PLANO DE ATIVIDADES 2015

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE ATIVIDADES 2015"

Transcrição

1 PLANO DE ATIVIDADES 2015

2 ÍNDICE ENQUADRAMENTO QUEM SOMOS MISSÃO, VISÃO E VALORES SERVIÇOS À COMUNIDADE MISSÃO PRINCIPAL DA COOPERATIVA RESPOSTAS SOCIAIS ESTRATÉGIAS CHAVE QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS CHAVE OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS-CHAVE QUADROS DE ATIVIDADES QUADRO IDENTIFICATIVO DAS ATIVIDADES QUADRO DESCRITIVO DAS ATIVIDADES CONCLUSÃO 1

3 ENQUADRAMENTO O presente Plano de Atividades caracteriza-se por um conjunto de princípios e estratégias para o ano 2015, a serem aplicados pela Cooperativa de Solidariedade Social Pelo Sonho É Que Vamos QUEM SOMOS A Cooperativa de Solidariedade Social Pelo Sonho É Que Vamos é uma organização sem fins lucrativos, sediada no Concelho do Seixal, Portugal, com 17 anos de existência. Os nossos pilares de actuação são o profissionalismo, a transparência, a comunicação e a qualidade. Esta Cooperativa dispõe de oito respostas sociais, nomeadamente: 1. Centro de Acolhimento Temporário Janela Aberta 2. Lar de Jovens Vida Nova 3. Casa de Abrigo Nova Esperança 4. Creche Sonho Azul I 5. Creche Sonho Azul II 6. Creche Familiar Colo de Afetos 7. Serviços de Psicologia da Janela Aberta 8. Gabinete de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica Diariamente esta grande equipa de pessoas protege e cuida das nossas cerca de cento e cinquenta crianças, jovens, mulheres e famílias, quer de dia, quer de noite, sete dias por semana, 365 dias por ano. E tudo isto, Pelo Sonho, pela dignidade e pela equidade humana. MISSÃO, VISÃO E VALORES A Cooperativa de Solidariedade Social Pelo Sonho É Que Vamos é uma empresainstituição que define e partilha as suas estratégias de ação: 2

4 FOCO & IDENTIDADE: o nosso foco e a nossa identidade são a solidariedade social. Em primeiro lugar, actuamos na defesa dos mais frágeis, daqueles que não têm vez nem voz. IGUALDADE: Constituição da República Portuguesa, Artigo 13.º Princípio da igualdade 1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei. 2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual. DIVERSIDADE: o mundo cresce e muda a cada segundo que passa. E nós também. ESPECIALIDADE: os nossos 18 anos de existência, os muitos desafios ultrapassados, assim como a intensidade e empenho do nosso trabalho, tem-nos permitido aprofundar competências e saberes. Por isso somos especialistas. Não só adoramos o que fazemos como igualmente adoramos aprender a fazer cada vez mais e melhor. ONLINE: procuramos estar ao lado de quem precisa, na comunidade, mas igualmente afirmamos a nossa presença web. SEM FRONTEIRAS: o nosso raio de ação vai-se alargando perante as necessidades e os chamamentos. Nesta sequência, internacionalizámos o nosso trabalho Pelo Sonho. ECONOMIA: assumimos o nosso papel na economia social ao sermos parte activa de um dos sectores de actividade que mais promove o emprego em Portugal. PARCERIA: somos parceiros diários do cliente-auditor-estado, da rede social e das entidades públicas e privadas. COMPETIÇÃO: desenvolvemos estratégias de negócio diferenciado e autosustentável, competindo pela cooperação com as empresas de vários quadrantes. INOVAÇÃO: temos a ambição de sonhar sem limites. Step by step, somos não só cuidadores e protectores mas igualmente semeadores de ideias e projetos, os quais estão sempre a ser lançados em terra fértil e arada. Afinal, Pelo Sonho É Que Vamos. 3

5 SERVIÇOS À COMUNIDADE MISSÃO PRINCIPAL DA COOPERATIVA A Cooperativa Pelo Sonho foi criada para server a comunidade e ao longo de 18 anos tem sido esse o seu trabalho e obra. Como os próprios estatutos da Cooperativa o referem, no Art.º 1.º - 1., A Cooperativa, inserida no ramo do sector cooperative da solidariedade social, tem como objecto da promoção da prestação de serviços socialmente úteis para a comunidade. RESPOSTAS SOCIAIS Neste sentido, a Cooperativa Pelo Sonho tem criado e desenvolvido diversas de respostas sociais, de acordo com as necessidades da comunidade. As respostas sociais são projetos dinámicos que necessitam de crescer, evoluir e melhorar as suas práticas e ações. Assim, o trabalho constante desta Cooperativa é não só o de dar resposta à comunidade, através das suas respostas sociais, como igualmente de dar resposta à necessidade de constantente melhoramento das respostas sociais. 4

6 ESTRATRÉGIAS-CHAVE Tendo no ano de 2015 havido uma mudança de Direção da Cooperativa de Solidariedade Social, as estratégias-chave são sintonizadas com este facto. QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS-CHAVE Assim, definem-se para 2015 as seguintes 3 Estratégias-Chave: Diagnóstico Mudança Cooperação OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS-CHAVE Operacionalizam-se as estratégias-chave da seguinte forma: 1. Diagnóstico: realização de um diagnóstico interno das necessidades e fragilidades da Cooperativa, nos seus diversos sectores e quadrantes de ação 2. Cooperação: promoção de um espírito cooperativo e de inter-ajuda entre toda a equipa da Cooperativa, com o lema: Todos somos Cooperativa e a Cooperativa é de todos 5

