Natureza do assunto:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Natureza do assunto:"

Transcrição

1 Natureza do assunto: DOCUMENTOS SIGILOSOS E OSTENSIVOS Ostensivo ou Ordinário documentos cuja divulgação não prejudica a administração Sigilosos documentos que devem ser de conhecimento restrito, e requerem medidas especiais para salvaguardar sua custódia e divulgação.

2 DOCUMENTOS SIGILOSOS E OSTENSIVOS Graus de Sigilo 1) ultra-secreto assuntos que requeiram excepcional grau de segurança; 2) secreto requerem alto grau de segurança, mas podem ser conhecidos por pessoas autorizadas; 3) confidencial não requerem alto grau de segurança, mas seu conhecimento pode causar embaraços administrativos; 4) reservado assuntos que não devem ser de conhecimento do público em geral.

3 Ultra-Secreto de excepcional segurança, cujo teor só deve ser de conhecimento de agentes públicos ligados ao seu estudo e manuseio. São documentos referentes à soberania e integridade territorial nacional, Planos, projetos de guerra ou científicos, negociação para aliança política ou militar, cuja divulgação coloca em risco a segurança da sociedade e do Estado.

4 Classificação: chefes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário Federais. Máximo de 25 anos de restrição. Ex.: planos militares.

5 Secreto só pessoas ligadas ao estudo ou manuseio podem ter conhecimento. - Classificação: chefes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário Federal, Governadores e Ministros de Estado ou, ainda, por quem haja recebido delegação. - Prazo de permanência: 15 anos Ex.: documentos que registram a vida particular do funcionário.

6 Confidencial não requerem alto grau de segurança, mas seu conhecimento por pessoa não autorizada pode ser prejudicial a um indivíduo ou entidade. Classificação: chefes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário Federais, Governadores e Ministros de Estado, titulares dos órgãos da Administração Pública Federal, do DF, dos Estados e Municípios ou, ainda, por quem haja recebido delegação para esse fim.

7 Prazo de permanência: 10 anos. Ex.: exames finais, correspondência entre autoridades cujo assunto envolva interesses financeiros e políticos.

8 - Reservado o conteúdo não deve ser tornado público. São aqueles cuja divulgação, quando ainda em trâmite, comprometa as operações ou objetivos neles previstos. - Classificação: chefes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário Federais, Governos dos Estados e Municípios, Agentes Públicos formalmente encarregados da execução de projetos, planos e programas ou, ainda, por quem haja recebido delegação para esse fim. - Prazo de permanência: 5 anos.

9 Importante! - Os prazos de classificação poderão ser prorrogados uma vez, por igual período, pela autoridade responsável pela classificação ou autoridade hierarquicamente superior competente para dispor sobre a matéria. - Os prazos vigoram a partir da data de produção do dado ou informação. - Acesso aos documentos sigilosos referente à honra e à imagem das pessoas será restrito por um prazo máximo de 100 (cem) anos, a contar da sua data de produção.

10 PROTOCOLO PROTOCOLO Conjunto de operações visando ao controle dos documentos que ainda tramitam no órgão, de modo a assegurar a imediata localização e recuperação dos mesmos, garantindo, assim, o acesso à informação. Atividades de protocolo - recebimento; - registro e autuação; - classificação; - expedição/distribuição; - controle/movimetação.

11 O protocolo NÃO AVALIA, DESCARTA, RESTAURA, ARQUIVA ou EMPRESTA documentos.

12 OFICIAL - Registra - Lê. OSTENSIVO Registra Não Lê. SIGILOSO

13 PARTICULAR Não lê. Nem registra.

14 CONSERVAÇÃO, PRESERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE DOCUMENTOS Agentes químicos, físicos e biológicos externos que prejudicam os documentos - Luz O excesso de iluminação e, sobretudo, certas radiações são fatores de deterioração dos documentos. Devese evitar a exposição à luz solar e à reprodução; - Umidade/temperatura esses dois fatores estão intimamente ligados à vida do papel e agem conjuntamente na deterioração do mesmo (umidade adequada 55%, temperatura de 22 a 25º); - Poluição do ar a poluição atmosférica presente nas cidades contribui para a degradação do papel.

15 Agentes químicos, físicos e biológicos externos que prejudicam os documentos - Tintas As tintas utilizadas para escrever nos documentos acelera sua deterioração. - Gordura e oleosidade o simples manuseio dos documentos contribui para sua deterioração, em alguns casos é recomendável a utilização de luvas. - Objetos metálicos deve-se evitar o uso de objetos metálicos pois tais materiais enferrujam e danificam os documentos.

16 Agentes químicos, físicos e biológicos externos que prejudicam os documentos - Insetos - Microorganismos fungos. - Roedores - Homem.

17 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Arquivo corrente Arquivo intermediário Arquivo permanente

18 TABELA DE TEMPORALIDADE A Tabela de Temporalidade é um instrumento que visa identificar o valor dos documentos e atribuir-lhes prazo de guarda e destinação final nas fases do arquivo A tabela de temporalidade será elaborada por uma comissão chamada comissão permanente de avaliação de documentos ou Comissão de análise de Documentos e será aprovada por autoridade competente do órgão para que possa ser aplicada na instituição. Estabelecerá ainda critérios para microfilmagem e eliminação.

19 Tabela de Temporalidade PRAZOS DE GUARDA CÓDIGO ASSUNTO FASE CORRENTE FASE INTERMEDIÁRIA DESTINAÇÃO FINAL OBSERVAÇÕES QUANTO AO PRAZO DE GUARDA 005 Jurisprudência 10 anos 10 anos Guarda Permanente É opcional a alteração do suporte (microfilme ou disco ótico) previamente ao recolhimento, para que o órgão permaneça com cópias para consulta 010 Organização e funcionamento Normas, regulamentações, diretrizes 5 anos 5 anos Guarda Permanente Registro nos órgãos competentes Enquanto vigorar Eliminação

20 Tabela de Temporalidade

21 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Ciclo vital dos documentos

22 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Arquivo primário Também conhecido como documento ou arquivo de primeira idade, dinâmico, corrente e ativo. Caracteriza-se por estar vinculado aos objetivos imediatos para os quais foram produzidos ou recebidos em virtude das atividades pertinentes. Outra peculiaridade é o seu uso constante dentro do órgão que o produziu. Portanto, esse tipo de documento deve ficar o mais próximo possível da administração. Podemos citar: os processos em andamento dentro de um órgão público, os memorandos, as circulares etc.

