Relatório trimestral de execução 1º trimestre

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório trimestral de execução 1º trimestre"

Transcrição

1 Relatório trimestral de execução 1º trimestre Funchal Abril de 2014

2 Índice 1 - Antecedentes O Plano Resultados do primeiro trimestre de Monitorização em Conjuntos Habitacionais Camarários Avaliação da situação (vistorias e monitorização) Metodologias... 6 Índice de Infestação Predial (HI)... 7 Índice de recipiente (CI)... 7 Índice de Breteau (BI)... 7 Índice de Risco Entomológico (ERI) Resultados... 8 Hotelaria... 8 Monitorização da atividade através da rede de Ovitraps MMF/MOSQIMAC Sensibilização e informação Hotelaria Estabelecimentos de ensino Outros Comércio e Serviços Ações na cidade vistorias e combate Reclamações Prevenção e combate em áreas públicas Ações de divulgação e informação para a população em geral Considerações finais Ficha técnica

3 2

4 1 - Antecedentes Os antecedentes que levaram à criação do Plano Municipal de Combate ao Mosquito Vetor de Transmissão da Dengue foram já referidos em relatórios anteriores, referentes ao primeiro ano de vigência do Plano. O presente relatório resume as atividades desenvolvidas, no período entre 1 de Janeiro e 31 de Março de 2014, por toda a equipa do Município do Funchal envolvida no Plano e que congrega os Departamentos de Educação e Ação Social, de Ambiente, de Planeamento Estratégico (Gabinete de Informação Geográfica) e de Ciência, com apoio ainda do Departamento de Sistemas e Tecnologias de Informação e da Sociohabitafunchal, E.M. Figura 1. Atividade do Aedes aegypti e casos confirmados de Dengue autóctone na Madeira. De realçar que no período a que se refere este relatório não se registaram na Madeira casos de dengue autóctone (Fig. 1). 3

5 2 O Plano Face ao aparecimento da doença e às suas implicações ao nível da população residente e flutuante do Funchal e com vista a enquadrar e a aumentar a eficácia das ações já desenvolvidas pelos técnicos da autarquia e a envolver ainda mais a comunidade na luta contra este mosquito, a Câmara Municipal do Funchal, no uso das suas competências, decidiu implementar um Plano Municipal de Combate ao Mosquito Vetor de Transmissão da Dengue. Este plano tem como objetivo contribuir para debelar o surto de Dengue no Funchal através da eliminação drástica e duradoura de focos de mosquitos, Aedes aegypti e consequentemente, conduzir à interrupção do ciclo de transmissão da doença, com o envolvimento da população residente. Geograficamente cobre toda a área urbana do Concelho. A estratégia de intervenção é baseada na luta anti vetorial contra a doença, através da eliminação de focos/criadouros de mosquitos Aedes aegypti, e compreende os seguintes eixos de atuação: 1 Inventariação dos focos/criadouros do mosquito; 2 Monitorização da atividade do mosquito com recurso a armadilhas e estabelecimento de indicadores; 3 Combate aos criadouros nas áreas públicas e apoio a entidades privadas; 4 Sensibilização da população dos conjuntos habitacionais camarários; 5 Envolvimento das Juntas de Freguesia com vista à mobilização e envolvimento direto da Comunidade; 6 Ações de informação junto dos sectores do comércio, serviços e turismo; 7 Articulação com outras entidades e programas; O plano prevê o envolvimento de: equipas de sensibilização (1-2 pessoas/equipa) Departamentos Educação e Promoção Social, Ciência e Sociohabitafunchal E.M. equipas de monitorização/investigação (2 pessoas/equipa) Departamento de Ciência brigadas de combate Departamento de Ambiente e Juntas de Freguesia. 1 equipa de tratamento e análise de dados (4 pessoas) Departamentos de Ciência e Planeamento Estratégico (Gabinete de Informação Geográfica). O plano, com a duração de dois anos, teve início em Dezembro de No final serão avaliadas as metas e os resultados atingidos, sendo decididos nessa altura os moldes da sua continuação. 4

6 3 Resultados do primeiro trimestre de Monitorização em Conjuntos Habitacionais Camarários Foram selecionados 3 conjuntos habitacionais (CH) camarários no Funchal, com vista a executar o Plano nas suas variadas vertentes. Os CH escolhidos foram: CH do Comboio, CH das Cruzes e CH dos Viveiros (bloco III) (Fig. 2). Contribuiu para a escolha o facto de estarem localizados em locais infestados com o mosquito, possuírem uma população variada, quer em termos etários, quer culturais e possuírem uma dimensão que permitisse executar os objetivos do plano, com os recursos humanos e materiais disponíveis. Figura 2. Localização dos complexos habitacionais da CMF com intervenção do Plano. Em cada CH foram colocadas armadilhas de oviposição (Fig. 3), que foram vistoriadas semanalmente e cujos resultados são apresentados na Figura 4. Figura 3. Armadilha de oviposição colocada no interior de uma residência. 5

7 Conj. Hab. das Cruzes (armadilha n.º) janeiro fevereiro março janeiro fevereiro março Conj. Hab. do Comboio Conj. Hab. das Viveiros (armadilha n.º) (armadilha n.º) Figura 4. Resultados das vistorias semanais às armadilhas de oviposição colocadas nos complexos habitacionais. Consideram-se armadilhas positivas (a vermelho) aquelas que apresentaram deposição de ovos de Aedes aegypti Avaliação da situação (vistorias e monitorização) Metodologias Para a avaliação do estado de referência das áreas em estudo, procurou-se utilizar índices cuja sensibilidade e importância foi já comprovada em estudos feitos noutras regiões. Nesta medida foram selecionados 4 índices: 6

