Do improviso à padronização: a linguagem dos locutores esportivos cearenses ( )

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Do improviso à padronização: a linguagem dos locutores esportivos cearenses (1930-1950)"

Transcrição

1 Do improviso à padronização: a linguagem dos locutores esportivos cearenses ( ) HONÓRIO, Erotilde Silva - Doutora RODRIGUES, Íkara Ferreira - Aluna de Graduação da Universidade de Fortaleza UNIFOR UF: Ce Este artigo faz parte da pesquisa História e Memória da Radiodifusão Cearense. Temos como objetivo analisar, no presente trabalho, a linguagem radiofônica utilizada pelos locutores esportivos cearenses, desde as primeiras transmissões feitas na década de 1930 até a chamada era de ouro do rádio, em 1950, na cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará. Tal recorte temporal é útil, pois, se trata de um período no qual a linguagem empregada nas locuções esportivas evoluiu do amadorismo à profissionalização, ao mesmo tempo em que as emissoras fortalezenses sofriam uma forte influência das emissoras do Sudeste do Brasil. Tomamos como objeto de estudo três emissoras: Ceará Rádio Clube, Rádio Iracema e Rádio Uirapuru de Fortaleza, dentro das quais analisaremos o processo de desenvolvimento das transmissões esportivas. A metodologia é história oral de vida do grupo remanescente de radialistas que fizeram parte ou acompanharam este processo histórico de aperfeiçoamento da linguagem esportiva no rádio cearense. Tomamos como referências teóricas autores, como Luiz Ferraretto, Sônia Virgínia, Roberta Manuela Andrade, Erotilde Honório e Heródoto Barbeiro, Jesus Martin Barbero, que nos serviram de embasamento teórico para as discussões presentes neste trabalho. Palavras-chave: Rádio; linguagem radiofônica; padronização. Este artigo faz parte da pesquisa História e Memória da Radiodifusão Cearense, e tem como objetivo registrar e analisar a linguagem radiofônica utilizada pelos locutores esportivos cearenses, desde os primórdios da radiofonia, até a chamada era de ouro do Rádio, na cidade de Fortaleza, Ceará. Tomamos como metodologia de estudo entrevistas de História Oral de vida de pessoas que fizeram parte da construção histórica do rádio cearense, nas décadas de 1930, 1940 e O rádio instalado no Brasil no início da década 1920 passou a ser objeto de desejo e símbolo de status onde quer que se encontrasse. Em 1930 já tínhamos conhecido tudo o que se passava no mundo todo. Foi um ano marcado por acontecimentos de alto relevo que atingiram dimensões extraordinárias, sobretudo pela ação do rádio (Murce, 1976, p. 31). A década de 1930 ficou marcada por importantes acontecimentos históricos. O mundo caminhava para mais uma grande guerra, a Europa sofria com os regimes 1

2 totalitários e no Brasil um ex-governador gaúcho subia ao poder apoiado pelos militares, dando início a um novo período da história política do país, a Era Vargas. No Ceará, a década de 1930 registra a política de intervenções do governo federal, que tinha como objetivo acabar com o monopólio das oligarquias. Eram tempos difíceis para o povo cearense, a política dos Campos de Concentração que teve início em 1915, ano marcado pela seca, foi retomada com a seca de Sua finalidade era impedir que levas de flagelados chegassem à Fortaleza refugiando-se na periferia da cidade em busca de assistência. Na mesma década, em 1934, ocorrem dois fatos marcantes no Ceará, morre o maior e mais polêmico líder religioso da região, Padre Cícero Romão Batista e implanta-se a novidade tecnológica: o Rádio. A pioneira na radiofonia cearense foi a Ceará Rádio Clube 1, PRE-9. Suas primeiras transmissões foram feitas de maneira rudimentar, espontânea e improvisada. Não havia profissionais e os primeiros a trabalharem no rádio eram amadores do teatro que se fazia na cidade. A prática com o microfone vinha do uso das radiadoras instaladas nas feiras das grandes cidades, ou próximas às rodoviárias, servindo as informações por elas transmitidas de orientação a quem se deslocava ou desejava adquirir algum produto no mercado local. Não existia uma programação voltada para os ouvintes, as informações e os recados passados à população circulante, eram pontuais. Durante os primeiros anos da radiofonia brasileira, o amadorismo foi sua característica. As notícias veiculadas no rádio, eram réplicas das publicadas nos jornais 2, tal técnica era conhecida como gillete press. O formato de sociedades foi a estrutura que viabilizou a instalação do rádio, e esta denominação antecedia aos nomes das primeiras rádios instaladas no Brasil. Os clubes de associados, naturalmente estavam constituídos por uma elite seja econômica, seja intelectual e em conseqüência a programação era voltada para esses pequenos grupos. O rádio dos clubes e sociedades de radiodifusão era um passatempo da elite em uma 1 De acordo com Eduardo Campos, em 1924, já existia em Fortaleza um grupo de associados que se interessava pela radiotelefonia. Liderados pelo chefe do Distrito Telegráfico do Ceará, Elesbão de Castro Velloso, o grupo fundava em 30 de janeiro do mesmo ano a Rádio Club Cearense, estação que funcionaria de modo precário até 1932, quando passou a funcionar sob o prefixo PRA-T. Oficialmente, o licenciamento da emissora de rádio só sairia em 1934, o prefixo era o PRE-9 e se chamou Ceará Rádio Clube. 2. 2

3 sociedade que começa a se urbanizar. Constituídas como agremiações, eram os ouvintes que mantinham com suas mensalidades as emissoras operando. (FERRARETTO, p. 99, 2001) O esporte nos jornais impressos da década de 1930 Na década de 1930, circulavam no Ceará os jornais: O Nordeste, Correio do Ceará, Gazeta de Notícias, o Povo, Razão, Folha do Povo, Pátria Nova e Nação. Nesta década os jornais ainda eram o principal meio de informação do Estado. As atividades esportivas eram divulgadas através de notas ou colunas presentes nos periódicos. A coluna Vida Sportiva, por exemplo, publicada pelo jornal Folha do Povo, fazia parte do colunismo esportivo da época, que registrava como assunto principal, as informações referentes ao futebol brasileiro e local. O esporte só passou a ter presença constante no rádio, após um desentendimento entre, o então presidente da Associação Desportiva Cearense e Capitão do Exército Brasileiro, Juremir Pires de Castro, com a direção do jornal Correio do Ceará. O motivo da discórdia fora uma nota publicada pelo Jornal, que comparava o Capitão do Exército ao Imperador Dom Pedro I. Segundo Valdemar Caracas, que na época ocupava o cargo de Secretario da Associação, a nota parodiava a história de Dom Pedro I com a administração de Juremir Pires de Castro. A notícia tinha como titulo: Pedro I e o Capitão Juremir. O Capitão não gostou e tomou uma atitude radical, deportou o Diretor do Jornal para o Rio de Janeiro. Essa atitude criou um clima instável entre a imprensa, que se negou a publicar assuntos referentes ao esporte local. A alternativa encontrada pela Associação, foi recorrer ao dono da Ceará Radio Clube, João Dummar, que cedeu espaço na programação da emissora paras notícias referentes ao futebol cearense. Caracas ficou responsável pela edição e locução de esporte, com a ajuda de Carlos de Sá Moreira, responsável pela captação das notícias esportivas dos outros estados. No final da década de 1930, Boletim Esportivo, ia ao ar ao meio-dia, pela PRE-9. O programa Boletim Esportivo trazia as novidades sobre o Foot-Ball, esporte caracterizado como elitista e praticado, exclusivamente, por homens brancos. Foi nesta década que o futebol alcançou uma grande expansão no que diz respeito a sua prática e aos seus torcedores. Criaram-se, nos subúrbios da cidade, times de futebol formados por 3

