DIÁRIO DA REPÚBLICA I A SUMÁRIO. Quarta-feira, 14 de Abril de 2004 Número 88. Assembleia da República. Presidência do Conselho de Ministros

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIÁRIO DA REPÚBLICA I A SUMÁRIO. Quarta-feira, 14 de Abril de 2004 Número 88. Assembleia da República. Presidência do Conselho de Ministros"

Transcrição

1 Quarta-feira, 14 de Abril de 2004 Número 88 I A S É R I E Esta 1. a série do Diário da República é constituída pelas partesaeb DIÁRIO DA REPÚBLICA Sumario88A Sup 0 SUMÁRIO Assembleia da República Lei n. o 13/2004: Estabelece o enquadramento jurídico do agente da cooperação portuguesa e define o respectivo estatuto jurídico Presidência do Conselho de Ministros Decreto-Lei n. o 82/2004: Altera o Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança a Observar na Concepção, Instalação e Manutenção das Balizas de Futebol, de Andebol, de Hóquei e Pólo Aquático e dos Equipamentos de Basquetebol Existentes nas Instalações Desportivas de Uso Público, aprovado pelo Decreto-Lei n. o 100/2003, de 23 de Maio Ministério dos Negócios Estrangeiros Aviso n. o 41/2004: Torna público ter, em 8 de Janeiro de 2004, o Reino dos Países Baixos depositado o seu instrumento de ratificação ao Acordo sobre a Conservação dos Morcegos na Europa, concluído em Londres no dia 4 de Dezembro de Aviso n. o 42/2004: Torna público ter, em 23 de Fevereiro de 2004, a República da Tunísia depositado o seu instrumento de adesão ao Tratado de Budapeste sobre o Reconhecimento Internacional do Depósito de Microrganismos para Efeitos do Procedimento em Matéria de Patentes, adoptado em 28 de Abril de 1977 e alterado em 26 de Setembro de Aviso n. o 43/2004: Torna público ter, em 11 de Dezembro de 2003, o Reino da Arábia Saudita depositado o seu instrumento de adesão ao Acto de Paris, da Convenção de Berna para a Protecção das Obras Literárias e Artísticas (de 9 de Setembro de 1886, revista em 24 de Julho de 1971 e modificada em 28 de Setembro de 1979), de 24 de Julho de Aviso n. o 44/2004: Torna público ter, em 21 de Janeiro de 2004, a República da Bósnia-Herzegovina depositado o seu instrumento de adesão ao Acordo Multilateral Relativo a Taxas de Rota Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas Decreto-Lei n. o 83/2004: Transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva n. o 2003/116/CE, da Comissão, de 4 de Dezembro, relativa ao organismo prejudicial Erwinia amylovora (Burr.) Winsl. et al. alterando o Decreto-Lei n. o 14/99, de 12 de Janeiro Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente Decreto-Lei n. o 84/2004: Altera o Decreto-Lei n. o 166/97, de 2 de Julho, que aprova a estrutura, competências e funcionamento do Conselho Nacional da Água

2 2264 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o de Abril de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n. o 13/2004 de 14 de Abril Estabelece o enquadramento jurídico do agente da cooperação portuguesa e define o respectivo estatuto jurídico A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161. o da Constituição, para valer como lei geral da República, o seguinte: CAPÍTULO I Disposições preliminares Artigo 1. o Objecto A presente lei estabelece o enquadramento jurídico do agente da cooperação portuguesa e define os princípios e as normas integrantes do seu estatuto. Artigo 2. o Agente da cooperação 1 Para efeitos da presente lei, considera-se agente da cooperação portuguesa o cidadão que, ao abrigo de um contrato, participe na execução de uma acção de cooperação financiada pelo Estado Português, promovida ou executada por uma entidade portuguesa de direito público ou por uma entidade de direito privado de fins não lucrativos em países beneficiários. 2 Aos cidadãos portugueses ou àqueles que tenham residência fiscal em território português que, ao abrigo de um contrato, participem na execução de uma acção de cooperação financiada por um Estado da União Europeia, por uma organização internacional ou por uma agência especializada ou ainda por outra entidade promotora ou executora que suporte a acção com fundos próprios pode ser reconhecido para todos ou alguns dos efeitos previstos nesta lei, por despacho do Ministro dos Negócios Estrangeiros, precedido de parecer do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD), o estatuto de agente da cooperação, desde que a sua actividade se insira nos objectivos da política externa portuguesa. 3 Nas demais situações em que um cidadão português participe, ao abrigo de um contrato, na execução de uma acção de cooperação, poderá, a solicitação dos interessados, por despacho do Ministro dos Negócios Estrangeiros, precedido de parecer do IPAD, ser concedida a equiparação a agente da cooperação, desde que a sua acção seja relevante para os fins da política externa portuguesa. Artigo 3. o Definições Para efeitos da presente lei, entende-se por: a) «Promotor de cooperação» a entidade responsável pela concepção e preparação de uma acção de cooperação; b) «Executor de cooperação» a entidade que, mediante contrato, seja responsável pela execução de uma acção de cooperação; c) «Acção de cooperação» a acção ou projecto em prol do desenvolvimento de países receptores de ajuda pública ao desenvolvimento ou beneficiários de ajuda humanitária; d) «Ajuda humanitária» a acção com carácter de curto prazo, destinada a intervir em situações de excepção resultantes, nomeadamente, de catástrofes, quer naturais quer provocadas pelo homem; e) «Voluntário» o cidadão abrangido pelo regime previsto na Lei n. o 71/98, de 3 de Novembro, que exerça a sua actividade no âmbito de acções de cooperação. CAPÍTULO II Agente da cooperação Artigo 4. o Requisitos e recrutamento do agente da cooperação 1 As entidades promotoras ou executoras da cooperação podem recrutar livremente os candidatos a agente da cooperação que preencham os requisitos exigíveis ao desempenho das tarefas constantes do respectivo contrato. 2 Nos casos em que o promotor ou o executor seja o Estado Português, os candidatos a agente da cooperação que sejam funcionários públicos ou agentes da Administração Pública poderão ser requisitados pelo IPAD ao respectivo serviço, que decidirá nos prazos previstos no artigo 5. o 3 Nos casos do número anterior, poderá o IPAD requisitar candidatos a agentes da cooperação a entidades privadas, as quais decidirão sobre a requisição nos prazos previstos no artigo 5. o 4 Podem igualmente ser recrutados cidadãos em situação de aposentação ou reforma, bem como agentes de forças de segurança na reserva. 5 Os funcionários ou agentes da Administração Pública podem requerer licença sem vencimento, nos termos da lei, para efeitos de exercerem actividade como agente da cooperação. Artigo 5. o Prazos 1 A anuência ou recusa de anuência da requisição prevista nos n. os 2e3doartigo anterior será notificada ao IPAD no prazo máximo de 30 dias úteis, após o que se considera a mesma tacitamente autorizada. 2 Nos casos previstos no n. o 2 do artigo anterior, a recusa de anuência deverá ser devidamente fundamentada. 3 Tratando-se de acções de ajuda humanitária, o prazo previsto no n. o 1 do presente artigo é de 10 dias úteis. Artigo 6. o Bolsa de candidatos para acções de cooperação 1 É criada no IPAD, mediante concurso, uma bolsa de candidatos a agentes da cooperação. 2 As regras relativas ao concurso e à respectiva candidatura serão definidas em regulamento próprio.

