Instrução da CMVM n.º 10/2011 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros

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1 Instrução da CMVM n.º 10/2011 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros A CMVM, no âmbito e no exercício da actividade de supervisão, necessita que os intermediários financeiros prestem informação, em tempo útil, relativamente às actividades de intermediação financeira para cujo exercício estão legalmente autorizados. A presente instrução define a informação que, relativamente à actividade de concessão de crédito, incluindo o empréstimo de valores mobiliários para a realização de operações sobre instrumentos financeiros é remetida à CMVM, bem como a sua forma e periodicidade. No sentido de tornar célere os procedimentos de envio de informação, reforçando a sua segurança, rigor e qualidade, e facilitar o acesso por parte dos intermediários financeiros à extranet, alterou-se a forma de envio, bem como das rotinas que comprovam o sucesso do reporte, o qual só é verificado no dia seguinte ao da recepção da informação. É ainda digna de nota a inclusão do dever de identificação do responsável pelo envio da informação à CMVM. Assim, a CMVM ao abrigo do disposto nos n.º 5 do art.º 369.º do Código dos Valores Mobiliários, determina o seguinte: Norma número 1: Os intermediários financeiros, com excepção daqueles que actuam em regime de livre prestação de serviços, que em Portugal concedam crédito no âmbito do disposto na alínea b) do artigo 291º do Código dos Valores Mobiliários, comunicam à CMVM, até ao terceiro dia útil do mês seguinte a que respeita, o montante de crédito em dinheiro, para efeito de compra, ou a quantidade de instrumentos financeiros, para efeito de venda, consoante os casos: (i) Aprovado ou concedido, diariamente; (ii) Utilizado, diariamente; (iii) Utilizado, no final do mês; de acordo com o Anexo da presente instrução. Norma número 2: A quantidade de instrumentos financeiros é identificada por instrumento financeiro, através do respectivo código de identificação ISIN ou, não existindo, outra identificação apropriada. 1

2 Norma número 3: Para efeito da Norma número 1, são consideradas as seguintes operações, consoante os casos: (i) Empréstimos em ofertas públicas, qualquer que seja o prazo; (ii) Conta margem, nomeadamente quando a concessão do crédito pressuponha, conjuntamente, o investimento de capitais próprios pelo investidor; (iii) Outros empréstimos de curto prazo; (iv) Outros empréstimos de médio e longo prazo; (v) Outros financiamentos de âmbito equivalente. Norma número 4: O montante utilizado de conta corrente caucionada ou descoberto para aquisição de instrumentos financeiros é igualmente comunicado nos termos da presente Instrução. Norma número 5: A comunicação à CMVM da concessão de crédito supra referida identifica o tipo e número de investidores, nos seguintes termos: (i) N.º de investidores qualificados, subdivididos nos seguintes termos: a. Investidores a que seja aplicado o disposto no artigo 317.º-B do Código dos Valores Mobiliários; b. De gestão de activos; c. Outros qualificados; (ii) N.º de investidores não qualificados. Norma número 6: A informação prevista na presente Instrução deve ser entregue pelos intermediários financeiros no domínio de extranet da CMVM, através do envio de ficheiro informático, elaborado em conformidade com as regras de forma e conteúdo constantes do Anexo da presente Instrução, da qual é parte integrante. Em caso de impossibilidade de envio através do domínio extranet, os ficheiros podem ser remetidos por correio electrónico ou em suporte digital (USB, CD/DVD, entre outros), garantindo a segurança, a integridade e a confidencialidade da informação. O envio da informação através dos meios alternativos referidos deve ser devidamente justificado, sem prejuízo, logo que possível, do seu posterior reenvio através do domínio extranet. Norma número 7: O envio de informação através do domínio de extranet fica sujeito à permissão de acesso à base de dados da CMVM, concedido a cada intermediário financeiro através da atribuição de senha de acesso (até ao máximo de 5 utilizadores). Os protocolos utilizados para o envio de informação são https (HyperText Transfer Protocol secure) e/ou ftps (File Transfer Protocol secure). Alternativamente está também disponível sftp (SSH File Transfer Protocol). Norma número 8: Para efeitos da norma anterior, o intermediário financeiro deve designar até cinco pessoas autorizadas a utilizar as senhas de acesso, devendo zelar pela sua confidencialidade. Em caso de substituição da pessoa designada, o intermediário financeiro deve informar imediatamente a CMVM para que proceda à alteração das senhas de acesso. A emissão da senha de acesso deve ser solicitada, por escrito, pelo intermediário financeiro, devendo ser levantado nas instalações da CMVM, por colaborador autorizado. 2