4 trabalhadores. De acordo com Rodrigo Pinto os trabalhadores passaram a ver que esporte, música, dança, piqueniques domingueiros eram possibilidades de lazer diante da opressão do sistema de produção ou do rígido controle patronal. (2007, p. 04) O esporte no rádio e sua linguagem As transmissões esportivas seguiram o mesmo caráter amador predominante nos outros formatos do início do rádio. A primeira transmissão de uma partida de futebol realizada no Brasil, ocorreu na cidade de São Paulo, em A idéia partiu do locutor Nicolau Tuma, que decidiu contar os detalhes de um jogo para o público, através do Rádio. A transmissão foi realizada pela Rádio Educadora Paulista, que transmitiu a partida entre São Paulo e Paraná. Tuma também foi pioneiro na forma de narrar os jogos, sua locução era feita de maneira ágil e rápida, fato que lhe valeu, anos mais tarde, o apelido de Speaker Metralhadora(http://www.carosouvintes.com.br/index.php?option=content&task=view&id=478& Itemid=78) No Ceará a primeira partida de futebol foi levado ao ar, em 1938, pela pioneira PRE-9, quatro anos depois de sua instalação. O locutor era José Cabral de Araújo, ele narrou o jogo dos estúdios da emissora, onde se comunicava por linha telefônica com o repórter Rui Costa Sousa, que falava do Campo do Prado 3. Segundo Eduardo Campos graças a esse artifício, os que estavam na cidade puderam acompanhar todo o jogo, narrado com maestria pelo locutor, que se julgava presente (no estádio) (CAMPOS, 1984, p. 15). A primeira reportagem esportiva, de nível profissional, feita no Ceará, também foi levada ao ar pela Ceará Rádio Clube, o repórter era Oduvaldo Cozzi, que atuava em programas de entrevista, na PRE-9. Anos mais tarde, Odulvaldo passou a fazer parte do quadro de profissionais da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, onde se firmou como especialista em transmissões esportivas. José Cabral foi o primeiro locutor esportivo do rádio cearense. Ele possuía, em suas narrações a peculiar característica de contar anedotas durante as transmissões dos jogos. Para Eduardo Campos, as primeiras transmissões de jogos esportivos tinham uma certa preciosidade, pelo fato de cada locutor fazer as narrações a sua maneira. 3 Único estádio na época, que ficava localizado na área onde hoje se encontram as instalações do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará CEFET e o Estádio Presidente Vargas. 4

5 O linguajar diferente do comunicador esportivo tem motivos vários, que vão desde a necessidade de fugir ao comum, imprimindo à expressão verbal um significado conotativo, até a incessante luta pela conquista de maior audiência. Este fato leva, inclusive, à necessidade de atrair ouvintes através de auto-afirmação capaz de criar uma terminologia às vezes inédita, que caracterize a busca da marca pessoal de cada comunicador. (Capinussú, 1988, p.15) Valdemar Cabral Caracas o primeiro comentarista, noticiarista, e cronista esportivo do Ceará, acompanhou as primeiras transmissões esportivas e lembra de um dos episódicos momentos futebolísticos narrados por Paulo Cabral na PRE-9: O Ferroviário (time) tinha um goleiro chamado Joaquim Alves, o seu apelido era Puxa-faca. A bola na época era chamada de couro. O Maguary, time adversário, tinha um ponta-direita chamado Jombrega. O Jombrega ia metendo um gol de cabeça, e ele (Paulo Cabral) descreveu assim: Puxa-faca da um salto e arranca o couro da cabeça de Jombrega. Ora, foi um escândalo pra quem estava ouvindo aquilo. (Entrevista com Valdemar Cabral Caracas, 2008) O futebol, aos poucos, passou a fazer parte da programação radiofônica, tornandose um dos maiores atrativos do veiculo. O futebol ajudou a popularizar o então emergente veículo de massa, enquanto o rádio retirou o esporte de dentro dos estádios e o levou para o imaginário popular (ALMEIDA e MICELLI, p. 01, 2004). O radialismo esportivo se antecipou, a qualquer outro setor radiofônico, no que diz respeito à linguagem e aos avanços tecnológicos. Os locutores por se verem diante da expansão do veiculo e da obrigação de improvisar nas suas narrações, desenvolveram técnicas narrativas para atrair os ouvintes. Palavras de origem inglesa foram adaptadas para o português 4, o ritmo veloz e emotivo passou a ser utilizado nas locuções, a criação dos bordões e o jogo com as palavras passaram a dinamizar as narrativas futebolísticas. A nova linguagem permitiu ao ouvinte visualizar o campo e todos os lances do jogo, contribuindo assim para transformar o futebol em espetáculo de massas e paixão (ALMEIDA e MICELLI, p. 02, 2004). O objetivo era envolver o público emocionalmente a cada partida. A emoção faz com que o jornalismo esportivo esteja sempre numa linha tênue entre a pieguice e a razão. 4 Por ser um esporte de origem inglesa, o futebol, ao chegar no Brasil, trouxe expressões como: fiels (campo), goalkeeper (goleiro), referee (juiz), dentre outras. 5

6 Costuma-se dizer que não há cobertura esportiva sem emoção, mas o jornalista não se pode deixar levar por ela (BARBEIRO E LIMA, 2001, p. 76) A linguagem regional, anedótica, emotiva e enfática envolve o ouvinte nos lances da partida como se ele estivesse presente com o acréscimo do seu imaginário conduzido pelo locutor. Este é um momento mágico que proporciona uma estreita aproximação entre o narrador e cada um dos seus ouvintes, criando uma identificação entre ambos. Nelson Traquina afirma que: Ao longo da história, os jornalistas desenvolveram uma maneira própria de falar, isto é, uma linguagem (...). Uma das características principais desta fala é sua qualidade de ser compreensível. Os jornalistas precisam comunicar através das fronteiras de classe, étnicas, políticas e sociais existentes em uma sociedade (2005, p. 46). A linguagem utilizada pelos locutores possuía em sua essência, um forte caráter regional; eram utilizadas expressões conhecidas pelo público e diálogos que estavam presentes no cotidiano social do fortalezense. Para Jung, uma das características do rádio é a proximidade com o ouvinte, a conversa direta com o cidadão. (...) O público se identifica com a emissora da cidade e com o radialista de plantão (2005, p. 39). Essa é uma das características que aproximou o rádio do público, e facilitou sua expansão para além das fronteiras sociais. Em 1932, a autorização da propaganda, concedida pelo governo de Getúlio Vargas, trouxe às transmissões esportivas um novo alento. Com a regulamentação da publicidade, a indústria e o comércio ganham um veículo para atingir a população, inclusive os analfabetos (FERRARETTO, p. 104, 2001). O advento do rádio comercial ocasionou uma insipiente profissionalização dos locutores esportivos. Com a entrada no ar dos patrocinadores, os profissionais passam a receber salários mensais e têm seus passes negociados, muitas vezes, por altas quantias (ALMEIDA e MICELLI, p. 07, 2004). As transformações da radiofonia na década de 1940 A década de 1940, no Brasil, foi chamada de época de ouro da radiodifusão foi nesse período que se desenvolveu o sistema de ondas curtas, o qual ampliava o acesso às transmissões radiofônicas, no espaço e no tempo. Também foi nesta década que a pioneira cearense PRE-9, passou a fazer parte dos Diários e Emissoras Associados, um dos maiores conglomerados de comunicação já 6

