Pratica Escolar e Diferenca

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pratica Escolar e Diferenca"

Transcrição

1 Ana Paula dos Santos Monteiro Carmen Lucia Souza Barros Dioni Brant e Silva Vianna Helenice Maia Marcia Isabel Gentil Diniz Nelly Kazan Sancho Cruz Saul Eliahu Mizrahi Simone do Socorro Freitas do Nascimento Simone Ferreira Conforto (organizac;ao) Pratica Escolar e Diferenca

2 Referencias 8ibliograficas BATALLOSO, J. M. E posslvel uma avalia~ao democratica? ou sobre a necessidade de avaliar educativamente. In: BALLESTER, M. Avalia~ao como apoio a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2003: 50. Gestao multicultural: uma pratica escolar possivel SACRISTAN, J. C. Poderes instaveis em educa~ao. Porto Alegre: Artes Medicas Sui, DEMO, P. Mitologias da avalia~ao: de como ignorar, em vez de enfrentar problemas. Campinas: Autores Associados, 2003: 22. CADOTTI, M. Praticas Pedag6gicas. Disponivel em : le/d iversos/pa Iavras pedagogi cas. htm. Acesso em lode fevereiro de HOFFMANN, J. M. L. Pontos e Contra-pontos: do pensar e agir em avalia~ao. Porto Alegre: Mediat;ao, 2003' 45.,. Mito e Desafio: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre: Mediat;ao, 2004: 22-23,68. -.Avalia~ao Mediadora: uma pratica em construt;ao da pre-escola a universidade. Porto Alegre: Media~ao, 2005: 22; 57; 60; Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediat;ao, 2005: PERRENOUD: 10 Novas Competencias para Ensinar: convite a viagem. Porto Alegre: Artmed, 2000: 48.. Avalia~ao entre duas logiccts. Porto Alegre: Artmed, 1999: 9, 16. SILVA, M. e SANTOS, E. Avalia~ao da aprendizagem em educa- ~aoonline. Sao Paulo: Edit;6es Loyola, 2006: Opresente artigo trata a gestao na escola como um processo dinamico e desafiador que, atraves da metodologia proposta, podera encontrar exito. 0 desafio focado neste trabalho e 0 de alcant;ar uma educat;ao de qualidade em ambientes em que se encontram problemas de rela~ao, integrat;ao e conflito entre diferentes culturas. Nesse ambito, 0 fortalecimento da escola se inicia com a estrategia de constru~ao participativa, com a gera~ao de estimulos para a existencia do dialogo, e com 0 desenvolvimento de interesses comuns que estao latentes em toda negociat;ao, rechat;ando 0 ceticismo e a inflexibilidade que conduzem as organizat;6es e a sociedade a desagregat;ao. 0 Balanced Scorecard e uma das bases desta metodologia, proporcionando uma ferramenta de Tecnologia de Informa~ao (TI) para auxflio na implementa~ao, esc1arecimento, compartilhamento e gerencia da estrategia, com 0 estabelecimento de metas e acompanhamento do processo educacional e gerencial. Mestre e doutoranou em Engenharia da Produ<;ao pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ icoppf)_

3 Em diferentes areas profissionais, bu5ca-se a adequa<;ao as necessidades do cliente. Esta adequa<;ao conhecida tambem pelo termo "custorniza<;:ao", com origem no ingles "custom-made" que significa "feito sob encomenda" e "customize", que denota "fazer conforme especificac;oes individuais". Na educac;ao, os agentes da "customizal.;ao" precisam levar em conta aspectos que poderao estar sendo discutidos pela sociedade, e numa apreciac;ao crftica, tornam-se propfcias as mudanc;as de conceito para obten<;ao de resultados efetivos no processo educacional. A pluralidade e urn destes aspectos que nos impulsionam a abandonar uma visao fragmentada da sociedade, para desenvolver uma visao sistemica. as sinais de nossa sociedade, considerando a relevancia de se resguardar a pluralidade, san encontrados nos preceitos da lei e nos diversos estudos relacionados a educa<;ao, com termos como "diversidade cultural", "multiculturalismo", "interculturalismo" e "transculturalismo". o Estatuto da Crian<;a e do Adolescente (BRASIL,1990) em seu Art. 58, que dispoe sabre a protec;ao legal dos que se encontram na menoridade, preceitua em favor da pluralidade e da garantia da inclusao social nos seguintes termos: No processo educacional respeitar-se-ao os valores culturais f artfsticos e hist6ricos proprios do contexto social da crian~a: e do adolescente, de cria<;:aoe 0 acesso as fontes de cultura. garantindo-se a estes a liberdade o respeito a diversidade cultural conduz a educar;ao intercultural que estuda os problemas de relac;ao, integrac;ao e conflito entre culturas e que se manifestam, por exemplo, em func;ao de ~ene~o, etnia, dasse, gerac;oes, religioes IIza~ao contemporaneo (FLEURI, 2003: 132). ou no processo de globa- Canen e Canen (1999: 4) canceituam a perspectiva intercultura~ e explicam que esta expressao foi usada no campo da educa,~ao como fundamento a respeito da necessidade de sensibilizar professores quanto a pluralidade cultural e como conteudos e praticas curriculares estariam adequados a uma proposta que nao fosse etnocentrica. Para esses autores, busca-se 0 exercfcio da analise crftica do desempenho do poder na sociedade e dos valores culturais dominantes e isso, na educac;ao, irnplica a desconstruc;ao e oposi<;ao aos preconceitos sobre a pluralidade cultural. Na perspectiva intercultural, a competencia de cooperar e urn valor que carece de ser estimulado e que permite a supera\;ao de situac;oes de conflito. E comum acreditar que nao ha como dividir recursos e satisfazer a todas as partes. Geralrnente, observa-se urn unico aspecto, nao parecendo haver tantas op<;oes e que quando uma op<;ao e boa para uma das partes, parece nao ser para a outra. Porem, criar op<;oes e de grande vantagem nas negocia<;6es. Para isto e necessario buscar a elimina<;ao de preconceitos e acre ditar que colaborar na solu<;ao de problemas dos demais pode ser de grande beneffcio para todos. Interesses comuns estao latentes em toda negociac;ao e nao imeeliatamente evidentes. Os interes ses comuns san oportunidades, e e conveniente explicita-ios e formula-ios como metas comuns. Enfatizar interesses comuns toma a negocia<;ao mais serena e amistosa (FISHER, 1994: 75). Mudan~a organizadona~ As organizac;oes ceticas e inflexfveis seguem 0 caminho da desagrega<;ao. As organi2ac;oes san classificadas por Kalakota (2002) como Ifderes, pioneiras ou conservadoras. Inova<;6es na sodedade afetam as necessidades de seus c1ientes, elevando suas expec tativas. As mudanc;as de suas necessidades influenciam no 'modelo de gestao, exigindo um novo projeto de negocio com novos processos, requisitos e desafios. As organiza<;oes de sucesso nao apenas adicionarn valor, elas o inventam. No modelo tradicional, os gestores se concentram em ser eficazes e competitivos. Neste novo momen~o, 0 projeto de neg6cios deve ser de fora para dentro. Nenhuma organizac;ao vislon;~.. ria e inovadora brilha em todas as dimensoes de custos, qualidade, prec;o, conveniencia e facilidade de use do negocio. Porem, prospe ram porque proveem um valor intrfnseco restritamente focalizado