3 Norma número 9: Para efeitos do cumprimento do prazo de envio da informação à CMVM, não será reconhecida como válida a informação que não apresente um nível apropriado de qualidade. Considera-se que não apresenta um nível apropriado de qualidade a informação que, nomeadamente, não seja prestada segundo as regras de forma e de conteúdo da presente Instrução, sendo por este motivo rejeitada pelo domínio extranet, por erros de compatibilidade ou de coerência entre os dados. No dia seguinte, o utilizador terá disponível um ficheiro com uma mensagem de sucesso ou de insucesso por cada tipo de reporte efectuado. Norma número 10: Caso se verifiquem alterações na informação já reportada deve o intermediário financeiro efectuar o reenvio integral da informação, nos termos definidos na norma número 6. A informação inicialmente reportada só se considera substituída pela reenviada após aceitação desta última pela CMVM. A CMVM pode rejeitar as alterações à informação inicialmente reportada se o intermediário financeiro não prestar, relativamente às alterações efectuadas, todas as informações que eventualmente lhe sejam solicitadas, dentro do prazo estabelecido. Norma número 11: No âmbito da presente Instrução, é interlocutor e responsável perante a CMVM, designadamente no que respeita à qualidade da informação remetida, a pessoa que o intermediário financeiro identificar através da indicação de nome, e número de telefone. Norma número 12: A presente Instrução entra em vigor no dia 1 de Abril de Norma número 13: É revogada a Instrução da CMVM n.º 3/2008 Lisboa, 3 de Março de 2011 O Vice-Presidente do Conselho Directivo, Amadeu Ferreira; O Vogal do Conselho Directivo, Rui Ambrósio Tribolet 3

4 ANEXO Regras de preenchimento da tabela EMP 1. A informação referida na presente Instrução é prestada no formato correspondente à tabela EMP. 2. A tabela corresponde a um ficheiro informático. 3. O ficheiro é remetido à CMVM em formato ASCII com os campos separados por ponto e vírgula. 4. O nome do ficheiro deve ter o formato XXXNNNNNN0AAAAMMDD.DAT, onde XXX deve ser preenchido com EMP, que identifica a tabela reportada, NNNNNN corresponde ao número de registo do intermediário financeiro atribuído pela CMVM (deve ser usado o algarismo 0, à esquerda, para completar o preenchimento dos seis caracteres), 0 algarismo que corresponde a um caracter fixo, AAAAMMDD é a data correspondente ao último dia de calendário do mês a que respeita a informação, onde AAAA representa o ano, MM o mês e DD o dia. Todos os caracteres do nome do ficheiro devem estar preenchidos. 5. O facto de não existir qualquer informação a comunicar relativamente à tabela EMP, não extingue o dever de comunicação nos termos da presente Instrução. Deve, neste caso, ser enviado um ficheiro contendo numa única linha a palavra NULO. 6. Cada linha do ficheiro corresponde a um registo e termina com mudança de linha. 7. Cada linha é obrigatoriamente composta pelos campos indicados infra, ainda que em branco nos casos não aplicáveis. No formato ASCII, um campo em branco é identificado por dois pontos e vírgula sucessivos. 8. Não são incluídos quaisquer nomes para os campos. 9. Não são permitidos quaisquer caracteres de separação dos milhares, nomeadamente o ponto. Por exemplo, o valor de é inscrito no seguinte formato: No caso de financiamento em dinheiro com moeda diferente do euro, a conversão para euros é efectuada com base na taxa de câmbio da data relativa à aprovação, concessão ou utilização do crédito e, no caso do saldo utilizado no final do mês, com base na taxa de câmbio desta data. 11. Os registos para os quais o conteúdo é nulo por não existir informação a reportar não devem ser incluídos no ficheiro. 12. As propriedades dos campos utilizados são as seguintes: Campo numérico: admite exclusivamente caracteres incluídos no conjunto [0;9], não sendo incluídos caracteres de separação dos milhares; Campo : admite apenas caracteres incluídos no conjunto [A;Z]; 4