3 N. o de Abril de 2004 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 2265 CAPÍTULO III Contrato de cooperação Artigo 7. o Contrato de cooperação 1 A prestação de serviços dos agentes da cooperação às entidades promotoras ou executoras será obrigatoriamente efectuada ao abrigo de contrato escrito. 2 Nos contratos de cooperação em que é parte o Estado Português ou entidade de direito público, ao agente da cooperação não é conferida a qualidade de funcionário ou agente da Administração Pública. 3 O regime do contrato de cooperação é o constante da presente lei, aplicando-se-lhe subsidiariamente as regras do contrato de prestação de serviços. Artigo 8. o Registo de contratos 1 Os contratos de cooperação bem como as suas renovações estão sujeitos a registo no IPAD. 2 O registo dos contratos de cooperação compete à entidade promotora ou executora, directamente ou por entidade para o efeito mandatada, e constitui condição de aplicabilidade do regime previsto na presente lei, nomeadamente para os efeitos previstos no artigo 2. o Artigo 9. o Cláusulas contratuais Sem prejuízo do clausulado estabelecido em função de especificidades do contrato de cooperação, constarão, nomeadamente, disposições relativas a: a) Objecto do contrato; b) Duração e renovação do contrato; c) Remuneração e abonos; d) Modo e local de pagamento; e) Protecção social; f) Férias; g) Alojamento; h) Transportes; i) Seguros; j) Condições de resolução do contrato; l) Regime de exclusividade ou não exclusividade; m) Legislação aplicável; n) Foro ou arbitragem convencionados. Artigo 10. o Início da prestação de serviço Para efeitos de obrigações do Estado Português, o início da prestação de serviços do agente da cooperação conta-se a partir da data do embarque para o país beneficiário, salvo disposição contratual em contrário. Artigo 11. o Duração dos contratos 1 Os contratos de cooperação têm uma duração máxima de três anos, automaticamente prorrogável até igual período. 2 Atingidos os prazos máximos dos contratos a que se refere o n. o 1, não pode ser celebrado novo contrato com o mesmo agente antes de decorrido o prazo de um ano. 3 O contrato de cooperação no âmbito da ajuda humanitária não pode ter prazo superior a seis meses, excepto os casos devidamente justificados pela entidade promotora ou executora e aprovados pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, sob proposta do IPAD. Artigo 12. o Renovação dos contratos 1 Nos casos em que seja pretendida a renovação do contrato, a entidade promotora ou executora, obtido o acordo escrito do agente da cooperação, deverá, pelo menos 60 dias antes do final do prazo da vigência do mesmo, notificar o IPAD e a entidade empregadora a que o agente esteja vinculado. 2 Considera-se tacitamente autorizada a renovação da requisição, no caso de a entidade empregadora não comunicar à entidade promotora ou executora e ao IPAD a recusa de anuência, devidamente fundamentada, no prazo máximo de 30 dias a contar da data da notificação. Artigo 13. o Cessação dos contratos 1 O contrato de cooperação cessa: a) No termo do seu prazo inicial ou da sua renovação; b) Por acordo, que deve constar de documento escrito; c) Por impossibilidade superveniente de o agente da cooperação exercer a sua actividade por período superior a 90 dias. 2 Os contratos de cooperação podem ser rescindidos por qualquer das partes com fundamento em justa causa. 3 A rescisão do contrato sem justa causa, por parte do agente da cooperação ou com justa causa por parte da entidade promotora ou executora, determina o reembolso, pelo agente, das despesas que hajam sido efectuadas com a sua viagem e da família, com o transporte das respectivas bagagens e com quaisquer abonos que lhe hajam sido pagos, na proporção do número de meses que faltarem para completar o período de duração inicial do contrato ou da sua renovação. 4 A rescisão do contrato com justa causa por parte do agente da cooperação ou sem justa causa por parte da entidade promotora ou executora confere ao agente o direito a uma indemnização igual à remuneração e eventuais abonos que seriam devidos até ao termo do prazo do contrato ou sua renovação, de montante não inferior a três meses, sem prejuízo do pagamento das despesas com a sua viagem e da família e com o transporte das respectivas bagagens. 5 Os promotores ou executores da cooperação devem comunicar ao IPAD a cessação dos contratos dos respectivos agentes da cooperação que não ocorra por mero efeito do termo do prazo. CAPÍTULO IV Direitos, deveres e garantias dos agentes da cooperação Artigo 14. o Remuneração dos agentes da cooperação 1 Os agentes da cooperação auferem a remuneração bem como eventuais abonos que forem fixados no contrato de cooperação respectivo.

4 2266 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o de Abril de Nos casos em que o promotor ou o executor seja o Estado Português ou uma pessoa colectiva portuguesa de direito público, a remuneração, incluindo complementos, se for caso disso, e eventuais abonos são fixados por despacho conjunto dos Ministros das Finanças e dos Negócios Estrangeiros. 3 Nos casos em que, nos termos do contrato de cooperação, a remuneração do agente deva ser suportada pela entidade ou pelo Estado receptor da acção, pode o Estado Português conceder um complemento de remuneração, sob proposta do IPAD, por despacho conjunto nos termos do número anterior. Artigo 15. o Transportes 1 É da responsabilidade do promotor o pagamento das despesas de transporte e bagagens dos agentes da cooperação, entre o local da sua residência e o local de destino, no início e no fim do contrato, cujos limites são fixados por portaria conjunta dos Ministérios das Finanças e dos Negócios Estrangeiros. 2 No caso de contratos celebrados por período superior a um ano, as despesas referidas no número anterior, englobam o cônjuge ou quem com ele viva em situação análoga há mais de dois anos e filhos menores do agente. 3 Nos casos previstos no n. o 3 do artigo anterior, o Estado Português, por intermédio do IPAD, assumirá os encargos referidos nos n. os 1 e 2, caso não sejam suportados pela entidade ou Estado receptor da acção. Artigo 16. o Aposentados e reformados Os aposentados ou reformados podem acumular as respectivas pensões, sem qualquer redução, com quaisquer remunerações devidas pela prestação de serviço como agentes da cooperação, sem prejuízo dos demais direitos, benefícios e garantias previstos nesta lei. Artigo 17. o Protecção social 1 Os agentes da cooperação têm o direito a manter o regime de protecção social obrigatório em que se encontram inseridos. 2 Os agentes da cooperação que à data de início da vigência do contrato de cooperação não estejam enquadrados por qualquer regime de segurança social de inscrição obrigatória ou, embora inscritos, não estejam a contribuir, serão obrigatoriamente inscritos, pelo período de vigência dos contratos de cooperação, no regime do seguro social voluntário, previsto no Decreto-Lei n. o 40/89, de 1 de Fevereiro. 3 A inscrição a que se refere o número anterior será feita pelo promotor ou pelo executor, salvo nos casos previstos no n. o 3 do artigo 14. o da presente lei em que a inscrição será da responsabilidade do Estado Português. 4 Competem às entidades promotoras ou executoras da cooperação os encargos com a contribuição dos agentes e das respectivas entidades empregadoras para os regimes obrigatórios de protecção social e para o regime previsto no n. o 2. 5 Nos casos previstos no n. o 3 do artigo 14. o o Estado Português, por intermédio do IPAD, assumirá os encargos referidos no número anterior. 6 Para efeitos do disposto no n. o 1 deste artigo, a remuneração a considerar como base de incidência contributiva dos agentes da cooperação enquadrados no regime de segurança social dos trabalhadores por conta de outrem ou no regime de segurança social da função pública é a auferida imediatamente antes do início da vigência do contrato de cooperação, com as actualizações a que houver lugar durante a vigência do contrato. 7 Para efeitos do disposto no n. o 2 deste artigo, a remuneração a considerar para efeitos de contribuição será correspondente ao triplo do salário mínimo nacional fixado por lei. 8 As entidades promotoras ou executoras devem apresentar ao IPAD os documentos comprovativos da situação contributiva regularizada perante a segurança social relativa aos respectivos agentes da cooperação. 9 Os agentes da cooperação têm ainda direito a beneficiar de um sistema de seguro privado, obrigatoriamente previsto no contrato de cooperação, cujas condições são definidas por portaria conjunta dos Ministros das Finanças e dos Negócios Estrangeiros. 10 São tornados extensivos aos agentes da cooperação que desempenhem funções ao abrigo de contrato de duração superior a dois anos os benefícios e garantias previstos na lei para os emigrantes. Artigo 18. o Garantias gerais dos agentes da cooperação 1 É garantido a todo o agente da cooperação o direito ao lugar que ocupa à data do início da vigência do contrato de cooperação ou que, entretanto, adquira no seu quadro de origem. 2 A prestação de serviço como agente da cooperação no país solicitante ou beneficiário é equiparada à comissão de serviço público por tempo determinado, para efeitos de arrendamento, de acordo com o disposto na alínea b)don. o 2 do artigo 64. o do Regime do Arrendamento Urbano (RAU), aprovado pelo Decreto-Lei n. o 321-B/90, de 15 de Outubro. Artigo 19. o Garantias dos agentes da cooperação, funcionários e agentes da Administração Pública 1 Ao agente da cooperação, funcionário ou agente da Administração Pública, é garantido: a) O direito de se candidatar a qualquer concurso de promoção, nos termos da legislação aplicável, competindo à entidade promotora ou executora o pagamento da sua deslocação, se for indispensável; b) O direito a um período de férias, no ano em que retomar funções e no seguinte, respectivamente proporcional ao tempo de serviço prestado no ano em que se vinculou à cooperação e no ano de regresso à actividade, sem prejuízo do gozo de férias acumuladas a que tenha direito. 2 O tempo de serviço prestado como agente da cooperação será contado para todos os efeitos legais, nomeadamente antiguidade, diuturnidades, progressão e promoção na carreira, como se tivesse sido prestado no lugar de origem. 3 Ao cônjuge do agente da cooperação ou quem com ele viva em situação análoga há mais de dois anos, pode ser concedida licença sem vencimento, caso seja

