MARISA ALONSO MARIQUITO VENTURELLI

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1 1 MARISA ALONSO MARIQUITO VENTURELLI A HISTÓRIA DA CONTABILIDADE: DA PRÉ HISTORIA AO PANORAMA ATUAL Monografia apresentada à Faculdade Sudamerica de Cataguases como exigência para aprovação no curso de Bacharelado em Ciências Contábeis. FACULDADE SUDAMÉRICA CATAGUASES

2 Dedico este trabalho a Deus, por estar sempre me ajudando e iluminando. À minha família, que compreende minha ausência e me apóia nessa jornada. 2

3 3 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus, pelo dom da vida e pela alegria de despertar a cada manhã. Aos meus familiares, mãe, irmã, esposo e filhos, Raphael e Pablo, com muito carinho e apoio, não mediram esforços para que eu chegasse até esta etapa de minha vida. À professora Silene Aparecida Zampier pela paciência na orientação e incentivo que tornaram possível a conclusão desta monografia. Aos amigos com quem comecei esta caminhada em busca de novos ideais e que haja sempre saudades, para haver a constante busca do reencontro. A todos os professores da Faculdade Sudamérica, que foram tão importantes na minha vida acadêmica e no desenvolvimento desta monografia.

4 Do conhecimento das experiências passadas depende o sucesso dos empreendimentos futuros pela formação de uma sadia cultura presente. A História da Contabilidade assemelha-se a um grande firmamento no qual existem luzes cintilantes de diversas grandezas e buracos negros ainda a prenunciar necessidade de evolução. Compete a nós ampliar as luzes ou preservá-las e contribuir para que a evolução acenda novos focos luminosos. Antonio Lopes de Sá 4

5 5 RESUMO O presente trabalho tem a finalidade de realizar uma caminhada para o descobrimento da contabilidade com o intuito de mostrar a sua evolução pelos tempos, desde o início da civilização até os dias atuais. Comprova-se através de pesquisas arqueológicas que a área contábil existe desde antes da escrita, os números atestam isso, através de desenhos em rochas e no chão das grutas em alguns lugares da Europa, a suposição mais aceita, é que as primeiras civilizações faziam as contas utilizando-se de ossos e com os desenhos. A história da contabilidade, nesta monografia, percorre fatos importantes, descrevendo a evolução da área em cada lugar, na escola européia verifica-se o desenvolvimento da contabilidade principalmente na Itália, terra do de um dos precursores da área Frei Luca Pacioni, já a escola norte americana ou escola anglo saxônica, proporcionou um grande avanço na contabilidade e terminando, a contabilidade no Brasil mostra que nosso país seguiu inicialmente a escola européia e que depois com a sua industrialização começou-se a ser utilizada a escola norte americana o que predomina até os dias atuais. Também se encontra descrita na pesquisa a caminhada da contabilidade através dos tempos, citando-se os mundos antigos, medieval, moderno e científico. Nota-se a relevância do Frei Luca Pacioli na criação da contabilidade verifica-se que Pacioli iniciou os estudos através da matemática, ou seja, usou a matéria como estrutura para a área contábil e criou diversas inovação que são citadas até os dias de hoje em todos os cursos de graduação ou técnicos, sua importância para a área é de extrema relevância pois seus livros ajudaram na valorização da contabilidade e também na sua criação como profissão, com características éticas e morais. A monografia termina concluindo todo o percurso citado, demonstrando os ganhos que a profissão conseguiu e que com a sua regularização em 1946, em que foi criado o conselho federal que tinha com principal função a de fiscalizar as condutas éticas e morais de cada profissional, também foi citado durante a caminhada que uma resolução de 1993 instituiu os princípios fundamentais da contabilidade, isto é, evocando a valorização, a ética e a moral que todos os contadores devem ter ao se formarem. O trabalho é brilhante e demonstrar o quanto a evolução da contabilidade foi necessário para o aprimoramento de todas as negociações comercial sendo o contador parte fundamental em todas as fases da vida de um patrimônio. (Evolução - história da contabilidade Frei Luca Pacioli regulamentação da profissão - ética)