7 existente no Brasil, dirigido por Assis Chateaubriand. A programação e a estrutura física da rádio passaram por significativas transformações. Para Eduardo Campos (2007), esse foi um período de aperfeiçoamento e melhoria dos padrões de redação e de apresentação dos programas. A estação inovou até em transmissões esportivas. O primeiro noticiário de esportes, feito profissionalmente, foi organizado e apresentado por um jornalista talentoso, o comentarista Miguel Picanço, que se escondia sob o pseudônimo de P. Teleco. (Entrevista com Eduardo Campos, 2004). A compra da Ceará Rádio Clube pelos Diários Associados propiciou mudanças estruturais ao modelo de radialismo cearense. Como ocorreu no restante do país, o conglomerado de Assis Chateaubriand começou a utilizar uma linguagem padrão em toda sua rede de comunicação 5, distribuída no país inteiro, atingindo não só as capitais, mas também as pequenas cidades do Norte e Nordeste. Os Diários e Emissoras Associados usavam profissionais de uma emissora em outra, exportavam programas de sucesso, além de aproveitarem a estrutura dos jornais do grupo na redação e na comercialização da programação radiofônica. Assis Chateaubriand abusava do próprio poder para difundir seus ideais políticos. Mas era um típico exemplo de grupo que detinha uma rede de rádio na verdade, tinha um conglomerado de comunicação. (JUNG, 2005, p. 41) A Ceará Rádio Clube permaneceu sem concorrentes até 09 de outubro de 1948, quando foi inaugurada pelos irmãos José e Flávio Barreto Parente, a Rádio Iracema de Fortaleza, ZYN-7. O setor esportivo da concorrente O setor esportivo da Rádio Iracema ficou sob a responsabilidade de Barbosa Filho, experiente locutor maranhense. A nova emissora contratou uma equipe com renomados radialistas da época, dentre os quais: Jaime Rodrigues, cearense e um dos maiores locutores esportivos do Nordeste, e Antonio de Almeida São Bernardo, vindo de Pernambuco. Estes fizeram parte da primeira equipe esportiva do rádio cearense.(afrânio Peixoto, Entrevista em 2006) 5 Segundo Ferraretto, apud Wainbeerg, o império de Assis Chateaubriand englobava 33 jornais, 25 emissoras de rádio, 22 estações de TV, uma editora, 28 revistas, duas agências de notícias, três empresas de serviços, uma de representação, uma agencia de publicidade, duas fazendas, três gráficas e duas gravadoras de discos. (FERRARETTO, 2001, p. 131) 7

8 A Rádio Iracema possuía uma programação assemelhada com a de sua antecessora, porém, o improviso passou a dar lugar a uma aprendizagem de profissionalismo. Alguns contratados possuíam experiência em centros vizinhos como Pernambuco e Bahia. As emissoras do Sudeste do país passaram a servir de modelo para todos os setores do rádio cearense e brasileiro. Esse processo de profissionalização da linguagem disseminado pelo Rádio, se por um lado pode levar à descaracterização do regionalismo, no pensamento de Barbeiro os programas de rádio contribuíram para que grupos de diversas regiões de um mesmo país, antes afastados e desconectados, se reconhecessem como parte de uma totalidade (1987, p. 78). As rádios: Tupi e Panamericana de São Paulo, Continental e Tamoio do Rio de Janeiro ganharam muita visibilidade no conjunto das emissoras, por ocasião da cobertura da Copa do Mundo de 1950, no Brasil. As coberturas esportivas iam aos poucos deixando o caráter amador e assumindo um caráter profissional mais focalizado. Os locutores procuravam transmitir uma narrativa leve, espontânea, coloquial, e adquirir o mesmo tom e a mesma ênfase na fala, assemelhando-se aos locutores esportivos das rádios dos grandes centros de maior audiência, reconhecidos nacionalmente. Antes do surgimento da (Rádio) Uirapuru, em 1956, a Ceará Rádio Clube já apresentava uma programação esportiva estruturada com audições editadas, roteirizadas e planejadas segundo scripts copiados das emissoras do Centro-Sul do país. (BEZERRA JR., 1995, p. 53) A partir de 1954, cada equipe esportiva cearense já contava com um número expressivo de profissionais, que variava de 10 a 12 componentes, entre estes estavam os narradores, os comentaristas, os repórteres, os cabomen e os operadores de rádio. Dois programas iam ao ar diariamente. Um ao meio-dia e outro à noite. Os redatores trabalhavam os jornais falados na perspectiva de programas roteirizados com espaço de tempo determinado em até 30 minutos. Não havia participação de entrevistados em estúdio durante as resenhas, que concentraram a maior audiência durante os anos 40 e metade da década de 50. (BEZERRA JR., 1995, p. 53) A transmissão esportiva profissionalizada 8

9 A profissionalização das transmissões esportivas trouxe a magia do espetáculo ao ouvinte (ALMEIDA e MICELLI, p. 09, 2004). Novos recursos de linguagem radiofônica como músicas, vinhetas, cortinas sonoras, além da utilização da emoção por parte dos locutores, passaram a ser utilizados no momento da partida. O apelo lingüístico era voltado para o imaginário do público, o objetivo era levar o ouvinte a ver praticamente outro jogo, mais vibrante, que o prendesse ao rádio durante os 90 minutos (ALMEIDA e MICELLI, p. 09, 2004). O surgimento da Rádio Uirapuru de Fortaleza, em 16 de junho de 1956, trouxe consigo a meta de profissionalizar a programação esportiva cearense. Segundo Afrânio Peixoto, a tônica maior da programação da ZYH-25 (Rádio Uirapuru) haveria de ser o esporte, a notícia e a informação de um modo geral. Sob a minha coordenação, José de Borba Vasconcelos Júnior e Alfredo Sampaio, a programação esportiva da Rádio Uirapuru começou no primeiro dia das transmissões, com a cobertura ao vivo do jogo entre Brasil e Argentina, em Buenos Aires, sendo que, o locutor Jaime Rodrigues narrava direto da Capital Argentina (Afrânio Peixoto, Entrevistado em 2006). A Uirapuru formulou seu quadro de profissionais com grandes nomes de destaque no radialismo: José Cabral de Araújo, que já havia passado pela Ceará Rádio Clube e pela Rádio Iracema; Jaime Rodrigues e Mauricio Carvalho, ambos vindos da PRE-9; Ivan Lima que veio da Rádio Clube da Bahia e Palmeira Guimarães, vindo de Campina Grande. Segundo Afrânio Peixoto, estes profissionais foram os cinco narradores esportivos de maior qualidade, todos com a obrigação de participar numa mesma transmissão. Nazareno Albuquerque, que fez parte da equipe esportiva da Rádio Uirapuru, como repórter de pista 6, comenta a participação simultânea de cinco locutores em uma mesma partida, na Rádio Uirapuru: Eles iam mais pelo compromisso profissional de estar lá, do que pelo de participar da transmissão. No máximo, dependendo de ser um jogo mais sofisticado, no primeiro tempo um locutor cobria a transmissão esportiva e no segundo tempo um outro locutor assumia a locução. (Nazareno Albuquerque, Entrevista, 2007) 6 Nos estádios, além dos locutores e comentaristas, havia os repórteres de pista, que tinham como função acompanhar os jogos de dentro do campo. Eles ficavam responsáveis por repassar as informações referentes aos clubes, jogadores, árbitros e técnicos, além de informar, aos locutores, os detalhes dos lances do jogo. 9

10 Segundo Nazareno houve a tentativa de dois locutores narrarem ao mesmo tempo uma mesma partida, sendo que, um acompanhava o ataque de um time e o outro acompanhava o ataque do time adversário. Isso era apenas mais uma espécie de esnobação da Uirapuru, porque era tanto talento, e tanto locutor esportivo de qualidade, que ela se dava a esse luxo. Mas o normal não era mais de um locutor transmitindo o mesmo jogo simultaneamente, e sim apenas um que era escalado para aquele jogo. (Entrevista com Nazareno Albuquerque, 2007) Além da contratação de profissionais de rádio, com experiência de outras emissoras, a Rádio Uirapuru também abriu seleção para novos talentos. O concurso para locutor da emissora inscreveu, cerca de 14 a 18 jovens, destes cinco foram selecionados e ficaram na emissora. Eram eles: Mardônio Sampaio, Nazareno Albuquerque, Juarez Silveira, Sergio Reis e Dílson (Afrânio Peixoto, Entrevista, 2006). Para Afrânio Peixoto o que a Rádio Uirapuru trouxe foi algo de diferente do que até então fizeram as outras duas emissoras que a antecederam. O setor esportivo fez parte desta revolução feita pela ZYH-25, talvez pelo fato de todos os seus dirigentes serem desportistas, como nos lembra Nazareno. O locutor trata de assuntos que acontecem com muita velocidade, ou seja, transmite o jogo ao vivo, noticia resultados de partidas e eventos esportivos que acontecem simultaneamente ao redor do mundo. Um narrador esportivo é aquele que domina os aspectos técnicos de cada modalidade esportiva, desenvolvendo um conhecimento geral e detalhado do esporte em si. A transmissão esportiva é carregada de comentários de improviso, que só serão bons na opinião do ouvinte, se o locutor dominar bem o assunto. (Cesar, p. 99) Esse era o diferencial da equipe que compunha o quadro da Uirapuru. Uma das funções assumidas por Nazareno, no setor esportivo da Rádio Uirapuru, foi a de plantonista, responsável por acompanhar os noticiários esportivos nacionais e mundiais. A produção era feita através da rádio-escuta. Nós fazíamos a escuta das maiores emissoras nacionais, que entravam por sintonia, em Fortaleza (Nazareno, 2007). A equipe esportiva de excelência da Uirapuru precisava estar informada dos fatos esportivos mundiais e dos novos modelos da atividade. A transmissão esportiva na cena nacional 10

