Equipe de Professores da FECAP. Exame de Suficiência CFC 01/2014 Abril/2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Equipe de Professores da FECAP. Exame de Suficiência CFC 01/2014 Abril/2014"

Transcrição

1 São Paulo, 30 de abril de Exame de Suficiência CFC 01/2014 Abril/2014 Prezados professores, alunos, ex-alunos da Fecap e demais interessados, Apresentamos a seguir nosso trabalho de apresentação, correção e comentários sobre as questões do Exame de Suficiência para o registro profissional dos bachareis em Ciências Contábeis, aplicado em sua primeira edição neste ano, no mês de Abril/2014. A Fecap, no intuito de colaborar com a qualidade do Exame de Suficiência e, sobretudo, para subsidiar nossa comunidade acadêmica, alunos e professores, com informações e dados sobre o referido exame, vem fazendo este trabalho de analisar, resolver e divulgar as questões. Neste sentido, solicitamos que o trabalho seja divulgado ao maior número de interessados, para que possa, de alguma maneira, auxiliar nas atividades acadêmicas e/ou profissionais. Por fim, por ocasião deste trabalho, gostaria de agradecer toda equipe de professores da FECAP, em especial aos Professores Régis Cesar Cunha, Pedro Henrique Barros e Paula Astorino, que auxiliaram sobremaneira na organização do material. Saudações acadêmicas, Prof. Ronaldo Fróes de Carvalho Coordenação de Ciências Contábeis

2 Questão 01 QUESTÃO ANULADA Uma sociedade empresária mantém no seu estoque de produtos para venda as mercadorias A, B e C. Os valores totais de custo de aquisição, preço de vendas e previsão de gastos com vendas, para fins de cálculos do Valor Realizável Líquido, na posição de , estão detalhados a seguir: Mercadoria Custo de Aquisição Preço de Venda Gastos com Vendas A R$ 420,00 R$ 500,00 R$ 100,00 B R$ 650,00 R$ 900,00 R$ 130,00 C R$ 900,00 R$ 850,00 R$ 170,00 Considerando o que determina a NBC TG 16 (R1) Estoques, o saldo da conta Estoques de Mercadorias em será de: a) R$ 1.730,00 b) R$ 1.750,00 c) R$ 1.850,00 d) R$ 1.970,00 QUESTÃO ANULADA Alternativa Correta: Gabarito Oficial: Disciplina: Bibliografia: Contribuição:

3 Questão 02 Uma sociedade empresária é arrendatária em um contrato de Arrendamento Mercantil Financeiro. O valor presente das contraprestações é de R$ ,00 e o valor justo do bem arrendado é de R$ ,00. O contrato estabelece o pagamento de 36 parcelas mensais de R$ ,00. O reconhecimento inicial da operação de arrendamento resultará em: a) Aumento de R$ ,00 no Ativo e de R$ ,00 no Passivo. b) Aumento de R$ ,00 no Ativo e de R$ ,00 no Passivo. c) Reconhecimento de R$ ,00 como Despesa e de R$ ,00 no Passivo. d) Reconhecimento de R$ ,00 como Despesa e de R$ ,00 no Passivo. O critério para reconhecimento inicial de bens adquiridos por meio de arrendamento financeiro consta dos itens 20 até 24 do CPC 06 Operações de Arrendamento Mercantil. Dos itens, o 20 é o mais relevante para a resolução da questão. A transcrição do já citado item é a seguinte: No começo do prazo de arrendamento mercantil, os arrendatários devem reconhecer, em contas específicas, os arrendamentos mercantis financeiros como ativos e passivos nos seus balanços por quantias iguais ao valor justo da propriedade arrendada ou, se inferior, ao valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil, cada um determinado no início do arrendamento mercantil. A taxa de desconto a ser utilizada no cálculo do valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil deve ser a taxa de juros implícita no arrendamento mercantil, se for praticável determinar essa taxa; se não for, deve ser usada a taxa incremental de financiamento do arrendatário. Quaisquer custos diretos iniciais do arrendatário devem ser adicionados à quantia reconhecida como ativo. (grifo nosso) Pelo exposto, tem-se que o bem arrendado deve ser reconhecido pelo valor justo ou pelo valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil, se o último for menor. Essa segunda condição é adequada ao colocado no enunciado. Dado que o valor presente das contraprestações é de R$ e o valor justo é R$ , reconhece-se o bem por R$ No momento do reconhecimento do ativo, o valor justo do passivo também é R$ Isso resulta em um aumento de R$ em ambos os grupos. Assim, a alternativa A é a correta. Alternativa Correta: A Gabarito Oficial: A Disciplina: Contabilidade Internacional Bibliografia: Pronunciamento Técnico CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil Contribuição: Prof. Pedro Barros

4 Questão 03 Uma sociedade empresária apresentou as seguintes informações, para fins de elaboração da Demonstração dos Fluxos de Caixa: Dados do Balanço Patrimonial, em Reais (R$) Variação Ativo Circulante , ,00 Caixa 5.000, , ,00 Bancos Contas Movimento 2.000, ,00 (1.000,00) Estoque , , ,00 Duplicatas a Receber , , ,00 Ativo Não Circulante , ,00 Investimentos , ,00 Investimentos Avaliados pela Equivalência Patrimonial , , ,00 Permanente , ,00 Máquinas , ,00 (-) Depreciação Acumulada (4.000,00) (2.000,00) (2.000,00) Total do Ativo , ,00 Passivo Circulante , ,00 Fornecedores , ,00 (27.000,00) Empréstimos Bancários , ,00 Imposto de Renda e Contribuição Social a Pagar 1.000, ,00 Dividendos Obrigatórios a Pagar 2.000, ,00 Patrimônio Líquido , ,00 Capital Social , , ,00 Reserva de Lucros 6.000, ,00 (9.000,00) Total do Passivo + Patrimônio Líquido , ,00 Demonstração do Resultado, em Reais (R$) Vendas Líquidas ,00 Custo das Mercadorias Vendidas (40.000,00) Lucro Bruto (30.000,00) Despesas com Depreciação (2.000,00) Despesas com Pessoal (18.000,00) Despesas com Aluguel (5.000,00) Receita de Equivalência Patrimonial 7.000,00 Lucro Antes dos Tributos sobre o Lucro ,00 Imposto de Renda e Contribuição Social (4.000,00) Lucro Líquido 8.000,00 Outras informações: Do lucro líquido do período, R$ 2.000,00 foram destinados para dividendos obrigatórios, ainda não pagos. O empréstimo bancário foi contratado em O aumento de Capital foi realizado com reservas de lucros. O Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido pagos no período foram tratados como Atividade Operacional.

