SISTEMA SIMPLIFICADO PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DA ÁGUA CONSUMIDA POR COMUNIDADES RURAIS DO SEMI-ÁRIDO DO BRASIL

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1 CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA PARA SUSTENTABILIDADE DE ÁREAS RURAIS E URBANAS TECNOLOGIAS E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA TERESINA, PI, DE A 4 DE JULHO DE 2005 SISTEMA SIMPLIFICADO PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DA ÁGUA CONSUMIDA POR COMUNIDADES RURAIS DO SEMI-ÁRIDO DO BRASIL Nayara de Oliveira Pinto, formada em Tecnologia em Saneamento Ambiental UNICAMP, bolsista da Embrapa Meio Ambiente.Rd. Sp340, Km 27,5. Jaguariúna/SP. CEP CP 69. Luiz Carlos Hermes, pesquisador Embrapa Meio Ambiente Rd. Sp340, Km 27,5. Jaguariúna/SP. CEP CP 69. RESUMO - Como a água doce disponível no mundo não é igualmente distribuída, algumas regiões apresentam escassez da água, como é o caso do semi-árido do Brasil. As comunidades rurais do semi-árido brasileiro, percorrem grandes distâncias para a obtenção de água, que na maioria das vezes é de péssima qualidade. Diante dessa realidade, o presente trabalho apresenta alguns sistemas simples, econômicos, práticos e viáveis de tratamento de água para serem desenvolvidos nessas regiões, a fim de melhorar a qualidade de água consumida por essas comunidades, reduzindo o número de doenças de veiculação hídrica e colaborando para o desenvolvimento sustentável da região. Palavras chave: Moringa oleifera, filtro lento de areia, desenvolvimento sustentável. INTRODUÇÃO De acordo com a Organização Mundial de Saúde, para cada dólar investido em saneamento, economiza-se cinco dólares nos dez anos seguintes em postos de saúde, médicos e hospitais. No Brasil, morrem atualmente 29 pessoas/dia por doenças decorrentes da qualidade da água e do não tratamento de esgotos e avalia-se que cerca de 70% dos leitos dos hospitais estão ocupados por pessoas que contraíram doenças transmitidas pela água (JUNIOR, 2004). 5 Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresina, PI, -4/07/2005

2 Na Região do semi-árido do Brasil, a população de algumas comunidades rurais, devido à escassez, é obrigada a percorrer grandes distâncias para a obtenção de água, que na maioria das vezes é de péssima qualidade e de turbidez muito elevada. A partir dessas dificuldades que as comunidades rurais enfrentam, percebe-se a necessidade do desenvolvimento de técnicas práticas, econômicas e viáveis para o tratamento de água, possibilitando uma adequação aos usos a que se destina, visando a melhoria da qualidade de vida dessas populações. A água utilizada para o consumo doméstico dessas comunidades, em geral é altamente túrbida, contendo material sólido em suspensão, bactérias e outros microrganismos. É necessário que se remova a maior quantidade possível desses materiais antes de usá-la para consumo. Normalmente, isso é obtido pela adição de coagulantes químicos, como o sulfato de alumínio, que às vezes não estão disponíveis a um preço razoável para essas populações. Uma alternativa é o uso de coagulantes naturais como as sementes da árvore Moringa oleifera que além de reduzir 80 99,5% da turbidez possuí a capacidade de remover as bactérias na ordem de 90 a 99% (MUYIBI E EVISION, 994). Outra alternativa seria o filtro lento de areia, que tem como características, facilidade operacional, baixos custos de implantação e operação e grande eficiência na remoção dos sólidos e organismos patogênicos (PATERNIANI E ROSTON, 2003). Técnicas simples de tratamento de água como essas, são alternativas sustentáveis para as comunidades rurais do semi-árido, assegurando que as mesmas possam ter água saudável e limpa para o uso doméstico, representando uma melhoria no índice de saúde dessas populações. MATERIAIS E MÉTODOS No presente estudo foram desenvolvidos os seguintes sistemas simplificados e de baixo custo de tratamento de água, voltados para as comunidades rurais do semi-árido: Sistema simplificado de tratamento de água utilizando as sementes da Moringa oleifera como coagulante/floculante natural - (Sistema Moringa); Sistema simplificado de tratamento de água utilizando filtro lento de areia (Sistema Filtro); Sistema simplificado de tratamento de água unindo as duas tecnologias: as sementes da Moringa oleifera como coagulante/floculante natural e o filtro lento de areia (Sistema Moringa + Filtro). 5 Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresina, PI, -4/07/2005 2

