Assistência lnf antil As Festas da Vila (1951)

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1 ANO Ill Loriqa - Agosto de 1951 N. 0 29?:EDACTOR: Pro!. Carlos P. AGcensõo PELA NOSSA TERRA-PELAS GENTES DA SERRA da Fronlelrc l l l C/D. - LISBOA Redoeção e Administração: Rua Marques li DffiECTOR E PROPRIF.TARIO: Dr. Carlos L9ilõo Baslos li EDITOR: Tosé Lufo de Pina Composlo e impresso: Un!õo Grálicu R. Senta Macio, 48 Lisboc: Assistência lnf antil As Festas da Vila (1951) Maís destruidores do que as bombas do: canhão e de efeitos mais tristes que os escombros deixados pelas guerras são alguns desmandos do s~r humano. Refiro-me aos acros que o homem prat1a, p11ra se degrad.ar fisicamente e moralmente - O homem, dotado de inteligência e, por isso mesmo, ccrei da criação)), nem sempre se P.orta com o eqi,ilíbrio dos irra,cionais. E,s~es,. dota~o~ apenas de instinto nada fazem contrario a propna na~ureza. Tudo é regulado por uma lei e orientado para um fim. Fora deste ou contra este nenhupt passo_ é ~ado. O homem, pelo contrário, continuamente 1nfrmge as leis que deviam ~eg~ê-1: e-. a todo o momento esquece 0 fim da sua ;xlsteo~, bem ~~1s ~obre que a dos irracionais. Sem a noçao dô equ1l1bno 9u sem vontade para o manter, vive na oscilação perigosa do excesso para o defeito, e deste para o ~xces~o. D<iqui, uma série infindável de males. E digo infindável, porque o indivíduo que, com actos ~~omináveis, faz apodrecer o c~rpo e a~o:!.cer o esptnto é p primt;iro elo duma cadeia de ru,ma Sabemos que a hereditaried2de e uma lei a.que, humanamente e ;geralmente, se não pode fugir. E bem certo () ditado popular que diz: ((0 mal dos nossos avós fazem-no eles e pagamo-lo nós, Se os a~cendentes eram sãos e virtuosos, pode muito bem aco;llece.r que os descendentes possuam estas qu.i.ji dades. Se, ao contrário, aqueles eram doentes e devassos, estes podem estar condenados a uma vida triste de seres inferiores - anormais fisicos, sensoriais ou psíquicos. e.evidente que há excepções, mas a regra é. que marca. Ao procurarem-se as origens de graves casos de oligofrenia e psicopatia, lá se encontram, nos progenílores, ou a sifilis ou o alcoolismo ou certas doenças nervosas e ment.iis, males estes geralmente nascidos de. desordens morais. Ao alc?ol~mo, por exemplo, se atríbuem 45 ~ ~ das anomalias infantis. E, chegados ao ponto desejado. - as anomalias infantis. ponto de par.ti~a para es~es quadr~s sombrios que são os hospitais e as prisões - nao ( Contin1111 na página 2) ~ UMA DATA NA HISTOR.IA 9 de Agosto de Tomou posse.do cargo de Presidente da República S. Ex. 1 o General Franci~co H igino Craveiro Lopes. Garantia do prosseguimento da -grande_ obra da Revolução Nacional, 0 Homem que a Napo ~caba de eleger e que ao serviço da N_ação tem_ ded1ca~o toda umà. vida de criadora energia e de sao patr10- tismo, foi reconhecido por uma maioria esmagador;\ o fiel. e digno sucessor do sempre chorado Mare::hal Carmona. A sua presença incon~ndível, a excelê.ncia do!eu carácter,.ª $Ua personalidade de Home~ e de Soldado, impuseram-no à Vonµd~ & Naçao: que lhe confiou os seus -destinos, certa de que Hoie corno Ontem, Amanhã como Hoje, Ele saberá dignificá-la e A saberá :manter no lugar conqui~tado e que legitimamente lhe pertence no consenso internacional. i!a Neve» associa-se à satisfação da Família Portuguesa ao ver assegura~~ a Paz, a Frate~nidade ~ a.união em que tem v1v1do, e das- qu3;1:5 Craveiro Lopes. será sentinela vigilante e seu acnsolado defensor. decorreram num ambiente de,grande vibração e entusiasmo Mais uma vez a nossa Terra se engalanou e embandeirou para receber fidalgamente todos quantos no <magrol> período de cinco dias de música e foguetes, de alegria e fraternidade a visitaram. Foram na verdade 5 nqites de verdadeira euforia popular, em que em cada peito ardia uma fogueira. donde saiam labaredas de entusí.1.smo e satlsfuçio, e onde pairava bem alto a retardação de todos aqueles que longe da no5sa terra, i;ião podiam compartilhar, em corpo e alma, na alegria que vivia mos, só disfarçada numa lágrima fugidia, que vinda da fonte do prazer se ia despedaçar na cascata da!<!udade. Espectáculo impressionante e deslumbrante de que o povo, que trabalha quot~diana e ordeiramente para angariar o pão de cada dia, é bem merecedor: daquele mesmo povo que nestes dias de festa e alegria, não oculta o seu contentamento e lhe dá nos seus descantes e desgarr."ldas, nas suas danças e outras manifestações, um cunho acentuadamente popular e.bairrista, como que a gritar bem alto que as Festas da Vila, são do Povo e p~ra o Povo. A Comissão Organizadora das Festas, ainda que contan<lc com o incondicional. :i.p:lio de todos os seus conrerrân~os, soub~ enfrcnur as grandes responsabilidades, vencer todos contratempos, dinamizar toda a!ua acção, com inteligência. co.~.calma, com dedicação e quantas vezes com sacr1f1c10. Mas no epílogo do seu árduo encargo, ~ode ~cgosijar-se de ter visto recompensados. no br1lhant1smo e grandiosidade das Festas, todo~ os seus esforços e sacrifícios. Para ela, as nossas sinceras ~omena gens. Tenhamos f~ no continuidade das Festas e procuremos deste modo criar nos povos límitrofes o hábito. inveterado de todo~ os anos,. irem compartilhár na alegria do povo da nossa terra. Que este saiba recebê-los sempre com a mesma cordialidade e fidalguia, que lhe dispensou nestes dóis primeiros anos, manifestando assim, que as Festas, não constituem apenas, um simples motivo de diver~ão, mas também uma!proximação fraterna e amiga dos povos irmãos.. Tudo quanto se possa escre:er, não passar~ d~ pálida, imagem das. Festas da Vila de t.951. Nao, e 3 pena dum «simples re~rtér» que pode narra; com exactidão o que na realidade se passou. E. so por. que convém dizer mais alguma coisa do que o clássico: - «Aquilo só viston - me abalanço a 1<decenhan1 em letras de imprensa, para os que não puderam viver estes dias. as imagens indelevelmente 1, grava~as no meu esptrito. SÁBADO II. Loriga acorda agitada para uma ~rande jo:nada. Começavam nesse dia as. F~stas da V1~ª.: havia que ultimar. os trabalhos, para. que ao m1c:arem-s:.as mesmas tudo estivesse como estava previsto. V1v1a -se um ambiente festivo, ansiando-se pelo,seu i~ício. E elas tiveram-no verdadeiramente quando um.tno de zés-pereiras, desfilou pelas ruas da vila, seg~idos pelo entusiasmo dos.rniudos e pela admiração dos mais crescidos. A sua música barulhenta e efusiante, cha.mou a si as atenções gerais e a todas as ruas e ja.nelas do percurso, afluía um ma~ de ge~te revolt.o no seu ímpeto, alegre no seu sornso, faminta de diversão. À _ noite na Av. Augusto Luiz Mendes, iluminada por centenas de lâmpadas e ar.tisticamente engalanada, ante lima mole de gente garrid;; e entusiástica. a Sociedade Recreativa Musical Lorigu~nse, exibiu com geral agrado alguns números do seu t.ão vasto quão aprecíado reportório enquanto que, noutro local da mesma avenida, em recinto especialmente construido para tal, o afama~o jazz dos Tibaldínhos de Mangualde, executava música de dança, que inúmeros pares dansavam com alegria e- jovialidade. De quando em quando ressoavam no espaço as frases: «Quem dá aos pobres empresta! Deus" - «Auxiliai, contc~rãneos e forasteiros, as obras de beneficência da nossa terra», conyidando assim a lembrarem-se na alegria, dos desprotegidos da sorte, cujas imagens estavam vivificad;i.s na Quermesse, onde numero!.ls, úteis e valiosas ofertas, tent.iv,1m o visitante a arriscar. a sua sorte, para minorar a amargura de tanto lar sem alegria. Vistoso fogo de artifício, foi queimado. cêrca da 1 hora, prendendo durante algum tempo a atenção das inúmeras pessoas, que por momentos cairam em e;.;tase de admi, ação e deslumbramento. DOMINGO 12 Foi este o dii grande e um dos maiores e mais emocionantes que a nessa Terra terá vivido. Chegava. a Ioriga a <Embaixada da Saudade» que de Saca vem trazia a mágoa dos que fi::avam, escondida ºª alegria dos seus emoa.ixadores, alegria essa, per, soníficada na radiosa mocidade do Rancho Folclórico Lcriguense, em tão boa hora organizado pelos natur;i.is de Loriga, residentes em Saca vém. O entusiasmo era indiscritível, e esse entusiasmo levou à sede do concelho, muitos conterrâneos. qt1e quizeram ir testemunhjr aos excursionistas a avidez de Loriga em os re::eber, e ali se associarem à romagem de saudade e de respeito ante.o monumento do Dr. Simões Pereira. E. nós, forno.>. com eles. }i.o chegarmos a Seiá uma agradável surpresa nos esperava: O nosso colega "A Voz da Serra» numa atin1de que calou bem fundo na nossa alma de Loriguenses e serranos, associou-s~ com a publíca ~ ção do suplemento que adiante transcrevemos à manifestação de cordialidade e simpatia que em Seia foi dispensada 3 nossa colónia de SaCJvém: Excursionistas d11 Colén~ WRIGUENSE DE SACAVEM Com as nossas calorosas sa11dações - Sede benvit1dos. à Nossa Terra! Compartilhando do júbilo e do entusiasmo que vos ani, mam, sendndo convosco as mesmas aspirações de pro gresso regional, irmanados nos anseios ~spirituais. q~c entre:tcceis e comungando no elevado sentimento ba1rrts ta que vos inspira e \(,OS encaminha até n6s -: aceitai os nossos mais afectuos.os cumprimenlos de BOAS.VINDAS! Vivendo sob o influxo do me~mo acrisolado 2mor à Terra-berço que, sem conta nem embargo cm limitações de natureza subjectiva ou em qualquer diferenciação de conceitos de unidade e de interêsse comum, é um fanal de maravilhas e de ena.mos, de grandiosidade panorâmica e de belezas sem par que todos igualmente estremecemos - o nosso espfrit-0 e o nosso corarão identificam-se- convosco na saud2de emotiva que, em Vibração (Cont~tiua na página 3),