6 6 ABSTRACT The present work aims to make a trek to the discovery of accounting in order to show its evolution through the ages since the dawn of civilization to the present day. It is verified through archaeological research that the accounting department has existed since before writing, the figures show that, through drawings on rocks and caves on the ground in some places in Europe, the most accepted assumption is that the first civilizations were the accounts using bone and to the drawings. The history of accounting, this monograph covers important facts, describing the evolution of the area in each place, the European School there is the development of accounting primarily in Italy, home of one of the forerunners of the area Frei Luca Pacione, since the school North American or Anglo Saxon school, provided a major breakthrough in accounting and ending, accounting in Brazil shows that our country has initially the European School and then with its industrialization began to be used in North American school which dominated until today. It is also described in the research of accounting walk through time, citing the ancient worlds, medieval, modern and scientific. Note the relevance of Friar Luca Pacioli in the creation of accounts it appears that Pacioli began his studies with mathematics, or used the area as a framework for the accounting department and created several innovation that are quoted to this day in all undergraduate or technical, its importance to the area is extremely relevant because his books have helped in the recovery of accounts and also in its creation as a profession with ethical and moral characteristics. The paper concludes by mentioned all the way, demonstrating the gains that the profession and able to be regularized in 1946, which created the Federal Council had with the main function of supervising the moral and ethical conduct of each employee and also was mentioned during the walk to a resolution of 1993 established the fundamental principles of accounting, ie, evoking the recovery, ethics and morals that all accountants should have when they graduate. The work is bright and show how the evolution of accounting was necessary for the betterment of all commercial negotiations with the meter key part in all phases of the life of an asset. (Evolution - history of accounting - Friar Luca Pacioli - regulation of the profession - ethics)

7 7 SUMÁRIO Pagina INTRODUÇÃO 08 2 A HISTÓRIA DA CONTABILIDADE 11 3 A CONTABILIDADE ANTES DA ESCRITA A Escola Européia A Escola Norte Americana A Contabilidade no Brasil 16 4 O MUNDO ANTIGO O mundo medieval O mundo moderno Frei Luca Pacioli O mundo científico 27 5 O PANORAMA ATUAL DA CONTABILIDADE 29 6 CONCLUSÃO 31 REFERÊNCIAS BIBLIOGÁFICAS 33

8 8 1 INTRODUÇÃO O estudo tem como base a evolução da contabilidade, utilizando-se para este fim, a história da área contábil desde os primórdios até a atualidade, objetiva-se com isso demonstrar que a contabilidade também se transformou diante de tantas mudanças e do desenvolvimento das relações sociais, sendo considerada relevante para todas as relações e diante disso, valorizando cada dia mais o profissional da área contábil, diante de sua importância presente em todos os negócios patrimoniais. Inicialmente, verifica-se que a história da contabilidade é tão antiga quanto à própria história da civilização, nota-se que está ligada às primeiras manifestações humanas da necessidade social de proteção à posse e de perpetuação e interpretação dos fatos ocorridos com o objeto material de que o homem sempre dispôs para alcançar os fins propostos. Verifica-se que tal estudo tem a finalidade de mostrar desde o período antigo, passando pelos mundos medieval, moderno, até chegar ao mundo científico, isto é, os dias de hoje, o amadurecimento da contabilidade diante da complexidade das relações comerciais, a valorização da área, do desenvolvimento, da expansão das relações e da própria sociedade, que a cada ano entende o espaço que a contabilidade tem atualmente em todas as vertentes da vida patrimonial, já que para qualquer negociação a área contábil se faz presente sendo relevante a sua participação. No início dos tempos, quando o homem viu que sua necessidade iria além da troca e começou a comercializar alimentos, objetos, enfim, o que era procurado, com o aumento da demanda e os lucros em dinheiro, a sociedade se viu perdida, sem saber como documentar, registrar seus lucros, prejuízos, isto é, todas as transações comerciais ocorridas, até porque tais negócios poderiam ocorrer também com pessoas de outras cidades, diante disso, dessa necessidade surgiu à contabilidade. Os tempos foram mudando, a sociedade foi crescendo, se evoluindo e a área contábil também sofreu modificações durante a passagem dos anos, do fortalecimento dos países e das mudanças interiores, pode-se ver nitidamente que a contabilidade segue a globalização, modernizando-se, evoluindo, crescendo. Através de uma viagem histórica será possível vislumbrarmos a importância da contabilidade na atualidade, pois diante de sua evolução pelo tempo, pelo desenvolvimento das relações comerciais, foi-se necessário o aprimoramento de algo que controlasse que mantivesse o registro das negociações, não somente em termos transacionais, mas também acerca de quaisquer informações sobre o patrimônio, tanto de pessoas físicas como das

