Apostila n.º 01 de Histórias

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1 Apostila n.º 01 de Histórias 1

2 2 Histórias A Carta... 3 A Casa que João Construiu... 5 A Centopéia que Sonhava... 7 A Flor da Honestidade A Loucura A Menina que não era Maluquinha A Moça Tecelã A Ratoeira A Volta Amigos Brincadeira Cachorro Velho Chapeuzinho Amarelo Classificados Cornita Dois mais Dois Estragou a Televisão Estrelas em Greve Graças ao Menino! Mãe Executiva Mineirinho dando Má Notícia Nomes O Cego e o Caçador O Homem Trocado O Homem, seu Filho e o Burro O Lixo O Rei dos Animais Pai não entende nada Pânico Peça Infantil Pneu Furado Prova Falsa... 80

3 3 A CARTA Luís Fernando Veríssimo (Para uma pessoa) Esta outra história é de dois namorados, ele chamado Haroldo e ela, por coincidência, Marta. Os dois brigaram feio, e Marta escreveu uma carta para Haroldo, rompendo definitivamente o namoro e ainda dizendo uma verdade que ele precisava ouvir. Ou, no caso, ler. Mas Marta se arrependeu do que tinha escrito e no dia seguinte fez plantão na calçada em frente do edifício de Haroldo, esperando o carteiro. Precisava interceptar a carta de qualquer jeito. Quando o carteiro apareceu, Marta fingiu que estava chegando ao edifício e perguntou: - Alguma coisa para o 702? Eu levo. Mas não tinha nada para o 702. No dia seguinte tinha, mas não a carta de Marta. No terceiro dia, o carteiro desconfiou, hesitou em entregar a correspondência a Marta, que foi obrigada a fazer uma encenação dramática. Não era do 702. Era a autora de uma carta para o 702. E queria a carta de volta. Precisava daquela carta. Era importantíssimo ter aquela carta. Não podia dizer por quê. Afinal, a carta era dela mesma, devia ter o direito de recuperá-la quando quisesse! O carteiro disse que o que ela estava querendo fazer era crime federal, mas mesmo assim olhou os envelopes do 702 para ver se entre eles estava a carta. Não estava. No dia seguinte quando Marta ficou sabendo que o carteiro se chamava Jessé e, apesar de tão jovem, já era viúvo, além de colorado também não. No outro dia também não, e o carteiro convidou Marta para, quem sabe, um chope. Na manhã depois do chope, a carta ainda não tinha chegado e Marta e Jessé combinaram ir ver Titanic juntos. No dia seguinte nem sinal da carta Jessé perguntou se Marta não queria conhecer sua casa. Era uma casa pobre, morava com a mãe, mas, se ela não se importasse... Marta disse que ia pensar.

4 4 No dia seguinte, chegou a carta. Jessé deu a carta a Marta. Ela ficou olhando o envelope por um longo minuto. Depois a devolveu ao carteiro e disse: - Entrega. E, diante do espanto de Jessé, explicou que só queria ver se tinha posto o endereço certo.

5 5 A CASA QUE JOÃO CONSTRUIU Conto Popular francês (Ideal para improviso com fantoches e bonecos) Esta é a casa que o João construiu. Este é o queijo que estava na casa que o João construiu. Este é o rato, que comeu o queijo que estava na casa que o João construiu. Este é o gato, que pegou o rato que comeu o queijo que estava na casa que o João construiu. Este é o cão, que perseguiu o gato que pegou o rato que comeu o queijo que estava na casa que o João construiu. Esta é a vaca do chifre quebrado, que bate no cão,que persegue o gato, que pegou o rato,que comeu o queijo que estava na casa que o João construiu. Esta é a menina do cabelo trançado, que tira leite da vaca do chifre quebrado, que bateu no cão, que perseguiu o gato que pegou o rato que comeu o queijo que estava na casa que o João construiu. Este é o rapaz esfarrapado, que beijou a menina do cabelo trançado que tira leite da vaca do chifre quebrado,que bateu no cão,que perseguiu o gato que pegou o rato que comeu o queijo que estava na casa que o João construiu.