5 N. o de Abril de 2004 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 2267 funcionário ou agente da Administração Pública, nos termos previstos nos artigos 84. o a 88. o do Decreto-Lei n. o 100/99, de 31 de Março. Artigo 20. o Serviço militar Os agentes da cooperação que se encontrem abrangidos pela presente lei podem requerer ao Ministro da Defesa que o serviço assim prestado seja substitutivo do cumprimento do serviço efectivo normal. Artigo 21. o Exames médicos e doenças As vacinas e os medicamentos profilácticos para as doenças consideradas endémicas na região ou país de destino do agente da cooperação serão suportados pelo promotor, salvo nos casos previstos no n. o 3 do artigo 14. o desta lei, que são da responsabilidade do Estado Português, através do Ministério competente na área em que se desenvolve a acção de cooperação. Artigo 22. o Acompanhamento O IPAD manterá um serviço de apoio aos promotores e executores da cooperação, disponibilizando informação regular e actualizada, designadamente sobre: a) Usos e costumes do país receptor e o seu sistema jurídico-administrativo; b) A caracterização sócio-económica do país; c) A apresentação do contexto em que se integra a acção de cooperação; d) A indicação de informações básicas para a sua vivência quotidiana, nomeadamente nas áreas da saúde e de alimentação. Artigo 23. o Escolaridade dos descendentes e cônjuges 1 A equivalência de escolaridade dos descendentes e cônjuges dos agentes da cooperação prosseguida em Estados beneficiários é estabelecida de acordo com as normas para o efeito definidas pelo Ministério da Educação. 2 Ao abrigo do princípio da cooperação entre os Estados, compete à entidade contratante apoiar a admissão dos descendentes e cônjuge dos agentes da cooperação ou quem com ele viva em situação análoga há mais de dois anos em escolas portuguesas, se existirem, ou em escolas locais. Artigo 24. o Deveres dos agentes da cooperação 1 Constituem deveres dos agentes da cooperação: a) Cumprir com todas as suas obrigações contratuais tendo em conta os objectivos da acção de cooperação em que se encontrem integrados; b) Respeitar os usos e costumes e não incorrer em práticas que prejudiquem as relações existentes entre o Estado Português e o Estado beneficiário; c) Não interferir nos assuntos internos do Estado beneficiário. 2 A actuação do agente da cooperação que viole o disposto no número anterior constitui fundamento de justa causa para efeitos de rescisão do respectivo contrato. CAPÍTULO V Promotores e executores de cooperação Artigo 25. o Promotores e executores de cooperação Podem ser promotores e executores de cooperação portuguesa: a) Os órgãos e serviços do Estado e das demais pessoas colectivas de direito público, designadamente os órgãos e serviços de administração central, autárquica e regional; b) As pessoas colectivas de direito privado; c) Quaisquer entidades do Estado beneficiário, cuja natureza seja similar às entidades indicadas nas precedentes alíneas deste artigo; d) Os organismos internacionais. CAPÍTULO VI Acções de cooperação Artigo 26. o Parecer favorável As acções de cooperação financiadas pelo Estado Português carecem do parecer prévio favorável do IPAD, conforme estabelecido na alínea e) do n. o 1 do artigo 3. o do respectivo Estatuto anexo ao Decreto-Lei n. o 5/2003, de 13 de Janeiro. CAPÍTULO VII Voluntários Artigo 27. o Apoio aos voluntários 1 Os casos inerentes à prestação de serviço do voluntário para a cooperação incumbem à entidade promotora ou executora. 2 Poderá ser atribuído pelo Estado Português aos voluntários um abono mensal para compensação de despesas pessoais. 3 O montante do abono referido no número anterior será fixado por despacho conjunto dos Ministros das Finanças e dos Negócios Estrangeiros. Artigo 28. o Protecção social Em matéria de protecção social aplicar-se-á aos voluntários o disposto na lei de bases do enquadramento jurídico do voluntariado e respectivos diplomas regulamentares. Artigo 29. o Remissões Ao voluntário é aplicável, com as devidas adaptações, o regime do agente da cooperação previsto na presente