3 Os sistemas simplificados de tratamento de água foram desenvolvidos na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Meio Ambiente), localizada na cidade de Jaguariúna, estado de São Paulo, sob a orientação do pesquisador Luiz Carlos Hermes, com uma bolsa de Iniciação Científica do CNPq. As águas a serem tratadas pelos sistemas simplificados foram coletadas no rio Atibaia no ponto próximo a Embrapa Meio Ambiente. As sementes da Moringa oleifera foram doadas pela Embrapa Semi-Árido, localizada na cidade de Petrolina PE. As análises físico-químicas dos sistemas simplificados de tratamento de água foram realizadas através da Sonda Multiparâmetros (YSI Incorporate Environmental Monitoring Systems, modelo 6600). As análises bacteriológicas foram realizadas através do uso das cartelas do Kit biológico TECNOBAC da ALFAKIT. SISTEMA SIMPLIFICADO DE TRATAMENTO DE ÁGUA UTILIZANDO SEMENTES DA MORINGA COMO COAGULANTE/ FLOCULANTE NATURAL. Para a montagem do sistema foram utilizadas, 2 bombonas idênticas de 52cm de altura e 35cm de diâmetro, com capacidade de 50L. As bombonas foram posicionadas em diferentes níveis para o sistema funcionar por gravidade. A água bruta era colocada na bombona de nível mais alto, onde adicionava as sementes da Moringa e era realizada a coagulação/floculação. Essa, era ligada a bombona seguinte que retirava apenas a água tratada, ficando o lodo no fundo do recipiente. Sempre antes de fazer o tratamento da água bruta com as sementes da Moringa oleifera, era realizado um teste para verificar a melhor dosagem de semente moída, pois essa altera dependendo da turbidez. Baseado nos trabalhos já desenvolvidos, e sabendo que cada semente pesa aproximadamente 0,2g, eram utilizados nesses testes as seguintes doses, em 4 recipientes de 34cm de altura e 27,5cm de diâmetro com capacidade de 4L cada um: 0,6g;,2g;,8g e 2,4g por 4L ou 3 sementes; 6 sementes; 9 sementes e 2 sementes por 4L respectivamente. Após identificação da dose de sementes que obteve melhor resultado em relação aos parâmetros analisados (turbidez e coliformes), era feita uma equivalência para um volume de 50L, pois conforme citado anteriormente, o tratamento da água com a Moringa era realizado em uma bombona com capacidade de 50L. Foram realizadas análises da água antes de adicionadas as sementes e depois do 5 Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresina, PI, -4/07/2005 3