11 As emissoras ouvidas, pelos plantonistas, como fontes para os noticiários locais, eram: a Rádio Nacional, a Rádio Tupi, a Rádio Jornal do Comércio e a Rádio Clube da Bahia, estas rádios centralizavam o noticiário esportivo da época. A Rádio Nacional ocupava o primeiro lugar no ranking das rádios brasileiras. Segundo Murce, ela foi um padrão de emissora, não só para o Brasil, mas até mesmo para toda a América Latina, chegando, em pouco tempo, a suplantar a célebre Rádio El Mundo, de Buenos Aires (1976, p. 72). O padrão de radialismo produzido pela Rádio Nacional teve forte influência nas rádios locais, que se viram diante do desafio de acompanhar tal padrão de transmissão. A necessidade de acompanhar excursões dos clubes locais nas disputas feitas fora do Estado, fez com que os profissionais do radialismo esportivo cearense explorassem as potencialidades tecnológicas que surgiam na radiodifusão. A Uirapuru foi a pioneira, no Ceará, em transmissões esportivas feitas em outros estados. De acordo com Afrânio Peixoto qualquer grande clube de futebol cearense que viesse a se apresentar em outro estado a Casa do Esporte teria a obrigação de acompanhar. As transmissões de jogos fora do Estado eram feitas com auxilio das rádios locais de outros centros, em geral a Rádio Nacional, a Rádio Clube de Pernambuco, a Rádio Jornal do Comércio e a Rádio Clube da Bahia. De acordo com Nazareno Albuquerque as Rádios locais davam a cobertura e o som vinha pela RADIONAL 7. Era um som precário e as transmissões muito caras. Mas a equipe ia completa. As transmissões esportivas, a partir da década de 1950, ganharam maior visibilidade perante a sociedade, em razão da vitória alcançada pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo de Futebol. O rádio também revelou-se um importante criador de mitos dentro do campo e atrás dos microfones, transformando os locutores em ídolos, às vezes tão famosos quanto os jogadores (ALMEIDA e MICELLI, p. 02, 2004). A transmissão esportiva feita pelo rádio trouxe para os torcedores uma nova forma de acompanhar os jogos de futebol. Os profissionais adaptaram e criaram novas expressões narrativas, que tornaram as partidas mais atraentes e emocionantes. 7 RADIONAL: Companhia Rádio Internacional do Brasil 11

12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS: ALMEIDA, Alda de; MICELLI e Márcio. Rádio e futebol: gritos de gol de Norte a Sul. In: II Encontro Nacional da Rede Alfredo de Carvalho. Florianópolis BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo. Manual do radiojornalismo. Rio de Janeiro: Campus, BARBEIRO, Jesús Martín. De los medios a las mediaciones. Colômbia, BRITO, Paulo. Baseado no artigo de Edileuza Soares. Disponível em: Acesso em: 10/04/2008. CAMPOS, Eduardo. 50 anos de Ceará Rádio Club. Fortaleza: UFC, CAPINUSSÚ, J. M. A linguagem popular do futebol. São Paulo: Ibrasa CESAR, C. Como falar no rádio: prática de locução AM - FM. 9 ª edição. São Paulo : Ibrasa, COELHO, Paulo Vinicius. Jornalismo esportivo. 2 ed. São Paulo: Contexto, FERRARETO, Luiz Arthur. Rádio: o veículo, a história e a técnica. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. 2.ed. São Paulo: Contexto, MURCE, Renato. Bastidores do Rádio: fragmentos do rádio de ontem e de hoje. Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda., PEIXOTO, Afrânio. Entrevista. Fortaleza PINTO, Rodrigo M. S. A formação dos times de futebol proletário e as intervenções das elite: a construção da história do futebol cearense e os conflitos sociais em torno da bola. ( ). In: XXIV Simpósio Nacional de História. Fortaleza, SAROLDI, Luiz Carlos; MOREIRA, Sonia Virgínia. Rádio Nacional: o Brasil em Sintonia. 3 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo. A Tribo Jornalística uma comunidade interpretativa transnacional. Florianópolis: Insular,

Humsol e a luta contra o câncer de mama 1. Vinicius Arthur SANTOS 2 Luiz WITIUK 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR

Humsol e a luta contra o câncer de mama 1. Vinicius Arthur SANTOS 2 Luiz WITIUK 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR Humsol e a luta contra o câncer de mama 1 Vinicius Arthur SANTOS 2 Luiz WITIUK 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO A reportagem foi realizada para a disciplina de Rádiojornalismo ainda no quarto

Leia mais

PLANO DE PATROCÍNIO EVENTO REGIONAL VICE-PRESIDÊNCIA COMERCIAL

PLANO DE PATROCÍNIO EVENTO REGIONAL VICE-PRESIDÊNCIA COMERCIAL PLANO DE PATROCÍNIO EVENTO REGIONAL VICE-PRESIDÊNCIA COMERCIAL Dir. Nac. de Marketing Jun/13 APRESENTAÇÃO As emoções da Copa Espírito Santo de Futebol estão de volta. A Rede Vitória, pelo sexto ano consecutivo,

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE LiteraRádio. Rádio. Literatura. Introdução

PALAVRAS-CHAVE LiteraRádio. Rádio. Literatura. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 Juliane Cintra de Oliveira 2 Antônio Francisco Magnoni 2 RESUMO Criado em 2007, o Programa Falando de Política é um projeto de experimentação e extensão cultural em radiojornalismo,

Leia mais

História da propaganda brasileira: dos fatos à linguagem

História da propaganda brasileira: dos fatos à linguagem História da propaganda brasileira: dos fatos à linguagem A trajetória A cada período da trajetória, em cada contexto social em que se inseriu, a publicidade encontrou a sua maneira de dizer, dialogando

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 DO ACONTECIMENTO

Leia mais

O PROJETO PORQUE PATROCINAR

O PROJETO PORQUE PATROCINAR PAIXÃO NACIONAL O gosto pelo futebol parece ser uma das poucas unanimidades nacionais do Brasil. As diferenças sociais, políticas e econômicas, tão marcantes no dia a dia do país diluem-se quando a equipe

Leia mais

Guerra dos Mundos em São Luís 1

Guerra dos Mundos em São Luís 1 Guerra dos Mundos em São Luís 1 Ana Paula Silva de SOUSA 2 Dara de Sousa SANTOS 3 Silvanir Fernandes da SIVA 4 Polyana AMORIM 5 Universidade Federal do Maranhão, MA RESUMO O documentário Guerra dos Mundos

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

CRONOLOGIA DA RÁDIO APARECIDA

CRONOLOGIA DA RÁDIO APARECIDA CRONOLOGIA DA RÁDIO APARECIDA 1951 - Pe. Humberto Pieroni se tornou o primeiro diretor da Rádio. Criado o Programa Os Ponteiros Apontam para o Infinito que ganhou notoriedade com o Pe. Vitor Coelho de

Leia mais

PLANO DE PATROCÍNIO 2015. Depto. de Marketing e Pesquisa Depto. de Marketing Pesquisa

PLANO DE PATROCÍNIO 2015. Depto. de Marketing e Pesquisa Depto. de Marketing Pesquisa PLANO DE PATROCÍNIO 2015 Depto. de Marketing e Pesquisa Depto. de Marketing Pesquisa O SEGMENTO LIGHT A Rede Transamérica Light atinge o público pertencente às classes AB, acima de 25 anos, formador de