6 2268 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o de Abril de 2004 lei, salvo na parte em que, pela sua natureza, seja incompatível com a lei de bases do enquadramento jurídico do voluntariado. CAPÍTULO VIII Disposições finais Artigo 30. o Contratos em vigor O regime definido nesta lei é aplicável à renovação dos actuais contratos em vigor celebrados nos termos dos Decretos-Leis n. os 363/85, de 10 de Setembro, e 10/2000, de 10 de Fevereiro. Artigo 31. o Norma revogatória São revogados os Decretos-Leis n. os 363/85, de 10 de Setembro, e 10/2000, de 10 de Fevereiro. Aprovada em 26 de Fevereiro de O Presidente da Assembleia da República, João Bosco Mota Amaral. Promulgada em 25 de Março de Publique-se. O Presidente da República, JORGE SAMPAIO. Referendada em 27 de Março de O Primeiro-Ministro, José Manuel Durão Barroso. PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Decreto-Lei n. o 82/2004 de 14 de Abril O Decreto-Lei n. o 100/2003, de 23 de Maio, aprovou o Regulamento que fixa as condições técnicas e de segurança a observar na concepção, instalação e manutenção das balizas de futebol, de andebol, de hóquei e de pólo aquático e dos equipamentos de basquetebol existentes nas instalações de uso público, que foi publicado em anexo ao mencionado diploma legal. On. o 1 do artigo 11. o do Regulamento determina que a entidade responsável pelos equipamentos desportivos deve celebrar um seguro de responsabilidade civil para garantia dos danos causados aos utilizadores, em virtude de deficientes condições de instalação e manutenção dos equipamentos desportivos. Recorde-se que a aprovação deste Regulamento teve como razão de ser o facto de, nos últimos anos, se terem registado vários acidentes, sobretudo com jovens, alguns dos quais mortais, motivados por deficientes condições de instalação ou manutenção de alguns equipamentos desportivos, com especial incidência para as balizas instaladas nos recintos desportivos de uso público. Contudo, e tendo em conta que o seguro de responsabilidade civil previsto no mencionado artigo 11. o contém uma incidência demasiado restritiva, limitando-se a garantir apenas a reparação dos danos causados aos utilizadores em virtude da verificação de qualquer deficiência quer na instalação quer na manutenção dos equipamentos desportivos, pretende-se agora que, numa perspectiva de alargamento do âmbito de protecção conferida a todos os que utilizam os recintos para a prática desportiva, deva ser exigido às entidades responsáveis pelos equipamentos desportivos a celebração de um tipo de seguro de responsabilidade civil com uma maior abrangência. Por outro lado, a manter-se a redacção original do citado n. o 1 do artigo 11. o, poder-se-iam antever algumas dificuldades ou constrangimentos na celebração dos contratos de seguro de responsabilidade civil entre as entidades responsáveis pelos equipamentos desportivos e as empresas que operam no mercado segurador em Portugal, tendo em conta que a cobertura deste seguro abrange, simplesmente, os danos causados aos utilizadores pelos equipamentos desportivos previstos no âmbito do artigo 1. o do mencionado Regulamento, isto é, os danos causados pelas balizas de futebol, de andebol, de hóquei e de pólo aquático e pelos equipamentos de basquetebol existentes nas instalações desportivas de uso público. Assim, de forma a não inviabilizar a sua normal comercialização pelas entidades seguradoras, entende-se mais adequado alargar a abrangência da cobertura aos danos ou prejuízos causados por todos os equipamentos que integrem as instalações desportivas globalmente consideradas, susceptíveis de provocarem danos aos seus utilizadores, e não apenas aos danos ou prejuízos causados por alguns equipamentos desportivos. Finalmente, a presente alteração prevê ainda que, na portaria conjunta referida no n. o 2 do artigo 11. o, seja fixado não só o valor mínimo obrigatório do seguro de responsabilidade civil, tal como se encontrava previsto na redacção original, mas também a definição do âmbito dessa garantia. Foram ouvidos a Associação Nacional de Municípios Portugueses, as federações desportivas directamente relacionadas com o âmbito de aplicação do presente diploma, bem como o Instituto de Seguros de Portugal e a Associação Portuguesa de Seguradores. Assim: Nos termos da alínea a) don. o 1 do artigo 198. o da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Artigo 1. o Objecto O presente diploma altera o artigo 11. o do Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança a Observar na Concepção, Instalação e Manutenção das Balizas de Futebol, de Andebol, de Hóquei e de Pólo Aquático e dos Equipamentos de Basquetebol Existentes nas Instalações Desportivas de Uso Público, publicado em anexo ao Decreto-Lei n. o 100/2003, de 23 de Maio, que passa a ter a seguinte redacção: «Artigo 11. o 1 A entidade responsável pelos equipamentos desportivos deve celebrar um contrato de seguro de responsabilidade civil que abranja o ressarcimento de danos causados aos utilizadores, designadamente em virtude de deficientes condições de instalação e manutenção dos referidos equipamentos. 2 As condições do contrato de seguro referido no número anterior e o valor mínimo do respectivo capital

7 N. o de Abril de 2004 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 2269 são fixados em portaria conjunta do Ministro das Finanças e do membro do Governo responsável pela área dos desportos. 3...» Artigo 2. o Entrada em vigor O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 4 de Fevereiro de José Manuel Durão Barroso Maria Manuela Dias Ferreira Leite António Jorge de Figueiredo Lopes Maria Celeste Ferreira Lopes Cardona José Luís Fazenda Arnaut Duarte Carlos Manuel Tavares da Silva José David Gomes Justino Maria da Graça Martins da Silva Carvalho Amílcar Augusto Contel Martins Theias. Promulgado em 25 de Março de Publique-se. O Presidente da República, JORGE SAMPAIO. Referendado em 1 de Abril de O Primeiro-Ministro, José Manuel Durão Barroso. MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS Aviso n. o 41/2004 Por ordem superior se torna público que, em 8 de Janeiro de 2004, o Reino dos Países Baixos depositou o seu instrumento de ratificação ao Acordo sobre a Conservação dos Morcegos na Europa, concluído em Londres no dia 4 de Dezembro de Portugal é Parte do mesmo Acordo, aprovado, para aceitação, pelo Decreto n. o 31/95, publicado no Diário da República, 1. a série-a, n. o 190, de 18 de Agosto de 1995, tendo depositado o seu instrumento de aceitação em 10 de Janeiro de 1996, conforme o Aviso n. o 118/99 (Diário da República, 1. a série-a, n. o 206, de 3 de Setembro de 1999), e tendo o Acordo entrado em vigor em 16 de Janeiro de 1994 (Diário da República, 1. a série-a, n. o 206, de 3 de Setembro de 1999). Nos termos do artigo XII, o Acordo em epígrafe entrou em vigor para o Reino dos Países Baixos em 7 de Fevereiro de Direcção-Geral dos Assuntos Multilaterais, 29 de Março de O Director de Serviços das Organizações Económicas Internacionais, João Patrício. Aviso n. o 42/2004 Por ordem superior se torna público que, em 23 de Fevereiro de 2004, a República da Tunísia depositou o seu instrumento de adesão ao Tratado de Budapeste sobre o Reconhecimento Internacional do Depósito de Microrganismos para Efeitos do Procedimento em Matéria de Patentes, adoptado em 28 de Abril de 1977 e alterado em 26 de Setembro de Portugal é Parte do mesmo Tratado, aprovado, para adesão, pela Resolução da Assembleia da República n. o 32/97, publicada no Diário da República, 1. a série-a, n. o 115, de 19 de Maio de 1997, tendo depositado o seu instrumento de adesão em 16 de Julho de 1997, conforme o Aviso n. o 255/97 (Diário da República, 1. a série-a, n. o 207, de 8 de Setembro de 1997), ratificado através do Decreto do Presidente da República n. o 29/97, de 19 de Maio (Diário da República, 1. a série-a, n. o 115, de 19 de Maio de 1997), e tendo entrado em vigor para Portugal em 16 de Outubro de 1997 (Diário da República, 1. a série-a, n. o 207, de 8 de Setembro de 1997). Direcção-Geral dos Assuntos Multilaterais, 31 de Março de O Director de Serviços das Organizações Económicas Internacionais, João Patrício. Aviso n. o 43/2004 Por ordem superior se torna público que, em 11 de Dezembro de 2003, o Reino da Arábia Saudita depositou o seu instrumento de adesão ao Acto de Paris, da Convenção de Berna para a Protecção das Obras Literárias e Artísticas (de 9 de Setembro de 1886, revista em 24 de Julho de 1971 e modificada em 28 de Setembro de 1979), de 24 de Julho de Portugal é Parte do mesmo Acto, aprovado, para adesão, pelo Decreto n. o 73/78, publicado no Diário da República, 1. a série-a, n. o 170, de 26 de Julho de 1978, tendo aderido em 10 de Outubro de 1978, conforme aviso publicado no Diário da República, 1. a série-a, n. o 1, de 2 de Janeiro de 1979, e tendo o Acto entrado em vigor em 12 de Janeiro de 1979 (Diário da República, 1. a série-a, n. o 1, de 2 de Janeiro de 1979). O Acto de Paris entrou em vigor para o Reino da Arábia Saudita em 11 de Março de Direcção-Geral dos Assuntos Multilaterais, 31 de Março de O Director de Serviços das Organizações Económicas Internacionais, João Patrício. Aviso n. o 44/2004 Por ordem superior se torna público que, em 21 de Janeiro de 2004, a República da Bósnia-Herzegovina depositou o seu instrumento de adesão ao Acordo Multilateral Relativo a Taxas de Rota. Portugal é Parte do mesmo Acordo, aprovado, para ratificação, pelo Decreto do Governo n. o 30/83, de 2 de Maio, publicado no Diário da República, 1. a série, n. o 100 (suplemento), de 2 de Maio de 1983, tendo depositado o instrumento de ratificação em 16 de Setembro de 1983, conforme aviso publicado no Diário da República, 1. a série, n. o 287, de 15 de Dezembro de Direcção-Geral dos Assuntos Multilaterais, 31 de Março de O Director de Serviços das Organizações Económicas Internacionais, João Patrício. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO RURAL E PESCAS Decreto-Lei n. o 83/2004 de 14 de Abril A Directiva n. o 2000/29/CE, do Conselho, de 8 de Maio, relativa às medidas de protecção fitossanitária

