FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA MATER CHRISTI Direito, Administração, Sistemas de Informação e Ciências Contábeis ROTEIRO DE AULA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA MATER CHRISTI Direito, Administração, Sistemas de Informação e Ciências Contábeis ROTEIRO DE AULA"

Transcrição

1 ROTEIRO DE AULA Ponto 04 Organização Administrativa 1. Centralização e Descentralização As competências dos entes políticos são atribuídas a estes constitucionalmente. A esses entes é possível, em certas hipóteses, a transferência a outrem da competência para certa atividade. Pode-se haver, da mesma forma, uma segunda transferência, a partir daquela feita pela entidade política. Quando a própria entidade política exerce a atividade, por meio de seus órgãos, dizemos que há atuação administrativa centralizada. Quando a atividade administrativa é exercida por outrem, que atua em seu lugar, afirmamos que há atuação administrativa descentralizada. 1.1 Descentralização É a transferência da titularidade de certa competência, ou apenas de seu exercício, feita por uma pessoa jurídica a uma pessoa física ou jurídica. Envolve sempre duas pessoas distintas; No pólo que faz a transferência haverá sempre uma pessoa jurídica, enquanto que no pólo que recebe poderá haver uma pessoa física ou jurídica. Existem três modalidade de descentralização: Modalidades de Descentralização a) Outorga (descentralização por serviços, funcional ou técnica) Modalidade de descentralização pela qual uma entidade política, por lei específica, transfere a titularidade de certa competência a uma entidade administrativa por ela criada precisamente com esta finalidade, em regra por prazo indeterminado. Desta forma origina-se a denominada Administração Indireta, composta pelas autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista. Características da outorga 1) Tem num pólo sempre uma entidade política (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) e no outro sempre uma entidade administrativa criada pela entidade política precisamente para desempenhar a atividade objeto da outorga (autarquias, fundações públicas, empresas públicas ou sociedades de economia mista). OBS: A doutrina mais tradicional percebia esse fenômeno apenas na criação de autarquias. Modernamente, entende-se que ele abarca todas as entidades administrativas.

2 2) É feita por lei (será uma lei específica, que trate apenas das regras de atuação da entidade e da própria área em que ela deverá atuar). 3) Envolve a transferência da própria titularidade da competência: isto decorre do fato de a outorga ser feita por lei. Para deixar claro: A entidade política recebe determinada atribuição (competência) da Constituição Federal, e, por lei, transfere a titularidade desta atribuição a uma entidade administrativa por ela própria criada. O fato de a entidade administrativa receber a própria titularidade da competência significa que ela adquire o direito a exercer com autonomia a atividade (capacidade de auto-administração), nos termos e limites da lei, podendo, inclusive, opor-se a interferências indevidas da entidade política que o transmitiu. Ademais, como a outorga é feita por lei, apenas por lei pode ser desfeita, sendo tal instrumento necessário, também, para a alteração de qualquer aspecto da atividade transferida. 4) É, em regra, por prazo indeterminado (poderá ser, contudo, hipótese em que teremos uma outorga por prazo determinado). Ex. União e ANATEL. A CF, no art. 21, XI, conferiu à União a competência para regular o setor de telecomunicações. A União, pela Lei 9.472/97, fez a outorga da titularidade desta competência à ANATEL. b) Delegação (descentralização por colaboração) Modalidade de descentralização pela qual uma entidade política ou administrativa, por contrato administrativo ou ato unilateral, transfere o exercício de certa competência (mais precisamente, a prestação de certo serviço público) a uma pessoa física ou a uma pessoa jurídica preexistente, em regra por prazo determinado e mediante prévia licitação. Desta forma de descentralização originam-se os delegatários de serviços públicos por concessão, permissão ou autorização. Características da delegação 1) Pode ser feita por entidade política ou administrativa, e tem por destinatário não apenas pessoa jurídica, mas também pessoa física. 2) É feita por contrato administrativo ou por ato unilateral (e não por lei). 3) Abrange a transferência somente do exercício da competência, e não da própria titularidade, a qual permanece nas mãos da entidade política ou administrativa responsável pela delegação. Para deixar claro: Segundo Maria Sylvia Zanella di Pietro, o controle é muito mais amplo do que aquele que se exerce na descentralização por serviço, porque o Poder Público é que detém a titularidade do serviço, o que não ocorre nesta última. O controle é mais abrangente porque a delegação não se dá por lei, o que permite ao Poder Público, entre outras prerrogativas, alterar unilateralmente, por ato administrativo, as condições de execução do serviço ou retomá-lo antes do prazo fixado. Assim, o delegatário goza de menor liberdade para atuar do que uma entidade administrativa que age por outorga. 4) É, em regra, por prazo determinado e precedida de licitação.

3 Ex. ANATEL e prestadores do serviço de telecomunicações. A entidade permanece com a titularidade do serviço de telecomunicações, e repassa a terceiros a execução do serviço público. Espécies de Delegação 1) Concessão de serviços públicos: é feita por contrato, sempre por prazo determinado, após licitação na modalidade concorrência, a uma pessoa jurídica ou a um consórcio de empresas; 2) Permissão de serviços públicos: é feita por contrato de adesão, sempre por prazo determinado, após licitação (não necessariamente na modalidade concorrência), a pessoa física ou jurídica. 3) Autorização de serviços públicos: é feita por ato unilateral, por prazo determinado ou indeterminado, sem necessidade de licitação, a pessoas físicas ou jurídicas (ato de caráter precário, revogável a qualquer tempo sem direito à indenização, inclusive quando for por prazo determinado) c) Descentralização territorial ou geográfica Modalidade de descentralização pela qual uma entidade política, mais precisamente a União, por lei (complementar - art. 18 da CF), transfere a uma pessoa jurídica de direito público, territorialmente delimitada, capacidade administrativa genérica, em regra por prazo indeterminado. Essa modalidade de descentralização dá origem aos territórios federais (também chamados de autarquias territoriais ou geográficas), atualmente inexistentes no Brasil. Características da Descentralização territorial ou geográfica 1) É feita sempre por uma entidade política (a União) a uma pessoa jurídica de direito público geograficamente delimitada (os territórios federais); 2) É feita por lei complementar; 3) Envolve a transferência não somente da titularidade de determinada competência, mas de diversas competências que a Constituição conferiu à entidade política, no que se denomina capacidade administrativa genérica. Para deixar claro: É o que ocorrerá se a União criar um território federal transferindo-lhe a competência para os serviços de telecomunicações, radiofusão sonora de sons e imagens, água, luz, transporte aquaviário etc. As entidades que atuam por outorga gozam somente de capacidade administrativa específica, para atuar numa área determinada (telecomunicações ou transporte aquaviário ou radiofusão sonora de sons e imagens etc); 4) É, em regra, por prazo indeterminado: a lei complementar em regra não definirá o prazo de existência do território. Teoricamente, contudo, não se vislumbra qualquer impedimento a uma descentralização por prazo determinado.

4 2. Concentração e Desconcentração A Administração Pública é estruturada hierarquicamente. As atribuições são distribuídas entre os diversos órgãos que compõem a estrutura administrativa, estabelecendo-se uma relação de coordenação e subordinação entre eles. Desconcentração administrativa é a divisão de competências efetivada na intimidade de uma mesma pessoa jurídica, sem quebra da estrutura hierárquica. Não há a criação de pessoa jurídica ou transferência de atribuições a uma já existente, mas apenas divisão de tarefas entre os órgãos da própria pessoa jurídica, seja ente político ou ente administrativo. A desconcentração visa, sem quebra do vínculo hierárquico, permitir que a entidade política ou administrativa distribua suas competências entre seus órgãos, partes integrantes da sua estrutura, com a idéia de que essas competências, racionalmente distribuídas, são mais eficientemente desempenhadas. A desconcentração também se dá no interior das entidades administrativas (Ex. o INSS é uma autarquia federal e tem suas competências distribuídas entre seus órgãos centrais, em Brasília, entre seus órgãos regionais, as superintendências, e entre os órgãos locais, as agências). 3. Diferenças entre a descentralização e a desconcentração Na descentralização há a existência de duas pessoas, uma das quais receberá determinada competência (ou seu exercício) de outra. Na desconcentração existe apenas uma pessoa, sempre uma pessoa jurídica, que distribui suas competência entre os diversos órgãos que a integram. A descentralização vincula-se mais à idéia de entidade, enquanto a desconcentração com a idéia de órgão. Na descentralização, a entidade terá personalidade jurídica própria, e agirá em seu próprio nome. Na desconcentração o órgão age em nome da pessoa jurídica que representa, não possuindo personalidade jurídica. 4. Administração Pública Direta e Indireta Administração Direta é o conjunto de órgãos públicos integrantes de cada uma de nossas entidades políticas (União, Estados, Distrito Federal e Municípios). A Administração Indireta corresponde ao conjunto de entidades administrativas criadas por cada uma de nossas entidades políticas, e que estão vinculadas à sua Administração Direta. A Administração Pública, genericamente falando, é o somatório da Administração Direta e da Indireta, ou seja, é o conjunto de órgãos integrantes de cada entidade política e das entidades administrativas por ela criadas. A Administração Direta é o resultado da desconcentração promovida pelas

5 entidades políticas, ao passo que a Administração Indireta é o fruto da descentralização por outorga por elas levada a cabo. Administração Direta Embora possa ser exercida por todos os poderes da República, a Administração Direta é mais comumente exercida pelo Poder Executivo. Na esfera federal, a Administração Direta é composta basicamente de órgãos de duas espécies, a Presidência da República e os Ministérios. A Presidência da República é o órgão superior do Poder Executivo federal e nela se encontra o Presidente da República, a quem compete exercer, com o auxílio dos Ministros de Estado, a direção superior da administração federal (CF, art. 84, II), além de outros órgãos de assessoramento direto do Presidente da República, a exemplo da Casa Civil. Os Ministérios são órgãos de estrutura considerável, com competência nacional e atuação em uma área específica (Fazenda, Trabalho, Educação etc), desconcentrados em inúmeros outros órgãos menores, integrantes de sua estrutura (gerências, coordenadorias, superintendências, departamentos etc). Atualmente, a Presidência da República é composta, essencialmente, pela Casa Civil, pela Secretaria-Geral, pela Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica, pela Secretária de Coordenação Política e Assuntos Institucionais, pelo Gabinete Pessoal e pelo Gabinete de Segurança Institucional. Nas esferas estadual e municipal a estruturação da Administração Pública é semelhante. A Administração Direta será composta, a nível estadual, pela Governadoria do Estado, os órgãos de assessoramento direto do Governador e as Secretarias Estaduais. A nível municipal será composta pela Prefeitura, os órgãos de apoio direto ao Prefeito e as Secretarias Municipais. O Distrito Federal tem sua estrutura administrativa semelhante à dos Estados. 5. Criação das entidades administrativas Em síntese: entidades de direito público são criadas diretamente por lei específica; entidades de direito privado são criadas pelo registro de seu ato constitutivo, após autorização em lei específica. Art. 37, XIX da CF. Segundo o STF, atualmente há duas modalidades de fundação pública: as de direito público e as de direito privado. As fundações públicas de direito público são, portanto, criadas diretamente por lei específica. As fundações públicas de direito privado são criadas, por sua vez, pelo registro do ato constitutivo, após autorização em lei específica. As autarquias e as fundações públicas de direito público são instituídas diretamente por lei específica (lei ordinária que só trate da criação da

6 entidade), regulando sua forma de atuação e trazendo, eventualmente, normas aplicáveis à atividade cuja titularidade lhe foi outorgada. Editada a lei, com sua entrada em vigor a entidade adquire personalidade jurídica, independentemente de qualquer outra medida complementar. Para a instituição de fundações públicas de direito privado, empresas públicas e sociedades de economia mista também há necessidade de lei específica. Tal lei, todavia, não dará surgimento, por si só, à entidade, constituindo apenas um pressuposto indispensável para a edição de outro ato, agora de autoria do Poder Executivo (um decreto). Uma vez inscrito no registro competente, o decreto assinalará a constituição da entidade, e será o termo inicial de sua personalidade jurídica. Princípio da Simetria: As autarquias e fundações públicas de direito público, em vista da sua instituição diretamente por lei específica, só poderão ser extintas por meio de instrumento legislativo de mesma espécie (outra lei específica). Já as fundações públicas de direito privado, as empresas públicas e as sociedades de economia mista são extintas por decreto do Poder Executivo o qual, todavia, deve ser autorizado por lei específica Criação de subsidiárias e Participação em empresas privadas Art. 37, XX da Constituição Federal A participação das entidades da Administração Indireta em empresas privadas ou a criação de suas subsidiárias pode ser autorizada não apenas em leis específicas, mas também em leis genéricas. É comum que o permissivo para criação de subsidiárias ou participação em empresas privadas conste da própria lei que criou ou autorizou a criação da entidade, prática que é considera lícita pelo STF. A autorização não poderá ser conferida em termos genéricos, ou seja, é indispensável que cada participação em empresa privada ou criação de subsidiária seja autorizada individualmente, o que significa autorização específica. Questionamento pertinente: O artigo 64 da Lei 9.478/97 dispunha assim: A Petrobrás está autorizada a criar subsidiárias. Admite-se a criação de subsidiárias pela Petrobrás unicamente com base nesse dispositivo? Apesar de o inc. XX do art. 37 da CF dar a entender que todas as entidades administrativas podem ter subsidiárias, prevalece o entendimento de que as subsidiárias são figura aplicável exclusivamente às empresas públicas e sociedades de economia mista. Logo, autarquia e fundação pública não têm subsidiárias. As subsidiárias de empresas públicas e sociedades de economia mista são controladas apenas indiretamente pelo Poder Público, logo, não integram a estrutura formal da Administração Pública. 6. Tutela ou Controle Finalístico das Entidades Administrativas É o controle exercido pelos órgãos centrais da Administração Direta sobre as

7 entidades da Administração Indireta a eles vinculadas, nas hipóteses expressamente previstas em lei e na forma por esta estabelecida (Ex. o Banco Central do Brasil é controlado pelo Ministério da Fazenda, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelo Ministério da Previdência e Assistência Social, uma universidade estadual pela respectiva Secretaria de Educação) A tutela tem como palavra-chave a vinculação e não a subordinação. Não há relação de subordinação, de hierarquia, entre a Administração Direta e as entidades da Administração Indireta. Tutela e Hierarquia se distinguem da seguinte forma: 1) os poderes do hierarca são presumidos, porque a hierarquia é princípio organizacional que permeia toda a estrutura administrativa. A tutela, ao contrário, só existe em virtude de previsão legal, e nos exatos termos desta; 2) a hierarquia se verifica no interior de uma mesma pessoa jurídica, como fruto da divisão de competências nela efetivada (desconcentração), ao passo que a tutela pressupõe a existência de duas pessoas jurídicas, uma das quais exercerá o controle sobre a outra (descentralização); 3) a tutela é condicionada, porque exercida nos exatos termos da lei que a estabeleceu, a qual deverá especificar os aspectos do ato a serem controlados (legalidade e/ou mérito), o momento de exercício do controle (preventivo ou repressivo) e sua intensidade. De forma diversa, da hierarquia decorrem poderes que não dependem de expressa previsão legal, como o de ordenar, fiscalizar, rever, delegar e avocar. A finalidade da tutela é assegurar que a entidade administrativa atue sempre votada à consecução das finalidades que presidiram sua atuação, e em consonância com a programação geral de governo prescrita em lei. Em princípio, não cabe recurso à Administração Direta contra decisões proferidas pelas entidades da Administração Indireta, pois esse é um instrumento de controle que pressupõe, em linhas gerais, a existência de relação de subordinação, caracterizada pelo vínculo hierárquico. Se a lei, contudo, prever a possibilidade de recurso, este será denominado recurso hierárquico impróprio, uma vez que não há vinculo hierárquico entre a Administração Direta e as entidades da Administração Indireta. 1. Regimes Jurídicos da Administração Pública Regime jurídico, genericamente falando, corresponde ao conjunto de normas e princípios que regula determinada relação jurídica. A expressão regimes jurídicos da Administração Pública compreende dois regimes jurídicos diferenciados, o regime jurídico de direito público, mais conhecido como regime jurídico-administrativo, e o regime de direito privado. 1.1 Regime Jurídico-Administrativo É o conjunto de normas e princípios que regula a atuação da Administração voltada a consecução de interesses públicos propriamente ditos, os interesses

8 públicos primários, sendo caracterizado, essencialmente, pelas prerrogativas e sujeições administrativas. O regime jurídico-administrativo nada mais é do que o complexo de normas e princípios que compõem o Direito Administrativo. O regime jurídico-administrativo pode ser resumido em duas palavras: prerrogativas e sujeições. O Direito Administrativo desenvolveu-se a partir de duas noções básicas: 1. de um lado, a Administração tem que se situar em posição de superioridade frente ao indivíduo. Em função disso, o ordenamento jurídico lhe outorga prerrogativas e privilégios exclusivos, sem paralelo no direito privado e exercidos legitimamente pela Administração apenas quando e enquanto por seu intermédio ela estiver buscando a satisfação de algum interesse coletivo; (Princípio da supremacia do interesse público) 2. de outro, para evitar que a Administração viole estes interesses que lhe cabe defender, e para impedir que ela ofenda os direitos fundamentais dos administrados, está ela sujeita a inúmeras restrições ou sujeições, também sem correspondência no direito privado. (Princípio da indisponibilidade do interesse público) Prerrogativas ou privilégios da Administração: o poder de criar obrigações para o administrado por ato unilateral, a auto-executoriedade de diversos dos seus atos, o poder de expropriar, o de requisitar bens e serviços, o de ocupar temporariamente o imóvel alheio, o de ter seus atos praticados sob a égide da presunção de legitimidade e veracidade; Sujeições ou restrições: os princípios da legalidade e da finalidade, a obrigatoriedade de dar publicidade de seus atos, de realizar licitação para proceder às suas contratações Tais prerrogativas e sujeições, em seu conjunto, são a nota principal do regime jurídico-administrativo. Também ocorre entre os entes da Administração Pública Direta e Indireta Caracteriza-se pela VERTICALIDADE e UNILATERALIDADE 1.2 Regime de Direito Privado É o complexo de normas e princípios jurídicos que disciplinam as relações jurídicas entre a Administração e os administrados marcadas, em linhas gerais, pela isonomia. Quando a Administração Pública sujeita-se a regime de direito privado, aplica-se a ela, via de regra, os preceitos jurídicos válidos para os particulares Caracteriza-se pela HORIZONTALIDADE e BILATERALIDADE

Organização Administrativa BOM DIA!!!

Organização Administrativa BOM DIA!!! BOM DIA!!! 1. Introdução 2. Administração Pública 3. Órgão Público 4. Classificação dos Órgãos 5. Descentralização e Desconcentração 6. Função Pública 7. Cargo Público 8. Agente Público 1. Introdução Regime

Leia mais

Organização da Aula. Direito Administrativo Aula n. 2. Contextualização

Organização da Aula. Direito Administrativo Aula n. 2. Contextualização Organização da Aula Direito Administrativo Aula n. 2 Administração Pública Professor: Silvano Alves Alcantara Contextualização Câmara autoriza prefeito a criar empresa pública para gerir novo Pronto-Socorro

Leia mais

02/11/2016 ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO

02/11/2016 ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO Lei 9.784/99: Art. 1º, 2º. Para os fins desta Lei, consideram-se: I - órgão - a unidade de atuação

Leia mais

Julgue os itens a seguir. 16. (Funiversa/PC GO/Papiloscopista/2015) A descentralização

Julgue os itens a seguir. 16. (Funiversa/PC GO/Papiloscopista/2015) A descentralização Direito Administrativo Vinícius Soares EXERCÍCIOS Julgue os itens a seguir. 1. (Funiversa/PC GO/Papiloscopista/2015) A desconcentração pode ocorrer por meio da transferência de atividades para a órbita

Leia mais

COMENTÁRIO DAS QUESTÕES DA PROVA PARA AFRE RS BANCA FUNDATEC

COMENTÁRIO DAS QUESTÕES DA PROVA PARA AFRE RS BANCA FUNDATEC COMENTÁRIO DAS QUESTÕES DA PROVA PARA AFRE RS BANCA FUNDATEC DIREITO ADMINISTRATIVO QUESTÃO 32 Os atos administrativos estão sujeitos a um regime jurídico especial, que se traduz pela conjugação de certos

Leia mais

22/11/ ( CESPE - PC-GO - Agente de Polícia) A administração direta da União inclui

22/11/ ( CESPE - PC-GO - Agente de Polícia) A administração direta da União inclui 1. (2016 - CESPE - PC-GO - Agente de Polícia) A administração direta da União inclui a) a Casa Civil. b) o Departamento Nacional deinfraestrutura detransportes (DNIT). c) as agências executivas. d) o Instituto

Leia mais

ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PROF. ELYESLEY SILVA. Módulo introdutório para concursos

ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PROF. ELYESLEY SILVA. Módulo introdutório para concursos ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PROF. ELYESLEY SILVA Módulo introdutório para concursos www.econcursos.net 1. ENTIDADES POLÍTICAS Entidade = pessoa jurídica (capacidade de contrair direitos e obrigações na

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO QUESTÕES DO CESPE

DIREITO ADMINISTRATIVO QUESTÕES DO CESPE DIREITO ADMINISTRATIVO QUESTÕES DO CESPE Prof. João Eudes 1. (CESPE/2009) A administração pública é regida pelo princípio da autotutela, segundo o qual o administrador público está obrigado a denunciar

Leia mais

IUS RESUMOS. Administração Pública - Parte II. Organizado por: Elaine Cristina Ferreira Gomes

IUS RESUMOS. Administração Pública - Parte II. Organizado por: Elaine Cristina Ferreira Gomes Administração Pública - Parte II Organizado por: Elaine Cristina Ferreira Gomes SUMÁRIO I. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARTE II... 3 1. Desconcentração Administrativa... 3 1.1 Diferença entre desconcentração

Leia mais

EXERCÍCIOS. Administração Indireta. Aspectos Gerais

EXERCÍCIOS. Administração Indireta. Aspectos Gerais Direito Administrativo Vinícius Soares EXERCÍCIOS Administração Indireta Aspectos Gerais Julgue o item a seguir. 1. (Cespe/Prefeitura de São Paulo/2016) As pessoas administrativas que formam a administração

Leia mais

Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes

Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes 2014 2014 Copyright. Curso Agora Eu Eu Passo - - Todos os direitos reservados ao ao autor. AGENTE ADMINISTRATIVO POLÍCIA FEDERAL - 2014 37 A instituição

Leia mais

Vinícius Soares. Direito Administrativo

Vinícius Soares. Direito Administrativo Vinícius Soares Direito Administrativo Direito Administrativo Vinícius Soares Exercícios Organização Administrativa do Estado Julgue os itens a seguir. 1. (Cespe/STJ/2015) É defeso aos Poderes Judiciário

Leia mais

Conceitos Sentidos subjetivo e objetivo. Serviços Públicos. Classificação Individuais (uti singuli) Classificação Gerais (uti universi)

Conceitos Sentidos subjetivo e objetivo. Serviços Públicos. Classificação Individuais (uti singuli) Classificação Gerais (uti universi) Serviços Públicos Direito Administrativo Prof. Armando Mercadante Nov/2009 Sentidos subjetivo e objetivo 1) Sentido subjetivo serviço público é aquele prestado pelo Estado; 2) Sentido objetivo o serviço

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO ADMINISTRATIVO

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO ADMINISTRATIVO P á g i n a 1 PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO ADMINISTRATIVO QUESTÃO 1 - Quanto aos princípios constitucionais da Administração Pública, assinale a alternativa correta. A. O princípio da supremacia

Leia mais

Direito Administrativo. Lista de Exercícios. Poderes Administrativos

Direito Administrativo. Lista de Exercícios. Poderes Administrativos Direito Administrativo Lista de Exercícios Poderes Administrativos 1. Considere que a prefeitura de determinado município tenha concedido licença para reforma de estabelecimento comercial. Nessa situação

Leia mais

Entidades fundacionais as fundações públicas Conceito

Entidades fundacionais as fundações públicas Conceito 28 comum a todos os consorciados que, de forma isolada, não poderiam alcançar. Assim, os entes federativos firmam um contrato sem fins lucrativos, após a devida autorização legislativa de cada um, possibilitando

Leia mais

Organização Administrativa

Organização Administrativa Organização Administrativa Formas de prestação da atividade administrativa Administração pública direta e indireta RAD 2601 Direito Administrativo Professora Doutora Emanuele Seicenti de Brito Organização

Leia mais

1ª) A lei de 2011 autorizou a CRIAÇÃO da empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH; pelo (a):

1ª) A lei de 2011 autorizou a CRIAÇÃO da empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH; pelo (a): 1ª) A lei 12.550 de 2011 autorizou a CRIAÇÃO da empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH; pelo (a): A) Poder Legislativo. B) Poder Executivo C) Poder Judiciário D)

Leia mais

Entidades fundacionais as fundações públicas Conceito

Entidades fundacionais as fundações públicas Conceito 2.6.2. Entidades fundacionais as fundações públicas 2.6.2.1. Conceito O Código Civil dispõe, em seu art. 40, que as pessoas jurídicas serão de direito público e de direito privado, e, em seu art. 44, que

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO 2013

DIREITO ADMINISTRATIVO 2013 DIREITO ADMINISTRATIVO 2013 31. Dentre as características passíveis de serem atribuídas aos contratos de concessão de serviço público regidos pela Lei no 8.987/95, pode-se afirmar corretamente que há (a)

Leia mais

Administração Pública. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior

Administração Pública. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior Administração Pública Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1 O Estado É uma comunidade de homens fixada sobre um território com poder de mando, ação e coerção (ato de pressionar, induzir) constituída

Leia mais

Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito.

Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. http://direitoecotidiano.wordpress.com/ Rafael Adachi Organização Administrativa - Estudo da estrutura da Administração Pública.

Leia mais

CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Alessandro Dantas Coutinho CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 1 - Introdução A Administração Pública atua por meio de seus órgãos e seus agentes, os quais são incumbidos do exercício das funções

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: Introdução: Serviço Público. Administração Pública. Contabilidade Pública. Regimes Contábeis.

Resumo Aula-tema 01: Introdução: Serviço Público. Administração Pública. Contabilidade Pública. Regimes Contábeis. Resumo Aula-tema 01: Introdução: Serviço Público. Administração Pública. Contabilidade Pública. Regimes Contábeis. Ainda hoje no Brasil, são raras as pesquisas e publicações na área da Contabilidade Pública

Leia mais

Policia Rodoviária Federal - PRF DIREITO ADMINISTRATIVO

Policia Rodoviária Federal - PRF DIREITO ADMINISTRATIVO Policia Rodoviária Federal - PRF DIREITO ADMINISTRATIVO CURSO REGULAR Prof. Valmir Rangel ESTADO GOVERNO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Sociedade Politicamente Organizada ESTADO ELEMENTOS DO ESTADO Povo Território

Leia mais

Concessão, Permissão e Autorização de Serviço Público. Diana Pinto e Pinheiro da Silva

Concessão, Permissão e Autorização de Serviço Público. Diana Pinto e Pinheiro da Silva Concessão, Permissão e Autorização de Serviço Público Diana Pinto e Pinheiro da Silva 1. Execução de Serviço Público Execução de serviço público Dificuldade de definição [...] o conceito de serviço público

Leia mais

Direito Administrativo I: Ponto 4: Organização Administrativa

Direito Administrativo I: Ponto 4: Organização Administrativa Direito Administrativo I: Ponto 4: Organização Administrativa PROF. DR. GUSTAVO JUSTINO DE OLIVEIRA Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) São Paulo (SP), abril de 2017. Sumário de aula

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO TEMA: CONHECIMENTOS GERAIS CORREIOS/2015 Estado Federal Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal,

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Raphael Spyere do Nascimento

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Raphael Spyere do Nascimento Administração Pública 1. (CESPE/PRF/Agente Administrativo/2012) São exemplos de prerrogativas estatais estendidas às autarquias a imunidade tributária recíproca e os privilégios processuais da Fazenda

Leia mais

ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA A organização do Estado é material de ordem constitucional, tratando da divisão política do território nacional, da estruturação dos Poderes, da forma de Governo, ao modo de

Leia mais

STJ SUMÁRIO CAPÍTULO I NOÇÕES INTRODUTÓRIAS

STJ SUMÁRIO CAPÍTULO I NOÇÕES INTRODUTÓRIAS STJ00081433 SUMÁRIO CAPÍTULO I NOÇÕES INTRODUTÓRIAS 1 I. Funções estatais I 2. Conceito e objeto do direito administrativo 2 3. Codificação e fontes do direito administrativo 4 4. Sistemas administrativos:

Leia mais

2.7. Resumo Elementos do Estado: povo, território e governo soberano.

2.7. Resumo Elementos do Estado: povo, território e governo soberano. 63 QUESTÃO COMENTADA AFRF 2003 Esaf Não há previsão legal para a celebração de contrato de gestão entre a pessoa jurídica de direito público política e a seguinte espécie: a) órgão público; b) organização

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Raphael Spyere do Nascimento

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Raphael Spyere do Nascimento - Curso Básico - Poderes Administrativos; - Administração Pública; - Atos Administrativos; - Lei nº 9.784/1999 - Regras Gerais dos Processos Administrativos; - Licitações; - Contratos Administrativos;

Leia mais

Organização da Aula. Direito Administrativo Aula n. 3. Contextualização. Atividades Administrativas. Instrumentalização. Atividades Administrativas

Organização da Aula. Direito Administrativo Aula n. 3. Contextualização. Atividades Administrativas. Instrumentalização. Atividades Administrativas Organização da Aula Direito Administrativo Aula n. 3 Atividades Administrativas Professor: Silvano Alves Alcantara Inserir o vídeo: Contextualização http://www.youtube.com/watch?v= L9YBAy2Hhbc De 0:00

Leia mais

TEMA Nº 3: AGÊNCIAS REGULADORAS NO DIREITO BRASILEIRO

TEMA Nº 3: AGÊNCIAS REGULADORAS NO DIREITO BRASILEIRO TEMA Nº 3: AGÊNCIAS REGULADORAS NO DIREITO BRASILEIRO Modelo brasileiro A REGULAÇÃO NO BRASIL Compreende uma pluralidade de entes com função regulatória Entes reguladores em geral -> Autarquias comuns

Leia mais

Direito Administrativo

Direito Administrativo Direito Administrativo Princípios constitucionais da Administração Pública Professora Tatiana Marcello www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Administrativo PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

CADERNO DE ESTUDO DIRIGIDO DIREITO ADMINISTRATIVO

CADERNO DE ESTUDO DIRIGIDO DIREITO ADMINISTRATIVO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: PRINCÍPIOS BÁSICOS 4 CADERNO DE ESTUDO DIRIGIDO DIREITO ADMINISTRATIVO CONCURSOS NÍVEL ENSINO MÉDIO 2016 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: PRINCÍPIOS BÁSICOS 5 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: PRINCÍPIOS

Leia mais

ATA - Exercício Direito Administrativo Exercício Giuliano Menezes Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

ATA - Exercício Direito Administrativo Exercício Giuliano Menezes Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ATA - Exercício Direito Administrativo Exercício Giuliano Menezes 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ATA - Exercícios Giuliano Menezes 01)Marque V ou F: a) O

Leia mais

QUESTÕES DE CONCURSOS FISCAL DE RENDAS ICMS/RJ

QUESTÕES DE CONCURSOS FISCAL DE RENDAS ICMS/RJ QUESTÕES DE CONCURSOS FISCAL DE RENDAS ICMS/RJ - 2009 01 Assinale a alternativa que defina corretamente o poder regulamentar do chefe do Executivo, seja no âmbito federal, seja no estadual. a) O poder

Leia mais

03/05/2017 MARIANO BORGES DIREITO ADMINISTRATIVO

03/05/2017 MARIANO BORGES DIREITO ADMINISTRATIVO MARIANO BORGES DIREITO ADMINISTRATIVO 1. O regime jurídico administrativo é composto por inúmeras normativas que conferem unidade ao Direito Administrativo brasileiro. Majoritariamente, a doutrina apresenta

Leia mais

Prof. Me. Edson Guedes. Unidade II INSTITUIÇÕES DE DIREITO

Prof. Me. Edson Guedes. Unidade II INSTITUIÇÕES DE DIREITO Prof. Me. Edson Guedes Unidade II INSTITUIÇÕES DE DIREITO 5. Direito Civil Unidade II 5.1 Da validade dos negócios jurídicos; 5.2 Responsabilidade civil e ato ilícito; 5. Direito Civil 5.1 Da validade

Leia mais

PROVA TIPO B AVALIAÇÃO DA UNIDADE II INSTRUÇÕES. PARTE 01 - QUESTÕES OBJETIVAS (Cada questão vale 0,4 pontos)

PROVA TIPO B AVALIAÇÃO DA UNIDADE II INSTRUÇÕES. PARTE 01 - QUESTÕES OBJETIVAS (Cada questão vale 0,4 pontos) CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DIREITO ADMINISTRATIVO I 4 PERÍODO TURMA ÚNICA PROF. HERBERT GURGEL CORREIA FILHO ALUNO (A): DATA: 25/04/2008 AVALIAÇÃO DA UNIDADE II 2008.1 INSTRUÇÕES 01- A folha de resposta

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO

DIREITO ADMINISTRATIVO DIREITO ADMINISTRATIVO 01. Assinale a alternativa incorreta acerca dos princípios constitucionais da Administracao Publica a) A Administração e imprescindível justificar seus atos. b) Ao administrador

Leia mais

CONTROLE DE CONTEÚDO DNIT ANALISTA DE INFRAESTRUTURA ENGENHARIA CIVIL

CONTROLE DE CONTEÚDO DNIT ANALISTA DE INFRAESTRUTURA ENGENHARIA CIVIL 1 Ordenação de frases (compreensão textual). 2 Sintaxe: termos da oração. Pontuação. 3 Sintaxe: período composto por coordenação. Pontuação. 4 Sintaxe: período composto por subordinação. Pontuação. 5 Sintaxe:

Leia mais

Direito Administrativo. Serviços Públicos. Professor Leandro Velloso

Direito Administrativo. Serviços Públicos. Professor Leandro Velloso Direito Administrativo Professor Leandro Velloso www.leandrovelloso.com.br www.colecaooab.com.br leovelloso@hotmail.com Conceituação Serviços Públicos Prestação estatal direta ou indireta dirigida à coletividade

Leia mais

AULÃO AO VIVO PC-GO. Prof. Rodrigo Cardoso

AULÃO AO VIVO PC-GO. Prof. Rodrigo Cardoso AULÃO AO VIVO PC-GO Prof. Rodrigo Cardoso 1 (CESPE 2016/PC-PE/AGENTE DE POLÍCIA) Considerando as fontes do direito administrativo como sendo aquelas regras ou aqueles comportamentos que provocam o surgimento

Leia mais

DECRETO Nº 7.808, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012

DECRETO Nº 7.808, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 DECRETO Nº 7.808, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012 Cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo - Funpresp-Exe, dispõe sobre sua vinculação no âmbito do Poder Executivo

Leia mais

SUMÁRIO. 3 PODERES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Poder-dever... 57

SUMÁRIO. 3 PODERES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Poder-dever... 57 SUMÁRIO 1 DIREITO ADMINISTRATIVO... 15 1.1 Introdução ao estudo do Direito Administrativo... 15 1.2 Ramo do direito público... 17 1.3 Conceito de Administração Pública e de Direito Administrativo... 19

Leia mais

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Prof. Cássio Marques da Silva 2016 TRIBUTOS Modalidades 1 Anteriormente vimos que... Estado bem-comum recursos financeiros (dinheiro); Dinheiro tributos, empréstimos, repasses, leilões; Tributo 2 tipos:

Leia mais

Aula 01. A estrutura administrativa do Estado Brasileiro vem sendo dividida em três setores, formadores do chamado Estado Gerencial Brasileiro.

Aula 01. A estrutura administrativa do Estado Brasileiro vem sendo dividida em três setores, formadores do chamado Estado Gerencial Brasileiro. Turma e Ano: Magistratura Estadual Direito Administrativo (2015) Matéria / Aula: Estado Gerencial Brasileiro; 1º, 2º e 3º Setores; 1º setor Estrutura e Regime de Pessoal 01 Professor: Luiz Oliveira Castro

Leia mais

Nota, xi Nota à 9a edição, xiii

Nota, xi Nota à 9a edição, xiii Nota, xi Nota à 9a edição, xiii 1 Direito Administrativo, 1 1.1 Introdução ao estudo do Direito Administrativo, 1 1.2 Ramo do direito público, 3 1.3 Conceito de Administração Pública e de Direito Administrativo,

Leia mais

Direito Constitucional 3º semestre Professora Ilza Facundes. Repartição de Competência

Direito Constitucional 3º semestre Professora Ilza Facundes. Repartição de Competência Direito Constitucional 3º semestre Professora Ilza Facundes Repartição de Competência Repartição de Competência na CF/88 Noções Básicas: Em 1988, a Assembleia Nacional Constituinte tinha numa das mãos

Leia mais

NOTA À DÉCIMA QUINTA EDIÇÃO...

NOTA À DÉCIMA QUINTA EDIÇÃO... SUMÁRIO NOTA À DÉCIMA QUINTA EDIÇÃO... 5 Capítulo I O DIREITO ADMINISTRATIVO, A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E O REGIME JURÍDICO-ADMINISTRATIVO... 21 1. O direito administrativo... 21 1.1. Origem e desenvolvimento

Leia mais

MODALIDADES DE INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ECONOMIA

MODALIDADES DE INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ECONOMIA MODALIDADES DE INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ECONOMIA AS AUTORIZAÇÕES ADMINISTRATIVAS FLORIANO DE AZEVEDO MARQUES NETO II FÓRUM F BRASILEIRO DE DIREITO PÚBLICO P DA ECONOMIA RIO DE JANEIRO, 25 DE NOVEMBRO DE

Leia mais

Capítulo 1 Direito Administrativo e Administração Pública...1

Capítulo 1 Direito Administrativo e Administração Pública...1 S u m á r i o Capítulo 1 Direito Administrativo e Administração Pública...1 1.1. Introdução e Conceito de Direito Administrativo... 1 1.2. Taxinomia do Direito Administrativo... 2 1.3. Fontes do Direito

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO

DIREITO ADMINISTRATIVO DIREITO ADMINISTRATIVO Conceito José Cretella Jr. Ramo do Direito Público Interno que regula a atividade das pessoas jurídicas públicas e a instituição de meios e órgãos relativos à ação dessas pessoas.

Leia mais

SUMÁRIO. Língua Portuguesa. Compreensão e interpretação de textos Tipologia textual Ortografia oficial Acentuação gráfica...

SUMÁRIO. Língua Portuguesa. Compreensão e interpretação de textos Tipologia textual Ortografia oficial Acentuação gráfica... Língua Portuguesa Compreensão e interpretação de textos... 3 Tipologia textual... 6 Ortografia oficial... 21 Acentuação gráfica... 30 Emprego das classes de palavras... 33 Emprego/correlação de tempos

Leia mais

A CONTRATAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS NA PETROBRAS

A CONTRATAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS NA PETROBRAS A CONTRATAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS NA PETROBRAS 1 Natureza Jurídica da PETROBRAS Constituição da República Art. 173. Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade econômica

Leia mais

Legislação Aplicada à EBSERH Esquematizada Prof. Gedalias Valentim

Legislação Aplicada à EBSERH Esquematizada Prof. Gedalias Valentim Legislação Aplicada à EBSERH Esquematizada Prof. Gedalias Valentim O que é cobrado em Legislação Aplicada à EBSERH? Lei Federal 12.550/2011 Decreto 7.661/2011 Regimento Interno da EBSERH Normas mais gerais

Leia mais

Pessoas Jurídicas. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Pessoas Jurídicas. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Pessoas Jurídicas Pessoas Jurídicas Pessoas jurídicas são entidades criadas para a realização de um fim e reconhecidas pela ordem jurídica como sujeitos de direitos e deveres. Pessoas Jurídicas Características:

Leia mais

ATA - Exercício Direito Administrativo Exercício Giuliano Menezes Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

ATA - Exercício Direito Administrativo Exercício Giuliano Menezes Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ATA - Exercício Direito Administrativo Exercício Giuliano Menezes 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 01. A Administração Pública, como tal prevista na Constituição

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Os meios de controle da Administração Pública: considerações Marinete Dresch de Moraes* A Administração Pública, visando atender as necessidades sociais e buscando a realização do

Leia mais

Sumário. Capítulo 1 Introdução ao Direito Administrativo... 1

Sumário. Capítulo 1 Introdução ao Direito Administrativo... 1 Sumário Capítulo 1 Introdução ao Direito Administrativo... 1 1.1. Conceito... 1 1.2. Histórico do Direito Administrativo... 4 1.3. Objeto... 4 1.4. Fontes... 4 1.5. Sistemas Administrativos ou Mecanismos

Leia mais

A Administração Pública Direta e Indireta

A Administração Pública Direta e Indireta A Administração Pública Direta e Indireta Augusto Antônio Fontanive Leal e Poliana Borges Costa 1 Resumo: Definir Administração Pública e expor suas atribuições. Explanar sobre serviços públicos e suas

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO

O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO LEI Nº 11.200 DE 30/01/1995 (DOPE 31/01/1995) ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DO ESTADO NOTA 1: Os cargos em comissão fixados nesta Lei, foram extintos pelo Art. 16 da Lei nº 11.629, de 28 de janeiro de 1999.

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO X DESCONCENTRAÇÃO

DESCENTRALIZAÇÃO X DESCONCENTRAÇÃO DESCENTRALIZAÇÃO X DESCONCENTRAÇÃO CURSO DE TEORIA E EXERCÍCIO DESCENTRALIZAÇÃO X DESCONCENTRAÇÃO Professor Edson Marques Bem-vindo a nossa turma de Direito Administrativo, teoria e exercícios, voltado

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL Direito Administrativo

RESOLUÇÃO DA PROVA DE TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL Direito Administrativo RESOLUÇÃO DA PROVA DE TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL - 2005 Henrique Cantarino www.editoraferreira.com.br Direito Administrativo Caros amigos, voltamos com a correção das questões da prova de Técnico da Receita

Leia mais

Gestão Responsável em último ano de mandato O PAPEL DO CONTROLE INTERNO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MARÇO/2016

Gestão Responsável em último ano de mandato O PAPEL DO CONTROLE INTERNO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MARÇO/2016 O PAPEL DO CONTROLE INTERNO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ROSANA MARIA MORAES FERREIRA DA GAMA Controladora Interna/TCMPA e LUIZA MONTENEGRO DUARTE PEREIRA Analista de Controle Interno/CCI/TCMPA MARÇO/2016

Leia mais

LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995

LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995 LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995 Dispõe sobre o Regime de Concessão e Permissão da Prestação de Serviços Públicos previsto no art. 175 da Constituição Federal, e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

CONCURSEIRO 10 Policia Rodoviária Federal - PRF DIREITO ADMINISTRATIVO

CONCURSEIRO 10 Policia Rodoviária Federal - PRF DIREITO ADMINISTRATIVO CONCURSEIRO 10 Policia Rodoviária Federal - PRF DIREITO ADMINISTRATIVO CURSO REGULAR Prof. Valmir Rangel ESTADO GOVERNO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Sociedade Politicamente Organizada ESTADO ELEMENTOS DO ESTADO

Leia mais

II FÓRUM BRASILEIRO DE DIREITO PÚBLICO DA ECONOMIA CONTROLE DOS ATOS REGULATÓRIOS E SUPERVISÃO MINISTERIAL

II FÓRUM BRASILEIRO DE DIREITO PÚBLICO DA ECONOMIA CONTROLE DOS ATOS REGULATÓRIOS E SUPERVISÃO MINISTERIAL II FÓRUM BRASILEIRO DE DIREITO PÚBLICO DA ECONOMIA CONTROLE DOS ATOS REGULATÓRIOS E SUPERVISÃO MINISTERIAL Sérgio Guerra Rio de Janeiro 25 de novembro de 2004 MODELO REGULATÓRIO BRASILEIRO Crise do financiamento

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO DOS PODERES CAPÍTULO IV DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA Seção I Do Ministério Público Art. 127. O Ministério Público é instituição

Leia mais

Direito Administrativo

Direito Administrativo AULA DEMONSTRATIVA Direito Administrativo Descentralização x Desconcentração Professor Edson Marques www.pontodosconcursos.com.br Aula 00 Descentralização x Desconcentração Aula Conteúdo Programático Data

Leia mais

NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL

NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL 1 Constituição. 1.1 Conceito, classificações, princípios fundamentais. 2 Direitos e garantias fundamentais. 2.1 Direitos e deveres individuais e coletivos, Direitos sociais,

Leia mais

Categorias/ Questões. Conteúdos/ Matéria. Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Tipo de aula. Semana 1 UNIDADE I

Categorias/ Questões. Conteúdos/ Matéria. Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Tipo de aula. Semana 1 UNIDADE I PLANO DE CURSO DISCIPLINA: AGENTES E CONTRATAÇÕES PÚBLICAS (CÓD. ENEX 60124) ETAPA: 5ª TOTAL DE ENCONTROS: 15 SEMANAS Semana Conteúdos/ Matéria Categorias/ Questões Tipo de aula Habilidades e Competências

Leia mais

AVM Faculdade Integrada MBA em Regulação Pedro Henrique de Moraes Papastawridis ESTUDO DESCRITIVO AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (ANS)

AVM Faculdade Integrada MBA em Regulação Pedro Henrique de Moraes Papastawridis ESTUDO DESCRITIVO AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (ANS) AVM Faculdade Integrada MBA em Regulação Pedro Henrique de Moraes Papastawridis ESTUDO DESCRITIVO AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (ANS) Rio de Janeiro 2016 AVM Faculdade Integrada MBA em Regulação

Leia mais

CÂMARA M UNICIPAL DE M ANAUS

CÂMARA M UNICIPAL DE M ANAUS LEI Nº 1.508, DE 21 DE SETEMBRO DE 2010 (D.O.M. 21.09.2010 N. 2531, Ano XI) CRIA o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito MANAUSTRANS, ALTERA a denominação e a estrutura organizacional

Leia mais

UNIDADE 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO CONTROLE

UNIDADE 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO CONTROLE UNIDADE 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO CONTROLE ESTATAL Conceito de controle: O controle consiste em verificar se tudo ocorre de acordo com o programa adotado, as ordens dadas e os princípios admitidos. Tem

Leia mais

Observação. Empresa pública. Conceitos: Distinção. Sociedade de economia mista 12/11/2012 EMPRESAS PÚBLICAS E SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA

Observação. Empresa pública. Conceitos: Distinção. Sociedade de economia mista 12/11/2012 EMPRESAS PÚBLICAS E SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA Observação EMPRESAS PÚBLICAS E SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA Nem toda empresa estatal é empresa pública ou sociedade de economia mista. Para que seja empresa pública ou sociedade de economia mista, é necessário

Leia mais

2) O SUS foi desenvolvido em razão do artigo 198 da Constituição Federal, com base nos seguintes princípios, exceto:

2) O SUS foi desenvolvido em razão do artigo 198 da Constituição Federal, com base nos seguintes princípios, exceto: QUESTÕES DO SUS ) São objetivos do SUS: a) identificação de fatores que condicionem à saúde; b) política financeira de incentivo à saúde; c) ação de ordem social que vise arrecadação de recursos; d) identificação

Leia mais

Licenças, autorizações, comunicações prévias e outros atos permissivos. João Tiago Silveira

Licenças, autorizações, comunicações prévias e outros atos permissivos. João Tiago Silveira Licenças, autorizações, comunicações prévias e outros atos permissivos João Tiago Silveira Plano da Sessão 1. Atos permissivos e controlo administrativo. 2. Licença e autorização. 3. Comunicação prévia

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO. MARATONA DO PONTO FCC Prof. Luiz Lima

DIREITO ADMINISTRATIVO. MARATONA DO PONTO FCC Prof. Luiz Lima DIREITO ADMINISTRATIVO MARATONA DO PONTO FCC Prof. Luiz Lima MARATONA DO PONTO CESPE Foco na Banca FCC Estudo das Leis e seus principais artigos / atualização jurisprudencial Aulas ao vivo (1h40 min de

Leia mais

ÂMBITO DE INGERÊNCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO NAS FUNDAÇÕES - FGI - Escritório de Advocacia em Ter, 07 de Agosto de :10

ÂMBITO DE INGERÊNCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO NAS FUNDAÇÕES - FGI - Escritório de Advocacia em Ter, 07 de Agosto de :10 Tema interessante, de grande aplicação relativamente à autuação das fundações, diz respeito ao âmbito de ingerência do Ministério Público nas referidas entidades. No Estado do Paraná, na missão de fiscalizar

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Danilo Vieira Vilela

DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Danilo Vieira Vilela Direito Administrativo UNISO 1 DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Danilo Vieira Vilela Bens Públicos Bens públicos. Conceito. Classificação. Características. Uso dos bens públicos por particular. Bens públicos

Leia mais

CONTROLE DE CONTEÚDO - ASSEMBLEIA LEGISLATIVA SÃO PAULO - TÉCNICO LEGISLATIVO DIREITO

CONTROLE DE CONTEÚDO - ASSEMBLEIA LEGISLATIVA SÃO PAULO - TÉCNICO LEGISLATIVO DIREITO CONTROLE DE CONTEÚDO - ASSEMBLEIA LEGISLATIVA SÃO PAULO - TÉCNICO LEGISLATIVO DIREITO LÍNGUA PORTUGUESA 1 Leitura e análise de textos. Estruturação do texto e dos parágrafos. Significação contextual de

Leia mais

1. INTRODUÇÃO Adam Smith Londres: divisão de tarefas resultou numa especialização do trabalho, com sensível ganho de velocidade na produção e r

1. INTRODUÇÃO Adam Smith Londres: divisão de tarefas resultou numa especialização do trabalho, com sensível ganho de velocidade na produção e r RELAÇÕES COMERCIAIS ENTRE TOMADORES E PRESTADORES DE SERVIÇOS Osvaldo R. Fernandes Engenheiro Florestal Ibaiti Florestal Nov/08 1. INTRODUÇÃO 1776 - Adam Smith Londres: divisão de tarefas resultou numa

Leia mais

ASPECTOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DO CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA

ASPECTOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DO CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA MINISTÉRIO DA SAÚDE ASPECTOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DO CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA Brasília, 25 de agosto de 2011 22/06/2015 1 PRESSUPOSTOS DO CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA I PRESSUPOSTOS

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE. Belo Horizonte, 23 de novembro de 2015

CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE. Belo Horizonte, 23 de novembro de 2015 DIRLEG FL. 4 Of. DIRLEG N 4.923/5 Belo Horizonte, 23 de novembro de 205 Senhor Prefeito, Para exame e consideração de Vossa Excelência, encaminho-lhe a Proposição de Lei n 2/5, que "Altera a Lei n 9.0/05,

Leia mais

TEMA 1: ORGANIZAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA DO ESTADO BRASILEIRO

TEMA 1: ORGANIZAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA DO ESTADO BRASILEIRO TEMA 1: ORGANIZAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA DO ESTADO BRASILEIRO A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado

Leia mais

Licitação dispensável e dispensa de licitação

Licitação dispensável e dispensa de licitação Licitação dispensável e dispensa de licitação I INTRODUÇÃO. O presente artigo trata da análise da dispensa de licitação e da licitação dispensável, a fim de confirmar se há diferença ou não nos institutos

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Raphael Spyere do Nascimento

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Raphael Spyere do Nascimento Poderes Administrativos 1. (CESPE/ANEEL/2010) Com fundamento no poder disciplinar, a administração pública, ao ter conhecimento de prática de falta por servidor público, pode escolher entre a instauração

Leia mais

ebook de Mapas Mentais para concursos públicos Autora: Terezinha N. Rêgo

ebook de Mapas Mentais para concursos públicos  Autora: Terezinha N. Rêgo ebook de Mapas Mentais para concursos públicos Autora: Terezinha N. Rêgo Conteúdo Princípios do - Conceitos... 4 Princípios do Princípios Constitucionais... 5 Princípios do Princípios Gerais 01... 6 Princípios

Leia mais

NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO I. Constituição Federal... 002 II. Dos Direitos e Garantias Fundamentais... 009 III. Da Organização Político-Administrativa... 053 IV. Organização dos

Leia mais

Criação de serviços municipais

Criação de serviços municipais Desafios do Saneamento: Criação de serviços municipais 1.1 Titularidade municipal Constituição Federal estabelece titularidade dos municípios para serviço de saneamento básico CF/88: Art. 30. Compete aos

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Código da Disciplina: 2716 Vigência: 1 / 2004 Disciplina: DIREITO ADMINISTRATIVO I Código do Curso: 17 Curso: Direito Unidade: NÚCLEO UNIV BH Turno: NOITE Período: 6 Créditos: 4 Carga Horária TOTAL 60

Leia mais

Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 02 Aula Direito Previdenciário para o Concurso do INSS

Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 02 Aula Direito Previdenciário para o Concurso do INSS Hugo Goes Direito Previdenciário Módulo 02 Aula 001-005 Direito Previdenciário para o Concurso do INSS Fontes Hierarquia (ordem de graduação) Autonomia (entre os diversos ramos) Aplicação (conflitos entre

Leia mais

Administrando com auxilio do direito

Administrando com auxilio do direito Administrando com auxilio do direito Administração Indireta: Com base no que estudamos, podemos analisar que o fundamento de Administração Indireta está assentado no instituto da descentralização. Este

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO TRE - PR. Prof. Luiz Lima

DIREITO ADMINISTRATIVO TRE - PR. Prof. Luiz Lima DIREITO ADMINISTRATIVO TRE - PR Prof. Luiz Lima PODERES DA ADMINISTRAÇÃO Conceito: conjunto de prerrogativas de direito público que a ordem jurídica confere aos agentes administrativos para o fim de permitir

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO 01 - PRINCÍPIOS. Prof. Dra. Nara Suzana Stainr Pires

DIREITO ADMINISTRATIVO 01 - PRINCÍPIOS. Prof. Dra. Nara Suzana Stainr Pires DIREITO ADMINISTRATIVO 01 - PRINCÍPIOS Prof. Dra. Nara Suzana Stainr Pires Regras que funcionam como parâmetros para a interpretação das demais normas jurídicas NORTEADORES/ORIENTADORES NÃO IMPÕEM UMA

Leia mais

Princípios da Administração Pública

Princípios da Administração Pública Princípios da Administração Pública PRINCÍPIO DA LEGALIDADE Conceito: Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei (art. 5º, II da CF). O Princípio da legalidade

Leia mais