UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO UNIFENAS CRISTINA CARVALHO DE ALMEIDA SOFTWARE PARA AVALIAÇÃO FÍSICA E SENSORIAL DOS GRÃOS DE CAFÉ

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO UNIFENAS CRISTINA CARVALHO DE ALMEIDA SOFTWARE PARA AVALIAÇÃO FÍSICA E SENSORIAL DOS GRÃOS DE CAFÉ"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO UNIFENAS CRISTINA CARVALHO DE ALMEIDA SOFTWARE PARA AVALIAÇÃO FÍSICA E SENSORIAL DOS GRÃOS DE CAFÉ Alfenas MG 2012

2 UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO UNIFENAS CRISTINA CARVALHO DE ALMEIDA SOFTWARE PARA AVALIAÇÃO FÍSICA E SENSORIAL DOS GRÃOS DE CAFÉ Dissertação apresentada à Universidade José do Rosário Vellano - UNIFENAS como parte das exigências para obtenção do título de Mestre Profissional em Sistemas de Produção na Agropecuária. Orientador UNIFENAS: Prof. Dr. José Messias Miranda Co-orientador IFSULDEMINAS: Prof. Dr. Leandro Carlos Paiva Alfenas MG 2012

3 Almeida, Cristina Carvalho. Software para avaliação física e sensorial dos grãos de café. Cristina Carvalho de Almeida. Alfenas: Unifenas, f. Orientador: Prof. Dr. José Messias Miranda Dissertação (Mestrado em Sistemas de Produção na Agropecuária) Universidade José do Rosário Vellano. 1.Sistema informatizado 2. Classificação 3. Coffea arabica Software para avaliação física e sensorial dos grãos de café CDU: (043)

4

5 DEDICO A Deus, por estar sempre presente em minha vida. Ao meu namorado Renato Melo, pelo carinho e compreensão. Aos meus pais Regina e José Wanderley, irmão Juliano, cunhada Daniela e queridíssimos sobrinhos Ana Clara e João Victor pela dedicação, carinho, paciência e incentivo. Aos meus colegas de mestrado e professores pelos momentos vividos durante esta caminhada.

6 AGRADECIMENTOS A Deus. Ao Instituto Federal do Sul de Minas Gerais Campus Machado e a UNIFENAS, pela oportunidade de realização deste trabalho. Ao meu colega professor, Dr. Leandro Carlos Paiva, do IFSULDEMINAS Campus Machado, que norteou toda minha pesquisa e sempre pacientemente esclareceu minhas dúvidas sobre o complexo mundo da qualidade do café possibilitando também minha presença nos eventos relacionados ao foco deste trabalho. Aos professores da UNIFENAS, pelos ensinamentos e apoio. Ao meu orientador, Dr. José Messias Miranda, professor da UNIFENAS, pela confiança em mim depositada desde o início deste trabalho.

7 RESUMO ALMEIDA, Cristina Carvalho de. Software para avaliação física e sensorial dos grãos de café. Orientador: Prof. Dr. José Messias Miranda - UNIFENAS. Co-orientador: Prof. Dr. Leandro Carlos Paiva IFSULDEMINAS Campus Machado. Alfenas/MG: UNIFENAS, Dissertação (Mestrado Profissional em Sistemas de Produção na Agropecuária, área de concentração Qualidade do Café). No Brasil, a classificação de café é feita através de análise física e sensorial das amostras, e a documentação deste processo, na maioria das vezes, é constituída por fichas e laudos, de forma simples e resumida. Objetivou-se desenvolver um sistema informatizado para dinamizar os processos de classificação física e sensorial dos grãos de café, buscando agilidade no processo de identificação de cafés. O software foi implementado com a linguagem Basic, compilador Microsoft Visual Basic e Banco de Dados Access 2007 e desenvolvido em consonância com os concursos de qualidade do café realizados nas dependências do Centro de Excelência do Café de Machado/MG e no Núcleo de Qualidade do Café do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Campus Machado. O software realiza uma série de cálculos recomendados pela Instrução Normativa nº 8, de 11 de junho de 2003, do Ministério de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e poderá ser utilizado de forma simples e rápida devido à interface prática e amigável que dispõe as informações em formato de guias facilitando a navegação entre as funcionalidades do sistema. O software desenvolvido pode auxiliar, com precisão e rapidez, cafeicultores, indústrias de alimentos, instituições de ensino e pesquisa e as cooperativas especializadas em cafeicultura, buscando facilitar os inúmeros cadastros das análises físicas e sensoriais das amostras de café, permitir a execução de muitos cálculos e consequentemente tornar mais ágil a classificação do café. Palavras-chave: Sistema informatizado. Classificação. Coffea arabica.

8 ABSTRACT ALMEIDA, Cristina Carvalho de. Software for physical and sensory evaluation of coffee beans. Advisor: Prof. Dr. José Messias Miranda - UNIFENAS. Co-advisor: Prof. Dr. Leandro Carlos Paiva - IFSULDEMINAS Campus Machado. Alfenas / MG: UNIFENAS, Dissertation (Professional Master's in Production Systems in Agriculture, area of concentration Coffee Quality). In Brazil, the classification of coffee is made by physical and sensory analysis of the samples, and the documentation of this process in most cases consists of simple and brief records and reports. The objective was to develop a computerized system to streamline the processes of physical and sensory classification of coffee beans seeking flexibility in the process of identifying coffees. The software was implemented with the Basic language, Microsoft Visual Basic compiler, and Access 2007 Database, and was developed in line with the quality coffee contests performed on premises of Coffee Excellence Center in Machado / MG and in the Coffee Quality Center of the Southern Minas Gerais Federal Institute of Education, Science and Technology Campus Machado. The software performs a series of calculations recommended by the Normative Instruction Nr. 8, June 11, 2003, from the Ministry of State for Agriculture, Livestock and Supply, and may be used in a quick and easy way due to the practical and friendly interface that offers information in shaped guides to easy navigation between the features of the system. The developed software can help, with accuracy and speed, farmers, food industries, educational and research institutions, and coffee cooperatives, seeking to facilitate the numerous records of physical and sensory analysis of coffee samples, allow the execution of many calculations, and make more agile the classification of coffee. Keywords: Computerized system. Classification. Coffea arabica.

9 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 - Formulário para acesso às principais funcionalidades do sistema FIGURA 2 - Formulário de customização do sistema com dados do local onde será utilizado FIGURA 3 - Formulário para acesso a todos os cadastros disponíveis no sistema FIGURA 4 - Formulário para cadastro e alteração dos eventos de avaliação FIGURA 5 - Formulário para cadastro e alteração das unidades de armazenamento FIGURA 6 - Formulário para cadastro e alteração de dados de identificação do agricultor FIGURA 7 - Formulário para cadastro e alteração dos dados do imóvel do agricultor FIGURA 8 - Formulário para seleção das categorias de café do agricultor FIGURA 9 - Formulário para cadastro e alteração dos dados dos classificadores/provadores FIGURA 10 - Subformulário para identificação das amostras de café FIGURA 11 - Subformulário de equivalência de defeitos de grão preto a brocado limpo FIGURA 12 - Subformulário de equivalência de defeitos de coco a pau/pedra/torrão pequeno FIGURA 13 - Subformulário de enquadramento do tipo da amostra FIGURA 14 - Subformulário de identificação da subcategoria de acordo com as peneiras FIGURA 15 - Subformulário de grupo da amostra de café FIGURA 16 - Subformulário de classe da amostra de café FIGURA 17 - Subformulário de informações adicionais da amostra de café FIGURA 18 - Subformulário para seleção do nível de torração da amostra de café FIGURA 19 - Subformulário para seleção do teor de cafeína da amostra FIGURA 20 - Subformulário de conclusão sobre os dados da amostra de café FIGURA 21 - Formulário para cadastro dos atributos da Prova de Xícara FIGURA 22 - Relatório com indicações de Riado, Rio e Rio Zona na Prova de Xícara FIGURA 23 - Notas dos atributos sensoriais e cálculo da nota total após subtração dos defeitos FIGURA 24 - Formulário para acesso a todos os relatórios gerados pelo sistema FIGURA 25 Modelo de relatório gravado em arquivo PDF... 55

10 LISTA DE TABELAS TABELA 1- Classificação do café quanto à equivalência de defeitos (intrínsecos) TABELA 2- Classificação do café quanto à equivalência de impurezas (extrínsecos) TABELA 3 - Classificação do café em função do defeito/tipo... 28

11 LISTA DE QUADROS QUADRO 1 - Características sensoriais para classificação do café quanto à bebida... 29

12 LISTA DE ABREVIATURAS ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café BSCA - Brazil Specialty Coffee Association COB - Classificação Oficial Brasileira CoE - Cup of Excellence EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária IAC - Instituto Agronômico de Campinas IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária IFSULDEMINAS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais PDF - Portable Document Format SCAA - Specialty Coffee Association of America UFLA Universidade Federal de Lavras

13 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO Produção de café Análise sensorial Análise sensorial do café Classificação do café Café beneficiado grão cru Bebida Análise Sensorial - Metodologia COB Análise Sensorial Metodologia SCAA Qualidade da bebida do café Desenvolvimento de software Engenharia de Software Banco de Dados MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO A Tabela de classificação de atributos sensoriais do café (modelo SCAA) ANEXO B Tabela de classificação de atributos sensoriais do café (modelo BSCA) ANEXO C Laudo de classificação e degustação de café... 65