Decreto-Lei n.º 100/2003, de 23 de Maio (Alterado pelo Decreto-Lei n.º 82/2004, de 14 de Abril)

Decreto-Lei n.º 100/2003, de 23 de Maio (Alterado pelo Decreto-Lei n.º 82/2004, de 14 de Abril) Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança a Observar na Concepção, Instalação e Manutenção das Balizas de Futebol, de Andebol, de Hóquei e de Pólo Aquático e dos Equipamentos de Basquetebol Existentes

Leia mais

( DR N.º 229 30 Setembro 1999 30 Setembro 1999 )

( DR N.º 229 30 Setembro 1999 30 Setembro 1999 ) LEGISLAÇÃO Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, Regulamenta a Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro, que estabeleceu as bases do enquadramento jurídico do voluntariado (JusNet 223/1999) ( DR N.º 229 30

Leia mais

CAPÍTULO I. 'LVSRVLo}HVJHUDLV 2EMHFWLYRV. 2UJDQL]Do}HVSURPRWRUDV

CAPÍTULO I. 'LVSRVLo}HVJHUDLV 2EMHFWLYRV. 2UJDQL]Do}HVSURPRWRUDV 'HFUHWR/HLQž GHGH6HWHPEUR O voluntariado é uma actividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando, de forma livre e organizada, na solução

Leia mais

Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril

Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril A Directiva n.º 2000/26/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Maio, relativa à aproximação das legislações dos Estados membros respeitantes ao seguro

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO N. o 146 25-6-1999 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 3879 pelo Decreto-Lei n. o 110/96, de 2 de Agosto, com a seguinte redacção: «Artigo 11. o Aplicação às Regiões Autónomas Nas Regiões Autónomas dos Açores

Leia mais

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL)

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) Com as alterações introduzidas pelas seguintes leis: Lei n.º 80/98, de 24 de Novembro; Lei n.º 128/99, de 20 de Agosto; Lei n.º 12/2003,

Leia mais

Lei n.º 29/87, de 30 de Junho ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS

Lei n.º 29/87, de 30 de Junho ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS Lei n.º 29/87, de 30 de Junho ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), 167.º, alínea g), e 169.º, n.º 2, da Constituição, o seguinte: Artigo

Leia mais

disponibiliza a LEI DO VOLUNTARIADO

disponibiliza a LEI DO VOLUNTARIADO A disponibiliza a LEI DO VOLUNTARIADO Lei n.º 71/98 de 3 de Novembro de 1998 Bases do enquadramento jurídico do voluntariado A Assembleia da República decreta, nos termos do artigo 161.º, alínea c), do

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS N. o 88 14 de Abril de 2003 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 2452-(3) MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Decreto-Lei n. o 72-A/2003 de 14 de Abril A Directiva n. o 2000/26/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de

Leia mais

NORMAS PARA A CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ACTIVIDADES DE INTERESSE PÚBLICO MUNICIPAL. Artigo 1º Objecto e âmbito de aplicação

NORMAS PARA A CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ACTIVIDADES DE INTERESSE PÚBLICO MUNICIPAL. Artigo 1º Objecto e âmbito de aplicação NORMAS PARA A CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ACTIVIDADES DE INTERESSE PÚBLICO MUNICIPAL Artigo 1º Objecto e âmbito de aplicação O presente conjunto de normas disciplina e regulamenta a concessão de apoio

Leia mais

Lei n.º 66/98 de 14 de Outubro

Lei n.º 66/98 de 14 de Outubro Lei n.º 66/98 de 14 de Outubro Aprova o estatuto das organizações não governamentais de cooperação para o desenvolvimento A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 161.º, alínea c), 166.º,

Leia mais

Decreto-lei n.º 205/93 de 14 de Junho (DR 137/93 SÉRIE I-A de 1993-06-14)

Decreto-lei n.º 205/93 de 14 de Junho (DR 137/93 SÉRIE I-A de 1993-06-14) PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Decreto-lei n.º 205/93 de 14 de Junho (DR 137/93 SÉRIE I-A de 1993-06-14) O desenvolvimento das relações de cooperação entre Portugal e os países africanos de língua

Leia mais

Lei n.º 14/2002 de 19 de Fevereiro Publicado no DR 42, Série I-A de 2002-02-19

Lei n.º 14/2002 de 19 de Fevereiro Publicado no DR 42, Série I-A de 2002-02-19 Rectificada pela Declaração de Rectificação n.º 15/2002, de 26-3. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 14/2002 de 19 de Fevereiro Publicado no DR 42, Série I-A de 2002-02-19 Regula o exercício da liberdade

Leia mais

CONTRATO INDIVIDUAL DE TRABALHO

CONTRATO INDIVIDUAL DE TRABALHO CONTRATO INDIVIDUAL DE TRABALHO LEI N.º 23/2004, DE 22 DE JUNHO APROVA O REGIME JURÍDICO DO CONTRATO INDIVIDUAL DE TRABALHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA DECRETA, NOS TERMOS DA ALÍNEA

Leia mais

Lei n. 108/91 de 17 de Agosto

Lei n. 108/91 de 17 de Agosto Lei n. 108/91 de 17 de Agosto Conselho Económico e Social A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164., alínea d), 168. n. 1, alínea m) e 169., n. 3 da Constituição, para valer como lei

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

Decreto-Lei n.º 165/93 de 7 de Maio

Decreto-Lei n.º 165/93 de 7 de Maio Decreto-Lei n.º 165/93 de 7 de Maio O Decreto-Lei n.º 39/89, de 2 de Fevereiro, constituiu uma das várias medidas implementadas tendo em vista a criação das condições institucionais e técnico-financeiras

Leia mais

Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio

Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio No quadro das orientações definidas pelo Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE) e dos objectivos do Programa do Governo no tocante à

Leia mais

Decreto-Lei n.º 384/87 de 24 de Dezembro

Decreto-Lei n.º 384/87 de 24 de Dezembro Decreto-Lei n.º 384/87 de 24 de Dezembro (Alterado pelos Decretos-Leis n.ºs 157/90, de 17 de Maio e 319/2001, de 10 de Dezembro) Disposições gerais relativas a contratos-programa...2 Âmbito... 2 Iniciativa

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 30 10 de fevereiro de 2012 661 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 6/2012 de 10 de fevereiro Primeira alteração à Lei n.º 8/2009, de 18 de Fevereiro, que cria o regime jurídico

Leia mais

Estatuto do Bolseiro de Investigação

Estatuto do Bolseiro de Investigação Estatuto do Bolseiro de Investigação O Estatuto do Bolseiro de Investigação foi aprovado pela Lei nº 40/2004, de 18 de agosto, alterada e republicada pelo Decreto- Lei n.º 202/2012, de 27 de agosto. O

Leia mais

Texto final da Lei de Desenvolvimento e Qualidade

Texto final da Lei de Desenvolvimento e Qualidade Texto final da Lei de Desenvolvimento e Qualidade Lei n.º 1/2003, de 6 de Janeiro APROVA O REGIME JURÍDICO DO DESENVOLVIMENTO E DA QUALIDADE DO ENSINO SUPERIOR A Assembleia da República decreta, nos termos

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 34/2005 17/02 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa a um regime fiscal comum