5 Em relação aos itens que compõem a Demonstração dos Fluxos de Caixa, é CORRETO afirmar que: a) As Atividades de Investimento consumiram caixa no montante de R$ 7.000,00. b) As atividades Operacionais consumiram caixa no montante de R$ ,00. c) O caixa gerado pelas atividades de financiamento foi de R$ ,00. d) O saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa apresentou uma variação positiva de R$ 3.000,00. Abaixo, resolução da DFC pelo método Indireto, chegando à conclusão da alternativa B como correta. Demonstração Dos Fluxos de Caixa - de 31/12/ Método indireto Atividade operacional lucro do exercício Rec. Equivalência Patrimonial (7.000) Depreciações Lucro ajustado Var. Duplicatas a receber (2.000) Var estoques (5.000) Var fornecedores (27.000) Var de IR e CSLL a Pagar (=) Caixa Consumido pelas atividades operacionais (30.000) Atividade de Investimento (=) Caixa Consumido pelas atividades de investimento - Atividade de Financiamento (+) Captação de Recursos (empréstimos) (=) Caixa Gerado pelas atividades de Financiamento Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes (+) Variação do Caixa no Período (=) Saldo Final de Caixa e Equivalentes Alternativa Correta: B Gabarito Oficial: B Disciplina: Contabilidade Avançada I Bibliografia: IUDÍCIBUS, Sérgio de [et. al.]. Manual de contabilidade societária. 2. ed. - São Paulo : Atlas, Contribuição: Prof. Régis César Cunha

6 Questão 04 Uma sociedade empresária adota o sistema de inventário periódico e utiliza o Método PEPS para controle de estoques. O estoque inicial era de 70 unidades, adquiridas ao custo unitário de R$ 15,00. No mês de dezembro de 2013, foram feitas as seguintes aquisições: Data Quantidade Total da Nota Fiscal Impostos Recuperáveis R$ 2.400,00 R$ 528, R$ 1.300,00 R$ 286, R$ 1.400,00 R$ 308,00 Em , inventário indicou a existência de 120 unidades em estoque. Com base nos dados informados, o Custo da Mercadoria Vendida em dezembro de 2013 foi de: a) R$ 2.293,20. b) R$ 2.734,80. c) R$ 3.042,00. d) R$ 3.210,00. A primeira etapa para resolução desta questão seria descobrir quantas unidades foram consumidas: CMV (quantidade) = Estoque inicial + Compras EF (em quantidade) CMV (quantidade) = = 160 A segunda etapa seria atribuir valor para estas unidades consumidas conforme quadro abaixo: Entrada Saída Saldo Operação Q preço unitário R$ Q preço unitário R$ Q preço unitário R$ Saldo inicial 70,00 15, ,00 Compra 02/12/ ,00 18, ,00 100,00 18, ,00 70,00 15, ,00 100,00 18, ,00 Compra 23/12/ ,00 20, ,00 50,00 20, ,00 70,00 15, ,00 100,00 18, ,00 50,00 20, ,00 Compra 23/12/ ,00 18, ,00 60,00 18, , , , ,72 187, , , , ,00 Saldo Final , ,20 Alternativa Correta: B Gabarito Oficial: B Disciplina: Contabilidade Básica II Bibliografia: Equipe de professores da FEA/USP; Coord. IUDÌCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Introdutória- 11. ed. - São Paulo: Atlas, Contribuição: Prof. Régis César Cunha

7 Questão 05 Uma sociedade empresária adquiriu o controle de duas outras sociedades durante o ano de Na aquisição do controle da sociedade A, foi apurado um ágio de por expectativa de rentabilidade futura goodwill no valor de R$ ,00. Na aquisição do controle da sociedade B, foi apurada uma compra vantajosa no valor de R$ ,00. O registro contábil dos valores apurados irá gerar: a) Um aumento de R$ ,00 no Ativo Não Circulante e um aumento de R$ ,00 no Resultado do Período. b) Um aumento de R$ ,00 no Ativo Não Circulante. c) Uma redução de R$ ,00 no Resultado do Período. d) Uma redução de R$ ,00 no Ativo Não Circulante e um aumento de R$ ,00 no Resultado do Período. Os fundamentos para a resolução da questão constam do CPC 15 Combinação de Negócios. Os itens especificamente úteis para os fins do exercício são os de número 32 e 34. Ambos são transcritos abaixo: Item 32: O adquirente deve reconhecer o ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill), na data da aquisição, mensurado pelo montante que (a) exceder (b) abaixo: (a) a soma: (i) da contraprestação transferida em troca do controle da adquirida, mensurada de acordo com este Pronunciamento, para a qual geralmente se exige o valor justo na data da aquisição (ver item 37); (ii) do montante de quaisquer participações de não controladores na adquirida, mensuradas de acordo com este Pronunciamento; e (iii) no caso de combinação de negócios realizada em estágios (ver itens 41 e 42), o valor justo, na data da aquisição, da participação do adquirente na adquirida imediatamente antes da combinação; (b) o valor líquido, na data da aquisição, dos ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos, mensurados de acordo com este Pronunciamento. (grifo nosso) Com relação ao item 34, a redação integral segue abaixo: Item 34: Ocasionalmente, um adquirente pode realizar uma compra vantajosa, assim entendida como sendo uma combinação de negócios cujo valor determinado pelo item 32(b) é maior que a soma dos valores especificados no item 32(a). Caso esse excesso de valor permaneça após a aplicação das exigências contidas no item 36, o adquirente deve reconhecer o ganho resultante, na demonstração de resultado do exercício, na data da aquisição. O ganho deve ser atribuído ao adquirente. Grosso modo, o ágio por expectativa de rentabilidade futura será dado pela diferença entre a contraprestação transferida e os ativos líquidos mensurados a valor justo. No balanço individual da controladora o ágio é classificado dentre do grupo Investimentos (ativo não circulante). No balanço consolidado, tal valor é transferido para o grupo Intangível.

8 A compra vantajosa ocorre quando os ativos líquidos mensurados a valor justo superam a contraprestação transferida. Nesse caso, o ganho deve ser reconhecido no resultado do período. Pela explanação, o ágio por expectativa de rentabilidade futura criado a partir da aquisição da sociedade A é reconhecido no grupo de Investimentos da adquirente. Portanto, há um aumento no total do ativo não circulante de R$ Quanto à compra de B, deve ser reconhecido no resultado um ganho por compra vantajosa no valor de R$ Pelo exposto, a alternativa A é a correta. Alternativa Correta: A Gabarito Oficial: A Disciplina: Contabilidade Internacional Bibliografia: Pronunciamento Técnico CPC 15 (R1) Combinação de Negócios Contribuição: Prof. Pedro Barros

