Abordagem. Tamara Paz (R1) Orientadora: Dra. Juraci

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Abordagem. Tamara Paz (R1) Orientadora: Dra. Juraci"

Transcrição

1 Abordagem sindrômica das DSTs Tamara Paz (R1) Orientadora: Dra. Juraci

2 DST - conceito Doença infecciosa adquirida por meio do contato sexual, que pode ser causada por vírus, bactéria ou protozoário. Glossário Temático DST e AIDS Ministerio da Saúde 2006

3 Abordagem sindrômica Úlcera genital Corrimento vaginal e cervicite Dor pélvica Verrugas genitais

4

5 Notificação compulsória AIDS HIV na gestante e neonatal Sífilis Corrimento uretral (homem)

6

7 Abordagem sindrômica FLUXOGRAMA DIAGNÓSTICO PRECOCE TRATAMENTO IMEDIATO

8 Abordagem sindrômica Avaliação Terapêutica Aconselhamento individual e em grupo Abordagem dos parceiros sexuais Exames?

9 Avaliação Sinais e sintomas Fatores de risco Parceiro com sintoma Paciente com múltiplos parceiros, sem proteção Paciente acredita ter sido exposto a DST Paciente proveniente de áreas de alta prevalência de gonococo e clamídia Exames complementares

10 Aconselhamento Vacinação para hepatite B Triagem sorológica: sífilis, HIV, HBV, HCV Enfatizar adesão ao tratamento Importância do uso de preservativo

11 Abordagem dos parceiros sexuais Comunicação por cartão Comunicação por aerograma Comunicação por busca ativa

12 Úlcera genital Herpes genital Sífilis recente Cancro mole Donovanose

13

14 Herpes Genital 1 episódio: - Aciclovir 200 mg, 4/4 hs, 5x/dia ou 400 mg, VO, 8/8 horas, por 7-10 dias - Valaciclovir 1g 12/12h, 7-10 dias - Fanciclovir 250mg 8/8h, 7-10 dias Recorrência: - Aciclovir 400 mg, VO, 12/12 horas - Fanciclovir 250mg 12/12 horas - Valaciclovir 500mg 1 vez ao dia

15 Herpes Genital Recidiva (6 ou mais episódios/ano): - Aciclovir 400 mg, 12/12 hs, por até 6 anos - Valaciclovir 500 mg por dia por até 1 ano Gestante: tratar o primeiro episódio em qualquer trimestre da gestação Lesões mais extensas ou complicações: - Aciclovir 5 a 10 mg por Kg de peso EV de 8/8 horas, por 5 a 7 dias, ou até resolução clínica. Manter terapia oral ate completar 10 dias de tratamento.

16 Sífilis e cancro mole

17 Reação de Jarish-Herxheimer Quadro clínico: cefaléia, febre, mialgia Primeiras 24 horas do tratamento Principalmente na sífilis recente Tratamento: anti-pirético Gestante: risco de trabalho de parto prematuro e sofrimento fetal

18 Lesões com mais de 4 semanas Associar tratamento para Donovanose: - Doxiciclina 100 mg, VO, 12/12 horas por, no mínimo, 3 semanas ou até cura clínica; - Outras opções: Sulfametoxazol/Trimetoprim (800 mg e 160 mg), VO, 12/12 horas Azitromicina 1 g VO semanal Ausência de melhora clínica nos primeiros dias de tratamento: considerar adição de gentamicina 1 mg/kg IV 8/8 horas. Gestante: eritromicina 500 mg, VO, de 6/6 horas. Considerar a adição da gentamicina desde o início. Não é necessário tratar o parceiro.

19 Corrimento uretral, vaginal e cervicite Uretrite/cervicite gonocócica Uretrite/cervicite não gonocócica Tricomoníase Candidíase Vaginose bacteriana

20

21 Corrimento vaginal sem microscopia

22 Corrimento vaginal com microscopia

23 Tratamento uretrite/cervicite Falha terapêutica ou recidiva: - micoplasma, ureaplasma, T. vaginalis - tratamento:eritromicina (estearato) 500 mg, VO, 6/6 horas por 7 dias + Metronidazol 2 g,vo,dose única

24 Leucorréia Tricomoníase: - Metronidazol 2g VO DU ou Tinidazol 2g VO DU Tratamento alternativo: Metronidazol 500mg 12/12h 7 dias Vaginose Bacteriana: - Metronidazol 500mg 12/12h por 7 dias - Metronidazol creme vaginal 0,75% 1 vez ao dia por 5 dias - Clindamicina creme vaginal 2% à noite por 5 dias Tratamento alternativo: Tinidazol 2g VO 1X/dia 2 dias; Tinidazol 1g VO 1X/dia 5 dias; Clindamicina 300mg 12/12h por 7 dias, Óvulos de Clindamicina 300mg ao deitar 3 dias. => Gestante (após 1 trim/amamentação): Metronidazol VO ou Clindamicina VO

25 Leucorréia Candidíase: - Via vaginal: Miconazol creme vaginal 2% à noite por 7 dias ou Clotrimazol creme vaginal 1% à noite por 7-14 dias ou Tioconazol creme vaginal 6,5% DU ou Nistatina UI via vaginal à noite por 14 dias. - Via oral: Fluconazol 150mg VO DU => Gestante (após 1 trim/amamentação): tratamento igual

