Fundos & Gestores de Recursos

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1 Relatório Analítico Gestor de Recursos Tradicional / Brasil Rating de Gestores de Recursos O rating da Fator Administração de Recursos Ltda. (FAR) foi afirmado em Elevado Padrão, Perspectiva Estável, em 26 de fevereiro de Perspectiva Estável Perfil Recursos sob gestão - AUM BRL3,3 bilhões (março de 2015) Data de constituição 1997 Domicílio São Paulo,Brasil Controlador Banco Fator S.A. Total de funcionários 23 Profissionais de investimento 18 O escopo do rating da gestora considera apenas as atividades no mercado doméstico em fundos tradicionais e não contempla as operações no exterior, de private banking, administração fiduciária e custódia. Todas essas atividades têm processos e políticas próprios e são segregadas da gestão de fundos tradicionais. Anbima: Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais. Pesquisa Relacionada Relatório Analítico: Banco Fator S.A. (outubro de 2014); Relatório Analítico: Fator Seguradora S.A. (outubro de 2014). Analistas Alexandre Yamashiro, CAIA Pedro Gomes Principais Fundamentos do Rating Gestora em Processo de Reestruturação: Com longo histórico em gestão de recursos, a Fator Administração de Recursos Ltda. (FAR) representa uma importante linha de negócios para seu controlador, o Banco Fator S.A. (Fator, BBB(bra), Perspectiva Negativa). A FAR tem passado por um relevante processo de reestruturação desde 2013 e, assim como o banco, apresentou resultados negativos em 2013 e em 2014, Os principais desafios da gestora são reorganizar suas atividades, aumentar a rentabilidade do negócio, melhorar o desempenho de seus fundos, além de prevenir a saída de pessoas-chave. Boa Estrutura de Risco: As estruturas de risco, compliance e controles internos são corporativas, bem organizadas e possuem apropriada independência na supervisão, reportandose ao CRO (Chief Risk Officer) do banco. Esta estrutura apoia a FAR com fortes controles e políticas, que apresentam bom grau de formalização e automação. As poucas violações nos limites de risco e de enquadramento dos fundos foram prontamente regularizadas. Rotatividade na Equipe de Investimentos: O processo de investimento é colegiado e baseado em análises macroeconômicas, fundamentalistas e quantitativas. A FAR tem passado por significativa reestruturação, com muitas alterações de executivos, inclusive o CEO/CIO. O processo de investimento tem sofrido ajustes que refletem as contínuas modificações na equipe. A gestora tem reorganizado sua grade de produtos, com o intuito de priorizar estratégias nas quais possui maior expertise e encerrar fundos com mandatos sobrepostos. O objetivo dessa adequação é reposicionar a marca no mercado brasileiro de gestão de recursos. Sólidas Políticas em Terceirização de Operações: As atividades de administração fiduciária são realizadas pelo Fator, enquanto a custódia e a controladoria são feitas principalmente pelo grupo Itaú Unibanco, com sólidas políticas para a precificação de ativos e cálculo de cotas. A área de middle office responde pela reconciliação de todo o processo operacional, com procedimentos bastante padronizados e integrados. Automatização e Integração Adequadas: A FAR conta com recursos de tecnologia adequados para seu patamar atual. A gestora tem realizado importantes investimentos, como a implementação de sistemas com alertas pre-trading e atribuição de performance. Sua plataforma tecnológica é apoiada pela estrutura do Fator, e a empresa possui backup e diretrizes de contingência sólidas. Score das Categorias Companhia Controles Investimentos Operações Tecnologia Fonte: Fitch Perfil Bom Padrão Elevado Padrão Mais Alto Padrão Gestora Tradicional: A FAR foi constituída em 1997 e mantém foco em fundos de renda variável e multimercados. Em dezembro de 2014, detinha BRL3,3 bilhões em recursos sob gestão (AUM). O Fator é experiente em análise e operações de renda variável, principalmente em ações de mid e small caps, sendo a FAR uma das pioneiras em atuar neste segmento. 31 de

2 Gráfico 1: Total de Recursos sob Gestão (BRLmi) Gráfico 3: Recursos sob Chart Gestão Title por Tipo de Fundo 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% % 48% 44% 36% 36% 32% 29% 23% 23% 22% 20% 19% 19% 14% 10% 8% 2% 2% 3% 3% mar/2015 Multimercados Renda Variável Renda Fixa Outros Previdência Fonte: Estrutura da Companhia Estrutura Corporativa mar/2015 Fonte: Fator Administração de Recursos Gráfico 2: Recursos sob Chart Gestão Title por Tipo de Cliente 80% 70% 72% 66% 60% 55% 50% 46% 40% 30% 28% 20% 22% 14% 10% 10% 9% 10% 9% 11% 10% 6% 6% 6% 5% 4% 5% 0% mar/2015 Entidades de Previdência Corporate/Institucional Distribuidores Varejo/Private Outros Fonte: Gráfico 4: Recursos sob Chart Gestão Title por Tipo de Ativo 45% 40% 41% 35% 34% 35% 35% 30% 31% 30% 25% 26% 25% 20% 17% 15% 15% 14% 12% 12% 12% 10% 9% 8% 5% 4% 0% 0% 0% 1% mar/2015 Títulos Federais Renda Fixa Privados Renda Variável Outros Fonte: Walter Appel Manoel Horácio da Silva Acionistas Fator Empreendimentos e Participações Ltda. Fator Capital S.A. Fator Holding Financeia S.A. UBR Soc. Administradora de Cratões de Crédito S.A. Banco Fator S.A. Grupo Financeiro Fator S.A. Corretora de Valores Fator Seguradora S.A. Gestora Tradicional Fonte: Fator Administração de Recursos 4/3/14 Metodologia Aplicada Análise e Rating de Gestores de Recursos (06/05/2014). 2