9 Questão 06 Uma sociedade empresária apurou, no exercício de 2013, um lucro líquido de R$ ,00. O saldo do Patrimônio Líquido, antes do registro do resultado e da respectiva destinação, era de R$ ,00, assim distribuído: Capital Social R$ ,00 Reserva de Ágio na Emissão de Ações R$ 2.000,00 Reserva Legal R$ ,00 Reserva Estatutária R$ ,00 De acordo com a Lei n o 6.404/76, o valor a ser registrado em Reserva Legal, como destinação do lucro líquido apurado em 2013, é de: a) R$ 4.000,00, uma vez que o saldo da Reserva Legal está limitado a 20% do Capital Social. b) R$ 6.000,00, uma vez que a reserva legal deve corresponder a 5% do lucro líquido do exercício antes de qualquer outra destinação. c) R$ 7.000,00, pois a companhia poderá deixar de constituir a reserva legal no exercício em que o saldo dessa reserva, acrescido do montante das demais reservas de lucro, exceder 30% do capital social. d) R$ 9.000,00, pois a companhia poderá deixar de constituir a reserva legal no exercício em que o saldo dessa reserva, acrescido do montante das reservas de capital, exceder 30% do capital social. A base legal para o cálculo da reserve legal consta do art. 193 da Lei 6.404/76. O texto do citado artigo é o seguinte: Art Do lucro líquido do exercício, 5% (cinco por cento) serão aplicados, antes de qualquer outra destinação, na constituição da reserva legal, que não excederá de 20% (vinte por cento) do capital social. 1º A companhia poderá deixar de constituir a reserva legal no exercício em que o saldo dessa reserva, acrescido do montante das reservas de capital de que trata o 1º do artigo 182, exceder de 30% (trinta por cento) do capital social. 2º A reserva legal tem por fim assegurar a integridade do capital social e somente poderá ser utilizada para compensar prejuízos ou aumentar o capital. Assim, tem-se que o saldo máximo da rubrica Reserva Legal deve corresponder a, no máximo, 20% do capital social. Pelos dados apresentados, o capital social é de R$ Portanto, 20% de R$ é igual a R$ O saldo atual da rubrica é de R$ Então, no exercício social em questão será possível destinar para reserva legal apenas R$ (R$ R$ ). Esse cálculo está em linha com a alternativa A. Observação: a sociedade empresária do enunciado deve ser uma sociedade por ações. Pois, se assim não o fosse, tal dispositivo legal não seria aplicado. Alternativa Correta: A Gabarito Oficial: A Disciplina: Estrutura das Demonstrações Contábeis Bibliografia: IUDÍCIBUS, Sérgio de et. al. Manual de contabilidade societária. 2. ed. São Paulo : Atlas,2013. Contribuição: Prof. Pedro Barros

10 Questão 07 A respeito dos critérios de reconhecimento de provisões, conforme o estabelecido na NBC TG 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, julgue as situações hipotéticas apresentadas nos itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. Uma entidade do setor de petróleo causa contaminação e opera em um país onde não há legislação ambiental. Entretanto, a entidade possui uma política ambiental amplamente divulgada, na qual ela assume a limpeza de toda a contaminação que causa. A entidade tem um histórico de honrar essa política publicada e é possível estimar, confiavelmente, os gastos com a limpeza de toda a contaminação causada. II. Em 12 de dezembro de 2013, o conselho da entidade decidiu encerrar as atividades de uma divisão. Os gastos com o encerramento das atividades foram estimados em R$ ,00, e esta estimativa é confiável. Antes do fechamento do balanço de 31 de dezembro de 2013, a decisão não havia sido comunicada a qualquer um dos afetados por ela e nenhuma outra providência havia sido tomada para implementar a decisão. III. Uma loja de varejo tem a política de reembolsar compras de clientes insatisfeitos, mesmo que não haja obrigação legal para isso. Sua política de efetuar reembolso é amplamente conhecida. Com base no histórico anterior, é possível mensurar, confiavelmente, o montante de reembolsos a serem efetuados. Devem ser objeto de constituição de provisão as situações apresentadas nos itens: a) I e II, apenas. b) I e III, apenas. c) II e III, apenas. d) I, II e III. Para responder a questão, é necessário ter em mente o conceito de provisões. O item 14 do Pronunciamento Técnico 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes apresenta a seguinte definição de provisão: Uma provisão deve ser reconhecida quando: (a) a entidade tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) como resultado de evento passado; (b) seja provável que será necessária uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos para liquidar a obrigação; e (c) possa ser feita uma estimativa confiável do valor da obrigação. Se essas condições não forem satisfeitas, nenhuma provisão deve ser reconhecida. (grifo nosso) Por meio da definição acima, passa-se a análise de cada uma das situações apresentadas: i) A primeira situação apresenta todos os requisitos para o reconhecimento de uma provisão. A sociedade possui uma obrigação presente não formalizada. Dado seu histórico, é provável que haja uma saída de recursos. Ainda, é possível estimar confiavelmente o montante a ser desembolsado. Por todos esses

11 elementos, a primeira situação é passível de constituição de provisão. ii) A situação II apresenta uma reestruturação. Segundo o item 72 do CPC 25, uma obrigação não formalizada para reestruturação surge somente quando a entidade: a) tiver um plano formal detalhado para a reestruturação; e b) tiver criado expectativa válida naqueles que serão afetados pela reestruturação, seja ao começar a implantação desse plano ou ao anunciar as suas principais características para aqueles afetados pela reestruturação. Há mais detalhes no item 72, porém, o conteúdo citado é suficiente para a resolução do item. Segundo o enunciado da situação II, a decisão não havia sido comunicada a qualquer um dos afetados por ela e nenhuma outra providência havia sido tomada para implementar a decisão. (grifo nosso). Logo, não havia sido criada expectativa válida nos que serão afetados pela reestruturação. Portanto, a situação II não enseja a constituição de uma provisão. iii) Na terceira situação há uma obrigação presente, gerada pelo ato de vender algo e oferecer a possibilidade de reembolso em caso de insatisfação. Pelo histórico da companhia, a política é conhecida e cumprida, logo é bem provável que haja saída de recursos em razão da promessa de reembolso. Por fim, a mensuração é confiável. A terceira situação é passível de constituição de provisão. Das três situações, a I e III ensejam a constituição de provisão. A alternativa B, nesse contexto, é a correta. Alternativa Correta: B Gabarito Oficial: B Disciplina: Contabilidade Internacional Bibliografia: Pronunciamento Técnico CPC 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes Contribuição: Prof. Pedro Barros