4 no que seus c1ientes apreciam. Oaf apresenta tipos de excelencia que a empresa bem-sucedida escolhe como foco: a) Excelencia de servic;o: Entregar 0 que os clientes querem com servic;:o descomplicado e de valor superior; ter como princfpio a f1exibilidade, reorganizando rapidamente as prioridades, 0 pessoal e as processos; incluir a desenvolvimento de uma filosofia de atuac;:ao; reunir todas as infonnac;:6es preeisas e atualizadas dando 0 melhor suporte a tomada de decisao. b) Excelencia operacional: buscar a alocac;:ao eficiente de recursos ao mais baixo custo posslvel; integrac;:ao entre os participantes da organizac;:ao para obter maior eficiencia e velocidade; administrac;ao da inteligencia das transac;:oes, convertendo e utilizando-se de todos os fatos, detalhes e ideias, disponibilizados em informac;:ao; estabelecimento de sistemas de medic;ao e monitoramento com definic;:ao e ajustes continuos de metas; reduzir custos e nielhorar a qualidade do servic;:o; execuc;ao sern falhas; gerenciamento das expectativas do cliente, mantendo um conjunto gerenciavel de opc;oes de produtos ou de servic;:os. c) Excelencia de inovac;:ao continua: realizac;:ao que supera os limites de desempenho e satisfac;ao dos c1ientes com reconhecirnento dos riscos e recompensas aos novos empreendimentos. 0 fortalecimento pode ocorrer tambem por alianc;:a. A tecnologia desempenha papel crltico na melhoria operacional. Muitos processos repetitivos e intensivos em trabalho podem ser autornatizados, de modo a reduzir custos, prover qual idade rnais consistente e possibilitar prazos de processamento mais rapidos. Contribui tambem na melhoria continua dos processos, fornecendo "feedback" rapido aos participantes. Os Cl"iterios de sucesso, indicadores de desempenho e determina(~ao de metas sao normalmente relacionados as empresas comerciais e industriais, e cada vez mais tem se destacado nos meios da educa<;ao, apesar da resistencia de rnuitos edu- cadores apoiada no argumento de que na educac;ao existe urn complexo processo para formar pessoas e nao de construir um produto. Esta reac;ao nao signifiea uma rejeic;ao ao estabelecimento de criterios. Muitos buscam a utiliz31;ao de indicadores para nortear seu trabalho. Ainda assim, ha urna necessidade de que se estabelec;am segundo um enfoque sistematico e nao necessariamente seria uma tarefa de alta complexidade. (PREEOY, 2006: 57) Conforme Preedy (ibid), indicadores de desempenho ern educac;ao foram criados para lidar com questc>es como: (a) informar os criadores de pollticas sobre as praticas mais eficientes para a melhoria da educa<;ao; (b) explicar as causas e condi<;:oes de mudan<;:as; (c) informar a tomac!rt de decisoes e 0 gerenciamento; (d) estimular e concentrar esfor<;:os;(e) garantir a responsabilidade final; (I) definlr objetivos educacionais; (g) monitorar padr6es e tendencias; (h) prever mudan<;:asfuturas. Para a construr,:ao e implantar,:ao de ut modelo de gestao baseado em indicadores, defendido neste trabalho, torna-se necessaria a participac;ao de todos, seja no levantarnento e escolha de criterios, defini<;:aode quais informac;oes serao coletadas, e como serao tratadas e disponibilizadas como "feedback" do processo. Aspectos humanos nao podem ser desprezados neste trabalho, ao contrario, 0 levantamento e avaliac;:ao dos diferentes aspectos tem importante papel neste rnodelo de gestao. 0 "feedback" e um valioso mecanismo de comunicac;:ao que nao se deve desperdic;ar. Ao dar ciencia de um fato importante para uma das partes, alguma ac;:ao e esperada e que, se nao oearrer, ha uma reac;:ao de descredito n~ste ambito. Oiversos focos para a construc;:ao sistematica de criteriosj indicadores e metas poderiam ser estabelecidos concomitantemente neste trabalho, observando, por exemplo, aspectos como desenvolvimento humano, dialogo, tolerancia, aproximac;:ao entre pessoas de diferentes culturas, condi<;6es s6cio-economicas; rac;:as,etnias, religioes, generos e estruturas de familia.