23 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Arquivo intermediário Também denominado de arquivo secundário ou de segunda idade, trata-se do conjunto de documentos oriundos do arquivo corrente, que estão com baixa freqüência de uso, aguardando sua destinação final, podendo ser descartado ou o recolhido para o arquivo permanente. Exemplos: regulamentos.

24 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Arquivo permanente É o conjunto de documentos arquivados em caráter definitivo devido ao seu valor histórico, informativo ou probatório, por isso, esses documentos não podem ser descartados. O arquivo permanente também é muito conhecido como arquivo de terceira idade ou histórico. Eis alguns tipos de documentos que podem compor esse acervo: a planta de uma grande construção, acordo ou tratado assinado entre países, registro de fundação de um órgão público, etc.

25 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS MUDANÇA DE FASES A arquivologia adota alguns termos técnicos para demonstrar a passagem dos documentos de um arquivo a outro, assim, quando um arquivo passa da fase corrente para a intermediária, dizemos que houve uma transferência. Quando o arquivo passa da fase intermediária para a fase permanente, dizemos que houve recolhimento ou guarda. Vale ressaltar que não há obrigatoriedade de que o documento passe necessariamente pela fase intermediária, por isso, de acordo com a política adotada pela instituição, o documento pode ser recolhido diretamente do arquivo corrente para o permanente.

26 APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE CLASSIFICAÇÃO E TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS TEORIA DAS TRÊS IDADES - CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS (primeira idade): conjunto de documentos estritamente vinculados aos objetivos imediatos para os quais foram produzidos e recebidos no cumprimento de atividades fim e meio e que se conservam junto aos órgãos produtores em razão de sua vigência e da freqüência com que são por eles consultados. (segunda idade): conjunto de documentos originários de arquivo corrente, com uso pouco freqüente, que aguardam, em depósito de armazenamento temporário, sua destinação final. Os documentos são ainda conservados por razões administrativas, legais ou financeiras. (terceira idade): conjunto de documentos custodiados em caráter definitivo, em função do seu valor.

27 APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE CLASSIFICAÇÃO E TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS TEORIA DAS TRÊS IDADES - CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS VALORAÇÃO DOS DOCUMENTOS Os documentos são guardados pela instituição enquanto possuem valor para a mesma, podendo se tratar de valor administrativo ou histórico. Valor administrativo primário valor que o documento apresenta para o funcionamento da instituição. Trata-se de um valor temporário. Valor histórico secundário possibilidade de uso dos documentos para fins diferentes daqueles para os quais foram originariamente criados, uma vez que passa a ser considerado fonte de pesquisa e informação para terceiros e para a própria administração.

28 APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE CLASSIFICAÇÃO E TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS DESTINAÇÃO FINAL DOS DOCUMENTOS Eliminação quando o documento não tiver valor histórico. Guarda permanente quando o documento tiver valor histórico. A eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de caráter público será realizada mediante autorização da instituição arquivística pública, na sua específica esfera de competência. (artigo 9º - Lei 8.159)

29 Plano de Classificação O sistema decimal de classificação, no qual está fundamentado o instrumento, constitui código numérico dividido em dez classes e estas em dez subclasses, seguindo o mesmo critério para grupos e subgrupos.

30 Plano de Classificação 000 Administração Geral destinam-se aos assuntos relativos às 500 atividades-fim do órgão Assuntos Diversos

31 Plano de Classificação A classe 000 Administração Geral, tem como subclasses: 010 Organização e funcionamento 020 Pessoal 030 Material 040 Patrimônio 050 Orçamento e finanças 060 Documentação e informação 070 Comunicações 080 Vaga 090 Outros assuntos referentes à Administração Geral

32 Plano de Classificação A classe 900 Assuntos diversos 910 Solenidades, comemorações, homenagens 920 Congressos, conferencias, seminários, simpósios, encontros, convenções, ciclos de palestras, mesas redondas. 930 Feiras, salões, exposições, mostras, festas e concursos 940 Visitas e visitantes 990 Assuntos transitórios 991 Cartas de apresentação e recomendação 992 Comunicação e informes 993 Convites diversos 994 Felicitações, agradecimentos, pêsames, despedidas 995 Protestos, reivindicações, sugestões 996 Associações: culturais, de amigos e de servidores 997 Pedidos, oferecimentos e informações diversas

33 Plano de Classificação GRUPO SUBGRUPO SÉRIE SÉRIE SUBSÉRIE SUBSÉRIE 022 Aperfeiçoamento e treinamento Cursos Promovidos pela instituição Promovidos por outras instituições No Brasil No Exterior

34 CLASSE 000 Administração Geral Subclasse 010 Organização e funcionamento Subclasse 020 Pessoal Subclasse 030 Material Grupo 021 Recrutamento e seleção Grupo 022 Aperfeiçoamento e treinamento Grupo 023 Quadros, tabelas e políticas de pessoal Subgrupo Cursos Subgrupo Estágios Série Promovidos pela instituição Série Promovidos por outra instituição Subsérie No Brasil Subsérie No Exterior

35 DEFINIÇÕES IMPORTANTES: PRESERVAÇÃO É o conjunto de medidas e estratégias de ordem administrativa, política e operacional que contribuem direta ou indiretamente para a proteção do patrimônio. Ex.: Leis, Campanhas, Congressos etc. CONSERVAÇÃO É o levantamento, estudo e controle das causas de degradação, permitindo a adoção de medidas de prevenção. É um procedimento prático aplicado na preservação. Ex.: Diagnóstico, monitoramento ambiental, vistoria, etc. CONSERVAÇÃO PREVENTIVA São intervenções diretas, feitas com a finalidade de resguardar o objeto, prevenindo possíveis malefícios. Ex.: Higienização, pequenos reparos, acondicionamento, etc. RESTAURAÇÃO É um conjunto de medidas que objetivam a estabilização ou a reversão de danos físicos ou químicos adquiridos pelo documento ao longo do tempo e do uso, intervindo de modo a não comprometer sua integridade e seu caráter histórico.

