Projeto Retorno - Avaliação do Impacto do Treinamento, no Exterior, de Pessoal Qualificado Bibiografia Comentada

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1 Projeto Retorno - Avaliação do Impacto do Treinamento, no Exterior, de Pessoal Qualificado Bibiografia Comentada O PROJETO RETORNO foi uma pesquisa nacional sobre educação superior no exterior, realizada entre 1970 e 1971 pelo Instituto Brasileiro de Relações Internacionais, em cooperação com o Departamento de Pesquisas da Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas. A parte central do projeto consistiu na aplicação de um extenso questionário a uma amostra representativa de cerca de 600 profissionais brasileiros com cursos superiores de longa e média duração no exterior. Através deste questionário, o projeto se integrou a uma série de estudos sobre educação no exterior realizados em todo o mundo por iniciativa do Instituto de Treinamento e Pesquisa das Nações Unidas (UNITAR), sob a direção do Prof. William A. Glaser, do Bureau of Applied Social Research da Universidade de Columbia. O projeto foi financiado com recursos da Subsecretaria de Cooperação Econômica e Técnica Internacional (SUBIN) do Ministério de Planejamento e Coordenação Geral, e do Instituto Brasileiro de Relações Internacionais. O projeto foi dirigido por Simon Schwartzman, e participaram da equipe técnica Magda Prates Coelho, Elisa Maria Pereira Reis, Renato Raul Boschi e Gilda Olinto do Valle e Silva.

2 ~. -...,. r 0 INSTITUTO BRASILEIRO DE RELAÇÕJ!S INTBRNACIONATS FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA BRASILJ!IRA DE ADJlINISTRAÇÃO POBLJCJ. - 1fBAP,~ ~c=~-~\ Doe. n Q 1 BIBLIOGRAFIA INTERNACIONAL COMENTADA SÔBRE IMIGRAÇÃO E RETORNO DE PESSOAL QUALIFICADO RENATO RAUL BOSCHI fifiojdo IfETOIfNO - AVALIA CÃO DO ljlpacro DO TllllINAMlINTO, NO lixurior, DI< PIlSSOAL QUHlPICADO

3 BIBLIOGRAFIA COMENTADA SOBRE MIGRAÇAO E RETÓRNO DE PROFISSIONAIS QUALIFICADOS. (,) o presente trabalho tem coro~ objetivo a apresentação do material existen te sôbre o tema geral das migrações internacionais de pessoal qualificado o qual foi classificado segundo distintas óticas. Temos, em primeiro lugar, os tratalhos que abordam o problema das migrações de ângulo mais geral, numa tentativa de avaliar sua importância, situá-lo no âmbito das relações entre países com suas conssqtientes implicaç5es no que diz respeito ao de~envolvimento ec anêmico. Em seguida, podem ser agrupados numa mesma categoria os estudos Que, Bd~ mais de empreenderem uma descriçã9 gersl do problema, tentam estabelec~r ções de cunho mais teórico, fundados principalmente em aspectos ecanômicos. Um outro grupo de trabalhos tem como o f~to explica de abordarem aspectos especificas de um pais ou região, seja simplesmente descrevendo algum ratar especial, seja elaborando um esquema teórico amplo com o caso do pais em questão considerado como exemplo. Existem muito poucos trabalhos que tratam em especial do caso brasileiro. Outra ótica para o fenômeno envolv~ considerações de ordem jurldica, polí ticb e institucional, sal ientando a adequação de determinadas leis, propondo medi das e apresentando debates em tôrno das mesmas. De maneira geral tratam- se de publicações que são atas de r euniões de órgãos interessados no pr oblema das migraçoes, incluindo, na maior parte das vêzes apêndices com vasta documentação estat{~ tica. Por fim, foram compilados também alguns documentos e pe~uenas notas acer ca do problema que apar eceram em revistas não- p-specializadas, a lém de algumas bibliografias já exist entes sôbre o assunto. {, } Organizada e comentada por Renato Raul Boschi, a partir de um t rabalho prelim! nar de Mariza Bath. A padronização e complementação das referências bibliográficas foi feita por Sueli Pereira Lima.

4 .- I - Colocaçio gel' 1 do problbld8.: M1gra~o e De5ellVQlvilIlBnta II - TentaUvlI d arr&.<\j o eórlco-expl1eauvo: ljiodelos III - O pro.. c:ií,es-pe~ic I;l de eertãs l'es;tões ou países: l!i:jliuse (l.e caso!! IV - AllpeetDa 1nsti 1;I:Ic ~ill e legais I deta te" e l'bl:!oluçõel:! V - Bibllogra1'1a~; dooulden1:.os, noticlas. [>los Cl:I!I.!lOS êlii qui! UI!i artdll'o 'pi! ta _iii d WII!l classidc:ação, es a5 apàl"&c er; o indic'li.da!l no t.ejçl;(j