3 Companhia Bom Padrão Controle Acionário e Situação Financeira Fundado em 1967, o Fator (Rating Nacional de Longo Prazo BBB(bra)/Perspectiva Negativa) é controlado majoritariamente por Walter Appel desde O banco iniciou suas atividades de gestão de recursos em 1992 e, em 1997, estabeleceu a FAR como uma empresa independente. O grupo foca a prestação de serviços financeiros especializados para clientes institucionais e corporativos, com ativos de BRL1,4 bilhão e patrimônio de BRL383 milhões em dezembro de Apesar de ser um banco múltiplo, o Fator desenvolve atividades típicas de banco de investimento voltado aos mercados de capitais locais, private banking e tesouraria. Por intermédio de suas subsidiárias, atua também como corretora, gestora de recursos e seguradora. Controlador com longo histórico no mercado brasileiro Gestora com prejuízos em 2013 e 2014, mas com melhora de desempenho nos fundos O grupo tem passado por grande reestruturação desde 2011, com diversas mudanças na estrutura organizacional, incluindo a contratação de novos CEO e CRO para o banco e de um novo CEO para a gestora. O Fator vem enfrentando dificuldades para apresentar resultados operacionais consistentes, registrando prejuízos em 2014 (BRL17,6 milhões), devido à geração de receitas modesta em suas principais áreas de atuação e aos ajustes que ainda estão sendo realizados em suas áreas de negócio. O grupo passa por contínuas dificuldades para incrementar a geração de receitas e melhorar os resultados operacionais. Seus resultados também são influenciados pelo desempenho volátil e baixa escala nas atividades de prestação de serviços ligadas aos mercados de capitais e de ações. Estes fatores são contrabalançados pela boa base de capital, baixa alavancagem e adequada liquidez do grupo. Apesar de uma série de ajustes e reduções de custos, a FAR apresentou desempenho negativo em boa parte dos exercícios desde O controlador tem mostrado compromisso com a gestora, apoiando a reestruturação e investindo na plataforma tecnológica, quando necessário. Em dezembro de 2014, a FAR era a 58 a gestora nacional, em termos de ativos sob gestão. Essa unidade de negócio é estrategicamente representativa para o grupo, dada a sua contribuição ao resultado (entre 2% e 5% do lucro líquido), com receitas de BRL17 milhões e prejuízo de BRL3,9 milhões, em 2014, ante receitas de BRL10,3 milhões e prejuízo de BRL1,6 milhões, em As perdas no período são explicadas pela reestruturação interna, reposicionamento do negócio e pagamento de bônus para retenção de funcionários. Este quadro foi agravado pela queda relevante de receitas de taxas de administração e performance em 2013 e A FAR contratou uma renomada consultoria que desenvolveu uma análise profunda da oferta de produtos da gestora. As medidas de ajuste sugeridas estão em processo de implementação e os resultados ainda não estão refletidos no balanço da companhia. A empresa não apresenta dívidas financeiras. O fato de fazer parte do grupo Fator é benéfico à gestora, que aproveita áreas em comum, o que possibilita a utilização de serviços especializados, com alta expertise e baixos custos. A estratégia dos executivos da FAR é crescer em ativos sob gestão, focando clientes do segmento de private banking e também a distribuição via terceiros. Uma das medidas do reposicionamento do negócio é centralizar esforços nas estratégias em que possui maior expertise, reduzindo assim o número de mandatos com resultados abaixo do esperado. O objetivo é aumentar a diversificação por meio de fundos alternativos, com maior participação dos fundos de private equity, crédito e imobiliários, em detrimento a novos fundos tradicionais. 3

4 Companhia (Continuação) Bom Padrão Experiência Longa experiência no segmento de renda variável, com alta rotatividade dos executivos desde 2012 Fundada em 1997, a FAR iniciou suas atividades de gestão de recursos em 1992, com foco no segmento de renda variável, sendo uma das primeiras gestoras de recursos a implementar estratégias de ativismo societário no Brasil (família de fundos Sinergia). Os altos executivos possuem larga experiência no mercado, geralmente mais de 15 anos. No entanto, dentro do processo de reestruturação da FAR, em 2013, houve a alteração do CEO, Fabio Moser, um ex-diretor da área de investment banking do Fator, anteriormente responsável pela área de investimentos da Previ. Entre 2013 e 2014, também foram substituídos o CRO (Chief Risk Officer) do grupo e os responsáveis pelas mesas de renda variável e renda fixa. Os BRL3,5 bilhões (considerando também o volume em carteiras administradas, declarados pela gestora) de AUM, em dezembro de 2014, sofreram leve retração em comparação a dezembro de 2013 (-6,8%), abaixo do crescimento da indústria de gestão de recursos (+9%). Em dezembro de 2014, o perfil dos investidores era composto por varejo e private (4%); institucionais (10%); distribuidores (9%); fundos de pensão fechados (55%); e outros (22%). O perfil dos AUM é concentrado em estratégias nas quais a gestora possui reconhecida expertise (renda variável e multimercados), sendo 4% em fundos abertos de ações, 18% em fundos fechados de ações (família Sinergia), 48% em fundos multimercados, 17% em fundos de renda fixa, e 13% em outros. Os principais desafios da FAR consistem em reorganizar suas atividades, aumentar a rentabilidade do negócio, recuperar a consistência no desempenho de seus fundos e consolidar a nova oferta de produtos, além de prevenir a saída de pessoas-chave. Governança e Independência A FAR é supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regulamenta os fundos de investimento e fiscaliza os mercados de bolsa e de balcão no país. Os reguladores não têm feito apontamentos relevantes em relação à gestora. Como outros gestores do país, adere às práticas de autorregulamentação da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), responsável pela supervisão do cumprimento de códigos de regulação e comunicação e transparência para investidores. Por estar inserida na estrutura do Fator, a gestora é supervisionada também pelo Banco Central do Brasil (Bacen), que regulamenta a atividade bancária no país. Sólidas práticas de governança corporativa A gestora é auditada externamente pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, a qual também audita seus fundos, além da KPMG e da Ernst Young Terco. Como parte da estrutura do Fator, a auditoria interna do grupo também realiza avaliações periódicas de seus processos e procedimentos. Ela ainda é supervisionada por terceiros, como administradores fiduciários e custodiantes. A FAR mantém forte segregação de atividades com as demais empresas e atividades do grupo. No entanto, como outras gestoras de recursos de grupos bancários, compartilha com o grupo algumas estruturas de apoio, como as áreas de controle de risco, distribuição, compliance, tecnologia e jurídica, para otimizar custos, centralizar o grau de entendimento das áreas e assegurar a independência da gestora. A gestora conta com pessoas dedicadas ou com alocação de tempo em cada área. 4