26 Dor pélvica DIP PRINCIPAIS AGENTES: - Chlamydia trachomatis - Neisseria gonorrhoeea FAIXA ETÁRIA: 15 e 25 anos

27

28 Tratamento ambulatorial da DIP Cefoxitima 2g IM DU + Probenecid 1g VO DU OU Cefotaxima

29 Tratamento hospitalar Indicações: abscesso tubo-ovariano quadro grave: sinais de peritonite, náusea, vômito ou febre > 39 gestantes imunocomprometidas (controverso) ausência de resposta adequada ao tratamento ambulatorial nas primeiras 72h Intolerância ou baixa adesão ao tratamento ambulatorial

30 Tratamento hospitalar Regime A: Cefoxitina 2g EV 6/6hh + Doxicilina 100mg EV ou VO 12/12h Regime B: Clindamicina 900 mg EV 8/8h + Gentamicina 2mg/kg EV, seguido de dose de manutenção 1,5mg/kg EV 8/8h Regime alternativo: Ampicilina/Sulbactam 3g EV 6/6h + Doxicilina 100mg EV ou VO 12/12h => A TERAPIA PARENTERAL DEVE SER SUBSTITUÍDA 24H APÓS A MELHORA CLÍNICA, SENDO CONTINUADA POR VO COM DOXICILINA 100MG 12/12H ATÉ COMPLETAR 14 DIAS DE TRATAMENTO.

31 Tratamento cirúrgico Indicações: Falha do tratamento clínico Presença de massa pélvica que persiste ou aumenta, apesar do tratamento clínico Suspeita de rotura de abscesso tubo-ovariano Hemoperitônio Abscesso em fundo de saco de Douglas A abordagem cirúrgica deve ser a mais conservadora.

32 Verrugas genitais Condilomatose vulvar HPV 90% tipo 6 e 11 assintomática, dor ou prurido local diagnóstico geralmente é clínico biópsia?

33 Tratamento verrugas genitais Aplicado pela paciente: Imiquimode 5% creme Podofilina 0,5% solução Aplicado pelo médico: Ácido tricloracético Crioterapia com nitrogênio líquido Podofilina 10-25% Remoção cirúrgica

34 Bibliografia Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST - Ministério da Saúde edição M. Fábio - Abordagem Sindrômica das Doenças Sexualmente Transmissíveis J Bras. Doenças Sexualmente Transmissíveis 12 (4): Schorge, John O. - Ginecologia de Williams Artmed 2011 Leigh F. Johnson, Leontine Alkema, and Rob E. Dorrington - A Bayesian approach to uncertainty analysis of sexually transmitted infection models - Sex Transm Infect June ; 86(3): Sexually Transmitted Diseases Treatment Guidelines, Department of health and human services Centers for Disease Control and Prevention ( Práticas de atendimento a DST nas farmácias do Distrito Federal, Brasil: um estudo de intervenção - Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 24(3): , mar, 2008

35 OBRIGADA!

DIOGRANDE DIÁRIO OFICIAL DE CAMPO GRANDE-MS

DIOGRANDE DIÁRIO OFICIAL DE CAMPO GRANDE-MS DIOGRANDE Digitally signed by RODRIGO LENZ:51860678149 DN: c=br, o=icp-brasil, ou=secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, ou=rfb ecpf A3, ou=(em BRANCO), ou=ar NAPTON, cn=rodrigo LENZ:51860678149

Leia mais

Solução antisséptica com sulfato de neomicina

Solução antisséptica com sulfato de neomicina EXEMPLIFICAÇÃO DE FÓRMULAS Solução antisséptica com sulfato de neomicina Ácido bórico...5g Ácido láctico...2g Alúmen de potássio...10g Sulfato de neomicina...0,5g Extrato fluido de hamamélis (H. virginiana)...2,5ml

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ ANA PAULA PEREIRA FERNANDES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ ANA PAULA PEREIRA FERNANDES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ ANA PAULA PEREIRA FERNANDES A CRIAÇÃO DE UM SERVIÇO DE REFERÊNCIA PARA A ABORDAGEM SINDRÔMICA EM ALMIRANTE TAMANDARÉ/PR CURITIBA 2013 ANA PAULA PEREIRA FERNANDES A CRIAÇÃO

Leia mais

Colpites e Cervicites Diagnóstico e Tratamento

Colpites e Cervicites Diagnóstico e Tratamento Colpites e Cervicites Diagnóstico e Tratamento Residência Médica Ginecologia HUCFF Isabella Caterina Palazzo R1 Orientador: Professor Renato Ferrari A vagina normal Glândulas sebáceas, sudoríparas, de

Leia mais

18/04/2017. a) Treponema pallidum. b) Chlamydia trachomatis. c) Trichomonas Donne. d) Neisseria gonorrheae.