8 Índice de Infestação Predial (HI) Com este índice calcula-se a percentagem de edifícios infestados com larvas de A. aegypti. Este índice calcula-se independentemente da natureza da ocupação dos edifícios, se residencial ou comercial. Não obstante ser usado para medir os níveis populacionais dos vetores Aedes, não tem em conta o número de recipientes positivos por imóvel, nem a produtividade de cada recipiente. Mesmo assim, pode ser útil, uma vez que fornece a percentagem de imóveis positivos. HI (%) = Ipos x 100 Ipesq em que: Ipos = nº de imóveis positivos e Ipesq = nº de imóveis pesquisados. Índice de recipiente (CI) Este índice calcula a percentagem de recipientes com água que são positivos para larvas. Considera todo e qualquer recipiente passível de ser criadouro, permitindo revelar o percentual de recipientes, com água, que são positivos para larva e pupa de Aedes. Com isso, obtêm-se apenas o número e os tipos de recipientes positivos sem ter-se em conta suas produtividades. CI (%) = Rpos Rpesq x 100 em que: Rpos = nº de recipientes positivos e Rpesq = nº de recipientes pesquisados (criadouros potenciais e efetivos). Índice de Breteau (BI) Este índice estabelece uma relação entre recipientes e imóveis dando o perfil dos habitats preferidos para o mosquito Aedes. Tem sido, a priori, o índice mais usado para estimar a densidade de A. aegypti. Entretanto, incorre na mesma falha dos dois anteriores, ou seja, também não considera a produtividade dos habitats. BI = Rpos Ipesq x 100 em que: Rpos = nº de recipientes positivos e Ipesq= nº de imóveis pesquisados. Índice de Risco Entomológico (ERI) Este índice, desenvolvido pela primeira vez para este Plano, é uma modificação do Índice de Breteau. Estabelece uma relação entre o número total de recipientes passíveis de constituir criadouros (considera todo e qualquer recipiente capaz de acumular água) e os imóveis pesquisados dando assim uma indicação do risco de propagação do mosquito Aedes, independentemente de ele ter sido encontrado ou não. A sua aplicação reveste-se de particular importância nos casos em que o Índice de Breteau é igual ou próximo de 0, mas que as ovitraps indicam a presença de Aedes. ERI = Rneg + Rpot + Rpos Ipesq em que Rneg = nº de recipientes com água sem larvas e/ou pupas, Rpot = nº de recipientes passíveis de acumular água, Rpos = nº de recipientes positivos e Ipesq= nº de imóveis pesquisados. Para efeitos de melhor compreensão do risco, foi estabelecida a seguinte escala qualitativa: 7

9 Grau de risco Valor de ERI Muito baixo <100 Baixo Médio Alto Muito alto > Resultados No período em apreço neste relatório foram efetuadas as vistorias periódicas nos conjuntos habitacionais em estudo. Foram efetuadas vistorias em algumas unidades hoteleiras do Funchal (Tab. 1). Em todos os casos e sempre que possível, foram calculados os índices relevantes e registada a presença de outras espécies de mosquitos. Hotelaria Tabela 1. Resultados das vistorias efetuadas em unidades hoteleiras no primeiro trimestre de Mês Nº unidades Hoteleiras Freguesia Índice de Recipiente (CI) Índice de Infestação Predial (HI) Índice de Breteau (BI) Índice de Risco Entomológico (ERI) fevereiro 3 São Martinho 0,49 33,3 33,3 68,3 março 2 São Martinho Monitorização da atividade através da rede de Ovitraps MMF/MOSQIMAC Ao abrigo do projeto PCT-MAC MOSQIMAC, o Museu de História Natural do Funchal mantém uma rede de armadilhas de oviposição (Fig. 3) na cidade do Funchal (Figs. 5 e 6) as quais são monitorizadas semanalmente. 8

10 Figura 5. Rede de armadilhas de oviposição ( Ovitraps ) em permanência na cidade do Funchal e monitorizadas pelo Museu de História Natural do Funchal. A vermelho estão representadas as armadilhas que apresentaram deposição de ovos do mosquito A. aegypti no decurso do 1º trimestre de A dimensão dos círculos reflete o número médio de ovos depositados mensalmente, que está referido por cima de cada círculo. (Tratamento de dados: GeoFunchal/Gab. Informação Geográfica). Figura 6. Rede de armadilhas de oviposição ( Ovitraps ) em permanência na cidade do Funchal e monitorizadas pelo Museu de História Natural do Funchal. Deposição semanal de ovos do mosquito A. aegypti no decurso do 1º trimestre de (Tratamento de dados: GeoFunchal/Gab. Informação Geográfica). 9

11 3.3. Sensibilização e informação As ações de sensibilização são uma ferramenta importante para se fomentar uma mudança de atitudes, com vista a comportamentos mais sustentáveis. Apesar da sensibilização por si só não levar a mudanças permanentes, é um passo importante para a consciencialização de todos os munícipes relativamente ao problema atual do combate ao mosquito (Aedes aegypti), vetor de transmissão da Dengue. O Município do Funchal, de 1 de Janeiro a 31 de Março de 2014, realizou 69 ações de sensibilização, integradas neste Plano Municipal, envolvendo 1091 pessoas (Tabela 4). Tabela 4. Ações de divulgação e sensibilização no Concelho do Funchal no 1º trimestre de Nº de ações Nº de pessoas envolvidas Escolas Centros comunitários - - Conjuntos habitacionais Juntas de Freguesia - - Hotelaria Serviços públicos Público em geral Totais Hotelaria Foram efetuadas vistorias e ações de sensibilização em 5 unidades hoteleiras na freguesia de São Martinho (Tab. 5). Tabela 5. Unidades hoteleiras visitadas no 1º trimestre de São Martinho Hotel Pestana Promenade Hotel Pestana Bay Hotel Pestana Gardens Hotel Pestana Palms Hotel Pestana Village Nota: em cada um destes locais foram deixados panfletos, tal como é feito nos estabelecimentos comerciais e serviços. 10

12 Estabelecimentos de ensino Efetuaram-se ações de sensibilização no Externato Princesa D. Maria Amélia e Escola Profissional Cristóvão Colombo. Outros No Estabelecimento Prisional do Funchal efetuaram-se ações de sensibilização. Comércio e Serviços Foi dada continuidade ao programa de sensibilização porta-a-porta junto do setor do comércio e serviços (Tabela 6). Tabela 6. Ações de sensibilização junto do setor do comércio e serviços levadas a cabo durante o 1º trimestre de 2014 na freguesia de São Martinho. Tipologia 3.4. Ações na cidade vistorias e combate Freguesia de S. Martinho nº estabelec. nº de pessoas Alimentação Escritórios Industrial 1 6 Restauração Serviços e comércio geral Grandes superfícies 0 0 Pequena Hotelaria 0 0 Totais Reclamações Ficou de início acordado que todas as reclamações oriundas dos munícipes e referentes à existência de criadouros do mosquito ou outras situações relacionadas com este Plano seriam centralizadas na Linha do Ambiente da CMF. O Departamento de Ambiente efetua uma análise destas reclamações e dá o respetivo seguimento. Paralelamente estas reclamações são carregadas num sistema SIG, pelo Gabinete de Informação Geográfica da CMF, que disponibiliza um mapa com as mesmas. 11