5 Companhia (Continuação) Bom Padrão Supervisão extensa e robusta A FAR mantém estrutura adequada e independente para todos os fundos e carteiras, de acordo com a legislação local. Os veículos de investimento têm estruturas de governança bem claras e definidas, com demonstrativos financeiros verificados periodicamente por auditores externos. As políticas dos fundos são registradas na CVM, por meio de regulamentos e prospectos. A administração fiduciária é segregada da unidade de gestão de recursos, sendo um departamento do Fator. O principal custodiante é o grupo Itaú Unibanco. Os trabalhos executados por ambas as empresas são de boa qualidade, já que possuem sólida estrutura e bom nível de formalização. Equipe Estrutura organizacional claramente definida Alta rotatividade em 2013 e estabilidade em 2014 A FAR possui uma estrutura organizacional bem segregada e segmentada, com claras responsabilidades e controles. Sua equipe, que inclui as áreas de renda variável, renda fixa, multimercados, ativos alternativos e imobiliário, é composta por 21 profissionais divididos em: um CEO, quatro gestores de carteiras e 16 analistas, além de cinco pessoas na equipe de middle e back office. As atividades de trading e a gestão de portfólio são realizadas pela equipe de investimentos. Além disso, há outros 12 profissionais do Fator, que colaboram com a gestora (área de risco e compliance). As atividades de risco e compliance, também bastante segmentadas, são totalmente independentes da gestora e efetuadas por uma equipe dedicada, com reporte direto ao CRO do grupo. Essas áreas possuem colaboradores dedicados, sendo que o departamento de risco também é responsável pelo risco operacional. As atividades de RH, marketing, contabilidade, TI e jurídicas são realizadas pelo grupo, para reduzir custos e acrescentar expertise e experiência. Os principais executivos são bem experientes e qualificados, com mais de 15 anos de experiência em gestão de ativos, mesa proprietária e fusões e aquisições. Entre 2013 e 2014 a gestão da FAR passou por grande reformulação, a fim de desenvolver nova estratégia e buscar melhor desempenho. As principais mudanças no período foram: a nomeação de Fábio Moser como novo CEO e também responsável pela gestão de renda variável em O diretor de fundos alternativos, Glenn Harold Peebles III, e o de fundos imobiliários, Valdery Albuquerque, que antes estavam alocados no banco, passaram a fazer parte da estrutura da FAR, em As estratégias geridas por estes dois executivos não estão contempladas no escopo desta análise. Em 2013, o Fator contratou um executivo sênior para as áreas de risco e compliance, em substituição ao antigo CRO. As decisões de investimento são tomadas em comitês com estrutura de governança sólida. Política de compensação adequada, em processo de revisão A remuneração dos profissionais de investimento é estruturada de forma a incentivar a busca por performance dos fundos, com remuneração fixa adequada e bônus. A definição do pool de bônus é baseada no lucro anual da empresa, do resultado da área e da performance individual. A distribuição do bônus é estabelecida, em comitê, e é principalmente discricionária. Essa política foi revista por uma consultoria de RH, para se adequar às exigências do novo CEO e sua implementação está prevista para

6 Estrutura Organizacional CEO e Gestor de Renda Variável Fabio Moser GESTÃO RENDA FIXA e MULTIMERCADOS Paulo Gala GESTÃO RENDA VARIÁVEL Fabio Moser GESTÃO SINERGIA Fabio Moser ATIVOS ALTERNATIVOS Glenn Peebles IMOBILIÁRIO Valdery Albuquerque PESQUISA ECONÔMICA Fausto Vieira RENDA FIXA Luis Gagliardi GESTÃO Alexandre Masuda ANÁLISE Guilherme Elias Pedro Ivo Demian Almeida Yannick Bergamo ANÁLISE Andres Kokron Marcelo Carneiro ANÁLISE Rafael Selegatto Tatiana Scarparo Arthur Rossi TRADING Diego Nader SISTEMAS ELETRÔNICOS Leonardo Ramalho ANÁLISE Claudia Komamura Marco Antonio Saravalle TRADING Felipe Peixinho Banco Fator DISTRIBUIÇÃO Maria Francisa dos Santos e Passos Sachs RISCO E COMPLIANCE Gilberto Moriama BACKOFFICE Gilberto de Castro Fonte: 6

