ESTIMATIVA DE PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE RELÂMPAGOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTIMATIVA DE PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE RELÂMPAGOS"

Transcrição

1 ESTIMATIVA DE PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE RELÂMPAGOS Wagner Flauber A. Lima 1, Luiz A. T. Machado 1, Carlos A. Morales 2 e Osmar Pinto Jr. 3 RESUMO: Este trabalho apresenta uma relação entre descargas elétricas e nuvens penetrativas. Para este estudo foram utilizados dados dos canais Vapor da água (WV) cobrindo o intervalo de radiância entre µm e o canal infravermelho (IR) na janela de µm do satélite GOES-12 e dados de relâmpagos fornecidos pela Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Elétricas (RINDAT) durante o período de dezembro de 2004 a janeiro de A diferença entre os canais WV-IR permite monitorar a severidade da tempestade. Devido a intensa absorção do canal do WV espera-se que a diferença entre os canais seja quase sempre negativa, contudo, para tempestades intensas, os topos das nuvens penetram na estratosfera e a diferença entre os canais se torna positiva. A partir da relação da diferença WV-IR e a atividade elétrica das nuvens foi possível ajusta, com precisão, uma curva exponencial que relaciona diferença de WV-IR com probabilidade de ocorrência de descargas elétricas com um coeficiente de determinação de 0,9847. Através deste processo, podemos estimar a probabilidade de ocorrência de raio em regiões desprovidas de sensores de medidas de descargas elétricas. ABSTRACT: This work presents a relationship between electric discharges and convective clouds. The data used in this study were: Infra-Red (IR) and Water Vapor (WV) channels of the geostationary satellite GOES-12 data and lightning data supplied for the Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Elétricas (RINDAT) during the period of December of 2004 the January of The difference between WV and IR is a tracer of deep convection, because the strong absorption of the water vapor channel, this difference is positive only for over shooting cases. From the WV-IR difference and the electric activity of clouds was possible to adjusted an exponential curve that relates WV-IR difference with probability of occurrence of electric discharges, with a coefficient of determination of 0,9847. Through this process, we can estimation the probability of occurrence of lightning in regions unprovided of sensors of measures of electric discharges. Palavra-chave: Descargas elétricas, nuvens convectivas. INTRODUÇÃO 1 Divisão de Satélites e Sistemas Ambientais / Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos / Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (DSA/CPTEC/INPE) - Rodovia Presidente Dutra km 39, , Cachoeira Paulista / SP. 2 Instituto de Astronomia, Geofísico e Ciências Atmosféricas - Universidade de São Paulo, SP. 3 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) - Av. dos Astronautas 1758, , São José dos Campos / SP, 1

2 Nos últimos tempos, tem se notado em toda parte do mundo fenômenos extremos e conseqüentemente causando desastres naturais, principalmente em locais onde o ser humano atua, provocando danos materiais e principalmente humanos à sociedade. Diversas razões são apontadas para explicar esse aumento tais como devida à variabilidade natural do clima ou em conseqüência do aquecimento global, induzido por causas naturais e pelos efeitos de atividades humanas. Hoje em dia, devido à melhora no sistema de previsão e monitoramento, o acompanhamento em tempo real de furacões, ciclones, tornados e tempestades severas vêm despertando os interesses da sociedade em geral, devido a sua utilidade nas tomadas de decisões por parte da defesa civil, redes de distribuição de energia elétricas e possibilidade de estudos sobre suas características em diferentes regiões. Atualmente o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) dispõem de infra-estrutura física e tecnológica que permite o desenvolvimento de produtos meteorológicos especializados, capazes de atender vários setores da meteorologia. Exemplos típicos desses serviços são: apoio à previsão do tempo a curto prazo, através de parâmetros meteorológicos estimados por satélites meteorológicos, monitoramento hidrometeorológico utilizando taxa de precipitação estimada por radar e satélite, monitoramento de sistema convectivos e tempestades elétricas (Souza et al., 2005). Um dos produtos recentemente desenvolvido na DSA para monitoramento de descargas elétricas, em parceria com o Laboratório de Eletricidade Atmosférica (ELAT/INPE) e a Universidade de São Paulo (USP), é a estimativa de probabilidade de ocorrência de descargas elétricas. Este produto relaciona nuvens penetrativas, isto é, nuvens com convecção profunda alcançando a tropopausa, com a ocorrência de descargas elétricas sobre o continente. Diante disto, este trabalho tem como objetivo apresentar o novo sistema de monitoramento de estimativa de probabilidade de ocorrência de descargas elétricas, que permite alerta em tempo real a possível ocorrência de descargas elétricas sobre o continente da América do Sul. MATERIAL E MÉTODOS Neste trabalho foram utilizados arquivos de dados de relâmpagos nuvem-solo fornecido pela Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Elétricas (RINDAT) a cada 5 minutos durante o período de dezembro de 2004 a janeiro de Essa é uma rede de sensores e centrais que permitem, em tempo real, da maior parte de descargas que atingem o solo (Pinto Jr., 2005). Também foram utilizados dados de imagens do satélite GOES-12, mais precisamente os canais infravermelho (IR) e vapor da água (WV). A figura 1 apresenta o mapa de localização dos sensores da rede RINDAT e um recorte da imagem do canal IR mostrando a área de eficiência desta rede de detecção, onde foram realizados nossos estudos. 2

3 b) a) Figura 1 a) Mapa de localização dos sensores da rede RINDAT; b) Imagem mostrando as áreas de eficiência de detecção (20,60 e 90 %) da rede RINDAT sobreposta a imagem GOES-12 e ao numero de descargas elétricas nos últimos 30 minutos em uma área de 10x10 km 2 De acordo, com Schmetz et al. (1997) e Kurino (1997), as diferenças positivas entre os canais do WV ( µm) e janela atmosférica (IR) ( µm) podem está relacionadas com topos de nuvens com convecção profundas ou nuvens penetrativas. São consideradas nuvens penetrativas aquelas que seu topo consegue penetra nas camadas da tropopausa, injetando umidade na estratosfera, essas nuvens apresentam grande atividade convectiva tendo em vista sua profundidade e grande quantidade de gelo, principal responsável pela criação de forte campo elétrico no interior da nuvem. Esse fato se explica pela diferente propriedade dos dois canais. O canal IR, por estar situado na faixa da janela atmosférica, apresenta pouca absorção aos gases atmosféricos e o valor medido, de uma forma geral, representa, com um erro em torno de 1K (Galante e Machado, 2006) a temperatura de emissão do alvo, isto é, o topo da nuvem ou a superfície. Já o canal WV se situa no centro da faixa de absorção do vapor d água e portanto, as medidas dos mesmos alvos observados pelo canal IR, representam a temperatura de emissão do alvo menos a absorção desta radiação pelo vapor d água atmosférico. Logo, a diferença entre a temperatura de brilho dos canais WV e IR, de uma forma geral, sempre será negativa, a menos dos casos de nuvens penetrativas que injetam vapor d água na estratosfera que apresenta uma temperatura maior que a da tropopausa. Nestes casos, a diferença WV-IR passa a ser positiva e indica a presença de nuvens muito ativas e provavelmente com forte atividade elétricas e convectiva e com considerável quantidade de gelo. As descargas elétricas são de grande extensão e de grande intensidade, e ocorrem devido ao acúmulo de cargas elétricas em regiões localizadas da atmosfera, em geral dentro de tempestades. A descarga inicia-se quando o campo elétrico produzido por estas cargas excede a capacidade isolante, 3