12 Questão 08 Uma sociedade empresária vendeu mercadorias em , pelo valor de R$ ,00, com entrega imediata das mercadorias e recebimento do valor da venda em O custo da Mercadoria Vendida é de R$ ,00. A empresa remunera seus vendedores, a título de comissão sobre vendas, no valor de R$ 6.000,00, a ser paga quando do recebimento da venda efetuada. Em relação ao registro de transação, é CORRETO afirmar que em: a) , a empresa reconhece uma receita de R$ ,00, o custo da mercadoria vendida no valor de R$ ,00 e uma despesa comercial no valor de R$ 6.000,00. b) , a empresa reconhece uma receita de R$ ,00, o custo da mercadoria vendida no valor de R$ ,00 e, em , uma despesa comercial no valor de R$ 6.000,00. c) , a empresa reconhece uma receita de R$ ,00 e o custo da mercadoria vendida no valor de R$ ,00. d) , a empresa reconhece uma receita de R$ ,00 e o custo da mercadoria vendida no valor de R$ ,00. A contabilização destes eventos seria a seguinte: Pela Venda: D Clientes ,00 C Receita ,00 Reconhecimento do custo D CMV ,00 C Estoque ,00 Reconhecimento da Comissão D Desp. de vendas Comissões 6.000,00 C Comissões a Pagar 6.000,00 Como a obrigação de pagar a comissão surge pela venda da mercadoria, a despesa deve ser reconhecida quando da venda. Alternativa Correta: A Gabarito Oficial: A Disciplina: Contabilidade Básica II Bibliografia: Equipe de professores da FEA/USP; Coord. IUDÌCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Introdutória- 11. ed. - São Paulo: Atlas, Contribuição: Prof. Régis César Cunha

13 Questão 09 Uma sociedade empresária adquiriu um ativo imobilizado por meio de arrendamento mercantil financeiro em 60 parcelas mensais de R$ 1.000,00 cada. O valor presente das prestações equivale ao valor justo do ativo arrendado que é de R$ ,00. No momento da aquisição, a sociedade empresária deve reconhecer: a) Um ativo de R$ ,00 e uma despesa financeira de R$ ,00. b) Um ativo de R$ ,00. c) Um ativo de R$ ,00 e uma despesa financeira de R$ ,00. d) Um ativo de $ ,00. Para responder a questão é necessário utilizar o critério de reconhecimento inicial de bens adquiridos por meio de arrendamento mercantil financeiro. Os itens do CPC 06 Operações de Arrendamento Mercantil fundamentam o reconhecimento inicial desse tipo de ativo. Reproduzimos o item 20: No começo do prazo de arrendamento mercantil, os arrendatários devem reconhecer, em contas específicas, os arrendamentos mercantis financeiros como ativos e passivos nos seus balanços por quantias iguais ao valor justo da propriedade arrendada ou, se inferior, ao valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil, cada um determinado no início do arrendamento mercantil. A taxa de desconto a ser utilizada no cálculo do valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil deve ser a taxa de juros implícita no arrendamento mercantil, se for praticável determinar essa taxa; se não for, deve ser usada a taxa incremental de financiamento do arrendatário. Quaisquer custos diretos iniciais do arrendatário devem ser adicionados à quantia reconhecida como ativo. (grifo nosso) Pelo extrato do CPC 06, o reconhecimento inicial tanto do ativo como no passivo de um arrendamento mercantil financeiro deve ser por seus valores justos. Logo, no momento da aquisição o ativo deve ser reconhecido por R$ Além disso, o passivo também deve ser reconhecido pelo mesmo valor. A despesa financeira de R$ será apropriada ao resultado do período no transcorrer dos 60 meses. A alternativa B é a correta. Alternativa Correta: B Gabarito Oficial: B Disciplina: Contabilidade Internacional Bibliografia: Pronunciamento Técnico CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil Contribuição: Prof. Pedro Barros

14 Questão 10 Uma indústria comprou matérias-primas no valor de R$ ,00. No total da nota fiscal de R$ ,00, estavam embutidos os seguintes impostos recuperáveis perante o fisco: IPI R$ 1.750,00 ICMS R$ 6.300,00 PIS R$ 577,50 d COFINS R$ 2.660,00 O valor do custo de aquisição que deve ser contabilizado no estoque de matéria-prima é de: a) R$ ,50. b) R$ ,00. c) R$ ,00. d) R$ ,00. Assumindo que todos os tributos serão recuperados, o lançamento contábil será o seguinte: Valor da NF ,00 IPI (1.750,00) Valor liq. de IPI ,00 ICMS (18%) (6.300,00) Pis (1.65%) (577,50) Cofins (7,6%) (2.660,00) Valor da Mercadoria ,50 D IPI a Recuperar = 1.750,00 (uma vez que terá condições de compensar com o IPI a pagar no futuro) D ICMS a Recuperar = 6.300,00 D PIS a Recuperar = 577,50 D COFINS a Recuperar = 2.660,00 D Estoques = ,50 C Bancos ou Fornecedores = ,00 Alternativa Correta: A Gabarito Oficial: A Disciplina: Contabilidade Básica II Bibliografia: Equipe de professores da FEA/USP; Coord. IUDÌCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Introdutória- 11. ed. - São Paulo: Atlas, Contribuição: Prof. Régis César Cunha

15 Questão 11 Considere os dados extraídos da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido de uma empresa, referentes ao exercício de Aumento de Capital Social com Reservas R$ ,00 Aumento de Capital Social por Integralização R$ ,00 Reversão de Reservas de Contingências R$ ,00 Reversão de Reservas de Lucros a Realizar R$ 3.780,00 Aquisição de ações da própria empresa R$ 980,00 Lucro Líquido do Exercício R$ ,00 A variação total do Patrimônio Líquido é de: a) R$ ,00 negativa. b) R$ ,00 positiva. c) R$ ,00 negativa. d) R$ ,00 positiva. A questão visa a identificar, em essência, quais dos elementos apresentados afetam o total do patrimônio líquido. Para tanto, abaixo consta tabela com as transações do enunciado, o valor, se a transação afeta ou não o total do patrimônio líquido e se o efeito é positivo (+) ou negativo (-). Nos casos em que a transação não afeta o total do PL, o efeito não é aplicável (N.A.) # Natureza dos eventos Valor Afeta o total do PL? Efeito 1 Aumento de Capital Social com Reservas R$ ,00 Não N.A. 2 Aumento de Capital Social por Integralização R$ ,00 Sim + 3 Reversão de Reservas de Contingências R$ ,00 Não N.A. 4 Reversão de Reservas de Lucros a Realizar R$ 3.780,00 Não N.A. 5 Aquisição de ações da própria empresa R$ 980,00 Sim - 6 Lucro Líquido do Exercício R$ ,00 Sim + 7 Reserva Legal R$ 2.450,00 Não N.A. 8 Reserva Estatutária R$ ,00 Não N.A. 9 Reserva de Lucros a Realizar R$ 525,00 Não N.A. 10 Distribuição de Dividendos Obrigatórios R$ ,00 Sim - Pela tabela, apenas os eventos 2, 5, 6 e 10 afetam o total do patrimônio líquido. Os eventos 2 e 6 o afetam positivamente. O oposto do efeito dos eventos 5 e 10. Assim, a alteração no total do patrimônio líquido será dada por: R$ R$ R$ R$ = R$ Alternativa Correta: D Gabarito Oficial: D Disciplina: Estrutura das Demonstrações Contábeis Bibliografia: IUDÍCIBUS, Sérgio de et. al. Manual de contabilidade societária. 2. ed. São Paulo : Atlas,2013. Contribuição: Prof. Pedro Barros