14 13 1- INTRODUÇÃO O mercado consumidor, de forma geral, é segmentado mediante a diferenciação de atributos de qualidade atribuídos às mercadorias comercializadas e aos serviços prestados. Tal característica se deve a diferentes fatores, como o crescimento da competitividade, a diversificação de produtos e serviços, o aumento da preocupação com fatores sociais e ambientais, o cuidado em transmitir confiabilidade e a procura pelo atendimento das expectativas dos consumidores. Saes (2006) enfatiza a necessidade de uma série de esforços para que a estratégia de diferenciação de produtos agrícolas gere resultados positivos, em relação aos retornos e aos riscos da atividade. O autor recomenda a adoção de tecnologias e técnicas de cultivo, buscando adequação da qualidade e melhoria da produtividade. Salienta também a adequação a padrões de certificação de qualidade e origem e justifica como importante a organização de estruturas, como associações de produtores, para a comercialização do café, de forma a facilitar a circulação e diminuir os custos com transação. Nesse novo contexto, conforme Pereira (2010), extinguia-se a certeza que existia sobre a demanda de café, ou seja, a garantia de comercializar todo o volume produzido a um preço satisfatório. O risco, antes assumido pelo governo, transferiu-se aos integrantes da cadeia produtiva. Diante de um mercado em crise, a responsabilidade pela negociação do café tornou-se sinônimo de incerteza. Os cafeicultores passaram a atuar em um dos mais voláteis mercados agrícolas. Visto que a produção passou a ser vendida diretamente aos mercados consumidores, sem a participação do Instituto Brasileiro de Café, incorporou-se à circunstância vivida pelos produtores a exigência em relação à qualidade do produto, até então negligenciado. Diante das mudanças estruturais do setor cafeeiro, são inúmeras as propostas de sistemas inovadores de produção que buscam aumentar a competitividade mediante fatores de

15 14 qualidade, automação e custos. Como todas estas propostas incluem investimentos financeiros e modificações nas práticas utilizadas tradicionalmente, existe a tendência de que surjam dúvidas quanto a sua importância técnica e econômica, quando avaliadas as características típicas de uma determinada região produtora. A classificação de cafés no Brasil é feita por análise física e sensorial das amostras e a documentação deste processo, na maioria das vezes, é constituída por fichas e laudos, de forma simples e resumida. Este processo não realiza o controle dos provadores e das variações que podem ocorrer entre suas notas e ainda não permite a emissão de um protocolo adequado das amostras, comprometendo a análise dos provadores, pois os tornam tendenciosos na hora da prova. Os resultados das análises e classificação das amostras de café demoram a ser apresentados aos produtores e utilizam uma forma de difícil compreensão. Uma representação gráfica dos resultados poderia facilitar o entendimento. Além disto, outro fator que contribui para o lento processo de tabulação dos resultados é que, nas cooperativas e nos concursos de qualidade do café, a quantidade de informações é muito grande e todas são redigidas em fichas e processos manuais que aumentam o trabalho da equipe, exigindo comparações entre amostras e entre provadores. Diante do cenário exposto, objetivou-se desenvolver um sistema informatizado para auxiliar os usuários responsáveis pelos processos de classificação física e análise sensorial dos grãos de café, buscando agilidade e qualidade para que cafeicultores, indústrias de alimentos, instituições de ensino e pesquisa e as cooperativas especializadas em cafeicultura possam gerenciar satisfatoriamente os atributos qualitativos, colaborando para a tomada de decisões estratégicas sobre o processo de comercialização do café.

16 15 2- REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Produção de café Segundo Matiello (1995), o café é caracterizado como um cultura perene que pode ser explorada continuamente por longos períodos, por vinte anos ou mais. Os primeiros frutos começam a aparecer após três anos do seu plantio. As espécies de café são divididas conforme a região em: Coffea arabica (café arábica: planta característica de clima tropical úmido, de altitude e de temperaturas amenas) ou Coffea canephora (café robusta: regiões equatoriais baixas, quentes e úmidas). Para este autor, os fatores influentes na produtividade da cultura do café podem ser agrupados em três categorias principais: fatores econômicos, fatores climáticos e manejo da cultura. Por estar continuamente procurando terras novas, ricas em matérias orgânicas e produtivas, a cultura do café sempre foi considerada nômade devido também à falta de conhecimento sobre a necessidade de reposição dos nutrientes e os métodos de conservação de solo. Em contrapartida, a produção aumentava de forma admirável pela adaptação das plantas às condições de clima e solo e também pelo aumento constante da área plantada (IAC, 2011). Em 1760, o cultivo do café chegou ao Rio de Janeiro, sendo plantado em chácaras na Gávea, Tijuca, Jacarepaguá e Andaraí. O cultivo expandiu-se pela Serra do Mar até que, em 1825, chegou ao Vale do Paraíba, difundindo-se depois para São Paulo, Minas Gerais e o norte do Paraná. O Brasil, em 1860, tornou-se uma grande potência exportadora de café. O crescente cultivo do café induziu o progresso nas regiões cafeeiras. Em 1867, foi inaugurada a estrada Santos - Jundiaí, que unia o principal porto de exportação de café (Santos) às zonas de produção. Outras ferrovias foram surgindo e seus traçados orientaram a direção de novas

17 16 lavouras. O progresso introduzido pela lavoura cafeeira também beneficiou as cidades do interior. Surgiram postos bancários e imigrantes, sobretudo italianos, que vieram em busca de novas perspectivas. A imigração foi incentivada pelo governo, após a abolição da escravidão, para estimular a produção e suprir o problema da mão de obra, transformando São Paulo na Metrópole do café (REVISTA CAFEICULTURA, 2005). Segundo Valverde (1967), os cafeeiros e os escravos vieram da costa, partindo do Rio de Janeiro para o interior, enquanto que, para a organização das fazendas de café do Vale do Paraíba, a classe dos fazendeiros saiu do interior em direção ao mar, oriundos que eram, em sua grande maioria, de Minas Gerais. As tropas de mulas eram o meio de transporte mais utilizado pela população mineira para o escoamento de mercadorias, e as estradas e caminhos como meios de comunicação serviram à expansão do cafeeiro. As estradas, que foram abertas durante o século XVIII, interligavam Minas Gerais, por meio da Serra da Mantiqueira e pela Serra dos Órgãos em direção à Zona da Mata, aos portos do Rio de Janeiro, Parati e Angra dos Reis, passando pela região em que se desenvolvia a cafeicultura. Para Romero & Romero (1997), um problema persistente na cafeicultura nacional durante muitos anos foi a falta de cuidado com o preparo e acondicionamento do café. Esta situação é confirmada por Taunay (1945) ao descrever que o café brasileiro apresentou-se aos mercados, nos primeiros anos, muito mal beneficiado, sendo descascado pelos cascos dos bois ou pelo monjolo. O autor aponta 1830 como o ano do surgimento das primeiras máquinas primitivas de benefício do café. A produção inicial do cafeeiro destinava-se ao consumo próprio, ampliando-se gradativamente para o atendimento da demanda local. Conforme a Revista da Cafeicultura (2007), o café pode ser cultivado em localidades e regiões que apresentem uma média de temperatura entre 18 ºC e 22 ºC. Esta faixa térmica se aplica ao café arábica. Quanto ao robusta, a tolerância chega a 24 ºC. Temperaturas muito baixas, mesmo que por poucos dias por ano, não são aceitáveis para uma plantação. Regiões

18 17 com médias de temperatura inferiores a 18 ºC também não são propícias para o plantio do café. A grande maioria do café produzido e consumido no mundo é da espécie arábica (Coffea arabica). Existem, segundo a Revista da Cafeicultura (2007), três variedades básicas de café, de onde foram criadas e desenvolvidas quase todas as outras, cultivadas economicamente no Brasil. O café Cramer é a variedade conhecida como café comum, nacional, Brasil, entre outras nomenclaturas. A planta desta variedade pode atingir de dois a três metros de altura e apresenta uma forma que se aproxima de um cone. Seus frutos são vermelhos, brilhantes e lisos. A segunda variedade citada pela Revista da Cafeicultura (2007) é a Bourbon também conhecida pelo nome de café bourbon ou café fava. Como na variedade anterior, as plantas variam de dois a três metros de altura, mas apresentam um formato cilíndrico. Os frutos apresentam o mesmo formato do café comum, mas com um tamanho reduzido. Já a variedade caturra, sem que haja comprovação, deve ser originária do café bourbon. É uma planta mais baixa do que as das variedades anteriores, não ultrapassando dois metros de altura. Os frutos são praticamente iguais ao do bourbon. Além das variedades originárias do café arábica, conforme a Revista da Cafeicultura (2007), existem também as variedades do café robusta (Coffea canephora Pierre). O robusta tem uma quantidade maior de cafeína, se comparado ao arábica, mas seu gosto e aroma não são tão acentuados. A planta atinge de dois a cinco metros de altura e é bem diferente do arábica. A floração é rápida e acontece de duas a três vezes por ano. Os seus frutos são vermelhos e esféricos. Segundo ABIC (2011), tanto o consumo doméstico de café quanto o consumo fora do lar apresentaram taxas de crescimento. As vendas das marcas mais conhecidas foram impulsionadas pelos investimentos nos produtos e no marketing interno do café. Mensalmente

