} Entendemos que o Movimento Sindical deve cumprir um papel civilizatório, inclusive no processo de Negociação Coletiva;

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2 } Entendemos que o Movimento Sindical deve cumprir um papel civilizatório, inclusive no processo de Negociação Coletiva; } Nossa estratégia é entender o conflito colocado entre as partes (governo x trabalhadores) mas tentar fortalecer a democracia nessas relações; } Um aspecto fundamental para alcançar os objetivos na negociação é estarmos afinados com o que pensa a maioria dos trabalhadores, para melhor representá-los.

3 Uma boa estratégia, serve para vencer uma guerra, e a tática é o conjunto de operações para vencer uma batalha. Sabemos que de batalha em batalha, se vence uma guerra. (A tática está sempre a serviço da estratégia).

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5 Para isso, na negociação estabelecemos: ü Objetivos; ü Identificamos as forças e debilidades de si próprio e do governo; ü Fazemos análise de conjuntura e levantamento de outras informações; ü Preparamos argumentação; ü Estabelecemos margens de concessão; ü construímos um plano B e identificamos o estilo dos negociadores. Após isso: partimos para a Etapa da Organização e Mobilização

6 } A FETAM/SP representa vários sindicatos no estado de São Paulo. O maior deles, SINDSEP está situado no município de São Paulo, por isso pelo número de sindicalizados e pela experiência pioneira nos processos de Negociação Coletiva, vamos trabalhar aqui a realidade deste sindicato.

7 } A população de São Paulo é de habitantes; } Para o desenvolvimento das políticas públicas desse grande número de munícipes a cidade conta com mais de servidores públicos em atividade (atingindo mais de 211 mil se considerarmos os servidores inativos) distribuídos nas seguintes áreas:

8

9 } Em fevereiro de 2002, foi instituído no município de São Paulo o SINP SISTEMA DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA (Lei /2002), importante e inédito instrumento de diálogo entre a administração e o funcionalismo. } Em agosto de 2004, através da lei , as entidades sindicais do município conseguiram uma grande conquista o afastamento de suas funções junto ao serviço público, para exercerem mandato de dirigentes sindicais ou classistas. (Esta importante conquista, possibilitou às entidades representativas do funcionalismo público e a seus dirigentes/representantes Sindicais de Unidade, exercerem plenamente mandato sindical e uma participação mais atuante no SINP).

10 } O SINP conta com um sistema articulado de MESAS DE NEGOCIAÇÃO PERMANENTE, constituído por: MESA CENTRAL: Instalada na Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão SEMPLA, na qual, quando necessário ocorre também a participação de outras secretarias. COMPETÊNCIAS DA MESA CENTRAL: Encaminhamento de questões de interesse geral; Aprovação de Regimento Interno; Definição de competências e das formas de representação e de funcionamento; Implementação das Mesas Setoriais, Regionais e locais, além de negociação das questões gerais e salariais dos servidores.

11 } MESAS SETORIAIS: Instaladas nas secretarias municipais como: Saúde/Mesa de Zoonoses (Instalada recentemente); Educação; Autarquias (Hospitalar-HSPM); Secretaria do Verde e Meio ambiente; Serviço Funerário do Município de São Paulo; Secretaria da Assistência e Desenvolvimento Social. } MESAS LOCAIS/REGIONAIS: Instaladas em órgãos administrativos específicos (unidade de trabalho).

12 COMPETÊNCIAS DAS MESAS SETORIAIS E LOCAIS/ REGIONAIS: } Dar encaminhamento às demandas localizadas em suas respectivas áreas de abrangências. As mesas de negociação do SINP são constituídas por duas bancadas: BANCADA GOVERNAMENTAL E BANCADA SINDICAL- Tais bancadas possuem regras de funcionamento (Regimento Interno), amplamente discutido entre governo e entidades representativas do serviço público. Bancada Governamental Composta por Agentes da Administração Pública. Bancada Sindical Composta por entidades de representatividade municipal e entidades de representatividade estadual, de várias centrais sindicais, dentre elas a CUT Central Única dos Trabalhadores.

13 } Atualmente são signatárias do SINP, 28 entidades, entre elas estão o SINDSEP MUNICÍPAIS DE SÃO PAULO e a FETAM SÃO PAULO FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES PÚBLICOS MUNICÍPAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO.

14 } É importante frisar que para nós uma Negociação Coletiva tem etapas que não são estanques, separadas uma da outra, como podemos ver na imagem que segue:

15 Primeira ETAPA: Avaliação do processo anterior (avaliar os resultados positivos, os negativos e as necessidades de mudanças);

16 Segunda ETAPA: Preparação (se processa internamente, dentro da direção, com envolvimento da militância de base e representantes nos locais de trabalho);

17 } Terceira ETAPA: Organização e mobilização sindical. É hora de Botar o bloco na rua

18 Quarta ETAPA: Negociação na mesa (explicitação de pontos de vista, justificativas, argumentações, propostas e contraproposta... É a fase da busca dos possíveis acordos.

19 ETAPAS } Quinta ETAPA: Resultado e avaliação. No setor público a negociação termina com o protocolo que será transformado em assinatura de um em projeto de lei a ser aprovado no legislativo.

20 A LUTA É CONTÍNUA

21 Paula Leite Presidente da FETAM/SP Secretaria de Finanças da CONTRAM Nov./2014

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