7 Controles Elevado Padrão Estrutura Geral de Controle de Riscos Controles de risco robustos Os departamentos de risco e de compliance são independentes da FAR e fazem parte da estrutura corporativa do Fator. Possuem controles, com acompanhamento por meio de comitês mensais. A estrutura é composta por 15 pessoas, incluindo um CRO, que se reporta diretamente ao CEO do banco, mantendo a adequada segregação e formalização das políticas e procedimentos. A área produz relatórios diários de liquidez, combinados com relatórios diários para os riscos de mercado. A gestora possui bom conjunto de códigos e políticas de risco e compliance, além de boas diretrizes para o controle de exposições dos fundos. Os desenquadramentos dos limites dos fundos têm sido irrelevantes e rapidamente solucionados. Os auditores internos complementam a estrutura e proporcionam uma camada adicional de controle e verificação da execução dos procedimentos estabelecidos. Eles se reportam diretamente ao conselho de administração do banco. Bons procedimentos de supervisão e mitigação de risco operacional Sólido monitoramento de prestadores de serviços A gestora possui boas práticas para identificar riscos operacionais, realizar mapeamento, controle e ações corretivas por meio de planilhas em Excel. A área de risco é a responsável pela supervisão do risco operacional. Os incidentes operacionais não têm sido significativos, com pequenas perdas realizadas (BRL7.000) em A área de middle office faz uma reconciliação interna, a qual complementa as atividades realizadas pelos administradores fiduciários e custodiantes, que apresentam sólidas estruturas e serviços. A controladoria dos fundos disponibiliza diariamente a precificação de ativos, o cálculo das cotas e a contabilidade dos mesmos, entre outros serviços. As relações estabelecidas com fornecedores e provedores de serviços são boas, com níveis mínimos de qualidade definidos em Service Level Agreements (SLAs). Para as operações de controladoria e custódia, a gestora conta com relatórios fornecidos pelo Itaú Unibanco (seu principal fornecedor), nos quais são rastreados indicadores formais mensalmente. Os demais custodiantes não possuem indicadores formais, mas a FAR monitora os serviços conforme necessário. O monitoramento dos demais serviços contratados não conta com relatórios formais, com exceção de atividades críticas e centrais, como as que envolvem reconciliação, que são feitas em paralelo internamente pela área de middle office, para evitar erros. Compliance e Controles A gestora realiza reuniões semestrais com representantes de diversas áreas, como as de back office, analistas e gestores para seleção e a supervisão dos serviços prestados pelas corretoras. São avaliadas a qualidade do research, o nível de serviço oferecido e a qualidade de execução neste processo. Essencialmente, conta com vinte corretoras aprovadas, mas concentra o volume de serviços em cinco delas. Há monitoramento constante em função dos volumes envolvidos. Políticas e processos muito bons O departamento de compliance se reporta ao CRO do Fator. O conjunto de códigos e políticas de Conheça Seu Cliente (Know Your Client), investimentos pessoais e segregação de informações é muito bom e apropriado para o porte da instituição. A área de compliance também utiliza um software especifíco para prevenir crimes de lavagem de dinheiro, entre outros controles. O departamento de compliance é responsável pelo monitoramento destas políticas, pela verificação à aderência às normas regulatórias, bem como pelos controles de post-trade. 7

8 Controles (Continuação) Elevado Padrão Controles de transações e alocações de ativos muito bons Há processos específicos para escolha de corretoras, com decisões tomadas em reuniões semestrais (vinte corretoras aprovadas). Os serviços ofertados e os níveis de preços das corretoras são determinados e formalizados em contratos previamente acordados. As operações na BM&F Bovespa são executadas majoritariamente via sistemas eletrônicos (90% das ordens); enquanto as de balcão, como as de títulos de crédito privado, por telefone. As ordens são executadas pelos gestores, e, ao final do dia, são eletronicamente distribuídas pelo preço médio, sendo a reconciliação executada utilizando controles internos da gestora. A FAR realiza controle dos volumes negociados por cada corretora em relatório diário. Adicionalmente, a gestora monitora e avalia a prestação destes serviços utilizando critérios como: qualidade da execução de ordens, research e acesso a informações/reuniões com empresas. Controles em processo de melhoria Os controles dos limites legais dos fundos são acompanhados diariamente por um bom sistema proprietário, que inclui relatórios em D+1. Além disso, estes limites também são monitorados pelos administradores fiduciários em D+1, conforme requerido pelas regras locais. Os controles de pretrading estão sendo implementados para renda variável, renda fixa e derivativos (a maioria das regras já encontra-se em funcionamento). As violações dos limites legais dos fundos não têm sido relevantes e são rapidamente resolvidas. O departamento de middle office realiza o monitoramento da carteira, das posições e do cálculo da cota, o que lhe permite realizar a dupla checagem da carteira. Sólidas práticas de precificação A precificação de ativos, o cálculo de cotas e outros serviços de suporte dos fundos com os ativos marcados a mercado diariamente também são executados pela controladoria dos fundos (82% pelo grupo Itaú Unibanco), de acordo com suas políticas internas, com sólidos processos e políticas. Este e outros administradores e custodiantes contratados seguem as melhores práticas do mercado. A área de middle office da gestora também realiza a reconciliação e o acompanhamento de todo o processo operacional para prevenir possíveis erros. Gerenciamento de Riscos de Investimento Bom monitoramento de riscos de mercado A FAR conta com sólidos controles de risco de mercado, suportados por fortes sistemas (o principal deles é provido pela Luz Engenharia), que utilizam controles de Valor em Risco (VaR), testes de estresse e tracking error, entre outros. Os controles e processos são diários, com relatórios de indicadores de risco ex-post e simulações. Os relatórios de risco de mercado são monitorados diariamente e no comitê mensal de produtos e risco pelos principais executivos. A gestora assume limites de risco gerenciais, estipulados pelas políticas internas próprias e formais quando especificados nos mandatos, com limites de perdas predefinidos. As metodologias, parâmetros de risco e inputs dos modelos são definidos formalmente, por meio de comitês. Diariamente, são executados controles de liquidez muito bons (em planilhas Excel) para todos os ativos, além de relatórios semanais de concentração de investidores em cada fundo. Os limites são determinados e avaliados a cada semestre e, em caso de transgressões, ações são tomadas para ajustar as posições. Práticas em controles de liquidez muito boas O monitoramento de risco de liquidez é realizado por meio da identificação das necessidades de liquidez para cada mandato, calculando o pior cenário em termos de resgates (usando dados históricos) e também limites discricionários para a concentração de AUM por tipo de investidores. Desta forma, cada fundo tem um limite quanto à parcela mínima de ativos que pode ser liquidada dentro de um prazo específico. Os fundos com estratégias menos líquidas utilizam prazos de resgates mais longos para se proteger de movimentações. 8

