CPDOC CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENT AÇAO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL DESCIUÇAO EM ARQ[JIVOS PIUVADOS ARRANJO E

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CPDOC CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENT AÇAO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL DESCIUÇAO EM ARQ[JIVOS PIUVADOS ARRANJO E"

Transcrição

1 CPDOC ARRANJO E DESCIUÇAO EM ARQ[JIVOS PIUVADOS PESSOl'.) S: AINDA VMA ESTR7\TÉGIlI A SER Regjna da Luz Horeira CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENT AÇAO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL RIO DE JANE,IRO

2 FUNDAÇAO GETÚLIO VARGAS, INDIPO I CPDOC I c P D O C "Trabalho final de conclusão do 11 Curso de Aperfeiçoamento em Arqui vos Públicos, ministrado pelo Arquivo Naciona 1, com recursos do Programa.:las Nações Uniàas para o Desenvolvimento (PNUD)." ARRANJO E DESCRIÇi\O EM ARQlJIVOS PRIVIIDOS PESS01US: AINDA UMA ESTRIITÉGI A SER DEFINlílA? Regina da Luz Horeira FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL RIO DE JANEIRO 1990

3 Jl.J llli. 10 id 11991

4 SUMÂRIO APRESENTAÇJ!.O INTRODUÇJ!.O HISTÓRICO DO CPDOC O CPDOC e o momento de sua criação O perfil do Centro A evolução metodo16gica ESTUDO DE CASO: O ARQUIVO ERNÂNI DO AMARAL PEIXOTO O que é um arquivo privado de um homem públ ico Breve notic ia biogrifica Hist6r ico do acervo A especi ficidade do arquivo e o arranjo adotado critérios adotados na deffnição das séries por tipo Cr itérios adotados na definição das séries '-:uncionais Critérios adotados na definição das séries temát icas CONCLUSOES , ANEXOS 71 ' BIBLIOGRAFIA

5 Coordenação editorial: cristina Mary Paes da Cunha Datilografia: Márcia de Azevedo Rodrigues Moreira, Regina da Lu z. Arranjo e descriç o em arquivos privados pessoais: ainda uma estratég ia a ser defini.? / Reg ina da Luz Moreira. Rio de Janeiro, CPDOC, Trabalho de conclusão do 11 Curso de Aperfaiçoamento em Arquivos Públi cos, sob a orientação da Prof. Ma ria Od ila Kahl Fon seca -- Arquivo Nacional, financiado pel Programa das Nações Unidas para o Desenvol vimento. 1. Arquivos Pessoais e Fami liares - Arranjo e Descrição. 2. Arquivos Privados Arranjo e descrição. 3. Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (Rio de Janeiro ) 4. Peixoto, Ernâni do Amaral - Arquivo. I. Título.

6 Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. 1 parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. (De um arquivo privado pessoal a um arquivo público. Ou será Fernando Pessoa?)

7 APRESENTAÇAo "A"certa altura da vida, va i ficando possíve l dar balanço no passado sem cair em autocompl cência, po is nosso testemunho se torna registro da experiência de muitos, de todos que, pertencendo ao que se denomina uma geração, julgam-se a pr incípio diferentes uns dos outros e vão, aos poucos, ficando tão iguais, que acabam desaparecendo como indivíduos para se dissolverem nas características gerais da sua época." (Aptónio Cândido, In: MOTA, Carlos Gu ilherme. A histori grafia brasi leira nos 01t1mos gu renta anos: tentativa de dvalia ÇãOcrit ica) Muito, ou bastante, já foi dito sobre a atuação do Centro de pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil CPDOC na preservação e divu lgação de parcela da Inemória documental da nação, aquela representada pelos arquivos pr ivados dos homens públicos que atuaram no per íodo que se inicia com a Revolução de Raras, contudo, foram as tentativas de avaliação crítica des ta trajetória, em muito voltadas para o lado prát ico da questão: a atualização dos procedimentos técnicos, a (re)definição da linha de acervo, e os então 12 anos de experiência da instituição, enfim reflexões mais ligadas às suas atividades cotidianas do que a qualquer pretensão de avaliação de seus próprios passos.

8 2 Após 1 7 anos de existência do Centro, contudo, haver o distanciamento a que se refere Antônio Cândido cremos para já que seja feito o balanço no passado. Balanço que não caía na autocom- "placência, nem tão pouco na supervalorização. Este trabalho de final de curso t"erá como objetivo anal i- sar a evolução dos mét0dos de arranjo estab elecidos pelo CPDOC para a organização de arquivos pr i vados contemporâneos. Para desenvolvi mento desta análise, será feito um estudo de caso com base no arquivo de Ernâni do Amaral Peixoto, depos itado no Centro: os documen tos acumulados espelham a trajetória do titular no cenário político estadual e nacional, apresentando em diversos momentos a justaposição de funções, o que bem exempl ifica a complexidade e a especificidade de cad m dos novos arquivos. rec b idos pela inst ituição nes tes últimos anos. Nosso testemunho, aqui, procurará ser um reg istro não apenas da experiência pessoal com um arquivo, mas principalmente da 0X periência de muitos. De todos aqueles que de alguma forma deram sua contribu ção para o aperfe içoamento técnico e amadurecimento de todos nós que hoje integramos a equipe.

9 3 1. lntroduçj\o Foi em 1950, durante o I Congresso Internacional de Arquivos, que se discut iu pela primeira vez, de forma mais ampla embora ainda sumária - a questão dos arquivos privados. Hoje, cee ca de 40 anos depois, ainda não há urna conceituação precisa e u:1iversal para este tipo de arquivo, normalme nte definido corno sendo aquele que não pertence ao Estado. OU','3eja, por exclusão, restrito a seu estatuto jurídico. Segundo Henri Baut ier (Bautier, 1961 : ), esta te dência de pr ivileg iar o públ ico tem sua explicação na própr ia origem da doutrina arquivística em meio aos arquivos do Estado. Neste sentido, a influência mais marcante fel a do Manual dos arquivos holandeses, cujos autores (Muller, S.; Feith, J.A. e Fruin, R. ) recusavam qualquer tipo de qualificação arquivíst ica para os documentos acumulados seja por organismos privados, seja por família ou in divíduos, restringindo o conceito de arqu ivos àqueles de proveniência pública. A influência exercida, por este Manua l em todos os pai ses explicaria, ainda segundo Baut ier, o porquê dos arquivos públicos se mostrarem, durante boa parte do século XIX e do atual, pouco inclinados a receber - e muito menos' a solicitar a doação ou depósito deste tipo de acervo, considerando-os de competência das bibliotf'cas.