9 9 pessoas jurídicas. Questões históricas serão abordadas e solucionadas através de pesquisas e doutrinas, diferenças acerca dos tratamentos da contabilidade para as pessoas jurídicas e físicas e quais as dúvidas sobre uma ou outra, também serão resolvidas. O trabalho também demonstrará a importância do registro, do controle feito pela contabilidade, ou seja, a relevância que o controle de tais informações significa não somente para transações comerciais, mas para qualquer negociação ou conhecimento sobre patrimônio. A tecnologia cada vez mais desenvolvida também opera reações na contabilidade, tornando possível a sua mutação para se adequar aos novos tempos, isto é, ao futuro. Conhecer, pesquisar, saber a evolução da área contábil é interessante para a compreensão da complexidade e da amplitude do tema, fazer essa viagem aos primórdios da civilização mostrará as mudanças da contabilidade através dos acontecimentos históricos, esse controle exercido pela área estudada possibilitou, por exemplo, que a Igreja e o Estado utilizassem os conceitos contábeis como um instrumento importante para o desenvolvimento do capitalismo, isto é, auxiliando na evolução direito da sociedade. Diante disso, constata-se que a origem da Contabilidade está ligada a necessidade de registros do comércio. Há indícios de que as primeiras cidades comerciais eram dos fenícios. A prática do comércio não era exclusiva destes, sendo exercida nas principais cidades da Antiguidade. Com o surgimento das primeiras administrações particulares aparecia a necessidade de controle, que não poderia ser feito sem o devido registro, a fim de que se pudesse prestar conta da coisa administrada. No período medieval, diversas inovações na contabilidade foram introduzidas por governos locais e pela igreja. Observa-se que naquele tempo não havia o crédito, ou seja, as compras, vendas e trocas eram à vista. Posteriormente, empregavam-se ramos de árvore assinalados como prova de dívida ou quitação. O desenvolvimento do papiro (papel) e do cálamo (pena de escrever) no Egito antigo facilitou extraordinariamente o registro de informações sobre negócios. À medida que as operações econômicas se tornam complexas, o seu controle se refina. As escritas governamentais da República Romana (200 a.c.) já traziam receitas de caixa classificadas em rendas e lucros, e as despesas compreendidas nos itens salários, perdas e diversões. Observa-se que à medida que as relações comerciais foram crescendo e se desenvolvendo foi necessário algo em que tais negócios pudessem ser documentados, registrados, para se ter controle sobre as transações realizadas, e com isso, surgiu a

10 10 contabilidade, que tem a finalidade de sistematizar informações destinando a prover os usuários com demonstrações e análises de natureza econômica financeira, tal palavra possui vários significados, mas sua principal finalidade é a de registrar o patrimônio das pessoas. Cada uma delas será explicada e demonstrada a sua relevância para a área contábil, através das constantes evoluções mundiais, nota-se que a contabilidade também evolui, cresce se modifica sempre se adequando à sociedade e melhorando cada vez mais através dos tempos. Através desde caminho, isto é, da história, visualiza-se entre tantos países e culturas que a área continua em ascensão graças a sua história e sobre a importância dos objetivos e finalidades da contabilidade. Os quatro períodos que serão tratados nos capítulos posteriores deste trabalho mostram que a contabilidade é uma área que está sempre se modificando, se adaptando a sociedade em que vivemos, é interessante e importante ver tal caminhada até a contabilidade atual, passa-se pelo início das transações comerciais, pela reciclagem e seriedade da profissão, até chegar-se a Itália que já nos primórdios via a área contábil com seriedade exigindo fiscalização e qualificação para exercer-se a profissão de contador. O presente trabalho tem a finalidade de desvendar através do desenvolvimento da sociedade, por pesquisas, pelos períodos acima citados e por demais fontes e doutrinas demonstrar a evolução da contabilidade e o quanto esse crescimento e modernidade são importantes para o avanço da área citada.

11 11 2 A HISTÓRIA DA CONTABILIDADE Nos primeiros tempos da Humanidade havia apenas o senso do coletivo em tribos primitivas. O estabelecimento de um habitat permitiu a organização da agricultura e do pastoreio. A organização econômica acerca do direito do uso do solo acarretou em separatividade, rompendo a vida comunitária, surgindo divisões e o senso de propriedade. Assim, cada pessoa criava sua riqueza individual. Desde o início dos tempos a civilização buscou formas de evoluir, começando pela troca de objetos, alimentos, tecidos e etc., até que diante da necessidade foi criada a moeda, ou seja, o dinheiro, e a venda foram iniciados, mas era importante ter o conhecimento de quanto pertencia a cada pessoa, os lucros, os prejuízos, isto é, toda a movimentação precisava ser documentada. Constata-se que a história da contabilidade é tão antiga quanto a própria História da Civilização. Esta presa às primeiras manifestações humanas da necessidade social de proteção à posse e de perpetuação e interpretação dos fatos ocorridos com o objeto material de que o homem sempre dispôs para alcançar os fins propostos ( IUDICIBUS, 1998). Quanto mais o homem evoluía economicamente e em suas relações comerciais, mais dúvidas eles tinham acerca do que ganhavam, ou perdiam, sobre suas negociações e com quem negociava, a necessidade e relevância de documentar seu patrimônio se tornaram importante, também ao reino que precisava de alguém que fizesse tal serviço. A origem da Contabilidade está ligada a necessidade de registros do comércio. Há indícios de que as primeiras cidades comerciais eram dos fenícios. A prática do comércio não era exclusiva destes, sendo exercida nas principais cidades da Antiguidade. A atividade de troca e venda dos comerciantes semíticos requeria o acompanhamento das variações de seus bens quando cada transação era efetuada. As trocas de bens e serviços eram seguidas de simples registros ou relatórios sobre o fato. Mas as cobranças de impostos, na Babilônia já se faziam com escritas, embora rudimentares. Um escriba egípcio contabilizou os negócios efetuados pelo governo de seu país no ano 2000 a.c. (ZANLUCA, 2009) A Contabilidade teve seu início por volta de (seis mil) anos a.c. dando origem a História antiga da contabilidade na Suméria, Elão, Egito etc., a qual era efetuada através de sinais feitos em paredes de cavernas e tabuletas de argila, como consequência de um levantamento físico feito nos bens, principalmente em rebanhos, sem avaliação monetária, pois ainda não existia parâmetros para troca ou seja a moeda. A época correta em que se iniciou a história da Contabilidade não há possibilidade para precisar, pois não há provas concretas para sustentar o seu surgimento. Por isso da divergência de alguns autores com