13 A situação das reclamações com referência a 31 de Março de 2014, num total de 46 registos (42 resolvidos e 4 em resolução), está patente na Figura 7. Figura 7. Distribuição das reclamações recebidas na Linha do Ambiente e sua situação a 31 de Março de Das 46 reclamações recebidas é de realçar que 60,86% correspondem a ocorrências em propriedades privadas e que, da totalidade dos casos apresentados, apenas 2,17% confirmaram a presença de mosquitos Aedes aegypti. No decorrer das ações desenvolvidas neste 1º trimestre foram despendidos cerca de 36 meios humanos e 14 viaturas (Tab. 7). 12

14 Tabela 7. Distribuição das reclamações apresentadas por freguesia e caracterização do esforço representado. Freguesia nº de reclamações Prop. Pública Prop. Privada Presença confirmada de A. aegypti Meios humanos empregues Meios mecânicos empregues (viatura) nº de horas consumidas São Gonçalo :00 Santa Maria Maior :30 Sé :00 São Pedro :30 São Roque :00 Imaculado :00 Santo António São Martinho : :00 Santa Luzia :00 Monte :00 Totais :00 nº de casos nº de horas Para a comunicação de situações relacionadas com o plano municipal de combate ao mosquito, o , foi o meio de comunicação mais utilizado, representando cerca de 43,47% (Tab. 8). 13

15 Tabela 8. Meios utilizados pelos munícipes para apresentarem reclamações ou comunicarem situações de preocupação relacionadas com o mosquito. Freguesia Linha do Ambiente Site Balcão Oficio Total São Gonçalo Santa Maria Maior Sé São Pedro São Roque Imaculado Santo António São Martinho Santa Luzia Monte Totais Prevenção e combate em áreas públicas O Departamento de Ambiente estabeleceu um plano de prevenção e combate em áreas públicas, com particular ênfase para a limpeza de sarjetas na via pública nas freguesias mais afetadas por este mosquito: Santa Maria Maior, Santa Luzia, Sé e S. Pedro (Fig. 8). Neste período, de Janeiro a Março, foram intervencionadas 2211 sarjetas do concelho. 14

16 Figura 8. Limpeza e desinfeção de sarjetas na via pública no decurso do 1º trimestre de Ações de divulgação e informação para a população em geral Durante este período foi feita a distribuição de um desdobrável (Fig. 9) informativo em todas as ações junto do setor do comércio e serviços, acompanhado de um flyer com informação adicional dirigida a este setor específico (Fig. 10). 15

17 Figura 9. Panfleto desdobrável distribuído à população através da fatura de consumo de água e nas ações de informação e sensibilização. 16

18 Figura 10. Flyer direcionado para o setor do comércio. O sítio Internet oficial deste Plano Municipal, (www.cm-funchal.pt/todoscontraomosquito) (Fig. 11) registou neste 1º trimestre 70 acessos, e como já foi referido anteriormente, foi utilizado pelos munícipes para comunicar 14 situações da presença de criadouros na cidade. 17

19 Figura 11. Página inicial do sítio Internet oficial do Plano Municipal de combate ao mosquito vetor de transmissão da Dengue. 18

20 4- Considerações finais Neste primeiro trimestre do ano assiste-se a um período de baixa atividade do mosquito Aedes aegypti, de acordo com dados fornecidos pelo projeto MOSQIMAC. Em todo o trimestre não se registaram casos confirmados de Dengue autóctone (Fig. 1). Comparativamente ao trimestre anterior o número de armadilhas positivas diminuiu significativamente nos 3 complexos habitacionais em estudo (Fig. 4). Em 5 unidades hoteleiras vistoriadas, na freguesia de São Martinho (Tab. 1), os valores dos índices de recipiente, predial e de Breteau foram baixos. Quanto ao índice de risco entomológico, as unidades hoteleiras visitadas em fevereiro e março, apresentaram, respetivamente, um risco muito baixo e baixo. Os resultados das armadilhas de oviposição da rede MOSQIMAC mostram uma atividade consentânea com a época do ano (Fig. 5 e 6). Neste trimestre continuou o trabalho de informação e divulgação desta temática (palestras e outras ações de sensibilização, com distribuição de folhetos informativos), com ações junto da comunidade (Tab. 4) e porta-a-porta no setor do comércio e serviços (Tab. 6). Cinco unidades hoteleiras foram vistoriadas durante este trimestre (Tab. 5). O correio eletrónico e o sítio Internet oficial do Plano Municipal foram as vias mais utilizadas pelos munícipes para relatarem situações relacionadas com a presença do mosquito (Tab. 8). Das 46 ocorrências comunicadas, quase 61% disseram respeito a propriedades particulares e, em apenas 2% dos casos, se confirmou a presença de Aedes aegypti (Tab. 7). As reclamações distribuíram-se por toda a parte baixa da cidade, com particular incidência nas freguesias de Santa Maria Maior, São Pedro e Sé (Fig. 7). Neste trimestre continuou o trabalho de limpeza de sarjetas na via pública feito pelo Departamento de Ambiente (Fig. 8). Esta limpeza é feita com água. Logo que seja possível, as sarjetas passarão a ser tratadas com sal-gema, o que irá permitir uma maior eficácia de controlo dos criadouros, sobretudo nos períodos sem chuva. Continua a constituir um motivo de preocupação a presença de plantas da família Bromeliaceae nalguns jardins públicos do Funchal. Serão envidados todos os esforços para que, antes do Verão, estas venham a ser substituídas por outras plantas que não acumulem água. Também é motivo de preocupação a proliferação de recipientes com água nas Hortas Urbanas e Hortas Sociais do Funchal, alguns dos quais constituem criadouros de A. aegypti. Esta situação será abordada com a administração da Sociohabitafunchal com vista à sua correção. Não é de mais ressalvar o facto de estarem a trabalhar ativamente neste Plano pelo menos 4 departamentos da Câmara Municipal do Funchal, envolvendo cerca de 20 técnicos superiores e assistentes técnicos, mais de 20 assistentes operacionais e 1 estagiário. Considerando que estes colaboradores continuam a desempenhar as suas funções definidas no âmbito das atividades normais dos seus serviços, só uma grande dedicação e elevado profissionalismo permite que um Plano com estes objetivos, aplicado a uma cidade com mais de habitantes e com hábitos e tradições tão propícios à proliferação deste mosquito, possa vir a dar frutos. 19

