ano IV, n 40 agosto de 2014

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1 ano IV, n 40 agosto de 2014 SÍNTESE JULHO DE 2014 Em US$ milhões Período Exportações Importações Saldo Julho Variação em relação a julho de ,7% - 5,5 % Acumulado no ano Variação em relação ao mesmo período no ano anterior - 1,2% - 4,1 % Acumulado 12 meses Variação em relação aos 12 meses anteriores 0,4% -0,5% No mês de julho, as exportações brasileiras registraram forte crescimento, de 10,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, ao passo que as importações tiveram queda de 5,5%, na mesma comparação. O resultado dos fluxos comerciais gerou superávit mensal, de US$ 1,6 bilhão, reduzindo o saldo negativo para pouco mais de US$ 900 milhões. A projeção da Funcex para o resultado da Balança Comercial em 2014, contudo, ainda aponta para exportações de US$ 231 bilhões e importações de US$ 233 bilhões, resultando em déficit de US$ 2 bilhões. CLASSES DE PRODUTOS E CATEGORIAS DE USO As exportações registraram em julho valor pouco acima de US$ 23 bilhões, o que representou um aumento de 10,7% frente a julho do ano passado (Tabela 1). Tal elevação, quando analisada com base na classificação por classes de produtos, pode ser atribuída ao crescimento nas vendas externas de Básicos (16,5%) e Semimanufaturados (18%), pois os produtos Manufaturados mantiveram-se praticamente estagnados (0,6%). No ano as exportações totais ainda apresentam queda de 1,2% provocada pelo recuo nas vendas de Manufaturados (-9,1%) e Semimanufaturados (-5,4%), não compensadas pelo aumento observado nas exportações de Básicos (5,3%). A queda de 9,1% em Manufaturados foi provocada, em grande parte, pela redução das exportações de Automóveis de passeio (-35%), Partes e peças para veículos automóveis e tratores (-26%) e Aviões (-4%). Em 12 meses, o quadro é semelhante, apenas a classe de produtos Básicos apresenta variação positiva de 4%. Entre as categorias de uso, houve elevação acentuada em julho com relação ao mesmo mês de 2013 nas vendas externas de Combustíveis (110,6%). As categorias Bens de consumo não duráveis, Bens de capital e Bens intermediários também apresentaram crescimento na comparação com o mesmo mês do ano anterior, de 10,5%, 9,6% e 3% respectivamente. No acumulado do ano todas as categorias de uso apresentaram queda com exceção da categoria Combustíveis, que mostra alta de 32,9%. (Tabela 1). Funcex Av. Rio Branco, 120, Gr. 707, Centro Rio de Janeiro RJ Instituída em 12 de março de 1976 CNPJ / Utilidade Pública Federal Decreto Tel.: (55.21)

2 As importações totais do país somaram pouco mais de US$ 21,4 bilhões no mês, com queda de 5,5% em relação a julho do ano passado (Tabela 2). Foram registradas variações negativas em todas as categorias de uso, com destaque para a queda em Bens de capital (11,6%), resultado, em grande medida, das reduções nas compras de Máquinas e equipamentos de uso industrial (-11%), Demais aparelhos eletro-eletrônicos (-10%) e Caminhões, ônibus e outros veículos (-6%). Os Combustíveis tiveram queda de 9% na mesma comparação, assim como os Bens de consumo duráveis (-16,1%), os Bens de consumo não duráveis (-2,3%) e os Bens intermediários (-1,6%). No acumulado do ano, todas as categorias registram também variações negativas, com destaque para a queda em Bens de capital (-9,5%) e Combustíveis (-7,1%). SETORES CNAE 2.0 As Tabelas 3, 4 e 5 mostram a evolução das exportações, das importações e do saldo comercial, com base na classificação por setores CNAE 2.0, respectivamente. Na exportação, 15 dos 30 setores registraram alta no acumulado do ano. Dentre os 10 setores com maior peso na pauta de exportações, responsáveis por mais de 80% do total apurado em julho de 2014, cinco apresentaram variações positivas. Dentre os setores que apresentaram elevação destacamos: Extração de petróleo e gás natural (57,1%), Agricultura e pecuária (5,9%) e Celulose, papel e produtos de papel (3,6%). Dentre os setores com variações negativas, os de maior peso foram: Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (-24,7%), Veículos automotores, reboques e carrocerias (-23,9%) e Extração de minerais metálicos (-7,2%). (Tabela 3). Nas importações (Tabela 4), 18 setores tiveram queda no acumulado do ano, sendo dignas de nota as reduções observadas nos setores Extração de petróleo e gás natural (-10,4%), Máquinas e equipamentos (-10,1%), Veículos Automotores, reboques e carrocerias (-10%) e Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-9,2%). Os destaques positivos ocorreram nos setores de Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (9,2%) e Metalurgia (6,3%). No que tange ao saldo comercial (Tabela 5), 18 dentre os 30 setores registraram variações absolutas positivas no acumulado do ano, sendo dignos de nota os resultados relevantes obtidos pelos setores Extração de petróleo e gás natural US$ 5 bilhões, Agricultura e pecuária US$ 1,8 bilhão e Máquinas e equipamentos US$ 1,5 bilhão. Os maiores déficits foram nos setores: Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (- US$1,8 bilhão), Extração de minerais metálicos (- US$ 1,3 bilhão) e Produtos alimentícios ( US$ 1,1 bilhão). PAÍSES E BLOCOS ECONÔMICOS As Tabelas 6, 7 e 8 discriminam as exportações, importações e o saldo comercial segundo blocos econômicos, respectivamente, enquanto as Tabelas 9, 10 e 11 apresentam análogas informações discriminadas segundo principais países. Ásia, União Europeia e Aladi foram os principais blocos econômicos de destino das exportações brasileiras em julho (Tabela 6), respondendo por 34,1%, 19% e 16,6% das vendas externas totais do país, respectivamente. No ranking de países (Tabela 9), a China permaneceu na primeira - 2/9 -

3 posição com 18% de participação, seguida pelos Estados Unidos, com 12%, e a Argentina ocupando o terceiro lugar 5,4%. Em 12 meses, a ordem não se altera: China na primeira posição (19,5% do total exportado), os EUA em seguida, com 11,1%, e a Argentina (7,1%). Nas importações, Ásia, União Europeia e Nafta foram os principais blocos de origem das compras externas no mês de julho (Tabela 7), com participações na pauta de 28,3%, 20,5% e 18,6%, respectivamente. Na comparação entre países (Tabela 10), os EUA lideraram, com 15,1% de participação, seguida pela China (14,8%) e a Argentina (5,7%). Em 12 meses, a China lidera (16,2%), seguida pelos EUA (15,6%) e Argentina (6,2%). Com relação aos saldos comerciais acumulados no ano, quando discriminados por regiões e blocos econômicos, os maiores superávits ocorreram com a Ásia (US$4,8 bilhões) e com a ALADI (US$4,4 bilhões). Os maiores déficits ocorreram com a NAFTA (-US$ 6,6 bilhões) e com a África (-US$ 4,5 bilhões) (Tabela 8). Quando a discriminação é feita por países (Tabela 11), o maior superávit da balança comercial, no acumulado do ano até o mês de julho, foi com a China (US$ 6,4 bilhões), enquanto os maiores déficits ocorreram com os Estados Unidos (-US$ 5,3 bilhões) e com a Coréia do Sul (-US$ 3,1 bilhões). REDUÇÃO DO COMÉRCIO COM A ARGENTINA EM 2014 A Argentina é um dos três maiores parceiros comerciais do Brasil, mas o volume do comércio bilateral não para de cair. Até o mês de julho, a corrente de comércio com a Argentina encolheu 21,2% e o quadro deverá se agravar nos próximos meses, em virtude do recente default involuntário do país, que afetará seu comércio com o exterior. Nos primeiros sete meses do ano, as exportações brasileiras para Argentina caíram 22,6%. Essa redução é muito superior à observada nas exportações brasileiras totais (-1,2%), embora existam importantes mercados de destino nos quais nossas vendas externas também apresentam quedas pronunciadas, como Coreia do Sul e Japão (Tabela 9). A redução das exportações brasileiras