12 12 relação ao início. Conforme o mestre Antônio Lopes de Sá, Uma das arcaicas de Ur contém um inventário de cabras; algumas tabuletas de Fara têm como objeto de escrita os cereais e alguns outros diversos elementos. Entre as quais se dedicam aos vários objetos encontrados há as que se referem a: animais de carga destinados também ao cultivo da terra, divisão de terras alugadas, contas de pagamentos, contas dos inventários dos animais, contas de entradas e saída de metais e utensílios, contas dos bens consumidos ou sacrificados etc. Tais tabuletas, a fim de evitar adulterações, já tinham o "selo de sigilo" do templo, alcançando-se desta forma, mais uma fase de evolução no controle e mais um progresso nas administrações. (SÁ, 1995, p. 63) No entanto, verifica-se que as formas de se fazer contabilidade não obtiveram mudanças significativas por um período aproximado de (cinco mil e quinhentos) anos, sendo que o maior desenvolvimento foi em torno das diversas anotações conforme as necessidades e condições da época. Somente com o surgimento da escrita, moeda e aritmética os registros contábeis puderam ser efetuados com a concepção de valor, sem pictografias como indicação de contas e feitas em material menor e adequadas, o qual dava maiores condições de serem anotados e avaliados os componentes do patrimônio tanto das pessoas físicas como das jurídicas e naturalmente surgindo outros períodos na contabilidade. Constata-se que a partir que as negociações comerciais se tornaram maiores, frequentes e com mais pessoas, e que com isso surgiu um patrimônio grande para as partes envolvidas, viu-se a necessidade de documentar, registrar, controlar todos os movimentos, sendo prejuízos, lucros, surgindo assim à contabilidade.

13 13 3 A CONTABILIDADE ANTES DA ESCRITA A contabilidade existe desde os primórdios da civilização, isto é, antes mesmo da escrita propriamente dita, verifica-se que se tornou uma necessidade para os senhores feudais na contagem de seu patrimônio, ou seja, com a finalidade de registrar as transações comerciais, ou mesmo a troca de alimentos, animais, etc., esse controle, com o objetivo de documentar o acréscimo ou a diminuição patrimonial que é a função da ciência contábil. A Contabilidade nasceu na fúria dos negócios e até finais do século XIX, foi sempre feudo dos práticos, pois nunca mereceu atenção de pessoas com bastante saber e engenho bastantes para a tirarem do pântano do empirismo e das sistematizações precipitadas. (SILVA, 1959, p.11-12). Nota-se que pesquisas arqueológicas têm revelado que a origem da Contabilidade ou dos registros comerciais vem dos tempos pré-históricos, antes mesmo da invenção da escrita. Há um consenso entre os cientistas sociais, com destaque particular para os antropólogos, arqueólogos e historiadores que o berço das civilizações não tem âncora nas guerras, mas na concretude da atividade do comércio. A história do surgimento do número também é uma incógnita, haja vista, que há pesquisas que indicam que podem ser encontrados desde os primeiros tempos da raça humana e vislumbres de noções matemáticas se encontram em formas de vidas que podem datar de milhões de anos da humanidade. É claro que a matemática originalmente surgiu da vida diária do homem, e se há validade no princípio biológico da sobrevivência dos mais aptos a persistência da raça humana provavelmente tem relação com o desenvolvimento de conceitos matemáticos. Na seqüência desses raciocínios emerge-se de forma imediata o backbone da moderna prática contábil. Verifica-se que através de descobertas arqueológicas foram fornecidas provas de que a idéia de número é bem mais antiga do que progressos tecnológicos como o uso de metais ou de veículos com rodas. Precede a civilização e a escrita, no sentido usual da palavra, pois artefatos com significado numérico tais como um osso, vêm de um período cerca de trinta mil anos atrás. Diante disso, significa que dentro de um aspecto arqueológico, a Contabilidade manifestou-se há quase dez séculos atrás, portanto, muito antes do próprio homem ter desenvolvido o espírito de civilidade. Como contextualiza Ifrah (1997): O método mais universalmente atestado na história da Contabilidade, e um dos mais velhos também, é o osso ou o pedaço de madeira entalhado. Um ou outro facilita o embaraço numa