10 4 Trata-se da valorização do arquivo como agente "conservador", mantenedor dos documentos produzidos pelas autoridades pgblicas, que tem sua origem mais imediata no surgimento do Estado de direito (séc. XIX), onde o direito pgblico é tido como princípio or ganizacional de todo o ordenamento político. A partir de então, se por um lado temos uma nítida diferenci ação entre a esfera pgblica e o setor privado, por outro, temos o arquivo pgbl ico atuando cada vez ma is como suporte das t ividades os poderes pgblicos, papel que lhe confere a função de depos itário da fé pública. Este quadro em relação aos arquivos privados praticamente inalterado até o período do entre gu erras, manteve-,;e quando surgem os primeiros sinais de mudança. Na França, por exemplo, Char. les Langlois, diretor dos Arquivos Nacion'a is ( ), cri:)u nes ta inst ituiç50 uma série especial para abrigar a documentos d 0 i gem privada (então considerados de origem "extraordinária" ). Na re al idade, tratava-se da resposta dos arquivistas ao est ímulo detonado ainda nos últimos anos do século a ssado pelos historiadores, que começbram a tomar consciênci de uma fonte que ainda não havia sido mu ito explorada. Entretanto, a cristal ização destas mudanças pela arquivologia só veio a ocorrer, de forma generalizada, apos a Segunda Guer ra Mundial, pressionada pelo movime to da cole des Annales, pela história econômica, demográfica, social, etc. Já nos anos 50, por duas vezes (1950 e 1956) os arquivos privados foram objeto de discussão em congressos internacionais de arquivologia, o que comprova o reconhecimento, por parte dos arquivistas, da importância dos arquivos pr i vados como parte essencial do patrimônio históri co de uma nação.

11 5 Ainda hoje, no entanto, não se chegou a um consenso em relação à conceituação de arquivo privado, que tem variado de acordo com o país, ora prevalecendo como definidor. do tipo de arquivo o critério de origem, ora o da utilidade, ou seja, o do interesse comum. A este propósito, Ricardo Filangieri, após avalia r o que vários países europeus consideram como arquivo privado, conclui que : " os arquivos qúe, do ponto de vista político, podem ser considerados como públ i cos ou privados são os econômi cos, no sent ido mais amplo, e os re ligiosos ; poderiam portanto ser chamados de 'arquivos sociais', como pertencente a uma coletividade de função social. Mas ao lado dessa classificação, que se baseia na própr ia natureza dos arqu ivos, aparece uma outra,... que reúne os documentos de interesse cultural. Es ta anula radicalmente o pr i ncípio da seleção, podendo ter influência sobre qualquer gênero de arquivos, mesmo os. mais pessúctis e os mais reservados". (Filangieri, 1964: 38) Na real idade o que se pode constatar, com relação a conceituação de arquivo privado, é a existência de confl ito entre os princípios da propriedade privada e do interesse público, o que aca ba por determina" a ambigüidade na? efinição das fronteiras entre o público e o privado. Mesmo optando por agrupar sob a designação de arquivos pri vados todos os conjuntos documentais que não sao públicos ou semipúbl icos, Bertrand e Genevieve Gille alertam para o fato de que esta opção não es tá isenta de dificuldades :

12 6 "Os critirios juridicos sio falhos. e os limites lógicos permanecem muito fluidos. Pode-se dist inguir de um lado o conteúdo dos fundos. e de outro. sua situaçio de posse. Neste último caso. a confusão i completa: na realidade. muitos papiis pr i vados sio conservados nos depósitos públ icos. e sabe-se. a propósito. que part iculares detêm inúmeros papi is d carát :r sem que isto seja discutido". (Gille 1970: 401. & públ ico. Gille. Dizer. portanto. que arquivo privado i aquele que nio e p blico. ou semi público. nio permite a definição de limites precisos entre o que i público e o que i pr ivado. Mais ainda : nio considera que. invariavelmente. os arquivos pr i vados. em especial os pe!1soa is. contêm atos estr itamente pr i vados. e atos estritrmen te públ i ec.s. alim de atos ue in teresse públ ico. como bem pudemos apreender em nossa experiência com este tipo de acervo. Uma q estio é o eslatuto juridico deste tipo de arqui vo. em qu prevalece o direito de propr iedade. mas que nio di conta da rat reza dos documentos que compõem o conjunto. O que se verifica na pritica é que a maior parte dos arquivos privados pessoais apresenta documentos nio apenas de interesse público mas públicos em sua origem: documentos que. pela inexistência de uma legislaçio espec ifica. acabaram sendo incorporados ao arquivo privado de algum pol itico ou administrador. enquanto deveriam ter permanecido como documento público. Tratase. então. de deslocar o eixo da discussio do âmbito juridico para o da natureza dos documentos. ou seja. para a definição do que é um documento público. quando um documento deve ser considerado público etc.

13 7 "Uma questio, para o usuirio, oempre aparece. Aquilo que foi assinado, aquel a notinha, aquele papelzinho, aquela carta que ele Co ator polímandou, que ele rece- tico/t itular do arquivo)" beu, e assim por diante, sio dele? Ou são da nação? O papel que leva um logot ipo ou um carimbo, que tem uma assinaturd embaixo do ocupante do cargo públ icc, pas d a ser um documento nacional. Na hora em que o ocupante do cargo, presidente, ministro, chefe, coordenador, etc... faz a 1 impe za das gavetas, porque passa o cargo ou porque foi expelido do cargo.. até onde pode ir uma limpeza? Quer dizer, além de levar a caneta com o nome dele e as cartas pessoais que mandou para os amigos, o resto, e esse r"esto é o grande, fica aonde? Qual o direito dessa pessoa de levi-lo con5.igo, de destruí-lo, (ou até mesmo) de envii-lo a um arquivo desconhec i do.. " (René Dreifuss, Revista do Patrimón io Hist6rico e Artist ico Nacional, 1987: 172) Em termos de arquivo, os pol íticos contemporâneos têm o mesmo comportamento que os de outras pocas, independentemente do pais: os papéis decorrentes do exercício de um cargo, ou de um man dato sio considerados como de sua propr.iedade part icular, e são por eles guardados tendo em vista uma ut ilização presente ou futura. Uma pr imeira tentat iva de mudança foi esboçada em 1936, na França, através de projeto de lei que considerava pertencente ao Estado todos os documentos que tenham sido endereçados ou recebidos em decorrência do funci onamento dos poderes públicos e das institui ções administrativas, e originados seja de representantes ou de agentes de uma coletividade pública, seja de part iculares. Em outras palavras, considerava pri vados apenas os papéis que tivessem