21 Para além do esforço humano, a Câmara Municipal do Funchal está também a fazer um grande esforço financeiro. É assim urgente encontrar fontes alternativas de financiamento que permitam um reforço das atividades e assegurem uma boa execução deste Plano. Ficha técnica Autoria: Manuel Biscoito, Ricardo Araújo, Sérgio Barrancos, Raquel Brazão, Sara Ferreira, Ysabel Gonçalves, Ana Silva Jesus, Iolanda Lucas, Nelson Diego Pereira, Gil Serrão, Juan Silva e Victor Jordão Soares Câmara Municipal do Funchal. Pelouros do Ambiente e Ciência e Ação Social e Educação. 20

Plano Municipal de Combate ao Mosquito Vetor de Transmissão da Dengue

Plano Municipal de Combate ao Mosquito Vetor de Transmissão da Dengue Plano Municipal de Combate ao Mosquito Vetor de Transmissão da Dengue Funchal, Novembro de 2012 ÍNDICE Resumo executivo... 2 I Introdução... 4 II Objetivo... 5 III Estratégia de atuação... 5 IV Área de

Leia mais

Relatório anual de execução 2013

Relatório anual de execução 2013 Relatório anual de execução 2013 Funchal Fevereiro de 2014 Ficha técnica Autoria: Manuel Biscoito, Ricardo Araújo, Sérgio Barrancos, Raquel Brazão, Sara Ferreira, Gil André Freitas, Ysabel, Ana Silva Jesus,

Leia mais

Programa de Educação para a Sustentabilidade 2014/2015

Programa de Educação para a Sustentabilidade 2014/2015 Programa de Educação para a Sustentabilidade 2014/2015 Plano de Atividades Programa de Educação para a Sustentabilidade O Programa de Educação para a Sustentabilidade para o ano letivo 2014/2015 integra

Leia mais

PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA A PREVENÇÃO E CONTROLO DO AEDES AEGYPTI

PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA A PREVENÇÃO E CONTROLO DO AEDES AEGYPTI PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA A PREVENÇÃO E CONTROLO DO AEDES AEGYPTI Novembro de 2012 Atualizado em março 2013 Rua das Pretas, n.º 1 9004-515 Funchal ( 291212300 Fax: 291281421 - iasaude@iasaude.sras.gov-madeira.pt

Leia mais

TÍTULO:A NECESSIDADE DE CONSCIENTIZAÇÃO NA LUTA CONTRA A DENGUE.

TÍTULO:A NECESSIDADE DE CONSCIENTIZAÇÃO NA LUTA CONTRA A DENGUE. TÍTULO:A NECESSIDADE DE CONSCIENTIZAÇÃO NA LUTA CONTRA A DENGUE. AUTORES:Madureira, M.L 1.; Oliveira, B.C.E.P.D 1.; Oliveira Filho, A. M. 2 ; Liberto, M.I.M. 1 & Cabral, M. C. 1. INSTITUIÇÃO( 1 - Instituto

Leia mais

DESAFIOS E INOVAÇÕES NO CONTROLE DA DENGUE

DESAFIOS E INOVAÇÕES NO CONTROLE DA DENGUE PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE / Secretaria Municipal de Saúde Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde DESAFIOS E INOVAÇÕES NO CONTROLE DA DENGUE Vigilância epidemiológica e controle vetorial

Leia mais

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011 Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar Ano lectivo 2010/2011 Apreciação Geral A aplicação do Regime de Fruta Escolar (RFE) em Portugal tem os seguintes objectivos gerais: Saúde Pública:

Leia mais

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Orientação seguinte:

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Orientação seguinte: ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 018/2012 DATA: 31/10/2012 Luta anti vetorial contra Aedes aegypti Luta anti vetorial; Aedes aegypti; Dengue Autoridades de saúde; Departamentos e Unidades

Leia mais

Resultado do LIRAa. Março / 2014. Responsáveis pela Consolidação dos Dados: Romário Gabriel Aquino 18048 Bruno Rodrigues Generoso 17498

Resultado do LIRAa. Março / 2014. Responsáveis pela Consolidação dos Dados: Romário Gabriel Aquino 18048 Bruno Rodrigues Generoso 17498 Resultado do LIRAa Março / 2014 Responsáveis pela Consolidação dos Dados: Romário Gabriel Aquino 18048 Bruno Rodrigues Generoso 17498 Levantamento Rápido de Índices LIRAa O LIRAa foi desenvolvido em 2002,

Leia mais

Marca Priolo Balanço do desenvolvimento e implementação (2013-2014)

Marca Priolo Balanço do desenvolvimento e implementação (2013-2014) 2015 Marca Priolo Balanço do desenvolvimento e implementação (2013-2014) Azucena de la Cruz Martin Gabinete CETS Terra do Priolo 01-01-2015 Marca Priolo Balanço do desenvolvimento e implementação (2013-2014)

Leia mais

COMUNIDADE ACADÊMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSERIDA NA MOBILIZAÇÃO CONTRA DENGUE

COMUNIDADE ACADÊMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSERIDA NA MOBILIZAÇÃO CONTRA DENGUE COMUNIDADE ACADÊMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSERIDA NA MOBILIZAÇÃO CONTRA DENGUE MACHADO, Luana Pequeno Vasconcelos¹; SOUSA, Bruna Katiele de Paula²; VALADÃO, Danilo Ferreira³; SIQUEIRA, João

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS (Enquadramento) Conforme o disposto na Resolução do Conselho de Ministros nº. 197/97, de 18 de Novembro e no Despacho Normativo nº. 8/2, de 12 de

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Plano Atividades Câmara Municipal do Funchal