5 Identifica~ao de elementos fundamentais na gestao multicultural Uma das inspira<;oes deste trabalho e a possibilidade de fomentar a ideia de que a genialidade deve ser caracterizada pela capacidade de diagn6stico e resolu<;ao de problemas e situa<;6es _ se antes naa era passfvel -, ou de novas form as, mais eficientes, de menor custa au risco. 0 significado de custo nao se lirnita ao financeiro, mas a qualquer aspecto tangfvel ou intangfvel que pode estar relacionado ao ser humano, e em muitos casos quando este nao tem discernimento de sua condi<;ao. Contudo deve-se manter como pauta para reflexao, questoes como: podemas descobrir e impulsionar potencialidades nos colaboradores e integrantes deste modelo de gestao? Podemos evidenciar lideran<;a em seus participantes independente da ocupa<;ao de cargos de chefia? Ha tendencias de alcan<;ar uma acomoda<;aa com aplica- <;ao deste modelo? o ponto de partida deste modelo consiste num processo investigativo para se conhecer as limitac;oes e possibilidades organizacionais. E 0 infcio da busca da excelencia, entendida como movimento de supera<;ao das pr6prias condi<;oes. Na educac;ao, atingir a qualidade exige orienta<;ao mais abrangente, das pessoas envolvidas, dos prazos e dos recursos. A<;oes isoladas podem resultar em fracasso e em desperdfcios. Luck (2006) propoe uma sinergia conduzida pela equipe de gestao da escola, sob a lideran<;a de seu diretor, voltada para a dinamiza<;ao e coordena<;ao do processo co-participativo, para atender as demandas educacionais da sociedade dinamica e centrada na tecnolog ia e con hec imentos. Acolhe-se 0 conceito de."relevancia do humano" proposto par Fraga (2003: 85) que destaca compreensao como saber rigoroso que nos permite descobrir preconceitos e nao um saber exato. A exatidao isola, exclui, mas 0 rigor e basico para que haja uma efetiva comunica<;ao. Esta forma de proceder tem peso especial na educa<;ao a qual relaciona diferentes areas de conhecimento. Com a resalva de que este procedimento nao deve se transforrnar em um psicologismo ou ern um sociolog ismo. Caracteristicas ou estados individuais podem ter importfmcia fundamentalneste ambito. De La Taille (2003: 41) adverte que 0 desprezo que os pais demonstram pelos filhos tem como decorrencia deste tratamento, que a escola acaba por agir da mesma forma. 0 efeito foi denominado de "profecia auto-realizadara" na qudl 0 aluno e visto pelo professor como fraco e tende a se tornar um aluno de baixo aproveitamento. o cuidado com 0 todo nao permite descuido com seus componentes. Podemo s encontrar na afirma<;ao de Winicott (1989: 120), que a forma<;ao, manuten<;ao e reconstru<;ao 'continua da sociedade e feita por indivfduos. A sociedade depende dos indivfduos e os indivfduos dependem da sociedade para alcan<;ar a plenitude pessoal. Os processos decrescimento coletivo dos indivfduos estao vinculados diretamente com a sociedade. Cada indivfduo com suas peculiaridades, com sua hist6ria de vida, requer para sua saude mental e plenitude pess oal a lealdade a uma area limitada da sociedade. Como exemplo desta necessidade de cuidado, podemos indicar a rebeldia ou a imaturidade, que pais e professo res observam e rejeitam nos adolescentes. Winicott (ibid: 126) explica a imaturidade como uma parte preciosa da adolescencia, movimentada por pensamentos criativos, sentimentos novos e desconhecidos, ideias para um modo de vida diferente. Recomenda que a sociedade esteja atenta as aspira<;oes dos adolescentes, e afirma que quando 0 adulto nao cumpre com suas responsabilidades, os adolescentes, prematuramente, sao levados a tomar estas responsabilidades para si, constituindo-se numa queima de etapas e aquisi<;ao de uma falsa maturidade. Fraga (2003: 94) relaciona educa<;ao com democracia e crescimento, Uma educa<;ao que e independente de epoca e de interesses particulares ou de' grupos. Que nao se apresenta como um processo de busca de respostas definitivas para as questoes do indivfduo e da sociedade, mas um processo em permanente desenvolvimento. Papalia (2000: 30-31) menciona que 0 estudo cientffico formal do desenvolvimento humano e relativamente novo e que a distin<;ao de aspectos do desenvolvimento que sao particulares de

6 uma cultura daqueles que sao universais e atribui<;:ao da pesquisa transcultural. Uma teoria pode tel' sustenta<;:ao ou nao em fun<;ao da cultura em estudo. Baltes, pesquisador do desenvolvimento do cicio de vida citado por Papalia (ibid, p.31-32) identificou princfpios de su~ abordagem: a) 0 desenvolvimento durante a vida envolve um equilfbrio.en~r~cr~scimento e declfnio. b) Muitas habilidades po- (~e~ ser slgnlflcatlvam~nte modificadas com treinamento e pra- ~t~a,.rnesmo tarde na Vida, mas 0 potencial para mudan<;:a nao e 'IImlt~~o. c) Cada pe:so~ se desenvolve dentro qe um conjunto espeutlco de clrcunstancias ou condi<;:oes definidas pelo tempo e :ugar. Durante 0 curso de desenvolvirnento, os seres humanos int1uenc~am e sao influenciados poi'seu contexto hist6rico e social. Eles nao ap~~as respondem a seu ambiente, mas interagem com ele eo modlflcam. d) Como 0 desenvolvimento tem uma variedade. de causas, vel' 0 c~mportamento somente do ponto de vista da pslcologia seria incompleto. 0 estudo do desenvolvimento humano requer a parceria de estudiosos de diversos campos. Em ou~ra perspectiva, busca-se saber 0 que ocorre com as pessoas que vl.vem numa condi<;:ao economicamente desfavorecida, suas necessldades ~escolares e qual valor atribuem a educa<;:ao. 10vens que v~n: de uma hist6ria familiar de escolariza<;:ao inco~pleta ou, precana apresentam resistencia a escola e atribuem b~ixo,valor.a. educa<;:a~. Esta resistencia pode surgir das interdi- <;:oesa mobilldade SOCIalproduzidas por uma sociedade que ve cre~cer os nr~eis de des_emprego e de pobreza, ate mesmo para os mals escolanzados (LEAO, 2006: 35). A dime~sao da. sociabilidade abordada par Leao (ibid) aponta que os pais valonzarn a escola, seja pela possibilidade de prepara<;ao dos filhos para 0 mercado de trabalho, pela esperan<;:a de um fut~ro melhor e pel a possibilidade de que os filhos criem la<;:os de amlzade : se desenvolvam. A motivac;ao do jovem diante da ~s~~ol~se dara em face da forma como cada um elabora sua expenencla de cre:ce.r :m meio a desigualdade social e do significado que a educa<;:ao Ira adquirir em sua vida. A motiva<;:ao para continuar produtivamente no ambiente escolar pode estar fundamentada em diferentes questoes: Como permitir que estes jovens se convem,:am de que os esfon,:os para escolariza<;:ao resultarao ern mobilidade social? Como possibilitar sua integra<;:ao no ambiente escolar? Como despertar interesse intelectual em relac;ao aos estudos? Ha tambem os que sao considerados por si mesmo ou pelo sistema como incapazes. Sendo ineficaz 0 trabalho da escola, porque alem de nao conseguir farmar indivfduos, ela os destr6i. Conforme Kaplan (2004),0 BSC apresenta-se como um sistema de gestao estrategica para dar suporte aos dirigentes a implementar, esclarecer, comunicar/compartilhar e gerenciar a estrategia com 0 estabelecimento de metas individuais e de equipe 12 a consequente o.loca<;:aode recursos, pianejamento 12 or<;:amento, "feedback" e aprendizado estrategicos. A estrategia e 0 ponto de referencia para todo 0 processo gerencial. A visao compartilhada e a base para 0 aprendizado estrategico, onde uma estrutura de indicadores deve ser implementada nas seguintes perspectivas: financeira, relacionada aos c1ientes, processos internos, aprendizado e inovac;ao. E um sistema de gestao alinhando os sistemas de informa- <;:ao12 sistemas de indicadores de desempenho as estrategias do. organiza~ao. "Scorecard", nome que se pede relacionar ao meio esportivo, como um cartao para registrar pontos que um time faz nurn jogo, ou tambem para indicar nomes e posi<;oes. o refinamento do "scorecard" demonstrando como 20 a 2.5 rnedidas associadas as suas perspectivas, segundo Kaplan (1997), poderiam comunicar e ajudar a implementar uma estrategia consistente, com a relac;ao equilibrada entre objetivos de curto e longo prazos; medidas financeiras 12 nao-financeiras; indicadores de tendencias e ocorrencias; perspectivas internas e extern as de desempenho. Para criar um novo sistema gerencial a partir do sse seus autores recomendam: obter c1areza e consenso em rela<;50 a estrategia; alcan<;:arfoco; desenvolver lideranc;a; intervenc;ao estrategica; educar a organizac;ao; estabelecer metas estrategic<ls; alinhar pro-