4 também conhecido como rigidez dielétrica, do ar em um dado local na atmosfera, que pode ser dentro da nuvem ou próximo ao solo. Quebrada a rigidez, tem início um rápido movimento de elétrons de uma região de cargas negativas para uma região de cargas positivas (Pinto Jr. et al., 2004). Baseando-se na relação entre a diferença WV-IR e a atividade elétrica das nuvens levantou a probabilidade de ocorrência de descargas elétricas para cada valor inteiro da diferença WV-IR, no intervalo de -10 a 10 K. Essa análise foi realizada somente na área de eficiência de detecção da rede RINDAT maior que 90 % (parte da região de Sul - Sudeste). Nesta análise foram levados em conta em torno de descargas elétricas. A curva de probabilidade foi levantada considerando a imagem de satélite no horário da medida da descarga elétrica em uma área de 10 km de raios do centro do pixel do satélite. RESULTADOS A figura 2 mostra os pontos entre a diferença de temperatura de brilho e a freqüência relativa de ocorrência de descargas elétricas. Pode-se observar um ótimo ajuste a uma curva exponencial com um coeficiente de determinação de 0,9847. Nota-se que à medida que a diferença aumenta a probabilidade de ocorrência de descargas elétricas aumenta. Para valores positivo a probabilidade de ocorrência é superior a 13 %. Figura 2 Curva ajustada entre a diferença de temperatura de brilho e a freqüência relativa de ocorrência de descargas elétricas. Esse resultado mostra que as descargas elétricas estão altamente relacionadas com as nuvens penetrativas, podendo assim ter uma estimativa de probabilidade de ocorrência de descargas elétricas para qualquer região da América do sul a partir das imagens GOES. 4

5 A figura 3a mostra um exemplo de campo de probabilidade de detecção de descarga elétrica para o dia 15/09/2006 as 19:30 GMT e a figura 3b mostram o número de descargas elétricas detectadas pela rede RINDAT, em uma área de 10 x 10 km 2 para 15 minutos antes e a 15 minutos depois do horário da varredura do satélite. Observa-se que a região sul-sudeste com probabilidade de ocorrência de raio coincide muito bem com os raios nuvens-solo detectados pela rede. Esse produto está sendo disponibilizado para usuários em tempo real a cada meia hora no site: (a) (b) Figura 3 a) Campo de probabilidade de detecção de descarga elétrica para o dia 15/09/2006 as 19:30 GMT; b) Número de raios detectado pela rede RINDAT, em uma área de 10 x 10 km 2 para o dia 15/09/ :15 a 19:45 GMT. CONCLUSÕES Neste trabalho analisa-se a relação das atividades elétricas com as nuvens penetrativas ou nuvens com convecção profunda, que podem ser determinadas através da diferença de temperatura de brilho entre os canais IR e WV do satélite GOES-12. A hipótese principal testada neste estudo é que as nuvens penetrativas são fortemente associadas à ocorrência de descargas elétricas e que as nuvens penetrativas podem ser monitoradas através da diferença entre os canais WV e IR. Através desse estudo foi possível determinar uma relação para estimar a probabilidade de ocorrência de descargas elétricas sobre região da América do Sul. Com base nos resultados obtidos concluiu-se que as diferenças dos canais WV e IR pode dar informação 5

6 satisfatória a respeito de ocorrência de descargas elétricas em regiões desprovidas de sensores de medidas de descargas elétricas. Como as observações convencionais fornecidas pela RINDAT oferecem cobertura espacial parcial da, América do Sul, esse produto se apresenta como uma informação alternativa na detecção de descargas elétricas. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA GALANTE, R. N. e Machado, L. A. T., 2006: Um Modelo de Estimativa dos Ventos Para os Baixos Níveis Utilizando Imagens dos Canais Visível e Infravermelho Próximo (3,9µm). Submetido a Revista Brasileira de Meteorologia. KURINO, T., 1997: A satellite infrared Technique for estimating Deep/Shallow precipitation. Adv. Space Res., 19, 3, MACEDO, S.R.; W.F.A. Lima, L.A.T. Machado, O. Pinto Jr., 2005: Monitoramento e evolução de descargas elétricas atmosféricas associadas a sistemas convectivos de mesoescala. Boletim da Soc. Bras. Meteorologia, 29, 3, PINTO JR., O., 2005: A arte da guerra contra os raios. Editora Oficina do Texto. PINTO JR., O., Saba, M.M.F., Pinto, I.R.C.A., Tavares, F.S.S., Solorzano, N.N., Naccarato, K.P., Taylor, M., P.D. Pautet, Holzworth, R.H., 2004: "Thunderstorm and lightning characteristics associated with sprites in Brazil", Geophys. Res. Lett., 31(13): SCHMETZ, J., Tjemkes, S. A., Gube, M., and Van de Berg, L., 1997: Monitoring deep convection and convective overshooting. Adv. Space Res., 19, 3, SOUZA, R. A. F., M.P. Corrêa, J. C. Ceballos, C. F. de Angelis, L. A. Machado, W.F.A. Lima, S. R. Macedo, 2005: Contribuições à Meteorologia por Satélite: Produtos Operacionais no CPTEC. Boletim da Soc. Bras. Meteorologia, 29, 2,

MONITORAMENTO E EVOLUÇÃO DE DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS ASSOCIADAS A SISTEMAS CONVECTIVOS DE MESOESCALA

MONITORAMENTO E EVOLUÇÃO DE DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS ASSOCIADAS A SISTEMAS CONVECTIVOS DE MESOESCALA MONITORAMENTO E EVOLUÇÃO DE DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS ASSOCIADAS A SISTEMAS CONVECTIVOS DE MESOESCALA Suzana Rodrigues Macedo, Wagner Flauber Araújo Lima, Luiz Augusto Toledo Machado Divisão de

Leia mais

Tempestades e tempo severo durante o experimento CHUVA- GLM Vale do Paraíba

Tempestades e tempo severo durante o experimento CHUVA- GLM Vale do Paraíba Tempestades e tempo severo durante o experimento CHUVA- GLM Vale do Paraíba Rachel Albrecht 1, Carlos Morales 2, Enrique Mattos 1, Thiago Biscaro 1, Luiz A. T. Machado 1, 6 Evandro Anselmo 2, João Neves

Leia mais

BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011

BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011 BOLETIM PROJETO CHUVA - 22 DE JUNHO DE 2011 Condições Climáticas Na carta de Temperatura da Superfície do Mar (TSM), que pode ser analisado através da Figura 1a, são observadas anomalias positivas de TSM

Leia mais

MONITORAMENTO DE TEMPESTADE POR SATÉLITE E RADAR METEOROLÓGICO: ANÁLISE DE EVENTO

MONITORAMENTO DE TEMPESTADE POR SATÉLITE E RADAR METEOROLÓGICO: ANÁLISE DE EVENTO MONITORAMENTO DE TEMPESTADE POR SATÉLITE E RADAR METEOROLÓGICO: ANÁLISE DE EVENTO Carlos Alberto de Agostinho Antonio 1 Wagner Flauber Araujo Lima 2 Luiz Augusto Toledo Machado 3 RESUMO: O presente trabalho

Leia mais

MONITORAMENTO ATMOSFÉRICO NOÇÕES SOBRE A ATMOSFERA TERRESTRE

MONITORAMENTO ATMOSFÉRICO NOÇÕES SOBRE A ATMOSFERA TERRESTRE EMED - Empreendimentos Educacionais Ltda Centro de Formação Profissional BOM PASTOR MONITORAMENTO ATMOSFÉRICO NOÇÕES SOBRE A ATMOSFERA TERRESTRE Centro de Formação Profissional Colégio Bom Pastor Curso

