APRESENTAÇÃO. Adair José Schneider Secretário Municipal de Educação

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1 APRESENTAÇÃO O desafio é estabelecer um Plano Municipal de Educação, flexível e aberto às inovações, que possibilite a unidade na diversidade das concepções e práticas educacionais. A educação é um fenômeno político, já que traduz interesses e objetivos dos diferentes grupos sociais e econômicos, os quais são partes integrantes dessas relações. Partindo dessa premissa, a educação pode ser utilizada para reproduzir interesses de grupos que detenham o poder econômico e político, por outro lado é capaz de promover relações sociais mais igualitárias. A escola que queremos é a escola universal, gratuita e acolhedora, recebendo a todos e assegurando a cada um o desenvolvimento de suas capacidades. A escola em uma sociedade democrática é aquela que possibilita às classes populares o acesso ao conhecimento sistematizado, através dele, a participação ativa no processo de decisão político-cultural, o que leva diretamente à valorização da escola pública. Dessa forma, a instituição escola deve estar a serviço da coletividade, ou seja, seu papel é a inserção social dos indivíduos como cidadãos, utilizando como instrumento a formação cultural. Para tanto o Fórum Municipal de Educação apresenta o texto final do Plano Municipal de Educação a sociedade Tabaporaense para este decênio, e ao conhecê-lo, possamos engajar-se no seu aperfeiçoamento e na execução de seus objetivos, metas e estratégias. O plano trata-se de uma exigência prevista na Lei Federal nº , de 25 de Junho de 2014, que instituiu o Plano Nacional de Educação (PNE). A principal característica deste Plano é que ele é um Plano Global no sentido de abranger todos os níveis e modalidades de Ensino seja ela privada e/ou pública e também por ser de responsabilidade das três esferas de governo: Municipal, Estadual e Federal. O Plano Municipal deve ser elaborado em consonância com o Plano Estadual de Educação e o Plano Nacional de Educação e, ao mesmo tempo, garantindo a identidade e autonomia do Município. Como este Plano vai transcender pelo menos dois períodos governamentais, todos os munícipes de Tabaporã deverão zelar pelo seu cumprimento, independente do grupo político que esteja no poder. A sua maior força, está na aprovação por lei, o que lhe garante total execução uma vez que A sociedade toda é a herdeira de suas ações e metas, a proprietária de seus compromissos. (PEE). Adair José Schneider Secretário Municipal de Educação 5

2 1. INTRODUÇÃO O presente documento foi elaborado a partir de decisão da administração municipal em construir um Plano Municipal de Educação de forma científica, estratégica e participativa. A busca de um novo paradigma de educação para as escolas representa um instrumento de apoio ao processo de ensino-aprendizagem de forma coletiva e democrática. Portanto, além do cumprimento da determinação constitucional e legislação decorrente, há a necessidade de sistematizar a organização da educação e ensino no município, em todos os níveis e modalidades da Educação Básica, e, em todas as redes, a fim de concretizar a oferta de serviços de melhor qualidade, evidenciando avanços construídos ao longo do tempo e identificando lacunas que precisam maior atenção nos próximos 10 anos. A seguir estão elencados os objetivos que nortearão as ações realizadas no tempo de duração deste Plano Municipal de Educação: Promover estudos e análise da política educacional pretendida, expressada no Plano Municipal de Educação. Incentivar os educadores a manter uma postura autêntica, responsável e coerente para desenvolver a proposta pedagógica elaborada. Promover a integração da Secretaria Municipal de Educação, escola, comunidade, através de atividades que atendam ás reais necessidades e expectativas dos profissionais da educação, tendo em vista a realização de um trabalho conjunto e cooperativo. E, dessa forma colaborar para a existência da co-responsabilidade nas mais diversas situações; Proporcionar condições às escolas para que elas possam desenvolver uma proposta pedagógica voltada aos setores econômicos de desenvolvimento do município, através da manutenção da infra-estrutura necessária ao desenvolvimento do programa de conhecimento com qualidade social; Reestruturar as escolas, gradativamente, tornando-as um espaço privilegiado, onde o aluno e professor tenham condições de produzir o conhecimento, através de ações concretas e estudos do meio em relação ao mundo; Assessorar as escolas sobre o uso e explicação de legislação vigente através de encontros específicos; Evitar a evasão escolar, através da manutenção de escolas metodologicamente eficientes e atrativas; 6

3 Oportunizar atuação da consciência política através da prática de eleições na escola envolvendo atividades organizadas entre alunos e professores, revitalizando os grêmios estudantis, conselhos escolares, criando uma gestão democrática de educação; Esclarecer a comunidade através do CDCE sobre a municipalização de serviços, a necessidade de recursos financeiros e a importância da reconstrução dos princípios de convivência nas escolas; Prover recursos necessários para manter e equipar pedagogicamente às escolas municipais, bem como ampliar a rede municipal de ensino nas localidades com maior incidência de procura, oportunizando escola para todos e proporcionando aos alunos melhores condições de ensino-aprendizagem. 2. UM BREVE HISTÓRICO 2.1. CONTEXTO NACIONAL A instalação da República no Brasil e o surgimento das primeiras ideias de um plano que tratasse da educação para todo o território nacional aconteceram simultaneamente. À medida que o quadro social, político e econômico do início deste século se desenhava, a educação começava a se impor como condição fundamental para o desenvolvimento do país. Havia grande preocupação com a instrução, nos seus diversos níveis e modalidades. Nas duas primeiras décadas, as várias reformas educacionais ajudaram no amadurecimento da percepção coletiva da educação como um problema nacional. Em 1932, um grupo de educadores 25 homens e mulheres da elite intelectual brasileira lançou um manifesto ao povo e ao governo, que ficou conhecido como Manifesto dos Pioneiros da Educação. Propunham a reconstrução educacional, de grande alcance e de vastas proporções [...] um plano com sentido unitário e de bases científicas [...]. O documento teve grande repercussão e motivou uma campanha que resultou na inclusão de um artigo específico na Constituição Brasileira de 16 de julho de O art. 150 declarava ser competência da União fixar o plano nacional de educação, compreensivo do ensino de todos os graus e ramos, comuns e especializados; e coordenar e fiscalizar a sua execução, em todo o território do país. Atribuía, em seu art. 152, competência precípua ao Conselho Nacional de Educação, organizado na forma da lei, a elaborar o plano para ser aprovado pelo Poder 7

4 Legislativo, sugerindo ao governo as medidas que julgasse necessárias para a melhor solução dos problemas educacionais, bem como a distribuição adequada de fundos especiais. Todas as constituições posteriores, com exceção da Carta de 1937, incorporaram, implícita ou explicitamente, a idéia de um Plano Nacional de Educação. Havia, subjacente, o consenso de que o plano devia ser fixado por lei. A ideia prosperou e nunca mais foi inteiramente abandonada. O primeiro Plano Nacional de Educação surgiu em 1962, elaborado já na vigência da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 4.024, de Ele não foi proposto na forma de um projeto de lei, mas apenas como uma iniciativa do Ministério da Educação e Cultura, aprovada pelo então Conselho Federal de Educação. Era, basicamente, um conjunto de metas quantitativas e qualitativas a serem alcançadas num prazo de oito anos. Em 1965, sofreu uma revisão, quando foram introduzidas normas descentralizadoras e estimuladoras da elaboração de planos estaduais. Em 1966, uma nova revisão, que se chamou Plano Complementar de Educação, introduziu importantes alterações na distribuição dos recursos federais, beneficiando a implantação de ginásios orientados para o trabalho e o atendimento de analfabetos com mais de dez anos. A ideia de uma lei ressurgiu em 1967, novamente proposta pelo Ministério da Educação e Cultura e discutida em quatro Encontros Nacionais de Planejamento, sem que a iniciativa chegasse a se concretizar. Com a Constituição Federal de 1988, cinquenta anos após a primeira tentativa oficial, ressurgiu a ideia de um plano nacional de longo prazo, com força de lei, capaz de conferir estabilidades às iniciativas governamentais na área de educação. O art. 214 contempla esta obrigatoriedade. Por outro lado, a Lei nº 9.394, de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, determina nos artigos 9º e 87, respectivamente, que cabe à União a elaboração do Plano, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os municípios, e institui a Década da Educação. Estabelece, ainda, que a União encaminhe o Plano ao Congresso Nacional, um ano após a publicação da citada lei, com diretrizes e metas para os dez anos posteriores, em sintonia com a Declaração Mundial sobre Educação para Todos. O PNE está em consonância com a Constituição Federal, a LDB e com os compromissos internacionais firmados pelo Brasil, mais diretamente relacionados à educação, que são os seguintes: 8

5 a) O compromisso da Conferência de Dacar sobre Educação para Todos, promovida pela Unesco, em maio de 2000; b) Declaração de Cochabamba, dos ministros da educação da América Latina e Caribe, sobre Educação para Todos (2000); c) Declaração de Hamburgo, sobre a educação de adultos; d) Declaração de Paris, sobre Educação Superior; e) Declaração de Salamanca, sobre necessidades especiais de educação; f) Os documentos das Nações Unidas e da Unesco, sobre os direitos humanos e a não discriminação. Em 10 de fevereiro de 1998, o Deputado Ivan Valente apresentou, no Plenário da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 4.155, de 1998, que aprova o Plano Nacional de Educação. A construção deste plano atendeu aos compromissos assumidos pelo Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública. Desde a sua participação nos trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, consolidou os trabalhos do I e do II Congressos Nacionais de Educação CONED e sistematizou contribuições advindas de diferentes segmentos da sociedade civil. Na justificação, destaca o autor a importância desse documento-referência, que contempla dimensões e problemas sociais, culturais, políticos e educacionais brasileiros, embasado nas lutas e proposições daqueles que defendem uma sociedade mais justa e igualitária. Em 11 de fevereiro de 1998, o Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional a Mensagem 180/98, relativa ao projeto de lei que Institui o Plano Nacional de Educação. Iniciou sua tramitação na Câmara dos Deputados como Projeto de Lei nº 4.173, de 1998, apensado ao PL nº 4.155/98, em 13 de março de 1998 na exposição de Motivos, destaca o Ministro da Educação a concepção do Plano, que teve como eixos norteadores, do pouco de vista legal, a Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes a Bases da Educação Nacional, de 1996, e a Emenda Constitucional nº 14, de 1995, que institui o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Considerou, ainda, realizações anteriores, principalmente o Plano de Educação para Todos, preparado de acordo com as recomendações da reunião organizada pela UNESCO e realizada em Jomtien, na Tailândia, em Além deste, os documentos resultantes de ampla mobilização regional e nacional que foram apresentados pelo Brasil nas conferências da UNESCO constituíram subsídios igualmente importantes para a preparação do documento. Várias entidades foram 9

6 consultadas pelo MEC, destacando-se o Conselho Nacional de Secretários de Educação CONSED e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação UNDIME. Os projetos foram distribuídos às Comissões de Educação, Cultura e Desporto; de Finanças e Tributação; e de Constituição; Justiça e de Redação. Na primeira, é relator o Deputado Nelson Marchezan. Em 9 de janeiro de 2001, o Presidente da República sancionou a Lei que institui o PNE, com vetos e nove metas, propostos pelo Ministério da Fazenda e do Planejamento, orçamento e gestão, que ainda não foram submetidos à votação do Congresso Nacional. Depois de passados este período de quase treze anos em 25 de julho de 2014 foi aprovado sob a lei o Plano nacional para este decênio o art. 1º é aprovado o Plano Nacional de Educação - PNE, com vigência por 10 (dez) anos, a contar da publicação desta Lei, na forma do Anexo, com vistas ao cumprimento do disposto no art. 214 da Constituição Federal. Art. 2º - São diretrizes do PNE: I erradicação do analfabetismo; II universalização do atendimento escolar; III superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação; IV melhoria da qualidade da educação; V formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade; VI Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública; VII Promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do País; VIII Estabelecimento de meta de aplicação de recursospúblicos em educação como proporção do Produto Interno Bruto - PIB, que assegure atendimento às necessidades de expansão, com padrão de qualidade e equidade; IX - Valorização dos(as) profissionais da educação; 10

7 X Promoção dos princípios do respeito aos direitos humanos, à diversidade à sustentabilidade sócia ambiental. As metas previstas no Anexo desta Lei serão cumpridas no prazo de vigência deste PNE, desde que não haja prazo inferior definido para metas e estratégias específicas. A cada 2 (dois) anos, ao longo do período de vigência deste PNE,o InstitutoNacional de Estudos e PesquisasEducacionais Anísio Teixeira - INEP publicará estudos para aferir a evolução no cumprimento das metas estabelecidas no Anexo desta Lei, com informações organizadas por ente federado e consolidadas em âmbito nacional, tendo como referência os estudos e as pesquisas de que tratar, sem prejuízo de outras fontes e informações relevantes. A meta progressiva do investimento público em educação será avaliada no quarto ano de vigência do PNE e poderá ser ampliada por meio de leipara atender as necessidades financeiras do cumprimento das demais metas. As conferências nacionais de educação realizar-se-ão com intervalo de até 4 (quatro) anos entre elas, como objetivo de avaliar a execução deste PNE e subsidiar a elaboração do plano nacional de Educação para o decênio subsequente CONTEXTO ESTADUAL A Constituição do Estado de Mato Grosso, de 1989, não faz referência ao Plano Estadual de Educação (PEE), ainda que a constituição Federal, de 1988, em seu art. 214, estabeleça a necessidade de formulação do Plano em nível nacional, o que, por analogia, se estende aos Estados e municípios brasileiros. Em 4 e 5 de outubro de 1997, no V Encontro Estadual de Educação Escola Salário, Emprego Construindo um Plano Estadual de Educação, o SINTEP-MT estabeleceu um espaço democrático para que fosse proposto, discutido e elaborado o Plano Estadual de Educação (PEE-MT), valendo-se do fecundo debate sobre o Plano Nacional de Educação ocorrido no I CONED, em 1996, e preparando-se para o II CONED, em novembro de 1997, em Belo Horizonte. Com toda a certeza, o principal marco histórico jurídico-político-educacional para a criação do PEE-MT, é a Lei Complementar nº 49/98 Lei do Sistema Estadual de Ensino, de 1º de outubro de Esteinstrumento jurídico situa o PEE-MT como um processo em permanente construção. Enquanto tal é que deverão ser definidos os mecanismos, as relações e os processos que nortearão a elaboração e execução do referido 11

8 Plano. Enquanto processo, o PEE-MT deverá ser constituído partindo de um diagnóstico das questões que serão tratadas, definindo suas diretrizes, prioridades, objetivos, metas, sujeitos, espaços, tempos, fontes, recursos, custos e forma de gestão. É oportuno que sejam explicitadas, no que tange à definição, à elaboração e execução do Plano Estadual de Educação, as principais orientações e normas contidas na Lei do Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso. O art. 23, da Lei Complementar 49/98, estabelece que o Fórum Estadual de Educação integre a organização do Sistema Estadual de Ensino e que, nos termos do art. 50, ele tenha por objetivo: I Promover, trienalmente, Conferência Estadual de Educação; II Propor diretrizes e prioridades para a formulação da Política Estadual de Educação, na perspectiva da valorização do ensino público. Lê-se, ainda, no 1º deste artigo: A elaboração do Plano Estadual de Educação será sempre precedida da reunião do Fórum, que poderá ainda se reunir extraordinariamente, sempre que motivo relevante ligado à educação exigir, ou por solicitação de duas ou mais das entidades promotoras. Em Mato Grosso, a Gestão Democrática do Ensino, (Art. 51, da Lei nº 49/98), entendida como ação coletiva, princípio e prática político-filosófica, alcançará todas as entidades e organismos integrantes do Sistema Estadual de Educação e da Gestão Única de Educação Básica, abrangendo: I Conselho Estadual de Educação; II Fórum Estadual de Educação; e III Conselhos Deliberativos das Comunidades Escolares, com participação da comunidade escolar, na forma da lei. A Gestão Democrática norteará as ações de planejamento, elaboração, organização, execução e avaliação das políticas educacionais mato-grossenses, procurando dar unidade às ações de todos os órgãos e instituições que compõem o Sistema Estadual de Ensino do Estado de Mato Grosso, a saber: as instituições de educação, de todos os níveis, criadas e mantidas pelo Poder Público Estadual; as instituições de educação superior, mantidas pelo Poder Público Municipal; as instituições de ensino fundamental e médio, criadas e mantidas pela iniciativa privada; a Secretaria Estadual de Educação; o Conselho Estadual de Educação; o Fórum Estadual de Educação; as instituições de Educação Básica criadas e mantidas pelo Poder Público Municipal, dos municípios que não criaram seu próprio sistema; e as instituições de Educação Básica criadas e mantidas pela iniciativa privada. 12

9 Em que pese não fazerem parte do sistema estadual, os municípios que organizarem seus sistemas próprios deverão fazer parte do processo de construção do Plano Estadual de Educação, uma vez que a própria Lei Complementar nº 49/98 deixa explícito que a elaboração desse Plano será coordenada pelo Fórum Estadual de Educação, com a participação da sociedade mato-grossense.a Leinº , de 06 de junho de 2014 que dispõe sobre a revisão e alteração do Plano Estadual de Educação, instituído pela Lei nº 8.806, de 10 de janeiro de A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, tendo em vista o que dispõe o Art. 42 da Constituição Estadual, aprova e o Governador do Estado sanciona a seguinte lei: Art. 1º Fica alterado o Anexo I da Lei nº 8.806, de 10 de janeiro de 2008, que institui o PlanoEstadual de Educação, de acordo com o diagnóstico elaborado pela Conferência de Avaliação do Plano Estadual de Educação 2011, cujas metas passam a vigorar nos termos do Anexo Único desta lei CONTEXTO MUNICIPAL Nenhuma legislação a nível de município, se reporta à elaboração do Plano Municipal de Educação. A construção do mesmo norteou-se pela legislação Federal e Estadual, partindo do diagnóstico da situação, definindo diretrizes, prioridades, objetivos, metas, sujeitos, espaços, fontes, recursos, custos, forma de gestão e avaliação. As Bases legais do Regime de Colaboração se fundamentam nas disposições da Constituição Federal de 1988, onde as decisões políticas sobre a educação escolar são matéria concorrente dos entes federados. Embora ela já disponha abundantemente sobre o assunto nos artigos 205 a 214 é a Lei nº 9.394/96 que dispõe sobre as diretrizes e bases da Educação Nacional e fixa as competências de cada ente federado e a forma de articulação entre eles chamada de regime de colaboração. O Artigo 214 da CF impõe a fixação, por lei, de um Plano Nacional de Educação, de duração plurianual, visando à articulação e ao desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis e à integração das ações do poder público. A LDB, em seu Artigo 9º, estabelece que a União incumbir-se-á de elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os municípios. No Artigo 87 de suas disposições transitórias, é enfática, quando prescreve: é instituída a Década da Educação, a iniciar-se um ano a partir da publicação desta Lei. E mais: a União, no prazo de um ano a partir da publicação desta lei, encaminhará ao Congresso Nacional, o 13

10 Plano Nacional de Educação, com diretrizes e metas para os dez anos seguintes, em sintonia com a Declaração Mundial sobre Educação para Todos. A Lei /01, que estabeleceu o PNE, depois de tramitar quase três anos no Congresso Nacional, dispôs sobre os objetivos gerais do Plano, fez um diagnóstico, traçou diretrizes de ação, objetivos e metas quantificadas A ÁREA DE COMPETÊNCIA DOS ENTES FEDERATIVOS NA OFERTA DO ENSINO PÚBLICO A Constituição Federal define, ainda, o nível de ensino em que cada ente da Federação deve atuar prioritariamente: Art A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino. 1º A União organizará o sistema federal de ensino e o dos Territórios, financiará as instituições de ensino públicas federais e exercerá, em matéria educacional, função redistributiva e supletiva, de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. 2º Os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil. 3º. Os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no ensino fundamental e médio. 4º. Na organização de seus sistemas de ensino, os Estados e os Municípios definirão formas de colaboração, de modo a assegurar a universalização do ensino obrigatório. Desde logo, é oportuno destacar a atribuição prioritária dos Municípios, a qual compreende o ensino fundamental e a educação infantil. Art O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: I - ensino fundamental obrigatório e gratuito, assegurada, inclusive, sua oferta gratuita para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria; II progressiva universalização do ensino médio gratuito; 14

11 III atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino; IV - atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade; V acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um; VI oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando; VII - atendimento ao educando, no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. O foco central dos Planos Nacional, Estadual e Municipal é a responsabilidade constitucional do Poder Público para com a Educação e, portanto, com o Ensino Público. Considerando, porém que o ensino é livre à iniciativa privada, nos termos da Constituição Federal, em seu artigo 209, foi indispensável a participação deste setor na elaboração deste Plano e sua atuação no atendimento da demanda educacional foi levada em conta na definição das metas. O Plano Municipal de Educação abrange todos os níveis e modalidades de ensino priorizando os níveis de sua competência e prevendo a colaboração da União e do Estado nos demais. Na organização dos capítulos, o Plano Municipal de Educação contará com um diagnóstico, diretrizes, metas e objetivos. Por fim é importante enfatizar que o Plano Municipal de Educação contém novidades em relação ao modo de planejar a educação no município quais sejam: a visão e o compromisso a longo prazo; a integração das ações segundo o princípio da colaboração entre os entes federados; a participação democrática na sua elaboração, na execução, no acompanhamento e no controle de sua execução; o envolvimento do Poder Legislativo e a abrangência de todos os níveis e modalidades de ensino. Além dessas inovações o desafio proposto neste Plano, é que o mesmo seja tomado como instrumento técnico e político que garanta avançar com passos mais largos e rápidos na direção da correção das desigualdades e do acesso à educação de qualidade. 2.5 DA CONVOCAÇÃO E ATRIBUIÇÃO DO FÓRUM 15

12 O município de Tabaporã/MT optou por convocar um FÓRUM para coordenar os trabalhos de elaboração do Plano Municipal de Educação. O Fórum foi criado através do Decreto nº 2.957/2014 em 03 de Junho de O FÓRUM MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO constituído por funcionários da Secretária Municipal de Educação, Cultura, representante do Conselho Municipal de Educação, representante do FNDEB, representante da comissão de Educação da Câmara dos Vereadores, Representante do Ministério Público, representante dos diretores da Rede Municipal, representante dos Diretores da Rede Estadual, representante da Escola Particular, representante da Instituição de Ensino Superior, representante dos funcionários da Rede Municipal, funcionários da rede Estadual, representante da Secretaria de Financias, representante da Secretaria de saúde, representante da Secretaria de Assistência Social, representante do Conselho Tutelar e representantes do SINTEP-MT, onde visamos, neste momento, formular uma Política Municipal para a Educação em consonância com a implementação dos Planos Nacional e Estadual de Educação. A Política Educacional definida no Plano Municipal de Educação para a próxima década exige que as conquistas históricas, transformadas em objetivos proclamados na Constituição Federal de 1998, na Constituição de Mato Grosso de 1999, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Nº 9394/96) bem como na Lei Orgânica do Município, sejam efetivadas em objetivos reais da Administração Pública Federal, Estadual e Municipal. Para tanto, entende-se que as metas e estratégias estabelecidas pelo Plano Municipal de Educação expressam referências mínimas a partir através de gráficas e estatísticas da situação concreta atual. A mesma interpretação deve ser dada em relação aos mínimos constitucionais em termos de financiamento e desenvolvimento do ensino. Neste sentido é preciso a participação concreta de todas as entidades acima citada bem como a população de Tabaporã para assegurar: 1- A Universalização da Educação Básica Gratuita implica a garantia do direito à educação para todos, por meio de políticas públicas, materializadas em programas e em ações articuladas, com acompanhamento e avaliação da sociedade, tendo em vista a melhoria dos processos de organização e gestão dos sistemas. 2- A qualidade do ensino envolve uma política nacional de formação e valorização dos profissionais da educação (docentes e funcionários), pautada pela concepção de educação como processo construtivo e permanente, estruturado de forma a garantir a articulação entre teoria e prática (ação/reflexão/ação); integração e interdisciplinaridade curriculares, dando significado e relevância aos conteúdos básicos, articulados, que faça a 16

13 integração dos cidadãos de Tabaporã, a um desenvolvimento sócio cultural e sustentável, corrigindo as desigualdades historicamente acumuladas; 3- A gestão democráticasão ações e meios para o processo de construção de uma cidadania emancipadora, autônoma e capaz de integrar-se aos processos de tomada de decisão, é um novo processo educativo, no qual a gestão escolar democrática participativa adquire dimensão articuladora dos recursos humanos, burocráticos e financeiros, objetivando o cumprimento da essência da educação: fazer da educação, tanto formal, quanto não formal, um espaço de formação crítica e não apenas formação de mão de obra para o mercado (GADOTTI, 2006, p.52). 4- Alinhamento dos Planos da Educação, a partir da promulgação do PNE todos os planos estaduais e municipais de educação devem ser criados, adaptados e integrados em consonância com as diretrizes e metas estabelecidas pelo plano nacional, e com isso evitar paralelismo e ações concorrentes, para superar as diferenças regionais e locais, garantir a otimização de recursos humanos, materiais e financeiros na implementação da Educação Básica de qualidade para todos. 5- O plano avalizou-se pelos princípios básicos: I - erradicação do analfabetismo; II - universalização do atendimento escolar; III - superação das desigualdades educacionais; IV - melhoria da qualidade do ensino; V - formação para o trabalho; VI - promoção da sustentabilidade socioambiental; VII - promoção humanística, científica e tecnológica do País; VIII - estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto; IX - valorização dos profissionais da educação; X - difusão dos princípios da equidade, do respeito à diversidade e a gestão democrática da educação O FÓRUM E A EQUIPE TÉCNICA TEM COMO ATRIBUIÇÕES: a) Realizar estudos sobre a história, geografia, economia e vocação do município, para embasar os objetivos e metas do PME, bem como referenciá-lo a seus projetos de desenvolvimento; 17

14 b) Realizar um mini-censo, sobre os dados de escolaridade da população para diagnosticar as percentagens de atendimento nas diversas etapas e modalidades de ensino e compatibilizá-las com as metas do PME; c) Estudar as bases legais do PME, principalmente os capítulos das Constituição Federal e Estadual, bem como da Lei Orgânica do Município, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96). A Lei do Plano Nacional de Educação (Lei nº /01), bem como a Lei Complementar nº 49/98 que dispõe sobre a instituição do Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso e dá outras providências; d) Discutir interinamente, através de reuniões regionais, pré-conferência e em uma Conferência Municipal, os problemas educacionais do município, as aspirações da sociedade e os recursos disponíveis para eleger as metas e estratégias do PME, em regime de colaboração com o Estado e a União; e) Fazer estudos sobre os recursos financeiros públicos do município, atuais e potenciais, para subsidiar as decisões sobre metas, prazos e fontes de recursos e investimentos necessários para atingir os objetivos do PME com qualidade, partindo da atual percentagem de atendimento nas diversas etapas e modalidades de ensino e respeitada a capacidade de atendimento da Rede Municipal. f) Elaborar o Anteprojeto do PME sob a forma de uma Lei Municipal, de iniciativa do Executivo para ser submetida à Câmara Municipal; DIVISÃO DO FÓRUM EM CÂMARAS O Fórum foi dividido em 12 (doze) câmaras assim distribuídas: a) Equipe Técnica; b) Câmara da Educação Infantil; c) Câmara do Ensino Fundamental; d) Câmara do Ensino Médio e) Câmara da Educação Especial f) Câmara da Educação de Jovens e Adultos; g) Câmara do Ensino Superior; h) Câmara de Educação Tecnológica e Formação Profissional; i) Câmara da Educação a Distância e Tecnologias Educacionais; j) Câmara dos Profissionais e Valorização do magistério; k) Câmara do Financiamento e Gestão; l) Educação do Campo; 3 HISTÓRICO DO MUNICÍPIO O território do município foi imemorialmente habitado por nações indígenas. A denominação do município é de origem Tupi, sendo homenagem aos antigos moradores desta 18

15 vasta área, hoje habitada pelo homem branco, e foi um ilustre cidadão, um poeta da mais alta linhagem que sugeriu o nome da cidade Carlos Drummond de Andrade, o mineiro que ficou imortalizado pelos versos que compôs no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho. Tabaporã significa taba: aldeia, povoação e porã: bonito, belo, formoso. Cidade Bonita. Com certeza seus povoadores preveem um futuro brilhante para esta cidade encravada no seio da floresta amazônica. Para a formação da Bacia Amazônica contribuem os rios São Francisco e Apiacás, além de inúmeros afluentes, constituindo-se numa região de considerável índice de concentração hidrográfica, portanto, de excelente drenagem fluvial. Outro fator extremamente importante é a topografia do terreno, a maioria é plana, sem limites para a mecanização agrícola. Certamente com a expansão da fronteira agrícola e a construção de boas estradas vicinais, rodovias e boas condições de trabalho o progresso fincará pé na Cidade Bonita. A comunidade urgiu a partir de 1984 em função do projeto de colonização da Gleba Tabaporã, cuja área era de quase quarenta mil quilômetros quadrados. Deu-se a partir de um contrato firmado entre Apolinário Empreendimentos Imobiliários Ltda., pertencente ao Grupo Comercial Isaías Apolinário e Zé-Paraná Empreendimentos Ltda., pertencente ao Colonizador e Comendador José Pedro Dias, popularmente conhecido como Zé Paraná, pioneiro na região e fundador do município de Juara MT. A efetiva ocupação do núcleo de colonização ocorreu com a venda dos primeiros lotes. Foi pioneiro nesta área o agricultor Ademir Jesuíno Costa, que veio com sua família da cidade paulista de Monte Castelo, fixando residência em Tabaporã.Grande fluxo migratório registrou-se em Centenas de famílias chegavam ao lugar à procura do sonho da terra própria, a maioria desses pioneiros provinha dos Estados de São Paulo e Paraná. A propaganda de terra boa e baixo custo atraíram muita gente, permanecendo em efervescência até A partir do ano seguinte observou-se uma estabilização na vinda de famílias migrantes, em função do quadro de venda nas áreas agricultáveis por problemas conjunturais de influência nacional.o povoado em crescimento tomava forma de cidade e seus moradores se organizaram politicamente e reivindicaram maior poder de decisão. A Gleba Tabaporã foi elevada à categoria de Distrito através da Lei Federal n.º de 16 de Dezembro de 1986, sancionada pelo governador Wilmar Peres de Farias. A partir de então o nome do lugar simplificou-se para Tabaporã. A Lei estadual n.º 5.913, de 20 de dezembro de 1991, de autoria do deputado Hermes de Abreu e sancionada pelo governador Jayme Campos, criou o Município: 19

16 Artigo 1º - Fica criado o Município de Tabaporã, com território desmembrado do Município de Porto dos Gaúchos. Artigo 2º O Município ora criado é constituído de um Distrito, da Sede. Parágrafo único o Município somente será instalado com a eleição e posse do Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores, realizada de conformidade com a Legislação Federal. As eleições Municipais de 03 de outubro de elegeram o Sr. José AntonioPacolla, que obteve 597 votos, para ser o primeiro Prefeito e seu Vice-Prefeito foi o Sr. Leonelso Pereira da Silva. Em 2013 assumiu o sexto Prefeito no atual mandato Percival Cardoso de Nobrega FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA Distrito criado com a denominação de Tabaporã, pela lei estadual nº 5093, de , subordinado ao município de Porto dos Gaúchos. Em divisão territorial datada de 1988, o distrito de Tabaporã figura no município de Porto dos Gaúchos. Elevado à categoria de município com a denominação de Taboporã,pela lei estadual nº 5913, de , desmembrado do município de Porto dos Gaúchos. Sede no atual distrito de Tabaporã (ex-localidade). Constituído do distrito sede,instalado em Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de Tabaporã é um município que se localiza ao norte do estado de Mato Grosso na floresta Amazônica. O povoado em crescimento tomava forma de cidade, e seus moradores vindos na maioria de São Paulo e Paraná, se organizaram politicamente e reivindicaram maior poder dedecisão. Através da Lei estadual n.º 5.913, de 20 de dezembro de 1991, de autoria do deputado Hermes de Abreu e sancionada pelo governador Jayme Campos, criou-se o Município de Tabaporã, com uma extensão territorial de 8.499,15 km², e conta hoje com dez mil habitantes. São famílias assentadas e 159 famílias tradicionais que vivem da agricultura familiar (dados do ano de fonte: EMPAER). A produção do setor madeireiro (madeira bruta e beneficiada) é vendida no mercado dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, basicamente CLIMA 20

17 Segundo a classificação de Koppen, o clima é do Tipo A7, ou seja, clima tropical chuvoso com nítida estação seca no período de maio a setembro. Precipitação anual de 2.500mm, com intensidade máxima nos meses de janeiro, fevereiro e março. Temperatura média anual de 24 C, sendo maior máxima de 40 C, e menor mínima 4 C TOPOGRAFIA E RELEVO A área do município se caracteriza por apresentar 80% plano e 20% ondulado, com altitude média de 330 metros acima do nível do mar, sem limitações para mecanização agrícola. Dentre os Solos da área, a nível de grande grupo, encontram-se no município solos LVE e LVA e, em pequena escala, os solos do município pertencem ao grande grupo latossolo com índices de acidez variado de 5,0 até 6,2, sendo considerados de baixa até média fertilidade natural. Esses solos se prestam à agricultura e pecuária, sendo interessante aproveitá-los como suporte a cultura permanentes, tais como: seringueira, guaraná e outras VEGETAÇÃO Recoberta por Floresta Tropical em 90% e cerrado e cerradões nos demais 10% os principais destaques fitogeográficos repousam na floresta ombrófila aberta tropical, a geral, constitui a cobertura vegetal da depressão interplanática da Amazônia Meridional, que ocupa grande extensão do território municipal. Estima-se que a área derrubada do município é de aproximadamente 50% HIDROGRAFIA Entre os rios e riachos mais importantes do município estão o Rio São Francisco, Rio Apiacás, Rio dos Peixes, Rio Batelão e, por seus inúmeros afluentes, constitui-se numa região de considerável índice de concentração hidrográfica, portanto, de boa drenagem fluvial LIMITES Juara, Novo Horizonte do Norte, Porto dos Gaúchos, Ipiranga do Norte, Sinop, Itaúba, Nova Canaã do Norte, Alta Floresta EVENTOS IMPORTANTES REALIZADOS TRADICIONALMENTE TODOS OS ANOS EM TABAPORÃ: - Carnaval na Praça (SMT) 21

18 - Cavalgada Ecológica - Caminhada na Natureza (programa da SEDTUR/ parceria com a SMT) - Exporã (Exposição, rodeio),(sindicato Rural) - Festival de Canoagem (SMT) - Festival de Pesca (integra o campeonato estadual de pesca esportiva- SDTUR/SMT) - Festival de Dança (SME- depto. De Cultura) - Festival de Música Gospel - Passeio Ciclístico contra a Tabaco (SMS Vigilância em Saúde) - Rally de Aventura Rota das Cachoeiras (SMT) - Semana Cultural (SME- Depto. De cultura) 3.8- Coordenadas Geográficas do Aeroporto: 11º18 08 latitude Sul, 56º50 12 longitude Oeste Gr POPULAÇÃO RESIDENTE, POR SITUAÇÃO DO DOMICÍLIO E SEXO DE TABAPORÃ/MT. O levantamento foi elaborado a partir das estimativas intercensitárias disponibilizadas pelo DATASUS que, por sua vez, utiliza fontes do IBGE. Para cálculo da densidade demográfica e levantamento da área em quilômetros quadrados de cada município, foi utilizado o cadastro nacional de municípios disponibilizado pelo DATASUS, que contém informações dos municípios brasileiros criados até 1 de janeiro SITUAÇÃO DO DOMICÍLIO E SEXO ANO TOTAL HOMENS MULHERES Urbana Rural Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres de POPULAÇÃO RESIDENTE POR GRUPO DE IDADE DE TABAPORÃ/MT. 22

19 POPULAÇÃO RESIDENTE TOTAL 0 a 03 anos 04 e 05anos Grupos de Idade 06 anos 07 a 14 anos 15 á 17 anos 18 e 19 anos 20 á 24 anos 25 anos ou mais Fonte: IBGE, POPULAÇÃO RESIDENTE POR GRUPO DE IDADE E SEXO SEXO ANO 2010 ALFABETIZADA % NÃO ALFABETIZADA % MASCULINO , ,21 FEMININO , , ALFABETIZADA E NÃO ALFABETIZADA DE TABAPORÃ/MT. ANO2010 ALFABETIZADA % NÃO ALFABETIZADA % RURAL , ,37 URBANA , , GRUPO POR IDADE IDADE ANO 2010 ALFABETIZADO % NÃO ALFABETIZADO % 15 Á , ,06 25 Á , ,6 60 Á , ,52 70 Á , , , ,30 Fonte: IBGE, VALOR DO RENDIMENTO NOMINAL MÉDIO MENSAL. Valor do maior rendimento nominal médio mensal das pessoas com rendimento, responsáveis pelos domicílios particulares permanentes de Tabaporã/MT ANO BRANCA PRETA PARDA AMARELA 23

20 ,84 505,14 414,44 584, ,14 302,27 260, DOMICÍLIOS PARTICULARES PERMANENTES. Domicílios particulares permanentes, por classes de rendimento nominal mensal da pessoa responsável pelo domicílio de Tabaporã/MT. Domicílios Particulares Permanentes ANO TOTAL Classes de rendimento nominal mensal da pessoa responsável pelo domicílio (Salário Mínimo). (2) Até Mais de Mais de Mais Mais de Mais de Mais de Mais de Mais de Mais de Mais 1/4 1/4 até ½ 1/2 até 1 de 1 a 2 2 a 3 3 a 5 5 a 10 20a 30 de a a 20 Sem Rendimento Fonte: IBGE, HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR E DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO A história da Educação em Tabaporã teve início em 10 de março de 1986, ocasião em que aconteceu a primeira reunião para tratar do início das atividades escolares. Nesta reunião deu-se início às matrículas dos alunos para o ano letivo de As aulas na Gleba Tabaporã tiveram início em 13 de março com as professoras: Alice Fernandes de Oliveira; Lusimar Aparecida Guimarães Lima e Maria Aparecida Palma da Silva. A professora MarleniTreuherzGiroto assumiu a direção da Escola. Administrativamente a escola estava vinculada à Prefeitura Municipal de Porto dos Gaúchos, e a mesma passou a denominar-se Escola Municipal Tabaporã I, na mesma época além desta escola instalada na área urbana, mais duas escolas rurais entraram em funcionamento. A Escola Municipal Tabaporã II, na Comunidade do Julião, tendo como professora Suely Soares Costa e a Escola Municipal Tabaporã III, no Pé de Galinha nas proximidades do acampamento inicial da colonizadora às margens do rio Piau que teve como professora a jovem Marisa Janete Baesso.Em agosto de 1986 as matrículas já atingiram um número de 100 alunos. Através do Decreto nº o Governador do Estado criou a Escola Estadual em Tabaporã, no dia 29/09/1986.Em 1987 foi necessário que se construísse mais cinco escolas na 24

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