5 I COLOCAÇM G_L DO PROBLEMA, MIGRAÇM E DESENVOLVIMENTO. ADAMS, Walter, ed. The brain drain. New York, MacMillan, TIp. 1 Celetânes de textos sôbre diversos aspectos do brain drain apresentados numa ferência sôbre evasão de talentos em Lausanne, Suiça, em agôsto de 19A7. O livro é dividido em einco partes, das cpais a prl~ei r8 se ocupa da descrição do problema; a segunda inclui artigos que buscam estabelecer um esquema anal{tico; a tercei r a parte aborda a questão da educação enquanto r elacionada à migração e aspectos correlates do desenvolvimento ecanômico. Existe uma parte de alguns estudos de cª so, incluindo Fr ança, Grécia, o Mercado Comum Eur opeu, África, India e o caso de países subdesenvolvidos considerados de manei ra geral. Finalmente, num artigo elª borado pelo pr ópr io o rganizado~ da coletânéa e um colaborador, propõe- se uma agenda par a atuação f rente ao pr oblema, inclui ndo soluções considerada liô como uideais", COil tais como : aumento de salár ios, r evisão das estruturas salariais, aumento das 0 -, portunidades profissi onais, aomento na receptividade a nrudança, r eestruturaçoo no investimento em educação e r acionalização das politicas de mão- ôe- obra, promoçao da integração econômica, eliminação da discriminação, e r emoção de restrições modq pol{sticas nos pa{ses que são polos de drenagem (Veja artigos isolados). p.l-8 Intr oduction. ln: The brain drein. New York, MacMillan, 1968., Introduzindo a cc letânea de a r tigos J o eu tor define o "br ain drain II, car pcter lzando- o e mostrando a importm eia que tem para os pa{ses em d.esenvolvimento. ~presen. ta os modelos linacional iata 11 ellinternacionalista ", c ontrasts:1do- os. Explora a po. s{vel motivação dos emigrados de alta Qualificação. AZEVEDO, Thales de. A evasao de talentos. Rio de Janeiro, Paz e Terra, p. 3 Par tindo de uma análise das desigualdades econômicas, políticas e sociais no plano internacional, o autor situa o fenômeno do ~ra i n drain como mai s um desafio pr opo.

6 c I to'.;- ;E~- t./l~" MI,, '1". <''1''j.!!iilt~ A ii!i>': ~Q i ~ lo "'t' li... t :!. 1 ~;:~i3,,~..!<:. N~,!~./I!ii!e.'i'i - :'i a } 0;-8.tll.~.p' t ~ -~'J ".t.;,\: ii ~ Co'lil.l!!.4!i~~';.!, I < i ~I~::a "I!I,l!.tt:tS i ~ -; : I i.*-.31 J i " 1 d' l..,- ~S=.!i!I~~:.. <> " ;:... ~.... "' ~, o. ~ts.i.1 ~ <S~ ~M ".1:':: <,.: '.M~l " :jl..a:~i!"~:~ ;:d';jo~"s-,:i. 3 ~ij. ::l,.., to,8... 0B.S8~ :.i~ Rl&;J8! III : 1 [llq, 11"1...,.'.", t I ~! ';151.-: 41 ; E, :llo::: f ;:l.8.'i.:."!.]~t.. ', o t ;" '<lc j. t,. ~ '! M ~" s, t:. " '! - ii.:! t",..m I['",:I"' r o... ~.,,'l:... o ~"I&:;: c~ 3 ~ I j ~, 3! 3 5, ~,'lll'liifll!,!:i, ~ R~~l~"".s~d _ "I ;~il 3 &ij.... ~".~~ '! f;: i. 2, ';,.::P.: ~ J r '& 5 1'1 E:lI 11 t~l':l i 3.:':g'! ~I'! j~ -.i!\'l:i"''a''~ "' \;-.e./i I&llt~ ' < 11. 1, ~,.. Ij... li-ll:, I :i~:i~~ j: ;;:; ~08!Ji~jR'i.13~!. :l:,, li rlj".ll"j " ,1..., i... &,!i!!i ~-,," S,iI" 18,p' ~'\!,,'I:, '<te.11.""!o... "Ka, "" ;; "jelill,:,=s e..,, I 1',., " I 'I' ~ '.o!! o i~"itjt!.a~ I, &J"8i ";t! t '.:l~';;:' t loa -. 3 ii. 11" ";' 8./I ~1C-3ftil -':...:.!:.3 1'l':!M-35i~ "! 'I! -~ -8t,, 1./1.; :31~ f ", i03?3~ 2~ Jis:G! " li ""I'" H!J!,Ij'i" " 11",. 'I'"~ I '.. 'i =E 05!: r W 'I! jlm ~~i :! j3-.iiil: ~ f "f 'il ";d'11;:~ oojl l 8 I., J!lf'"., o" Si",;:, :, ~.:!,;;dc, 320': Ill~I.. ~, ". : H I ll-!!! ~ H ':,; ~ 1,,

7 J. pr oblemê do brain drain e seus áspectos correlatas surgem por causa de diferenças fundamentais na maneira pela qual o segundo entra no processo de tomada de decisoes em contraste com o primeir o. Conforme o atar, do ponto de vista de desenvolvimento ecanômico, o capital humano tende a ser muito mais importante que o capital fisico, pois nêle está envolvida tôda a esfera de conhecimentos humanos, além do fato de se constituir uma estrutura e não um agregado como o capitel risico. As dificuldades cam relação à tomada de decisões tornam- se claras ouando se constata que o capital humano não é contabilizável. Nos países novos, a diferença entre o capital fisico existente e o capital humano tende a ser positiva e portanto a emigração qualificada altera de maneira ainda mais drástica o equi11brio necessário ao desenvolvimento. Salienta ainda à guisa de conclusão, que nao se deve incorrer ~ ma visão otimista do problema, pois constata-re que atualmente o movimento da tecnologia se dirige no sentido de tornar os países ricos cada vez mais independentes doa pobres, ao ponto mesmo de privá- los de seu potencial de liderpnça desenvolvimentista. COMMITTEE ON THE INTERNATIONAL MIGRATION DF TALENT. The internatiqnal migration of talent : i t s impact o~ the deve10pment pr ocesso Ne~ York, Praeger Publ., p. 6 Trata- se de um volume apresentado e organizado pela gducation a~d World Kffai rs in cluindo uma série de r esumos e monografias derivadas de um estudo de dois Bnos sôbre o problema das relações educacionais entre na ções, mais especificamente, o da migração internacional de pessoal altamente qlalificado, preocupando- Re principalmente com o impacto do fenômeno sôbre as nações em desenvolvimento. O volume é ar ganizado po~ regiões, apresentando problemas específicos do Leste e Sudeste asiático, (Taiwan, Filipinas, Japão, Tailândia, Co r~ia, Malásia, e Singapura ), Ásia do Sul (ênfase principalmente ao caso da India), Oriente M~dio (Turquia e Iran) África, América Latina, Europa e Austrália. ~o todo spa 22 artigos analisando as polí ticas de migração de cada uma das áreas envolvidas, caracterizando o problema e ~ gerindo medidas de atuação por parte dos govêrnos. A conclusio é voltada para o problema da mi gração enquanto diretamente relaci onado à modernizaçã ~, inclui ndo aª pectos tais como : a natur eza e causas da migração como uma anomalia do desenvol vi mento, influências não-econômicas sôbre a migração, politicas e ação por parte das naçoes em desenvolvimento e por p~rte das nações desenvolvidas.. Modernizetion and the mi gr~t ion af talent: a report f r om Emlcation and World Affairs (New Yor k, Education end World Affair s, 1970) 88p. 7