36 MUITO OBRIGADA PELA ATENÇÃO! BONS ESTUDOS!!!

METODOLOGIA NA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CLASSIFICAÇÃO E TABELA DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS DO PODER JUDICIÁRIO PCTTDA

METODOLOGIA NA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CLASSIFICAÇÃO E TABELA DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS DO PODER JUDICIÁRIO PCTTDA O Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade de Documentos Administrativos(PCTTDA) do Poder Judiciário é um instrumento que visa classificar a documentação administrativa produzida e recebida pelos

Leia mais

QUESTÕES SOBRE NOÇÕES DE ARQUIVOLOGIA

QUESTÕES SOBRE NOÇÕES DE ARQUIVOLOGIA 1- (UFRGS:2008) Os arquivos setoriais: A) São mantidos longe dos produtores; B) Possuem documentos que após 5 anos podem ser eliminados ou recolhidos. C) Possuem documentos correntes. D) São passivos de

Leia mais

Noções de Protocolo e Arquivo (Técnico Legislativo Câmara dos Deputados) Aula Demonstrativa Prof. Renato Fenili

Noções de Protocolo e Arquivo (Técnico Legislativo Câmara dos Deputados) Aula Demonstrativa Prof. Renato Fenili AULA DEMONSTRATIVA Prezado(a) amigo(a), É chegada a hora de nos dedicarmos ao tão esperado concurso para Técnico Legislativo da Câmara dos Deputados. Meu nome é Renato Ribeiro Fenili, sou natural de São

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG CEP Fone: (35)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG CEP Fone: (35) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG CEP 37130-000. Fone: (35) 3299-1000 PROCESSO DE SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIO EDITAL 082/2016 PROGEPE Orientações

Leia mais

08/04/2017 ÉLVIS MIRANDA ARQUIVOLOGIA

08/04/2017 ÉLVIS MIRANDA ARQUIVOLOGIA ÉLVIS MIRANDA ARQUIVOLOGIA 7 Noções de arquivologia. 7.1 Arquivística: princípios e conceitos. 7.2 Legislação arquivística. 7.3 Gestão de Arquivamento e ordenação de documentos de arquivo. 7.3.4 Tabela

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO APRESENTAÇÃO ABREVIATURAS CAPÍTULO I CONCEITOS FUNDAMENTAIS...

APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO APRESENTAÇÃO ABREVIATURAS CAPÍTULO I CONCEITOS FUNDAMENTAIS... SUMÁRIO S AGRADECIMENTOS... 7 APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 15 APRESENTAÇÃO... 17 ABREVIATURAS... 19 CAPÍTULO I CONCEITOS FUNDAMENTAIS... 21 1.1. Introdução à arquivologia... 21 1.1.1. Evolução da comunicação

Leia mais

Secretaria Especial de Tecnologia e Informação INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/SETI. De 30 de julho de 2012

Secretaria Especial de Tecnologia e Informação INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/SETI. De 30 de julho de 2012 Tecnologia e Informação INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/SETI De 30 de julho de 2012 Dispõe sobre o estabelecimento da Política de Gestão de Documentos da Universidade Federal da UFFS O SECRETÁRIO ESPECIAL DE

Leia mais

Arquivologia. Prof. André Sandes

Arquivologia. Prof. André Sandes Arquivologia Prof. André Sandes (Cespe / DPU / Arquivista / 2016) 01. À medida que os documentos são mais utilizados, cresce o seu valor primário. Valor Documental Valor Primário Administrativo, fiscal

Leia mais

PROGRAMA DE GESTÃO DE

PROGRAMA DE GESTÃO DE PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PROGRAMA DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E TRATAMENTO DO ARQUIVO PERMANENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS ALFENAS-MG 2013 REITOR Prof. Paulo Márcio de Faria e Silva

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 13/2016 CONSUNI

RESOLUÇÃO Nº 13/2016 CONSUNI CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2016 CONSUNI Estabelece a Política de Gestão de Documentos Arquivísticos da Universidade Federal da Fronteira Sul. O Conselho Universitário (CONSUNI) da Universidade

Leia mais

CONCEITOS DE ARQUIVOLOGIA

CONCEITOS DE ARQUIVOLOGIA ARQUIVOLOGIA TERMINOLOGIAS ARQUIVÍSTICAS DE ARQUIVOLOGIA CRISTIANO SILVA Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística: Instrumento de fundamental importância para a normalização conceitual das atividades

Leia mais

CASA CIVIL ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 24, DE 3 DE AGOSTO DE 2006

CASA CIVIL ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 24, DE 3 DE AGOSTO DE 2006 Resolução nº 24, de 3 de agosto de 2006 CASA CIVIL ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 24, DE 3 DE AGOSTO DE 2006 Estabelece diretrizes para a transferência e recolhimento de documentos

Leia mais

SUMÁRIO SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 9 APRESENTAÇÃO ABREVIATURAS... 19

SUMÁRIO SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 9 APRESENTAÇÃO ABREVIATURAS... 19 SUMÁRIO SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 9 APRESENTAÇÃO... 11 ABREVIATURAS... 19 CAPÍTULO I CONCEITOS FUNDAMENTAIS... 21 1.1. Introdução à Arquivologia... 21 1.1.1. Evolução da Comunicação e Suportes

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 025, DE 8 DE MAIO DE 2012 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições

Leia mais

UNIRIO Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Arquivo Central AC

UNIRIO Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Arquivo Central AC VISITA TÉCNICA Código TTDD nº 063.1 1) IDENTIFICAÇÃO Local: CCH Setor: Escola de Educação Contato: Profª Sandra Albernaz de Medeiros Tel: 2542-1783 E-mail: cch_educacao@unirio.br; sandra.albernaz@globo.com

Leia mais

Avaliação e eliminação de documentos de arquivo

Avaliação e eliminação de documentos de arquivo TREINAMENTO CADA Avaliação e eliminação de documentos de arquivo Abril 2017 O que é Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade? Plano de classificação e tabela de temporalidade de documentos São

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 032/2009 CONSUNI

RESOLUÇÃO Nº 032/2009 CONSUNI RESOLUÇÃO Nº 032/2009 CONSUNI Dispõe sobre a criação do Sistema de Gestão Documental da Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. O Presidente do Conselho Universitário CONSUNI da Fundação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO GERAL DO CEFET-RJ

REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO GERAL DO CEFET-RJ SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO GERAL DO CEFET-RJ CAPÍTULO I DOS

Leia mais

Regulamento do Arquivo Histórico do Ministério da Justiça

Regulamento do Arquivo Histórico do Ministério da Justiça Regulamento do Arquivo Histórico do Ministério da Justiça MINISTÉRIO DA JUSTIÇA REGULAMENTO DO ARQUIVO HISTÓRIO DO MJ Í n d i c e 1. Nota Introdutória... 1 2. O Arquivo Histórico do Ministério da Justiça...