7 gramas e investimentos; eriar urn sistema de "feedback". Devido ao seu alcance, complexidade e impacto, todo novo sistema gerencial deve ser introduzido gradativamente. Cad a transformac;ao reforc;ara e ampliara as anteriores. A cria<;ao de urn BSC e urn processo sistematico que busca consenso e c1areza sobre como traduzir a missao e a estrategia da unidade de neg6cios em objetivos e medidas operadonais. Necess ita do envolvimento da equipe executiva neste processo para veneer a inercia organizacional. Dois tipos de agentes de mudan<;;a san necessarios para a implementa<;;ao eficaz do novo sistema: a) Lfderes de transi<;;ao que facilitam a eonstru<;:ao do "scorecard" e ajudam a incorpora- 10 como urn novo sistema gerencial. b) Operadores do sistema de gestao estrategica de forma sistematica e continua. Urn caso pratico o exposto no texto de Vasconcellos (2002) sobre avalia<;;ao nos ciclas de forma<;:ao permite a constru<;:ao de indicadores estrategicas e operacionais, e ressalta-se 0 seguinte princfpio de sua abor-.dagem: "0 que esta em questao e tanto a mudan<;:a de procedimenta pedag6gico quanta a atitude do professor. Ha necessidade destas duas di,mensoes caminharem juntas". o estabelecimento de metas, indicadores de rendimento escolar e de gestao que pude:;sern atender as especificidades culturais e de uso geral envolvem atividades tradicionais e ativiqades desenvolvidasem parceria com outros colaboradores da sociedade. Planejamento e5trategico e projetado para tongo prazo e abrange toda a orga.niza-;ao. Ptanejamento tatico e projetado para media prazo ~ preocupa-se em atingir os objetivos departamentais. Planejamento operacional e projetado para 0 curto prazo e envolve cada atividade isoladamente. Nossa organiza-;ao parte de objetivos estrategicos que se desdobram em objetivos taticos que por sua vez se desdobram em objetivos operacionais. Neste rnadelo foram retirados os objetivos taticos para facilitar a simula<;;ao. Pode-se eleger como objetivo estrategico: desenvolver na sociedade brasileira urn processo de participa<;:ao responsavel na melhoria da educa<;ao como meio de constru<;:ao da cidadania. Urn objetivo operacional pode ser a realiza<;;ao de urn projeto pedag6gico. Cada projeto esta relacionado a urn grupo de educandos e de educadores. Urn projeto pode ser desdobrado em atividades. Cada atividade tern definidas as datas inicial e final, aproveitamento minimo e maximo (au ideal).,... _ Em Vasconcellos (ibid) encontramos SUbSldlOSpara deflnl<;:ao de objetivos nos seguintes eixos: a) Pessoal e recursos: Propiciar a formar;ao permanente dos educadores; Capacitar;ao do pessoal de gestao; Disponibilizar multiplos espac,;ospara utilizar;ao canforme as necessidades espedficas de aprendizagem; Utilizar livros didaticos adequados; Dispor de obras Iiterarias; Empregar recursos tecnologicos para aumentar a prodlltividade do processo educativo. b) Ar;oes de cooperar;ao: Desenvolve-r a responsabilidade coletiva pela aprendizagem; Fomentar a cooperar;ao entre colegas; Inspirar a tolerancia com as diferenr;as; Proporcionar a intera~ao com as famflias dos ed:ucando e comunidade; Produzir projeto com os educandos; Analisar, em equipe, evolu(ao do processo de formar;ao; Desenvolver espirito empreendedor; Estabelecer parcerias interinqitucionais. c) Atividade de ensino-aprendizagem: Desenvolver metodologia sala de aula; de trabalho interativa em