8 Elú'OIO o probl_ d& mi!!1"'ção de talenioã -.. ~ - 1'0 da tal "iilso, a 1!dgra~Q ê,colgc4da C del:lelillol v1menta éconânico I abordando ;de CIZO ums :an 4. ii. dan r o do pr ocesso de eapeciricam&nte o CBSO dos m~dicos. Den O UlIi panéloxo na i!!bllt do de que a:!! pel- IIIIS que têm COIllO o::eta o D.El!erJvalv:iDtm o MonCm1co qu e J.mpliaIJ. BIll. moda rnillllção de métodc3 e inbt.!:ttli,.,õ.e B j aio os QUe m!mol!l 1'livorecClll UJI1 i ntegtsl. Io)n'OVoi MIIén de átl!l ei.o-d8'-obr.!l. qua1ifica~!l. Dl!llIta :ms.nein a l"iispoílta da lllig:rllção irrt.ern!l.cil;mal, A.. ~... -nqu'lll Lo conto a da. cqln deblll1lprego O subempr-égo 1nu.1'I1C13. e " QMIfeqI'l no:i1l db demanda por pef8qb.1i altament.e ubll1'1cad!lé em países alt.!idçad D!I.!l.itr ofl f,li.tôrea I),U" niío = 6 ra.. nilim!ilii t8l'i!01l 1:111 o orte. e demando> de I;IlqlN8oB tjid ta:db' cona.idera&.;; c 1'a ârés paio olcigieos, oponunidllill!s de cunir t atôres pol:í ic Da. tio C.l'UIQ I18pocial doa ~diqo!l V.. rl.t1ca-bil!l oxill "ncis de W!i dos I!III:lOl' II lu:xos 1llÍ1rJ'&- todob, o Cf.lal. ~B int.errdlllpido, " Bnllllrl.a \l.1!i colapi'0 nos ~i!l't.émal!i hol!lpitllleres ds In(latel"I'B II E Dt4do~ Un dos. Pinalme "o. propõe-a e Iilgw;;a s recoofmdaçõe5 par!! Pl g ç8o;, lu.i do de".. nvnl.vllr:fmto, a 001l(1en...çiío do IlpOO..O.. individuo.. pl'odtltlvob,o âellenvolvi.menta de lj,lili e prccbso planojlldo II Clon.tmlO, II. impl=nt!l.çã.d de cinosntl, VO!! ablstivcb, o eatabelecfuent... de "entro.. lie " xclll.ê ncia.selec:1on do.. a alhor-i!l &11 opet.. ôell do l!lercbdo li rllbàl 1:10, fi reduç~c àllmigl"!!"';ti II oro,... necmento de recollipo!1l:!!!ia I!{j pecius aoa em1!:;l'ados quo :ratorm.. Op!l!tJ de orlg!llll.sy, gern-,... t.alnb~ modiclaa elijl'i;!qiti.a a IIli)rO!ll al:lotbàall pelo!' pa1$ e ~ desanvohtidos; I1lIÍrn d/l II. t;ua~od.. ~rgioa internacionaill. DEDI~, S+..ovan. rarj,y 1!Ll.gn t:l.on ln J 1);. IS. altar, ed. Thá br.da dr!! 1q. Hev lori!. Kf,cttilllln, p. ~. o artigo diaollte o problljll!li di! evasão a. UI~IIDtoS em pera~cu vli b1stórictl. A 1Di~ gragão de ta ent.os é 1lIII f8nâmmo antiga t! é M história dll ciênoia!i ra,vés ~ploll (nos ú l B 2200 lilioa, pois!ldta~ II cl~da em! ellôn1 m.. ) que podmlo!led- COO t rar r espostl!:s II.B perguntas que li tu.. 1me:nt& se debll tem t ) o qu II lse faz pera Bl p gáo " prevenção do mgraçâo dll wllnws 1 Q.I orientou el?bii m1graijáo, qua ndo e onde? ) ~Iiltlllll!lldo II. pou tica c l'9la.yicj à md.gra gio de t.al8lltos 7 ti l or quê foi DMIIl;IstÚ-io c riar as" polftioa 1 li) Q.Jaia 011 lleul!.. Col. to!!? d HOJ e, quando I:.odos DS Ilftfaes ae,empadjlii!ll ert1 dellbllvol ver a U v a. pau tici!i. de i!sbilnvo! v1menl:.o o1.ent{f U:o, v r:u'1eo- S<:l pé<{lim1o inter.3abil por llld8. polltiell cienmi'i<la. extema e pela. trt"lição de e1 n!. OS::!l lido:!! Un1da!!,.~e dispõe, IituUmen e de