Plano Atividades Câmara Municipal do Funchal 2015 Plano Atividades 1 Câmara Municipal do Funchal Departamento de Educação e Promoção Social 2 A Câmara Municipal do Funchal, no âmbito do seu Programa de Educação para a Cidadania, desenvolve, através

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14 Agrupamento de Escolas da Moita Plano de Melhoria P r o v i s ó r i o P p P r o Ano letivo 2013-14 Moita, 22 de abril de 2015 A COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO o Célia Romão o Hélder Fernandes o Ana Bela Rodrigues

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Objeto) O presente regulamento define as normas de participação e intervenção no Orçamento Participativo do Município da

Leia mais

Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE

Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE O Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE, visa dar a conhecer a forma como a CMMN pretende continuar a divulgar os resultados obtidos ao longo do projecto GAPS. Dividido em duas partes, a primeira tem

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2013 PROGRAMA DEEDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE

PLANO DE ATIVIDADES 2013 PROGRAMA DEEDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE PLANO DE ATIVIDADES 2013 PROGRAMA DEEDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE INTRODUÇÃO Tendo como linha orientadora a estratégia definida pelo município de Esposende no que diz respeito à sensibilização e formação

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE AMBIENTE PROPOSTA DO PLANO ELABORADO POR CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR

PLANO MUNICIPAL DE AMBIENTE PROPOSTA DO PLANO ELABORADO POR CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR PLANO MUNICIPAL DE AMBIENTE PROPOSTA DO PLANO ELABORADO POR CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR FICHA TÉCNICA Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar Eng.º Duarte Marques Eng.ª Cristina Vieira Divisão

Leia mais

REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE

REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE Os Amigos do Cáster em parceria com a Câmara Municipal de Ovar criam o PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE, inserido no âmbito do Programa Integrado de

Leia mais

Programa Olivais em Férias

Programa Olivais em Férias Capítulo 90 Programa Olivais em Férias Ano 2015 MR.003.01.Vers.1.0.a Página 1 de 8 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Planeamento e Organização... 3 3. Inscrição... 3 3.1. Valor a pagar... 3 3.2. Fichas de

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL PREÂMBULO REGULAMENTO DA LOJA SOCIAL DO CONCELHO DE VALENÇA Com a emergência de novos processos de exclusão social e a persistência de fortes desigualdades sociais, subjacentes à problemática da pobreza

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MAFRA PLANO DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA PIP 2 PREVENÇÃO E COMBATE DA INDISCIPLINA ANO LETIVO 2014 2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MAFRA PLANO DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA PIP 2 PREVENÇÃO E COMBATE DA INDISCIPLINA ANO LETIVO 2014 2015 PLANO DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA PIP 2 PREVENÇÃO E COMBATE DA INDISCIPLINA ANO LETIVO 2014 2015 PROJETO DE INTERVENÇÃO AO NÍVEL DA INDISCIPLINA 1- FUNDAMENTAÇÃO A Equipa Multidisciplinar foi constituída

Leia mais

NOTA TÉCNICA N.º 3/2014/IOC-FIOCRUZ/DIRETORIA (versão 1, 22 de maio de 2014)

NOTA TÉCNICA N.º 3/2014/IOC-FIOCRUZ/DIRETORIA (versão 1, 22 de maio de 2014) 1 NOTA TÉCNICA N.º 3/2014/IOC-FIOCRUZ/DIRETORIA (versão 1, 22 de maio de 2014) Assunto: Avaliação de armadilhas para a vigilância entomológica de Aedes aegypti com vistas à elaboração de novos índices

Leia mais

RELATÓRIO DA AUDITORIA INTERNA AO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

RELATÓRIO DA AUDITORIA INTERNA AO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Pág. 1 5 Designação legal da Organização: Municipio do Sátão. Instalações auditadas: Paços do Concelho, na Praça Paulo VI, Oficina e Armazém na Zona Industrial e Obra (Bem ou serviço nº 525) "valetas em

Leia mais

Taxa de incidência da dengue, Brasil e regiões, 1998-2001

Taxa de incidência da dengue, Brasil e regiões, 1998-2001 1 reintrodução da dengue no Brasil em 1986 pelo Estado do Rio de Janeiro um sério problema de Saúde Pública, com 8 epidemias associadas aos sorotipos 1, 2 e 3 taxas de incidência: novo aumento a partir

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação:

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA OLIVAIS EM FÉRIAS ANO 2015

REGULAMENTO DO PROGRAMA OLIVAIS EM FÉRIAS ANO 2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA OLIVAIS EM FÉRIAS ANO 2015 Contactos da Junta de Freguesia Morada: Rua General Silva Freire, Lote C 1849-029 Lisboa Telefone: 21 854 06 90 Fax: 21 852 06 87 / 21 248 79 25 E-mail:

Leia mais

2014/15. Nesta. A quem se dirige? O Projeto Nós. municípios onde. locais; Geografia; Quem

2014/15. Nesta. A quem se dirige? O Projeto Nós. municípios onde. locais; Geografia; Quem Projetoo Nós Propomos! Cidadania, Sustentabilidadee e Inovação na Educação Geográfica 2014/15 Quem o promove? Nesta sua 4ª edição, o Projeto Nós Propomos! Cidadania, SustentabiliS idade e Inovação na Educação

Leia mais

Larvas do mosquito da dengue tem local propício para proliferação em canteiros de obras de Manaus

Larvas do mosquito da dengue tem local propício para proliferação em canteiros de obras de Manaus Comunicação e Marketing Ltda Veículo: Editoria: Notícias www.acritica.uol.com.br Coluna: -- Assunto: Larvas do mosquito da dengue tem local propício para proliferação em canteiros de obras de Manaus Origem:

Leia mais

ECO XXI Acção de formação. 11 de fevereiro de 2014 Amadora

ECO XXI Acção de formação. 11 de fevereiro de 2014 Amadora ECO XXI Acção de formação 11 de fevereiro de 2014 Amadora Júri Sérgio Guerreiro Director do Departamento de Estudos e Planeamento António Fontes Director, Área Institucional Ana Isabel Fonseca Moiteiro

Leia mais

Francisco Paz 09/12/2015

Francisco Paz 09/12/2015 Estado do Rio Grande do Sul Secretaria de Estado de Saúde DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS: DESAFIOS PARA A GESTÃO Plano de Intensificação do combate ao Aedes aegypti Francisco Paz 09/12/2015 Ações estaduais