8 ; Estabelecer avaliar;ao diferenciada, de acardo com as necessidades dos educandos; Manter registros do processo educacional; Aumento da pesquisa par parte dos educadores e educandos; Incentivar que 0 educando demonstre a que aprende; a participar no processo de en- Ajudar 0 educando sino-aprendizagem; Dialogar sabre as dificuldades; Favorecer 0 crescimento da autonomia do educando; Fazer retomada e ligar;6es entre assuntos; Trabalhar para 0 desenvolvimento de interpretar;ao e expressao do educando; das capacidades Desenvolvimento de atividades de profissionalizar;ao para estimular no educando futuro e motiva-io a permanecer a reflexao sabre seu na escola. Para ilustrar, a objetivo "Ajudar a educando a participar no processo de ensino-aprendizagem" conduz a definic,;ao de projetos com uma serie de atividades planejadas. A medida de sua realizac,;ao, documenta-se como ocorreu. Diferentes observadores podern aval iar a real iza<;ao de uma mesma atividade. Com seu registro torna-se posslvel fazer compara<;6es e analise das observa<;6es. A proposta e real<;ar a possibilidade de buscar e impulsionar valores no educando au no educador. Nao apenas a educador, mas tambem a educando, deve participar da: metacogni<;ao, de forma que atue como construtor, observador e avaliador do processo. A disponibilidade de mecanisrno de obtenc,;ao de curvas de aprendizagem facilita a investigac;::ao do processo de ensino-aprendizagem. Este modelo devera estar apoiado par uma ferramenta de TI para armazenagem e recuperac;::ao dos dados, informando sempre que solicitado a andamento do processo. Esta TI permite a gestao participativa au a co-gest.lo. Tambem poderlamos denominar de "empowerment" (empoderamento), conforme conceito em Chiavenato (2004). Apresenta-se como um recurso que da suporte a proposta democratica de cresci menta da sociedade, venda esta como c1iente maior e respeitando as diferenc,;as, de educando para educando, colaborador para colab: orador, vista que a educando de hoje sera a cidadao que dara continuidade produtiva ao nosso Pais, construindo e desempenhando seu pape!. Quanto aos educadores e gestores da educa<;ao, permite a estabelecimento de metas negociadas, fortalecendo cada um onde podera atuar conforme a pensamento da auto-s~stent~~ilidade e das leis que conduzem a vida construtiva. Valonza a etlca, no respeito a dignidade e a pr6~ria auton?r.nia do ed~~a~do, e seus saberes socialmente construidos na pratlca comu!1ltana. Esta TI vem apoiar a Declara<;ao Mundial sabre Educac,;ao para Todos, plano de ac;::aopara satisfazer as necessida.d~s basicas de aprendizagem, aperfei<;oar capacid~des geren~i~!s, anallticas e tecnol6gicas, a que inplica em inumeras habdldades e especialidades para par em pratica essas in.iciativa,s. Com estes recursos, de maneira dclica, ocorre a melhona continua de nossa Educa<;ao: sad pesquisas e acompanhamento do proc:sso de ensino-aprendizagem junto a profissionais de diferentes areas ~omo pedagogia, supervisao e administrac,;ao, planejamento, arqu,ltetos de escolas formadores de educadores, especialistas em CUrricula, pesquisad~res, analistas. Estas estrategi~s cont.ribuirao para implementa<;ao e aprimoramento de solu<;oes de Interesse da nossa sociedade.

9 Referencias Bibliograficas - A Estratl~gia em A.;ao: Balanced Scorecard. Rio de Janeiro: Campus, BRASIL. LEI. Estatuto da crian.;a e do adolescente: Lei federal n 8069 de CAN EN, Alberto Gabbay e CANEN, Ana. Logistics and Cultural Diversity: Hand in Hand for Organisational Success. Cross Cultural Management, v. 6, no 1, Organiza.;oes multiculturais: logfstica na corpora<;ao globalizada. Rio de Janeiro: Ciencia Moderna, CHIAVENATO, Idalberto.lntrodu~aoaTeoriaGeraldaAdministra_.;ao. 7 a ed. Rio de Janeiro: Campus, TAILLE, Y. De La. Limites: tres dimensoes educacionais. Sao Paulo: Atica, 20m. FISHER, Roger; URY, William; PATTON, Bruce. Como' chegar ao sim: negocia<;:ilo de acordos sem concessoes. Imago, Rio de Janeiro: Aces- ufpr.br/ojs2/index.php/educar/article/view/2144/1796 so em 09/8/06. Editora UFPR. FLEURI, Reinaldo Matias. Educa<;ao Intercultural, genero e movimentos sociais no Brasil. Educar em revista. Curitiba, Imprenta, 2003: Disponfvel em LUCK, Helofsa. A evolu~ao da gestao educacional a partir de mudan~a paradigmatica. Disponfvel em ig.com.br/gestao.asp?regsel=39&pagina=1 #materia. Acesso em 14/08/2006. MACHADO, Cristina Gomes. Multiculturalismo: muito alem da riqueza e da diferen<;a. Rio de Janeiro: DP&A, PAPALIA, Diane E. e OLDS, SALLY Wendkos. Oesenvolvimento humano. 7 a ed. Tradu<;ao: Daniel Bueno. Porto Alegre: Artes Medicas Sui, PREEDY, Margaret, et al. Gestae) em educa.;ao: estrah~gias, qualidade e recursos. Traduc;ao: Gisele Klein. Porto Alegre: Artmed,2006. VASCONCELLOS, Celso dos S. Avalia<;ao nos Ciclos de Forma- <;ao. Revista Prove. Sao Paulo: Projeto de Valoriza<;ao do Educador e Melhoria da Qualidade do Ensino, n 1, nov., Disponfvel em Avalciclos.doc. (9/8/06). WINNICOTT, DONALD W. Tudo come.;a em casa. Sao Paulo: Martins Fontes, FRAGA, Valderez Ferreira. Gestao pela Forma.;ao Humana: Uma Abordagem Fenomenol6gica. Rio de Janeiro: Editora Impetus, Leao, Geraldo M. P. Experiencias da desigualdade: os sentidos da escolarizac;ao elaborados poi' jovens pobres. Educa.;ao e Pesquisa, Sao Paulo, v. 32, n 1, jan.labr., 2006: KALAKOTA, Ravi E ROBINSON, Marcia. E-business: estrategias para alcan<;ar 0 sucesso no mundo digital. Porto Alegre: Bookman, KAPLAN, Robert S. e NORTON, David P. Mapas estratt~gicos - Balanced Scorecard: convertendo ativos intangfveis em resultados tangfveis. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I)

Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I) Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I) Prof. Júlio Wilson Ribeiro, Dr. (DC/UFC) Prof. Gilson Pereira do Carmo Filho, MSc. (DC/UFC) Prof. Hermínio

Leia mais

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Modelos,

Leia mais

Palavras-chave: Formação, Aprendizagem, Ensino

Palavras-chave: Formação, Aprendizagem, Ensino LABORATÓRIO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Cármen Lúcia Rodrigues * RESUMO O presente texto busca explicar o que é o Laboratório de Ensino e Aprendizagem do curso de Pedagogia ULBRA/Guaíba, relatando suas funções,

Leia mais

Unidade: A era da informação O Balanced Scordecard - BSC

Unidade: A era da informação O Balanced Scordecard - BSC Unidade: A era da informação O Balanced Scordecard - BSC 0 Unidade: A era da informação O Balanced Scordecard BSC 1. INTRODUÇÃO: O MUNDO DO TRABALHO CONTEMPORÂNEO O mundo do trabalho vem passando por constantes

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

O Balanced Scorecard BSC e a gestão do desempenho estratégico nas organizações do terceiro setor.

O Balanced Scorecard BSC e a gestão do desempenho estratégico nas organizações do terceiro setor. 1 São Paulo, 06 de junho do 2003 O Balanced Scorecard BSC e a gestão do desempenho estratégico nas organizações do terceiro setor. Peter Drucker (2001 p.67), fez a seguinte afirmação ao se referir ao terceiro

Leia mais

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr.

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. 1 UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA JSROCHA@EPS.UFSC.BR UFSC UNIVERSIDADE

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO (BALANCED SCORECARD - BSC) 2010 2014. Fone: (47) 433.2351 www.simpesc.org.br

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO (BALANCED SCORECARD - BSC) 2010 2014. Fone: (47) 433.2351 www.simpesc.org.br PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO (BALANCED SCORECARD - BSC) 2010 2014 Sumário - Desafios das Organizações - Histórico do Trabalho - Breve Conceituação BSC - Apresentação do Mapa Estratégico - Objetivos Estratégicos

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D

AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D Ariadne Cedraz 1 Léa Monteiro Rocha 2 Luciana Cristina Andrade Costa Franco 3 A quarta e última etapa do processo refere-se à avaliação que tem por objetivo averiguar se os resultados

Leia mais

Qualider Consultoria e Treinamento Instrutor: José Roberto

Qualider Consultoria e Treinamento Instrutor: José Roberto BALANCED SCORECARD Qualider Consultoria e Treinamento Instrutor: José Roberto Por que a Implementação da Estratégia torna-se cada vez mais importante? Você conhece a Estratégia de sua Empresa? Muitos líderes

Leia mais

Trilhas Técnicas SBSI - 2014

Trilhas Técnicas SBSI - 2014 brunoronha@gmail.com, germanofenner@gmail.com, albertosampaio@ufc.br Brito (2012), os escritórios de gerenciamento de projetos são importantes para o fomento de mudanças, bem como para a melhoria da eficiência

Leia mais

Organização Orientada para a Estratégia (Kaplan & Norton) Transformando a Estratégia em tarefa cotidiana de todos

Organização Orientada para a Estratégia (Kaplan & Norton) Transformando a Estratégia em tarefa cotidiana de todos Organização Orientada para a Estratégia (Kaplan & Norton) Transformando a Estratégia em tarefa cotidiana de todos Revisão Organizações focalizadas na estratégia: Traduzir a estratégia em termos operacionais;

Leia mais

1. METODOLOGIA APLICADA

1. METODOLOGIA APLICADA 1. METODOLOGIA APLICADA O propósito do planejamento pode ser definido como o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas que proporcionam uma situação viável de avaliar as implicações

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

ONDE OS PROJETOS FALHAM? Manuel da Rocha Fiúza BRANCO, Jr 1

ONDE OS PROJETOS FALHAM? Manuel da Rocha Fiúza BRANCO, Jr 1 ONDE OS PROJETOS FALHAM? Manuel da Rocha Fiúza BRANCO, Jr 1 RESUMO Diversos profissionais relatam dificuldades em coordenar adequadamente projetos sob sua responsabilidade. Muitos fatores que influenciam

Leia mais

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL MBA e Pós-Graduação Cursos inovadores e alinhados às tendências globais Nossos cursos seguem modelos globais e inovadores de educação. Os professores

Leia mais

MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA

MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA Neste tópico, o monitor do PJ receberá informações básicas sobre a organização do Estado, o Poder e o Processo Legislativos, política e participação, necessárias ao desenvolvimento

Leia mais

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT Conhecimento para a ação em organizações vivas CONHECIMENTO O ativo intangível que fundamenta a realização dos seus sonhos e aspirações empresariais. NOSSO NEGÓCIO EDUCAÇÃO

Leia mais

Como tudo começou...

Como tudo começou... Gestão Estratégica 7 Implementação da Estratégica - BSC Prof. Dr. Marco Antonio Pereira pereira@marco.eng.br Como tudo começou... 1982 In Search of Excellence (Vencendo a Crise) vendeu 1.000.000 de livros

Leia mais

A importância do líder para os projetos e para as organizações.

