Continuamos trabalhando com um cenário de desaceleração gradual dos preços nos próximos meses.

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1 27 de junho, 2016 Continuamos trabalhando com um cenário de desaceleração gradual dos preços nos próximos meses. Ao longo da última semana foram publicados diversos indicadores relativos à economia brasileira, contemplando a inflação, as contas externas e a confiança do setor industrial. Em geral, os dados não destoaram da narrativa que temos apresentado em nossos relatórios. A economia brasileira permanece em uma situação desafiadora, mas poderá iniciar um novo ciclo de expansão caso sejam realizadas reformas que contribuam para a recuperação da confiança dos agentes econômicos. Neste sentido, a questão do desequilíbrio fiscal figura entre as principais fontes de incerteza para o cenário de médio prazo no Brasil, e o anúncio do acordo entre o Tesouro Nacional e os governos estaduais foi um sinal positivo. Isto porque, apesar de a proposta de renegociação das dívidas entre os entes federativos gerar um custo fiscal de R$ 50 bilhões até 2018 para o governo central, este trato contempla a criação de um teto de variação de gastos para os estados. A medida será incluída como uma emenda na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que propõe o mesmo limite para os gastos do governo central. Por si só, esta determinação não soluciona a crise fiscal dos estados, contudo, é um passo na direção correta e incentivará a implementação de medidas fiscais complementares. Ao incorporar a suspensão dos pagamentos da dívida e os descontos previstos até 2018, revisamos negativamente nossas projeções para os resultados fiscais do setor público, vislumbrando déficits de 2,4% e 2,1% do PIB em 2016 e 2017, respectivamente. Ainda assim, ressaltamos a importância deste acordo por pavimentar um processo de ajuste estrutural nas contas públicas estaduais. 1

2 A recuperação da confiança dos agentes econômicos em geral é essencial para garantir uma melhora da economia brasileira. No que diz respeito à dinâmica de preços, os dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram-se mais favoráveis do que o esperado pelo mercado. A expansão marginal dos preços, de 0,4% entre meados de maio e o mesmo período de junho, veio abaixo das expectativas do mercado, cuja mediana apontava para expansão de 0,5%. Ainda que a surpresa tenha sido relativamente grande, os desvios mostraram-se bem distribuídos entre os itens que compõem o índice, sem um grande destaque em particular. Em termos interanuais, a variação caiu de 9,6% em maio para 9,0% este mês, ao passo que a difusão reduziu-se em cerca de 7,0 pontos percentuais (p.p.), indicando que a proporção de bens e serviços, cujos preços apresentaram expansão no período, caiu de 66,0% para 58,9%. Desta forma, apesar da existência de fontes de pressão altista para os preços de alguns itens, tais como os alimentos, continuamos trabalhando com um cenário de desaceleração consistente para a inflação, nos próximos trimestres. IPCA - 15 (Variação Ano contra Ano) Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Elaborado por Itaú Asset Management. Dados até junho de jun-16 8,98 2

3 Conta Corrente (% do PIB) dez-90 dez-91 dez-92 dez-93 dez-94 dez-95 dez-96 dez-97 dez-98 dez-99 dez-00 dez-01 dez-02 dez-03 dez-04 dez-05 dez-06 dez-07 dez-08 dez-09 dez-10 dez-11 dez-12 dez-13 dez-14 dez-15 Fonte: Banco Central do Brasil (BCB) Elaborado por Itaú Asset Management. Dados até maio de Confiança Industrial FGV x CNI (Série Sazonalmente Ajustada) CNI ICEI (LS) FGV ICI (RS) Fonte: FGV, CNI e Itaú Asset Management. Elaborado por Itaú Asset Management. Dados até junho de mai-16-1, Os dados relativos ao desempenho do setor externo brasileiro em maio, por sua vez, mostram-se menos favoráveis do que o antecipado pelo mercado, acusando um superávit de US$ 1,2 bilhão ante uma expectativa de US$ 1,7 bilhão. O resultado acumulado em 12 meses traz um déficit de US$ 29,5 bilhões na conta corrente, em mais uma melhora marginal frente aos dados do mês anterior em abril, o déficit foi de US$ 34,1 bilhões. Para efeito de comparação, podemos pensar que houve redução de quase 50% no déficit, se olharmos para o nível registrado em 2015, quando tal rubrica indicava que o fluxo de saída de recursos superava as entradas em US$ 58,9 bilhões no resultado acumulado de 12 meses. Em larga medida, o ajuste da conta corrente tem sido associado à geração constante de superávits na balança comercial, com destaque para a contração das importações de bens de capital e de consumo. Mesmo que os índices de confiança dos agentes econômicos estejam indicando uma melhora do ambiente doméstico, não identificamos razões para esperar que a demanda doméstica cresça nos próximos trimestres, de forma que as contas externas deverão continuar o processo de ajuste iniciado em Considerando-se este aspecto, vale citar a divulgação da prévia do indicador de confiança do setor industrial da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Assim como o índice de confiança da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a série da FGV teve uma expansão no mês de junho, calcada principalmente no componente de expectativas futuras. O índice consolidado aumentou 3,7 p.p. entre maio e junho, alcançando o seu maior patamar desde fevereiro de Embora as perspectivas estejam mais positivas, tal mudança não necessariamente irá impactar as decisões de investimento e consumo no curto prazo especialmente por conta do alto nível de ociosidade na economia, da contração do crédito e do aumento do desemprego. Isto posto, cabe ressaltar que a recuperação da confiança dos agentes econômicos, de modo geral, é essencial para garantir uma melhora da economia brasileira - porém, esta ainda precisará avançar muito para ser consistente com uma expansão da atividade. 3