Leia mais

SISTEMA INFORMATIZADO DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS - SIGAD

SISTEMA INFORMATIZADO DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS - SIGAD Automação de Arquivo SISTEMA INFORMATIZADO DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS - SIGAD Introdução: Documentos Arquivísticos Produzidos e recebidos no decorrer das atividades de um órgão ou entidade, independentemente

Leia mais

Lei Nº12.527/2011 Acesso à Informação Pública Principais pontos da lei brasileira e desafios para sua implementação. Controladoria-Geral da União

Lei Nº12.527/2011 Acesso à Informação Pública Principais pontos da lei brasileira e desafios para sua implementação. Controladoria-Geral da União Lei Nº12.527/2011 Acesso à Informação Pública Principais pontos da lei brasileira e desafios para sua implementação Controladoria-Geral da União Acesso a informação: Conceito Transparência Ativa ACESSO

Leia mais

Revolução Francesa; Segunda Guerra Mundial fotocopiadora, eletrônica, televisão, satélites, computadores; 1970 telemática, computadores interligados

Revolução Francesa; Segunda Guerra Mundial fotocopiadora, eletrônica, televisão, satélites, computadores; 1970 telemática, computadores interligados Revolução Francesa; Segunda Guerra Mundial fotocopiadora, eletrônica, televisão, satélites, computadores; 1970 telemática, computadores interligados a outros via linhas telefônicas; Antiga Grécia Arché

Leia mais

REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB

REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB Estabelece a Política para Manutenção e Guarda do Acervo Acadêmico da Escola de Direito de Brasília

Leia mais

RECOMENDAÇÕES SOBRE COMUNICAÇÃO ENTRE NÚCLEOS DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS E POSTOS AVANÇADOS DE ATENDIMENTO HUMANIZADO AO MIGRANTE

RECOMENDAÇÕES SOBRE COMUNICAÇÃO ENTRE NÚCLEOS DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS E POSTOS AVANÇADOS DE ATENDIMENTO HUMANIZADO AO MIGRANTE RECOMENDAÇÕES SOBRE COMUNICAÇÃO ENTRE NÚCLEOS DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS E POSTOS AVANÇADOS DE ATENDIMENTO HUMANIZADO AO MIGRANTE Dispõe sobre a comunicação entre Núcleos de Enfrentamento ao

Leia mais

Plano de Estudos. Turma Elite Câmara dos Deputados Instituto Cognos Fernando Mesquita. versão 1.2

Plano de Estudos. Turma Elite Câmara dos Deputados Instituto Cognos Fernando Mesquita. versão 1.2 Plano de Estudos Turma Elite Câmara dos Deputados 2015 versão 1.2 Fernando Mesquita 1 1 Português Ortografia oficial, letras e acentuação 1 1 Adm. Planejamento estratégico (1/5)* 1 1 DC Título I 1 1 Arquiv.

Leia mais

Lei Nº12.527/2011 Acesso à Informação Pública Principais pontos da lei brasileira e desafios para sua implementação

Lei Nº12.527/2011 Acesso à Informação Pública Principais pontos da lei brasileira e desafios para sua implementação Lei Nº12.527/2011 Acesso à Informação Pública Principais pontos da lei brasileira e desafios para sua implementação Diretoria de Prevenção da Corrupção Controladoria-Geral da União Lei 12.527/2011 Abrangência:

Leia mais

REGISTRO DE IMÓVEIS brasileiro

REGISTRO DE IMÓVEIS brasileiro Modernização do REGISTRO DE IMÓVEIS brasileiro Sérgio Jacomino Modernização do Registro de Imóveis brasileiro e-folivm comissão especial para a gestão documental do Foro Extrajudicial e-ri - Registro Eletrônico

Leia mais

MGS. Gestão de Documentos

MGS. Gestão de Documentos MGS CATÁLOGO DE SERVIÇOS Gestão de Documentos SUMÁRIO 1- Apresentação...4 2- Gestão de Documentos...5 3- Missão...6 4- Objetivos...6 5- Conceitos gerais...7 6- Legislação arquivística...8 7- Serviços

Leia mais

ALEXSSANDER AUGUSTO DIREITO PROCESSUAL CIVIL

ALEXSSANDER AUGUSTO DIREITO PROCESSUAL CIVIL ALEXSSANDER AUGUSTO DIREITO PROCESSUAL CIVIL CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS (TEORIA DAS TRÊS IDADES) 3 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS 4 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS 1ª IDADE 2ª IDADE 3ª IDADE 5 (CESPE-UNB/SEE-DF)

Leia mais

Conservação Preventiva de Documentos em Arquivos: uma abordagem inicial. Pirassununga - Julho/ 2008

Conservação Preventiva de Documentos em Arquivos: uma abordagem inicial. Pirassununga - Julho/ 2008 Conservação Preventiva de Documentos em Arquivos: uma abordagem inicial 1 Pirassununga - Julho/ 2008 Preservação Conjunto de técnicas e métodos que visam conservar os documentos de arquivos e as informações

Leia mais

ÍNDICE DE TERMOS. Guia Guia de remessa

ÍNDICE DE TERMOS. Guia Guia de remessa ÍNDICE DE TERMOS Acervo documental Acesso à informação Arquivo Arquivo Central Arquivo Corrente Arquivo definitivo Arquivo geral Arquivo histórico Arquivo intermédio Arquivo público Auto de eliminação

Leia mais

Sistema de Catalogação de Bens Culturais do Município de Nova Esperança-PR

Sistema de Catalogação de Bens Culturais do Município de Nova Esperança-PR Sistema de Catalogação de Bens Culturais do Município de Nova Esperança-PR Página 1 de 9 Como entender o Sistema de Catalogação de Bens Culturais do Município de Nova Esperança-PR Em 08 de julho de 2016

Leia mais

Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 447/88, de 10 de Dezembro:

Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 447/88, de 10 de Dezembro: Aprova o regulamento de conservação arquivística do INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I. P., no que se refere à avaliação, selecção, conservação e eliminação da sua documentação

Leia mais

Questão Resposta Argumentação

Questão Resposta Argumentação Questão Resposta Argumentação A questão refere-se à Resolução nº 10, de 6 de dezembro de 1999, que dispõe sobre a adoção de símbolos ISO nas sinaléticas utilizados nos procedimentos de microfilmagem, a

Leia mais

O impacto da Lei de Acesso sob a ótica arquivística no âmbito da UNIRIO.