para Argentina decorre, em larga medida, da estagnação e queda do nível de atividade econômica nesse país e das restrições impostas às importações. Mas o perfil de nossas exportações para o país vizinho também é fator relevante. Como mostra a Tabela A, as vendas brasileiras para Argentina mostram elevada concentração em produtos do complexo automotivo (42% do total), e são eles os que se contraem com maior intensidade (-32,9%). Tabela A Comércio Brasil-Argentina: Acumulado Janeiro - Julho de 2014 (em US$ Bilhões) Valor Part. (%) Var (%) Exportação para Argentina 8,66 100,0 (22,6) - Complexo automotivo 3,64 42,0 (32,9) - Demais produtos 5,02 58,0 (13,0) Importação da Argentina 8,26 100,0 (19,7) - Complexo automotivo 4,00 48,4 (20,2) - Demais produtos 4,26 51,6 (19,1) Fonte Secex/MDIC - 3/9 -

4 Os dados do INDEC da Argentina, disponíveis para o período janeiro-junho de 2014, corroboram que a composição das vendas brasileiras é, no momento, desfavorável. Consoante a classificação (grandes rubros) do INDEC, cerca de 43% das compras argentinas oriundas de Brasil são de "veículos automotores" ou de "peças e acessórios para bens de capital", rubros que apresentam a maior retração no mercado importador argentino (-35% e -15%). Eis a razão pela qual as importações argentinas provenientes de Brasil caem 18,4% (ate junho), enquanto que as compras argentinas do resto do mundo se reduzem apenas 3,6%. Em suma, na perspectiva brasileira a queda das vendas para a Argentina é particularmente decepcionante, muito superior à média dos demais destinos; no entanto, nem tudo pode ser explicado pela crise do vizinho, haja vista que as importações argentinas do resto do mundo se reduzem bem menos que as provenientes do Brasil, sendo que as compras de algumas origens (Nafta e China) até crescem. As importações brasileiras da Argentina também mostram queda excepcional (-19,7% até julho), muito superior à observada nas importações brasileiras totais (-4,1%) no mesmo período. Sua magnitude é apenas um pouco inferior à registrada pelas exportações (-22,6%) com destino a esse país, até o mês de julho. Mas, o que explica a fraca demanda brasileira de importações da Argentina? Mais uma vez, a elevada participação de produtos do complexo automotivo (49,4% do total importado da Argentina) é parte da resposta, Não há dúvida que a retração do mercado doméstico de automóveis no Brasil, em 2014, impactou negativamente nossas compras de produtos "automotivos" da Argentina, que encolheram 20,2%. Contudo, como mostra a Tabela A, as importações brasileiras dos "demais produtos" (excluídos os do complexo automotivo), também se retraíram fortemente (-19,1%) e, neste caso, a explicação não é obvia. A perda de competitividade da oferta exportadora argentina é a hipótese mais plausível. É o que aponta uma consultora argentina em informa recente, destacando algumas evidências como a queda persistente das vendas externas de produtos industriais nos últimos três anos (em ritmo superior ao do Brasil), o caráter setorialmente disseminado desse recuo e a redução no número de produtos exportados. Em resumo, o comércio bilateral está em queda. O encolhimento da corrente de comércio afeta intensamente o setor industrial de ambos os países, particularmente segmentos nobres como o complexo automotivo e o setor produtor de bens de capital. O recuo das vendas externas é atribuído ao baixo nível de atividade econômica no país vizinho. Essa interpretação é correta, mas incompleta. Nossas exportações para o vizinho caem mais do que a de terceiros países, resultando em alguma perda de market-share. Ambos enfrentamos problemas de competitividade. Atenção Estas e muitas outras estatísticas do comércio exterior brasileiro encontram-se no FUNCEXDATA. Para obter maiores informações, acesse ou envie mensagem para - 4/9 - Informações disponíveis até 11 /08 /2014.