4 O dólar caiu 1,0% frente ao real na semana e terminou cotado a R$ 3,37. Dada a surpresa com a votação pela saída do Reino Unido da União Europeia, que trouxe incertezas para o cenário de crescimento mundial, o desempenho relativo da moeda brasileira foi bem positivo. As moedas do México, Rússia, Zona do Euro e a própria libra registraram importantes desvalorizações ante o dólar. Por enquanto, predominou o racional de juros baixos por longo tempo no exterior para a atração do investidor global pelos ativos brasileiros. Cotação do Dólar 4,3 4,1 3,9 3,7 3,5 3,3 3,1 2,9 2,7 2,5 3,37 R$/US$ 24-jun 8-jul 22-jul 5-ago 19-ago 2-set 16-set 30-set 14-out 28-out 11-nov 25-nov 9-dez 23-dez 6-jan 20-jan 3-fev 17-fev 2-mar 16-mar 30-mar 13-abr 27-abr 11-mai 25-mai 24-jun 8-jun Variação do Dólar dentro das últimas 4 semanas -2,25% -3,05% Semana 24/jun Semana 10/jun -0,11% -1,21% Semana 17/jun Semana 03/jun Fonte: BACEN. Elaboração: Itaú Asset Management Data-base: 24 de junho de ,48 1,54-1,26 0,53-0,67-1,86 5,03 * Renminbi : Moeda oficial da China. Fonte: Bloomberg Elaboração: Itaú Asset Management Data-base: 24 de junho de

5 Curva de juros nominais (% ao ano) 15,00% Apesar do aumento das incertezas com o cenário internacional, a curva de juros doméstica apresentou importante queda na semana. A taxa indicativa do DI Jan17 recuou 0,10 p.p. para 13,69% ao ano. A taxa indicativa do DI Jan21 recuou 0,18 p.p. (para 12,44% ao ano). 14,00% 13,00% 12,00% jul-16 out-16 jan-17 jan-18 jan-21 jan-23 jan-25 O bom comportamento do dólar e a surpresa com o IPCA15 de junho contribuíram para o recuo das taxas. Ainda assim, o mercado manteve como cenário mais provável cortes na taxa Selic a partir das reuniões do Copom de agosto ou outubro. A próxima reunião do Comitê acontece em julho. Fonte: BM&FBovespa. Elaboração Itaú Asset Management Data-base: 24 de junho de 2016 Curva de juros reais (% ao ano) 10,00 9,50 9,00 8,50 8,00 7,50 7,00 6,50 6,00 5,50 5,00 ago-16 24/06/ /06/ /06/ /06/ /05/2016 ago-18 ago-20 ago-22 ago-24 ago-30 mai-35 ago-40 mai-45 ago-50 24/06/ /06/ /06/ /06/ /05/2016 Fonte: BM&FBovespa. Elaboração Itaú Asset Management Data-base: 24 de junho de 2016 Informação Confidencial Política Corporativa de Segurança da Informação 5