O impacto da Lei de Acesso sob a ótica arquivística no âmbito da UNIRIO. O impacto da Lei de Acesso sob a ótica arquivística no âmbito da UNIRIO. COSTA, Sonia; CARVALHO, Priscila Freitas de; FRANÇA, Patrícia Machado Goulart; MOREIRA, Luciane Alves; NOGUEIRA, Rafael de Castro;

Leia mais

II ENCONTRO SOBRE ARQUIVOS DE GOIÁS. Preservação e difusão dos documentos arquivísticos digitais

II ENCONTRO SOBRE ARQUIVOS DE GOIÁS. Preservação e difusão dos documentos arquivísticos digitais II ENCONTRO SOBRE ARQUIVOS DE GOIÁS Preservação e difusão dos documentos arquivísticos digitais Promoção e Realização: Associação de Arquivologia do Estado de Goiás - AAG Centro de Informação, Documentação

Leia mais

Riscos ambientais empresariais. 4.1 Programa de prevenção de acidentes (PPRA)

Riscos ambientais empresariais. 4.1 Programa de prevenção de acidentes (PPRA) Capítulo 4 Riscos ambientais empresariais Segundo o artigo 9.1.5 da Portaria n 25, de 29.12.94, do Secretário de Segurança e Saúde no Trabalho, considera-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos

Leia mais

Noções de Arquivologia

Noções de Arquivologia AULA DEMONSTRATIVA Noções de Arquivologia Arquivística: princípios e conceitos. Professor Marcelo Camacho www.pontodosconcursos.com.br www.pontodosconcursos.com.br Professor Marcelo Camacho 1 Aula 00 Aula

Leia mais

DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS RELEVANTES DE CONTROLES INTERNOS DO SEMESTRE FINDO EM 30 de JUNHO de 2016

DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS RELEVANTES DE CONTROLES INTERNOS DO SEMESTRE FINDO EM 30 de JUNHO de 2016 DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS RELEVANTES DE CONTROLES INTERNOS DO SEMESTRE FINDO EM 30 de JUNHO de 2016 As descrições neste anexo foram elaboradas diretamente e sob a responsabilidade da administração da TURISCAM

Leia mais

DESTAQUE PARA OS EXEMPLOS PRÁTICOS ENVOLVENDO AS EMPRESAS E O GOVERNO

DESTAQUE PARA OS EXEMPLOS PRÁTICOS ENVOLVENDO AS EMPRESAS E O GOVERNO DESTAQUE PARA OS EXEMPLOS PRÁTICOS ENVOLVENDO AS EMPRESAS E O GOVERNO ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA NO BRASIL A Lei 12.527, sancionada em 18 de novembro de 2011, pela Presidenta da República, Dilma Rousseff,

Leia mais

2. ATOS DO DIRETOR-GERAL

2. ATOS DO DIRETOR-GERAL 2.1. INSTRUÇÃO NORMATIVA 2. ATOS DO DIRETOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA DE 7 DE MARÇO DE 2010 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo

Leia mais

DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE

DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE 1997 (Revogado Pelo Decreto nº 4.553, de 27.12.2002) Regulamenta o art. 23 da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a categoria dos documentos públicos

Leia mais

29º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul

29º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul PRESERVANDO A MEMÓRIA INSTITUCIONAL DA FURG ATRAVÉS DE AÇÕES DE CONSERVAÇÃO PREVENTIVA DOCUMENTAL Área temática: Cultura Tatiane Vedoin Viero (coordenadora da ação de extensão) Tatiane Vedoin Viero 1,

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para a manutenção corretiva de veículos oficiais do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (PJERJ).

Estabelecer critérios e procedimentos para a manutenção corretiva de veículos oficiais do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (PJERJ). Proposto por: MANUTENÇÃO CORRETIVA DE CARROS OFICIAIS Equipe do Serviço de Coordenação de Manutenção de Veículos (SEMAV) Analisado por: Diretor do Departamento de Transportes (DETRA) Aprovado por: Diretor-Geral

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 15/2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 15/2011 CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 15/2011 Cria o Arquivo Central e dispõe sobre o Sistema de Arquivos da UFJF O Conselho Superior da Universidade Federal de Juiz de Fora, no uso de suas atribuições, tendo

Leia mais

OPORTUNIDADES DE ESTÁGIO

OPORTUNIDADES DE ESTÁGIO da Vaga Nº da 2003 Curso(s): Administração Auxiliar na preparação de documentos administrativos; Auxiliar na elaboração de relatórios em geral, relativos a informações não protegidas por sigilo fiscal;

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 203 /2011

PORTARIA NORMATIVA Nº 203 /2011 Publicada no DOE de 11/05/2011 PORTARIA NORMATIVA Nº 203 /2011 A PRESIDENTE da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente - Fundação CASA-SP, no uso de sua competência, e Considerando

Leia mais

20 anos do APCBH Organização do arquivo do Arquivo. Cintia Aparecida Chagas Arreguy

20 anos do APCBH Organização do arquivo do Arquivo. Cintia Aparecida Chagas Arreguy 20 anos do APCBH Organização do arquivo do Arquivo Cintia Aparecida Chagas Arreguy Comemoração dos 20 anos do APCBH Há 2 anos, iniciaram-se as discussões de como seria comemorado o aniversário de 20 anos

Leia mais

SUMÁRIO. Língua Portuguesa. Compreensão e interpretação de textos Tipologia textual Ortografia oficial Acentuação gráfica...