7 3. Mudança: promoção e desenvolvimento de práticas de insight e mudança, com procedimentos e metodologias nesse sentido. QUADROS DE ATIVIDADES Depois da apresentação da Cooperativa, descrição da sua Missão Principal e caracterização das Estratégias-Chave, apresentam-se as atividades planeadas para QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES Atividades Diagnóstico 1. Diagnóstico Macro 2. Diagnóstico das Respostas Sociais 3. Diagnóstico da Gestão e Tesouraria Cooperação 4. Fortalecimento da Missão Pelo Sonho 5. Marca e Site Pelo Sonho 6. Organograma Mudança 7. Regra dos 3 P s 8. Novos procedimentos 9. Transparência e profissionalismo 6

8 QUADRO DESCRITIVO DAS ATIVIDADES As 9 atividades apresentadas são agora descritas: Atividade Descrição 1. Diagnóstico Macro Avaliação e diagnóstico das necessidades da Cooperativa em termos macro 2. Diagnóstico das Respostas Sociais Avaliação e diagnóstico das necessidades das respostas sociais 3. Diagnóstico da Gestão e Tesouraria Avaliação e diagnóstico das necessidades da gestão e tesouraria 4. Fortalecimento da Missão Pelo Sonho Promoção da união e cooperação interna centrada na Missão Pelo Sonho 5. Marca e Site Pelo Sonho Registo da Marca e criação de plataformas web de divulgação Pelo Sonho 6. Organograma Reengenharia interna e criação de organogramas de cooperação 7. Regra dos 3 P s Promoção da mudança e do insight através da regra: parar, pensar e partilhar 8. Novo procedimentos Desenvolvimento e promoção de novas práticas e procedimentos 9. Transparência e profissionalismo Realização de atividades de promoção da transparência e profissionalismo 7

9 CONCLUSÃO Após um ano de 2014 com fragilidades significativas para a Cooperativa, onde decorreu um novo ato eleitoral, o ano de 2015 apresenta-se como um desafio de reorganização e reengenharia interna, com a arrumação da casa e o fortalecimento da marca Pelo Sonho. As resistências internas à mudança mesmo que positive e para melhor são uma característica do ser humano. Porém, o sonho fala mais alto e o objetivo de levar esta Cooperativa a bom porto orientará cada ação e estratégia. Esta nova Direção comprometeu-se e está aqui, de mangas arregaçadas, com o olhar no horizonte, e a trabalhar lado a lado com todos. Bem-haja. Seixal, Abril de 2015 A Direção Hugo Santos, Presidente Ana Branco, Vice-Presidente 8

PLANO DE ATIVIDADES 2016

PLANO DE ATIVIDADES 2016 PLANO DE ATIVIDADES 2016 ÍNDICE ENQUADRAMENTO QUEM SOMOS MISSÃO, VISÃO E VALORES SERVIÇOS À COMUNIDADE MISSÃO PRINCIPAL DA COOPERATIVA RESPOSTAS SOCIAIS ESTRATÉGIAS CHAVE QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS CHAVE

Leia mais

IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES

IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES TERESA MANECA LIMA SÍLVIA ROQUE DIFERENÇAS ENTRE HOMENS E MULHERES APENAS UMA QUESTÃO DE SEXO? SEXO GÉNERO SEXO: conjunto de características biológicas e reprodutivas

Leia mais

Igualdade de Género, e Não-discriminação.

Igualdade de Género, e Não-discriminação. 2016 Igualdade de Género, e Não-discriminação. INSTITUTO PORTUGUÊS DO SANGUE E DA TRANSPLANTAÇÃO, I.P. Igualdade de Género, e Não-discriminação. O IPST, I.P., está sujeito às normas legais previstas no

Leia mais

Santa Casa da Misericórdia de Pombal

Santa Casa da Misericórdia de Pombal Manual de Políticas Santa Casa da Misericórdia de Pombal Índice 1. Política da Qualidade 2. Politica de Apoio Social 3. Politica de Recursos Humanos 4. Politica de Ética 5. Politica de Envolvimento Ativo

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS 1 ÍNDICE Siglas... 3 1.Introdução... 4 2.Objeto... 4 3. Âmbito de aplicação... 4 4. Princípios gerais... 4 5. Princípios básicos.7 6. Disposições

Leia mais

EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL

EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL Desenvolver as condições facilitadoras da criação de emprego, combate ao desemprego e incentivo à iniciativa local referente ao empreendedorismo

Leia mais

O Direito de Adoptar?

O Direito de Adoptar? Direito da Igualdade Social 2010 2011 O Direito de Adoptar? A adopção por casais homossexuais Andreia Engenheiro Nº 2068 1. Família Tem influência de factores: - Religiosos; - Económicos; - Socio-culturais.

Leia mais

ESTATUTO DE UTIL I ID I ADE E P Ú P BLIC I A

ESTATUTO DE UTIL I ID I ADE E P Ú P BLIC I A ESTATUTO DE UTILIDADE PÚBLICA ESTATUTO DE UTILIDADE PÚBLICA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL REQUISITOS A PREENCHER PELOS CLUBES COMO E A QUEM REQUERER ISENÇÕES E REGALIAS REGISTO LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Decreto-Lei

Leia mais

Carta de Direitos e. Deveres do Cliente

Carta de Direitos e. Deveres do Cliente Carta de Direitos e Deveres do Cliente CONTROLO DAS REVISÕES DO DOCUMENTO Versão Data Descrição Página(s) Próxima revisão 01 15.12.2009 Elaboração da 1ª versão do documento ----- Dezembro/2011 02 12.04.2010

Leia mais

Plano de Actividades e Orçamento 2010

Plano de Actividades e Orçamento 2010 Plano de Actividades e Orçamento 2010 1 2 1. Missão A CooLabora é uma cooperativa de consultoria e intervenção social criada em 2008. Tem por missão contribuir para a inovação social no desenvolvimento