9 Controles (Continuação) Robustos controles de risco de contraparte de crédito O risco de crédito de contrapartes é pequeno, uma vez que as atividades de liquidação estão centralizadas em câmaras de compensação, e estas instituições estão sob legislação estrita e forte supervisão dos órgãos reguladores. A FAR conta com bom processo de seleção para as corretoras, utilizando medidas qualitativas e quantitativas como inputs para a revisão semestral, possuindo contratos com todas as suas contrapartes. Volumes diários são monitorados e controlados pela gestão. Os limites de exposição a ativos de crédito privados dos fundos são aprovados em comitês mensais ou sob demanda, sendo que as análises de crédito são fornecidas pelo analistas de renda variável. Estas exposições são controladas pela área de compliance seguindo políticas próprias. Não há créditos provisionados nas carteiras da FAR. Parâmetros de Risco Fatores de Risco Elegíveis Renda Fixa Multimercado Ações Ações Mid- Small Caps Ações Fundos Fechados Pós-fixado P P Crédito Privado P Pré-fixado P P Inflação P P Cambial - P Renda Variável - P P P P Invest. no Exterior - P Métricas de Controle de Risco de Mercado: - VaR (absoluto e Relativo) - Stress testing - Stop loss Controle do Risco de Liquidez: - Análise da condição de liquidez dos ativos; - Análise de concentração do passivo e histórico de resgates; - Prazos de resgate dos fundos Prazos de Resgate D+0 a D+1 D+1 a D+31 D+4 a D+5 D+18 7 anos e 6 meses Obs: considerados fundos abertos. / Fonte: Investimentos Recursos de Investimentos Estrutura adequada, com alta rotatividade recente de equipe A equipe de investimentos apresentou alta rotatividade entre 2012 e o início de Em 2014, a gestora trouxe um gestor de renda variável para liderar os fundos da linha Sinergia e dois gestores de fundos não tradicionais (fundos alternativos e imobiliários não contemplados nesta análise) foram realocados do Fator para a FAR. Em meados de 2013, ocorreu a troca do CEO/CIO da FAR, com a saída de Patricia Stierli (para outra unidade de negócios do grupo) e a entrada de Fabio Moser (exdiretor do banco de investimentos do Fator). Em 2012, Roseli Machado havia sido substituída por Patrícia Stierli, e Damont Carvalho, head de fundos de renda fixa e multimercados, por Marcos Palozzi. Este último foi substituído em 2015 por Paulo Gala. Embora as mudanças constantes de pessoal aumentem o risco de descontinuidade em processos e controles, nenhuma alteração substancial foi observada em relação ao desenvolvimento do processo de investimentos ou ao desempenho dos fundos. Os três novos executivos seniores têm mais de 15 anos de experiência no mercado de capitais, enquanto o restante da equipe tem, em média, seis anos. A estrutura de investimentos da FAR é sólida, contando com 21 profissionais. Este número é adequado às estratégias, modelo de gestão e ao número de fundos geridos. O CEO/CIO lidera a equipe, dividida por classe de ativos, análise de empresas e pesquisa econômica. Todos os portfólios seguem as estratégias ajustadas pelas políticas de risco e investimentos, garantindo, assim, qualidade ao processo de alocação de ativos, seleção de ativos e formação de carteira. Os gestores têm certa liberdade na montagem de posições, dadas as diretrizes estipuladas nos comitês matinais e as regras predefinidas. O risco de pessoa-chave é minimizado pelo fato de a gestora operar por meio de comitês formalizados. 9