Leia mais

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009 ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009 A partir da tarde e parte da noite do dia 7 de fevereiro de 2009 foram registradas

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE ÍNDICES DE INSTABILIDADE E OCORRÊNCIA DE CONVECÇÃO EM URUGUAIANA NO PERÍODO DE MARÇO DE 2007 A FEVEREIRO DE

RELAÇÃO ENTRE ÍNDICES DE INSTABILIDADE E OCORRÊNCIA DE CONVECÇÃO EM URUGUAIANA NO PERÍODO DE MARÇO DE 2007 A FEVEREIRO DE RELAÇÃO ENTRE ÍNDICES DE INSTABILIDADE E OCORRÊNCIA DE CONVECÇÃO EM URUGUAIANA NO PERÍODO DE MARÇO DE 2007 A FEVEREIRO DE 2008 MOREIRA, Paula Doubrawa 1 ; TUCHTENHAGEN, Patrícia Nunes 2, FOSTER, Paulo

Leia mais

CEC- Centro Educacional Cianorte ELEMENTOS CLIMÁTICOS

CEC- Centro Educacional Cianorte ELEMENTOS CLIMÁTICOS CEC- Centro Educacional Cianorte ELEMENTOS CLIMÁTICOS PROFESSOR: JOÃO CLÁUDIO ALCANTARA DOS SANTOS A atmosfera A atmosfera constitui uma transição gradual entre o ambiente em que vivemos e o restante do

Leia mais

MONITORAMENTO DA ZONA DE CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL (ZCIT) ATRAVÉS DE DADOS DE TEMPERATURA DE BRILHO (TB) E RADIAÇÃO DE ONDA LONGA (ROL)

MONITORAMENTO DA ZONA DE CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL (ZCIT) ATRAVÉS DE DADOS DE TEMPERATURA DE BRILHO (TB) E RADIAÇÃO DE ONDA LONGA (ROL) MONITORAMENTO DA ZONA DE CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL (ZCIT) ATRAVÉS DE DADOS DE TEMPERATURA DE BRILHO (TB) E RADIAÇÃO DE ONDA LONGA (ROL) David Mendes, Cristopher A. C. Castro, Hélio Camargo Jr., Marcos

Leia mais

Relatório - Aplicativo SOS Chuva

Relatório - Aplicativo SOS Chuva Relatório - Aplicativo SOS Chuva 1. Introdução O projeto SOS Chuva visa desenvolver pesquisa em previsão imediata de tempestades com base no conhecimento adquirido sobre as propriedades físicas das nuvens

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GCQ 10 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE INTERFERÊNCIAS, COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA

Leia mais

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002 ESTUDO DE TEMPESTADES DO VERÃO 2001/2002 NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: ASPECTOS OBSERVACIONAIS E NUMÉRICOS Igor Cerqueira Oliveira UFRJ - Dept. de Meteorologia - Laboratório de Prognósticos em Mesoescala

Leia mais

CAPÍTULO 4 TECNOLOGIA ESPACIAL NO ESTUDO DE FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS

CAPÍTULO 4 TECNOLOGIA ESPACIAL NO ESTUDO DE FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS INPE-8984-PUD/62 CAPÍTULO 4 TECNOLOGIA ESPACIAL NO ESTUDO DE FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS Jorge Conrado Conforte INPE São José dos Campos 2002 C A P Í T U L O 4 T E C N O L O G I A E S P A C I A L N O E S T

Leia mais

Eventos climáticos extremos: monitoramento e previsão climática do INPE/CPTEC

Eventos climáticos extremos: monitoramento e previsão climática do INPE/CPTEC Eventos climáticos extremos: monitoramento e previsão climática do INPE/CPTEC Ariane Frassoni dos Santos ariane.frassoni@cptec.inpe.br Junho de 2014 Sumário Introdução Clima e variabilidade climática Monitoramento

Leia mais

APLICAÇÔES DO PRODUTO DE SOBREPOSIÇÃO DE CAMPOS METEOROLÓGICOS A IMAGENS DE SATÉLITE

APLICAÇÔES DO PRODUTO DE SOBREPOSIÇÃO DE CAMPOS METEOROLÓGICOS A IMAGENS DE SATÉLITE APLICAÇÔES DO PRODUTO DE SOBREPOSIÇÃO DE CAMPOS METEOROLÓGICOS A IMAGENS DE SATÉLITE Lúcia Helena Ribas Machado 1 e Marcus Jorge Bottino 2 RESUMO: Encontra-se operacional no CPTEC um produto de visualização

Leia mais

APLICAÇÃO DE ÍNDICE DE SEVERIDADE EM DADOS DO RADAR METEOROLÓGICO DO PICO DO COUTO - RJ

APLICAÇÃO DE ÍNDICE DE SEVERIDADE EM DADOS DO RADAR METEOROLÓGICO DO PICO DO COUTO - RJ APLICAÇÃO DE ÍNDICE DE SEVERIDADE EM DADOS DO RADAR METEOROLÓGICO DO PICO DO COUTO - RJ Antônio Paulo de Queiroz 1, Paulo R. Bastos de Carvalho 2,Valdeci Donizete J. França 3 1,2,3 Centro Nacional de Meteorologia

Leia mais

O que é meteorologia?

O que é meteorologia? O que é meteorologia? Estudo dos fenômenos atmosféricos Distinção de meteorologia de climatologia (clima vs tempo) Física newtoniana (mecânica dos fluidos) aplicada à atmosfera. Movimentos obedecem à 2ª.

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO SOBRE A PRIMAVERA NO ESTADO DO PARANÁ

BOLETIM CLIMÁTICO SOBRE A PRIMAVERA NO ESTADO DO PARANÁ BOLETIM CLIMÁTICO SOBRE A PRIMAVERA NO ESTADO DO PARANÁ Data da previsão: 22/09/15 Duração da Primavera: 23/09/15 (05h20) a 22/12/2015 (01h48 não ajustado ao horário de verão) Características climáticas

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE UM MÉTODO PARA ESTIMATIVA DE TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE TERRESTRE MEDIANTE DADOS AVHRR/NOAA E GOES-8

IMPLEMENTAÇÃO DE UM MÉTODO PARA ESTIMATIVA DE TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE TERRESTRE MEDIANTE DADOS AVHRR/NOAA E GOES-8 IMPLEMENTAÇÃO DE UM MÉTODO PARA ESTIMATIVA DE TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE TERRESTRE MEDIANTE DADOS AVHRR/NOAA E GOES-8 Egídio Arai Eduardo Jorge de Brito Bastos Nelson Arai Instituto Nacional de Pesquisas

Leia mais

FREQUÊNCIA DE LINHAS DE INSTABILIDADE E CONVECÇÃO SOBRE A COSTA NORTE DO BRASIL

FREQUÊNCIA DE LINHAS DE INSTABILIDADE E CONVECÇÃO SOBRE A COSTA NORTE DO BRASIL FREQUÊNCIA DE LINHAS DE INSTABILIDADE E CONVECÇÃO SOBRE A COSTA NORTE DO BRASIL Fernando Pereira de Oliveira,*, Marcos Daisuke Oyama Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE * fernando.oliveira@cptec.inpe.br

Leia mais

CHUVA DE GRANIZO EM SÃO PAULO, UM ESTUDO DE CASO. Roberto Carlos Gomes Pereira 1

CHUVA DE GRANIZO EM SÃO PAULO, UM ESTUDO DE CASO. Roberto Carlos Gomes Pereira 1 CHUVA DE GRANIZO EM SÃO PAULO, UM ESTUDO DE CASO Roberto Carlos Gomes Pereira 1 RESUMO Chuvas severas são freqüentes durante a estação chuvosa sobre o Brasil, especialmente na Região Sul como em Conforte,