18/04/2017. a) Treponema pallidum. b) Chlamydia trachomatis. c) Trichomonas Donne. d) Neisseria gonorrheae. 1 (2017 - CS-UFG UFG) No Brasil, a prevalência de sífilis em gestantes é de 1,6%. É uma doença de transmissão sexual ou materno-fetal com caráter sistêmico e de evolução crônica. Em mulheres grávidas,

Leia mais

DIP 1 Profª Christiane Rangel

DIP 1 Profª Christiane Rangel DIP 1 Profª Christiane Rangel Manejo sindrômico das DST s DST s Adolescentes são as mais acometidas pelas DST s devido ao início precoce da atividade sexual, maior exposição sexual e características da

Leia mais

Infecções Sexualmente Transmissíveis

Infecções Sexualmente Transmissíveis PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - SMS Coleção Guia de Referência Rápida Infecções Sexualmente Transmissíveis Rio de Janeiro, 1ª edição/2016 PREFEITURA DA CIDADE DO

Leia mais

Quando suspeitar, como diagnosticar e como tratar doenças sexualmente transmissíveis na adolescência Parte 2

Quando suspeitar, como diagnosticar e como tratar doenças sexualmente transmissíveis na adolescência Parte 2 6 ARTIGO ORIGINAL Stella R. Taquette Quando suspeitar, como diagnosticar e como tratar doenças sexualmente transmissíveis na adolescência Parte 2 When to suspect, how to diagnose and how to treat sexually

Leia mais

Cervicites: facilitando o diagnóstico

Cervicites: facilitando o diagnóstico TROCANDO IDÉIAS XIV DESAFIOS EM PATOLOGIA DO TRATO GENITAL INFERIOR Cervicites: facilitando o diagnóstico PROF. RENATO DE SOUZA BRAVO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO

Leia mais

ORIENTAÇÕES DE CONDUTAS PARA EXPOSIÇÃO SEXUAL

ORIENTAÇÕES DE CONDUTAS PARA EXPOSIÇÃO SEXUAL ORIENTAÇÕES DE CONDUTAS PARA EXPOSIÇÃO SEXUAL Setembro 2010 Prefeito Gilberto Kassab Secretário Municipal da Saúde Januario Montone Coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo Maria Cristina

Leia mais

Atualização na candidíase de repetição Existem novas propostas de tratamento? Vera Fonseca

Atualização na candidíase de repetição Existem novas propostas de tratamento? Vera Fonseca TROCANDO IDÉIAS XX 16 e 17 de junho de 2016 Windsor Flórida Hotel - Rio de Janeiro - RJ Atualização na candidíase de repetição Existem novas propostas de tratamento? Vera Fonseca Conselheira do Conselho

Leia mais

A HISTÓRIA SE REPETE CASO

A HISTÓRIA SE REPETE CASO A HISTÓRIA SE REPETE CASO PARTE 1 Nelson, 17 anos, estudante, está interessado em Verônica, 16 anos, que resiste a "ficar" com ele porque quer um relacionamento mais sério. O comentário na escola é que

Leia mais

Por Camila Boff MFC SMS Florianópolis

Por Camila Boff MFC SMS Florianópolis Apresentações Por Camila Boff MFC SMS Florianópolis http://telessaude.sc.gov.br telessaude@saude.sc.gov.br +55 (48) 3212-3505 Sexo e Gênero Gênero é uma categoria historicamente determinada que não apenas

Leia mais

CAPÍTULO 6. DOEnÇA InFLAMATÓRIA PéLVICA (DIP)

CAPÍTULO 6. DOEnÇA InFLAMATÓRIA PéLVICA (DIP) Unidade 3 - Ginecologia Doença Inflamatória Pélvica (DIP) CAPÍTULO 6 DOEnÇA InFLAMATÓRIA PéLVICA (DIP) 1. DESCRIçãO Síndrome clínica atribuída à ascensão de microorganismos do trato genital inferior, comprometendo

Leia mais

CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho Quadros clínicos de corrimento e prurido genital ocorrem

Leia mais

Caraterização das Infeções Vaginais incidência e prevalência

Caraterização das Infeções Vaginais incidência e prevalência Caraterização das Infeções Vaginais incidência e prevalência CANDIDÍASE VULVO-VAGINAL INFEÇÕES VAGINAIS - Enquadramento Sintomatologia do trato genital inferior Modificações patológicas ou mesmo fisiológicas

Leia mais

Infecções Vulvo-vaginais

Infecções Vulvo-vaginais Infecções Vulvo-vaginais Sintomatologia: Leucorréia (Corrimento Vaginal) Prurido Dor Tumoração Lesões Verrucosas Queixas Urinárias (Ardor Miccional, Disúria, etc...) Leucorréia Inespecífica Leucorréia

Leia mais

Doença Inflamatória Pélvica DIP

Doença Inflamatória Pélvica DIP Doença Inflamatória Pélvica DIP Infecções por Clamídea e Gonococo Prof. Dr. Francisco Cyro Reis de Campos Prado Filho Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Faculdade de Medicina Universidade Federal

Leia mais

Abdome agudo ginecológico. Raphael Garcia Moreno Leão

Abdome agudo ginecológico. Raphael Garcia Moreno Leão Abdome agudo ginecológico Raphael Garcia Moreno Leão Abdome agudo ginecológico 1- Hemorrágico: - G. Ectópica Rota - Cisto Hemorrágico Roto - Endometrioma roto 2- Inflamatório: - Abcesso tubo-ovariano 3-

Leia mais

Edital Pibid n 11 /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID. Plano de Atividades (PIBID/UNESPAR)

Edital Pibid n 11 /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID. Plano de Atividades (PIBID/UNESPAR) Edital Pibid n 11 /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID Plano de Atividades (PIBID/UNESPAR) Tipo do produto: Plano de Atividade. 1 IDENTIFICAÇÃO NOME DO SUBPROJETO:

Leia mais

Doenças sexualmente transmissíveis Resumo de diretriz NHG M82 (primeira revisão, setembro 2013)

Doenças sexualmente transmissíveis Resumo de diretriz NHG M82 (primeira revisão, setembro 2013) Doenças sexualmente transmissíveis Resumo de diretriz NHG M82 (primeira revisão, setembro 2013) Jan van Bergen, Janny Dekker, Joan Boeke, Elize Kronenberg, Rob van der Spruit, Jako Burgers, Margriet Bouma,

Leia mais

AIDS e HPV Cuide-se e previna-se!