14 8 sido produzidos ou recebidos por part iculares enquanto pessoas privadas, e nio em decorrincia do exercício de mandatoz ou funções oficiais. Este projeto contudo nio chegou a ser votado, e até hoje os Arquivos Nacionais de França recebem em sua série de arquivos pri vados contemporâneos documentos proveri entes do.. exerc1c10 das funções desempenhadas por um indivíduo (papiers de fo ct ion ) que, segundo sua importância, sio mantidós jullto com os demais documentos do titular, ou sio tra sformados 8m um fundo anexo. Nos Estados Unidos, durante cerca de 180 anos, os arquivos presidenciais foram considerados como propriedade privada dos presidentes, que assim dispunham livremente de seus papéis: a independincia dos poneres execut ivo, legisl ativo e judiciário garqntida pela constituiçio norte-americana era es endida aos arquivof dos titulares destas funções, o que na prática, ao r ivatizar o conjunto documental, el iminava a dificuldade de fazer a sepa raçio do que era documento oficial de pr ivado. Em 1978, no entanto, após intensa campa nha desenvo!vida pela mídia em decorrincia do Caso Watergat e, era aprovado o Presidcntial Records Act, pelo qual os arquivos do presidente, a part ir de 20 de janeiro de 1981, seriam considerados como de natureza públ ica, e como tal, pertencentes à naçio americana. Além disso, retomando as recomendações da Comissio Nacional de Estudo dos Arquivos e Documentos das Autoridades Federais - criada pela Presidential Recordings and MateriaIs Preservation Act, de 1974 definia, de forma precisa os arquivos presidenciais, diferenciando-os dos pessoais: "os arquivos presidenciais sio os documentos, seu sentido mais amplo, produzidos ou recebidos em

15 9 pelo Presidente e seus colaboradores do Executivo, cuja função é auxiliá-lo no exercício de suas responsabilidades oficiais; os arquivos pe soais do Presidente e de seus conselheiros são os documentos sem ligação com a condução dos assuntos governamentais e sem efeito sobre eles". (Canavaggio, 1986:127) A partir desse momento, portánto, os arquivos presidenciais passaram a ser propr iedade do governo federal: após o término do mandato do presidente cabe ao Arquivo Nacional dos Estados Unidos a responsabi lidade da conservação de seus documentos, bem como de sua transferência a uma bibl ioteca presidencial ou a um depósito públ ico fede ral. No Brasil, contudo, a situação não se mostra muito di(qr n te da dos dem«ls países. A inexistência de uma lei geral de arqulvos, aliada à falt a de tradição dos recolhimen'.:vs sistemát icos - que na prát ica poderiam ser efetuados mesmo 3em esta legislação - ao Ar quivo Nacional, criou uma dificuldade ma or para a diferenciaçã0 do que é público e do que é privado. Raro é o político ou administrador público que, ao abandonar seu cargo, não esvazia as gavetas, l vando para casa - quando não destrói - inúmeros documentos de natureza pública. Neste sent ido, é comum, quando nã6 freqüente, encontr.ar.-se em arquivos privados pessoais documentação original - e nao apenas cópias - produzida e recebida no exercício de uma função pública, ou de um mandato elet ivo, que deveria se encontrar nos depósitos dos órgãos de origem, aguardando recolhimento ao Arqu ivo Nacion al. A pr imeira tentativa de mudança foi esboçada em 1981, atra vés de anteprojeto de lei dispondo sobre a pol ítica nacional de ar-

16 10 quivos públicos e pr i vados. Este anteprojeto, que não chegou a ser votado, considerava arquivo privado o conjunto de documentos produzidos ou recebidos por instituições não governamentais, famílias ou pessoas físicas. Como se pode observar, esta def inição não elimina a questão do documento de natureza pública indevidamente apropriado pe lo ocupante do cargo. Tr&s anos depois, tendo em vista o impasse gerado por este anteprojeto, (oi apresentado um outro, que objet ivava ma is a questão dos arqui vos pr i vados: são pr i vados quando a produção e acumulação de documentos decorrem do exerci.c io de atividade privada espec ífica por par te de pessoas ou entidades não governamentais. Ao limitar a origem do documento ao exercício de at ividade privada cspecífica, este anteprojeto exclui, de modo bem claro e obj. t ivo, aqueles docu entos origi nados/acumulados,. no exerf"lci0 de atividade pública ou política. Se por um lado nos pareça que a condução da discussão ganha maior objetividade, por outro,!nviabiliza a acumulação de documentos privados durante o exer cício de funções públicaso Neste sentido, nos parece que a po.3ição adotada pelos norteamericanos se aproxima mais da realidade, ao admitir a possibilidade de formação de um arquivo pri vado simultaneamente ao exercício de uma função ou mandato: basta que o documento nao tenha qualquer relação ou efeito sobre o exercício de deveres constitucion ais, estatutários ou de outra ordem oficial ou ce rimonial do presidente". (Peterson, 1987) De qualquer modo, não há apena.s a necessidade de se regulamentar a questão com a aprovação de uma lei de arquivos para o Brasi l. Torna-se necessár io também que se desenvolva todo um. programa de conscienti zação junto à classe política e aos funcionár ios

17 11 públicos, de modo que, ao se afastarem de um cargo, ou ao término de seu mandato, levem consigo apenas aqueles documentos de caráter estritamente pessoal. Caso contrário, pelo menos quanto a este aspecto, a lei não sairá do papel. A il'lexistê!1cia destes do is fatores, de certo modo, veio a supervalorizar a criação de centros de documentação privada, uma vez que permitiu a seu usuário - o pesquisador em hist6ria e ciincia pol ítica, principalmente - ter acesso a documentos públicos não recol hidos aos dep6sitos públicos. Por outro lado, deve se considerar também a possibilidade de que alguns destes documentos (originais ou cópias ) de natureza públ ica qu se encontram em insti tuições pr i vadas, caso tivessem sido recolhidos ao Arquivo Nacional,,est ariam sujeicos a prazos para a descln sificação. Nestes casos, o acesso a estes documentos se daria Jogo após o término da orgdnização do arquivo, uma vez que, em se tratando de acervos de instituições pr ivadas, as restrições de acesso, qua!1do existem, são de correntes da vontade do titular do arquivo ou de seus descendentes, e via de regr estão condicionados a questões que afetam ma is diretamente a imagem do titular, seja no âmbito profissional seja no pessoal/familiar. Além disso, no ato da restrição, dificilmente fi ca estabelecido o período de sua vigincia. Se du ante a maior pa rte de nossa história esta f lta e consciência acabou, de certo modo, por garantir a preservação de do cumentos de caráter histórico produzidos pela administração pública, principalmente pela pouca importância dada pelo Estado ao Arquivo Nacional - o que se traduzia em precariedade de verbas, instalações e pessoal -, o momento hoje é outro. Com o pr.ograma de modernização implementado a partir de 1980, esta insti tuição não