14 14 época em que não se sabia ainda contar de uma maneira abstrata. Constata-se que os primeiros testemunhos arqueológicos conhecidos dessa prática datam do período que os historiadores da pré-história designam habitualmente com o nome de Aurignaciano ( a a. C.). São, portanto, mais ou menos ou menos contemporâneos do homem de Cro-Magnon. Tratando de numerosos ossos, levando cada uma ou mais séries de entalhes regularmente espaçados, que foram encontrados na maioria na Europa Ocidental. Entre eles, um rádio de lobo munido de cinqüenta e cinco entalhes, refinados em duas séries de grupos de cinco. Nota-se que as pesquisas não conseguem encontrar uma data certa para o início da contabilidade, mas através de estudos chegou-se a conclusão que os números foram criados antes mesmo da escrita, os povos que habitavam a Terra nos primórdios da civilização já contavam o que tinha, já negociavam através das trocas e já tinha delimitado o que era de cada. Observa-se que no parágrafo acima, há noções de patrimônio e de contabilidade, pois já se fazia necessário o registro dos negócios, verifica-se que documentar os prejuízos e os lucros era comum nesse início de civilização, comprovam-se tais fatos através de desenhos numéricos encontrados nas escavações arqueológicas pelo mundo. 3.1 A Escola Européia Nota-se que tal escola pode ser chamada de Escola Italiana de Contabilidade, pois se observa que foi neste país que iniciou os primeiros estudos, através do idealizador da Contabilidade no mundo inteiro, Frei Luca Pacioli, o qual revolucionou a Contabilidade na época e ainda é utilizado nos dias de hoje. Constata-se que um dos períodos da história mundial da Contabilidade, é o período pré-científico ou moderno, época que surgiu o método das partidas dobradas na Itália, sendo demonstrado no livro Summa de Arithmetica, Geometria, Proportioni et Proportionalita do Frei Luca Pacioli publicado em 1494 (mil quatrocentos e noventa e quatro). No princípio do período científico, Francesco Villa ultrapassou os conceitos de Contabilidade daquela época, mostrando que o estudioso em Contabilidade não era somente para escriturar e guarda-livros, era necessário detalhar a informação e saber o seu significado. Seu seguidor Fábio Bésta, definiu a Contabilidade como ciência do controle econômico, aproximando-se do conceito de que o objeto da Contabilidade era o patrimônio. Vicenzo Masi, seguidor de Fábio Bésta afirmou em 1923, que o objeto da Contabilidade era o patrimônio, declarando seu pensamento em um artigo, cujo título denominava La Regioneria