4 tratamento com as mesmas. SISTEMA SIMPLIFICADO DE TRATAMENTO DE ÁGUA UTILIZANDO LENTO DE AREIA. Para a montagem do sistema foram utilizadas 3 bombonas, com capacidade de 50L. As bombonas foram posicionadas em diferentes níveis para o sistema funcionar por gravidade. A água bruta era colocada na bombona de nível mais alto, ligada a bombona seguinte, onde foi construído o filtro lento de areia, que despejava a água tratada na última bombona. A construção do filtro lento de areia foi baseada na cartilha A Busca de Água no Sertão do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA). O filtro foi construído em uma das bombonas com capacidade de 50L, de fluxo descendente e composto de camadas de seixos, areia grossa, carvão vegetal, areia fina, e brita. A vazão do filtro foi controlada para L a cada 30 minutos. Foram realizadas análises da água antes de entrar no filtro lento de areia e depois de passar pelo mesmo. SISTEMA SIMPLIFICADO DE TRATAMENTO DE ÁGUA UTILIZANDO SEMENTES DA MORINGA SEGUIDO DO LENTO DE AREIA. Para a montagem do sistema foram utilizadas 3 bombonas, com capacidade de 50L. As bombonas foram posicionadas em diferentes níveis para o sistema funcionar por gravidade. A água obtida pelo Sistema Moringa, era depositada na bombona de nível mais alto, ligada ao filtro lento de areia, que despejava a água tratada na última bombona. Esse sistema é composto pelas duas tecnologias simples desenvolvidas no presente estudo, para verificar se ocorre uma melhoria ainda maior da qualidade da água. Foi montada essa seqüência, pois dessa forma a água bruta passa primeiro pelo processo de coagulação e floculação realizado pelas sementes, diminuindo grande parte das partículas suspensas, evitando a possibilidade de entupimento do filtro, além de diminuir o número de bactérias. Posteriormente, ao passar pelo filtro lento de areia, ocorre uma diminuição ainda maior da turbidez e do número de coliformes presentes na água. Foram realizadas análises da água antes e depois da mesma passar por todo o sistema. RESULTADOS E DISCUSSÕES 5 Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresina, PI, -4/07/2005 4

5 No presente estudo, o funcionamento dos sistemas e as análises das águas foram realizados num período de 3 dias, dentre os meses de setembro, outubro e novembro de 2004 e apresentaram os seguintes resultados, de acordo com as tabelas e gráficos a seguir. TABELA. Resultados das análises realizadas nos dias 27/09 29/09: CÓDIGO/DOSE TURBIDEZ (UNT) COLIFORMES FECAIS Água Bruta 23, ,6g 6, ,2g* 6, ,8g 8, ,4g 9, SM 4,2g 4, SF 6, SM+F 3, * Dose que apresentou melhores resultados em relação aos parâmetros analisados RESULTADOS DOS DIAS 27/09-29/ ,6 4,5 6,4 3, ÁGUA BRUTA SISTEMA MORINGA SISTEMA SISTEMA MORINGA + TURBIDEZ COLIFORMES FECAIS COLIFORMES TOTAIS Figura - Resultados das análises dos sistemas realizadas nos dias 27/09 a 29/09. TABELA 2. Resultados das análises realizadas nos dias 3/0 5/0: CÓDIGO/DOSE TURBIDEZ (UNT) COLIFORMES FECAIS Água Bruta 2, ,6g 8, ,2g* 5, ,8g 6, ,4g 0, SM 4,2g 2, SF 2, SM + F 2,0 0 0 *Dose que apresentou melhores resultados em relação aos parâmetros analisados. 5 Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresina, PI, -4/07/2005 5

6 RESULTADOS DOS DIAS 3/0-5/ ÁGUA BRUT A ,3 2, MORINGA MORINGA + TURBIDEZ COLIFORMES FECAIS Figura 2 Resultados das análises dos sistemas realizadas nos dias 3/0 a 5/0. TABELA 3. Resultados das análises realizadas nos dias 8/0 20/0 CÓDIGO/DOSE TURBIDEZ (NTU) COLIFORMES FECAIS Água Bruta 297, ,6g 6, ,2g 52, ,8g 3, ,4g* 6, SM 8,4g 4, SF 2, SM+F 3, * Dose que apresentou melhores resultados em relação aos parâmetros analisados RESULTADOS DOS DIAS 8/0-20/ , ,7 4, ÁGUA BRUT A MORINGA MORINGA + TURBIDEZ COLIFORMES FECAIS Figura - 3 Resultados das análises dos sistemas realizadas nos dias 8/0 a 20/0. TABELA 4. Resultados das análises realizadas nos dias 25/0 27/0 CÓDIGO/DOSE TURBIDEZ (NTU) COLIFORMES FECAIS Água Bruta 66, ,6g 6, ,2g* 4, ,8g 7, ,4g 8, Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresina, PI, -4/07/2005 2