SUMÁRIO. Língua Portuguesa. Compreensão e interpretação de textos Tipologia textual Ortografia oficial Acentuação gráfica... Língua Portuguesa Compreensão e interpretação de textos... 3 Tipologia textual... 6 Ortografia oficial... 21 Acentuação gráfica... 30 Emprego das classes de palavras... 33 Emprego/correlação de tempos

Leia mais

Conhecer a JUNTA DE ENERGIA NUCLEAR através do seu arquivo

Conhecer a JUNTA DE ENERGIA NUCLEAR através do seu arquivo 1 Conhecer a JUNTA DE ENERGIA NUCLEAR através do seu arquivo Encontro Arquivos Científicos Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa 3 de Julho de 2014 Catarina Cândido Instituto

Leia mais

NORMA DE PRIVACIDADE NORMA INTERNA

NORMA DE PRIVACIDADE NORMA INTERNA NORMA DE PRIVACIDADE NORMA INTERNA Sumário 1. INTRODUÇÃO...4 2. POLÍTICA DE PRIVACIDADE...4 2.1 ATUALIZAÇÃO CADASTRAL...4 2.2 DIREITOS DE ACESSO...5 2.3 TRATAMENTO DE INFORMAÇÕES...5 2.4 SEGURANÇA E SIGILO...5

Leia mais

#39. CRIDI / UFBa - Audiovisual Institucional COMPLETAS 1 / 8 PÁGINA 2. P1: Qual o nome desta instituição? FPC/CMB

#39. CRIDI / UFBa - Audiovisual Institucional COMPLETAS 1 / 8 PÁGINA 2. P1: Qual o nome desta instituição? FPC/CMB #39 COMPLETAS Coletor: Institucional 2014 (Link da web) Iniciado em: quarta-feira 18 de março de 2015 10:06:56 Última modificação: sábado 13 de junho de 2015 11:20:30 Tempo gasto: Mais de um mês Endereço

Leia mais

Aula 07 Classificação da Informação. Prof. Leonardo Lemes Fagundes

Aula 07 Classificação da Informação. Prof. Leonardo Lemes Fagundes Aula 07 Classificação da Informação Prof. Leonardo Lemes Fagundes Classificações grosseiras e generalizações falsas são a maldição da vida organizada. Bernard Shaw Agenda Revisão: Aula 06 Introdução Política

Leia mais

A Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins aprovou e eu, seu Presidente, promulgo a seguinte Resolução:

A Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins aprovou e eu, seu Presidente, promulgo a seguinte Resolução: RESOLUÇÃO Nº 312, DE 1º DE ABRIL DE 2014. Publicada no Diário da Assembleia nº 2.095 Dispõe sobre a organização da Diretoria da Polícia Legislativa da Assembleia Legislativa do Tocantins e dá outras providências.

Leia mais

Manual de Gestão de Documentos da PROGEP

Manual de Gestão de Documentos da PROGEP Manual de Gestão de da PROGEP Fortaleza Ceará 2014 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. RESPONSABILIDADES... 4 3. POLÍTICAS GERAIS... 5 4 NOTAÇÃO PARA MODELAGEM DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS... 6 5. PROCESSOS, NORMAS

Leia mais

Redação Oficial, Protocolo e Arquivamento AULA 11. Temas: Conceitos de Arquivamento

Redação Oficial, Protocolo e Arquivamento AULA 11. Temas: Conceitos de Arquivamento Redação Oficial, Protocolo e Arquivamento AULA 11 Temas: Conceitos de Arquivamento Até agora, estudamos sobre a forma correta de produzir e tramitar os documentos gerados em nosso dia-a-dia. A partir desta

Leia mais

NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS ( )

NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS ( ) NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) 9.1. Do objeto e campo de aplicação. 9.1.1. Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por

Leia mais

CRIDI / UFBa - Audiovisual Institucional

CRIDI / UFBa - Audiovisual Institucional #5 COMPLETAS Coletor: Website Collector 1 (Questionário do site) Iniciado em: terça-feira 31 de março de 2015 17:19:29 Última modificação: domingo 7 de junho de 2015 15:17:24 Tempo gasto: Mais de um mês

Leia mais

O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88

O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88 - LEGISLAÇÃO ESPECIAL - - Lei nº 12.527/11 - Lei de Acesso à Informação - Professor: Marcos Girão - O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88 1 CF/88 ACESSO À INFORMAÇÃO Constituição Federal de 1988 Art. 5º (...)

Leia mais

O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88

O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88 - LEGISLAÇÃO ESPECIAL - - Lei nº 12.527/11 - Lei de Acesso à Informação - Professor: Marcos Girão - O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88 1 CF/88 ACESSO À INFORMAÇÃO Constituição Federal de 1988 Art. 5º (...)

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA. Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM

GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA. Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM LEI FEDERAL 6938/81 DECRETO FEDERAL 99274/90 BASE PARA GESTÃO AMBIENTAL obrigatoriedade

Leia mais

COLEGIADO DO CURSO DE ARQUIVOLOGIA EMENTAS VERSÃO CURRICULAR N-20151

COLEGIADO DO CURSO DE ARQUIVOLOGIA EMENTAS VERSÃO CURRICULAR N-20151 COLEGIADO DO CURSO DE ARQUIVOLOGIA EMENTAS VERSÃO CURRICULAR N-20151 1º PERÍODO ECI240 - Introdução à Arquivologia História dos arquivos e da arquivologia e a evolução do pensamento arquivístico na cultura

Leia mais

GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO

GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO Aula 7 Descrição Arquivística. Revisão, estudo de caso e elaboração de instrumentos de pesquisa. Revisão do conteúdo Descrição Arquivística Aula 7 O caráter dinâmico do

Leia mais

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE CORNÉLIO PROCÓPIO ESTADO DO PARANÁ

CÂMARA MUNICIPAL DE CORNÉLIO PROCÓPIO ESTADO DO PARANÁ CÂMARA MUNICIPAL DE CORNÉLIO PROCÓPIO Rua Paraiba, nº 163, centro CNPJ - 72.327.307/0001-02 EDITAL DE RETIFICAÇÃO Nº001/2012 DO CONCURSO PÚBLICO Nº. 001/2012 A CÂMARA MUNICIPAL DE CORNÉLIO PROCÓPIO RETIFICA:

Leia mais

para a preservação de coleções

para a preservação de coleções A importância do planejamento para a preservação de coleções Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência

Leia mais

Preservação Documental

Preservação Documental Preservação Documental O acesso e a preservação são duas funções vitais dos Centros de Documentação, mas muitas vezes são antagônicas. A primeira, entendida aqui como a possibilidade de consulta, como

Leia mais

Aprova a Classificação das Fontes de Recursos para o Estado de Santa Catarina.