5 TABELAS Período Total exportado Básicos Tabela 1 Valor das exportações brasileiras Classe de produtos Categoria de uso Semimanu- Manufa- Bens de Bens Bens de Consumo faturados turados capital Intermediários duráveis não duráveis Tabela 2 Valor das importações e o saldo comercial brasileiro Anual Mensal jul ago set out nov dez jan 14 * fev 14 * mar 14 * abr 14 * mai 14 * jun 14 * jul 14 * Variação (Em %) jul 14 / jun 14 12,5 7,1 21,2 18,4 68,5 3,4 (12,6) 13,7 42,5 jul 14 / jul 13 10,7 16,5 18,0 0,6 9,6 3,0 (41,5) 10,5 110,6 Acumulado no ano (1,2) 5,3 (5,4) (9,1) (17,2) (1,5) (26,6) (1,7) 32,9 Acumulado 12 meses 0,4 4,0 (7,0) (2,3) 6,2 (0,5) (2,7) (1,6) 5,1 Participação na pauta *** (Em %) No mês - 50,5 12,3 34,7 9,0 61,9 1,9 13,9 13,4 Acumulado 12 meses - 48,4 12,3 36,8 9,3 64,1 2,8 14,3 9,5 Nota: vide anexo metolológico. Combustíveis Período Categoria de uso Total Saldo importado Bens de Bens Bens de Consumo Combustíveis comercial capital Intermediários duráveis não duráveis Anual Mensal jul (1.899) ago set out (225) nov dez jan 14 * (4.058) fev 14 * (2.129) mar 14 * abr 14 * mai 14 * jun 14 * jul 14 * Variação (Em %) (Em US$) jul 14 / jun 14 18,5 5,8 21,4 1,5 6,1 30,4 (791) jul 14 / jul 13 (5,5) (11,6) (1,6) (16,1) (2,3) (9,0) Acumulado no ano (4,1) (9,5) (1,3) (7,8) (2,3) (7,1) Acumulado 12 meses (0,5) (4,8) 0,9 (4,9) (0,5) 0, Participação na pauta *** (Em %) No mês - 13,0 52,9 4,9 7,6 21,7 - Acumulado 12 meses - 15,0 53,7 5,4 8,4 17,5 - Nota: vide anexo metolológico. - 5/9 -

6 Tabela 3 Valor das exportações brasileiras segundo setor CNAE 2.0 Setores CNAE Agricultura e pecuária ,0 5,9 7,7 17,2 15,7 Produção florestal (3,7) 20,9 9,0 0,0 0,1 Pesca e aqüicultura ,6 7,4 15,1 0,0 0,0 Extração de carvão mineral ,0 212,1 189,8 0,0 0,0 Extração de petróleo e gás natural ,0 57,1 12,7 11,3 6,8 Extração de minerais metálicos (18,8) (7,2) 1,1 10,3 14,0 Extração de minerais não-metálicos ,7 5,9 7,4 0,4 0,4 Produtos alimentícios ,9 (4,0) (5,6) 17,2 17,4 Bebidas ,4 (1,5) 5,2 0,1 0,2 Produtos do fumo (30,3) (34,6) (18,1) 1,1 1,1 Produtos têxteis (8,0) (21,5) (36,7) 0,5 0,7 Confecção de artigos do vestuário e acessórios ,6 (1,1) (0,2) 0,1 0,1 Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados ,1 14,5 14,2 1,5 1,7 Produtos de madeira ,7 7,4 8,1 0,8 0,9 Celulose, papel e produtos de papel ,5 3,6 6,5 2,8 3,1 Impressão e reprodução de gravações ,4 12,7 (27,2) 0,0 0,0 Derivados do petróleo biocombustíveis e coque (37,9) (7,5) (9,9) 2,1 2,7 Produtos químicos ,7 (4,8) (5,7) 4,5 4,3 Produtos farmoquímicos farmacêuticos (6,3) 3,8 0,5 0,7 0,7 Produtos de borracha e de material plástico ,6 (1,6) 0,1 1,3 1,2 Produtos de minerais não-metálicos ,0 3,2 7,1 0,9 0,9 Metalurgia ,3 2,5 (1,5) 8,0 7,4 Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos ,0 (1,3) (7,8) 1,0 1,0 Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (29,3) (15,2) (15,6) 0,6 0,7 