16 Questão 12 De acordo com a NBC TG 03(R1) Demonstração dos Fluxos de Caixa, assinale a opção que apresenta apenas exemplos de itens de Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos. a) Pagamentos em caixa decorrentes de contratos mantidos para negociação imediata e os pagamentos de caixa para resgatar ações da própria entidade. b) Pagamentos em caixa para aquisição de ativo intangível e os pagamentos em caixa a empregados pelos serviços prestados. c) Recebimentos de caixa decorrentes da venda de ativo imobilizado e os pagamentos por aquisição de instrumentos patrimoniais de coligada. d) Recebimentos de caixa decorrentes da emissão de debêntures e os pagamentos em caixa decorrentes de arrendamento mercantil financeiro. Analisaremos abaixo cada alternativa: a) Pagamentos em caixa decorrentes de contratos mantidos para negociação imediata e os pagamentos de caixa para resgatar ações da própria entidade. Estes pagamentos serão contemplados nas Atividades de Financiamento INCORRETA; b) Pagamentos em caixa para aquisição de ativo intangível e os pagamentos em caixa a empregados pelos serviços prestados. - 1º pagamento = Atividade de Investimento, mas o 2º Pagamento será alocado em Atividades Operacionais INCORRETA; c) Recebimentos de caixa decorrentes da venda de ativo imobilizado e os pagamentos por aquisição de instrumentos patrimoniais de coligada. - Ambos os eventos são alocados em Atividades de Investimento CORRETA; d) Recebimentos de caixa decorrentes da emissão de debêntures e os pagamentos em caixa decorrentes de arrendamento mercantil financeiro. Os dois eventos são alocados em Atividades de Financiamento INCORRETA. Alternativa Correta: C Gabarito Oficial: C Disciplina: Contabilidade Avançada I Bibliografia: IUDÍCIBUS, Sérgio de [et. al.]. Manual de contabilidade societária. 2. ed. - São Paulo : Atlas, Contribuição: Prof. Régis César Cunha

17 Questão 13 De acordo coma NBC TG 16(R1) Estoques, os estoques devem ser mensurados: a) Pelo valor de compra ou pelo valor justo, dos dois o menor. b) Pelo valor de compra ou pelo valor realizável líquido, dos dois o maior. c) Pelo valor de custo ou pelo valor justo, dos dois o maior. d) Pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor. De acordo com o item 9 do CPC 16 (R1) Estoques, os estoques devem ser mensurados pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor. Portanto, a alternativa correta é a D. Uma alternativa que pode gerar dúvidas é a letra a, porém é necessário ter em mente que o valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais. Assim, o valor de compra é parte do custo, mas não necessariamente todo ele. Alternativa Correta: D Gabarito Oficial: D Disciplina: Contabilidade Intermediária e Contabilidade Internacional Bibliografia: Pronunciamento Técnico CPC 16 (R1) - Estoques Contribuição: Prof. Pedro Barros

18 Questão 14 Uma sociedade empresária possui um bem que consta no seu imobilizado, em , composto pelos seguintes valores: Custo de aquisição R$ ,00 (-) Depreciação Acumulada R$ ,00 (-) Perda Estimada por Redução ao Valor Recuperável R$ 5.000,00 Em , o bem foi vendido à vista por R$ ,00. O resultado apurado nesta operação é uma perda de: a) R$ 1.000,00. b) R$ 6.000,00. c) R$ ,00. d) R$ ,00. Pelos dados do enunciado, em 31/12/2013 o custo contábil líquido do imobilizado em questão era de R$ (R$ R$ R$ 5.000). No momento da venda, houve baixo dos valores do custo, depreciação e perda estimada por redução ao valor recuperável para o resultado do período. A comparação entre o valor de venda (R$ ) e o custo contábil líquido (R$ ) redunda em uma perda na venda de R$ (R$ R$ ). Os lançamentos contábeis referentes à operações seguem abaixo:

19 Contas do ativo Imobilizado Depreciação acumulada Perda estimada por redução ao valor recuperável S.I a 1b S.I. 1c S.I. Caixa / Contas a receber Conta de resultado Resultado na venda de imobilizado 1a b c A alternativa correta, portanto, é a letra A. Alternativa Correta: A Gabarito Oficial: A Disciplina: Contabilidade Internacional Bibliografia: IUDÍCIBUS, Sérgio de [et. al.]. Manual de contabilidade societária. 2. ed. - São Paulo : Atlas, Contribuição: Prof. Pedro Barros

20 Questão 15 Uma sociedade empresária apresentou o seguinte dado e transações do seu Estoque de mercadorias para revenda. Composição do Estoque em : 300 unidades de mercadoria no valor total de R$ ,00. Transações realizadas em janeiro de 2014: Venda de 200 unidades da mercadoria por R$ ,00. Sobre a venda incidiram Tributos nas alíquotas de: ICMS 12%; PIS 1,65%; e COFINS 7,6%. Devolução pelo comprador de 50 unidades da mercadoria vendida no mês. Considerando que as transações foram as únicas realizadas pela empresa em janeiro de 2014, o Resultado Bruto da empresa é de: a) R$ 2.656,25 negativo. b) R$ 4.625,00 positivo. c) R$ 6.375,00 negativo. d) R$ 8.343,75 positivo. Janeiro/2014: Venda Devolução D Clientes ,00 D Dev. de vendas ,00 ( /200*50) C Receita ,00 C Clientes ,00 D ICMS s/vendas 8.400,00 D Tributos a recuperar 3.718,75 D PIS s/vendas 1.155,00 C ICMS s/vendas 2.100,00 D COFINS s/vendas 5.320,00 C - PIS s/vendas 288,75 C Tributos a Pagar ,00 C - COFINS s/vendas 1.330,00 D CMV ,00 (66.000/300*200) D Estoque ,00 C Estoque ,00 C - CMV ,00 DRE Receita Bruta ,00 Deduções Devolução de vendas (17.500,00) ICMS (6.300,00) PIS (866,25) COFINS (3.990,00) Receita Líquida ,75 CMV (33.000,00) Lucro Bruto 8.343,75

Equipe de Professores da FECAP

Equipe de Professores da FECAP São Paulo, 28 de fevereiro de 2014. Exame de Suficiência CFC 02/2013 Setembro/2013 Prezados professores, alunos, ex-alunos da Fecap e demais interessados, Apresentamos a seguir nosso trabalho de apresentação,

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004.