Aprova a Classificação das Fontes de Recursos para o Estado de Santa Catarina. DECRETO N o 2.879, de 30 de dezembro de 2004 Aprova a Classificação das Fontes de Recursos para o Estado de Santa Catarina. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

Lei de 18/11/2011 Lei de acesso a informação pública

Lei de 18/11/2011 Lei de acesso a informação pública Lei 12.527 de 18/11/2011 Lei de acesso a informação pública Abrangência da Lei Art. 1 o Esta Lei dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com

Leia mais

Plano de recolhimento recall / /

Plano de recolhimento recall / / Objetivo Responsável elaboração Campo de aplicação Nome da empresa Cópia confidencial Cópia controlada Folha 1/7 Identificação Descrever o plano de recolhimento que deverá assegurar que sejam adotados

Leia mais

A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA ARQUIVÍSTICA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL NO BRASIL

A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA ARQUIVÍSTICA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL NO BRASIL A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA ARQUIVÍSTICA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL NO BRASIL José Mauro Gouveia (Universidade de Brasília) Eliane Braga de Oliveira (Universidade de Brasília) A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA

Leia mais

MEMÓRIA VIVA: UMA RECOMPOSIÇÃO DOCUMENTAL DA TRAJETÓRIA HISTÓRICA DO IFRN CAMPUS CURRAIS NOVOS

MEMÓRIA VIVA: UMA RECOMPOSIÇÃO DOCUMENTAL DA TRAJETÓRIA HISTÓRICA DO IFRN CAMPUS CURRAIS NOVOS MEMÓRIA VIVA: UMA RECOMPOSIÇÃO DOCUMENTAL DA TRAJETÓRIA HISTÓRICA DO IFRN CAMPUS CURRAIS NOVOS VIRGULINO, Maria Helena Cavalcanti BARRETO, Patrícia Silva BRITO, Cristiane Cruz de LINHARES, Miguel Instituto

Leia mais

CAPÍTULO VIII DA PROGRESSÃO

CAPÍTULO VIII DA PROGRESSÃO 1º Para a concessão da Licença Sabática prevista neste artigo, o servidor deverá assumir o compromisso de permanência na FAETEC por um período correspondente ao dobro do período da Licença. 2º A Licença

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES (400 horas) Elaborado por: Profa. Me. Andréia Ayres Gabardo da Rosa Profa. Me. Karine Alves Gonçalves Mota PALMAS 2015 As atividades complementares

Leia mais

Seminário Nacional do Contencioso Administrativo Fiscal TRANSPARÊNCIA: Dicotomia entre o dever de resguardar o sigilo fiscal e a necessidade de

Seminário Nacional do Contencioso Administrativo Fiscal TRANSPARÊNCIA: Dicotomia entre o dever de resguardar o sigilo fiscal e a necessidade de Seminário Nacional do Contencioso Administrativo Fiscal TRANSPARÊNCIA: Dicotomia entre o dever de resguardar o sigilo fiscal e a necessidade de transparência. Conselho de Fazenda Estadual Estado da Bahia

Leia mais

CORREÇÂO - ESAF Concurso Público: Assistente Técnico-Administrativo - ATA - 2012 Provas 1 e 2 Gabarito 1 ARQUIVOLOGIA PROF.

CORREÇÂO - ESAF Concurso Público: Assistente Técnico-Administrativo - ATA - 2012 Provas 1 e 2 Gabarito 1 ARQUIVOLOGIA PROF. CORREÇÂO - ESAF Concurso Público: Assistente Técnico-Administrativo - ATA - 2012 Provas 1 e 2 Gabarito 1 ARQUIVOLOGIA PROF. RODRIGO BARBATI ARQUIVOLOGIA 21- São gêneros documentais encontrados nos arquivos,exceto:

Leia mais

Arquivos: gestão e conservação

Arquivos: gestão e conservação Arquivos: gestão e conservação 02 Maio de 2009 Sugestões Técnicas Ano I Por José Silvino Filho Silvino.qualidade@gmail.com TEORIA DAS TRÊS IDADES DOS ARQUIVOS Professor José Silvino Filho Consultor de

Leia mais

RECOMENDAÇÕES PARA ORGANIZAÇÃO DE DOCUMENTOS DA UFFS

RECOMENDAÇÕES PARA ORGANIZAÇÃO DE DOCUMENTOS DA UFFS Universidade Federal da Fronteira Sul Secretaria Especial de Tecnologia e Informação Diretoria de Gestão da Informação Divisão de Arquivos RECOMENDAÇÕES PARA ORGANIZAÇÃO DE DOCUMENTOS DA UFFS UFFS Chapecó

Leia mais

Prontuário do paciente (médico) é um documento único. constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens

Prontuário do paciente (médico) é um documento único. constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens AULA 11 Prontuário do paciente (médico) é um documento único constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens registradas, geradas a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS SUMÁRIO. Língua Portuguesa

CÂMARA DOS DEPUTADOS SUMÁRIO. Língua Portuguesa Língua Portuguesa Compreensão, interpretação de textos, com domínio das relações morfossintáticas, semânticas e discursivas...3 Tipologia textual... 6 Significação literal e contextual dos vocábulos...

Leia mais

Siehe auch Verfassung Brasilien CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

Siehe auch Verfassung Brasilien CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Lei nº 8.159 Einsichtsrecht Brasilien http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8159.htm Siehe auch Verfassung Brasilien CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%c3%a7ao.htm

Leia mais

ENVIO DE MATERIAL BIOLÓGICO NÃO CONSIGNADO PARA O EXTERIOR

ENVIO DE MATERIAL BIOLÓGICO NÃO CONSIGNADO PARA O EXTERIOR ENVIO DE MATERIAL BIOLÓGICO NÃO CONSIGNADO PARA O EXTERIOR Material Biológico Consignado: organismos ou partes desses registrados em uma coleção biológica científica. Material Biológico: organismos ou

Leia mais

PLANO DE DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL UFFS

PLANO DE DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL UFFS PLANO DE DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL UFFS 1 2 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO...04 2 CONCEITOS BÁSICOS E IMPORTÂNCIA...05 3 INSTRUMENTOS DE DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS...06 3.1

Leia mais

Tabela de Temporalidade. Como Elaborar uma Tabela de Temporalidade de Documentos

Tabela de Temporalidade. Como Elaborar uma Tabela de Temporalidade de Documentos Tabela de Temporalidade Memovip Gestão Inteligente da Informação Índice Introdução Capítulo 1 Capítulo 2 Capítulo 3 03 04 07 14 2 Memovip Gestão Inteligente da Informação Introdução A Organização de Documentos

Leia mais

Edição nº 174/2015 Brasília - DF, terça-feira, 29 de setembro de Corregedoria PORTARIA Nº 19, DE 28 DE SETEMBRO DE 2015.