2 2 A NEVE AGOSTO FESTAS RELIGIOSAS - No passado dia ::~ de Julho celebrou-se. com grau de brilho, a festa em honra de S. Seb:.stião. tendo pau isso contribuido a boa vontade e zelo do.o; seus mordomos. - No dia 29, a da Senhora do Carmo que este atto teve invulgar solenidadtt, pcís foi post:\ à veneraçiio dos fiéis uma rica e lindíssima imagem. que as mordomas. num impulro de fé e dedicação, conseguiram adquirir. au xiliadas com a generosidade de <ilguns loriguenses.!;im. bém tencionam construir um muro em volta da ermida e concluir a parte que res«1 ca:r. As ttóssas felicitações e sinceros parabcns. SENHORA DA GUIA: - Como nos ;mos.:interiores, realizou-se. aqui, no primeiro domingo de Agosto, a fes: a em honra da Senhora da Guia, padroeira dos emigrantes. Houve trlduo prepar.uório. no qual foram tratados assuntos de interesse para os católicos, tendo sido regul:tr a assistência às pregações. No domingo, de manhã, houve missa com comunhão geral, notando-se grande 3finência de fiéis, especialmente de muitos homens. Seguidamente, org;inizou-se a procissão para a ermida. onde fol cantada a miss que, como nas festas anteriores foi entoada por elemer:t0$ da filarmónica local. Durante a tarde, funcionou no recinto das festas. uma quermesse, em favor da catequese, ver:~ ose algum:is me ninas «vendendo" a flor para o mesmo fim, enquanto! f:í larmónica executava algumas peças da sua colecção mus1caj. Para rematar este dia, passado junto de Nossa Scnho n. no pitoresco largo da Sua ermida, foi-nos dado admirar vistoso fogo de arrifício. Nãó potiiamos terminar. esta narração sem exprimirmos a nossa nmígoa, ao verificarmos quê: muitos l_o~guenses que longe labutam pela v.iáa, este ano não ass1sus.sc:m, como habitualmente, ;. festa daquefa que é sua pad:oeua. Já lá vão os tcmpos em que a Senhora da Guia era o norte de todos quantos marejam em terr:is estr~nhas º dia da.sua festa era o grande dia da saudade e quem dts punha de uns dias c.á vinha rezar e cantar à padroeira dos emigrantes Este ano, com a re.ilização das Festas da Vila, uma semana depois, a maior parte dos )otiguenses ausentes opt:t ram por estas. Há que aproxinur. tamo quanto possível, as fest.:1s religiosas das cívicas, a fim de que os ausentes possam aproveitar. o maior núme.ro possível de dias de fe.sta, em visita 2 sua terra natal. Isto é humano. O povo gosta de divertir-se e, qua.ndo o divertimento é são, não há nada que se lhe oponha Ficuia. assim. satisfeito o d~jo de muitos que vivem }onge e que, embora não ~quecendo <1 Senhora da Guia, nfo têm, contudo a fé suficiente e a força de vontade re querida. para desprezarem em absoluto as diversões e se voltarem, de corpo e 3fma, para os a~~os rcl igi~~s. Nós, como homens, vemos e senrimos :i complex1da de do problema. Há pois que realizar as. duas festas - religiosa e civil - em dias apropriados, par<1 q1;1c os qu.e vêm de!ora possam honrar <1 Senhora da Gu1a, contn buir para o seu culto e terem os momentos de folgança que a sua humanidade dificilmente abandonará. FESTAS DA VILA:. - Com brilho encxcedi~el realizaram-se nos di:u II a 15 de A gosto as tradicionais Festas. Noutro lcc<1l se dá :i estas o relevo que merecem. DIVERSAS: - Como, por oc.-isião das festas da Sen.hora d~ Guia e da Vila tantos conterrâneos e pessoas amigas esljveram entre.nós. imposslve! se torna enumerá-las. Porta~to, daqui enviamos a todos os nossos efcctuosos cumpnmentos e um fraternal abra.ço. Bemvindos sej~is, sempre, à nossa. e vossa T err;i I BAPTlSADOS: - Receberam o baptismo na nossa Igreja paroquial as seguintes crianças: José Adelin~>. filho. de Jos~ d~ Brito C.Orreia e de lrene Mendes Pereira. Padrmhos: Adelino Pe. reia das Neves e sua espos;i, ldalina Mendes Moura Neves. - António e Carlos. filhos de ~ntónio Mart~ns. da Mota e lsaura Alves de Jesus. Padrmhos: do prime!~ José Martins da Mota. Do segundo, o mesmo e Luc1a Alve$ Simão F I - Adelino António, filho de José PJres 1gue1r""o e Maria da C.Onceição Matias. Madr~nha, Emi!ia de Jesus - José Alfri:do. filho de Joao. de Brito. 4. Isaura ~e Jesus. Padrinhos: A.lfredo de Brito e Patrocmra de Brito Pinto de Má G d AI - Maria da Purificação, filha rio on:ies e : meida e Maria da Purificação Nattdalv1~ade PPer.e1ra. Padrt hos: Mário Firmino dos Santos e 1 ":!:. ere1ra n _Maria de Lourdes. filha?e Anton~ Alves. Per~1- ra e lida Mendes de J-:.sus. Padrinhos: Jose Alves Peretra Ermelinda Alves Pereir<1 e _ Maria de Fátima, filha de Carlos d~ ~:iro. Lour~- 0 e Jnez de Jesus Lucas. Padrinhos: Anton10 Pmto Lms ç 53, Maria Teresa Gomes Lages. e sua esf po do filho de Viriato Amaro Pinto e Laurm da Mou;:n.aMarque:s. Padrinhos:. Fernando Pinto Ascenç.io e sua es posa Maria Helena de Jesus Moura. - António Maria, filho de José Maria Pinto e Akina Gomes de Almeida. Padrinhos: José. Pinto e Laura Gomes de Almeida. - Isabel Maria, filha d~ Augusto Nunes de Pjna e Irene d AJmeid:i Abreu. Padrinhos: José Luiz de Pina e llidia Nunes de Pina. - Fernando, filho de Abílio Gonçalves dos Santos e Albertina Carmo de )esu.s. Padrinhos: José l:uiz Galvão e Maria do Patrocínio Lopes - Joaquim, filho de José Gomes Ferreira e Maria do Carmo Gonçalves. P:idrinhos: Joaquim Mendes Videira Pina e Arminda Mend e~ de Pina. - António JÕrge, filho de Américo Nunes de Brito e Adélia. Duarte Jorge. Padrinho: António de Brito Amaro. - Maria Alice, filha de João Gouveia Figueiredo e Laurinda Alves de Pina Padrinhos: José Gomes Luus e sua esoosa, Alice de Brito Saraiva --Fernando, filho }e Antónió Duarte Pina e Fl!)ripes Antunes Galvão. Padrinho: António Antun s Galviio e Laurinda Antunes Prata. - António. filho de José AJves PereirA e Aurora Gomes de Brito. Padrinhos: António Mende5 Ascenção e.sua esposa, Filomena. Nune~ de Brito A5cenção. J CASAMENTOS: Realizar.1m.se, na nos~a igreja paroquial, os seguintes enlaces matrimoniais:. - Fernando Pinto Ascenç.io. filho de Joaquim Pinto Ascenção e Amé)ia de Jesus Florêncio, com Maria Helena de Jesus de Moura. filha de ~osé Amaro Pinto e Maria do Carmo de Jesus de Moura. - Ismael Bapüsta Pir:ienteJ, iilho de Artur Joaquim da Costa Pimentel e de Jv.aria da Luz Baptisra com Maria Sára de Almeida Simões, Eilha de Artur Simões de Mou,a e Afü:e de Almeid:i. Abrcc. - José Alves Luís filho de António Alves Luís e de Tere2a Alves Pereira com Maria Helena Mendes Abreu, füha de José Mcndés Simão e de Maria do Carmo Mendes Abreu. - Carlos dos Santos Aparício, filho de Augusto dos Santos Aparício e de Maria José de Brito Moura. com Maria Natália Fernandes Alves, filha de António Alves Martins e de Muia Elia Fernandes de Moura. - Carlos Alves de Mour;i filho de José Alves de Moura e de Maria do C:irrno de Jesus Aparício, com Maria Lú. cia de Brito Aparicio fílha de José de Brito Aparício e de Eduarda de Brito Aparício. Aos noivo! desejamos as maiores venturas. ôbiios: Regisramos os seguintes: - No dia 24 de Junho, de Maria Irene Martins Pereir:i. filha de José Pereira da Silva e de Maria da Conceiç~o Martins.,. - No dia 8 de Julho, António Guilherme filho dr. Luís Guilherme e de Maria Rosa.,. - D.i.a r;, António Jcsé Garcia Pereira: filho <le José Joaquim Pereira e de Marii Dolores Garcia.. - No dia 23, )o.si Brito Moura filho de Joaqui~ de Moura Siin~o e de Laurinda de Brito Moura. - No dia 26, Eduarda Gonçalves filha de Serafim AI ves Luís e de Mari.i Gonç.alves.. - No dia 14 de Agolito, Alzira Gouveia dos Santos, filha de Cândido Marques dos Santos e de Isaura da Conceição Gouveia. - No dia 15, Ana Lopes de Fina. filha de Joaquim de Moura Pina e de Maria Lopes de Brito. As famílias enlutadas apresentamos as nossas mais sentidas condolências. Relembrando a nossa Terra Por: António F. Gomes -. Voltar à te.rra que nos serviu de berço é re lernbrar os belos tempos da nossa mocidade. A ra zão de ser da existência de todos os mortais e o. elo indestrutível que nos une à família. - Uma procissão; uma romaria~ as festas do po vo pa~a o povo., O cam?anário ou a Ermida a o lon ge, são imagens que se gravam em tenra idade e nos acompanham para os lugares onde o materialis. mo da nossa vida nos. transporta. - - O.autor destas linhas,.judeu.errante.poc.dever de ofício, desde tenra idade que anda às voltas ao mundo: O se!j deslumb:amento; com riquezas e lugares promissos que nos facultaram e facukam o que em nossas terras nunca poderíamos admirar, não conseguiu apagar-n9s do coração o noqie da ~ossa terra e trazer-nos ao olfacto o odor da nossa Serra, maravilhosa e dominante. coin suas encostas cheias de policroma e cumadas ~emelhantes a cabeças de gigant~s adamastorados -e encorajantes para traçar-nos novas rotas na nossa vida alicerçada nos vértices cheios de casario do domínio da hermínk:a serra. ~ Apõs longos anos de ausência, quã _voltamos como romeiros que v!lo à Ermida da sua devoção, dcpôr no altar eleito do seu coração: os Votos de sincero agradecimento âo amnipotente por nos ter con5ervado a.vida - lucidez de espírito - a saúde e o cérebro para pensar e dois braços para trabalhar! (Continua na pág. 4) Assistência Infantil (Continuação da 1. ~ pâglna) podemos esquecer a culpabilidade das mães, no ~eríodo ela gestação. Por desleixo ou por ignorância. praticam elas <1ctos ou adquirem doenças que mar cam indelevelmente, os filhos que hão-de nascer. Além das causas hereditárias de que acima falimos. temos estas - as congénitas É certo que muitas crianças nascem perfeius, n_a sua constituição somato psíquica Mas não estão l! vies. sobretudo na idade infantil, de contrair as mais diversas ~ennidades. Também estas enfermidades podem estigmatizar. para toda a vida, as crianças. débeis e inocentes. Casos de raquitismo ou de de mação física. de debilidade mental. de cegueira i de surdi-mudez. etc., podem nascer de uma doenç adquirida na it1fância. - Considerando, em suma, que as causas das ano malidades do ser humano podem ser hereditárias. congénitas e adquiridas, convém que pira o problema. se chame a atenção. Devem os pais convencer-se da responsabilidade que têm sobre o comportamento da sua descendên eia e evitar tudo quanto possá imposslbilitá-los dt dar ao mundo seres perfeitos. Deve a mãe conhecer to das as, regras da higiene e do bom senso, para não forjar seres anormais ou monstros. Deve a sacie; dade _<!-mparar 1 carinh~samente a criança, p.1ra que ela se1a elemento de préstimo. E é para. este ponto que eu desejo fazer convergir o pen~mento dos leitores. t extremamente di~íci.j. se rião impossível, evitar certos efeitos da hereditariedade. Não se pode pre ver, com exactidão, e remediar granàe parte dos males congénitos. Neste ponto. porém, deixo a última palavra à medicina. Mas afirmo, se~ medo de errar. que a maioria das doenças adquiridas na in fância se podia evitar. se a crian5-1 fosse mais am parada. Nesta matéria, a sociedade pratica verdadeiros crimes. Não quero falar, aqui, por repugnância, nos crimes monstruosos de infanticídios praticados pelos próprios.autores da vida. Falo. sim. nos crimes de. ómissãii -p;. faltà-dê-a ssistência-é~causa--de-asso~ e arrepiante mortandade infantil. E mais arrepiante ~ ainda a indiferença com que muitos encaram a pet da de um ser humano, a perda de uma criança. pot tadora, talvez, de grandes destinos. Já pensámos que na fronte de cada criança se ergue uma interrogação? Pode ~la trazer o germe de um santo,.de um sáb~. ou de um herói. Ma.s, ainda que assim não fosse, e sempre um ser humano, com direito à vida. J:: da consciência universal que todos os que nascem de~ vem encontrar, no mundo,. condições de vicia. Confrange a maneira como vivem. as crianças.. em certos meios rurais. E: no entanto, há quem olh~ veja quadros triste!s e passe adiante, sem lhe estrem~-. cer o coração. Estas crianças. nadas e criadas ao a~n;f doho; ou morrem ou chegam à idade adulta cheiti de taras e de enfermidades. Destas taras e desus en fermidades vai sofrer a ordem social, destas taras e destas enfermidades vão sair os habitantes dos hos: pitais, dos manicómios e das prisões e, sobretud? vão sair outros doentes e outros tarados. E volta mos, assim. ao pri.ncíp~o da questão.! mais U!1 elo da ~orrente de misérias que será cada vez mais extensa e mais forte. se os olhos e o coração dos ho rnens não virem e não sentirem, na criança. o fiv turo das pátrias.i Não queremos terminar estas nossas <:onsidt~: -çõeç-sem.- manifest.armos um.a : alegria imensa.-:-~r verificarmos que em Portugal o problema. da ~15 tência Infantil vem merecendo. c:\o, ~stado, ª JUS t;i atenção. Mas não nos quedemos ~_espera que 0 Estado realize toda a obra.!! nl!ce~ro que as e!l tidades part~culares e. de uma m~ne1ra geral. todos o> que deseiam um Portugal maior e melhor ac.a; rinhem ou pelo menos, nao - entravem as imc1 at1,.. ma vas que se destinam a proporcionar a criança u vida sã e alegre. C. PINTO ASCENSÃO VISADO PELA CENSURA