AIDS e HPV Cuide-se e previna-se! AIDS e HPV Cuide-se e previna-se! O que é AIDS? Existem várias doenças que são transmissíveis através das relações sexuais e por isso são chamadas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis). As mais conhecidas

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO nº 02 - CIPA 2016/2017. O que são DST?

BOLETIM INFORMATIVO nº 02 - CIPA 2016/2017. O que são DST? BOLETIM INFORMATIVO nº 02 - CIPA 2016/2017 Novembro de 2016 - Orientações Gerais O que são DST? As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso

Leia mais

Consenso sobre Infecções Genitais femininas Transmissíveis: Endocervicites Infecções Pelvigenitais

Consenso sobre Infecções Genitais femininas Transmissíveis: Endocervicites Infecções Pelvigenitais Índice: Índice:...1 Consenso sobre IST s: Endocervicites e DIP S...2 Endocervicite...2 Definição...2 Etiologia:...2 1. CLÍNICA...2 2. DIAGNÓSTICO...3 3. TERAPÊUTICA...3 1. CLÍNICA...4 2. DIAGNÓSTICO...4

Leia mais

Acidentes Ocupacionais com Material Biológico

Acidentes Ocupacionais com Material Biológico Acidentes Ocupacionais com Material Biológico Orientações para o atendimento no PS - 2016 Atualizado por CCIH/HU-USP Risco de transmissão Quadro 1 Agente Material Exposição Risco estimado HIV sangue percutânea

Leia mais

Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, 1994

Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, 1994 ATENÇÃO À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA 2008 Violência contra a Mulher é qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à Mulher, tanto na

Leia mais

sexual e suas indicações

sexual e suas indicações PEP sexual e suas indicações PEP sexual e suas indicações PCRJ 2016 Prefeito Eduardo Paes Vice-Prefeito Adilson Pires Secretário Municipal de Saúde Daniel Soranz Subsecretário Geral José Carlos Prado Junior

Leia mais

Anexo 15. Doenças sexualmente transmissíveis

Anexo 15. Doenças sexualmente transmissíveis Anexo 15 Doenças sexualmente transmissíveis 1. Hepatite B Infecção das células hepáticas (fígado) pelo Vírus da Hepatite B pode ser infecção inaparente e subclínica (sem sintomas) até progressiva e fatal.

Leia mais

CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO. José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho

CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO. José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho CAPÍTULO 16 PROCESSOS INFLAMATÓRIOS GENITAIS: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO José Eleutério Junior Francisco das Chagas Medeiros Raquel Autran Coelho Quadros clínicos de corrimento e prurido genital ocorrem

Leia mais

Faculdade de Medicina do ABC

Faculdade de Medicina do ABC Faculdade de Medicina do ABC Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Disciplina de Ginecologia Prof.Dr.César Eduardo Fernandes Dr. Fernando Sansone Rodrigues TEMA - VULVOVAGINITES Vaginite - conceito

Leia mais

COMO ATUAR NO DIAGNÓSTICO PRÁTICO E TRATAMENTO DO CORRIMENTO GENITAL FEMININO E CERVICITES

COMO ATUAR NO DIAGNÓSTICO PRÁTICO E TRATAMENTO DO CORRIMENTO GENITAL FEMININO E CERVICITES UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE TOCO-GINECOLOGIA COMO ATUAR NO DIAGNÓSTICO PRÁTICO E TRATAMENTO DO CORRIMENTO GENITAL FEMININO E CERVICITES Ana Katherine

Leia mais

INFECÇÕES DO TRATO GENITAL INFERIOR

INFECÇÕES DO TRATO GENITAL INFERIOR INFECÇÕES DO TRATO GENITAL OBSTETRÍCIA INFERIOR Rotinas Assistenciais da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro CONDILOMATOSE Manifestação clínica benigna associada principalmente

Leia mais

Neonatologia para Concursos de Enfermagem

Neonatologia para Concursos de Enfermagem Oncologia Neonatologia para Concursos de Enfermagem Fernanda Coelho PNI 2017 ÚLTIMAS ATUALIZAÇÕES Prof. Enf. Hygor Elias 1 Meningocócica C (conjugada) Indicações: Meningite por Neisseria meningitidis dogrupoc

Leia mais

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (DST) Karina S. L. Tafner

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (DST) Karina S. L. Tafner DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (DST) Karina S. L. Tafner DST São infecções ou doenças endêmicas, de múltiplas causas, transmitidas pela relação sexual DST: possibilidade de infecção múltipla! PRINCIPAIS