7 SM 4,2g, SF 9, SM+F * Dose que apresentou melhores resultados em relação aos parâmetros analisados ,8 RESULTADOS DOS DIAS 25/0-27/ ÁGUA BRUT A, MORINGA 9, MORINGA + TURBIDEZ COLIFORMES FECAIS Figura - 4 Resultados das análises dos sistemas realizadas nos dias 25/0 a 27/0. TABELA 5. Resultados das análises realizadas nos dias 03/ 05/ CÓDIGO/DOSE TURBIDEZ (NTU) COLIFORMES FECAIS Água Bruta 95, ,6g 5, ,2g*, ,8g 2, ,4g, SM 4,2g 2, SF 6, SM+F, * Dose que apresentou melhores resultados em relação aos parâmetros analisados ,8 RESULTADOS DOS DIAS 03/ - 05/ 600 ÁGUA BRUT A MORINGA 6,6,6 MORINGA + TURBIDEZ COLIFORMES FECAIS Figura 5 Resultados das análises dos sistemas realizadas nos dias 03/ a 05/. 5 Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresina, PI, -4/07/2005 3

8 Durante a realização dos testes, pode - se perceber também, que em todos os testes realizados, os três sistemas reduziram consideravelmente a turbidez da água bruta, porém o que na maioria das vezes apresenta melhores resultados é o Sistema Moringa + Filtro, o segundo é o Sistema Moringa e por último o Sistema Filtro. O mesmo acontece com os coliformes fecais e totais que foram reduzidos em todos os sistemas, mas o sistema que apresentou melhores resultados foi o Sistema Moringa + Filtro. Na maioria dos testes os coliformes não foram 00% reduzidos, talvez porque conforme os trabalhos já realizados, as sementes da Moringa oleifera não reduzem 00% o número de coliformes fecais e totais. Elas deixam a água limpa e bebível, mas não totalmente purificada. E talvez, ainda não tenha formado a camada bacteriológica no topo do filtro lento de areia, responsável pela remoção dos coliformes. Assim, para um melhor resultado, pode ser necessário um tratamento secundário para as bactérias, como por exemplo, a cloração da água. Outra forma, seria realizar a desinfecção por radiação solar, por ser uma alternativa simples, que utiliza a temperatura para inativar os patógenos que causam diarréia, econômica, independe de produtos químicos e apropriada para regiões como a do semi-árido do Brasil. CONCLUSÃO Diante da construção dos sistemas e dos materiais utilizados, pode-se confirmar que os sistemas são de simples construção, de fácil operação e de baixo custo, permitindo que qualquer morador das comunidades rurais do semi-árido desenvolva um sistema no seu domicílio ou na sua comunidade. Os sistemas mostraram ser viáveis, porém apresentaram algumas dificuldades na remoção de 00% das bactérias e da turbidez. Mas as reduções desses parâmetros foram muito significativas representando uma grande melhoria na qualidade da água. A partir dos resultados obtidos, pode-se perceber que esses sistemas simples podem ser utilizados como alternativas viáveis para a melhoria da qualidade das águas consumidas pelas comunidades rurais do semi-árido brasileiro. E conseqüentemente melhorar os hábitos de higiene e a qualidade de vida dessas populações, diminuindo o número de doenças de veiculação hídrica e colaborando para o desenvolvimento sustentável da região. REFERÊNCIAS 5 Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresina, PI, -4/07/2005 4

9 IRPAA Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada. A Busca da Água no Sertão. 3 a. edição. Juazeiro, 996. JUNIOR, O. A. Saneamento Ambiental e Qualidade de Vida. Disponível em: < Acesso em: 03 ago MUYIBI, S. A.; EVISON, L. M. Moringa oleifera seeds for softening hardwater. University of Newcastle upon Tyne.England, 994. PATERNIANI, J. E. S.; ROSTON. D. M. Tecnologias para tratamento e reuso da água no meio rural. Água, Agricultura e Meio Ambiente no Estado de São Paulo Avanços e Desafios. Embrapa Meio Ambiente. Jaguariúna, Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresina, PI, -4/07/2005 5

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