6 6 Este é o padre da igreja ao lado, que casou o rapaz esfarrapado com a menina do cabelo trançado, que tira leite da vaca do chifre quebrado, que bate no cão, que persegue o gato que pegou o rato que comeu o queijo que estava na casa que o João construiu. Este é o galo do canto desafinado, que acordou o padre da igreja ao lado, que casou o menino esfarrapado com a menina do cabelo trançado, que tira leite da vaca do chifre quebrado, que bate no cão que perseguiu o gato que pegou o rato que comeu o queijo que estava na casa do João. Este é o fazendeiro que cuida do roçado para alimentar o galo do canto desafinado, que acordou o padre da igreja ao lado, que casou o menino esfarrapado com a menina do cabelo trançado, que tira leite da vaca do chifre quebrado, que bate no cão que perseguiu o gato que pegou o rato que comeu o queijo que estava na casa do João. Este é o João que depois de tanta confusão cumprimenta a todos com muita satisfação.

7 7 A CENTOPÉIA QUE SONHAVA Autor Desconhecido (Para uma, duas ou mais pessoas / Para crianças / Aceita fantoches e bonecos) Personagens: - A Centopéia. - Andorinha / peixinho / curió / macaco. Lá ia a centopéia pensando com seus botões. Mas que vontade de voar, pensou, ao ver a andorinha lá no alto. Mas que vontade de nadar, pensou ela, quando viu o peixinho vermelho fazer maravilhas dentro da água. E cantar como o curió, que dobra suas notas que é uma beleza! É, mas centopéia não voa, não nada e nem canta, concluiu com tristeza. Tenho que me conformar e ficar andando com minhas cem perninhas e ainda achar bom. Aí ouviu uma vozinha que chegava do alto de uma árvore. Era a andorinha, que lhe disse: Dona Centopéia, estou vendo que a senhora tem vontade de voar. É verdade respondeu, mas não posso, não tenho asas, só tenho perninhas, que servem para andar mas não para voar. Mas a senhora pode voar comigo, nas minhas costas! Será mesmo que posso realizar esse sonho, ir lá em cima, nas nuvens, ver tudo do alto? É claro que pode, venha! Mais que depressa a centopéia subiu nas costas da andorinha, que saiu voando. Em poucos instantes já estava lá no alto. Era uma maravilha ver tudo ficar pequeno ali embaixo. Como o mundo era grande lá de cima, e bonito, azul, e que ventinho gostoso ela sentia. Nem teve

8 8 medo, de tão animada que estava com a experiência. Devo ser a primeira centopéia do mundo a voar, pensou ela com suas perninhas. Vamos descer, dona Andorinha, é emoção demais. E desceram. Quando quiser voar de novo é só falar disse a andorinha, e sumiu no céu como um raio. Voar foi possível, pensou a centopéia. Mas nadar não tem jeito, aí só sendo peixe mesmo. Ela, então, ouviu outra vozinha que vinha da água. Ei, dona Centopéia, a senhora tem vontade de nadar? Ir lá no fundo e descobrir um outro mundo colorido? Mas como, seu Peixinho? Será possível? Não vou morrer afogada? Não disse o peixinho a senhora sobe nas minhas costas, se agarra direitinho e prende a respiração por uns minutos. Boca fechada e olhos bem abertos. Vai dar certo. E deu mesmo. A centopéia subiu nas costas do peixinho, prendeu a respiração e foi outra maravilha! Como era bonita a água azul, limpa, cheia de outros peixinhos coloridos. A centopéia levou um susto enorme quando apareceu um peixão. E se ele pensar que sou uma minhoca? Mas não pensou. Nadar era uma maravilha. A vida debaixo da água é outra coisa. Mas só para quem consegue prender a respiração por bastante tempo, e ela já estava aflita para subir. E subiram. Obrigada, seu Peixinho, foi uma beleza! Quando quiser nadar de novo é só falar disse o peixinho Mas tenho outra surpresa para a senhora. O peixinho pegou uma conchinha, amarrou num barbante fino e disse: Suba, dona Centopéia, vamos correr por cima da água! E saiu nadando, puxando a centopéia a uma velocidade incrível. Foi o máximo! É, a coisa estava ficando boa. Ela, uma simples centopéia, já havia voado e nadado, e não tinha asas nem era peixe!