19 18 o mercado brasileiro recebe novas marcas de café, permitindo uma oferta muito significativa de café de alta qualidade para os consumidores do país. A população brasileira está consumindo mais xícaras de café por dia e diversificando as formas da bebida, adicionando, ao café tradicional consumido nos lares, os cafés expressos, cappuccinos e outras combinações com leite. Estima-se que este segmento de cafés diferenciados, embora represente a menor parte do consumo, continue apresentando taxas de crescimento de 15% a 20% ao ano. Segundo Miguel, Matiello e Almeida (1986), uma das variáveis de fundamental importância para o sucesso e o retorno financeiro da lavoura de café é a escolha da densidade de plantio, pois tal característica determina os tratos culturais necessários e as possíveis tecnologias a serem utilizadas. Ao recomendar determinado espaçamento, os seguintes fatores devem ser considerados: mecanização de tratos culturais e da colheita, riscos climáticos, condições topográficas e climáticas e seus reflexos na maturação, escolha da variedade, alternativas agrícolas existentes, disponibilidade de mão de obra, tamanho da propriedade, condução da cultura, custo inicial de formação e a avaliação da área disponível para o café. Além destes fatores, o autor aponta que a capacidade técnica e financeira do produtor também deve ser levada em consideração. O adensamento, segundo Matiello (1995), é uma prática cultural que tem pouco impacto sobre o custo de produção de uma lavoura, sendo indicado nas lavouras cafeeiras onde a mecanização é possível. Mesmo nestes casos, devem permanecer, com um índice significativo, os sistemas abertos nas ruas para privilegiar o uso de máquinas. Tal estratégia é recomendada para as grandes plantações e para as regiões carentes de mão de obra ou onde e quando seu custo for muito elevado. Também para Leme (2007), tanto no mercado interno como no mercado externo o consumo de café de qualidade está em crescimento. Para ser considerado especial o café

20 19 deve ser provado por degustadores treinados, que analisam e quantificam fatores sensoriais como corpo, aroma, doçura, acidez e sabor. Diante deste cenário, a eficiência dos processos avaliativos e a competência dos provadores de café são fatores extremamente importantes e que interferem diretamente na confiabilidade dos resultados sobre a análise de qualidade do café. A melhora da qualidade pode ser apontada, conforme ABIC (2011), como uma das razões que justificam o aumento do consumo interno de café. Em 2009, o programa Selo de Pureza da ABIC celebrou 20 anos como o primeiro programa setorial de certificação de qualidade em alimentos no Brasil. Em 2004, a ABIC criou o Programa de Qualidade do Café - PQC, que hoje é um dos mais abrangentes programas de qualidade e certificação para café torrado e moído, em todo o mundo. Tais programas têm servido como importante ferramenta para estimular a produção de cafés de melhor qualidade. O aumento do consumo de café pelas famílias brasileiras e a boa percepção do público em relação aos benefícios desta bebida para a saúde foram outros fatores que podem ter contribuído para o aumento registrado em Análise sensorial A análise sensorial se formalizou como instrumento de controle de qualidade dos produtos da área alimentícia ao empregar equipes de provadores e laboratórios apropriados para avaliação das influências das variáveis de processo nas propriedades sensoriais dos alimentos independente de preferências e ao permitir o relacionamento dos parâmetros sensoriais com as propriedades físicas e químicas dos alimentos, selecionando e treinando equipes de degustadores (FARIA, 2002). Para os produtos alimentícios, a análise sensorial é feita através dos órgãos dos sentidos, principalmente do gosto, olfato e tato. Resultante da interação dos sentidos dos seres humanos, essa complexa sensação é usada para medir a qualidade dos alimentos e auxiliar no

21 20 desenvolvimento de novos produtos. O provador precisa possuir sensibilidade gustativa para diferenciar nuances especiais formadas pelos produtos analisados e para identificar com precisão a qualidade do mesmo (ILLY, 2002). Conforme Meilgaard, Civille e Carr (1999), o sucesso da análise sensorial está relacionada à habilidade de otimização de fatores fundamentais como, por exemplo, a definição do que se deseja medir através de medida de sensações e percepções; o planejamento do teste com base no conhecimento das possibilidades de erros, a diminuição da subjetividade e minimização da quantidade de testes; o conhecimento das restrições dos degustadores e o trabalho, quando possível, com provadores pré-selecionados e treinados e a interpretação dos resultados por métodos estatísticos. 2.3 Análise sensorial do café Para produtos agrícolas, a qualidade não é facilmente medida nem definida como se faz para itens de produção. O padrão de qualidade está relacionado a fatores através dos quais a planta ou parte dela é utilizada (MENGEL; KIRKBY, 1987). Para avaliação da qualidade do café, um dos fatores de grande importância é o reflexo da adubação tanto na produção como na qualidade. Os grãos de café beneficiado têm sido avaliados quimicamente e a bebida, sensorialmente, o que depende muito das sentidos apurados do provador de bebida (CHAGAS; CARVALHO e COSTA, 1996). Calle (1956) considerou ser a Prova de Xícara subjetiva, afirmando ser limitada à aptidão do provador. Outros estudos, entretanto, consideraram a Prova de Xícara perfeitamente válida, quando realizada com técnicas adequadas e degustadores capacitados (BARBOSA et al., 1962). Já para Oliveira (1972) a análise sensorial da qualidade da bebida do café tem sido satisfatória para fins de comercialização.

22 21 De acordo com Barca (1998), as críticas sobre a subjetividade da análise de Prova de Xícara não apresentam fundamento, visto que as diferenças entre os tipos de bebidas de café são bem acentuadas, não deixando que degustadores experientes tenham dúvida na classificação. A análise sensorial ainda é o método de determinação mais utilizado no processo de caracterização qualitativa do café. A classificação sensorial do café pode ser feita por meio da Prova de Xícara, que é uma análise que pode variar de indivíduo, para indivíduo ou através da metodologia do CoE (Cup off Excellence), adotada no concurso nacional da BSCA (Brazil Specialty Coffee Association), onde provadores descobrem diferentes sabores e aromas (frutados, achocolatados, amendoados) levados em consideração principalmente para caracterizar os cafés especiais. A metodologia CoE foi introduzida no Brasil a partir de 1997, por George Howell. Essa metodologia foi sendo aprimorada com a colaboração de degustadores e pesquisadores brasileiros, até resultar na folha de provas que utilizam atualmente, na qual são pontuados diversos atributos de qualidade. Existe um formulário, conforme apresentado no Anexo A Tabela de classificação de atributos sensoriais do café (modelo SCAA), onde os degustadores atribuem notas para propriedades como aroma, uniformidade, bebida limpa, doçura, sabor, acidez, corpo, gosto residual, e na eliminatória são determinadas notas de corte (BSCA, 2011). Na classificação sensorial de cafés, segundo BSCA (2011), cuidados são tomados quanto às características da bebida quente e fria, já que variações nos atributos qualitativos podem acontecer em uma xícara de café morno para frio, ressaltando ou anulando determinadas características.

23 22 Os atributos avaliados sensorialmente, conforme a BSCA (2011), são: Aroma: é perceptível pelo olfato e está relacionado com a experiência do degustador. Este atributo pode ser de suave a intenso lembrando aromas achocolatados, frutados, florados, cítricos, etc. Um bom café tem seu aroma bem pronunciado. Sabor: é a sensação causada pelos compostos químicos da bebida do café quando introduzido na boca, também classificado de suave a intenso. O sabor é classificado como intenso quando a percepção da bebida é inconfundível e a sensação é imediata e completa. Doçura: refere-se ao fato de o mesmo permitir sua apreciação sem a adição de açúcar. Amargor: deve ser leve ou mesmo equilibrado; quando se apresenta forte, pode ser consequência de uma torração acentuada ou de muito tempo de contato com a água durante o preparo. Acidez: pode ser desejável para o café, sensação obtida na parte lateral da língua. Corpo: refere-se ao peso da bebida no paladar, à sensação de preenchimento e permanência na cavidade oral. É a percepção de oleosidade, viscosidade e volume na boca, podendo variar de leve a encorpado. Sabor residual ou aftertaste: representa o sabor que permanece na boca após a degustação do café. Na tabela de pontos da BSCA (2011) existe também o atributo bebida limpa, referindo-se à uniformidade das características sensoriais em todas as xícaras colocadas à prova e ausência de aromas e sabores discrepantes. Segundo a OIC (1991), a doçura é uma das características de sabor desejáveis nos cafés especiais. Ainda é discutível qual deve ser o tipo de concentração de açúcares nos grãos crus que exerceriam maior influência na qualidade da bebida, já que os mesmos sofrem intensas degradações e transformações durante a torração. A acidez desejável da bebida é

24 23 conferida pelos ácidos málico e cítrico, enquanto uma acidez imprópria ou indesejável é proveniente, provavelmente, de fermentações excessivas dos frutos. 2.4 Classificação do café Para avaliar a qualidade dos cafés produzidos, vários países estabeleceram normas e padrões de classificação para o produto. A classificação física e a qualidade da bebida são fundamentais na comercialização do café e, consequentemente, no estabelecimento do preço do produto. No Brasil, a partir de 2003, os processos de classificação do café passaram a ser regidos pela Instrução Normativa nº 8, de 11 de junho do referido ano, do Ministério de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (BRASIL, 2010) Café beneficiado grão cru Segundo Brasil (2010), entende-se por Café Beneficiado Grão Cru o endosperma do fruto de diversas espécies do gênero Coffea, principalmente Coffea arabica e Coffea canephora (robusta ou conillon). Para emissão dos laudos de classificação, conforme Brasil (2010), o café beneficiado grão cru é classificado em CATEGORIA, SUBCATEGORIA, GRUPO, SUBGRUPO, CLASSE e TIPO, segundo a espécie, formato do grão e a granulometria, o aroma e o sabor, a bebida, a cor e a qualidade, respectivamente: Categoria: de acordo com a espécie a que pertence, o café beneficiado grão cru pode ser classificado em duas categorias: Categoria I: café proveniente da espécie Coffea arabica; Categoria II: café proveniente da espécie Coffea canephora.