3 . AGOSTO mais intensa, sentis neste momento! E porque sempre. em um desvio, sem uma quebra e sem um desfalecimento. temos considerado todas as terras do concelho como um coniunto harmónico par.t o qual se encaminham, sem preferências, as nossas mais veementes aspirações e de engrandecimento e valori2,ç:io - cm vós saudamos, também, o laborioso Povo desse cscrínio de deslumbramentos que é a progressiva e riden te Vila de Loriga, saudando. especialmente, as vossas famílias.e todos quantos vos aguardam -e junto dos quais as lágrimas serão alegres como :ilvoradas fe~1ivas. e os sorrises serão orvalhados por aquele contentamento que só os Serraoos sabem sentir, ;icalentar e exprimir, como faceta bem saliente da sua inigiialável sensibilidade! SENENSES: AS A NEVE FESTAS DA. VILA. (Co11tÍl111(1çíio d(t pági11a I) Seguidament e usou da palavra o digníssimo Presidente da Câmara. Dr. António Mele: Sena da l\~ota Veiga, que vivamente emocionado. tracou num brilhante improviso, a sua sincera amii.ade, pela noss.1 terra, a viva e vivida atenção que o prendem ;ios seus prcblemas e o seu ingente esforço para n;is condições act11ais procurar justificar ~m obras as p2.lavras que saindo do seu coração não escondem a sua admiração e dedi::ação pela noss,1 Terra. Confessando-se surpreendio, pela existência duma colónia Loriguense tão grande e tão bairrista, em Como Amigos e como conterrâneos que sfo, visit>m -nos hoje, Domingo. pelas 10 h<iras, :ilgum3.t: dezenas de componentes da Colónia Lcriguense de SJcavém, que terras de Sacavém. para ela endereçou palavras de êm em demanda da Sua Trrra e que, de pass;igem por grande admir.1ção e ent usiasmo, a manifestou o seu ~ta Vila, aqui prestariio homenagem à memória do Gran desejo de numa próxima visita a Lisboa, se deslocar de Senense que foi o Dr. Simões Pereir_:i. _ a Sacavem, para ali confraternizar com a Grande Cenos -de que todos se congratubrao <Om l30 hon- F íl L :, rasa distinção e demonstração de :ipreço, para todos apc-. amt!ª oi tgucnse. l:i.~as.:no seniido.de_prodig.oli.uirem- >:101. vair~n1<:1s 3-mai.s -- - r Procedeu se -depo1s - a-entrega-a~lgumas lembran carinhosa recepção, honrando.as fida.lgas lra~ições da Nossa ç:ac desta visita à Câmara Municipal e ao seu dignís- Ter~a e inrcrpre.tando o próprio sen:1.r de h.oic e de sempre! simo presidente,.idealizadas e trabalhadas or na- A~sim con1nbu1rcmos para o engrandecimento moral e. d.,. ~ _ niaterial do concelho e caminharemos mais unidos pm~ a tur;us e Long.1, e apos uma peqcena ex1b1çao do conquista do ~mbicionado progresso comum! Rancho, no Salão Nobre, o corteje pós-se em marcha POR LORIGA! POR SEJA! PELO CONCELHO! PELA rumo ao monumento erigido ~ memória do Dr. Si- REGlÃOI mões Pereira. Depo~s dos cumprimentos e.primeiros abraços, Ali com a presença da esposa, filha e sogro do que, cantando e marchando, prendia em si a simpa~ em S. T1a~o. onde se deslocaram alguns carros idos sempre chcrado mártir da ciência, foi prestada sinde Loriga, a «Embaixada da Saudade» pôs-se em cera e sentida homenagem, à memória de tão glomarcha:, rumo a Seia, onde- no 1argo fronteiro à Câ- rioso apóstolo da medicina, e entregue à família mara M uni.cipal, se aglomeravam alas compactas de uma pequena recordação de.tão emotivo momento. povo que aplaudia entusiàsticamentc a c;iravana e As lágrimas bailavam já nos olhos dos circunsmuito especialmente o Rancho Folclórico Loriguense tantes quando a menina Maria Fernanda Gonçalves, recitou o seguinte sonete: de autoria do nosso colaria e o olhar de. todo 0 povo semense. borador Álvaro Mendes: S. Ex.~ o Senhor Presidente da Câmara que com SILt:NCIO os vereadores ali se encontrava, convidou todos a dirigirem-se ao Salão Nobre da Câmara, onde se realizou.a sessão de boas-vindas, perante numerosa assistência António Gonçalves da Cruz, como represenc:.inte da Cclónia Loriguense em Sâcavérn. tomou á palavra. é afirmou; ào "Jx "º Senhor.Dr Antói1io 1".Jelo, Dig.m Pre.sidenie. oncclho de Seia; D1g.""~ Presidente da Junta de Fregue~1.~.-~. l.origa e demais entidades oficiais;,\ " Ocup. âm H. Povo das Terras de Seia:. M na. stona Pátria um _ lugar de primeiro Ṗ1 um ano, aii:ida os hw. ontes Herm!ni<i. s. O s seus pasrorts sim. boi a origem da n:i ali.d sao, por <issim di?.er º:. d ~n a e e as suas gente_s ris de outrora à f redoprese.nt~nte~ desses homens Vt ~ quem presta hr.en e 5 quais encontramos Virialo, _ mos omenagem. Nao somos a oessoa d d 1 h h J p " ica 3 para fater aqui a re se:i a 1~1orica ao ovo da Serra, mjs 0 ue podemos aft~ma r, e que.nas nossas veias corre aquele q uro sangue lusitano, traduzido.naquele verdadeiro amor a~ berço on de. nasc~mos,. sempre desejoso de. ver as nossas Terras mai_s progres~1vas e. felizes. E a nossa presença, cremos, ~e ra o te~temunho sm~ero - das. nossas afirmaçõcs. Os filho.s de Longa, parnram um dia à "r de d jh h h,, oc11r2 uma v1 a!e or, mas. se a 1 ~uns a que a vinte ou mais anos a de1xara~, eles cont>~uam a ser s~rranos, con:i., nuam a.ser longuenscs. coou~uam a ser filhos de Seia. t de saudade esta romogem Pra consagrar o virtude, De quem velou plc saúde. Impondo cr morte, a coragem. Ergamos bem alto esta imagem! - Que deu exemplos de bondade! Corno símbolo da Caridade, Nesta sentido Homenagem. Gratidão da mocidade, A. cuem salvou seu5 pais Ê morr~u curando as dores. Neste preito de saudade, Não esquec~rás jamais. Repousa em paz, entre flores.. ~.após o que cojo~ou no pedestal do monumento um lindo ramo de flores. Seguidamente. o representante d~ Colónia Lori guense em Sacavem, usando da palavra, afirma: Ex.m>.Familia do Saudoso Dr. Simões Pereira: Peva das T erras de Sei:i. Os portuguese.s, em qualquer parte do mundo oock se ~ncont;cmd são se!"preá" l: nugucses e OS loriguenses, Impôs-nos 0 coração ~ue à memória daqucle que em ra Pven o ln ~.sua P rrtia, onde: s.e1:tem o verdadeiro deu a vida por Loriga, hoje.jhe prestássemos e:sta sm amor. a onuga. e na sua erra, e iunto do lugar que cera homenagem. Somos geiiie de trabalho, por:anro, sem os viu nasceu onde têm a noção.do verdadeiro.amor faculdades para vos traduzit o que.no~ vai na alma. pátrio. E se nos honramos em ser beirões, se temos v:ii- Não somos. t;imbém. :i pessoa indicada para. falar de d~d e em sermos descendentes de Viriato, e~sa figura his- quem foi tão grande na terra, não conhecemos a sua de tonca a qu em Seia quer preslar homcn ~gem e à qual de.:alhada biografi:i todo o coração nos associamos, não menos orgti)ho temos Porém, desde tenr:i idade. ouvimos falar na figura ~Ili hav~rroos nascido nas Ten-.1s de Seia, mas ainda por do Dr. Simões Per~iu. que, além de. méd!co distin10,. era no Gtmpo íntelectual muitos valores t?r dado à N ação. espcso dedicado, pai e)<rremoso e amigo dos desptotegidos : N~o olvidarnps, neste momento; o Dr. Mo:a Veiga qu_~ foi )~n~, da Universidade. âe Coimbra e que nos l!!:,.da. H~~enagear!l sua mem~ria é um dever e perpetuá-la, gou uma geração: hoje de desraque naci_onal e da qual faz. será 3 obrigação ~e. todos no~. _. parte V. Ex. ~. Snr. Presidente. Não i>e;dcmos tambéin Quando organm1mos a e.x~rsao a.nossa. T,rra, ~. ro,,esquecer Afonso Costa, grande financeiro e republié.ãno, mãge:n de.saud~e ao FJr :;1mo~s Pereir~ foi logo alvnra de todos sobejamente conhecido. E seriamos ingratos se -da e acolhida com mu11a s1mpa11a. \ ocultássemos a figura do grande amigo da nos~ Terra - Irmos 3 Loriga. e olvidarmos o seu mártir, seria in- Dr.: Simões.Pereira - que deu a vida pelo.nosso. Povo. gratidão nossa. Por isso. aqui estamo~, para, em nome. de Todas este$ factores nos prendem e nos incitam a todos 05 loriguenscs ~ue em Sacave~ l~tam pela :vida: que pugnemos pelo descnvol~imento da nossa região, afirmar 3 V. Ex." que o seu n o.me, µmais, por n6s sera que dediquemos! à da toda a nossa vida, todo o. nos$o esqúecido.,. entusiasmo, todo o nosso esforço. "Ex.>" Senhor.a: Sofrestes um desgosto profundo.~om E,.se sempre nos interúsámos pela,; Terras de Seia, a sua morte - disso estamos certos.- m ~s, para suav1sar hoje mais do que nunca aliamos 0 pauco que podemos um pouco a comemora~ão que neste ~oment? envolve os aos que dirigem o concelho, pois que, apesar de longe riossos corações. recebei :is nossas.mais sent1da s homenit viverm-os. sabemos que Lorigà, tem sido, como :rlunca, gens, ditadas do fundo da. nossa alma. : acarinhada. pelo seu. actual Presidente, ela vê erg,uer no Loriga; escreveu assun,, nesta s1mples homena- -R:U seio aquela obra tão humana com;; cristã que é a gem uma bela,página de. saudade e_ reconhecimento. Acção Recebei. Social V. Ex.ª Sr. Dr. Melo, a.:xpressão sina- ~riga. aos pés d o H ornem,que sa 1 vou tantos dos ra da nossa gratidão, pois sabemos estat ao ]ado d:ique séus, filhos, muitos dos quais pais da nova geração. les. que ouerem fazer uma. Loriga nova cumpriu um d evei de gratidão, rendeu-se a um im! Confiámos no espírito de justiça que a v: Ex." tem perativo de justiça, levando vjvo no seu coração Alllortudo: e oxalá possamos ver rna~s reflex~s oa V,: acção gêum.que dele 1 amais se afástou; J1a "nos.sa Terra. Desta maneira, creia,v. Ex.