9 9 Mas cantar como o curió, isso sim que não podia nem deveria haver jeito. Não tinha voz, não sabia produzir uma melodia. Mas de novo a centopéia ouviu uma voz, que desta vez vinha lá do alto de uma laranjeira. Era o curió, que dizia: Olha, dona Centopéia, cantar a gente aprende. Tem gente que sabe educar a voz e canta que é uma beleza. Mas eu tenho uma coisa melhor que cantar: é tocar uma flautinha. Como pode ser isso, seu Curió? Eu faço uma flauta de bambu bem feitinha, ensino as notas para a senhora e aí podemos tocar e cantar juntos. Essa eu nem acredito. Mas vai acreditar. E o curió fez uma flautinha com um som muito doce e bonito. A centopéia ficou tão entusiasmada com as aulas que aprendeu logo. Ela tocava bonito, e todos os bichos da floresta iam ouvir a centopéia flautista. A centopéia agora tinha um último desejo: pular de galho em galho lá no alto das árvores da floresta. Mas como, se não conseguia nem dar uns saltinhos aqui na terra? Foi quando chegou o macaco, com um riso bem esperto nos lábios. Se a senhora quiser saltar, é só subir aqui nas minhas costas e se segurar bem. Claro que quero! Vai ser muito divertido ir saltando por aí de galho em galho! E foi uma algazarra. O macaco pulando, gritando e rindo, com a centopéia agarradinha nas suas costas. Parecia um circo, o macaco era mestre no salto. A noite foi chegando e a centopéia estava muito feliz com todas as aventuras daquele dia. De repente se deu conta do que havia acontecido: ela não sabia que tinha tantos amigos na floresta e que tudo

10 10 o que ela não conseguia fazer sozinha ela podia fazer com a ajuda dos outros bichos. Podia voar sem ser pássaro, nadar sem ser peixe, cantar sem ter voz e pular sem ter pernas e braços de macaco. Quem tem esses amigos pode tudo concluiu ela. Juntos vamos muito longe!

11 11 A FLOR DA HONESTIDADE Autor Desconhecido (Para uma pessoa) Há muito, muito tempo, um príncipe de um grande país, em vésperas de ser coroado imperador, precisava se casar para cumprir a lei. Resolveu, então, escolher uma entre todas as jovens da corte e do país. Anunciou que receberia numa celebração especial todas as pretendentes e que lançaria um desafio. Uma mulher, serva do palácio havia muitos anos, ouviu comentários acerca dos preparativos da festa e deixou cair uma lágrima. Conhecia bem o amor que a sua filha tinha pelo príncipe. Quando, em casa, contou para a filha a novidade, surpreendeu-se com a reação. Minha filha querida, que vai lá fazer? Estarão presentes as mais belas e ricas jovens da corte. Não transforme o seu sofrimento em loucura. Mas a filha respondeu: Não, mãe, não sofro nem estou louca. Sei que jamais poderei ser a escolhida, mas assim terei oportunidade de ficar, pelo menos alguns momentos, perto do príncipe. E isso já me torna feliz. Na noite marcada, chegou ao palácio. O brilho das luzes não conseguia ofuscar os vestidos, as jóias e os penteados das pretendentes. O príncipe não demorou a lançar o desafio: Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor será minha esposa. O tempo passou. A jovem não tinha muita habilidade na arte da jardinagem, mas cuidava da sua semente com paciência e ternura. Sabia que, se a beleza da flor surgisse na mesma medida do seu amor, não precisaria se preocupar com o resultado. Mas passaram três meses e nada surgiu; seis meses, e a semente não se transformou em flor