25 24 Subcategoria: o café beneficiado grão cru, segundo o formato do grão e a sua granulometria, pode ser enquadrado em duas subcategorias: Chato: constituída de grãos com superfície dorsal convexa e a ventral plana ou ligeiramente côncava, com a ranhura central no sentido longitudinal. De acordo com o tamanho dos grãos e a dimensão dos crivos circulares das peneiras que os retêm, será classificado em: o Chato graúdo: peneiras 19/18 e 17; o Chato médio: peneiras 16 e 15; o Chato miúdo: peneira 14 e menores. Moca: constituída de grãos com formato ovoide, também com ranhura central no sentido longitudinal. De acordo com o tamanho dos grãos e a dimensão dos crivos oblongos das peneiras que os retêm, será classificado em: o Moca graúdo: peneiras 13/12 e 11; o Moca médio: peneira 10; o Moca miúdo (moquinha): peneira 9 e menores. Conforme Brasil (2010), quando o café beneficiado grão cru não for submetido à separação em peneiras, ou, quando submetido, se enquadrar em quatro ou mais peneiras, será considerado BICA CORRIDA (B/C). Na classificação por peneiras, segundo Brasil (2010), o vazamento máximo admissível para cada peneira poderá ser de 10%, sendo que vazamento superior a esse valor caracterizará a ocorrência de outra peneira, abaixo da que o originou, no lote em análise. Grupo: o café beneficiado grão cru, de acordo com o aroma e o sabor, poderá ser classificado em 2 grupos. O sabor e o aroma serão definidos por meio da prova de xícara. Grupo I - Arábica. Grupo II - Robusta.

26 25 Subgrupo: o café beneficiado grão cru, de acordo com a bebida e com o grupo a que pertença, será classificado em 07 (sete) Subgrupos do Grupo I e 4 (quatro) Subgrupos II, assim discriminados: Bebidas Finas do Grupo I Arábica: o Estritamente mole: café que apresenta, em conjunto, todos os requisitos de aroma e sabor "mole", porém mais acentuado; o Mole: café que apresenta aroma e sabor agradável, brando e adocicado; o Apenas mole: café que apresenta sabor levemente doce e suave, mas sem adstringência ou aspereza de paladar; o Duro: café que apresenta sabor acre, adstringente e áspero, porém não apresenta paladares estranhos. Bebidas Fenicadas do Grupo I - Arábica o Riado: café que apresenta leve sabor, típico de iodofórmio; o Rio: café que apresenta sabor típico e acentuado de iodofórmio; o Rio Zona: café que apresenta aroma e sabor muito acentuado, assemelhado ao iodofórmio ou ao ácido fênico, sendo repugnante ao paladar. Bebidas do Grupo II - Robusta o Excelente: café que apresenta sabor neutro e acidez mediana; o Boa: café que apresenta sabor neutro e ligeira acidez; o Regular: café que apresenta sabor típico de robusta sem acidez; o Anormal: café que apresenta sabor não característico ao produto. Classe: o café beneficiado grão cru, de acordo com a coloração do grão, poderá ser classificado em 8 (oito) classes: Verde Azulado e Verde Cana: cores características do café despolpado ou degomado;

27 26 Verde: café que apresenta grão de coloração verde e suas nuances; Amarelada: café que apresenta grão de coloração amarelada, indicando sinais de envelhecimento do produto; Amarela; Marrom; Chumbado; Esbranquiçada; Discrepante: mistura de cores oriundas de ligas de safras ou cores diferentes. Tipo: o café beneficiado grão cru, de acordo com o percentual de defeitos e matérias estranhas e impurezas, poderá ser classificado conforme o estabelecido nas tabelas 1, 2 e 3. TABELA 1 Classificação do café quanto à equivalência de defeitos (intrínsecos): Defeitos Quantidade Equivalência Grão Preto 1 1 Grãos Ardidos 2 1 Concha 3 1 Grãos Verdes 5 1 Grãos Quebrados 5 1 Grãos Brocados 2 a 5 1 Grãos Mal Granados ou Chochos 5 1 Fonte: Brasil (2010) - Instrução Normativa nº 8, de 11 de junho de Na TABELA 1, o Grão Preto será considerado o principal defeito ou capital. Os grãos ardidos e brocados serão considerados defeitos secundários (BRASIL, 2010).

28 27 TABELA 2 Classificação do café quanto à equivalência de impurezas (extrínsecos). Defeitos Quantidade Equivalência Coco 1 1 Marinheiro 2 1 Pau, Pedra, Torrão grande 1 5 Pau, Pedra, Torrão regular 1 2 Pau, Pedra, Torrão pequeno 1 1 Casca grande 1 1 Casca pequena 2 a 3 1 Fonte: Brasil (2010) - Instrução Normativa nº 8, de 11 de junho de Na TABELA 2: as pedras, torrões e os paus grandes correspondem a mais ou menos as dimensões da Peneira Grão Chato de 18/19/20; as pedras, torrões e os paus regulares correspondem a mais ou menos as dimensões da Peneira Grão Chato de 15/16/17; as pedras, torrões e os paus pequenos correspondem a mais ou menos as dimensões da Peneira Grão Chato de 14 abaixo; as cascas serão relacionadas a mais ou menos com o tamanho do Café Coco (BRASIL, 2010). Segundo Segges (2001), a classificação por tipo é feita a partir de uma amostra de 300 gramas de café beneficiado, acondicionado em latas apropriadas, identificadas e com representação fiel do lote analisado, independente do número de sacas que receberá classificação. De acordo com a quantidade de grãos defeituosos e impurezas encontradas junto aos grãos de café, são atribuídos pesos de acordo com a gravidade que o mesmo representa para a qualidade do café. Conforme Brasil (2010), a classificação do café em função do defeito/tipo é apresentada na TABELA 3.

29 28 TABELA 3 Classificação do café em função do defeito/tipo. Defeitos Tipo Pontos Defeitos Tipo Pontos Base > 360 Fora de Tipo Fonte: Brasil (2010) - Instrução Normativa nº 8, de 11 de junho de 2003.

30 Bebida Análise Sensorial - Metodologia COB Conforme descrito na Instrução Normativa nº 8 de 11/06/2003, a classificação por bebida ou análise sensorial do café é conhecida pelo nome Prova de Xícara e foi adotada no Brasil, pela primeira vez, em 1917 pela Bolsa Oficial de Café e Mercadorias de Santos. Por meio deste processo, provadores treinados classificam a bebida segundo o aroma e sabor apresentados. A partir de uma amostra de café, 150 gramas de grãos são torrados, num padrão de torração clara e moídos, em granulometria grossa de 15 mesh (número de aberturas da peneira por polegada linear). Posteriormente, 10 gramas da amostra torrada e moída são levados para as mesas de prova em potes de cerâmica ou vidro, onde são acrescentados 100 ml de água filtrada ou mineral a uma temperatura de 90º C. A técnica da Prova de Xícara consiste na sorção, degustação e descarte da bebida, onde os provadores classificam os cafés de acordo com as características apresentadas no QUADRO 1 (BRASIL, 2010). QUADRO 1 Características sensoriais para classificação do café quanto à bebida Classificação da Características sensoriais bebida 1. Estritamente mole Apresenta todos os requisitos de aroma e sabor mole, porém mais acentuado. 2. Mole Apresenta aroma e sabor agradável, brando e adocicado. 3. Apenas mole Apresenta sabor levemente doce e suave, mas sem adstringência ou aspereza de paladar. 4. Dura Apresenta sabor acre, adstringente e áspero, porém não apresenta paladares estranhos. 5. Riado Apresenta leve sabor, típico de iodofórmio. 6. Rio Apresenta sabor típico e acentuado de iodofórmio. 7. Rio zona Apresenta aroma e sabor muito acentuado semelhante ao iodofórmio ou ao ácido fênico, sendo repugnante ao paladar. Fonte: Brasil (2010) - Instrução Normativa nº 8, de 11 de junho de 2003.

31 Análise Sensorial Metodologia SCAA O protocolo para análise sensorial de café e a metodologia da Associação Americana de Cafés Especiais estabelece alguns critérios para análise sensorial das amostras de café (SCAA, 2011). Entre estes critérios estão caracterizados: Fragrância/aroma: a fragrância é o cheiro do pó do café torrado, enquanto o aroma é o cheiro do pó do café diluído em água quente. Uniformidade: refere-se à consistência de diferentes xícaras e amostras provadas. Se as xícaras tiverem sabores diferentes, o valor desse aspecto não deverá ser alto. Doçura: a presença de certos carboidratos confere à amostra um delicioso sabor doce. O contrário de doçura é a adstringência ou sabores verdes e o amargor. Sabor: representa a principal característica do café e a que fica entre as primeiras impressões. Quando o café é aspirado vigorosamente, uma pontuação é dada a fim de se relatar a intensidade, qualidade e complexidade da combinação gosto e aroma. Acidez: dependendo da natureza do ácido dominante na bebida, a acidez pode ser agradável ou não. A acidez agradável colabora para a intensidade do café, aumenta a percepção da doçura e confere característica de fruta-fresca. Já a acidez excessiva pode ser desagradável e sugerir característica não usual de um café. Corpo: consiste na percepção tátil do líquido na boca, especialmente quando percebida entre a língua e o céu da boca. A maioria das amostras com corpo intenso pode também receber pontuação alta, em termos de qualidade, devido à presença de mais sólidos dissolvidos na bebida. Finalização: é definida como a persistência das características percebidas pelo paladar e que permanecem depois que o café é expelido da boca. Uma pontuação baixa pode ser aplicada se a finalização for de curta duração.