10 Investimentos Acesso a informações de mercado muito bom Continuação A gestora possui bom acesso a informações de mercado e participa amplamente de reuniões e fóruns de discussões com as empresas nas quais mantém investimentos. Também conta com bom acesso a relatórios de sell side como fonte adicional de informações para as empresas analisadas. A pesquisa macroeconômica é desenvolvida internamente por um economista e os gestores também utilizam modelos quantitativos para analisar as estratégias de renda fixa (como arbitragem de taxa de juros). A análise proprietária é realizada com qualidade adequada por uma equipe de analistas, com bom acesso aos executivos das empresas. Eles utilizam modelos de fluxo de caixa descontado para avaliar os ativos elegíveis a investimento (aproximadamente sessenta empresas são cobertas desta forma). Este processo é especialmente importante para as estratégias de fundos de ações fechados (família de fundos Sinergia), mas também serve como input para as demais estratégias long only e long & short. Disciplina de Investimento Mandatos e processo de investimento claramente definidos Todos os mandatos de investimento geridos pela FAR são claramente definidos, contando com orçamentos de risco que seguem as decisões tomadas pelo comitê de investimento. As posições em renda fixa são derivadas principalmente de uma visão do cenário macroeconômico com a contribuição de análises quantitativas. As posições em renda variável são decididas a partir de uma abordagem bottom-up em conjunto com as expectativas para a economia brasileira e internacional. A gestora mantém objetivos de performance e limites de risco bem definidos, de acordo com as estratégias de investimento. Ela utiliza, inclusive, ferramentas de performance attribution, para melhor definir as estratégias de investimento e o nível de exposição, de acordo com o mandato dos fundos. A FAR foca predominantemente os fundos de renda variável e multimercados. Recentemente, contratou uma consultoria renomada para analisar sua prateleira de produtos e está em curso uma reestruturação da grade de ofertas. O resultado esperado pela FAR é centralizar esforços nas estratégias nas quais acredita possuir maior expertise. Processo decisório bem estruturado As decisões são tomadas em consenso em comitês semanais, cobrindo tópicos relevantes, como cenário macroeconômico, estratégias, riscos e também em discussões diárias, com processo bem disciplinado. A maior parte dos portfólios é composta por ativos originários das decisões do comitê, com eventuais alocações táticas (em que o gestor tem um limite de exposição pré-definido e é responsável pelos resultados). As reuniões matinais diárias são utilizadas para discutir novas informações relevantes, a visão de mercado, o desempenho e o risco dos fundos, permitindo, assim, que os gestores ajustem as carteiras de forma proativa. A gestora tem políticas para a aquisição de ativos de crédito privado. As exposições são analisadas em um comitê de crédito (mensal ou sob demanda), com a participação de executivos da gestora, executivos do banco (sem direito a voto) e analistas de empresas. As análises de crédito são fornecidas pelos analistas de renda variável e a área de compliance do grupo realiza o monitoramento das exposições por fundo e de forma consolidada. Sólido processo de revisão de performance e risco As decisões são revisadas formalmente em comitê semanal de investimento (com a presença de gestores e analistas). São realizados ajustes assim que novas informações de mercado e análise proprietárias estão disponíveis. Relatórios de atribuição de performance (com retornos quebrados por estratégia), acompanhamento diário do desempenho dos fundos e os relatórios de risco (VaR, testes de estresse, gaps de liquidez) permitem que os gestores monitorem e avaliem as decisões tomadas ao longo do tempo. 10

11 Processo de Investimento Análise do Cenário Econômico Comitês de Estratégia Seleção de Ativos Gestão de Carteira Decisão de Investimento Execução Fonte: Analisar os cenários macroeconômico e político nacional e internacional. Construção de Cenários. Definição do comportamento das diversas classes de ativos para cada cenário madroeconômico. Avaliar e analisar o comportamento dos mercados de Renda Fixa, Renda Variável e Multimercado. Comite de Investimento. Comitês de Ações Semanal. Comitês de Crédito. Reunião Diária. Apresentação dos Analistas sobre as empresas acompanhadas. Pesquisa e busca de dados. Análises Integradas. Contatos com as empresas. Análise Fundamentalista. Análise de Liquidez. Examinar e acompanhar as operações realizadas pelos Fundos e Carteiras de Renda Fixa, Renda Variável e Multimercado. Analisar e avaliar as rentabilidades e riscos dos portfólios vs benchmarks; Construção, monitoramento e reavaliação do portfólio; Estimativas de preços de mercado. Decisões tomadas pela equipe. Independência de opiniões. Escolha dos fatores de risco e definição da exposição desejada a esses fatores. Baseada em reuniões e consenso da equipe. Alocação das ordens definidas previamente. Implementação das ordens. Alocações com base no preço médio. 11

12 Operações Elevado Padrão Comunicação e Serviços a Clientes Nível de transparência muito bom, com relatórios mensais aos investidores Os relatórios de fundos aos investidores seguem o padrão de mercado, com aderência à legislação e às práticas vigentes, estipuladas pela Anbima e pela CVM. As informações são abrangentes, com a performance dos fundos, riscos, exposições e estratégias de investimento, disponíveis também em página na internet. Os investidores têm fácil acesso ao regulamento e ao prospecto dos fundos, os quais estão de acordo com as exigências das regras locais. Os clientes podem ter acesso às suas contas pela estrutura sólida e segura da plataforma de internet do Fator. A gestora também conta com quatro gerentes de relacionamento do Fator dedicados a FAR para atender aos clientes institucionais e distribuidores, além de outras estruturas para atender aos demais investidores. Procedimentos Operacionais Equipe experiente e estável As atividades operacionais, como precificação de ativos, cálculo de cotas, processamento e liquidação financeira, estão, em sua maioria sob a responsabilidade do grupo Itaú Unibanco (82%), sendo o restante realizado pelo Banco Bradesco S.A. e pelo Banco Santander Brasil S.A. A administração fiduciária é efetuada majoritariamente pelo próprio grupo. Há apenas 8% dos AUM da FAR sob administração fiduciária de provedores externos, a critério de investidores, que centralizam suas operações em outras instituições. Os administradores, no Brasil, atuam como controladores legais e fiduciários dos fundos, seguindo as regras locais. A estrutura de middle office é robusta e adequada ao volume de transações da empresa, com equipe experiente e baixa rotatividade de profissionais, sendo segregada da estrutura da gestora e respondendo ao diretor administrativo do Fator. Processos automatizados e integrados Sólida capacidade de customização de produtos Os fluxos e interfaces dos processos operacionais são bem padronizados e integrados com os provedores externos, incluindo os administradores, custodiantes e corretoras. Além disso, a área de middle office realiza sólidos procedimentos diários de reconciliação de todo o processo operacional e validação das cotas e dos preços de ativos (com o apoio dos gestores em caso de anomalias). Atualmente, a equipe de TI está trabalhando, em conjunto com seu principal fornecedor de sistemas de fluxo de caixa dos fundos, para aperfeiçoar o processo utilizado para troca de dados. A gestora possui boa capacidade e flexibilidade de customização de produtos e serviços exclusivos, de acordo com as necessidades dos investidores, considerando seu porte e ampla base de fundos locais. A FAR tem um longo histórico na gestão de grande variedade de mandatos institucionais com diretrizes muito específicas. Por isso, é experiente em se adaptar a estruturas e limites exigidos por diferentes tipos de investidores. As discussões sobre novos produtos contam com um processo bem estruturado, pautado em comitês. A customização de produtos e de serviços das gestoras oferecida ao público é comum e bastante viável no Brasil, devido ao alto grau de sofisticação do mercado local, tanto em práticas como em termos de regulamentação. 12