12 12 Mesmo assim ela voltou ao palácio no dia combinado. Estava feliz com a perspectiva de passar mais alguns instantes na companhia do príncipe. Nada mais esperava. Chegou ao palácio com o vaso vazio Todas as outras apareceram com flores belíssimas, das mais variadas formas, cores e perfumes. O palácio transformara-se num imenso jardim. Chegou finalmente o momento esperado. O príncipe passou junto das pretendentes, observando com muito cuidado todas as flores. Por fim, anunciou que a sua futura esposa seria a menina que não trazia flor. Isto provocou as mais variadas reações de espanto. Por isso, o príncipe quis explicar a sua escolha: Esta jovem foi a única que cultivou a flor que torna uma pessoa digna de se tornar minha esposa: a flor da honestidade. Porque todas as sementes que entreguei eram estéreis.

13 13 A LOUCURA Autor desconhecido (Para uma pessoa) A Loucura resolveu convidar os amigos para tomarem um café em sua casa. Todos os convidados foram. - O que é isso? Perguntou a Curiosidade. - Esconde-esconde é uma brincadeira em que eu conto até cem e vou procurar. O primeiro a ser encontrado será o próximo a contar. Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça. - 1,2,3... A Loucura começou a contar. A Pressa se escondeu primeiro, em qualquer lugar. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa da árvore. A Alegria correu para o meio do jardim; já a Tristeza começou a chorar, pois não achava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele, debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver a Loucura que já estava no noventa e nove, cem... Gritou a Loucura: - Vou começar a procurar. A primeira a aparecer foi a Curiosidade já que não agüentava mais, querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima do muro, sem saber em qual dos lados se esconderia melhor. E assim foram aparecendo, a Alegria, a Tristeza, a Timidez... Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou: - Onde está o Amor? Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurar. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira,

14 14 pegou um pauzinho, começou a procurar entre os galhos, e de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com o espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu servi-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas. Desde então e até hoje... "O amor é cego, e a loucura sempre o acompanha".

15 15 A MENINA QUE NÃO ERA MALUQUINHA Ruth Rocha (Para uma pessoa / Crianças) Maluquinha, eu? Eu não! Não sou nenhuma maluquinha! Quem me pôs esse apelido foi aquele menino de casacão e panela na cabeça. Ele me botou esse apelido quando eu fui brincar na casa do Mauricinho. Eu nem queria ir. Mas a mãe dele telefonou pra minha mãe, ela disse que o Mauricinho era muito tímido e que ela queria que ele brincasse com umas crianças mais... Não sei o que ela disse, acho que ela queria que ele brincasse com umas crianças mais descoladas... aí minha mãe me encheu um pouco e eu acabei indo. A gente chegou na casa do Mauricinho e foi logo almoçar. E depois do almoço a mãe dele botou a gente pra fazer a lição. Eu não me incomodo de fazer lição logo depois do almoço, porque eu fico logo livre. Mas a mãe do Mauricinho começou a fazer uns discursos sobre responsabilidade e coisa e tal, que a gente já era grandinha e tinha que cumprir com os compromissos... Um saco! Eu tô careca de saber disso! E então eu fiz minha lição correndo e o Mauricinho ficou lá toda a vida, ele não acabava mais de fazer a lição dele. Aí eu comecei a rodar pela casa até que encontrei um gato. Gato não, gata. Chamava Pom-pom. Ou era Fru-fru... Ou era Bom-Bom, sei lá. E eu peguei a gata e ela estava meio fedida. Então eu resolvi dar um banho nela. Gato não gosta de banho, vocês sabem. Mas meu avô tinha me contado que quando ele queria dar banho no gato ele botava o bicho dentro da banheira e ele não conseguia sair e meu avô dava banho à vontade!