32 31 Equilíbrio: demonstra a sinergia que deverá existir entre sabor, finalização, acidez e corpo. A perfeita interação entre esses atributos confere uma boa pontuação para o atributo equilíbrio. Resultado Global: deve refletir a coerência das notas dadas pelo degustador em cada um dos atributos. Uma amostra que apresenta discrepâncias na avaliação pode receber uma nota menor. É nesse momento que os degustadores fazem suas avaliações pessoais Qualidade da bebida do café Segundo Teixeira (1984), a pior qualidade de aspecto, torração e bebida é obtida quando o café é colhido no estágio de maturação verde. Além disto, a presença de grãos verdes proporciona menor peso e tamanho dos grãos, já que os frutos ainda não atingiram a maturidade fisiológica, dificultando a prática do despolpamento. Para o autor, a presença de compostos fenólicos nos frutos verdes tende a aumentar a adstringência ou o endurecimento da bebida. A qualidade da bebida de café, segundo Carvalho & Chalfoun (1985), depende da composição química do grão, determinada por características genéticas, tratos culturais e fatores peculiares do ambiente de cultivo. Para Bartholo & Guimarães (1989), o café brasileiro tem seu preço vinculado a itens qualitativos que variam com o preparo do produto. As perdas de preço oscilam em função dos aspectos visuais do grão (cor, peneira, tipo) e da qualidade da bebida. Para Carvalho et al. (1997) as bebidas que apresentam melhor qualidade são obtidas ao se processar o café cereja, pois este estágio é considerado o ponto ideal de maturação dos

33 32 frutos, nos quais a casca, a polpa e as sementes encontram-se com a adequada composição química para proporcionar o máximo de qualidade ao fruto. Para avaliar a qualidade do café, Carvalho, Chagas e Souza (1997) e Carvalho (1997) partem dos cuidados pré e pós-colheita. Analisam os fatores que afetam a qualidade e a composição química dos grãos, destacando os efeitos da chuva na fase de preparo, a presença de defeitos e a qualidade da bebida. Consideram o impacto dos diferentes níveis de maturação do fruto na qualidade, destacando que o café no estágio de maturação cereja apresentou qualidade superior aos demais. Conforme Carvalho (1997), a qualidade do café cereja despolpado é superior à do não despolpado. De acordo com Malavolta (2000), a qualidade do café refere-se ao conjunto de características sensoriais do grão ou da bebida que imprimem a este valor comercial. O café de boa qualidade requer cuidados especiais desde a fase de pré-colheita, passando pela colheita, até a pós-colheita. Conforme Cortez (2001), é indispensável que após a colheita o café seja preparado e submetido à secagem para evitar o desenvolvimento de processos fermentativos que podem prejudicar a qualidade da bebida. Diante deste contexto, é essencial o manejo pós-colheita, em destaque o tempo de exposição aos microrganismos, os quais iniciam a infecção na planta e persistem após a colheita, até mesmo em parte do período de secagem. Por ser um produto natural com sabor e aroma característicos, o café é uma das bebidas mais aceitas em diversos países do mundo. A sua aceitabilidade, comercialização e valorização no mercado encontram-se associados a parâmetros qualitativos (PINTO, 2002). Em sua composição química, o café apresenta enzimas como a polifenoloxidase que, em contato com substratos fenólicos mediante manejo inadequado, podem proporcionar alterações indesejáveis. Estas alterações levam à formação de quinonas, compostos amarronzados que prejudicam a qualidade da bebida (GOULART, 2003).

34 33 Segundo Paiva (2005), qualidade é um termo de difícil definição principalmente ao se tratar de um produto consumido há muito tempo, mas que só recentemente tem ganhado destaque devido às suas características diferenciadas e até então desconhecidas pela maioria dos consumidores, o café torrado e moído. Segundo a autora, os atributos mais valorizados de um alimento de qualidade na visão do consumidor são o aroma, o sabor, a aparência, o preço e a disponibilidade do produto. 2.5 Desenvolvimento de software Para Yourdon (1990), o problema mais evidente que os profissionais de desenvolvimento de software enfrentam refere-se à produtividade devido ao crescimento dos níveis de sofisticação exigidos pelos clientes. Dois importantes aspectos são percebidos neste contexto: a demanda reprimida por novos sistemas que precisam ser desenvolvidos e o tempo necessário para a construção de cada um deles. Segundo o autor, entre os meios para reduzir estes problemas cita-se a evolução das linguagens de programação, que, desde os anos 1950, sofreram enormes modificações. Um sistema móvel é definido por Alencar (2001) como uma rede de comunicações que permite mobilidade contínua por meio de células. A comunicação sem fio, por outro lado, implica em comunicação por rádio sem necessariamente precisar da passagem de uma célula para outra durante a conversação. O uso de dispositivos móveis é uma grande tendência devido a fatores como portabilidade, facilidade de uso, sincronização com sistemas localizados no computador, variedade de acessórios e acesso a banco de dados. Na visão de Loureiro (2003), as linguagens de programação para ambientes móveis geralmente são subconjuntos de suas equivalentes para ambientes do tipo desktop (áreas de trabalho para computadores pessoais) e os recursos físicos dos dispositivos e ambientes

35 34 móveis são mais limitados quando comparados com os similares infraestruturados (telas menores, entrada de dados limitada e largura de banda menor). O desenvolvedor do software precisa estar ciente destas características ao projetar um aplicativo direcionado a um ambiente móvel. Conforme Yourdon (1990), alguns usuários têm dificuldade em lidar com modelos gráficos originados pelos analistas de sistemas e desenvolvedores de software, e para isto o autor recomenda o uso das ferramentas de prototipação que permitem a construção de uma imitação do sistema, e que tendem a se concentrar no aspecto da interface humana entre os usuários e o sistema. Este aspecto torna-se essencial para que o sistema desenvolvido possua boa usabilidade e adaptabilidade. Para Landay (1993), há aplicações que podem ser personalizadas e outras que devem ser genéricas. O que diferencia uma da outra é justamente a natureza das tarefas disponíveis em tais aplicações. Seja como for, uma análise de requisitos certamente produzirá um conjunto muito diferente de tarefas em relação a um aplicativo comum. Conforme a OTA (1986), as novas tecnologias de informação aplicadas à agropecuária podem ser classificadas em três grandes grupos: tecnologias de gerenciamento da informação, tecnologias de controle e monitoramento e tecnologias de telecomunicações. Esta dissertação refere-se às tecnologias de gerenciamento da informação que, segundo a OTA (1986) consistem no sistema computacional (estrutura física: hardware, e programas: software) com o objetivo de coletar, armazenar, tratar e distribuir informações. Segundo Garcia & Barros (1985), a automação diz respeito ao processo de efetiva adoção da tecnologia de informática, segundo três estratégias básicas: desenvolvimento de software (programas e banco de dados específicos: a necessidade de envolvimento do usuário aumenta conforme o tamanho e complexidade do sistema), a opção por pacotes genéricos (opção de curto prazo e menor custo, os pacotes mais utilizados são planilhas eletrônicas e

36 35 processadores de textos e implicam em conhecimento básico de informática por parte do usuário) e programas específicos (exclusivamente direcionados, comercializados ou distribuídos por empresas de desenvolvimento de software ou instituições de ensino e pesquisa, atendendo a diversas áreas e campos de aplicação). Pressman (2002) aponta que apesar das potencialidades dos sistemas informatizados diversos projetos começam e não são finalizados por não atenderem às expectativas geradas com a implantação. Segundo o autor, alguns sistemas chegam a ser rejeitados por apresentarem dificuldade para os usuários, e entre os possíveis fatores que causam estes problemas citam-se a falta de adoção de metodologias e procedimentos adequados no desenvolvimento de software e a difícil relação de entendimento entre o usuário e a equipe de desenvolvedores. Conforme Bass (1998), as estruturas que incluem componentes, suas propriedades externas e os relacionamentos entre elas, constituem a arquitetura do software que permite uma abstração do sistema e pode ser utilizada como uma ferramenta para lidar com a complexidade do atendimento aos requisitos funcionais e não funcionais do sistema. Independentemente do paradigma de desenvolvimento de software a ser utilizado, Pressman (2002) aponta as fases que dividem o processo de desenvolvimento: definição (focaliza "o quê" deve ser feito; são executadas atividades de análise do sistema, planejamento do projeto de software e análise de requisitos); desenvolvimento (o foco é o "como" fazer; desenvolve-se o projeto de software, sua codificação e realização de testes) e manutenção (concentra-se nas "mudanças", correções, adaptações e melhorias das funcionalidades do sistema).

37 Engenharia de Software Para Bauer (1972), a Engenharia de Software estabelece e utiliza os princípios de engenharia para obter um software que seja economicamente viável, confiável e que funcione eficientemente em máquinas reais. Também Pressman (2002) destaca que a Engenharia de Software envolve métodos (detalham "como fazer" para se construir o software), ferramentas (proporcionam apoio automatizado ou semiautomatizado aos métodos) e procedimentos (constituem o elo de ligação que mantém juntos os métodos e suas ferramentas). Tais procedimentos possibilitam um desenvolvimento claro e eficiente, objetivando a produção de um software de qualidade. Para o autor, alguns problemas começaram a surgir no processo de desenvolvimento de um software como, por exemplo, as imprecisões das estimativas de prazo e de custo, a demanda maior do que a produtividade das pessoas da área de software e a qualidade do software menor que a adequada, proporcionando a insatisfação do usuário. A proposta de solução para estes problemas é a utilização de uma abordagem de Engenharia de Software aliada a uma melhoria contínua das técnicas e ferramentas. Boehm (1981) destaca duas tendências para justificar o uso da Engenharia de Software: primeiro, o software é um item de alto custo e em progressivo aumento; e, segundo, os softwares têm um importante papel no bem-estar da sociedade. Desta forma, a Engenharia de Software assume papel extremamente importante para garantir que procedimentos, dados, pessoas e tecnologia estejam apropriadamente alinhadas para produzir um sistema efetivo e eficiente.

