MELHORAMENTO GENÉTICO DO TRITICALE. Palestrante: Allan Henrique da Silva. Introdução

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1 MELHORAMENTO GENÉTICO DO TRITICALE Palestrante: Allan Henrique da Silva Introdução Primeiro cereal criado pelo homem; Reduzir a deficiência de alimento; Uso: Forragem verde e feno Silagem Grãos secos para rações Pastoreio e colheita Cobertura vegetal Adubação verde Bolo e bolachas

2 Mercado mundial Plantado em 3,8 milhões de hectares; 14 milhões toneladas; Produtividade acima de kg/ha -1 Países produtores (milhões de ton): Polônia (3,748) grãos forrageiros Alemanha (2,741 ) França (1,783) China (1,250) grãos, feno, Bielorússia (1,100) forragem e silagem FAO, 2011 Mercado brasileiro Cultivado em 47 mil hectares; Produtividade 115 mil toneladas; Rendimento médio de kg/ha -1 Paraná 25,2 mil ha São Paulo : 14,2 mil ha kg/ha -1 ) IBGE, 2011

3 Origem Anfiplóide Triticale (X triticosecale W.) Octaplóide (AABBDDRR) Hexaplóide (AABBRR) Trigo x Centeio Potencial de rendimento, grãos grandes e bem formados, alto índice de colheita, estatura baixa, resistência a germinação na pré-colheita. Estabilidade de rendimento, espiga grande, alta produção de biomassa, tolerância ao frio, à seca, às doenças foliares e aos solos ácidos e elevado teor de lisina. Origem

4 Classificação Botânica Centeio (Secale cereale L.) Trigo comum (T. aestivum L.) X Diplóide (2n=x=14) RR Hexaplóide (2n=6x=42) AABBDD 7 cromossomas por genoma Triticum rimpaui W. octaplóide, 2n=8x=56 (AABBDDRR) Classificação Botânica Centeio (Secale cereale L.) Trigo duro (T. turgidum L.) X Diplóide (2n=x=14) RR 7 cromossomas por genoma tetraplóide (2n=4x=28) AABB Apresenta potencial agronômico imediato Triticum turgidocereale k. hexaplóide, 2n=6x=42 (AABBRR)

5 Classificação Botânica Triticales primários: trigo x centeio; Triticales secundários: primários x trigo, centeio ou com outros secundários; Triticales substituídos: cromossomos do genoma D no lugar do R.

6 Dados históricos 1876 Primeiro triticale descrito estéril ; 1891 Rimpau identificou plantas férteis; Triticales octaplóides 1937 Uso da colchicina (duplicação); 1948 Triticales hexaplóides 1966 Cooperação entre Canadáe CIMMYT primeira variedade recomendada Ensaios internacionais Dados históricos Brasil 1961 Introdução de linhagens do Canadá; 1969 Intercambio CIMMYT e Brasil; (EMBRAPA, IAC, IAPAR, COODETEC e FUNDACEP); 1985 Primeira cultivar lançada; 2005 Cultivar nacional BRS Minotauro.

7 Dispersão Brasil Substituto do trigo áreas marginais Baixa qualidade de farinha; Cooperação entre pesquisa e agroindústria; Alternativa para entressafra. Característica da farinha Farinha de triticale Farinha de trigo

8 Programas de melhoramento DESAFIO: Selecionar genótipos com caracteres desejáveis de seus genitores. CIMMYT Mais importante (plantados nos países produtores). + de acessos de triticale de primavera Programas de melhoramento Triticales de primavera e inverno Portugal, Espanha, Estados Unidos, Chile e Austrália (ciclo intermediário). Triticales de inverno Polônia, Romênia, França, Alemanha, Estados Unidos, China e Rússia. (ciclo longo) Importante programa de melhoramento

9 Triticale hexaplóides Germoplasma Cruzabilidade e estabilidade cromossômica Triticales octaplóides Influenciados pelos genes Kr1 e Kr2 (5A e 5B); Recessivo alta fertilidade Dominantes baixa cruzabilidade Trigos comuns nacionais Trigo hexaplóide Germoplasma genes importantes Adaptação a condições edafoclimáticas (solos ácidos, manchas foliares e germinação) Ausente em triticales introduzidos!! Cruzamento entre triticales octaplóides nacionais e hexaplóides introduzidos.

10 Melhoramento Genético Caracteres importantes: Rusticidade Resistência ao acamamento Tolerância a solos ácidos Doenças biotróficas Fontes genéticas nos germoplasmas nacionais Melhoramento Genético Intercâmbio entre órgãos de pesquisa; EMBRAPA, IAC, IAPAR e COODETEC. Introduções do CIMMYT 100% das cultivares nacionais ; Cultivares atuais hexaplóides

11 Experimentos de campo Figura 1. Experimento em Mococa Figura 2. Experimento em Capão Bonito Tolerância ao alumínio Experimentos de Laboratório

12 Tolerância ao alumínio Planta tolerante e sensível à toxicidade de alumínio Foto: LOBATO, Experimento em solo ácido

13 Objetivos do melhoramento Ciclo curto (ou duplo propósito); Tolerante ao alumínio; Qualidades tecnológicas; Resistência a giberela e brusone; Produtividade de massa e grãos; Estabilidade meiótica (aneuplóides) Objetivos do melhoramento Germinação pré-colheita e grãos murchos Presente no centeio Característica herdada no triticale

14 Métodos de melhoramento Introdução de genótipos Hibridações (nacional e introduzido) Hexaplóide x colchicina Octaplóides Condução da população segregante (método genealógico) Blocos de cruzamento

15 Blocos de cruzamento Camargo, 2008

16 Gerações segregantes Silva, A.H, 2010 Variabilidade genética

17 Sensibilidade ao acamamento Ciclo

18 Doenças foliares Oídio (Erysiphe graminis f.sp. Tritici) Mancha foliar (B. sorokiniana) Ferrugem da folha (Puccinia recondita f.sp. Tritici) Doenças de espiga - Giberela (Fusarium graminearum)

19 Doenças de espiga - Brusone (Pyricularia grisea) Carvão (Ustilago tritici)

20 Perspectivas Melhorar a produção de alimento; Substituir em partes a demanda por trigo; Conservação do solo. Obrigado pela atenção!

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