18 12 apenas resolveu seu problema de espaço, como também conta hoje com pessoal tecnicamente qualificado, que tem lhe permitido desenvolver junto à administração pública federal todo um trabalho visando a racionali zação da produção documental, de modo a garantir a preservação dos documentos que virão a ter valor permanente. Em um primei o momentv, pode parecer que a adoção e apl ic ção de critérios diferenciadores entre documento público e privado impl icaria no esvaziamento dos arquivos pessoais, e consequentemente do acervo das instituições arquivísticas que deles se ocupam, c mo o CPDOC. Se por um lado não se pode negar este tipo de ocorrência, por outro, é necessiria a relat ivização de seus efeit03. Afinal - tomando por base o pr6prio ace rvo do CPDOC -, é consider vel a documentação de cariter pessoal e extra-oficial, em que são abordadas as questões p(,blicas, pol íticas e administrativas. Na realidade, seria ma is uma questão de considerar tal tipo de acervo arquivístico como complementar ao que se encontra r colhido aos arquivos públ icos, e não omo subst itutivo o que geralmente ocorre, a partir do momento em que a documentação pública não vem sendo regularmente recolhida a eles. Até hoje, o que se verifica é o usuário pesquisando em arquivos privados não somente pelo conjunto globa l da documentação que um determinado fundo pode lhe. oferecer, ma3 também (e, em muitos casos, pr incipalmente porque tem a certeza de que neles encontrari documentos oficiais que ji deveriam ter sido recolhidos ao arquivo público, seja na esfera federal, estadual ou mesmo municipal. A inclusão de documentos de cariter públ ico acaba não apenas por supervalorizar a importância hist6rica de um arquivo pri vado, mas, principalmente, por camuflar seu real valor enquanto tal :

19 13 com freqüência, são doados arquivos pessoais que, aso se fizesse um expurgo dos documentos oficiais, teriam reduzido ou nenhum valor histórico. Trata-se, portanto, das insti tuições privadas raci nalizarem sua política de recebimento de arquivos, restringindo-a àqueles que realmente ossuam valor hisxó rico enquanto arqu ivo privado, o que lhe permitiria o melhor emprego do espaço, e das verbas para pessoal e preservação. Em uma instância maior, trata-se também do próprio Estado poder" racional izar a distribuição das verbas destinadas à preservação da memória documental do país, sem incorrer na dupl icação de esforços e gastos. Referindo-se à importância dos arquivos privados pessoai s/ familiares para a história, Bertrand e eneviive Gille afirmam que:.. a história politi ca do sé. XVIII não pcderi ser reescri ta enquanto não forem organi zad03 os papéis de todos os ministros, que na ma ioria das vezes f cou com seus descendentes. Os arquivos privados são igualmenle ind ispensiveis para u::la melhor compreensão da história diplomit ica. Ao lado da correspondência oficial conservada no Ministério dos Negócios Estrangeiros, é fácil de se perceber o interesse das cartas ditas 'particulares ' que reforçam a pos ição oficial do embaixador, de seu ministro ou de um diretor do ministério, perm,i posição do" diplomata, seus contatos mais ou menos secretos, suas informações confidenciais, os motivos das decisões. (Gille & Gi l1e, 1970:412) O mesmo se di com relação à história econômica, financeira, das mental idades etc. Trata-se, o rt anto, de reforçar o cari-

20 14 ter de complementariedade do arquivo privado, em rel ação ao acervo públ ico. Somente através de consultas a este tipo de arquivo poderá o pesquisador detectar alianças, arti culações, mot ivações, entre outros, que não foram oficialmente registradas, e que conseqüentemente não constam da hi storiografia tra.d.icional.

21 15 2. HISTÓRICO DO CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇ O CONTEMPORÂNEA DO BRASIL - CPDOC DE HISTÓRIA O Centro de Pesquisa e Documentação d História Contempor nea do Brasil - CPDOC. foi criado e 25 de jullho de por inter médio da portaria de n2 76 da presidência da Fundação Getúlio Var:gas. que ainda o subordinava administrativamente ao Instituto de Direito Públ ico e Ciência política-indipo. Contava então com o arquivo de Getúlio Vargas e um pequeno núcleo técnico (um pesquisador. um documenta1ista e quatro estag iários ). que se ocupava da r. ganiza ção dos papéis do ex-presidente. A doação de novos conjuntos documentais. gerou nao apenas o crescimento do Centro. como também a reavaliação de seus objeti vos. Em pouco tempo. a instituição já se propunha a atingir uma dupla finalidê:de: "reunir. organizar. preservar e colocar à disposição de pesqu isadores um acervo histórico-documental. e. ao mesj:lo tempo. elnpreender sua própria atividade de pesquisa." (Franco. 1977) Definia-se deste modo o perfil atual do CPDOC. A part ir de o Centro passou a contar com autonomia administrativa em relação ao INDIPO O CPDOC e o momento de sua criação A década de no que diz respeito à pesquisa histórica, foi marcada pelo fenômeno do brasilianismo. quando o interés se dos norte-americanos se traduziu em numerosos financiamentos para a

22 16 realização de pesquisas sobre o Brasil. Moti vadas inicialmente pela surpresa da revolução cubana (1959 ) - que desperta as agências de financiamento e as universidades norte-americanas para a necessidade de conhecer a América Latina e assim melhor avaliar a política externa dos EUA - grandes levas da socl610gos, e.n trop61ogos, cientistas políticos, e, principalmente, historiadores passam a vir para cá com o objetivo de expl icar a hist6ria pol ítica e econômica do país, estabelecendo assim seu perfil enquanto nação. Somente no final da década, contudo, os brazilianists l se fazem presentes na grande imprensa, quando da edição maciça de seus livros aq ui no Brasil. A questão centralizada pelas resenhas, no entanto, não era os brasilianistas e as 'idéias por eles lançad<1s, mas o brasilianismo, chegando algumas a a sobre a extensão do interesse mais getal dos no te-americanos p010 Brasil. Pouco a pouco, "brasilianista" deixou de ser uma desi<jnação temática, tornando-se um r6tulo com forte conotação pejor liva empregado pela imprensa, para quem a polêmica era a disputa entre os estrangeiros e os nacionais, ou seja, entre os brasilianistas e os intelectuais e a comunidade acadêmica brasileira. Freqüentemente é colocada em dgvida a qualidade científica dos trabalhos por eles desenvolvidos ; sua condição pr ivilegiada em relação aos brasileiros, na medida em que possuem generosas verbas para a pesquisa e têm acesso a arquivos tradicionalmente fechados a estes. O elogio, quando ocorre, é sempre relativizado, principalmente em função do 1. Noção empregada pela pr imeira vez em 1969 por Francisco de Assis Barbosa, na apresentação de Brasil: de GetGl io a Castelo, livro, de Thomas Skidmore, e que acaba sendo adotada pelos propr10s nor te-americanos.