ª, Sácavém. estará longe, mas perto de Vós. A hora.ia já adiantada e se cada.excúrcionista lcvav;i consigo a ânsia ardente de voltar a pisar os caminhos familiares da infància. de voltar a ver a Serra, (gigante que guarda e venera a sua terra), de beija_r as mãos e as faces rugosas da mãe ou d;i avó já velhinhas de ~br<iça.r num cordi,11 amplexo os seus parentes e amigos. de chegar enfim à.humilde mas tão bela o.sinha onde nasceu, Loriga. não estava me nos ávida em os receber. E assim, partimcs de Seia, vivamente emociona dos: mas essa emoção atingiu o rubro, quando ao chegarmos à Senhora d a G uia. nós deparámos com um espectáculo que só teria paralelo no Adeus à Virgem, na Cova da Iria..Milhares,.de pessoas espalhada de~de a Fonte dos Amores até à Carreira, acenavam frenéticamente os seus lenços, correspondendo dos autocarros com a mesma saudação. Cantava-se nas c.1mionetes, mas não se podia esconder a comoção, nem evitar que fossem as nossas lágritn.js a bailar com as nossas cantigas. Notava-se de vez em quando um abrandamento d e JenÇôs a acenar :io vento. Era natural, pois que algu~s desciam para suster uma lágrima qur. corria pela fa, ce. E ao chegarmos junto daquela boa-gente por momentos tivemos a impressão de que a massa de gente havia d iminuido, parecendo que cada um dos excursionistas havia entrada " inteirinho» no coração dos seus familiares e amigos. Organizou-se depois luzido cortejo, que com o Rancho à frente seguiu até ao recinto das festas, sempre delirantemente ovacionado. Uma vez. aí chegados, ao microfone, o conter râneo Waldemar Nunes de Brito em nome da Jun, ta de Freguesia. confessou-se sin:::eramente emocionado com tão significativa demonstração da vitali, dade e ardor bair~ista, dos filhos da nossa Terra. Sen ~ timo-nos hoje mais p róximos de Vós, porque temos a felicidade de ouvir pulsar os vossos corações, mas sinceramente, vos afirmo, que em Loriga vivemos convosco, porque Vós viveis com Longa, não A esquecendo na medida em q u e a Junta da Vossa Tern e nós, p róprios, vos não esquecemos também. Daqui vos saúdo com amizade, daqui vos agradeço em nome da Junt.1 de Freguesia a vossa real presença e a lição inesquecível que Vós nos viestes dar. Falou seguidamente Manuel Gomes Leitão que em nome dj Co missão Organizadora das Festas, sau dou vibrantemente a Embaixada d;,. Saudade, que consigo trazia uma n1ensagém de amor e fraternidade, de paz e união de simpatia e amargura. Amargura, daqueles que não pudendo associar-se à nossa alegria, estavam certamente em espírito connosco. Felicitou depois, os organizadores de tão simpá tica romagem e confessou-se verdadeiramente sensibiliza.do pela vinda do nóvel Rancho Folclórico dos Lorigllenses de Saca vém,. que nul11:l demonstração de alu compreensão e viva cortesi;:i quizera dar a sua generosa colaboração à Comissão das Festas. A todos envolveu no mesmo abraço e na mesma saudação: Sejam~ benvindos, romeiros da saud;ide; vós, que através das nossas estradas. das nossas vilas e das nossas cidades, vieste vincando a alma da nossa Terra, espalhando a vossa alegria e o vo.sso bairrismo. Tomou então a palavra., António Gonçal!es da Cruz: que em nome da Comissão Organizadora da Excursão, disse: Ex."º Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Loriga; Rev."º Snr. P. António.Roque A. Prata; Dig."º Professorado de Loriga: Povo da nossa Terra: Pela primeira vcx. a família loriguense. em Sacavém, vem até junto de Vós. Ao saudar-vos, vem traduzir a Loriga o amor que sente para com Aque.la que Jhe deu a vida. vem como romagem de saudade e não como simples passeio, manifestar a su:i satisfação pcir lhe ser dado voltar a viver uns momentos de verdadeir:i alegria na sua quttida Terra.. Dos que não pude.ram vir connosco. aceitai também as suas saudaçõe.s,. pois cemos a certeza de que, nesta hora, estarão,. também connosco em espiriro, vivendo es tes momentos tão grandes na história d:i nossa Terra. Partimos um dia à procura de melhores dias mas talvez por. longe ganhamlos o pão, talvti. por não visermo.s. junto do seu seio, lhe tenhamos mais amor e a ela dediquemos mais a nossa afeição.. Não ser.:í erróneo :ifinnar que -.na nossa maneira de ser o português da aldeia é mais patriota oo que o que vive nos grandes centrós; pela simples razão de não ter.tanto para onde,espraiar os sentidos, fixando ;issim mais o )ugar que o viu nascer. QuaJ de Vós qu~ ao contemplar a Senh9q1 da Guia, as montanhas que tios cercam, a nossa Igreja, não recorde a su macidade e não tenha a i)usão de que o mundo é só aquj? Qual de V6s, 11,"4; ao olhar para a Escola, pa.ra o Professor que vos mm1strou o ensino das primeiras letras. (Continua na pág. 5) 3 /,

4 4 A NEVE AGOSTO * * Nos arquivos da Junta de Freguesia e nos da Edilidade, deve haver abundante prosa, onde será fácil proceder à busca de elementos para a continuação dos usubsídios da monografia de Loriga», re!acionados com os antigos forais: - sinos. os quais devem ter a sua história.: as procissões diurnas e nocturnas e os autos da quaresma: a construção da Capela da Nossa Senhora da Guia Velha, em co.lfro~t.o com a Capela da Nossa Senhora da Guia Nova, m1- ciada na portela de Loriga. e que espíritos malúzejos, a pouco e pouco foram desmoronand~ à la~~ de camartelo e vilmente roubando as pedrinhas Jª em parede, profanando assim as obras da religião. privando-a de mais um templo. A fundação dos fontenários que abastecem a população. O pavilhão da Senhora da Guia Velha, a.:asa do pirotécnico. hoje demolida, devem ter a 5ua ligação com as colónias de e~igrantes lo~iguenses. Os cemitérios no Chão do So1to - Carreira e o dos Pinheiros, algo nos fornecem. Há também que estudar e fazer um apanhado sobre a t<vida dos.loriguenses no Brasil e a sua obra», reurúndo dados e agregando-os à monografia. Sacavém, de hoje, também poderia ser lembrado! Ao esforço colonizador do povo beirão, mórmente o do nosso concelho. que tem legado ~ posteridade muitas maravilhas que se observam por todo o Distrito, colonizando -.os trópicos e emprestando um.a parte do produto do seu. esf_orç.o à terra que os trouxe ao mundo. onde a 1ust1ça dos homens é implacável, e a de Deus cheia de clemência, humanidade e piedade, se devem muitos dos me~ lhoramentos que valorizam, duma maneira geral,.º estado sanitário, embejez.amento, etc., das ll0ss3s VI las e aldeias., Ponham a cb.ro como Loriga foi elevada à categoria de concelho e a razão de ter caducado esse mandato. Em que época teria tido o primeir~ foral e lhe foi garantido o título de Vila. Não tena Loriga as suas armas? Se foi Sede de concelho é natural que as tivesse. Onde esurá a ccefige»? Podemos, como é notório, basear-nos na pa,lavra PAX ou PAXUM. de significado variado, no entanto, espírito mais abalizados, se a memória ainda existe. poderão esd.ir~er melhor o assunto. Muito mais teremos para desenvolver acerca do que interessa para os «Subsídios da mon<:grafíá d; Lorigaii, citamos a história. da velha ca.~e1a; a pnmeira fonte i o velho cruzeiro, que serviu de t~ma para esta crónica: as alminhas d.o Porto, (relativamente a este local, de onde lhe virá o nome?)_; os velhos cerrútérios, (e o respeito que em tempo~ idos. o:; nossos antepassados lhe guardavam, em, virtude de, segundo as nossas avós, as almas do outro,mundo. ali marcarem encontros com os s~us descend~~tes.à hora em que os pretensos lob1s-homens, m~ciavam as suas correrias por todos os pontos da Vila transformados em touros bravos ou a.vales lend~rios) ; e <LS primeiras fábricas de lanifícios - ( como seria lançada està modalidade neste local, quem." t.. UNIÃO GRÁFICA S. A. R. L. Sede -e escritórios: R. de Santo Marta, 48 - LISBOA-_N Telef. P. P. C. A e End. telcgr. NOVIDADES Filiol na Guarda: CASA VÉRITAS. Proprietária do diário Novidades, da re; vista de actualidades Flam;1 e do!;e-, manário A Cuarda Seccões: TIPoGRAFIA - LIVRARIA - TOS RELIGIOSOS - EDITORIAL A Maior o;ga n~ação ao serviço da Igreja OBJEC PARAMENTARIA de Portugal 1 O CRUZEIRO DE LORl6A (C ONTI NUAÇÃO 00 NÚMERO ANTERIOR) foi o seu introdutor, provàvelmente na áurea épç)ca Pombalina?). A indústria de Janífícios é éo elo do progresso loriguense, todavia nem por isso evitou que os habitantes prescindissem de emigrar ern massa, para. as terras de Santa Cruz. Em "que se_ hmdará a semelhança do cruzeiro de Loriga. com os existentes nos adros das igrejas matrizes de: Moçâmedes. e L1:1ando (Angola); Senhora da Guia, em Macau, e d.o Forte da Ilha de Moçambique? Do Terreiro do Fundo, passando pelo Porto. Vinhô, subindo aos passos do Senhor dando uma volta pela carreira até à Fonte do Mouro e com um acesso ao Vale de D. Pedro, onde próximo - nas tapadas. observamos casas subterrâneas, quantas páginas de ouro e laboriosa prosa se encerrarão! Quem foram os primeiros mestres escolas, em L-0riga, éomo se fundou a primeira escola oficial? Os meus avoengos muitas vezes contavam-me com fundos de realidade as épocas mila:gros<ls dos santos de Loriga, e citavam a peripécia da deligênda relacionada com o mijagre de Santo António do Cimo, ocorrido numa viagem de regresso.dos Bra~ sis, por um emigrante: - Diz~se que na altura em que atravessava o pinhal da Azambuja, uma seita de facínoras atacaram a diligência. porém, o brasileiro alvo da sortida, invocando «Santo António de Loriga. valei-me)) - que tanto deu que _falar no antigo jornaj «A VOZ DE LORIGA> pubhca40 nos tempos da minha adolescência. por os hab1.tant~s de baixo pretenderem q i.:e ó Santo casamenteiro fa, casse na igreja Matriz. isto é. na baixa-vila, arrebatando-o da sua capela, situada na alta freguesia, no antigo cemitérío, hoje Feira Mensal: contrariados pelos habitantes deste local onde era de justiça continuasse e onde aliás sempre tem estado, muito embora na ocasião da sua festa, venha em procissão visitar os seus admiradores de baixo - os assaltantes, comandados pelos lugares tenentes de um pre ~umível José do Telhado, ao darem por tamanha algazarra, por Santo António, deram às.de Vila Diogo, chegando incólume à sua terra o pobre homem, portador da sua malinha de couro com brocha amarela, onde guardava a saquinha com o pé de meia alcançà.do, traduzi<lo em mil «<lourinhasi> que.fariam a sua felicidade e da família. Idênticas a esta., verdadeiras. ou inventadas e transmitidas de uns para os outros, quantas não se rão conhecidas e quei ligadas à monografia. tornariam o livro aceitável no mercado geral, visto despertar também pelo seu valor um tanto romanesco ou novelesco. É vasto o sumário da pré-história e proto-história em Portugal. Sabemos que a Nação Portuguesa teve o seu epnogo no Século Xll. completando-se n<> Século seguinte e a Espanhola se formou e unificou no,século XVI., Também não ignoramos que a Luzitânia, era urna das regiões que fa:ia parte da Península Ibérica e que, segundo os limites estabelecidos pelo geógrafo Estrabão, ao Norte e Poente tinha o Oceano Atlântico; ao Sul, o Tejo, pelo nascente os lixpites eram mais incertos. todavia no governo de Augusto, os limites er<im: Entre Douro e Guadiana do Norte para o Sul. Ao Ocidente pelo mar, ao Oriente estendia-se pela Espanha, muito além das modernas fronteiras O povo que habitava a Luzitânia, antes da in. vasão Romana, parte do território que forma hoje a República Portuguesa, eram os conhecidos lusi-. ta nos, ascendentes dos iberos e celtas. que formaram. os celtiberos. Os cartagineses iniciaram a invasão,da península, todavia os romanos atravess.arajn,se na sua frente e chegaram em primeiro jugar à região. luzitana. e apesar de já estarem estabelecidos em alguns pontos foram definitivamente expulsos pelos generais romanos: - Publio Cornélia Scipião, o africano, àpós o que se distinguiram vários chefes roma.nos <J.Ue vamo!. enumerar por ordem: Apimano, Sesarao, Cantero e mais tarde Viriato, o qual se distinguiu de entre todos; como esforçaão batalhador, destroçando as hostes romanas, tendo si.do