Leia mais

Regulamento Interno. Preâmbulo

Regulamento Interno. Preâmbulo Regulamento Interno Preâmbulo A Resolução de Conselho de Ministros 197/97 de 18 de Novembro define a Rede Social como um fórum de articulação e congregação de esforços baseado na adesão livre das autarquias

Leia mais

REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES

REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES 1 REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES PROJETO FLORESTA COMUM PREÂMBULO Tendo por base o protocolo celebrado entre a AFN Autoridade Florestal Nacional, o ICNB,

Leia mais

Controle do Aedes aegypti e ações intersetoriais

Controle do Aedes aegypti e ações intersetoriais II eminário DENGUE: desafios para políticas integradas de ambiente, atenção e promoção da saúde Controle do Aedes aegypti e ações intersetoriais Instituto Oswaldo Cruz FIOCUZ Laboratório Fisiologia e Controle

Leia mais

MECANISMO DE APOIO À ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

MECANISMO DE APOIO À ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO MECANISMO DE APOIO À ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO Na sequência dos trabalhos desenvolvidos pelo Fórum para a Cooperação, implementado em 2008, e reconhecendo o papel que

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL ERNESTO SOLON BORGES PROJETO DENGUE BANDEIRANTES-MS

ESCOLA ESTADUAL ERNESTO SOLON BORGES PROJETO DENGUE BANDEIRANTES-MS ESCOLA ESTADUAL ERNESTO SOLON BORGES PROJETO DENGUE BANDEIRANTES-MS FEVEREIRO 2011 ESCOLA ESTADUAL ERNESTO SOLON BORGES PROJETO DENGUE DIRETOR: JOSÉ CANDIDO DE CASTRO NETO COORDENADORA: FÁTIMA SURIANO

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO)

EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO) CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EM REGIME DE OVERBOOKING EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO) DOMÍNIO DE INTERVENÇÃO PREVENÇÃO

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA UNIVERSIDADE DO PORTO PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA LITERACIA FINANCEIRA DA U.PORTO Outubro de 2012 Enquadramento do programa na Estratégia Nacional de Formação Financeira Plano Nacional de Formação Financeira

Leia mais

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária Preenchidos A preencher Preenchidos Gabinete de Apoio ao Presidente Coordenar e executar todas as atividades inerentes à assessoria, secretariados, protocolos da Presidência e assegurar a interligação

Leia mais

DECRETO MUNICIPAL N O 2462/2015 Data: 28 de maio de 2015

DECRETO MUNICIPAL N O 2462/2015 Data: 28 de maio de 2015 DECRETO MUNICIPAL N O 2462/2015 Data: 28 de maio de 2015 HOMOLOGA REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ MUNICIPAL DE MOBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO NO CONTROLE A DENGUE DE ITAPOÁ. de suas atribuições legais, SERGIO FERREIRA

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas Levante da Maia 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas

Leia mais

1 Newsletter. Março-Maio 2015 RUA SOAR DE CIMA ( MUSEU ALMEIDA MOREIRA) 3500-211 VISEU

1 Newsletter. Março-Maio 2015 RUA SOAR DE CIMA ( MUSEU ALMEIDA MOREIRA) 3500-211 VISEU 1 Newsletter 1. Quem Somos 2. Objetivos 3. Os Parceiros 4. Inauguração do Gabinete de Apoio - BEIRA AMIGA 5. Visita ao Gabinete de Inserção Profissional (da UGT) 6. Participação no Brainstorming Setorial

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (A.E.C.)

REGIMENTO DO PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (A.E.C.) REGIMENTO DO PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (A.E.C.) A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E B E N A V E N T E INTRODUÇÃO Tendo por base os normativos legais

Leia mais

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor:

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: - Conselho Municipal de Educação de Vila Real - Proposta de Regulamento ---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

Mais de 206 mil imóveis visitados em Combate à Dengue De acordo com a Secretaria de Saúde, 59% das vistorias previstas já foram realizadas.

Mais de 206 mil imóveis visitados em Combate à Dengue De acordo com a Secretaria de Saúde, 59% das vistorias previstas já foram realizadas. www.portalamazonia.com.br Coluna: Mais de 206 mil imóveis visitados em Combate à Dengue Mais de 206 mil imóveis visitados em Combate à Dengue De acordo com a Secretaria de Saúde, 59% das vistorias previstas

Leia mais

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha.

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha. A Câmara Municipal procura ser um exemplo de bom desempenho ambiental. A gestão ambiental da autarquia promove, através de um conjunto de projectos, a reciclagem junto dos munícipes e dos seus trabalhadores.

Leia mais

Objetivos de Segurança. Direção de Segurança

Objetivos de Segurança. Direção de Segurança Direção de Segurança 20110325 ÍNDICE Segurança Ferroviária Objetivos de segurança Segurança na Segurança na REFER ÍNDICE Segurança Ferroviária Objetivos de Segurança A Segurança Ferroviária A BASE A Segurança

Leia mais

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Geociências

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Geociências Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Geociências Laboratório de Estatística Aplicada ao Processamento de Imagens e Geoprocessamento INFLUÊNCIA DOS AGENTES

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

Aviso - ALG-28-2015-11

Aviso - ALG-28-2015-11 Eixo Prioritário 5 Investir no Emprego OT 8 Promover a Sustentabilidade e a Qualidade do Emprego, e Apoiar a Mobilidade dos Trabalhadores PI 8.9 Apoio ao crescimento propício ao emprego, através do desenvolvimento

Leia mais

R E G I M E N T O. Preâmbulo

R E G I M E N T O. Preâmbulo R E G I M E N T O Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86, de 14 de outubro, com a redação que lhe foi dada pela Lei n.º 115/97, de 19 de setembro) e de acordo com as alterações introduzidas

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA IDENTIFICAÇÃO Data da auditoria 23-02-2015 24-02-2015 Organização Morada Sede Representante da Organização Câmara Municipal de Santa Maria da Feira - Biblioteca Municipal Av. Dr. Belchior Cardoso da Costa

Leia mais

REGULAMENTO Orçamento Tu decides!