Leia mais

Apresentação 98FM O projeto 98FM teve início em 1 de fevereiro 1999. Com programação bastante ecléaca, sempre com uma linguagem jovem e popular, a 98FM oferece uma diversidade em sua grade, contemplando

Leia mais

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Joaozinho, o repórter 1 Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Mossoró, RN. RESUMO O documentário Joãozinho,

Leia mais

Como acontece em vários esportes, há divergências no que se refere à história de origem do futsal. Alguns acreditam que o mesmo tenha se originado na

Como acontece em vários esportes, há divergências no que se refere à história de origem do futsal. Alguns acreditam que o mesmo tenha se originado na FUTSAL O futebol de salão conhecido apenas como futsal é uma prática adaptada do futebol. Em uma quadra esportiva são formados times de cinco jogadores e assim como no futebol, o principal objetivo é colocar

Leia mais

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Apresentação 1.Identificação do órgão:tribunal do Trabalho da Paraíba/ Assessoria de Comunicação Social 2.E-mail para contato:rdaguiar@trt13.jus.br, rosa.jp@terra.com.br

Leia mais

História da Mídia Impressa na Educação

História da Mídia Impressa na Educação História da Mídia Impressa na Educação LUSTOSA, Elem Acadêmica do Curso de Pedagogia Iniciação Científica MACIEL, Margareth de Fátima Doutorado em Educação UNICENTRO - PARANÁ RESUMO Esse texto aborda a

Leia mais

O SURF ENQUANTO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS LITORÂNEAS DE MACEIÓ.

O SURF ENQUANTO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS LITORÂNEAS DE MACEIÓ. O SURF ENQUANTO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS LITORÂNEAS DE MACEIÓ. Autor: Aislan Pontes dos Santos 1 Orientador (a): Profª. Esp. Nina Kátia Silver Costa Bezerra de Oliveira Resumo O artigo discute

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM JORNALISMO ESPORTIVO GILSON PINTO ALVES O ESPAÇO DEDICADO AO

Leia mais

Linguagem Radiofônica Aula 1

Linguagem Radiofônica Aula 1 Linguagem Radiofônica Aula 1 Características do rádio: o veículo companheiro Você escuta rádio? Quais emissoras você ouve? Você presta atenção às peças comerciais? Que tarefas você faz enquanto escuta

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM

CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM Jornal Revista Televisão Rádio Internet - Relata o que já passou e o que vai acontecer; -Credibilidade; - Cobertura

Leia mais

Universidade Positivo, Curitiba, PR

Universidade Positivo, Curitiba, PR TRANSMISSÃO ESPORTIVA 1 Robertson LUZ 2 Thiago NORONHA 3 Evelise TOPOROSKI 4 Alison HENRIQUE 5 Cássio BIDA 6 Gabriel HAMILKO 7 Rafaela BARROS 8 Renata PENKA 9 Antonio CARLOS 10 Luiz WITIUK 11 Universidade

Leia mais

O JORNAL EM SALA DE AULA: PARA ALÉM DO LETRAMENTO, O ALUNO COMO CENTRO DA NOTÍCIA

O JORNAL EM SALA DE AULA: PARA ALÉM DO LETRAMENTO, O ALUNO COMO CENTRO DA NOTÍCIA O JORNAL EM SALA DE AULA: PARA ALÉM DO LETRAMENTO, O ALUNO COMO CENTRO DA NOTÍCIA Ana Lhayse Feitoza Albuquerque analhayse@hotmail.com Beatriz Correia Neri de Araújo beatrizneri00@hotmail.com Thays Emanuela

Leia mais

O PROGRAMA. Colunistas fixos irão falar sobre moda, gastronomia, tecnologia, cinema e estilo.

O PROGRAMA. Colunistas fixos irão falar sobre moda, gastronomia, tecnologia, cinema e estilo. O PROGRAMA Claquete, sua revista eletrônica de entretenimento. Claquete: Sua revista eletrônica de entretenimento. Com seu bom humor e curiosidade característicos, Otávio Mesquita apresenta os bastidores

Leia mais

Elaboração de pauta para telejornal

Elaboração de pauta para telejornal Elaboração de pauta para telejornal Pauta é a orientação transmitida aos repórteres pelo pauteiro, profissional responsável por pensar de que forma a matéria será abordada no telejornal. No telejornalismo,

Leia mais

PROGRAMA RADIOZINE 1 Sâmila Braga CHAVES 2 Faculdade 7 de Setembro FA7, Fortaleza, CE

PROGRAMA RADIOZINE 1 Sâmila Braga CHAVES 2 Faculdade 7 de Setembro FA7, Fortaleza, CE PROGRAMA RADIOZINE 1 Sâmila Braga CHAVES 2 Faculdade 7 de Setembro FA7, Fortaleza, CE Resumo O programa Radiozine é um projeto desenvolvido para a disciplina de Projeto Experimental em Jornalismo Eletrônico,

Leia mais

1ª Pesquisa PLURI STOCHOS Tamanho das Torcidas por Região

1ª Pesquisa PLURI STOCHOS Tamanho das Torcidas por Região 1ª Pesquisa PLURI STOCHOS Tamanho das Torcidas por Região Parte 5: Região Sudeste Contato: Cesar Gualdani Fernando Ferreira www.stochos.com.br www.pluriconsultoria.com.br @pluristochos Tel(11) 3053-6333

Leia mais

Televisão brasileira: o início da problemática 1

Televisão brasileira: o início da problemática 1 Televisão brasileira: o início da problemática 1 AUTOR: QUINTANA JÚNIOR, José CURSO: Comunicação Social Jornalismo/Unifra, Santa Maria, RS OBRA: CAPARELLI, Sérgio. Televisão e capitalismo no Brasil: com

Leia mais

O Torneio Gol de Letra

O Torneio Gol de Letra O Torneio Gol de Letra Um evento que promove uma disputa amistosa entre empresas comprometidas com a responsabilidade social Todos os recursos revertidos para a Fundação Gol de Letra 20 empresas participantes

Leia mais

Jornal O Norte - Página 08

Jornal O Norte - Página 08 CLIPPING - 9ªSC 07 de Junho de 2011 Jornal O Norte - Página 08 CLIPPING - 9ªSC 07 de Junho de 2011 Jornal O Norte - Página 11 CLIPPING - 9ªSC 07 de Junho de 2011 Jornal O Norte - Página 09 CLIPPING - 9ªSC

Leia mais

PROGRAMA DE RÁDIO NA WEB ANTENA COMUNITÁRIA : ANÁLISE E PROPOSTA DE FORMATO JORNALÍSTICO NO PORTAL COMUNITÁRIO

PROGRAMA DE RÁDIO NA WEB ANTENA COMUNITÁRIA : ANÁLISE E PROPOSTA DE FORMATO JORNALÍSTICO NO PORTAL COMUNITÁRIO 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PROGRAMA DE RÁDIO NA WEB ANTENA

Leia mais

Um estudo da Adequação do Rádio na Internet: o Surgimento das Webrádios 1

Um estudo da Adequação do Rádio na Internet: o Surgimento das Webrádios 1 Um estudo da Adequação do Rádio na Internet: o Surgimento das Webrádios 1 Gabriele Fernandes Siqueira 2 Gislaine Zanella 3 Camila Candeia Paz 4 Universidade do Contestado UnC Concórdia/SC RESUMO Os meios

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

7º Prêmio VIVALEITURA Edição Lúcia Jurema

7º Prêmio VIVALEITURA Edição Lúcia Jurema 7º Prêmio VIVALEITURA Edição Lúcia Jurema TÍTULO JUSTIFICATIVA Pontes da Leitura por Ravel Andrade de Sousa As atividades descritas neste projeto foram por mim realizadas na Sala de Leitura, a partir do

Leia mais

Aleitamento Materno O Banco de Leite Humano de Juiz de Fora 1

Aleitamento Materno O Banco de Leite Humano de Juiz de Fora 1 Aleitamento Materno O Banco de Leite Humano de Juiz de Fora 1 Angeliza Lopes AQUINO 2 Tâmara Lis Reis, UMBELINO 3 RESUMO: A Doação de Leite Materno é, certamente, um dos gestos mais nobres que uma mulher

Leia mais

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing.

