HARTOG, François. Evidência da História: o que os historiadores veem. Belo Horizonte: Autêntica Editora,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "HARTOG, François. Evidência da História: o que os historiadores veem. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011. 1"

Transcrição

1 HARTOG, François. Evidência da História: o que os historiadores veem. Belo Horizonte: Autêntica Editora, Luiz Henrique Bonifacio Cordeiro 2 Os debates sobre o fazer histórico são perenes desde que à historiografia foram impostos métodos para dar-lhe o rigor que uma disciplina séria deve possuir. François Hartog, historiador francês, membro do Centre Louis Gernet de Recherches Comparées sur les Sociétés Anciennes e Centre de Recherche Historique, além de membro-fundador da Association des Historiens da França, titular da cadeira de historiografia antiga e moderna da École de Hautes Études de Sciences Sociales (EHESS - França), é um nome central nos debates da historiografia atual, com erudição singular. Com tese sobre a escrita do outro a partir de Heródoto 3, Hartog é estudioso da escrita da história na antiguidade e das formas históricas de temporalização, sendo um dos responsáveis por trazer ao centro do debate historiográfico a questão do tempo, que é fundamental para o trabalho do historiador, mas muitas vezes é negligenciada ou pouco refletida; ainda neste campo, o referido autor produziu o conceito de "regimes de historicidade" 4, bastante difundido desde então. 1 Recebido em 07/10/2013. Aprovado em 19/11/ Mestrando em História Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Licenciado em História pela Universidade de Pernambuco - Campus Mata Norte. Membro do Leitorado Antiguo grupo de ensino, extensão e pesquisa da UPE; desenvolve pesquisa acerca do caráter político das comédias de Aristófanes. 3 Le Miroir d'hérodote. Essai sur la représentation de l'autre. Paris: Gallimard, Na obra ora resenhada, o autor discute brevemente os "regimes de historicidade", reconhecendo que atualmente eles possuem um lugar privilegiado nas reflexões historiográficas, tornando-se uma das problemáticas a serem abordadas pelos historiadores, exatamente porque "nossas relações com ele deixaram de ser evidentes" (HARTOG, 2011, p. 201), pois reconhece-se que há diversos modos de temporalidades. A obra em que Hartog detém-se a esse debate é: Régimes d'historicité. Présentisme et expériences du temps. Paris: Le seuil, 2002.

2 Luiz Henrique Bonifácio Cordeiro O livro ora resenhado, Evidência da História: o que os historiadores veem, publicado originalmente na França em 2005 e traduzido para o Brasil em 2011, trata de questões chave para o trabalho do historiador, como as formas de escrever a história, a importância do tempo, o tipo de escrita que se impõe aos documentos e quem deve se impor (o documento, a escrita ou o escritor). Ainda na parte introdutória, Hartog (2011, p. 14) é claro ao defender que a evidência do historiador é aquela que busca o 'por que', o 'como se dá' a visão do fato, unindo o que em Homero é representado por energeia (a visão do fato), evidentia (como pensar o fato) e evidence (testemunho, isto é, a fonte). Refletir sobre o estatuto da evidência na História é refletir sobre a própria História. Hartog afirma que a evidência, que tem a ver com a narrativa do historiador, nunca será completa. A primeira parte do livro apresenta e discute como foi vista e feita a história na antiguidade greco-romana. Hartog relaciona o que questiona nessa primeira parte à segunda, observando uma íntima relação entre memória, escrita e instituição. Todavia, é lembrado que a falta de cientificidade dos antigos está no fato deles não refletirem sobre a evidência da qual tratavam, sem formulação de regras para a produção. Hartog afirma que a relação do historiador com a História é como a do aedo com Minemosyne 5, promovendo uma visão dos acontecimentos como instrumento para conhecê-los melhor. O historiador, a partir de Heródoto, transforma-se em figura subjetiva, imiscui-se com seu conhecimento. No século IV a. C., historiador e filósofo 'trocam figurinhas', ação para o bem da História; todavia, fazem com que essa torne-se a história moralizante, a 'mestra da vida', ação importante para a historiografia antiga. Os gregos são inventores do historiador mais do que da própria história, pelo foco narrativo e pelo ato de identificar-se no texto. É também com os gregos que o historiador filosofa sobre seu fazer; incessantemente, a produção historiográfica passa por uma revisão filosófica feita pelos próprios historiadores, que rebuscam sempre a questão da memória, mostrando que a história é filosófica. 5 Deusa grega da memória, que dá voz ao aedo, revelando-lhe os segredos da memória. 535