Leia mais

5420 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 193 22 de Agosto de 2003 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E HABITAÇÃO

5420 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 193 22 de Agosto de 2003 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E HABITAÇÃO 5420 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 193 22 de Agosto de 2003 ANEXO (mapa a que se refere o n. o 1 do artigo 16. o ) Cargo Número de lugares Director... 1 Subdirector... 2 Director de serviços... 5

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA N. o 36 21 de Fevereiro de 2005 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B 1443 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Portaria n. o 205/2005 de 21 de Fevereiro Pelo

Leia mais

Lei n.º 18/2004, de 11 de Maio

Lei n.º 18/2004, de 11 de Maio Lei n.º 18/2004, de 11 de Maio Transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2000/43/CE, do Conselho, de 29 de Junho, que aplica o princípio da igualdade de tratamento entre as pessoas, sem distinção

Leia mais

Regime de constituição e de direitos e deveres das associações de pais e de encarregados de educação Decreto-Lei n.º 372/90 de 27 de Novembro

Regime de constituição e de direitos e deveres das associações de pais e de encarregados de educação Decreto-Lei n.º 372/90 de 27 de Novembro Regime de constituição e de direitos e deveres das associações de pais e de encarregados de educação Decreto-Lei n.º 372/90 de 27 de Novembro A Lei n.º 7/77, de 1 de Fevereiro, bem como a legislação que

Leia mais

N. o 194 18 de Agosto de 2004 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 5237. que violem o princípio da disciplina e da hierarquia. Lei n.

N. o 194 18 de Agosto de 2004 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 5237. que violem o princípio da disciplina e da hierarquia. Lei n. N. o 194 18 de Agosto de 2004 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 5237 que violem o princípio da disciplina e da hierarquia de comando; b) Proferir declarações sobre matérias de que tenham conhecimento no exercício

Leia mais

7150 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 258 8 de Novembro de 2002 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. c)... d)... e)... f)... g)...

7150 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 258 8 de Novembro de 2002 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. c)... d)... e)... f)... g)... 7150 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 258 8 de Novembro de 2002 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto do Presidente da República n. o 53/2002 de 8 de Novembro O Presidente da República decreta, nos termos

Leia mais

6694 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 229 30-9-1999 MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

6694 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 229 30-9-1999 MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 6694 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 229 30-9-1999 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Decreto-Lei n. o 388/99 A Lei Orgânica do Instituto Nacional do Desporto foi aprovada pelo Decreto-Lei n. o 62/97,

Leia mais

Município de Arganil Câmara Municipal. Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil. Preâmbulo

Município de Arganil Câmara Municipal. Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil. Preâmbulo Município de Arganil Câmara Municipal Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil Preâmbulo A Lei nº 71/98, de 3 de Novembro, estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado, definindo-o

Leia mais

5232 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 194 18 de Agosto de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 5. o

5232 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 194 18 de Agosto de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 5. o 5232 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 194 18 de Agosto de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n. o 38/2004 de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção, habilitação, reabilitação

Leia mais

Decreto-Lei n.º 142/99 de 30 de Abril

Decreto-Lei n.º 142/99 de 30 de Abril Decreto-Lei n.º 142/99 de 30 de Abril A Lei n.º 100/97, de 13 de Setembro, estabelece a criação de um fundo, dotado de autonomia financeira e administrativa, no âmbito dos acidentes de trabalho. O presente

Leia mais

N. o 246 21-10-1999 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A

N. o 246 21-10-1999 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 7023 MAPA IV Anexo a que se refere o n. o 1 do artigo 10. o Consultor... MAPA V Assessor do tesouro. Anexo a que se refere o n. o 1 do artigo 11. o Técnico especialista principal... Chefe de secção...

Leia mais

8440 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 290 17 de Dezembro de 2003

8440 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 290 17 de Dezembro de 2003 8440 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 290 17 de Dezembro de 2003 2 O produto das coimas cobradas nas Regiões Autónomas constitui receita própria destas. Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 2

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

Decreto-Lei n.º 201/2009 de 28 de Agosto

Decreto-Lei n.º 201/2009 de 28 de Agosto Decreto-Lei n.º 201/2009 de 28 de Agosto A linha de actuação do Governo tem assumido como prioridade o combate à exclusão social bem como ao abandono escolar, nomeadamente através do apoio às famílias.

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL 7670 Diário da República, 1.ª série N.º 202 19 de Outubro de 2007 h) Garantir a gestão de serviços comuns no âmbito das aplicações cuja concretização esteja a cargo do II e promover a sua partilha e reutilização;

Leia mais

Regulamento de Bolsas do CCMar

Regulamento de Bolsas do CCMar Regulamento de Bolsas do CCMar CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia ao abrigo do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril,

Leia mais

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto CÓDIGO DE INVESTIMENTOS Este texto tem carácter meramente informativo e não dispensa a consulta dos diplomas originais, conforme publicados no Diário da República. Quando

Leia mais

Decreto-Lei n.º 261/91 de 25 de Julho

Decreto-Lei n.º 261/91 de 25 de Julho Decreto-Lei n.º 261/91 de 25 de Julho A partir de certa idade, a prestação de trabalho gera, progressivamente, maior tensão e cansaço físico, sobretudo quando o trabalhador revele dificuldade de adaptação

Leia mais

2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 6. o. Lei Orgânica n. o 2/2006

2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 6. o. Lei Orgânica n. o 2/2006 2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei Orgânica n. o 2/2006 de 17 de Abril Quarta alteração à Lei n. o 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade)

Leia mais

Decreto-Lei n.º 140-B/2010. de 30 de Dezembro

Decreto-Lei n.º 140-B/2010. de 30 de Dezembro Decreto-Lei n.º 140-B/2010 de 30 de Dezembro O presente decreto-lei é mais um passo no objectivo do Governo de reafirmar os princípios de convergência e universalização dos regimes de protecção social

Leia mais

Decreto-Lei n.º 190/2003 de 22 de Agosto

Decreto-Lei n.º 190/2003 de 22 de Agosto Decreto-Lei n.º 190/2003 de 22 de Agosto Pela Lei n.º 93/99, de 14 de Julho, a Assembleia da República aprovou o diploma que regula a aplicação de medidas para protecção de testemunhas em processo penal,

Leia mais

PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO. (Denominação)

PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO. (Denominação) PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO (Denominação) O Agrupamento adopta a denominação de Monte - Desenvolvimento Alentejo Central,

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA. Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro

MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA. Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ECONOMIA Portaria n.º 1502/2002 de 14 de Dezembro A Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 17 de Junho, publicada em 26 de Julho, que aprovou o PPCE - Programa

Leia mais

Decreto-Lei nº 222/2009, de 11 de Setembro

Decreto-Lei nº 222/2009, de 11 de Setembro Decreto-Lei nº 222/2009, de 11 de Setembro No nosso país, é generalizada a prática de as instituições de crédito exigirem, como condição sine qua non da concessão de crédito à habitação, a contratação,

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E HABITAÇÃO. N. o 268 19 de Novembro de 2003 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 7895

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E HABITAÇÃO. N. o 268 19 de Novembro de 2003 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 7895 N. o 268 19 de Novembro de 2003 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 7895 ção de parte do articulado e pelo aditamento de novos artigos. Neste contexto, constata-se que, quanto à contagem do período de instalação,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Sob proposta do Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 29º do Decreto-Lei n.º 54-A/2000, de

Leia mais

Lei n.º 127/99, de 20 de Agosto (Alterada pela Lei n.º 37/2004, de 13 de Agosto)

Lei n.º 127/99, de 20 de Agosto (Alterada pela Lei n.º 37/2004, de 13 de Agosto) Lei n.º 127/99, de 20 de Agosto (Alterada pela Lei n.º 37/2004, de 13 de Agosto) Âmbito...2 Natureza e fins...2 Representatividade...2 Direitos de participação e intervenção...2 Direitos de consulta e