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing. Comunicação social Comunicação social A Comunicação Social é um campo de conhecimento académico que estuda a comunicação humana e as questões que envolvem a interação entre os sujeitos em sociedade. Os

Leia mais

Prospecto para Patrocínadores

Prospecto para Patrocínadores Esporte Clube São Bento Prospecto para Patrocínadores Apresentação A Ogli Consultoria e Gestão de Negócios, terá a responsabilidade de gerir todo o projeto desde a captação de recursos, formação de elenco

Leia mais

Linguagem Radiofônica Aula 2 História do rádio O Surgimento do Rádio

Linguagem Radiofônica Aula 2 História do rádio O Surgimento do Rádio Linguagem Radiofônica Aula 2 História do rádio O Surgimento do Rádio O desenvolvimento do rádio como MCM faz parte da expansão capitalista. Apesar do senso comum atribuir a invenção do rádio ao italiano

Leia mais

Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro

Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro Vítor Quartezani 1 Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro Trabalho de Conclusão de Curso em Forma de Projeto

Leia mais

Telejornal Sala 221 1

Telejornal Sala 221 1 Telejornal Sala 221 1 Thayane dos Santos MOREIRA 2 Gabriela Barbosa NEVES 3 Kamila Katrine Nascimento de FREITAS 4 Marcelo LIMA 5 Maryjane da Costa PEREIRA 6 Cogenes Felipe Silva de LIRA 7 Zulmira NÓBREGA

Leia mais

A Contribuição Sírio-Libanesa para o Desenvolvimento de Anápolis 1907 a 1949.

A Contribuição Sírio-Libanesa para o Desenvolvimento de Anápolis 1907 a 1949. A Contribuição Sírio-Libanesa para o Desenvolvimento de Anápolis 1907 a 1949. Palavras-chave: Anápolis, árabe, desenvolvimento, comércio. LUPPI, Sheila Cristina Alves de Lima 1 POLONIAL, Juscelino Martins

Leia mais

10 passos para ganhar a mídia. Estudantes Pela Liberdade

10 passos para ganhar a mídia. Estudantes Pela Liberdade 10 passos para ganhar a mídia Estudantes Pela Liberdade 2013 10 passos para ganhar a mídia Aqui estão 10 passos para atrair a atenção da mídia para o seu grupo. Siga todos esses passos efetivamente, e

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social Políticas Públicas de Comunicação...a presença ativa duma universidade, revigorada ao contato de seu núcleo mais vivo e ciosa do seu espaço

Leia mais

PLANO DE TRABALHO FUTEBOL

PLANO DE TRABALHO FUTEBOL PLANO DE TRABALHO FUTEBOL Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER

Leia mais

PLANO DE PATROCÍNIO EVENTO REGIONAL VICE-PRESIDÊNCIA COMERCIAL

PLANO DE PATROCÍNIO EVENTO REGIONAL VICE-PRESIDÊNCIA COMERCIAL PLANO DE PATROCÍNIO EVENTO REGIONAL VICE-PRESIDÊNCIA COMERCIAL Dir. Nac. de Marketing Jun/13 APRESENTAÇÃO Em julho, a Rede Vitória traz mais uma vez um evento de repercussão nacional e times de todas as

Leia mais

Estrutura empresarial e Controle de Qualidade da Presidência ao Nível Técnico;

Estrutura empresarial e Controle de Qualidade da Presidência ao Nível Técnico; Estrutura empresarial e Controle de Qualidade da Presidência ao Nível Técnico; Geraldo José Piancó Junior _ Rio de Janeiro - Brasil 1. O Contexto O Futebol alcançou no mundo moderno o "status" de maior

Leia mais

RESTRIÇÕES A INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS EM EMPRESAS JORNALÍSTICAS E DE RADIODIFUSÃO EM OUTROS PAÍSES

RESTRIÇÕES A INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS EM EMPRESAS JORNALÍSTICAS E DE RADIODIFUSÃO EM OUTROS PAÍSES RESTRIÇÕES A INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS EM EMPRESAS JORNALÍSTICAS E DE RADIODIFUSÃO EM OUTROS PAÍSES Walkyria Menezes Leitão Tavares Consultora Legislativa da ÁreaXIV Comunicação Social, Informática, Telecomunicações,

Leia mais

A ERA DO RÁDIO MEMÓRIA E HISTÓRIA Lia Calabre doutora em História Pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa

A ERA DO RÁDIO MEMÓRIA E HISTÓRIA Lia Calabre doutora em História Pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa A ERA DO RÁDIO MEMÓRIA E HISTÓRIA Lia Calabre doutora em História Pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa Nas décadas de 1940 e 1950, as transmissões radiofônicas brasileiras ganharam alcance internacional.

Leia mais

Campeonato Alagoano 2014 Período: Janeiro a maio de 2014. Campeonato Alagoano

Campeonato Alagoano 2014 Período: Janeiro a maio de 2014. Campeonato Alagoano Campeonato Alagoano 2014 Período: Janeiro a maio de 2014 Campeonato Alagoano A emoção do Campeonato Alagoano faz parte da programação da TV Pajuçara desde 2008. E, de lá pra cá, já virou tradição de todo

Leia mais

A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA.

A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA. A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA. Autora: Mestra Rosicleide Henrique da Silva Universidade Federal de Campina

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

PERFIL DOS OUVINTES. Alcance: 776.533 ouvintes por mês ALCANCE 30 DIAS - 05/05h. Audiência: 71.701 ouvintes por minuto SS 06/19h FAIXA ETÁRIA

PERFIL DOS OUVINTES. Alcance: 776.533 ouvintes por mês ALCANCE 30 DIAS - 05/05h. Audiência: 71.701 ouvintes por minuto SS 06/19h FAIXA ETÁRIA A Rádio que é o AMOR DO RIO tem uma programação popular de sucesso formada pelas melhores músicas dos mais variados estilos, com grandes comunicadores e com as mais atraentes promoções, entretenimento

Leia mais

Texto integrante dos Anais do XVIII Encontro Regional de História O historiador e seu tempo. ANPUH/SP UNESP/Assis, 24 a 28 de julho de 2006. Cd-rom.

Texto integrante dos Anais do XVIII Encontro Regional de História O historiador e seu tempo. ANPUH/SP UNESP/Assis, 24 a 28 de julho de 2006. Cd-rom. Título do trabalho: Futebol e identidade nacional brasileira: o caso da Copa do Mundo de 1938. Autor: Paulo Henrique do Nascimento. Filiação institucional: Universidade Estadual Paulista Campus de Franca.

Leia mais

Circo-Teatro: É Teatro No Circo

Circo-Teatro: É Teatro No Circo Circo-Teatro: É Teatro No Circo Ermínia Silva Centro de Memória da Unicamp Doutor Pesquisadora Colaboradora do Centro de Memória da Unicamp Resumo: Parte dos estudos sobre circo no Brasil, realizados no

Leia mais

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1 Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG RESUMO Como forma de estimular a criatividade

Leia mais

Anexo 1: Integração da comunidade na República da Irlanda: um estudo de caso

Anexo 1: Integração da comunidade na República da Irlanda: um estudo de caso Integração da Comunidade 263 Anexo 1: Integração da comunidade na República da Irlanda: um estudo de caso Por haver uma grande diversidade, em termos do que pode ser feito em diferentes países e lugares,

Leia mais

Agência Radiocom: a notícia compartilhada com as rádios comunitárias do Rio Grande do Norte 1

Agência Radiocom: a notícia compartilhada com as rádios comunitárias do Rio Grande do Norte 1 Agência Radiocom: a notícia compartilhada com as rádios comunitárias do Rio Grande do Norte 1 Tarcio ARAÚJO 2 Fábio Willard de OLIVEIRA 3 Everton Holanda MAIA 4 José Dênis Pinheiro FERNANDES 5 Andréa MENDONÇA