Leia mais

Texto de revisão. Dda. Sheilla Sette Cerqueira Dr. Luiz André Vieira Fernandes

Texto de revisão. Dda. Sheilla Sette Cerqueira Dr. Luiz André Vieira Fernandes Texto de revisão Introdução Dda. Sheilla Sette Cerqueira Dr. Luiz André Vieira Fernandes Infecção Genital por Clamídia Baseado em artigo original do New England Journal of Medicine 2003; 349: 2424-30 Jeffrey

Leia mais

BIOLOGIA ENSINO MÉDIO PROF. SILONE GUIMARÃES 2 ANO PROF ª. SARAH SANTOS

BIOLOGIA ENSINO MÉDIO PROF. SILONE GUIMARÃES 2 ANO PROF ª. SARAH SANTOS BIOLOGIA 2 ANO PROF ª. SARAH SANTOS ENSINO MÉDIO PROF. SILONE GUIMARÃES CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade II Vida e Ambiente 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 7.2 Conteúdo Doenças sexualmente transmissiveis

Leia mais

GRAVIDEZ E INFECÇÃO VIH / SIDA

GRAVIDEZ E INFECÇÃO VIH / SIDA GRAVIDEZ E INFECÇÃO VIH / SIDA CASUÍSTICA DA MATERNIDADE BISSAYA BARRETO CENTRO HOSPITALAR DE COIMBRA 1996 / 2003 Eulália Galhano,, Ana Isabel Rei Serviço de Obstetrícia / MBB Maria João Faria Serviço

Leia mais

Perfil das mulheres que realizaram a coleta de citologia oncótica no 1ºsem na Clínica da Unaerp.

Perfil das mulheres que realizaram a coleta de citologia oncótica no 1ºsem na Clínica da Unaerp. SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ Perfil das mulheres que realizaram a coleta de citologia oncótica no 1ºsem. 2011 na Clínica da Unaerp. Kelly Cristina do Nascimento

Leia mais

AIDS E OUTRAS DSTs INFORMAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA PREVENÇÃO

AIDS E OUTRAS DSTs INFORMAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA PREVENÇÃO AIDS E OUTRAS DSTs INFORMAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA PREVENÇÃO O QUE SÃO DOENÇAS DSTs SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS? SÃO DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS, FUNGOS, PROTOZOÁRIOS E BACTÉRIAS TRANSMITIDOS DURANTE O ATO

Leia mais

Todas as pacientes com lesões NIC 2 e NIC 3 devem ser tratadas com crioterapia ou CA.

Todas as pacientes com lesões NIC 2 e NIC 3 devem ser tratadas com crioterapia ou CA. Como proporcionar atenção contínua às mulheres Mulheres diagnosticadas com infecção dos órgãos reprodutores devem receber prontamente tratamento segundo as diretrizes da OMS. Embora seja preferível poder

Leia mais

PORTARIA - CCD, DE 24 DE SETEMBRO DE Prezados Senhores,

PORTARIA - CCD, DE 24 DE SETEMBRO DE Prezados Senhores, Circular 463/2010 São Paulo, 27 de setembro de 2010. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) DIRETOR CLÍNICO/DIRETOR TÉCNICO USO DO ALGORITMO CONVENCIONAL DE TESTES LABORATORIAIS PARA O IMUNODIAGNÓSTICO DA SÍFILIS

Leia mais

Interpretação da citologia cervico-vaginal em Medicina Geral e Familiar

Interpretação da citologia cervico-vaginal em Medicina Geral e Familiar Prémio Patient Care Artigo concorrente nterpretação da citologia cervico-vaginal em Medicina eral e Familiar rastreio do cancro do colo do útero é realizado através da citologia cervico-vaginal. São os

Leia mais

DST Testes Moleculares GENÉTICA MOLECULAR GENÉTICA MOLECULAR

DST Testes Moleculares GENÉTICA MOLECULAR GENÉTICA MOLECULAR GENÉTICA MOLECULAR GENÉTICA MOLECULAR DST Testes Moleculares A Genética de Microorganismos do Hermes Pardini é reconhecida por oferecer uma gama de exames moleculares que auxiliam nas decisões clínicas

Leia mais

1-Vulvovaginites e vaginoses

1-Vulvovaginites e vaginoses 1 1-Vulvovaginites e vaginoses O ginecologista geral tem como principal motivo de atendimento em ambulatório as infecções genitais inferiores, que podem acometer vulva, vagina e colo. Útero e tubas de

Leia mais

Vigilância e prevenção das Doenças de transmissão vertical

Vigilância e prevenção das Doenças de transmissão vertical Vigilância e prevenção das Doenças de transmissão vertical - 2015 2014 No Brasil: SÍFILIS, AIDS, DST, HEPATITES Toxoplasmose Rubéola, Citomegalovírus, Parvovírus, Herpes HTLV, Varicela Tuberculose Chagas,

Leia mais

Educa teu filho no caminho que deve andar, e quando grande não se desviará dele Prov.22.6 Turma: 9º Ano

Educa teu filho no caminho que deve andar, e quando grande não se desviará dele Prov.22.6 Turma: 9º Ano Matemática 1ª) A tabela a seguir mostra a evolução da receita bruta anual nos três últimos anos de cinco microempresas (ME) que se encontram à venda. Um investidor deseja comprar duas das empresas listadas