Leia mais

CC54Z - Hidrologia. Precipitação: definição, métodos de medição e grandezas características. Universidade Tecnológica Federal do Paraná

CC54Z - Hidrologia. Precipitação: definição, métodos de medição e grandezas características. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Precipitação: definição, métodos de medição e grandezas características Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Definir a importância

Leia mais

Estudo de Sistemas Convectivos de Mesoescala no Sul da América do Sul utilizando o Modelo WRF

Estudo de Sistemas Convectivos de Mesoescala no Sul da América do Sul utilizando o Modelo WRF Estudo de Sistemas Convectivos de Mesoescala no Sul da América do Sul utilizando o Modelo WRF Luciana Cardoso Neta 1, Roseli Gueths Gomes 2, Eliane Grala Pinheiro Alves 3 1,2,3 Centro de Pesquisa e Previsões

Leia mais

INFORMATIVO CLIMÁTICO

INFORMATIVO CLIMÁTICO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO NÚCLEO GEOAMBIENTAL LABORATÓRIO DE METEOROLOGIA INFORMATIVO CLIMÁTICO FEVEREIRO DE 2015 O mês de fevereiro de 2015 apresentou irregular distribuição de chuva, com déficits

Leia mais

RECONHECIMENTO DE NUVENS PRECIPITÁVEIS POR MEIO DE SENSORIAMENTO REMOTO. Juliana Maria Duarte Mol 1 Néstor Aldo Campana 2 RESUMO

RECONHECIMENTO DE NUVENS PRECIPITÁVEIS POR MEIO DE SENSORIAMENTO REMOTO. Juliana Maria Duarte Mol 1 Néstor Aldo Campana 2 RESUMO RECONHECIMENTO DE NUVENS PRECIPITÁVEIS POR MEIO DE SENSORIAMENTO REMOTO Juliana Maria Duarte Mol Néstor Aldo Campana 2 RESUMO Neste trabalho foi realizado o reconhecimento de nuvens precipitáveis sobre

Leia mais

Novembro de 2012 Sumário

Novembro de 2012 Sumário 18 Novembro de 2012 Sumário BOLETIM DIÁRIO DO TEMPO... 2 Boletim do Tempo para 18 de Novembro... 2 Previsão do Tempo para o dia 19 de Novembro de 2012 (24 horas)... 4 Tendência para o dia 20 de Novembro

Leia mais

SISTEMA DE MONITORAMENTO METEOROLÓGICO PARA A OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DO SISTEMA ELÉTRICO DA BANDEIRANTE ENERGIA S.A.

SISTEMA DE MONITORAMENTO METEOROLÓGICO PARA A OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DO SISTEMA ELÉTRICO DA BANDEIRANTE ENERGIA S.A. SISTEMA DE MONITORAMENTO METEOROLÓGICO PARA A OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DO SISTEMA ELÉTRICO DA BANDEIRANTE ENERGIA S.A. Carlos Augusto Morales Rodriguez 1, Jojhy Sakuragi 2, Domingos

Leia mais

Frente fria provoca deslizamentos e mais de 30 mortes na região serrana do RJ

Frente fria provoca deslizamentos e mais de 30 mortes na região serrana do RJ Frente fria provoca deslizamentos e mais de 30 mortes na região serrana do RJ No decorrer do dia 17/03 e madrugada do dia 18/03/2013 houve chuvas torrenciais que ocasionaram diversos impactos em áreas

Leia mais

Previsão de Tempo: Um desafio Diário a Serviço da Sociedade. Olivio Bahia Meteorologista do GPT CPTEC/INPE

Previsão de Tempo: Um desafio Diário a Serviço da Sociedade. Olivio Bahia Meteorologista do GPT CPTEC/INPE Previsão de Tempo: Um desafio Diário a Serviço da Sociedade Olivio Bahia Meteorologista do GPT CPTEC/INPE O TERMO METEOROLOGIA, ARISTÓTELES (340 A.C) LIVRO : METEOROLÓGICA APROXIMADAMENTE, EM 1600, CHEGARAM

Leia mais

Atividades Avaliativas

Atividades Avaliativas Atividades Avaliativas Ciências 5 o ano 2 o bimestre Nome: data: 1 Encontre no caça-palavras o nome dos cinco oceanos do planeta Terra. a) Pinte de verde o oceano que banha o litoral brasileiro. CAÇA-PALAVRAS

Leia mais

ANÁLISE SINÓTICA E DE MESOESCALA DE EVENTO CICLOGENÉTICO OCORRIDO NO DIA 07 DE JUNHO DE 2011

ANÁLISE SINÓTICA E DE MESOESCALA DE EVENTO CICLOGENÉTICO OCORRIDO NO DIA 07 DE JUNHO DE 2011 ANÁLISE SINÓTICA E DE MESOESCALA DE EVENTO CICLOGENÉTICO OCORRIDO NO DIA 07 DE JUNHO DE 2011 O processo de formação de um ciclone extratropical provocou muita instabilidade e temporais entre a Região Sul,

Leia mais

Perguntas freqüentes

Perguntas freqüentes Perguntas freqüentes 1. O que é o produto sondagem atmosférica por sensoriamento remoto? São produtos, normalmente perfis de temperatura e de umidade e informações obtidas através desses perfis, produzidos

Leia mais

ACA Meteorologia Por Satélite

ACA Meteorologia Por Satélite ACA0413 - Meteorologia Por Satélite Aula 2 o semestre 3 Interpretação 2016 de imagens Aula 03 INTERPRETAÇÃO DE IMAGENS 1. Objetivos 2. Propriedades espectrais 3. Canais do visível (VIS) 4. Canais do infravermelho

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O BRASIL NO VERÃO E OUTONO DE 1998.

CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O BRASIL NO VERÃO E OUTONO DE 1998. CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O BRASIL NO VERÃO E OUTONO DE 1998. Nuri Calbete (nuri@cptec.inpe.br), Iracema F.A.Cavalcanti (iracema@cptec.inpe.br), Mario F.L.Quadro (mario@cptec.inpe.br) Centro

Leia mais

ACA-223: Climatologia 1. Climatologia Física: Elementos e Controles do Clima: Variabilidade Diurna e Sazonal

ACA-223: Climatologia 1. Climatologia Física: Elementos e Controles do Clima: Variabilidade Diurna e Sazonal ACA-223: Climatologia 1 Climatologia Física: Elementos e Controles do Clima: Variabilidade Diurna e Sazonal O que é o Clima? Clima: estado da atmosfera (caracterizado pelas variáveis atmosféricas, ex.

Leia mais

SIMULAÇÃO DO FURACÃO CATARINA USANDO O MODELO MM5

SIMULAÇÃO DO FURACÃO CATARINA USANDO O MODELO MM5 SIMULAÇÃO DO FURACÃO CATARINA USANDO O MODELO MM5 GILSANE MARI DA COSTA PINHEIRO 1, ROGÉRIO DE SOUZA E SILVA¹, GABRIEL BONOW MÜNCHOW 2, BRUNA BARBOSA SILVEIRA² RESUMO - Neste trabalho foi feita uma similação

Leia mais

Camada onde se dão a vida e os fenômenos meteorológicos. As temperaturas são menores quanto maiores forem as altitudes.