16 16 Mauricinho tinha um banheiro dentro do quarto dele. Quando eu fui chegando perto da banheira a gata arrepiou toda e eu joguei ela bem depressa lá dentro e tapei o ralo e enchi de água. E esfreguei a gata todinha com um shampoo todo perfumado que tinha lá e eu estava achando que todo mundo ia gostar de ver a gata toda limpinha. A gata estava muito infeliz e ela miava miaaauuu... e tentava sair do banho, mas meu avô tinha razão: ela arranhava a parede da banheira, mas não conseguia sair. Mas acho que aí caiu shampoo no olho da gata, porque ela deu um pulo e agarrou na minha roupa e conseguiu pular fora e saiu correndo, espalhando espuma de shampoo por todo lado e nisso a mãe do Mauricinho vinha chegando e levou o maior susto e caiu sentada e a gata continuou correndo e assustando todo mundo e respingando tudo de espuma. Eu não sei quem estava mais assustado: se era o Mauricinho, a mãe dele, a gata, ou se era eu. Eu corri atrás da gata, mas ela pulou pela janela, atravessou o jardim, saiu pela rua e eu atrás. Só que no meio da rua estava a turma daquele menino, aquele da panela na cabeça, e a gata passou pelo meio deles todos e eu atrás! E eles levaram o maior susto, cada um correu para um lado, e atrás de mim vinha a mãe do Mauricinho e o Mauricinho e a cozinheira e o jardineiro todos correndo e gritando e eu resolvi correr para a minha casa e me esconder lá. Mas no dia seguinte... a escola toda já sabia da história e aquele menino, aquele da panela na cabeça começou a me chamar de maluquinha... Mas eu não sou maluquinha, não! Só se for a vó dele!

17 17 A MOÇA TECELÃ Marina Colasanti (Para uma pessoa) Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear. Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor da luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte. Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava. Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos do algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela. Mas, se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados para que o sol voltasse a acalmar a natureza. Assim, jogando a lançadeira de um lado para outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias. Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranqüila. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer. Mas, tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.

18 18 Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponta dos sapatos, quando bateram à porta. Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando na sua vida. Aquela noite, deitada contra o ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade. E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque, descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar. - Uma casa melhor é necessária disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer. Mas, pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente. - Para que ter casa, se podemos ter palácio? perguntou. Sem querer resposta, imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata. Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o som. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira. Afinal, o palácio ficou pronto. E, entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre. - É para que ninguém saiba do tapete disse. E, antes de trancar a porta a chave, advertiu: - Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos!

19 19 Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer. E, tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou como seria bom estar sozinha de novo. Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear. Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário e, jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins. Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela. A noite acabava quando o marido, estranhando a cama dura, acordou e, espantado, olhou em volta. Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu. Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetia na linha do horizonte.

20 20 A RATOEIRA Autor desconhecido (Para uma pessoa) Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!! A galinha, disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o porco e lhe disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!! - Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces. O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse: - O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitála. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.

21 21 funeral. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

22 22 A VOLTA Luís Fernando Veríssimo (Para uma pessoa) Da janela do trem o homem avista a velha cidadezinha que o viu nascer. Seus olhos se enchem de lágrimas. Trinta anos. Desce na estação a mesma do seu tempo, não mudou nada e respira fundo. Até o cheiro é o mesmo! Cheiro de mato e poeira. Só não tem mais cheiro de carvão porque o trem agora é elétrico. E o chefe da estação, será possível? Ainda é o mesmo. Fora a careca, os bigodes brancos, as rugas e o corpo encurvado pela idade, não mudou nada. O homem não precisa perguntar como se chega ao centro da cidade. Vai a pé, guiando-se por suas lembranças. O centro continua como era. A praça. A igreja. A prefeitura. Até o vendedor de bilhetes na frente do Clube Comercial parece o mesmo. Você não tinha um cachorro? O Cusca? Morreu, ih, faz vinte anos. O homem sabe que subindo a Rua Quinze vai dar num cinema. O Elite. Sobe a Rua Quinze. O cinema ainda existe. Mas mudou de nome. Agora é o Rex. Do lado tem uma confeitaria. Ah, os doces da infância... Ele entra na confeitaria. Tudo igual. Fora o balcão de fórmica, tudo igual. Ou muito se engana ou o dono ainda é o mesmo. Seu Adolfo, certo? Lupércio. Errei por pouco. Estou procurando a casa onde nasci. Sei que ficava ao lado de uma farmácia. Qual delas, a Progresso, a Tem Tudo ou a Moderna? Qual é a mais antiga? A Moderna. Então é essa. Fica na Rua Voluntários da Pátria. Claro. A velha Voluntários. Sua casa está lá intacta. Ele sente vontade de chorar. A cor era outra. Tinham mudado a porta e provavelmente emparedado uma das janelas. Mas não havia dúvida, era a casa da sua infância. Bateu na porta. A mulher que abriu lhe parecia vagamente familiar. Seria...

