na pergunta 2 seguinte, o Site de Debate sobre Ética da L ORÉAL permite-lhe expor preocupações

Leia mais

POLÍTICA DE CONTROLE DE INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS

POLÍTICA DE CONTROLE DE INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS POLÍTICA DE CONTROLE DE INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS Junho/2016 1 Índice 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. CONTROLES FÍSICOS e LÓGICOS... 3 4. SIGILO BANCÁRIO... 4 5. PADRÃO DE CONDUTA... 4 6. INFORMAÇÕES

Leia mais

Política de Confidencialidade Colaboradores Venturestar

Política de Confidencialidade Colaboradores Venturestar Política de Confidencialidade Colaboradores Venturestar (versão 05.2016) 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 POLÍTICA DE CONFIDENCIALIDADE... 4 2 INTRODUÇÃO Esta Política de Confidencialidade dos Colaboradores da

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DO GRUPO EDF

CÓDIGO DE ÉTICA DO GRUPO EDF CÓDIGO DE ÉTICA DO GRUPO EDF A energia elétrica não é uma mercadoria como outra qualquer. É por isso que sua geração, transmissão, distribuição e comercialização são assuntos do interesse de todos. Desde

Leia mais

Esta politica destina-se a estabelecer as diretrizes, procedimentos, responsabilidades e oferecer uma compreensão clara sobre as condutas que

Esta politica destina-se a estabelecer as diretrizes, procedimentos, responsabilidades e oferecer uma compreensão clara sobre as condutas que Esta politica destina-se a estabelecer as diretrizes, procedimentos, responsabilidades e oferecer uma compreensão clara sobre as condutas que orientam os negócios e relacionamentos das concessionárias

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL A Um Investimentos S/A CTVM atendendo às disposições da Resolução CMN 3.380/06 demonstra através deste relatório a sua estrutura do gerenciamento de risco

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA JUNHO

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA JUNHO CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA JUNHO 2016-2019 SUMÁRIO 01 APRESENTAÇÃO 03 02 APLICAÇÃO E VIOLAÇÃO A ESTE CÓDIGO 04 03 POLÍTICA DE QUALIDADE 05 04 VALORES E AMBIENTE DE TRABALHO 06 CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA

Leia mais

Cabe a todos os integrantes e colaboradores diretos ou indiretos fazer valer, respeitar e cumprir todos os itens abordados neste código de ética.

Cabe a todos os integrantes e colaboradores diretos ou indiretos fazer valer, respeitar e cumprir todos os itens abordados neste código de ética. CÓDIGO CORPORATIVO DE CONDUTA ÉTICA Introdução A Alta Engenharia de Consultoria Ltda tem como seu objetivo principal, a transparência e a ética de conduta em seus negócios orientados por um conjunto de

Leia mais

Código de Conduta dos Fornecedores da TCS. Julho 2016

Código de Conduta dos Fornecedores da TCS. Julho 2016 Código de Conduta dos Fornecedores da TCS Julho 2016 Código de Conduta dos Fornecedores da TCS O Grupo Tata tem sido sempre um exemplo perfeito do verdadeiro espírito ético nos negócios em suas interações

Leia mais

Código Revisão Data Emissão Aprovação PPG /02/2016 HS - RC RCA

Código Revisão Data Emissão Aprovação PPG /02/2016 HS - RC RCA Código Revisão Data Emissão Aprovação PPG 1.0 18/02/2016 HS - RC RCA Título: Política Anticorrupção Sumário 1 OBJETIVO... 2 2 ABRANGÊNCIA... 2 3 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA... 2 4 DEFINIÇÕES... 2 5 RESPONSABILIDADES...