3 Resenha: Evidência da história Na relação história-memória, Hartog considera a história como um processo. O tempo do qual ela se serve só recentemente passou a ser visto como vetor para o progresso e é o princípio organizador dos objetos de que trata a história, estando imiscuído à evidência do historiador. Entretanto, o tempo faz parte de uma relação problemática com a memória e com o indivíduo, pois as lembranças nem sempre são justapostas. Hartog (2011, p. 26) denomina "cultura da memória" à relação entre História e Memória; o historiador é o novo Heródoto, ao tentar ser "senhor da imortalidade" (da memória). Contrapondo-se a essa imortalidade e a esse poder da memória, o autor afirma que "se a história e a memória tiveram, de saída, um projeto comum, suas relações efetivas foram complexas, mutáveis e conflitantes". Contra Heródoto, Tucídides defendia que a memória seria sempre falível, exatamente pela sua confusão com o tempo. A busca da memória, contudo, é como uma busca das origens, intrínseca à vida humana, além de permitir compreender escolhas, sendo fundamental ao processo da história. Ir em direção aos primórdios é formular escolhas, esboçar rupturas. A evidência, então, pode ser relativa, ampla, complexa... A história é produzida através de narrativas, isto é, não se pode desvalorizar a boa articulação das palavras. Igualmente, a importância da palavra não deve ser negligenciada ao se observar as sociedades grega e romana, pois os oradores e sua eloquência foram fundamentais nessas sociedades e é a partir dessa importância que a história ocidental começou a ser escrita. Por isso, para Cícero, a cidade romana só se formou, saindo da vida 'selvagem', graças à força da palavra. Nessa relação entre fala e ação a palavra política foi de fundamental importância nas cidades antigas, mas enquanto há as falas que vêm depois da ação, imortalizando-a, há, paradoxalmente, as que controlam ou agem a partir de uma escolha sobre a situação. Hartog afirma que, como o orador, que tenta se perpetuar, o historiador visa a dar uma sobrevida a sua obra e, consequentemente, a si. Além disso, ele conclui que a eloquência busca a paz, mas floresce em meio a distúrbios.

4 Luiz Henrique Bonifácio Cordeiro A escrita da história é como a eloquência do orador, passível de ocorrências. No entanto, não é possível captar o tempo como ocorreu, por olhar a partir do presente; é preciso reconstituí-lo, por isso, o resultado será sempre diferente do ocorrido: será sempre uma recriação, por isso, pode-se afirmar que o historiador é passível de narrativas. A narrativa, que é uma montagem, dá à história o status de independente, e Hartog (Ibidem, p. 61) apresenta a etimologia dessa independência. Na etimologia da palavra e do fazer História, em Tucídides, estando ligado ao verbo historien (investigar) como o policial, que reconstitui, o histor é tomado por testemunha, não aquele que viu diretamente, mas aquele que dá seu parecer. Em um segundo sentido, mais inclinado a Heródoto, que também recorre à historie (procedimento de investigação), como oráculo, estando ligado ao verbo semainein (revelar), o histor esclarece a verdade para que se saiba viver com ela. Ao contrário do que a priori possa parecer, historien e semainein se complementam na prática historiográfica. A história funciona, nesse sentido, como uma autópsia à medida que impõe uma crítica ao testemunho da fonte e apresenta, por fim, um 'parecer'. A história trata, em suma, de um fato morto. O histor faz a autópsia do fato, por isso um sentido 'melancólico' da história, que sempre busca saber por que aconteceu; nunca age para evitar a catástrofe; aparece depois. Esse presente utiliza-se do passado, que já não existe de fato, para refletir sobre suas próprias incertezas. "Convocado como modelo, o passado é naturalmente um passado constituído por fragmentos escolhidos" (Ibid., p. 69). Com a investigação, Tucídides impõe à história um status de verdade, afastando-se do projeto promovido por Heródoto, que, segundo aquele, falha ao querer revelar o que acha que deve ser revelado. Para Tucídides é preciso imprimir uma rigorosa crítica. Hartog se apropria dos posicionamentos tucidideanos valorizando que, ao se afastar dos poetas que miram exclusivamente ao passado, o historiador parte do e para o presente. Em Tucídides, opsis (a vista) vale mais do que akoe (o ouvido), em prol de um conhecimento claro e distinto: "Não só o que vi, pessoalmente, aquilo que 537

5 Resenha: Evidência da história outros dizem ter visto, mas a condição de que essas visões (tanto a minha quanto as outras) resistam a uma rigorosa crítica" (HARTOG, 2011, p. 79). O histor que em Heródoto é revelador, em Tucídides se porta como "avalista em um litígio" (Ibidem, p. 81); ou seja, os indícios encontrados, que em Heródoto são recebidos a partir da imaginação, em Tucídides são testemunhas passíveis de questionamento. Sobre esse impasse entre os posicionamentos contrastantes entre os historiadores gregos, Hartog afirma que "impunha-se a existência de Tucídides para que Heródoto pudesse aparecer como mentor" (Ibid., p. 84), já que foi com esse que, com justa medida, ficou o título de pai da história, apesar de ter sido com o outro que a história passou a exercer uma crítica. Heródoto e Tucídides não rompem com a tradição de apresentar dois polos antagônicos dos indivíduos de que tratam ao impor sua autópsia, enquanto Políbio, historiador do século II a.c., não pretende apresentar categorias ou justiçamentos, mas o movimento e o momento da movimentação, representando um Mediterrâneo globalizado, ao buscar causas e mostrar-se presente. Ele defendia, segundo Hartog (Ibid., p. 103), "que não houvesse separação entre fazer a história e fazer história, pelo fato de que, provavelmente, ele se tornou historiador porque já não podia ser um homem de ação". Políbio inaugura, segundo Hartog (Ibid., p. 107), a sunopsis, "capacidade de ver em conjunto, de abranger em um só golpe de vista". A prática historiográfica, com Políbio, estreia uma nova fase por não se limitar a investigar (historien) ou a revelar (semainein); esse autor passa a unir a ação à palavra, impondo universalidade e dinamicidade ao trabalho da história. É com Políbio que abre-se o caminho para os historiadores romanos, que passam a valorizar a retórica e o acontecimento, tendo boa receptividade em seu tempo. O maior destaque ressaltado pelos historiadores romanos foi então as transformações em prol de um conhecimento verossímil. A segunda parte do livro 6 é, na verdade, uma continuação dos debates e temas empreendidos na primeira, mas localizados em autores chave da 6 Evidência nos Tempos Modernos.