QUALIDADE DO CAFÉ - CLASSIFICAÇÃO POR TIPOS E BEBIDA

QUALIDADE DO CAFÉ - CLASSIFICAÇÃO POR TIPOS E BEBIDA ISSN 1983-6015 PESAGRO-RIO - Nº 26 - agosto/2014 - Niterói - RJ QUALIDADE DO CAFÉ - CLASSIFICAÇÃO POR TIPOS E BEBIDA 1 Wander Eustáquio de Bastos Andrade 1 ( Pesquisador da Pesagro-Rio) INTRODUÇÃO Além

Leia mais

Data: ABN. Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados

Data: ABN. Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados Veículo: Assunto: Data: ABN 28/09/2012 Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=71860 Que o Brasil há muitos anos produz cafés de qualidade excepcional

Leia mais

PROTOTIPAÇÃO DE APLICAÇÃO PORTÁTIL PARA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE DEGUSTAÇÃO DE CAFÉS ESPECIAIS

PROTOTIPAÇÃO DE APLICAÇÃO PORTÁTIL PARA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE DEGUSTAÇÃO DE CAFÉS ESPECIAIS PROTOTIPAÇÃO DE APLICAÇÃO PORTÁTIL PARA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE DEGUSTAÇÃO DE CAFÉS ESPECIAIS JOÃO PAULO MENDES DOS SANTOS 1, DIMAS SAMID LEME 2, BRUNO HENRIQUE GROENNER BARBOSA 3, ROSEMARY GUALBERTO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE JUNHO DE 2003

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE JUNHO DE 2003 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE JUNHO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição, tendo em vista

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS Acórdão: 14.973/01/3 a Impugnação: 40.010103925-56 Impugnante: Célio Sôda PTA/AI: 01.000138006-11 IPR: 095/0927 Origem: AF/Guaxupé Rito: Sumário EMENTA EXPORTAÇÃO - DESCARACTERIZAÇÃO - FALTA DE COMPROVAÇÃO

Leia mais

Influência dos diferentes processos de pós-colheita na agregação de valor do café conilon

Influência dos diferentes processos de pós-colheita na agregação de valor do café conilon Universidade Federal do Espírito Santo Mestrado em Produção Vegetal Influência dos diferentes processos de pós-colheita na agregação de valor do café conilon Orientado: Marcos Moulin Teixeira Orientador:

Leia mais

AGREGAÇÃO DE VALOR PRODUZINDO CAFÉ DE QUALIDADE SUPERIOR (Colheita e Pós-colheita)

AGREGAÇÃO DE VALOR PRODUZINDO CAFÉ DE QUALIDADE SUPERIOR (Colheita e Pós-colheita) WWW.CETCAF.COM.BR AGREGAÇÃO DE VALOR PRODUZINDO CAFÉ DE QUALIDADE SUPERIOR (Colheita e Pós-colheita) Autores: Frederico de Almeida Daher Marcos Moulin Teixeira ÍNDICE Pág. Prefácio... 03 Ações a Serem

Leia mais

ALTA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS DA CULTIVAR CONILLON, NA REGIÃO DA BACIA DE FURNAS, NO SUL DE MINAS GERAIS. Celio L. Pereira- Eng Agr Consultor em

ALTA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS DA CULTIVAR CONILLON, NA REGIÃO DA BACIA DE FURNAS, NO SUL DE MINAS GERAIS. Celio L. Pereira- Eng Agr Consultor em ALTA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS DA CULTIVAR CONILLON, NA REGIÃO DA BACIA DE FURNAS, NO SUL DE MINAS GERAIS. Celio L. Pereira- Eng Agr Consultor em cafeicultura, J.B. Matiello Eng Agr Fundação Procafé e

Leia mais

R E G U L A M E N T O

R E G U L A M E N T O R E G U L A M E N T O ARTIGO 1 O 10º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café e a 10ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil, instituídos pela ABIC, têm como objetivo incentivar a produção de

Leia mais

ACADEMIA DO CAFÉ Rua Grão Pará, n.º 1.024, Bairro Funcionários Belo Horizonte - MG CEP 30150-341

ACADEMIA DO CAFÉ Rua Grão Pará, n.º 1.024, Bairro Funcionários Belo Horizonte - MG CEP 30150-341 A Semana Internacional do Café institui a RODADA DE NEGÓCIOS & COFFEE OF THE YEAR 2014, que serão realizados durante a Semana Internacional de Café - 9º Espaço Café Brasil, no período de 15 a 18 de setembro

Leia mais

1. Resumo. Norma de Qualidade Recomendável e Boas Práticas de Fabricação de Cafés Torrados em Grão e Cafés Torrados e Moídos

1. Resumo. Norma de Qualidade Recomendável e Boas Práticas de Fabricação de Cafés Torrados em Grão e Cafés Torrados e Moídos Página 1 de 8 1. Resumo Esta norma estabelece requisitos técnicos para a concessão do Símbolo da Qualidade ABIC do Programa da Qualidade do Café ABIC (PQC). Ela foi elaborada pela equipe técnica da ABIC

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8 DE 11 DE JUNHO DE 2003

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8 DE 11 DE JUNHO DE 2003 Página 1 de 11 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8 DE 11 DE JUNHO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 87, Inciso II da Constituição,

Leia mais

ATENÇÃO. www.poscolheita.com.br. juarez@ufv.br ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO:

ATENÇÃO. www.poscolheita.com.br. juarez@ufv.br ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO: ATENÇÃO ESTA PALESTRA E OUTROS MATERIAIS IMPORTANTES PARA A PÓS-COLHEITA DO CAFÉ ESTÃO DISPONÍVEIS NO ENDEREÇO: www.poscolheita.com.br juarez@ufv.br CAFEICULTURA DE MONTANHA & CAFÉ COM QUALIDADE Tecnologias

Leia mais

CENTRAL DE SABORES REGULAMENTO PARA O 2º CONCURSO DE QUALIDADE DO SISTEMA COCCAMIG

CENTRAL DE SABORES REGULAMENTO PARA O 2º CONCURSO DE QUALIDADE DO SISTEMA COCCAMIG CENTRAL DE SABORES REGULAMENTO PARA O 2º CONCURSO DE QUALIDADE DO SISTEMA COCCAMIG **O presente regulamento contém 10 capítulos e 42 artigos. I - Do concurso de qualidade, objetivo, data de realização

Leia mais

DATA: 05/05 AUDITÓRIO: OPERAÇÕES TEMA: SUSTENTABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS: ONDE ESTAMOS? PALESTRANTE: NATHAN HERSZKOWICZ

DATA: 05/05 AUDITÓRIO: OPERAÇÕES TEMA: SUSTENTABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS: ONDE ESTAMOS? PALESTRANTE: NATHAN HERSZKOWICZ DATA: 05/05 AUDITÓRIO: OPERAÇÕES TEMA: SUSTENTABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS: ONDE ESTAMOS? PALESTRANTE: NATHAN HERSZKOWICZ Planejamento Boa Gestão Consciência Política Sustent bilidade Participação

Leia mais

Café Sustentável. Riqueza do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CAPA. MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO.

Café Sustentável. Riqueza do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CAPA. MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO. 12 MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO.indd 12-1 CAPA 1 30.10.09 16:08:10 Data (M/D/A): 10/30/09 Contato: (61) 3344-8502 Formato (F): 200x200 mm Formato (A): 400x200 mm Data (M/D/A): 10/30/09 Ministério

Leia mais

PROGRAMA CERTIFICA MINAS CAFÉ COMO UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA NA PRODUÇÃO DE CAFÉ DE MINAS GERAIS

PROGRAMA CERTIFICA MINAS CAFÉ COMO UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA NA PRODUÇÃO DE CAFÉ DE MINAS GERAIS PROGRAMA CERTIFICA MINAS CAFÉ COMO UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA NA PRODUÇÃO DE CAFÉ DE MINAS GERAIS Tertuliano de Andrade Silveira; Renato José de Melo; Eduardo Carvalho Dias; Priscila Magalhães de Carli

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação Pesquisa realizada com os participantes do de Apresentação O perfil do profissional de Projetos Pesquisa realizada durante o 12 Seminário Nacional de, ocorrido em 2009, traça um importante perfil do profissional

Leia mais

Data: 24/11/2012 Assunto:

Data: 24/11/2012 Assunto: Veículo: Rede Lajeado Data: 24/11/2012 Assunto: Pesquisa e indústria incrementam consumo do café pelos brasileiros http://www.redelajeado.com.br/2012/11/24/pesquisa-e-industria-de-cafe-incrementam-consumo-doproduto-pelos-brasileiros/

Leia mais

PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA

PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA Os produtores de Luís Eduardo Magalhães se reuniram, em 09/04, para participarem do levantamento de custos de produção de café

Leia mais

(Colheita e Pós-colheita) Frederico de Almeida Daher Marcos Moulin Teixeira

(Colheita e Pós-colheita) Frederico de Almeida Daher Marcos Moulin Teixeira CAFÉ COM QUALIDADE (Colheita e Pós-colheita) Frederico de Almeida Daher Marcos Moulin Teixeira VITÓRIA ES 204 0 JUSTIFICATIVA A cafeicultura no Estado do Espírito Santo vem se destacando de maneira bastante

Leia mais

Espacialização comparativa de dados de produtividade de milho com teores agronômicos das propriedades químicas dos solos

Espacialização comparativa de dados de produtividade de milho com teores agronômicos das propriedades químicas dos solos Espacialização comparativa de dados de produtividade de milho com teores agronômicos das propriedades químicas dos solos Amarindo Fausto Soares Embrapa Informática Agropecuária, Campinas São Paulo - Brasil

Leia mais

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas De origem européia, a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos, mas somente na década de 50 foi introduzida no Sul de Minas Gerais.