Leia mais

Decreto-Lei n.º 144/2008 de 28 de Julho

Decreto-Lei n.º 144/2008 de 28 de Julho Decreto-Lei n.º 144/2008 de 28 de Julho O Programa do XVII Governo prevê o lançamento de uma nova geração de políticas locais e de políticas sociais de proximidade, assentes em passos decisivos e estruturados

Leia mais

Decreto-Lei n.º 221/2000, de 9 de Setembro *

Decreto-Lei n.º 221/2000, de 9 de Setembro * Decreto-Lei n.º 221/2000, de 9 de Setembro * O presente diploma transpõe para a ordem jurídica interna, apenas no que aos sistemas de pagamentos diz respeito, a Directiva n.º 98/26/CE, do Parlamento Europeu

Leia mais

3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR

3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR 3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR Decreto-Lei n. o 120/2003 de 18 de Junho A Lei Orgânica do Ministério da Ciência e do Ensino Superior,

Leia mais

CÓDIGO DO REGISTO CIVIL ANOTADO 3.ª Edição ACTUALIZAÇÃO Nº 2

CÓDIGO DO REGISTO CIVIL ANOTADO 3.ª Edição ACTUALIZAÇÃO Nº 2 CÓDIGO DO REGISTO CIVIL ANOTADO 3.ª Edição ACTUALIZAÇÃO Nº 2 Código do Registo Civil Anotado 3.ª Edição 2 TÍTULO: CÓDIGO DO REGISTO CIVIL - ANOTADO Actualização Nº 2 AUTOR: Álvaro Sampaio EDITOR: LIVRARIA

Leia mais

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização de Obras ÍNDICE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições

Leia mais

NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO

NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO Lei nº 13/VIII/2012 De 11 de Julho Por mandato do povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea b) do artigo 175º da Constituição, o seguinte: CAPÍTULO I Considerações

Leia mais

Decreto-Lei n.º 40/89, de 12 de Fevereiro

Decreto-Lei n.º 40/89, de 12 de Fevereiro Decreto-Lei n.º 40/89, de 12 de Fevereiro Institui o seguro social voluntário, regime contributivo de carácter facultativo no âmbito da Segurança Social, em que podem ser enquadrados os voluntários. Este

Leia mais

REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE PROMOÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Decreto-Lei n.º 304/2003, de 9 de Dezembro

REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE PROMOÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Decreto-Lei n.º 304/2003, de 9 de Dezembro REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE PROMOÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS Decreto-Lei n.º 304/2003, de 9 de Dezembro A realização de campos de férias, destinados a crianças e

Leia mais

Decreto-Lei n.º 194/96, de 16 de Outubro

Decreto-Lei n.º 194/96, de 16 de Outubro Decreto-Lei n.º 194/96, de 16 de Outubro A Lei n.º 17/95, de 9 de Junho, que reviu a Lei n.º 4/84, de 5 de Abril, relativa à protecção da maternidade e da paternidade, determina, no seu artigo 4.º, que

Leia mais

Lei da protecção da maternidade e da paternidade

Lei da protecção da maternidade e da paternidade Lei da protecção da maternidade e da paternidade Decreto-Lei n.º 194/96 de 16 de Outubro Revoga o Decreto-Lei n.º 135/85, de 3 de Maio, e regulamenta as últimas alterações à lei da maternidade e da paternidade

Leia mais

Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março

Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março O Decreto-Lei nº 172/99, de 20 de Maio, reconheceu no ordenamento nacional os warrants autónomos qualificando-os como valores mobiliários. Em decorrência de normas

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei

Leia mais

COMPLEXO DE APOIO ÀS ACTIVIDADES DESPORTIVAS (CAAD) LEI ORGÂNICA

COMPLEXO DE APOIO ÀS ACTIVIDADES DESPORTIVAS (CAAD) LEI ORGÂNICA COMPLEXO DE APOIO ÀS ACTIVIDADES DESPORTIVAS (CAAD) LEI ORGÂNICA Decreto-Lei n.º 64/97 de 26 de Março O Decreto-Lei nº 64/97, de 26 de Março, foi revogado pelo Decreto-Lei nº 96/2003, de 07 de Maio, que

Leia mais

Decreto-Lei n.º 56/2006, de 15 de Março

Decreto-Lei n.º 56/2006, de 15 de Março Decreto-Lei n.º 56/2006, de 15 de Março EXPLORAÇÃO DE JOGOS SOCIAIS (DISTRIBUIÇÃO DOS RESULTADOS LÍQUIDOS) (LOTARIAS - TOTOBOLA TOTOLOTO TOTOGOLO LOTO 2 JOKER - EUROMILHÕES) A afectação das receitas dos

Leia mais

Decreto-Lei n.º 146/93 de 26 de Abril

Decreto-Lei n.º 146/93 de 26 de Abril Decreto-Lei n.º 146/93 de 26 de Abril (Rectificado, nos termos da Declaração de Rectificação n.º 134/93, publicada no DR, I-A, supl, n.º 178, de 31.07.93) Objecto... 2 Obrigatoriedade do seguro... 2 Seguro

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos da Direção-Geral do Ensino Superior (Aprovado por despacho, de 15 de junho de 2012, do Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para

Leia mais

DECLARAÇÃO CONJUNTA. Feito em São Tomé, em 30 de Maio de 1992. Pelo Governo da República Portuguesa:

DECLARAÇÃO CONJUNTA. Feito em São Tomé, em 30 de Maio de 1992. Pelo Governo da República Portuguesa: Decreto n.º 2/93 Protocolo de Cooperação no Âmbito da Administração Local entre a República Portuguesa e a República Democrática de São Tomé e Príncipe Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 94-D/98,

DECRETO-LEI N.º 94-D/98, DECRETO-LEI N.º 94-D/98, de 17 de Abril Fundo de Apoio ao Estudante Ao definir as bases gerais do financiamento do ensino superior público, a Lei n.º 113/97, de 16 de Setembro, veio criar, enquadrando-o

Leia mais

Decreto-Lei n.º 97/2001 de 26 de Março

Decreto-Lei n.º 97/2001 de 26 de Março Decreto-Lei n.º 97/2001 de 26 de Março O presente diploma, procedendo à revisão das carreiras de informática, procura perspectivar a função informática à luz da actual realidade informática, quer do ponto

Leia mais

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. 1248 Diário da República, 1.ª série N.º 37 23 de Fevereiro de 2009. pelo Decreto -Lei n.º 241/99, de 25 de Junho, na redacção

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. 1248 Diário da República, 1.ª série N.º 37 23 de Fevereiro de 2009. pelo Decreto -Lei n.º 241/99, de 25 de Junho, na redacção 1248 Diário da República, 1.ª série N.º 37 23 de Fevereiro de 2009 las de conteúdo pecuniário retroactividade idêntica à da convenção. A extensão da convenção tem, no plano social, o efeito de uniformizar

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, L 197/30 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias 21.7.2001 DIRECTIVA 2001/42/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 27 de Junho de 2001 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS Artigo 1º Âmbito O presente regulamento aplica-se às acções de formação previstas na Medida 4 da Intervenção Operacional para a Ciência

Leia mais

MUNICÍPIO DE OLEIROS. Câmara Municipal

MUNICÍPIO DE OLEIROS. Câmara Municipal REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES Preâmbulo O Decreto-Lei nº. 320/02, de 28 de Dezembro, transfere para as câmaras municipais a competência

Leia mais

Estatutos - Hospitais E.P.E.