traiçoeiramente.lssassinado por dois subalternos, comprados por Quinto Sérvio Scipião. A Viriato sucedeu Sectório, que organizou um exército mixto composto de: soldados lusitanos, espanhóis. italianos e africanos. Este general, desciden- te dos seus patrícios - romanos - e formou a Luzitânia, base do Portugal hermínico. A história neste ponto é ricà e apenas abordamos esta parte para definirmos a posição de Loriga, que devia ter sido um dos pontos preferidos pelos iniciadores do nosso povo. Daqui saltamos para a Luriga dos anos de , compilando um resumo rudimentar dos autos de Tombo da fazenda. foros direitos. e m ais pertenças da Comenda de Santa Maria da Vila de Luriga, Comarca da Guarda - Bispado de Coimbra: Dom Pedro por Graça de Deos Rey de Portugal e dos Algarves daquem, e dalem, nuzr em Africa Senh~. da G1iiné, etc. Como Govemador e Perpet110 Admmistrador do Mestrado, Cavalaria - CavalltJria, e Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Christ.o. H ey po /,em mandar f at_eo tombo de todos os bens, e propriedades que pemnçam a Comenda de Santa Maria de Luriga da referida Ordem, na conformi; dade dos Reaes Decretos de 21 de ]aneifo de 1775 e r6 de }Ímho de 1825, faz.endo declarar a sua Ins tituição, e amnexação ao Mestrado.. -.Dom Miguei por GraÇá de Deus Réy de Porttigal e dos Algaroes daquem e dalem mar em Ãfri-; ca -. Senhor da Guiné, e da Conquista Navega ção, Commerci-0 da Ethiopia, Arabia Persia e da In dia. Como Governador - Perpetuo Administrador do Mestrado, Cavallaria e Ordem de Nosso Senlwr fesus Christo: - Ordeno que continuem nos bens e tombam.ento e propriedades que pertençam à Comenda de Santa Maria de Luriga.- Outros alvarás surgem de um Príncipe Regente e de um outro El-Rey, tudo pondo em relevo a Vil h de LOURIGA. e, que. pela sua exten~o. de mo mento, não interessa à luz do público, mas sim, ern casos futuros, para rebatermos direitos que nunca foram negados ou substituídos. Loriga, é e conti nuará a ser Comenda de Santa Maria Maior, como Vila, integrada na Ordem de Cristo - Mestrado até à vigência da República. t um subsídio para a antiguidade histórica, que muito interessará, para abertura de um livro. Ãs notas acima transcritas, compiladas de velhos manuscritos. são a garantia de <!Ue a Loriga de hoje, foi ponto de relevo já em remotas época~. Nos vastos apontamentos na nossa posse, estão intas as divisões urbanas de então, levantadas por juízes com poderes régios. e. - onde- observamos o.santigos. proprietários, de cujos nomes julgamos descentendes muitos dos loriguenses ;aos nossos djasl Era nossa vontade publicar tudo na íntegra, isto é, na linguagem do tempo. Na hipótese de haver interesse por este nosso modestíssimo rebusco, pro metemos a sua publicação. (Continua no próximo ntímero) Relembrando. a nossa Terra (Continuaf~O da página 2). - Os pequenos nacbs que já sob cabelos brancos hoje observamos e foram pontos pisados na no~ meninice ou adolêscência, sobress:iiem-nos ao espírito numa corrida frenética do pretérito, designando-nas: presente como bom filho e encorajando-nos para que no futuro prossigamos sob o símbolo bandeirante de: ((faz mais e melhor»! - Pegar num andor; acompanhu o santíssim 0 sob o Hpâlio»: envergar uma opa ou opa festiva de c;ibeç.ão vermel. e bata de fina cambraia, já homew feitos: - é o orgulho máximo do pastor que abail clonou seu rebanho e o amanho das suas terras. pata, longe delas. bus~r o. fomento para -; -seu desénvõ1 vimento. - Destes pequenos p<>voados têm saído.~ gran. des homens; enumerá-lo seria encher quilometras sem fim de papel. Os seus ~xemplos; são acções q~e do mais ou menos culto poderão servir de guia doutrinária a qualquer rnorul que ainda não tenha traçado o rumo da s\ll actividade. - Ante a imagem de uma santa padroeira: d~ túmulo dos nossos antepassados; dos velhinhos as cendentes e das paredes. por vezes. carcomidas. da ccsa onde vimos a luz do dia: quedamo-nos estupe factos numa admiração profunda pelas coisas COP eretas que se palpam e se registam profundamente com os cinc-0 sentidos. - ~ este o mundo nú e crú, que nos foi levado e não tem outros subterfúgios. Em unísono e:xd~ mem. comigo: ABENÇOADA TERRA EM QUD NASCEMOS». -

5 AGOSTO i.ãó sinta ;iqui mais Portugal? - Sim, carcs conterrâneos, aoui é a nossa verdadeira Pátria! Véoi com a família loriguense ~.lguns filhos de Sacavém e para estes. pedimos o Vosso melhor acolhimento, o Vosso maior carinho, a vos:<.~ maior atençso. Somos todos irmãos pelo trab3jho e Sacavém e Loriga, são terras trabalhadoras. São vossos hóspedes de honra e rec- bama.jos com galhardia Não esqueçamos a memorável visir3 da nossa banda ;;. Sacavém que soube ser hospi;aleira. Ex."º Snr. Pres." da Junta de Freguesia e seus Dig.º"" colaboradores: Recebei os nossos sinceros cumpr[mentos e confiai na nossa leal colaboração. A Vossa missão é ingrata mas sublime. Tereis oue vence~ ;nui:as dificu). dades mas est;im~s <.ertos de q~c V. Ex.eh envidarão todos os esforços no senrido de colocar Loriga no lugar a <tjue tem direito. Ao nosso Rev. " 10 Pároco, represenrantc dos Joriguenscs junio de Deus, aceite também as nossas saudações. A nossa Fé, creia V. Rcv., é a mesma. Os homens <resceram mas Cristo ~:ompanhou " sua evoluçio. A Se. nhora da Guia, Protectora dos emigrantes constitui com ~ nos.-;a Terra um cio de JigaçSo que o decorre.r dos anos não consegue Cazcr esquecer Ao orofessorado primário, quem muito honra Loriga -~e\cl da.sua_ nobre mi$s2o,- quercmo3 r9mbém- p rcstar ª~ no:ssas sinéeras homen:igcns. Os nosso.s professores t m desenvolvido uma acção tio Proficiente como generosa e falamos assim, porque temos iíu toridadc moral para o afirmar. Frequentámos mais do q~ uma escola, e por isso, sabemos comparar o que aprendemos e avaliar o sacrifício e dedica~o da nobre classe oue ensina :i ler e também a educar. -. E agora, Povo da nossa Terra: Não sabemos que dizer-vos tal é a alegria que nos vai na alma. Esta saudade, este. prazer t5o profundo que nos envólve é fruto do muito amor que tributamos ~ Lorig;i. Não foi tarefa fácil, virmos, em família, até junto de Vós, foram necessárias muitas horas de trabalho. Reparai que. somos como vós trabalhadores e que até o Ran cho que nos acompanha, num bafrrismo inimitável, conse guiu num mês assimil:tr os números que exibirá para Vós. Queríamos que o exemplo dos componentes do Ran cito fosse imitado. Notai que raparigas que já constitui ram o seu lar - numa dedicaç:io a toda a prova por Loriga, ofere<:eram a sua colaboração. Sem elas, o Ran cho não estaria aqui. E desculpai-nos, se por ventura fe. rinnos alguém ao que vamos afirmar: Niío podemos esconder a nossa. m~goa quant!o olha ntos para Loriga e observamos que el progride moro.samente.. Queriamas oue nos atraísse muitas vezes mas essa atr~cção só será possível com a boa vontade de todos os lor.iguense.,. A realização das festas da vil 1 será a única ma ~tra de interessar os que longe ganham o pão de cada dia!>cios problemas que aftctam o seu progresso. Não bas ~ l.uando :algo se. pensa fazer em Loriga, contar c.om :cav ~m. J;: n ecessário criar uma atmosfera de dedica ç:i? diferente e traduzi-la na)guma coisa que os nossos pró Prios olhas possam ~nternplar. ks Fa!:indo-Vo,s em dedicação, não, devemos ocultar Aque:. b~ue ef" Lisboa lutam p0c Loriga. Já vivem os seus pr<> Ê;mas, Já anseiam o seu _ pr:ogrcs;o o S Dr. Bastos, que sabendo Lorig:i; tem sido.u~ ami ~ da noss:a. Terr~ 4; do seu ~ovo ~ temos a certez~ de g ue um, dia, o _propno Povo o Julgara. Por veze~, ficamos tr~tes: quando ruo vemos? exemplo p;utir daqui parn 0 bem da nossa 1::erra - e as vezes, até pelo contrário, ;u grandes ideias sao deturpadas Para complerat as nossa~ mode.slas palavras. quert mos :i1nda. agradecer. Vos a 1mptess1onante recepção que nos fiuste.s mas. permiti ainda. que vos digamos: A nossa <atosfaç5o só sera comp!eh quando um dia EM PREZA DE. VIAÇÃO EDUARDO JORGE, SEDE: VENDA NoVA- AMADORA TELEFONE:,. 12-VENDA NOVA I L.ª Organifador de excursões para es.col3$, colectividades desportivas e outras agrernia~ões. -Con- 1 fortáveis auto-carros para alugue r. - Modicidade de. preços. SE QUEREIS. SER BEM SÉRVU>O; UTILISAI SERVIÇOS DESTA EMPREZA A NEVE As Festas da VILA. (Contfnuação da pligina 5} constatarmos que a nossa vinda a Loriga criou em nós novas espcranps de engrandecimento para com a no= T erra. Se acontecer o contr.ário, chegaremos a ter pen;i - dts culp~i -nos a franqueza - de não podermo~. vir de :iovo, até junro de Vós.. Em seguida A.ntónio da Cru?. Arrifana. visivel mente emocionado recitou os _se~intes versos da autoria do nosso grande amigo e colaborador ÁJ, varo Mendes: LORIG A ESTRELA DA SERRA Assim como as 2ndorinhas, Esses meigas avezinhas, Que não esquecem a Serra E adornam os beirais..os Joriguenscs errantc3 - V em de Jugar«s distantes, Para b~iíarem a terra. Para abraçarem os pa i~!. Trazemos dos que ficaram De muitos olhos. que choravam, Quando nos viram partir - Por não ooderem vir também Muita pah1 ra amiga Dos amigos de Loríga - Mocidade do porvir Já filhos de Sacavém. l li Illl Eis-nas na Terra amada, Bendita, abençoada, Por Nossa Senhora da Guia!. Divina Estrela da Serra. Onde a paz. e o amor São a luz, a vida, a cor, Es:rel d Alva quirradia Toda o encanto qúe encerra. IV Q ue não se tsouecc jamais. Perfume de pinheirais, Que consola e embriaga! Brisa frese" tão amiga, Ar puro que respiramos. Oh berço que adoramos!. Com saudade oue não se apaga!. Oh! Séínpre qúúi~a Lorigal. Tua exuberante paisagem, Com rebanhos na pastagem E seus humildes pastores Quão motivós de riqueza. São ou adros, são pinturas De tons finos e cores puras Com todos os seus valores Expostos pela Natureza!. V VI Lorigal Teus lindos montes Quando gela a água das fontes Tanta beleza nos d~s!. Com o branco da ourc~.a Quando coberta de neve, Qual mamo darminho leve, Tu.simbolizas a p ;i.i Nesta «T erra portuguesa! Álvaro Mendes Em seguida foram entregues as seguintes!em branças, de que A. G~nçalves da Cruz era po~tador: À Junta de Freguesia, à Mordomia da N.