6 Ibovespa (em pontos) A semana foi marcada por fortes oscilações ao sabor das notícias vindas da Europa jun 22-jul 19-ago 16-set 14-out 11-nov 9-dez 6-jan 3-fev Ibovespa 2-mar 30-mar 27-abr mai 24-jun 22-jun Num primeiro momento, a euforia decorreu das pesquisas de intenção de voto no Reino Unido apontando para a permanência da região na União Europeia. Também tivemos surpresas positivas com a atividade industrial nos EUA em junho. Em seguida, os britânicos votaram pela saída da União Europeia e isso trouxe estresse para os ativos de risco. Fonte: BM&F Bovespa. Elaboração: Itaú Asset Management. Data-base: 24 de junho de O índice S&P500 nos EUA caiu 1,64% na semana, sendo -3,60% na 6ª feira. As Bolsas na Europa e na Ásia sofreram mais intensamente. S&P500 (em pontos) jun 22-jul 19-ago 16-set 14-out 11-nov 9-dez 6-jan 3-fev 2-mar 30-mar 27-abr mai 22-jun 24-jun O Ibovespa conseguiu terminar a semana com leve alta (+1,15%). Destacamos a retomada do fluxo de compras dos investidores estrangeiros. S&P500 Fonte: Bloomberg. Elaboração: Itaú Asset Management. Data-base: 24 de junho de Informação Confidencial Política Corporativa de Segurança da Informação 6

7 Nome Unidade Nível % dia % sem. % m ês % ano % 12m % 24m Renda Fixa (d-1) CDI % ao ano 14,13% 0,05% 0,26% 0,95% 6,50% 14,08% 27,50% IRFM Índice - - 0,60% 1,65% 13,83% 16,12% 27,11% IMA Ex-C Índice - - 0,46% 1,63% 12,49% 15,09% 28,74% IMA B5 Índice - - 0,21% 1,38% 9,32% 17,25% 31,72% IMA B5+ Índice - - 0,69% 2,81% 21,11% 15,63% 33,60% Inflação IPCA % ,78% 4,05% 9,32% 18,58% IGP-M % ,82% 4,15% 11,09% 15,65% Commodities CRB Índice 188,69-2,50% -1,92% 1,36% 7,12% -15,78% -39,52% Moedas (taxas de câmbio por dólar) Real Dólar 3,37 1,11% -1,21% -6,56% -14,79% 8,92% 51,68% Real Euro 3,75-1,24% -2,56% -6,63% -12,73% 8,10% 23,97% Eur o Dólar 0,90 2,50% 1,54% 0,24% -2,23% 0,91% 22,53% Peso Mexicano Dólar 18,93 3,84% 0,48% 2,49% 10,00% 22,12% 44,92% Peso Colombiano Dólar 2.972,01 2,58% -1,26% -3,82% -6,38% 16,12% 57,27% Peso Chileno Dólar 679,51 1,58% -0,67% -1,70% -4,11% 7,43% 23,12% Iene Dólar 102,22-3,71% -1,86% -7,69% -14,97% -17,46% 0,25% Renminbi Dólar 6,62 0,62% 0,53% 0,55% 1,97% 6,68% 6,27% Dólar Canadense Dólar 1,30 1,97% 0,85% -0,68% -6,03% 5,01% 21,02% Libra Esterlina Dólar 0,73 8,81% 5,03% 5,92% 7,78% 14,87% 24,24% Dólar Australiano Dólar 1,34 1,93% -0,98% -3,15% -2,42% 3,17% 25,44% Dólar N. Zelândia Dólar 1,40 1,65% -1,07% -5,15% -4,21% -3,38% 21,64% Ações - Brasil (em Reais) Ibovespa Índice ,82% 1,15% 3,37% 15,58% -6,94% -7,69% Ibovespa USD ,87% 6,69% 14,04% 38,50% -11,24% -37,05% IBX Índice ,66% 1,50% 3,55% 14,50% -6,94% -7,19% IDIV Índice ,32% 1,76% 2,31% 19,59% -10,41% -30,32% SMLL Índice 967-2,27% 2,86% 6,13% 14,51% -5,47% -24,98% ISE Índice ,19% 1,83% 1,62% 1,66% -14,15% -15,73% Ações - Mundo (Índice - em moeda local) S&P500 EUA ,60% -1,64% -2,85% -0,32% -3,38% 4,48% FTSE Inglaterra ,15% 1,95% -1,48% -1,66% -10,32% -9,55% DAX Alemanha ,82% -0,77% -6,88% -11,04% -16,69% -3,83% Nikkei Japão ,92% -4,15% -13,25% -21,44% -27,79% -0,95% Data Contratos Futuros DI jul-16 jan-17 jan-18 jan-19 jan-21 Último % ao ano 14,13% 13,69% 12,64% 12,39% 12,44% d-1 % ao ano 14,13% 13,74% 12,66% 12,39% 12,41% Variação Em p.p. (0,00) (0,05) (0,02) - 0,03 Mês anterior % ao ano 14,10% 13,60% 12,71% 12,48% 12,41% 31/12/2015 % ao ano 15,19% 15,87% 16,53% 16,71% 16,62% Fonte: Bloomberg Elaboração: Itaú Asset Management Data-base: 24 de junho de