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos ,8 7,7 9,4 1,4 1,5 Máquinas e equipamentos (7,1) 1,0 (5,5) 3,2 3,7 Veículos automotores, reboques e carrocerias (32,6) (23,9) (9,5) 4,5 6,0 Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores ,3 (24,7) 28,5 5,7 5,2 Móveis (4,0) (3,1) (4,4) 0,3 0,3 Indústrias diversas ,5 (5,0) 0,2 0,4 0,5 Total brasileiro ,7 (1,2) 0,4 100,0 100,0 Nota: vide anexo metolológico. Tabela 4 Valor das importações brasileiras segundo setor CNAE 2.0 Setores CNAE Agricultura e pecuária (8,8) (14,6) (6,7) 2,0 2,0 Produção florestal (16,6) (20,2) (17,7) 0,0 0,0 Pesca e aqüicultura (24,6) 27,6 42,4 0,1 0,2 Extração de carvão mineral (3,1) (3,5) (12,1) 0,9 1,0 Extração de petróleo e gás natural (23,6) (10,4) (0,7) 13,2 9,2 Extração de minerais metálicos ,8 (2,3) 14,1 0,9 0,6 Extração de minerais não-metálicos ,6 (20,0) (22,4) 0,4 0,3 Produtos alimentícios ,4 5,3 3,4 2,6 2,7 Bebidas (19,4) 10,5 2,7 0,4 0,5 Produtos do fumo (29,6) 42,5 8,0 0,0 0,0 Produtos têxteis ,5 1,4 (2,4) 1,6 1,5 Confecção de artigos do vestuário e acessórios ,1 8,6 9,9 1,0 1,1 Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (10,6) 3,4 3,1 0,5 0,5 Produtos de madeira ,7 3,5 (5,9) 0,1 0,1 Celulose, papel e produtos de papel ,2 (1,4) (2,6) 0,8 0,8 Impressão e reprodução de gravações (9,0) (12,6) (10,6) 0,1 0,1 Derivados do petróleo biocombustíveis e coque ,0 (2,8) 1,3 8,6 8,5 Produtos químicos ,3 (2,0) (1,2) 16,6 15,4 Produtos farmoquímicos farmacêuticos ,3 (3,3) (1,9) 3,5 3,8 Produtos de borracha e de material plástico (4,6) (2,4) 0,5 2,6 2,7 Produtos de minerais não-metálicos (15,9) (2,2) 1,9 0,9 1,0 Metalurgia ,9 6,3 3,2 4,1 4,1 Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (21,0) (3,6) 3,1 1,9 2,2 Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (14,4) (1,1) 2,5 10,3 11,9 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (14,6) (9,2) (1,6) 3,7 4,0 Máquinas e equipamentos (8,0) (10,1) (4,3) 9,2 10,2 Veículos automotores, reboques e carrocerias (16,9) (10,0) (4,5) 9,2 10,4 Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (11,0) 9,2 9,1 2,8 3,2 Móveis (1,3) 2,8 3,1 0,3 0,3 Indústrias diversas ,9 5,2 3,1 1,7 1,6 Total brasileiro (5,5) (4,1) (0,5) 100,0 100,0 Nota: vide anexo metolológico. - 6/9 -

7 Tabela 5 Saldo comercial brasileiro segundo setor CNAE 2.0 Setores CNAE Valores Variação absoluta jul/14* No ano 12 meses No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária Produção florestal Pesca e aqüicultura (27) (240) (405) 10 (54) (125) Extração de carvão mineral (193) (1.434) (2.402) Extração de petróleo e gás natural (220) (3.789) (5.080) Extração de minerais metálicos (704) (1.344) 220 Extração de minerais não-metálicos Produtos alimentícios (1.130) (2.688) Bebidas (62) (423) (726) 26 (68) (8) Produtos do fumo (113) (584) (588) Produtos têxteis (238) (1.309) (1.759) (21) (245) (947) Confecção de artigos do vestuário e acessórios (200) (1.426) (2.358) (43) (123) (229) Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados Produtos de madeira Celulose, papel e produtos de papel Impressão e reprodução de gravações (21) (127) (240) Derivados do petróleo biocombustíveis e coque (1.364) (8.688) (13.421) (683) 74 (968) Produtos químicos (2.521) (14.041) (25.877) (173) 100 (194) Produtos farmoquímicos farmacêuticos (591) (4.285) (7.282) (35) Produtos de borracha e de material plástico (268) (2.028) (3.454) (28) Produtos de minerais não-metálicos 23 (118) (304) Metalurgia (70) (552) Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (168) (1.474) (2.671) (352) Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (2.082) (15.112) (26.087) (998) Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (460) (3.374) (5.915) Máquinas e equipamentos (1.223) (8.300) (14.915) Veículos automotores, reboques e carrocerias (950) (6.389) (9.888) (97) (732) (366) Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores 715 (233) (1.778) Móveis (2) (22) (50) Indústrias diversas (278) (1.543) (2.692) (24) (138) (112) Total brasileiro (918) Tabela 6 Valor das exportações brasileiras segundo blocos econômicos de destino NAFTA (1) ,0 9,2 7,3 14,9 13,9 União Europeia (3,1) (4,1) (0,9) 19,0 19,4 ALADI ,2 (12,0) 1,0 16,6 18,0 Mercosul (7,5) (9,3) (1,5) 10,6 11,6 Demais da ALADI (2) ,7 (17,2) 6,0 6,0 6,3 AELC (3) ,6 (44,3) (26,4) 1,1 1,0 Europa Oriental (3,7) 5,2 (0,2) 2,0 1,8 Oriente Médio ,5 (4,9) (7,2) 3,9 4,4 Ásia (4) ,8 4,2 2,6 34,1 33,1 África (1,6) (12,6) (12,0) 3,8 4,3 Oceania ,7 (11,2) (7,4) 0,3 0,2 Demais destinos (5) ,2 18,8 (2,7) 4,4 4,0 Total ,7 (1,2) 0,4 100,0 100,0 Notas: Blocos econômicos (1) Inclusive Porto Rico e México (4) Exclusive Oriente Médio (2) Exclusive México (5) Inclusive provisão de navios e aeronaves e não declarados. (3) Associação Europeia de Livre Comércio - 7/9 -

8 Tabela 7 Valor das importações brasileiras segundo blocos econômicos de origem Tabela 8 Saldo comercial brasileiro segundo blocos econômicos Tabela 9 Valor das exportações brasileiras segundo países de destino selecionados - 8/9 - NAFTA (1) ,9 0,0 4,3 18,6 19,3 União Europeia (3,4) (5,7) (2,3) 20,5 21,0 ALADI ,1 (8,2) (7,1) 13,0 13,1 Mercosul (10,7) (14,1) (14,7) 7,5 8,0 'Demais da ALADI (2) ,3 2,9 8,1 5,5 5,1 AELC (3) ,4 (4,8) (1,9) 2,4 1,6 Europa Oriental ,7 12,6 (9,5) 2,2 1,6 Oriente Médio (43,5) (11,5) (12,4) 2,8 2,9 Ásia (4) (7,4) (1,4) 2,2 28,3 31,1 África (25,8) (6,6) 5,9 9,4 7,2 Oceania (11,7) (11,8) (10,6) 0,8 0,5 Demais destinos (5) ,5 (22,4) (10,8) 2,1 1,7 Total (5,5) (4,1) (0,5) 100,0 100,0 Notas: Blocos econômicos (1) Inclusive Porto Rico e México (4) Exclusive Oriente Médio (2) Exclusive México (5) Inclusive provisão de navios e aeronaves e não declarados. (3) Associação Europeia de Livre Comércio Valores Variação absoluta jul/14* No ano 12 meses No mês No ano 12 meses NAFTA (1) (548) (6.658) (11.699) 