GT-VOIP. Especificação de Compra de Gateways VoIP. Fevereiro de 2003

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1 GT-VOIP Especificação de Compra de Gateways VoIP Fevereiro de 2003 Este relatório apresenta a especificação de cenários e do hardware necessário para a implantação do piloto VOIP na Rede Nacional de Pesquisa. Contém a descrição detalhada das características a serem suportadas pelos equipamentos, além de prever cenários e fazer a avaliação de alguns fabricantes. RNP/REF/0204

2 Sumário 1. Antecedentes Piloto GT-VOIP/RNP Características Críticas Contatos GT-VoIP Relatório I.7 2

3 1. Antecedentes O objetivo deste documento é a especificar os requisitos dos gateways Voip H.323 que serão adquiridos para o projeto Piloto VOIP pela RNP. Os equipamentos em particular, devem atender aos quesitos de versão de S.O., possibilidade de gerência e configuração remotas, necessidade de memória, suporte a autenticação e coleta de estatísticas, suporte a GK, suporte a DGK, características de sinalização a serem suportadas pelas interfaces analógicas e digitais, e outros. GT-VoIP Relatório I.7 3

4 2. Piloto GT-VOIP/RNP 2.1 Descrição do Projeto O projeto piloto do GT-VOIP irá englobar inicialmente a interligação de seis instituições utilizando o backbone da RNP, para permitir ligações telefônicas entre estas instituições utilizando a tecnologia de VOIP. A fim de interagir com a infra-estrutura de telefonia atual, está prevista a instalação de gateways de voz conectados aos PBXs destas instituições, o que irá habilitar os usuários autorizados a utilizarem ramais internos para ligarem para ramais das outras instituições sem utilizarem o serviço de telefonia tradicional, reduzindo o custo das ligações interurbanas. Está previsto o uso do gateway de voz em dois tipos de ambiente: no primeiro, quando a instituição não dispõe de portas digitais no seu PBX, só de portas analógicas, quando haverá será feita a interligação ao gateway através de portas (Foreign Exchange Office); no segundo caso, quando a instituição dispõe de troncos digitais disponíveis no PBX, quando será utilizada uma porta E1 na interconexão. Na segunda situação, a sinalização entre gateway e PBX irá depender da configuração do PBX da instituição. O gateway também deverá ter portas FXS para a conexão direta de aparelhos telefônicos tradicionais a esta estrutura. Os cenários previstos para o uso de gateways de voz com interfaces analógicas no piloto do GT-VOIP são apresentados a seguir: Phone A FXS ` VOIP FXS Phone B Phone A PBX ` VOIP FXS Phone B Phone A PBX ` VOIP FXS Phone B Phone A PBX ` VOIP PBX Phone B Phone A PBX ` VOIP PSTN Phone B 2.2 Requisitos Gerais Na rede IP será utilizado inicialmente o protocolo H.323, com suporte às recomendações ITU-T 225.0, para sinalização de chamadas; H.245, para o gerenciamento das chamadas; e H.235, para autenticação e criptografia da mídia; e ao uso dos protocolos RTP/RTCP para os canais de áudio. Está também previsto no futuro, o uso do protocolo SIP. O gateway de voz terá que dar suporte aos codecs básicos para transmissão digital da voz (G.711, G.723 e G.729) É requerido que o gateway permita a configuração de um ambiente controlado, onde seja habilitado o uso dos recursos somente por usuários autorizados. É desejável também, que o gateway GT-VoIP Relatório I.7 4

5 ofereça a possibilidade de uma interação com o usuário através de IVR (Interactive Voice Response), facilitando o acesso externo ao ambiente que será montado Os usuários serão autenticados utilizando o protocolo Radius O gerenciamento dos recursos do gateway deve ser feito através do protocolo SNMP (Simple Network Management Protocol), possibilitando não só a gerência e monitoração do funcionamento do equipamento, mas também a monitoração das chamadas indicando os tempos de cada uma e a qualidade do serviço associada à chamada (delay, round-trip time, jitter e perda de pacotes). Objetivando a contabilização e tarifação das chamadas, o gateway deverá enviar bilhetes padronizados detalhando as chamadas para servidores Radius. GT-VoIP Relatório I.7 5