REGULAMENTO Orçamento Tu decides! 1 REGULAMENTO Orçamento Tu decides! PREÂMBULO O diálogo entre os cidadãos e o poder autárquico constitui um eixo fundamental para o desenvolvimento de uma cidade. A participação de todos na escolha e definição

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE MAPA DE OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS DE OUTUBRO 2015 Dia 12: IVA: Envio da declaração mensal referente ao mês de agosto 2015 e anexos. IVA: Pagamento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), a

Leia mais

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO Artigo 1º Âmbito Ao abrigo do n.º 1 do artigo 8.º da Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, o presente regulamento estabelece os procedimentos

Leia mais

RELATO RIO DE EXECUÇA O/2014 PLANO DE AÇA O/2015

RELATO RIO DE EXECUÇA O/2014 PLANO DE AÇA O/2015 RELATO RIO DE EXECUÇA O/2014 PLANO DE AÇA O/2015 Elaborado por: Rede Social de 0 Índice Sumário Executivo... 2 Capítulo I - Avaliação do Plano de Ação/2014... 4 Capítulo II - Plano de Ação de 2015... 10

Leia mais

Newsletter n.º 26 Mar.2013 MICROSOFT APOIA LINKCITIES

Newsletter n.º 26 Mar.2013 MICROSOFT APOIA LINKCITIES Newsletter n.º 26 Mar.2013 MICROSOFT APOIA LINKCITIES A Microsoft deu a conhecer a Plataforma LinkCities propriedade da Link Think. Esta Plataforma liga as cidades e autarquias locais, através das suas

Leia mais

Regulamento do Concurso de Ideias

Regulamento do Concurso de Ideias Regulamento do Concurso de Ideias 1. Apresentação O Concurso de Ideias e a Conferência Internacional sobre Prevenção e Controlo do Tabagismo, que vai ter lugar em Lisboa, de 14 a 15 de novembro de 2013,

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE MEDIDAS DE APOIO SOCIAL A FAMÍLIAS CARENCIADAS DO CONCELHO DE VALENÇA Preâmbulo A atual situação económica tem provocado o aumento das situações de desemprego e como tal um elevado

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve

Programa Operacional Regional do Algarve Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Domínio Temático CI Competitividade e Internacionalização Prioridades de investimento: 11.2 Aprovado

Leia mais

Plano de ação para o tema: Resíduos

Plano de ação para o tema: Resíduos Plano de ação para o tema: Resíduos Diagnóstico (situações a melhorar) Objetivo(s) Meta(s) Ações e Atividades Previstas Concretização Avaliação- instrumentos e Indicadores (de monitorização e avaliação

Leia mais

Programa Local de Responsabilidade Social de Ferreira do Alentejo

Programa Local de Responsabilidade Social de Ferreira do Alentejo Regulamento do Programa Local de Responsabilidade Social de Preâmbulo O projeto Ferreira Solidária, financiado pelo Programa dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social, prevê, no eixo 1, a implementação

Leia mais

EMISSOR: Presidência do Conselho de Ministros e Ministério da Economia e do Emprego

EMISSOR: Presidência do Conselho de Ministros e Ministério da Economia e do Emprego DATA: Segunda-feira, 31 de dezembro de 2012 NÚMERO: 252 SÉRIE I EMISSOR: Presidência do Conselho de Ministros e Ministério da Economia e do Emprego DIPLOMA: Portaria n.º 427/2012 SUMÁRIO: Regulamenta a

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quinta-feira, 5 de junho de 2014. Série. Número 84

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quinta-feira, 5 de junho de 2014. Série. Número 84 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quinta-feira, 5 de junho de 2014 Série Sumário PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução n.º 547/2014 Suspende parcialmente o Plano Diretor Municipal do Funchal.

Leia mais

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE)

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) 1. Título alusivo à iniciativa Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE). 2. Entidades parceiras Identificação das organizações (Organismo público,

Leia mais

Turismo e Água Proteger o nosso futuro comum Dia Mundial do Turismo 2013

Turismo e Água Proteger o nosso futuro comum Dia Mundial do Turismo 2013 Turismo e Água Proteger o nosso futuro comum Dia Mundial do Turismo 2013 Caraterização das práticas relacionadas com o consumo de água nas empresas de alojamento turístico de Montemor-o-Novo Anualmente,

Leia mais

NORMAS DE ACESSO E UTILIZAÇÃO DAS HORTAS DE ÁGUEDA

NORMAS DE ACESSO E UTILIZAÇÃO DAS HORTAS DE ÁGUEDA NORMAS DE ACESSO E UTILIZAÇÃO DAS HORTAS DE ÁGUEDA PREÂMBULO O projeto Agricultura semente de sustentabilidade tem como desígnio trazer para um sector de atividade tradicional de baixa tecnologia, um elevado

Leia mais

Mudança - PS,BE,PND,MPT, PTP e PAN

Mudança - PS,BE,PND,MPT, PTP e PAN Autárquicas 2013 Funchal Situação Política, financeira, económica e social O Concelho do Funchal vive uma situação dramática, a pior desde a implementação da democracia, da autonomia e do poder local democrático.

Leia mais

O projeto da Rede Municipal de Hortas Urbanas de Vila Nova de Gaia. Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia

O projeto da Rede Municipal de Hortas Urbanas de Vila Nova de Gaia. Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia O projeto da Rede Municipal de Hortas Urbanas de Vila Nova de Gaia Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia O CONCEITO DE HORTA URBANA Possui objetivos distintos da atividade agrícola enquanto atividade económica

Leia mais

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO.