23 17 brasilianista, sendo que um dos aspectos mais destacados é o ineditismo de certos trabalhos, ou seja, de novas frentes de pesquisa a serem exploradas. A part ir dos anos 70, verifica-se que, se por um lado os intelectuais fazem apr sentações elogiosas aos livro dos brasilianistas, por outro, a imprensa alerta p.ara o "perigo de invasão". (Massi, 1988) Em matéria publ icada na revista Veja (n2 168, de 24 de novembro de 1971 ), ent itulada "A hist6ria do Brazil : o passado do pa ís está sendo escrito em inglês", o jornalista l io Gaspari afirmava : "Os pesquisadores americanos, em dez anos de tra balho, fizeram um levi1ntamento completo da h'-st6ria do Brasil.. Os integrantes dessa C0munldade - os chamados. brazilia.,ists ' levantaram questões rigorosamente genéricas... ou então dados minuciosos... se,opre que a pesquisa envolve assuntos po liticamente delicados pa rece que um estrangeiro é mais bem recebido.. os ameriranos também são vistos COIOO terríveis agentes da ela, ladrões de arquivos secretos e devassadores de uma intimidade que deveria ficar oculta... " Ou ainda, segundo Fernanda Massi: "Um artigo assinado por Nélson Werneck Sodré, p!:!. blicado no terceiro número de Mov imento (de 21/ jul. /1975), pode ser definido como um 'concentra do ' de todo tipo de crítica dirigido aos brasili anistas: a perigosa invasão do Brasil por pesqui sadores norte-americanos, os trabalhos 'encomendados ' de certos brasilianistas, a acumula-

24 18 ção desnecessár ia de dados, o pri v i lég io de estrangeiros a terem acesso a arquivos brasileiros". (Massi-, 1988:18) Na realidade, por detrás de todo este discurso ideológico envolvendo a produção brasilianista, verificava-se o início de um processo a que René Dreifuss (Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 1987) chamou de "v ivificação da memór ia": pr imeiro a sua "desarteriosclerização", para em seguida alimentá-la. A questão da preservação da memória nacional durante muito tempo ficou restrita aos monumentos da nação. So ente em 1946, com a aprovação na nova Constituição, foi introduzida a proteção ao patrimônio document al. Esta preocupação contudo não chegou a traduzir-se, em t",;:-mcr prát ir.os, em medidas que capacitassem o Arq uivo Na cional dos recursos financeiros e técnicos - como uma lei geral de arquivos, que até hoje não fo i aprovada.. necessdrios não apenas p ra garant ir a preservação e conservação dos documentos sob sua güa da, mas também o próprio recolhimento aos seus depósitos da dolumentação produzida pela administração pública federal. Até o fina l da década de 1950 e início da de 1960, a preocupação com a memória documental contemporânea brasileira ficava restrita a algumas poucas vozes, como José Honório Rodrigues. De resto, as atenções voltavam-se quase que exclusivamente para a documentação pública relativa à Colônia e ao Império, sob a guarda não apenas do Arquivo Na cional, mas também de instituições como o Instituto Histórico e Geo gráfico Brasileiro - IHGB, o Museu Imperial de Pet rópolis (RJ), além dos arquivos públicos e institutos -estaduais. A partir do final da década de 1960 acentuou-se o descom-

25 19 p sso entre os novos interesses da pesquisa histórica brasileira, ca da vez mais direcionada para os documentos do período republicano, e as condições oferecidas pelas principais instituições arquivísticaso E aí, não apenas a própr ia característica dos acervos em sua quase total idade, confor:me já afir:mamos acima, cor:r:espondi a ao Br:asil Colônia e Impér:io - mas as própr:ias dificuldades enfrentadas por: estas tr:ansfor:mavam-se em obstáculos ao desenvolvimento dos tra balhos. "O Arquivo Nacional, criado em 1838, e os arquivos públicos estaduai s e municipais, or:ganizados somente após o advento da República, apr:esentavam pr:oblemas de natur:eza diver:sa, que dificult vam o desempenho de suas atr:ibuições de r:e co]h r:, pr:eser:var: e dar: acesso aos documentos or:i ui,dos dos órgãos da administração públ ica. A inexistên cia de um modelo sistimico de arquivos, bem como a carincia de recur:sos humanos e materiais contribuír:am, entr:e outr:os fator:es, par:a que 0:3 d cumentos gerados pelo poder públ ico fossem descartados de for:ma arb t rária e r:ecolhidos aêslstel,aticamente. Tal r:ealidade dificultou e por vezes imped iu o tratamento e acesso a um volume considerável de documentos, sobr:etudo os de períodos mais r:ecentes". (Costa; Lobo ; Mo reira, 1986: 3) O fato é que, seja pela caracter:ística específica dos acer vos, seja pelas dificuldades vivenciadas pelas instituições arquivísticas, as novas tendincias da pesquisa histór:ica brasileir:a r:essentiam-se da inexistincia de uma política efetiva de pr:oteção ao patrimônio documental da nação, incluindo-se a preser:vação dos ar:-

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

GLOSSÁRIO. 1 ACERVO Totalidade dos documentos sob custódia de um arquivo.

GLOSSÁRIO. 1 ACERVO Totalidade dos documentos sob custódia de um arquivo. 43 RECOMENDAÇÕES Após a homologação do Código de Classificação e da Tabela de Temporalidade pela Comissão de Homologação, através de um documento normatizador, estes deverão ser publicados. Uma cópia destes

Leia mais

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

Proposta de Revisão Metodológica

Proposta de Revisão Metodológica Proposta de Revisão Metodológica Gestão do Desempenho Dezembro de 20 DIDE/SVDC Propostas para 202 Nova sist em át ic a de pac t uaç ão e avaliaç ão de m et as set oriais e de equipe; Avaliaç ão de De s

Leia mais

Arquivos públicos municipais. Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania

Arquivos públicos municipais. Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania Arquivos públicos municipais Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania APRESENTAÇÃO Este documento tem como objetivo principal informar e sensibilizar as autoridades públicas

Leia mais

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI REFORMA POLÍTICA Capítulo VI REFORMA QUE O GOVERNO LULA E O CONGRESSO NACIONAL DEVEM PRIORIZAR [espontânea e única, em %] Pe so 1 0 0 % Re fe rê ncia s a re form a s Re form a Agrá ria 7 Re form a Tra

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM PROJETOS DE EXTENSÃO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

A PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM PROJETOS DE EXTENSÃO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A PARTICIPAÇÃO

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

Definições. Órgãos de Documentação. Classificação dos Arquivos. Quanto à Abrangência

Definições. Órgãos de Documentação. Classificação dos Arquivos. Quanto à Abrangência Definições Informação: Produto de um documento. Documento: Tudo aquilo que pode transmitir uma idéia, pensamento ou acontecimento, ou seja, uma informação. Arquivo: Lugar onde se guardam os documentos

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS

GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS ACERVO - Documentos de uma entidade produtora ou de uma entidade que possui sua guarda. ACESSIBILIDADE - Condição ou possibilidade de acesso a serviços de referência,

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

A seguir, serão abordadas as idades dos documentos, no que se refere a bibliografias indicadas para concursos públicos.