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. Analista CNMP Contabilidade Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. De maneira geral, foi uma prova

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012 Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta Analista-Contabilidade 1 Primeiramente, é necessário Apurar o Resultado pois, como

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais Conteúdo 1 Introdução... 1 2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais... 1 3 Questão 32 Natureza das contas... 3 4 Questão 33 Lançamentos - Operações de captação de recursos... 4 5 Questão

Leia mais

Exame de Suficiência Setembro 2011 Bacharel

Exame de Suficiência Setembro 2011 Bacharel Exame de Suficiência Setembro 2011 Bacharel 01 - Acerca das demonstrações contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I - O recebimento de caixa resultante da venda de Ativo

Leia mais

DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS

DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS 1 DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS CUSTODIO ROCHA Você bem preparado para o futuro da 2profissão. 1 OBJETIVOS Identificação do Conteúdo de Custos Aplicado nas Provas de Suficiência Breve Revisão

Leia mais

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Correção da Prova Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Questão 7 Uma sociedade empresária mantém no seu estoque de mercadorias para revenda três tipos de mercadorias: I, II e III. O valor total

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

Equipe de Professores da FECAP. Exame de Suficiência CFC 01/2013 Março/2013

Equipe de Professores da FECAP. Exame de Suficiência CFC 01/2013 Março/2013 São Paulo, 30 de junho de 2013. Exame de Suficiência CFC 01/2013 Março/2013 Prezados professores, alunos, ex-alunos da FECAP e demais interessados. Apresentamos a seguir nosso trabalho de apresentação,

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1. PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.304/10; 1 OBJETIVO O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer,

Leia mais

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS 81 Assinale a alternativa que apresente a circunstância em que o Sistema de Custeio por Ordem de Produção é indicado. (A) O montante dos custos fixos é superior ao valor

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

19. Patrimônio líquido 19.1 Capital 20. Balanço patrimonial de acordo com a Lei n.º 6.404/76 e alterações Questões de provas comentadas

19. Patrimônio líquido 19.1 Capital 20. Balanço patrimonial de acordo com a Lei n.º 6.404/76 e alterações Questões de provas comentadas Sumário CAPÍTULO 1 CONCEITOS BÁSICOS 1. Conceito de contabilidade 1.1 Ciência social 1.1.1 Princípios de contabilidade 1.2 Objeto da contabilidade 1.3 Objetivo da contabilidade 1.4 Finalidade da contabilidade

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Nas questões de 31 a 60, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a folha de respostas, único documento válido para a correção das

Leia mais

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos Pessoal, Hoje, disponibilizo a resolução da prova de Contabilidade Geral, de Análise das Demonstrações Contábeis e de Contabilidade de Custos do Concurso para o TCU realizado no último final de semana.

Leia mais

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26 Prefácio 1 Exercício Social, 1 Exercícios, 2 2 Disposições Gerais, 3 2.1 Demonstrações financeiras exigidas, 3 2.2 Demonstrações financeiras comparativas, 4 2.3 Contas semelhantes e contas de pequenos,

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral 1. Em relação ao princípio contábil da Competência, é correto afirmar que (A) o reconhecimento de despesas deve ser efetuado quando houver o efetivo desembolso financeiro

Leia mais

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar A seguir um modelo de Plano de Contas que poderá ser utilizado por empresas comerciais, industriais e prestadoras de serviços, com as devidas adaptações: 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponível 1.1.1.01

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações:

Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações: Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações: 1) Antecipação do pagamento de uma duplicata de $ 140.000 a um de seus fornecedores, com 2% de desconto. i 2) Efetuou os seguintes

Leia mais

13. Operações com mercadoria

13. Operações com mercadoria MATERIAL DE APOIO - ENVIADO PELO PROFESSOR 13. Operações com mercadoria Na comercialização de mercadoria (principal objeto de empresa comercial) existirão os tributos; entre eles o ICMS que será estudado

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE -

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - 1. Uma empresa produziu, no mesmo período, 100 unidades de um produto A, 200 unidades de um produto

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO CFC N.º 1.418/12 Aprova a ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS No exercício de 2011, a empresa ALFA auferiu juros no valor de R$ 12.500,00 e comissões sobre vendas no valor de R$ 250.000,00 de sua controlada GAMA. Considerando essa situação, julgue os itens a seguir,

Leia mais

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1 Exercícios de Fixação (Questões de concurso) 1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1.1.1 Concurso para AFRF 2000 prova de contabilidade avançada - Questão 15 ENUNCIADO 15- Aplicações em Investimentos

Leia mais

É aquele em que não há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo.

É aquele em que não há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo. 1. CONCEITO de ARRENDAMENTO MERCANTIL Arrendamento mercantil é um acordo pelo qual o arrendador transmite ao arrendatário em troca de um pagamento ou série de pagamentos o direito de usar um ativo por

Leia mais

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT CPC 15 Combinações de Negócios Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT Agenda Introdução e Objetivos Alcance Definições e Escopo Tipos de Aquisições Aplicação do Método de Aquisição Ativos e Passivos

Leia mais

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais)

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

BACEN Técnico 2010 Fundamentos de Contabilidade Resolução Comentada da Prova

BACEN Técnico 2010 Fundamentos de Contabilidade Resolução Comentada da Prova Conteúdo 1 Questões Propostas... 1 2 Comentários e Gabarito... 1 2.1 Questão 41 Depreciação/Amortização/Exaustão/Impairment... 1 2.2 Questão 42 fatos contábeis e regime de competência x caixa... 2 2.3

Leia mais

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66 Apresentação Parte I - CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE, 1 1 Introdução ao Estudo da Ciência Contábil, 3 1 Conceito, 3 2 Objeto, 3 3 Finalidade, 4 4 Técnicas contábeis, 4 5 Campo de aplicação, 5

Leia mais

Resumo de Contabilidade Geral

Resumo de Contabilidade Geral Ricardo J. Ferreira Resumo de Contabilidade Geral 4ª edição Conforme a Lei das S/A, normas internacionais e CPC Rio de Janeiro 2010 Copyright Editora Ferreira Ltda., 2008-2009 1. ed. 2008; 2. ed. 2008;

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1..

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1.. 1. INVENTÁRIOS 1..1 Periódico Ocorre quando os estoques existentes são avaliados na data de encerramento do balanço, através da contagem física. Optando pelo inventário periódico, a contabilização das

Leia mais

EXAME DE SUFICIÊNCIA Bacharel em Ciências Contábeis

EXAME DE SUFICIÊNCIA Bacharel em Ciências Contábeis 1ª Edição - 2014 2 Ao receber o Caderno de Prova: EXAME DE SUFICIÊNCIA 1ª Edição 2014 Edital N. o 01/2014 SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO Escreva seu nome e número de inscrição. Este caderno contém as questões

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC) ANALISTA. TRT s 09 PROVAS 107 QUESTÕES. (2012, 2011, 2009 e 2008)

CONTABILIDADE GERAL FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC) ANALISTA. TRT s 09 PROVAS 107 QUESTÕES. (2012, 2011, 2009 e 2008) CONTABILIDADE GERAL FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC) ANALISTA TRT s 09 PROVAS 107 QUESTÕES (2012, 2011, 2009 e 2008) A apostila contém provas de Contabilidade Geral de concursos da Fundação Carlos Chagas (FCC),