ª S: àa Guia, ao Grupo Desportivo, ao Sindic:.1to, à Sociedade Recreativa Musical Loriguens~, e numerosas outras particulares E de Sacavém também da Junta de F~~uesia pa a. sua congénere, do Sport Grupo- Sacavenense._ ra a 0 Gtupo De5portivo, 1e da Academia Recreativa M sical de Sacavém, uma fita para o ~ta.ndar~e da nossa u Banda, que foi, colocada no mesmo, pela me- nina Maria. Lu1sa Conça.lves. E 0 cortejo organizou-se novamente a caminho d Largo do Dr. Amorim onde, à semelhança Cle º. f prest.ada singela homenagem à saudosa me- S eta, ot id d. mória de outro mártir da luta c;n.tra; ep emta e 1927 Tudo de.corre_u como e~f 1 eta.d me sm: emo - esmo sennmento, so a tan o «aguem 1 çao, o m..», não sabemos porque ~.. Jgu~ente foi reatad o o son~to 1cS1fenc10>) pe 1 la menina Maria Fernanda Gonçalv~. tendo em se - guida falado António Gonçalves, da. Cruz, que disse: os Povo oa nossa Terra: Grande alegria e~cheu a ~assa alma quand?. orgar\i sámos 3 nossa ej(cursao. Ant~Iramos qup. esta v1s1ta seria uma jornada de.fé Regionalista. mas também de. form:i 1 /., ~lguma poderíamos esquecer o nos~o querida m.irtir do dever. Este pequeno monumento simboliza um homcin que soube ser grande e homenagd-lo muiias eze~. scd obrigação de todos os loriguenses. A quem é virtuosa na Te:ra cnalcece Sc lhcs maitas vezes o bem que faz ao 9róximo. E ouc di1.er do Dr. Amorim que sacrificou a própria vid~ pel~ nosso Povo? Se fôrra vivo. também o homcnagearbmos pois que alem de. ter p;efertdo a mone - a fugir do caminho do d ever - sabeis melhor do que nós, er;:; um amigo dos pobres ª. ~odos levava a pa ] ;i~t.1 t5o amilla como gcnero s~ de medico, era um verdadeiro apóstolo do Bem. Loriga, jamais.esquecerá o seu mártir, e nós, que longe ganhamos,. vida, quando em pensamento vemos a nossa.te~ra. a imagem do Dr. Amnrim aprescma-sçncs em p:1mc1ro plno como que " di~ er-:tos: Morri pelo vida dos homens porque desejei viver pata Deus. Uma simples recordação do acto para a família do saudoso médi::o, foi depois entregue ao nosso director, por não ter comparecido ninguém para a receber. O Dr. Carlos Leitão Bastos nosso ilustre direc tor, tomou então a palavra simplesmente para reba ter a alusão de Gonçalves da Cruz ao afirmar: use fôra vivo.», afirmándo que o seu colega não havia morrido, pois que ele cor~tinuava vivo no nosso espírito, para todo o sempre através dos seus sentimentos. da sua maneira de ser. da sua dedicação e do seu sacrifício. como cstre1n que nos nor teia no C.1minho e nos incita a seguir o seu nobre exempjo. Aproveitando a presença do grnnde benemérito Manuel Augusto Moura quis publicamente testemunhar-lhe num sincero abraço a gratidão e o reconhecimento das criancinhas da nossa terra pelo muito que por elas tem feito. E o povo. num vibrante salva de palmas. associou-se. ao reconhecimen to dos filhos da desventura Por fim António Lopes Macedo, pediu que fos, se guardado um respeitoso minuto de silêncio à me mória do saudoso n1édico, após o que afirmou: Conterrâneos Amigos Acabamos de saldar uma divida oue mantínhamos inexplicàvclmcnte cm aberto, ao prestarm;s o nosso p~eito de homenagem e a nossa eterna gratidão à memória dos Srs. Drs Simões Pereira e Amorim da Fonseca, médicos ilustres que fotam. e vítimas no campo d;i honr;;, quando da terrível epidemia que enlutou esta nossa terra. Nada mais tenho a acrescentar. além do que.oc.:ibamos de ouvir aos nossos distintos conterrâneos: Srs. Dr. Leitão Bastos e Gonçalves da Cruz e cu. próprio, escrevi. â tempos para o nosso jomalzinho ua Neve. a ennahe cer o mur:no saudoso clínico. A eloquência das palavras que o uvimos e o modo "5incero de expressarem, deram-nas a ideia, de qu;;nto, todos nós, lorigucnses, lhes era.mos devedores, por consequência. acho desnecessário insistir este. assunto. M;;s outro oso norteia o meu pensamento neste in.stnntc. ames porém, de ler o que sobre ele escrevi, começo por abrir um parentesi para citar aquela frase q ue o ãrau ro costumava empregar do -cimo do terraço do castelo pa ra o povo. quando lhes morria o rei: rei morto, rei posto. viv::s o r~i. Pois bem, conterrâneos amigos, a nós loriguenses mor rcu-nos um médico há anos que tinha tanto de sabe<lor como de benemérito e tanto de honr;ido como de humano. T odavia, graças a Deus. para nós. e após :ilguns anos incertos, outro c!istinto médico surge para, como aquele velar por todos vós, lorigucnses. mesmo exercendo o seu mistér.longe desta terra. e este meus amigos, excede os outros, é loriguense, e, corno nós filho desta querida terra. pertence-nos e nós a e!e do coração. sentc nos as ncces sidades, contagia-o. não a febre.malii:na, mas. sim, a po breza que vos cerca e a humildade que vos é peculiar e vos enobrece a alma ~pura e simples que tendes.. Sr. Dr. Leitão Bastos. mui nobre e le:il lorigucme. foram para vós estas minhas palavus, como para vós sso, as que se,seguem, Quis a Providência que V. Ex. vies~ honrar com a sua presença os festejos da nossa querida Loriga. A.satisfação que frradia de todos os loriguenses por este facto, não a passo eu, simples mortal. deciever. porque me faltam os recursos orató~<os e a sabedoria de um mestre, que em casos t.õ!is gostaria de possuir. mas se fi. xannos õem todos os presentes notamos-lhes no brilho do seu olhar, alegria, no ~rri &0 franco e,leal dos seus lábios a expressão de grande contentamento e, especiajmen te, no seu todo, o p ujante orgulho de serdes loriguense. E na verdade, seia me pe~iti<io dizer que é natura-. líssimo este contentamento. pois que V. Ex. Sr. Dr. Leitão Bastos. apesar de mui<o novo na idade, sim,. quero frisar bem este ponto, muito novo na idade, vai-se toman do precoce nos benefícios com que vem engrandecendo es ta nossa Loriga. a sua gente e muito e specialmente as criancinhas. que ati hi pouco se encontravam desprotegidas e de todo abandon:idas. Haja cm vi~ta os trabalhos proficuos q ue desenvolveu e quantas vezes com o sacriflcio da sua profissão e mesmo da sua vida particular, para que Lorig:t conseguisse ter esta obra grandiosa, símbolo de bem fazer, que é o cen tro de Assistência Infantil e quase. para não diur na.sua to:alidade, obra sua.. Creio não fugir â verdade. dada. a sua nobrua de ca- s

6 6 A NEVE AGOSTO - 195! As Festas da Vila (continuação da p ágína anterior) r!lcter,.;i 3u~ grandiosa fé n<>s destinos desta terra e seu povo. assim como a altruista e desassombrada tenacidade que empregou até conseguir a obra que está patente aos olhos de todos os lorigucrucs. se o comparar ao peregrino, que aos pés de Deus juroll percorrer passo a passo o caminho longo que o scpa~a da terra Santa, para perante o Sepulcro do Redentor. orar e como os legendários Cniza dos lhe testemunhar a sua fé de cris;ãos convictos e pronros a dar tudef na defesa da sua santa doutrin:i. Encontra pcjo caminho distante, obs~ácu lo s dificcis de vencer, deparam-se-lhe, momento a momento, tajvez por errónea discordância ou compreensão irónic e cega, um ou mai; seres que prete,ndem a todo o rranse e, sem.olhar a meios. impedi-lo na sua ro;a triunfal; encontra ainda, alguém que nada in em benefkio do próximo e quer por força que os outros também o não faç~m. mas. ele, esse peregrino persistente na sua ideia, vai singrando sempre, altivo, inabalável, impossível e indiferente a todos os contratempos que os adversos impertinen1es lhe movem em todo o percurso, até. que cl:u::ga finalmcn:c são e. salvo,. ao lugar divino, e. mais sublime que sempre. mais q uer1do que nunca. Deus lhe conserve Sr. Dr. Leitão Bastos essas nobres virtudes e sãos princípios com que foi dotado. Loriga e todos os seus naturais tê:u :nuiro a esperar dos seus digníssimo sentimentos e dos seus filhos dilectos, e nós, os loriguenscs de boa von1 de, tcmo,-)o nessa conta e como tal.. Geme de Loriga, convido-vos " qu.e se tne assoaem numa simoles mas sincera manifestação de rcgoz110 e alegria para iutemunharmos ao Ex. 11 " Sr. Dr. Leit5o Bastos, embora humildemente o nosso eterno reconhecimento pelo que j:í fu e vem fazcn~ a esta nossa t~rr:i Acomp.inhai-me, pois todos em unisono, num viva bem vibrante, bem entusiasta, e de fo:ma tal.que possa ser ouvido cm toda a eminência destns fantásticas se.nas que nos rodeiam e para além se for possível, como a que rer dizer-lhe: Obrigada Sr. Dr. cm nome dos nossos filhos, obrigado, mil vezes obrigado por tudo quanto faz por eles. Viva o Sr. Dr. Carlos Leitão Bastos a grande esperanp dos lorigucnses de boa voru de. A11iónio Lopes Macedo (Alm3) E a figura do outro sempre chorado benemérito, Manuel Gomes Leitão foi respeitosamente evo, cada pelo orador, que pediu igualmente um minu to de silêncio, pela súa saudosa mem6r\;t Visivelmente emocionado, seu filho, Manuel Gomes Leitão. agradeceu em nome de seus irmãos a homenagem prestada a seu pai. E, para fim de jornada, a Cara varu dirigiu-se ao Grupo Desportivo Loriguense onde o presidente da, quela agremiação, António Leitão de Brito, saudou a comitiva, e mostrou a sua satisfação, em receber na sua sede tão gloriosa embaixada de saudade. O representante da secção do Sindicato do Pes soai da Indústria de Lant.fícios, leu a saudação dos operários que trabalham na nossa terra, aos seus co, legas que em S.acavém têm sabido dignificar o nome de Loriga E finalmente em nome do Rancho e da Embai, xacl.l de Saudade, o nosso editor Joaquim Leitão, agradecen~o a recepção que lhe havia sidó presta da. pondo em.foco a amizade Loriga-Sacavém, realçando as actividades da colónia loriguense e os simpáticos gesto~ da Junta de Freuesia de Sacavém e do Grupo Sport Sacavenense e da Academia Re creativa Musical de Sacavém, terminando por.f.i.zer votos _que em breve estejam conduídas as.obras da nosso campo de jogos, para que se póssfvel no pró, ximo ano. pos5amos receber a simpática e briosa equipe do Sacavenense. E eram já i6h e 3om., quando terminou esta vi, brante manifestàção de simpatia, por tão.sugestiva demonstração de bairrismo e confraternização. E de, pois destas horas de be_m estar e de boa disposição ao contacto C<!fl1 os amigos que em Sacavém afirmam o valor da sua terra,.os festejos continua, ram. Tivemos, à noite, ocasião de admirar o _Rancho Foldórico <ias Serranitas de S Rómão1>, que,.fazen do-se acompanhar de inúmera falange, trouxeram às nossas fest:as mais um motivo de brilhantismo e alegria, que a sua mocid:i.de radiante soube.demori:str~r, com notável clarividência, através duma apreoável exibição. E, cá fora; o povo ao som das notas emitidas pela nossa Filarmóniéa, bailava em constante ro-. dopio, espargindç> a sua ~legria e o seu contentamento. Às 0,3 0, nova sessão de fogo de artifício, que como na véspera entusiasmou a assistência. E.depois, no recinto de baile, a. animaçã? _continuou p_ela noite fora, ao som dos discos emitidos da cabine sonora. SEGUNDA-FEIRA, 1 13 As fest.is continw.ram debaixo cl.1 mesma v;bra ção ~.entusiasmo dos. ~i~s anteri_or_es. Dir-se-ia. que elas 1rta~ ter o seu mtcto. Ex1bta-se nessa noite, -em e_strei1, o nóvet Rancho Folclórico Loriguense, c~nstt~uído em. Sacavém, pelos naturais de Loriga ah res1d_entes. O mteresse do povo, era enorme, pois que ansiavam per ver em acção a nlocidade garrida, q~e de Sacavém trazia às raparigas e rapazes que vivem na nossa terra, um modelo vivo de tenacidade e sacrifício, de bairrismo e alegria de juventude e de vida. digno de ser imitado. E quão satisfeitos nos sentiríamos nós. se nas próxim~s Festas da Vila em 1952, nós pudéssemos verificàr, que a semente!evada de Sacavém havia -.fniti.ficado. em Loriga, -e que ao lado vimos desfilar nas ruas da nossa terra. os nesse~ Ranchos Folclóricos. A sua primeira exibição foi um assinalado sucesso, e pudemos afirmar sem receio de cairmos