8 segunda terça quarta quinta sexta 27 junho 28 junho 29 junho 30 junho 01 julho Federal Debt Total Total empr em aberto IGPM FGV IPC FGV Brasil Balança comercial semanal Produção industrial Balança comercial mensal EUA MBA-Solicitações de empréstimos hipotecários Confiança do consumidor (FR) Crédito líquido ao consumidor (UK) IPC (FR) Europa Índice de confiança do consumidor (IT) Confiança do consumidor (GE) IPC (GE) PIB (UK) IPC (IT) China e Japão Produção industrial (JN) Taxa de desemprego (JN) IPC (JN) PMI manufatura (CH) Fonte: Bloomberg Elaboração: Itaú Asset Management Data base: 24 de junho de

9 Renda Fixa IRFM 1; IRFM 1+; IMA B5; IMA B5+; e IMA Ex-C são componentes do IMA. O IMA Índice de Mercado ANBIMA é uma família de índices que representa a evolução, a preços de mercado, da carteira de títulos públicos e serve como benchmark para o segmento. Com o objetivo de atender às necessidades dos diversos tipos de investidores e das suas respectivas carteiras, o IMA é atualmente subdividido em quatro subíndices, de acordo com os indexadores dos títulos prefixados (IRFM), indexados ao IPCA (IMA B), indexados ao IGP-M (IMA C) e pós-fixados (IMA S). Com exceção da carteiras teóricas de títulos indexados ao IGP-M e pós-fixados (IMA-S), para as demais carteiras, são calculados subíndices com base nos prazos dos seus componentes. Adicionalmente, em virtude da intenção explícita da STN de não mais emitir títulos indexados ao IGP-M (NTN-C) e, ainda, devido à baixa liquidez observada neste segmento, foi determinada a construção de um índice agregado aos mesmos moldes do IMA-Geral, mas sem a participação do IMA-C, denominado IMA-Geral Ex-C. IRFM 1 LTN e NTN-F com prazo < 1 ano IRFM 1+ LTN e NTN-F com prazo >/= 1 ano IMA B5 NTN-B com prazo < 5 anos IMA B5+ NTN-B com prazo >/= 5 anos Fonte: ANBIMA / Adaptação: Itaú Asset Management Commodities Índice de uma cesta de commodities em dólares. Ações - Brasil IDIV Índice Dividendos SMLL Índice Small Cap ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial Fonte: BM&FBovespa / Elaboração: Itaú Asset Management A Conjuntura Semanal é uma publicação da Itaú Asset Management. A Itaú Asset Management é o segmento do Itaú Unibanco especializado em gestão de recursos de clientes. As informações contidas nesta publicação foram produzidas dentro das condições atuais de mercado e conjuntura e refletem uma interpretação do Itaú Unibanco, podendo ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio. Esta publicação possui caráter meramente informativo e não reflete oferta ou recomendação de investimento de nenhum produto específico. Para análise de produtos específicos oferecidos pelo Itaú Unibanco, consulte seu representante comercial/gestor ou banker para maior detalhamento e informações completas acerca de suas peculiaridades e riscos. O Itaú Unibanco não se responsabiliza por decisões de investimento tomadas com base nos dados aqui divulgados. Cotações após às 17h30 min da 6ª feira. Leia o prospecto, o formulário de informações complementares, lâmina de informações essenciais e o regulamento antes de investir. Para obter mais informações, entre em contato pelo telefone (11) Consultas, sugestões, reclamações, críticas, elogios e denúncias, utilize o SAC: , todos os dias, 24 horas, ou o canal Fale Conosco (www.itau.com.br). Se necessário contate a Ouvidoria Corporativa Itaú: (em dias úteis das 9h às 18h) ou Caixa Postal , CEP Deficientes auditivos ou de fala, todos os dias, 24 horas,

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