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO. CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO O emprego tem uma enorme importância tanto para os indivíduos como para a sociedade Para além de ser uma fonte de rendimento, uma forma de ocupação e

Leia mais

Estatutos do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CONSAN-CPLP) Preâmbulo

Estatutos do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CONSAN-CPLP) Preâmbulo Estatutos do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CONSAN-CPLP) Preâmbulo Os Estados membros da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2013/14

PLANO DE AÇÃO 2013/14 Tema Diagnóstico (situações a melhorar) Objetivo(s) Meta(s) Ações e Atividades Previstas Sensibilizar a comunidade escolar para a necessidade crescente de reutilização de materiais; PLANO DE AÇÃO 2013/14

Leia mais

Prefeitura Municipal de Botucatu

Prefeitura Municipal de Botucatu I- Identificação: Projeto Empresa Solidária II- Apresentação : O Fundo Social de Solidariedade é um organismo da administração municipal, ligado ao gabinete do prefeito, que atua em diversos segmentos

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade e Inovação 2014

Barómetro Regional da Qualidade e Inovação 2014 Barómetro Regional da 2014 RESUMO EXECUTIVO O constitui um mecanismo de avaliação periódica dos níveis de na Região Autónoma da Madeira (RAM). Para o efeito baseia-se no paradigma e lógica subjacente aos

Leia mais

OdiArquivo 2012 CONFERÊNCIA ORÇAMENTO DE ESTADO 2012

OdiArquivo 2012 CONFERÊNCIA ORÇAMENTO DE ESTADO 2012 OdiArquivo 2012 CONFERÊNCIA ORÇAMENTO DE ESTADO 2012 A Câmara Municipal de Odivelas em colaboração com a empresa B Time realizou no dia 28 de Janeiro, no auditório do Centro de Exposições de Odivelas,

Leia mais

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA)

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Definições O Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades irá conter um programa das intenções necessárias para assegurar a acessibilidade física

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS 1. APRESENTAÇÃO PRINCÍPIOS E VALORES Acreditamos pela força dos factos que o desenvolvimento desportivo de um Concelho ou de uma Freguesia, entendido na sua vertente quantitativa e qualitativa, exige uma

Leia mais

Regulamento. Núcleo de Voluntariado de Ourique

Regulamento. Núcleo de Voluntariado de Ourique Regulamento Núcleo de Voluntariado de Ourique Regulamento da Núcleo de Voluntariado de Ourique Nota Justificativa O presente Regulamento define as normas de funcionamento do Núcleo de Voluntariado de Ourique,

Leia mais

4 07-09-2011 Revisão geral acordo ortográfico. 5 04-07-2013 Revisão geral e alteração do mapa de processos

4 07-09-2011 Revisão geral acordo ortográfico. 5 04-07-2013 Revisão geral e alteração do mapa de processos Elaborado por GQ: Aprovado Por: Cópia Controlada Nº Cópia Não Controlada Revisão Data Descrição Alteração 0 2004/11/30 Emissão 1 21-06-2008 Revisão Geral 2 08-01-2009 Revisão Geral 3 13-10-2010 Revisão

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 8 Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO DE VOLUNTARIADO DO CARREGADO E CADAFAIS. Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO DE VOLUNTARIADO DO CARREGADO E CADAFAIS. Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO DE VOLUNTARIADO DO CARREGADO E CADAFAIS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito e Entidade Promotora O Banco de voluntariado do Carregado e Cadafais, adiante

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

CGD. Relatório de Compensação de Emissões de GEE

CGD. Relatório de Compensação de Emissões de GEE CGD 1 RELATÓRIO DE COMPENSAÇÃO DE EMISSÕES DE GEE CGD S.A. 2014 2 CGD Relatório de Compensação de Emissões de GEE - CGD S.A. 2014 1.1 Introdução O Programa de Baixo Carbono, pioneiro no setor da banca

Leia mais

Regulamento. Preâmbulo

Regulamento. Preâmbulo Regulamento Preâmbulo As Empresas e os Empreendedores são a espinha dorsal de qualquer economia, em termos de inovação, de criação de emprego, de distribuição de riqueza e de coesão económica e social

Leia mais

LINHAS ORIENTADORAS DO PLANEAMENTO E EXECUÇÃO, PELA DIRETORA, DAS ATIVIDADES NO DOMÍNIO DA AÇÃO SOCIAL ESCOLAR PARA

LINHAS ORIENTADORAS DO PLANEAMENTO E EXECUÇÃO, PELA DIRETORA, DAS ATIVIDADES NO DOMÍNIO DA AÇÃO SOCIAL ESCOLAR PARA CONSELHO GERAL LINHAS ORIENTADORAS DO PLANEAMENTO E EXECUÇÃO, PELA DIRETORA, DAS ATIVIDADES NO DOMÍNIO DA AÇÃO SOCIAL ESCOLAR PARA 2015 O regime jurídico dos apoios concedidos pelo Estado no âmbito da

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA Julho de 2012 Rua da Verónica, 37, 1170-384 Lisboa Tel: 218860041/2 Fax: 218868880 Email: geral@aegv.pt INDICE I. Introdução. 3 II. Ponto de partida.....

Leia mais

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 1 Índice: I Enquadramento II Eixos de Intervenção Estratégica III Proposta de Orçamento IV Candidaturas a Programas de Apoio 2 I Enquadramento Estratégico

Leia mais

Normas de participação

Normas de participação Verão com desafios 2015 Normas de participação I. Apresentação e objetivos 1. Entidade promotora e organizadora - Município de Loures 1 a) O programa de Ocupação de Tempos Livres Verão com Desafios é promovido

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO HENRIQUE MEDINA PROJETO PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO HENRIQUE MEDINA PROJETO PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO HENRIQUE MEDINA PROJETO PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE Ano letivo 2014/2015 1. Enquadramento Entre os objetivos prioritários da atual política educativa encontram-se os

Leia mais

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal 1 Preâmbulo O Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, adiante designado por NNIES, é um equipamento municipal criado

Leia mais

PAINEL III: MEDIDAS DE COMBATE AO INSUCESSO E ABANDONO

PAINEL III: MEDIDAS DE COMBATE AO INSUCESSO E ABANDONO SEMINÁRIO ABANDONO ESCOLAR E (IN)SUCESSSO EDUCATIVO: BALANÇO E PERSPETIVAS 2014-2020 PAINEL III: MEDIDAS DE COMBATE AO INSUCESSO E ABANDONO ESCOLAR: FINANCIAMENTOS COMUNITÁRIOS Teatro Diogo Bernardes POCH

Leia mais

Plano de Ação MARÇO DE 2014

Plano de Ação MARÇO DE 2014 Plano de Ação 2014 MARÇO DE 2014 FICHA TÉCNICA Plano de Ação do Concelho de Águeda março de 2014 Equipa de elaboração: Núcleo Executivo do CLAS de Águeda Colaboraram neste documento os seguintes autores:

Leia mais

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 O desafio Horizonte 2020 Compromissos Nacionais Metas UE-27 20%

Leia mais