13 Modelo Operacional Gestão de Investimentos Administrador Fiduciário (Principalmente Banco Fator) Custodia e Controladoria (Principalmente Itaú) Produtos Controles de Risco e Compliance Distribuição (Principalmente Banco Fator) Fonte: Execução das Operações. Decisões de Investimento. Back Office. Validação e Divulgação das Cotas Diárias dos Fundos. Atos Societários e Fiduciários dos Fundos. Cadastro, Movimentação e Informe de Clientes. Contratação e Monitoramento de Auditoria. Controladoria. Precificação de Ativos. Cálculo de Cotas. Custódia, Liquidação Financeira e Registro. Envio de Extratos. Elaboração e estruturação de novos produtos. Controles Gerenciais. Reconciliação de Atividades Middle Office. Acompanhamento dos Atos Societários e Fiduciários dos Fundos. Calculo e Monitoramento dos Parâmetros de Risco e Liquidez. Análise, Registro e Controle dos Eventos de Risco. Controles de enquadramento (post-trading). Monitoração do atendimento pela gestão às normas legais. Monitoração da observância pela gestão às políticas específicas de investimento. Verificação do atendimento às normas de auto regulação da ANBIMA. Distribuição de Produtos a clientes institucionais, private banking e fundos de pensão. Apoio ao cotista em relação às demandas de informações provenientes das fiscalizações periódicas dos órgãos reguladores 13

14 Tecnologia Bom Padrão Recursos de TI A FAR é beneficiada pela estrutura de tecnologia do grupo (31 profissionais), e conta com uma equipe dedicada às suas necessidades. A gestora utiliza sólidos sistemas e desenvolve soluções complementares internamente, caso necessário. Bons esforços para a melhoria dos sistemas Em 2014, a gestora começou a implementar uma plataforma proprietária para a negociação de ativos de renda variável, renda fixa e derivativos. Desenvolvida internamente, esta plataforma permite que todo o processo de execução seja realizado de forma robusta e transparente (como por exemplo, o envio de ordens para as corretoras, recebimento de confirmações, alocação de posições etc.), além de armazenar os dados necessários para o cálculo da atribuição de desempenho. Sistemas A FAR possui infraestrutura completa (incluindo mainframes do grupo), com procedimentos, rotinas e permissões bem definidos, alinhados a uma boa política de segurança de informações. Os bancos de dados e suas interfaces são bem integrados às plataformas internas e ao seu principal custodiante (Itaú Unibanco). Entretanto, há espaço para maior integração com os demais custodiantes. O departamento de risco utiliza planilhas (Excel com programação em VBA) para calcular alguns indicadores de risco. Boa integração entre sistemas e bases de dados Os procedimentos, fluxos de trabalho e controles são realizados por intermédio de um sistema proprietário muito bom, implementado em Este inclui relatórios diários de atribuição de performance, sendo totalmente integrado ao fluxo de informações fornecidas pelos provedores de serviços externos. Desde 2014, estão sendo implantadas funcionalidades que permitirão o acompanhamento de posições em tempo real e análises de risco pelo front office (sendo que parte desses controles ainda é realizada por meio de planilhas em Excel). A gestora também utiliza sistemas muito bons para o acompanhamento dos mercados, como Broadcast, Bloomberg e Economática, comuns a outros gestores locais. Segurança de TI Planos de contingência sólidos O plano de continuidade de negócios robusto e bem formalizado (gerido pela área de infraestrutura do Fator), aliado a diretrizes e políticas de segurança de tecnologia, suporta o desenvolvimento das atividades da FAR em situações críticas. O backup dos sistemas é diário, com procedimentos apropriados e redundância dos provedores de telecomunicações. A gestora conta com dois sites de contingência (São Paulo e Rio de Janeiro), sendo realizadas simulações e um teste durante o ano. A transferência de informações referentes aos ativos das carteiras e procedimentos com clientes é realizada majoritariamente pela plataforma do grupo Itaú Unibanco, com interfaces seguras e processos padronizados. Estrutura de TI Cálculo de Risco Informações de Mercado Operações Analise de Empresas Enquadramento dos Fundos Operações Gravação Telefônica Extranet (Site de Custodiante) Extranet (Disribuidores) Sistemas e Base de Dados Sistemas e Bases de Dados Críticos Controles Gerenciais Controles Gerenciais Risco e Análise Front Office Middle-Office Back-Office Solução Externa Sistemas Próprios Solução Externa e Sistemas Próprios Fonte: 14