15 15 come Scienza Del Patrimonio, isto é, A Contabilidade como ciência do patrimônio. Com esta afirmação, deu-se origem na Itália, a Escola Patrimonialista, corrente doutrinária de maior disseminação mundial, anunciando que a Contabilidade apesar de relacionar-se com várias ciências como o direito, a administração, a matemática e economia, tinham requisitos próprios para firmar-se como ciência. A "Escola Européia" teve seu período de ascensão por volta dos anos de 1202 até 1840, durante esta época a contabilidade viveu dois períodos distintos, um chamado de História Média ou da sistematização da Contabilidade, que vai de 1202 a 1494 e o outro chamado de História Moderna ou Literária da Contabilidade, que vai de 1494 a Conclui-se que tais ensinamentos tiveram e têm enorme influência na contabilidade brasileira, e que diversos temas e artigos europeus, em sua maioria italianos ainda são utilizados no curso de ciência contábeis e na vida do futuro contador. 3.2 Escola Norte-Americana Conforme o exposto acima se verifica que predominava no Brasil até a década de 50, a doutrina italiana, mas com a vinda de indústrias estrangeiras norte-americana para o país essa influência foi se dissipando, ocorrendo uma evolução dos conhecimentos contábeis. Inicialmente, esta escola limitava-se a base teórica, elevando o desenvolvimento prático e os contadores respeitando as normas definidas pelas associações profissionais. Tal escola também pode ser chamada de escola anglo-saxônica e proporcionou um grande avanço na parte científica da contabilidade, pelo fato que naquela época tais procedimentos eram exigidos, diante do crescimento industrial no Brasil. Nota-se que após a quebra da Bolsa de Nova York em 1929, houve uma necessidade de estabelecer normas padronizadas para os registros contábeis, daí o surgimento dos princípios contábeis. Dentre os trabalhos realizados para a padronização dos princípios contábeis, o que teve maior destaque no Brasil foi de Finney & Miller, adotado pela Universidade de São Paulo, causando uma expansão do pensamento contábil no país, segundo depoimentos do Professor Iudicibus. Observa-se que na data de 15 de dezembro de 1976, foi publicada no Brasil a Lei 6.404, que regulamentava os princípios contábeis, com orientação internacional especialmente a norte americana. Segundo a orientação de Hilário Franco, esta lei na realidade não inovou, e sim consagrou os princípios já utilizados no Brasil, por seus melhores profissionais. A esta fase correspondente ao 4º (quarto) período, denominada como "História Contemporânea ou científica da Contabilidade que vai de 1840 até aos nossos dias. O mestre

16 16 Antônio Lopes de Sá afirma que: Esta época científica apresenta-nos outra faceta de grande interesse na História da Contabilidade - a fase da História das Doutrinas Contábeis, em sua forma de aparecer, evoluir, derivar ou extinguir. Atualmente o progresso científico da Contabilidade é deveras extraordinário, continuando a sua história a possuir páginas brilhantes, escritas por valorosos mestres. (SÁ, 1995) Finalizando, observa-se que este avanço na parte científica da Contabilidade deu-se pelo fato de que todos os interessados na contabilidade se empenharam unindo esforços para o progresso da ciência, e dentre estes podemos destacar: o governo com incentivos, universidades, investidores, associações de contadores, Instituto de Contadores Públicos Americanos e diversos outros órgãos. 3.3 A Contabilidade no Brasil Com o descobrimento do Brasil, em 1500, o novo país começaria a escrever uma parte da história da contabilidade. Entretanto, é somente muitos anos depois, a partir de 1770, que surge a primeira regulamentação da profissão contábil em terras brasileiras, quando Dom José, rei de Portugal, expede a carta de lei a todos os domínios lusitanos. Neste documento, dentre outras regulamentações, fica estabelecida a obrigatoriedade de registro da matrícula de todos os guarda-livros na junta comercial. Nota-se que em 1870 acontece à primeira regulamentação brasileira da profissão contábil, por meio do decreto imperial nº 475. É reconhecida oficialmente a Associação dos Guarda-Livros da Corte, considerada como a primeira profissão liberal regulamentada no país. Durante o período inicial foram dados os primeiros passos rumo ao aperfeiçoamento da área. Na contadoria pública passou-se a somente admitir guarda-livros que tivessem cursado aulas de comércio. O exercício da profissão requeria um caráter multidisciplinar. Para ser guarda-livros era preciso ter conhecimento das línguas portuguesa e francesa, esmerada caligrafia e, mais tarde, com a chegada da máquina de escrever, ser eficiente nas técnicas datilográficas. Em 1902, o então presidente brasileiro Rodrigues Alves declara de utilidade pública, com caráter oficial, os diplomas conferidos pela Academia de Comércio do Rio de Janeiro, Escola Prática de Comércio de São Paulo, Instituto Comercial do Distrito Federal e Academia de Comércio de Juiz de Fora. Contudo, em 1915 é fundado o Instituto Brasileiro de Contadores Fiscais. No ano