Leia mais

27 de junho de Domingos Lopes

27 de junho de Domingos Lopes 27 de junho de 2016 Domingos Lopes Objetivos Temáticos OT 8. Promover a sustentabilidade e a qualidade do emprego e apoiar a mobilidade dos trabalhadores assumindo como meta nacional, até 2020, o aumento

Leia mais

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE 9 de Janeiro de 2010 1 Modelo CRITÉRIOS RIOS MEIOS CRITÉRIO 1. LIDERANÇA, PLANEAMENTO E ESTRATÉGIA Como a gestão desenvolve e prossegue a missão, a visão e os valores da

Leia mais

MANIFESTO PORTUGAL MAIS LIBERAL

MANIFESTO PORTUGAL MAIS LIBERAL MANIFESTO PORTUGAL MAIS LIBERAL Este é o tempo de Portugal aprender com o passado, entender os desafios do presente e, sobretudo, assegurar a evolução que fortaleça a esperança no nosso futuro coletivo

Leia mais

3,11% 3,03% 2,82% 2,76% 2,56% 1,92% 1,62% 1,52% 1,48% 0,00% 1,00% 2,00% 3,00% 4,00% 5,00% 6,00%

3,11% 3,03% 2,82% 2,76% 2,56% 1,92% 1,62% 1,52% 1,48% 0,00% 1,00% 2,00% 3,00% 4,00% 5,00% 6,00% Problemáticas Especificas e Respostas Sociais Famílias e comunidade Rendimento Social de Inserção População Beneficiária de RSI (%) Barreiro Montijo Almada Setúbal Peninsula de Setúbal Portugal Continental

Leia mais

Boletim N. 1 Projecto Quarto Crescente 2

Boletim N. 1 Projecto Quarto Crescente 2 Boletim N. 1 2016 A SIC Esperança associou-se ao Movimento Mais Para Todos, projecto de solidariedade da responsabilidade do LIDL Portugal, iniciativa para a qual esta entidade doou, durante o período

Leia mais

Direitos no acesso ao trabalho

Direitos no acesso ao trabalho Princípio da Igualdade Artigo 15.º da Constituição Política de São Tomé e Príncipe A igualdade formal e legal entre homem e mulher é igualmente confirmada noutros artigos da Constituição, nomeadamente:

Leia mais

Código de conduta. Aristóteles Ética a Nicómaco

Código de conduta. Aristóteles Ética a Nicómaco Código de conduta Toda a teoria da conduta tem de ser apenas um esquema, e não um sistema exacto ( ) os temas de conduta e comportamento não têm em si nada de fixo e invariável, tal como os temas de saúde.

Leia mais

IMSI16. Contributo para a Democracia. Adriano Neves José Fernandes Luis Silva Paulo Gama

IMSI16. Contributo para a Democracia. Adriano Neves José Fernandes Luis Silva Paulo Gama IMSI16 Contributo para a Democracia Adriano Neves José Fernandes Luis Silva Paulo Gama Instituição Particular de Solidariedade Social Organização de voluntariado que apoia de forma individualizada vítimas

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE NÍVEL Planificação Anual 2012-2013

Leia mais

Livro Verde da Comissão Europeia (2001) Responsabilidade Social

Livro Verde da Comissão Europeia (2001) Responsabilidade Social Susana Ramos Livro Verde da Comissão Europeia (2001) Responsabilidade Social É um conceito segundo o qual, as empresas decidem, numa base voluntária, contribuir para uma sociedade mais justa e para um

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO SAÚDE. - Advocacia junto ao Ministério da Saúde para criação de mais centros de testagem voluntária.

PROGRAMA DE ACÇÃO SAÚDE. - Advocacia junto ao Ministério da Saúde para criação de mais centros de testagem voluntária. PROGRAMA DE ACÇÃO A diversidade e complexidade dos assuntos integrados no programa de acção da OMA permitirá obter soluções eficazes nos cuidados primários de saúde, particularmente na saúde reprodutiva

Leia mais

PROGRAMA ELEITORAL ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE MONTIJO E AFONSEIRO

PROGRAMA ELEITORAL ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE MONTIJO E AFONSEIRO PROGRAMA ELEITORAL ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE MONTIJO E AFONSEIRO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO -Tudo fazer para que o Montijo e o Afonsoeiro voltem a ter as suas freguesias. -Exigir

Leia mais

ESBOÇO PARA UM CÓDIGO DE NORMAS DE CONDUTA DOS TRABALHADORES

ESBOÇO PARA UM CÓDIGO DE NORMAS DE CONDUTA DOS TRABALHADORES ESBOÇO PARA UM CÓDIGO DE NORMAS DE CONDUTA DOS TRABALHADORES Documento de trabalho para Discussão entre os trabalhadores, Conselho Técnico e Direcção 1 OBJECTIVO DO CÓDICO Organizar um quadro de referência

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS Relatório e parecer da Comissão Permanente de Assuntos Sociais à Proposta de Decreto Legislativo Regional - Aplicação à Região Autónoma dos Açores do Decreto-Lei nº 158/84, de 17 de Maio, que estabelece

Leia mais

APPASSI. Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17

APPASSI. Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17 Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17 ÍNDICE Introdução Enquadramento 1 Estrutura e Organização Interna 2

Leia mais

Carta Local do Associativismo

Carta Local do Associativismo Carta Local do Associativismo 2015 Carta Local do Associativismo Enquadramento Estratégico CARTA LOCAL DO ASSOCIATIVISMO O tecido associativo do Concelho de Peniche tem desempenhado um papel decisivo na

Leia mais

No âmbito do Projeto BIIG Alentejo da UMAR Biblioteca Itinerante para a Igualdade de Género vários municípios promoveram em 2012 nos seus