6 Luiz Henrique Bonifácio Cordeiro historiografia do XIX e do XX. O primeiro capítulo 7 inicia-se com uma observação arqueológica do olhar do historiador, onde Hartog afirma que desde a antiguidade até o século XIX houve vários regimes historiográficos em consequência dos diversos posicionamentos dos historiadores, que acreditavam produzir veridicamente por incluírem-se em sua observação, não se afastando seu presente da produção e por portarem-se como decifradores desse presente. Buscando o passado, desfalecido por si só, a história visa a refletir sobre a vida; nas palavras de Hartog (HARTOG, 2011, p. 148), "evoca-se o fluxo das coisas". Aos que são pessimistas e consideram a história idealista e presa ao mundo das ideias, Hartog responde que não enxergam atuação de seu tempo em tudo o que produz 8. Nosso autor salienta, no entanto, que a visibilidade real na história não é imediata, mas gradativa, por gerar fundamental preocupação com a vida e dar importância à morte para que essa preocupação prevaleça: a história é, nesse sentido, um exercício fúnebre que prima pela vida; é o que ele chama de "visibilidade invisível" 9, onde os arquivos são mortos, mas, a partir do olhar do historiador, transformam-se em vozes para a história. Outro regime de visibilidade do XIX aparece como uma "ilusão", a partir de Fustel de Coulanges, que luta para impor uma 'história-ciência'. Esse autor visa a ver os fatos e, para não cair na visibilidade iludida, defende que se feche os olhos ao presente. No entanto, Hartog (Ibid., p. 159) afirma que "[...] ao opor um visível ilusório a um real que se deve aprender a ver, [...], ele não deixa de depender de um pressuposto de método: o historiador - em nome de sua competência - é aquele que, entre o visível e o invisível, "encontra os fatos" e consegue "vê-los" ou vê as coisas como elas são". Ao contrapor Thierry, Michelet e Coulanges, discordando ou não deles, Hartog (Ibid., p. 161) reconhece que todos pretendem estabelecer continuidade 7 O olhar do historiador e a voz da história, p Hartog faz referência direta ao teórico francês do XIX Augustin Thierry (Ibid., p. 149). 9 O teórico responsável pela ideia de história que vai de encontro à de Thierry é Jules Michelet (Ibid., p. 151). 539

7 Resenha: Evidência da história para a história em sua complexidade de real 10, o que lhe permite a afirmação de que "[...] o "realismo" é plural, e a visão não se limita a ser uma questão de ótica [...]". Há, nesse sentido, a intencionalidade de fazer emergir uma observação da ação humana no tempo, independente de como seja essa observação. Esse posicionamento é ratificado pelos Annales, com Lucien Febvre e Fernand Braudel, entre outros, que valorizam a complexidade da vida humana. Ao discutir o lugar da narrativa, Hartog reconhece que ela teve vários sentidos ao longo da trajetória da história como conhecimento. Já depois de bem consolidada a história social dos Annales 11, que se contrapunha à narrativa, como ao indivíduo e ao acontecimento, é em Paul Ricoeur, no entanto, que há reflexão profunda acerca da relação entre a narrativa e a história. Ricoeur, segundo Hartog (HARTOG, 2011, p. 175), ao desbravar o "mistério do tempo", conclui que "seria impossível existir história sem um vínculo, por mais tênue que fosse, com a narrativa". Seria mais sensato falar em "eclipse da narrativa", parafraseando Ricoeur (Ibid., p. 177), e reconhecer que o acontecimento é como uma "variável da intriga": "com funções diversas, ele pertence a todos os níveis [...]" (Ibid., p. 183). A narrativa se configura como aspecto intrínseco ao saber histórico ao voltar à tona por nunca ter desaparecido. Hartog afirma que o que mudou foram as maneiras de usá-la. A discussão sobre sua epistemologia, no entanto, é recente, além de ser responsável por recolocar o historiador no trabalho que produz, devido a questionamentos centrais: o que faço? o que vejo? como faço? Com olhar em perspectiva sobre a evidência, Hartog afirma que os objetos da história podem ser observados de fora dela. A partir de Claude Lévi-Strauss, com o "olhar distanciado" do estruturalismo, foi possível ao historiador dar passos mais largos, dialogando com a linguística e a etnologia. Nesse sentido, o historiador 10 Literalmente, "reatar o fio da tradição" (MICHELET apud HARTOG, 2011, p. 161), que quer significar um elo entre passado e presente. 11 Para Hartog, os Annales abandonam a narrativa em prol do contrário do que era cultivado naquela história metódica do XIX, ao valorizar o social e o global: "sob seu microscópio, o acontecimento deixa de ser "visível", legível" (Ibid., p. 176), e o deixa devido ao social, que trabalha com o tempo das estruturas. Entende-se, daí, que acontecimento e narrativa são inerentes um ao outro.