6 3. Características Críticas Enumeramos nesta seção, algumas características que consideramos críticas no gateway VoIP do piloto GT-VOIP/RNP. Estas características incluem o suporte aos vários padrões de telefonia IP, sua sinalização, os diversos codificadores de áudio, questões de segurança e gerência (de rede e de usuários), e a qualidade de serviço necessária à implantação do serviço. Suporte a Sinalização de Voz sobre IP 3.1 H.323 v1/v2/v3 (H.225, H.235, H.245, RTP e RTCP) (requerido) 3.2 SIP v2 (user e server agent) (desejável) 3.3 MGCP (desejável) Suporte ao transporte do áudio em tempo real: 3.4 RTP/RTCP (RFC 1889) (requerido) 3.5 Suporte a Fax over IP (T.38) (requerido) Suporte a codificadores de áudio: 3.6 G.711 PCM a-law (requerido) 3.7 G.711 PCM u-law (requerido) 3.8 G.726 ADPCM (desejável) 3.9 G.728 LD-CELP (desejável) 3.10 G.729 CS-ACELP (desejável) 3.11 G.729 (A, B, AB) (requerido) 3.12 G (A) MP-MLP (requerido) 3.13 G ACELP (requerido) Características das Interfaces de Interoperação com a Telefonia 3.14 Interfaces Analógicas de Telefonia (Requerido) Foreign Exchange Office Interface () (requerido) Sinalização Loop Start / Ground Start Suporte a detecção de reversão de polaridade Controle de detecção do toque (# de toques, faixa de frequência, faixa de níveis) Detecção de tons para controle de desconexão (supervisory disconnect) Identificação de Power Denial Foreign Exchange Station Interface (FXS) (requerido) Geração de reversão de polaridade Contole dos parâmetros da linha telefônica como impedância, características DC Controle dos parâmetros do toque (cadência, freqüência) 3.15 Interfaces de Telefone Digitais - Interfaces E1 com suporte a voz (requerido) Protocolos de sinalização de Telefonia a serem utilizados SS7 (desejável) ISDN (PRI e BRI) (requerido) Q.SIG suporte aos serviços básicos ECMA-142/143 (requerido) E&M (troncos analógicos ou digitais de 1 linha) (desejável) CAS (requerido) GT-VoIP Relatório I.7 6

7 Outras características desejáveis inerentes às interfaces de interoperação com a telefonia: 3.16 Supressão de silêncio (G.723 Annex. A, G.729 Annex B) (requerido) 3.17 Capacidade de gerar e processar sinais DTMF (requerido) 3.18 Capacidade de configurar tons de discagem, de toque e de indicação de ocupado (requerido) 3.19 Voice Activity Detection (VAD) (requerido) 3.20 Cancelamento de eco (G.168) (requerido) Capacidade do Gateway VOIP 3.21 Interfaces analógicas, com suporte a pelo menos 4 e 4 FXS (alternativa 1) 3.22 Interfaces digitais de alta capacidade E1, com suporte a pelo menos 30 chamadas simultâneas utilizando os codecs solicitados (alternativa 2) 3.23 Memória utilizada deve ser tal que possibilite suportar o sistema operacional mais recente disponibilizado pelo fabricante e que tenha as funcionalidades necessárias para o funcionamento do piloto A solução também deverá permitir a expansão ou aumento da quantidade de DSPs e memória dando suporte a um número maior de ligações simultâneas e outras características, sem o ônus da aquisição de novos equipamentos. Suporte à Plano de Numeração Flexível 3.25 É importante a solução ter facilidades para manipulação da numeração, como reescrita de números, códigos de escape, adição e remoção de prefixos, e aplicação de expressões regulares. (requerido) 3.26 Roteamento de chamadas com base no número discado ou no número do chamador (requerido) 3.27 Suporte a planos de discagem que permitam direcionar as ligações para interfaces de telefonia diretamente conectadas, para outros gateways, e para gatekeepers. (requerido) 3.28 É desejável também a definição através da numeração do tipo de enlace a ser utilizado (PSTN, VoFR, VoATM, VoIP), o transporte (TCP e UDP) e a sinalização (SIP, H.323) 3.29 Suporte ao redirecionamento de chamadas seguindo as recomendações ITU-T H e H (requerido) Características de Alta Disponibilidade 3.29 Descoberta automática do gatekeeper ou servidor SIP proxy através de multicast (requerido) 3.30 Busy-out, capacidade de redirecionar as chamadas de volta para o PBX (ou seja, via telefonia convencional) em caso de indisponibilidade de interfaces VoIP (desejável) 3.31 Possibilidade de direcionar chamadas para troncos alternativos (por by-pass), caso o gateway não esteja energizado (desejável) 3.32 Possibilidade de redirecionar automaticamente chamadas para linhas telefônicas livres (requerido) 3.33 Utilização da nova recomendação H.323 de Gatekeepers alternativos (desejável) GT-VoIP Relatório I.7 7