Leia mais

PROTOCOLO DE TRATAMENTO ANTIMICROBIANO EMPÍRICO PARA INFECÇÕES COMUNITÁRIAS, HOSPITALARES E SEPSE

PROTOCOLO DE TRATAMENTO ANTIMICROBIANO EMPÍRICO PARA INFECÇÕES COMUNITÁRIAS, HOSPITALARES E SEPSE PROTOCOLO DE TRATAMENTO ANTIMICROBIANO EMPÍRICO PARA INFECÇÕES COMUNITÁRIAS, HOSPITALARES E SEPSE Sumário Introdução...6 Informações Importantes...6 Infecções Comunitárias...8 Infecções Relacionadas

Leia mais

Tratamento do parceiro. Regulamentação Ética

Tratamento do parceiro. Regulamentação Ética CERVICOLP 2010-XXI CURSO DE PTGI E COLPOSCOPIA ABG-CAPITULO DE SÃO PAULO Tratamento do parceiro Regulamentação Ética Paula Maldonado IG-UFRJ ABG Consulta ao CRM Se um ginecologista detectar uma doença

Leia mais

Acidentes Ocupacionais com Material Biológico

Acidentes Ocupacionais com Material Biológico Acidentes Ocupacionais com Material Biológico Orientações para o atendimento no PA Elaborado por CCIH/HU-USP Risco de transmissão QUADRO 1 Agente Material Exposição Risco estimado HIV sangue percutânea

Leia mais

TRABALHO DE PARTO PREMATURO

TRABALHO DE PARTO PREMATURO MATERNIDADEESCOLA ASSISCHATEAUBRIAND Diretrizes assistenciais TRABALHO DE PARTO PREMATURO MEAC-UFC 1 TRABALHO DE PARTO PREMATURO José Felipe de Santiago Júnior Francisco Edson de Lucena Feitosa 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

CAPÍTULO 4 DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA (DIP)

CAPÍTULO 4 DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA (DIP) CAPÍTULO 4 DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA (DIP) Juliana Furtado Francisco das Chagas Medeiros Descrição Síndrome clínica atribuída à ascensão de microorganismos do trato genital inferior, comprometendo endométrio,

Leia mais

CORRIMENTO VAGINAL (VULVOVAGINITES) UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ Setor de Genitoscopia Prof André Luis F. Santos 2010

CORRIMENTO VAGINAL (VULVOVAGINITES) UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ Setor de Genitoscopia Prof André Luis F. Santos 2010 CORRIMENTO VAGINAL (VULVOVAGINITES) UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ Setor de Genitoscopia Prof André Luis F. Santos 2010 CONCEITO (VULVOVAGINITES) Qualquer acometimento infeccioso e/ou inflamatório da vulva e

Leia mais

ANTIBIÓTICOS ESQUEMAS TERAPÊUTICOS COMUNS E APRESENTAÇÕES COMERCIAIS NO BRASIL

ANTIBIÓTICOS ESQUEMAS TERAPÊUTICOS COMUNS E APRESENTAÇÕES COMERCIAIS NO BRASIL UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DISCIPLINA DE FARMACOLOGIA ANTIBIÓTICOS ESQUEMAS TERAPÊUTICOS COMUNS E APRESENTAÇÕES COMERCIAIS NO BRASIL Revisão em 2010 Prof Solange Maria Dieterich

Leia mais

REVISTA BRASILEIRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - ISSN X VOL. 2, Nº 02, 2015

REVISTA BRASILEIRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - ISSN X VOL. 2, Nº 02, 2015 CHLAMYDIA TRACHOMATIS EM MULHERES SEXUALMENTE ATIVAS ATENDIDAS NA REDE PÚBLICA DE ANÁPOLIS, GOIÁS Keili Maria Cardoso Souza, Débora Alves Guedes e Jéssica Martins Araújo Centro Universitário de Anápolis-UniEvangelica

Leia mais

Infecções ginecológicas. - Vulvovaginites e DIP -

Infecções ginecológicas. - Vulvovaginites e DIP - Cadeira de Clínica Obstétrica e Ginecológica Infecções ginecológicas. - Vulvovaginites e DIP - C. Calhaz Jorge Ano lectivo de 2009/ 2010 Infecções ginecológicas. Vulvovaginites e DIP Sistemas de defesa

Leia mais

MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C

MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C HEPATITE C PAPEL DA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE EDUARDO C. DE OLIVEIRA Infectologista DIVE HCV HCV RNA vírus família Flaviviridae descoberta do HVC (1989) Vírus da hepatite não

Leia mais

Doença Inflamatória Pélvica Pelvic Inflammatory Disease

Doença Inflamatória Pélvica Pelvic Inflammatory Disease Doença Inflamatória Pélvica Pelvic Inflammatory Disease João Victor de Lima Costa ¹; Rafaela Nicoletti ¹; Daniela Vasconcellos Dini da Cruz Pires ²; Rosiane e Silva Menezes Ferrão³ 1- Alunos do 7º semestre

Leia mais

Vulvovaginites Recorrentes. Maristela Vargas Peixoto

Vulvovaginites Recorrentes. Maristela Vargas Peixoto Vulvovaginites Recorrentes Maristela Vargas Peixoto VULVOVAGINITES Frequência elevada Manifestações clínicas desconfortáveis Atividades cotidianas Desempenho sexual Alterações na pele e mucosas favorecem