23 23 Titia? Puluca! Bem, meu nome é... Todos chamavam você de Puluca. Entre. Ela lhe serviu licor. Perguntou por parentes que ele não conhecia. Ele perguntou por parentes de que ela não se lembrava. Conversaram até escurecer. Então ele se levantou e disse que precisava ir embora. Não podia, infelizmente, demorar-se em Riachinho. Só viera matar a saudade. A tia parecia intrigada. Riachinho, Puluca? É, por quê? Você vai para Riachinho? Ele não entendeu. Eu estou em Riachinho. Não, não. Riachinho é a próxima parada do trem. Você está em Coronel Assis. Então eu desci na estação errada! Durante alguns minutos os dois ficaram se olhando em silêncio. Finalmente a velha pergunta: Como é mesmo o seu nome? Mas ele estava na rua, atordoado. E agora? Não sabia como voltar para a estação, naquela cidade estranha.

24 24 AMIGOS Luís Fernando Veríssimo (Para dois homens) Personagens: - Careca, de óculos. - Barrigudo tirador de sarro. Os dois eram grandes amigos. Amigos de infância. Amigos de adolescência. Amigos de primeiras aventuras. Amigos de se verem todos os dias. Até mais ou menos 25 anos. Aí, por uma destas coisas da vida - e como a vida tem coisas! passaram muitos anos sem se ver. Até que um dia... Um dia se cruzaram na rua. Um ia numa direção, o outro na outra. Os dois se olharam, caminharam mais alguns passos e se viraram ao mesmo tempo, como se fosse coreografado. Tinham-se reconhecido. - Eu não acredito! - Não pode ser! Caíram um nos braços do outro. Foi um abraço demorado e emocionado. Deram-se tantos tapas nas costas quantos tinham sido os anos da separação. - Deixa eu te ver! - Estamos aí. - Mas você está careca! - Pois é. - E aquele bom cabelo? - Se foi... - Aquela Cabeleira. - Muito Gumex... - Fazia sucesso. - Pois é.

25 25 - Era cabeleira pra derrubar suburbana. - Muitas sucumbiram... - Puxa. Deixa eu ver atrás. *Vira-se* Ele se virou para mostrar a careca atrás. O outro exclamou: - Completamente careca! - E você? - Espera aí. O cabelo está todo aqui. Um pouco grisalho, mas firme. - E essa barriga? - O que é que a gente vai fazer? - Boa vida... - Mais ou menos... - Uma senhora barriga. - Nem tanto. - Aposto que futebol, com essa barriga... - Nunca mais. - E você era bom, hein? Um bolão. - O que é isso. - Agora tá com bola na barriga. - Você também. - Barriga, eu? - Quase do tamanho da minha. - O que é isso? - Respeitável. - Quem te dera um corpo como o meu. - Mas eu estou com todo o cabelo. - Estou vendo umas entradas aí. - O seu só teve saída. *Ri da própria piada* Ele se dobra de rir com a própria piada. O outro muda de assunto. - Faz o quê? Vinte anos? - Vinte cinco. No mínimo.

26 26 - Você mudou um bocado. - Você também. - Você acha? - Careca... - De novo a careca? Mais é fixação. - Desculpe, eu... - Esquece a minha careca. - Não sabia que você tinha complexo. - Não tenho complexo. Mas não precisa ficar falando só na careca. Estou falando nessa barriga indecente? Nessas rugas? - Que rugas? - Ora, que rugas? Meu Deus, sua cara está que é um cotovelo. - Espera um pouquinho... - E essa barriga? Você não se cuida não? - Me cuido mais que você. - Eu faço ginástica, meu caro. Corro todos os dias. Tenho uma saúde de cavalo. - É. Só falta a crina. - Pelo menos não tenho barriga de baiana. - E isso, o que é? *Cutuca o outro* - Não me cutuca. - Me diz. O que é? Enchimento? *Cutuca novamente* - Não me cutuca! - E esses óculos são para quê? Vista cansada? Eu não uso óculos. - É por isso que está vendo barriga aonde não tem. - Claro, claro. Vai ver você tem cabelo e eu é que não estou enxergando. - Cabelo outra vez! Mas isso já é obsessão. Eu se fosse você procurava um médico. - Vá você, que está precisando. Se bem que velhice não tem cura.

27 27 - Quem é que é velho? - Ora, faça-me o favor... - Velho é você. - Você. - Você. - Você! - Ruína humana. - Ruína não. - Ruína! - Múmia! - Ah, é? Ah, é? - Cacareco! Ou será cacareca? - Saia da minha frente! Separaram-se, furiosos. Inimigos para o resto da vida.

28 28 BRINCADEIRA Luís Fernando Veríssimo (Para uma pessoa) Começou como uma brincadeira. Telefonou para um conhecido e disse: - Eu sei de tudo. Depois de um silêncio, o outro disse: - Como é que você soube? - Não interessa. Sei de tudo. - Me faz um favor. Não espalha. - Vou pensar. - Por amor de Deus. - Está bem. Mas olhe lá, hein? Descobriu que tinha poder sobre as pessoas. - Sei de tudo. - Co-como? - Sei de tudo. - Tudo o que? - Você sabe. - Mas é impossível. Como é que você descobriu? A reação das pessoas variava. Algumas perguntavam em seguida: - Alguém mais sabe? Outras se tornavam agressivas: - Está bem, você sabe. E daí? - Daí, nada. Só queria que você soubesse que eu sei. - Se você contar para alguém, eu... - Depende de você. - De mim, como? - Se você andar na linha, eu não conto. - Certo. Uma vez, parecia ter encontrado um inocente. - Sei de tudo. - Tudo o que?

29 29 - Você sabe. - Não sei. O que é que você sabe? - Não se faça de inocente. - Mas eu realmente não sei. - Vem com essa. - Você não sabe de nada. - Ah, quer dizer que existe alguma coisa para saber, mas eu é que não sei o que é? - Não existe nada. - Olha que eu vou espalhar... - Pode espalhar, que é mentira. - Como é que você sabe o que eu vou espalhar? - Qualquer coisa que você espalhar será mentira. - Está bem. Vou espalhar. Mas dali a pouco veio um telefonema. - Escute. Estive pensando melhor. Não espalha nada sobre aquilo. - Aquilo o que? - Você sabe. Passou a ser temido e respeitado. Volta e meia alguém se aproximaca dele e sussurrava: - Você contou para alguém? - Ainda não. - Puxa, obrigado. Com o tempo, ganhou uma reputação. Era de confiança. Um dia, foi procurado por um amigo com uma oferta de emprego. O salário era enorme. - Por que eu? quis saber. - A posição é de muita responsabilidade disse o amigo. Recomendei você. - Por quê? - Pela sua discrição. Subiu na vida. Dele se dizia que sabia tudo sobre todos, mas nunca abria a boca para falar de ninguém. Além de bem informado, um gentleman. Até que recebeu um telefonema. Uma voz misteriosa que disse: - Sei de tudo.

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