no exagero. que o Rancho Folclórico l:.origuense se transformou de grande atracção das festa~ no seu grande animador e triunfador. Um bravo, a todos os seus componentes: um parabém ao seu incansável e competente ensaiador Álvaro Mendes, cuja ausência smceramente lamentamos. E a nossa Filarmónica continuou a dar a sua /valiosa contribúição no recinto das Festas, atrain do à sua volta a alegria de todo um povo, insensível ao esgotamento, sentindo apenas a embriaguês dos acordes musí~is e do desh,mbramento que uma nova sessão de fogo de artifício.lhe provocava. TERÇA-FEIRA, 14 E a ond.i da.alegria, permanecia diferente à resistência humana, neste festas. instável e inquarlo dia de Continuavam a afluir os forasteiros, talvez. influídos pelas eloquentes manifestações de êfusiant~ sat_isfação, ~os que haviam assistido aos festejos dos dtas anteriores. A Socieda~e Fifarmóniq Sangianense. que veio dar ~ sua vah?sa colaboração às nossas festas,., após ter sido recebida pela sua congénere de loriga, e de com ili ter percorrido as ruas da vila. deliciou a assistência com a harmonia e correcção da sua ~~cução, numa eloquente afinnaçãó do seu prestigio e do seu valor. No seu estandarte foi colocada uma fita, oferta da Com.issão da~ Festas e simples recordação desta visita à nossa terra. e símbolo da amizade existente entre. Loriga e S. Gião. E com música, fogt1etes e baile, sempre no meio de grande entusiasmo. a diversão continuou, até que na:. QUARTA-FJ:;IRA, 15. diante. de todo um povo verd~deiramente contagiacf o pelo esplendor de tão deslumbrantes espec táculo, o pano caiu anunciando o final das grandiosas Fest.ls da Vila, de 195I E terr:1únaram em ~erdadeira apoteos.e, depois de nos ter sido dado ouv1r e observar de novo o Rancho Folclórico Lciriguense e admirar à última sessão de _f~go de artifíci? talvez a mais impanente a que ass1st1mos nestes dias. Fecharam com chave de oo~o, as festts de x951, e sem querermos ser profetas na nossa terra, ousamos fazerº nesta tri.~un.a UJl?a proíl!~cia:. ganharam raí;ies as Festas da Vila é élas por terem o calor do povo. jamais deixarão de se realiz.ar».. Os excelentíssimos senhores: Manuei. Augusto Moura e. Carlos Nunes Cabral, José Cábral Leitão José Luís dos Santos. José Nunes d~ Moura, Antó~ nio da Cruz. Arrifana, M.ánuel Ribeiro Mendes e Joaq uirri dos Santos Ferrite, todos bairristas cem- victos, que reúnem: no seu dina.mis!l lo e na sua. vontade, na sua dedicação e espírito de sacrifício na sua personalida~e e in!eljgência; a c?nfiança d~ todo o pov.o de Longa no extto da s~ missão, foram nomeados membros da. Comissão Organiudora das Festas da Vila, de Está bem entreguê o cargo e estamos certos de que elés não desn:er~cerão ~ nada, a acção bri, lhante que as Com1ssoes antenores desenvolveram á Bem. de Lor!ga. Reportei SIER Ronda a Vi la (Continuação d:i pãgina 81 ao torno, as limallias que nos deixaram os noy sos antepassados no Formulário Urb.anístico. Centro de Assistên~ia: - Está dotado de aparelhos modernos que ficam bem mal num edifício sem c~ndições próprias para o efeito a que está des< tmado.: C~rece de ser actu~lizado e preparado pà ra o sao µm a que se destina. Se a graça de Deus nos bafe1ar neste prognóstico, estamos certos que; poderemos contar com a boà vontade dos ho : mens.. Serihores Comerciantes, A lt b t " Industriais. 1 ~1ci1 ores e so re iw".. Desta trib_una vos lanço um apelo para 0 segrúnte:; 1 ) - Os voss~s trabalhadores estão. obrig~tõri~, 1 uie11te 1.0.\C!g11ro, e bci:i. ass::1: os vosso.f, teres e Jrn.,eres, não é verdade! 2)-Pois bem - o Centro de Assistência poâe ser considerado mn Posto áe Socorros c()ffl carácter t1rgente. Se dere11i preferência a uma Companhia de Seguros, a qual só lucrará com isso - - esul mos certos que concorrerá totalmente ou em parte, para que o Posto seja devid.amerv te remodelado e preparado pata que ali ie. possam socorrer os acidentados, seus segú"" rados. 3) -Para iss~ s~rá necessário proclamarmos união Para o ob1ect: o - v em vista. Apos o que se nam feitas Propostas às várias Companhias Seguradoras que por sua vez: na mira de t~ros e_ ~ sua ~fe.sa.em. relação a eles, nao vac1lanam em cola~orar no fim a que nos propomos! Ricos - remediados 011 pobres - no campo de enfrentam o 111e.smo matenalismo, nun1 Centros res. nem semprt socorro - caso de desastre. Bem sabeis q11e. OS pectivos ou 1-Iospitais estão longe - o d-oente pode ser transportado daqui pnra aco!â sei:. Perigo. di: vida. Não ignorais que mais fácil. sera cot1du;.1r. até junto dele o cir:jrgiiúi que, p~ o salvar, care.ce de uma boa sala de operações é os competentes 1nstr11mentos - o Temidio está na vo~ S< mão - aqui fica a sugestão. MOCIDADE Ern Angola fomos membrõs d~ mocidade ango lana, que ;e traduz em qualquer ponto do conô! oente-metropole ou império ultramarino por Mocida; de Portuguesa. Loriga tem sete professores: dois pa. d:es: engenheiros e doutores. É mais uma pequenl cidadela do que uma grande vila. Há rascáveis du bes: um bom café e boas Eâbr1c:as e estabeleà!"ef to~. Falta-lhe para a representação: Uma boa igrej 1 casa de espectáculos e. reeducar convenientemente sua mocidade e os indigentes. Não sabemos ao cct; to a quem confiar este grande inconveniente cli 1 1 burgo» das faldas da nossa serra. Uns dizem: per tence ao povo culto: outros afirmam: é da cornp t~ncia do funcionalismo existente na terra. Nós ~ ~tlhamcs ambas as sugestões com o aumento: pert " ce a todos os. que não são ignora11tes - ~ovo da sua terra! AGRADECIMENTOS José Duarte Jorge,.eeJiJcar Deolinda Fernandes da C~z Jorge e toda a s1 família, vêm por este ineio agradecer, a todas pessoas que a acompanharam no doloroso transe q~.atravessou pela morte do seu sempre chorado JJi: rido, todo 0 amparo moral que lhe dispensaram tl butando-lhe a c><pressão sentida do seu profundo r conhecimento. Ana Lopes de Pina Augusto dos Santos Pina, António dos Sai:it Pina e toda a sua f:ariúlia, na impossibilidade agradecer pessoalmente todas as manifesuções pesar que lhes tribuuram. vêm por este. meio tt:s\ munhar a todas as pessoas, o seu mais pro~ agradecimento.

7 AGOSTO A NEVE 7 T oralidade do valor das obras concluídas no d istrito, em i 950, e a seguir indicadj.s: $70. H!DRAULICA Custo das obras efectuadas no distrito e a seguir indicadas: $70. Celorico da Beira - Regularização da~ margens Escolas primárias: <k. ribeira da Várzea (Carr.<pich"na). Gouveia - Edifício escolar de S. Cosmado ( r ESTRADAS E PONTES saia, misto); edifício e~colar. de Abrote (1 safa); edifício escolar de Arco zelo (4 salas. gémeo); edifí- Cusro das obras efectuadas no distrito e a se- cio escolar d e Moimenta da Serra ( 2 salas, gémeo): guir indicadj.s: ro $or. edifício escolar de Gouveia (5 salas, gémeo). Guar-, Estradas nacionais: da - Edifício escolar de Benespera (1 sala, mis- Construção de terraplanagens. o/a e acessórias do to); edifício escolar de Aldeia Viçosa (2 salas, gélanço da E. N ~ (actual E. N ) entre AI- meo): edifício escolar de Vale de Amoreira (2 savoco da Serra e Vasco Esteves de Baixo. las. gémeo). Meda - Edifíclo escolar de Cancelas de Reparação da E. N Trancoso ao Cha Baixo ( r sala. misto): Pinhel.-:. Edifício escola.r de -. ~1z ~ Y.i:~~~(g~~:~.Jb N.:-:-~p_?) -~ --.:.:- --~ -. - ~?~~l~l.(1_.~a. 1!1.~~.!>~ i ~~i_if1c10, escolar.de Erye-. Construçao Cla E~ N. 229-I lanço do Terrenho. aos.a ( 1 sala, misto); ed1fiqo e.~olar de Penhaforte sã Anus. ( 1 sala, misto). Sabugal - Edifício escolar de Re- Construção (2.~ fase) das EE. NN. n r e ~olosa (1 sala, :n1isto)_: repara~~º- de edifício ~o- 331-r, troços respectivamente de.penedono a Ranha- lar de Ozendo; repar.i.çao do edif1c10 escolar de Seixo dos e a Portel.a da Senhora do Campo a Cedovim. do Côa; reparação do edifício escolar de Vila d o Vias de comunicação municipais:. Touro: reparação do edifício escolar de Sortelha; rc-, Figueira de Cast.eJ.o Rodrigo -. Construção do paração do edifício CS{:olar da Torre; reparação do C. M. de Castelo Rodrigo ao cruzamento d as EE. _edifício escolar d~ Baraçal. Seia - Reparação do edi- NN. n. 37 e 38-2.~ - 1. f:ise - t erraplanagens fício ejcolar de Folhadosa; }epa raçã~?~ edifício ese o/ a. Fornos de Algodres - Construção da E. M. colar de Paranhos; reparaçao do ed1fic10 escolar de da V ila Ruiva à E. M. de Mesquitela a Fornos de Loriga; reparação do edifício escolar de. Sabuguei- Algodres - Ponte sobre a ribeira do Cadoiço _ 3 : ro; rep:ração do_ ~~ifk io escolar de. Sant.l. Marinha; fase. Guarda - Construção da E. M. de Rochoso reparaçao do ed1fíc10 escolar de Vila Verde; repa- 1? Parada (E. N. 3i 4) - 4. fase - conclusão das ração do edifício escolar de Sandomil: reparação do ter_rap l<inagen ~. e empedr!mento do último lanço. ed!f~<:!o escolar _de Várzea.de Meruge: reparação do S eia - Rectif1cação e paviment.acão da E. M. de ed1f1c10 escolar éie Travancinha. Santa Eulália ao limite d o concelho - 2." fase - l<inço na extensão de 1 20 m. e alargamento do Po~tão sobre a ribeira de Santa Eulália: construção do C. M. da Vedra a Santa Comba, por Arrifana ~ S. Miguel - terraplenagens e o/ a do troço de tga-ção à E. N. 17. (2."_ fase). Esr ABELECIMENTos DE ENSINO. Custo. das obras efe~tuadas no distrito e a se ~r. - i,ndicadas: $79.,;. ~. ; - -~ -.A Política da Revolucão Nacional Sua acção no nosso Distrito Out-ros estabelenme11tos de e11sino: Guarda - Beneficiação do exterior do edifício da Escola do Magistério Primário e Governo Civil da Guarda; reparação da Escola do Magistério Primário (nova armação do telhado e cobertura, incluindo demolição e apeamento da existente) - (Cint.1 de betão.fracamente armado, 9emolição de alguns tabiques e su;i reconstrução em panos de tijolo). --- ABASTECIMENTOS DE AGUA Custo das obras efecwadas no distrito e a seguir indicadas: $00. Sab~1gal - Abastecimento de água à povoação do So1to. Trancoso - Abastecimento de.igua à povoação de Moimentinha. IGREJAS E 1 SEMINARIO~ Custo das obras efectuadas no distrito e a seguir indicadas: $ Guarda: -Reparação da capela de Nossa Senhora dos Remédios, em Alfarazes. NOVOS EDJFrcros PARA A DE DEPóSITOS CAIXA GERAL Custo das obras efectu;idas no distrito e a seguir indicadas: 3. uo.793$20. Gouveia - Construção do novo edifício para a Caixa Geral de Depósitos. Crédito e Previdência. Seia - Construção do novo edifício para a Caixa Geral de Depósitos. Crédito e Previdência. INSTALAÇõES PARA O T URISMO E PARA O DESPORTO Custo das ohr.as efectuadas no distrito e a seguir indicadas: 65.38oSoo. Guarda - Reparação do edifício da sede da União Desportiva da Guarda. MELHORAMENTOS RURAIS DlVERSOS Custo das obras efectuadas no distrito e a seguir indicadas: $<>0. Seia - Construção de um cemitério e.m Valezim. Vila NOUa.de fozcoa Ampliação do cemitério de Feixo de Numão. c;amas DE FERRO E COL- CHQARIA. EM Gl:NEROS, E COLCHOES TODOS OS. ; DIVAN S DE ARAME, L Ã E S.UM AúMA NA OFICINA OU EM CASÀ. : DOS. NOSSOS CLI ENTES 1,,.,. 1 : Grande sortido de Mobfli~s.dos " nlé;iis M ôve 1 S DE S.1 RMA-NADOS.. originais modelos 1. + > ~ A M ~- e - illra M a a a a,. A M.,_. * M a.- A ~- A a ~- ~IFM a M e a M -~,~-. a : _. " ~ \ " \