Camada onde se dão a vida e os fenômenos meteorológicos. As temperaturas são menores quanto maiores forem as altitudes. Camadas da atmosfera Composição Camadas Troposfera Camada onde se dão a vida e os fenômenos meteorológicos. As temperaturas são menores quanto maiores forem as altitudes. Estratosfera Camada onde quase

Leia mais

Sistema de Visualização de Sistemas Convectivos. Sistema de Visualização de Sistemas Convectivos

Sistema de Visualização de Sistemas Convectivos. Sistema de Visualização de Sistemas Convectivos Sistema de Visualização de Sistemas Convectivos 1. Introdução: O aplicativo Previsão a Curto Prazo e Evolução dos Sistemas Convectivos denominado de FORTRACC, foi desenvolvido com o objetivo de obter a

Leia mais

Desafio da operação do SIN frente às tempestades severas X estado-da-arte das informações meteorológicas para essa tarefa

Desafio da operação do SIN frente às tempestades severas X estado-da-arte das informações meteorológicas para essa tarefa Desafio da operação do SIN frente às tempestades severas estado-da-arte das informações meteorológicas para essa tarefa Marco Antonio Rodrigues Jusevicius Desafio de operar uma infraestrutura como o SIN

Leia mais

Características Climáticas da Primavera

Características Climáticas da Primavera Previsão Climática para a Primavera/2014 Data da Previsão: 17/09/2014 Duração da Primavera: 22/09/2014(23h29min) a 21/12/2014 (20h03min*) *Não acompanha o horário de verão Características Climáticas da

Leia mais

ÍNDICES DE INSTABILIDADE PARA PREVISÃO DE CHUVA E TEMPESTADES SEVERAS. Maria Assunção F. Silva Dias

ÍNDICES DE INSTABILIDADE PARA PREVISÃO DE CHUVA E TEMPESTADES SEVERAS. Maria Assunção F. Silva Dias ÍNDICES DE INSTABILIDADE PARA PREVISÃO DE CHUVA E TEMPESTADES SEVERAS Maria Assunção F. Silva Dias Departamento de Ciências Atmosféricas Instituto Astronômico e Geofísico Universidade de São Paulo Março

Leia mais

PLANEJAMENTO E MONITORAMENTO DE EVENTOS HIDROMETEOROLÓGICOS EXTREMOS

PLANEJAMENTO E MONITORAMENTO DE EVENTOS HIDROMETEOROLÓGICOS EXTREMOS PLANEJAMENTO E MONITORAMENTO DE EVENTOS HIDROMETEOROLÓGICOS EXTREMOS SISEMA Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Palestrante: Jeane Dantas de Carvalho Instituto Mineiro de Gestão das Águas

Leia mais

Utilização de sensoriamento remoto como auxílio em análise meteorológica de um sistema convectivo

Utilização de sensoriamento remoto como auxílio em análise meteorológica de um sistema convectivo Utilização de sensoriamento remoto como auxílio em análise meteorológica de um sistema convectivo Flavio Tiago do Couto 1 Paulo Roberto Pelufo Foster 2 1 Universidade Federal de Pelotas UFPel Campus Universitário

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE VEGETAÇÃO ATRAVÉS DE IMAGENS METEOSAT-8

DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE VEGETAÇÃO ATRAVÉS DE IMAGENS METEOSAT-8 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE VEGETAÇÃO ATRAVÉS DE IMAGENS METEOSAT-8 BARBOSA, H. A. 1 ; ACCIOLY FILHO, J. B. P. 2 ; MELCÍADES, W. L. B. 3 ; MELLO, N. G. S. 4 ; SOUZA, J. M. DE 5 RESUMO: Neste trabalho, o

Leia mais

MODELO DE ESTAÇÕES VIRTUAIS COM ESTIMATIVA DE PRECIPITAÇÃO E TEMPERATURA PARA APRIMORAMENTO DOS MAPAS NO AGRITEMPO

MODELO DE ESTAÇÕES VIRTUAIS COM ESTIMATIVA DE PRECIPITAÇÃO E TEMPERATURA PARA APRIMORAMENTO DOS MAPAS NO AGRITEMPO MODELO DE ESTAÇÕES VIRTUAIS COM ESTIMATIVA DE PRECIPITAÇÃO E TEMPERATURA PARA APRIMORAMENTO DOS MAPAS NO AGRITEMPO LUCIANA A. S. ROMANI 1, ADRIANO F. OTAVIAN 2, SILVIO R. M. EVANGELISTA 3, EDUARDO D. ASSAD

Leia mais

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL JULHO/AGOSTO/SETEMBRO -2017 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural JUNHO/2017 Diminui a probabilidade para a formação de El Niño no segundo semestre de 2017

Leia mais

Abril de 2011 Sumário

Abril de 2011 Sumário 17 Abril de 2011 Sumário BOLETIM DIÁRIO DO TEMPO... 2 Boletim do Tempo para 17 de abril (CHUVA)... 2 Previsão do Tempo para 18/19 de abril (24hr)... 5 Boletim Técnico CPTEC... 6 Nível 250 hpa... 6 Nível

Leia mais

EFEITOS DE FRENTES FRIAS NO COMPORTAMENTO CLIMÁTICO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)

EFEITOS DE FRENTES FRIAS NO COMPORTAMENTO CLIMÁTICO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES) EFEITOS DE FRENTES FRIAS NO COMPORTAMENTO CLIMÁTICO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES) ANDERSON DA SILVA. SIMÕES 1, WESLEY SOUZA CAMPOS CORREA 2, EBERVAL MARCHIORO 3. 1 Graduando de Geografia, Universidade Federal

Leia mais

CASO EXTREMO DE PRECIPITAÇÃO COM OCORRÊNCIA DE DESLIZAMENTO NA SERRA DO MAR

CASO EXTREMO DE PRECIPITAÇÃO COM OCORRÊNCIA DE DESLIZAMENTO NA SERRA DO MAR CASO EXTREMO DE PRECIPITAÇÃO COM OCORRÊNCIA DE DESLIZAMENTO NA SERRA DO MAR Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti Fernanda Cerqueira José Roberto Rozante Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos

Leia mais

Disciplina: Física da Terra e do Universo para Licenciatura em Geociências. Meteorologia. Profa.: Rita Ynoue

Disciplina: Física da Terra e do Universo para Licenciatura em Geociências. Meteorologia. Profa.: Rita Ynoue Disciplina: 1400200 - Física da Terra e do Universo para Licenciatura em Geociências Meteorologia Profa.: Rita Ynoue O que é meteorologia? Estudo dos fenômenos atmosféricos Física newtoniana (mecânica

Leia mais

RAIOS E TROVÕES Tudo sobre tempestades. [pág. 4] Figura 1 - Raios no Cristo Redentor do Rio de Janeiro.