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

PRÉ-PROJETO SOBRE RÁDIO EM JUIZ DE FORA: COMO TUDO COMEÇOU? Primeiro Período Noturno de Comunicação Social / Jornalismo Rodrigo Galdino Ferreira

PRÉ-PROJETO SOBRE RÁDIO EM JUIZ DE FORA: COMO TUDO COMEÇOU? Primeiro Período Noturno de Comunicação Social / Jornalismo Rodrigo Galdino Ferreira Faculdade Estácio de Sá Juiz de Fora Comunicação Social / Jornalismo Metodologia do Trabalho Acadêmico e Científico Professora Maria Bernardete Pita Guimarães PRÉ-PROJETO SOBRE RÁDIO EM JUIZ DE FORA: COMO

Leia mais

SISTEMA 4-3-3. Brasil (1962). Origem no 4-2-4. Brasil (1970)

SISTEMA 4-3-3. Brasil (1962). Origem no 4-2-4. Brasil (1970) SISTEMA 4-3-3 HISTÓRICO/EVOLUÇÃO O sistema 4-3-3 tem sua origem no 4-2-4. O Brasil tinha como base o sistema 4-2-4 na Copa do Mundo de 1962. Zagallo era o ponta esquerda, com o seu recuo para auxiliar

Leia mais

A VIDA DO ALVINEGRO : UM CASO DE RÁDIO ESPORTIVO APAIXONADO

A VIDA DO ALVINEGRO : UM CASO DE RÁDIO ESPORTIVO APAIXONADO FACULDADE 7 DE SETEMBRO FA7 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM JORNALISMO A VIDA DO ALVINEGRO : UM CASO DE RÁDIO ESPORTIVO APAIXONADO MÁRIO JORGE TELES DE SOUZA NETO FORTALEZA - 2008 MÁRIO JORGE

Leia mais

PANORAMA SONORO: o Rádiojornalismo do Recife no Século XXI

PANORAMA SONORO: o Rádiojornalismo do Recife no Século XXI PANORAMA SONORO: o Rádiojornalismo do Recife no Século XXI Autor(a): Taís Paranhos do Nascimento Coautor(es): Vlaudimir Salvador de Oliveira Email: tparanhos@hotmail.com Introdução A decisão de elaborarmos

Leia mais

PLANO COMERCIAL COMPANHIA DO ESPORTE

PLANO COMERCIAL COMPANHIA DO ESPORTE JULHO / 2011 RÁDIO METROPOLITANA AM 930 KHZ PLANO COMERCIAL COMPANHIA DO ESPORTE DEPARTAMENTO COMERCIAL FORTALEZA / CE (85) 8898-5106 PROPOSTA COMERCIAL APRESENTAÇÃO: Benê Lima PARTICIPAÇÕES: Gualber Calado

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

Jornal Mural do Turista: estruturando alternativas para a informação 1

Jornal Mural do Turista: estruturando alternativas para a informação 1 Jornal Mural do Turista: estruturando alternativas para a informação 1 Thaís Holanda PRACIANO 2 Alejandro Vivanco SEPÚLVEDA 3 Universidade de Fortaleza, Fortaleza, CE RESUMO Produzido por alunos estagiários

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

GLOBO AMFM 68.441 TUPI AMFM 107.040

GLOBO AMFM 68.441 TUPI AMFM 107.040 APOLINHO Show do Apolinho Seg a Sex - 17/19h Programa Show do Apolinho é apresentado pelo comunicador Washington Rodrigues, um dos maiores talentos do rádio brasileiro, com sua irreverência e imparcialidade,

Leia mais

O CENTRO CULTURAL TAMBOLELÊ E A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL

O CENTRO CULTURAL TAMBOLELÊ E A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL O CENTRO CULTURAL TAMBOLELÊ E A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL Denis ARAÚJO Fernando D AGOSTINI Márcia Regina FANTINI Orlando PINEL Pedro Alberto ANDRADE Shelber CRUZ Lamounier Lucas PEREIRA

Leia mais

FAZENDO RÁDIO NA ESCOLA: A IMPLANTAÇÃO DA RÁDIO BEATRIZ

FAZENDO RÁDIO NA ESCOLA: A IMPLANTAÇÃO DA RÁDIO BEATRIZ FAZENDO RÁDIO NA ESCOLA: A IMPLANTAÇÃO DA RÁDIO BEATRIZ Giselle Gomes Tiscoski, Marcos Franzoni Acadêmicos do Curso de Jornalismo da UFSC Maria José Baldessar, Ms. Professora do Departamento de Jornalismo

Leia mais

Joice Vieira Estagiária do Jornal Correio

Joice Vieira Estagiária do Jornal Correio Considero o Programa Correio de Futuro um ponta pé inicial para minha carreira profissional, pois apesar de não ter experiência em redação de jornal, o programa foi uma porta aberta que me levou a fazer

Leia mais

NADJA VLADI - Editora da revista Muito.

NADJA VLADI - Editora da revista Muito. NADJA VLADI - Editora da revista Muito. Jornalista, doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Faculdade de Comunicação da UFBA. Atualmente atua como editora-coordenadora da revista Muito do

Leia mais

Rádio na Internet: Estudo de caso Rádio Universitária FM 1. Camilla Oliveira VIÉGAS 2 Nonato LIMA 3 Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE

Rádio na Internet: Estudo de caso Rádio Universitária FM 1. Camilla Oliveira VIÉGAS 2 Nonato LIMA 3 Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE Rádio na Internet: Estudo de caso Rádio Universitária FM 1 Camilla Oliveira VIÉGAS 2 Nonato LIMA 3 Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE RESUMO O trabalho apresenta um estudo de caso do site da

Leia mais

MICROFONE ABERTO O Desafio Ao Vivo em Radiojornalismo Ingresso Julho 2015 Informações: (51) 3218-1400 - www.espm.br/cursosdeferias

MICROFONE ABERTO O Desafio Ao Vivo em Radiojornalismo Ingresso Julho 2015 Informações: (51) 3218-1400 - www.espm.br/cursosdeferias MICROFONE ABERTO O Desafio Ao Vivo em Radiojornalismo Ingresso Julho 2015 Informações: (51) 3218-1400 - www.espm.br/cursosdeferias Microfone Aberto: O Desafio Ao Vivo no Radiojornalismo Rádiojornalismo

Leia mais

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Autor: Paulo Vitor Tavares, Ms. Palavras-chave: EAD, Televisão, Videoaula, IFSC.

Leia mais

PRÁTICA PEDAGÓGICA EM GEOGRAFIA: ABORDANDO O ANTAGONISMO DO CONTINENTE AFRICANO POR MEIO DAS INTERVENÇÕES DO PIBID

PRÁTICA PEDAGÓGICA EM GEOGRAFIA: ABORDANDO O ANTAGONISMO DO CONTINENTE AFRICANO POR MEIO DAS INTERVENÇÕES DO PIBID PRÁTICA PEDAGÓGICA EM GEOGRAFIA: ABORDANDO O ANTAGONISMO DO CONTINENTE AFRICANO POR MEIO DAS INTERVENÇÕES DO PIBID Liberato Epitacio de Sousa da Silva - PIBID/UEPB (Bolsista do PIBID de Geografia) Liberatotacio20@hotmail.com

Leia mais

Tema: 25 anos da Rádio Santa Cruz AM Título: Uma rádio de credibilidade no RN. Peço licença pra contar a história. Dos 25 anos da Rádio Santa Cruz AM

Tema: 25 anos da Rádio Santa Cruz AM Título: Uma rádio de credibilidade no RN. Peço licença pra contar a história. Dos 25 anos da Rádio Santa Cruz AM Tema: 25 anos da Rádio Santa Cruz AM Título: Uma rádio de credibilidade no RN Peço licença pra contar a história Dos 25 anos da Rádio Santa Cruz AM Uma emissora que chegou para brilhar. Criada em 01 de

Leia mais

PELAS ONDAS DO RÁDIO: A TRAJETÓRIA DA RADIODIFUSÃO NO PIAUÍ NA DÉCADA DE 1960

PELAS ONDAS DO RÁDIO: A TRAJETÓRIA DA RADIODIFUSÃO NO PIAUÍ NA DÉCADA DE 1960 PELAS ONDAS DO RÁDIO: A TRAJETÓRIA DA RADIODIFUSÃO NO PIAUÍ NA DÉCADA DE 1960 José Maria Vieira de Andrade / PIBIC/CNPq Luciana de Lima Pereira / PIBIC/UFPI Orientador: Prof. Dr. Francisco Alcides do Nascimento

Leia mais

USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM

USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM Introdução USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM Paula Priscila Gomes do Nascimento Pina EEEFM José Soares de Carvalho EEEFM Agenor Clemente dos Santos paulapgnascimento@yahoo.com.br

Leia mais

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h.

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programação Geral Música Regional Brasileira A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programa destinado a divulgar a música típica das regiões do Brasil. Toca os grandes mestres da música nordestina e mostra

Leia mais

Relatório Assessoria de Imprensa *** BOOK 2012

Relatório Assessoria de Imprensa *** BOOK 2012 Relatório Assessoria de Imprensa *** BOOK 2012 Índice Atividades: Pág. 03 Resultados 2012: Pág. 04 Imprensa Mídia/Origem Meses: Pág. 06 Imprensa Segmentos de imprensa: Pág. 07 Imprensa Qualidade dos espaços

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

REDE PRÓ-MENINO. ECTI - Escola no Combate ao Trabalho Infantil ATIVIDADE MÓDULO 2 (COLAGEM) EM INTEGRAÇÃO COM O MÓDULO 1- B (ENTREVISTA)

REDE PRÓ-MENINO. ECTI - Escola no Combate ao Trabalho Infantil ATIVIDADE MÓDULO 2 (COLAGEM) EM INTEGRAÇÃO COM O MÓDULO 1- B (ENTREVISTA) REDE PRÓ-MENINO ECTI - Escola no Combate ao Trabalho Infantil CURSISTA: JACKELYNE RIBEIRO CINTRA MORAIS CPF: 014275241-06 ATIVIDADE MÓDULO 2 (COLAGEM) EM INTEGRAÇÃO COM O MÓDULO 1- B (ENTREVISTA) Características

Leia mais

Trabalho submetido ao XVIII Prêmio Expocom 2011, na Categoria Cartaz Avulso, modalidade cartaz avulso.

Trabalho submetido ao XVIII Prêmio Expocom 2011, na Categoria Cartaz Avulso, modalidade cartaz avulso. RESUMO Email Marketing: Pós-Graduação em Arquitetura Contemporânea 1 Silvia Fernanda Santos de SENA 2 Thiago Jerohan Albuquerque da Cruz 3 Fernando Israel FONTANELLA 4 Universidade Católica de Pernambuco,

Leia mais

Sumário. Apresentação...7

Sumário. Apresentação...7 Sumário Apresentação................................7 1. CONCEITOS BÁSICOS.........................11 Delimitação de funções..................... 12 2. ORIGENS E DESENVOLVIMENTO...................21 3.

Leia mais

Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol

Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol 102 Recursos do Professor Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol Cooperar com os companheiros para o alcance do objetivo do Futebol, desempenhando com oportunidade e correção as ações

Leia mais

nosso futebol no topo do mundo Copa do Mundo de 2014 modernas arenas craques estrelas fará de nossos clubes potências de alcance mundial Barcelona

nosso futebol no topo do mundo Copa do Mundo de 2014 modernas arenas craques estrelas fará de nossos clubes potências de alcance mundial Barcelona FUTEBOL ESTATÍSTICA Após o crescimento desenfreado que tomou de golpe o futebol brasileiro e o Brasil como um todo em 2012, os dirigentes, jogadores e as mídias que exploram nossa paixão nacional como

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro Educação a Distância Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. A única diferença é a sala de aula que fica em suas

Leia mais

DAS PELADAS À COPA DO MUNDO

DAS PELADAS À COPA DO MUNDO DAS PELADAS À COPA DO MUNDO PAIXÃO MUNDIAL Quando o futebol começou no Brasil, há pouco mais de 100 anos, não havia muitos praticantes. Não existiam estádios como os de hoje e muito menos divulgação pela

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO Código Unidade 042 Cód. Curso Curso 42501 COMUNICAÇÃO SOCIAL Habilitação Etapa Sem/Ano JORNALISMO 6ª 1º / 2009 Cód. Disc. Disciplina Créditos CH Sem Teoria Prática 121.3604.2 TELEJORNALISMO I 04 X X Docentes

Leia mais

Futebol alemão X Futebol brasileiro

Futebol alemão X Futebol brasileiro Futebol alemão X Futebol brasileiro Um fez sua revolução. Outro nem começou! Novembro de 2015 A revolução na Alemanha Eliminação precoce na Eurocopa de 2000 impulsionou as mudanças. Plano de longo prazo

Leia mais

Sistema de Gerenciamento da Informação. Mais informação, mais conteúdo, em menos tempo. Mais negócios, mais sucesso profissional.

Sistema de Gerenciamento da Informação. Mais informação, mais conteúdo, em menos tempo. Mais negócios, mais sucesso profissional. Sistema de Gerenciamento da Informação Mais informação, mais conteúdo, em menos tempo. Mais negócios, mais sucesso profissional. O tempo sumiu-1 8 horas dormir; 8 horas trabalhar; 1,5 hora no trânsito;

Leia mais

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil.

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil. O Conto Sonoro, uma forma de explorar a escrita musical. Renata de Oliveira Pavaneli Frederico, Escola de Educação Infantil Casa da Gente Campinas-SP. musicamed@directnet.com.br reoliveirafred@gmail.com

Leia mais

Reportagem radiofônica - Festas Populares: a identidade amazonense retratada por músicas e danças 1

Reportagem radiofônica - Festas Populares: a identidade amazonense retratada por músicas e danças 1 Reportagem radiofônica - Festas Populares: a identidade amazonense retratada por músicas e danças 1 Édria Caroline de Melo PIMENTE 2 Rosianne Cristina COUTO da Silva 3 David Simplício dos SANTOS 4 Isabelle

Leia mais

UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO

UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO SAIR DO LUGAR-COMUM PÃO DE AÇÚCAR UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO Só em São Paulo, a associação que reúne os supermercados tem mais de 50 empresas cadastradas. As lojas se espalham com um volume impressionante.

Leia mais

Dia Nacional da Consciência Negra

Dia Nacional da Consciência Negra Dia Nacional da Consciência Negra Sobre a EBC Criada em 007 para instituir o Sistema Público de Comunicação, a Empresa Brasil de Comunicação é formada pela TV Brasil, TV Brasil Internacional, Agência Brasil,

Leia mais

Regulamento PRÊMIO ACAERT DE RÁDIO E TELEVISÃO 2013

Regulamento PRÊMIO ACAERT DE RÁDIO E TELEVISÃO 2013 Regulamento PRÊMIO ACAERT DE RÁDIO E TELEVISÃO 2013 Conceito O Prêmio ACAERT de Rádio e Televisão é uma realização da Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão. O objetivo da premiação é

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PARANÁ GOVERNO DO ESTADO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED DIRETORIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS - DPPE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PDE Anexo I Professor PDE FORMULÁRIO DE ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Jogos Olímpicos de Londres

Jogos Olímpicos de Londres Jogos Olímpicos de Londres Hugo Hoyama Para quem é fã de Tênis de Mesa o astro Hugo Hoyama dispensa apresentações, mas mesmo quem conhece pouco sobre a modalidade certamente alguma vez já ouviu falar dele,

Leia mais

UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO. Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012

UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO. Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012 UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012 Cruz das Almas BA 2013 UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO

Leia mais

Exposição de marca Além de obter maior visibilidade na mídia, através da associação com equipes e atletas de alto rendimento, a marca da instituição

Exposição de marca Além de obter maior visibilidade na mídia, através da associação com equipes e atletas de alto rendimento, a marca da instituição Os jogos olímpicos mais diretamente possuem vinculação com o ensino superior por ter a participação de atletas oriundos de disputas universitárias. Conforme aponta estimativa da Koch Tavares, empresa especializada

Leia mais