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA SISTEMA DE EMERGÊNCIA MÓVEL DE BRASÍLIA LTDA. CNPJ/MF / NIRE

CÓDIGO DE ÉTICA SISTEMA DE EMERGÊNCIA MÓVEL DE BRASÍLIA LTDA. CNPJ/MF / NIRE CÓDIGO DE ÉTICA SISTEMA DE EMERGÊNCIA MÓVEL DE BRASÍLIA LTDA. CNPJ/MF 037.142.932/0001-89 NIRE 5320060498-1 Mensagem do Superintendente Geral de VIDA EMERGÊNCIAS MÉDICAS Na busca da excelência empresarial,

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Carta do Presidente do Conselho de Administração

APRESENTAÇÃO. Carta do Presidente do Conselho de Administração GU-0006-16 Codigo de Etica.indd Spread 1 of 12 - Pages(24, 1) 01/07/16 09:51 GU-0006-16 Codigo de Etica.indd Spread 2 of 12 - Pages(2, 23) 01/07/16 09:51 APRESENTAÇÃO Carta do Presidente do Conselho de

Leia mais

MÓDULO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA.

MÓDULO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. MÓDULO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. Política de Segurança da Informação Junho de 2016 ÍNDICE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 2 (A) Objetivo... 2 (B) Gestão de Segurança da Informação... 2 (C)

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA PARA FORNECEDORES

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA PARA FORNECEDORES CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA PARA FORNECEDORES 1. APRESENTAÇÃO: O Consórcio UHE Baguari (doravante simplesmente CBG) tem buscado, de maneira constante, padrões mais avançados de eficiência, considerando os

Leia mais

Encontro com Fornecedores Gestão da Ética nos Correios

Encontro com Fornecedores Gestão da Ética nos Correios Comissão de Ética Encontro com Fornecedores Gestão da Brasília, 29/06/2016 Conceitos Conceitos Fundamentos para o Código de Ética dos Correios Ética é a atribuição de valor ou importância a pessoas, condições

Leia mais

Ética. Compras e Strategic Sourcing

Ética. Compras e Strategic Sourcing Ética Compras e Strategic Sourcing Ética é saber a diferença entre o que você tem direito de fazer e o que é de fato direito - Potter Stewart Relacionamentos com fornecedores devem: Objetivo A área de

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Atualizado em 12/04/2015 1 PROGRAMA DE ÉTICA E COMPLIANCE DA VISIONA A Visiona busca assegurar o mais alto nível de integridade e ética em suas atividades. Para tanto, estabeleceu

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Mensagem da Diretoria Prezado(a), A conduta ética, compartilhada e reafirmada neste documento é o fundamento de sustentação, desenvolvimento e fortalecimento da Qualicorp. As

Leia mais

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno da Auditoria Interna da Auditoria Interna Versão 1.0 Data de criação 08/06/2015 Data de modificação N/A Tipo de documento Índice 1. Objetivo... 4 2. Atuação... 4 3. Missão da Auditoria Interna... 4 4.

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA índice Páginas 5 1. OBJETO E ÂMBITO DO REGULAMENTO 2. COMPOSIÇÃO DO COMITÉ DE ÉTICA 6 7 8 3. COMPETÊNCIAS DO COMITÉ DE ÉTICA 4. FUNCIONAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA 5. SUPERVISÃO

Leia mais

DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS

DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS O objetivo deste documento é estabelecer diretrizes para o modelo de governança corporativa da Petrobras, visando à atuação ativa do Conselho de Administração

Leia mais

Celpa. serviços. Código de ética do prestador de serviços da Celpa

Celpa. serviços. Código de ética do prestador de serviços da Celpa Código de ética do prestador de da Índice Apresentação... 04 Missão, visão e valores... 04 Bom senso... 06 Abrangência... 06 Definição de Prestador de Serviços... 06 1. Conflito de interesses 1.1. Recursos

Leia mais

POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO

POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO Número Revisão Data Página NGCB 28.100 0 14/10/2015 1 de 6 1. OBJETIVO A finalidade da presente política é definir as práticas de combate à corrupção adotadas pela CBS Previdência,

Leia mais

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex.