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Tópicos do Estudo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). Uma primeira tentativa de estruturar

Leia mais

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto Olá, pessoal! Aqui estou eu de novo, para continuar o assunto da aula passada: Fluxo de Caixa e Demonstração do Fluxo de Caixa. Assunto da maior importância, que está sendo cobrado nos atuais concursos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis:

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: 4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA Exercícios: 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: Banco 100.000 Duplicatas a receber 80.000 Financiamentos 80.000

Leia mais

EXAME DE SUFICIÊNCIA Técnico em Contabilidade

EXAME DE SUFICIÊNCIA Técnico em Contabilidade 2 Ao receber o Caderno de Prova: EXAME DE SUFICIÊNCIA 1ª Edição 2014 Edital N. o 01/2014 SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO Escreva seu nome e número de inscrição. Este caderno contém as questões da prova de. Use

Leia mais

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA www.editoraferreira.com.br CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Professor Humberto Fernandes de Lucena 6.1. Balanço Patrimonial Desde o início de nosso curso, vimos tratando sobre Balanço Patrimonial apenas

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 1 Objetivos e considerações gerais sobre as Demonstrações Financeiras Conteúdo

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

CGM-SP Auditor Municipal de Controle Interno Geral Prova Objetiva Comentada Contabilidade Geral

CGM-SP Auditor Municipal de Controle Interno Geral Prova Objetiva Comentada Contabilidade Geral CGM-SP Auditor Municipal de Controle Interno Geral Prova Objetiva Comentada Contabilidade Geral Salve, guerreiros(as)! A seguir comentamos as questões de Contabilidade Geral aplicadas no concurso da CGM-SP

Leia mais

Exame de Suficiência CFC Edição Setembro/2011

Exame de Suficiência CFC Edição Setembro/2011 Exame de Suficiência CFC Edição Setembro/2011 São Paulo, 08 de novembro de 2011. Prezados professores, alunos e ex-alunos da Fecap, Em continuidade ao trabalho iniciado no semestre passado, apresentamos

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 ASSOCIAÇÃO DIREITOS HUMANOS EM REDE QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em reais) Nota Nota ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 3.363.799

Leia mais

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I).

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I). Comentários à nova legislação do P IS/ Cofins Ricardo J. Ferreira w w w.editoraferreira.com.br O PIS e a Cofins talvez tenham sido os tributos que mais sofreram modificações legislativas nos últimos 5

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6 Bacharelado em CIÊNCIAS CONTÁBEIS Parte 6 1 NBC TG 16 - ESTOQUES 6.1 Objetivo da NBC TG 16 (Estoques) O objetivo da NBC TG 16 é estabelecer o tratamento contábil para os estoques, tendo como questão fundamental

Leia mais

Contabilidade Geral Correção da Prova 2 Analista Técnico Controle e Fiscalização - Susep 2010 Prof. Moraes Junior CONTABILIDADE GERAL

Contabilidade Geral Correção da Prova 2 Analista Técnico Controle e Fiscalização - Susep 2010 Prof. Moraes Junior CONTABILIDADE GERAL CONTABILIDADE GERAL 1 - A legislação vigente sobre as sociedades anônimas estabelece o que deve ser computado na determinação do resultado do exercício. Diz a lei que devem ser incluídas as receitas e

Leia mais

1) Elabore os lançamentos contábeis em razonetes e em seguida elabore a DRE e o BP:

1) Elabore os lançamentos contábeis em razonetes e em seguida elabore a DRE e o BP: 1) Elabore os lançamentos contábeis em razonetes e em seguida elabore a DRE e o BP: a) Constituição de uma sociedade com capital totalmente integralizado de R$ 30.000 b) Compra à vista de mercadorias para

Leia mais

CONTABILIDADE. Conceito. Campo de Aplicação. Instrumento informações úteis tomada de decisões

CONTABILIDADE. Conceito. Campo de Aplicação. Instrumento informações úteis tomada de decisões Conceito Instrumento informações úteis tomada de decisões Campo de Aplicação Comércio - Indústria - Entidades Públicas - Hospitais Agropecuárias - Seguradoras - etc. Finalidade da Contabilidade Controle

Leia mais

PROVA ESCRITA PROCESSO SELETIVO 2016 Nº DE INSCRIÇÃO: LEIA COM ATENÇÃO E SIGA RIGOROSAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES

PROVA ESCRITA PROCESSO SELETIVO 2016 Nº DE INSCRIÇÃO: LEIA COM ATENÇÃO E SIGA RIGOROSAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROVA ESCRITA PROCESSO

Leia mais

Prof. Carlos Barretto

Prof. Carlos Barretto Unidade IV CONTABILIDADE FINANCEIRA Prof. Carlos Barretto Objetivos gerais Capacitar os estudantes a adquirir conhecimentos necessários para o desenvolvimento das seguintes competências: consciência ética

Leia mais

No prazo de 11 (onze) meses, no caso de aquisições ocorridas em agosto de 2011;

No prazo de 11 (onze) meses, no caso de aquisições ocorridas em agosto de 2011; Créditos sobre ativo imobilizado novas regras: A MP 540 artigo 4, de 2 de agosto de 2011 introduz novas regras para a tomada de crédito sobre itens do ativo imobilizado, conforme destacamos a seguir: O

Leia mais

Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo

Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. PROVA ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE DA SECRETARIA DO

Leia mais

MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF))

MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF)) CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CAPÍTULO 2: PASSIVO EXIGÍVEL E RECEITAS DIFERIDAS MATERIAL DE ACOMPANHAMENTO MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF))

Leia mais

Os valores totais do Ativo e do Patrimônio Líquido são, respectivamente,

Os valores totais do Ativo e do Patrimônio Líquido são, respectivamente, Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás Exercícios de Contabilidade Professora Niuza Adriane da Silva 1º A empresa XYZ adquire mercadorias para revenda, com promessa de pagamento em 3 parcelas iguais, sendo

Leia mais

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Mário Leitão Estrutura das Demonstrações Financeiras A análise das demonstrações financeiras exige conhecimento do que representa cada conta que nela figura. Há

Leia mais

219 Ciências Contábeis

219 Ciências Contábeis UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PROCESSO DE OCUPAÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES NÚCLEO DE CONCURSOS Edital n 06/2015 UOVR/COPAP/NC/PROGRAD / UFPR Prova Objetiva 18/10/2015 219 Ciências Contábeis INSTRUÇÕES

Leia mais

A demonstração dos fluxos de caixa evidencia a variação ocorridas no saldo das disponibilidades da companhia, em um determinado exercício ou período,

A demonstração dos fluxos de caixa evidencia a variação ocorridas no saldo das disponibilidades da companhia, em um determinado exercício ou período, A demonstração dos fluxos de caixa evidencia a variação ocorridas no saldo das disponibilidades da companhia, em um determinado exercício ou período, por meio eo da exposição posção dos fluxos de recebimentos

Leia mais

Sumário. 1 Introdução. 2 Questões resolvidas 2.1 DFC

Sumário. 1 Introdução. 2 Questões resolvidas 2.1 DFC Sumário 1 Introdução... 1 2 Questões resolvidas... 1 2.1 DFC... 1 2.1.1 Concurso para AFRF 2003 prova de contabilidade avançada Questão 22... 1 2.1.2 Concurso para AFRF 2003 prova de contabilidade avançada

Leia mais

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS 1. CONCEITOS A Demonstração do Fluxo de Caixa demonstra a origem e a aplicação de todo o dinheiro que transitou pelo Caixa em um determinado período e o resultado desse fluxo (Iudícibus e Marion, 1999).

Leia mais

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 02: BALANÇO PATRIMONIAL. É a apresentação padronizada dos saldos de todas as contas patrimoniais, ou seja, as que representam

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando as transformações sofridas pela contabilidade brasileira a partir do processo de sua harmonização com as normas ano grupo contábil 1 2 3 internacionais de contabilidade,

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

Prezado(a) Concurseiro(a),

Prezado(a) Concurseiro(a), Prezado(a) Concurseiro(a), A prova do TCM/RJ foi realizada no último final de semana e vou aproveitar para resolver as questões de Contabilidade Geral de forma simplificada e objetiva (nos cursos online,

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA Sócio da Deloitte e autor de livros da Editora Atlas 1 EVOLUÇÃO Instrução CVM n 457/07 Demonstrações financeiras consolidadas a partir

Leia mais

Balanço Patrimonial e DRE

Balanço Patrimonial e DRE Balanço Patrimonial e DRE Administração financeira e orçamentária Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com 2 Demonstrações Financeiras (Contábeis) Dados Dados Coletados Coletados

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo OBJETIVO

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte BALANÇO PATRIMONIAL 1. CRITÉRIO DE DISPOSIÇÃO DAS CONTAS NO ATIVO E NO PASSIVO (ART. 178 DA LEI 6.404/76): a. No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos

Leia mais

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Contabilidade Financeira e Gerencial Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Demonstração de Resultados A DRE é a apresentação, em forma resumida, das operações realizadas pela empresa,

Leia mais

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS. CPC 12 Ajuste a Valor Presente.

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS. CPC 12 Ajuste a Valor Presente. COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS - CPC CPC 12 Ajuste a Valor Presente. Estabelece a obrigatoriedade do ajuste a valor presente nos realizáveis e exigíveis a longo prazo e, no caso de efeito relevante,

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 03: ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA QUALIDADE A DRE tem por objetivo evidenciar a situação econômica de uma empresa,

Leia mais

Comentários da prova SEFAZ-PI Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova SEFAZ-PI Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo Disciplina: Professor: Feliphe Araújo Olá amigos, Comentários da prova SEFAZ-PI ANÁLISE DA PROVA DE CONTABILIDADE GERAL - SEFAZ-PI Trago para vocês os comentários da prova da SEFAZ-PI realizado no último

Leia mais

CARTÃO RESPOSTA PROVA CONTABILIDADE DATA: 20/10/2014 ALTERNATIVAS A B C D E

CARTÃO RESPOSTA PROVA CONTABILIDADE DATA: 20/10/2014 ALTERNATIVAS A B C D E UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CONTABILIDADE PROCESSO SELETIVO - EDITAL 01/2014 - TURMA 2015 CARTÃO RESPOSTA PROVA CONTABILIDADE DATA: 20/10/2014

Leia mais

Unidade II CONTABILIDADE. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade II CONTABILIDADE. Prof. Jean Cavaleiro Unidade II CONTABILIDADE Prof. Jean Cavaleiro Objetivo Conhecer a estrutura do balanço patrimonial: ativo; passivo. Conhecer a estrutura do DRE. Conhecer a estrutura do DFC: direto; indireto. Balanço patrimonial

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

Contabilidade Geral e Avançada Correção da Prova AFRFB 2009 Gabarito 1 Última Parte Prof. Moraes Junior CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA

Contabilidade Geral e Avançada Correção da Prova AFRFB 2009 Gabarito 1 Última Parte Prof. Moraes Junior CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA 15- A empresa Livre Comércio e Indústria S.A. apurou, em 31/12/2008, um lucro líquido de R$ 230.000,00, antes da provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social sobre

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS GERÊNCIAIS E ECONÔMICAS Ciências Contábeis Contabilidade em moeda constante e conversão de demonstrações contábeis para moeda estrangeira

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 5 Balanço Patrimonial Passivo 9 Demonstração do Resultado 12 Demonstração do Resultado

Leia mais

Curso Extensivo de Contabilidade Geral

Curso Extensivo de Contabilidade Geral Curso Extensivo de Contabilidade Geral Adelino Correia 4ª Edição Enfoque claro, didático e objetivo Atualizado de acordo com a Lei 11638/07 Inúmeros exercícios de concursos anteriores com gabarito Inclui

Leia mais

Assunto: Registro de participações avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e tratamento de dividendos a receber

Assunto: Registro de participações avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e tratamento de dividendos a receber Nota Técnica nº 001/2013 Florianópolis, 24 de junho de 2013. Assunto: Registro de participações avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e tratamento de dividendos a receber Senhor Diretor de

Leia mais

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa V Pagamento de fornecedores Retenção de IRF sobre serviços Retenção de IRF sobre salários Pró-labore Integralização de capital em dinheiro Integralização de capital em bens Depreciação ICMS sobre vendas

Leia mais

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA QUE ATUA NO RAMO DE SITUADA NO MUNICÍPIO DE

Leia mais

Contabilidade Decifrada Resolução Provas CVM 2010 (ESAF)

Contabilidade Decifrada Resolução Provas CVM 2010 (ESAF) Conteúdo 1 Inspetor... 2 1.1 Questão n 1 Estrutura Conceitual Básica - Demonstrações Contábeis... 2 1.2 Questão n 2 Estrutura Conceitual Básica - Demonstrações Contábeis... 3 1.3 Questão n 3 Estrutura

Leia mais

Resumindo, teríamos as seguintes companhias obrigadas à elaboração da DFC:

Resumindo, teríamos as seguintes companhias obrigadas à elaboração da DFC: Aula 4 Questões Comentadas e Resolvidas Demonstração dos Fluxos de Caixa (Método Direto e Indireto). Demonstração do Valor Adicionado. 1.(Analista de Gestão Corporativa-Contabilidade-Empresa de Pesquisa

Leia mais

3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa

3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa Aplicação 1 - As instituições financeiras e demais instituições

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA

CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA 1 CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA Prof. Carmem Haab Lutte Cavalcante 2012 2 CONTABILIDADE SOCIETARIA 2 3 1 CONTABILIDADE Conceito de contabilidade, campo de atuação, usuários, objetivos

Leia mais