A importância do líder para os projetos e para as organizações. Instituto de Educação Tecnológica Pós-Graduação Gestão de Projetos - Turma nº150 21 de Agosto e 2015 A importância do líder para os projetos e para as organizações. Dêmille Cristine da Silva Taciano Analista

Leia mais

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores O Planejamento Estratégico deve ser visto como um meio empreendedor de gestão, onde são moldadas e inseridas decisões antecipadas no processo

Leia mais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais Evolução da Disciplina Modelos de Gestão Aula 1: Principais Modelos das Teorias da Administração Aula 2: Origem, Evolução, Classificação e Tipologia das Organizações Aula 3: Termos comuns às Organizações;

Leia mais

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo INTRODUÇÃO O Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia desenvolvida para traduzir, em termos operacionais, a Visão e a Estratégia das organizações

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Inclusão Social da Pessoa com Deficiência Intelectual:

Inclusão Social da Pessoa com Deficiência Intelectual: Inclusão Social da Pessoa com Deficiência Intelectual: Educação Especial no Espaço da Escola Especial Trabalho, Emprego e Renda Autogestão, Autodefesa e Família APAE : INTEGRALIDADE DAS AÇÕES NO CICLO

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Melhoria do desempenho & Gestão de RH TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Administração do Tempo Ampliar a compreensão da importância

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA COLÉGIO SESI ENSINO MÉDIO

GESTÃO ESTRATÉGICA COLÉGIO SESI ENSINO MÉDIO GESTÃO ESTRATÉGICA COLÉGIO SESI ENSINO MÉDIO Resumo Denis Pereira Martins 1 - SESI-PR Grupo de Trabalho Políticas Públicas, Avaliação e Gestão da Educação Básica Agência Financiadora: SESI PR O Sesi Paraná

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE BALANCED SCORECARD

FERRAMENTAS DA QUALIDADE BALANCED SCORECARD FERRAMENTAS DA QUALIDADE BALANCED SCORECARD Histórico Desenvolvimento do Balanced Scorecard: 1987, o primeiro Balanced Scorecard desenvolvido por Arthur Schneiderman na Analog Devices, uma empresa de porte

Leia mais

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES Fábio S. de Oliveira 1 Daniel Murara Barcia 2 RESUMO Gerenciar informações tem um sido um grande desafio para as empresas diante da competitividade

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler REPRESENTAÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE MEIO AMBIENTE O QUE ENTENDEMOS POR EDUCAÇÃO? O QUE

Leia mais

Palavras-chave: Alinhamento, domínio, tecnologia de informação.

Palavras-chave: Alinhamento, domínio, tecnologia de informação. RELACIONAMENTO ENTRE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E A ORGANIZAÇÃO: OS FATORES CRÍTICOS SOBRE O COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL NA IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO. José Aparecido Moura Aranha

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR?

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? Maria Rafaela de Oliveira FECLESC-UECE Renata Leite Moura FECLESC-UECE RESUMO Este trabalho apresenta algumas reflexões acerca da Educação Escolar e dos desafios

Leia mais

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES Desde 1999 NOSSA MISSÃO AÇÕES DE TREINAMENTO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES MISSÃO Inspirar nossos clientes para a expansão de ideias e formação de relacionamentos saudáveis e duradouros no ambiente

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Plano de Desenvolvimento Relação Ergonomia e Moda e Educação Corporativa Ilca Maria Moya de Oliveira Segundo Dutra (2004), a preparação para o futuro exige investimentos simultâneos: um na modernização

Leia mais

Disciplina : Avaliação de Desempenho. Prof. Robson Soares

Disciplina : Avaliação de Desempenho. Prof. Robson Soares Capítulo 4 Balanced Scorecard Disciplina : Avaliação de Desempenho Prof. Robson Soares À medida que são verificados os diversos conceitos e concepções ligados a avaliação de desempenho, torna-se necessário

Leia mais

Como facilitar sua Gestão Empresarial

Como facilitar sua Gestão Empresarial Divulgação Portal METROCAMP Como facilitar sua Gestão Empresarial Aplique o CANVAS - montando o seu(!) Modelo de Gestão Empresarial de Werner Kugelmeier WWW.wkprisma.com.br Por que empresas precisam de

Leia mais

Núcleo Comum. Gestão Empresarial. Administração Estratégica Planejamento e o BSC. Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior

Núcleo Comum. Gestão Empresarial. Administração Estratégica Planejamento e o BSC. Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior Núcleo Comum Gestão Empresarial Administração Estratégica Planejamento e o BSC Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior INTRODUÇÃO O ato de planejar e gerenciar pertence ao cotidiano de grande parte dos

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

As 5 grandes tendências em tecnologia para Educação. Compartilhe este guia:

As 5 grandes tendências em tecnologia para Educação. Compartilhe este guia: As 5 grandes tendências em tecnologia para Educação 1 Introdução: A educação iniciou o século XXI de maneira bastante disruptiva. Uma série de inovações por parte de educadores e alunos fez com que os

Leia mais

BALANCED SCORECARD. Balanced Scorecard

BALANCED SCORECARD. Balanced Scorecard Olá, pessoal! Hoje trago para vocês uma aula sobre um dos tópicos que será cobrado na prova de Analista do TCU 2008: o Balanced Scorecard BSC. Trata-se de um assunto afeto à área da Contabilidade Gerencial,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: SISTEMAS DA INFORMAÇÃO MISSÃO DO CURSO Os avanços da ciência, a melhoria dos processos produtivos e a abertura de mercado, são exemplos de fatores que contribuíram

Leia mais

O ensino de Ciências e Biologia nas turmas de eja: experiências no município de Sorriso-MT 1

O ensino de Ciências e Biologia nas turmas de eja: experiências no município de Sorriso-MT 1 O ensino de Ciências e Biologia nas turmas de eja: experiências no município de Sorriso-MT 1 FRANCISCO ALEXANDRO DE MORAIS Secretaria de Saúde do Município de Praia Grande, Brasil Introdução O ser humano,

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE SAÚDE CÓDIGO: SAU532 DISCIPLINA: GESTÃO EMPRESARIAL EM ORGANIZAÇÕES NA ÁREA DA SAÚDE CARGA HORÁRIA: 45h EMENTA: Abordagens contemporâneas

Leia mais

De Barnaby S. Donlon, consultor sênior, Balanced Scorecard Collaborative

De Barnaby S. Donlon, consultor sênior, Balanced Scorecard Collaborative Construção de um programa de desdobramento De Barnaby S. Donlon, consultor sênior, Balanced Scorecard Collaborative Como ter a certeza de que a implementação do Balanced Scorecard promoverá a execução

Leia mais

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações Mariane Frascareli Lelis Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP, Bauru/SP e-mail: mariane_lelis@yahoo.com.br;

Leia mais

ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM. Reflexões voltadas para a Gestão

ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM. Reflexões voltadas para a Gestão ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM Reflexões voltadas para a Gestão MUDANÇAS EDUCAÇÃO NO BRASIL 1996 Lei 9.934 LDB 1772 Reforma Pombalina 1549 Ensino Educação público no dos Brasil Jesuítas Lei