9 desenvolvida e sofisticada seienee poli cy, sso um dos poucos pa!ses que têm r egulamentação sôbre a migração de t alentos. 5 uma ESTADOS UNIDOS. Caune! l on Internati onal Educat i onal and Cultural ~ ffair s. The internstional migration or talent and skills; proceedi ngs af a workshop and conferenee. Washi ngton, Department af State, Cct p. 9 Atas de conferência patr ocinada pelo Cguncil J bert E. GoIIiD. editadas com uma introdução A conferência foi realizada em 'washington, D.e., junho de As conclusões estão sumarizadas em memorando do Departamento de Estado apensa de A"l trabalho, e incluem como solução a o problema do brain dr ain as seguintes : 1. Colocar mais ênfase em pesquisas e estudos relacionados a o nao r etôrno j 2. Encorajar a ação pelos govêrncs estrangeiros a deter a drenagem de seus c~ reb ros ; 3. A judar 80S govêrnos a localizar e r ecrutar seus próprios cidadãos, nos Estados Unidos e enviá- los ao país de or ígem ; 4. ~star a cooperação de instituições,. agen- /. cias e grupos em outros palses no sentido de conseguir oportunidades de emprego pª r a os indivíduos trei~ado s nos Estados Unidos ; 5. Encorajar o setor privado americano a estimular o retôrno de visitant es acadêmicos 'est rangeiros 8 0S seus, pro- prios pa1ses ; 6. Adequar o pr ograma educacional do visitante às necessidades meio ambiente de origem ; 7. EnfAtizar o desenvolvimento educacional no exterior e no pais de origem. ao do Congress o House. Committee on Govemment Operat ions. Scienti fic brain drain from de developing cguntries; t~enty-third report b,y the Cornrnittee on Govemment Operations, 90th Congress, 2d session, Mar. 28, Washington, U.S. Govemment Printing Orfiee, p. (Union Calenda r no 474. House Report,1215). o 2.30 relatório do Congresso do "Commi ttee on Govemment Operations rt, r eunido em março de 1968, diz que a imigração qualificada tem aumentado ràpi damente e que pod e, a 1 ongo prazo, ter conse~ene~as desastrosas para o pa~ s da perda. Par. / ticular mente elevado é o númer o de estudantes que não regressam ao seu pa{s de origem. R~ comenda: limite do tempo de treinamento e sel eção de candidat os na medida em as carreiras estejam r elaci onados com as necessidades do pais de origem ; 10 que obtenção do visto rrj u para a permanência nos Estados Unidos. Recomenda ainda medidas para reduzir a imigração de médicos em particular e que a AID recrute nos Estados Uni dos t écnicos estrangeiros aí ' residentes, convidando- os a voltar aos seus para prestar serviço no lugar de técnicos americanos. paises

10 6. ' Senate. Subcommittee an Imigration and Naturalization af the Cimmittee on the Judiciary. Hearings : international migration af talents end skills. Washington, U.S. Govemment Printing Offi ce, Trata- se de ~~ transcrição de debates realizados em março de 1967 no Senado Ameri cano, com declarações, entre outros, de Charles Frankel, Charles Kidd, David Henry, Eugene Roatoy, A publicação inclui vários anexos, entre os quais os t rabalhos: Migration af Health PersQnnel, Scientists and Engineers from Latin America ( Pa~american Health Organization, 1966) e The Emigration for H1gb Leyel Manpower: case af Chile (panamerican Uni on, 1966). li the Advisory Commission OD Internstional Education and Cultural Affairs. Foraign studentes in the United States: a national suryey. Washington, Septo Relatório de uma pesquisa nacional sôbre a motivação, características e orientação dos estudantes estrangeiros em universidades ame r icanas como dados colhidos atrav~s de amost~a de um universo estimado de S2.000 individuas. Caracteriza- se a or ígem dos individuas e as razões de sua vinda aos Estados Unidos, a escolha uma universidade par a estudo, o tipo de financiamento recebido, o planejamento de cursos, suas f ormas de resolver o problema de moradia e alimentação nos US, habilidades linguisticas, de suas background acadêmico e seu desempenho nas universidades americanas. Analisa também em capitulo à parte o mundo ~oc ial do estudante estran geiro no tipo de vivênci a experimentado enquanto r esidente nos Estados Unidos ; parte final inclui o questionário utilizado no survey, hem como os procedimentos de extração da amostra. A o HENDERSON, Gregory. Fareign studentes : exchange ar immigration. International Development Review. Washington, Society for Internationel Development, Dee p. mimeogr. i3 o autor empreende um apanhado geral sôbre o problema, salientando a dificuldade de se ter uma idéia clara a respeito em virtude da desorganização das estat{sticas di pon1veis. Caracteriza pr incipalmente o problema dos países asiáticos e das especializações de medicina e engenhar ia, mostrando como o interêsse geral envolvido com o estudo no exterior não se deve a uma preocupação com o desenvolvimento da ciência nos pa{ses de origem, mas a um desej o de se obter uma f onte de renda e status permanentes. O t r abalho é restrito e carece de dados.

11 _,-_' _pu... of MIh_k111od.npo'''or r- UJO oioroolopl"".""n~ri... Jork. litfltar, _. 1m. 2lJ p. _,. Il11ow-..so por _ "";U.. 101'11 4<>1 o",p""""w <lo "Moa al,cl'lçooo', p{t l{uoao 110 1lIll""2Õ0 _ po!... 01>1_.. _ ""..."...h"-oto, ",to..,0-,... _... 1_ <lo. "''''''''9'0 """m<l... ""' tlw!o ilipoeto.õ,,..... lo.~."t... e_~14o '_I.. io\.ornoe1_1... <r.-' doo dloorsoo..-!_.. Elo _'''",..U..."';11.. do....r.ue.. d..,-ínlo oôbro. 111_,... p.. rhol... ' _. 'ru" poí...!,h quah HJ". een..!õ, ",n"';uo, "" Po1... Bo.b.., l.o.tilo.\.o,... d.noio _UI "'1'''' *" _, do!il,i,...~. )lo'" '"!auoo. lialdo, ""troo pai... no.p... <lo "'o-<\e-ob", '_oil'l, e_ IWII 'I" AI_nho. I!!>t,..... I',d... _ "".~.!Mtl... oil.''''_il do 11>_100.. OT1,..,t.llÓcllo, ColÔllbl.o, l'r1n1dod.. Tobo",.. J_1eo. I p'tt. ooru1.,'i<i t.. ", do 1OI.,,,çoOo.. "... ""1 <lo.t.. l -.n... <r... Ut,.. \IÕ" onolj.. rol... t.... por pof_. O... to. """11... dito,...,;o.",.. )lol......,..10"0 loil""'çio do 1'1'<1['''''.'''10. 01:>0_ 1'_1_ do...,.. ~ do _\.o "".\ota ""' -.1'._..1_1. ",,""':"'0.,."".ldo..-""o... roi."" 010 ot.nçõoo.. roe!",1'" qoo 0\1 ~o 110 p>'otloo1ondo. ln... r ~do...,...-pc.. 't... J'<"' O tllao. -.pro-" pi do. u.l.qo"" du> ",,_ do II1rroç-fo quj. 1It1ea1ls. dt.an40 ""t... ""roo t.tõ... ~.. tio <lo p... Ju{o.,o...""""ol.lM.oto ""nio.... toqu... I..uYÍdII.,. odiiud.,.. o perd... eu.too "000 odiic'çõ~.,. r'_ lõ... _.Id""... "" _'"... rl... _ ""{... olrl""" '1""" doo oaí-... oly~...! litulid, CI",, l... RlElD.!Ionrl. Tho.. lulo... N.l. _to: tl' l!uropo 0tId tho _..., ""U"" I., A:l.lM'l. \/01... M. T!;t tra1p dnln. _ Tort!. liool!1llon. 19'6!!. p.»-67 " "',..1",,0 do o""""'''';.ii. <lo '1"' "."". <lo aoj,... _..uolo.. tio 00Cl 000' opona.o cu... pai_ (~. Fr..'I". 1"1:10"',..,... U_ o =.0 _lo.. U...), "' _.ror ""... n.. _.. bo Io1o..._. ""ra.. poí... pob... ""tor p"""",,," bóio ""..._too ""01'0'1_. "'la ao., por UMplO.' l'i!t.o do. ptôprl.o l!u""", o_r"'... b I...,.;.", "", troo 1'"-("" CS. l 01""'.,;10 ""..s.... çõ. u.....-ei_1 ó 10'1'i."".0I0. pola 0... _.otrl40pl \.O. l!u""", ó tio oruol01 ""0.1.0 o... _ ootl'i.4o 1'0100 poí.. o _ de... him.oto,ln <0 po_o, ""'"""" o ""tor. o dlmlli.. r,l'opoil Ó _.. rio 1'0... gõu

12 p:>b... o _.. no"" _... 1,-* ""tonel,.., _ \Ílu.. l""t.inol.a. <lo ~!\lropo _. roro... r ~... """lu. do.. pit.o! "'oono, et'ialldo... broln- _r', '1'> tua" 0_._. ".... _po>"l._.. r;-'o ",,101. " Tnot._ "",... ool,,,"- 0""",1_ ~ I\ZII 0'"' oru"",._ _ ""pio,,", ' 11Ipl1... """-t.,.. <lo 101.,..; ,,1... 1, 00.roi",,"... trl_ ;&0. ",..,1' oôbro <lo ""bono. 60 "".....ru...iio. II"'n õ.... ru:t.<ôrlo. ",.i<lea... """ IIS, 1010 <lo 1&1_... d".!is dt'wlls_ do.ó""!!roo, 01"",1.,.., "" 1'00_1 ~Un.. doo, o I"'pOl do «o... ai""" ót..rl"" "'.., \liioi Ô... ""...!>Ç'Õ<> ele 1a1JT'*1'_ UcllAonoo... ~,...;:lt. Lob<a" ~t.l4h., 196!l. ~6 p. lio!'"... <lo In"'lI4Ll..-..i t4!ru ~.. lry,. '18, n.l, o ou..".._ dont,.. do \liioi poropoou ocoo.:..r."" o _ln d... 1.' ODqUo.to J'TOblo-.. 1"''''.. i_ ".1...,... <>1.,_...-'.,." ""0_... P"O <lo _n. ""ot>õo.i"" t..,u.,,,.,.,. ~. mo"",..,.. r:w~o lb....,. ""õ... P"-'''oo.0 1_ "" r-w... _l~ _o1.,,.. \.!o, _.~,,. oe ""._ opool<>, 0"",,"0"_... po_ <lo >Ii: d. 0'_...,.Utl... to~ ""'" b... O"-tul <lo... no... u.. do quo.tio. so... = MlfUI".. ""~. ~. u...-t.l......,.,,.,,. 40 ",..,bl_ "';0.orTOt>otw o _to do 0\0'" "" quo o boloo\", líqui~o <lo ''''''''?õo Jo 0", po!... :r«>i'f"im>11\.o, pelo... _ d""ioo ~. H ~.rl.! '1"0 o!.o<rj. 1,0... "", 60 mi~", t.en4o _ ooft1<1o. _ del.. ~.. ",,,,,",, "" , r"... <lo... "" uu '~l.o""'l>lo, (pu.pecti..!lo "'01 """r _F_... """"pj ""..."lod. _,--." ",pno_"'" po_, ou... n.. "". no.. I <I.. lii...",... çóeo _...-.,.,d_ o... _ ,..",1...,.",,,,,,to ou" <ÔcIo di"""...",..,."... do.. t-ô"", cio I"""bl_ "ov,"" 60 to'on~,...,.. uo 1""""""1... eocot"'tho. _ qu0n4., l....,._ -..lido, "" TO V"'4.i.,bi_ do. p... I'I.. I_io lf"oll!'l.oo4oo "". po!.. o.. _..,...1~-""". l. ""." t..,.. poro... "... ~ """,,,r.io _.. "...,... <lo... pol... Si".. "",Ido.. condoo _do... ",..,..'1_\.0... ". '""'"... b'mnoo,..,.... ~.." prod1tbidod. " porloln\.o, " ' :r" 60 1"'0_1 qt..outlo&<lo.!tolho."