A seguir, serão abordadas as idades dos documentos, no que se refere a bibliografias indicadas para concursos públicos. Idade dos arquivos Fabrício Mariano A classificação das idades dos arquivos varia de autor para autor, pois cada uma tem origem em um país diferente ou é influenciada em maior ou menor grau por uma cultura

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA sumário executivo w w w. v o c e s a. c o m. b r w w w. e x a m e. c o m. b r melhores empresas para você trabalhar São Pau lo, setembro de 2010. Pre za do(a) Sr(a)., SEFAZ BAHIA Em pri mei ro lu gar,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 4.073, DE 3 DE JANEIRO DE 2002. Regulamenta a Lei n o 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL Historicamente, o ensino da administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelos currículos mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação

Leia mais

Proteção do patrimônio documental e o papel do Arquivo Nacional

Proteção do patrimônio documental e o papel do Arquivo Nacional Proteção do patrimônio documental e o papel do Arquivo Nacional TUTELA DO PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO: DESAFIOS PARA A ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 11 a 13 de maio de 2010 Escola Superior do

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO COM OS SISTEMAS DE ENSINO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO COM OS SISTEMAS DE ENSINO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO COM OS SISTEMAS DE ENSINO Monitoramento e Avaliação dos Planos Municipais de Educação Caderno de Orientações (Versão Preliminar) Apresentação Um grande

Leia mais

AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA

AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA Emenda ao 40 CFR Parts 261, 266, 268 e 271 Documento: FERTILIZANTES À BASE DE ZINCO PRODUZIDOS A PARTIR DE MATERIAL SECUNDÁRIO PERIGOSO Julho/2002 S U M Á R

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA WILHELM HEINRICH

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA WILHELM HEINRICH POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA WILHELM HEINRICH UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU - UNIGUAÇU POLÍTICA DE DESENVILVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA WILHELM HEINRICH A implantação

Leia mais

DO CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS

DO CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS DECRETO Nº 4.073, DE 3 DE JANEIRO DE 2002 Regulamenta a Lei no 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da

Leia mais

Seja Bem-vindo(a)! AULA 1

Seja Bem-vindo(a)! AULA 1 Seja Bem-vindo(a)! Neste módulo vamos trabalhar os principais conceitos de Administração Pública que apareceram com mais frequência nas últimas provas. AULA 1 Estado, origens e funções Teoria Burocrática

Leia mais

Projetos de intervenção urbanística no Centro Velho de São Paulo: estudo sobre seus impactos nos movimentos sociais por moradia.

Projetos de intervenção urbanística no Centro Velho de São Paulo: estudo sobre seus impactos nos movimentos sociais por moradia. Projetos de intervenção urbanística no Centro Velho de São Paulo: estudo sobre seus impactos nos movimentos sociais por moradia. Leianne Theresa Guedes Miranda lannethe@gmail.com Orientadora: Arlete Moysés

Leia mais

O trabalho com textos na alfabetização de crianças do 1º e 2º anos do ensino fundamental

O trabalho com textos na alfabetização de crianças do 1º e 2º anos do ensino fundamental O trabalho com textos na alfabetização de crianças do 1º e 2º anos do ensino fundamental Izac Trindade Coelho 1 1. I n t r o d u ç ão Ai de mim, ai das crianças abandonadas na escuridão! (Graciliano Ramos)

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal do Ceará Instituto de Cultura e Arte - ICA PROGRAMA DE MESTRADO EM ARTES REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I

Ministério da Educação Universidade Federal do Ceará Instituto de Cultura e Arte - ICA PROGRAMA DE MESTRADO EM ARTES REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Ministério da Educação Universidade Federal do Ceará Instituto de Cultura e Arte - ICA PROGRAMA DE MESTRADO EM ARTES REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E DA ORGANIZAÇÃO Art. 1º O Programa de Pós-Graduação

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL Brasília 2013 SUMÁRIO MOTIVAÇÃO DO RELATÓRIO... 3 INTRODUÇÃO... 3 INICIATIVAS DO SENADO FEDERAL PARA ADEQUAÇÃO À LEI DE

Leia mais

7a. Edição Editora Atlas

7a. Edição Editora Atlas FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU Pós-graduação em Auditoria, Controladoria e Finanças Disciplina: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO Slide 1 Professor: MASAKAZU HOJI ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Leia mais

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira.

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira. Q u a, 3 0 d e J u l h o d e 2 0 1 4 search... REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES Selecione a Edição ANTIGAS C l i q u e n o l i n k a b a i xo p a r a a c e s s a r a s e d i ç õ e s a n

Leia mais

MEMÓRIA DO MUNDO UM PROGRAMA PELA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO DOCUMENTAL

MEMÓRIA DO MUNDO UM PROGRAMA PELA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO DOCUMENTAL MEMÓRIA DO MUNDO UM PROGRAMA PELA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO DOCUMENTAL XI Encontro Nacional de Acervo Raro Fundação Biblioteca Nacional 30 out. 2014 Vitor Fonseca Presidente MOW Brasil Vice-presidente

Leia mais

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana Mundo Geo Connect Seminário Geotecnologia na Gestão Municipal Sessão Desafios para as Prefeituras: o CTM como instrumento de política fiscal e urbana São Paulo, 16 de junho de 2011 Cadastro Territorial

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

LEI Nº 1381/2015 CAPÍTULO I. Disposições gerais CAPÍTULO II. Do arquivo público municipal

LEI Nº 1381/2015 CAPÍTULO I. Disposições gerais CAPÍTULO II. Do arquivo público municipal LEI Nº 1381/2015 Dispõe sobre a criação do Arquivo Público Municipal de Rubineia, define as diretrizes da política municipal de arquivos públicos e privados e cria o Sistema Municipal de Arquivos SISMARQ.

Leia mais

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP GIS Gertran Integration Suite Guia de T ransferência de Arquivos Entidade x DATAPREV Versão 1.0 HTTPS G I S G ui a de T ra n sf er ên ci a d e Ar qu i vo s 1/ 8 ÍNDICE ANALÍT ICO 1. INTRODU ÇÃO......4

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES A Biblioteca da Faculdade do Guarujá tem por objetivos: - Colaborar em pesquisas e projetos desenvolvidos pelo corpo docente e discente da Faculdade do Guarujá;

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 79 Memória Institucional - Documentação 17 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

PROVA OBJETIVA. Quanto ao planejamento, organização e direção de serviços de arquivo, julgue os itens subseqüentes.

PROVA OBJETIVA. Quanto ao planejamento, organização e direção de serviços de arquivo, julgue os itens subseqüentes. De acordo com o comando a que cada um dos itens de 1 a 70 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO

GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO Aula 1 Descrição Arquivística Revisando Conceitos de arquivologia: o documento, o arquivo, os princípios arquivísticos e a qualidade arquivística. Teoria das três idades.

Leia mais

Credenciamento do Curso de Comunicação de Comunicação Social, a nível de mestrado.