8 Luiz Henrique Bonifácio Cordeiro forneceu "uma arquitetura lógica a desenvolvimentos históricos que podem ser imprevisíveis, sem nunca serem arbitrários" (Ibid., p. 191). Se no início do livro os historiadores gregos, que diríamos aqui os inauguradores da escrita da história foram considerados uma espécie de testemunha enquanto pesquisadores, na parte final, o lugar reservado à testemunha é colocado em xeque, para que se produza reflexão e posicionamento também neste aspecto. Propõe-se um retorno à testemunha, entendendo-a como a fonte, fazendo, a partir daí, um aprofundamento epistemológico da discussão sobre a própria história. Com firmeza, Hartog (Ibid., p. 203) afirma: "a testemunha não é um historiador, e o historiador se ele pode ser, em caso de necessidade, uma testemunha não deve assumir tal função; e sobretudo ele só é capaz de começar a tornar-se historiador ao manter-se à distância da testemunha". Refletir sobre a testemunha e sobre o testemunho é refletir sobre o que vê ou sobre o que escreve o historiador. Hartog faz-nos ver que há testemunhas diversas, mais e menos experientes, talvez mais ou menos importantes ele dá o exemplo das vítimas do Holocausto. Sobre a condição da testemunha na escrita da história hoje, Hartog faz observações sem pretender encerrar o debate. Primeiramente, reconhece que vivemos em um período em que a "economia midiática" gera o "imperativo do ao vivo" (HARTOG, 2011, p. 209), onde tende-se a acreditar que a testemunha não mente, tende-se a ouvir as singularidades. Em segundo lugar, o imediatismo e o sucesso da testemunha fazem com que se amplie a noção do que vem ela a ser. Em terceiro lugar, paradoxalmente, a "impossibilidade do testemunho" (Ibid., p. 211); sobre esta última observação, Hartog afirma que há um espaço entre o que foi e o que poderia ter sido um acontecimento, o que permite afirmar que a testemunha permite uma reconstituição e não uma reconstrução. Testemunha-se o que já não se pode ver e uma testemunha é apenas um dos caminhos possíveis a se seguir. Teria a testemunha alguma autoridade? Ela é importante para o estabelecimento de uma tradição, no entanto, é necessário interrogá-la, fazer a autópsia, tal como o historiador grego, ou entendê-la como um auctor (fiador) 541

9 Resenha: Evidência da história latino. O que não se pode é calar o historiador perante a testemunha. O "paradigma do vestígio", questão premente do XX, faz Hartog mobilizar mais uma vez Ricoeur, com a narrativa, que depende do testemunho, que por sua vez deve possuir credibilidade e que está ligado à memória e à sua tradição. Outra observação: "a testemunha de hoje em dia é uma vítima ou o descendente de uma vítima" (Ibid., p. 227); nasce a dúvida entre o que seria autêntico e o que seria real ou verdadeiro. Reconhece-se a "questão da urgência a dar testemunho e da transmissão" (Ibid., p. 228). Hartog propõe que se valorize mais os arquivos com os quais se trabalha e se lhes compreenda mais a fundo, para que se possa julgá-los como convém na prática historiográfica. O próprio ato de 'julgar' é tema de reflexão, pois o historiador não deve se portar como absoluto, nem deixar ser 'absolutizado' pelo objeto. A crise atual, entendida como o momento de reflexões variadas de que é objeto a própria história, contudo, é tida por Hartog como um momento de transformações Essas são questões do último capítulo: Conjuntura do final de século: a evidência em questão? p

MATEMÁTICA E ENEM. Luiz Henrique Almeida de Souza do Nascimento UFMS luiz_g4@hotmail.com. Nathalia Teixeira Larrea UFMS nathalia_tl@hotmail.

MATEMÁTICA E ENEM. Luiz Henrique Almeida de Souza do Nascimento UFMS luiz_g4@hotmail.com. Nathalia Teixeira Larrea UFMS nathalia_tl@hotmail. MATEMÁTICA E ENEM Luiz Henrique Almeida de Souza do Nascimento UFMS luiz_g4@hotmail.com Nathalia Teixeira Larrea UFMS nathalia_tl@hotmail.com Luzia Aparecida de Souza UFMS luzia.souza@ufms.br Resumo Este

Leia mais

Docente: Gilberto Abreu de Oliveira (Mestrando em Educação UEMS/UUP) Turma 2012/2014 Email: oliveira.gilbertoabreu@hotmail.