17 17 seguinte surgem a Associação dos Contadores de São Paulo e Instituto Brasileiro de Contabilidade, no Rio de Janeiro. Nove anos depois, em 1924, é realizado o 1 Congresso Brasileiro de Contabilidade e são lançadas as bases para a campanha pela regulamentação de contador e reforma do ensino comercial no Brasil. Observa-se o crescimento das articulações para o desenvolvimento da profissão contábil e, em 1927, é fundado o Conselho Perpétuo, um embrião do que seria, no século XXI, o sistema Conselho Federal e Conselho Regional de Contabilidade. A instituição abrigava o Regime Geral de Contabilistas no Brasil, concedendo a matricula aos novos profissionais aptos a desenvolverem a atividade de contadores. Tal período é marcado por turbulência políticas, revoluções e a chegada de Getúlio Vargas ao poder, em Em 1931 vem a primeira grande vitória da classe contábil: é sancionado o decreto federal nº , que organizou o ensino comercial e regulamentou a profissão. É criado o curso de contabilidade, que formava dois tipos de profissionais: os guarda-livros, que cursavam dois anos e perito-contadores, que cursavam três anos. Depois do decreto citado acima, várias vitórias aconteceram. No ano seguinte é sancionado o decreto federal nº , estabelecendo novas condições para o registro de contadores e guarda-livros. Com esta lei, resolveu-se o problema dos profissionais da área que possuíam apenas o conhecimento empírico, pratico, determinando as condições e prazos para o registro desses profissionais. A partir desse momento, o exercício da profissão contábil passou a estar ligada, indissoluvelmente, à preparação escolar. Ou seja, quem desejasse abraçar a carreira teria primeiro, que estudar. Dentre outras, esta vitória marcou a trajetória da profissão no Brasil, sendo bastante comemorada pelas lideranças da área na época. Com isso, multiplicaram-se as gestões para a criação do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), a exemplo do que já acontecia na engenharia e advocacia, até então as únicas de nível universitário regulamentadas no país. Os contabilistas brasileiros não perderam tempo. A imediata criação do Conselho Federal, logo após a edição do Decreto-Lei nº demonstra a pressa que tinham para ver logo em funcionamento seu órgão de classe. Mas, na verdade, a criação desse órgão já era tardia, quando começou a tramitar o primeiro projeto de lei a respeito. Constata-se que tão logo instalado, o CFC já começa a atuar para cumprir a função para qual foi criado. Uma das primeiras providências do Conselho Federal foi criar as condições para a instalação e funcionamento dos Conselhos Regionais. Já na terceira reunião, realizada no dia 11 de outubro de 1946, ainda na sala do Ministério do Trabalho, foi criada uma comissão para organizar os Conselhos Regionais, na reunião seguinte, em 29 de outubro

18 18 do mesmo ano, é aprovada a Resolução nº3/46, que dispões sobre a organização dos Conselhos Regionais de Contabilidade, criando as condições e estabelecendo as primeiras regras. Hoje, existe um Conselho de Contabilidade em cada unidade da Federação e no Distrito Federal. As primeiras ações dos Conselhos Regionais eram direcionadas ao registro de profissionais. Mas, pouco tempo depois, foram iniciadas as atividades de fiscalização, em alguns Conselhos mais intensificados que em outros, de acordo com as peculiaridades de cada um. Hoje, a fiscalização é tema de discussão em todas as reuniões de presidentes do Sistema CFC/CRCs. Os Conselhos Regionais de Contabilidade, atualmente, além de registrar e fiscalizar o exercício profissional, educação continuada, alguns em parcerias com o Conselho Federal e com universidades, oferecendo aos profissionais da Contabilidade condições de se qualificarem a e atenderem às exigências do mercado de trabalho, além de oferecerem à sociedade um serviço de qualidade. Verifica-se que da mesma forma como no resto do mundo, no Brasil a contabilidade nasceu com a necessidade de controles e evolução tecnológica. No início fomos influenciados pela Escola Italiana, deixando diversos autores que até hoje em dia tem sido fonte de pesquisas. Constata-se que recentemente aconteceram fatos que marcaram profundamente a Contabilidade em nosso país, trazendo embasamento e fundamentos para seguirmos em frente, com a implantação da nova Lei das S.A. por parte do governo e a publicação de Normas Brasileiras de Contabilidade, com diversas resoluções e dentre elas podemos destacar a resolução 750/93 que trata sobre os Princípios Fundamentais da Contábil, que orientam os contadores a seguirem com sua profissão preservando tais regras importantes para o estudo e o trabalho do contador. Depois de tantas vitórias e regulamentações da profissão e sobre a profissão, nota-se que atualmente em nosso país temos seguido tendências Norte-Americanas, voltados para a investigação científica, produzindo trabalhos e artigos de alto valor para a Contabilidade Brasileira,voltados também para as perspectivas da Contabilidade no meio de um mundo globalizado onde a necessidade é de controle e informações úteis e em tempo real.