Credenciamento do Curso de Comunicação de Comunicação Social, a nível de mestrado. INSTITUTO METODISTA DE ENSINO SUPERIOR Credenciamento do Curso de Comunicação de Comunicação Social, a nível de mestrado. Arnaldo Niskier 1 RELATÓRIO 0 curso de pós-graduação em Comunicação Social, em

Leia mais

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola 3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola João Ferreira de Oliveira - UFG Karine Nunes de Moraes - UFG Luiz

Leia mais

1. A cessan do o S I G P R H

1. A cessan do o S I G P R H 1. A cessan do o S I G P R H A c esse o en de reç o w w w.si3.ufc.br e selec i o ne a o p ç ã o S I G P R H (Siste m a I n te g ra d o de P la ne ja m e n t o, G estã o e R e c u rs os H u m a n os). Se

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E MEMÓRIA DA EDUCAÇÃO FLUMINENSE DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

A CONSTRUÇÃO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E MEMÓRIA DA EDUCAÇÃO FLUMINENSE DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA A CONSTRUÇÃO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E MEMÓRIA DA EDUCAÇÃO FLUMINENSE DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Yolanda Lima Lobo UENF yolalobo@uenf.br Resumo: Este

Leia mais

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES JORNALISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS

Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES JORNALISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS Relatório de Curso ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES JORNALISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E

Leia mais

ARQUIVOS MUNICIPAIS NO ESTADO DE GOIÁS

ARQUIVOS MUNICIPAIS NO ESTADO DE GOIÁS 1 ARQUIVOS MUNICIPAIS NO ESTADO DE GOIÁS Antônio César Caldas Pinheiro 1 A obrigatoriedade legal de guarda dos documentos produzidos e acumulados pelos governos municipais não é somente preocupação atual.

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 80 Memória Oral 24 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte,

Leia mais

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing White Paper Boas Práticas de E-mail Marketing Saiba como alguns cuidados simples podem melhorar os resultados de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação atual,

Leia mais

Arquivo Estrutura Básica Necessária Recursos Humanos

Arquivo Estrutura Básica Necessária Recursos Humanos 1/7 2. Técnicas de atendimento (presencial e a distância) ao cliente interno e externo: técnicas de triagem, organização e registro fluxo documental; planejamento e organização do ambiente de trabalho/

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

Recredenciamento do curso de pós-graduação em Sociologia, em nível de mestrado.

Recredenciamento do curso de pós-graduação em Sociologia, em nível de mestrado. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Recredenciamento do curso de pós-graduação em Sociologia, em nível de mestrado. ARNALDO NISKIER I - RELATÓRIO 0 Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro solicita

Leia mais

16/02/2014. Masakazu Hoji. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Uma Abordagem Prática. 5a. Edição Editora Atlas. Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

16/02/2014. Masakazu Hoji. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Uma Abordagem Prática. 5a. Edição Editora Atlas. Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DMNSTRÇÃ FNNCER Uma bordagem Prática 5a. Edição Editora tlas Masakazu Hoji NTRDUÇÃ À Capítulo 1 DMNSTRÇÃ FNNCER 1.1 dministração financeira nas empresas 1.2 ntegração dos conceitos contábeis com os conceitos

Leia mais

E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H. Plano de Ação

E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H. Plano de Ação E mpresa B rasileira de S erviços Hospitalares EBS ER H Plano de Ação 1 C O N T E X TO (R es ulta do s R E H U F) D es de s ua c o nc epç ã o o R E H U F tem a tua do : N a fo rm a de Fina nc ia m ento

Leia mais

Instrumentais Técnicos da Gestão de Documentos: o Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo

Instrumentais Técnicos da Gestão de Documentos: o Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo I CICLO DE PALESTRAS SOBRE A GESTÃO ARQUIVÍSTICAS DE DOCUMENTOS NO INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS Instrumentais Técnicos da Gestão de Documentos: o Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade

Leia mais

O Princípio da Eficiência na Administração Pública

O Princípio da Eficiência na Administração Pública O Princípio da Eficiência na Administração Pública Cristiane Fortes Nunes Martins 1 1. Introdução A Administração Pública é regida por princípios que se encontram discriminados na Constituição Federal

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Discurso na cerimónia de posse

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

Consulta sobre mudança de mantenedora. Walter Costa Porto

Consulta sobre mudança de mantenedora. Walter Costa Porto UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI Consulta sobre mudança de mantenedora Walter Costa Porto Reitor da Universidade Regional do Cariri-URCA, com sede na cida do Crato, Estado do Ceará, o Professor Antônio

Leia mais

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Leia mais

Conteúdo de sala de aula.

Conteúdo de sala de aula. Assunto. Administração Pública I. Categoria. Conteúdo de sala de aula. III - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Mesmo sabendo que a expressão Administração Pública tem vários sentidos e formas de estudo, nesse momento

Leia mais

Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. Prof. Mat eus Andrade

Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. Prof. Mat eus Andrade Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. CLASSIFICAÇÃO DAS REAÇÕES CINÉTICAS I - Quant o à veloc idade Rápidas: neut ralizaç ões em m eio aquoso, c om bust ões,...

Leia mais

_áääáçíéå~= `Éåíêç=ÇÉ=fåÑçêã~ ç=é=oéñéêæååá~

_áääáçíéå~= `Éåíêç=ÇÉ=fåÑçêã~ ç=é=oéñéêæååá~ _áääáçíéå~ `ÉåíêçÇÉfåÑçêã~ çéoéñéêæååá~ DIRETRIZES PARA A SELEÇÃO E AQUISIÇÃO DE LIVROS, MONOGRAFIAS E SIMILARES PARA A BIBLIOTECA DA FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA/ USP 1. INTRODUÇÃO O fluxo crescente de

Leia mais

PLANO DIRETOR 2014 2019

PLANO DIRETOR 2014 2019 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL EMBRAPII PLANO DIRETOR 2014 2019 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. MISSÃO... 8 3. VISÃO... 8 4. VALORES... 8 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 8 6. DIFERENCIAIS

Leia mais

O USO METODOLÓGICO DE DOCUMENTOS EM ESTADO DE ARQUIVO PARTICULAR NO ENSINO DE HISTÓRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

O USO METODOLÓGICO DE DOCUMENTOS EM ESTADO DE ARQUIVO PARTICULAR NO ENSINO DE HISTÓRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL 1 Título: O USO METODOLÓGICO DE DOCUMENTOS EM ESTADO DE ARQUIVO PARTICULAR NO ENSINO DE HISTÓRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Área temática: Educação e ensino fundamental Autor: GEYSO DONGLEY GERMINARI Instituição:

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Por Agnaldo dos Santos* Publicado em: 05/01/2009 Longe de esgotar o assunto, o artigo Privatização, Terceirização e

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2010-2015 - EIXO X EIXO X

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2010-2015 - EIXO X EIXO X UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA EIXO X CONSIDERAÇÕES E ASPECTOS PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL EIXO X - CONSIDERAÇÕES E ASPECTOS PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 10. Considerações e Aspectos

Leia mais

Sistema de Bibliotecas ESADE POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO

Sistema de Bibliotecas ESADE POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO Sistema de Bibliotecas ESADE POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO Porto Alegre, 2010 ESADE - Política de Aquisição de Material Bibliográfico - 2 1 POLÍTICA DE SELEÇÃO É essencial que se estabeleça

Leia mais

público Informação apoio:

público Informação apoio: público Entendendo a Lei Geral de Acesso à Informação apoio: ? Expediente texto Arthur Serra Massuda revisão Laura Tresca e Paula Martins arte e diagramação Cadu Elmadjian Entendendo a Lei Geral de Acesso

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2016 Gestão 2014/2017

PLANO DE AÇÃO 2016 Gestão 2014/2017 INTRODUÇÃO O Plano de Ação do Sindicato-Apase adota como referencial de elaboração as Teses aprovadas no XI Fórum Sindical/2015, referendadas na Assembleia Geral Extraordinária Deliberativa de 11/12/2015.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA ESCOLA MUNICIPAL JALLES MACHADO DE SIQUEIRA PROFESSORA BOLSISTA ROSA CRISTINA

Leia mais

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM R E S E N H A A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM TRABALHO PIONEIRO SALLES, VICENTE. O NEGRO NO PARÁ. SOB O REGIME DA ESCRAVIDÃO. 3ª EDIÇÃO. BELÉM: INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ, 2005. JOSÉ MAIA BEZERRA

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO Número e Título do Projeto Função no Projeto: Resultado: Atividades: Antecedentes: (breve histórico justificando a contratação)

Leia mais

CAPÍTULO 11 CAMINHOS ABERTOS PELA SOCIOLOGIA. Em cena: A realidade do sonho

CAPÍTULO 11 CAMINHOS ABERTOS PELA SOCIOLOGIA. Em cena: A realidade do sonho CAPÍTULO 11 CAMINHOS ABERTOS PELA SOCIOLOGIA Em cena: A realidade do sonho Uma mapa imaginário ( página 123) A sociologia foi uma criação da sociedade urbana. Com a advento da industrialização as grandes

Leia mais

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS E O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA.

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS E O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA. A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS E O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA. NOGUEIRA, Ione da Silva Cunha - UNESP/Araraquara Uma educação conscientizadora e emancipadora, que garanta qualidade de ensino e acesso

Leia mais

Primeiro Contato Histórias reais de um mundo desconhecido 1

Primeiro Contato Histórias reais de um mundo desconhecido 1 Primeiro Contato Histórias reais de um mundo desconhecido 1 Gabriela VICENTINO 2 Ivo STANKIEWICZ 3 Kelly Cristina SILVA 4 Mylena GAMA 5 Otávio Fernando LOPES 6 José Carlos FERNANDES 7 Pontifícia Universidade

Leia mais

CURSOS ON-LINE DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO PROFESSORES RODRIGO LUZ E MISSAGIA AULA DEMONSTRATIVA

CURSOS ON-LINE DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO PROFESSORES RODRIGO LUZ E MISSAGIA AULA DEMONSTRATIVA AULA DEMONSTRATIVA Olá pessoal. Com a publicação do edital para Auditor-Fiscal da Receita Federal, como é de costume, houve mudanças em algumas disciplinas, inclusão de novas, exclusão de outras. Uma das

Leia mais

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da 1 SUGESTÕES PARA UMA POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO COMITÊ DE POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO (CPCOM), REUNIÃO DE 30 DE MARÇO DE 2011 Redesenhado a partir da Constituição

Leia mais

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO 1. RESULTADOS QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO 1.1- QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO: AMOSTRA REFERENTE AS

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS Ana Carolina Rosso de Oliveira Bacharel em Relações Internacionais pela Faculdades Anglo-Americano, Foz do Iguaçu/PR Resumo:

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Nas últimas décadas a exclusão social tornou-se assunto de importância mundial nos debates sobre planejamento e direcionamento de políticas públicas (Teague & Wilson, 1995). A persistência

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00034 Sexta-Feira Quit-Feira 22 08 de de Fevereiro Março de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

Leia mais

Código Florestal e Pacto Federativo 11/02/2011. Reginaldo Minaré

Código Florestal e Pacto Federativo 11/02/2011. Reginaldo Minaré Código Florestal e Pacto Federativo 11/02/2011 Reginaldo Minaré Diferente do Estado unitário, que se caracteriza pela existência de um poder central que é o núcleo do poder político, o Estado federal é

Leia mais

Programas e Projetos Culturais

Programas e Projetos Culturais Programas e Projetos Culturais A Diret etoria de Assuntos Culturais tem como mis- são principal preserv eservar as tradições, a memória e os va- lores culturais e históricos do Exércit cito. Consubstanciados

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO E A SISTEMATIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO

A ORGANIZAÇÃO E A SISTEMATIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO A ORGANIZAÇÃO E A SISTEMATIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO 1. A Pesquisa e a pós-graduação A pesquisa sistematizada na PUCPR proporcionou uma sinergia significativa com as atividades de ensino. Um resultado inicial

Leia mais

MODA. HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

MODA. HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos MODA 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Bacharelado em Moda - habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto GRAU ACADÊMICO: Bacharel em Moda PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 7 anos 2.

Leia mais

Arquivo CÂNDIDO DE MELLO NETO: organização e disponibilização dos acervos sobre Anarquismo, Integralismo e Documentos Particulares

Arquivo CÂNDIDO DE MELLO NETO: organização e disponibilização dos acervos sobre Anarquismo, Integralismo e Documentos Particulares Arquivo CÂNDIDO DE MELLO NETO: organização e disponibilização dos acervos sobre Anarquismo, Integralismo e Documentos Particulares Professora Elizabeth Johansen ( UEPG) Jessica Monteiro Stocco (UEPG) Tatiane

Leia mais

O ENSINO JURÍDICO E OS MEIOS NÃO CONTENCIOSOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS

O ENSINO JURÍDICO E OS MEIOS NÃO CONTENCIOSOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS Antônio Gaio Júnior e Wesllay Carlos Ribeiro 13 O ENSINO JURÍDICO E OS MEIOS NÃO CONTENCIOSOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS ANTÔNIO PEREIRA GAIO JÚNIOR WESLLAY CARLOS RIBEIRO Antônio Pereira Gaio Júnior Pós-doutor

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO João Carlos da Silva 1 A produção da IPB reúne uma farta publicação de

Leia mais

EFICIÊNCIA DO CONTROLE EXTERNO EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS

EFICIÊNCIA DO CONTROLE EXTERNO EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS AYRES DE ALMEIDA SILVA FILHO EFICIÊNCIA DO CONTROLE EXTERNO EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação do Cefor como parte das exigências do curso de Especialização

Leia mais

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS João Pedro Cordeiro Resumo O presente artigo versa sobre as práticas de gestão de recursos humanos pelas empresas, e mais especificamente

Leia mais