Contabilidade Analítica 4º semestre. Conceição Gomes, Nuno Arroteia

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1 Contabilidade Analítica 4º semestre Conceição Gomes, Nuno Arroteia

2 2. Conceitos fundamentais da contabilidade analítica 2

3 2.1. DEFINIÇÃO DE CUSTO 3

4 Custo Está incluído no conceito de gasto. Conceito de carácter económico. Valor dos recursos utilizados com vista a atingir determinado objeto. 4

5 2.2. CONCEITOS ECONÓMICOS 5

6 Rendimento Facto económico. É uma componente positiva do negócio. Recebimento Quando há o fluxo monetário. Verifica-se quando há entrada de meios monetários e vem regularizar ou não uma dívida. É sempre a importância recebida, que pode coincidir ou não com a receita. Receita É o direito de receber e nasce a partir do momento em que fornecemos ao exterior bens ou serviços. 6

7 Gasto Facto económico. É uma componente negativa do resultado. Pagamento Fluxo monetário. É a saída de meios monetários a terceiros/credores que pode ou não coincidir com a contracção da dívida. Despesa Quando nasce a obrigação de pagar. Constitui uma obrigação de pagar a terceiros quer um serviço prestado quer um bem adquirido. 7

8 Compra a 90 dias de 40 pranchas de surf, por 400. Gasto? Pagamento? Despesa? 8

9 Compra a 90 dias de 40 pranchas de surf, por 400. Gasto? Pagamento? Despesa? Ainda não constituiu parte negativa do resultado, logo não é gasto. Ainda não se verificou nenhum fluxo monetário, logo não é pagamento Já nasceu a obrigação de pagar, então os 400 são uma Despesa 9

10 Venda de 50 pranchas no valor de % foi a pronto pagamento e o restante a credito. Receita? Rendimento? Recebimento? 10

11 Venda de 50 pranchas no valor de % foi a pronto pagamento e o restante a credito. Receita? Rendimento? Recebimento? Nasceu o direito de receber 1500, logo estamos na presença de uma receita no valor de Constitui parte positiva para o resultado, logo estamos na presença de um rendimento de Existe também um fluxo monetário, mas não na sua totalidade, logo temos um recebimento no valor de

12 Ano Pagamento das faturas da água, da eletricidade e do telefone de Dezembro (do ano anterior) por 350 Gasto? Pagamento? Despesa? 12

13 Agosto Pagamento das faturas da água, da eletricidade e do telefone de Dezembro (do ano anterior) por 350 Gasto? Pagamento? Despesa? Não constituiu parte negativa do resultado, logo não é gasto. Existe um fluxo monetário, logo é um pagamento no valor de 350. Não recebi a fatura hoje, não nasceu a obrigação de pagar, logo não é uma despesa. 13

14 2.4. CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS 14

15 Custos e as funções da empresa aprovisionamento produção ou industriais venda ou distribuição administrativos financeiros Investigação de desenvolvimento 15

16 Custos de produção Representam tudo o que custaram os produtos ou os serviços criados pela empresa até à fase precedente à da venda. (preço integral de fabrica) 16

17 Gastos de distribuição Custos de distribuição que podem determinar-se pela contabilidade analítica, e que podem incluir: consumo de embalagens e materiais, subcontratos, despesas de representação, publicidade, transportes de mercadorias e ou produtos, deslocações e estadas, comissões concedidas a intermediários, despesas com pessoal, amortizações de imobilizado afecto ao sector de distribuição. 17

18 Gastos administrativos Custos administrativos que podem determinar-se pela contabilidade analítica, e que podem incluir: material de escritório, transporte de pessoal, deslocações e estadas, despesas de representação, remuneração dos órgãos sociais da empresa, despesas com o pessoal, amortizações do imobilizado afecto ao sector administrativo, etc. 18

19 Custos de aprovisionamento Respeitam à compra, armazenagem e distribuição de materiais. 19

20 Gastos de financiamento Os que representam o custo dos capitais alheios aplicados na empresa. 20

21 Gastos de investigação e desenvolvimento Consideram-se gastos de investigação os relativos a um processo de pesquisa original e planeado com o objetivo de obter novos conhecimentos científicos ou técnicos. Exemplos: Atividades visando a obtenção de novos conhecimentos; A procura de, avaliação e seleção final de, aplicações das descobertas de pesquisa ou de outros conhecimentos; A procura de alternativas para materiais, aparelhos, produtos, processos, sistemas de serviços, etc...; A formulação, conceção, avaliação e seleção final de possíveis alternativas de materiais, aparelhos, produtos, processos, sistemas ou serviços novos ou melhorados. 21

22 Gastos de investigação e desenvolvimento Consideram-se gastos de desenvolvimento os que resultem da aplicação tecnológica das descobertas anteriores à fase de produção. A viabilidade técnica de concluir o ativo a fim de que o mesmo esteja disponível para venda. A sua intenção de concluir o ativo e usá-lo ou vendê-lo. A disponibilidade de adequados recursos técnicos, financeiros e outros para a conclusão e usar ou vender o ativo. 22

23 Custos variáveis Custos que variam proporcionalmente com o nível de atividade 23

24 Custos fixos Custos que não variam com o nível de atividade, ou seja, a sua evolução é independente do nível de atividade. 24

25 Custos escada Quando o negócio atinge um determinado nível de atividade os custos fixo têm de aumentar. O aumento é instantâneo. 25

26 Custos semi-variáveis Tem elementos variáveis e fixos 26

27 O custo variável total varia de acordo com o nível de atividade Total Euros Custo Total Custo Variavel Total (CVT) Custo Fixo Total NIVEL DE ATIVIDADE 27

28 Custos Total Somatório da totalidade dos custos suportados por um objeto de custo Unitário Quociente entre os custos totais e o nível de atividade considerados 28

29 Custos totais Custos unitários Custos variáveis Modifica Não modifica Custos fixos Não modifica Modifica 29

30 Nível de atividade pode ser expresso: Quantidades vendidas (empresa comercial), quilómetros conduzidos (empresa de transporte), Ocupação de quartos (hotel) 30

31 A estrutura de custos de uma empresa é dada pela percentagem de custos fixos e variáveis. O custo unitário diminui à medida que se aumenta a utilização dos custos fixos da empresa. A diminuição é maior nas empresas que têm uma elevada percentagem de custos fixos. 31

32 Custos fixos Custo Total Custo Unitário Unidades Unidades 32

33 Custos variáveis Custo Total Custo unitário Unidades Unidades 33

34 Custos totais Custo Total Custo Unitário Unidades Unidades 34

35 Volume de produção Custos fixos totais , , , , ,25 Custos fixos unitários 35

36 Volume de produção Custos variáveis totais , , , , ,65 Custos variáveis unitários 36

37 Volume de produção Custos totais , ,275 Custos total unitário , , ,9 37

38 Custos semi-variáveis Como calcular os elementos fixos e os elementos variáveis? Método dos mínimos e dos máximos (dos extremos) 38

39 Remuneração dos funcionários Unidades Vendidas Remuneração Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro

40 A remuneração é um custo variável???? 40

41 Não. Custo unitário em Janeiro = / 500 = 28,8 Custo unitário em Fevereiro = / = 15,8 O custo unitário não é fixo. Logo, não estamos na presença de um custo variável. A remuneração não é constante ao longo dos meses. Logo não é um custo fixo. A remuneração é um custo semi-variável. 41

42 Cálculo dos elementos fixos e dos elementos variáveis Unidades Remuneração Janeiro Agosto Variação Custo variável unitário = / = 7,5 Custo variável de Agosto = x 7,5 = Custo fixo = = Custo variável de Janeiro = 500 x 7,5 = Custo fixo = = Custo fico anual = x 12 =

43 Custos Direto Custos que, sem qualquer dúvida, podem ser reportados a um produto ou a uma encomenda, ou a uma família de produtos, a uma atividade, a um centro de responsabilidade... Indireto Custos que não podem ser inequivocamente relacionados com um produto... uma atividade, um centro de responsabilidade... sendo a sua identificação com o respetivo nível impossível ou muito difícil. 43