Estatutos - Hospitais E.P.E. Estatutos - Hospitais E.P.E. ANEXO II ao Decreto-Lei n.º 233/05, de 29 de Dezembro ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1.º Natureza e duração 1 - O hospital E. P. E. é uma pessoa colectiva de

Leia mais

QUADRO DE TRANSFERÊNCIA DE COMPETÊNCIAS PARA OS MUNICÍPIOS EM MATÉRIA DE EDUCAÇÃO

QUADRO DE TRANSFERÊNCIA DE COMPETÊNCIAS PARA OS MUNICÍPIOS EM MATÉRIA DE EDUCAÇÃO QUADRO DE TRANSFERÊNCIA DE COMPETÊNCIAS PARA OS MUNICÍPIOS EM MATÉRIA DE EDUCAÇÃO APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 144/2008, DE 28 DE JULHO ALTERADO PELOS SEGUINTES DIPLOMAS: - Lei n.º 3-B/2010, de 28 de

Leia mais

É criado um regime de crédito bonificado aos estudantes do ensino superior que se rege pelo disposto no presente diploma.

É criado um regime de crédito bonificado aos estudantes do ensino superior que se rege pelo disposto no presente diploma. Decreto-Lei N.º 512/99 De 24 de Novembro Cria um regime de crédito bonificado aos estudantes do ensino superior A Lei n.º 113/97, de 16 de Setembro - Lei de Bases do Financiamento do Ensino Superior Público

Leia mais

QUADRO ANEXO. Delimitação da Reserva Ecológica Nacional do concelho de Palmela. Proposta de inclusão

QUADRO ANEXO. Delimitação da Reserva Ecológica Nacional do concelho de Palmela. Proposta de inclusão Diário da República, 1.ª série N.º 41 28 de Fevereiro de 2011 1217 Considerando o disposto no n.º 2 do artigo 41.º do Decreto -Lei n.º 166/2008, de 22 de Agosto, e no exercício das competências delegadas

Leia mais

Princípios e regras orientadoras para atribuição de subsídios e outros apoios financeiros ao Movimento Associativo e Instituições

Princípios e regras orientadoras para atribuição de subsídios e outros apoios financeiros ao Movimento Associativo e Instituições Princípios e regras orientadoras para atribuição de subsídios e outros apoios financeiros ao Movimento Associativo e Instituições Aprovado em reunião de Câmara de 6 de Setembro de 2006 legalmente constituídas

Leia mais

3800 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 145 22 de Junho de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

3800 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 145 22 de Junho de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 3800 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 145 22 de Junho de 2004 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n. o 23/2004 de 22 de Junho Aprova o regime jurídico do contrato individual de trabalho da Administração Pública

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR As modalidades de acção social escolar de que beneficiam os alunos da Região Autónoma dos Açores

Leia mais

Estatuto-Tipo das Delegações Regionais do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado

Estatuto-Tipo das Delegações Regionais do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado 34 Diploma Ministerial n.º 22/2015 de 21 de Janeiro Havendo necessidade de regular a organização e o funcionamento do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado, abreviadamente designado

Leia mais

Decreto-Lei n.º 100/2003 de 23 de Maio (Publicado no DR, I-A, n.º 119, de 23.05.2003, Págs. 3215 a 3218)

Decreto-Lei n.º 100/2003 de 23 de Maio (Publicado no DR, I-A, n.º 119, de 23.05.2003, Págs. 3215 a 3218) REGULAMENTO DAS CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA A OBSERVAR NA CONCEPÇÃO, INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS BALIZAS DE FUTEBOL, DE ANDEBOL, DE HÓQUEI E DE PÓLO AQUÁTICO E DOS EQUIPAMENTOS DE BASQUETEBOL EXISTENTES

Leia mais

Decreto n.º 11/78 Acordo de Estrasburgo Relativo à Classificação Internacional de Patentes

Decreto n.º 11/78 Acordo de Estrasburgo Relativo à Classificação Internacional de Patentes Decreto n.º 11/78 Acordo de Estrasburgo Relativo à Classificação Internacional de Patentes O Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 200.º da Constituição, o seguinte: Artigo único. É aprovado,

Leia mais

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005, Bissau/2006 e Lisboa/2007) Artigo 1º (Denominação) A Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO. De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor

O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO. De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor O QUE DEVE SABER SOBRE NECESSIDADES DE RECORRER AO TRABALHO TEMPORÁRIO As Empresas de Trabalho

Leia mais

Artigo 2º Tipos de bolsas. a) Bolsas de pós-doutoramento (BPD); b) Bolsas de doutoramento (BD); c) Bolsas de mestrado (BM);

Artigo 2º Tipos de bolsas. a) Bolsas de pós-doutoramento (BPD); b) Bolsas de doutoramento (BD); c) Bolsas de mestrado (BM); Despacho Conjunto MCT/MQE DR nº 162, II Série, de 15 de Julho de 1996 A decisão da Comissão Europeia C (94) 376 aprovou o quadro comunitário de apoio para as intervenções estruturais comunitárias relativas

Leia mais

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES.

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES. Resolução da Assembleia da República n.º 30/98 Acordo sobre Privilégios e Imunidades Celebrado entre o Governo da República Portuguesa e a Organização Internacional para as Migrações, assinado em Lisboa

Leia mais

2362 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 54 17 de Março de 2005 MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

2362 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 54 17 de Março de 2005 MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA 2362 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 54 17 de Março de 2005 foram introduzidas pela Lei n. o 25/2000, de 23 de Agosto, e pelo Decreto-Lei n. o 197-A/2003, de 30 de Agosto, que passa ter a seguinte redacção:

Leia mais

Criação do GAZEDA E APROVAÇÃO DO ESTATUTO ORGÂNICO. Decreto nº 75/2007 de 24 de Dezembro

Criação do GAZEDA E APROVAÇÃO DO ESTATUTO ORGÂNICO. Decreto nº 75/2007 de 24 de Dezembro Criação do GAZEDA E APROVAÇÃO DO ESTATUTO ORGÂNICO Decreto nº 75/2007 de 24 de Dezembro Decreto n.º 75/2007 de 24 de Dezembro Com vista a garantir uma gestão efectiva e efi caz das Zonas Económicas Especiais,

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Exposição de motivos Tendo em consideração que a Administração Pública tem como objectivo fundamental

Leia mais

Decreto n.º 4/2005 Convenção Europeia da Paisagem, feita em Florença em 20 de Outubro de 2000

Decreto n.º 4/2005 Convenção Europeia da Paisagem, feita em Florença em 20 de Outubro de 2000 Decreto n.º 4/2005 Convenção Europeia da Paisagem, feita em Florença em 20 de Outubro de 2000 Considerando fundamental, para alcançar o desenvolvimento sustentável, o estabelecimento de uma relação equilibrada

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO 27.4.2001 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 118/41 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO RECOMENDAÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO

Leia mais

PE-CONS 3619/3/01 REV 3

PE-CONS 3619/3/01 REV 3 PE-CONS 3619/3/01 REV 3 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

Regulamento de Bolsas. do Instituto Politécnico de Lisboa e Unidades Orgânicas

Regulamento de Bolsas. do Instituto Politécnico de Lisboa e Unidades Orgânicas Regulamento de Bolsas do Instituto Politécnico de Lisboa e Unidades Orgânicas CAPITULO I DISPOSIÇÕES GENÉRICAS Artigo primeiro Âmbito 1. O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e

Leia mais

S. R. MINISTÉRIOS DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO E DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIOS DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO E DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR DESPACHO CONJUNTO Nº Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5706, de 24 de Dezembro de 2004, que altera a Decisão C (2000) 1785, de 28 de Julho de 2000, que aprovou o Programa Operacional Ciência,

Leia mais

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005 e Bissau/2006) Artigo 1º (Denominação) A, doravante designada por CPLP, é o foro multilateral privilegiado para o aprofundamento

Leia mais

Decreto n.º 8/95 Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO)

Decreto n.º 8/95 Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) Decreto n.º 8/95 Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o Governo

Leia mais