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO INICIAL - MULHER VIH NEGATIVO

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO INICIAL - MULHER VIH NEGATIVO INSTRUÇÕES PARA A EQUIPA DO ESTUDO: Após inscrição no estudo, os participantes devem preencher este questionário de avaliação inicial. Certifique-se de que é distribuído o questionário adequado. Após o

Leia mais

A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor;

A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor; RESOLUÇÃO SMS N 002 DE 2013. APROVA O ANEXO III DA RELAÇÃO MUNICIPAL DE MEDICAMENTOS COMO INSTRUMENTO TÉCNICO-NORMATIVO QUE REÚNE O ELENCO DE MEDICAMENTOS PADRONIZADOS UTILIZADOS PELA SMS NAS AÇÕES EM

Leia mais

Grupo I-3-Medicamentos anti-infecciosos, antivíricos

Grupo I-3-Medicamentos anti-infecciosos, antivíricos FOLHETO INFORMATIVO Nome do Medicamento Aciclovir Actavis mg comprimidos Aciclovir Actavis 400 mg comprimidos Composição Qualitativa e Quantitativa Cada comprimido contém: Aciclovir... ou 400 mg Forma

Leia mais

PROTOCOLO DE ENFERMAGEM VOLUME 2

PROTOCOLO DE ENFERMAGEM VOLUME 2 PROTOCOLO DE ENFERMAGEM VOLUME 2 INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E OUTRAS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS DE INTERESSE EM SAÚDE COLETIVA (DENGUE/TUBERCULOSE) Florianópolis, abril de 2016 PROTOCOLO DE ENFERMAGEM

Leia mais

GUIA DE UTILIZAÇÃO DE ANTI- INFECCIOSOS E RECOMENDAÇÕES PARA O TRATAMENTO DAS PRINCIPAIS INFECÇÕES EM SERVIÇO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

GUIA DE UTILIZAÇÃO DE ANTI- INFECCIOSOS E RECOMENDAÇÕES PARA O TRATAMENTO DAS PRINCIPAIS INFECÇÕES EM SERVIÇO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA PREFEITURA MUNICIPAL DE PARACATU - MINAS GERAIS HOSPITAL MUNICIPAL DE PARACATU GUIA DE UTILIZAÇÃO DE ANTI- INFECCIOSOS E RECOMENDAÇÕES PARA O TRATAMENTO DAS PRINCIPAIS INFECÇÕES EM SERVIÇO DE GINECOLOGIA

Leia mais

Abordagem Sindrómica das Infeções Sexualmente Transmissíveis em Adolescentes

Abordagem Sindrómica das Infeções Sexualmente Transmissíveis em Adolescentes Recomendações / Guidelines Abordagem Sindrómica das Infeções Sexualmente Transmissíveis em Adolescentes Syndromic Management of Sexually Transmitted Infections in Adolescents Pascoal Moleiro 1, Cláudia

Leia mais

PlanetaBio Artigos Especiais www.planetabio.com. DST-Doenças Sexualmente Transmissíveis

PlanetaBio Artigos Especiais www.planetabio.com. DST-Doenças Sexualmente Transmissíveis DST-Doenças Sexualmente Transmissíveis (texto de Marcelo Okuma) As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) constituem um grave problema de saúde pública, pois essas doenças, se não tratadas, são debilitantes,

Leia mais

Curso de Emergências Obstétricas INTERVENÇÕES IMEDIATAS NO PARTO PREMATURO IMINENTE

Curso de Emergências Obstétricas INTERVENÇÕES IMEDIATAS NO PARTO PREMATURO IMINENTE Curso de Emergências Obstétricas INTERVENÇÕES IMEDIATAS NO PARTO PREMATURO IMINENTE PREMATURIDADE DIAGNÓSTICO CORRETO DEFINIR NECESSIDADE DE TOCÓLISE DEFINIR AÇÕES DIANTE DA PREMATURIDADE IMINENTE PREMATURIDADE

Leia mais

CAPÍTULO 4 DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA (DIP) Juliana Furtado Francisco das Chagas Medeiros. Descrição

CAPÍTULO 4 DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA (DIP) Juliana Furtado Francisco das Chagas Medeiros. Descrição CAPÍTULO 4 DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA (DIP) Juliana Furtado Francisco das Chagas Medeiros Descrição Síndrome clínica atribuída à ascensão de microorganismos do trato genital inferior, comprometendo endométrio,

Leia mais

Doxiciclina para tratamento da Doença Inflamatória Pélvica

Doxiciclina para tratamento da Doença Inflamatória Pélvica Doxiciclina para tratamento da Doença Inflamatória Pélvica N o 155 Outubro/2015 1 2015 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja

Leia mais

ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM UM MUNICÍPIO DE SANTA CATARINA

ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM UM MUNICÍPIO DE SANTA CATARINA ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM UM MUNICÍPIO DE SANTA CATARINA Mariana Zopeletto* Fabiana Meneghetti Dallacosta** RESUMO Com esta pesquisa de abordagem quantitativa teve-se

Leia mais

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Doenças Sexualmente Transmissíveis são aquelas que são mais comumente transmitidas através da relação sexual. PRINCIPAIS DOENÇAS SEXUALMENTE