480, ,7 426,4 União Europeia (41) (2.667) (2.373) 16,1 607,2 725,5 ALADI ,4 (1.430,4) 2.773,8 Mercosul (6,7) 235, ,6 Demais da ALADI (2) ,1 (1.665,5) (34,8) AELC (3) (263) (901) (1.451) (83,8) (930,8) (777,9) Europa Oriental (14) (114,1) (124,5) 395,8 Oriente Médio ,1 293,3 133,6 Ásia (4) , ,4 464,5 África (1.133) (4.503) (6.431) 686,2 (72,1) (2.350,5) Oceania (112) (439) (718) 42,0 60,8 104,5 Demais destinos (5) , ,4 218,2 Total brasileiro (918) , , ,0 Notas: Blocos econômicos (1) Inclusive Porto Rico e México (2) Exclusive México (3) Associação Europeia de Livre Comércio (4) Exclusive Oriente Médio (5) Inclusive provisão de navios e aeronaves e não declarados. Destinos das exportações Argentina (33,6) (22,6) (9,4) 5,4 7,1 Chile ,5 19,5 10,2 2,9 2,1 China ,0 3,6 8,9 18,0 19,5 Coreia do Sul (8,4) (21,2) (15,2) 1,3 1,7 Estados Unidos (1) ,1 12,7 8,8 12,0 11,1 Índia ,1 56,8 (7,0) 2,6 1,7 Japão (19,9) (15,2) (12,3) 2,4 3,0 México ,3 (3,3) 11,3 1,8 1,7 Rússia ,4 18,8 8,9 1,7 1,4 Venezuela ,2 7,4 8,7 1,8 2,1 Demais destinos ,2 (3,7) (2,3) 50,1 48,6 Total ,7 (1,2) 0,4 100,0 100,0 Nota: (1) Inclusive Porto Rico

9 Tabela 10 Valor das importações brasileiras segundo países de origem selecionados Argentina (17,3) (19,7) (19,9) 5,7 6,2 Chile ,9 1,8 6,6 2,0 1,9 China (6,8) 2,8 4,4 14,8 16,2 Coreia do Sul (5,8) (8,7) (5,5) 3,5 3,8 Estados Unidos (1) ,8 0,9 5,6 15,1 15,6 Índia ,5 (5,6) 3,8 2,7 2,6 Japão (13,9) (11,9) (4,6) 2,5 2,8 México (2,2) 0,3 5,9 2,3 2,5 Rússia ,1 18,1 (1,3) 1,6 1,3 Venezuela ,2 5,2 27,4 0,4 0,5 Demais destinos (8,8) (5,4) (1,2) 49,3 46,6 Total (5,5) (4,1) (0,5) 100,0 100,0 Nota: Origens das importações (1) Inclusive Porto Rico Tabela 11 Saldo comercial brasileiro segundo países selecionados Valores Variação absoluta jul/14* No ano 12 meses No mês No ano 12 meses Argentina (369,1) (508,6) 1.813,5 Chile ,4 428,2 191,3 China ,7 376, ,9 Coreia do Sul (449) (3.145) (4.844) 17,9 (72,7) (220,4) Estados Unidos (1) (481) (5.303) (9.838) 390, ,6 234,5 Índia 21 (1.491) (2.095) 404, ,9 (524,6) Japão (49,9) (208,4) (704,4) México (93) (1.083) (1.644) 83,1 (79,6) 97,8 Rússia ,1 69,6 309,5 Venezuela ,2 140,7 139,4 Demais destinos , ,7 (1.450,5) Total brasileiro (918) , , ,0 Nota: Países (1) Inclusive Porto Rico APÊNDICE METODOLÓGICO Notação Os valores assinalados em negrito e itálico indicam correções em relação a valores divulgados no boletim anterior. Os valores assinalados entre parênteses indicam variações negativas. O ( ) indica que não houve declaração de valor nesse período. O (**) indica variações acima de 1.000%. Os meses assinalados com asterisco (*) apresentam informações ainda preliminares. *** O somatório das participações não somam 100%, devido à ausência da parcela dos produtos não classificados. Nas classes de produtos ainda há a falta do item operações especiais. - 9/9 -

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