RAIOS E TROVÕES Tudo sobre tempestades. [pág. 4] Figura 1 - Raios no Cristo Redentor do Rio de Janeiro. PIBID FÍSICA A FÍSICA ONTEM E HOJE A Física das Chuvas EDIÇÃO MAIO DE 2014 RAIOS E TROVÕES Tudo sobre tempestades. [pág. 4] Figura 1 - Raios no Cristo Redentor do Rio de Janeiro. CHUVA E UMIDADE DO AR

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS OCORRÊNCIAS DE QUEDAS DE ÁRVORES E AS SUAS RELAÇÕES

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS OCORRÊNCIAS DE QUEDAS DE ÁRVORES E AS SUAS RELAÇÕES DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS OCORRÊNCIAS DE QUEDAS DE ÁRVORES E AS SUAS RELAÇÕES COM VENTOS FORTES NO ESTADO DE SÃO PAULO DE 2000 A 2007 Mayra de Oliveira Melo 1 ; Iára Regina Nocentini André 2 ; Thiago Salomão

Leia mais

Estimativa da Temperatura da TST

Estimativa da Temperatura da TST Estimativa da Temperatura da Superfície Terrestre TST Estimativa da TST TST estimada a partir da temperatura de brilho (TB) (temperatura radiante radiação emitida pela superfície) A TB é uma estimativa

Leia mais

USO DE INFORMAÇÕES SOBRE RELÂMPAGOS PARA O MONITORAMENTO E PREVISÃO DE EVENTOS ATMOSFÉRICOS

USO DE INFORMAÇÕES SOBRE RELÂMPAGOS PARA O MONITORAMENTO E PREVISÃO DE EVENTOS ATMOSFÉRICOS USO DE INFORMAÇÕES SOBRE RELÂMPAGOS PARA O MONITORAMENTO E PREVISÃO DE EVENTOS ATMOSFÉRICOS Fábio Marcelo Breunig 1, Vandoir Bourscheidt 2, Osmar Pinto Junior 3, João Paulo Minussi 4, Nelson Jorge Schuch

Leia mais

Estimativa da água precipitável utilizando dados do sensor MODIS-TERRA e Radiômetro de Microondas

Estimativa da água precipitável utilizando dados do sensor MODIS-TERRA e Radiômetro de Microondas Estimativa da água precipitável utilizando dados do sensor -TERRA e Radiômetro de Microondas Lia Amaral 1, Ramon Campos 2, Alan Calheiros, Nelson de Jesus Ferreira 4, Yoshihiro Yamasaki 5, Simone Sievert

Leia mais

Neve nas serras gaúcha e catarinense no dia 26/06/2011

Neve nas serras gaúcha e catarinense no dia 26/06/2011 Neve nas serras gaúcha e catarinense no dia 26/06/2011 Entre a tarde e a noite de domingo do dia 26 junho houve a primeira queda de neve de 2011 em território brasileiro. De acordo com a Climaterra, os

Leia mais

Estudo de caso de chuva significativa no interior da Região Nordeste do Brasil ocorrida no mês de abril de 2009.

Estudo de caso de chuva significativa no interior da Região Nordeste do Brasil ocorrida no mês de abril de 2009. Estudo de caso de chuva significativa no interior da Região Nordeste do Brasil ocorrida no mês de abril de 2009. INTRODUÇÃO Chuvas fortes e contínuas causaram transtornos e destruição em algumas localidades

Leia mais

Relação entre a precipitação pluvial no Rio Grande do Sul e a Temperatura da Superfície do Mar do Oceano Atlântico

Relação entre a precipitação pluvial no Rio Grande do Sul e a Temperatura da Superfície do Mar do Oceano Atlântico Relação entre a precipitação pluvial no Rio Grande do Sul e a Temperatura da Superfície do Mar do Oceano Atlântico Eliane Barbosa Santos 1 e Gilberto Barbosa Diniz 1 Universidade Federal de Pelotas Curso

Leia mais

Introdução. A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados

Introdução. A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados Introdução A importância da compreensão dos fenômenos meteorologicos Grande volume de dados Estações meteorológicas Imagens de satélite Radar Aeronaves, navios e bóias oceânicas Necessidade de rapidez

Leia mais

Atmosfera terrestre Parte 2

Atmosfera terrestre Parte 2 Atmosfera Terrestre (Parte 2) - FIP10104 - Técnicas Observacionais e Instrumentais p. Atmosfera terrestre Parte 2 Tibério B. Vale Depto. Astronomia, IF, UFRGS FIP10104-Técnicas Observacionais e Instrumentais

Leia mais

1 Mestranda (CNPq) do Programa de Pós-graduação em Meteorologia/Universidade Federal de

1 Mestranda (CNPq) do Programa de Pós-graduação em Meteorologia/Universidade Federal de Análise dos Eventos Extremos de Chuva ocorridos em Maio de 06 em Salvador Fernanda Gonçalves Rocha 1, Maria Regina da Silva Aragão 2, Magaly de Fátima Correia 3, Heráclio Alves de Araújo 4 1 Mestranda

Leia mais

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE OCORRÊNCIA DE TEMPO SEVERO NA CAPITAL PAULISTA E NO VALE DO PARAÍBA

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE OCORRÊNCIA DE TEMPO SEVERO NA CAPITAL PAULISTA E NO VALE DO PARAÍBA ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE OCORRÊNCIA DE TEMPO SEVERO NA CAPITAL PAULISTA E NO VALE DO PARAÍBA Introdução Elaborado por Silvia Manami Yaguchi e Gustavo Escobar No final da tarde do dia 4 de Maio de

Leia mais

CHUVA DE GRANIZO EM MINAS GERAIS (MG)

CHUVA DE GRANIZO EM MINAS GERAIS (MG) CHUVA DE GRANIZO EM MINAS GERAIS (MG) Entre os dias 14 e 17 de setembro de 2008, várias localidades do sul, Zona da Mata e Região Metropolitana de MG, e algumas do sul do ES foram atingidas por temporais

Leia mais

Unidade 8. A Dinâmica da Atmosfera

Unidade 8. A Dinâmica da Atmosfera Unidade 8 A Dinâmica da Atmosfera O Clima Clima: Características predominantes da atmosfera em uma região ao longo do tempo. Para definir o clima de uma região, são necessários aprox. 30 anos de coleta

Leia mais

CIMIS CALIFORNIA IRRIGATION MANAGEMENT INFORMATION SYSTEM

CIMIS CALIFORNIA IRRIGATION MANAGEMENT INFORMATION SYSTEM APOIO AO IRRIGANTE: O MANEJO DA IRRIGAÇÃO COM O CIMIS CALIFORNIA IRRIGATION MANAGEMENT INFORMATION SYSTEM Discentes: Maria Eliza Falaschi Nucci Patrícia Helena Junqueira Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino

Leia mais

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002 ESTUDO DA VARIAÇÃO SAZONAL DE ELEMENTOS METEOROLÓGICOS EM DIFERENTES ECOSSISTEMAS JUNTO AO LITORAL ATLÂNTICO DA AMAZÔNIA Kellen Carla Lima & Midori Makino Universidade Federal do Pará Rua Augusto Corrêa,

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS DE MONITORAMENTO CLIMÁTICO MENSAL E TRIMESTRAL DAS CHUVAS NO BRASIL NA PÁGINA DO CPTEC/INPE

INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS DE MONITORAMENTO CLIMÁTICO MENSAL E TRIMESTRAL DAS CHUVAS NO BRASIL NA PÁGINA DO CPTEC/INPE Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos - CPTEC Rodovia Pres. Dutra, km 40, Cachoeira Paulista, SP, CEP: 12630-000 www.cptec.inpe.br INFORMAÇÕES

Leia mais

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE SUPERFÍCIE ANTECEDENTES À PRECIPITAÇÃO DE ORIGEM CONVECTIVA NA CIDADE DE SÃO PAULO

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE SUPERFÍCIE ANTECEDENTES À PRECIPITAÇÃO DE ORIGEM CONVECTIVA NA CIDADE DE SÃO PAULO ANÁLISE DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE SUPERFÍCIE ANTECEDENTES À PRECIPITAÇÃO DE ORIGEM CONVECTIVA NA CIDADE DE SÃO PAULO Alessandro Santos Borges Augusto José Pereira Filho Universidade de São Paulo