8 Suporte à Qualidade de Serviço 3.34 Suporte ao padrão de compressão Frame Relay: FRF.9 (desejável) 3.35 Local Voice Busy-out (LBVO) (desejável) 3.36 Suporte a serviços diferenciados e integrados (requerido) Resource Reservation Protocol (RSVP) IP Precedence Suporte a DiffServ Code Points Políticas de Escalonamento de Pacotes (RED, WFQ, LLQ) 3.37 Suporte a fragmentação de pacotes (requerido) PPP Fragment Interleaving Frame Relay FRF Compressão de cabeçalho RTP (requerido) Gerenciamento da Utilização da Rede, Recursos e Usuários 3.39 É desejável o suporte às seguintes bases de informação (MIBs): SIP-MIB (opcional), H.341- MIB (opcional), RTP-MIB. São requeridas MIBs privadas que apresentem em tempo real informações sobre as ligações ativas indicando, por exemplo, o tempo de chamada, as partes envolvidas, a qualidade de serviço associada à ligação (informações como perda de pacotes, atraso (delay), jitter e round-trip time) É requerido também o gerenciamento baseado no protocolo SNMPv1, embora seja desejável que o gateway suporte SNMPv Suporte a contabilização de recursos (incluindo tráfego gerado e tempo de utilização), com o uso de monitoramento baseado em CDR (Call Detail Record), o equivalente na telefonia IP à bilhetagem na telefonia convencional (requerido) 3.42 Suporte a bilhetagem pré-paga (debit) e pós-paga (credit) de usuários (desejável) 3.43 Envio em tempo real de bilhetes CDR para gatekeeper ou/e para o sistema de bilhetagem associado (requerido) 3.44 Manter, mesmo em caso de falhas de rede, registros CDR para envio posterior ao sistema de bilhetagem (requerido) 3.45 É desejável um sistema amplo de Gerência de Usuários, baseado em menus de voz (sistema de IVR Interactive Voice Response), acessado pelo telefone, para ligações VoIP de longa distância (desejável) Administrar a admissão de usuários a rede VoIP Notificação de restrições e créditos para uso da telefonia VoIP Suporte a múltiplas línguas, incluindo o português Seleção automática de linguagem baseada em ANI ou DNIS Suporte à Segurança e Network Address Translation 3.46 Suporte a filtros de pacotes por protocolos, endereços, etc. (requerido) 3.47 Suporte a recomendação de autenticação e criptografia ITU-T H.235 (requerido) 3.48 Mecanismos de autenticação baseados em http (caso do SIP) (desejável) 3.49 Controle de acesso por servidor externo permitido somente a usuários autorizados, a possibilidade de realizar ligações VoIP, através de prévia autenticação no gatekeeper. Ex.: Autenticação em servidores RADIUS ou LDAP para acesso ao gateway e aos serviços somente por usuários registrados e com certo nível de execução (requerido) 3.50 Suporte ao uso de endereços IP privados: endereços de classe A , de classe B até e classe C (RFC 1918). (requerido) GT-VoIP Relatório I.7 8

9 Suporte à Debug do Ambiente 3.51 Comandos para monitorar o funcionamento das portas de voz 3.52 Comandos para monitorar o funcionamento dos protocolos de sinalização (requerido) 3.53 Comandos para monitorar as características e a qualidade de serviço nas chamadas ativas (requerido) Quantidades 3.54 O proponente deverá informar preço para 3 gateways com 4 portas e 4 portas FXS e 3 gateways com 1 porta E1 com suporte a pelo menos 30 chamadas simultâneas e 2 portas FXS As portas FXS podem ser oferecidas através de equipamentos externos ao gateway, com custo equivalente 3.56 Treinamento para 10 alunos O fornecedor deverá incluir em sua proposta: 3.57 Prazo de fornecimento 3.58 Treinamento 3.59 Manutenção 3.60 Serviço de Instalação GT-VoIP Relatório I.7 9

10 4. Contatos RNP Diretoria de Inovação Estrada Dona Castorina 110 Tel: (021) Michael Stanton Iara Machado GT-VoIP Relatório I.7 10

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