Docente: Gilberto Abreu de Oliveira (Mestrando em Educação UEMS/UUP) Turma 2012/2014 Email: oliveira.gilbertoabreu@hotmail. Docente: Gilberto Abreu de Oliveira (Mestrando em Educação UEMS/UUP) Turma 2012/2014 Email: oliveira.gilbertoabreu@hotmail.com Blog: http://historiaemdebate.wordpress.com 1 Principais Conceitos sobre os

Leia mais

Curso de Relações Internacionais

Curso de Relações Internacionais UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE MARÍLIA Faculdade de Filosofia e Ciências Curso de Relações Internacionais 1 º. ano Disciplina: Introdução à História Profª Lidia M. V. Possas Lidia. M. V. Possas

Leia mais

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA Juliana de Oliveira Meirelles Camargo Universidade Candido Mendes/ Instituto Prominas e-mail: Ju_meirelles@yahoo.com.br Léa Mattosinho

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em psicanálise Autor: Érico Campos RESUMO Este trabalho discute questões gerais envolvidas na leitura de textos e discursos nas ciências

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita;

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita; MÉTODO CIENTÍFICO CONCEITO: palavra de origem grega, significa o conjunto de etapas e processos a serem vencidos ordenadamente na investigação da verdade; IMPORTÃNCIA DO MÉTODO: pode validar ou invalidar

Leia mais

DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013.

DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013. DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013. Resenhado por Bruno Ribeiro Nascimento 1 PPGCOM/UFPB http://lattes.cnpq.br/4210778274129446

Leia mais

O MUSEU E SUA FUNÇÃO SOCIAL PELO MAPEAMENTO DAS REDES SOCIAIS DOS MUSEUS Weidson Leles GOMES 1

O MUSEU E SUA FUNÇÃO SOCIAL PELO MAPEAMENTO DAS REDES SOCIAIS DOS MUSEUS Weidson Leles GOMES 1 O MUSEU E SUA FUNÇÃO SOCIAL PELO MAPEAMENTO DAS REDES SOCIAIS DOS MUSEUS Weidson Leles GOMES 1 Resumo: O presente Artigo busca abordar a pretensão dos museus de cumprir uma função social e a emergência

Leia mais

Dicionário. Conceitos. Históricos

Dicionário. Conceitos. Históricos Dicionário de Conceitos Históricos Kalina Vanderlei Silva Maciel Henrique Silva Dicionário de Conceitos Históricos Copyright 2005 Kalina Vanderlei Silva e Maciel Henrique Silva Todos os direitos desta

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

RESENHA: PAULA, MARCIO GIMENES DE. INDIVÍDUO E COMUNIDADE NA FILOSOFIA DE KIERKEGAARD. PAULUS/MACKENZIE, SÃO PAULO, 2009.

RESENHA: PAULA, MARCIO GIMENES DE. INDIVÍDUO E COMUNIDADE NA FILOSOFIA DE KIERKEGAARD. PAULUS/MACKENZIE, SÃO PAULO, 2009. caderno ufs - filosofia RESENHA: PAULA, MARCIO GIMENES DE. INDIVÍDUO E COMUNIDADE NA FILOSOFIA DE KIERKEGAARD. PAULUS/MACKENZIE, SÃO PAULO, 2009. Jadson Teles Silva Graduando em Filosofia UFS Indivíduo

Leia mais

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA SOBRE AVALIAÇÃO NA ESCOLA PÚBLICA/GEPAEP

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA SOBRE AVALIAÇÃO NA ESCOLA PÚBLICA/GEPAEP GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA SOBRE AVALIAÇÃO NA ESCOLA PÚBLICA/GEPAEP Apresentação Coordenadora: Maria Teresa Esteban Instituição: Universidade Federal Fluminense Os trabalhos apresentados ao IV Congresso

Leia mais

Incorporando a teoria e refletindo sobre a prática em dança contemporânea

Incorporando a teoria e refletindo sobre a prática em dança contemporânea Incorporando a teoria e refletindo sobre a prática em dança contemporânea Suzi Weber Departamento do Teatro da UFRGS Mestra (Université du Québec à Montreal (UQAM) Doutoranda Resumo: O corpo social refere-se

Leia mais

Arqueologia em construção

Arqueologia em construção Carta produzida pelo Grupo de Trabalho Arqueologia de Contrato Coletivo de estudantes do PPGARQ- MAE-USP Arqueologia em construção A Semana de Arqueologia tem como objetivos o debate, a troca de informações

Leia mais

Aula 03. o ato de ler. Leitura e conhecimento. Os poemas. Caríssimo aluno,

Aula 03. o ato de ler. Leitura e conhecimento. Os poemas. Caríssimo aluno, Aula 03 o ato de ler Caríssimo aluno, A leitura é componente fundamental do processo de aprendizagem, pois está relacionada a todas as disciplinas de seu curso. Convidamos você para fazermos algumas reflexões

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos.

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Diogo Vieira do Nascimento 1 (UERJ/EDU) Fabiana da Silva 2 (UERJ/EDU)

Leia mais

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA Marta Marques 1 O livro Leituras sobre John Dewey e a educação, do Prof. Dr. Altair

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a definição dos conceitos de alfabetização e letramento,

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta.

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Prezado(a) candidato(a): 1 Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Nº de Inscrição Nome PROVA DE LÍNGUA

Leia mais

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

RESENHA. Magali Aparecida Silvestre. Universidade Federal de São Paulo Campus Guarulhos e-mail: magali.silvestre@unifesp.br

RESENHA. Magali Aparecida Silvestre. Universidade Federal de São Paulo Campus Guarulhos e-mail: magali.silvestre@unifesp.br RESENHA Magali Aparecida Silvestre Universidade Federal de São Paulo Campus Guarulhos e-mail: magali.silvestre@unifesp.br Resenha da obra: Didática: embates contemporâneos Maria Amélia Santoro Franco (org.)

Leia mais

FILOSOFIA BUDISTA APLICADA A EMPRESA:

FILOSOFIA BUDISTA APLICADA A EMPRESA: FILOSOFIA BUDISTA APLICADA A EMPRESA: CRESCENDO PESSOAL E PROFISSIONALMENTE. 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Onde você estiver que haja LUZ. Ana Rique A responsabilidade por um ambiente

Leia mais

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE Terezinha Losada Resumo: A obra Fonte de Marcel Duchamp é normalmente apontada pela crítica de arte como a síntese e a expressão mais radical da ruptura com a tradição

Leia mais

Canguilhem e as ciências da vida

Canguilhem e as ciências da vida Canguilhem e as ciências da vida 679 CANGUILHEM, G. Estudos de História e de Filosofia das Ciências: concernentes aos vivos e à vida Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2012 1 Lizandro Lui 1 Instituto

Leia mais

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte A Educação na Constituinte de 1823 Cristiano de Jesus Ferronato 1 - PPG-UFPB O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte de 1823, e documentos contemporâneos ao período

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES Resumo SILVA, Amanda Oech 1 - UEL Grupo de Trabalho: História da Educação Agência Financiadora: não

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Dia_Logos. café teatral

Dia_Logos. café teatral café Café Teatral Para esta seção do Caderno de Registro Macu, a coordenadora do Café Teatral, Marcia Azevedo fala sobre as motivações filosóficas que marcam esses encontros. Partindo da etimologia da

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

GODOY, Luciana Bertini. Ceifar, semear: a correspondência de Van Gogh.

GODOY, Luciana Bertini. Ceifar, semear: a correspondência de Van Gogh. GODOY, Luciana Bertini. Ceifar, semear: a correspondência de Van Gogh. 13 2. ed. São Paulo: Annablume; Fapesp, 2009. 274 p. RESENHA Pepita de Souza Afiune * A autora Luciana Bertini Godoy é graduada em

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno A crise de representação e o espaço da mídia na política RESENHA Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno Rogéria Martins Socióloga e Professora do Departamento de Educação/UESC

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE UM MAPA CULTURAL PARA O ENSINO DO TEMA BIOMAS E BIODIVERSIDADE NO BRASIL : UMA A PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA

A CONSTRUÇÃO DE UM MAPA CULTURAL PARA O ENSINO DO TEMA BIOMAS E BIODIVERSIDADE NO BRASIL : UMA A PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA A CONSTRUÇÃO DE UM MAPA CULTURAL PARA O ENSINO DO TEMA BIOMAS E BIODIVERSIDADE NO BRASIL : UMA A PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA JOÃO AUGUSTO DOS REIS NETO 1, JOÃO HENRIQUE OLIVEIRA PEREIRA 2, ANTONIO FERNANDES

Leia mais

O AUTISMO NA PSICANÁLISE E A QUESTÃO DA ESTRUTURA Germano Quintanilha Costa 1

O AUTISMO NA PSICANÁLISE E A QUESTÃO DA ESTRUTURA Germano Quintanilha Costa 1 O AUTISMO NA PSICANÁLISE E A QUESTÃO DA ESTRUTURA Germano Quintanilha Costa 1 I Introdução O objetivo deste trabalho é pensar a questão do autismo pelo viés da noção de estrutura, tal como compreendida

Leia mais

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) -

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) - EXERCICÍOS DE FILOSOFIA I O QUE É FILOSOFIA, ETIMOLOGIA, ONDE SURGIU, QUANDO, PARA QUE SERVE.( 1º ASSUNTO ) Questão (1) - Analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA em relação ao significado

Leia mais

WEEDWOOD, B. História Concisa da Lingüística.

WEEDWOOD, B. História Concisa da Lingüística. RESENHAS WEEDWOOD, B. História Concisa da Lingüística. Tradução: Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002. Ronaldo de Oliveira BATISTA Centro Universitário Nove de Julho Um número crescente de livros a

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito 1. (Uel 2012) Leia o texto a seguir. No ethos (ética), está presente a razão profunda da physis (natureza) que se manifesta no finalismo

Leia mais

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, Impactos e Perspectivas.

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, Impactos e Perspectivas. VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, Impactos e Perspectivas. GT 18 - Psicología Social Del Trabajo en América Latina: Identidades y procesos de subjetivación,

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais 5.1. Conclusões A presente dissertação teve o objetivo principal de investigar a visão dos alunos que se formam em Administração sobre RSC e o seu ensino. Para alcançar esse objetivo,

Leia mais

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade Organizando Voluntariado na Escola Aula 2 Liderança e Comunidade Objetivos 1 Entender o que é liderança. 2 Conhecer quais as características de um líder. 3 Compreender os conceitos de comunidade. 4 Aprender

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto ***

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA * Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** Resumo: Este estudo foi construído a partir de uma pesquisa realizada na própria

Leia mais

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA Andrelino Costa FERREIRA (UEPB/SEE-PB) Priscila Raposo ANANIAS (CESED/SEE- PB) Profª Drª Francisca Pereira