Leia mais

Ensino Fundamental II Avaliação Objetiva Ciências Naturais & Geografia Professora Maristela & Leila 3 Bimestre Valor: 4,0

Ensino Fundamental II Avaliação Objetiva Ciências Naturais & Geografia Professora Maristela & Leila 3 Bimestre Valor: 4,0 Ensino Fundamental II Avaliação Objetiva - 2010 5ª Série Ciências Naturais & Geografia Professora Maristela & Leila 3 Bimestre Valor: 4,0 Conteúdos Atmosfera; Clima; Efeito Estufa Preste atenção! Os itens

Leia mais

5.1 Fundamentação teórica para a região espectral do infravermelho

5.1 Fundamentação teórica para a região espectral do infravermelho 5. Sondagem vertical da atmosfera Após o estabelecimento de um padrão operacional do uso de satélites com finalidade de monitoramento da atmosfera, os meteorologistas passaram a interessar-se pela possibilidade

Leia mais

EFEITOS DE UM BLOQUEIO ATMOSFÉRICO NO CAMPO DE PRECIPITAÇÃO E TEMPERATURA NO RIO GRANDE DO SUL

EFEITOS DE UM BLOQUEIO ATMOSFÉRICO NO CAMPO DE PRECIPITAÇÃO E TEMPERATURA NO RIO GRANDE DO SUL EFEITOS DE UM BLOQUEIO ATMOSFÉRICO NO CAMPO DE PRECIPITAÇÃO E TEMPERATURA NO RIO GRANDE DO SUL Allan de Oliveira de Oliveira e- mail: allan_rs@yahoo.com.br Jaci M. B. Saraiva e- mail: dgejaci@super.furg.br

Leia mais

ANÁLISE DA EVOLUÇÃO E DA ESTRUTURA DO SISTEMA CONVECTIVO DE MESOESCALA ATRAVÉS DOS DADOS DE RADAR E DE SATÉLITE

ANÁLISE DA EVOLUÇÃO E DA ESTRUTURA DO SISTEMA CONVECTIVO DE MESOESCALA ATRAVÉS DOS DADOS DE RADAR E DE SATÉLITE ANÁLISE DA EVOLUÇÃO E DA ESTRUTURA DO SISTEMA CONVECTIVO DE MESOESCALA ATRAVÉS DOS DADOS DE RADAR E DE SATÉLITE. PARTE III: COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS DA ANÁLISE DOS DADOS DE RADAR E DE SATÉLITE Abstract

Leia mais

ATIVIDADE AVALIATIVA

ATIVIDADE AVALIATIVA Climatologia 2. Atmosfera Terrestre ATIVIDADE AVALIATIVA Valor: 1,0 Tempo para responder: 15min 1) Qual a importância da concentração dos gases que compõe a atmosfera terrestre, em termos físicos e biológicos?

Leia mais

FORMAÇÃO DE VÓRTICES NO CAMPO DE NEBULOSIDADE SOBRE A AMÉRICA DO SUL. PARTE I. NEBULOSIDADE CICLOGENÉTICA ATRAVÉS DOS DADOS DE SATÉLITE.

FORMAÇÃO DE VÓRTICES NO CAMPO DE NEBULOSIDADE SOBRE A AMÉRICA DO SUL. PARTE I. NEBULOSIDADE CICLOGENÉTICA ATRAVÉS DOS DADOS DE SATÉLITE. FORMAÇÃO DE VÓRTICES NO CAMPO DE NEBULOSIDADE SOBRE A AMÉRICA DO SUL. PARTE I. NEBULOSIDADE CICLOGENÉTICA ATRAVÉS DOS DADOS DE SATÉLITE. CAMPOS DE TEMPERATURA NA REGIÃO DO VÓRTICE CICLÔNICO. Natalia Fedorova

Leia mais

EVENTO EXTREMO DE CHUVA NO LITORAL DE SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO DE ABRIL DE 2014

EVENTO EXTREMO DE CHUVA NO LITORAL DE SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO DE ABRIL DE 2014 EVENTO EXTREMO DE CHUVA NO LITORAL DE SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO 13-15 DE ABRIL DE 2014 Entre o domingo (13/04/2014) e a terça-feira (15/04/2014) houve grande acumulado de chuva em localidades do litoral

Leia mais

Modelo de Previsão de Relâmpagos Nuvem-Solo Utilizando Imagens de Satélite em Infravermelho

Modelo de Previsão de Relâmpagos Nuvem-Solo Utilizando Imagens de Satélite em Infravermelho Modelo de Previsão de Relâmpagos Nuvem-Solo Utilizando Imagens de Satélite em Infravermelho Enrique Vieira Mattos 1, Luiz Augusto Toledo Machado 2 1 Divisão de Satélites e Sistemas Ambientais DSA 2 Centro

Leia mais

CONDIÇÕES PARA FORMAÇÃO DE NEVOEIRO EM PELOTAS - PARTE IV - MÉTODO DE PREVISÃO.

CONDIÇÕES PARA FORMAÇÃO DE NEVOEIRO EM PELOTAS - PARTE IV - MÉTODO DE PREVISÃO. CONDIÇÕES PARA FORMAÇÃO DE NEVOEIRO EM PELOTAS - PARTE IV - MÉTODO DE PREVISÃO. Vladair Morales de Oliveira 1 e-mail: vladair@cpmet.ufpel.tche.br Natalia Fedorova e-mail : natalia@cpmet.ufpel.tche.br Centro

Leia mais

Dados ambientais. Previsão do tempo. Imagem de satélite GOES

Dados ambientais. Previsão do tempo. Imagem de satélite GOES Dados ambientais. A terra recebe energia solar continuamente. A instituição recebe a radiação solar, que a através do aquecimento diurno e resfriamento noturno caracteriza o clima. Serão estudados dentro

Leia mais

Mapeamento do uso do solo para manejo de propriedades rurais

Mapeamento do uso do solo para manejo de propriedades rurais 1/45 Mapeamento do uso do solo para manejo de propriedades rurais Teoria Eng. Allan Saddi Arnesen Eng. Frederico Genofre Eng. Marcelo Pedroso Curtarelli 2/45 Conteúdo programático: Capitulo 1: Conceitos

Leia mais

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL DEZEMBRO/JANEIRO/FEVEREIRO 2015-2016 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural NOVEMBRO/2015 Comunicado importante da Aquaeris Meteorologia Em novembro de 2015

Leia mais

ESTIMATIVA DO ALBEDO E TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE UTILIZANDO IMAGENS ORBITAIS PARA O MUNICÍPIO DE BARRA BONITA SP

ESTIMATIVA DO ALBEDO E TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE UTILIZANDO IMAGENS ORBITAIS PARA O MUNICÍPIO DE BARRA BONITA SP ESTIMATIVA DO ALBEDO E TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE UTILIZANDO IMAGENS ORBITAIS PARA O MUNICÍPIO DE BARRA BONITA SP Laurizio Emanuel Ribeiro Alves 1 ; Heliofábio Barros Gomes 1 ; Sandro Correia de Holanda

Leia mais

Programação do Curso. Disposição I Atmosfera DISPOSIÇÃO NO MEIO-AMBIENTE

Programação do Curso. Disposição I Atmosfera DISPOSIÇÃO NO MEIO-AMBIENTE Programação do Curso Carga horária Formação Específica Tecnologias limpas 48 Gerenciamento das emissões 96 Disposição no meio ambiente 36 Análise de risco e segurança industrial 36 Gerenciamento estratégico