44 Classifique os custos que se seguem, supondo que dizem respeito a uma empresa industrial Materiais diretos; Ordenado dos supervisores de controlo de produção; Ordenado dos supervisores do departamento de planeamento; Custos da festa anual da empresa; Horas extra dos operários da montagem; Fretes de expedição; Energia das máquinas da fábrica; Energia elétrica dos escritórios; Comissões de vendedores; Amortização das máquinas da fábrica; Amortização dos automóveis dos administradores; Seguros dos operários fabris. 44

45 A) Custo variável; B) Custo fixo; C) Custo de distribuição; D) Custo de administração; E) Custo de produção indireto; F) Custo de produção direto; G) Outros custos. 45

46 Resposta Materiais diretos; Variável, produção direta Ordenado dos supervisores de controlo de produção; Fixo, produção indireto Ordenado dos supervisores do departamento de planeamento; Fixo, administração Custos da festa anual da empresa; Outros custos Horas extra dos operários da montagem; Variável, custo produção indireto Fretes de expedição; Variável, distribuição Energia das máquinas da fábrica; Variável, produção indireto Energia elétrica dos escritórios; Variável, administração Comissões de vendedores; Variável, distribuição Amortização das máquinas da fábrica; Fixo, produção indireto Amortização dos automóveis dos administradores; Fixo, administração Seguros dos operários fabris; Fixo, produção indireto 46

47 Custos Produção Custos diretamente relacionados com o processo produtivo. Período Custos cuja relação com o processo produtivo ou com o seu output é tão longínqua que é preferível a sua associação com o período económico em que neles incorre. 47

48 Custos não industriais Custos do período Custos de distribuição... Custos necessários para distribuir o produto. Custos administrativos... Custos dos executivos, administrativos 48

49 Vendas CIPF CIPFV Existência final = Custos do período Produtos Acabados RB G. Distribuição G. Administrativos G. Financeiros = RAI 49

50 Custos Reais Pré-determinados 50

51 Custos pré-determinados Padrão Custos calculados a priori Orçamentados 51

52 Custos de oportunidade É a medida do valor do rendimento que se poderia obter se se escolhesse uma aplicação alternativa. 52

53 Custos Custos controláveis São influenciados pelo gestor. Custos não controláveis Não dependem da tomada de decisão do gestor do departamento. 53

54 2.3. OS DIFERENTES ESTÁDIOS DO CUSTO 54

55 Materiais diretos Mão-de- obra direta Gastos gerais de fabrico Custo primo Custo de transformação 55

56 Custo industrial = MD + MOD + GGF Custo industrial do produto acabado = Custo industrial - stock dos produtos em vias de fabrico Custo industrial do produto acabado e vendido = Custo industrial do produto acabado - stock dos produtos acabados 56

57 Custo não industrial = Custo de distribuição + Custo administrativo + Custo financeiro Custo complexivo = CIPAV + Custo não industrial Custo economico-técnico = CIPAV + Custo não industrial + Custo figurativo 57

58 Custo complexivo É o preço de venda mínimo, porque se a empresa vender abaixo do custo complexivo terá prejuízo. Custo complexivo unitário Custo complexivo/unidades vendidas 58

59 LUCRO PURO LUCRO COMPLEXIVO LUCRO BRUTO VENDAS CIPFV C. DISTRIBUIÇÃO C. ADMINISTRATIVOS C. FINANCEIROS C. FIGURATIVOS CUSTO ECONOM MICO-TECNICO CU USTO COMPLEXIVO CU USTO Ñ IND DUSTRIAL 59

60 Margem Bruta = Lucro Bruto = Resultado Bruto = Vendas Custo das vendas 60

61 Custos das vendas e dos serviços prestados Custo dos serviços prestados = custo do serviço Custo das vendas (produtos) = Unidades vendidas x custo unitário (não esquecer FIFO ou custo médio ponderado) Ou Custo das vendas (produtos) = Existência inicial de PA + Custo dos produtos acabados Existência final Custo das mercadorias vendidas 61

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