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores Sumário Liderança para potenciais e novos gestores conceito Conceito de Liderança Competências do Líder Estilos de Liderança Habilidades Básicas Equipe de alta performance Habilidade com Pessoas Autoestima

Leia mais

Marins & Molnar Business Solutions

Marins & Molnar Business Solutions 1 2 Como Nasceu Um homem com uma idéia nova é um excêntrico... até que a idéia dê certo 3 Qualidade para Secretarias O papel único da secretaria no processo de sistematização da qualidade Seus componentes

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

Bibliografia. A Estratégia em Ação. Kaplan e Norton na Prática. David Norton e Robert Kaplan Editora Campus

Bibliografia. A Estratégia em Ação. Kaplan e Norton na Prática. David Norton e Robert Kaplan Editora Campus Balanced Scoredcard Bibliografia A Estratégia em Ação David Norton e Robert Kaplan Editora Campus Kaplan e Norton na Prática David Norton e Robert Kaplan Editora Campus GESTÃO ESTRATÉGICA GESTÃO DA QUALIDADE

Leia mais

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 Apresentação Doutora e Mestre em Ciências da Comunicação / Bibliotecária (ECA/USP); Docente do curso de

Leia mais

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA?

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? Elisane Scapin Cargnin 1 Simone Arenhardt 2 Márcia Lenir Gerhardt 3 Eliandra S. C. Pegoraro 4 Edileine S. Cargnin 5 Resumo: Diante das inúmeras modificações

Leia mais

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 Processo de Avaliação e Acompanhamento de Empreendimentos Pré-Incubados Utilizando Balanced Scorecard Perez, Celso Roberto Instituto

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada Wesley Antônio Gonçalves 1 RESUMO O MEC, ao apontar padrões de qualidade da função de coordenador de

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

ANÁLISE DE PERFIL E NECESSIDADES DOS ALUNOS: FATORES DETERMINANTES PARA A MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TUTORIA DA EAD SEBRAE

ANÁLISE DE PERFIL E NECESSIDADES DOS ALUNOS: FATORES DETERMINANTES PARA A MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TUTORIA DA EAD SEBRAE ANÁLISE DE PERFIL E NECESSIDADES DOS ALUNOS: FATORES DETERMINANTES PARA A MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TUTORIA DA EAD SEBRAE Florianópolis - SC Abril 2015 Aline Linhares F. Silveira. IEA e-learning- aline.silveira@iea.com.br

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS PROGRAMA NACIONAL ESCOLA DE GESTORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

O PROCESSO INICIAL DE IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA: O CASO DA UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU (FURB)

O PROCESSO INICIAL DE IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA: O CASO DA UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU (FURB) O PROCESSO INICIAL DE IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA: O CASO DA UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU (FURB) 076-A3 05/2005 Sônia Regina de Andrade Universidade Regional de Blumenau,

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

Valores Educacionais. Aula 4 Respeito pelos Outros

Valores Educacionais. Aula 4 Respeito pelos Outros Valores Educacionais Aula 4 Respeito pelos Outros Objetivos 1 Apresentar o valor Respeito pelos Outros. 2 Indicar possibilidades de aplicação pedagógica do valor Respeito pelos Outros. Introdução Esta

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

DIMENSÕES DA GESTÃO ESCOLAR. Heloísa Lück cedhap@terra.com.br 41 3336 4242

DIMENSÕES DA GESTÃO ESCOLAR. Heloísa Lück cedhap@terra.com.br 41 3336 4242 DIMENSÕES DA GESTÃO ESCOLAR Heloísa Lück cedhap@terra.com.br 41 3336 4242 DE QUE TRATAREMOS O QUE É GESTÃO ESCOLAR? POR QUE GESTÃO E NÃO ADMINISTRAÇÃO? QUAIS AS DIMENSÕES DA GESTÃO ESCOLAR? QUAIS AS DIMENSÕES

Leia mais

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB Resumo Este estudo apresentado em forma de pôster tem como

Leia mais

ÍNDICE 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO

ÍNDICE 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIAS ADOTADAS 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO 4. OBJETIVOS DA GESTÃO DO DESEMPENHO 5. BENEFÍCIOS ESPERADOS DO MODELO 6. DIRETRIZES

Leia mais

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita

Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Projeto de Supervisão Escolar Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Justificativa O plano de ação do professor pedagogo é um guia de orientação e estabelece as diretrizes e os meios de realização

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SINTÉTICO 2013 2016 - REVISÃO 2014

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SINTÉTICO 2013 2016 - REVISÃO 2014 Anexo à Resolução CGM 1.143 DE 08/07/2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SINTÉTICO 2013 2016 - REVISÃO 2014 INTRODUÇÃO Este trabalho é o produto de discussões finalizados em fevereiro de 2014, junto à Comissão

Leia mais

Módulo 2. Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios

Módulo 2. Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios Módulo 2 Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios Origem do BSC Cenário Competitivos CONCORRENTE A CONCORRENTE C VISÃO DE FUTURO ESTRATÉGIA

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

MBA Executivo em Gestão de Pessoas

MBA Executivo em Gestão de Pessoas ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Gestão de Pessoas www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX: (11) 3711-1000 MBA

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: CONCEITOS GERAIS E BSC. Antonieta E. M. Oliveira antonieta.oliveira@fgv.br

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: CONCEITOS GERAIS E BSC. Antonieta E. M. Oliveira antonieta.oliveira@fgv.br AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: CONCEITOS GERAIS E BSC Antonieta E. M. Oliveira antonieta.oliveira@fgv.br INTRODUÇÃO Histórico dos indicadores de desempenho BSC (e ferramentas semelhantes) BSC no setor sistema

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar março de 2012 Introdução Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar na gestão pública. A criação

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

Disciplinas Liderança Organizacional Inteligência de Execução Produtividade em Gestão

Disciplinas Liderança Organizacional Inteligência de Execução Produtividade em Gestão Disciplinas Liderança Organizacional O processo de formação e desenvolvimento de líderes. Experiências com aprendizagem ativa focalizando os conceitos e fundamentos da liderança. Liderança compartilhada.

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais