Do improviso à padronização: a linguagem dos locutores esportivos cearenses ( )

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1 Do improviso à padronização: a linguagem dos locutores esportivos cearenses ( ) HONÓRIO, Erotilde Silva - Doutora RODRIGUES, Íkara Ferreira - Aluna de Graduação da Universidade de Fortaleza UNIFOR UF: Ce Este artigo faz parte da pesquisa História e Memória da Radiodifusão Cearense. Temos como objetivo analisar, no presente trabalho, a linguagem radiofônica utilizada pelos locutores esportivos cearenses, desde as primeiras transmissões feitas na década de 1930 até a chamada era de ouro do rádio, em 1950, na cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará. Tal recorte temporal é útil, pois, se trata de um período no qual a linguagem empregada nas locuções esportivas evoluiu do amadorismo à profissionalização, ao mesmo tempo em que as emissoras fortalezenses sofriam uma forte influência das emissoras do Sudeste do Brasil. Tomamos como objeto de estudo três emissoras: Ceará Rádio Clube, Rádio Iracema e Rádio Uirapuru de Fortaleza, dentro das quais analisaremos o processo de desenvolvimento das transmissões esportivas. A metodologia é história oral de vida do grupo remanescente de radialistas que fizeram parte ou acompanharam este processo histórico de aperfeiçoamento da linguagem esportiva no rádio cearense. Tomamos como referências teóricas autores, como Luiz Ferraretto, Sônia Virgínia, Roberta Manuela Andrade, Erotilde Honório e Heródoto Barbeiro, Jesus Martin Barbero, que nos serviram de embasamento teórico para as discussões presentes neste trabalho. Palavras-chave: Rádio; linguagem radiofônica; padronização. Este artigo faz parte da pesquisa História e Memória da Radiodifusão Cearense, e tem como objetivo registrar e analisar a linguagem radiofônica utilizada pelos locutores esportivos cearenses, desde os primórdios da radiofonia, até a chamada era de ouro do Rádio, na cidade de Fortaleza, Ceará. Tomamos como metodologia de estudo entrevistas de História Oral de vida de pessoas que fizeram parte da construção histórica do rádio cearense, nas décadas de 1930, 1940 e O rádio instalado no Brasil no início da década 1920 passou a ser objeto de desejo e símbolo de status onde quer que se encontrasse. Em 1930 já tínhamos conhecido tudo o que se passava no mundo todo. Foi um ano marcado por acontecimentos de alto relevo que atingiram dimensões extraordinárias, sobretudo pela ação do rádio (Murce, 1976, p. 31). A década de 1930 ficou marcada por importantes acontecimentos históricos. O mundo caminhava para mais uma grande guerra, a Europa sofria com os regimes 1

2 totalitários e no Brasil um ex-governador gaúcho subia ao poder apoiado pelos militares, dando início a um novo período da história política do país, a Era Vargas. No Ceará, a década de 1930 registra a política de intervenções do governo federal, que tinha como objetivo acabar com o monopólio das oligarquias. Eram tempos difíceis para o povo cearense, a política dos Campos de Concentração que teve início em 1915, ano marcado pela seca, foi retomada com a seca de Sua finalidade era impedir que levas de flagelados chegassem à Fortaleza refugiando-se na periferia da cidade em busca de assistência. Na mesma década, em 1934, ocorrem dois fatos marcantes no Ceará, morre o maior e mais polêmico líder religioso da região, Padre Cícero Romão Batista e implanta-se a novidade tecnológica: o Rádio. A pioneira na radiofonia cearense foi a Ceará Rádio Clube 1, PRE-9. Suas primeiras transmissões foram feitas de maneira rudimentar, espontânea e improvisada. Não havia profissionais e os primeiros a trabalharem no rádio eram amadores do teatro que se fazia na cidade. A prática com o microfone vinha do uso das radiadoras instaladas nas feiras das grandes cidades, ou próximas às rodoviárias, servindo as informações por elas transmitidas de orientação a quem se deslocava ou desejava adquirir algum produto no mercado local. Não existia uma programação voltada para os ouvintes, as informações e os recados passados à população circulante, eram pontuais. Durante os primeiros anos da radiofonia brasileira, o amadorismo foi sua característica. As notícias veiculadas no rádio, eram réplicas das publicadas nos jornais 2, tal técnica era conhecida como gillete press. O formato de sociedades foi a estrutura que viabilizou a instalação do rádio, e esta denominação antecedia aos nomes das primeiras rádios instaladas no Brasil. Os clubes de associados, naturalmente estavam constituídos por uma elite seja econômica, seja intelectual e em conseqüência a programação era voltada para esses pequenos grupos. O rádio dos clubes e sociedades de radiodifusão era um passatempo da elite em uma 1 De acordo com Eduardo Campos, em 1924, já existia em Fortaleza um grupo de associados que se interessava pela radiotelefonia. Liderados pelo chefe do Distrito Telegráfico do Ceará, Elesbão de Castro Velloso, o grupo fundava em 30 de janeiro do mesmo ano a Rádio Club Cearense, estação que funcionaria de modo precário até 1932, quando passou a funcionar sob o prefixo PRA-T. Oficialmente, o licenciamento da emissora de rádio só sairia em 1934, o prefixo era o PRE-9 e se chamou Ceará Rádio Clube. 2. 2

3 sociedade que começa a se urbanizar. Constituídas como agremiações, eram os ouvintes que mantinham com suas mensalidades as emissoras operando. (FERRARETTO, p. 99, 2001) O esporte nos jornais impressos da década de 1930 Na década de 1930, circulavam no Ceará os jornais: O Nordeste, Correio do Ceará, Gazeta de Notícias, o Povo, Razão, Folha do Povo, Pátria Nova e Nação. Nesta década os jornais ainda eram o principal meio de informação do Estado. As atividades esportivas eram divulgadas através de notas ou colunas presentes nos periódicos. A coluna Vida Sportiva, por exemplo, publicada pelo jornal Folha do Povo, fazia parte do colunismo esportivo da época, que registrava como assunto principal, as informações referentes ao futebol brasileiro e local. O esporte só passou a ter presença constante no rádio, após um desentendimento entre, o então presidente da Associação Desportiva Cearense e Capitão do Exército Brasileiro, Juremir Pires de Castro, com a direção do jornal Correio do Ceará. O motivo da discórdia fora uma nota publicada pelo Jornal, que comparava o Capitão do Exército ao Imperador Dom Pedro I. Segundo Valdemar Caracas, que na época ocupava o cargo de Secretario da Associação, a nota parodiava a história de Dom Pedro I com a administração de Juremir Pires de Castro. A notícia tinha como titulo: Pedro I e o Capitão Juremir. O Capitão não gostou e tomou uma atitude radical, deportou o Diretor do Jornal para o Rio de Janeiro. Essa atitude criou um clima instável entre a imprensa, que se negou a publicar assuntos referentes ao esporte local. A alternativa encontrada pela Associação, foi recorrer ao dono da Ceará Radio Clube, João Dummar, que cedeu espaço na programação da emissora paras notícias referentes ao futebol cearense. Caracas ficou responsável pela edição e locução de esporte, com a ajuda de Carlos de Sá Moreira, responsável pela captação das notícias esportivas dos outros estados. No final da década de 1930, Boletim Esportivo, ia ao ar ao meio-dia, pela PRE-9. O programa Boletim Esportivo trazia as novidades sobre o Foot-Ball, esporte caracterizado como elitista e praticado, exclusivamente, por homens brancos. Foi nesta década que o futebol alcançou uma grande expansão no que diz respeito a sua prática e aos seus torcedores. Criaram-se, nos subúrbios da cidade, times de futebol formados por 3

4 trabalhadores. De acordo com Rodrigo Pinto os trabalhadores passaram a ver que esporte, música, dança, piqueniques domingueiros eram possibilidades de lazer diante da opressão do sistema de produção ou do rígido controle patronal. (2007, p. 04) O esporte no rádio e sua linguagem As transmissões esportivas seguiram o mesmo caráter amador predominante nos outros formatos do início do rádio. A primeira transmissão de uma partida de futebol realizada no Brasil, ocorreu na cidade de São Paulo, em A idéia partiu do locutor Nicolau Tuma, que decidiu contar os detalhes de um jogo para o público, através do Rádio. A transmissão foi realizada pela Rádio Educadora Paulista, que transmitiu a partida entre São Paulo e Paraná. Tuma também foi pioneiro na forma de narrar os jogos, sua locução era feita de maneira ágil e rápida, fato que lhe valeu, anos mais tarde, o apelido de Speaker Metralhadora(http://www.carosouvintes.com.br/index.php?option=content&task=view&id=478& Itemid=78) No Ceará a primeira partida de futebol foi levado ao ar, em 1938, pela pioneira PRE-9, quatro anos depois de sua instalação. O locutor era José Cabral de Araújo, ele narrou o jogo dos estúdios da emissora, onde se comunicava por linha telefônica com o repórter Rui Costa Sousa, que falava do Campo do Prado 3. Segundo Eduardo Campos graças a esse artifício, os que estavam na cidade puderam acompanhar todo o jogo, narrado com maestria pelo locutor, que se julgava presente (no estádio) (CAMPOS, 1984, p. 15). A primeira reportagem esportiva, de nível profissional, feita no Ceará, também foi levada ao ar pela Ceará Rádio Clube, o repórter era Oduvaldo Cozzi, que atuava em programas de entrevista, na PRE-9. Anos mais tarde, Odulvaldo passou a fazer parte do quadro de profissionais da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, onde se firmou como especialista em transmissões esportivas. José Cabral foi o primeiro locutor esportivo do rádio cearense. Ele possuía, em suas narrações a peculiar característica de contar anedotas durante as transmissões dos jogos. Para Eduardo Campos, as primeiras transmissões de jogos esportivos tinham uma certa preciosidade, pelo fato de cada locutor fazer as narrações a sua maneira. 3 Único estádio na época, que ficava localizado na área onde hoje se encontram as instalações do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará CEFET e o Estádio Presidente Vargas. 4

5 O linguajar diferente do comunicador esportivo tem motivos vários, que vão desde a necessidade de fugir ao comum, imprimindo à expressão verbal um significado conotativo, até a incessante luta pela conquista de maior audiência. Este fato leva, inclusive, à necessidade de atrair ouvintes através de auto-afirmação capaz de criar uma terminologia às vezes inédita, que caracterize a busca da marca pessoal de cada comunicador. (Capinussú, 1988, p.15) Valdemar Cabral Caracas o primeiro comentarista, noticiarista, e cronista esportivo do Ceará, acompanhou as primeiras transmissões esportivas e lembra de um dos episódicos momentos futebolísticos narrados por Paulo Cabral na PRE-9: O Ferroviário (time) tinha um goleiro chamado Joaquim Alves, o seu apelido era Puxa-faca. A bola na época era chamada de couro. O Maguary, time adversário, tinha um ponta-direita chamado Jombrega. O Jombrega ia metendo um gol de cabeça, e ele (Paulo Cabral) descreveu assim: Puxa-faca da um salto e arranca o couro da cabeça de Jombrega. Ora, foi um escândalo pra quem estava ouvindo aquilo. (Entrevista com Valdemar Cabral Caracas, 2008) O futebol, aos poucos, passou a fazer parte da programação radiofônica, tornandose um dos maiores atrativos do veiculo. O futebol ajudou a popularizar o então emergente veículo de massa, enquanto o rádio retirou o esporte de dentro dos estádios e o levou para o imaginário popular (ALMEIDA e MICELLI, p. 01, 2004). O radialismo esportivo se antecipou, a qualquer outro setor radiofônico, no que diz respeito à linguagem e aos avanços tecnológicos. Os locutores por se verem diante da expansão do veiculo e da obrigação de improvisar nas suas narrações, desenvolveram técnicas narrativas para atrair os ouvintes. Palavras de origem inglesa foram adaptadas para o português 4, o ritmo veloz e emotivo passou a ser utilizado nas locuções, a criação dos bordões e o jogo com as palavras passaram a dinamizar as narrativas futebolísticas. A nova linguagem permitiu ao ouvinte visualizar o campo e todos os lances do jogo, contribuindo assim para transformar o futebol em espetáculo de massas e paixão (ALMEIDA e MICELLI, p. 02, 2004). O objetivo era envolver o público emocionalmente a cada partida. A emoção faz com que o jornalismo esportivo esteja sempre numa linha tênue entre a pieguice e a razão. 4 Por ser um esporte de origem inglesa, o futebol, ao chegar no Brasil, trouxe expressões como: fiels (campo), goalkeeper (goleiro), referee (juiz), dentre outras. 5

6 Costuma-se dizer que não há cobertura esportiva sem emoção, mas o jornalista não se pode deixar levar por ela (BARBEIRO E LIMA, 2001, p. 76) A linguagem regional, anedótica, emotiva e enfática envolve o ouvinte nos lances da partida como se ele estivesse presente com o acréscimo do seu imaginário conduzido pelo locutor. Este é um momento mágico que proporciona uma estreita aproximação entre o narrador e cada um dos seus ouvintes, criando uma identificação entre ambos. Nelson Traquina afirma que: Ao longo da história, os jornalistas desenvolveram uma maneira própria de falar, isto é, uma linguagem (...). Uma das características principais desta fala é sua qualidade de ser compreensível. Os jornalistas precisam comunicar através das fronteiras de classe, étnicas, políticas e sociais existentes em uma sociedade (2005, p. 46). A linguagem utilizada pelos locutores possuía em sua essência, um forte caráter regional; eram utilizadas expressões conhecidas pelo público e diálogos que estavam presentes no cotidiano social do fortalezense. Para Jung, uma das características do rádio é a proximidade com o ouvinte, a conversa direta com o cidadão. (...) O público se identifica com a emissora da cidade e com o radialista de plantão (2005, p. 39). Essa é uma das características que aproximou o rádio do público, e facilitou sua expansão para além das fronteiras sociais. Em 1932, a autorização da propaganda, concedida pelo governo de Getúlio Vargas, trouxe às transmissões esportivas um novo alento. Com a regulamentação da publicidade, a indústria e o comércio ganham um veículo para atingir a população, inclusive os analfabetos (FERRARETTO, p. 104, 2001). O advento do rádio comercial ocasionou uma insipiente profissionalização dos locutores esportivos. Com a entrada no ar dos patrocinadores, os profissionais passam a receber salários mensais e têm seus passes negociados, muitas vezes, por altas quantias (ALMEIDA e MICELLI, p. 07, 2004). As transformações da radiofonia na década de 1940 A década de 1940, no Brasil, foi chamada de época de ouro da radiodifusão foi nesse período que se desenvolveu o sistema de ondas curtas, o qual ampliava o acesso às transmissões radiofônicas, no espaço e no tempo. Também foi nesta década que a pioneira cearense PRE-9, passou a fazer parte dos Diários e Emissoras Associados, um dos maiores conglomerados de comunicação já 6

7 existente no Brasil, dirigido por Assis Chateaubriand. A programação e a estrutura física da rádio passaram por significativas transformações. Para Eduardo Campos (2007), esse foi um período de aperfeiçoamento e melhoria dos padrões de redação e de apresentação dos programas. A estação inovou até em transmissões esportivas. O primeiro noticiário de esportes, feito profissionalmente, foi organizado e apresentado por um jornalista talentoso, o comentarista Miguel Picanço, que se escondia sob o pseudônimo de P. Teleco. (Entrevista com Eduardo Campos, 2004). A compra da Ceará Rádio Clube pelos Diários Associados propiciou mudanças estruturais ao modelo de radialismo cearense. Como ocorreu no restante do país, o conglomerado de Assis Chateaubriand começou a utilizar uma linguagem padrão em toda sua rede de comunicação 5, distribuída no país inteiro, atingindo não só as capitais, mas também as pequenas cidades do Norte e Nordeste. Os Diários e Emissoras Associados usavam profissionais de uma emissora em outra, exportavam programas de sucesso, além de aproveitarem a estrutura dos jornais do grupo na redação e na comercialização da programação radiofônica. Assis Chateaubriand abusava do próprio poder para difundir seus ideais políticos. Mas era um típico exemplo de grupo que detinha uma rede de rádio na verdade, tinha um conglomerado de comunicação. (JUNG, 2005, p. 41) A Ceará Rádio Clube permaneceu sem concorrentes até 09 de outubro de 1948, quando foi inaugurada pelos irmãos José e Flávio Barreto Parente, a Rádio Iracema de Fortaleza, ZYN-7. O setor esportivo da concorrente O setor esportivo da Rádio Iracema ficou sob a responsabilidade de Barbosa Filho, experiente locutor maranhense. A nova emissora contratou uma equipe com renomados radialistas da época, dentre os quais: Jaime Rodrigues, cearense e um dos maiores locutores esportivos do Nordeste, e Antonio de Almeida São Bernardo, vindo de Pernambuco. Estes fizeram parte da primeira equipe esportiva do rádio cearense.(afrânio Peixoto, Entrevista em 2006) 5 Segundo Ferraretto, apud Wainbeerg, o império de Assis Chateaubriand englobava 33 jornais, 25 emissoras de rádio, 22 estações de TV, uma editora, 28 revistas, duas agências de notícias, três empresas de serviços, uma de representação, uma agencia de publicidade, duas fazendas, três gráficas e duas gravadoras de discos. (FERRARETTO, 2001, p. 131) 7

8 A Rádio Iracema possuía uma programação assemelhada com a de sua antecessora, porém, o improviso passou a dar lugar a uma aprendizagem de profissionalismo. Alguns contratados possuíam experiência em centros vizinhos como Pernambuco e Bahia. As emissoras do Sudeste do país passaram a servir de modelo para todos os setores do rádio cearense e brasileiro. Esse processo de profissionalização da linguagem disseminado pelo Rádio, se por um lado pode levar à descaracterização do regionalismo, no pensamento de Barbeiro os programas de rádio contribuíram para que grupos de diversas regiões de um mesmo país, antes afastados e desconectados, se reconhecessem como parte de uma totalidade (1987, p. 78). As rádios: Tupi e Panamericana de São Paulo, Continental e Tamoio do Rio de Janeiro ganharam muita visibilidade no conjunto das emissoras, por ocasião da cobertura da Copa do Mundo de 1950, no Brasil. As coberturas esportivas iam aos poucos deixando o caráter amador e assumindo um caráter profissional mais focalizado. Os locutores procuravam transmitir uma narrativa leve, espontânea, coloquial, e adquirir o mesmo tom e a mesma ênfase na fala, assemelhando-se aos locutores esportivos das rádios dos grandes centros de maior audiência, reconhecidos nacionalmente. Antes do surgimento da (Rádio) Uirapuru, em 1956, a Ceará Rádio Clube já apresentava uma programação esportiva estruturada com audições editadas, roteirizadas e planejadas segundo scripts copiados das emissoras do Centro-Sul do país. (BEZERRA JR., 1995, p. 53) A partir de 1954, cada equipe esportiva cearense já contava com um número expressivo de profissionais, que variava de 10 a 12 componentes, entre estes estavam os narradores, os comentaristas, os repórteres, os cabomen e os operadores de rádio. Dois programas iam ao ar diariamente. Um ao meio-dia e outro à noite. Os redatores trabalhavam os jornais falados na perspectiva de programas roteirizados com espaço de tempo determinado em até 30 minutos. Não havia participação de entrevistados em estúdio durante as resenhas, que concentraram a maior audiência durante os anos 40 e metade da década de 50. (BEZERRA JR., 1995, p. 53) A transmissão esportiva profissionalizada 8

9 A profissionalização das transmissões esportivas trouxe a magia do espetáculo ao ouvinte (ALMEIDA e MICELLI, p. 09, 2004). Novos recursos de linguagem radiofônica como músicas, vinhetas, cortinas sonoras, além da utilização da emoção por parte dos locutores, passaram a ser utilizados no momento da partida. O apelo lingüístico era voltado para o imaginário do público, o objetivo era levar o ouvinte a ver praticamente outro jogo, mais vibrante, que o prendesse ao rádio durante os 90 minutos (ALMEIDA e MICELLI, p. 09, 2004). O surgimento da Rádio Uirapuru de Fortaleza, em 16 de junho de 1956, trouxe consigo a meta de profissionalizar a programação esportiva cearense. Segundo Afrânio Peixoto, a tônica maior da programação da ZYH-25 (Rádio Uirapuru) haveria de ser o esporte, a notícia e a informação de um modo geral. Sob a minha coordenação, José de Borba Vasconcelos Júnior e Alfredo Sampaio, a programação esportiva da Rádio Uirapuru começou no primeiro dia das transmissões, com a cobertura ao vivo do jogo entre Brasil e Argentina, em Buenos Aires, sendo que, o locutor Jaime Rodrigues narrava direto da Capital Argentina (Afrânio Peixoto, Entrevistado em 2006). A Uirapuru formulou seu quadro de profissionais com grandes nomes de destaque no radialismo: José Cabral de Araújo, que já havia passado pela Ceará Rádio Clube e pela Rádio Iracema; Jaime Rodrigues e Mauricio Carvalho, ambos vindos da PRE-9; Ivan Lima que veio da Rádio Clube da Bahia e Palmeira Guimarães, vindo de Campina Grande. Segundo Afrânio Peixoto, estes profissionais foram os cinco narradores esportivos de maior qualidade, todos com a obrigação de participar numa mesma transmissão. Nazareno Albuquerque, que fez parte da equipe esportiva da Rádio Uirapuru, como repórter de pista 6, comenta a participação simultânea de cinco locutores em uma mesma partida, na Rádio Uirapuru: Eles iam mais pelo compromisso profissional de estar lá, do que pelo de participar da transmissão. No máximo, dependendo de ser um jogo mais sofisticado, no primeiro tempo um locutor cobria a transmissão esportiva e no segundo tempo um outro locutor assumia a locução. (Nazareno Albuquerque, Entrevista, 2007) 6 Nos estádios, além dos locutores e comentaristas, havia os repórteres de pista, que tinham como função acompanhar os jogos de dentro do campo. Eles ficavam responsáveis por repassar as informações referentes aos clubes, jogadores, árbitros e técnicos, além de informar, aos locutores, os detalhes dos lances do jogo. 9

10 Segundo Nazareno houve a tentativa de dois locutores narrarem ao mesmo tempo uma mesma partida, sendo que, um acompanhava o ataque de um time e o outro acompanhava o ataque do time adversário. Isso era apenas mais uma espécie de esnobação da Uirapuru, porque era tanto talento, e tanto locutor esportivo de qualidade, que ela se dava a esse luxo. Mas o normal não era mais de um locutor transmitindo o mesmo jogo simultaneamente, e sim apenas um que era escalado para aquele jogo. (Entrevista com Nazareno Albuquerque, 2007) Além da contratação de profissionais de rádio, com experiência de outras emissoras, a Rádio Uirapuru também abriu seleção para novos talentos. O concurso para locutor da emissora inscreveu, cerca de 14 a 18 jovens, destes cinco foram selecionados e ficaram na emissora. Eram eles: Mardônio Sampaio, Nazareno Albuquerque, Juarez Silveira, Sergio Reis e Dílson (Afrânio Peixoto, Entrevista, 2006). Para Afrânio Peixoto o que a Rádio Uirapuru trouxe foi algo de diferente do que até então fizeram as outras duas emissoras que a antecederam. O setor esportivo fez parte desta revolução feita pela ZYH-25, talvez pelo fato de todos os seus dirigentes serem desportistas, como nos lembra Nazareno. O locutor trata de assuntos que acontecem com muita velocidade, ou seja, transmite o jogo ao vivo, noticia resultados de partidas e eventos esportivos que acontecem simultaneamente ao redor do mundo. Um narrador esportivo é aquele que domina os aspectos técnicos de cada modalidade esportiva, desenvolvendo um conhecimento geral e detalhado do esporte em si. A transmissão esportiva é carregada de comentários de improviso, que só serão bons na opinião do ouvinte, se o locutor dominar bem o assunto. (Cesar, p. 99) Esse era o diferencial da equipe que compunha o quadro da Uirapuru. Uma das funções assumidas por Nazareno, no setor esportivo da Rádio Uirapuru, foi a de plantonista, responsável por acompanhar os noticiários esportivos nacionais e mundiais. A produção era feita através da rádio-escuta. Nós fazíamos a escuta das maiores emissoras nacionais, que entravam por sintonia, em Fortaleza (Nazareno, 2007). A equipe esportiva de excelência da Uirapuru precisava estar informada dos fatos esportivos mundiais e dos novos modelos da atividade. A transmissão esportiva na cena nacional 10

11 As emissoras ouvidas, pelos plantonistas, como fontes para os noticiários locais, eram: a Rádio Nacional, a Rádio Tupi, a Rádio Jornal do Comércio e a Rádio Clube da Bahia, estas rádios centralizavam o noticiário esportivo da época. A Rádio Nacional ocupava o primeiro lugar no ranking das rádios brasileiras. Segundo Murce, ela foi um padrão de emissora, não só para o Brasil, mas até mesmo para toda a América Latina, chegando, em pouco tempo, a suplantar a célebre Rádio El Mundo, de Buenos Aires (1976, p. 72). O padrão de radialismo produzido pela Rádio Nacional teve forte influência nas rádios locais, que se viram diante do desafio de acompanhar tal padrão de transmissão. A necessidade de acompanhar excursões dos clubes locais nas disputas feitas fora do Estado, fez com que os profissionais do radialismo esportivo cearense explorassem as potencialidades tecnológicas que surgiam na radiodifusão. A Uirapuru foi a pioneira, no Ceará, em transmissões esportivas feitas em outros estados. De acordo com Afrânio Peixoto qualquer grande clube de futebol cearense que viesse a se apresentar em outro estado a Casa do Esporte teria a obrigação de acompanhar. As transmissões de jogos fora do Estado eram feitas com auxilio das rádios locais de outros centros, em geral a Rádio Nacional, a Rádio Clube de Pernambuco, a Rádio Jornal do Comércio e a Rádio Clube da Bahia. De acordo com Nazareno Albuquerque as Rádios locais davam a cobertura e o som vinha pela RADIONAL 7. Era um som precário e as transmissões muito caras. Mas a equipe ia completa. As transmissões esportivas, a partir da década de 1950, ganharam maior visibilidade perante a sociedade, em razão da vitória alcançada pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo de Futebol. O rádio também revelou-se um importante criador de mitos dentro do campo e atrás dos microfones, transformando os locutores em ídolos, às vezes tão famosos quanto os jogadores (ALMEIDA e MICELLI, p. 02, 2004). A transmissão esportiva feita pelo rádio trouxe para os torcedores uma nova forma de acompanhar os jogos de futebol. Os profissionais adaptaram e criaram novas expressões narrativas, que tornaram as partidas mais atraentes e emocionantes. 7 RADIONAL: Companhia Rádio Internacional do Brasil 11

12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS: ALMEIDA, Alda de; MICELLI e Márcio. Rádio e futebol: gritos de gol de Norte a Sul. In: II Encontro Nacional da Rede Alfredo de Carvalho. Florianópolis BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo. Manual do radiojornalismo. Rio de Janeiro: Campus, BARBEIRO, Jesús Martín. De los medios a las mediaciones. Colômbia, BRITO, Paulo. Baseado no artigo de Edileuza Soares. Disponível em: Acesso em: 10/04/2008. CAMPOS, Eduardo. 50 anos de Ceará Rádio Club. Fortaleza: UFC, CAPINUSSÚ, J. M. A linguagem popular do futebol. São Paulo: Ibrasa CESAR, C. Como falar no rádio: prática de locução AM - FM. 9 ª edição. São Paulo : Ibrasa, COELHO, Paulo Vinicius. Jornalismo esportivo. 2 ed. São Paulo: Contexto, FERRARETO, Luiz Arthur. Rádio: o veículo, a história e a técnica. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. 2.ed. São Paulo: Contexto, MURCE, Renato. Bastidores do Rádio: fragmentos do rádio de ontem e de hoje. Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda., PEIXOTO, Afrânio. Entrevista. Fortaleza PINTO, Rodrigo M. S. A formação dos times de futebol proletário e as intervenções das elite: a construção da história do futebol cearense e os conflitos sociais em torno da bola. ( ). In: XXIV Simpósio Nacional de História. Fortaleza, SAROLDI, Luiz Carlos; MOREIRA, Sonia Virgínia. Rádio Nacional: o Brasil em Sintonia. 3 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo. A Tribo Jornalística uma comunidade interpretativa transnacional. Florianópolis: Insular,

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