8 8 A NEVE i;.i, PELA N OS5A TERRA - RONDA Igreja Matriz: - Uma Ermida; um Campanário ou outro qualquer símbolo da religião católica é o móvel dest;icado em todos os povos que re pre Sil.m de apresentar a sua igreja aos que vêm de fora e exclamam: «Lá está a torre da igreja a dominar as mais nltas chaminés do burgoil. Em Lorig~, quando chegamos ao alto da Senhora da Guia - frente à Quinta da Sónia - o que observamos: Uma igreja do passado: decadente - parecendo mais o cio do desânimo de um povo a caminho do retrocesso do que o de uma terra pro gressiva tanto em actividades comerciais como industrais. Elevem mais a sua torre: reboquem as partes escalavradas e não tenham medo de a. pôr alva de NEVE para que S9bressaia de entre todo~ os edifícios corno a base de ser daqueles que a DEUS agr<tdecem o que ele lhes quis confiar!. U1na Rom~r úi; Uma Procissão e muitas festas: - Lá diz o adágio: 11Nem só de pão vive a hu manidade,,. E. na verdade, chegamos a essa cón clusão após termos observado a união do bom povo loriguense que, nas últimas fesus, bem demonstrou quanto podem os pequenos se forem unidos. No meio da procissão. no recinto das festas de Nossa Senhora da Guia e no pequeno, mas bem aproveitado espaço onde foram executadas as festas de Loriga, esqueceram-se agravos. rixas, intrigas. horas amargas da vida interna e. externa de cada mort.al, para dar aso a alegria e, embora não o fizessem verb.ilmente, estamos certos - segundo o q ue observámos- que mesmo os desi.nteligentes ascenaram uns para os outros em ar de satisfação. Nós. mais de fora do que de d entro. observámps destacadamente esta face t,1. do bom povo de Loriga, e aqui a registamos no seu jornal, com o maior dos pr.1zeres e sinceridade, aliados ao desejo de que esta comunhão de 1951 se rcperc\lta através dos tempos çomo um nobre exemplo para as gerações vindouras! Estrumeiras 011 aeródromos: - Através do mundo, tive oportunidade de registar que todos cornb;item incessantemente as núvens de insectos. can cro da humanidade e feras indomivr;ís, quase sem r;xtermínio possível. Na nossa terra, já - infel~zmente - grassaram duas epedemias que muito bem se podem dever à transmissão desses animalejos género saltimbanco ou com asas para voarem ao lugar que melhor lhes convenha. Em Lorign. mesmo nos q<1intais de pessoas cultas. que não ignoram o perigo que dali pode advir, existem estrumeir<ts para adubar a horta de amanhã. li de deplorar que essa gentinha não alcance o ninho de procriação que isso representa e o ataque dirccto que estão fazendo à existên eia de cada um: mandando-os desta para melhor!em certidão exacta da morte que os acometeu; mas que podemos diagnosticar de estrumeiras. Eliminem estes focos e construam nitreiras pró-. prias para o efeito. Aqui fica o apelo às autoridades locais!. Rancho Folclórico: - A exemplo das marchas de Lisboa e Porto, os povos além limites citadinos. cri.ar;im os rivais daquela modalidade, designan do-os «Ranchos». Esu denominação advém dos grupos formados pelos emigrantes que se. formavam no litoraldos continentes a explorar e, durante as marchas através das imensas áreas desertas, iam mitigando o seu sofrimento, com ale gres canções, seg~idas de músicas adequadas. Loriga, mostrou o seu folclore. através da sua Colónia em Sacavém. Rapazes e raparigas deram -nos uma exibição digna de nota, destaoda so bretudo por vir de gente desse povo humilde, digno de todo o respeito e dos m elhores encómios. Avante, pois, rapazes e raparigas d<t colónia de Sacavém. para que Lorigà, seja conhecida com o sei:i nome bem gravado, em todos os pon tos onde vos fôr dado actuar. ~~ - - ~~ PELAS CE NT ES A VIL.A por: António E. Gomes Filan;1~t1ica de Loriga: - Conhecemos a. Banda Sinfomca de L~ndrcs; a quem a corte de sua l\.1ag;stade, ded~o especial atenção, a Banda Muni, cipal.d~ capital do pais vizinho, a Sinfónica de F1ladelfi~ e New. York. qt1e era dirigida por um portugues, e ouvunos quando lá andámos. Mas. qualquer delas, não nos sensibilizou t.1nto como ~ da nossa terra. A essas nada lhes falta: dinheiro mst;~me ntal, executantes com cursos de conser: v.atona etc. A nos5.l. é constituída pelo poletr<1- nado, preparando/se nas magras horas do des. canso facultado fora das horas do seu trabalho Portant~ ª. nossa admiração vai para esses ama: dor~s. nva1s dos profissionais que só podem ser ouvidos atra~és da fonia.ou de gravações,. pelas pessoas.humildes. ~e entre.º mu~to que Loriga no Capitulo recreativo precisa de auxílio. apresen ta-~e a sua banda, soberan;i da sua propaganda, que nao deve esquecer! CARECE A BANDA DE ALGUNS INSTRUMENTOS - EXECUT AN TES OFERECEM-SE VOLUNT.ARIOS. POR TANTO AQUI LANÇAMOS O APELO AOS AMIGOS DA MúSlCA! Utb~nização: -As expropriações voluntárias 011 coerovas, são feit.1s em todo o 1 mu.ndo, desde que se r~conhe~a a ~ua utilidade púbhc.1. Loriga, é uma lmda Yila, v1st~ dos ruturais mir:intes que a circun~am. T odav1a a~ entrarmos no seu ceio o que admiramos: - Esquina para aqui, amontoado de pedr~s. para acolá. com,pontas tãa salientes que d~. n01te ou de dia, se não tomamos precauções al~.ºs vamos ~state l ar sem graça de q ualquer esp.ec1e. Ao longo das ruas corre mos tais milen:i nos "regos de água», por onde de vez em quando n.âvegam dejéctos que áté nos colectores mal protegidos são insuportáveis. Tudo isto meus se~hores e sénhoras, embora a pouco e pouco. está pedindo camartelo. À frente da presente Junta.está um triunvirato - escol da fina flor. ~~ Longa, é a eles que está imposto este sacr1fíc10 a favor da sua terra. Esperamos pois, ~uan~o a E!a volurmos que a st1.1 tenacidade e lima mdomavel, tenha forjado e moldado bem (Continua 1111 pág. 6 ) $ -~. ~,.,_,.,,. Alvaro Mendes José Clementes Os.loriguenses em Sacavém, agradecem muito re ~o~hec 1dos a sua valiosa colaboração para 0 bom ex1to da nossa excursão. Sabíamos que o nosso colaborador era artista, mas ignorávjmos a sua grande faculdade de orienudor de folclore. l~ua lmente, ao.no~so outro amigo, que apesar de nao ser portugues, n:ias serrano pelo coração, ficamos. ~e.vendo a ptopa?a~da (não esqueçamôs as bande1rmhas) que vo)untanamente nos ql1ís oferecer. los BI. 11 º 5 Directores da Fábrica ue Loiça de Sacavém A Direcção de «~ Nevei> e a Comissão das Festas da Vila de Longa, agradecem sinceramente ~ E. a atençã? ~ue.lhes foi dispensada. pois permi~ tiram qu_e a _.Efabnca encerrasse na semana das festas e. assim os nossos conterrâneos. puderam co n f rate~nu.ar uns momentos JUnto de suas famílias. Ao Povo de Loriga. A Col~nia. Loriguense em Sacavém e os filhos desta agu1 residentes, ~ vêm por este meio agrade cer a to d o~ o~ co~terraneos a carinhosa recepção cjue lhes foi felta e igualmente as provas de simpatia que lhes. foram demonstradas duranre a sua estadid em Longa. AGOSTO Regionalismo llvoto DA SHRR! e suas aspirações A risonha e secular vj[a de Alvoco da Serra. encravada entre as penedias da maoestosa Estrela. com sua s neves, seus re b anhos, e suas " lendas, en cont:a-~e a braços com um problema de capital im, portanci:i - o dos transportes. S~rv1da de há treze anos.:i esta da ta, por um.i ~arrc~ra que P_.ISsand? pela sede do concelho, a lin a vila de Seia, a hgava.à est.1ção do Caminho de Fe:ro em ~elas. viu-se de momento. e sem q\lalquer ~v_iso prévio, privada dessa carreira. com alto prt JUlZO d par d ª?.comercio, m ustna, e agricultura r; to. a a c~lecttv1dade em geral Se e.certo que a instituição de nov~ carreira ai! g~ii:n J co1~a. nos beneficiou. não pode calar-se 0 e!" ptnto pac1.f1co da nossa boa gente. ao ver suprimi da a carr~t~a que lhe garantia o retorno a esta vila. em condiçoes que, a não serem boas. eram peló menos regulares e, além disso, dum.1 utilidade. a to da a prova.. E: nossa. d ivisa, ao focarmos o problema da ª mi~nag~m: ~ssegurar_ os nossos direitos. satisfazei as ~o.s~s egmmas :sp1:ações. porquanto no dizer fe iz _e ~ua Excele.nc1a, o Senhor Ministro das. comur:icaçoes, a camionagem foi autorizada «para bef1l servir os povos». A Sua Exc i- f exposição. subs~rienc1a 01 r~m et1da uma minuciosa cen~es e ta por ~uitas dezenas de Alcova. : cegamente confiamos l, d Jl15tlca e na rnelho d d no a to esp1r1to e,. d. r venta e e bem servir que são apanagio a entidade máxima que. d Transportes. supennten e. nos 11 ) CARLOS MOURA A minha Tribuna Loriga. terra industrial e já bastante conhecida pelo valor que ocupa na economia do país. tem urn problema um tanto ou quanto difícil de resolver.? Podvo representado já por um número consi d ] erave _ 1 e pe ssoas, vive am d a nas trevas da.-.-: CIVI izaçao, e rar~ é aquele que procura atingir um nj vel cu! tural igual ao de tantos povos. q llc graças ao esforço pessoal, i:odem considerar-se povos cultos, aumentando assim o escol da o la - Pov rugu. p pu çao esa.. do nosso povo embora inteligente é inculto. Vive am a agarrado _ a preco nce1tos Jª, v1v1. d os h, a t::mtos anos e nao procura avançar na c1v1 1 1z.açao - perm<v d necendo no m ~smo rotmeinsmo e com o decorre! 0 ltfemb po. devido à falu de leitura, to:-na-se quase: ana a eto. d Para rnuito s. os pnnc1p1os h 1g1emcos são ain d ~- esne~essários, porque se tivessem necessidade di 1 es. nao eº f I se as.1st1a ao tnste e deploravel cspe.rp f CU l O de V er cr1anç.a.s t od <1s su1as. cabelos po pentetf atob,todos por~os, etc etc mas este quadro é-nos ta.in em!~m_ecldo.pelos próprios pais..ora. Iª diz o ditado: Quando na monlra o q1.le seu o armazém»? Que condições higiénicas terão essas possoas ertl ca sa :i E muitas vezes não se sabe a origem ~ d e tantas e tantas doenças?. _. A tubercul".se aumenu assustadoramente nutnª ~erra. que po~e:ia ser um autêntico sanatório. - J-lo Je. ;und~ venf1camos com os nossos próprios olhos a quant:dade de excrementos.que existem junto de <!:lgumal casas de habit.:ição. Estes espectáclilos são deveras confrangedores el1 pleno século XX. mas temos de nos vergar peran t a realidade. A civilizaçdo dum povo. começa pela higie11t e portanto, se queremos contribuir para o progre55 de Portugal.wtemos de colaborar. principalmente d~ de já a campanha higiénica. Loriga poderia. _graças à sua paisagem tipicame:ll t? serrana. ser um importante centro de turismo. N entanto. assistimos a esu verdade: estrangei~os. pessoas que _se deslocam à nossa região para adrn 1 r~rem as paisagens que lhes. oferece os majestqsc. p1ncaros da Estrela. passam indiferentes pela noss terra. como sendo um sítio onde nada exisu digo de ser admirado., ls,to para nós, Loríguenses. é bem triste, Jll~ nos e que somos os culpados. a) JOAQUIM NUNES DE MOUR~

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