Leia mais

Capítulo 1 - Introdução 14

Capítulo 1 - Introdução 14 1 Introdução Em seu livro Pressman [22] define processo de software como um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de alta qualidade. Assim, é-se levado a inferir que o sucesso

Leia mais

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio Software de Gestão Rural ADM Rural 4G 2011 ADM Rural 4G Agenda de Apresentação E Empresa Planejar O Software ADM Rural 4G Diferenciais Benefícios em

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma

Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma Resumo Com uma abordagem prática este trabalho proporcionará uma visão do projeto de implantação de um sistema LIMS com o objetivo de eliminar totalmente o

Leia mais

Armazenamento de Grãos de Café (coffea arabica L.) em dois tipos de Embalagens e dois tipos de Processamento RESUMO

Armazenamento de Grãos de Café (coffea arabica L.) em dois tipos de Embalagens e dois tipos de Processamento RESUMO Armazenamento de Grãos de Café (coffea arabica L.) em dois tipos de Embalagens e dois tipos de Processamento 87 Felipe Carlos Spneski Sperotto 1, Fernando João Bispo Brandão 1, Magnun Antonio Penariol

Leia mais

Proposta de Avaliação de Empresas para o uso do SAAS

Proposta de Avaliação de Empresas para o uso do SAAS 1 INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Gestão e Tecnologia da Informação/ IFTI 1402 Turma 25 09 de abril de 2015 Proposta de Avaliação de Empresas para o uso do SAAS Raphael Henrique Duarte

Leia mais

Círculo do Café de Qualidade - CCQ Passo a Passo

Círculo do Café de Qualidade - CCQ Passo a Passo 1. O que é? O Círculo do Café de Qualidade é uma evolução em relação ao PQC ABIC, lançado em 2004, e está inserido dentro das diretrizes da ABIC de aumento do consumo interno de café no Brasil, visando

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO - INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 16, DE 24 DE MAIO DE 2010

GABINETE DO MINISTRO - INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 16, DE 24 DE MAIO DE 2010 GABINETE DO MINISTRO - INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 16, DE 24 DE MAIO DE 2010 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único,

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Contextualização ENGENHARIA DE SOFTWARE ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Perspectiva Histórica Engenharia de Software 1940:

Leia mais

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC {aula #2} Parte 1 Governança de TI com melhores práticas COBIT, ITIL e BSC www.etcnologia.com.br Rildo F Santos rildo.santos@etecnologia.com.br twitter: @rildosan (11) 9123-5358 skype: rildo.f.santos (11)

Leia mais

CobiT. MBA em Sistemas de Informação. Conteúdo. 1. Sumário Executivo. 2. Estrutura. 3. Objetivos de Controle. 4. Diretrizes de Gerenciamento

CobiT. MBA em Sistemas de Informação. Conteúdo. 1. Sumário Executivo. 2. Estrutura. 3. Objetivos de Controle. 4. Diretrizes de Gerenciamento MBA em Sistemas de Informação CobiT Conteúdo 1. Sumário Executivo 2. Estrutura 3. Objetivos de Controle 4. Diretrizes de Gerenciamento 5. Modelo de Maturidade 6. Guia de Certificação de TI 7. Implementação

Leia mais

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho.

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. - DSI DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. Preocupação: Problema técnicos Mudança na natureza e conteúdo do trabalho

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 Desenvolvimento de um software de baixo custo para o gerenciamento de bovinocultura de leite Miler Grudtner BOELL¹; Marcos Roberto RIBEIRO² 1 Aluno do Curso de Tecnologia de Sistemas para Internet e bolsista

Leia mais

Texto use sempre a fonte Arial Café Produzido com Atitude Ético,rastrável e de alta qualidade

Texto use sempre a fonte Arial Café Produzido com Atitude Ético,rastrável e de alta qualidade Café Produzido com Atitude Ético,rastrável e de alta qualidade Francisco Sérgio de Assis Diretor Pres. da Federação dos Cafeicultores do Cerrado Quem Título Somos: Uma Texto origem use produtora sempre

Leia mais

CCE 876 - Engenharia de Software. Introdução à Engenharia de Software

CCE 876 - Engenharia de Software. Introdução à Engenharia de Software CCE 876 - Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Objetivos Introduzir a Engenharia de Software e explicar sua importância. Introduzir os conceitos principais relacionados à Engenharia

Leia mais

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes 1. Necessidades de Gerenciamento Por menor e mais simples que seja uma rede de computadores, precisa ser gerenciada, a fim de garantir, aos seus usuários,

Leia mais

Seção 2/D Cadeia de Fornecimento

Seção 2/D Cadeia de Fornecimento Seção 2/D Cadeia de Fornecimento www.bettercotton.org Orientação Esta seção descreve como a BCI criará um fardo 100% Better Cotton e conectará a oferta de Better Cotton com sua demanda, estabelecendo um

Leia mais

possibilidade de obter grande quantidade de informação a baixo custo por consumidor

possibilidade de obter grande quantidade de informação a baixo custo por consumidor 333 escolha do local para realizar teste local pode influenciar resultados localização amostragem percepção sensorial podem ocorrer diferenças para um mesmo produto, em diferentes locais, devido a: diferenças

Leia mais

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO Tecnologia em Sistemas de Informação Tecnologia em Desenvolvimento Web Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnologia em Sistemas

Leia mais

QUALIDADE SENSORIAL DE CAFÉ CONILON EM DIFERENTES ALTITUDES

QUALIDADE SENSORIAL DE CAFÉ CONILON EM DIFERENTES ALTITUDES QUALIDADE SENSORIAL DE CAFÉ CONILON EM DIFERENTES ALTITUDES Gustavo Martins Sturm 1, Sara Morra Coser 1, João Felipe De Brites Senra 2, Marcia Flores da Silva Ferreira 3, Adésio Ferreira 3 1.Pós-Graduandos

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação SOFT DISCIPLINA: Engenharia de software AULA NÚMERO: 08 DATA: / / PROFESSOR: Andrey APRESENTAÇÃO O objetivo desta aula é apresentar e discutir conceitos relacionados a modelos e especificações. Nesta aula

Leia mais

CASO DE USO PARA ANÁLISE DE DOMINIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE

CASO DE USO PARA ANÁLISE DE DOMINIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE CASO DE USO PARA ANÁLISE DE DOMINIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE Andrea C. A. Borim 1 Antônio M. Saraiva 2 José M. Fernandes 3 Carlos A. R. Pinto 4 RESUMO A busca pelo aumento da

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 OTIMIZAÇÃO DA EFETIVIDADE DE HEDGE NA COMPRA DE MILHO POR MEIO DE CONTRATOS FUTUROS PARA PRODUÇÃO DE BOVINOS DE CORTE RESUMO GUSTAVO DE SOUZA CAMPOS BADARÓ 1, RENATO ELIAS FONTES 2 ; TARCISIO GONÇALVES

Leia mais

Processo para solicitação de registro de nova cultivar no Brasil

Processo para solicitação de registro de nova cultivar no Brasil Processo para solicitação de registro de nova cultivar no Brasil Chrystiano Pinto de RESESNDE 1 ; Marco Antônio Pereira LOPES 2 ; Everton Geraldo de MORAIS 3 ; Luciano Donizete GONÇALVES 4 1 Aluno do curso

Leia mais

Conceitos de Banco de Dados

Conceitos de Banco de Dados Conceitos de Banco de Dados Autor: Luiz Antonio Junior 1 INTRODUÇÃO Objetivos Introduzir conceitos básicos de Modelo de dados Introduzir conceitos básicos de Banco de dados Capacitar o aluno a construir

Leia mais

Lean na agroindústria: a transformação da indústria de café torrado e moído no Grupo 2 Irmãos

Lean na agroindústria: a transformação da indústria de café torrado e moído no Grupo 2 Irmãos Lean na agroindústria: a transformação da indústria de café torrado e moído no Grupo 2 Irmãos Julio César Paneguini Corrêa A filosofia lean não mais se restringe às empresas de manufatura. Muitos setores

Leia mais

Aplicação do algoritmo genético na otimização da produção em indústrias de açúcar e álcool

Aplicação do algoritmo genético na otimização da produção em indústrias de açúcar e álcool Aplicação do algoritmo genético na otimização da produção em indústrias de açúcar e álcool Lucélia Costa Oliveira¹; Mário Luiz Viana Alvarenga² ¹ Aluna do curso de Engenharia de Produção e bolsista do

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 16º Seminário Nacional de Gestão de Projetos APRESENTAÇÃO

Pesquisa realizada com os participantes do 16º Seminário Nacional de Gestão de Projetos APRESENTAÇÃO Pesquisa realizada com os participantes do de APRESENTAÇÃO O perfil do profissional de projetos Pesquisa realizada durante o 16 Seminário Nacional de, ocorrido em Belo Horizonte em Junho de, apresenta

Leia mais

UNIDADE 4. Introdução à Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

UNIDADE 4. Introdução à Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas UNIDADE 4. Introdução à Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas 4.1 Motivação Sistemas de Informação são usados em diversos níveis dentro de uma organização, apoiando a tomada de decisão; Precisam estar

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

RESULTADOS E DISCUSSÃO

RESULTADOS E DISCUSSÃO ISSN 1983-6015 PESAGRO-RIO - Nº 22 - agosto/2014 - Niterói - RJ ATRIBUTOS NUTRICIONAIS DE LAVOURAS 1 DE CAFÉ CONILON NO NORTE FLUMINENSE 2 2 Wander Eustáquio de Bastos Andrade ; José Márcio Ferreira ;