Edição nº 174/2015 Brasília - DF, terça-feira, 29 de setembro de Corregedoria PORTARIA Nº 19, DE 28 DE SETEMBRO DE 2015. Corregedoria PORTARIA Nº 19, DE 28 DE SETEMBRO DE 2015. Designação da Juíza Soníria Rocha Campos D?Assunção, para exercer a Coordenação do Programa Nacional de Governança Diferenciada das Execuções Fiscais,

Leia mais

REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA

REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA Art. 1º - A Secretaria de Relações Institucionais SERIN, criada pela Lei nº 10.549, de 28 de dezembro de 2006, tem

Leia mais

Apoio. Patrocinadores Globais APDSI

Apoio. Patrocinadores Globais APDSI Apoio Patrocinadores Globais APDSI Transparência e Sigilo na Administração Pública: A questão dos dados fiscais XV Tomada de Posição GAN / APDSI Lisboa, 24 de abril de 2013 Princípios regentes da Administração

Leia mais

Orientações gerais para preenchimento da Listagem de Eliminação de Documentos do Exército:

Orientações gerais para preenchimento da Listagem de Eliminação de Documentos do Exército: Orientações gerais para preenchimento da Listagem de Eliminação de Documentos do Exército: 010.3 Audiências. Despachos. Reuniões. 2001-2003 20 Cx 3,0 012.2 Divulgação interna 2001-2003 10 Cx 1,5 021.2

Leia mais

Página 27 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de ª caderno

Página 27 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de ª caderno Página 27 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de 2014 Página 28 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de 2014 Página 29 São Paulo, sexta-feira, 21 De fevereiro de 2014 Página 30 São Paulo, sexta-feira,

Leia mais

NOSSA POLÍTICA AMBIENTAL

NOSSA POLÍTICA AMBIENTAL A PUMA TAMBORES, com o objetivo de divulgar a sua política ambiental e conscientizar seus fornecedores e prestadores de serviços quanto aos aspectos ambientais, elaborou este Manual de Requisitos Ambientais

Leia mais

PROCEDIMENTO GERENCIAL PARA PG 012/04 GESTÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Página 2 de 7

PROCEDIMENTO GERENCIAL PARA PG 012/04 GESTÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS Página 2 de 7 EQUIPAMENTOS Página 2 de 7 1 OBJETIVO Este procedimento estabelece os critérios básicos de suprimento e logística de materiais assim como as diretrizes para a armazenagem, preservação e manuseio de materiais

Leia mais

RECEITA ORÇAMENTÁRIA

RECEITA ORÇAMENTÁRIA RECEITA ORÇAMENTÁRIA Receita Orçamentária Efetiva é aquela que, no momento do reconhecimento do crédito, aumenta a situação líquida patrimonial da entidade. Constitui fato contábil modificativo aumentativo.

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DA COMISSÃO DE ÉTICA DO IFG 2016

PLANO DE TRABALHO DA COMISSÃO DE ÉTICA DO IFG 2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS COMISSÃO DE ÉTICA PLANO DE TRABALHO DA COMISSÃO DE ÉTICA DO IFG 2016

Leia mais

Administração Pública e Geral Arquivologia

Administração Pública e Geral Arquivologia CADERNO DE QUESTÕES - ARQUIVOLOGIA Administração Pública e Geral Arquivologia www.concursovirtual.com.br Grupo Yahoo: Http://Br.Groups.Yahoo.Com/Group/Professormarcelomarques/ VÍDEO-AULAS DE ARQUIVOLOGIA

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Ingresso até 2014/2 200 horas) Elaborado por: Profa. Me. Andréia Ayres Gabardo da Rosa Profa. Me. Karine Alves Gonçalves Mota PALMAS 2015 As atividades

Leia mais

ASSUFBA REALIZA: CURSO PREPARATÓRIO PARA O

ASSUFBA REALIZA: CURSO PREPARATÓRIO PARA O Módulo teórico - TÉCNICAS/MÉTODOS DE ARQUIVAMENTO Prof. Alexandre Sumário 1. MÉTODO ALFABÉTICO 2 2. REGRAS DE ALFABETAÇÃO 2 3. MÉTODO GEOGRÁFICO 3 4. MÉTODO NUMÉRICO 4 5. MÉTODO IDEOGRÁFICO OU TEMÁTICO

Leia mais

DECRETO Nº 4.553, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2002.

DECRETO Nº 4.553, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2002. DECRETO Nº 4.553, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2002. Vide texto compilado Dispõe sobre a salvaguarda de dados, informações, documentos e materiais sigilosos de interesse da segurança da sociedade e do Estado,

Leia mais

SISTEMA DE GERÊNCIA DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS NA MARINHA DO BRASIL

SISTEMA DE GERÊNCIA DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS NA MARINHA DO BRASIL SISTEMA DE GERÊNCIA DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS NA MARINHA DO BRASIL AÇÕES ESTRATÉGICAS NO TRATAMENTO ARQUIVÍSTICO ALESSANDRA PEREIRA FIRMO PRIMEIRO-TENENTE (T) AJUDANTE DA DIVISÃO DE ESCRITOS sdm-31@sdm.mar.mil.br

Leia mais

CONTROLE DE CONTEÚDO CONCURSOS LEGISLATIVOS ÁREA ADMINISTRATIVA

CONTROLE DE CONTEÚDO CONCURSOS LEGISLATIVOS ÁREA ADMINISTRATIVA 1 Domínio da Ortografia Oficial. Emprego das Letras. Emprego da Acentuação Gráfica. 2 Estrutura, Formação e Representação das Palavras. 3 Emprego das Classes de Palavras. 4 Relações de coordenação e de

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul DECRETO Nº 18.289, DE 13 DE JULHO DE 2016. Aprova o Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade de s da Secretaria Municipal de Gestão e Finanças atividadesfim, para efeitos legais. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais