DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA HANSIENÍESE NO MUNICÍPIO DE TERESINA, CONSIDERANDO A RENDA MÉDIA POR BAIRROS E A DENSIDADE POPULACIONAL.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA HANSIENÍESE NO MUNICÍPIO DE TERESINA, CONSIDERANDO A RENDA MÉDIA POR BAIRROS E A DENSIDADE POPULACIONAL."

Transcrição

1 DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA HANSIENÍESE NO MUNICÍPIO DE TERESINA, CONSIDERANDO A RENDA MÉDIA POR BAIRROS E A DENSIDADE POPULACIONAL. SPATIAL DISTRIBUTION OF HANSIENÍESE IN TERESINA, CONSIDERING THE AVERAGE INCOME IN THE NEIGHBORHOODS AND POPULATION DENSITY. Raimundo da Silva Ramos 1 Natanael de Araújo Silva 2 1 Instituto Federal de Educação,Ciência e Tecnologia do Piauí Departamento de Informação, Ambiente, Saúde e Produção Alimentícia Campus Teresina-Central 2 Instituto Federal de Educação,Ciência e Tecnologia do Piauí Departamento de Informação, Ambiente, Saúde e Produção Alimentícia Campus Teresina-Central RESUMO O objetivo do presente estudo é analisar e georreferenciar dados clínicos e epidemiológicos da hanseníase na cidade de Teresina-PI e aplicá-los em um sistema de geoprocessamento a fim de monitorar as áreas e identificar locais de maior prevalência e os possíveis fatores de riscos. Trata-se de estudo retrospectivo, com análise de dados de todos os pacientes diagnosticados com hanseníase, conforme classificação da OMS (ou Madri), bem como analise espacial dos dados de Hanseníase no Município de Teresina nos anos de 2000 a 2010 observando os casos totais da doença neste período e fazendo um comparativo dos estudos com os dados de população e renda média mensal extraída dos censos 2000 e 2010 e distribuídos por bairros da cidade. Foram utilizados dados da Fundação Municipal de Saúde(FMS), banco de dados oficial do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, dados do IBGE. Estes foram geocodificados, no programa Arcgis9.x. Palavras chaves: Hanseníase, Análise espacial, Renda média. ABSTRACT The aim of this study is to analyze and georeference clinical and epidemiological data of leprosy in the city of Teresina- PI and apply them in a GIS system to monitor areas and identify locations of greatest prevalence and possible risk factors. This is a retrospective study, analyzing data from all patients diagnosed with leprosy, according to the WHO classification (or Madrid) and spatial data analysis of leprosy in the city of Teresina in the years observing the total cases disease in this period and doing a comparative studies with population data and average monthly income drawn from censuses 2000 and 2010 and distributed by neighborhoods. We used data from the Municipal Health Foundation (FMS), official database of the Information System for Notifiable Diseases, IBGE data. These were geocoded in Arcgis9.x program. Keywords: Leprosy, Spatial analysis, Average income. 1

2 1. INTRODUÇÃO A hanseníase é uma doença crônica, causada pelo bacilo Mycobacterium leprae bacilo de Hansen caracterizada pelo aparecimento de manchas anestésicas na pele e espessamento nos nervos periféricos. O comprometimento dos nervos periféricos é a característica principal da doença, dando-lhe um grande potencial para provocar incapacidades físicas que podem, inclusive, evoluir para deformidades (GUEDES et al., 2000). A hanseníase é endêmica na América do Sul e particularmente, no Brasil, devido a sua endemicidade constitui importante problema de Saúde Pública. Ainda não está claro o porquê da distribuição geográfica desigual nos países endêmicos como o Brasil. O Ministério da Saúde estabelece que a pessoa que apresente uma ou mais de uma das seguintes características requer poliquimioterapia: lesões de pele, com alteração de sensibilidade; acometimento de nervo(s) com espessamento neural; baciloscopia positiva define um caso de hanseníase a (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1999). A forma direta do contágio ocorre quando a pessoa infectada elimina o bacilo pela as vias respiratórias, estando em ambientes como domicílios, escolas e entre outros (GUEDES et al., 2000). Esse estudo busca contribuir para o conhecimento epidemiológico das áreas hiperendêmicas de cidades endêmicas como Teresina-PI, utilizando técnicas de geoprocessamento no software Arcgis9.x., a analise espacial dos dados obtidos junto a Fundação Municipal de Teresina (FMS), nos anos de 2000 a 2010 e dados de Renda Média do IBGE no mesmo período de tempo. Os resultados mostram a maior ocorrência de casos em locais com a população de baixa renda, relacionandose também com classes sociais mais baixas, e sem acesso a sistema de saúde da capital Piauiense sendo indicados possíveis e futuras intervenções de saúde. 2. MATERIAIS E MÉTODOS Os métodos para análise espacial foram assim divididos: - Visualização: onde o mapeamento de eventos de saúde é a ferramenta primária, variando desde a distribuição pontual de eventos até superposições complexas de mapas de incidência de doença os quais descrevem a distribuição de determinadas variáveis de interesse. - Análise exploratória de dados: utilizada para descrever padrões espaciais e relação entre mapas. Algumas técnicas exploratórias terão a forma de gráficos (histogramas, scatterplots entre outros) enquanto outras serão de natureza cartográfica. - Modelagem: utilizada quando se pretende testar formalmente uma hipótese ou estimar relações, como, por exemplo, entre a incidência de uma determinada doença e variáveis ambientais (HINO et al., 2006). A análise espacial foi feita a partir do banco de dados dos casos novos e da malha municipal, considerando os eventos com representação por área. Foi utilizado o programa Arcgis 9.x onde foram feitas as analises espaciais por área e por ponto. No presente estudo, foram avaliadas informações presentes no banco de dados oficial do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), da Fundação Municipal de Saúde (FMS) do Município de Teresina. Os indicadores foram construídos com dados populacionais determinados pelo Censo Demográfico e de estimativas populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram processados com o software Excel do Windows na construção de tabelas. Para a avaliação dos indicadores epidemiológicos no período em estudo, consideraram-se os dados por faixa etária de 0 a 14 anos e 15 ou mais. 2

3 3. RESULTADOS As análises têm como parâmetro inicial, descobrir a incidência de casos de Hanseníase na zona urbana de Teresina e aliar ao quesito renda média e densidade populacional da capital piauiense, utilizando análise de superfície no software Arcgis/ArcScene dando uma graduação de cores para valores de quantidade de população sobre a elevação de casos ocorridos na cidade no período de 2000 a A contagem do Censo do IBGE (2000 a 2010) apresenta os bairros mais populosos de Teresina, um dos fatores muito importante para a realização da pesquisa e seu desenvolvimento. (Fig.1) Fig. 1 Densidade Populacional 2000 a Fonte: Autores, A partir dessa classificação podemos observar que os bairros mais populosos estão localizados nas Zonas Norte, Sul e Sudeste, utilizando Modelagem 3D no ArcScene. Em 2000 os bairros mais populosos eram Parque Itararé (Zona Sudeste) e Mocambinho (Zona Norte), e em 2010 os mesmos bairros, acrescentados de outros como Angelim, Promorar e Santo Antonio (Zona Sul). Depois de classificar os bairros mais populosos, procurou-se agregar a renda media aos casos de Hanseníase no decorrer de 2000 a Observa-se que os maiores casos registrados da doença são nos bairros onde a renda media é mais baixa, posteriormente bairros considerados periféricos na capital, como mostra a Fig. 2. Fig. 2 Renda Média e Casos de Hanseníase 2000 a Fonte: Autores,

4 A tendência estimada para o ano de 2000 de acordo com a análise feita confirma os fatos (Fig. 2), os bairros da Zona Sudeste especificadamente o Parque Itararé, Zona Sul e Norte respectivamente os bairros Santo Antonio, Promorar, Angelim, Bueno Aires, Mocambinho e Água Mineral, mostra um elevado índice de casos de Hanseníase, posteriormente são bairros que apresenta uma renda media baixa. Da mesma forma no ano de 2010 (Fig. 2) a tendência continua a mesma, com poucas mudanças e com o surgimento de novos casos na Zona Leste, precisamente no Bairro Satélite, que mostra o mesmo estando em uma zona considerada nobre, apresenta um alto índice de casos da doença. Mesmo assim os bairros com maior renda media estão nessa zona, é possui os menores casos, são eles Jóquei, Ininga, Nossa Senhora de Fátima, São Cristóvão, Horto Florestal,mostrando dessa forma uma discrepância, pois são bairros de classe alta, com pessoas que possui boas condições financeiras, bom acesso ao sistema de saúde, saneamento e posteriormente são mais informadas. Foi feita também um mapa de Kringagem (Fig. 3) ou Modelos estatísticos de efeitos locais e globais onde cada ponto da superfície é estimado apenas a partir da interpolação das amostras mais próximas, utilizando um estimador estatístico. Esses estimadores apresentam propriedades de não ser tendenciosos e de procurar minimizar os erros inferenciais e confirmando a localização dos bairros com maiores índices de casos de Hanseníase, localizados nas zonas Norte, Sul e Sudeste de Teresina, como mostra a figura a seguir. Fig.3 Teresina Casos de Hanseníase por Krigagem ordinária. Fonte: Autores,

5 4. CONCLUSÃO O estudo da distribuição espacial da hanseníase no Município de Teresina utilizando o SIG mostrou-se passível de uso e eficaz no entendimento epidemiológico e na ordenação de ações com objetivo de bloquear a expansão da doença. A visualização espacial da endemia elucidou a priori dúvidas quanto à localização real dos casos, mostrando que a doença, no município, está mais concentrada em bolsões localizados em áreas periféricas, onde reside a população com baixo padrão socioeconômico, conforme constatações feitas através de cruzamentos de dados de caráter socioeconômicos e dados censitários. A pesquisa utilizando o SIG trouxe resultados duráveis no que tange à descoberta dos focos da hanseníase que deverão ser trabalhados a partir de políticas de controle, bem como, criou subsídios e dados concretos para um estudo epidemiológico, que irá ajudar no entendimento da instalação da doença no município e na quebra da corrente de transmissão. Outro fator importante é que os dados levantados serão mantidos num banco de dados que poderá ser analisado em qualquer tempo, mudando apenas as variáveis a serem estudadas. A utilização do georreferenciamento galgado na identificação caso a caso mostrou-se de extrema resolutividade, haja vista que traz informações claras e precisas aos técnicos envolvidos nas ações de eliminação, sobre as áreas em que a doença está efetivamente instalada representando ferramenta importante para a implantação de políticas adequadas e para o direcionamento de campanhas e ações sociais, que possam interferir de forma significativa, no controle da hanseníase no Município de Teresina. AGRADECIMENTOS Ao Professor Mestre Hamifrancy Menesses pela sua dedicação e esforço na profissão que exerce. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FMS. Fundação Municipal de Saúde (FMS). Teresina, GUEDES in TONELLI, E; LINCON, M., S.; F. Doenças infecciosas na infância e na adolescência. 2. ed. RIO DE JANEIRO: MEDSI, 2000; HINO, Paula et al. Geoprocessing in health area. Rev. Latino-Am. Enfermagem [online]. 2006, vol.14, n.6, pp ISSN doi: /S ; IBGE. Censo Disponível em: <http//: Censo 2010>Acesso em: Novembro de MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Gestão de Políticas Estratégicas. Relatório De Atividades Da Área Técnica De Dermatologia Sanitária Ano De Brasília,

ANÁLISE CLÍNICA, EPIDEMIOLÓGICA E ESPACIAL DE PACIENTES COM HANSENÍASE EM LAGOA GRANDE/PE, POR MEIO DE TECNOLOGIAS DA GEOINFORMAÇÃO

ANÁLISE CLÍNICA, EPIDEMIOLÓGICA E ESPACIAL DE PACIENTES COM HANSENÍASE EM LAGOA GRANDE/PE, POR MEIO DE TECNOLOGIAS DA GEOINFORMAÇÃO p. 001-006 ANÁLISE CLÍNICA, EPIDEMIOLÓGICA E ESPACIAL DE PACIENTES COM HANSENÍASE EM LAGOA GRANDE/PE, POR MEIO DE TECNOLOGIAS DA GEOINFORMAÇÃO CAMILA ALVES SOUTO FAUSTO 1 SAMIRA YARAK 1 RICARDO RIVELINO

Leia mais

USO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRAFICA NA SAÚDE: ANÁLISE ESPACIAL DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA EM PRESIDENTE PRUDENTE SP, BRASIL

USO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRAFICA NA SAÚDE: ANÁLISE ESPACIAL DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA EM PRESIDENTE PRUDENTE SP, BRASIL USO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRAFICA NA SAÚDE: ANÁLISE ESPACIAL DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA EM PRESIDENTE PRUDENTE SP, BRASIL USE OF GEOGRAPHIC INFORMATION SYSTEMS IN HEALTH: SPATIAL ANALYSIS

Leia mais

Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico Secretaria Municipal de Saúde de Janaúba - MG Edição Julho/ 2015 Volume 04 Sistema Único de Saúde TUBERCULOSE VIGILÂNCIA Notifica-se, apenas o caso confirmado de tuberculose (critério clinico-epidemiológico

Leia mais

ESPACIALIZAÇÃO DOS CASOS DE TUBERCULOSE NA PARAÍBA

ESPACIALIZAÇÃO DOS CASOS DE TUBERCULOSE NA PARAÍBA 1 ESPACIALIZAÇÃO DOS CASOS DE TUBERCULOSE NA PARAÍBA Wendell Soares Carneiro. Faculdades Integradas de Patos-FIP. wendell_sc@ig.com.br. Bianka Pereira Evangelista - FIP biankapereira@msn.com; Andréia Rayanne

Leia mais

GEOTECNOLOGIAS APLICADAS AO ESTUDO DE MUDANÇA NA ESTRUTURA DEMOGRÁFICA: O CASO DA CIDADE DE MONTES CLAROS/MG - BRASIL

GEOTECNOLOGIAS APLICADAS AO ESTUDO DE MUDANÇA NA ESTRUTURA DEMOGRÁFICA: O CASO DA CIDADE DE MONTES CLAROS/MG - BRASIL GEOTECNOLOGIAS APLICADAS AO ESTUDO DE MUDANÇA NA ESTRUTURA DEMOGRÁFICA: O CASO DA CIDADE DE MONTES CLAROS/MG - BRASIL NOBRE, Bruno Alves Graduando em Geografia UNIMONTES Bruno.nobre13@gmail.com LEITE,

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Mestrado Profissionalizante 2015 Karla Donato Fook karladf@ifma.edu.br IFMA / DAI Análise Espacial 2 1 Distribuição Espacial A compreensão da distribuição

Leia mais

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS Renata Lívia Silva F. M. de Medeiros (UFPB) Zirleide Carlos Felix (UFPB) Mariana de Medeiros Nóbrega (UFPB) E-mail: renaliviamoreira@hotmail.com

Leia mais

Estudo de Caso: Geocodificando dados do Ministério da Saúde.

Estudo de Caso: Geocodificando dados do Ministério da Saúde. Estudo de Caso: Geocodificando dados do Ministério da Saúde. José Eduardo Deboni deboni@sisgraph.com.br Marcos Alberto Stanischesk Molnar malberto@sisgraph.com.br Estudo de Caso Geocodificação de Dados

Leia mais

DESIGUALDADE AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE SALINAS MG

DESIGUALDADE AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE SALINAS MG DESIGUALDADE AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE SALINAS MG BRENO FURTADO LIMA 1, EDUARDO OLIVEIRA JORGE 2, FÁBIO CHAVES CLEMENTE 3, GUSTAVO ANDRADE GODOY 4, RAFAEL VILELA PEREIRA 5, ALENCAR SANTOS 6 E RÚBIA GOMES

Leia mais

SIG como uma ferramenta de análise espacial Um estudo de caso da saúde no RN

SIG como uma ferramenta de análise espacial Um estudo de caso da saúde no RN SIG como uma ferramenta de análise espacial Um estudo de caso da saúde no RN Adeline M. Maciel, Luana D. Chagas, Cláubio L. L. Bandeira Mestrado em Ciência da Computação (MCC) Universidade do Estado do

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DOS SERVIÇOS OFICIAIS DE SAÚDE PÚBLICA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. A MÉDIO E LONGO PRAZO

AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DOS SERVIÇOS OFICIAIS DE SAÚDE PÚBLICA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. A MÉDIO E LONGO PRAZO AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DOS SERVIÇOS OFICIAIS DE SAÚDE PÚBLICA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. A MÉDIO E LONGO PRAZO João YUNES (1) Joaquim Francisco CARDOSO (2) Mário Laranjeira de MENDONÇA (2) YUNES,

Leia mais

Arquivos de definição: aidsw.def (aids adulto) e aidscw.def (aids criança) Base de dados: Iaids.DBF (aids adulto) e Iaidsc.

Arquivos de definição: aidsw.def (aids adulto) e aidscw.def (aids criança) Base de dados: Iaids.DBF (aids adulto) e Iaidsc. AIDS Para construir série histórica de alguns indicadores epidemiológicos e operacionais referentes a casos de aids adulto e criança anteriores ao ano de 2007, incluídos no SinanW, deve-se utilizar os

Leia mais

Integração de Mapas Temáticos e Dados Censitários

Integração de Mapas Temáticos e Dados Censitários Integração de Mapas Temáticos e Dados Censitários P r o f. Ti a g o B a d r e M a r i n o G e o p r o c e s s a m e n t o D e p a r t a m e n t o d e G e o c i ê n c i a s I n s t i t u t o d e A g r o

Leia mais

Incidência e mortalidade por tuberculose e fatores sócios. cio-econômicos em grandes centros urbanos com altas cargas da doença Brasil, 2001-2003

Incidência e mortalidade por tuberculose e fatores sócios. cio-econômicos em grandes centros urbanos com altas cargas da doença Brasil, 2001-2003 Programa Nacional de Controle da Tuberculose/ SVS/ MS Instituto de Estudos em Saúde Coletiva/ UFRJ Incidência e mortalidade por tuberculose e fatores sócios cio-econômicos em grandes centros urbanos com

Leia mais

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição Indicadores de Saúde Definição PROFª FLÁVIA NUNES É a quantificação da realidade, que permite avaliar/comparar níveis de saúde entre diferentes populações ao longo do tempo. Tipos de indicadores IMPORTÂNCIA

Leia mais

Relatório Metodológico da Tipologia dos Colegiados de Gestão Regional CGR. O presente relatório tem por objetivo apresentar uma tipologia dos CGR

Relatório Metodológico da Tipologia dos Colegiados de Gestão Regional CGR. O presente relatório tem por objetivo apresentar uma tipologia dos CGR Relatório Metodológico da Tipologia dos Colegiados de Gestão Regional CGR Apresentação O presente relatório tem por objetivo apresentar uma tipologia dos CGR Colegiados de Gestão Regional do Brasil segundo

Leia mais

ANALISE TEMPORAL DA EVOLUÇÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ, USANDO O PROGRAMA SPRING.

ANALISE TEMPORAL DA EVOLUÇÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ, USANDO O PROGRAMA SPRING. ANALISE TEMPORAL DA EVOLUÇÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ, USANDO O PROGRAMA SPRING. RODRIGUES, Caroline Gomes 1, COSTA, Bruno Lopes ², CORREIA, Mariana Ribeiro³ 1 Universidade do Estado do Rio de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Hanseníase no

Leia mais

Estudo de Caso: Geocodificando dados do Ministério da Saúde.

Estudo de Caso: Geocodificando dados do Ministério da Saúde. Estudo de Caso: Geocodificando dados do Ministério da Saúde. José Eduardo Deboni deboni@sisgraph.com.br Marcos Alberto Stanischesk Molnar malberto@sisgraph.com.br Estudo de Caso Geocodificação de Dados

Leia mais

Nº CASOS NOVOS OBTIDOS TAXA INCID.*

Nº CASOS NOVOS OBTIDOS TAXA INCID.* HANSENÍASE O Ministério da Saúde tem o compromisso de eliminação da hanseníase como problema de saúde pública até 2015, ou seja, alcançar menos de 1 caso por 10.000 habitantes. Pode-se dizer que as desigualdades

Leia mais

O USO DO GEOPROCESSAMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS EM SISTEMA CONDOMINIAL DE ESGOTO - MUNICÍPIO DO NATAL/RN

O USO DO GEOPROCESSAMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS EM SISTEMA CONDOMINIAL DE ESGOTO - MUNICÍPIO DO NATAL/RN p. 001-005 O USO DO GEOPROCESSAMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS EM SISTEMA CONDOMINIAL DE ESGOTO - MUNICÍPIO DO NATAL/RN ELIEZER MAZZETTI ROSA *Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico

Leia mais

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Diretoria de Epidemiológica Gerência de Doenças Imunopreveníveis e Programa de Imunizações ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Nesta Edição: 1. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2. Intensificação das Ações

Leia mais

TERESINA - DINÂMICA POPULACIONAL -

TERESINA - DINÂMICA POPULACIONAL - TERESINA - DINÂMICA POPULACIONAL - Teresina (PI), Setembro 2014 População Residente 1 - DINÂMICA POPULACIONAL 1.1 EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO Tabela 1: Teresina População residente por zona e a densidade demográfica

Leia mais

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 *

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * Andréa Branco Simão UFMG/Cedeplar Luiza de Marilac de Souza UFMG/Cedeplar Palavras Chave:

Leia mais

Análise dos Indicadores de Sustentabilidade na Cidade de Serafina Corrêa - RS

Análise dos Indicadores de Sustentabilidade na Cidade de Serafina Corrêa - RS Análise dos Indicadores de Sustentabilidade na Cidade de Serafina Corrêa - RS Daniela Maroni (1) Denize Fabiani (2) Malu Durante (3) Tatiana Chiodi (4) (1) Aluna da Escola de Arquitetura e Urbanismo, IMED,

Leia mais

Consumo de água na cidade de São Paulo. Cláudia Cristina dos Santos 1 Augusto José Pereira Filho 2

Consumo de água na cidade de São Paulo. Cláudia Cristina dos Santos 1 Augusto José Pereira Filho 2 Consumo de água na cidade de São Paulo Cláudia Cristina dos Santos 1 Augusto José Pereira Filho 2 1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE Caixa Postal 515 - CEP 12245-970 São José dos Campos SP,

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO BRASIL

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO BRASIL DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO BRASIL MOURA, A. L. A. 1 ; SÁ, L. A. C. M 2 RESUMO - A presente pesquisa está sendo desenvolvida com o objetivo de formular uma base de dados espaciais

Leia mais

Brasil é 2º em ranking de redução de mortalidade infantil 3

Brasil é 2º em ranking de redução de mortalidade infantil 3 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2011(3). Edição 38 Aline da Silva Oliveira 1 Cristiana Maria de Sousa Macedo 1 Mércia da Silva Sousa 1 Márcia Andrea Lial Sertão

Leia mais

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA AÇÃO DE 9 A 12 DE OUTUBRO

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA AÇÃO DE 9 A 12 DE OUTUBRO UTILIZAÇÃO DE GEOPROCESSAMENTO PARA ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE A EQUIPAMENTOS PÚBLICOS DE ENSINO FUNDAMENTAL EM ÁREAS DE EXPANSÃO URBANA: BACIA HIDROGRÁFICA DO ARROIO DO SALSO PORTO ALEGRE/RS PEDRO GODINHO

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Estão disponíveis, nestas páginas, os indicadores do Pacto de Atenção Básica 2002, estabelecidos a partir da portaria 1.121, de 17 de junho de 2002, calculados

Leia mais

TUBERCULOSE E AS POLÍTICAS DE CONTROLE DA DOENÇA NO BRASIL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

TUBERCULOSE E AS POLÍTICAS DE CONTROLE DA DOENÇA NO BRASIL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA TUBERCULOSE E AS POLÍTICAS DE CONTROLE DA DOENÇA NO BRASIL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Gabriele Balbinot 1 Alessandra Vidal da Silva 2 Claudia Ross 3 INTRODUÇÃO: A tuberculose é uma das enfermidades mais

Leia mais

Geomarketing O que vem por aí... Eduardo de Rezende Francisco

Geomarketing O que vem por aí... Eduardo de Rezende Francisco Geomarketing O que vem por aí... Eduardo de Rezende Francisco AES Eletropaulo / FGV-EAESP Seminário GEOMARKETING: NOVAS TENDÊNCIAS São Paulo, 31 de Março de 2010 O que vem por aí... Censo Demográfico 2010

Leia mais

Site da disciplina: Site do Laboratório de Geotecnologias Aplicadas: https://moodleinstitucional.ufrgs.br. http://www.ufrgs.

Site da disciplina: Site do Laboratório de Geotecnologias Aplicadas: https://moodleinstitucional.ufrgs.br. http://www.ufrgs. Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Geociências Departamento de Geografia Sistemas de Informações Geográficas I GEO 01007 Professora: Eliana Lima da Fonseca Site da disciplina: https://moodleinstitucional.ufrgs.br

Leia mais

Eixo Temático ET-04-007 - Gestão Ambiental em Saneamento

Eixo Temático ET-04-007 - Gestão Ambiental em Saneamento 270 Eixo Temático ET-04-007 - Gestão Ambiental em Saneamento LEVANTAMENTO DA TUBULAÇÃO DE CIMENTO-AMIANTO NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DO MUNICÍPIO DE PRINCESA ISABEL - PARAÍBA Maria Auxiliadora Freitas

Leia mais

Modelagem e Implementação de um Banco de Dados de Idosos Institucionalizados. Regina Bueno Ribas Pinto Laudelino Cordeiro Bastos

Modelagem e Implementação de um Banco de Dados de Idosos Institucionalizados. Regina Bueno Ribas Pinto Laudelino Cordeiro Bastos Modelagem e Implementação de um Banco de Dados de Idosos Institucionalizados Regina Bueno Ribas Pinto Laudelino Cordeiro Bastos Introdução PNAD 1,8 milhão de idosos 7,4% - 1989 9,1% - 1999 CENSO: 4 milhões

Leia mais

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO Título: AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA EM SAÚDE AO IDOSO NO MUNÍCIPIO DE ANÁPOLIS-EFETIVIDADE E RESOLUTIVIDADE Autores: Júlia Maria Rodrigues de OLIVEIRA, Marta Rovery de SOUZA. Unidade Acadêmica:

Leia mais

Hanseníase: subnotificação de casos em Fortaleza Ceará, Brasil * Leprosy: underreported cases in Fortaleza Ceará, Brazil *

Hanseníase: subnotificação de casos em Fortaleza Ceará, Brasil * Leprosy: underreported cases in Fortaleza Ceará, Brazil * Investigação Clínica, Epidemiológica, Laboratorial e Terapêutica Hanseníase: subnotificação de casos em Fortaleza Ceará, Brasil * Leprosy: underreported cases in Fortaleza Ceará, Brazil * Mônica Cardoso

Leia mais

2.1 DINÂMICA POPULACIONAL

2.1 DINÂMICA POPULACIONAL DIMENSÃO SOCIAL . DINÂMICA POPULACIONAL Esta seção tem como objetivo expor a evolução e distribuição da população no território paranaense, apontando, em particular, a concentração que se realiza em determinadas

Leia mais

26/4/2012. Inquéritos Populacionais Informações em Saúde. Dados de Inquéritos Populacionais. Principais Características. Principais Características

26/4/2012. Inquéritos Populacionais Informações em Saúde. Dados de Inquéritos Populacionais. Principais Características. Principais Características Inquéritos Populacionais Informações em Saúde Dados de Inquéritos Populacionais Zilda Pereira da Silva Estudos de corte transversal, únicos ou periódicos, onde são coletadas informações das pessoas que

Leia mais

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012.

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Layz Dantas de Alencar 1 - layzalencar@gmail.com Rosimery

Leia mais

Análises estatísticas da incidência de AIDS no Município de Rio Claro. 1 Resumo. 2 Abstract

Análises estatísticas da incidência de AIDS no Município de Rio Claro. 1 Resumo. 2 Abstract Análises estatísticas da incidência de AIDS no Município de Rio Claro Sophia Lanza de Andrade 1 Liciana Vaz de Arruda Silveira 2 Jorge Gustavo Falcão 3 José Sílvio Govone 3 1 Resumo O presente trabalho

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA MICRORREGIÃO DO CARIRI ORIENTAL

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA MICRORREGIÃO DO CARIRI ORIENTAL CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA MICRORREGIÃO DO CARIRI ORIENTAL Maysa Porto Farias 1, Crisólogo Vieira 2 e Hermes Alves de Almeida 3 1 Mestranda em Desenvolvimento Regional (UEPB), email: maysaportofarias@hotmail.com

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DO TERCEIRO SETOR EM BELO HORIZONTE 2006

DIAGNÓSTICO DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DO TERCEIRO SETOR EM BELO HORIZONTE 2006 DIAGNÓSTICO DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DO TERCEIRO SETOR EM BELO HORIZONTE 2006 José Irineu Rangel Rigotti João Francisco de Abreu Rafael Liberal Ferreira Luciene Marques da Conceição Alisson Eustáquio Gonçalves

Leia mais

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Em 2012, ocorreram 2.767 óbitos por Aids no Estado de São Paulo, o que representa importante queda em relação ao pico observado em 1995 (7.739). A

Leia mais

Universidade Federal do Ma Pós-Graduação em Eng. Elétrica

Universidade Federal do Ma Pós-Graduação em Eng. Elétrica Universidade Federal do Ma Pós-Graduação em Eng. Elétrica Computação Gráfica II Sistemas de Informação Geográfica Prof. Anselmo C. de Paiva Depto de Informática Introdução aos Sistemas de Informação Geografica

Leia mais

12/2/2009. São doenças e infecções naturalmente transmitidas entre animais vertebrados e os humanos. ZOONOSES *

12/2/2009. São doenças e infecções naturalmente transmitidas entre animais vertebrados e os humanos. ZOONOSES * ZOONOSES * São doenças e infecções naturalmente transmitidas entre animais vertebrados e os humanos. * Médico alemão Rudolf Wirchow(século XIX) Fco Eugênio D. de Alexandria Infectologista Zoon = animal

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO RELATÓRIO TÉCNICO CIENTÍFICO (final) Período: setembro

Leia mais

ANÁLISE GEOESPACIAL DO CÂNCER PARA O ESTADO DE SANTA CATARINA - BRASIL, CONSIDERANDO OS PARÂMETROS SÓCIO-AMBIENTAIS RELACIONADOS.

ANÁLISE GEOESPACIAL DO CÂNCER PARA O ESTADO DE SANTA CATARINA - BRASIL, CONSIDERANDO OS PARÂMETROS SÓCIO-AMBIENTAIS RELACIONADOS. ANÁLISE GEOESPACIAL DO CÂNCER PARA O ESTADO DE SANTA CATARINA - BRASIL, CONSIDERANDO OS PARÂMETROS SÓCIO-AMBIENTAIS RELACIONADOS. * 1 Acad. Cleice Edinara Hübner 2 Prof. Dr. Francisco Henrique de Oliveira

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). A QUALIDADE DE VIDA SOB A ÓTICA DAS DINÂMICAS DE MORADIA: A IDADE ENQUANTO UM FATOR DE ACÚMULO DE ATIVOS E CAPITAL PESSOAL DIFERENCIADO PARA O IDOSO TRADUZIDO NAS CONDIÇÕES DE MORADIA E MOBILIDADE SOCIAL

Leia mais

26º. Encontro Técnico AESABESP DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP.

26º. Encontro Técnico AESABESP DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP. 26º. Encontro Técnico AESABESP Izanilde Barbosa da Silva Elivania Silva de Abreu DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP. São Paulo-SP INTRODUÇÃO O Brasil é um pais

Leia mais

Monitoramento como Ferramenta Importante na Melhoria das Boas Práticas em Vacinação no SUS-Bahia.

Monitoramento como Ferramenta Importante na Melhoria das Boas Práticas em Vacinação no SUS-Bahia. Monitoramento como Ferramenta Importante na Melhoria das Boas Práticas em Vacinação no SUS-Bahia. 9º Curso Básico de Imunizações Selma Ramos de Cerqueira O QUE É MONITORAMENTO? É O CONJUNTO DE ATIVIDADES

Leia mais

ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NA REGIÃO DE JACARAÍPE E NOVA ALMEIDA, SERRA, ES. DEVAIR VIAL BRZESKY

ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NA REGIÃO DE JACARAÍPE E NOVA ALMEIDA, SERRA, ES. DEVAIR VIAL BRZESKY ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NA REGIÃO DE JACARAÍPE E NOVA ALMEIDA, SERRA, ES. DEVAIR VIAL BRZESKY Importância da água para a vida: Higiene pessoal. Preparação dos alimentos.

Leia mais

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo Universidade

Leia mais

Projeto da Rede Coletora de Esgoto Sanitário. Profª Gersina Nobre

Projeto da Rede Coletora de Esgoto Sanitário. Profª Gersina Nobre Projeto da Rede Coletora de Esgoto Sanitário Profª Gersina Nobre Na elaboração do projeto da rede coletora de esgoto sanitário devem se observadas as seguintes normas da ABNT: NBR 9648 Estudo de concepção

Leia mais

PERSPECTIVAS DE ANÁLISE DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MULHER: MAPEAMENTO DAS DENÚNCIAS ENTRE OS ANOS DE 2010 E 2011 NA CIDADE DE CAMPINA GRANDE-PB

PERSPECTIVAS DE ANÁLISE DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MULHER: MAPEAMENTO DAS DENÚNCIAS ENTRE OS ANOS DE 2010 E 2011 NA CIDADE DE CAMPINA GRANDE-PB PERSPECTIVAS DE ANÁLISE DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MULHER: MAPEAMENTO DAS DENÚNCIAS ENTRE OS ANOS DE 2010 E 2011 NA CIDADE DE CAMPINA GRANDE-PB Autoria: Antonio Pereira Cardoso da Silva Filho Universidade

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA RADIAÇÃO SOLAR E TEMPERATURA DO AR NO ESTADO DO PIAUÍ

DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA RADIAÇÃO SOLAR E TEMPERATURA DO AR NO ESTADO DO PIAUÍ DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA RADIAÇÃO SOLAR E TEMPERATURA DO AR NO ESTADO DO PIAUÍ L. G. M. de Figueredo Júnior 1 ; A. S. Andrade Júnior 2 ; F. E. P. Mousinho 1 RESUMO: O presente trabalho teve por

Leia mais

HANSENÍASE TEM CURA PATROCÍNIO

HANSENÍASE TEM CURA PATROCÍNIO Luizinho e Chiquinho HANSENÍASE TEM CURA PATROCÍNIO SBD: DERMATOLOGISTA COM TÍTULO DE ESPECIALISTA CUIDANDO DE VOCÊ. Oi LuizinhO. nossa conversa sobre DST foi muito útil, mas agora, eu tenho uma dúvida

Leia mais

Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ

Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ O que é um registro de câncer? -Centro de coleta, armazenamento, processamento e análise - de forma sistemática e contínua - de informações (dados) sobre pacientes

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES ATENDIDOS EM UM PRONTO ATENDIMENTO MUNICIPAL DA REGIÃO CENTRO-OESTE DO ESTADO DE MINAS GERAIS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO André LUÍS RIBEIRO DOS SANTOS 1 ; Ricardo

Leia mais

FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE

FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE Arieli Rodrigues Nóbrega Videres¹- arieli.nobrega@hotmail.com Layz Dantas de Alencar²- layzalencar@gmail.com ¹ Professora mestre do curso

Leia mais

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA 225 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA Marcos Antônio Lopes do Nascimento¹; Maria Verônica

Leia mais

INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL

INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL Alice M. Grimm Grupo de Meteorologia - Departamento de Física - Universidade Federal do Paraná

Leia mais

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014 GEOGRAFIA QUESTÃO 1 A Demografia é a ciência que estuda as características das populações humanas e exprime-se geralmente através de valores estatísticos. As características da população estudadas pela

Leia mais

Contato: ycaaos@yahoo.com.br

Contato: ycaaos@yahoo.com.br INTERDISCIPLINARIEDADE DA GEOMÁTICA A Geomática na Epidemiologia Carlos André Aita Schmitz Técnico em Tecnologia da Informação Médico de Família e Comunidade Sanitarista M.Sc. Em Geomática Contato: ycaaos@yahoo.com.br

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X) SAÚDE

Leia mais

Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011

Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011 Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011 Marina Guimarães Lima, Cristiane Olinda Coradi Departamento de Farmácia Social da Faculdade de Farmácia

Leia mais

HANSENÍASE: CARACTERÍSTICAS GERAIS

HANSENÍASE: CARACTERÍSTICAS GERAIS HANSENÍASE: CARACTERÍSTICAS GERAIS Fernanda Marques Batista Vieira A Hanseníase com agente etiológico Mycobacterium leprae é uma doença infectocontagiosa, de evolução lenta, é transmitida de forma inter-humana,

Leia mais

COMUNIDADE ACADÊMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSERIDA NA MOBILIZAÇÃO CONTRA DENGUE

COMUNIDADE ACADÊMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSERIDA NA MOBILIZAÇÃO CONTRA DENGUE COMUNIDADE ACADÊMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSERIDA NA MOBILIZAÇÃO CONTRA DENGUE MACHADO, Luana Pequeno Vasconcelos¹; SOUSA, Bruna Katiele de Paula²; VALADÃO, Danilo Ferreira³; SIQUEIRA, João

Leia mais

(Adaptado de: <http://www2.sabesp.com.br/mananciais/divulgacaositesabesp.aspx>. Acesso em: 26 jul. 2014.)

(Adaptado de: <http://www2.sabesp.com.br/mananciais/divulgacaositesabesp.aspx>. Acesso em: 26 jul. 2014.) GEOGRFI 1 Leia o texto e as figuras a seguir. O conhecimento da geografia contribui para que a sociedade tenha uma melhor compreensão dos problemas ambientais. falta d água no Sistema Cantareira do estado

Leia mais

VII SEMANA -CCSA GEOPROCESSAMENTO APLICAÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS PALESTRANTE : ALEXANDRE ESBERARD GOMES

VII SEMANA -CCSA GEOPROCESSAMENTO APLICAÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS PALESTRANTE : ALEXANDRE ESBERARD GOMES VII SEMANA -CCSA GEOPROCESSAMENTO APLICAÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS PALESTRANTE : ALEXANDRE ESBERARD GOMES Geoprocessamento O que é? Geoprocessamento = processamento geográfico de dados Consiste da associação

Leia mais

O que é a estatística?

O que é a estatística? Elementos de Estatística Prof. Dr. Clécio da Silva Ferreira Departamento de Estatística - UFJF O que é a estatística? Para muitos, a estatística não passa de conjuntos de tabelas de dados numéricos. Os

Leia mais

A DEMANDA POR EDUCAÇÃO INFANTIL NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO E OS DESAFIOS PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS

A DEMANDA POR EDUCAÇÃO INFANTIL NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO E OS DESAFIOS PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS 1 A DEMANDA POR EDUCAÇÃO INFANTIL NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO E OS DESAFIOS PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS A importância dos cuidados com as crianças na primeira infância tem sido cada vez mais destacada

Leia mais

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE. DA REPRODUÇÃO DA VIDA E PODE SER ANALISADO PELA TRÍADE HABITANTE- IDENTIDADE-LUGAR. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A. Caracterizar o fenômeno da urbanização como maior intervenção humana

Leia mais

PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS

PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS Proposta Final Salvador, Agosto de 2011 1 PROTOCOLO DE AÇÃO PARA AS SITUAÇÕES DE SURTOS CLASSIFICADOS COMO EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA O conceito de emergência de

Leia mais

3 O Geoprocessamento e o Sistema de Informação Geográfico

3 O Geoprocessamento e o Sistema de Informação Geográfico 3 O Geoprocessamento e o Sistema de Informação Geográfico Este capítulo apresenta uma introdução aos conceitos referentes ao Geoprocessamento e o Sistema de Informação Geográfico. Será apresentada a estruturação

Leia mais

Estudo da prevalência de cárie dentária na dentição permanente em crianças de 6 a 12 anos da rede pública de ensino no município de Joinville (SC)

Estudo da prevalência de cárie dentária na dentição permanente em crianças de 6 a 12 anos da rede pública de ensino no município de Joinville (SC) ISSN 1806-7727 Estudo da prevalência de cárie dentária na dentição permanente em crianças de 6 a 12 anos da rede pública de ensino no município de Joinville (SC) Evaluated the prevalence of dental caries

Leia mais

LEVANTAMENTO DEMOGRÁFICO E ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA COMO SUBSIDIO A GESTÃO TERRITORIAL EM FRANCISCO BELTRÃO ESTADO DO PARANÁ BRASIL

LEVANTAMENTO DEMOGRÁFICO E ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA COMO SUBSIDIO A GESTÃO TERRITORIAL EM FRANCISCO BELTRÃO ESTADO DO PARANÁ BRASIL LEVANTAMENTO DEMOGRÁFICO E ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA COMO SUBSIDIO A GESTÃO TERRITORIAL EM FRANCISCO BELTRÃO ESTADO DO PARANÁ BRASIL José Francisco de Gois 1 Vera Lúcia dos Santos 2 A presente pesquisa

Leia mais

INVENTÁRIO DAS FONTES POLUIDORAS/CONTAMINANTES DOS RECURSOS VIVOS MARINHOS DO BRASIL

INVENTÁRIO DAS FONTES POLUIDORAS/CONTAMINANTES DOS RECURSOS VIVOS MARINHOS DO BRASIL INVENTÁRIO DAS FONTES POLUIDORAS/CONTAMINANTES DOS RECURSOS VIVOS MARINHOS DO BRASIL ANTECEDENTES Em continuidade aos trabalhos do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro (GERCO), o Ministério do Meio

Leia mais

O uso do gvsig na Identificação de locais estratégicos para instalação de uma loja de confecções

O uso do gvsig na Identificação de locais estratégicos para instalação de uma loja de confecções O uso do gvsig na Identificação de locais estratégicos para instalação de uma loja de confecções Dionísio Costa Cruz Junior dionisiojunior@iquali.com.br (orientador) Ismael Fiuza Ramos maelfiuza@gmail.com

Leia mais

Violência contra as Mulheres em Pernambuco

Violência contra as Mulheres em Pernambuco Violência contra as Mulheres em Pernambuco Recife, 25 de novembro de 2015 FICHA TÉCNICA Coordenação: Equipe do SOS Corpo Instituto Feminista para Democracia Pesquisadora: Ana Paula Melo (pesquisadora convidada)

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL NO BRASIL

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL NO BRASIL DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL NO BRASIL Maria Cecília Bonato Brandalize maria.brandalize@pucpr.br Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curso

Leia mais

INCIDÊNCIA DE AIDS POR SEXO NO ESTADO DE MINAS GERAIS, NO PERÍODO DE 2007 A 2010. AIDS INCIDENCE BY SEX IN STATE OF MINAS GERAIS, FROM 2007 TO 2010.

INCIDÊNCIA DE AIDS POR SEXO NO ESTADO DE MINAS GERAIS, NO PERÍODO DE 2007 A 2010. AIDS INCIDENCE BY SEX IN STATE OF MINAS GERAIS, FROM 2007 TO 2010. INCIDÊNCIA DE AIDS POR SEXO NO ESTADO DE MINAS GERAIS, NO PERÍODO DE 2007 A 2010. AIDS INCIDENCE BY SEX IN STATE OF MINAS GERAIS, FROM 2007 TO 2010. Larissa de Oliveira Abrantes 1 ; Amanda Cristina Souza

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO PLANEJAMENTO URBANO UM OLHAR SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM URBANA OCORRIDAS NO BAIRRO JABOTIANA, ARACAJU/SE.

GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO PLANEJAMENTO URBANO UM OLHAR SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM URBANA OCORRIDAS NO BAIRRO JABOTIANA, ARACAJU/SE. GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO PLANEJAMENTO URBANO UM OLHAR SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM URBANA OCORRIDAS NO BAIRRO JABOTIANA, ARACAJU/SE. Rafael da Cruz 1, Anna Allice Souza Silva 2, Luana Pereira

Leia mais

ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG

ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG Daniel da Silva Marques (UFAM) daniel.ufam2009@hotmail.com Caio Ronan Lisboa Pereira (UFAM) caioronan@hotmail.com Almir Lima Caggy (UFAM) almir_kggy@hotmail.com

Leia mais

HANSENÍASE: A VISIBILIDADE DA DOENÇA NO IDOSO

HANSENÍASE: A VISIBILIDADE DA DOENÇA NO IDOSO HANSENÍASE: A VISIBILIDADE DA DOENÇA NO IDOSO Kleane Maria da Fonseca Azevedo Araújo 1 ; Francisco Carlos Felix Lana 2 ; Larissa Ferreira de Araújo Paz 3 ; Ana Elisa Pereira Chaves 4 ; Soraya Maria de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

SIG APLICADO AO MEIO AMBIENTE

SIG APLICADO AO MEIO AMBIENTE SIG APLICADO AO MEIO AMBIENTE Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG Aplicado ao Meio Ambiente - 2011 GA020- SIG APLICADO AO MEIO AMBIENTE Prof. Luciene S. Delazari -

Leia mais

Avaliação da Vigilância da Qualidade da Água no Estado do Acre Ano base 2011

Avaliação da Vigilância da Qualidade da Água no Estado do Acre Ano base 2011 Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Programa Nacional de Vigilância

Leia mais

Conceitos Básicos. Geoprocessamento: Uma Ferramenta Para o Desenvolvimento Regional Sustentável. Conceitos Básicos.

Conceitos Básicos. Geoprocessamento: Uma Ferramenta Para o Desenvolvimento Regional Sustentável. Conceitos Básicos. Geoprocessamento: Uma Ferramenta Para o Desenvolvimento Regional Sustentável Sistema de Informação Dados Armazenados Questão Informação Laboratório de Geoprocessamento (LAGEO) Programa de Mestrado em Ciências

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / /2011 ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIE: 6ª série/7 ano TURMA: TURNO: DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSOR: Equipe de Geografia Roteiro e lista de Recuperação

Leia mais

PALAVRAS CHAVES: Perfil antropométrico. Crianças. Ginástica Artística. INTRODUÇÃO

PALAVRAS CHAVES: Perfil antropométrico. Crianças. Ginástica Artística. INTRODUÇÃO PERFIL ANTROPOMÉTRICO DAS CRIANÇAS DE 07 A 10 ANOS DE IDADE QUE FREQUENTAM O PROJETO, APRIMORAMENTO DAS AÇÕES MOTORAS ATRAVÉS DA GINÁSTICA ARTÍSTICA NO MEPROVI PEQUENINOS. França, Bruna S.* Silva, Janaina

Leia mais

Sistema de Informação

Sistema de Informação Sistema de Informação Conjunto de elementos inter-relacionados que coleta, processa (manipula e armazena), transmiti e dissemina dados e informações; Manual ou informatizado; Envolve pessoas, máquinas,

Leia mais

O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1

O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1 O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1 Talita da Conceição de Oliveira Fonseca. Economista Doméstica. Endereço: Rua João Valadares Gomes nº 210, bairro JK, Viçosa-MG. E-mail:

Leia mais

ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT

ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT Elaine Barbosa da SILVA¹ Laerte Guimarães FERREIRA JÚNIOR¹ Antonio Fernandes dos ANJOS¹ Genival Fernandes

Leia mais

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS 2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS Neste capítulo se pretende avaliar os movimentos demográficos no município de Ijuí, ao longo do tempo. Os dados que fomentam a análise são dos censos demográficos, no período 1920-2000,

Leia mais

I STRUME TOS DIGITAIS COMO SUPORTE DE A ÁLISE DO ESPAÇO URBA O. J. De ardin, R. A. Ribeiro e J. Francisco

I STRUME TOS DIGITAIS COMO SUPORTE DE A ÁLISE DO ESPAÇO URBA O. J. De ardin, R. A. Ribeiro e J. Francisco I STRUME TOS DIGITAIS COMO SUPORTE DE A ÁLISE DO ESPAÇO URBA O J. De ardin, R. A. Ribeiro e J. Francisco RESUMO O presente artigo trata de parte de metodologia adotada para o desenvolvimento da dissertação

Leia mais

SENRORIAMENTO REMOTO E SIG. Aula 1. Prof. Guttemberg Silvino Prof. Francisco das Chagas

SENRORIAMENTO REMOTO E SIG. Aula 1. Prof. Guttemberg Silvino Prof. Francisco das Chagas SENRORIAMENTO REMOTO E SIG Aula 1 Programa da Disciplina 1 CONCEITOS, HISTÓRICO E FUNDAMENTOS (8 aulas) 2 Sensoriamento remoto. Histórico e definições 3 Domínios do Sensoriamento Remoto 4 Níveis de Coleta

Leia mais