15 Os ratings acima foram solicitados pelo, ou em nome do, emissor e, portanto, a Fitch foi compensada pela avaliação dos ratings. TODOS OS RATINGS DE CRÉDITO DA FITCH ESTÃO SUJEITOS A ALGUMAS LIMITAÇÕES E TERMOS DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE. POR FAVOR, VEJA NO LINK A SEGUIR ESSAS LIMITAÇÕES E TERMOS DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE: AS DEFINIÇÕES E TERMOS DE USO DOS RATINGS ESTÃO DISPONÍVEIS NO SITE PÚBLICO DA AGÊNCIA, EM OS RATINGS PÙBLICOS, CRITÉRIOS E METODOLOGIAS PUBLICADOS ESTÃO PERMANENTEMENTE DISPONÍVEIS NESTE SITE. O CÓDIGO DE CONDUTA DA FITCH E POLÍTICAS DE CONFIDENCIALIDADE, CONFLITOS DE INTERESSE; SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO (FIREWALL) DE AFILIADAS, COMPLIANCE E OUTRAS POLÍTICAS E PROCEDIMENTOS RELEVANTES TAMBÉM ESTÃO DISPONÍVEIS NESTE SITE, NA SEÇÃO "CÓDIGO DE CONDUTA". Copyright 2014 da Fitch, Inc., Fitch Ratings Ltd. e suas subsidiárias. One State Street Plaza, NY, NY Telefone: (para chamadas efetuadas nos Estados Unidos), ou (001212) (chamadas fora dos Estados Unidos). Fax: (212) Proibida a reprodução ou retransmissão, integral ou parcial, exceto quando autorizada. Todos os direitos reservados. Ao atribuir e manter seus ratings, a Fitch conta com informações factuais que recebe de emissores e underwriters e de outras fontes que a agência considera confiáveis. A Fitch executa uma pesquisa razoável das informações factuais de que dispõe, de acordo com suas metodologias de rating, e obtém razoável verificação destas informações de fontes independentes, na medida em que estas fontes estejam disponíveis com determinado patamar de segurança, ou em determinada jurisdição. A forma como é conduzida a investigação factual da Fitch e o escopo da verificação de terceiros que a agência obtém poderão variar, dependendo da natureza do título analisado e do seu emissor, das exigências e práticas na jurisdição em que o título analisado é oferecido e vendido e/ou em que o emitente esteja localizado, da disponibilidade e natureza da informação pública envolvida, do acesso à administração do emissor e seus consultores, da disponibilidade de verificações pré-existentes de terceiros, como relatórios de auditoria, cartas de procedimentos acordadas, avaliações, relatórios atuariais, relatórios de engenharia, pareceres legais e outros relatórios fornecidos por terceiros, disponibilidade de fontes independentes e competentes de verificação, com respeito ao título em particular, ou na jurisdição do emissor, em especial, e a diversos outros fatores. Os usuários dos ratings da Fitch devem estar cientes de que nem uma investigação factual aprofundada, nem qualquer verificação de terceiros poderá assegurar que todas as informações de que a Fitch dispõe com respeito a um rating serão precisas e completas. Em última instância, o emissor e seus consultores são responsáveis pela precisão das informações fornecidas à Fitch e ao mercado ao disponibilizar documentos e outros relatórios. Ao emitir seus ratings, a Fitch é obrigada a confiar no trabalho de especialistas, incluindo auditores independentes, com respeito às demonstrações financeiras, e advogados, com referência a assuntos legais e tributários. Além disso, os ratings são naturalmente prospectivos e incorporam hipóteses e predições sobre eventos futuros que, por sua natureza, não podem ser confirmados como fatos. Como resultado, apesar de qualquer verificação sobre fatos atuais, os ratings podem ser afetados por condições ou eventos futuros não previstos na ocasião em que um rating foi emitido ou afirmado. As informações neste relatório são fornecidas "tal como se apresentam", sem que ofereçam qualquer tipo de garantia. Um rating da Fitch constitui opinião sobre o perfil de crédito de um título. Esta opinião se apoia em critérios e metodologias existentes, que são constantemente avaliados e atualizados pela Fitch. Os ratings são, portanto, resultado de um trabalho de equipe na Fitch, e nenhuma classificação é de responsabilidade exclusiva de um indivíduo, ou de um grupo de indivíduos. O rating não cobre o risco de perdas em função de outros riscos que não sejam o de crédito, a menos que tal risco esteja especificamente mencionado. A Fitch não participa da oferta ou venda de qualquer título. Todos os relatórios da Fitch são de autoria compartilhada. Os profissionais identificados em um relatório da Fitch participaram de sua elaboração, mas não são isoladamente responsáveis pelas opiniões expressas no texto. Os nomes são divulgados apenas para fins de contato. Um relatório que contenha um rating atribuído pela Fitch não constitui um prospecto, nem substitui as informações reunidas, verificadas e apresentadas aos investidores pelo emissor e seus agentes com respeito à venda dos títulos. Os ratings podem ser modificados ou retirados a qualquer tempo, por qualquer razão, a critério exclusivo da Fitch. A agência não oferece aconselhamento de investimentos de qualquer espécie. Os ratings não constituem recomendação de compra, venda ou retenção de qualquer título. Os ratings não comentam a correção dos preços de mercado, a adequação de qualquer título a determinado investidor ou a natureza de isenção de impostos ou taxação sobre pagamentos efetuados com respeito a qualquer título. A Fitch recebe honorários de emissores, seguradores, garantidores, outros coobrigados e underwriters para avaliar os títulos. Estes honorários geralmente variam entre USD1.000 e USD (ou o equivalente em moeda local aplicável) por emissão. Em certos casos, a Fitch analisará todas ou determinado número de emissões efetuadas por um emissor em particular ou seguradas ou garantidas por determinada seguradora ou garantidor, mediante o pagamento de uma única taxa anual. Tais honorários podem variar de USD a USD (ou o equivalente em moeda local aplicável). A atribuição, publicação ou disseminação de um rating pela Fitch não implicará consentimento da Fitch para a utilização de seu nome como especialista, com respeito a qualquer declaração de registro submetida mediante a legislação referente a títulos em vigor nos Estados Unidos da América, a Lei de Serviços Financeiros e Mercados, de 2000, da Grã-Bretanha ou a legislação referente a títulos de qualquer outra jurisdição, em particular. Devido à relativa eficiência da publicação e distribuição por meios eletrônicos, a pesquisa da Fitch poderá ser disponibilizada para os assinantes eletrônicos até três dias antes do acesso para os assinantes dos impressos. 15

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