Leia mais

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado 2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado Conteúdo 1. Função Produção 3. Administração da Produção 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Introdução à Administração Eunice Lacava Kwasnicka - Editora

Leia mais

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB OBJETIVO GERAL Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB Marisol de Andrade Maués Como objetivo geral, buscou-se avaliar a qualidade de produtos Web, tendo como base o processo de avaliação de qualidade descrito

Leia mais

Regulamento do Programa RiSE/Porto Digital de Residência em Reuso de Software 2011

Regulamento do Programa RiSE/Porto Digital de Residência em Reuso de Software 2011 Regulamento do Programa RiSE/Porto Digital de Residência em Reuso de Software 2011 1. Apresentação A RiSE Reuse in Software Engineering e o Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD), com o apoio do CNPq

Leia mais

CAFÉ COQUETÉIS. destruídos, restando apenas a cafeína, que não é destruída com a excessiva

CAFÉ COQUETÉIS. destruídos, restando apenas a cafeína, que não é destruída com a excessiva Café Coquetéis CAFÉ COQUETÉIS O café é uma bebida estimulante, agradável, reanimadora, que apresenta aroma e sabor característicos e é capaz de agradar aos mais variados paladares. Versátil, compõe receitas

Leia mais

NOVIDADES NA IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO

NOVIDADES NA IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO NOVIDADES NA IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO Fredy Moreinos Netafim Brasil Sist. Equips. Irrigação Ltda Rua Salvador Scaglione, 135 14066-446 Ribeirão Preto SP 55 16 2111.8000 netafim@netafim.com.br O Brasil

Leia mais

Controle da qualidade em uma fábrica de sorvetes de pequeno porte

Controle da qualidade em uma fábrica de sorvetes de pequeno porte Controle da qualidade em uma fábrica de sorvetes de pequeno porte Fernanda Lima Pereira 1, Suelem Correia Garcia 1, Tiago Rodrigues da Costa 1, Rodrigo Herman da Silva 2 ¹Estudante do curso de Engenharia

Leia mais

Gallette Chocolate Gourmet

Gallette Chocolate Gourmet Gallette Chocolate Gourmet Recém-chegada ao mercado, a Gallette Chocolate Gourmet acredita que comer um bom chocolate vai muito além da deliciosa experiência do paladar. Na Gallette, o mesmo cuidado artesanal

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR?

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? Descubra os benefícios que podem ser encontrados ao se adaptar as novas tendências de mercado ebook GRÁTIS Como o investimento em TI pode

Leia mais

A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE COLHEITA FLORESTAL MECANIZADA

A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE COLHEITA FLORESTAL MECANIZADA A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE COLHEITA FLORESTAL MECANIZADA Edna Ap Esquinelato da Silva 1 Eliete Santana 1 Elton Dias da Paz 1 Priscila Alves da Silva 1 RESUMO Colheita Floresta é o processo

Leia mais

3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha

3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha 3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha Antes da ocorrência de uma falha em um equipamento, ele entra em um regime de operação diferente do regime nominal, como descrito em [8-11]. Para detectar

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético

Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético C. Penna, A. P. C. Paraguassu, C. M. Matos ENERSUL; I. S. Escobar

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE CAFÉ NO ESPÍRITO SANTO HISTÓRICO:

INFORMAÇÕES SOBRE CAFÉ NO ESPÍRITO SANTO HISTÓRICO: INFORMAÇÕES SOBRE CAFÉ NO ESPÍRITO SANTO HISTÓRICO: O Estado do Espírito Santo encontra-se como o segundo maior produtor nacional de café, destacando-se o plantio das espécies Arábica e Conilon, sendo

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE CAFÉS SUTENTÁVEIS: PROGRAMAS EM ANDAMENTO NO BRASIL SÉRGIO PARREIRAS PEREIRA

CERTIFICAÇÃO DE CAFÉS SUTENTÁVEIS: PROGRAMAS EM ANDAMENTO NO BRASIL SÉRGIO PARREIRAS PEREIRA CERTIFICAÇÃO DE CAFÉS SUTENTÁVEIS: PROGRAMAS EM ANDAMENTO NO BRASIL SÉRGIO PARREIRAS PEREIRA Imperial Estação Agronômica de Campinas 27/06/1887 Centro de Café Alcides Carvalho INTRODUÇÃO O Agronegócio

Leia mais

Marketing de Serviços e de Relacionamento. MBA em Gestão de Marketing Prof.: Alice Selles

Marketing de Serviços e de Relacionamento. MBA em Gestão de Marketing Prof.: Alice Selles Marketing de Serviços e de Relacionamento MBA em Gestão de Marketing Prof.: Alice Selles AS EXPECTATIVAS DO CLIENTE COM O SERVIÇO Expectativas dos clientes São crenças acerca da execução do serviço que

Leia mais

Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação. CRISE FISCAL x OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO

Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação. CRISE FISCAL x OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação CRISE FISCAL x OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO Rápido, Fácil e Barato! TEMPOS DE CRISE REQUEREM PRAGMATISMO E SOLUÇÕES

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Sphinx Scanner Informações gerais V 5.1.0.8

Sphinx Scanner Informações gerais V 5.1.0.8 Sphinx Scanner Informações gerais V 5.1.0.8 Pré-requisitos: Possuir modalidade scanner no software Sphinx A SPHINX Brasil propõe uma solução de leitura automática de questionários por scanner. O Sphinx

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Código de Conduta Módulo Café

Código de Conduta Módulo Café Código de Conduta Módulo Café Versão 1.1 www.utzcertified.org 1 Cópias e traduções deste documento estão disponíveis em formato eletrônico no site da UTZ Certified: www.utzcertified.org Este documento

Leia mais

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro Tecnologia da Informação e Comunicação Douglas Farias Cordeiro O desenvolvimento de um SI Ciclo de desenvolvimento de um SI: O desenvolvimento de um SI Definição do sistema Nessa fase estima-se as dimensões

Leia mais

Modelo de Qualidade CMMI

Modelo de Qualidade CMMI Modelo de Qualidade CMMI João Machado Tarcísio de Paula UFF - Campus Rio das Ostras Resumo Este trabalho tem como objetivo explicar de forma simples o que é e como funciona o modelo de qualidade CMMI,

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 10 de Outubro de 2013. Revisão aula anterior Documento de Requisitos Estrutura Padrões Template Descoberta

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Implantação e manutenção de uma horta comunitária na APAE de Bambuí MG

Implantação e manutenção de uma horta comunitária na APAE de Bambuí MG VIII SEMANA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO IFMG-CAMPUS BAMBUÍ II MOSTRA DE EXTENSÃO Implantação e manutenção de uma horta comunitária na APAE de Bambuí MG Bruno Dorneles de Oliveira¹; Eduardo Castelar Silva

Leia mais

Protocolo. nº 073/2012 FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO

Protocolo. nº 073/2012 FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO Protocolo nº 073/2012 FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E ETENSÃO 1. Instruções 1 Deverá ser entregue 1 (uma) cópia impressa e 1 (uma) cópia via e- mail (na extensão.doc), encaminhados para

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

IC-UNICAMP IC-UNICAMP

IC-UNICAMP IC-UNICAMP Capítulo 3: Qualidade de Produto e a ISO 9126 Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Conceitos Básicos Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126) Capítulo 4: ISO9001 e ISO9000-3 Capítulo 5: CMM Capítulo 6:

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

ÁCIDOS ORGÂNICOS, SACAROSE E QUALIDADE DE CAFÉS ESPECIAIS

ÁCIDOS ORGÂNICOS, SACAROSE E QUALIDADE DE CAFÉS ESPECIAIS ÁCIDOS ORGÂNICOS, SACAROSE E QUALIDADE DE CAFÉS ESPECIAIS Luisa. P. Figueiredo Profa. Dra. IFSULDEMINAS; Fabiana. C. Ribeiro Profa. Dra. UNB; Flávio. M. Borém Professor Dr. UFLA; Terezinha. J. G. Salva

Leia mais

catalogo2.indd 1 10/03/2013 22:04:37

catalogo2.indd 1 10/03/2013 22:04:37 catalogo2.indd 1 10/03/2013 22:04:37 1 Vinho Tinto Seco Fino Cabernet Sauvignon Uva originária da França, produz um vinho tinto seco de cor vermelho-rubi, com reflexos violáceos, boa intensidade e lágrimas

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Engenharia de Software Questionário sobre Engenharia de Requisitos Resolvido Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante

Engenharia de Software Questionário sobre Engenharia de Requisitos Resolvido Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante 1 - Q193183 ( Prova: FCC - 2011 - TRT - 19ª Região (AL) - Analista Judiciário - Tecnologia da Informação / Engenharia de Software / Análise de Requisitos; Engenharia de Requisitos; ) De acordo com Sommerville,

Leia mais

2. A proposta será avaliada pelo Subcomitê Virtual de Revisão (SVR) e examinada pelo Comitê de Projetos em março de 2013.

2. A proposta será avaliada pelo Subcomitê Virtual de Revisão (SVR) e examinada pelo Comitê de Projetos em março de 2013. PJ 45/13 9 janeiro 2013 Original: inglês Disponível em inglês e português P Comitê de Projetos 5. a reunião 7 março 2013 Londres, Reino Unido Empoderamento das mulheres nas cooperativas de café brasileiras

Leia mais

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA SILVA, Paulo Henrique Rodrigues da Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias E-mail: ph.rs@hotmail.com SILVA, Thiago Ferreira da Docente da Faculdade

Leia mais