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex. 1 POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Disposições Gerais Os sistemas de informação, a infraestrutura tecnológica, os arquivos de dados e as informações internas ou externas, são considerados importantes

Leia mais

QUEIROZ GALVÃO S.A. CÓDIGO DE ÉTICA

QUEIROZ GALVÃO S.A. CÓDIGO DE ÉTICA QUEIROZ GALVÃO S.A. CÓDIGO DE ÉTICA compliance Índice Mensagem do Conselho de Administração... 1 Valores e Crenças... 2 Abrangência e Escopo... 3 Compromissos de Conduta...4 Ambiente de Trabalho... 4

Leia mais

Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional

Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional Samba Investimentos Página1 Este manual de operações estabelece princípios e regras de conduta aplicáveis a todos colaboradores da Samba Investimentos

Leia mais

Política de Alçadas. a) Acionistas Controladores: grupo composto pela Votorantim Industrial S.A. e BNDES Participações S.A. BNDESPAR.

Política de Alçadas. a) Acionistas Controladores: grupo composto pela Votorantim Industrial S.A. e BNDES Participações S.A. BNDESPAR. Fibria Celulose S.A. Política de Alçadas 1. OBJETIVO Esta Política de Alçadas ( Política ) tem como objetivo fixar os limites de alçadas para aprovação pela Diretoria e pelo Conselho de Administração da

Leia mais

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que

Leia mais

Risco de Liquidez. Um Investimentos S/A CTVM. Fev/2010 Atualização Set/ 13 Atualização Fev/14. Resolução nº 4090/12

Risco de Liquidez. Um Investimentos S/A CTVM. Fev/2010 Atualização Set/ 13 Atualização Fev/14. Resolução nº 4090/12 Risco de Liquidez Resolução nº 4090/12 Fev/2010 Atualização Set/ 13 Atualização Fev/14 Um Investimentos S/A CTVM Objetivo Estabelecer as diretrizes para o gerenciamento dos riscos de liquidez a assegurar

Leia mais

Política de Privacidade

Política de Privacidade Política de Privacidade INFOCAP TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA A presente Política regula as condições gerais de coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de dados nos sites, plataformas e aplicações

Leia mais

Políticas Corporativas

Políticas Corporativas Anexo 6 Políticas Corporativas Código de Ética, Conduta e Compliance 25/2/2015 Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Departamento Jurídico Diretoria Conselho de Administração 25/02/2015 01 1 de 15

Leia mais

Manual de Transparência BRF 2015

Manual de Transparência BRF 2015 2015 sumário 1. Introdução 5 2. Responsabilidade e para com as Pessoas 6 2.1. Comportamento 7 2.2. Não discriminação 8 2.3. Liberdade de associação 9 2.4. Liberdade de expressão e mídias sociais 10 2.5.

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA - EMBRAPII

CÓDIGO DE CONDUTA - EMBRAPII CÓDIGO DE CONDUTA - EMBRAPII Este Código de Conduta define os princípios que regem o comportamento dos profissionais que atuam na EMBRAPII. Ele é o instrumento de promoção de uma cultura de boa conduta

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA SANTOS BRASIL

CÓDIGO DE CONDUTA SANTOS BRASIL SANTOS BRASIL O Código de Conduta da Santos Brasil* (Companhia) é composto pelo conjunto de práticas e políticas internas estabelecidas para nortear a conduta de seus funcionários diante das diversas situações.

Leia mais

Manual de Regras, Procedimentos e Controles Internos

Manual de Regras, Procedimentos e Controles Internos Manual de Regras, Procedimentos e Controles Internos CM CAPITAL MARKETS ASSET MANAGEMENT LTDA. Data de Atualização: 06/2016 Aviso Legal: Este documento pode conter informações confidenciais e/ou privilegiadas.