Leia mais

COMITÊ BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA ARTE CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA ANPUH E AOS COLEGAS HISTORIADORES

COMITÊ BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA ARTE CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA ANPUH E AOS COLEGAS HISTORIADORES CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA ANPUH E AOS COLEGAS HISTORIADORES História Prezado Prof. Benito Bisso Schmidt Presidente da Associação Nacional dos Professores Universitários de Tendo tomado conhecimento

Leia mais

CONCEPÇÃO E PRÁTICA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: UM OLHAR SOBRE O PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO RAFAELA DA COSTA GOMES

CONCEPÇÃO E PRÁTICA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: UM OLHAR SOBRE O PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO RAFAELA DA COSTA GOMES 1 CONCEPÇÃO E PRÁTICA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: UM OLHAR SOBRE O PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A discussão que vem sendo proposta por variados atores sociais na contemporaneidade

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

5 Peço licença para este erro gramatical: utilizo os blogs foram sendo construídos porque é impossível pensar na

5 Peço licença para este erro gramatical: utilizo os blogs foram sendo construídos porque é impossível pensar na REFLEXÃO ENTRE PROFESSORES EM BLOGS : PASSOS PARA NOVAS EDUCAÇÕES 1 Adriane Lizbehd Halmann 2 Maria Helena Silveira Bonilla 3 Em certo momento do processo traçado pela pesquisa de mestrado que gera esta

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte.

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. Doutorando: Laudo Rodrigues Sobrinho Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP e-mail: laudinho@bol.com.br

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação

Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Conhecimento e Ciência: tipos de conhecimentos Professora: Sueli Andrade Disciplina: Metodologia do Trabalho Científico Ciência e Conhecimento

Leia mais

Jorge Dantas Amorim É POSSÍVEL CONHECER A VERDADE?

Jorge Dantas Amorim É POSSÍVEL CONHECER A VERDADE? Jorge Dantas Amorim É POSSÍVEL CONHECER A VERDADE? É importante deixar claro que este texto tratará do problema da verdade a partir de uma abordagem filosófica, mais especificamente esta problemática será

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA. Veruska Anacirema Santos da Silva

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA. Veruska Anacirema Santos da Silva A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA Veruska Anacirema Santos da Silva Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Orientador: Prof. Dr. Edson Farias (UnB)

Leia mais

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa cidade. Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma Bruno Oliveira O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma comunidade politicamente articulada um país

Leia mais

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO. Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO. Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda RESUMO: este texto tem por objetivo compreender a importância da

Leia mais

FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA

FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA BELÉM 2010 FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA Trabalho apresentado à disciplina Teoria e Técnica da Tradução

Leia mais

A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível?

A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível? 1 A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível? Natália Regina de Almeida (UERJ/EDU/CNPq) Eixo Temático: Tecnologias: Pra que te quero? Resumo As novas tecnologias estão trazendo novos

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

LIBRAS: UM MOVIMENTO PARA A INCLUSÃO

LIBRAS: UM MOVIMENTO PARA A INCLUSÃO LIBRAS: UM MOVIMENTO PARA A INCLUSÃO DORNELES, Marciele Vieira 1 JOST, Sabine 2 RAMPELOTTO, Elisane Maria 3 RESUMO O presente trabalho tem origem no Projeto Aprendendo Libras no Campus, com objetivo de

Leia mais

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Sobre o trabalho social O trabalho social nos programas de, exercido pelo (a) assistente

Leia mais

Mito, Razão e Jornalismo 1. Érica Medeiros FERREIRA 2 Dimas A. KÜNSCH 3 Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, SP

Mito, Razão e Jornalismo 1. Érica Medeiros FERREIRA 2 Dimas A. KÜNSCH 3 Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, SP Mito, Razão e Jornalismo 1 Érica Medeiros FERREIRA 2 Dimas A. KÜNSCH 3 Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, SP Resumo Este trabalho tem como objetivo relacionar os temas mito, razão e jornalismo. Com uma

Leia mais

Redenção Acontecimento e linguagem

Redenção Acontecimento e linguagem Redenção Acontecimento e linguagem Pediram-me que fizesse uma introdução a este debate acerca da «Redenção Acontecimento e liguagem» do ponto de vista da teologia sistemática. Limitar-me-ei, portanto,

Leia mais

PROCESSOS CRIMES: SUA IMPORTÂNCIA COMO FONTE PRIMÁRIA. 1

PROCESSOS CRIMES: SUA IMPORTÂNCIA COMO FONTE PRIMÁRIA. 1 199 PROCESSOS CRIMES: SUA IMPORTÂNCIA COMO FONTE PRIMÁRIA. 1 FERIOTO, Diego Gomes. 2 RESUMO Apresentaremos resultados parciais da pesquisa que pretende enfatizar a importância dos processos criminais como

Leia mais

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 TEXTO NUM. 2 INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 Max Weber, O indivíduo e a ação social: O alemão Max Weber (1864-1920), diferentemente de Durkheim, tem como preocupação central compreender o indivíduo e suas

Leia mais

ATENDIMENTO AO CLIENTE

ATENDIMENTO AO CLIENTE ATENDIMENTO AO CLIENTE Tópicos a serem apresentados: O que é? Para que serve? Objetivos do Curso. Conteúdo Programático. Empresa As Pessoas O Produto O serviço Atendimento Competitividade Tipos de Clientes