13 II!IlJlonção o WILI\ polú.l.cl& ~e ~c.te:t.ento C"Ai1l... raente são pontoll importantes. COl!lO madiricaçõe~ no sillt~ ed!jcacioruli, de m!l.neir a torná-lo menos oneroso. KHATIOlltTE I Cetina ~. J.l exooij! de pgrgopl'lj ç,aurioeldo OOfi'.o ya1yu14 d'ls'l gg rida.d aoch1+ li.n p. 4O-S (xerox). pai' ª"B!lID ds!!osdvolvili.mto I,]"r{a um CI ccclo necellsà.1ai!jente I pois pode conduzir a o autor sust.enta tese d9 o.ue, o ê:xodo do proflsã1onllis qualific"do~ para p&:1bo!is àeaenvolvidos serv NUlt~ vêzea pata ~v18r teneôee 8001e1s e oaon~~e doa d;bsell profilldmjs!a. o êxodo não ~ dato poruit& Iltlli2:a~.,. mais efe va olo pes5o!1l Ullun lido qqe pe=ece. O mt o ]>1"E!tello'l ~e Sl14 abonbt em ae si tae n o âmbi " da.. coljside1'"ll!;oo./l na<!!.!m.illlljt" lj, devido é 1:íl1 tr d." obj etividtt- de rio.supostci ue II wsei!llll It i pat.lc8 illlportintl.1.!l qua se III r ib:>1 " c T IDeIJiQIJ na teori l!oilooomic.!l!llll!ltl6 sa fundo. O probl!!lll!l pr-1jloipal.; qutl oa p"!- n o produ zom um qtqlij]tidnd IDIÚ o mdo ce mi e- obtii qual i.f1~ MdtI do qae seu!::arcado 0Cll l"'oiodal pode e!etivame,n "l!sonrer p"ra o cru!!oe mos- 1'IDIl cífre.a m pilt.üvas à!ls ~ dq emiil""~o 1;)1V81"80 ps "li ~bd ~enve1ri - do" ClQJII s de pob~ibil.i dlide da ll1;l!orçã.o, em geral muito di!lp!lrá:md99. Se em1- gliiiçio!\lijciona Il vál"1ll1r d" ~egut!lnça, SII alüdrii p~!i~ 1'8 d :ri oe ""_ tldc de regulhr e.asa válvula de modo 8 :1Jnpedir d!t:!ukrllilitri(]~. ;nr""" o ttl!libll de pú./hiii BlJiá ~iooi:ll, JI'lrtiO'llsl:U'Emt!l li Intti" nio É dedicoo:a wuor fmid., moer, Cha:rle... 1'. Study bl'oild llild BIlIiJfl"!ll:.io:n+ ln! n brain drain. Nev Yl:>Tk. MIIcMil.J-RlI, 19b". p , Trata de eyttdljllj" I"IJ uiveb CI lias cio lltsl1c1e:l1flo d ~ a. ~ dô5cnvolvlm~nto e ~reb n~ sug " ásb p&r~ a r X8Z1na em ~r~ioulst o Caso d ndid~toa ao PhD oe elltu~~ea ~e ~ de ~ ~o d t~lb lnsue ~30S. rio muiotoa obat8ll~lll! 1111p1tde C[U essas!lstudanua a"j_ UlD!! COIl riboiçã.o para o d9a.anvolvilnêll do seu palo nataj.!!!di primai lu ar o 1n c no es Ildo ; ~egll o, li ]>enullnóne ir no extwrior d pois ds terminado o curso e por último, a Ialta ~a int~hrsção ao reto= de ptlill da OrlI:OIII. MILLS, 'l'hlllll!lll SQionH.fie p,, "' ~Ql\I\e1 a.ntli the pr Ofe9SiOJ1A.,'hl'l iirm!ll I'Jt tl:! '1 ric Ii/'! ç.s d':l!1y or Pq1itiçal Br.q, çlrm<l!!, i'!j.i d phia, apt o 19M. 1'. 33-4<. 20 a nú:mero de cient.i.tas engenheiro" B modicos qu Blllig

14 " "... tá <,.,...,-SO. CoMUto... tualmn... "'" pol"oonu,... _", t da.. h1o 0"'01 A.1_. ""... p."ti""'" I""lu... "'" 0'"" Ill ro;oo 001""""'1 prll>oll"'lmon _to... I ~ ela... C&!>o<IÓ ~,. ldl 400 ou. PO"-'"... prof!... õ..,... E.t&<Io. l1li.1_, oio do or!,. <..."...,.to,...,.lroa. J: no.. 1.r 1"'... u.. _. lo"o 1",,1.,(600 da40 ",tlotl<>oo...j.,o.u..., MeI!-....,."""1",,, doo < por pol, do.ri,.. o "'''''T. dopoto <lo _r..., quo loro-.;oo...,{.u ui...,... om O "hro!o d".\o orlr:\.art. do ""I... _ c1m_ol. t.»to.; ""fi... Oe"""",,... n u o 1l1,.. tórlo,.--"'odo ~" o ""t"';rlo <to <!>OO H..."\.a,... rnçõ. 010 do. r i.. <I<> bt_.. do...sa _ 1Io "..,lyldo 00 poí... p>bi"oo,... "".. na;õ.... _ ",,0100 do t.. ~lho. s.... quo, ", _1 ln....._.ial""" ".!... pod.oa, 7.r ii... ~o. ~"", 1'1'" lo oe, 1.aporta!>olo do..s.qu0voo 40 _.1. dorld. " l.\çci:s :m:da3. I" b'j 0</ loco_. CIlU l"" of,.. 1_ "" ,.,... $o.. lo~..,,,"'ri.. ' ""po"", of "'".'!oe",,,",,. ~rw.l. s.v lo ( 'lu ooc. l/7<~)...._to. oolto'"çlo p""""""'!'Ão 101'01 40 prcbl_. _ "... d...'.... çio U,{.~ I ao- Relatório do s.e... r1~ Po lho''''' bo_...",ot> "" mnt'~.... ''' '_ble,. "".. I,....,. Uf... T,...",_ "" IIO.~O'..,... do. "1*_ ""~oo 'MUtuO t rdn dl"oln.ohre -... """ " rlo do _do. po", oohdr O ImL1n d"'n.. _ poe_ p""ju.uolol. ~ o:t t lol&> ~1!I'1I11ZS. L'",,_ "''''''. 1'0.... ~.luln l~. '1lIp. (m..;'".";'101) L. J''j8. t"' "".. tudo orpa1.. do "a hh";rlo" do prohl_ ruta d_"ta~ _I.. t.!.uoo " It>otNnd<> t... ~ 110 \!SI te... "" hi.t.êrl._...."ti..,. 1"''';' ~.1~ u.H.to '"'" di... 10,.. U... _..,.. bollho o.,.. çlo "."'. do pol.. t... _ 1Il>1400._"" <100 r... "ro. _10 o1~'" roloo'~o. """' Ô>/l.

15 do /lá prct1.ssiol:lirl.",. Esta: IItra -o podo Mr corurtatede. tanto no quii B9 r llfêno IlO ssp eto o jo 1vo àe ofem de illiiprego3 naquele pata (ir..çld~ve cam fi II er1cj! naa ellplmial1z!j.àsll em T cnlts1l!.en àe rrofiedol'\!ib.. 1 tajr.en e Cfil4lJ..1'1esdos opor.. ~ do!ls ElUroj'lQ}, qultnto 80!l.!Ipec subj tivo da avsjibçào pelo indirllfud de UlII ee: tua de vida IIIlpeT'ioT ao encontrado noa pais s d.o tej'ceir c mundo II mes.mo EJUri)pals. P!lJ'I1 (] tuturo sugere-se que o pnb 11.!Í tende.!i a.gr.!iv!lr.!i despeito de umll' sá e de medl&1s que vêm sendo t<j dilis pe10a cwiti'd OB d os d:b l'sos pil1s,," ' o IItIm.. n to Pl'll visto ê de t:!u8t vê'zes mais êxodo piirj! os US em 197:5 e:m ooldpemlçio c!la \.aluis pl'bsen emente ve:ri.rloadea. O Qaso da ln,glb:tetra II do Can!IJI& IIpmsent ri/! c - rscteda lcaa ]JeClllíeTe.t! : l! ndo piiígss _. oone 1.r.!lIDhm g _ de mim ]"O de 1"2 fission ia "a 1'8:n elms, mormente na i~a de tt:adic1na, Bio s pont:o.dos ~mo u:ms: et.! pil par a o rim ~l ti.mo da ntilij"sção, ~ 111 sej e, os s tá.clos Unidos. Com 1"el a<;;iio!lo t:.er~e.1ro mur.do, ~e são 011 fornelledore~ de c 'reh"ob s!,or.1.rj - se as más cor;diçõ"a d;. lhe illbc!.rico e ln electuà1 COIIIQ OS spons"v is p lo âxddo, sara das qi.le ';0 li P obl ede ordem lxllltiee verl.ficed(>1 n~~~ II pei"lle.s. ~ sfigll1d1<.proe doae, -_.!.,ui.lis" :í - d OI! cssos do diverso:! ]:N'I ses europe s - COfll enr~ee as eial II i'rll:nça - mas dentr o d" lljlie ótic.a 1n eres:iim fl que li.lu a nte de cbmar II tecçi o li pe:r!llipor êl:es lilb &ofr1d!1.!iiltea que ~oloci-~oa c pelob às ItNl~O de c~l"ebroa. Gm.o QQnlllu.ll<iio lovscle" lei to um. prec ~o crític du pollt.ic '" II OTEIZA J Enrlqqll ' brnin..clrnin A dirrannt.1al pum-tnll!lp]l1"'dbch. ln. Neil Yorlt, MIII!MillIiIl p ADAMS, rja1 tw-,ad. nu",,,, mna eeractal"ização p%ltld d<l P bl- do ln",1!l amin...n LsI'.cl D d I! r tlirlceilénte 011 'liiipectoa is r elevar. os do rtuloo lntemaoiom à B.!Ülmsill.' C{ull1:l.ric dc:u,. Mo.. tra c OJ!:.O o," t,... " de imir.tl'8giio ala VII!na tau!'bdo!! P,,1 II p!dilos 6PÓS!l egunda (ijerra eapaeitm os pa.!llés mais deserrrolv1doa li solueiona.rbln lia SUSl!l reduções ô.e wio-de-ob'd.1lilliucnw!.!! eurto Jll"I!IZ0 ' ~EilllB oohpaçõêb oma I) número da ur.1vereitlírloa gt'..!lwad foi c.one1derado 1nsutic1ent.e. INc.!lyÃo.Js ~. "d"el. ê, 50gtUlda Q w t or, BII fo de ClI,p;1t. 1 i!lcotpot~do n;o aô indj,,! duo -Ue cece!lssii dui: çiio Oca!) tam ao país c:t r;uo 010 vivll e/il 1.~l1!lQa d. "'" pa. I'ticipa~o na f'ôrça de trel-s ho. Soria!lntio " decisão de err.1grar clll.ll!~àl! por r.. ô... s d.. BXpllC!rm, ii.. et:rsção di fs 81'S p-i ológicos elo colllparllç1ío II 1'0: él:!. ero!l ç.e.o no!is.\, o dji " ali, an..., " pii;í3 13 "dg " pllife d.. destino" [... all. aõer.lageé ccin:sideracla 1:neOl1lplcta pelo autor, qtlll ttmt:.s antão!!nalis!l:r os -rstôres qtjel nfll.!. "1lc.iBln 10 migra são. to. ê os de difllnne:f.llia ll1wl ~é :riéj d.. s.spe~t05. T&ia fu ôrea