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MODELO DE KUO NA PREVISÃO DE CHUVAS NA REGIÃO DE PELOTAS COM A UTILIZAÇÃO DO MODELO BRAMS. José Francisco Dias da Fonseca 1

AVALIAÇÃO DO MODELO DE KUO NA PREVISÃO DE CHUVAS NA REGIÃO DE PELOTAS COM A UTILIZAÇÃO DO MODELO BRAMS. José Francisco Dias da Fonseca 1 AVALIAÇÃO DO MODELO DE KUO NA PREVISÃO DE CHUVAS NA REGIÃO DE PELOTAS COM A UTILIZAÇÃO DO MODELO BRAMS José Francisco Dias da Fonseca 1 Simone Colvara Alves 2 RESUMO O objetivo deste trabalho de pesquisa

Leia mais

IMPORTÂNCIA DAS IMAGENS PROVENIENTES DOS SATÉLITES METEOROLÓGICOS NO MONITORAMENTO DE SISTEMAS CONVECTIVOS

IMPORTÂNCIA DAS IMAGENS PROVENIENTES DOS SATÉLITES METEOROLÓGICOS NO MONITORAMENTO DE SISTEMAS CONVECTIVOS IMPORTÂNCIA DAS IMAGENS PROVENIENTES DOS SATÉLITES METEOROLÓGICOS NO MONITORAMENTO DE SISTEMAS CONVECTIVOS Anderson Wesley de Lima Souza 1, Ana Paula Colavite 2, Ricardo Henrique Bueno 3, Guilherme da

Leia mais

Temporais provocam prejuízos e mortes em Pelotas-RS

Temporais provocam prejuízos e mortes em Pelotas-RS Temporais provocam prejuízos e mortes em Pelotas-RS Durante a tarde e noite do dia 28/01/2009, áreas de baixa pressão, associadas à formação de uma onda frontal com características subtropicais, atuaram

Leia mais

A atmosfera é uma massa de ar gasosa que envolve o globo terrestre. Sua composição se divide em:

A atmosfera é uma massa de ar gasosa que envolve o globo terrestre. Sua composição se divide em: Meteorologia Introdução Meteorologia é a ciência que estuda a atmosfera, seus fenômenos e atividades. Ela é importante na aviação para proporcionar segurança e economia aos vôos. Atmosfera Terrestre A

Leia mais

ESTUDO DE ALGUMAS VARIÁVEIS METEOROLÓGICAS QUE AUXILIARAM NA PREVISÃO DE TEMPO PARA O DIA 18 DE JANEIRO DE 1998 PARA O ESTADO DE PERNAMBUCO.

ESTUDO DE ALGUMAS VARIÁVEIS METEOROLÓGICAS QUE AUXILIARAM NA PREVISÃO DE TEMPO PARA O DIA 18 DE JANEIRO DE 1998 PARA O ESTADO DE PERNAMBUCO. ESTUDO DE ALGUMAS VARIÁVEIS METEOROLÓGICAS QUE AUXILIARAM NA PREVISÃO DE TEMPO PARA O DIA 18 DE JANEIRO DE 1998 PARA O ESTADO DE PERNAMBUCO. Flaviano Fernandes Ferreira 1 Ricardo de Souza Rodrigues 2 RESUMO

Leia mais

Meteorologia para Jornalistas. Previsão Numérica de Tempo e Clima: Aspectos Gerais

Meteorologia para Jornalistas. Previsão Numérica de Tempo e Clima: Aspectos Gerais Meteorologia para Jornalistas Previsão Numérica de Tempo e Clima: Aspectos Gerais Professor: José Antonio Aravéquia Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos CPTEC/INPE http://www.cptec.inpe.br

Leia mais

Técnicas de Estimativa de Precipitação em Microondas Passivo

Técnicas de Estimativa de Precipitação em Microondas Passivo 1 écnicas de Estimativa de Precipitação em Microondas Passivo 18 de outubro de 2002 Nos comprimentos de onda de microondas (~ mm até cm), as gotas de nuvem tem uma interação muito pequena com a radiação.

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS DE TEMPO E CLIMA

INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS DE TEMPO E CLIMA INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS DE TEMPO E CLIMA Glauber Lopes Mariano Faculdade de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: glauber.mariano@ufpel.edu.br Meteorologia Ciência que estuda os fenômenos

Leia mais

A Atmosfera Terrestre: Parte 1

A Atmosfera Terrestre: Parte 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia FIP10104 - Técnicas Observacionais e Instrumentais A Atmosfera Terrestre: Parte 1 Rogério Riffel Porto Alegre, 24

Leia mais

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a temperatura máxima e mínima no Sul do Brasil

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a temperatura máxima e mínima no Sul do Brasil Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a temperatura máxima e mínima no Sul do Brasil Luiz Carlos Salgueiro Donato Bacelar¹; Júlio Renato Marques ² ¹Aluno

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ Disciplina: 2E321 - METEOOROLOGIA E CLIMATOLOGIA CONCEITOS INICIAIS Professor: Luiz Carlos A. dos Santos Tempo atmosférico ou

Leia mais

Análise da chuva intensa que atingiu a Grande São Paulo no dia 08 de setembro de 2009

Análise da chuva intensa que atingiu a Grande São Paulo no dia 08 de setembro de 2009 Análise da chuva intensa que atingiu a Grande São Paulo no dia 08 de setembro de 2009 A chuva que ocorreu em São Paulo no último dia 08 de setembro de 2009 provocou um longo congestionamento e problemas

Leia mais

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002 VARIAÇÕES DO CAMPO DE PRECIPITAÇÃO EM SETEMBRO/97 E SETEMBRO/98 NO RS Katia Oliveira Marques Universidade Federal de Pelotas/Faculdade de Meteorologia katyamarques@zipmail.com.br Roseli Gueths Gomes Universidade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS FUNDAMENTOS DO SENSORIAMENTO REMOTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS FUNDAMENTOS DO SENSORIAMENTO REMOTO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS FUNDAMENTOS DO SENSORIAMENTO REMOTO Prof. Dr. Richarde Marques Satélite Radiação solar refletida Atmosfera

Leia mais

elementos climáticos 17:06 1

elementos climáticos 17:06 1 elementos climáticos 17:06 1 Conceito são as variáveis físicas que juntas, constituem o clima de determinado lugar. 17:06 2 Elementos climáticos São as variáveis físicas que podem ser mensuradas por instrumentos

Leia mais

William B. Rossow Goddard Institute for Space Studies - GISS/NASA Broadway Avenue, 2880, New York-NY,

William B. Rossow Goddard Institute for Space Studies - GISS/NASA Broadway Avenue, 2880, New York-NY, INPE eprint: sid.inpe.br/yolanda/24/6.25.15.11 v1 24-6-26 CARACTERISTICAS ESTRUTURAIS DOS SISTEMAS CONVECTIVOS ASSOCIADOS À PROPAGAÇÃO MERIDIONAL DA CONVECÇÃO NA AMÉRICA DO SUL José Ricardo Siqueira Instituto

Leia mais

Mudanças Climáticas e seus Impactos na Agricultura

Mudanças Climáticas e seus Impactos na Agricultura Painel 2 - INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE Convergências e antagonismos - Que futuro é possível? Palestrante: Prof. Dr. Francisco Eliseu Aquino Departamento de Geografia Instituto de Geociências - UFRGS Mudanças

Leia mais

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ Teresina - PI Dezembro(2015)/Janeiro(2016)/Fevereiro(2016) Rua 13 de Maio, 307, 4º, 5º e 6º Andar Centro CEP 64.001-150 - www.semar.pi.gov.br Teresina

Leia mais