Leia mais

91 10 dias após. 96,1 7 e 14 dias após. 96,6 12 dias após dias após

91 10 dias após. 96,1 7 e 14 dias após. 96,6 12 dias após dias após Tabela 1: Giardíase - relação dos s. Parasita Fármaco Esquema Terapêutico Taxa de cura (%) > 98-7 86 14 ; 72 21 Tinidazol 50mg/Kg dose única 91 10 Giardia lamblia 92,6 7 e 14 96,1 7 e 14 96,6 12 80 16

Leia mais

PROCESSO SELETIVO UNIFICADO DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2018 PADRÃO DE RESPOSTAS PRELIMINAR

PROCESSO SELETIVO UNIFICADO DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2018 PADRÃO DE RESPOSTAS PRELIMINAR PROCSSO SLTIVO UNIFICADO D RSIDÊNCIA MÉDICA 2018 PADRÃO D RSPOSTAS PRLIMINAR PROVA PARA O PROGRAMA D MASTOLOGIA Situação-Problema 1 A) Candida sp.ou Candida albicans B) xame a fresco OU studo da lâmina

Leia mais

NORMATIZAÇÃO PARA TRATAMENTO EMPÍRICO DE INFECÇÕES COMUNITÁRIAS

NORMATIZAÇÃO PARA TRATAMENTO EMPÍRICO DE INFECÇÕES COMUNITÁRIAS NORMATIZAÇÃO PARA TRATAMENTO EMPÍRICO DE INFECÇÕES COMUNITÁRIAS ORIENTAÇÕES INICIAIS As doses dos antimicrobianos para tratamento de infecções referem-se a pacientes adultos. Em algumas indicações específicas

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO INICIAL - MULHER VIH POSITIVO

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO INICIAL - MULHER VIH POSITIVO INSTRUÇÕES PARA A EQUIPA DO ESTUDO: Após inscrição no estudo, os participantes devem preencher este questionário de avaliação inicial. Certifique-se de que é distribuído o questionário adequado. Após o

Leia mais

CUIDADOS DE ENFERMAGEM DIANTE DO CONTROLE DA SÍFILIS ADQUIRIDA E CONGÊNITA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

CUIDADOS DE ENFERMAGEM DIANTE DO CONTROLE DA SÍFILIS ADQUIRIDA E CONGÊNITA: UMA REVISÃO DE LITERATURA CUIDADOS DE ENFERMAGEM DIANTE DO CONTROLE DA SÍFILIS ADQUIRIDA E CONGÊNITA: UMA REVISÃO DE LITERATURA Welligton Barbosa de Sousa (1); Dinária Alves Lírio de Souza (1); José Franciédson Dantas (2); Marcelo

Leia mais

VULVOVAGINITES NO PERÍODO GESTACIONAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

VULVOVAGINITES NO PERÍODO GESTACIONAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA VULVOVAGINITES NO PERÍODO GESTACIONAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Renata Dantas Jales 1 ; Carla Emanuelle Medeiros Nunes 2 ; Ellen Cristina Porto de Lima 3 ; Janeuma Kelli de Araújo Ferreira 4 ; Maria Benegelania

Leia mais

PREVALÊNCIA DE INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM MULHERES COM HIV/AIDS NO OESTE DO PARANÁ

PREVALÊNCIA DE INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM MULHERES COM HIV/AIDS NO OESTE DO PARANÁ PREVALÊNCIA DE INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM MULHERES COM HIV/AIDS NO OESTE DO PARANÁ RESUMO ROMAN, Regina Maria 1 YONEGURA, Winny Hirome Takahashi 2 SANTOS, Rosemeri Maria dos 3 HORVATH, Josana

Leia mais

CERVICITES EM MULHERES ATENDIDAS EM UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DE ALAGOAS: PROJETO DE INTERVENÇÃO

CERVICITES EM MULHERES ATENDIDAS EM UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DE ALAGOAS: PROJETO DE INTERVENÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE DA FAMÍLIA GLEYDSON LIMA DOS SANTOS CERVICITES EM MULHERES ATENDIDAS EM UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DE

Leia mais

DST - Proteja Sua Saúde

DST - Proteja Sua Saúde DST - Proteja Sua Saúde Adsense1 O sexo é importante na nossa vida. Ele nos dá prazer e, às vezes, filhos. Sexo é sinal de saúde, permite demonstrar carinho e confiança. Existem, entretanto, inimigos de

Leia mais

Carmem Lúcia de Arroxelas Silva; Steófanes Alves Candido; Alessandro Cesar Bernardino; Layanne Kelly Gomes Angelo; Olagide Wagner de Castro.

Carmem Lúcia de Arroxelas Silva; Steófanes Alves Candido; Alessandro Cesar Bernardino; Layanne Kelly Gomes Angelo; Olagide Wagner de Castro. IMPORTÂNCIA DA ESCOLA NO CONHECIMENTO EMPÍRICO SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E MÉTODOS CONTRACEPTIVOS: PROMOÇÃO DA SAÚDE NA REDE PÚBLICA DE ENSINO Carmem Lúcia de Arroxelas Silva; Steófanes

Leia mais

Métodos anticoncepcionais

Métodos anticoncepcionais Métodos anticoncepcionais Métodos Anticoncepcionais Na sociedade atual, o planejamento familiar é muito importante para a qualidade de vida, pois só assim para garantir um futuro digno para os descendentes.

Leia mais