16 u.... boole... nu o 41f... ld 110 rw.», (4:I,...,,'l". "".. lorl...,... ciodo.",n.- oi. ""'1"0 o.. f. ele orí_ o pi. "'" "..tllio), 41fo,."".1&1 do... """", l""ln!"" (o dlt...,... """'" o 0";10 ""O _... _.~.. _ pol. do o..í_ ""O o....,q.. tt"houo~.rle.. ~""'''... ",n,..;,,._ido ""lo pol. cio,i.. U",,), dl_ roi"ol>oi.1 do -.u... lorld... l"'h do _ OO"rodo "",ti.ai"...l.. _PO"'~ e.. o rendo... t <mal u.u.. ""r O!~ do rô.,.. do trotou" duo,..,.,l. l... u... ra,.;..., t.t.1 _ lno... b111<lodoo ""lftl"., o "'""".. <ru',; ""!Q!!lo... di....".., e_ o.ntoridonl.. "",o_t.a.t. '" 'natu"do"lo,.nurt"" 110.'...,.,;.0 <Cp... te. T..._ 110 """."",riwl~... 1o pec!n...'t.. "_IÓt!..,t.o1>o!~ to <lo qo t.õo. SlliClll't CRESI'O. J.lhort<>. Ia ""'10100 do ol2fl>li12llilh up!"'liih.l:l~'-illim_~:1~ tf...l.ttlu. \/!U...,.,. u.".." _,..".... (OZ.<), ""-I... <lo -.,..,110 T.."..locieo, ,"" do ""ntoo C1onlÍ!1_. _. 1'l69. ri... ;, _U... çio do.""1= do "1"'_'.pio.. r de-..""...!lu..._.. t.ôri <lo "".1 vooç1o do pl'on lo.. 1o. O pr1801r<1 cio to1. 0<:<10100, """" """"_'''?Jo. (",_",n)... li... taponinola de 41.""",,, r.tõ... loe.la <lo _I_o _ e~ I\oDtro ele '1_...,dêl". oql"";r1oo _ flni&o.. t.õ..,...,,:01.. o -U...,nt._... I.!M ,.,..<..1.., O......". o><plol'o,,.;. U_ doo... de.~,..çl.o ""'<"0111.!'Olo _1.0 de oi.. tl"" ",.1 ocw>6o. ""..,~. M ~ i. ta. "'nl.o fall".o po,,", pu... çi.. 01' 0",1>1_. <lo... qu. po"'" do _..._1.0 <lo ou po - -,i-cio &o IIÔ' 1, eh... ó... l1a1todo...,.,. _tlllda<lo 1""fl"Í1'1 o _'sie. _111 O """... ti". <lo ao6õlo.de~ 40 <lo a!.....;~io OOftl!... n. '1"" ninoo ai, _I~,. ti ,'" "".<10. o.<... 1 <lo <Io"""ol.u...nt<> < po{.... po... I..,lor.",... '1" cio p""'''oo do '"""l.i.lho,. qu.. 1>Ipllo.r1. _ ON""'T ",o _ 'ul rl\'õh t.- ",r. ""1.. "... tdu"".... '1'"0 _1>111_ 00 ' ",...""""'t<>.';"i_~ ""-1 "-'cô_. ",. ~ II "0... rndo d.,... MIlho. ouj.. d1f."*,,i'!' <lo "-"'''''p' itolu....i.... MU<IIIdo " pot rla, "" dio_lçi. "",...1 '" ",,,,lo_ O lo do"ll çoio "CTU'" _ enu... eoterori e_ ""O, 1_. ocupoçoio ,.. "..10 ~ "_.. _... o..,r_ d.--i-..o,...'n,oo, "*-'>d<> """ o..í ri. 010 ri... _.. 1'''0... co,.,. ",,",h... Iltt.o _... ",,10 "" "..lo ao.. noolrl40' borto'n. oul",... lo (dlf.~... 1"'... " o <lo.. Ulo <lo d. do), bo1"1'*1..., lilneio<lola (tl't/ulrori~1l1d,<io doo "_ ""poou~'''''l\i tori1>1!\doolo (í_l. do do oi. <!Jal1dodo do ro_çoi.) "'...".. "

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