No âmbito do Projeto BIIG Alentejo da UMAR Biblioteca Itinerante para a Igualdade de Género vários municípios promoveram em 2012 nos seus No âmbito do Projeto BIIG Alentejo da UMAR Biblioteca Itinerante para a Igualdade de Género vários municípios promoveram em 2012 nos seus territórios, a Semana para a Igualdade. O Município de Sines promoveu

Leia mais

O PAPEL DAS POLÍCIAS NA INFORMAÇÃO ÀS VÍTIMAS DE CRIMES

O PAPEL DAS POLÍCIAS NA INFORMAÇÃO ÀS VÍTIMAS DE CRIMES O PAPEL DAS POLÍCIAS NA INFORMAÇÃO ÀS VÍTIMAS DE CRIMES Lisboa, 23SET2013 Coronel Óscar Rocha Diretor da Investigação Criminal AGENDA Enquadramento legal Perspetiva institucional Respostas institucionais

Leia mais

Estás grávida? Podemos ajudar-te.

Estás grávida? Podemos ajudar-te. Estás grávida? Podemos ajudar-te. QUEM SOMOS? O Apoio à Vida é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) nascida em 1998 com a finalidade de ajudar, acolher e formar adolescentes e mulheres

Leia mais

Mazda Motor de Portugal inicia parceria com as Aldeias de Crianças SOS

Mazda Motor de Portugal inicia parceria com as Aldeias de Crianças SOS Mazda Motor de Portugal inicia parceria com as Aldeias de Crianças SOS Lisboa, 2 de Julho 2012. A Mazda Motor de Portugal e a Associação das Aldeias de Crianças SOS de Portugal acabam de dar início a uma

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES FEDERAÇÃO DE DOENÇAS RARAS DE PORTUGAL

PLANO DE ACTIVIDADES FEDERAÇÃO DE DOENÇAS RARAS DE PORTUGAL PLANO DE ACTIVIDADES 2017 FEDERAÇÃO DE DOENÇAS RARAS DE PORTUGAL INTRODUÇÃO Na base da elaboração deste plano de actividades, está a intenção desta Direcção de implementar uma estratégia de acção baseada

Leia mais

Ana Gonçalves. Curso: TSHT- Técnico de Segurança e Higiene no trabalho. CP: Cidadania e Profissionalidade. Formadora: Ana Gonçalves

Ana Gonçalves. Curso: TSHT- Técnico de Segurança e Higiene no trabalho. CP: Cidadania e Profissionalidade. Formadora: Ana Gonçalves Descrição: Direitos e deveres adquiridos em cada fase da vida - criança, adulto e na velhice Objectivo: Cidadão/ Estado Critérios de Evidência; Reconhecer as responsabilidades inerentes à liberdade pessoal

Leia mais

Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Programa EaSI. Antonieta Ministro

Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Programa EaSI. Antonieta Ministro Programa EaSI É um instrumento de financiamento, a nível europeu, gerido diretamente pela Comissão Europeia, para apoiar o emprego, a política social e a mobilidade profissional em toda a UE Visa contribuir

Leia mais

INDICE POLÍTICA DA QUALIDADE 2 POLÍTICA DE ÉTICA 3 POLÍTICA DE ENVOLVIMENTO E PARTICIPAÇÃO 4 POLÍTICA DE CONFIDENCIALIDADE 5

INDICE POLÍTICA DA QUALIDADE 2 POLÍTICA DE ÉTICA 3 POLÍTICA DE ENVOLVIMENTO E PARTICIPAÇÃO 4 POLÍTICA DE CONFIDENCIALIDADE 5 INDICE POLÍTICA DA QUALIDADE 2 POLÍTICA DE ÉTICA 3 POLÍTICA DE ENVOLVIMENTO E PARTICIPAÇÃO 4 POLÍTICA DE CONFIDENCIALIDADE 5 POLÍTICA DE PREVENÇÃO DE ABUSO FÍSICO, MENTAL E FINANCEIRO 6 POLÍTICA DE RECRUTAMENTO

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL CÓDIGO DE CONDUTA

CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL CÓDIGO DE CONDUTA CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 28 de Março de 2014) PREÂMBULO As fundações são instituições privadas sem

Leia mais

2ª Edição do CURSO DE FORMAÇÃO DE VOLUNTARIADO Corações Capazes de Construir Iniciativa e responsabilidade da Associação Corações com Coroa (CCC)

2ª Edição do CURSO DE FORMAÇÃO DE VOLUNTARIADO Corações Capazes de Construir Iniciativa e responsabilidade da Associação Corações com Coroa (CCC) 2ª Edição do CURSO DE FORMAÇÃO DE VOLUNTARIADO Corações Capazes de Construir Iniciativa e responsabilidade da Associação Corações com Coroa (CCC) OBJECTIVOS: Formar equipas de voluntariado da CCC Promover

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Desagregação das medidas e das tipologias de atividades ESTRATÉGIA NACIONAL

Leia mais

Regulamento de Apoio a Instituições sem fins lucrativos do. Concelho de Monforte

Regulamento de Apoio a Instituições sem fins lucrativos do. Concelho de Monforte Regulamento de Apoio a Instituições sem fins lucrativos do Concelho de Monforte Considerando que a Constituição da República nos seus artigos 73, 78 e 79 consagra que todos têm o direito à educação e à

Leia mais

FORMAÇÃO CÍVICA E HUMANA

FORMAÇÃO CÍVICA E HUMANA Escola Secundária/3 de Barcelinhos ANO LETIVO 2012-2013 FORMAÇÃO CÍVICA E HUMANA 3.º Ciclo Ensino Básico A) ORIENTAÇÕES PROGRAMÁTICAS B) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ÍNDICE A) ORIENTAÇÕES PROGRAMÁTICAS 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (ENAAC 2020) Avaliação do âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho 1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 A Estratégia

Leia mais

O que é uma júnior empresa?

O que é uma júnior empresa? Guia do Candidato O que é uma júnior empresa? Uma júnior empresa é uma associação sem fins lucrativos, constituída por estudantes universitários, que tem como objetivo colocar em prática os conhecimentos

Leia mais

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto do Notariado e o Estatuto da Ordem dos Notários

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto do Notariado e o Estatuto da Ordem dos Notários DECRETO N.º 53/XI Autoriza o Governo a alterar o Estatuto do Notariado e o Estatuto da Ordem dos Notários A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Leia mais

Anexo Único. Estrutura e modelo de funcionamento de Co- Governação para os Gabinetes de Apoio aos Bairros de Intervenção Prioritária

Anexo Único. Estrutura e modelo de funcionamento de Co- Governação para os Gabinetes de Apoio aos Bairros de Intervenção Prioritária Anexo Único Estrutura e modelo de funcionamento de Co- Governação para os Gabinetes de Apoio aos Bairros de Intervenção Prioritária Artigo 1º - Definição Um GABIP é uma estrutura de iniciativa municipal,

Leia mais

Agenda Nacional de Gênero no âmbito do Desenvolvimento Sustentável até Brasil

Agenda Nacional de Gênero no âmbito do Desenvolvimento Sustentável até Brasil Agenda Nacional de Gênero no âmbito do Desenvolvimento Sustentável até 2030 - Brasil Governo Federal Secretaria Especial de Políticas para Mulheres SEPM Santiago Chile, 2017 1. Quadro normativo Constituição

Leia mais

Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Peniche, CRL

Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Peniche, CRL Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Peniche, CRL CERCIPeniche -Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Peniche, CRL Cooperativa de solidariedade

Leia mais

Resultados da Pesquisa sobre Políticas de CTI e Instrumentos de Política (GO-SPIN)

Resultados da Pesquisa sobre Políticas de CTI e Instrumentos de Política (GO-SPIN) Resultados da Pesquisa sobre Políticas de CTI e Instrumentos de Política (GO-SPIN) República de Moçambique Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional Maputo, 19 de Novembro

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA SANTIAGO DO CACÉM

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA SANTIAGO DO CACÉM Módulo A1: Empregabilidade I: Comunicação e Relações Interpessoais 1º Período Estratégias de autoconhecimento e de promoção da auto-estima. A Comunicação nas relações interpessoais. Tipos de comunicação

Leia mais

Promoção da Inovação Empresarial

Promoção da Inovação Empresarial Promoção da Inovação Empresarial EMP-07: Centro de Assistência Técnica!! " $ # & % Entidade Executora: ISMAI Responsável do sub-projecto: Dr. José Sousa (jsousa@ismai.pt) Parceiros: santa Casa da Misericórdia

Leia mais

Programa 2012 FICHA DE CANDIDATURA. Refª: 073 GASP - Gabinete de Acção Social e Psicológica

Programa 2012 FICHA DE CANDIDATURA. Refª: 073 GASP - Gabinete de Acção Social e Psicológica Programa 2012 FICHA DE CANDIDATURA Refª: 073 GASP - Gabinete de Acção Social e Psicológica Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060

Leia mais

EB1/PE DE ÁGUA DE PENA

EB1/PE DE ÁGUA DE PENA EB1/PE DE ÁGUA DE PENA 2010 2014 1.Introdução 2.Enquadramento legal 3.Diagnóstico avaliação do projecto anterior 4.Identificação de prioridades de intervenção 5.Disposições finais 6.Avaliação 1.Introdução

Leia mais

Princípios de Ação e Políticas orientadoras na APPACDM de Santarém

Princípios de Ação e Políticas orientadoras na APPACDM de Santarém Princípios de Ação e Políticas orientadoras na APPACDM de Santarém Visão Ser uma Instituição de referência para as pessoas com deficiência e incapacidades no concelho de Santarém e concelhos limítrofes.

Leia mais

2ª Edição do CURSO DE FORMAÇÃO DE VOLUNTARIADO Corações Capazes de Construir Iniciativa e responsabilidade da Associação Corações com Coroa (CCC)

2ª Edição do CURSO DE FORMAÇÃO DE VOLUNTARIADO Corações Capazes de Construir Iniciativa e responsabilidade da Associação Corações com Coroa (CCC) 2ª Edição do CURSO DE FORMAÇÃO DE VOLUNTARIADO Iniciativa e responsabilidade da Associação Corações com Coroa (CCC) OBJECTIVOS: Formar equipas de voluntariado da CCC. Promover o conhecimento em torno das

Leia mais

(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto)

(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto) (Portaria nº266/2012, de 30 de agosto) dezembro, 2013 CARTA DE MISSÃO (Portaria n.º 266/2012, de 30 de agosto) Nome do Diretor Carlos Alberto Martins Carvalho Escalão 9º Unidade Orgânica : Agrupamento

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL O presente relatório reflecte a actividade do CLDS Marinha Social, desde o inicio da sua actividade, em Julho de 2009 até Junho de 2010, analisando-se 2 momentos

Leia mais

Relatório Semana das Hepatites 2015

Relatório Semana das Hepatites 2015 1 Semana da Prevenção, Rastreio e Literacia sobre Hepatites Virais O GAT organizou uma ação conjunta com a sociedade civil durante a semana de 27 a 31 de julho, para assinalar o dia mundial das hepatites

Leia mais

CRIATIVIDADE E ECONOMIA INOVAÇÂO E INTERNACIONALIZAÇÃO

CRIATIVIDADE E ECONOMIA INOVAÇÂO E INTERNACIONALIZAÇÃO CRIATIVIDADE E ECONOMIA INOVAÇÂO E INTERNACIONALIZAÇÃO Criatividade e Economia Identificamos 4 pilares complementares que deveriam ter um papel dinamizador para a promoção do empreendedorismo e a articulação

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIAL

CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIAL Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Palmela Nota Justificativa Reconhecendo: 1. A juventude como força motriz do desenvolvimento de uma comunidade, região, país, através das suas múltiplas

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto

CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto Lei n.º 71/98 de 3 de Novembro Bases do enquadramento jurídico do voluntariado A Assembleia da República decreta, nos termos do artigo 161.º, alínea c), do artigo 166.º, n.º 3, e do artigo 112.º, n.º 5,

Leia mais

Lei n.º 71\98 de 3 de Novembro Bases do enquadramento jurídico do voluntariado

Lei n.º 71\98 de 3 de Novembro Bases do enquadramento jurídico do voluntariado ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 71\98 de 3 de Novembro Bases do enquadramento jurídico do voluntariado A Assembleia da República decreta nos termos do artigo 161.º, alínea c), do artigo 166.º, n.º3, e

Leia mais

- ALMA ALENTEJANA Associação para o Desenvolvimento Cooperação e Solidariedade Social Laranjeiro

- ALMA ALENTEJANA Associação para o Desenvolvimento Cooperação e Solidariedade Social Laranjeiro - ALMA ALENTEJANA Associação para o Desenvolvimento Cooperação e Solidariedade Social Laranjeiro Área de Intervenção: Idosos - Centros de Convívio, Centros de Dia e Apoio Domiciliário a idosos. NIF: 503776084

Leia mais

Livro Os Ciganos: História e Cultura - crianças e jovens - 12/15 anos

Livro Os Ciganos: História e Cultura - crianças e jovens - 12/15 anos Sugestões pedagógicas para orientar a leitura dos livros da Biblioteca Digital Livro Os Ciganos: História e Cultura - crianças e jovens - 12/15 anos Atividades para trabalhar os temas: Tolerância intercultural

Leia mais

Twendela kumwe Capacitação Institucional da Caritas de Angola Mercedes Pinto FEC ONGD. 2º Encontro Conhecimento e Cooperação 6 de junho de 2013

Twendela kumwe Capacitação Institucional da Caritas de Angola Mercedes Pinto FEC ONGD. 2º Encontro Conhecimento e Cooperação 6 de junho de 2013 Mercedes Pinto FEC ONGD 2º Encontro Conhecimento e Cooperação Objetivo geral Melhorar a eficiência e integração das intervenções da Caritas de Angola (CA) e de outras organizações envolvidas no trabalho

Leia mais

PROGRAMA TRAINEE 2017/2018

PROGRAMA TRAINEE 2017/2018 PROGRAMA TRAINEE 2017/2018 Voar mais alto é o nosso lema, fazer-te voar é a nossa missão! Com mais de nove décadas de história, a detém um papel de relevo a nível mundial no negócio da manutenção e fabricação

Leia mais

POLÍTICAS DE SOLIDARIEDADE SOCIAL PLANO E ORÇAMENTO PARA 2014

POLÍTICAS DE SOLIDARIEDADE SOCIAL PLANO E ORÇAMENTO PARA 2014 POLÍTICAS DE SOLIDARIEDADE SOCIAL PLANO E ORÇAMENTO PARA 2014 As políticas sociais no âmbito da Solidariedade e Segurança Social implementadas pelo Partido Socialista e o atual Governo, na proposta de

Leia mais

PROJETO: REDE IGUALDADE +

PROJETO: REDE IGUALDADE + PROJETO: REDE IGUALDADE + Câmara Municipal de Vila do Conde Março 2016 Agenda 1 Objetivos 2 Relevância 3 Etapas do projeto REDE IGUALDADE + 4 Cronograma 5 Parceiros e Associados 6 Parceria Internacional

Leia mais

DE QUE MODO ACTUAM OS

DE QUE MODO ACTUAM OS PREDADORES ONLINE Quando as crianças utilizam ferramentas de comunicação na Internet, como salas de chat, correio electrónico e mensagens instantâneas, estão vulneráveis a interagir com predadores online.

Leia mais

Regulamento Interno Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Social /Protocolo de RSI

Regulamento Interno Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Social /Protocolo de RSI Regulamento Interno Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Social /Protocolo de RSI Rua do Formigoso N.º 103 Polvoreira 4835-168 Guimarães Telefone: 253 557 128 - Telemóvel: 91 051 36 36 rsipolvoreira@gmail.com

Leia mais

MUNICÍPIO DE FERREIRA DO ZÊZERE CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

MUNICÍPIO DE FERREIRA DO ZÊZERE CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA MUNICÍPIO DE FERREIRA DO ZÊZERE CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA 1 DO MUNICÍPIO DE FERREIRA DO ZÊZERE O presente Código de Ética e Conduta, a seguir designado abreviadamente por Código, estabelece o conjunto

Leia mais

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO. Setor de Atividade Atividades de apoio social para pessoas idosas, com alojamento.

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO. Setor de Atividade Atividades de apoio social para pessoas idosas, com alojamento. FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Organização Centro Social Paroquial de Dornelas Diretor(a) Dra. Ana Lopes Fernandes Setor de Atividade 87301 Atividades de apoio social para pessoas idosas, com alojamento. Número

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS A Política de Gestão de Pessoas da Unimed define as estratégias relacionadas às ações destinadas aos seus colaboradores; baseia-se na Missão,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA 1/7

CÓDIGO DE CONDUTA 1/7 CÓDIGO DE CONDUTA 1/7 ÍNDICE Página A Missão da Fundação AEP 3 Visão 3 Valores 3 Objetivos 3 Objeto, Âmbito e Aplicação 4 Transparência na Atuação e Publicitação das Contas 4 Impedimentos ou Incompatibilidades

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA

CÓDIGO DE CONDUTA DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA Documento 1 CÓDIGO DE CONDUTA DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA 1 Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha Portuguesa. Os princípios fundamentais são o ideário do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do

Leia mais

ANEXO F ÁRVORE DE CATEGORIAS DAS ENTREVISTAS APRECIATIVAS

ANEXO F ÁRVORE DE CATEGORIAS DAS ENTREVISTAS APRECIATIVAS ANEXO F ÁRVORE DE CATEGORIAS DAS ENTREVISTAS APRECIATIVAS Categorias Número de Referências Projecto Intervir A Técnicos no O Estruturação do Reconhecimento do Actividades Enquadramento da intervenção Trabalho

Leia mais

Colóquio Reservas da Biosfera: Laboratórios de Desenvolvimento Sustentável Assembleia da República, 3 de Julho de 2013

Colóquio Reservas da Biosfera: Laboratórios de Desenvolvimento Sustentável Assembleia da República, 3 de Julho de 2013 Colóquio Reservas da Biosfera: Laboratórios de Desenvolvimento Sustentável Assembleia da República, 3 de Julho de 2013 A Rede Portuguesa de Reservas da Biosfera foi criada pela Comissão Nacional da UNESCO,

Leia mais

Plano Municipal Contra a Violência Doméstica Prolongamento

Plano Municipal Contra a Violência Doméstica Prolongamento Plano Municipal Contra a Violência Doméstica 2011-14 Prolongamento Plano Municipal Contra a Violência 2011 2013 Prolongamento O Plano Municipal Contra a Violência 2011/13, teve por objetivo estruturar

Leia mais

ELEIÇÕES / PROGRAMA ELEITORAL LISTA B

ELEIÇÕES / PROGRAMA ELEITORAL LISTA B ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DOENTES DE PARKINSON ELEIÇÕES / 2012-2014 PROGRAMA ELEITORAL LISTA B Todos juntos somos fortes Não há nada a temer Ao meu lado há um amigo Que é preciso proteger Chico Buarque

Leia mais

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Iª JORNADAS IGOT DOS PROFESSORES DE GEOGRAFIA Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Maria Helena Esteves 7 de Setembro de 2013 Apresentação O que é a Educação para a Cidadania Educação

Leia mais

POLÍTICA DE SALVA GUARDAS

POLÍTICA DE SALVA GUARDAS POLÍTICA DE SALVA GUARDAS Missão O CPCD foi criado para ser uma instituição em permanente aprendizagem nos campos da Educação e do Desenvolvimento, tendo a Cultura como matéria-prima e instrumento de ação.

Leia mais

CARTA DE APRESENTAÇÃO

CARTA DE APRESENTAÇÃO CARTA DE APRESENTAÇÃO TechLuzi - Prestação de Serviços (SU), Lda. Sumário Sobre nós...3 Objetivo...4 Missão Visão Valores Nossos serviços...5 Aos Clientes... 6 2 Prezado (a) Senhor (a): Córdiais saudações!

Leia mais

Cidades Adaptadas(áveis): Cidades Participadas I I Cidades inclusivas I Cidades Educadoras

Cidades Adaptadas(áveis): Cidades Participadas I I Cidades inclusivas I Cidades Educadoras Cidades Adaptadas(áveis): Cidades Participadas I I Cidades inclusivas I Cidades Educadoras 3 JULHO 2015 Articula atores e conhecimento Partilha Identidade como pilar Activas, inclusivas e seguras Participadas

Leia mais

Programa da Qualidade Política Geral

Programa da Qualidade Política Geral O Hospital Pulido Valente definiu como MISSÂO: Programa da Qualidade Política Geral 1. O Hospital é o estabelecimento de referência para a população envolvente, para as especialidades de que dispõe, desenvolvendo

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO. Ordem dos Enfermeiros, surge por vontade de um grupo de Enfermeiros da Prática Clínica, que

PROGRAMA DE AÇÃO. Ordem dos Enfermeiros, surge por vontade de um grupo de Enfermeiros da Prática Clínica, que PROGRAMA DE AÇÃO Caros e caras colegas, A candidatura "+ Ordem dos Enfermeiros", aos Órgãos da Seção Regional da Madeira da Ordem dos Enfermeiros, surge por vontade de um grupo de Enfermeiros da Prática

Leia mais

guia concurso de ideias

guia concurso de ideias guia do concurso de ideias O Projecto LIMACRIA tem como parceiros as seguintes entidades: CEVAL - Conselho Empresarial do Vale do Lima IPVC - Instituto Politécnico de Viana do Castelo SPI - Sociedade Portuguesa

Leia mais

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR Manual de GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Acolhimento Familiar (33 V4.02) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE UM REGIME PARA O FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE E ASSISTÊNCIA NO ACTUAL CONTEXTO

REFLEXÕES SOBRE UM REGIME PARA O FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE E ASSISTÊNCIA NO ACTUAL CONTEXTO REFLEXÕES SOBRE UM REGIME PARA O FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE E ASSISTÊNCIA NO ACTUAL CONTEXTO DR. JOSÉ CHIVALA Director Geral Adjunto do INSS ENAD. 16 DE NOVEMBRO DE 2015 AS FUNÇÕES DO ESTADO E A PROTECÇÃO

Leia mais

Gabinete de Apoio à Criação de Emprego e Captação de Investimentos

Gabinete de Apoio à Criação de Emprego e Captação de Investimentos Estudo de Caracterização do Tecido Empresarial do Concelho de Almada Observatório sobre Emprego, Empresas e Formação Gabinete de Apoio à Criação de Emprego e Captação de Investimentos 1 O Objecto da presente

Leia mais

ADVERTÊNCIA. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União. Ministério da Saúde Gabinete do Ministro

ADVERTÊNCIA. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União. Ministério da Saúde Gabinete do Ministro ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.311, DE 23 DE OUTUBRO DE 2014 Altera a Portaria nº 2.866/GM/MS, de 2 de

Leia mais

ESTATÍSTICAS APAV LINHA DE APOIO À VÍTIMA NOV_2014 DEZ_2015 APAV.PT/ESTATISTICAS

ESTATÍSTICAS APAV LINHA DE APOIO À VÍTIMA NOV_2014 DEZ_2015 APAV.PT/ESTATISTICAS ESTATÍSTICAS APAV LINHA DE APOIO À VÍTIMA NOV_2014 DEZ_2015 APAV.PT/ESTATISTICAS A Linha de Apoio à Vítima (LAV) 116 006 é um serviço de atendimento telefónico da APAV, gratuito e confidencial, adequado

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPÍTULO I

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPÍTULO I CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Âmbito de aplicação O Centro de Convívio, é uma das Respostas Sociais da Santa Casa da Misericórdia de Ferreira do Zêzere, Instituição Privada de Direito Canónico com sede

Leia mais

Case-study Projeto de Assistência Técnica à Direção Nacional de Águas, Angola

Case-study Projeto de Assistência Técnica à Direção Nacional de Águas, Angola Promover Parcerias Win-Win no âmbito do mercado das multilaterais Direção Nacional de Águas, Angola Américo Abreu Ferreira (AdP-I) Henrique Gomes (TESE) 7 de junho de 2016 ENQUADRAMENTO DESIGNAÇÃO E OBJECTO

Leia mais

Plano Nacional de Leitura

Plano Nacional de Leitura 2012-2014 Plano Nacional de Leitura 1 I. O que motivou o projeto? Centralidade da leitura Leitura como ponto de partida para: - Aprender (competência transversal ao currículo) - Colaborar - Interagir /

Leia mais

Autarquias Digitais: promessas e desafios Luis Borges Gouveia Internet como democratizar o seu uso e as suas práticas. Abrantes, 27 de Junho de 2003

Autarquias Digitais: promessas e desafios Luis Borges Gouveia Internet como democratizar o seu uso e as suas práticas. Abrantes, 27 de Junho de 2003 Autarquias Digitais: promessas e desafios Luis Borges Gouveia Internet como democratizar o seu uso e as suas práticas. Abrantes, 27 de Junho de 2003 A Sociedade da Informação e a informação Uma das formas

Leia mais

Conceito de emigração Trabalho elaborado por: Sandra Jacinto e Paulo Luz. O conceito de imigração e emigração.

Conceito de emigração Trabalho elaborado por: Sandra Jacinto e Paulo Luz. O conceito de imigração e emigração. O conceito de imigração e emigração. Os principais fluxos migratórios para a Europa e Portugal. A politica de imigração dos países comunitários. As vantagens e desvantagens da imigração. Sandra Jacinto

Leia mais

PROPOSTA N.º 775/2017

PROPOSTA N.º 775/2017 PROPOSTA N.º 775/2017 Aprovar e submeter à Assembleia Municipal a adesão do Município de Lisboa à Rede Europeia em Educação e Formação Profissional - Xarxa FP, à European Association of the Education of

Leia mais

CARTA DE RECOMENDAÇÕES Elaborada pelos participantes do 2º Encontro da Rede Participação Juvenil de Sintra

CARTA DE RECOMENDAÇÕES Elaborada pelos participantes do 2º Encontro da Rede Participação Juvenil de Sintra CARTA DE RECOMENDAÇÕES Elaborada pelos participantes do 2º Encontro da Rede Participação Juvenil de Sintra 03.03.2012 PARTICIPAÇÃO EM ACTIVIDADES JUVENIS 1. Realizar inquéritos, a nível local, para averiguar

Leia mais

A CIDADANIA POSITIVA É FAZER MAIS

A CIDADANIA POSITIVA É FAZER MAIS A CIDADANIA POSITIVA É FAZER MAIS A Fundação Galp Energia visa de uma forma consistente com os seus valores ser uma entidade pró-activa no âmbito da Responsabilidade Social empenhada no serviço à comunidade

Leia mais

O ESPAÇO NA PEDAGOGIA-EM- -PARTICIPAÇÃO

O ESPAÇO NA PEDAGOGIA-EM- -PARTICIPAÇÃO I O ESPAÇO NA PEDAGOGIA-EM- -PARTICIPAÇÃO Júlia Oliveira-Formosinho Filipa Freire de Andrade Introdução Espaço(s) em Participação Na Pedagogia -em-participação damos muita importância à organização do(s)

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DEZEMBRO, 2016 GRUPO DE CAPOEIRA CAMBOATÁ PALAVRA DO MESTRE TUCANO FUNDADOR DO GRUPO CAMBOATÁ "O CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO GRUPO CAMBOATÁ é um documento que reúne os princípios

Leia mais

Recursos 3. Enquadramento Legal / Orientações Curriculares

Recursos 3. Enquadramento Legal / Orientações Curriculares Comunicar Recursos 3 Escola Secundária José Afonso Centro de Recursos Enquadramento Legal / Orientações Curriculares Gerais Formação Cívica Existência de áreas curriculares disciplinares e não disciplinares,

Leia mais

HISTORICO DO ACOLHIMENTO FAMILIAR NO BRASIL IMPORTANTES DISTINÇÕES

HISTORICO DO ACOLHIMENTO FAMILIAR NO BRASIL IMPORTANTES DISTINÇÕES HISTORICO DO ACOLHIMENTO FAMILIAR NO BRASIL IMPORTANTES DISTINÇÕES JANE VALENTE NECA 2010 Mudanças legais à mudança de paradigmas De abrigo aos serviços de acolhimento Ouvir a criança ou o adolescente

Leia mais