19 19 4 O MUNDO ANTIGO O período antigo se confunde com o início da contabilidade, nota-se que nos primórdios, a área contábil, realizada pelo homem antigo já visava o patrimônio, protegendoo e documentando- o, sendo o mesmo representado pelo rebanho e por bens quantitativos. Constata-se através da história, que os primeiros registros processaram-se de forma rudimentar, na memória do homem. O inventário, ou seja, a descrição detalhada do patrimônio de uma pessoa exercia um importante papel, pois a contagem era o método adotado para o controle dos bens, que eram classificados segundo sua natureza: rebanhos, metais, escravos, etc. Observa-se que a palavra "conta" designa o agrupamento de itens da mesma espécie. As primeiras escritas contábeis datam do término da Era da Pedra Polida, quando o homem conseguiu fazer os seus primeiros desenhos e gravações, consta que tais anotações eram feitas em pedras. Os primeiros controles eram estabelecidos pelos templos, o que perdurou por vários séculos. Outra observação importante era que os sumeros-babilônios, assim como os assírios, faziam os seus registros em peças de argila, retangulares ou ovais, ficando famosas as pequenas tábuas de Uruk, que mediam aproximadamente 2,5 a 4,5 centímetros, tendo faces ligeiramente convexas. Os registros combinavam o figurativo com o numérico. Gravava-se a cara do animal cuja existência se queria controlar e o numero correspondente às cabeças existentes. No entanto, embora rudimentar, o registro, em sua forma, assemelhava-se ao que hoje se processa. O nome da conta, Matrizes, por exemplo, substituiu a figura gravada, enquanto o aspecto numérico se tornou mais qualificado, com o acréscimo do valor monetário ao quantitativo. Esta evolução permitiu que, paralelamente à Aplicação, se pudesse demonstrar, também, a sua Origem. (ZANLUCA, 2009) Na cidade de Ur, na Caldéia, onde viveu Abraão, personagem bíblico que aparece no livro Gênesis, encontra-se, em escavações, importantes documentos contábeis: tabela de escrita cuneiforme, onde estão registradas contas referentes á mão-de-obra e materiais, ou seja, custos diretos. Isto significa que, a anos antes de Cristo, o homem já considerava fundamental apurar os seus custos. Contudo, o Sistema Contábil é dinâmico e evoluiu com a duplicação de documentos e "selos de sigilo". Os registros se tornaram diários e, posteriormente, foram sintetizados em papiros ou tábuas, no final de determinados períodos. Sofreu nova sintetização, agrupando-se

20 20 vários períodos, o que lembra o diário, o balancete mensal e o balanço anual. Já se estabelecia o confronto entre variações positivas e negativas, aplicando-se, empiricamente, o princípio da competência. Reconhecia-se a receita, a qual era confrontada com a despesa. Os egípcios legaram um riquíssimo acervo aos historiadores da contabilidade, e seus registros remontam a anos antes de Cristo. A escrita no Egito era fiscalizada pelo Fisco Real, o que tornava os escriturários zelosos e sérios em sua profissão. O inventário revestia-se de tal importância, que a contagem do boi, divindade adorada pelos egípcios, marcava o inicio do calendário adotado. Inscreviam-se bens móveis e imóveis, e já se estabeleciam, de forma primitiva, controles administrativos e financeiros. Já as "Partidas de Diário" assemelhavam-se ao processo moderno: o registro iniciava-se com a data e o nome da conta, seguindo-se quantitativos unitários e totais, transporte, se ocorresse, sempre em ordem cronológica de entradas e saídas, um processo bem organizado e sério, nota-se que a contabilidade no seu surgimento já era séria, ou seja, uma atividade zelosa. Como exemplo, pode-se citar, entre outras contas: "Conta de Pagamento de Escravos", "Conta de Vendas Diárias", "Conta Sintética Mensal dos Tributos Diversos", etc. Historicamente, tudo indica que foram os egípcios os primeiros povos a utilizar o valor monetário em seus registros. Usava como base, uma moeda, cunhada em ouro e prata, denominada "shat". Era a adoção, de maneira prática, do Princípio do Denominador Comum Monetário. Os gregos, baseando-se em modelos egípcios, anos antes de Cristo, já escrituravam contas de custos e receitas, procedendo, anualmente, a uma confrontação entre elas, para apuração do saldo, sabe-se que os gregos aperfeiçoaram o modelo egípcio, estendendo a escrituração contábil às várias atividades, como administração pública, privada e bancária. Quanto aos romanos, a documentação neste período é quase inexistente. Conclui-se pela existência de relatos bíblicos muito interessantes sobre controles contábeis, um dos quais o próprio Jesus relatou em Lucas capítulo 16, versos 1 a 7: o administrador que fraudou seu senhor, alterando os registros de valores a receber dos devedores. Também no tempo de José, no Egito, houve tal acumulação de bens que perderam a conta do que se tinha! (Gênesis 41.49). Houve um homem muito rico, de nome Jó, cujo patrimônio foi detalhadamente inventariado no livro de Jó, capítulo 1 (um), verso 3 (três). Depois de perder tudo, ele recupera os bens, e um novo inventário é apresentado em Jó, capítulo 42 (quarenta e dois), verso 12 (doze). No livro bíblico, consta que os bens e as rendas de Salomão também foram inventariados em 1º Reis e Em outra parábola de Jesus, há citação de um

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