5 12.3. Campo alfanumérico: admite os caracteres referidos em 12.1 e 12.2; Nos casos em que o campo deva ficar em branco, não são inseridos quaisquer caracteres, designadamente espaços. 13. A tabela EMP é constituída pelos seguintes campos: Ref. do campo A B C D E F G H I J K L Nome do campo N.º de Registo na CMVM Data de Referência Data da Operação Tipo de Crédito Operação Tipo de Linha de Crédito Tipo de Investidor Número de Investidores Código do Inst. Financ. Designação Inst. Financ. Quantidade Montante Formato e dimensão 3 caracteres numérico 8 caracteres numérico 8 caracteres numérico 1 caracter 1 caracter 3 caracteres 3 caracteres Caracteres de tipo numérico sem casas decimais 12 caracteres alfanumérico 40 caracteres alfanumérico Caracteres de tipo numérico sem casas decimais Caracteres de tipo numérico sem casas decimais F - Financimento em dinheiro E - Empréstimo de instrumentos financeiros A - Aprovado/Concedido U - Utilizado no dia S - Saldo utilizado no final do mês EOP - Empréstimos em ofertas públicas CMA - Contas margem OCP - Outros empréstimos de curto prazo OML - Outros empréstimos de médio e longo prazo CCD - Contas correntes caucionadas ou descobertos OUT - Outros financiamentos QLA - Investidores qualificados a pedido (art. 317.º-B do Cód. VM) QLB - Investidores qualificados de gestão de activos QLC - Outros investidores qualificados NQL - Investidores não qualificados 14. O conteúdo dos campos que compõem a tabela EMP respeita as seguintes regras: Campo A (Número de Registo na CMVM): É preenchido com o número de registo do intermediário financeiro junto da CMVM. Campo B (Data de referência): É preenchido com a data correspondente ao último dia de calendário do mês a que respeita a informação. A data é preenchida com o seguinte formato: AAAAMMDD onde AAAA representa o ano, MM o mês e DD o dia. Campo C (Data da Operação): É preenchido com a data em que ocorreu a aprovação, concessão ou utilização do crédito. 5

6 Nos registos relativos ao saldo no final do mês (casos em que o campo E é preenchido com o código S ), é considerada a data correspondente ao último dia de calendário do mês. A data é preenchida com o seguinte formato: AAAAMMDD onde AAAA representa o ano, MM o mês e DD o dia. Campo D (Tipo de crédito): É preenchido com os códigos F para a concessão de crédito em dinheiro ou E caso se trate de um empréstimo de instrumentos financeiros. Campo E (Operação): É preenchido com os códigos: A, no caso de aprovações/concessões de crédito; U, no caso de utilizações de crédito; S, no caso do saldo utilizado no final do mês. Campo F (Tipo de linha de crédito): É preenchido, consoante os casos aplicáveis, com os códigos: EOP, no caso de empréstimos em ofertas públicas; CMA, no caso de contas margem; OCP, no caso de outros empréstimos de curto prazo; OML, no caso de outros empréstimos de médio e longo prazo; CCD, no caso de contas correntes caucionadas ou descobertos; OUT, no caso de outros financiamentos de âmbito equivalente. Campo G (Tipo de investidor): É preenchido com os códigos: QLA, no caso de investidores qualificados a pedido (art. 317.º-B do Código dos Valores Mobiliários); QLB, no caso de investidores qualificados de gestão de activos; QLC, no caso de outros investidores qualificados; NQL, no caso de investidores não qualificados. Campo H (Número de investidores): 6

7 É preenchido com o número de investidores do tipo indicado no campo G que efectuaram as operações consideradas nos campos C a F. Campo I (Código do instrumento financeiro): É preenchido apenas nos casos de empréstimo de instrumentos financeiros, com o International Standard Identification Number (ISIN) atribuído nos termos da norma ISO Campo J (Designação do instrumento financeiro): É preenchido nos casos de empréstimo de instrumentos financeiros, com a designação do instrumento financeiro, se não existir código ISIN e, consequentemente, o campo I não tiver sido usado. Não são permitidos os seguintes caracteres:, * e \. Campo K (Quantidade): É preenchido apenas nos casos de empréstimo de instrumentos financeiros, com a quantidade do instrumento financeiro (ou o montante nominal em euros no caso das obrigações), envolvida nas operações consideradas nos campos C a F sobre o instrumento financeiro identificado nos campos I ou J, efectuadas pelos investidores da categoria indicada no campo G. Campo L (Montante): É preenchido apenas nos casos de financiamento em dinheiro, com o montante total, em euros, das operações consideradas nos campos C a F, efectuadas pelos investidores da categoria indicada no campo G. 15. A informação é prestada de forma agregada para cada combinação dos campos C, D, E, F e G, no caso de financiamentos em dinheiro e para cada combinação dos campos C, D, E, F, G, I e J, no caso do empréstimo de instrumentos financeiros, contendo o ficheiro não mais de um registo para cada uma das combinações possíveis. 7

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