Leia mais

Código de Ética. Lançado em 05 de abril de Revisado em 18 de setembro de 2015 e 26 de abril de 2016

Código de Ética. Lançado em 05 de abril de Revisado em 18 de setembro de 2015 e 26 de abril de 2016 Código de Ética Lançado em 05 de abril de 2005 Revisado em 18 de setembro de 2015 e 26 de abril de 2016 Este Código traz parâmetros, valores e orientações que norteiam os negócios da Tecnosonda S/A e deve

Leia mais

Código. de Conduta do Fornecedor

Código. de Conduta do Fornecedor Código de Conduta do Fornecedor Código de Conduta do Fornecedor da Odebrecht Óleo e Gás 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS A atuação no mercado nacional e internacional e em diferentes unidades de negócios, regiões

Leia mais

MANUAL DE RISCO OPERACIONAL TERRA NOVA GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DE NEGOCIOS LTDA.

MANUAL DE RISCO OPERACIONAL TERRA NOVA GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DE NEGOCIOS LTDA. MANUAL DE RISCO OPERACIONAL TERRA NOVA GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DE NEGOCIOS LTDA. 1 Sumário Introdução...3 Definições...3 Gerenciamento de Risco...3 Apoio ao Gerenciamento...4 Escopo de Atuação de Risco...4

Leia mais

Lei nº /13. Decreto nº 8.420/15. Regulamentação Federal

Lei nº /13. Decreto nº 8.420/15. Regulamentação Federal Lei nº 12.846/13 Decreto nº 8.420/15 Regulamentação Federal ESTRUTURA DO DECRETO 1 Aspectos Gerais 2 4 3 Sanções Multa: Regras para o Cálculo Acordo de Leniência Programa de Integridade (Compliance) 5

Leia mais

identificáveis por meio de um protocolo de atendimento.

identificáveis por meio de um protocolo de atendimento. REGULAMENTO DO OMBUDSMAN DA BM&FBOVESPA 1 Definição 1.1 O Ombudsman é o canal de comunicação da BM&FBOVESPA ( Companhia ) com o público externo, como os participantes de ambientes de negociação, liquidação

Leia mais

A Ouvidoria como Instrumento de Gestão. Visão Normativa. Brasília Abril/2016. Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor)

A Ouvidoria como Instrumento de Gestão. Visão Normativa. Brasília Abril/2016. Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) A Ouvidoria como Instrumento de Gestão Visão Normativa Brasília Abril/2016 Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) Atenção e zelo na oferta de produtos e serviços financeiros... Denor Departamento

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA. Somos movidos por inovação, sustentabilidade e por você

CÓDIGO DE CONDUTA. Somos movidos por inovação, sustentabilidade e por você CÓDIGO DE CONDUTA Somos movidos por inovação, sustentabilidade e por você SUMÁRIO Mensagem do Presidente Sumário Missão, Visão e Valores 1. Sobre o Código 2. Relações com Clientes 3. Responsabilidades

Leia mais

Código de Autorregulação Informações aos Participantes

Código de Autorregulação Informações aos Participantes MINUTA Código de Autorregulação Informações aos Participantes Capítulo I - Propósito Artigo 1º - O objetivo deste Código de Autorregulação (Código) é estabelecer os parâmetros relativos às informações

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO OBJETIVO Estabelecer as práticas que devem ser seguidas pelos Colaboradores e prestadores de serviços do Grupo MAPFRE Serviços Financeiros em suas atribuições e em especial com a

Leia mais

SGI 20 Programa de Integridade

SGI 20 Programa de Integridade SGI 20 Programa de Integridade Controle de Revisão Revisão Data Alteração Responsável 00 N/A Elaboração da Sistemática Ivo Neves 01 20/10/2016 Revisão Geral do Documento Ivo Neves Revisão: Pedro Monteiro

Leia mais

Política de Segurança do Grupo Cindapa

Política de Segurança do Grupo Cindapa Política de Segurança do Grupo Cindapa A MARCA DA SEGURANÇA 1 NOSSAS DIRETRIZES Nossa Missão Fornecer soluções em segurança patrimonial privada, mitigando os riscos e evitando perdas, por meio de uma Gestão

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO 0. INTRODUÇÃO ÂMBITO E RESPONSABILIDADES POLÍTICA DEFINIÇÕES PRÁTICAS PROIBIDAS...

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO 0. INTRODUÇÃO ÂMBITO E RESPONSABILIDADES POLÍTICA DEFINIÇÕES PRÁTICAS PROIBIDAS... Folha 1 de 7 Rev. Data Conteúdo Elaborado por Aprovado por A 28/03/2014 Versão inicial para comentários André Nascimento B 30/04/2014 Feitas correções de código de documentos André Nascimento 0 20/08/2014

Leia mais

POLÍTICA DE COMPLIANCE, CONTROLES INTERNOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM 558/15

POLÍTICA DE COMPLIANCE, CONTROLES INTERNOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM 558/15 POLÍTICA DE COMPLIANCE, CONTROLES INTERNOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM 558/15 SOMENTE PARA USO INTERNO Este material foi elaborado pela Atmos Capital Gestão de Recursos Ltda. ( Atmos Capital ou Gestora

Leia mais

manual de transparência

manual de transparência manual de transparência introdução A BRF S.A. e suas empresas coligadas, controladas e subsidiárias ( BRF ou Empresa ) conduzem seus negócios em estrito cumprimento com a legislação nacional e estrangeira

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. Nesse ano, estamos disponibilizando o nosso Código Ética nas versões impressa e eletrônica.

CÓDIGO DE ÉTICA. Nesse ano, estamos disponibilizando o nosso Código Ética nas versões impressa e eletrônica. CÓDIGO DE ÉTICA Nestes três anos de muitas realizações, as relações da Agência de Desenvolvimento Paulista com seus parceiros, clientes, fornecedores, acionistas, entre outros, foram pautadas por valores

Leia mais

CANAL CONFIDENCIAL. Manual de Utilização

CANAL CONFIDENCIAL. Manual de Utilização CANAL CONFIDENCIAL Manual de Utilização Versão: 3.0 Atualizada em: Abril/2016 1 PRINCIPAIS PERGUNTAS O que é o CANAL CONFIDENCIAL da BRMALLS? É um canal de comunicação exclusivo para o relato de desvios

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DOS TRABALHADORES DA CMVM. Capítulo I Disposições gerais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DOS TRABALHADORES DA CMVM. Capítulo I Disposições gerais CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DOS TRABALHADORES DA CMVM Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto No exercício das suas funções, em particular nas relações com os restantes trabalhadores e com a CMVM,

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA LAUREATE

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA LAUREATE POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA LAUREATE Política anticorrupção da Laureate 1.0 OBJETIVO E HISTÓRICO Esta Política Anticorrupção estabelece os padrões básicos e uma estrutura para a prevenção e detecção de suborno

Leia mais

Regulamento de Comunicação de Irregularidades (Whistleblowing)

Regulamento de Comunicação de Irregularidades (Whistleblowing) Regulamento de Comunicação de Irregularidades (Whistleblowing) REGULAMENTO DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES 1 Princípios Gerais A Caixa Económica Montepio Geral, nos termos do Regime Geral das Instituições

Leia mais

Gestor Departamento de Planejamento, Orçamento e Controle (DPOC)

Gestor Departamento de Planejamento, Orçamento e Controle (DPOC) Título Norma de Responsabilidade Socioambiental Gestor Departamento de Planejamento, Orçamento e Controle (DPOC) Abrangência Agências, Departamentos, Empresas Ligadas e Unidades no Exterior Sinopse Diretrizes

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA GERDAU PARA TERCEIROS

CÓDIGO DE ÉTICA GERDAU PARA TERCEIROS CÓDIGO DE ÉTICA GERDAU PARA TERCEIROS ÍNDICE MENSAGEM AOS TERCEIROS TOMANDO DECISÕES ÉTICAS 06 09 INTEGRIDADE COM TODOS OS PÚBLICOS Relacionamento Honesto e Transparente Concorrência Leal e Antitrust 21

Leia mais