Leia mais

AFORISMOS DE JACQUES LACAN

AFORISMOS DE JACQUES LACAN AFORISMOS DE JACQUES LACAN Marco Antonio Coutinho Jorge (org.) O texto de Lacan, assim como o de Swedenborg, segundo Borges, é daqueles que expõe tudo com autoridade, com uma tranqüila autoridade. Ciente,

Leia mais

ARTE E LINGUAGEM UNIVERSAL

ARTE E LINGUAGEM UNIVERSAL ARTE E LINGUAGEM UNIVERSAL ANGELO JOSÉ SANGIOVANNI - Professor da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR)/CAMPUS II FAP) Email: ajsangiovanni@yahoo.com.br Resumo: A partir da análise da tragédia antiga,

Leia mais

Revista labor n.4 v.1 ano 2010 ISSN: 19835000

Revista labor n.4 v.1 ano 2010 ISSN: 19835000 Como mudar o mundo sem tomar o poder. How to change the world without taking the power Elisabeth Sekulic Thobani 1 O livro Como mudar o mundo sem tomar o poder, do sociólogo e filósofo irlandês, John Holloway,

Leia mais

Relações de força: história, retórica, prova

Relações de força: história, retórica, prova resenhas 223 Relações de força: história, retórica, prova autor Carlo Ginzburg cidade São Paulo editora Companhia das Letras ano 2002 O historiador Carlo Ginzburg configura-se com destaque no cenário internacional,

Leia mais

O QUE É A ATITUDE FILOSÓFICA?

O QUE É A ATITUDE FILOSÓFICA? O QUE É A ATITUDE FILOSÓFICA? Rodrigo Janoni Carvalho 1 A atitude filosófica se remete ao ato de pensar, questionar o óbvio, criticar, enfim, filosofar. Toda filosofia deve ser radical, não se contentando

Leia mais

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 (Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 Beatriz Maria ECKERT-HOFF 2 Doutoranda em Lingüística Aplicada/UNICAMP Este texto se insere no painel 04, intitulado Mises au point et perspectives à

Leia mais

ENTREVISTA PROF. DR. FABRICIO POSSEBON. Coordenador do curso de Graduação (licenciatura e bacharelado) em Ciências das Religiões da UFPB

ENTREVISTA PROF. DR. FABRICIO POSSEBON. Coordenador do curso de Graduação (licenciatura e bacharelado) em Ciências das Religiões da UFPB 5 ENTREVISTA PROF. DR. FABRICIO POSSEBON Coordenador do curso de Graduação (licenciatura e bacharelado) em Ciências das Religiões da UFPB Clarissa De Franco equipe editorial Último Andar Último Andar:

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Tainah Schuindt Ferrari Veras Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Bauru/SP e-mail: tainah.veras@gmail.com

Leia mais

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Rita de Cássia Rangel Alves Rita.alves_2007@hotmail.com Paula Sabrina Barbosa de Albuquerque Paulasabrina.ba@hotmail.com

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

Reestruturação: Uma Noção Fundamental para o Estudo das Transformações e Dinâmicas Metropolitanas.

Reestruturação: Uma Noção Fundamental para o Estudo das Transformações e Dinâmicas Metropolitanas. Reestruturação: Uma Noção Fundamental para o Estudo das Transformações e Dinâmicas Metropolitanas. Sandra Lencioni A importância que o termo reestruturação vem assumindo na Geografia requer uma reflexão

Leia mais

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação Considerando a importância de estudos que abordem dimensões

Leia mais

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES 2º. Bimestre Capítulos: I Ética: noções e conceitos básicos II Processo de Decisão Ética III - Responsabilidade Social Apostila elaborada pela Profa. Ana

Leia mais

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social PALESTRA 03: Investigação em Serviço Social: para quê, a

Leia mais

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento Jéssica Albino 1 ; Sônia Regina de Souza Fernandes 2 RESUMO O trabalho

Leia mais

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES Ao longo de muitos séculos, a educação de crianças pequenas foi entendida como atividade de responsabilidade

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL TEORIA MARXISTA NA COMPREENSÃO DA SOCIEDADE CAPITALISTA Disciplina: QUESTÃO E SERVIÇO Professora: Maria da Graça Maurer Gomes Türck Fonte: AS Maria da Graça Türck 1 Que elementos são constitutivos importantes

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

O SER DOS ENTES QUE VÊM AO ENCONTRO NO MUNDO CIRCUNDANTE; UMA ANÁLISE DO PARÁGRAFO 15 DE SER E TEMPO DE MARTIN HEIDEGGER

O SER DOS ENTES QUE VÊM AO ENCONTRO NO MUNDO CIRCUNDANTE; UMA ANÁLISE DO PARÁGRAFO 15 DE SER E TEMPO DE MARTIN HEIDEGGER O SER DOS ENTES QUE VÊM AO ENCONTRO NO MUNDO CIRCUNDANTE; UMA ANÁLISE DO PARÁGRAFO 15 DE SER E TEMPO DE MARTIN HEIDEGGER Jupyra Vilela Barreto (Grupo PET - Filosofia) Orientadora: Glória Maria Ferreira

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais