Diagnóstico Social do Concelho de Castelo Branco

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1 Diagnóstico Social do Concelho de Castelo Branco Programa co financiado pelo FSE e Estado Português. Ministério da Segurança Social e do Trabalho

2 Programa Rede Social Diagnóstico Social do Concelho de Castelo Branco Nome da Equipa: Conselho Local de Acção Social de Castelo Branco Ana Bela de Almeida Marques (Compiladora de dados) 2

3 ÍNDICE I. Introdução - O Programa Rede Social: conceito e objectivos A história da cidade de Castelo Branco 21 II. Caracterização socioeconómica do distrito de Castelo Branco Enquadramento territorial População Estrutura etária População residente em Castelo Branco Indicadores da População no concelho de Castelo Branco Caracterização do concelho de Castelo Branco e das suas freguesias 31 III. Protecção Social Equipamentos e Serviços de Apoio à População Equipamentos de Apoio à Infância e Juventude Equipamentos de Apoio à População Idosa Rendimento Social de Inserção Complemento Solidário para Idoso Pensões 126 IV. Saúde Organização dos Cuidados Equipamentos de saúde existentes Unidades hospitalares Cuidados Continuados Unidades Privadas Utilizadores Cuidados Primários Recursos Humanos Indicadores de Execução Vacinação Consultas Externas Serviços de Urgência Indicadores de Qualidade Indicadores de Impacto Doenças de Notificação Obrigatória VHI/Sida 165 V. Educação Caracterização e Evolução do Sistema Educativo Número de alunos por nível de ensino e por tipo de rede Caracterização da Rede Educativa 170 3

4 5.1.3 Caracterização dos Agrupamentos Verticais e Escolas do Concelho de Castelo Branco Distribuição etária dos alunos do Ensino Pré-escolar por escola (rede pública e privada) Distribuição etária dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico nas escolas dos agrupamentos ao nível da rede pública Distribuição etária dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico pelas escolas da 181 rede privada Distribuição etária dos alunos dos 2º Ciclo e 3º Ciclo do Ensino Básico e 182 Ensino Secundário nas escolas do concelho Caracterização dos diferentes níveis de ensino presentes no concelho Caracterização do Ensino Pré-escolar Os Recursos Humanos Os Recursos Humanos afectos ao Ensino Pré-escolar na rede Pública Os Recursos Humanos afectos ao Ensino Pré-escolar na rede Privada Os Recursos Físicos existentes nos jardins de Infância da Rede Pública Os Recursos físicos existentes nos Jardins de Infância do sector privado Os Rácios (aluno/educador, alunos/sala de aula e educadores/sala de aula) do 190 Ensino Pré-escolar Público Os Rácios (aluno/educador, alunos/sala de aula e educadores/sala de aula) do 191 Ensino Pré-escolar Privado 5.5 Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (Rede Pública) Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (Rede Privada) Necessidades educativas especiais e transporte escolar (rede pública) Necessidades educativas especiais e transporte escolar sector privado Necessidades educativas especiais e transporte escolar por agrupamento 196 (1ºciclo) 5.7 Caracterização do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário Estabelecimentos do 2ºciclo do ensino básico por freguesia e tipo de rede Estabelecimentos do 3ºciclo do ensino básico por freguesia e tipo de rede Estabelecimentos do Ensino Secundário por freguesia e tipo de rede Evolução da população 2º ciclo do ensino básico nas diferentes escolas Evolução dos alunos do 2º ciclo do ensino básico ( valores totais) Evolução da população 3ºciclo do ensino básico nas diferentes escolas Evolução dos alunos do 3º ciclo do ensino básico (valores totais) Evolução da população do ensino secundário por agrupamento de escolas e 205 escola Evolução dos alunos do ensino secundário Recursos humanos das escolas do concelho (total) Recursos físicos das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino 211 Secundário Rácios das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário Taxas de ocupação das escolas dos 2º,3º ciclos do Ensino Básico e Ensino 214 Secundário Instalações desportivas das escolas dos 2º,3º Ciclos e Secundário Alunos com necessidades educativas especiais Ensino Profissional no concelho de Castelo Branco Estabelecimentos de Ensino Profissional por freguesia e tipo de rede 217 4

5 Número de alunos a frequentar o Ensino Profissional por escola e tipo de 217 rede 5.12 O Centro de formação Profissional de Castelo Branco Modalidades de formação, habilitações de acesso e equivalência escolar Distribuição do nº de alunos por curso e escalão etário em cada modalidade 219 de formação Distribuição do número de alunos por modalidade de formação e respectivo 221 escalão etário Relação entre os recursos físicos e a população escolar Oficinais do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco Rácios e taxa de ocupação Escola Profissional Agostinho Roseta Evolução da população escolar Nº de alunos da idade por idade Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso Relação entre os recursos físicos e a população escolar Rácios e taxa de ocupação Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA) Evolução da população escolar Nº de alunos da idade por idade Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso Relação entre os recursos físicos e a população escolar Rácios e taxa de ocupação Instituto de Educação Técnica de Seguros (INETESE) Evolução da população escolar Nº de alunos da idade por idade Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso Relação entre os recursos físicos e a população escolar Rácios e taxa de ocupação O Centro de Novas Oportunidades em Castelo Branco Número de alunos inscritos e certificados por ano na Escola Secundária Nuno 234 Álvares Ofertas formativas na Escola Secundária Nuno Álvares e o número de 235 Adultos e CEFs 5.17 Evolução dos Principais Indicadores da actividade Formativa no Instituto de 236 Emprego e formação Profissional de Castelo Branco Evolução dos Principais Indicadores do Centro de Novas Oportunidades do 237 IEFP de Castelo Branco 5.18 Outras entidades formadoras de Castelo Branco Evolução da taxa de alfabetismo no concelho e na Beira Interior Sul ( ) 5.20 O Instituto Politécnico de Castelo Branco Missão Número total de alunos matriculados no IPCB no ano de

6 Recursos Humanos 244 VI. Emprego Número de Pessoas Inscritas no Centro de Emprego Ano de Número de Pessoas Inscritas no Centro de Emprego Ano de Dados dos beneficiários de desemprego do Ano de 2009 (Dados Distritais) Número de Pessoas Inscritas no Centro de Emprego ano de O Gabinete de Inserção Profissional (GIP) de Castelo Branco 246 VII. Crianças e Jovens em Risco Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Castelo Branco análise de 249 dados do ano de CARACTERIZAÇÃO PROCESSUAL - Nº Total de Processos / Nº de 249 Crianças / Jovens Abrangidos CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Transitados do sexo masculino e sexo feminino CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Instaurados do sexo masculino e feminino CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos reabertos do sexo masculino e feminino CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Nº de crianças/jovens em situação de incapacidade ou deficiência MOTIVOS DE INTERVENÇÃO Crianças do sexo masculino e sexo feminino entre os 0 aos 15 anos MOTIVOS DE INTERVENÇÃO - Crianças e jovens do sexo feminino entre os 0 aos 15 ANOS CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Agregado com quem a criança vive CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação perante o Trabalho do Agregado Familiar das crianças do sexo masculino CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação Perante o Trabalho do Agregado Familiar do sexo feminino CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A 262 CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo feminino CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A 263 CRIANÇA/JOVEM Tipo de Alojamento 7.2 Intervenção - Medidas de Promoção/Protecção Aplicadas no global Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas ao sexo masculino 265 VIII. Imigração A história da Imigração em Castelo Branco Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes (CLAII)

7 8.2.1 Número de Atendimentos do CLAII 269 IX. Toxicodependência Prevenção da Toxicodependência no Concelho de Castelo Branco 271 X. Violência Doméstica As mulheres vítimas de violência em Portugal Os números de crimes por violência doméstica registados no concelho de Castelo Branco 10.3 Gabinete de Apoio a vítimas de violência - Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento de Castelo Branco XI. Deficiência População residente deficiente segundo o tipo de deficiência por grau de incapacidade atribuído 11.2 As respostas sociais directas existentes em Castelo Branco O objectivo/missão da APPACDM de Castelo Branco Zona de intervenção da APPACDM de Castelo Branco ÁREAS DE INTERVENÇÃO O objectivo/missão da Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo 281 Branco XII. Turismo 283 XIII. Acessibilidades Sistema de Transporte Distribuição Postal Telecomunicações 289 XIV. Metodologia 290 Análise SWOT do concelho de Castelo Branco e suas respectivas freguesias 292 XV. Conclusão 320 XVI. Referências Bibliográficas

8 Lista de Figuras Fig.1 Distrito de Castelo Branco 23 Fig. 2 As Freguesias do concelho de Castelo Branco 25 Fig.3 Análise Swot 291 Fig.4 Diagrama Swot 291 Lista de Gráficos Gráfico 1 Evolução da mortalidade infantil no distrito de Castelo Branco Gráfico 2 Evolução quinquenal da mortalidade do grupo etário dos 1 aos 4 anos 157 Gráfico 3 - Evolução dos alunos do 2º Ciclo do Ensino Básico (valores totais) 201 Gráfico 4. Evolução dos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico (valores totais) 204 Gráfico 5. Evolução dos alunos do Ensino Secundário (valores totais) Gráfico 6 - Caracterização Processual nº de processos/nº de crianças/jovens abrangidos Gráfico 7 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Transitados do sexo masculino e sexo feminino Gráfico 8 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Instaurados do sexo masculino e feminino Gráfico 9- CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos reabertos do sexo masculino e feminino Gráfico 10- CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Nº de crianças/jovens em situação de incapacidade ou deficiência Gráfico 11 - MOTIVOS DE INTERVENÇÃO Crianças do sexo masculino e sexo feminino entre os 0 aos 15 anos Gráfico 12 - MOTIVOS DE INTERVENÇÃO - Crianças e jovens do sexo feminino entre os 0 aos 15 ANOS Gráfico 13 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Agregado com quem a criança vive Gráfico CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação perante o Trabalho do Agregado Familiar das crianças do sexo masculino Gráfico 15 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino Gráfico 16 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino Gráfico 17 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE RIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo feminino

9 Gráfico 18 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A 263 CRIANÇA/JOVEM Tipo de Alojamento Gráfico 19 - Intervenção - Medidas de Promoção/Protecção Aplicadas no global 264 Gráfico Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas ao sexo masculino 265 Gráfico 21 - Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas no sexo feminino 266 Gráfico 23 - nº de clientes atendidos pela Instituição - APPACDM 283 Lista de Tabelas Tabela 1 População Residente em Castelo Branco, segundo os grupos etários e o 28 sexo, 31/12/2007 Tabela 2 -Indicadores de População do Município de Castelo Branco 29 Tabela 3 Empresas por Sector de Actividade 32 Tabela 4: População residente Sarzedas (Censos,2001) 60 Tabela 5: Actividade de emprego Santo André das Tojeiras - Indicadores (Censos de 2001) Tabela 6: Respostas Sociais por freguesias 117 Tabela 7: Total de Acordos de Cooperação 118 Tabela 8: Equipamentos/Resposta Social Creche 120 Tabela 9: Equipamentos /Respostas Sociais de Apoio a Crianças e Jovens em 121 Situação de Risco Tabela 10 : Indicadores de População Idosa do Município de Castelo Branco 121 Tabela 11: Respostas sociais no concelho de Castelo Branco 122 Tabela 12: Pensionistas activos 126 Tabela 13: Unidades de prestação de cuidados personalizados (UCSP) 128 Tabela 14 Valências e lotação do Hospital Amato Lusitano 131 Tabela 15 Utentes (inscritos e utilizadores) por centro de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco (2008) Tabela 16 Total de utentes (inscritos e utilizadores) nos centros de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco em 2008 Tabela 17 - Organização dos Recursos Assistenciais no Centro de Saúde de Castelo Branco Tabela 18 Rácios de médicos de clínica geral e enfermeiros por população residente e por população inscrita por centro de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco (Janeiro 2008) Tabela 19 Recursos humanos do Hospital Amato Lusitano, por grupos profissionais

10 (31/12/2007) Tabela 20 Médicos do Hospital Amato lusitano, por especialidades (31/12/2007) 138 Tabela 21 Produção de consultas durante o ano de 2009 na ACES BIS 139 Tabela 22 - Cobertura do Programa Nacional de Vacinação por coortes vacinais 141 (2007) Tabela 23 Indicadores de produção do Hospital Amato Lusitano (2006 e 2007) 143 Tabela 24 Consultas urgentes no Hospital Amato Lusitano (2006) Tabela 25 Lista de inscritos para cirurgia e tempos de espera (meses) em 31/12/2007 Tabela 26 Principais patologias dos doentes residentes no distrito de Castelo Branco e do total de doentes tratados nos hospitais da Região Centro Tabela 27 Doentes em diálise * residentes na área de influência da ULS de Castelo Branco, por concelho e por unidade de diálise (08/07/2008) Tabela 28 N.º de doentes tratados em 2007, residentes na área de influência da ULS Castelo Branco (excepto Mação) Tabela 29 Taxa de mortalidade padronizada pela população europeia (todas as causas e ambos os sexos) em 2005 (óbitos/ habitantes). Tabela 30 - Taxas de mortalidade por localização geográfica (2005) Tabela 31 Mortalidade padronizada pela população-padrão europeia para as principais causas ( ): Continente, Região Centro e Distrito de Castelo Branco Tabela 32 Mortalidade antes dos 65 anos padronizada pela população-padrão europeia para as principais causas ( ) Continente, Região Centro e Distrito de Castelo Branco Tabela 33 Anos de vida potencialmente perdidos antes dos 70 anos de idade ( ) no Continente, Região Centro e distrito de Castelo Branco Tabela 34 Prevalência (%) das principais patologias na população adulta ( 18 anos) em 2005 Tabela 35 Evolução das principais doenças de declaração obrigatória no distrito de Castelo Branco, de 2000 a 2006 Tabela 36 VIH/SIDA: Distribuição dos casos e mortes segundo a residência, de 01/01/1983 a 31/12/2007 (residência à data da notificação) Tabela 37. Número de alunos por nível de ensino e por tipo de rede

11 Tabela 38. Alunos a frequentar os vários níveis de ensino por idades 168 Tabela 39. Taxas de escolarização por grupos etários 169 Tabela 40. Distribuição dos estabelecimentos de ensino por nível de ensino e freguesia 170 Tabela 41 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas José Sanches de Alcains 172 Tabela 42. Escolas e Freguesias do Agrupamento da Escola A. F. Faria de Vasconcelos 173 Tabela 43 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva 173 Tabela 44 Escolas e Freguesias do Agrupamento Vertical da Escola Cidade de Castelo Branco 174 Tabela 45 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas João Roiz 174 Tabela 46 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira 175 Tabela 47. Distribuição etária dos alunos do Pré-escolar por cada escola de cada agrupamento (rede pública) Tabela 48. Distribuição etária dos alunos do Pré-escolar por cada escola ao nível da rede privada Tabela 49. Distribuição etária dos alunos do 1º C. E. B. por cada escola de cada agrupamento (rede pública) Tabela 50. Distribuição dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico por cada agrupamento (rede pública) Tabela 51. Distribuição dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico por escola (rede privada) Tabela 52. Distribuição etária dos alunos dos 2º e 3º C. E. B. e Secundário nas escolas do concelho Tabela 53. Estabelecimentos de ensino Pré-escolar por freguesia e tipo de rede 184 Tabela 54. Recursos humanos afectos aos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede 185 pública) Tabela 55. Recursos humanos afectos aos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede privada) 186 Tabela 56. Recursos físicos dos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede pública) 188 Tabela 57. Recursos físicos dos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede privada) 189 Tabela 58. Rácios do ensino Pré-escolar público 190 Tabela 59 Rácios do ensino Pré-escolar privado

12 Tabela 60 Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (rede pública) 192 Tabela 61. Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (rede privada) 193 Tabela 62 Necessidades educativas especiais e transporte escolar (rede pública) 194 Tabela 63. Necessidades educativas especiais e transporte escolar (rede privada) 195 Tabela 64. Necessidades educativas especiais e transporte escolar Tabela 65. Estabelecimentos do 2º Ciclo do Ensino Básico por freguesia e tipo de rede Tabela 66. Estabelecimentos do 3º Ciclo do Ensino Básico por freguesia e tipo de rede 199 Tabela 67. Estabelecimentos do Ensino Secundário por freguesia e tipo de rede 199 Tabela 68. Evolução da população 2º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas 201 Tabela 69. Evolução da população 3º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas 203 Tabela 70. Evolução da população do Ensino Secundário por agrupamento de escolas e escola 205 Tabela 71. Recursos humanos das escolas do concelho (total) 207 Tabela 72. Recursos físicos das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário Tabela 73. Rácios das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário Tabela 74. Taxas de ocupação das escolas dos 2º, 3º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário Tabela 75.Instalações desportivas das escolas do 2º, 3º Ciclos e Secundário 215 Tabela 76. Alunos com necessidades educativas especiais 216 Tabela 77. Estabelecimentos de Ensino Profissional por freguesia e tipo de rede 216 Tabela 78. Número de Alunos a frequentar o Ensino Profissional por escola e tipo de rede 217 Tabela 79. Modalidades de formação, habilitações de acesso e equivalência escolar 218 Tabela 80. Distribuição do nº de alunos por curso e escalão etário em cada modalidade de formação Tabela 81 Distribuição do número de alunos por curso e respectivo escalão etário em cada uma das modalidades de formação. (continuação) Tabela 82 Distribuição do número de alunos por modalidade de formação e

13 respectivo escalão etário. Tabela 83. Relação entre os recursos físicos e a população escolar 223 Tabela 84 Secções oficinais do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco 223 Tabela 85. Rácios e taxa de ocupação 224 Tabela 86. Evolução da população escolar 224 Tabela 87. Nº de alunos da escola por idade 225 Tabela 88 Nº de Turmas, alunos e recursos humanos das escolas 225 Tabela 89 Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso 226 Tabela 90. Relação entre os recursos físicos e a população escolar 227 Tabela 91. Rácios e taxa de ocupação 227 Tabela 92. Evolução da população escolar 228 Tabela 93. Nº de alunos da escola por idade 228 Tabela 94 Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas 229 Tabela 95. Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso. 229 Tabela 96 Relação entre os recursos físicos e a população escolar 230 Tabela 97. Rácios e taxa de ocupação 230 Tabela 98. Evolução da população escolar 231 Tabela 99. Nº de alunos das escolas por idade 231 Tabela 100. Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas 232 Tabela 101. Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso. 232 Tabela 102. Relação entre os recursos físicos e a população escolar 233 Tabela 103. Rácios e taxa de ocupação 233 Tabela 104. Número de Adultos Inscritos e Certificados por Ano na Escola Secundária Nuno Álvares ( ) Tabela 105.Ofertas Formativas na Escola Secundária Nuno Álvares e o número de Adultos e CEFs Tabela 106. Actividade Formativa no Instituto de Emprego e Formação Profissional de Castelo Branco (IEFP) ( ) Tabela 107. Evolução dos Principais Indicadores do Centro de Novas Oportunidades do IEFP de Castelo Branco Tabela 108. Evolução da taxa de analfabetismo, no concelho e na Beira Interior Sul, entre 1991 e 2001 Tabela 109: Pessoal não docente do IPCB por unidade orgânica e por categoria Relativamente ao pessoal docente, a situação em 31 e Dezembro de 2009 era a que

14 consta na tabela seguinte. Tabela 110: Pessoal docente do IPCB por unidade orgânica e por categoria 242 Tabela 111 Número de pessoas inscritas no centro de emprego no ano de Tabela 112 Os beneficiários de desemprego no ano de Tabela 113: O número de pessoas contabilizadas no Gip por actividade desde Junho 248 de 2009 até Agosto de Tabela 114 Caracterização Processual nº de processos/nº de crianças/jovens abrangidos 249 Tabela CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Transitados do sexo masculino e sexo feminino Tabela CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Instaurados do sexo masculino e feminino Tabela CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos reabertos do sexo masculino e feminino Tabela CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Nº de crianças/jovens em situação de incapacidade ou deficiência Tabela MOTIVOS DE INTERVENÇÃO Crianças do sexo masculino e sexo feminino entre os 0 aos 15 anos Tabela MOTIVOS DE INTERVENÇÃO - Crianças e jovens do sexo feminino entre os 0 aos 15 ANOS Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Agregado com quem a criança vive Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação perante o Trabalho do Agregado Familiar das crianças do sexo masculino Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação Perante o Trabalho do Agregado Familiar do sexo feminino Tabela 124-CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE RIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo feminino Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Tipo de Alojamento Tabela Intervenção - Medidas de Promoção/Protecção Aplicadas no global Tabela Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas ao sexo masculino Tabela 129- Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas no sexo feminino

15 Tabela Número total de Atendimentos do CLAII de Castelo Branco no ano de Tabela Os números de crimes por violência doméstica registados no concelho de Castelo Branco Tabela População Residente Deficiente, segundo o tipo de Deficiência por grau de Incapacidade atribuído 280 Tabela 133- As respostas sociais directas existentes em Castelo Branco

16 I.INTRODUÇÃO A Resolução do Conselho de Ministros nº197/97, de 18 de Novembro, perspectiva O Programa da rede social como um fórum de articulação e congregação de esforços baseados na adesão livre por parte das autarquias e entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos que nela queiram participar. Estas entidades deverão concertar os seus esforços com vista à erradicação ou atenuação da pobreza e da exclusão social e à promoção do desenvolvimento social. Trata-se de uma estratégia para abordar a intervenção social baseada num trabalho planeado, feito em parceria, visando racionalizar e trazer maior eficácia à acção das entidades públicas e privadas que actuam numa mesma unidade territorial. O principal objectivo do Programa Rede Social é combater a pobreza e exclusão social e promover o desenvolvimento local. Os objectivos estratégicos são: o desenvolvimento de uma parceria efectiva e dinâmica que articule a intervenção social dos diferentes agentes locais; promover um planeamento integrado e sistemático, potenciando sinergias, competências e recursos a nível local. Os objectivos específicos visam induzir o diagnóstico e o planeamento participados; promover a coordenação das intervenções ao nível concelhio e de freguesia; procurar soluções para os problemas das famílias e pessoas em situação de pobreza e exclusão social; formar e qualificar agentes envolvidos nos processos de desenvolvimento local, promover uma cobertura adequada do concelho por serviços e equipamentos e potenciar e divulgar o conhecimento sobre as realidades concelhias. Segundo a publicação Coimbra A., (1990), Redes Sociais: Apresentação de um Instrumento de Investigação, uma rede social pode ser vista como um conjunto de nós e um conjunto de laços de ligação entre esses nós, em que os nós podem ser pessoas, grupos, empresas ou outras instituições. Por outro lado, a rede social de uma pessoa é o conjunto de unidades e relações sociais que têm um impacto duradouro na vida de uma pessoa. Estas podem ser directas ou indirectas e concretizadas através de cadeias de dimensão variável. As unidades sociais podem ser indivíduos, ou grupos de indivíduos, informais ou formais. As relações entre os elementos da rede podem configurar diversos tipos (transacções monetárias, troca de bens e serviços, transmissão de informação, etc.), podem envolver 16

17 interacção face a face ou não podem ser permanentes. A rede social poderá contribuir decisivamente para a consciência pessoal e colectiva dos problemas sociais, para a activação dos meios e agentes de resposta, para as inovações recomendáveis nos modos de agir e ainda, para promover o desenvolvimento social local. Outro conceito importante é o da Acção Social desempenhada pelas instituições. A acção social tem como objectivo o bem-estar das pessoas e das populações, tendo como finalidade proteger e apoiar aqueles que são mais vulneráveis às dificuldades económicas e sociais. As suas principais fontes de financiamento são as transferências do Orçamento do Estado e da União Europeia. A acção social exerce-se através de iniciativas de natureza pública concretizadas pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social ou ONG sem fins lucrativos que são apoiados pelo Estado. A sua ajuda caracteriza-se por assistência económica, apoio individualizado e assistência sócio-familiar e sócio-comunitária. A abordagem destes temas reveste-se de particular importância nos dias de hoje. Por um lado, é conhecido que a acção social se caracteriza pela actividade de instituições, associações, cooperativas, entre outras, que recebem do Estado uma comparticipação financeira: por outro lado existe uma parte da população excluída desses meios de protecção social, continuando assim, com carências sociais. Assim, a Rede Social, deve permitir a sinalização de casos a descoberto na área de acção social e criar condições para a sua resolução a partir dos recursos locais ou, caso não seja possível, para o seu encaminhamento para as estruturas adequadas. Neste sentido, a Rede Social deve ser capaz de articular a intervenção social dos diferentes agentes locais e das várias parcerias, promovendo um planeamento integrado e sistemático, baseado em diagnósticos sociais locais participados, envolvendo todos os parceiros e a própria população. O Programa rede social é baseado nos seguintes princípios: 1) Integração/Conjugação de instrumentos e medidas económicas e sociais, através de acções planificadas, executadas e avaliadas de uma forma conjunta; 2) Articulação complementaridade entre os vários sectores; conjugação de esforços; Construção de parceiros em torno de um objectivo comum, equacionando os contributos de cada um; 17

18 3) Subsidiariedade: proximidade aos problemas e ás populações Intervenção Territorial com respostas ao nível local de responsabilidade colectiva, local regional e nacional; 4) Inovação: multidisciplinaridade, Inter-institucionalidade; desburocratização; 5) Participação: a promoção do desenvolvimento social é mais efectivo se resultar de um processo participado. 6) Igualdade de Género: o planeamento e intervenção integram a dimensão de género quer nas medidas e acções quer na avaliação do impacto. O processo de implementação e consolidação da Rede Social comporta duas fases essenciais, uma de lançamento e uma outra de execução. A primeira foi concretizada através da constituição do Conselho Local de Acção Social (CLAS) e Núcleo Executivo. O CLAS é a denominação dada à estrutura concelhia de funcionamento do Programa em causa, baseando-se num fórum de articulação e congregação de esforços, abrindo-se à participação de entidades públicas e privadas sem fins lucrativos. O núcleo executivo do Conselho é constituído pela (o): Câmara Municipal de Castelo Branco; Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Castelo Branco; APPACDM Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental Centro Social de Santo André das Tojeiras; Direcção Regional e Educação; Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco; ULS Castelo Branco; O plenário é constituído por entidades públicas, entidades privadas e algumas Juntas de Freguesia do Concelho de Castelo Branco. 18

19 Entidades Públicas: Centro Distrital de Castelo Branco do Instituto de Segurança Social, I.P.; Direcção Regional do Instituto Português da Juventude; Direcção Regional de Educação do Centro; Instituto da Droga e da Toxicodependência - CRI; Delegação Regional do SEF; Comissão de Protecção de Crianças e Jovens; Câmara Municipal de Castelo Branco; Rede Europeia Anti Pobreza; Unidade Local de Saúde de Castelo Branco; Entidades Privadas: Associação de Apoio Social Freixial do Campo; Associação Tinalhense de Apoio Social de Tinalhas; Centro de Dia de S. João Batista Monforte da Beira; Centro de Dia de S. Pedro Escalos de Cima; Centro de Dia de S. Sebastião Sobral do Campo; Centro Social do Salgueiro do Campo; Centro Social de Santo André das Tojeiras; Centro de Dia de Santa Margarida Mata; Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco; A.P.P.A.C.D.M. Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental; Centro Social Paroquial Póvoa de Rio de Moinhos; Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento; Centro Social Amigos da Lardosa. 19

20 Juntas de Freguesia: Presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco; Presidente da Junta de Freguesia de Freixial do Campo; Presidente da Junta de Freguesia do Ninho do Açor; Presidente da Junta de Freguesia do Retaxo; Presidente da Junta de Freguesia de S. Vicente da Beira; Presidente da Junta de Freguesia das Sarzedas; Presidente da Junta de Freguesia de Tinalhas; Presidente da Junta de Freguesia de Sobral do Campo; Presidente da Junta de Freguesia de Malpica do Tejo; O Conselho é constituído por trinta e uma entidades com objectivo de planear um trabalho integrado, de modo a garantir a implementação de iniciativas de desenvolvimento social local com vista a uma maior eficácia e racionalização de meios na erradição da pobreza e exclusão social. A fase de execução do Programa de Rede Social no Concelho de Castelo Branco têm como principal objectivo, nesta fase, realizar as seguintes acções: -Diagnóstico social com a actualização dos dados de 2 em 2 anos; -Consolidação de uma cultura de parceria; -Sistema de informação; -Plano de desenvolvimento social; - Plano de Acção; - Processo de avaliação. Neste contexto, o presente diagnóstico, pretende ser um instrumento que resulte da participação dos diversos parceiros, facilitador da interacção entre os mesmos, tornando-se parte integrante do processo de intervenção, criando as condições sociais e institucionais para o sucesso. 20

21 1.1 A HISTÓRIA DA CIDADE DE CASTELO BRANCO A cidade de Castelo Branco encontra-se numa zona de grandes planaltos, distinguindose pela sua variedade geográfica e climática. Castelo Branco nasceu no alto do monte de um outeiro isolado, o monte Cardosa, e estende-se pela vertente oriental até à planura onde se alarga. Apesar da região possuir vestígios de algumas povoações do período pré-histórico, é difícil marcar a exactidão desde quando existe a cidade, de tal forma que vários historiadores tentaram já nomear Castelo Branco como herdeira da célebre povoação de Castraleuca, mas em vão devido à falta de elementos sólidos de tal facto. Da história antes de 1182 pouco se sabe. É a partir desta data que apareceu um documento de doação aos templários de uma herdade designada de Vila Franca da Cardosa, provinda por um nobre nome de D. Fernandes Sanches. Mais tarde em 1213 é- lhe concebido o primeiro foral de Pedro Alvito cedido pelos templários em que aparece a dominação de Castel-Branco. Em 1215 o Papa Inocêncio vem confirmar esta posse e dá-lhe o nome Castelo Branco. No entanto, em 1510 é D. Manuel que concede o novo Foral à Vila de Castelo Branco, adquirindo mais tarde o título de notável com a carta de D. João III, em Em 1642 torna-se assim a Vila de Castelo Branco cabeça de comarca notável e das melhores da Beira Baixa. Mais tarde em 1771, D. José I eleva-a a cidade e também neste ano o Papa Clemente XVI cria a diocese de Castelo Branco que viria a ser extinta em O diploma da cidadania entrou em vigor pela Carta Régia de 15 de Abril do ano seguinte e o Breve Apostólio teve a data de 19 de Junho do mesmo ano. No dia 16 de Agosto de 1858 foi inaugurada a linha telegráfica Abrantes Castelo Branco e em 14 de Dezembro de 1860 a cidade inaugurou a sua iluminação pública. Este foi um grande passo para o desenvolvimento de Castelo Branco, tornando-se a partir daí centro destacado da Beira. Desde esse reconhecimento, as estruturas económicas, sociais e políticas foram evoluindo com a criação do Círculo Judicial, a instalação de unidades militares, a construção de vários estabelecimentos de ensino, a implantação de novos serviços, enfim, todo um conjunto de estruturas que permitiram a esta cidade ter um desenvolvimento acentuado e declarar-se como Capital do Distrito da Beira Baixa em

22 Como cidade fortaleza, guardiã de populações e haveres, Castelo Branco conheceu a construção de monumentos no interior e no exterior da muralha, sendo a grande maioria visível nos nossos dias. A partir do momento que foi elevada a cidade, regressaram a Castelo Branco elementos abastados da burguesia e alguma nobreza, o que permitiu a construção dos palácios e dos solares, sendo actualmente estas as construções que constituem o melhor do património cultural. O Paço Episcopal (Museu Tavares Proença Júnior) é um dos melhores exemplos. Foi mandado construir pelo Bispo da Guarda, D. Nuno Noronha, entre 1596 e 1598, foi o paço de residência dos Bispos de Castelo Branco a partir de No século XX, de 1911 até 1946, serviu de Liceu Central, tendo aberto as portas como Museu Tavares Proença Júnior em 1971, e assim se mantendo até ao momento. O castelo e as muralhas de Castelo Branco foram edificados pelos Templários entre 1214 e No recinto desta fortaleza encontra-se a Igreja de Santa Maria do Castelo, antiga sede da freguesia. Era no seu adro que se reuniam a Assembleia dos Homens Bons e as autoridades monástico-militares, até ao séc. XIV. O território onde, nos nossos dias, se estende a cidade de Castelo Branco e, de modo geral, uma vasta área circundante foi, desde idade longínqua, zona preferencial de habitação. Quanto aos núcleos populacionais está hoje confirmado que existem três topologicamente distintos: um, na colina onde hoje ainda subsiste a chamada cidade velha, outro no triângulo compreendido entre os limites da Ermidas de S. Martinho, Senhora de Santana e Senhora de Mércules, o terceiro núcleo situado em S. Bartolomeu, a 4 ou 5 km da cidade. A terra, o passado e o presente, fundem-se na história, na arte, na vivência dos seus agentes, na sua cultura, na riqueza do seu artesanato, na culinária, na doçaria, na mística das suas festa e romarias, nas feiras e mercados, tudo fundido por uma paisagem aglutinante e definidora. 22

23 II - CARACTERIZAÇÃO SÓCIO-ECONÓMICA DO DISTRITO DE CASTELO BRANCO 2.1 ENQUADRAMENTO TERRITORIAL Fig.1 Distrito de Castelo Branco ((Beira Interior Sul Vila Velha de Ródão, Idanha-a- Nova, Penamacor, Castelo Branco);( Pinhal Sul Oleiros, Sertã, Vila de Rei, Proençaa-Nova); (Cova da Beira Covilhã, Fundão e Belmonte)). Segundo o INE (2001), o Distrito de Castelo Branco ocupa uma área de 6 674,6,7 Km² (cerca de 9.5% da área total de Portugal continental), e localiza-se no interior do país sendo esse formado pelos seguintes concelhos (ver figura 1), nomeadamente: Belmonte, 23

24 Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão. Estes concelhos são compostos por 159 freguesias na totalidade. A delimitação geográfica do distrito é feita a Norte pelo distrito da Guarda, a Sul pelo distrito de Portalegre, a Oeste pelos distritos de Santarém, Leiria e Coimbra, a Leste pelas fronteiras com Espanha. Os habitantes residentes actualmente no distrito distribuem-se pelos concelhos referenciados atrás, com especial destaque para os principais centros urbanos como a Covilhã, o Fundão e Castelo Branco, onde residem aproximadamente dois terços da população (INE, 2005). Geograficamente o distrito é caracterizado pelas várias serras que o atravessam, com parte das serras da Estrela e da Lousã e com as serras da Gardunha, Malcata, Alvelos, e Muradal. Nos seus vales correm os rios Erges, Ponsul, Ocreza e o Zêzere, afluentes da margem direita do Rio Tejo, o qual delimita o distrito a sul. O distrito de Castelo Branco insere-se na área de intervenção da Comissão de Coordenação da Região Centro (Corresponde a NUTS II), agrupando-se os seus concelhos segundo as NUTS III da Beira Interior Sul (Castelo Branco, Idanha-a Nova, Penamacor e Vila Velha de Ródão), da Cova da Beira (Belmonte, Covilhã, Fundão), e do Pinhal Interior Sul (que, para além, dos concelhos de Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã e Vila de Rei, incluí ainda o concelho de Mação pertencente ao distrito de Santarém. 24

25 Fig. 2 As freguesias do concelho de Castelo Branco O concelho de Castelo Branco tem habitantes (INE, 2007) que se distribuem pelas 25 freguesias: Alcains, Almaceda, Benquerenças, Caféde, Castelo Branco, Cebolais de Cima, Escalos de Baixo, Escalos de Cima, Freixial do Campo, Juncal do Campo, Lardosa, Louriçal do Campo, Lousa, Malpica do Tejo, Mata, Monforte da Beira, Ninho do Açor, Póvoa de Rio-de-Moinhos, Retaxo, Salgueiro do Campo, Santo André das Tojeiras, São Vicente da Beira, Sarzedas, Sobral do Campo e Tinalhas, totalizando uma área aproximadamente de 1 439,9 Km². A parte mais rural do concelho sobrevive da agricultura e transformação primária dos produtos agrícolas e pecuários, no entanto, nos centros urbanos de maior índice populacional este sector deu lugar a modernas indústrias de ramos diversificados. 25

26 2. 2 POPULAÇÃO O distrito de Castelo Branco foi, nos anos 60 e 70, afectado pelo êxodo rural e emigração. Nesse sentido, a evolução demográfica é desfavorável e expressa-se pela redução e envelhecimento populacional em qualquer das sub-regiões. As alterações demográficas são responsáveis pela concentração populacional em três principais concelhos urbanos (Castelo Branco, Fundão e Covilhã) que somam cerca de 69% do total da população do distrito (a concentração populacional nos maiores aglomerados justificou a melhoria das ligações rodoviárias entre Covilhã - Fundão Castelo Branco). Há população residente deverá acrescentar-se, no caso da Covilhã e Castelo Branco, uma população estudantil durante os anos lectivos. O fenómeno migratório, que atingiu o distrito, abrangeu, na maioria, indivíduos na faixa etária dos anos resultando numa forte diminuição dos escalões da população em idade fértil activa. As elevadas taxas de mortalidade e baixas taxas de natalidade assumem, deste modo, um saldo fisiológico negativo. No entanto, a variação da população residente mostra um processo de repulsão por um conjunto de causas estruturais que tem tornado o distrito de Castelo Branco um território de baixa densidade populacional (30.3 enquanto que em Portugal Continental o valor da densidade populacional é de 119,0). Existe uma baixa proporção de jovens nos concelhos da Raia (Castelo Branco, Idanhaa-Nova, Penamacor e Vila Velha de Ródão) e do Pinhal Interior Sul (Oleiros, Proença - a - Nova, Sertã e Vila de Rei), o que demonstra uma situação de não retorna da população jovem. O distrito de Castelo Branco tem registado uma profunda desertificação humana, provocada por fortes movimentos migratórios para os grandes centros urbanos e para o estrangeiro, atingindo a população mais jovem e em idade activa. Esta evolução populacional não só tem reflexos na quantidade de mão-de-obra disponível actualmente, como põe em causa a capacidade da renovação geracional. 26

27 2.3 Estrutura Etária Em termos demográficos, os habitantes existentes no distrito de Castelo Branco dividem-se pelos 11 concelhos. A Cova da Beira é a sub-região do distrito com maior população residente (92 160), seguida da sub-região da Beira Interior Sul (75 282) e, por último, a sub-região do Pinhal Interior Sul (34 541). É de salientar que a concentração da população ocorre nos principais núcleos do distrito (Castelo Branco, Covilhã e Fundão), em oposição a dinâmicas recessivas como Penamacor, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão. 27

28 2.3.1 População Residente em Castelo Branco Estatísticas Demográficas Castelo Branco Total 0 a 14 Anos 15 a 24Anos 25 a 64 anos HM H M HM H M HM H M HM H M Estatísticas 65 e mais anos Demográficas Total 75 e mais anos HM H M HM H M Castelo Branco Tabela 1 População Residente em Castelo Branco, segundo os grupos etários e o sexo, 31/12/

29 2.3.2 Indicadores de População do Município de Castelo Branco Estatísticas demográficas Castelo Branco Densidade Populacional Taxa de crescimento efectivo Taxa d e crescimento natural Taxa bruta de natalidade Taxa de mortalidade Taxa bruta de nupcionalidade Taxa de fecundidade geral Nados vivos fora do casamento Hab/Km² % % Estatísticas demográficas População estrangeira que solicitou estatuto de residência por habitante(po) Índice de envelhecimento Índice de dependência de idosos Índice de longevidade Relação de masculinidade % N.º 2007 Castelo Branco Tabela 2 Indicadores de População do Município de Castelo Branco 29

30 De acordo com os dados do anuário estatístico da região centro (2007), a população residente no concelho de Castelo Branco é de habitantes ( homens e mulheres), no entanto, o grupo etário de 65 anos é quase o dobro do grupo etário de 14 anos. Sendo assim, pode afirmar-se que o índice de envelhecimento tem vindo a aumentar no concelho de Castelo Branco. A taxa de crescimento efectivo 1 e a taxa de crescimento natural 2 são negativas ao contrário do que acontece no País. A taxa bruta de natalidade 3 apresenta um valor baixo (8.7%) e é inferior á taxa de mortalidade 4. A taxa de mortalidade nacional é inferior aos valores verificados em todos os concelhos do distrito de Castelo Branco. A taxa de fecundidade 5 é inferior ao valor nacional no concelho de Castelo Branco. Em Portugal o índice de envelhecimento 6 é de , ou seja, existem 110 idosos por cada jovem com menos de 15 anos. Daí se percebe o quanto o distrito é envelhecido e a quantidade de idosos que existem em relação aos jovens. O índice de envelhecimento no concelho de Castelo Branco ronda os O índice de dependência de idosos 7 a nível nacional é de 25.4, no entanto, o valor no concelho de Castelo Branco é maior (35.5). O índice de longevidade 8 é de 25.4 em Portugal mas em todos os concelhos do distrito o valor é maior, por exemplo, em Castelo Branco é de Este indicador demonstra mais uma vez, o envelhecimento da população. 1 Contabilização dos indivíduos que nascem e que morrem, que entram e que saem num dado país num período de tempo. 2 Diferença entre o número de nascimentos e o número de óbitos por cada 1000 habitantes numa dada população num dado período de tempo. 3 Número de crianças que nascem anualmente por cada 1000 habitantes. 4 Número de óbitos anuais por 1000 habitantes. 5 Número de nascimentos por cada 1000 mulheres em idade de procriar num determinado período de tempo. 6 Relação existente entre o número de idosos e a população jovem por cada 100 residentes. 7 Quociente entre a população com mais de 65 anos e a população dos 15 aos 64 anos. 8 Relação entre a população de 75 e mais anos e a população de 65 e mais anos. 30

31 CASTELO BRANCO 2.4 Caracterização do concelho de Castelo Branco e suas freguesias TERRITÓRIO Área Densidade Populacional Anexas Concelho 170,18 km² 183,57 Hab/km² Taberna Seca; Lentiscais Castelo Branco DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: Recenseamento 2001: Taxa Variação: 15,69% Censos 2001 Castelo Branco: Lentiscais: Taberna Seca: Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 84,8% Proporção de Idosos: 13,7% Proporção de Jovens: 16,2% ACTIVIDADE E EMPREGO Indicadores (Censos de 2001): Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 61,4% Homens 67,2% Mulheres 56,2%; Proporção dos empregados por conta de outrem: 84,7% Proporção de empregados no sector terciário: 71,7% Proporção dos Reformados: 15,6% 31

32 Desempregados: 1689 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Agricultura 180 Indústria 244 Construção 460 Comércio 1395 Alojamento e Restauração 457 Transporte, Armazenamento e Comunicações 91 Actividades imobiliárias, aluguer e serviços prestados às empresas 453 Educação 20 Saúde e Acção Social 57 Outras actividades e serviços colectivos, sociais e pessoais 185 Total 3242 Tabela 3: Empresas por Sector de Actividade (Fonte: Base de Belém, INE, 2003) 32

33 APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO CASTELO BRANCO Apoio a Idosos Centro de Dia de Lentiscais; Centro de Dia da Taberna Seca; Centro Social Ribeiro das Perdizes; Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco, englobando o Centro Comunitário João Carlos d Abrunhosa; Centro de Dia de São João de Deus; Centro de Dia de Santo António; Centro Social Dr. Adriano Godinho; Apoio a Crianças e Jovens Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco; Associação Jardim-de-infância Dr. Alfredo Mota; Casa da Infância e Juventude CIJE; Centro Social dos Padres Redentoristas; Centro Social Paroquial da Paróquia de S. Miguel da Sé de Castelo Branco; APPACDM de Castelo Branco - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental; Obra de Santa Zita; Saúde Hospital Amato Lusitano, com atendimento 24 horas/dia; 2 Centros de Saúde, com atendimento médico e enfermeiro todos os dias úteis da semana, das 08:00 ás 20:00; 33

34 CASTELO BRANCO Associativismo Associações de Caça e Pesca Associação de Caça e Pesca da Taberna Seca Associação Desportiva Albipesca MarDoce Associação de Caçadores de Castelo Branco Albicaça - Associação de Caça e Pesca Associação de Caça e Pesca do Monte Silveira Associação Recreativa do Bairro da Boa Esperança Associação de Caçadores do Alagão Centro Cultura e Desporto da Câmara Municipal de Castelo Branco Organizações de Apoio à Comunidade, de Voluntariado e Religiosa UDIPSS - União Distrital das Instituições de Solidariedade Social de Castelo Branco CRI - Centro de Respostas Integradas Núcleo Distrital da Droga e da Toxicodependência ACAPO - Associação de Cegos e Ambliopes de Portugal APPACDM - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Deficiente Mental ADFA - Associação dos Deficientes das Forças Armadas Associação de Apoio à Criança ERID - Associação Educar, Reabilitar, Incluir Diferenças Associação Jardim-de-Infância Dr. Alfredo Mota CIJE - Casa de Infância e Juventude de Castelo Branco Cruz Vermelha de Castelo Branco Centro Local de Apoio ao Imigrante Liga de Combatentes - Núcleo de Castelo Branco Grupo de Abstinentes de Alcoólicos de Castelo Branco Liga dos Amigos do Hospital Amato Lusitano Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Castelo Branco 34

35 CASTELO BRANCO Associações Sócio-Culturais, Recreativas, Desportivas e de Entretenimento Orfeão de Castelo Branco Orquestra de Típica Albicastrense Cancioneiro de Castelo Branco Conservatório Regional de Música Centro Artístico Albicastrense Grupo de Teatro VÁATÃO Grupo de Teatro Pais e Companhia Filarmónica da Cidade de Castelo Branco Associação do Bairro do Cansado Associação Cultural e Recreativa "As Palmeiras" Associação Recreativa do Bairro da Boa Esperança Associação Cultural e Recreativa do Bairro do Valongo Associação Cultural e Desportiva da Carapalha Associação Desportiva e Cultural da Quinta das Violetas Grupo de Intervenção Recreativa da Quinta das Pedras Associação de Melhoramentos de Lentiscais Grupo Juvenil de Lentiscais Associação de Escoteiros de Portugal - Grupo 67 Agrupamento, n.º 160 do C.N.E. - Castelo Branco ARCA VELHA - Associação Juvenil de Dinamização Sócio-Cultural de Castelo Branco Associação Clube Raia Aventura Juventude Albicastrense Associação de Ciclismo da Beira Interior Associação de Futebol de Castelo Branco Associação de Ténis de Castelo Branco Academia de Judo de Castelo Branco Escudaria de Castelo Branco Albi Sport Clube Sport Benfica e Castelo Branco 35

36 Desportivo de Castelo Branco Clube de Automóveis Antigos de Castelo Branco Slot Mega Racing - Associação de Slot de Castelo Branco Associação de Andebol de Castelo Branco Associação de Atletismo de Castelo Branco Associação de Cicloturismo de Castelo Branco Associação de Clubes de Canoagem da Beira Baixa Associação Desportiva Albicastrense Associação Distrital de Judo de Castelo Branco Aéreo Clube de Castelo Branco Clube de Campismo e Caravanismo Clube Náutico de Castelo Branco Casa do Benfica de Castelo Branco CASTELO BRANCO Centro de Desporto, Cultura e Recreio dos CTT Clube de Paintball de Castelo Branco Federação dos Clubes Juvenis dos Clubes de Canoagem, Vela e Remo do Centro Moto Club de Castelo Branco Associação de Xadrez de Castelo Branco Sector Agrícola, Agro-pecuário e Agro-Alimentar CAP - Confedaração dos Agricultores de Portugal BIO-ANA - Associação Nacional de Agricultores Biológicos ARAB Associação Regional de Agricultores Biológicos da Beira Interior APT - Associação de Produtores de Tabaco Agrupamento de Produtores Ovinos, Caprinos e Bovinos BEIRAGADO COSABE - Cooperativa Silvo-Agrícola da Beira, SA MONTE DO CARREGAL - Cooperativas Agro-Pecuária, CRL CAPINE - Cooperativa Agro Pecuária Industrial Nova Esperança, CRL OVIBEIRA - Associação de Produtores de Ovinos do Sul da Beira; 36

37 CASTELO BRANCO MELTAGUS - Associação de Apicultores do Parque Natural do Tejo Internacional Sector Florestal AFAF - Associação de Formação Ambiental e Florestal AFLOBEI - Associação de Produtores Florestais da Beira Interior COOPFLORESTAL - Cooperativa de Produção Florestal CRL Associação de Produtores Florestais e Agrícolas da Beira Tejo Sector Olivícola APABI - Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior LENTISCOOP - Cooperativa Agrícola de Lentiscais Associações Empresariais, Comerciais, Industriais e Profissionais AECOPS -Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas NERCAB - Associação Empresarial da Região de Castelo Branco ACICB - Associação Comercial, Industrial e de Serviços de C. Branco, Idanhaa-Nova e Vª. Vª de Ródão CIEBI - Centro de Inovação Empresarial da Beira Interior Associação de Municípios de Raia -Pinhal Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas Associação Nacional de Professores Sociedade Portuguesa de Autores CRL Ordem dos Médicos ASPP - Associação Sócio-Profissional da Polícia Associações de Desenvolvimento, Protecção Ambiental, Animal, Patrimonial e Cultural AMATO LUSITANO - Associação de Desenvolvimento BEIRA LUSA - Agência de Desenvolvimento Regional para a Beira Interior Sul e Cova da Beira Associação Cultural OUTREM Associação Belgais APAAE - Associação de Protecção e Apoio ao Animal Errante ECOGERMINAR - Assoc. de Desenv.do Interior, de Promoção do Comércio Solidário, do Ecoturismo e da Luta à Desertificação QUERCUS - Associação Nacional de Conservação da Natureza CERAS - Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagem 37

38 CASTELO BRANCO Equipamentos Desportivos 6 Campos de Futebol Estádio Municipal Vale do Romeiro, Estádio da Associação R. C. Valongo, Estádio da Escola Superior Agrária, Campo n.º 1 da Zona de lazer, Campo n.º 2 da Zona de lazer, Campo n.º 3 da Zona de lazer 7 Gimnodesportivos Pavilhão Municipal, Pavilhão Municipal da Boa Esperança, Pavilhão Escola Afonso de Paiva, Pavilhão Escola Superior de Educação, Pavilhão da Escola Faria de Vasconcelos, Pavilhão da Escola Faria de Vasconcelos, Pavilhão da Escola Dr. João Roiz, Pavilhão da Escola Cidade de Castelo Branco 3 Ginásios Ginásio da Escola Secundária Nuno Alvares, Ginásio da Escola Secundária Amato Lusitano, Ginásio dos Bombeiros 13 Polidesportivos Polidesportivo da Carapalha, Polidesportivo de S. Tiago, Polidesportivo da Quinta Pires Marques, Polidesportivo da Quinta das Pedras, Polidesportivo Escola Secundária Nuno Alvares, Polidesportivo Escola Sec. Amato Lusitano, Polidesportivo Escola Afonso de Paiva, Polidesportivo Escola Sec. Amato Lusitano, Polidesportivo Escola Secundária Nuno Alvares, Polidesportivo Escola Dr. João Roiz, Polidesportivo Escola Cidade Castelo Branco, Polidesportivo Escola Cidade Castelo Branco, Polidesportivo Escola Faria de Vasconcelos 4 Campos de Ténis Campos de Ténis do Albi Sport Clube, Campos de Ténis do Hotel Colina do Castelo, Campo de Ténis da Quinta Dr. Beirão, Campo de Ténis do Albi Sport Clube 3 Pistas de Atletismo Estádio da Associação R. C. Valongo, Estádio da Escola Superior Agrária, Campo n.º 3 da Zona de lazer 4 Piscinas Cobertas Piscina do Centro Social Redentoristas, Tanque de aprendizagem, Piscina Hotel Colina do Castelo, Piscina Municipal Piscina Praia Municipal 3 Pistas de Automobilismo Eurocircuito de Autocross, Pista de Kartcross, Pista de Ralicross Circuito de Manutenção da Feiteira 38

39 TERRITÓRIO CAFÉDE Área Densidade Populacional (2001) Concelho Distância à sede de Concelho 15,52 km2 18,6 Hab/km2 Castelo Branco 10 km DEMOGRAFIA População Residente Censos Recenseamento 1991: 365 Recenseamento 2001: 289 Taxa Variação: -26,3% Estimativa actual: 245 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 344,4% Proporção de Idosos: 32,2% Proporção de Jovens: 9,3% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: cerca de 170 pessoas Principal Sector de Actividade Económica dos Activos: Indústria e Construção Civil Número de Activos a trabalhar fora da Freguesia: 40 a 50 pessoas, maioritariamente em Castelo Branco Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: ocasionalmente na construção civil 39

40 Indicadores (Censos de 2001) CAFÉDE Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 50,8% Homens 64,7%, Mulheres 35,7% Proporção dos empregados por conta de outrem: 74,2% Proporção de empregados no sector terciário: 33,6% Proporção dos Reformados: Total 31,8% Desempregados: 11 * * Fonte: IEFP, Novembro de 2007 TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 1 Mercearia Cafés Micro-Empresas 1 Empresário de Construção Civil 1 Fábrica de Mármores APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Associação de Apoio a Idosos de Caféde (Constituída, mas não activa) Actualmente os idosos de Caféde recorrem aos serviços de apoio domiciliário do Centro Social Paroquial Padre Campos da freguesia de Póvoa de Rio de Moinhos Saúde Sub-Extensão de Saúde, com atendimento de médico e enfermeiro 1 vez por semana 40

41 Associativismo CAFÉDE Associação Desportiva, Cultural e Recreativa de Caféde Associação de Caça e Pesca de Caféde Equipamentos Polidesportivo Recinto de festas Salão polivalente 41

42 TERRITÓRIO ALCAINS Área 36,98 Km 2 Densidade Populacional (2001) Concelho Distância à sede de Concelho 133 Hab/Km 2 Castelo Branco 12 Km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 4534 Recenseamento 2001: 4929 Taxa Variação: 8,7% Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 136,7% Proporção de Idosos: 19,1% ACTIVIDADE E EMPREGO Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 55,4% Homens 63,8% Mulheres 47,8% Proporção dos empregados por conta de outrem: 79,4% Proporção de empregados no sector terciário: 48,5% Proporção dos Reformados: Total 20,3% Desempregados: 186 * Nota: Fonte: IEFP, Novembro de

43 TECIDO EMPRESARIAL ALCAINS Comércio e Serviços Mercearias / minimercado Supermercados Talhos Peixarias Adega / Garrafeira Prontos-a-Vestir Sapataria / Malas / Chapéus Retrosarias/ Lãs / Linhas 1 Perfumaria 2 Ourivesarias Bijutarias 1 Oculista / Óptica 1 Ervanária / Produtos Dietéticos Próteses Dentárias Farmácia Lojas de Móveis e Decorações Drogaria Car wash Churrascarias Pizzaria Cabeleireiras Barbeiros Institutos de Beleza /Calista / Esteticista Lavandaria Agências Funerárias Papelarias / Tabacarias Bombas de Gasolina Instituições Bancárias 43

44 Micro, Pequenas e Médias Empresas ALCAINS Empresários de Construção Civil não quantificado 1 Indústria de Produtos Alimentares 1 Indústria de Betão 1 Empresa de Distribuição de Bebidas 1 Padaria Industrial 1 Sucata Grandes-Empresas 1Indústria de Confecções 1 Matadouro 1 Indústria de Farinhas APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Lar Major Rato valências de centro de dia, apoio domiciliário, lar de idosos, voluntariado e 2 centros de convívio Saúde Sub-Extensão de Saúde, com atendimento médico e enfermeiro todos os dias da semana Associativismo A Carroça Associação Alzine Associação Recreativa de Caça e Pesca Alcainense Cães à Solta Clube Desportivo de Alcains Associação Papa Léguas Mega Jovem Associação Recreativa e Cultural de Alcains 44

45 Agrupamento 175 de Escutismo Moto Clube Dogsland Núcleo Sportinguista de Alcains Núcleo Benfiquista de Alcains Clube Recreativo Alcainense Associação de Caça e Pesca do Ribeiro da Azinheira Associação de Pais da Escola Secundária ALCAINS Associação de Dadores de Sangue Alcaténis Equipamentos Campo Trigueiros de Aragão Polidesportivo Pavilhões Desportivos Piscina Coberta e Descoberta Pistas de Atletismo 45

46 ALMACEDA TERRITÓRIO Área 72,18 km 2 Densidade Populacional (2001) 13,10 Hab/km 2 Anexas Concelho Distância à sede de Concelho Ingarnal; Lameirinha; Martim Branco; Padrão; Paiágua; Ribeira D'Eiras; Rochas de Baixo; Rochas de Cima; Valbom. Castelo Branco 33 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 1216 Recenseamento 2001: 943 Taxa Variação: -22,5% Estimativa actual: 690 Lugar: Censos 2001 Estimativa Setembro de 2007 Almaceda Ingarnal Lameirinha Martim Branco Padrão Paiágua Ribeira D'Eiras Rochas de Baixo Rochas de Cima Valbom

47 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 662,9% Proporção de Idosos: 43,6% Proporção de Jovens: 6,6% População em idade activa ALMACEDA Total dos activos: 120 ACTIVIDADE E EMPREGO Principal Sector de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil e Serviços (Centro de Dia) Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 50 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 0 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 34,1% Homens 41,9 % Mulheres 27% Proporção dos empregados por conta de outrem: 54,2% Proporção de empregados no sector terciário: 30,5% Proporção dos Reformados: Total 48,9% Desempregados: 17 TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 5 Mercearias 2 Almaceda, 1 Rochas de Cima, 1 Rochas de Baixo, 1 Padrão 9 Cafés 2 Almaceda, 3 Rochas de Cima, 1 Rochas de Baixo, 1 Ribeira D' Eiras, 1 Paiágua, 1 Padrão 1 Restaurante Lameirinha 1 Cabeleireiro Almaceda 1 Materiais de Construção Almaceda 47

48 ALMACEDA 1 Loja de Electrodomésticos - Almaceda 1 Loja de Material Eléctrico Almaceda 1 Padaria Almaceda 1 Oficina Auto Lameirinha Micro-Empresas Empresas de Construção Civil Empresários Florestais 1 Lagar Industrial APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro Social e Paroquial de Almaceda valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário. Saúde Extensão de Saúde, com atendimento médico e de enfermeiro 3 vezes por semana. 48

49 ALMACEDA Associativismo Associação Cultural e Recreativa Bombos de Almaceda Associação Cultural e Recreativa de Ribeiro d' Eiras Associação Cultural e Recreativa de Almaceda Associação de Caça e pesca de Almaceda Grupo Desportivo "Águias das Rochas de Cima" Produtores de Regadio tradicional de Rochas de Baixo Grupo Cultural e Recreativo da Paiágua Associação dos Produtores Florestais de Espadana e Gardunha Espadana Associação de produtores florestais Clube Desportivo de Rochas de Baixo Equipamentos Polidesportivo Almaceda Campos de Futebol Almaceda, Rochas de Cima, Rochas de Baixo Piscina Fluvial Almaceda Recinto de festas em todas as aldeias Salões Multiusos em sedes de associações Almaceda, Rochas de Cima, Rochas de Baixo, Ribeira D Eiras, Padrão Casa das Artes e Ofícios e Loja Aldeias do Xisto Martim Branco 49

50 BENQUERENÇAS TERRITÓRIO Área 61,55 km 2 Densidade Populacional (2001) 11,8 Hab/km 2 Anexas Distância à sede de Concelho Benquerenças de Baixo; Maxiais 10 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 1048 Recenseamento 2001: 725 Taxa Variação: -30,8% Estimativa actual: 700 Lugar Censos 2001 Benquerenças de Baixo 164 Benquerenças de Cima 256 Maxiais 305 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento:557,4% Proporção de Idosos: 36,1% Proporção de Jovens: 6,5% 50

51 BENQUERENÇAS ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa : Total dos activos: 100 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil e Indústria de Confecções Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 80 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 40 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 32,7% Homens 41,6 % Mulheres 24,3% Proporção dos empregados por conta de outrem: 87,2% Proporção de empregados no sector terciário: 56,9% Proporção dos Reformados: Total 44% Desempregados: 33 TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 3 Mercearias 2 Benquerenças, 1 Maxiais 2 Talhos Benquerenças 5 Cafés 4 Benquerenças, 1Maxiais 1 Comércio Misto Benquerenças 2 Oficinas Auto 1 Benquerenças, 1 Maxiais Micro-Empresas 3 Carpintarias 1 Serralharia 5 Empresários Agrícolas 1 Empresários de Construção Civil 1 Benquerenças, 1 Maxiais 1 Indústria de Cimentos Benquerenças 51

52 BENQUERENÇAS 1 Armazém de Frutas Maxiais 2 Pecuárias Maxiais 2 Empresas de Materiais de Construção Benquerenças 2 Empresas de Transformação de Madeiras Benquerenças 2 Empresas de Distribuição Alimentar Maxiais 1 Empresa de Transportes APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro de Dia de Benquerenças valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Sub-extensão de Saúde de Benquerenças, com médico 1 vez por semana e enfermeiro 2 vezes Posto médico de Maxiais, com médico e enfermeiro 1 vez por semana Associativismo Vitória Clube Benquerenças Rancho Folclórico de Benquerenças Associação Desportiva de Caça e Pesca de Maxiais Centro Social de Maxiais Maxiaiscoop Cooperativa agrícola dos Olivicultores de Maxiais, Benquerenças e outros, CRL 52

53 JUNCAL DO CAMPO TERRITÓRIO Área 22,18 km 2 Densidade Populacional (2001) 22,5 Hab/km 2 Anexas Concelho Camões, Chão da Vã Castelo Branco Distância à sede de Concelho 15 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 646 Recenseamento 2001: 500 Taxa Variação: -22,6% Estimativa actual: Não quantificado Lugar Censos 2001 /Estimativa Setembro de2007 Juncal do Campo Camões 9 6 Chão da Vã Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 544,4% Proporção de Idosos: 39,2% Proporção de Jovens: 7,2% 53

54 JUNCAL DO CAMPO ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: não quantificado Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: não quantificado Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: não quantificado Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: não quantificado Indicadores (Censos de 2001): Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 41,2% Homens 49,8%; Mulheres 33,9% Proporção dos empregados por conta de outrem: 65,8% Proporção de empregados no sector terciário: 41,8% Proporção dos Reformados: Total 39,4% Desempregados: 8 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) Micro-Empresas 1 Serralharia 1 Canalizador 1 Empresário de Construção Civil TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços Mercearias Juncal do Campo Comércio Misto Chão da Vã Cafés 3 Juncal do Campo, 1 Chão da Vã Cabeleireiro Juncal do Campo Sapateiro Juncal do Campo 54

55 JUNCAL DO CAMPO APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos A freguesia encontra-se servida pelo Centro Social de Salgueiro do Campo valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Sub-extensão de Saúde, com médico e enfermeiro 1 vez por semana Associativismo ACRJ Associação Cultural e Recreativa Juncalense Rancho Folclórico de Juncal do Campo Associação de Caça e Pesca do Ribeiro Vale Sando Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Chão da Vã Cooperativa de Olivicultores das Freguesias de Juncal do Campo e Freixial do Campo, CRL Equipamentos Polidesportivo Juncal do Campo Campo de Futebol Juncal do Campo Sala Multiusos Juncal do Campo 55

56 PÓVOA DE RIO DE MOINHOS TERRITÓRIO Área 24,49 km 2 Densidade Populacional (2001) 26,9 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 16 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 768 Recenseamento 2001: 685 Taxa Variação: - 10,8% Estimativa actual: 703 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 275% Proporção de Idosos: 27,3% Proporção de Jovens: 9,9% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: Não quantificado Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil e Indústrias Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 30 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 10 56

57 PÓVOA DE RIO DE MOINHOS Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 45,2% Homens 57,6% Mulheres 33,8% Proporção dos empregados por conta de outrem: 74,4% Proporção de empregados no sector terciário: 46,6% Proporção dos Reformados: Total 31,2% Desempregados: 28 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 4 Mercearias 4 Cafés 1 Restaurante 1 Oficina Auto 2 Cabeleireiros 1 Centro de Eventos e Banquetes 1 Padaria Micro-Empresas 4 Empresários de Construção Civil 1 Serralharia Empresários Agrícolas (essencialmente ligados ao gado ovino) não quantificado APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro Social Paroquial Padre Campo valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde com atendimento médico 2 vezes por semana e enfermeiro 3 vezes por semana 57

58 PÓVOA DE RIO DE MOINHOS Associativismo Associação de Caça e Pesca de Póvoa de Rio de Moinhos Clube Desportivo Póvoa de Rio de Moinhos Equipamentos Polidesportivo Campo de Futebol Salão de Festas Recinto de Festas Campo de Tiro ao Prato Biblioteca Jardim da Devesa Parque Infantil 58

59 TERRITÓRIO SARZEDAS Área 172,7 km 2 Densidade Populacional (2001) 10,1 Hab/km 2 Anexas Concelho Distância à sede de Concelho Almuinhas, Azenha de Baixo, Azenha de Cima, Cabeço do Infante Calvos, Carrascal, Casal Águas de Verão, Casal Novo, Galdins, Gatas, Grade, Juncoso, Lisga, Lomba Chã, Magueija, Malhada do Cervo, Maxial do Campo, Mendares, Monte da Goula, Nave, Navejola, Pé da Serra, Pereiro, Pereiros, Pisão, Pomar, Pousafoles, Rapoula, Rapoulinha, S. Domingos, Salgueiral, Salgueirinho, Serrasqueira, Sesminho, Sesmo, Silveira dos Figos, Sobraínho da Ribeira, Teixugueiras, Vale Bonito, Vale da Lacinha, Vale da Santa, Vale da Sertã, Vale de Maria Dona, Vale de Muge, Vale de Ferrdas, Versadas, Vilares de Baixo, Vilares de Cima Castelo Branco 21 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 2286 Recenseamento 2001: 1738 Taxa Variação: -24% Estimativa actual:

60 SARZEDAS Lugar Censos 2001 Almuinhas - Azenha de Baixo - Azenha de Cima 68 Cabeço do Infante 67 Calvos Carrascal Casal Águas de Verão 68 Casal Novo - Galdins Gatas 14 Grade 70 Juncoso - Lisga 108 Lomba Chã 29 Magueija 22 Malhada do Cervo 52 Maxial do Campo 58 Mendares 38 Monte da Goula 23 Nave 28 Navejola - Pé da Serra 80 Pereiro 10 Pereiros 15 Pisão - Pomar 41 Pousafoles 99 Rapoula 118 Rapoulinha - São Domingos 89 Salgueiral 22 Salgueirinho - Sarzedas 155 Serrasqueira 41 Sesminho 7 Sesmo 74 Silveira dos Figos 32 Sobraínho da Ribeira 29 Teixugueiras 23 Vale Bonito 8 Vale da Lacinha - Vale da Santa - Vale da Sertã 20 Vale de Ferradas 53 Vale de Maria Dona 38 Vale de Muge - Versadas - Tabela 4: População residente Sarzedas (Censos,2001) 60

61 Índice de Envelhecimento: 887,1% SARZEDAS Proporção de Idosos: 47,5% Proporção de Jovens: 5,4% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 500 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Agricultura de Subsistência e Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 40 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 25 Indicadores (Censos de 2001): Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 29,1% Homens 38,1% Mulheres 21% Proporção dos empregados por conta de outrem: 59,7% Proporção de empregados no sector terciário: 33,3% Proporção dos Reformados: Total 49,8% Desempregados: 42 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 10 Mercearias 3 Sarzedas, 2 Azenha de Cima, 1 Cabeço Infante, 1 Carrascal, 1 Casal Águas de Verão, 1 Lisga e 1 Vilares de Cima Cafés 3 Sarzedas, 1 Cabeço do Infante, 1 Grade, 1 Sesmo e 1 São Domingos 1 Restaurante Sarzedas Comércios Mistos 1 Sarzedas, 1 Pousafoles, 1 Sesmo, 1 São Domingos, 1 Rapoula, 1 Lomba Chã, 1 Casal Águas de Verão, 1 Vilares de Cima 61

62 1 Talho Sarzedas 1 Comércio de Materiais de Construção (Sarzedas 1 Comércio de Produtos Agrícolas Sarzedas SARZEDAS 1 Comércio de Máquinas e Alfaias Agrícolas Sarzedas 1 Oficina de Automóveis Sarzedas Aviários Azenha de Cima 1 Lagar Sarzedas 1 Posto de Combustível São Domingos 1 Farmácia Sarzedas Micro-Empresas 1 Indústria de Mármores Empresários Agrícolas Empresários da Construção Civil Empresários de Terraplanagens 10 Empresários Florestais APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Sarzedas, com as valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde, com atendimento médico 3 vezes por semana e enfermeiro 5 vezes por semana Associativismo Associação Desportiva de Caça e Pesca "Os Pioneiros" Centro Social de Pousafoles Centro Social de Azenha de Cima Associação do Pé da Serra Centro Social de Malhada do Cervo SANCOOP Cooperativa Agrícola Santo Ildefonso Fozescoop Cooperativa Agrícola de Olivicultores da Ribeira da Serrasqueira 62

63 SARZEDAS Ribazeite Associação de produtores de Azeite da Ribeira da Magueija Taipacoop Cooperativa Agríc. Da Taipa Coopcalvos Cooperativa Agro-florestal de Calvos Cooperativa dos Olivicultores de Lameira Mendares Coop. - Cooperatica Agri. Oliv. Pereiros, Vilares e outros Centro Social da Rapoula Centro Social Vale de Ferradas Centro Social Maxial Centro Social de Vale Maria Dona Centro Social do Sesmo Centro Social Casal Águas de Verão Centro Social de Vilares de Cima Associação da Serrasqueira Associação Cultural e Recreativa do Sobrainho da Ribeira Clube Cultural e Desportivo de S. Domingos Centro social de Mendares Associação Cultural Santo Ildefonso Associação Asso-Sesmo Associação dos Amigos do Pomar Associação dos Amigos da Lisga Equipamentos Polidesportivo Sala Multiusos Campo de Futebol Recintos de Festas 63

64 SOBRAL DO CAMPO TERRITÓRIO Área 31,29 km 2 Densidade Populacional (2001) 16,5 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 25 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991:588 Recenseamento 2001: 516 Taxa Variação: -12,24% Estimativa actual: 500 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 413% Proporção de Idosos: 36,8% Proporção de Jovens: 8,9% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 150 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 80 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 0 64

65 SOBRAL DO CAMPO Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 35,7% Homens 45,9% Mulheres 25,7% Proporção dos empregados por conta de outrem: 73% Proporção de empregados no sector terciário: 36,5% Proporção dos Reformados: Total 36% Desempregados: 9 TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços Cafés 1 Taberna Mercearias 1 Talho 1 Bar/Discoteca Micro-Empresas 6 Empresários Agrícolas 6 Empresários de Construção Civil 1 Serralharia 2 Queijarias APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro de Dia de São Sebastião valência de Centro de Dia e Apoio Domiciliário 65

66 SOBRAL DO CAMPO Saúde Extensão de Saúde, com atendimento médico 2 vezes por semana e enfermeiro3 vezes por semana Associativismo Associação Cultural e Recreativa Sporting Clube Sobralense Associação Cultural e Recreativa de Sobral do Campo (Associação de Caça e Pesca) Equipamentos Campo de Futebol Polidesportivo Zona de Lazer Casa da Cultura com Espaço Internet Recinto de Festas 66

67 CEBOLAIS DE CIMA TERRITÓRIO Área 12,86 km 2 Densidade Populacional (2001) 100,3 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 24 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 1529 Recenseamento 2001: 1290 Taxa Variação: -15,6% Estimativa actual: 1200 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 338,9% Proporção de Idosos: 29,7% Proporção de Jovens: 8,8% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 400 Principal Sector de Actividade Económica dos Activos: Industria Têxtil e Confecções Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 200 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 9 67

68 CEBOLAIS DE CIMA Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 47,2% Homens 55,5 % Mulheres 39,9% Proporção dos empregados por conta de outrem: 83,3 Proporção de empregados no sector terciário: 43,8% Proporção dos Reformados: Total 36,1% Desempregados: 85 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 5 Mercearias 9 Cafés 3 Restaurantes 1 Barbeiro 1 Cabeleireiros 1 Papelaria 1 Loja de Electrodomésticos e Material Eléctrico 1 Farmácia 1 Banco 1 Posto de Correios 1 Bomba de Combustíveis 1 Bolaria 2 Padaria Micro-Empresas 2 Serralharias 1 Confecção de Roupas 1 Empresário Agrícola 1 Empresa de Construção Civil 1 Empresa do Ramo Alimentar (presuntos e enchidos) 68

69 CEBOLAIS DE CIMA APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro Social e Paroquial da Freguesia de Cebolais de Cima valências de Centro de Dia, Lar de Idosos, Centro de Convívio e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de saúde, com atendimento médico e enfermeiro 3 vezes por semana Associativismo Indústria Futebol Clube Cebolense Rancho Etnográfico de Cebolais de Cima Agrupamento de Escuteiros 624 Associação Desportiva de Caça e Pesca de Cebolais Associação Recreativa, Cultural, Desportiva de Cebolais de Cima Equipamentos Campo de Futebol Polidesportivo Sala Multiusos Recinto de Festas Biblioteca 69

70 ESCALOS DE BAIXO TERRITÓRIO Área 46,02 km 2 Densidade Populacional (2001) 20,6 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 14 km DEMOGRAFIA : População Residente Censos Recenseamento 1991: 1059 Recenseamento 2001: 946 Taxa Variação: -10,7% Estimativa actual: 900 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 245% Proporção de Idosos: 28,2% Proporção de Jovens: 11,5% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 400 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 43,4% Homens 56,9% Mulheres 30,7% Proporção de empregados no sector terciário: 39,5% Proporção dos Reformados: Total 31,3% Desempregados: 45 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) 70

71 ESCALOS DE BAIXO TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 5 Mercearias 9 Cafés 1 Retrosaria Restaurantes 1 Loja Material Eléctrico 1 Oficina Auto 1 Loja de Móveis Micro-Empresas 5 Queijarias 3 Salsicharias 1 Serralharia 1 Carpintaria Empresários de Construção Civil não quantificado APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro de Dia de São Silvestre valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde, com atendimento médico 3 vezes por semana e enfermeiro 4 vezes Associativismo Associação de Caça e Pesca de Escalos de Baixo 71

72 ESCALOS DE BAIXO Gabinete Jovem Grupo Desportivo e Cultural de Escalos de Baixo Equipamentos Campo de Futebol Polidesportivo Campo de Tiro ao Prato Zona de Lazer do Chafariz Salão Multiuso 72

73 ESCALOS DE CIMA TERRITÓRIO Área 15,47 km 2 Densidade Populacional (2001) 71,8 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 15 km DEMOGRAFIA População residente: Censos: Recenseamento 1991: 1189 Recenseamento 2001: 1110 Taxa Variação: -6,6% Estimativa actual: 1100 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 264,5% Proporção de Idosos: 25,5% Proporção de Jovens: 9,6% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 550 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: não quantificado Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: não quantificado Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 46,6% Homens 59,2% Mulheres 33,8% Proporção dos empregados por conta de outrem: 77,1% Proporção de empregados no sector terciário: 34,8% 73

74 ESCALOS DE CIMA Proporção dos Reformados: Total 28% Desempregados: 47 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 9 Cafés 1 Bar 5 Mercearias Restaurantes 1 Loja de Móveis 1 Loja de Electrodomésticos 2 Cabeleireiras 2 Papelarias 1 Oficina 1 Stand de Automóveis 1 Padaria Micro-Empresas 1 Empresário Agrícola Empresários de Construção Civil não quantificado 2 Serralharias 1 Indústria de Confecções Indústrias de Lanifícios 1 Indústria Alimentar 74

75 ESCALOS DE CIMA APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro de Dia de Escalos de Cima valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde, com atendimento médico e enfermeiro de 2ªa 6ª feira Associativismo Associação Juvenil Guardiões da Luz Associação Juvenil Escalar Clube Desportivo e Recreativo de Escalos de Cima Associação de Caça e Pesca de Escalos de Cima Equipamentos Polidesportivo Salão Multiusos Campo de Futebol Recinto de Festas 75

76 MATA TERRITÓRIO Área 23,97 km 2 Densidade Populacional (2001) 24,6 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 19 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 623 Recenseamento 2001: 590 Taxa Variação: - 5,3% Estimativa actual: 550 Indicadores (Censos de 2001): Índice de Envelhecimento: 586,5% Proporção de Idosos: 36,8% Proporção de Jovens: 6,3% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: Não quantificado (estimativa de 200) Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: Não quantificado Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 7 76

77 MATA Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 34,7% Homens 45,4% Mulheres 24,3% Proporção dos empregados por conta de outrem: 60,7% Proporção de empregados no sector terciário: 41,6% Proporção dos Reformados: Total 35,3% Desempregados: 20 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 3 Mercearias 6 Cafés 2 Cabeleireiros 3 Oficinas Micro-Empresas 1 Industria de PVC s e Estores 1 Técnico de Frio 1 Electricista APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro de Dia de Santa Margarida da Mata valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde com atendimento médico 2 vezes por semana e enfermeiro 4 vezes por semana 77

78 MATA Associativismo Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Mata Associação de Caça e Pesca Associação Belgais Equipamentos Campo de Futebol Edifício Multiusos Recinto de Festas Zona de Lazer 78

79 LOURIÇAL DO CAMPO TERRITÓRIO Área 22,07 km 2 Densidade Populacional (2001) 36,5 Hab/km 2 Anexas Concelho Distância à sede de Concelho Torre Castelo Branco 29 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 887 Recenseamento 2001: 805 Taxa Variação: - 9,2% Estimativa actual: 600 Censos 2001 Lugar: Louriçal do Campo 605 Torre 120 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 376,7% Proporção de Idosos: 35,4% Proporção de Jovens: 12,8% 79

80 LOURIÇAL DO CAMPO ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 180 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Agricultura e Indústria Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 130 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 60 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 30,8% Homens 41,5% Mulheres 20,7% Proporção dos empregados por conta de outrem: 81% Proporção de empregados no sector terciário: 45,6% Proporção dos Reformados: Total 36,8% Desempregados: 17 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 3 Mercearias 2 Talhos 4 Cafés 2 Cabeleireiros 1 Alfaiate 1 Oficina Auto 80

81 LOURIÇAL DO CAMPO 1 Drogaria 1 Farmácia 1 Loja de Produtos Agricolas Micro-Empresas 3 Empresários Agrícolas 4 Empresários de Construção Civil 1 Serralharia APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro de Dia de São Bento valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde com atendimento médico e enfermeiro 2 vezes por semana Associativismo Associação de Festas da Torre Associação de Festas de Louriçal do Campo Sociedade Filarmónica de Louriçal do Campo Equipamentos Pavilhão Gimnodesportivo Polidesportivo Campo de Futebol Piscina Sala Multiusos Biblioteca Casa da Música Recinto de Festas 81

82 MONFORTE DA BEIRA TERRITÓRIO Área 120,3 km 2 Densidade Populacional (2001) 4,2 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 24 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 702 Recenseamento 2001: 506 Taxa Variação: - 5,3% Estimativa actual: 410 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 927,3% Proporção de Idosos: 60,5% Proporção de Jovens: 6,5% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 20 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil e Agricultura Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 3 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 5 82

83 MONFORTE DA BEIRA ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 20 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil e Agricultura Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 3 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 5 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 15% Homens 23,2% Mulheres 7,6% Proporção dos empregados por conta de outrem: 62,1% Proporção de empregados no sector terciário: 43,9% Proporção dos Reformados: Total 58,3% Desempregados: 9 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 2 Mercearias 5 Cafés 2 Padarias Micro-Empresas 10 Empresários Agrícolas 10 Empresários Florestais 83

84 MONFORTE DA BEIRA APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro Social São João Baptista valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de saúde com atendimento médico 2 vezes por semana e enfermeiro 3 vezes por semana Associativismo Aldeia em Movimento Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Monforte da Beira Quad Team Monforte da Beira (Clube de Moto 4) Associação de Caça e Pesca de Monforte Equipamentos Polidesportivo Monte Barata (Casa de Turismo Rural) Parque Natural do Tejo Internacional Casa do Povo 84

85 TINALHAS TERRITÓRIO Área Densidade Populacional (2001) 16,2 km2 42,6 Hab/km2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 19km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 790 Recenseamento 2001: 690 Taxa Variação: -12,8% Estimativa actual: 650 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 300% Proporção de Idosos: 24,8% Proporção de Jovens: 8,3% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 300 Principal Sector de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 100 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 30 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 44,5% Homens 59,6% Mulheres 30,8% Proporção dos empregados por conta de outrem: 73% Proporção de empregados no sector terciário: 37% Proporção dos Reformados: Total 29,3% Desempregados: 12 85

86 TINALHAS TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 4 Mercearias 2 Talhos 5 Cafés 1 Florista 1 Loja de Electrodomésticos 1 Comércio de Materiais de Construção 1 Oficina Auto 1 Loja de Móveis 1 Alfaiate 1 Padaria Micro-Empresas 12 Empresários da Construção Civil 4 Empresários Agrícolas 6 Empresários Florestais APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Associação Tinalhense de Apoio Social valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde, atendimento médico 3 vezes por semana e enfermeiro todos os dias Associativismo Associação de Caça e Pesca Sumagre Associação de Salvaguarda Patrimonial Sociedade Filarmónica Centro Recreativo de Tinalhas Associação dos Amigos de Tinalhas 86

87 MALPICA DO TEJO TERRITÓRIO Área 246,1 km 2 Densidade Populacional (2001 3,1 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 20 km DEMOGRAFIA População Residente Censos:: Recenseamento 1991: 811 Recenseamento 2001: 758 Taxa Variação: - 6,5% Estimativa actual: 750 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 917% Proporção de Idosos: 56,9% Proporção de Jovens: 6,2% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 130 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 30 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: não quantificado Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 25,7% Homens 34,8% Mulheres 17,6% Proporção dos empregados por conta de outrem: 74,6% 87

88 MALPICA DO TEJO Proporção de empregados no sector terciário: 36,7% Proporção dos Reformados: Total 58,3% Desempregados: 16 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços: 4 Mercearias 6 Cafés 2 Cabeleireiros 1 Talho 1 Restaurante 1 Cabeleireiro Micro-Empresas: 1 Queijaria 1 Cooperativa de Azeite 1 Cooperativa de Panificação 1 Padaria 1 Comércio de Materiais de Construção Empresários Agrícolas não quantificado APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro de Dia da Freguesia de Malpica do Tejo valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde com atendimento médico 4 vezes por semana e enfermeiro todos os dias; Associativismo Associação Cultural, Recreativa e Social de Malpica do Tejo Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Malpica do Tejo Copnmate Cooperativa de Panificação de Malpica do Tejo Clube de Caçadores Os Malpiqueiros 88

89 FREIXIAL DO CAMPO TERRITÓRIO Área 18,62 km 2 Densidade Populacional (2001) 28,8 Hab/km 2 Anexas Concelho Distância à sede de Concelho Barbaído Castelo Branco 16 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 617 Recenseamento 2001: 537 Taxa Variação: -13% Estimativa actual: 598 Lugar Censos 2001 Freixial do Campo 403 Barbaído 134 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 279,2% Proporção de Idosos: 27,6% Proporção de Jovens: 9,9% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 383 Principal Sector de Actividade Económica dos Activos: Agricultura e Comércio Local Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 141 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: não quantificado 89

90 FREIXIAL DO CAMPO Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 51,4% Homens 58,9% Mulheres 44,4% Proporção dos empregados por conta de outrem: 72,9% Proporção de empregados no sector terciário: 45,4% Proporção dos Reformados: Total 30,5% Desempregados: 16 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 3 Cafés Freixial do Campo 1 Restaurante Freixial do Campo 2 Comércios Mistos Barbaído 1 Oficina Auto Freixial do Campo Micro-Empresas: 7 Empresários da Construção Civil 1 Empresário Agrícola 1 Empresário Florestal 1 Serralharia APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Associação De Apoio Social Freixial do Campo valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde, atendimento médico 1 vez por semana e enfermeiro 2 vezes 90

91 FREIXIAL DO CAMPO Associativismo Clube Recreativo e Cultural de Freixial do Campo Clube Recreativo e Cultural de Barbaído Ases do Valesando de Freixial do Campo Equipamentos Campos de Futebol Freixial do Campo, Barbaído Polidesportivos Freixial do Campo, Barbaído Sala Multiusos Freixial do Campo 91

92 LARDOSA TERRITÓRIO Área 44,46 km 2 Densidade Populacional (2001) 23,5 Hab/km 2 Anexas Concelho Distância à sede de Concelho Vale da Torre Castelo Branco 21 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 895 Recenseamento 2001: 1044 Taxa Variação: 16,6% Estimativa actual: 2000 Lugar Censos 2001 Lardosa 911 Vale da Torre 132 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 304,6% Proporção de Idosos: 31,5% Proporção de Jovens: 10,3% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 1400 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: Não quantificado 92

93 LARDOSA Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 112 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 36% Homens 50,9% Mulheres 23,4% Proporção dos empregados por conta de outrem: 74,1% Proporção de empregados no sector terciário: 35,3% Proporção dos Reformados: Total 34,7% Desempregados: 48 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 4 Mercearias Lardosa 2 Talhos Lardosa 7 Cafés 6 Lardosa, 1 Vale da Torre 3 Restaurantes Lardosa 2 Lojas de Materiais de Construção Lardosa 1 Loja de Electrodomésticos Lardosa 2 Oficinas Auto Lardosa Micro-Empresas 3 Serralharias 1 Fábrica de Móveis Empresários Agrícolas não quantificado Empresários da Construção Civil não quantificado 93

94 LARDOSA APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro Social Amigos da Lardosa valências Lar de Idosos, Centro de Dia, Apoio Domiciliário e ATL Saúde Extensão de saúde, com atendimento médico e enfermeiro 4 vezes por semana Associativismo Associação de Caça e Pesca da Lardosa Centro Popular Cultura e Desporto da Lardosa Núcleo de Intervenção Cultural da Lardosa Centro Cultural e Recreativo de Vale da Torre Rancho Folclórico infantil e juvenil de Lardosa Centro Operário e Artístico Ordem e Progresso Equipamentos Polidesportivo Lardosa Campo de Futebol Lardosa, Vale da Torre Campo de Tiro aos Pratos Lardosa Sala Multiusos com ligação à Internet Lardosa Piscina Lardosa Recinto de Festas Lardosa, Vale da Torre Salão Casa do Povo Lardosa 94

95 LOUSA TERRITÓRIO Área 35,72 km 2 Densidade Populacional (2001) 21,1 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 19 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 840 Recenseamento 2001: 752 Taxa Variação: - 10,5% Estimativa actual: 750 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 546,2% Proporção de Idosos: 37,8% Proporção de Jovens: 6,9% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 300 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Indústria e Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 150 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 50 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 38,7% Homens 49,4% Mulheres 28,2% Proporção dos empregados por conta de outrem: 73,7% 95

96 LOUSA Proporção de empregados no sector terciário: 36,3% Proporção dos Reformados: Total 35,8% Desempregados: 27 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 2 Mercearias 6 Cafés 2 Cabeleireiros 1 Talho 1 Restaurante 1 Cabeleireiro 2 Oficinas 1 Padaria Micro-Empresas 1 Empresário Florestal 1 Empresário de Construção Civil 2 Serralharias 3 Carpintarias APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Liga dos Amigos da Lousa valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde com atendimento médico e enfermeiro 3 vezes por semana 96

97 LOUSA Associativismo Associação de Caça e Pesca de Lousa Ousar Associação Juvenil Recreativa e Cultural da Lousa Rancho e Teatro Dança das Virgem Clube Desportivo e Recreativo União Lousense Equipamentos Campo de Futebol Recinto de Festas Museu Etnográfico Zona de Lazer 97

98 SALGUEIRO DO CAMPO TERRITÓRIO Área 30,41km 2 Densidade Populacional (2001) 31,7 Hab/km 2 Anexas Concelho Distância à sede de Concelho Palvarinho Castelo Branco 13 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 988 Recenseamento 2001: 965 Taxa Variação: -2,3% Estimativa actual: Não quantificado Lugar Censos 2001 Salgueiro do Campo 574 Palvarinho 391 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 387,1% Proporção de Idosos: 34,1% Proporção de Jovens: 8,8% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: Não quantificado Principal Sector de Actividade Económica dos Activos: Não quantificado Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: Não quantificado Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: Não quantificado 98

99 SALGUEIRO DO CAMPO Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 41,6% Homens: 53,2% Mulheres: 31,5% Proporção dos empregados por conta de outrem: 84,1% Proporção de empregados no sector terciário: 59,2% Proporção dos Reformados: Total 35,9 Desempregados: 25 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 4 Cafés 2 Salgueiro do Campo, 2 Palvarinho 5 Mercearias 4 Salgueiro do Campo, 1 Palvarinho 1 Restaurante Salgueiro do Campo 1 Cabeleireiro Salgueiro do Campo 3 Oficinas Salgueiro do Campo 1Barbeiro Salgueiro do Campo 1 Padaria Salgueiro do Campo 1 Farmácia Salgueiro do Campo Micro-Empresas 3Empresários Agrícolas Salgueiro do Campo 3 Empresários da Construção Civil 3 Salgueiro do Campo, 1 Palvarinho 1 Serralharia Salgueiro do Campo 1 Queijaria Palvarinho APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro Social de Salgueiro do Campo valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde com atendimento médico 2 vezes por semana e enfermeiro 4 dias por semana 99

100 Associativismo SALGUEIRO DO CAMPO Centro Cultural e Recreativo de Salgueiro do Campo Associação de Caça e Pesca de Salgueiro do Campo Associação Popular do Palvarinho (Teatro Gaio) Trigal Grupo de Música do Palvarinho Equipamentos Piscina Campo de Jogos Salgueiro do Campo, Palvarinho Polidesportivo Salgueiro do Campo, Palvarinho Recinto de Festas Salgueiro do Campo, Palvarinho Sala Multiusos Salgueiro do Campo 100

101 SÃO VICENTE DA BEIRA TERRITÓRIO Área 100,55 km 2 Densidade Populacional (2001) 15,9 Hab/km 2 Anexas Concelho Distância à sede de Concelho Casal da Serra, Casal da Fraga, Mourelo, Paradanta, Partida, Pereiros, Tripeiro, Vale de Figueira, Violeiro Castelo Branco 30 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 1871 Recenseamento 2001: 1597 Taxa Variação: -14,6% Estimativa actual: 1400 Lugar Censos 2001 Casal da Fraga 177 Casal da Serra 172 Mourelo 77 Paradanta 52 Partida 232 Pereiros 54 São Vicente da Beira 651 Tripeiro 68 Vale de Figueira 62 Violeiro

102 SÃO VICENTE DA BEIRA Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 305,7% Proporção de Idosos: 33,3% Proporção de Jovens: 10,9% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa Total dos activos: 200 Principal Sector de Actividade Económica dos Activos: Sector da Educação e a Indústria. Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 30 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 60 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 40,6% Homens: 53,7% Mulheres: 28,7% Proporção dos empregados por conta de outrem: 73,8% Proporção de empregados no sector terciário: 41,1% Proporção dos Reformados: Total 34% Desempregados: 53 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 9 Cafés 6 São Vicente da Beira, 1 Casal da Fraga, 1 Pereiros, 1 Partida, 1 Casal da Serra 10 Mercearias 3 São Vicente da Beira, 3 Casal da Fraga, 1 Mourelo, 1 Paradanta, 1 Partida, 1 Tripeiro 6 Comércios Mistos 1 Tripeiro, 1 Violeiro, 1 Partida, 2 Casal da Serra, 1 Paradanta 1 Talho São Vicente da Beira 1 Pastelaria São Vicente da Beira 102

103 SÃO VICENTE DA BEIRA 1 Restaurante Casal da Fraga 1 Loja de Material Eléctrico São Vicente da Beira 3 Cabeleireiros São Vicente da Beira 1 Sapataria São Vicente da Beira 1 Padaria São Vicente da Beira 1 Instituição Bancária 1 Agente de Seguros 1 Farmácia Micro-Empresas 1 Indústria de Mármores e Granitos 1 Indústria de Captação e Engarrafamento de Água 1 Queijaria 6 Empresários de Construção Civil 5 Empresários Florestais 6 Carpintarias 1 Serralharia APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Santa Casa da Misericórdia de São Vicente da Beira - valências de Centro de Dia, Lar de Idosos, Apoio Domiciliário, Creche e Jardim-de-Infância Saúde Extensão de Saúde com atendimento médico e 2 enfermeiros todos os dias úteis da semana Consultório Médico Dentário com consultas 3 vezes por semana; 103

104 SÃO VICENTE DA BEIRA Associativismo Sociedade Filarmónica Vicentina GEGA (Grupo de estudos e defesa do património cultural e natural da Gardunha) AEP Grupo 170 (Escuteiros) Associação Caça e Pesca Casaleirense Clube Desportivo e Recreativo dos Pereiros Associação Desportiva, Cultura e Recreativa do Mourelo Associação dos Agricultores e Sivicultores da Partida Associação Apoio a Jovens e Idoso da Partida e Vale Figueira Grupo de Bombos "Os Vicentinos Grupo Desportivo e Recreativo Violeirense Casa do Povo de São Vicente da Beira Sport Clube Santiago da Partida Associação Desportiva, Cultura e Recreativa do Tripeiro Associação dos Amigos do Agrupamento de Escolas de São Vicente da Beira Sport Clube de São Vicente da Beira Junta do Regadio tradicional de São Vicente da Beira Lucibento- Associação Artística de Vale Figueira Associação ainda sem denominação Casal da Fraga Associação de Caça e Pesca Casaleirense. Equipamentos Campos de Futebol (1 São Vicente da Beira, 1 Paradanta, 1 Partida, 1 Mourelo, 1 Casal da Serra, 1 Pereiros e 1 Violeiro) 1 Polidesportivo 1 Piscina 1 Biblioteca 1 Parque Infantil 1 Salão Casa do Povo Centros Sociais, que funcionam nas antigas instalações das escolas primárias Museu de Arte Sacra 104

105 SÃO VICENTE DA BEIRA Museu da Misericórdia Museu Etnográfico Museu da Ordem Franciscana 105

106 NINHO DO AÇOR TERRITÓRIO Área 11,9 km 2 Densidade Populacional (2001) 39,7 Hab/km 2 Concelho Distância à sede de Concelho Castelo Branco 22 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 479 Recenseamento 2001: 473 Taxa Variação: -1,3% Estimativa actual: 450 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 345% Proporção de Idosos: 29,2% Proporção de Jovens: 8,5% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa - Total dos activos: 220 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 150 a 200 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 3 106

107 Indicadores (Censos de 2001) NINHO DO AÇOR Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 42,5% Homens 55,1% Mulheres 31% Proporção dos empregados por conta de outrem: 73,3% Proporção de empregados no sector terciário: 37,2% Proporção dos Reformados: Total 29% Desempregados: 16 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 3 Mercearias 4 Cafés 1 Loja de Conveniência 1 Oficina de Motores de Rega Micro-Empresas 2 Empresários Agrícolas 5 Empresários de Construção Civil APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos ADAS Associação de Desenvolvimento e Apoio Social Ninho do Açor valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário Saúde Extensão de Saúde, com médico 2 vezes por semana e enfermeiro 1 vez 107

108 NINHO DO AÇOR Não quantificado (deslocam-se para Alcains) Secundário alunos (deslocam-se para Castelo Branco), ano lectivo 2007/2008 Associativismo Clube Cultural e Recreativo de Ninho do Açor Associação de Caça e Pesca de Ninho do Açor Equipamentos Polidesportivo Campo de Futebo Zona de Lazer Piscina Recinto de Festas Museu Etnográfico "Lagar da Horta da Fonte" (com Sala Multiusos) 108

109 RETAXO TERRITÓRIO Área 12,31km 2 Densidade Populacional (2001) 85,10 Hab/km 2 Anexas Concelho Distância à sede de Concelho Represa Castelo Branco 15 km DEMOGRAFIA População Residente Censos: Recenseamento 1991: 1165 Recenseamento 2001: 1047 Taxa Variação: -10,1% Estimativa actual: 1000 Lugar Censos 2001 Retaxo 982 Represa 65 Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 277,6% Proporção de Idosos: 26% Proporção de Jovens: 9,6% ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa - Total dos activos: 200 Principal Sector de Actividade Económica dos Activos: Indústria (Confecções e Cablagens) 109

110 RETAXO Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 100 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 4 Indicadores (Censos de 2001) Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 50,7% Homens 57,9% Mulheres 44% Proporção dos empregados por conta de outrem: 83,6% Proporção de empregados no sector terciário: 47,5% Proporção dos Reformados: Total 30,1% Desempregados: 83 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 4 Mercearias 1 Talho 4 Cafés 2 Cabeleireiros 2 Restaurantes 1 Discoteca 1 Comércio de Materiais de Construção 1 Oficina Auto Micro-Empresas 2 Empresários de Construção Civil 1 Transportadora 1 Confecção 110

111 RETAXO APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos A freguesia não dispõe de instituições de apoio ao idoso, são servidos por Cebolais de Cima Saúde A freguesia não dispõe de Equipamentos de Saúde, são servidos por Cebolais de Cima Associativismo Associação Cultural e Social Rancho Folclórico de Retaxo Filarmónica Retaxense Associação Desportiva e Recreativa de Retaxo Associação de Caça e Pesca de Retaxo Equipamentos Campo de Ténis Pavilhão Gimnodesportivo Zona de Lazer Parque Infantil Sala Multiusos Biblioteca 111

112 SANTO ANDRÉ DAS TOJEIRAS TERRITÓRIO Área 75,09 km 2 Densidade Populacional (2001) 13,8 Hab/km 2 Anexas Concelho Distância à sede de Concelho Aboboreira, Barrocas, Bozelha, Bugios, Cabeça Gorda, Fernão Calvo, Ferrarias Fundeiras, Ferrarias, Fontainhas, Fonte Santa, Fonte Longa, Garridas, Gaviãozinho, Joaninho, Malhadil, Monte Gordo, Nave Pequena, Nave Salgueira, Outeiro, Pau de Abrantes, Pereiro Fundeiro, Ponte do Alvito, Ribeiro das Casas, Silveira dos Limões, Sopegal, Tojeiras, Vale de Chiqueiro, Vale de Coelheiro, Vale da Estrada, Vale do Freixo, Vale da Pereira, Vale da Saraça, Vale das Ovelhas, Vale de Ramadas, Vale de Água, Vale do Freixo, Vidigal Castelo Branco 25 km DEMOGRAFIA População Residente Censos : Recenseamento 1991: 1409 Recenseamento 2001: 1033 Taxa Variação: -26,7% Estimativa actual: Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 2 251,9% Proporção de Idosos: 58,9% Proporção de Jovens: 2,6% 112

113 SANTO ANDRÉ DAS TOJEIRAS ACTIVIDADE E EMPREGO População em idade activa - Total dos activos: 300 Principais Sectores de Actividade Económica dos Activos: Agricultura de Subsistência e Construção Civil Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 30 a 40 Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 2 Lugar Censos 2001 Aboboreira 31 Barrocas 17 Bugios 49 Cabeça Gorda 20 Fernão Calvo 20 Ferrarias 85 Fontainhas 21 Fonte Longa 130 Garridas 12 Gaviãozinho 27 Joaninho 41 Monte Gordo 45 Outeiro 27 Santo André das Tojeiras 93 Sopegal 38 Tojeiras 97 Vale de Chiqueiro 35 Vale de Coelheiro 62 Vale da Pereira 37 Vale da Saraça 39 Vale das Ovelhas 26 Vale de Ramadas 59 Vale de Água 22 Tabela 5: Actividade de emprego Santo André das Tojeiras - Indicadores (Censos de 2001) 113

114 SANTO ANDRÉ DAS TOJEIRAS Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 20,4% Homens 31,3% Mulheres 10,9% Proporção dos empregados por conta de outrem: 69,5% Proporção de empregados no sector terciário: 40,5% Proporção dos Reformados: Total 61,8% Desempregados: 24 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007) TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços 3 Cafés 1 Ferrarias, 1 Fonte Longa, 1 Santo André das Tojeiras 4 Comércios Mistos 1 Ferrarias, 1 Tojeiras, 1 Vale da Pereira, 1 Vale de Ramadas 4 Mercearias 1 Fonte Longa, 1 Monte Gordo, 1 Mercearia, 1 santo André das Tojeiras 1 Padaria 1 Oficina Auto Micro-Empresas Empresários Agrícolas não quantificado 1 Empresa de Construção Civil 15 Micro Empresas Construção Civil 3 Empresários Florestais 1 Carpintaria cuja principal actividade é a recuperação de casas com madeira APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos Centro Social de Santo André valências de Centro de Dia, Apoio Domiciliário e Centro de Convívio Saúde Extensão de Saúde, com atendimento médico 3 vezes por semana e enfermeiro 5 vezes por semana. 114

115 SANTO ANDRÉ DAS TOJEIRAS Associativismo ARFO Associação Cultural, Recreativa e Social de Ferrarias e Outeiro Associação Sócio-Cultural e de Desenvolvimento das Fontainhas Associação dos Amigos do Monte Gordo Associação Sócio Cultural dos Bugios Clube de Fonte Longa Centro Recreativo e Cultural de Santo André das Tojeiras Movimento Mensagem de Fátima Irmandade do Santíssimo Bugioscoop Cooperativa dos Olivicultores de Bugios Cooperativa dos Olivicultores de Gaviãozinho Ferrariascoop Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Ferrarias Fontelogacoop Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Fonte Longa Tojeirascoop Cooperativa Agrícola de Santo André das Tojeiras Equipamentos Piscina Santo André das Tojeiras Campos de Futebol Zona de Lazer Santo André das Tojeiras Recintos de Festas Salões Polivalentes nas Diversas Associações 115

116 III.PROTECÇÃO SOCIAL Encontramo-nos actualmente num período de grandes transformações, quer a nível demográfico, económico, político e social, onde o desenvolvimento económico por si só não garante o bem-estar generalizado, sendo muitas vezes este que contribui para a construção de vulnerabilidades sociais. Actualmente, em Portugal, continuam a subsistir dois tipos de redes de suporte às pessoas em situação de dependência, as denominadas redes informais, nas quais se inclui a família, os vizinhos, ou amigos e as redes formais de protecção social onde se inserem todo o tipo de programas e medidas que asseguram a concessão de prestações pecuniárias ou em espécie, como é o caso dos serviços disponibilizados através da rede de serviços e equipamentos sociais. A protecção da acção social é assim um sistema que: - Tem como objectivos fundamentais a prevenção e reparação de situações de carência e desigualdade sócio-económica, de dependência, de disfunção, exclusão ou vulnerabilidades sociais, bem como a integração e promoção comunitárias das pessoas e o desenvolvimento das respectivas capacidades. - Se destina também a assegurar a especial protecção aos grupos mais vulneráveis, nomeadamente crianças, jovens, pessoas com deficiência e idosos, bem como a outras pessoas em situação de carência económica ou social, disfunção ou marginalização social. No seguimento desta perspectiva, esta área temática irá ser analisada, primeiro no âmbito dos equipamentos de apoio social existentes e posteriormente nos apoios concedidos pelos Serviços da Segurança Social, tais como o Rendimento Social de Inserção, Complemento Solidário do idoso e pensões. 116

117 PROTECÇÃO SOCIAL 3.1 Equipamentos e Serviços de Apoio à População O Município de Castelo Branco contabiliza 35 Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS S), 11 estabelecimentos lucrativos e 6 estabelecimentos integrados a desenvolver várias respostas sociais. Com cobertura de quase todas as freguesias encontramos a resposta social de Serviço de Apoio domiciliário e Centro de Dia. Freguesia Creche Jardim-deinfância CAO Lar Residencial Centro de Dia Lar de Idosos Serviço de Apoio Domiciliário Alcains X X X X X Almaceda X X Benquerenças X X Caféde Castelo Branco X X X X X X X Cebolais de Cima X X X X X Escalos de Baixo X X Escalos de Cima X X Freixial do Campo X X X Juncal do Campo X X Lardosa X X X Louriçal do Campo X X Lousa X X Malpica do Tejo X X Mata X X Monforte da Beira X X Ninho do Açor X X Póvoa de Rio de Moinhos X X Retaxo Salgueiro do Campo X X Santo André das Tojeiras X X São Vicente da Beira X X X X Sarzedas X X Sobral do Campo X X Tinalhas X X Tabela 6: Respostas Sociais por freguesias 117

118 PROTECÇÃO SOCIAL No que respeita aos acordos celebrados entre a Segurança Social e as IPSS do concelho de Castelo Branco, a 31 de Dezembro de 2009, os mesmos eram os seguintes: Área de Intervenção Crianças e Jovens Crianças e Jovens em Perigo Pessoas Idosas Pessoas Adultas com Deficiência Toxicodependência Respostas Sociais Acordos Dezembro 2009 Utentes Despesa Mensal CATL Creche Pré-Escolar Total CAT LIJE Total SAD C. Convívio C. Dia Lar Idosos Total CAO Lar Residencial Lar Apoio CAAAPD Total Ap R. Social Total Outras Respostas Total Total Total Acordos Cooperação no ano de Tabela 7:Total de Acordos de Cooperação 118

119 PROTECÇÃO SOCIAL Equipamentos de Apoio à Infância e Juventude A protecção social às famílias tem assumido cada vez mais um papel essencial na melhoria do bem-estar das crianças. O município de Castelo Branco, ao nível da juventude tem um grande leque de ofertas fornecido pelas IPSS, localizando-se estas essencialmente na freguesia sede do concelho. Sobre este grupo, iremos aqui focar apenas as questões relacionadas com equipamentos de creche, uma vez que os dados dos ATL e do pré-escolar, estão integrados no capítulo da educação. Contudo é de realçar, a este nível, o contributo das IPSS, as quais complementam a oferta da rede pública. Relativamente ao ano de 2009/2010, podemos constatar pela análise do quadro a seguir apresentado, que existem 12 instituições a desenvolver a resposta social de creche (a qual é desenvolvida em 15 equipamentos), sendo que 6 são consideradas da rede de solidariedade (IPSS), e como tal têm acordos de cooperação com a Segurança Social, 3 são estabelecimentos lucrativos e 3 estabelecimentos integrados da Segurança Social. 119

120 PROTECÇÃO SOCIAL Nome da instituição Freguesia Natureza Jurídica Capacidade Utentes Centro Infantil De Alcains Alcains Integrado Centro Infantil de Castelo Branco I e Castelo Branco Integrado II Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco I e Castelo Branco IPSS II Centro Social Padres Redentoristas (Colégio Nossa Castelo Branco IPSS Senhora Rosário e Raposinho) Jardim Escola João de Deus Castelo Branco IPSS Associação Jardim Infância Dr. Castelo Branco IPSS Alfredo da Mota Obra de Santa Zita Castelo Branco IPSS Academia Minorca Castelo Branco Lucrativo Sójabrinca Castelo Branco Lucrativo Ana s e Bebés Castelo Branco Lucrativo Centro Infantil Cebolais de Cima Cebolais de Cima Integrado SCM de S. Vicente da Beira São Vicente da Beira IPSS Totais Tabela 8: Equipamentos/Resposta Social Creche Encontrando-se uma criança ou jovem em situação de perigo podendo o seu desenvolvimento ser afectado, cabe ao Estado e à sociedade intervir para tentar afastá-lo dessas situações. Esgotadas todas as possibilidades de intervenção, em meio natural de vida, em que se conclui que a família não se mostra adequada para potenciar o crescimento da criança só depois devem ser equacionadas outras possibilidades de forma a garantir o seu bem-estar e crescimento saudável em ambiente fora da família é então legítimo optar-se pelas medidas de colocação. O Concelho de Castelo Branco dispõe de 4 instituições que visam o apoio a crianças e jovens em situação de risco, quando retiradas à família. 120

121 Tipo de Equipamento /Resposta Social Nome da instituição Freguesia Natureza Jurídica Capacidade Utentes Centro de Acolhimento Temporário Lar de Infância e Juventude Lar de Infância e Juventude Lar de Infância e Juventude especializado Obra de Santa Zita Lar de Menores e Jovens de Castelo Branco Casa de Infância e Juventude Tapada da Renda Castelo Branco IPSS 8 6 Castelo Branco Estabelecimento Integrado (ISS) Castelo Branco IPSS Louriçal do Campo Estabelecimento Integrado (ISS) Tabela 9: Equipamentos /Respostas Sociais de Apoio a Crianças e Jovens em Situação de Risco Para um melhor análise dos dados apresentados será relevante indicar que o CAT acolhe maioritariamente crianças da primeira infância (0-6 anos), enquanto os Lares de Infância e Juventude acolhem maioritariamente adolescentes e jovens adultos (06-21 anos), sendo que a CIJE se destina a raparigas e o Lar de Menores e Jovens de Castelo Branco a rapazes. Na resposta de Acolhimento especializado encontram-se acolhidos sobretudo jovens de sexo masculino a partir dos 15 anos de idade Equipamentos de Apoio à População Idosa Sendo amplamente reconhecido como uma característica das sociedades modernas, o aumento da esperança de vida, o consequente envelhecimento da população acarreta consequências específicas que passam pelo aumento da vulnerabilidade da população idosa, o qual é proporcional à diminuição da qualidade de vida e ao aumento da sua dependência, quer seja económica ou social. Um dado importante a ter em conta, é então o de índice de envelhecimento da população, que tem vindo a aumentar, bem como o índice de dependência de idosos. Estatísticas demográficas Índice de envelhecimento Índice de dependência de idosos Índice de longevidade Relação de masculinidade N.º Castelo Branco Tabela 10 : Indicadores de População do Município de Castelo Branco 121

122 No sentido de combater o isolamento individual e social, promover a autonomia, bem como de assegurar um conjunto de serviços e cuidados multidisciplinares a grupos alvos específicos e vulneráveis como os idosos, pessoas com deficiência e /ou incapacidade, e/ou pessoas em situação de dependência, foram sendo implementados progressivamente na sociedade portuguesa um conjunto alargado de serviços e equipamentos sociais de suporte. O município dispõe, na área de apoio aos idosos, de 24 IPSS S e 4 estabelecimentos lucrativos que oferecem respostas diversificadas, distribuindo-se por 23 das 25 freguesias. Nome da Instituição Freguesia Natureza Jurídica RESPOSTA SOCIAL CAPACIDADE FREQUÊNCIA Associação de Apoio Social de Freixial do Campo Associação de Apoio Social de Freixial do Campo Associação de Apoio Social de Freixial do Campo Associação Tinalhense de Apoio Social Associação Tinalhense de Apoio Social Centro de Dia de Lentiscais Centro de Dia de Malpica do Tejo Centro de Dia de Malpica do Tejo Centro de Dia S. João Batista de Monforte da Beira Centro de Dia S. João Batista de Monforte da Beira Centro de Dia de S. Pedro - Escalos de Cima Centro de Dia de S. Pedro - Escalos de Cima Centro de Dia de S. Pedro - Escalos de Cima Centro de Dia S. Sebastião - Sobral do Campo Freixial do Campo IPSS Apoio Domiciliário Freixial do Campo IPSS Lar de Idosos Freixial do Campo IPSS Centro de Dia 20 8 IPSS Tinalhas Tinalhas Lentiscais Malpica do Tejo Malpica do Tejo Monforte da Beira Monforte da Beira Escalos de Cima Escalos de Cima Escalos de Cima Sobral do Campo IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS Centro de Dia 14 5 Apoio Domiciliário 14 8 Apoio Domiciliário Centro de Dia Apoio Domiciliário Apoio Domiciliário Centro de Dia 30 5 Apoio Domiciliário Centro de Dia Centro de Convívio p/idosos Centro de Dia

123 IPSS Centro de Dia S. Sebastião - Sobral do Campo Centro de Dia de S. Silvestre - Escalos Baixo Centro de Dia de S. Silvestre - Escalos Baixo Centro de Dia de S. Bento - Louriçal Campo Centro de Dia de S. Bento - Louriçal Campo Centro Social da Taberna Seca Centro Social da Taberna Seca Centro Social Amigos da Lardosa Centro Social Amigos da Lardosa Centro Social Amigos da Lardosa Centro Social Paroquial de Almaceda Centro Social Paroquial de Almaceda Centro Social Paroquial de Cebolais Cima (CDia) Centro Social Paroquial de Cebolais Cima (CDia) Centro Social Paroquial de Cebolais Cima(Centro Convívio) Centro Social Paroquial de Cebolais Cima (Lar Idosos) Centro Social de Salgueiro do Campo Centro Social de Salgueiro do Campo Centro Social de Salgueiro do Campo - Extensão Juncal do Campo Centro Social de Salgueiro do Campo - Extensão Juncal do Campo Centro Social de Santo André Centro Social de Santo André Centro Social Paroquial Padre Campos Sobral do Campo Escalos de Baixo Escalos de Baixo Louriçal do Campo Louriçal do Campo Taberna Seca Taberna Seca Lardosa Lardosa Lardosa Almaceda Almaceda Cebolais de Cima Cebolais de Cima Cebolais de Cima Cebolais de Cima Salgueiro do Campo Salgueiro do Campo Juncal do Campo Juncal do Campo Santo André Tojeiras Santo André Tojeiras Póvoa de Rio Moinhos IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS Apoio Domiciliário 7 7 Apoio Domiciliário 20 6 Centro de Dia Apoio Domiciliário Centro de Dia Centro de Dia Apoio Domiciliário 5 9 Apoio Domiciliário Centro de Dia 40 8 Lar de Idosos Apoio Domiciliário Centro de Dia Apoio Domiciliário Centro de Dia Centro de Convívio p/idosos Lar de Idosos Centro de Dia Apoio Domiciliário Centro de Dia Apoio Domiciliário 10 2 Apoio Domiciliário Centro de Dia Apoio Domiciliário

124 Centro Social Paroquial Padre Campos Centro de Dia de Santa Margarida da Mata Centro de Dia de Santa Margarida da Mata Lar Major Rato Lar Major Rato Lar Major Rato Lar Major Rato Liga dos Amigos da Lousa Liga dos Amigos da Lousa Centro de Dia das Benquerenças Centro de Dia das Benquerenças Santa Casa da Misericórdia de Sarzedas Santa Casa da Misericórdia de Sarzedas Santa Casa da Misericórdia de São Vicente Beira Santa Casa da Misericórdia de São Vicente Beira Santa Casa da Misericórdia de São Vicente Beira Santa Casa da Misericórdia de C. Branco S. C. M. C. Branco - Centro de Dia de S. João de Deus S. C. M. C. Branco - Centro de Dia de S. António S. C. M. C. Branco - Centro de Dia de S. João de Deus Póvoa de Rio Moinhos Mata Mata Alcains Alcains Alcains Alcains Lousa - CTB Lousa - CTB Benquerenças Benquerenças Sarzedas Sarzedas São Vicente da Beira São Vicente da Beira São Vicente da Beira Castelo Branco Castelo Branco Castelo Branco Castelo Branco S. C. M. C. Branco - Centro de Dia de S. António Castelo Branco Santa Casa da Misericórdia de C. Branco Castelo Branco Santa Casa da Misericórdia de C. Branco Castelo Branco S.C.M. C. Branco - Centro Comunitário João Carlos D' Abrunhosa Castelo Branco IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS IPSS Centro de Dia 30 5 Centro de Dia 25 7 Apoio Domiciliário 10 7 Lar de Idosos Apoio Domiciliário Centro de Dia 10 9 Centro de Convívio p/idosos Apoio Domiciliário Centro de Dia Apoio Domiciliário 5 29 Centro de Dia Apoio Domiciliário Centro de Dia Lar de Idosos Apoio Domiciliário Centro de Dia Lar de Idosos Lar de Idosos Lar de Idosos Centro de Dia Centro de Dia 20 7 Centro de Dia Apoio Domiciliário Lar de Idosos

125 Santa Casa da Misericórdia de C. Branco - C. Social Adriano Godinho "ADAS"-Associação de Desenvolvimento e Apoio Social de Ninho do Açor- Centro de Dia e Social de S. Miguel "ADAS"-Associação de Desenvolvimento e Apoio Social de Ninho do Açor- Centro de Dia e Social de S. Miguel Castelo Branco Ninho do Açor Ninho do Açor IPSS IPSS IPSS Lar de Idosos Apoio Domiciliário Centro de Dia O Cantinho Sereno, Lda. Castelo Branco Lucrativo Apoio Domiciliário 40 8 Lar de São Roque, Lda. Lucrativo Castelo Branco Lar de Idosos Salgueiro do Lucrativo Lar de São Tomás CAmpo Lar de idosos Tabela 11: Respostas sociais no concelho de Castelo Branco Analisando a distribuição das respostas sociais pelas instituições verificamos que 28 oferecem a resposta social de apoio domiciliário e 23 oferecem o serviço de centro de dia. A resposta de Lar de idosos é a menos oferecida, contando apenas com 8 instituições em todo o concelho. Contudo estas instituições desenvolvem a resposta de lar em 11 estabelecimentos, uma vez que a Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco tem actualmente em funcionamento 5 estabelecimentos. É de realçar que decorrente do Programa Operacional do Potencial Humano (POPH), a resposta social Lar para Idosos irá ter um crescimento, a curto/médio prazo, de 45 vagas, com a implementação/construção de 3 novos equipamentos nas freguesias de Escalos de Baixo, Almaceda e Tinalhas. Em fase de construção, encontra-se igualmente o Lar de Idosos na freguesia da Póvoa de Rio de Moinhos, resposta a ser desenvolvida pelo Centro Social dos Beneméritos da Póvoa de Rio de Moinhos (IPSS criada em 2010) com uma capacidade de 21 utentes. 3.2 RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO A lei 13/2003, de 21 de Maio, cria o Rendimento Social de Inserção. Este consiste numa prestação do subsistema de solidariedade e num programa de inserção de modo a conferir às 125

126 pessoas e seus agregados familiares, apoios adaptados à sua situação pessoal que contribuam para a satisfação das suas necessidades essenciais e favoreçam a progressiva inserção laboral, social e comunitária. Em 31 de Dezembro de 2009 e segundo dados recolhidos pelo Centro Distrital de Castelo Branco, Instituto de Segurança Social, IP, o n.º de beneficiários a receber a prestação era 2.165, o qual corresponde a 793 Agregados Familiares. Contudo com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 70/2010, de 16 de Junho, o qual alterou o n.º 2 do art.º 10.º da Lei n.º 13/2003, de 21 de Maio, procedeu-se ao recalculo da prestação de Rendimento Social de Inserção, pelo que os dados obtidos irão sofrer alterações substanciais. 3.3 Complemento Solidário para Idosos (CSI) O Complemento Solidário para Idosos é uma prestação monetária para pessoas com baixos recursos, sendo o seu pagamento mensal. É uma prestação complementar à pensão que o idoso já recebe. Os beneficiários de CSI no ano de 2009 Distrito de Castelo Branco foi de 1389 e o valor médio mensal de CSI por beneficiário é de 94, Pensões Para avaliação do concelho de Castelo Branco e para melhor compreensão da sua realidade é igualmente importante ter noção das pensões atribuídas. Em relação a estas e conforme se constata no quadro, o maior número foram as de velhice (10.934) seguidas das pensões de sobrevivência (4.055) e por fim das pensões de invalidez (1.447). PENSIONISTAS ACTIVOS SEXO INVALIDEZ VELHICE SOBREVIVÊNCIA TOTAL MASC FEM TOTAL Tabela 12: Pensionistas activos 126

127 O valor médio mensal da pensão de Velhice por pensionista foi de 312,74, o valor médio mensal da pensão de Invalidez por pensionista foi de 272,58 e o valor médio mensal da pensão de Sobrevivência por pensionista é de 168,

128 4.1 Organização dos Cuidados IV.SAÚDE Os serviços de saúde encontram-se organizados por níveis de cuidados e por áreas geográficas. Existem três níveis de cuidados: Os cuidados primários que incluem os centros de saúde e os serviços de saúde pública; Os cuidados secundários que incluem os cuidados hospitalares e a saúde mental; Os cuidados continuados constituídos pelas unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e pelas equipas domiciliárias de prestação de cuidados (ECCI). Paralelamente à estrutura da saúde existem ainda serviços não integrados como é o caso do CRI (Centro de Respostas Integradas (antigo CAT)) e o CAD (Centro de Atendimento e Diagnóstico (HIV SIDA)) e o CDP (Centro Doenças Pulmonares). A divisão geográfica relevante para efeitos de saúde é a divisão das NUTs III que no distrito de Castelo Branco compreende a região da Cova da Beira, a região da Beira Interior Sul e a região de Pinhal Interior Sul. Em Castelo Branco a estrutura de serviços de saúde assenta na ULS (Unidade Local de Saúde) de Castelo Branco, que engloba o Hospital Amato Lusitano, e os ACES (agrupamentos de Centros de Saúde) da Beira Interior Sul e do Pinhal Interior Sul. O Centro de Saúde de Castelo Branco que faz parte do ACES da Beira Interior Sul encontrase assim, conjuntamente com o Hospital Amato Lusitano, integrado na ULS, e compreende os Centros de Saúde de S. Tiago, de S. Miguel e 20 extensões e sub extensões de saúde nas freguesias. A estrutura de Saúde Pública compreende uma unidade de saúde pública por ACES. 128

129 4.2 Equipamentos de saúde existentes SAÚDE Cuidados Primários O ACES da Beira Interior além dos Centros de Saúde de Idanha a Nova, de Penamacor e de Vila Velha de Ródão, inclui o Centro de Saúde de Castelo Branco dividido em 2 unidades estruturais que são os Centros de Saúde de S. Tiago e o Centro de Saúde de S. Miguel, Em termos funcionais encontra-se organizado em 8 Unidades de prestação de cuidados personalizados (UCSP). Castelo Branco Alcains UCSP S. Tiago Mais UCSP S. Tiago Saúde UCSP S. Miguel Arcanjo UCSP S. Miguel Cuidar UCSP Alcains V. V. Ródão UCSP V. V. Ródão Idanha-a-Nova Penamacor UCSP Idanha-a-Nova UCSP Penamacor 1 Unidade de Saúde Publica (USP) 1 Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados (URAP) 1 Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) Tabela 13: Unidades de prestação de cuidados personalizados (UCSP). No Centro de Saúde de S. Tiago encontram-se sedeadas duas UCSP, e a URAP. No Centro de Saúde de S. Miguel duas UCSP a USP e a UCC e em Alcains uma UCSP. 129

130 SAÚDE Cada unidade presta apoio em termos de cuidados a várias extensões e sub-extensões localizadas nas 25 freguesias do concelho e em algumas localidades. Embora a maioria das 25 freguesias possuam extensão de saúde, existem freguesias que funcionam como subextensões, tais como: Caféde, Freixial do Campo, Benquerenças, e Juncal do Campo. 4.3 Unidades hospitalares (Hospital Amato Lusitano) Valências e Lotação O concelho de Castelo Branco é servido em termos de cuidados secundários pelo Hospital de Amato Lusitano (HAL) que apresenta uma lotação prevista de 297 camas distribuídas por 18 especialidades médicas e cirúrgicas e inclui uma unidade de cuidados intermédios e uma unidade de cuidados intensivos polivalentes (UCIP) (respectivamente com lotação de 6 e de 8 camas). O serviço com maior número de camas corresponde à valência de Cirurgia Geral (68 camas), seguindo-se os serviços de Medicina Interna, Pediatria e Ortopedia (respectivamente com 50, 42 e 33 camas). 130

131 Hospital Amato Lusitano - Castelo Branco Lotação prevista para 2008 Berçário 18 Cardiologia 20 Cirurgia Geral 62 Dermato-Venereologia 3 Gastrenterologia 15 Ginecologia 6 Medicina Interna 50 Nefrologia 11 Neonatologia 4 Neurologia 6 Obstetrícia 18 Oftalmologia 6 Ortopedia 33 Otorrinolaringologia 5 Pediatria 16 Pneumologia 6 Psiquiatria (agudos) 10 Urologia 12 U. Cuidados Intermédios 6 U.C.I. Polivalente 8 Sub-Total U.C.I. 14 Sub-Total Especialidades Médicas 141 Sub-Total Especialidades Cirúrgicas 142 TOTAL 297 Tabela 14 Valências e lotação do Hospital Amato Lusitano Este hospital deu resposta em 2007 a mais de 78% dos doentes residentes nesta área de influência e tratados em unidades hospitalares. A taxa de ocupação hospitalar (HAL) foi de 59,9% em 2007 o que correspondeu a um decréscimo de quase 5% em relação ao ano anterior. Possui 5 salas de operação tendo o total de intervenções cirúrgicas realizadas registado um aumento de 8,3% em relação ao ano de 2006, facto que se deve fundamentalmente às intervenções cirúrgicas programadas (12%) e de ambulatório (8%). 131

132 SAÚDE 4.4 Cuidados Continuados A rede de cuidados continuados do distrito contava, em Junho de 2009, com 46 camas (18 camas de convalescença, 10 camas de média duração e 18 camas de longa duração), manifestamente insuficiente para as reais necessidades. Do programa Modelar constam, para a zona de Castelo Branco, projectos de alargamento da capacidade da RNCCI, a médio prazo, estando previstas unidades de Média Duração em Castelo Branco e Idanha-a-Nova e de Longa duração em Castelo Branco e Penamacor. Tendo em atenção que a RNCCI é única, as camas da RNCCI tem carácter universal e estão disponíveis para todos os utentes de qualquer ponto do país, embora a distância seja um factor importante nos critérios de aceitação do internamento por parte das famílias. 4.5 Unidades Privadas Existem, ainda, como parte integrante do sistema de saúde na área de influência da ULS de Castelo Branco existem 10 unidades privadas de saúde que complementam a rede de cuidados de saúde do Serviço Nacional de Saúde em 7 áreas de convenção (designadamente radiologia, análises clínicas, cardiologia, pneumologia, electroencefalografia, medicina física e de reabilitação e endoscopia gastrenterológica). Estas unidades estão localizadas na sua quase totalidade no concelho de Castelo Branco (8 unidades). 132

133 4.6 Utilizadores -Cuidados Primários SAÚDE Em Maio de 2008, encontravam-se inscritos nos centros de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco utentes, dos quais correspondem a utentes utilizadores (73,7%). A prevalência de utentes inscritos sem médico atribuído na área do Centro de Saúde de Castelo Branco é substancialmente inferior à da Região Centro e praticamente sempre por opção do utente. De referir que não há USF criadas no Centro de Saúde de Castelo Branco. A Taxa de utilização de consultas no Centro de Saúde de Castelo Branco é de 65,1% inferior portanto à média da ULS (73,7%). CENTROS DE SAÚDE Utentes inscritos em Maio de 2008 Utentes utilizadores (1/06/2007 a 31/05/2008) Utentes inscritos sem médico atribuído a 6/6/2008 N.º % N.º % Penamacor ,1 5 0,08 Castelo Branco , ,29 Idanha-a-Nova ,0 33 0,27 Oleiros ,9 43 0,71 Proença-a-Nova ,2 28 0,28 Sertã ,8 0 0 Vila de Rei ,9 2 0,06 Vila Velha de Ródão ,2 0 0 Mação ,9 1* 0,01 TOTAL , ,69 Fonte: SINUS * Dados relativos a 22/04/2008 Tabela 15 Utentes (inscritos e utilizadores) por centro de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco (2008) 133

134 SAÚDE Verifica-se a habitual prevalência diferencial de utilizadores em função do grupo etário sendo, nos centros de saúde desta área de influência, máxima no grupo etário das crianças dos 0 aos 4 anos de idade (73,7% de utilizadores) e mínima (38,8%) no grupo etário dos jovens activos dos 15 aos 24 anos. GRUPO ETÁRIO Utentes inscritos utilizadores Utentes inscritos (de 1/06/2007 a 31/05/2008) N.º % N.º % Prevalência de utilização por grupo etário (%) 0-18 Anos , ,3 81, Anos , ,3 62, Anos , ,3 75,5 Fonte: SINUS 65 e mais anos , ,0 80,3 TOTAL ,7 Tabela 16 Total de utentes (inscritos e utilizadores) nos centros de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco em 2008 Observa-se, como habitual, uma prevalência diferencial de utilização em função do grupo etário sendo máxima no grupo etário dos 0 aos 18 anos de idade (81,8 % de utilizadores) e mínima (62,1%) no grupo etário dos 19 aos 44 anos (prevalência global de utilização ULS Castelo Branco: 73,7%; Região Centro/anterior área de influência: 76,0%). O grupo etário dos idosos (65 e mais anos de idade) apresenta a segunda maior prevalência de utilização (80,3%): este grupo etário, apesar de corresponder a apenas 30,3% dos utentes inscritos, corresponde a 33% do total de utentes utilizadores. Idêntico fenómeno é observado nos grupos etários dos 0 aos 18 anos de idade e dos 45 aos 64 anos de idades. 134

135 SAÚDE 4.7 Recursos Humanos Centro de Saúde de Castelo Branco e Extensões O Centro de Saúde da Castelo Branco apresenta um número médio de utentes inscritos por médicos de clínica geral e por enfermeiros superior à média da ULS, respectivamente, de utentes por médico de clínica geral e utentes por enfermeiro. Estes valores são consideravelmente superiores ao que se encontra definido de 1550 utentes por médico e de 1200 utentes por enfermeiro. UNIDADE Médico Enfermeiro Técnico Local Utentes Consultas UCSP I S. Tiago Saúde TOTAL UCSP II S. Tiago Mais TOTAL UCSP III S. Miguel - Cuidar TOTAL UCSP IV S. Miguel Arcanjo TOTAL UCSP V- Alcains TOTAL URAP S. Tiago 2 (b) 3 SEDE Cebolais Malpica Monforte Lentiscais Benquerenças SEDE Sarzedas Santo André Fonte Longa Grade SEDE Almaceda Salgueiro Juncal Freixial Cafede SEDE Escalos Baixo Mata ALCAINS S.Vicente Sobral Louriçal Tinalhas P. R Moinhos Lardosa Lousa Escalos Cima Vale da Torre Casal da Serra Ninho Açor a) a) a) a) a) a) a) Diária Diária 2X semana 2X semana Quinzenal Quinzenal Diária 3X semana 2X semana Quinzenal Quinzenal Diária 2X semana 3X semana Semanal Semanal Quinzenal Diária 3X semana 2X semana Diária 4X semana 1X semana 3X semana 4X semana 2X semana 3X semana 3X semana 3X semana Quinzenal Quinzenal 1X semana USP S. Miguel Diária UCC S. Miguel 3 Diária TOTAL a) Sub-extensão. População incluída na respectiva extensão b) Estomatologia Tabela 17 - Organização dos Recursos Assistenciais no Centro de Saúde de Castelo Branco Diária 135

136 SAÚDE Centros de Saúde População residente 2006 Nº médicos de clínica geral Nº enfermeiros Nº inscritos/ médico Nº inscritos/ enfermeiro Castelo Branco Idanha-a-Nova Oleiros Penamacor Proença-a-Nova Sertã Vila de Rei Vila Velha de Ródão Mação * ULS C Branco Tabela 18 Rácios de médicos de clínica geral e enfermeiros por população residente e por população inscrita por centro de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco (Janeiro 2008) * Dados obtidos junto do CS de Mação (Julho 2008) (Fonte: DERHAG/ ARSC, IP - Mapa de Efectivos 2007; INE - estimativas referentes a 2006) Hospital Amato Lusitano O Hospital Amato Lusitano dispunha de 79 médicos da carreira hospitalar (dos quais cerca de 90% efectivos) e 1 médico da carreira de clínica geral a 31 de Dezembro de Existem, ainda, naquela unidade hospitalar 26 médicos dos internatos médicos e internato geral. Esta unidade hospitalar dispõe ainda de 342 enfermeiros, dos quais 79% efectivos e de 53 técnicos de diagnóstico e terapêutica (dos quais 81% efectivos). 136

137 SAÚDE Grupos profissionais/carreiras Efectivos Outros Dirigente 0 2 Administrador Hospitalar 2 - Médico Hospitalar 71 8 Médico Clínica Geral 1 - Médico Saúde Pública - Internato Geral - 13 Internato Complementar - 13 Outro Pessoal Médico - - Técnico Superior Saúde 7 9 Enfermagem Técnico Diagnóstico e Terapêutica Técnico Superior 14 1 Pessoal Docente e de Investigação - - Informático 3 1 Técnico - - Técnico Profissional 2 27 Outro Pessoal Técnico - - Administrativo 76 - Operário 11 - Serviços Gerais Auxiliar 7 - Outro Pessoal (Capelão) 1 - Total Fonte: DERHAG/ ARSC, IP - Efectivos 2007 Tabela 19 Recursos humanos do Hospital Amato Lusitano, por grupos profissionais (31/12/2007). 137

138 SAÚDE ESPECIALIDADES Nº médicos Efectivos Internos Outros Anestesiologia Cardiologia Cirurgia Geral Clínica Geral Dermatovenerologia Estomatologia Gastrenterologia Ginecologia/Obstetrícia Med. Física e Reabilitação Medicina Interna Nefrologia Neurologia Oftalmologia Ortopedia Otorrinolaringologia Patologia Clínica Pediatria Pneumologia Psiquiatria Radiologia Urologia Alergologia Total Fonte: DERHAG/ ARSC, IP - Mapa de Efectivos 2007 Tabela 20 Médicos do Hospital Amato lusitano, por especialidades (31/12/2007) Na mesma data, os médicos do Hospital Amato Lusitano exerciam funções em 22 especialidades diferentes, na sua maioria (20) asseguradas por médicos efectivos (ver tabela em cima indicada). 138

139 4.8 Indicadores de Execução SAÚDE Centros de Saúde A nível do ACES BIS a produção de consultas foi, durante o ano de 2009, a indicada no quadro seguinte: AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE DA BEIRA INTERIOR SUL PRODUÇÃO: 2009 C. Branco Id. a Nova Penamacor V. V. Ródão ACES BIS Consultas de ambulatório Consultas de Clínica Geral Planeamento Familiar Saúde Materna Saúde Infantil Saúde de Adultos Domicílios SAP Consultas de Especialidade Consultas de Referência Adolescentes 111 (a) Alcoologia 314 (a) (a) (a) 314 Desabituação Tabágica (a) Diabetes (a) (a) (a) Medicina Dentária 1135 (a) (a) (a) 1135 Menopausa (a) (a) (a) Nutrição Psicologia (a) Não tem consulta Fonte: Gabinete de Planeamento da Ex-Sub-Região de Saúde de Castelo Branco Tabela 21 Produção de consultas durante o ano de 2009 na ACES BIS 139

140 4.9 Vacinação SAÚDE Vacinas incluídas no Programa Nacional de Vacinação (2007) Conforme o previsto no plano de avaliação regional, e tendo como base os dados da avaliação das taxas de cobertura vacinal de todos os centros de saúde da ULS de Castelo Branco, foi promovida a avaliação da cobertura vacinal relativa ao ano de 2007 relativa a idades-chave correspondentes a coortes dos nascidos no ano de avaliação e coortes dos indivíduos que completaram nesse ano o 1.º, 2.º, 7.º, 14.º, 18.º, 25.º e 65.º aniversários. Em relação à Região Centro, as coberturas vacinais atingidas na ULS de Castelo Branco, foram: superiores na coorte dos nascidos no ano de avaliação; idênticas nas coortes dos 7, 14, 18 e 25 anos; ligeiramente inferiores nas coortes de 1, 2 e 65 anos de idade (Tabela 9). No que respeita às coberturas nacionais, as taxas atingidas na ULS foram iguais ou superiores em todas as coortes. Relativamente às metas regionais, estas foram atingidas nas coortes de 1, 25 e 65 anos de idade, não o tendo sido para as outras coortes (excepção das vacinas VHB e MenC / coorte dos 2 anos de idade). Tem-se vindo a verificar uma evolução positiva das coberturas vacinais, sendo os resultados obtidos, reflexo do processo de avaliação do PNV que tem vindo a ser desenvolvido nos últimos anos e do empenho e dedicação dos profissionais de saúde. 140

141 SAÚDE COORTE 2007 VACINA ULS Castelo Branco (% de utentes inscritos vacinados) SRS Castelo Branco (% de utentes inscritos vacinados) Região Centro (% de utentes inscritos vacinados) Portugal (% de utentes inscritos vacinados) BCG VHB I (1 ano) BCG DTP III Hib III VIP III VHB III MenC II (2 anos) DTP IV Hib IV VASPR I MenC II (7 anos) DTP V VIP IV VASPR II (14 anos) 1989 (18 anos)* VASPR II VHB III Td VASPR II n.d. VIP n.d VHB III n.d Td n.d (25 anos)* Td n.d (65 anos)* Td n.d. * Dados nacionais não disponíveis Fonte: ARSC, IP/DSPP, 2008 Tabela 22 - Cobertura do Programa Nacional de Vacinação por coortes vacinais (2007) 141

142 SAÚDE As coberturas vacinais alcançadas (vacinas incluídas no Programa Nacional de Vacinação), foram superiores às da Região Centro apesar de ainda não terem sido atingidas as metas nacionais. Hospital Amato Lusitano Este hospital deu resposta em 2007 a mais de 78% dos doentes residentes nesta área de influência e tratados em unidades hospitalares. Internamento Em termos de internamento, os valores registados no concelho de Castelo Branco são elevados (10.785). Não obstante o total de doentes saídos e a taxa de ocupação terem diminuído em 2007 relativamente a 2006, houve um aumento discreto (0,95%) do total de dias de internamento neste período. De referir que o número de atendimentos na urgência aumentou em 2007 apenas 0,17% em relação a 2006 (Tabela 24). 142

143 SAÚDE INDICADORES Variação 2006/2007 Total de doentes saídos ,02% Total de dias de internamento ,95% Doentes saídos por cama 32,38 29,56-8,71% Taxa de ocupação 63,05% 59,93% -4,95% Nº de consultas médicas ,90% Primeiras consultas médicas ,70% % de primeiras consultas no total 28,29% 29,60% 4,63% Consultas por médico 1 572,43 595,72 4,07% Consultas médicas por Médico ETC , ,15 17,96% Nº de atendimentos na urgência ,17% Total de intervenções cirúrgicas ,27% Intervenções cirúrgicas programadas convencionais ,78% Intervenções cirúrgicas programadas em ambulatório ,34% Intervenções cirúrgicas urgentes ,70% Fonte: Hospital Amato Lusitano 1 Considera todos médicos do hospital quer tenham ou não tempo afecto à consulta Calculado com base no nº de horas dos médicos afectas à consulta e considerando que se trata de um horário de 35 horas para todos Tabela 23 Indicadores de produção do Hospital Amato Lusitano (2006 e 2007) Em termos globais, o tempo médio de espera para cirurgias no Hospital Amato Lusitano é inferior ao dos hospitais da Região Centro respectivamente 6,0 e 8,3 meses. Relativamente às patologias/procedimentos cirúrgicos em que a demora média neste hospital é superior à da Região destacam-se a cirurgia laríngea e traqueal (18,8 meses contra 9,7 meses na Região), a cirurgia do genital feminina externa (7,4 meses contra 3,8 meses na Região), cirurgia plástica e reconstrutiva (9,2 meses contra 8,1 meses na Região) e artroscopia do joelho (7,8 meses contra 7,6 meses). A taxa de ocupação hospitalar (HAL) foi de 59,9% em 2007 o que correspondeu a um decréscimo de quase 5% em relação ao ano anterior Possui 5 salas de operação tendo o total de intervenções cirúrgicas realizadas registado um aumento de 8,3% em relação ao ano de 2006, facto que se deve fundamentalmente às intervenções cirúrgicas programadas (12%) e de ambulatório (8%). 143

144 4.10 Consultas Externas SAÚDE Em 2006, foi realizado um total de consultas externas (primeiras consultas e seguintes), das quais foram realizadas no âmbito da valência de Cirurgia Geral. A especialidade que regista maior número de consultas é Cirurgia Geral com Cirurgias, enquanto que a especialidade que apresenta o menor número de consultas é a Ginecologia que regista consultas. É de salientar que a medicina interna, oftalmologia, otorrinolaringologia, ortopedia, pediatria médica e psiquiatria apresentam valores próximos (3.538, 3.595, 3.749, 3.875, e respectivamente). Em 2007, verificou-se um aumento significativo no total de consultas médicas (fundamentalmente à custa das primeiras consultas médicas) relativamente ao ano anterior, bem como um aumento do número médio de consultas por médico e do total de intervenções cirúrgicas estas últimas registaram um acréscimo de 8,27% no período em apreço. Em 2007, verificou-se um aumento significativo no total de consultas médicas (fundamentalmente à custa das primeiras consultas médicas) relativamente ao ano anterior, bem como um aumento do número médio de consultas por médico e do total de intervenções cirúrgicas estas últimas registaram um acréscimo de 8,27% no período em apreço. 144

145 SAÚDE 4.11 Serviços de urgência O movimento assistencial dos serviços de urgência do hospital desta área de influência (Hospital Amato Lusitano) registado em 2006 saldou-se num total de episódios (acréscimo de 0,43% relativamente ao ano anterior) correspondendo a 215,62 episódios/dia. Como é natural, a maioria dos episódios urgentes (cerca de 74%) reportam-se à urgência geral com uma média de 158,88 episódios/dia. Cerca de 75% dos episódios urgentes deram entrada entre as 8h00 e as 20h00 e 25%no período entre as 20h00 e as 8h00. Apesar da grande maioria dos doentes (cerca de 91%) ter como destino o exterior, esta proporção varia por grandes grupos de urgência varia, sendo máxima nos episódios urgentes pediátricos (95,7%) e mínima (60,6%) nos episódios urgentes obstétricos. Nestes últimos, cerca de 40% dos utentes têm como destino o internamento facto que é facilmente explicável em função do tipo de urgência (obstétrica) e indiciador duma utilização apropriada desta urgência hospitalar. Já no que diz respeito à urgência pediátrica (hospitalar), apenas 4,2% dos doentes são internados ou transferidos (Tabela 23); tal poderá configurar uma utilização inapropriada das urgências hospitalares pediátricas, traduzida por uma procura selectiva das urgências hospitalares em detrimento dos serviços de atendimento dos cuidados primários de saúde. 145

146 SAÚDE De assinalar que em 2006 não foram efectuadas transferências para outras unidades hospitalares da Região Centro de doentes (n = 1.544) que acorreram às urgências por episódios obstétricos. Urgência Geral Pediátrica Obstetrícia 2006 Global Var. 06/05(%) EPISÓDIOS EPISÓDIOS / DIA DESTINO EXTERIOR (%) INTERNAMENTO (%) TRANSFERÊNCIA (%) TRANSFERÊNCIA / DIA FALECIDOS REINGRESSOS 0-24h (%) h-48h (%) h-72h (%) TURNOS 08-16h (52,4%) h (22.9%) h (24.7%) (Fonte: Hospital Amato Lusitano, 2007) Tabela 24 Consultas urgentes no Hospital Amato Lusitano (2006) Em 2006 foram realizadas, em média, 1,39 transferências por dia, das quais 1,28 correspondentes à urgência geral e a restante (0,12 transferências/dia) oriunda do serviço de Pediatria (Tabela 24). 146

147 SAÚDE 4.12 Indicadores de Qualidade No que diz respeito a indicadores da qualidade assistencial observou-se relativamente a 2005 um aumento de 5,38% nas transferências e de 12,5% nos reingressos (nas 24 horas pós-alta), enquanto que o número de doentes falecidos diminuiu mais de 33%. Este último facto pode ficar a dever-se à transferência dos doentes mais graves para outras unidades hospitalares. Designação Dimensão H A L TME (Meses) H A L Dimensão Região Centro TME (Meses) Região Centro 191 4, ,6 Hérnias discais e síndrome do canal estreito ,5 Prótese da anca 66 6, ,9 Varizes 62 4, ,0 Catarata 268 4, ,7 Patologia proctológica 28 4, ,5 Cirurgia do ouvido 62 9, ,3 Adenoma prostático 31 3, ,1 Cirurgia do aparelho genital feminino externo 3 7,4 95 3,8 Colecistectomia (cirurgia das vias biliares) 71 4, ,3 Cirurgia nasal e seios perinasais 226 7, ,1 Prótese do joelho 80 5, ,9 Outros procedimentos no joelho 6 4, ,0 Cirurgia do útero e anexos 15 3, ,8 Glaucoma 1 0,9 39 4,5 Bypass coronário 22 8,7 Procedimentos nas válvulas cardíacas 6 0,7 Outras op. No sistema cardiovascular, excepto 105 6,1 transplantes Miringotomia 8 5, ,4 Artroscopias do joelho 3 7, ,6 Hidrocelos e criptoquidias (inclui varicocelo, quisto 29 3, ,4 do Cirurgias cordão intracranianas espermático e do quisto sistema epididimo) nervoso central 130 6,3 Túnel do carpo 23 5, ,7 Outras op. Do SNC 1 5, ,0 Tiróide e paratróide 3 6, ,9 Outras operações do sistema endócrino 0 Op. Nos músculos exteriores/estrabismo 255 9,6 Aparelho lacrimal 2 0, ,2 Outras operações no olho, excepto transplantes 19 4, ,5 Outras operações no ouvido 2 9, ,4 Amigdalectomia e adenoidectomia 150 4, ,9 Glândulas salivares 68 9,1 Outras op. No nariz, boca e faringe 10 8, ,9 Cirurgia da laringe e da traqueia 15 18, ,7 147

148 Op. De cirurgia torácica (inclui timo) 17 4,1 Cirurgia de refluxo / hérnia diafragmática 45 5,5 Outras op. Do ap.digestivo (inclui fígado e pâncreas) 11 2, ,4 Incontinência urinária de stress 21 3, ,0 Outras op. No sistema urinário, excepto transplantes 12 2, ,4 Circuncisão 18 4, ,3 Outras op. Nos UNIDAD genitais masculinos 14 4, ,9 Laqueação de trompas para esterilização 552 8,2 Cistocelo e rectocelo prolapso urogenital 6 4, ,5 Cirurgia plástica e reconstrutiva 2 9, ,1 Reparação de deformidades do pé 22 4, ,2 Cirurgia da mão 22 5, ,3 Artrodese da coluna 87 13,6 Extracção de material de osteossíntese (EMOS) 29 5, ,7 Operações nos tecidos moles 12 9, ,0 Outras op. No sistema músculo-esquelético 24 8, ,8 Quisto sacro-coccígeo 36 3, ,4 Cirurgia reconstrutiva da mama ,8 Cirurgia da mama 1 0, ,6 Transplantes 7 76, ,0 Cirurgia dentária 7 3,7 90 5,6 Cirurgia da obesidade mórbida ,3 Op. No sistema hematopoiético (inclui baço) 72 5,2 Outras operações na mama 119 4,4 Sem entidade cirúrgica 74 14, ,4 Fonte: SIGLIC TOTAL , ,3 Tabela 25 Lista de inscritos para cirurgia e tempos de espera (meses) em 31/12/2007 As principais patologias dos doentes residentes neste distrito objecto de cuidados diferenciados/hospitalares compreendem as doenças cardiovasculares, as neoplasias malignas (nomeadamente de localização colo-rectal, prostática e gástrica), as doenças hepáticas e a insuficiência renal crónica (Tabela 25). 148

149 SAÚDE Doentes residentes no Distrito de Castelo Branco Patologias Tratados no Hospital Amato Lusitano Tratados noutros hospitais da Região Centro Nº total de doentes tratados nos hospitais da Região Centro AVC Enfartes miocárdio Cancro do estômago Cancro do cólon e recto Cancro da mama feminina Cancro da próstata Cancro do pulmão, brônquios e traqueia Insuficiência renal crónica Doenças hepáticas Fonte: IGIF Base de dados dos GDH Tabela 26 Principais patologias dos doentes residentes no distrito de Castelo Branco e do total de doentes tratados nos hospitais da Região Centro Em 2007 foram tratados em hospitais do Serviço Nacional de Saúde doentes residentes (principais patologias) neste distrito correspondendo a um decréscimo de cerca de 9% em relação ao ano anterior (1 230 doentes tratados em 2006). No que diz respeito à proporção de doentes residentes neste distrito e tratados no Hospital Amato Lusitano verificou-se, igualmente, um decréscimo no que diz respeito às principais patologias assim, enquanto que em 2006 dos doentes tratados em hospitais 81,5% foram tratados no hospital de Castelo Branco, em 2007 essa proporção reduziu-se para 79,7% (890 doentes tratados no Hospital Amato Lusitano para um total de doentes tratados em todos os hospitais da Região Centro para as principais patologias). 149

150 SAÚDE Se considerarmos que dos 486 residentes neste distrito tratados em hospitais da Região Centro em 2007 na sequência de AVC e enfarte agudo de miocárdio apenas 74 não foram tratados no Hospital Amato Lusitano, então a capacidade de resposta deste hospital em 2007 dada pela proporção de doentes tratados pela unidade hospitalar deste distrito foi de 85% relativamente aos acontecimentos mórbidos em questão. Já em relação às doenças neoplásicas a capacidade de resposta do Hospital Amato Lusitano em 2007 foi substancialmente inferior: assim, do total de doentes residentes neste distrito tratados por neoplasias apenas 68,2% obtiveram tratamento neste hospital apesar dessa proporção ser substancialmente superior no que diz respeito ao carcinoma colo-rectal, o carcinoma mais frequente considerando as principais patologias: 83,3% dos doentes residentes neste distrito foram tratados no distrito. Em 08/07/2007, existiam, nos concelhos da área de influência da ULS de Castelo Branco, 100 doentes de IRC em diálise, na sua maioria residentes em Castelo Branco (47 doentes). O Hospital Amato Lusitano e o Centro de Diálise da Beira Interior (CDBI) garantiam, na mesma data, tratamento a 74% dos doentes residentes na área de influência da ULS (43 doentes e 31 doentes, respectivamente), especialmente na área norte. Os restantes doentes encontravam-se em tratamento em unidades privadas convencionadas localizadas fora do distrito, especialmente em Abrantes (23 doentes), mais atractiva para os doentes residentes nos concelhos da área sul da ULS. 150

151 SAÚDE Concelho de residência Total doentes Abrandial (Abrantes) Cancho (Coimbra) Unidades de Diálise CDBI (Covilhã) CH Médio Tejo (Torres Novas) Clínica do Lumiar Castelo Branco Idanha-a-Nova Oleiros Penamacor Proença-a-Nova Sertã Vila de Rei Vila Velha de Ródão ULS C. Branco * Não inclui doentes transplantados e doentes residentes em Mação. (Fonte: SRS Castelo Branco/ ARSC, IP) HAL (C. Branco) Tabela 27 Doentes em diálise * residentes na área de influência da ULS de Castelo Branco, por concelho e por unidade de diálise (08/07/2008) Na Tabela 28 apresenta-se o número de doentes tratados em 2007 e residentes na área de influência da ULS de Castelo Branco por grupo diagnóstico e por unidade hospitalar dependente da ARS do Centro, IP. Dos doentes residentes na área de influência da ULS de Castelo Branco (i.e., 78,3%) foram tratados em Castelo Branco (Hospital Amato Lusitano). 151

152 SAÚDE GCD AP21 Descrição Castelo Branco Covilhã HUC Coimbra IPO Coimbra Hospital Covões Coimbra Hospital Pediátrico Coimbra Matern. Bissaya Barreto Outros TOTAL 0 (Pré-Grandes Categorias Diagnosticas) Doenças e Perturbações do Sistema Nervoso Doenças e Perturbações do Olho Doenças e Perturbações do Ouvido, Nariz, Boca e Garganta Doenças e Perturbações do Aparelho Respiratório Doenças e Perturbações do Aparelho Circulatório Doenças e Perturbações do Aparelho Digestivo Doenças e Perturbações do Sistema Hepatobiliar e Pâncreas Doenças e Perturbações do Sistema Músculo-esquelético e Tecido Conjuntivo Doenças e Perturbações da Pele, Tecido Celular Subcutâneo e Mama Doenças e Perturbações Endócrinas Nutricionais e Metabólicas Doenças e Perturbações do Rim e do Aparelho Urinário Doenças e Perturbações do Aparelho Genital Masculino Doenças e Perturbações do Aparelho Genital Feminino Gravidez, Parto e Puerpério Recém-nascidos e Lactentes com Afecções do Período Perinatal Doenças e Perturbações do Sangue/Órgãos Hematopoiéticos e Doenças Imunológicas Doenças e Perturbações Mieloproliferativas e Mal-diferenciadas Doenças Infecciosas e Parasitárias (Sistémicas ou de Localização Não Específica) 19 Doenças e Perturbações Mentais Uso de Álcool/Droga e Perturbações Mentais Orgânicas Induzidas por Álcool ou Droga Traumatismos, Intoxicações e Efeitos Tóxicos de Drogas Queimaduras Factores com influência no estado de saúde e outros contactos com os Serviços de Saúde Infecções pelo Vírus da Imunodeficiência Humana Traumatismos múltiplos significativos TOTAL Tabela 28 N.º de doentes tratados em 2007, residentes na área de influência da ULS Castelo Branco (excepto Mação) 152

153 SAÚDE Dos doentes residentes no distrito de Castelo Branco e que foram tratados por todas as condições cirúrgicas (classificação por GDH cirúrgicos) em hospitais da Região Centro no ano de 2006, (cerca de 73%) foram tratados no hospital de Castelo Branco. Dos restantes doentes cirúrgicos 424 (i.e. 36,4%) foram tratados nos Hospitais da Universidade de Coimbra, 182 no Instituto Português de Oncologia de Coimbra, 166 no Hospital Geral dos Covões do Centro Hospitalar de Coimbra e 130 no Centro Hospitalar da Cova da Beira/Covilhã. No que diz respeito a unidades de saúde especializadas na área materno-infantil, houve 148 referenciações cirúrgicas para a Maternidade Bissaya-Barreto/Centro Hospitalar de Coimbra e 77 referenciações pediátricas (Hospital Pediátrico de Coimbra/Centro Hospitalar de Coimbra) Indicadores de impacto Mortalidade O distrito de Castelo Branco apresentou em 2005 uma taxa de mortalidade por todas as causas padronizada pela idade (padronização directa: população-padrão europeia) superior à da Região, do Continente e do País (DGS, 2007). TAXA DE MORTALIDADE PADRONIZADA DISTRITO CASTELO BRANCO REGIÃO CENTRO CONTINENTE Mortalidade Geral 686,7 684,4 664,2 Mortalidade antes dos 65 anos 233,4 197,5 211,4 Mortalidade 65 e mais anos 4354,0 4269,9 4327,9 (Fonte: Risco de morrer em Portugal 2005 DGS, 2007) Tabela 29 Taxa de mortalidade padronizada pela população europeia (todas as causas e ambos os sexos) em 2005 (óbitos/ habitantes). 153

154 SAÚDE Analisando a mortalidade precoce (antes dos 65 anos), constata-se um agravamento das taxas de mortalidade específica por algumas patologias relativamente à mortalidade geral pelas mesmas causas, mais evidente na diabetes e doenças cerebro-vasculares o que pode indiciar pior acessibilidade ou utilização mais tardia dos cuidados de saúde. Em termos globais, este distrito apresenta um maior número de anos de vida potencialmente perdidos em relação à Região; as principais causas correspondem a causas externas (24% do total de anos de vida perdidos), tumores malignos (18%) e doenças do aparelho circulatório (15%). Os anos de vida perdidos por causas externas, sobretudo acidentes, são um problema major na área do Distrito de Castelo Branco, a merecer especial atenção. No que diz respeito a um dos indicadores de saúde mais sensíveis a taxa de mortalidade infantil a tendência observada nos últimos anos tem sido decrescente, cifrando-se em 2,7% em 2006 (valor inferior ao da Região Centro); o mesmo se passa com a mortalidade no grupo etário dos 1 aos 4 anos. Já a mortalidade perinatal e a mortalidade neonatal são superiores às da Região: no entanto, a análise destas taxas (incluindo a mortalidade infantil) deve ser cuidadosa e levar em consideração o reduzido número de nascimentos-vivos neste distrito. A razão de mortalidade padronizada pela idade (óbitos observados relativamente aos óbitos esperados) no distrito de Castelo Branco em 2005 é de 1,005 ( excesso de mortalidade de 0,5%, controlado o efeito de confundimento da idade) no entanto, este valor não tem significância estatística (DGS, 2007). 154

155 SAÚDE Localização Geográfica Taxa quinquenal de mortalidade infantil (2001/2005) Taxa quinquenal de mortalidade neonatal (2001/2005) Taxa de mortalidade por doenças do aparelho circulatório Taxa de mortalidade por tumores malignos Continente 4,2 2,7 3,5 2,2 Centro 3,5 2,2 4,0 2,2 Beira Interior Sul 2,3 0,7 6,0 3,0 Castelo Branco 1,6 0,8 4,9 2,5 (Fonte: INE, 2005) Tabela 30 - Taxas de mortalidade por localização geográfica (2005) Relativamente às patologias mais prevalentes nos países mais desenvolvidos, verifica-se uma mortalidade por diabetes mellitus inferior em cerca de 24 % à mortalidade esperada razão estatisticamente significativa para um nível de significância de 1% (RPM=0,765; p <0,01) sendo a razão de mortalidade padronizada para as doenças isquémicas cardíacas (CID 10: ) e para as doenças do aparelho circulatório (CID 10: ) inferior à esperada em cerca de 26% e 4%, respectivamente razão estatisticamente significativa apenas para as doenças isquémicas cardíacas (p <0,001). 155

156 SAÚDE Em 2006, a taxa de mortalidade infantil no distrito de Castelo Branco foi de 2,7 óbitos com idade inferior a 1 ano/1 000 nados-vivos sendo inferior à da Região de Saúde do Centro (2,8) e à do País (3,3). A sua tendência, no período de 2000 a 2006 (inclusive) tem sido decrescente. (Fonte: DGS, 2008) Gráfico 1 Evolução da mortalidade infantil no distrito de Castelo Branco (óbitos <365 dias/1000 nados-vivos) no período de 2000 a 2006 A evolução da mortalidade perinatal nos anos de 2000 a 2006 permite que seja perceptível uma tendência (decrescente). Outro grupo etário da maior relevância na avaliação da qualidade dos serviços prestados (em termos de adequação às necessidades de saúde dum estrato igualmente vulnerável da população) é o das crianças entre 1 e 4 anos (gráfico 2). A variação da taxa de mortalidade específica deste grupo etário nos anos de 2000 a 2005 (inclusive): a amplitude dos valores observados é tanto maior quanto mais pequeno o denominador, pelo que a unidade territorial distrital de Castelo Branco apresenta uma variação inter-anual muito marcada da taxa de mortalidade específica do grupo etário dos 1 aos 4 anos. No entanto, evidencia-se uma tendência decrescente à semelhança da Região e do Continente (e do todo nacional). 156

157 SAÚDE (Fonte: DGS) Gráfico 2 Evolução quinquenal da mortalidade do grupo etário dos 1 aos 4 anos (óbitos/ habitantes) A análise das taxas de mortalidade em epígrafe deverá levar em consideração que o número de óbitos em crianças de idade inferior a 5 anos em 2004 correspondeu, em todo o País, a cerca de 480 óbitos de ambos os sexos, enquanto que no distrito de Castelo Branco se verificaram, em idêntico ano e para o grupo etário dos 0 aos 4 anos, 3 óbitos de ambos os sexos (todos eles em crianças até 1 ano de idade). No que diz respeito à taxa de mortalidade padronizada por todas as causas (todas as idades), esta não diverge significativamente da Região e do Continente. No distrito de Castelo Branco verificou-se um excesso de doenças do aparelho digestivo e de mortes acidentais e uma mortalidade relativa mais baixa por doenças do aparelho respiratório e por tumores malignos. Se analisarmos especificamente a mortalidade em idades inferiores a 65 anos, continuamos a constatar um acréscimo de mortalidade por doenças do aparelho digestivo e de causas acidentais (embora nestas de uma forma ligeira), mas passa a verificar-se um acréscimo na mortalidade por doenças cerebrovasculares e por diabetes. 157

158 SAÚDE Ao analisarmos, na globalidade, os anos de vida potencialmente perdidos, constatamos que em Castelo Branco, há um acréscimo relativamente à região, aproximando-se dos valores do Continente. Comparativamente, a diabetes, as doenças do aparelho circulatório (sobretudo doença cerebrovascular), as doenças do aparelho digestivo (sobretudo doenças do fígado e cirrose) e as causas acidentais, apresentam um excesso de anos de vida perdidos relativamente à Região e ao Continente. Pelo contrário, os tumores malignos apresentam um valor inferior quer à região quer ao continente. No distrito de Castelo Branco, proporcionalmente, a causa major de anos de vida potencialmente perdidos são as causas externas, correspondendo a 24% do total de anos de vida perdidos (24,9% na Região e 20,6% no Continente), seguidos dos tumores malignos, 17,9% (24,8% na Região e 25,6% no Continente) e das doenças do aparelho circulatório que contribuem com 15,2% dos anos de vida perdidos (12,7% na Região e 13,9% no Continente). 158

159 SAÚDE Principais Causas de Morte - Tx. mor. padronizadas Valor médio C. Branco R. Centro Continente Todas as causas 663,1 661,4 670,4 D. Infecciosas e parasitárias 10,9 9,7 17,1 Diabetes 24,6 26,2 26,6 D. do Aparelho Circulatório 212,9 215,5 222,8 D. Isquémica do Coração 42,2 36,8 54,9 D. Cerebro-Vascular 103,1 105,1 100,9 D. do Aparelho Respiratório 43,1 53,2 55,5 D. do Aparelho Digestivo 36,3 34,4 31,6 D. Figado e Cirrose 14,8 15,5 12,5 Causas Externas 49,7 44,3 37,9 Acidentes de transportes 18,4 18,6 15,0 Tumores Malignos 134,6 142,2 155,9 Tumores do Aparelho Digestivo 50,0 55,8 58,7 T. Estômago 13,5 15,5 16,9 T. Cólon 13,3 13,9 15,6 Tumores do Aparelho Respiratório 21,2 19,6 24,2 T. Traqueia, Brônquios e Pulmões 17,2 16,3 22,8 Tumores da Mama Feminina 17,6 18,3 19,9 Tumores do Aparelho Genito-Urinário 19,5 21,9 24,0 T. Colo do Útero 1,3 2,6 3,1 T. Próstata 21,1 20,4 24,1 Tabela 31 Mortalidade padronizada pela população-padrão europeia para as principais causas ( ): Continente, Região Centro e Distrito de Castelo Branco 159

160 SAÚDE Principais Causas de Morte - Tx. mor. padronizadas Valor médio C. Branco R. Centro Continente Todas as causas 217,1 205,7 216,6 D. Infecciosas e parasitárias 6,5 5,5 12,8 Diabetes 5,5 4,1 4,7 D. do Aparelho Circulatório 36,3 32,1 37,6 D. Isquémica do Coração 10,7 8,8 14,5 D. Cerebro-Vascular 16,5 12,9 13,1 D. do Aparelho Respiratório 7,5 7,4 8,2 D. do Aparelho Digestivo 18,2 16,5 15,5 D. Figado e Cirrose 11,8 11,1 9,3 Causas Externas 38,8 38,1 32,1 Acidentes de transportes 17,2 17,8 14,0 Tumores Malignos 63,7 62,6 69,5 Tumores do Aparelho Digestivo 19,8 22,0 23,1 T. Estomago 5,6 6,7 7,1 T. Cólon 4,6 4,6 5,2 Tumores do Aparelho Respiratório 13,0 10,8 14,3 T. Traqueia, Bronquios e Pulmões 10,0 8,5 12,0 Tumores da Mama Feminina 11,7 12,0 12,7 Tumores do Aparelho Genito-Urinário 6,5 5,6 6,7 T. Colo do Útero 0,8 2,0 2,4 T. Próstata 2,6 1,7 2,0 Tabela 32 Mortalidade antes dos 65 anos padronizada pela população-padrão europeia para as principais causas ( ) Continente, Região Centro e Distrito de Castelo Branco Principais Causas de Morte - Tx. mor. padronizadas Valor médio C. Branco R. Centro Continente Todas as causas D. Infecciosas e parasitárias Diabetes D. do Aparelho Circulatório D. Isquémica do Coração D. Cerebro-Vascular D. do Aparelho Respiratório D. do Aparelho Digestivo D. Figado e Cirrose Causas Externas Acidentes de transportes Tumores Malignos Tumores do Aparelho Digestivo T. Estomago T. Cólon Tumores do Aparelho Respiratório T. Traqueia, Bronquios e Pulmões Tumores da Mama Feminina Tumores do Aparelho Genito-Urinário

161 T. Colo do Útero T. Próstata Tabela 33 Anos de vida potencialmente perdidos antes dos 70 anos de idade ( ) no Continente, Região Centro e distrito de Castelo Branco SAÚDE Castelo Branco Oleiros Penamac or Idanhaa-Nova Proençaa-Nova Sertã Vila de Rei Vila Velha de Ródão DISTRITO Castelo Branco Região Centro D. C. osteoarticular 44,2% 24,4% 31,4% 43,5% 39,6% 36,8% 39,0% 37,1% 37,4% 35,2% D. C. digestiva 9,9% 10,0% 5,7% 20,5% 16,1% 8,6% 16,2% 12,9% 12,3% 10,1% D. C. sangue 1,4% 1,9% 0,7% 2,8% 1,8% 0,7% 0,6% 1,7% 1,3% 1,4% D. C. renal 2,6% 3,5% 2,9% 3,5% 2,5% 2,0% 0,6% 2,6% 2,6% 3,0% D. C. neurológica 4,9% 4,2% 5,0% 5,7% 5,6% 2,6% 2,6% 2,6% 4,1% 3,8% D. C. cardíaca 14,1% 11,9% 18,6% 19,1% 24,2% 20,2% 12,3% 10,8% 14,4% 14,9% D. C. ORL 2,4% 3,2% 4,3% 5,7% 6,7% 3,6% 5,8% 6,0% 4,7% 4,0% D. C. oftalmológica 6,8% 3,9% 2,9% 13,8% 8,8% 7,3% 7,1% 3,9% 6,7% 6,8% D. C. endócrina 9,2% 6,8% 8,6% 7,8% 9,1% 8,6% 10,4% 9,9% 8,9% 11,6% D. C. tumoral 2,1% 5,8% 3,6% 4,6% 2,8% 3,0% 2,6% 3,4% 3,4% 2,9% D. C. genito-urinária 5,6% 5,1% 6,4% 15,2% 11,2% 9,3% 5,2% 7,3% 6,8% 5,8% D. C. psíquica 12,9% 9,6% 10,0% 12,7% 11,2% 7,9% 10,4% 7,8% 9,5% 9,9% D. C. respiratória 5,6% 3,2% 6,4% 6,0% 9,5% 6,3% 3,2% 2,6% 5,6% 6,0% D. C. obesidade 12,0% 12,2% 5,7% 12,7% 12,3% 8,6% 10,4% 19,0% 10,8% 9,5% D. C. hepatite 0,2% 0,6% 0,0% 2,1% 0,4% 0,7% 0,0% 0,4% 0,5% 0,6% D. C. tuberculose 0,2% 0,3% 0,0% 0,0% 1,1% 0,3% 0,0% 0,0% 0,2% 0,1% Hipertensão arterial (>140/90mmhg) 41,5% 36,3% 40,2% 34,9% 39,4% 36,8% 39,0% 37,7% 37,1% 32,6% Diabetes 15,2% 10,4% 9,1% 12,1% 11,1% 10,3% 5,2% 12,6% 11,8% 11,4% Hipercolesterolemia (>190 mg%) 39,2% 29,8% 39,2% 44,3% 38,0% 20,6% 41,8% 30,6% 35,2% 32,4% Asma/ bronquite asmática 7,6% 2,3% 1,5% 7,5% 5,6% 4,0% 3,3% 2,6% 4,6% 6,1% Bronquite/ DPCO/ enfisema 7,2% 2,3% 3,7% 3,4% 6,6% 7,3% 6,5% 3,0% 4,7% 4,6% Alergia persistente 10,7% 3,2% 6,0% 10,7% 8,8% 11,3% 5,8% 5,6% 8,7% 8,3% Depressão continuada 18,6% 10,0% 11,2% 12,3% 11,0% 9,9% 11,0% 9,9% 11,8% 14,4% Toma psicofármacos 18,4% 15,8% 11,2% 18,0% 14,4% 11,3% 18,2% 16,4% 15,4% 16,1% Fonte: ARSC Estudo Saúde Centro 2005 Tabela 34 Prevalência (%) das principais patologias na população adulta ( 18 anos) em

162 SAÚDE Morbilidade O adequado conhecimento da prevalência das doenças crónicas numa população é fundamental no planeamento em saúde tendo em vista a estimação do seu peso na comunidade e, consequentemente, a alocação de recursos e serviços necessários. Estas doenças são mais prevalentes no grupo etário dos idosos (65 e mais anos). De acordo o estudo SAÚDE CENTRO 2005, verifica-se no distrito de Castelo Branco uma prevalência de doenças crónicas osteoarticulares, digestivas, hipertensão arterial e hipercolesterolemia superior à da Região (Tabela 35). A obesidade é, também, mais prevalente neste distrito do que na Região (distrito de Castelo Branco: 10,8%; Região Centro: 9,5%) o mesmo se verificando com as doenças crónicas do foro otorrinolaringológico, doenças tumorais e doenças genito-urinárias (Tabela 35). Neste distrito observa-se, de acordo com o mesmo estudo, uma menor prevalência de doença psiquiátrica crónica e menor consumo regular de psicofármacos do que na Região Centro o mesmo se verificando com as doenças crónicas respiratórias e a asma brônquica (Tabela 35). De salientar a elevada prevalência de utentes com hipertensão arterial (37,1%) com hipercolesterolémia (35,2%) e com diabetes (11,8%). Analisando a morbilidade padronizada verificam-se na Tabela 35 diferenças pouco significativas a nível global, embora algumas tenham significado estatístico se analisadas a nível local. Contudo, as doenças do aparelho digestivo a obesidade e as doenças da esfera ORL apresentam uma prevalência superior ao resto da região. 162

163 SAÚDE 4.14 Doenças de Notificação Obrigatória Como é usual em todo o Mundo, a incidência notificada (da responsabilidade dos clínicos) é inferior à incidência real sendo tanto menor quanto menos gravemente é percepcionada a doença. Desta forma, as doenças que apresentam uma taxa de notificação maior são aquelas que têm um maior impacte social seja pelo alarme social decorrente, seja pela sua transmissibilidade. Não obstante o exposto, as doenças de declaração obrigatória notificadas são um importante instrumento de saúde pública porque permitem identificar surtos de doenças notificáveis. Assim, e considerando apenas as doenças com maior prevalência de notificação em 2006, o distrito de Castelo Branco apresentou uma maior incidência notificada relativamente à Região na generalidade destas doenças à excepção da brucelose e hepatite A. Destacam-se a febre escaro-nodular (com uma incidência notificada 2 vezes superior à da Região e 3 vezes superior à do Continente) e a febre tifóide e paratifóide (com uma incidência notificada 3 vezes superior à da Região e 5 vezes superior à do Continente). No que diz respeito à tuberculose respiratória, apesar da incidência notificada no distrito de Castelo Branco ser superior à da Região, apresenta valores inferiores aos do Continente. A evolução da notificação das principais doenças de declaração obrigatória no distrito de Castelo Branco nos anos de 2000 a 2006 (casos notificados) foi a verificada na tabela seguinte: 163

164 SAÚDE DDO ANO Área geográfica Continente Brucelose Região Centro Castelo Branco Continente Febre Escaro-nodular Região Centro Castelo Branco Continente Febre Tifóide e paratifóide Região Centro Castelo Branco Continente Hepatite A Região Centro Castelo Branco Continente Hepatite B Região Centro Castelo Branco Continente Meningite meningocócica Região Centro Castelo Branco Continente Outras salmoneloses Região Centro Castelo Branco Continente Parotidite epidémica Região Centro Castelo Branco Continente Tuberculose respiratória Fonte: DGS, 2008 Região Centro Castelo Branco Tabela 35 Evolução das principais doenças de declaração obrigatória no distrito de Castelo Branco, de 2000 a 2006 (incidência notificada) 164

165 SAÚDE 4.15 VHI/Sida A Tabela 36 sumariza a distribuição de casos e mortes por VIH/SIDA no período de 1 de Janeiro de 1983 a 31 de Dezembro de 2007 em Portugal e no distrito de Castelo Branco. VIH/SIDA VIH 1 VIH 2 TOTAL CASOS MORTES CASOS MORTES CASOS MORTES PORTUGAL CASTELO BRANCO Fonte: CVEDT Tabela 36 VIH/SIDA: Distribuição dos casos e mortes segundo a residência, de 01/01/1983 a 31/12/2007 (residência à data da notificação) 165

166 V. EDUCAÇÃO 5. Caracterização e Evolução do Sistema Educativo Número de alunos por nível de ensino e por tipo de rede Segundo a Carta Educativa (2007), para efectuarmos um correcto diagnóstico da actual situação da rede educativa de Castelo Branco, reportada ao ano lectivo de 2006/2007, começamos por apresentar um quadro onde se encontram distribuídos os alunos pelos diferentes níveis de ensino não superior, bem como pelos tipos de rede educativa. É de referir que todos os dados para o ano lectivo de 2009/2010 não sofreram grandes alterações, ou seja, a variabilidade dos dados é de 0.1%. Tabela 37. Número de alunos por nível de ensino e por tipo de rede Nível de Ensino Tipo de Rede Nº Alunos Total Pré-escolar Público 527 Privado Ensino Básico Público º Ciclo 2170 Privado 297 2º Ciclo Público º Ciclo Público Ensino Secundário Público Ensino Profissional Total Público 753 Privado 267 Público 8169 Privado Pela análise do quadro anterior podemos constatar que o concelho de Castelo Branco possui nove mil quinhentos e setenta e oito alunos, distribuídos pelos quatro níveis de ensino não superior. Se nos centrarmos em cada nível de ensino, podemos constatar que no Pré-escolar estão inscritas mil trezentas e setenta e duas crianças (14,3% da população escolar do concelho de Castelo Branco). Deste valor, quinhentos e vinte e sete estão afectos a 166

167 EDUCAÇÃO estabelecimentos de ensino público (38,4%) e oitocentos e quarenta e cinco (61,6%) estão afectos a estabelecimentos de ensino privados. No 1º Ciclo do Ensino Básico estão inscritas duas mil cento e setenta crianças (22,7% da população escolar do concelho). Contrariamente ao cenário existente no Pré-escolar, mil oitocentos e setenta e três estão na rede pública (86,3%) e apenas duzentos e noventa e sete estão na rede privada (13,7%). Nos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico estão inscritos três mil e quarenta e quatro alunos (31,8% da população escolar do concelho) e no Ensino Secundário, mil novecentos e setenta e dois alunos (20,6% da população escolar do concelho). O Ensino Profissional é frequentado por mil e vinte alunos (10,6% da população escolar do concelho de Castelo Branco). Deste valor, setecentos e cinquenta e três alunos estão afectos a estabelecimentos de ensino público (73,8%) e duzentos e sessenta e sete alunos (26,2%) estão afectos a estabelecimentos de ensino privados. Podemos pois referir que no concelho de Castelo Branco só não há ensino privado nos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e no Ensino Secundário, e, a maioria de alunos (85,3%) frequenta instituições de ensino público. Relativamente à rede privada, podemos observar que a sua maior expressão ocorre ao nível do Ensino Pré-escolar, levando mesmo a maioria das crianças a frequentar este tipo de rede. Analisando-se a população de estudantes deste concelho ao nível da idade, o cenário do Pré-escolar, do 1º Ciclo e dos 2º, 3º Ciclos e Ensino Secundário é sintetizado pelos dados do quadro seguinte: 167

168 EDUCAÇÃO Tabela 38. Alunos a frequentar os vários níveis de ensino por idades Número de alunos a frequentar o pré-escolar por idades Idades Total Número de alunos Número de alunos a frequentar o 1º Ciclo do Ensino Básico por idades Idades Total Número de alunos Total % 97,6 2,4 100% Número de alunos a frequentar os 2º, 3º Ciclos Ensino Básico e Ensino Secundário por idades Idades Total Número de alunos No que respeita ao Pré-escolar existe uma divisão mais ou menos equitativa dos alunos pelas idades características deste nível de ensino (três, quatro e cinco anos). Curiosamente apenas encontramos uma criança com seis anos a frequentar este nível de ensino. Ao nível do 1º Ciclo do Ensino Básico, podemos constatar que 97,6% do total de alunos tem idades compreendidas entre os seis e os dez anos (idade normal de frequência deste ciclo), e apenas 2,4% tem entre onze e quinze anos. Neste Ciclo de escolaridade as crianças com sete e oito anos são as mais representadas. Relativamente ao 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico, bem como no Ensino Secundário, podemos constatar que a maioria dos alunos tem idades que oscilam entre os nove e os dezoito anos, sendo os catorze, quinze e dezasseis anos as idades com maior expressão. Gostaríamos ainda de salientar que o número elevado de alunos com idade superior a dezoito anos se deve ao facto de ter-mos incluído os alunos que frequentam o ensino de adultos oferecido pelas escolas do concelho. O Ensino Profissional será objecto de análise num capítulo específico, pelo que as idades dos alunos que o frequentam não se encontram incluídas no quadro anterior nem nos seguintes. Relativamente às taxas de escolarização, determinamos a relação entre a população residente com base nos dados fornecidos pelo INE e a população escolar dos diversos níveis de ensino (tomamos por base as idades normais para a frequência de cada um desses níveis). Gostaríamos de ressalvar que os dados populacionais apresentados poderão não estar 168

169 EDUCAÇÃO isentos de erro, uma vez que pensamos que há variáveis importantes, como são por exemplo, o caso dos movimentos migratórios, que podem alterar ligeiramente as conclusões. Considera-se, no entanto, que o desvio padrão não será elevado, uma vez que estamos na presença de um concelho com uma dinâmica demográfica reduzida e uma dinâmica migratória da mesma natureza. Ainda respeitante aos valores da população escolar recenseada, é necessário levar em consideração o facto do recenseamento efectuado não fornecer a indicação do concelho de origem do estudante, pelo que poderão estar contemplados na análise alunos provenientes de concelhos limítrofes. Tabela 39. Taxas de escolarização por grupos etários Taxas de escolarização Grupos etários População Residente Número de alunos Taxa de Escolarização 92% 102% 89% 114% Como já foi referido atrás, as idades dos alunos que frequentam o Ensino Profissional não se encontram incluídas nos quadros anteriores. No entanto chamamos a atenção para o facto dos alunos que frequentam o Ensino Profissional têm todos idades superiores a quinze anos, pelo que a sua não inclusão no quadro anterior em nada influencia as taxas de escolarização da população residente no concelho, calculadas para os grupos etários 3-5 anos, 6-9 anos, anos e anos. Através da análise do quadro anterior podemos constatar que as taxas médias de escolarização são elevadas em todos os intervalos etários, apresentando mesmo em alguns casos valores acima dos 100% entre os seis e os nove anos e entre os doze e os catorze anos. Isto significa que a grande maioria das crianças do concelho está escolarizada (mesmo no Préescolar) e poderá mesmo existir uma captação de alunos de outros concelhos vizinhos, devendo-se, provavelmente, ao facto de alguns jovens acompanharem os pais nas suas deslocações casa/trabalho. 169

170 EDUCAÇÃO Caracterização da Rede Educativa No concelho de Castelo Branco foram inventariados setenta e cinco estabelecimentos de ensino em vinte freguesias, que se distribuem pelos vários níveis de ensino e tipos de rede, como podemos observar no quadro que segue (Carta Educativa, 2007): Tabela 40. Distribuição dos estabelecimentos de ensino por nível de ensino e freguesia Sec. C/ Pré-escolar 1º Ciclo EB 2 EBI Profissional Freguesias 3º Ciclo Total Públ. Priv. Públ. Priv. Públ. Públ. Públ. Públ. Priv. Alcains Escalos de Cima Lardosa Póvoa de Rio de Moinhos Tinalhas Lousa 1 1 Malpica do Tejo Sarzedas Freixial do Campo Salgueiro do Campo São Vicente da Beira Ninho do Açor 1 1 Louriçal do Campo Sobral do Campo Mata 1 1 Escalos de Baixo Cebolais de Cima Retaxo 1 1 Almaceda 1 1 Castelo Branco Total parcial Total final Pela análise do quadro anterior é possível constatar que o concelho de Castelo Branco possui um total de setenta e três estabelecimentos de ensino (Ano de 2010), cinquenta e quatro pertencentes à rede pública (74,67%), e os restantes dezanove (25,33%) à rede privada. 170

171 EDUCAÇÃO Relativamente à dispersão geográfica das escolas, constata-se que cerca de metade encontram-se localizadas na freguesia de Castelo Branco, o que evidencia uma grande discrepância populacional entre a sede do concelho e as restantes freguesias. Esta tendência verifica-se quer no sector público como no privado. Especificamente, no sector público vinte e cinco das cinquenta e nove escolas pertencem à sede do concelho, estando as restantes trinta e três distribuídas pelas outras dezanove freguesias. Ao nível do sector privado, quinze das dezanove escolas pertencem à sede do concelho e as restantes quatro distribuem-se apenas por outras tantas freguesias. É de salientar que estas últimas pertencem todas ao Ensino Préescolar. Analisando-se especificamente cada nível de ensino verifica-se a existência de trinta e três escolas afectas ao Pré-escolar (dezanove da rede pública e catorze da rede privada), estando catorze localizadas na sede do concelho. Neste nível de ensino apenas as freguesias do Retaxo e da Mata não apresentam nenhuma oferta educativa, e os Cebolais de Cima e Almaceda apenas a oferecem ao nível do sector privado. Podemos também observar que apenas duas freguesias (Alcains e Castelo Branco) possuem os dois tipos de oferta (público e privado). Destaca-se o facto de ao nível do sector público também ser apenas a freguesia de Alcains a associar-se à sede do concelho no que diz respeito à oferta de mais do que uma escola. No que concerne ao 1º Ciclo do Ensino Básico verifica-se a existência de vinte e sete escolas no concelho (vinte e cinco da rede pública e duas da rede privada), estando doze localizadas na sede do concelho. Gostaríamos também de destacar que neste nível de ensino apenas duas freguesias não apresentam nenhuma oferta educativa (Lousa e Almaceda), e que na freguesia de São Vicente da Beira este nível de ensino está totalmente integrado na Escola EBI. Podemos observar que no concelho apenas existe uma escola exclusivamente com 2º Ciclo (EB 2 José Sanches, na freguesia de Alcains) e três com 2º, 3º Ciclos e Secundário (uma em Alcains e duas em Castelo Branco). No que respeita às Escolas Básicas Integradas (EBI), encontramos cinco no concelho (uma em São Vicente da Beira e quatro em Castelo Branco). Relativamente às escolas do Ensino Secundário com 3º Ciclo podemos observar, que existem três estabelecimentos de ensino público (um em Alcains e dois em Castelo Branco). 171

172 EDUCAÇÃO Por último, o Ensino Profissional é ministrado em quatro escolas, todas localizadas na sede de concelho, sendo que apenas uma delas é pública. Em síntese, podemos concluir que é no Pré-escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico que se verifica uma maior distribuição dos estabelecimentos de ensino pelas freguesias do concelho, o que demonstra uma proximidade aos povoados e locais de residência das crianças. Podemos também constatar que existe uma grande disparidade no número de estabelecimentos de ensino quando comparamos o Pré-escolar e 1º Ciclo com os restantes ciclos de ensino Caracterização dos Agrupamentos Verticais e Escolas do Concelho de Castelo Branco De seguida iremos caracterizar cada um dos agrupamentos verticais de escolas do concelho em estudo. O quadro seguinte ilustra a constituição do agrupamento de escolas José Sanches de Alcains (Carta Educativa, 2007): Tabela 41: Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas José Sanches de Alcains Freguesias Alcains Escalos de Cima Lardosa Póvoa de Rio de Moinhos Tinalhas Lousa Escolas Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains Escola EB 2 José Sanches EB1 de Alcains} JI de Feiteira e JI de Pedreira juntaram-se em 2009 EB1 de Escalos de Cima JI Escalos de Cima EB1 da Lardosa JI da Lardosa EB1 da Póvoa de Rio de Moinhos JI da Póvoa de Rio de Moinhos EB1 de Tinalhas JI de Tinalhas JI da Lousa Este agrupamento é composto por seis freguesias, englobando catorze escolas. Cada freguesia tem pelo menos uma escola do Pré-escolar e uma do 1º Ciclo do Ensino Básico, à excepção da freguesia da Lousa onde apenas existe oferta educativa ao nível do Pré-escolar. Por outro lado, a freguesia de Alcains, sede do agrupamento, oferece ainda uma escola do 2º Ciclo do Ensino Básico e uma escola do Ensino Secundário com 3º Ciclo. 172

173 EDUCAÇÃO Caracterizamos, de seguida, o agrupamento de escolas A. F. Faria de Vasconcelos. O quadro seguinte ilustra a constituição deste agrupamento: Tabela 42. Escolas e Freguesias do Agrupamento da Escola A. F. Faria de Vasconcelos Freguesias Castelo Branco Malpica do Tejo Escolas Escola EBI A. F. de Vasconcelos EB1 do Cansado EB1 da Horta de Alva EB1 da Nossa Senhora da Piedade EB1 de Malpica do Tejo JI de Malpica do Tejo Este agrupamento é composto por duas freguesias, englobando seis escolas. Enquanto que a freguesia de Malpica do Tejo apenas tem oferta educativa ao nível do Pré-escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico (uma escola de cada tipo), a freguesia de Castelo Branco contempla três escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico e uma escola EBI que é a sede do agrupamento. Relativamente ao agrupamento de escolas Afonso de Paiva, iremos basear-nos nos dados constantes no quadro seguinte (Carta Educativa, 2007): Tabela 43 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Freguesias Castelo Branco Sarzedas Freixial do Campo Salgueiro do Campo Escolas Escola EBI Afonso de Paiva EB1 da Mina EB1 de São Tiago EB1 do Castelo JI Quinta das Violetas JI do Castelo EB1 das Sarzedas JI das Sarzedas EB1 do Freixial do Campo JI do Freixial do Campo EB1 do Salgueiro do Campo JI do Salgueiro do Campo Este agrupamento é composto por quatro freguesias, englobando doze escolas. Em cada uma das freguesias existe uma escola do Pré-escolar e uma do 1º Ciclo do Ensino Básico. Apenas em Castelo Branco existe uma escola EBI que serve de sede ao agrupamento. 173

174 EDUCAÇÃO Além desta escola, na freguesia de Castelo Branco também existem associadas a este agrupamento duas escolas do Pré-escolar e três do 1º Ciclo do Ensino Básico. Segue-se a análise do agrupamento de escolas Cidade de Castelo Branco, cujos dados relativos ao número de freguesias e à designação das escolas se encontram no quadro seguinte: Tabela 44 Escolas e Freguesias do Agrupamento Vertical da Escola Cidade de Castelo Branco Freguesias Castelo Branco Mata Escalos de Baixo Escolas Escola EBI Cidade de Castelo Branco EB1 Boa Esperança EB1 Matadouro JI Bloquinho (C. Branco) JI nº 3 (Boa Esperança) EB1 Mata EB1 dos Escalos de Baixo JI de Escalos de Baixo Trata-se de um agrupamento formado por três freguesias e engloba oito escolas. Apenas a freguesia da Mata não apresenta oferta educativa ao nível do Pré-escolar. A freguesia dos Escalos de Baixo é composta por uma escola do 1º Ciclo e por uma do Préescolar. Já a freguesia de Castelo Branco contempla duas escolas do Pré-escolar, duas do 1º Ciclo do Ensino Básico e uma com 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico, sendo esta última a sede do agrupamento. De seguida vamos apresentar o agrupamento de Escolas João Roiz de Castelo Branco. Os dados relativos a este agrupamento constam do quadro seguinte (Carta Educativa, 2007): Tabela 45 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas João Roiz Freguesias Castelo Branco Cebolais de Cima Retaxo Escolas Escola EBI João Roiz EB1 Quinta da Granja EB1 do Valongo JI do Valongo EB1 de Cebolais de Cima EB1 de Retaxo 174

175 EDUCAÇÃO Tal como o agrupamento anterior, este também é formado por três freguesias, englobando seis escolas. As freguesias do Retaxo e Cebolais de Cima apenas possuem uma escola do 1º Ciclo do Ensino Básico, enquanto que a freguesia de Castelo Branco tem uma escola do Pré-escolar, duas escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico e uma com 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico, sendo esta última a sede do agrupamento. O último agrupamento a analisar é o da Escola de São Vicente da Beira. Os dados relativos a este agrupamento constam do quadro seguinte Tabela 46 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Freguesias São Vicente da Beira Ninho do Açor Louriçal do Campo Sobral do Campo Escolas EBI de São Vicente da Beira EB1 do Ninho do Açor JI do Ninho do Açor EB1 do Louriçal do Campo JI do Louriçal do Campo EB1 do Sobral do Campo JI do Sobral do Campo Este agrupamento é formado por quatro freguesias e envolve sete escolas. Todas as freguesias, à excepção de São Vicente da Beira, possuem uma escola do Pré-escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico público. A freguesia de São Vicente da Beira apenas possui uma escola com 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico, sendo esta última a sede do agrupamento. Para além dos seis agrupamentos apresentados, o concelho de Castelo Branco possui ainda duas Escolas Secundárias, localizadas na sede de concelho: a Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico Amato Lusitano e a Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico Nuno Álvares. 175

176 EDUCAÇÃO Distribuição etária dos alunos do Ensino Pré-escolar por escola (rede pública e privada) O quadro seguinte pretende evidenciar a distribuição etária dos alunos do Pré-escolar por cada escola de cada agrupamento, ao nível da rede pública (Carta Educativa, 2007): Tabela 47. Distribuição etária dos alunos do Pré-escolar por cada escola de cada agrupamento (rede pública) AGRUPAMENTO Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz IDADE ESCOLA Sub Total JI de Feiteira+ JI de Pedreira JI de Escalos de Cima JI da Lardosa JI da Póvoa de Rio de Moinhos JI de Tinalhas JI da Lousa JI de Malpica do Tejo JI Quinta das Violetas JI do Castelo JI das Sarzedas JI do Freixial do Campo JI do Salgueiro do Campo JI do Ninho do Açor JI do Louriçal do Campo JI do Sobral do Campo J.I. O Bloquinho J.I nº 3 da Boa Esperança J.I de Escalos de Baixo J.I. do Valongo Total Final Total % 33,02 32,83 33,97 0, O quadro anterior reforça a evidência da distribuição equitativa dos alunos pelos três, quatro e cinco anos de idade, com percentagens próximas dos 33% cada. Regista-se que neste nível de escolaridade apenas uma criança se situa na idade dos seis anos. Em termos da distribuição de alunos verificamos que os agrupamentos das Escolas Afonso de Paiva e José Sanches de Alcains são os que apresentam uma maior frequência 176

177 EDUCAÇÃO absoluta (cento e setenta e seis e cento e sessenta e seis crianças, respectivamente). Segue-se o agrupamento da Cidade de Castelo Branco com cento e trinta e um alunos. Os três restantes agrupamentos têm menos de trinta crianças neste nível de escolaridade, (o agrupamento de escolas João Roiz tem vinte e cinco alunos, o agrupamento de escolas de São Vicente da Beira tem dezoito alunos e o da Faria de Vasconcelos tem apenas onze alunos). Analisando o número de alunos dos Jardins de Infância dos diferentes agrupamentos, podemos constatar que no agrupamento de escolas José Sanches de Alcains encontramos três escolas com mais de vinte alunos (J.I. da Feiteira e da Pedreira em Alcains e Escalos de Cima) e quatro escolas com menos de vinte alunos (J. I. da Lardosa, Póvoa de Rio de Moinhos, Tinalhas e Lousa). Note-se que no ano de 2009 o J.I. da Feiteira juntou-se ao J.I. da Pedreira perfazendo um subtotal de 82 alunos. No agrupamento de escolas A.F. de Vasconcelos, apenas existe um Jardim de Infância (Malpica do Tejo) que tem apenas onze alunos. Do agrupamento de escolas Afonso de Paiva, fazem parte cinco Jardins de Infância, sendo um deles (Quinta das Violetas) aquele que tem mais alunos em todo o concelho (cento e catorze), dos restantes Jardins deste agrupamento, apenas o do Castelo tem mais de vinte alunos (vinte e oito), enquanto que os restantes têm entre dez e doze alunos. No agrupamento de escolas de São Vicente da Beira existem três Jardins de Infância (Ninho do Açor, Louriçal e Sobral do Campo) com um número muito reduzido de alunos. No agrupamento de escolas Cidade de Castelo Branco, há três Jardins de Infância ( O Bloquinho, Boa Esperança e Escalos de Baixo) todos eles com mais de vinte crianças. Por último, do agrupamento de escolas João Roiz apenas faz parte o Jardim de Infância do Valongo que tem vinte e cinco alunos. O quadro seguinte pretende evidenciar a distribuição etária dos alunos do Pré-escolar por cada escola, ao nível da rede privada: 177

178 Tabela 48. Distribuição etária dos alunos do Pré-escolar por cada escola ao nível da rede privada ESCOLA/IDADE 3 anos 4 anos 5 anos Total J.I Alfredo da Mota Centro Infantil Nº Centro Infantil Nº O Raposinho Santa Casa da Misericórdia Nº Santa Casa da Misericórdia Nº O Jasmim O Pimpão J. I. Alcains (Seg.Social) J.I de Almaceda J.I Cebolais de Cima J.I S. Vicente da Beira J.I. João de Deus J.I. Centro Social Padres Redentoristas Total EDUCAÇÃO O número de alunos evidenciado neste quadro permite-nos concluir, por comparação com o quadro anterior, que o sector privado no concelho de Castelo Branco tem mais alunos (oitocentos e quarenta e cinco) que o sector público (quinhentos e vinte e sete). Com mais de cem crianças inscritas destacam-se o Centro Infantil nº 2 (cento e nove crianças) e o centro Social Padres Redentoristas (cento e quatro crianças). Em sentido oposto, e com menos de vinte crianças apenas se encontram os Jardins de Infância de Almaceda (oito crianças) e de São Vicente da Beira (quinze crianças). 178

179 EDUCAÇÃO Distribuição etária dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico nas escolas dos agrupamentos ao nível da rede pública O quadro seguinte evidencia a afectação etária dos alunos do 1º Ciclo a cada escola da rede pública (Carta Educativa, 2007): Tabela 49. Distribuição etária dos alunos do 1º C. E. B. por cada escola de cada agrupamento (rede pública) AGRUPAMENTO Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco ESCOLA IDADE Total EB1 de Alcains EB1 de Escalos de Cima EB1 da Lardosa EB1 da P. de Rio Moinhos EB1 de Tinalhas EBI Faria de Vasconcelos EB1 do Cansado EB1 da Horta de Alva EB1 Senhora da Piedade EB1 de Malpica do Tejo EBI Afonso de Paiva EB1 da Mina EB1 de São Tiago EB1 do Castelo EB1 das Sarzedas EB1 do Freixial do Campo EB1 do Salgueiro do Campo EB1 do Ninho do Açor Fechou no ano lectivo de 2008/2009 EB1 do Louriçal do Campo EB1 do Sobral do Campo EBI de São Vicente da Beira EBI Cidade de Cast. Branco EB1 da Boa Esperança EB1 do Matadouro

180 Agrupamento de Escolas João Roiz EB1 da Mata EB1 de Escalos de Baixo EBI João Roiz EB1 Quinta da Granja EB1 do Valongo EB1 de Cebolais de Cima EB1 de Retaxo Total % 20,6 25,2 24,1 20,2 7,2 1,5 0,6 0,4 0,1 0,1 100 O quadro anterior permite concluir que os maiores valores percentuais de distribuição etária dos alunos para este nível de escolaridade ocorrem entre os seis e os dez anos (97%) como já tinha sido descrito anteriormente. Podemos constatar que todos os agrupamentos têm alunos com mais de dez anos e que os agrupamentos de escolas A.F. de Vasconcelos e Afonso de Paiva são os que têm maior número de alunos com idades superiores à referida anteriormente. Podemos ainda verificar que as escolas EBI apresentam um número elevado de alunos com oito, nove ou dez anos, pelo facto de terem este ano lectivo recebido turmas de 4º ano de escolaridade. Após ter observado a distribuição dos alunos a frequentar o 1º Ciclo do Ensino Básico por idade nas diferentes escolas do concelho, vamos de seguida observar o seu número total por agrupamento vertical de escolas (Carta Educativa, 2007): Tabela 50. Distribuição dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico por cada agrupamento (rede pública) AGRUPAMENTO TOTAL DE ALUNOS % Agrupamento de Escolas José Sanches ,06 Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos ,56 Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva ,02 Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira 90 4,81 Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco ,40 Agrupamento de Escolas João Roiz ,15 Total O quadro anterior evidencia que há dois agrupamentos que se destacam dos demais pelo facto do seu número de alunos a frequentar o 1º Ciclo ser superior. Referimo-nos aos agrupamentos de escolas Faria de Vasconcelos (quatrocentos e sessenta alunos) e Afonso de Paiva (quatrocentos e cinquenta alunos). O somatório do número de alunos destes dois 180

181 EDUCAÇÃO agrupamentos representa perto de 50% do total de alunos deste nível de escolaridade da rede pública do concelho em análise. Em sentido oposto, podemos constatar que o agrupamento que possui menor número de alunos é o de São Vicente da Beira, com apenas noventa crianças (4,81% do valor total) Distribuição etária dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico pelas escolas da rede privada O quadro seguinte evidencia a afectação etária dos alunos do 1º Ciclo a cada escola da rede privada (Carta Educativa, 2007): Tabela 51. Distribuição dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico por escola (rede privada) ESCOLA/IDADE Total % Escola João de Deus ,4 Escola Padres Redentoristas ,6 Total Como podemos observar, no concelho de Castelo Branco apenas existem duas escolas da rede privada a oferecer o 1º Ciclo do Ensino Básico localizadas na sede do concelho. A Escola João de Deus é frequentada por cento e cinco crianças (35,4% das crianças deste ciclo que frequentam o ensino privado) e a Escola Padres Redentoristas por cento e noventa e duas crianças (64,6% das crianças deste ciclo que frequentam o ensino privado). Gostaríamos de salientar que no ensino privado não há nenhuma criança com mais de nove anos a frequentar o 1º Ciclo. 181

182 EDUCAÇÃO Distribuição etária dos alunos do 2º Ciclo e 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário nas escolas do concelho O quadro seguinte evidencia a afectação etária dos alunos dos 2º Ciclo e 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário a cada escola (Carta Educativa, 2007): Tabela 52. Distribuição etária dos alunos dos 2º e 3º C. E. B. e Secundário nas escolas do concelho AGRUPAMENTO / ESCOLA Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Escola Secundária Nuno Álvares Escola Secundária Amato Lusitano ESCOLA EB 2 José Sanches EB 2,3/S Alcains EBI A.F. de Vasconcelos EBI Afonso de Paiva EBI de São Vicente da Beira EBI Cidade de Castelo Branco IDADE >18 Tota l EBI João Roiz Secundária com 3º Ciclo Nuno Álvares Secundária com 3º Ciclo Amato Lusitano Total % 1,3 6,9 8, , 4 11, 1 11, 4 11, 9 12, 1 10, , , O quadro anterior permite concluir que os alunos que frequentam os 2º, 3º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário nas escolas do concelho situam-se numa faixa etária acima dos nove anos de idade, sendo esta a idade menos representada (1,3% do total). Podemos também referir que a idade dos alunos está relacionada com os níveis de 182

183 EDUCAÇÃO escolaridade ministrados nas escolas que frequentam, isto é, podemos observar que nas escolas EB 2 José Sanches e EBI a maioria dos alunos tem idade inferior a dezasseis anos, enquanto que nas escolas Secundárias, a maioria tem idades superiores a quinze anos. Centrando a nossa atenção no número de alunos com idade superior aos 18 anos, constatamos que é um valor que pode ser considerado significativo. Contudo, a grande maioria destes alunos pertencem às escolas secundárias e muitos deles frequentam o ensino de adultos oferecido por essas mesmas escolas Caracterização dos diferentes níveis de ensino presentes no concelho De seguida vamos caracterizar de forma mais pormenorizada cada um dos diferentes ciclos de ensino presentes no concelho de Castelo Branco, desde o Pré-escolar até ao Ensino Secundário. Nesta caracterização procuramos seguir as orientações emanadas pelo Manual para a Elaboração das Cartas Educativas elaborado pelo Departamento de Avaliação, Prospectiva e Planeamento, no âmbito da Direcção de Serviços de Estudos e Planeamento da Educação (Carta Educativa, 2007) Caracterização do Ensino Pré-escolar Começamos por apresentar a evolução da frequência do ensino Pré-escolar do concelho de Castelo Branco por freguesia desde o ano lectivo de 2000/2001, para se ter uma ideia acerca da sua variação. Os dados dos anos lectivos anteriores a 2002/2003 (data da constituição dos agrupamentos) foram compilados a partir dos dados das respectivas escolas que agora os integram, obtidos na Coordenação Educativa (CAE) de Castelo Branco. Vamos de seguida apresentar os estabelecimentos de ensino do Pré-escolar, referindo o agrupamento do qual fazem parte, a freguesia onde estão sediados, bem como o tipo de rede a que pertencem (pública ou privada) (Carta Educativa, 2007): 183

184 EDUCAÇÃO Agrupamento de Escola Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Escolas Privadas Freguesia Escola Tipo de Rede Alcains JI de Feiteira Público Alcains JI de Pedreira Público Escalos de Cima JI de Escalos de Cima Público Lardosa JI da Lardosa Público Póvoa de Rio de Moinhos JI da Póvoa de Rio de Moinhos Público Tinalhas JI de Tinalhas Público Lousa JI da Lousa Público Malpica do Tejo JI de Malpica do Tejo Público Castelo Branco JI Quinta das Violetas Público Castelo Branco JI do Castelo Público Sarzedas JI das Sarzedas Público Freixial do Campo JI do Freixial do Campo Público Salgueiro do Campo JI do Salgueiro do Campo Público Ninho do Açor JI do Ninho do Açor Público Louriçal do Campo JI do Louriçal do Campo Público Sobral do Campo JI do Sobral do Campo Público Castelo Branco JI Bloquinho (C. Branco) Público Castelo Branco JI nº 3 (Boa Esperança) Público Escalos de Baixo JI de Escalos de Baixo Público Castelo Branco JI do Valongo Público Castelo Branco J.I Alfredo da Mota Privada Castelo Branco Centro Infantil Nº1 Privada Castelo Branco Centro Infantil Nº2 Privada Castelo Branco O Raposinho Privada Castelo Branco Santa Casa da Misericórdia Nº1 Privada Castelo Branco Santa Casa da Misericórdia Nº2 Privada Castelo Branco O Jasmim Privada Castelo Branco O Pimpão Privada Alcains J. I. Alcains (Seg.Social) Privada Almaceda J.I de Almaceda Privada Cebolais de Cima J.I Cebolais de Cima Privada S. Vicente da Beira J.I S. Vicente da Beira Privada Castelo Branco J.I. João de Deus Privada Castelo Branco J.I. Centro Social Padres Redentoristas Privada Tabela 53. Estabelecimentos de ensino Pré-escolar por freguesia e tipo de rede No concelho de Castelo Branco podemos encontrar trinta e quatro estabelecimentos de ensino, onde é ministrado ensino Pré-escolar. Vinte desses estabelecimentos pertencem à rede 184

185 EDUCAÇÃO pública e catorze à rede privada. Os estabelecimentos de ensino público estão distribuídos por 15 freguesias e todos estão sediados nos agrupamentos verticais. Os estabelecimentos de ensino da rede privada estão distribuídos por 5 freguesias, estando a maioria (dez) na sede de concelho. 5.2 Os Recursos Humanos 5.2.1Os Recursos humanos afectos ao Ensino Pré-escolar na rede Pública No quadro seguinte podemos observar os recursos humanos afectos ao Ensino Préescolar, na rede pública (Carta Educativa, 2007): Tabela 54. Recursos humanos afectos aos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede pública) Agrupamento de Escola Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco Nº N.º Nº Nº Escola Alunos Educadores Tarefeiras Auxiliares JI de Feiteira JI de Pedreira JI de Escalos de Cima JI da Lardosa JI da Póvoa de Rio de Moinhos JI de Tinalhas JI da Lousa Sub total JI de Malpica do Tejo Sub total JI Quinta das Violetas JI do Castelo JI das Sarzedas JI do Freixial do Campo JI do Salgueiro do Campo Sub total JI do Ninho do Açor JI do Louriçal do Campo JI do Sobral do Campo Sub total JI Bloquinho (C. Branco) JI nº 3 (Boa Esperança) JI de Escalos de Baixo Sub total Agrupamento de JI do Valongo

186 Escolas João Roiz Sub total TOTAL Os dados do quadro anterior revelam que nos Jardins de Infância da rede pública do concelho de Castelo Branco há trinta Educadores de Infância e em apenas duas instituições existem mais do que dois educadores a tempo inteiro (Jardim de Infância Quinta das Violetas, e Jardim de Infância O Bloquinho ). Relativamente ao número de Auxiliares de Acção Educativa, estão afectas aos Jardins do concelho vinte e três. Todos os Jardins têm pelo menos uma Auxiliar e há mesmo três deles (JI de Pedreira, JI Quinta das Violetas e JI do Valongo) que têm duas Auxiliares de Acção Educativa. Em termos de Tarefeiras, estão dez afectas aos Jardins do concelho, no entanto, embora haja Jardins de Infância com mais que uma profissional deste sector, outras há que não têm nenhuma (situação mais frequente) ou têm apenas uma Os Recursos Humanos afectos ao Ensino Pré-escolar na Rede Privada No quadro seguinte podemos observar os recursos humanos afectos ao Ensino Préescolar, na rede privada (Carta Educativa, 2007): Tabela 55. Recursos humanos afectos aos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede privada) Escola Nº Alunos Nº Educadores Nº Tarefeiras Nº Auxiliares J.I Alfredo da Mota Centro Infantil Nº Centro Infantil Nº O Raposinho Santa Casa da Misericórdia Nº Santa Casa da Misericórdia Nº O Jasmim O Pimpão J. I. Alcains (Seg.Social) J.I de Almaceda J.I Cebolais de Cima J.I S. Vicente da Beira J.I. João de Deus J.I. Centro Social Padres Redentoristas TOTAL Os dados do quadro anterior revelam que nos Jardins de Infância da rede privada do concelho de Castelo Branco há quarenta e seis Educadores de Infância, e que em apenas três instituições existe um único Educador a tempo inteiro (Jardins de Infância de Almaceda, 186

187 EDUCAÇÃO Cebolais de Cima e S. Vicente da Beira). Relativamente ao número de Auxiliares de Acção Educativa estão afectas aos Jardins de Infância privados do concelho cinquenta e uma Auxiliares. Todos os Jardins têm pelo menos uma auxiliar e a grande maioria possui várias Auxiliares de Acção Educativa. Em termos de Tarefeiras, estão apenas seis afectas aos Jardins de Infância privados do concelho, no entanto, a maioria não tem nenhuma profissional deste sector. Comparando os recursos humanos dos Jardins de Infância da rede pública com os da rede privada, uma primeira apreciação leva-nos a concluir que o número de Educadores de Infância e de Auxiliares de Acção Educativa na rede privada é maior do que o da rede pública, esta constatação poderá encontrar justificação no número de alunos de cada uma das redes. Curiosamente o número de tarefeiras dos Jardins da rede pública é mais elevado. 187

188 5.3 Os Recursos Físicos existentes nos Jardins de Infância da Rede Pública EDUCAÇÃO Tabela 56. Recursos físicos dos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede pública) Agrupamento de Escola Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Escola Alunos Capacidade Máxima (turmas) Salas de Actividades Salas Polivalentes Salas de Informática Outras Salas JI de Feiteira+ JI de Pedreira JI de Escalos de Cima JI da Lardosa JI da Póvoa de Rio de Moinhos JI de Tinalhas JI da Lousa Sub total JI de Malpica do Tejo Sub total JI Quinta das Violetas JI do Castelo JI das Sarzedas JI do Freixial do Campo 0 0 JI do Salgueiro do Campo 0 0 Sub total JI do Ninho do Açor JI do Louriçal do Campo JI do Sobral do Campo Sub total JI Bloquinho (C. Branco) JI nº 3 (Boa Esperança) JI de Escalos de Baixo Sub total JI do Valongo Sub total Total

189 EDUCAÇÃO Relativamente aos recursos físicos dos Jardins de Infância da rede pública do concelho de Castelo Branco, pela análise do quadro anterior podemos constatar que a capacidade máxima de turmas é igual ao número de salas de actividade que se encontram em funcionamento (trinta). Os Jardins de Infância da rede pública do concelho têm ainda 14 salas polivalentes de apoio às actividades lectivas e outras quatro salas (todas no Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva). Gostaríamos de salientar que embora alguns dos Jardins possuam material informático, nenhum deles possui nenhuma sala específica para este fim Os Recursos Físicos existentes nos Jardins de Infância do sector privado Quanto aos recursos físicos existentes nos Jardins de Infância do sector privado do concelho de Castelo Branco, são os seguintes (Carta Educativa, 2007): Tabela 57. Recursos físicos dos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede privada) Escola Alunos Capacidade Máxima (turmas) Salas de Actividades Salas Polivalentes Salas de Informática J.I Alfredo da Mota Centro Infantil Nº Centro Infantil Nº O Raposinho Santa Casa da Misericórdia Nº Santa Casa da Misericórdia Nº O Jasmim O Pimpão J. I. Alcains (Seg.Social) J.I de Almaceda J.I Cebolais de Cima J.I S. Vicente da Beira J.I. João de Deus J.I. Centro Social Padres Redentoristas Outras Salas Total Relativamente aos recursos físicos dos Jardins de Infância da rede privada do concelho de Castelo Branco, pela análise do quadro anterior podemos constatar que a capacidade máxima de turmas é igual ao número de salas de actividade que se encontram em funcionamento (quarenta e uma). Os Jardins de Infância da rede privada do concelho têm 189

190 EDUCAÇÃO ainda dezassete salas polivalentes de apoio às actividades lectivas e outras doze salas. Gostaríamos de salientar que na rede privada, sete dos catorze Jardins de Infância, possuem sala de informática. 5.4 Os Rácios (alunos/educador, alunos/sala de aula e educadores/sala de aula) do Ensino Pré-escolar Público Tabela 58. Rácios do ensino Pré-escolar público Agrupamento de Escola Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Escola Rácio Alunos/Educador Rácio Alunos/Sala Rácio Educadores/Sala JI de Feiteira + JI de Pedreira JI de Escalos de Cima JI da Lardosa JI da Póvoa de Rio de Moinhos JI de Tinalhas JI da Lousa JI de Malpica do Tejo JI Quinta das Violetas JI do Castelo JI das Sarzedas JI do Freixial do Campo JI do Salgueiro do Campo JI do Ninho do Açor JI do Louriçal do Campo JI do Sobral do Campo JI Bloquinho (C. Branco) JI nº 3 (Boa Esperança) JI de Escalos de Baixo JI do Valongo O quadro anterior evidencia que em todos os casos existe apenas um educador por sala de aula, independentemente do número de alunos por sala. Podemos também constatar que existem muitos Jardins em que o rácio aluno/educador e aluno/sala se encontra mesmo muito distante das normas sugeridas pelo Ministério da Educação, que aponta que este rácio se deve situar entre vinte e vinte e cinco crianças por educador e por sala. A este nível os casos mais 190

191 EDUCAÇÃO problemáticos ocorrem sem dúvida, no Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira onde os rácios aluno/educador e aluno/sala são inferiores a oito Os Rácios (alunos/educador, alunos/sala de aula e educadores/sala de aula) do Ensino Pré-escolar Privado Ao nível do sector privado, o cenário é ligeiramente diferente em alguns casos, como evidencia o quadro seguinte (Carta Educativa, 2007): Tabela 59 Rácios do ensino Pré-escolar privado Escola Rácio Alunos/Educador Rácio Alunos/Sala Rácio Educadores/Sala J.I Alfredo da Mota Centro Infantil Nº ,3 Centro Infantil Nº ,2 O Raposinho Santa Casa da Misericórdia Nº ,3 Santa Casa da Misericórdia Nº O Jasmim ,3 O Pimpão ,5 J. I. Alcains (Seg.Social) J.I de Almaceda J.I Cebolais de Cima J.I S. Vicente da Beira J.I. João de Deus J.I. Centro Social Padres Redentoristas O quadro anterior evidencia que nos Jardins de Infância da rede particular em cinco das catorze instituições, o rácio educadores/sala de aula é superior a um, por este motivo, o rácio alunos/sala de aula é, nestes casos, superior ao rácio alunos/educador. Podemos também observar à semelhança do que acontecia com o sector público, que também aqui, à excepção de quatro Jardins o rácio aluno/educador se encontra abaixo das normas sugeridas pelo Ministério da Educação (vinte e vinte e cinco crianças por educador e por sala). Esta situação fica no entanto, atenuada no rácio aluno/sala (apenas cinco jardins estão abaixo dos valores recomendados). A situação mais problemática é a do Jardim de Infância de Almaceda cujo rácio aluno/educador e aluno/sala é de um educador/sala por oito alunos. 191

192 EDUCAÇÃO Centrando, agora, a nossa atenção nas taxas de ocupação das escolas do sector público deste nível de ensino, o quadro seguinte ilustra o cenário existente (Carta Educativa, 2007). 5.5 Taxas de Ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (Rede Pública) Tabela 60 Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (rede pública) Agrupamento de Escola Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Escola Nº de Total de Taxa de Salas Alunos Ocupação JI de Feiteira + JI de Pedreira % JI de Escalos de Cima % JI da Lardosa % JI da Póvoa de Rio de Moinhos % JI de Tinalhas % JI da Lousa % Ocupação média 71,43% JI de Malpica do Tejo % Ocupação média 44% JI Quinta das Violetas % JI do Castelo % JI das Sarzedas % JI do Freixial do Campo % JI do Salgueiro do Campo % Ocupação média 56,8% JI do Ninho do Açor % JI do Louriçal do Campo % JI do Sobral do Campo % Ocupação média 24% JI Bloquinho (C. Branco) % JI nº 3 (Boa Esperança) % JI de Escalos de Baixo % Ocupação média 90,33% JI do Valongo % Ocupação média 100% Se considerarmos uma taxa total de ocupação máxima igual a 25 alunos por sala, como sugerem as normas emanadas pelo Ministério da Educação, constata-se que a taxa total de ocupação dos Jardins de Infância da rede pública do concelho de Castelo Branco é baixa. O quadro anterior evidencia que apenas dois agrupamentos têm uma taxa de ocupação média próxima dos 100% (Agrupamento de Escolas João Roiz e Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco). Alguns deles apresentam uma taxa inferior a 50%. Se nos centrarmos nas taxas de ocupação de cada um dos Jardins de Infância, então os resultados são ainda mais 192

193 EDUCAÇÃO baixos. Conclui-se, por isso, que a generalidade das instituições está longe de atingirem o seu nível máximo de ocupação. Ao nível da rede privada, os valores das taxas de ocupação encontram-se registadas no quadro seguinte (Carta Educativa, 2007) Taxas de Ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (Rede Privada) Tabela 61. Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (rede privada) Escola Nº de salas Total de Alunos Taxa de Ocupação J.I Alfredo da Mota % Centro Infantil Nº % Centro Infantil Nº % O Raposinho % Santa Casa da Misericórdia Nº % Santa Casa da Misericórdia Nº % O Jasmim % O Pimpão % J. I. Alcains (Seg.Social) % J.I de Almaceda % J.I Cebolais de Cima % J.I S. Vicente da Beira % J.I. João de Deus % J.I. Centro Social Padres Redentoristas % O quadro anterior evidencia, regra geral, valores bastante mais elevados do que os registados ao nível da rede pública de ensino, havendo mesmo dois casos em que as taxas de ocupação superam os 100% (Jardim de Infância O Raposinho e o Jardim de Infância Centro Social Padres Redentoristas). Apesar destes valores, a generalidade das instituições do sector privado ainda não atingiu a sua taxa de ocupação máxima, havendo mesmo algumas instituições com valores que podem ser considerados baixos, como são os casos dos Jardins de Infância da Santa Casa da Misericórdia Nº 2 em Castelo Branco, da Segurança Social em Alcains, Almaceda e São Vicente da Beira. 193

194 5.6 Necessidades educativas especiais e transporte escolar (rede pública) EDUCAÇÃO Por último iremos analisar este nível de ensino em termos do número de crianças com necessidades educativas especiais, bem como do número de crianças que beneficiam do transporte escolar. O quadro seguinte ilustra o caso da rede público (Carta Educativa, 2007). Tabela 62 Necessidades educativas especiais e transporte escolar (rede pública) Agrupamento de Escola Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Escola Nº Crianças com Necessidades Educativas Especiais Nº Crianças Beneficiárias de Transporte Escolar* JI de Feiteira 3 0 JI de Pedreira 4 0 JI de Escalos de Cima 0 0 JI da Lardosa 0 0 JI da Póvoa de Rio de Moinhos 2 0 JI de Tinalhas 1 0 JI da Lousa 0 0 JI de Malpica do Tejo 2 6 JI Quinta das Violetas 2 3 JI do Castelo 0 0 JI das Sarzedas 1 11 JI do Freixial do Campo 0 2 JI do Salgueiro do Campo 0 4 JI do Ninho do Açor 0 0 JI do Louriçal do Campo 1 0 JI do Sobral do Campo 0 0 JI Bloquinho (C. Branco) 3 1 JI nº 3 (Boa Esperança) 1 0 JI de Escalos de Baixo 0 0 JI do Valongo 1 0 Total * - Apenas foram consideradas crianças beneficiárias de transporte escolar as que se deslocam de fora da localidade O total de crianças com necessidades educativas especiais afectas à rede pública deste nível de ensino no concelho em análise é de vinte e uma. Este valor distribui-se por onze das vinte instituições. O agrupamento com maior número de crianças que apresentam necessidades educativas especiais é o de Alcains, com 10 alunos. 194

195 EDUCAÇÃO Em termos de transporte escolar, podemos observar que no sector público são poucas as crianças que beneficiam deste serviço (apenas vinte e sete). Um dado curioso, tem a ver com o facto de à excepção de quatro crianças que frequentam Jardins de Infância de Castelo Branco (uma no Bloquinho e três no JI da Quinta das Violetas), todas as que são beneficiárias do transporte escolar frequentam instituições sedeadas nas aldeias Necessidades Educativas especiais e transporte escolar sector privado Tabela 63. Necessidades educativas especiais e transporte escolar (rede privada) Escola Nº Crianças com Necessidades Educativas Especiais Nº Crianças Beneficiárias de Transporte Escolar J.I Alfredo da Mota 0 17 Centro Infantil Nº1 1 0 Centro Infantil Nº2 2 0 O Raposinho 0 11 Santa Casa da Misericórdia Nº Santa Casa da Misericórdia Nº O Jasmim 1 12 O Pimpão 1 0 J. I. Alcains (Seg.Social) 0 16 J.I de Almaceda 0 2 J.I Cebolais de Cima 1 0 J.I S. Vicente da Beira 0 12 J.I. João de Deus 0 13 J.I. Centro Social Padres Redentoristas 1 9 Total Nos Jardins de Infância da rede privada há apenas oito crianças com Necessidades Educativas Especiais, distribuídas por diferentes instituições, tendo apenas o Centro Infantil Nº 2 mais que uma criança deste tipo. Ao nível do transporte escolar, o concelho em análise envolve cento e quinze crianças a beneficiar deste recurso. Só há quatro instituições onde as crianças não beneficiam de transporte escolar (Centro Infantil Nº 1, Centro Infantil Nº 2, O Pimpão e o Jardim de Infância de Cebolais de Cima). 195

196 EDUCAÇÃO Necessidades educativas especiais e transporte escolar por agrupamento (1º ciclo) Tabela 64. Necessidades educativas especiais e transporte escolar Agrupamentos Agrupamento da Escola A.S.Faria de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas José Sanches Escolas Crianças com Necessidades Educativas Especiais Turmas com Crianças com Necessidades Educativas Especiais Crianças Beneficiárias Transporte Escolar EBI Faria de Vasconcelos EB1 do Cansado EB1 da Horta de Alva EB1 da Nossa Senhora da Piedade EB1 de Malpica do Tejo EBI Afonso de Paiva EB1 da Mina EB1 de São Tiago EB1 do Castelo EB1 das Sarzedas EB1 do Freixial do Campo EB1 do Salgueiro do Campo EBI Cidade de Cast. Branco EB1 da Boa Esperança EB1 do Matadouro EB1da Mata EB1dos Escalos de Baixo EBI João Roiz EB1da Quinta da Granja EB1do Valongo EB1de Cebolais de Cima EB1de Retaxo EBI de São Vicente da Beira EB1 do Ninho do Açor EB1 do Louriçal do Campo EB1 do Sobral do Campo EB1de Alcains EB1de Escalos de Cima EB1de Lardosa EB1 de Póvoa de Rio de Moinhos EB1de Tinalhas EB1 do J. Escola João de Deus EB1 do C. S. Padres Redentoristas Total Frequentam as escolas do 1º Ciclo do concelho cento e cinquenta e sete crianças com necessidades educativas especiais, distribuídas por sessenta e nove turmas. A sua distribuição por agrupamento é o seguinte: (a) no agrupamento da Escola Faria de Vasconcelos existem sessenta e uma crianças deste tipo pertencentes a vinte e duas turmas; (b) no agrupamento da 196

197 EDUCAÇÃO Escola Afonso de Paiva existem quarenta e quatro crianças deste tipo pertencentes a treze turmas; (c) no agrupamento da Escola Cidade de Castelo Branco existem dez crianças deste tipo pertencentes a cinco turmas; (d) no agrupamento da Escola João Roiz existem vinte crianças deste tipo pertencentes a dez turmas; (e) no agrupamento de São Vicente da Beira existem três crianças deste tipo pertencentes a três turmas; (f) no agrupamento de Alcains existem vinte e nove crianças deste tipo pertencentes a dezasseis turmas. As duas escolas da rede privada não possuem nenhuma criança com necessidades educativas especiais. Ao nível do transporte, são cento e cinquenta e três as crianças que beneficiam deste recurso. Destas, trinta e oito pertencem as escolas da rede privada. As escolas que apresentam um maior número de crianças a beneficiar deste transporte são a Escola do 1º Ciclo da Mata (vinte e oito crianças), Escola do 1º Ciclo de Malpica do Tejo (quinze crianças) e Escola do 1º Ciclo de Sarzedas (quinze crianças). 197

198 5.7 Caracterização do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário EDUCAÇÃO Após apresentação dos resultados referentes ao Ensino Pré-escolar e ao 1º Ciclo do Ensino Básico, vamos agora centrar-nos nos resultados referentes aos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e também ao Ensino Secundário. Vamos começar por apresentar os estabelecimentos de ensino, referindo o agrupamento do qual fazem parte, a freguesia onde estão sediados, bem como o tipo de rede a que pertencem Estabelecimentos do 2º Ciclo do Ensino Básico por freguesia e tipo de rede Agrupamento de Escola Escola Freguesia Tipo de Rede Agrupamento de Escolas José Sanches Escola EB 2 José Sanches Alcains Pública Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Escola EBI A.F. de Vasconcelos Castelo Branco Pública Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Escola EBI Afonso de Paiva Castelo Branco Pública Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Escola EBI de São Vicente da Beira São Vicente da Beira Pública Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco Escola EBI Cidade de Cast. Branco Castelo Branco Pública Agrupamento de Escolas João Roiz Escola EBI João Roiz Castelo Branco Pública Tabela 65. Estabelecimentos do 2º Ciclo do Ensino Básico por freguesia e tipo de rede No concelho de Castelo Branco podemos encontrar seis estabelecimentos de ensino, onde é ministrado o 2º Ciclo do Ensino Básico, todos eles pertencentes à rede de ensino pública, sendo os mesmos sede dos agrupamentos verticais, à excepção da Escola EB 2 José Sanches. Estes estabelecimentos de ensino estão distribuídos por 3 freguesias (Castelo Branco, Alcains e São Vicente da Beira) e apenas a sede de concelho possui vários estabelecimentos de ensino (4) onde é ministrado o 2º Ciclo. 198

199 EDUCAÇÃO Estabelecimentos do 3º Ciclo do Ensino Básico por freguesia e tipo de rede Agrupamento de Escola/Escola Escola Freguesia Tipo de Rede Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Escola Secundária Amato Lusitano Escola Secundária Nuno Álvares Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains Escola EBI A.F. de Vasconcelos Escola EBI Afonso de Paiva Escola EBI de São Vicente da Beira Escola EBI Cidade de Castelo Branco Alcains Castelo Branco Castelo Branco São Vicente da Beira Castelo Branco Pública Pública Pública Pública Pública Escola EBI João Roiz Castelo Branco Pública Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares Castelo Branco Castelo Branco Tabela 66. Estabelecimentos do 3º Ciclo do Ensino Básico por freguesia e tipo de rede Pública Pública A ministrar 3º Ciclo do Ensino Básico, encontramos no concelho de Castelo Branco oito estabelecimentos de ensino. Também aqui pudemos constatar que todos pertencem à rede pública e estão distribuídos, à semelhança do que acontece no 2º Ciclo, por 3 freguesias (Castelo Branco, Alcains e São Vicente da Beira). Constatamos de igual modo que apenas a sede de concelho possui vários estabelecimentos de ensino (seis) onde é ministrado o 3º Ciclo do Ensino Básico Estabelecimentos do Ensino Secundário por freguesia e tipo de rede Agrupamento de Escola/Escola Escola Freguesia Tipo de Rede Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Escola Secundária Amato Lusitano Escola Secundária Nuno Álvares Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains Alcains Pública Escola EBI A.F. de Vasconcelos Castelo Branco Pública Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares Castelo Branco Castelo Branco Pública Pública Tabela 67. Estabelecimentos do Ensino Secundário por freguesia e tipo de rede 199

200 EDUCAÇÃO Relativamente ao Ensino Secundário, encontramos no concelho de Castelo Branco quatro estabelecimentos de ensino. À semelhança dos ciclos anteriores também aqui podemos constatar que todos pertencem à rede pública e estão distribuídos por apenas duas freguesias (Castelo Branco e Alcains). Constatamos, de igual modo, que apenas a sede de concelho possui vários estabelecimentos de ensino (três) onde é ministrado o Ensino Secundário. Após apresentação dos diferentes estabelecimentos de ensino a ministrar 2º Ciclo, 3º Ciclo e Secundário no concelho de Castelo Branco, vamos debruçar-nos sobre a evolução da população escolar nesses mesmos ciclos de ensino, começando por analisar a evolução nas diferentes escolas e posteriormente os valores totais. No 2º Ciclo do Ensino Básico os resultados expressos nas diferentes escolas revelam oscilações ascendentes e descendentes ao longo dos anos desde 2000/2001 até 2006/2007. Relativamente ao ano lectivo presente e ao anterior podemos observar que em três das escolas (Escola EB 2 José Sanches, Escola EBI Cidade de Castelo Branco e Escola EBI João Roiz) houve um decréscimo do número de alunos, enquanto que nas outras três (Escola EBI A.F. de Vasconcelos, Escola EBI Afonso de Paiva e Escola EBI de São Vicente da Beira) houve um aumento do número de alunos, sendo registado o crescimento maior na Escola EBI A.F. de Vasconcelos (mais sessenta e um alunos que no ano anterior). 200

201 5.7.4 Evolução da população 2º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas EDUCAÇÃO Agrupamento de Escola Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Escola Escola EB 2 José Sanches Escola EBI A.F. de Vasconcelos Escola EBI Afonso de Paiva Escola EBI de São Vicente da Beira Escola EBI Cidade de Castelo Branco Escola EBI João Roiz Ano de Escolaridade 2000/ / / 2003 Ano Lectivo 2003/ / / / º ano º ano Sub-total º ano º ano Sub-total º ano º ano Sub-total º ano º ano Sub-total º ano º ano Sub-total º ano º ano Sub-total Total Tabela 68. Evolução da população 2º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas Evolução dos alunos do 2º Ciclo do Ensino Básico (valores totais) Gráfico 3. Evolução dos alunos do 2º Ciclo do Ensino Básico (valores totais) 201

202 EDUCAÇÃO Relativamente aos valores totais sobre a evolução do número de alunos que frequentam o 2º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas do concelho de Castelo Branco, podemos verificar, pela análise do quadro e gráfico anteriores, que houve um decréscimo acentuado do número de alunos do ano lectivo 2000/2001 para o ano 2001/2002, seguido de um acréscimo até ao ano 2003/2004 (o aumento foi menor que o decréscimo verificado anteriormente). Desde o ano lectivo 2003/2004 até ao ano lectivo presente (2006/2007) tem havido sempre diminuição do número de alunos (embora o decréscimo verificado neste último ano seja praticamente inexistente, apenas 2 alunos). No 3º Ciclo do Ensino Básico os resultados expressos nas diferentes escolas revelam, à semelhança do ciclo anterior, oscilações ascendentes e descendentes ao longo dos anos desde 2000/2001 até 2006/2007. Podemos observar no quadro que se segue, que nalgumas das escolas em determinados anos lectivos não funcionou o 3º Ciclo do Ensino Básico (sendo os casos mais notórios os da Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares e Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano). Se compararmos os resultados dos dois últimos anos lectivos podemos constatar que, à excepção das Escolas Afonso de Paiva e Cidade de Castelo Branco, em todas as outras se verificou um aumento do número de alunos. 202

203 5.7.6 Evolução da população 3º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas EDUCAÇÃO Agrupamento de Escola/Escola Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira Escola Secundária Amato Lusitano Agrupamento de Escolas Cidade Castelo Branco Agrupamento de Escolas João Roiz Escola Secundária Nuno Álvares Escola Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains Escola EBI A.F. de Vasconcelos Escola EBI Afonso de Paiva Escola EBI de São Vicente da Beira Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano Escola EBI Cidade de Castelo Branco Escola EBI João Roiz Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares Ano de Escolaridade 2000/ / / 2003 Ano Lectivo 2003/ / / / º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total Total Tabela 69. Evolução da população 3º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas 203

204 EDUCAÇÃO Evolução dos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico (valores totais) Gráfico 4. Evolução dos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico (valores totais) Relativamente aos valores totais sobre a evolução do número de alunos que frequentam o 3º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas do concelho de Castelo Branco, podemos verificar pela análise do quadro e gráfico anteriores, que tem havido um aumento do número de alunos desde o ano lectivo 2000/2001 até 2003/2004, seguido de um ligeiro decréscimo até ao ano lectivo de 2004/2005, a partir do qual se retomou a trajectória ascendente até ao ano lectivo actual. Relativamente aos dados do 3º Ciclo do Ensino Básico gostaríamos de realçar que desde o ano lectivo 2000/2001 até ao ano lectivo 2006/2007 houve um aumento de 545 alunos nas escolas do concelho de Castelo Branco. Ao nível do Ensino Secundário os resultados expressos nas diferentes escolas revelam também, tal como ocorreu nos ciclos anteriores, oscilações ascendentes e descendentes ao longo dos anos desde 2000/2001 até 2006/2007. Podemos observar no quadro e gráfico abaixo que uma das escolas deixou de ter este nível de ensino no presente ano lectivo passando mesmo a designar-se Escola EBI A.F. de Vasconcelos. Se compararmos os resultados dos dois últimos anos lectivos, podemos constatar que à excepção da escola que deixou de ministrar este ciclo de ensino, em todas as outras se verificou um aumento do número de alunos. 204

205 EDUCAÇÃO Evolução da população do Ensino Secundário por agrupamento de escolas e escola Agrupamento de Escola/Escola Agrupamento de Escolas José Sanches Agrupamento de Escolas A.F. de Vasconcelos Escola Secundária Amato Lusitano Escola Secundária Nuno Álvares Escola Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains Escola EBI A.F. de Vasconcelos Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares Ano Lectivo Ano de 2000/ 2001/ 2002/ 2003/ 2004/ 2005/ 2006/ Escolaridade º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total º ano º ano º ano Sub-total Total Tabela 70. Evolução da população do Ensino Secundário por agrupamento de escolas e escola 205

206 5.7.9 Evolução dos alunos do Ensino Secundário (valores totais) EDUCAÇÃO Gráfico 5. Evolução dos alunos do Ensino Secundário (valores totais) Relativamente aos valores totais sobre a evolução do número de alunos que frequentam o Ensino Secundário nas diferentes escolas do concelho de Castelo Branco, podemos verificar, pela análise do quadro e gráfico anteriores, que do ano lectivo 2000/2001 para 2001/2002 houve um crescimento da população escolar neste nível de ensino, seguido de um decréscimo acentuado até ao ano 2003/2004, a partir do qual se retomou a trajectória ascendente até ao ano lectivo actual (apesar do ligeiro decréscimo registado entre 2004/2005 e 2005/2006). Relativamente aos dados do Ensino Secundário gostaríamos de realçar, mesmo assim, que o valor obtido no presente ano lectivo é o mais elevado desde 2002/2003. De seguida vamos fazer uma análise aos recursos humanos das diferentes escolas do concelho. Começamos por apresentar os resultados de cada uma das escolas individualmente e no final faremos um quadro geral do concelho. A escola E.B. 2 José Sanches, possui oito turmas de Segundo Ciclo (quatro turmas de 5º ano e quatro turmas de 6º ano) e é frequentada por cento e cinquenta e seis alunos. A escola possui vinte e seis docentes distribuídos pelos dois anos de escolaridade aí ministrados, bem como dezanove funcionários. 206

207 EDUCAÇÃO 5.8 Recursos humanos das escolas do concelho (total) Escolas Nº de Turmas Nº de Alunos Nº de Professores Funcionários Escola EB 2 José Sanches Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains Escola EBI A.F. de Vasconcelos Escola EBI Afonso de Paiva Escola EBI de São Vicente da Beira Escola EBI Cidade de Castelo Branco Escola EBI João Roiz Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares Total Tabela 71. Recursos humanos das escolas do concelho (total) O quadro anterior mostra que as nove escolas onde são ministrados o 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário do concelho de Castelo Branco possuem na sua totalidade duzentas e vinte e nove turmas, envolvendo um total de cinco mil quatrocentos e doze alunos, oitocentos e três professores e trezentos e três funcionários. Os resultados referentes ao concelho de Castelo Branco mostram-nos que paralelamente ao ensino regular, existem outros tipos de formação que o vão complementar. Um dos tipos de ensino aos quais nos referimos é o Ensino Recorrente (ER) que é uma modalidade de ensino que integra o subsistema da educação de adultos, permitindo a obtenção de um diploma ou certificado, equivalentes aos conferidos pelo ensino regular. Assegura, assim, uma segunda oportunidade de acesso à escolaridade, aos que dela não usufruíram na idade própria, aos que abandonaram precocemente o sistema educativo e aos que o procuram por razões de promoção profissional ou cultural. Constitui um modelo de ensino integrado de educação e formação de adultos, em que se oferece a possibilidade de realização de estudos tipicamente organizados em horário pós-laboral. 207

208 EDUCAÇÃO A idade mais elevada da maioria dos alunos que procuram este tipo de ensino e as suas experiências pessoais mais complexas e diversificadas implicam geralmente uma acentuada heterogeneidade nos grupos/turmas que se constituem nas escolas que oferecem este ensino. Esta especificidade e variedade dos públicos a que se destina o ensino recorrente leva a uma oferta específica e autónoma em relação a outras modalidades de ensino formal, no que se refere a condições de acesso e de frequência, organização curricular e pedagógica, programas e avaliação dos alunos. Oferece assim uma maior flexibilidade e diversidade das formas de organização, de frequência e avaliação das aprendizagens. Assegura, porém, o paralelismo de níveis de ensino e tipologias das certificações, de modo a dar equivalência às existentes no ensino formal regular. Privilegia-se neste tipo de ensino uma pedagogia diferenciada, conducente à autonomia e valorização dos saberes e experiências pertinentes do formando. A organização modular do currículo responde à necessidade de uma maior flexibilidade deste face à maior variabilidade cultural, etária, de disponibilidade pessoal e motivacional dos alunos deste ensino. O modelo de avaliação definido articula a avaliação contínua em contexto de turma, com a capitalização de blocos ou módulos de aprendizagem em que se encontram estruturados os programas das várias disciplinas curriculares. Admitem-se diferentes modalidades de frequência, com ou sem controlo de presença nas actividades lectivas, em articulação directa com as modalidades de avaliação, como meio de responder a diversos ritmos e condições de participação nas aprendizagens organizadas pela escola. O Ensino Recorrente, enquanto valência da educação de adultos, visa a aquisição e desenvolvimento de atitudes, valores, competências e conhecimentos que favoreçam o crescimento cultural do aluno e a melhoria do desempenho dos seus diferentes papéis na sociedade. O acesso a qualquer nível do ensino recorrente depende da apresentação de certificado de conclusão do nível precedente ou de avaliação diagnóstico globalizante que estabeleça a respectiva equivalência. Outra modalidade de ensino oferecida em diferentes escolas do concelho são os Cursos de Educação e Formação (CEF), que se constituem também eles como uma alternativa ao ensino regular para a frequência da escolaridade de seis, nove ou doze anos, oferecendo, simultaneamente, a qualificação escolar e profissional necessárias para a entrada no mundo do trabalho. Os CEF foram criados pelo Dec-Lei nº 74/04 de 26 de Março, com o objectivo da 208

209 EDUCAÇÃO promoção do sucesso escolar, bem como a prevenção dos diferentes tipos de abandono escolar, designadamente o desqualificado. Para atingir este duplo objectivo seguem orientações metodológicas específicas, integrando quatro componentes de formação: - Sócio cultural, Científica, Tecnológica e Prática. Os cursos têm como público-alvo os jovens com quinze ou mais anos, em risco de abandono escolar, ou que abandonaram antes da conclusão do 12º ano de escolaridade, ou tendo-o concluído sem qualificação profissional, pretendam adquiri-la para ingresso no mundo do trabalho. Para responder aos diferentes perfis de habilitações de entrada e níveis de ensino em que se desenrolam os CEF`s existem sete tipologias de cursos que são desenvolvidos pela rede das escolas públicas, particulares e cooperativas, escolas profissionais e pelos centros de gestão directa ou participada do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Um outro tipo de ensino oferecido no concelho é os Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), que se constituem como uma oferta integrada de Educação e Formação para indivíduos com idade igual ou superior a dezoito anos, que possuam baixos níveis de escolaridade e de qualificação profissional. Estes cursos proporcionam uma dupla certificação escolar e profissional, correspondendo, nesta fase da oferta formativa, à escolaridade básica de nove, seis ou quatro anos e aos níveis II e I de qualificação profissional. A concepção curricular dos cursos EFA deve respeitar um sistema modular (módulos organizados por competências, subdivididos em unidades de formação, com coerência interna) que inclua componentes integradas de formação de base e de formação profissionalizante. Uma outra modalidade de formação oferecida pelas escolas do concelho são os Planos Integrados de Educação e Formação (PIEF), que se apresentam como uma medida de excepção e remediação para jovens que abandonaram o sistema de ensino precocemente, rejeitando outras formações existentes quer no sistema educativo, quer na formação profissional. Estes Planos Integrados de Educação e Formação têm como principais objectivos o cumprimento da escolaridade obrigatória a menores a partir dos quinze anos (quando os jovens se encontrem em situação de exploração de trabalho infantil) favorecendo a sua certificação escolar e profissional, e também o cumprimento da escolaridade obrigatória associada a uma qualificação profissional relativamente a menores com idade igual ou 209

210 EDUCAÇÃO superior a dezasseis anos que celebrem contratos de trabalho. É uma medida de inclusão social que se concretiza através de Planos de Educação e Formação individualizados que integram uma componente de escolarização que favorece o cumprimento da escolaridade obrigatória, uma componente de formação para a ocupação e orientação vocacional, de acordo com os interesses e expectativas evidenciadas durante a intervenção, e uma componente de educação para a cidadania com o desenvolvimento de actividades de interesse social, comunitário e de solidariedade, com a finalidade de promover a integração social, com a mobilização de saberes relacionais e sociais. Para os jovens com idade igual ou superior a dezasseis anos, os Planos de Educação e Formação individualizados integram uma componente de escolarização que favorece o cumprimento da escolaridade obrigatória e uma componente de formação em contexto de trabalho, de acordo com os interesses e expectativas evidenciadas por cada menor durante a intervenção. As actividades das componentes de formação em contexto de trabalho e de educação para a cidadania desenvolvem-se em articulação com entidades públicas e privadas da comunidade local, cuja intervenção seja considerada adequada às aprendizagens que se pretendem assegurar, nomeadamente, onde se privilegiem os critérios de natureza pedagógica, a integração e a inclusão social. Finalmente e em complemento das formações apresentadas anteriormente podemos encontrar no concelho Centros de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (CRVCC), cujo objectivo principal é reconhecer, validar e certificar competências adquiridas pelos adultos maiores de dezoito anos em contextos formais e informais ao longo da vida, com vista a certificação escolar de nível Básico ou Secundário (certificado e diploma do 1º, 2º ou 3º Ciclos ou Secundário). Os Centros surgem a partir de entidades públicas e privadas com forte enraizamento local que são, para o efeito, acreditadas pelo Sistema Nacional de Acreditação de Entidades da Direcção Geral de Formação Vocacional (DGFV). Os centros de RVCC estruturam-se a partir do Referencial de Competências Chave de Educação e Formação de Adultos da DGFV (que abrange quatro áreas de competência chave: Linguagem e Comunicação, Matemática para a Vida, Tecnologias da Informação e Comunicação e Cidadania e Empregabilidade), dos Eixos de Acção (Eixo de Reconhecimento de Competências, Eixo de Validação de competências-chave 210

211 Nº Alunos Salas de Aulas Salas Polivalentes Salas de Informática Salas de Música Salas de Educ. Visual Laboratório Física/Química Laboratório Ciências Laboratório Audiovisuais Biblioteca Refeitório EDUCAÇÃO e Eixo de Certificação de competências-chave) e das Funções (Funções de Informação, de Aconselhamento, de Acompanhamento e de Provedoria). Após apresentação dos recursos humanos afectos aos diferentes estabelecimentos de ensino presentes no concelho de Castelo Branco, bem como dos diferentes tipos de formação aí ministrados vamos fazer uma análise sobre os recursos físicos existentes nas escolas. 5.9 Recursos físicos das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário Escola Escola EB 2 José Sanches Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains Escola EBI A.F. de Vasconcelos Escola EBI Afonso de Paiva Escola EBI de São Vicente da Beira Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano Escola EBI Cidade de Castelo Branco Escola EBI João Roiz Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares Total Tabela 72. Recursos físicos das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário Relativamente aos recursos físicos das escolas do 2º, 3º Ciclos e Secundário do concelho de Castelo Branco, pela análise do quadro anterior podemos constatar que para além das salas de aula normais, todas elas possuem outras salas com diferentes características de apoio à leccionação. Um aspecto a salientar e que está muito interligado à qualidade do ensino que pode ser ministrado nas diferentes escolas, tem a ver com o facto de todas elas possuírem EDUCAÇÃO 211

212 salas de Informática, Laboratórios de Física/Química e de Ciências, bem como Biblioteca. Um outro aspecto a registar tem a ver com o facto de todas possuírem Refeitório. Em termos globais, as nove escolas do concelho possuem cento e setenta e duas salas de aula normais, dez salas Polivalentes (apenas a Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains não possui nenhuma destas salas, enquanto que as escolas EBI de São Vicente da Beira e João Roiz possuem duas salas cada); vinte e uma salas de Informática (à excepção das escolas EB 2 José Sanches e EBI de São Vicente da Beira, todas possuem duas ou mais salas); sete salas de Música (apenas as escolas Secundárias C/ 3º Ciclo de Alcains, Amato Lusitano e Nuno Álvares não possuem); vinte e nove salas de Educação Visual (apenas a escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains não possui nenhuma destas salas e à excepção da escola EBI de São Vicente da Beira, todas as outras escolas possuem 3 ou mais salas); doze laboratórios de Física/Química e catorze laboratórios de Ciências (todas as escolas possuem pelo menos um laboratório de cada uma das áreas científicas mencionadas); cinco laboratórios Audiovisuais (quatro das escolas não possuem este tipo de infra-estrutura); dez Bibliotecas (todas as escolas possuem esta infra-estrutura e cabe mesmo salientar que a escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares possui duas bibliotecas) e nove refeitórios (um por escola). Os resultados apresentados no quadro que segue permitem verificar que o rácio professor/aluno das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário é baixo em todas elas, oscilando entre os três professores por aluno na Escola EBI de São Vicente da Beira e os nove professores por aluno na Escola EBI Cidade de Castelo Branco. Quando olhamos para os rácios aluno/sala os resultados são completamente diferentes, uma vez que os números oscilam entre os dezanove alunos por sala na Escola EBI de São Vicente da Beira, e os Trinta e nove alunos por sala na Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares. Relativamente aos rácios Professores/Sala de aula, pode-se constatar que os números são também elevados, uma vez que o número de professores por sala de aula oscila entre três na Escola EB 2 José Sanches e oito na Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares. 212

213 EDUCAÇÃO Rácios das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário Escola Rácio Rácio Rácio Alunos/Professor Alunos/Sala Professores/Sala Escola EB 2 José Sanches Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains Escola EBI A.F. de Vasconcelos Escola EBI Afonso de Paiva Escola EBI de São Vicente da Beira Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano Escola EBI Cidade de Castelo Branco Escola EBI João Roiz Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares Nos cálculos apenas foram tidos em conta os alunos que frequentam o ensino diurno e as salas de aula normais Tabela 73. Rácios das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário Relativamente aos rácios evidenciados anteriormente, não se deve fazer uma leitura semelhante àquela que foi feita para os Jardins de Infância e 1º Ciclo, porque enquanto nestes dois níveis de ensino os alunos têm um professor titular da turma, no 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário os alunos têm professores por grupos disciplinares, daí a justificação para os valores apresentados ao nível dos rácios Alunos/Professor e Professores/Sala. Relativamente ao número de alunos por sala os resultados elevados poderão ser atenuados pelo facto de se ter levado em linha de conta apenas as salas de aula normais e como sabemos, nestes níveis de ensino os alunos estão igualmente em salas laboratoriais, salas de Educação Visual e mesmo no Pavilhão/Ginásio ou no espaço exterior com aulas de Educação Física, o que de alguma forma atenua certamente os valores apresentados. Relativamente às taxas de ocupação das salas de aula das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, gostaríamos de esclarecer que o número máximo de alunos por turma (100%) pode variar entre os vinte e quatro e os vinte e oito alunos, e que no caso das turmas terem alunos com necessidades educativas especiais (NEE), esse número baixa para os vinte alunos. No entanto, como o número de salas envolvidas no estudo é bastante elevado, decidimos, para facilitar os cálculos, considerar 100% de taxa de ocupação as turmas constituídas por vinte e cinco alunos. De acordo com a premissa anterior, pudemos constatar que as taxas de ocupação encontradas nas escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário no concelho de Castelo Branco são bastante elevadas (apenas duas escolas têm uma taxa inferior a 80%, apresentando mesmo quatro escolas taxas de ocupação 213

214 EDUCAÇÃO superiores a 100%, como são os casos da Escola EBI A.F. de Vasconcelos, Escola EBI Afonso de Paiva, Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano e Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares). Gostaríamos de salientar, no entanto, que na taxa de ocupação apresentada apenas foram incluídas as salas de aula normais. O facto de na maioria das escolas dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário as turmas passarem também por outras salas (laboratórios, salas de EVT, de Música e de Ed. Física) pode fazer com que essas mesmas taxas de ocupação sejam em todas elas ligeiramente inferior às apresentadas Taxas de ocupação das escolas dos 2º, 3º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário Escola Nº de salas de aula a Total de alunos do Taxa de funcionar ensino diurno Ocupação Escola EB 2 José Sanches % Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains % Escola EBI A.F. de Vasconcelos % Escola EBI Afonso de Paiva % Escola EBI de São Vicente da Beira % Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano % Escola EBI Cidade de Castelo Branco % Escola EBI João Roiz % Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares % Tabela 74. Taxas de ocupação das escolas dos 2º, 3º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário Relativamente às taxas de ocupação, consideramos que as escolas (mesmo as que têm taxas de ocupação mais elevadas) possuem recursos físicos que podem garantir um ensino de qualidade para o número de turmas e de alunos que as frequentam. No que a instalações desportivas diz respeito podemos constatar, no quadro que segue, que no concelho de Castelo Branco as escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário possuem um total de dezoito Campos de Jogos (pelo menos um em cada escola), dez Polidesportivos (todas as escolas possuem pelo menos um, à excepção da escola EB 2 José Sanches) e nove Ginásios/Pavilhões Gimnodesportivos (um por escola). 214

215 5.9.3 Instalações desportivas das escolas dos 2º, 3º Ciclos e Secundário EDUCAÇÃO Escola Campo Jogos Polidesportivo Ginásio/Pavilhão Desportivo Escola EB 2 José Sanches Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains Escola EBI A.F. de Vasconcelos Escola EBI Afonso de Paiva Escola EBI de São Vicente da Beira Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano Escola EBI Cidade de Castelo Branco Escola EBI João Roiz Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares Total Tabela 75. Instalações desportivas das escolas dos 2º, 3º Ciclos e Secundário Face às constatações anteriores consideramos que as escolas se encontram apetrechadas com as condições físicas ao nível das instalações desportivas, indispensáveis e adequadas para poderem proporcionar aos seus alunos uma prática de actividade física e desporto escolar de qualidade. Frequentam as escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário do concelho de Castelo Branco cento e setenta e oito alunos com necessidades educativas especiais (NEE) de carácter prolongado, distribuídos pelas diferentes escolas (todas têm mais de dez alunos, à excepção das escolas EB 2 José Sanches, Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains, EBI de São Vicente da Beira e Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano). Podemos ainda salientar que a Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano apenas é frequentada por um aluno com NEE, enquanto que as escolas que possuem mais alunos com NEE são a Escola EBI A.F. de Vasconcelos (quarenta e cinco alunos), a Escola EBI João Roiz (quarenta e quatro alunos) e a Escola EBI Afonso de Paiva (trinta e dois alunos). 215

216 5.10 Alunos com necessidades educativas especiais EDUCAÇÃO Escola Nº de alunos com Necessidades Educativas Especiais Nº de turmas com alunos com Necessidades Educativas Especiais Escola EB 2 José Sanches 10 6 Escola Secundária C/ 3º Ciclo de Alcains 8 2 Escola EBI A.F. de Vasconcelos Escola EBI Afonso de Paiva Escola EBI de São Vicente da Beira 9 4 Escola Secundária C/ 3º Ciclo Amato Lusitano 1 1 Escola EBI Cidade de Castelo Branco 14 7 Escola EBI João Roiz Escola Secundária C/ 3º Ciclo Nuno Álvares 15 8 Total Tabela 76. Alunos com necessidades educativas especiais Os alunos com NEE estão distribuídos por oitenta e seis turmas. As escolas que possuem mais turmas com alunos com NEE são também aquelas que são frequentadas por maior número de alunos com estas características. Pode ainda observar-se que as escolas têm a preocupação de diluir estes alunos por diferentes turmas das respectivas escolas. 216

217 5.11 Ensino Profissional no concelho de Castelo Branco EDUCAÇÃO Cabe-nos agora a caracterização do ensino profissional do concelho de Castelo Branco. Conforme se pode verificar no quadro seguinte, existem no concelho quatro escolas que ministram formação profissional, todas elas localizadas na sede de concelho Estabelecimentos de Ensino Profissional por freguesia e tipo de rede Escola Freguesia Tipo de Rede Centro de Formação Profissional de Castelo Branco (I.E.F.P.) Castelo Branco Público Escola Profissional Agostinho Roseta Castelo Branco Privado Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA) Castelo Branco Privado Instituto de Educação Técnica de Seguros (INETESE) Castelo Branco Privado Tabela 77. Estabelecimentos de Ensino Profissional por freguesia e tipo de rede Destas escolas apenas uma é pública o Centro de Formação Profissional de Castelo Branco (I.E.F.P.) sendo as restantes privadas a Escola Profissional Agostinho Roseta, a Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA) e o Instituto de Educação Técnica de Seguros (INETESE) Número de Alunos a frequentar o Ensino Profissional por escola e tipo de rede Escola Tipo de Rede Nº Alunos Centro de Formação Profissional de Castelo Branco (I.E.F.P.) Público 753 Escola Profissional Agostinho Roseta Privado 87 Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA) Privado 117 Instituto de Educação Técnica de Seguros (INETESE) Privado 63 Público 753 Total Privado 267 Tabela 78. Número de Alunos a frequentar o Ensino Profissional por escola e tipo de rede 217

218 EDUCAÇÃO O Ensino Profissional é constituído por mil e vinte alunos e representa 10,65% da população escolar do concelho de Castelo Branco, sendo que 73,82% dos alunos se encontram afectos a um estabelecimento de Ensino Público (o Centro de Formação Profissional de Castelo Branco) e a restante população escolar (26,18%) encontra-se coberta pela rede privada Escola Profissional Agostinho Roseta (8,53%), ETEPA (11,47%) e INETESE (6,18%). Segue-se agora a análise mais pormenorizada de cada uma das escolas onde é ministrado este tipo de ensino Centro de Formação Profissional de Castelo Branco (I.E.F.P.) No Centro de Formação Profissional de Castelo Branco são ministrados cursos que se enquadram nas seguintes Modalidades de Formação: Sistema de Aprendizagem, Educação e Formação Tipo 4, Educação e Formação de Adultos Tipo B3, Educação e Formação de Jovens Tipo 2, Educação e Formação de Jovens Tipo 3, Qualificação Inicial, Formação Contínua de Formadores, Formação Contínua Reciclagem, Actualização e Aperfeiçoamento. As habilitações de acesso e de saída dos cursos, de acordo com cada uma das modalidades de formação são as seguintes: Modalidades de formação, habilitações de acesso e equivalência escolar Modalidade de Formação Habilitações de Acesso Equivalência Escolar Sistema de Aprendizagem 9º ano 12º ano Educação e Formação Tipo 4 9º ano Educação e Formação de Adultos Tipo B3 6º ano 9º ano Educação e Formação de Jovens Tipo 2 6º ano 9º ano Educação e Formação de Jovens Tipo 3 6º ano 9º ano Qualificação Inicial - - Formação Contínua - Formadores - - Formação Contínua - Reciclagem, Actualização e Aperfeiçoamento - - Tabela 79. Modalidades de formação, habilitações de acesso e equivalência escolar. Os alunos que frequentam a modalidade Sistema de Aprendizagem entram com o 9º ano de escolaridade concluído e quando terminam o curso têm equivalência ao 12º ano de escolaridade. 218

219 EDUCAÇÃO Os alunos da modalidade de formação Educação e Formação Tipo 4 têm, após a conclusão da respectiva formação, equivalência ao 9ºano de escolaridade. Os alunos dos cursos das modalidades de formação Educação e Formação de Adultos Tipo B3, Educação e Formação de Jovens Tipo 2 e Educação e Formação de Jovens Tipo 3 têm acesso aos respectivos cursos desde que tenham concluído o 6º ano de escolaridade e após a conclusão dos mesmos obtêm equivalência escolar ao 9º ano de escolaridade. As modalidades de Qualificação Inicial, Formação Contínua de Formadores e Formação Contínua Reciclagem, Actualização e Aperfeiçoamento não fornecem equivalência escolar, destinando-se, estas últimas, a activos empregados. Procuraremos de seguida identificar os cursos ministrados no Centro de Formação Profissional de Castelo Branco, o número de alunos que os frequentam e os respectivos escalões etários, sempre de acordo com a respectiva modalidade de formação. Refira-se que uma das especificidades do ensino profissional e, ao contrário do ensino regular, é o facto de não existirem anos lectivos: cada curso pode ter início em qualquer momento de um ano civil e a sua duração é muito variável (desde alguns meses nas modalidades de Qualificação Inicial, Formação Contínua de Formadores e Formação Contínua - Reciclagem, Actualização e Aperfeiçoamento a um, dois ou três anos nas restantes modalidades de formação). Desta forma, a inventariação feita dos cursos do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco diz respeito a todos aqueles que estavam a decorrer em Março de 2007, independentemente da respectiva data de início e da respectiva duração. 219

220 EDUCAÇÃO Distribuição do nº de alunos por curso e escalão etário em cada modalidade de formação Modalidade de Formação Sistema de Aprendizagem Educação e Formação Tipo 4 Educação e Formação de Adultos Tipo B3 Educação e Formação de Jovens Tipo 2 Educação e Formação de Jovens Tipo 3 Qualificação Inicial Formação Contínua - Formadores Escalões Etários Curso nº alunos >20 Técnicas de Refrigeração Técnicas de Electr. de Edificações Técnicas de Apoio à Gestão Técnico da Qualidade Vitrinismo Técnico de Maquinação e Programação Técnico de Informática Electrónica Equip./T. Electrónica Técnico de Agência de Viagens Desenho Constr. Madeira e Mobiliário Sub total Electricidade de Instalações Pastelaria/Panificação Serralharia Civil Sub total Cozinha Cozinha Práticas Acção Infantil Sub total Serviço de Mesa Serralharia Mecânica Pastelaria/Panificação Pintura de Veículos Serralharia Artística Sub total Práticas Comerciais Serviço de Mesa Sub total Canalizações Cuidados e Estética do Cabelo Electricidade de Instalações Gestão de Sistemas Ambientais Inst. Manut. Sistemas Informáticos Logística e Armazenagem Mecânica Automóvel Mecânica de Veículos Ligeiros Mecatrónica Automóvel Pintura Automóvel Práticas Comerciais Serralharia Civil Técnicas Acção Educativa Técnicas Comerciais Sub total Formação Pedagógica Contínua Formadores Sub total Tabela 80. Distribuição do nº de alunos por curso e escalão etário em cada modalidade de formação 220

221 EDUCAÇÃO Distribuição do número de alunos por curso e respectivo escalão etário em cada uma das modalidades de formação. (continuação) Modalidade de Formação Formação Contínua - Reciclagem, Actualização e Aperf. Escalões Etários Curso nº alunos >20 Inst. Sistemas Informáticos CIBGC Perfil Base GIBGC Perfil Base GIBGC Processamento de Texto GIBGC Seg. Hig. Trabalho/T.Design Seg. Hig. Trabalho/T.Design Instalação e conservação de ITED Autocad Iniciação Aperfeiçoamento em Const. Civil: Preparação, Planeamento e Controlo de obras (acção1) Aperfeiçoamento em Const. Civil: Preparação, Planeamento e Controlo de obras (acção2) Aperfeiçoamento em Const. Civil: Preparação, Planeamento e Controlo de obras (acção3) Projecto de ITED Aperfeiçoamento em Const. Civil: Desenho de const. civil e Organização de projecto (acção1) Aperfeiçoamento em Const. Civil: Desenho de const. civil e Organização de projecto (acção2) Aperfeiçoamento em Const. Civil: Materiais e processos construtivos (acção1) Aperfeiçoamento em Const. Civil: Materiais e processos construtivos (acção2) Aperfeiçoamento em Const. Civil: Infra- -Estruturas Técnicas 8 8 Aperfeiçoamento em Const. Civil: Medições e Orçamentos (acção1) Aperfeiçoamento em Const. Civil: Medições e Orçamentos (acção2) Aperfeiçoamento em Serralharia Civil: Desenho Técnico (acção1) Aperfeiçoamento em Serralharia Civil: Desenho Técnico (acção2) Aperfeiçoamento em Electricidade de Instalação: Automatismos Sub total Total Tabela 81 Distribuição do número de alunos por curso e respectivo escalão etário em cada uma das modalidades de formação. (continuação) formação. No quadro que se segue é feito um resumo do número total de alunos por modalidade de 221

222 EDUCAÇÃO Distribuição do número de alunos por modalidade de formação e respectivo escalão etário Escalões Etários Modalidade de Formação nº alunos >20 Sistema de Aprendizagem Educação e Formação Tipo Educação e Formação de Adultos Tipo B Educação e Formação de Jovens Tipo Educação e Formação de Jovens Tipo Qualificação Inicial Formação Contínua - Formadores Formação Contínua - Reciclagem, Actualização e Aperfeiçoamento Total Tabela 82 Distribuição do número de alunos por modalidade de formação e respectivo escalão etário. Verifica-se que a modalidade de formação com maior número de formandos, que possuem também o nível etário mais elevado é a Formação Contínua Reciclagem, Actualização e Aperfeiçoamento, que representa 41% do total de formandos do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco. De referir que os cursos desta modalidade de formação se caracterizam, de igual modo, por uma menor carga horária. O número de alunos da Qualificação Inicial representa 21% do total de formandos da escola e os do Sistema de Aprendizagem 15% do total de formandos do referido estabelecimento de ensino. Os cursos da modalidade Sistema de Aprendizagem são os que têm maior carga horária de formação (correspondente a três anos). O número de alunos da modalidade Educação e Formação de Jovens Tipo 2 representa 9% do total de formandos da escola e as restantes modalidades representam pesos iguais ou inferiores a 5%. 222

223 Total Alunos Professores Funcionários Salas de Aulas Secções oficinais com sala teórica Secções oficinais sem sala teórica Salas de Informática Outros Laboratórios Espaço Internet Auditório Outras Salas Relação entre os recursos físicos e a população escolar EDUCAÇÃO Escola Centro de Formação Profissional * * Oito destas salas estão incluídas nas oito secções oficinais que possuem sala de aula. Tabela 83. Relação entre os recursos físicos e a população escolar No Centro de Formação Profissional de Castelo Branco a formação é ministrada por duzentos e quarenta formadores (internos e externos) e o número total de funcionários da instituição é de trinta e dois. A formação pode ter uma componente em sala de aula e uma outra componente oficinal, relacionada com a especificidade de cada curso. Desta forma o Centro de Formação Profissional de Castelo Branco possui quinze salas de aula (incluindo oito salas de aula que se encontram em oito das quinze secções oficinais). Existem ainda três salas de informática, um espaço Internet e um auditório. As secções oficinais existentes no Centro de Formação Profissional de Castelo Branco são as seguintes: Oficinais do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco Secção Oficinal Secção oficinal com sala teórica Secção oficinal sem sala teórica Mecânica Auto X Construções Mecânicas X Construções Soldadas X Pintura Auto X Electrónica X Canalizações X Carpintaria X Serviços Técnico Administrativos X Cabeleireiros Electricidade Cozinha/Pastelaria Serviço de Mesa Tabela 84 Secções oficinais do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco X X X X 223

224 EDUCAÇÃO No quadro seguinte evidenciam-se os rácios e taxas de ocupação do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco Rácios e taxa de ocupação Escola Rácio Alunos / Professores Rácio Alunos / Salas de aula Rácio Professores / Salas de aula Taxa Ocupação Centro de Formação Profissional 3,14 50, ,8% Tabela 85. Rácios e taxa de ocupação Analisando os rácios e taxas de ocupação apresentados, verifica-se que o rácio Alunos/Professores é muito baixo enquanto que os restantes rácios (Alunos/Sala de aula, Professores/Sala de aula e a taxa de ocupação) são muitos elevados. Estes valores explicam-se pelo facto de existirem durante um ano civil muitos cursos, nomeadamente os da modalidade de Formação Contínua Reciclagem, Actualização e Aperfeiçoamento (que é também aquela que tem mais formandos) cuja carga horária é muito inferior à do ano civil. Desta forma, o mesmo número de formadores dá aulas a um grande número de formandos ao longo do ano civil, ao mesmo tempo que nas mesmas salas de aula coabitam muitos alunos dos vários cursos que se iniciam e terminam no mesmo ano Escola Profissional Agostinho Roseta Na escola profissional Agostinho Roseta a evolução do número de alunos por ano lectivo é a que se evidencia no quadro seguinte Evolução da população escolar 10º ano 11º ano 12º ano Total 2000/ / / / / / / Tabela 86. Evolução da população escolar 224

225 EDUCAÇÃO Verifica-se que o número de alunos por ano lectivo se mantém aproximadamente constante ao longo dos últimos anos Nº de alunos da escola por idade ESCOLA/IDADE TOTAL ESCOLA AGOST. ROSETA Total Tabela 87. Nº de alunos da escola por idade Os alunos que frequentam a Escola Profissional Agostinho Roseta no ano lectivo de 2006/07 têm idades compreendidas entre os quinze anos e os vinte e dois anos, sendo as idades entre os dezassete anos e os vinte anos as que se encontram maioritariamente representadas. Analisemos agora como se distribuem os alunos segundo a equivalência escolar dos cursos que frequentam Nº de Turmas, alunos e recursos humanos das escolas Escola Ano Nº de Turmas Nº de Alunos Nº de Professores Funcionários 10º 1 23 ESCOLA AGOST. ROSETA 11º º 2 42 TOTAL Tabela 88 Nº de Turmas, alunos e recursos humanos das escolas Duas das turmas da escola profissional Agostinho Roseta frequentam 3º ano do curso (correspondente ao 12º ano de escolaridade), uma turma frequenta o 2º ano do curso (correspondente 11º ano de escolaridade) e uma turma frequenta o 1º ano do curso (correspondente ao 10º ano de escolaridade). A formação é ministrada por dezoito professores e na escola existem três funcionários. Os cursos a funcionar na escola são três, sendo a distribuição dos alunos e das turmas a descrita no quadro seguinte. 225

226 EDUCAÇÃO Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso Escola ESCOLA AGOST. ROSETA Curso/Ano Gestão de Pequenas e Médias Empresas e Cooperativas Técnico de Hotelaria, Restauração, Organização e Contabilidade Técnico de Restauração variante Cozinha e Pastelaria Nº de Turmas Nº de Alunos Nº de Professores TOTAL Tabela 89. Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso Na escola são ministrados os cursos de formação profissional Gestão de Pequenas e Médias Empresas e Cooperativas (uma turma), Técnico de Hotelaria, Restauração, Organização e Contabilidade (duas turmas) e Técnico de Restauração variante Cozinha e Pastelaria (uma turma). Da observação do seguinte quadro concluímos que a escola possui sete salas de aula, uma sala polivalente, uma sala de informática, uma biblioteca e duas outras salas/gabinetes. Consideramos que a escola possui recursos físicos e equipamentos de ensino de qualidade para os alunos que a frequentam. 226

227 Total Alunos Salas de Aulas Salas Polivalentes Salas de Informática Salas de Música Salas de Educ. Visual Lab. Física/Química Lab. Ciências Outros Laboratórios Biblioteca Auditório Outras Salas Relação entre os recursos físicos e a população escolar EDUCAÇÃO Escola ESCOLA AGOST. ROSETA Tabela 90. Relação entre os recursos físicos e a população escolar Tendo em conta os dados apresentados relativamente ao número de alunos, professores, salas de aula e turmas a funcionar na Escola Profissional Agostinho Roseta, podemos determinar os rácios e as taxas de ocupação da escola, conforme se mostra no seguinte quadro Rácios e taxa de ocupação Escola ESCOLA AGOST. ROSETA Rácio Alunos / Professores Rácio Alunos / Salas de aula Rácio Professores / Salas de aula Rácio Alunos / Turmas Rácio Salas Aula / Turmas Taxa Ocupação 4,8 12,4 2,6 21,8 1,8 49,7% Tabela 91. Rácios e taxa de ocupação O número de alunos por turma parece-nos adequado e está de acordo com as recomendações do Ministério. Relativamente aos restantes rácios e à taxa de ocupação verificamos que a escola apresenta valores baixos e que, portanto, possui recursos físicos e humanos para albergar mais cursos. 227

228 5.14 Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA) EDUCAÇÃO Na escola Tecnológica e Profissional Albicastrense a evolução do número de alunos por ano lectivo é a evidenciada no quadro seguinte: Evolução da população escolar 10º ano 11º ano 12º ano Total 2000/ / / / / / / Tabela 92. Evolução da população escolar Verifica-se que o número de alunos por ano lectivo se mantém aproximadamente constante desde o ano lectivo 2000/ Nº de alunos da escola por idade ALUNOS A FREQUENTAR 2º 3º CICLO E SECUNDÁRIO POR IDADE ESCOLA/IDADE TOTAL ETEPA Total Tabela 93. Nº de alunos da escola por idade Os alunos que frequentam a ETEPA no ano lectivo de 2006/07 têm idades compreendidas entre os quinze e os vinte e um anos, sendo as idades entre os dezassete e os dezanove anos as que se encontram maioritariamente representadas. Existe ainda, na escola, um aluno com vinte e três anos. Analisemos agora como se distribuem os alunos segundo a equivalência escolar dos cursos que frequentam. 228

229 Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas EDUCAÇÃO Escola ETEPA Ano Nº de Turmas Nº de Alunos 10º º º 2 40 Nº de Professores Funcionários 37 5 TOTAL Tabela 94.Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas As turmas constituídas na Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense são seis e distribuem-se equitativamente pelos anos dos respectivos, cursos correspondentes respectivamente, aos 10º, 11º e 12º anos de escolaridade. A formação é ministrada por trinta e sete professores e na escola existem cinco funcionários. Os cursos a funcionar na escola são quatro, sendo a distribuição dos alunos e das turmas a descrita no quadro seguinte Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso Escola Curso/Ano Nº de Turmas Nº de Alunos Nº de Professores ETEPA Técnico Artes Gráficas 2 39 Técnico Animador Sociocultural 2 40 Técnico Comunicação/Marketing 1 21 Técnico Serviços Jurídicos 1 17 TOTAL Tabela 95. Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso. 37 Na escola são ministrados os cursos de formação profissional Técnico Artes Gráficas (duas turmas), Técnico Animador Sociocultural (duas turmas), Técnico Comunicação/Marketing (uma turma) e Técnico Serviços Jurídicos (uma turma). Da observação do seguinte quadro concluímos que a escola possui salas com diferentes características de apoio à leccionação seis salas de aula, uma sala polivalente, uma sala de informática, uma sala de Educação Visual, um laboratório e uma biblioteca. Consideramos que a escola possui recursos físicos e equipamentos de ensino de qualidade para os alunos que a frequentam. 229

230 Total Alunos Salas de Aulas Salas Polivalentes Salas de Informática Salas de Música Salas de Educ. Visual Lab. Física/Química Lab. Ciências Outros Laboratórios Biblioteca Auditório Outras Salas EDUCAÇÃO Relação entre os recursos físicos e a população escolar Escola ETEPA Tabela 96. Relação entre os recursos físicos e a população escolar Tendo em conta os dados apresentados relativamente ao número de alunos, professores, salas de aula e turmas a funcionar na Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense, podemos determinar os rácios e as taxas de ocupação da escola, conforme se mostra no seguinte quadro Rácios e taxa de ocupação Escola Rácio Alunos / Professores Rácio Alunos / Salas de aula Rácio Professores / Salas de aula Rácio Alunos / Turmas Rácio Salas Aula / Turmas Taxa Ocupação ETEPA 3,2 19,5 6,2 19,5 1 78% Tabela 97. Rácios e taxa de ocupação O número de alunos por sala de aula e por turma parece-nos adequado e está de acordo com as recomendações do Ministério. A taxa de ocupação da escola é de 78%, um valor apreciável mas que ainda deixa margem para um aumento do número de formandos admitidos, via novos cursos ou novas edições dos já existentes, tentando assim rentabilizar os recursos físicos e humanos existentes. Os rácios alunos/professores (baixo) e professores/sala de aula (elevado) são explicados pela diversidade dos cursos existentes que implicam um maior número de professores, precisamente devido à necessidade de leccionar várias áreas curriculares. 230

231 5.15 Instituto de Educação Técnica de Seguros (INETESE) EDUCAÇÃO No Instituto de Educação Técnica de Seguros (INETESE) a evolução do número de alunos por ano lectivo é a evidenciada no quadro seguinte Evolução da população escolar 10º ano 11º ano 12º ano Total 2000/ / / / / / / Tabela 98. Evolução da população escolar Com excepção dos anos lectivos 2003/04 e 2004/05, em que se verificou uma diminuição acentuada do número de alunos, verifica-se que nos restantes anos lectivos (entre 2000/01 e 2006/07) o número de alunos se mantém aproximadamente constante Nº de alunos das escolas por idade ALUNOS A FREQUENTAR 2º 3º CICLO E SECUNDÁRIO POR IDADE ESCOLA/IDADE TOTAL INETESE Total Tabela 99. Nº de alunos das escolas por idade Os alunos que frequentam o INETESE no ano lectivo de 2006/07 têm idades compreendidas entre os dezasseis e os vinte e três anos, sendo as idades entre os dezassete e os dezoito anos as que se encontram maioritariamente representadas. Analisemos agora como se distribuem os alunos segundo a equivalência escolar dos cursos que frequentam. 231

232 EDUCAÇÃO Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas Escola Ano Nº de Turmas Nº de Alunos Nº de Professores Funcionários 10º 1 21 INETESE 11º º 1 20 TOTAL Tabela 100. Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas Os sessenta e três alunos do Instituto de Educação Técnica de Seguros distribuem-se por três turmas com equivalência escolar, respectivamente, aos 10º, 11º e 12º anos de escolaridade. A formação é ministrada por vinte professores e na escola existem dois funcionários. Os cursos a funcionar na escola são quatro, sendo a distribuição dos alunos e das turmas a descrita no quadro seguinte Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso Escola Curso/Ano Nº de Turmas Nº de Alunos Nº de Professores INETESE Técnico de Banca Seguros TOTAL Tabela 101. Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso. No INETESE é ministrado o curso de Técnico de Banca e Seguros existindo uma turma em cada um dos três anos de duração do curso. Da observação do seguinte quadro concluímos que o Instituto possui três salas de aula, uma sala polivalente, uma sala de informática, uma biblioteca e duas outras salas/gabinetes. Consideramos que a escola possui recursos físicos e equipamentos de ensino de qualidade para os alunos que a frequentam. 232

233 Total Alunos Salas de Aulas Salas Polivalentes Salas de Informática Salas de Música Salas de Educ. Visual Lab. Física/Química Lab. Ciências Outros Laboratórios Biblioteca Auditório Outras Salas EDUCAÇÃO Relação entre os recursos físicos e a população escolar Escola INETESE Tabela 102. Relação entre os recursos físicos e a população escolar Tendo em conta os dados apresentados relativamente ao número de alunos, professores, salas de aula e turmas a funcionar no Instituto de Educação Técnica de Seguros, podemos determinar os rácios e as taxas de ocupação da escola, conforme se mostra no seguinte quadro Rácios e taxa de ocupação Escola Rácio Alunos / Professores Rácio Alunos / Salas de aula Rácio Professores / Salas de aula Rácio Alunos / Turmas Rácio Salas Aula / Turmas Taxa Ocupação INETESE 3, , % Tabela 103. Rácios e taxa de ocupação O número de alunos por sala de aula e por turma parece-nos adequado e está de acordo com as recomendações do Ministério. A taxa de ocupação da escola é de 84%, um valor apreciável e que não deixa grande margem para um aumento do número de alunos e/ou cursos. 233

234 5.16 O Centro de Novas Oportunidades em Castelo Branco EDUCAÇÃO O Centro de Novas Oportunidades da Escola Secundária Nuno Álvares registou desde o ano de Setembro até o mês de Maio de inscrições e certificados. Seguem as tabelas do número de alunos inscritos e certificados por ano lectivo: Número de Adultos Inscritos e Certificados por Ano na Escola Secundária Nuno Álvares Estado - Processos RVCC Ano 2006 Total Escolar Total Profissional Total Estado Inscritos Certificado Estado - Processos RVCC Ano 2007 Total Escolar Total Profissional Total Estado Inscritos Certificado Estado - Processos RVCC Ano 2008 Total Escolar Total Profissional Total Estado Inscritos Certificado Estado - Processos RVCC Ano 2009 Total Escolar Total Profissional Total Estado Inscritos Certificado Estado - Processos RVCC Ano 2010 (até 31/Maio) Total Escolar Total Profissional Total Estado Inscritos Certificado

235 EDUCAÇÃO Estado - Processos RVCC Desde 1/Setembro/2006 até 31/Maio/2010 Total Escolar Total Profissional Total Estado Inscritos (acumulado) Certificado (acumulado) Tabela 104. Número de Adultos Inscritos e Certificados por Ano na Escola Secundária Nuno Álvares ( ) Ofertas Formativas na Escola Secundária Nuno Álvares e o número de Adultos e CEFs Ano Modalidade N.º de alunos Ens. Sec. Recorrente Nocturno 228 Cursos Profissionais /2007 Cursos CEFs 0 Cursos EFAs 0 Acções Modulares (UFCD) 0 Ens. Sec. Recorrente Nocturno 85 Cursos Profissionais /2008 Cursos CEFs 22 Cursos EFAs 37 Acções Modulares (UFCD) 10 Ens. Sec. Recorrente Nocturno 46 Cursos Profissionais /2009 Cursos CEFs 29 Cursos EFAs 55 Acções Modulares (UFCD) 14 Ens. Sec. Recorrente Nocturno 22 Cursos Profissionais /2010 Cursos CEFs 20 Cursos EFAs 94 Acções Modulares (UFCD) 28 Total 988 Tabela 105.Ofertas Formativas na Escola Secundária Nuno Álvares e o número de Adultos e CEFs 235

236 Sem Dupla Certificação Dupla Certificação EDUCAÇÃO Em relação ás ofertas formativas houve um total de 988 inscritos na Escola Secundária Nuno Álvares denotando-se o aumento por cada ano lectivo dos alunos inscritos nos CEFs e EFAs A Evolução dos Principais Indicadores da Actividade Formativa no Instituto de Emprego e Formação Profissional de Castelo Branco (IEFP) ACTIVIDADE FORMATIVA N.º Formandos 2010 (a 22/06) Execução Execução Execução Execução Aprendizagem Aprendizagem - Entidades Externas 64 Educação e Formação para Jovens Cursos de Educação e Formação de Adultos Formações Contínua - Formações Modulares Certificadas Total Portugal Acolhe Formação de Formadores Formações Contínua - Extra Catálogo Nacional de Qualificações Cursos de Especialização Tecnológica Qualificação Inicial e Profissional Formação Profissional - Grupos Desfavorecidos Formação Activos Qualificados Desempregados Formação para a Inclusão Total TOTAL GERAL Tabela 106. Actividade Formativa no Instituto de Emprego e Formação Profissional de Castelo Branco (IEFP) ( ) Na actividade formativa de dupla certificação do IEFP desde do ano de 2007 até Junho de 2010 verificou-se o aumento de alunos em todas as actividades formativas e foram registados 236

237 EDUCAÇÃO formandos. No entanto, na actividade formativa sem dupla certificação verificou-se um decrescente número de inscrições Evolução dos Principais Indicadores do Centro de Novas Oportunidades do IEFP de Castelo Branco CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE CASTELO BRANCO Básico RVCC Escolar Secundário RVCC Profissional (Maio) (Maio) (Maio) Inscritos Em dignóstico Encaminhamentos Em Processo de RVCC Certificados Tabela 107. Evolução dos Principais Indicadores do Centro de Novas Oportunidades do IEFP de Castelo Branco No Centro de Novas Oportunidades do IEFP de Castelo Branco registou-se a nível do RVCC escolar que as certificações têm vindo a diminuir, o RVCC secundário, ao longo dos anos lectivos ao nível das certificações tem sofrido variações atingindo o valor máximo de 181 certificações no ano de 2009 e 42 certificações até ao mês de Maio de O nº de certificações do RVCC Profissional tem diminuído registando em Maio de 2010 um total de 26 certificações Outras Entidades Formadoras de Castelo Branco - Associação Empresarial da Região de Castelo Branco (Nercab) e Associação Comercial e Industrial de Castelo Branco (ACICB) A Associação Empresarial Região de Castelo Branco (NERCAB) desde o ano de 2008 até Junho de 2010 registou pessoas que frequentaram o RVCC e registou 592 certificações. 237

238 EDUCAÇÃO A Associação Comercial e Industrial de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Rodão na modalidade de cursos EFA entre o ano de 2009/2010 registou trinta inscrições e 27 certificações Evolução da taxa de Analfabetismo, no concelho e na Beira Interior Sul, entre 1991 e 2001 Quanto à educação verifica-se uma evolução positiva retratada na diminuição da taxa de analfabetismo no concelho, apresentando valores bastante inferiores à referência da subregião Beira Interior Sul; a este processo de diminuição não estarão alheias as boas condições municipais em termos de equipamentos educativos que sucessivamente foram sendo oferecidas, nem tão pouco será despicienda a oferta de ensino superior público e privado que, a partir de 1992, passou a ser oferecida na sede de concelho, sucessivamente alargada a áreas diversas (Carta Educativa, 2007). Evolução da taxa de analfabetismo, no concelho e na Beira Interior Sul, entre 1991 e 2001 Castelo Branco Beira Interior Sul Diferença Taxa de analfabetismo, ,3% 22,7% - 5,4 Taxa de analfabetismo, ,6% 17,4% - 4,8 Fonte: INE (1993); INE (2002a) Tabela 108. Evolução da taxa de analfabetismo, no concelho e na Beira Interior Sul, entre 1991 e 2001 Verifica-se, também no caso da taxa de analfabetismo, um diminuição significativa nos seus valores, seja ao nível da NUT III, seja ao nível do concelho; também este é um indicador dos esforços públicos no sentido de melhorar a escolaridade da população, contribuindo para uma oferta de mão-de-obra com maiores níveis de qualificação e mais instruída. 238

239 EDUCAÇÃO 5.20 O Instituto Politécnico de Castelo Branco Segundo o Relatório de Actividades do (IPCB, 2009), o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) foi criado pelo Decreto-Lei n.º 513-T/79, de 26 de Dezembro. Em Outubro de 1980, com a tomada de posse da primeira Comissão Instaladora, o IPCB iniciou a sua actividade, tendo as duas primeiras Escolas Superiores entrado em funcionamento na década de 80: a Escola Superior Agrária (ESA) em 1982, e a Escola Superior de Educação (ESE) em Em 1990, através do Decreto-Lei n.º 355/90, de 10 de Novembro, foi criada a Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTIG), que viria a ser extinta em 1997, pelo Decreto-Lei n.º 153/97, de 20 de Junho, dando lugar à Escola Superior de Tecnologia (EST) e à Escola Superior de Gestão (ESG), funcionando esta última em Idanha-a-Nova. Em 1999 foi criada a Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), pelo Decreto-Lei n.º 264/99, de 14 de Julho. Em 2001 foi integrada no IPCB a Escola Superior de Enfermagem Dr. Lopes Dias, através do Decreto-Lei n.º 99/2001, de 28 de Março, passando ainda nesse ano a designar-se Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias (ESALD), (Portaria n.º 693/2001, de 10de Julho). A partir de 2001 o IPCB passou a integrar seis Escolas, 5 sedeadas em Castelo Branco e uma em Idanha-a-Nova. Decorrente da aplicação do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), aprovado pela Lei 62/2007 de 10 de Setembro, foram aprovados os novos Estatutos do IPCB e publicados no Diário da República, 2.ª série, N.º 216 de 6 de Novembro de 2008, que veio criar uma estrutura organizacional interna, por unidades orgânicas, com autonomia administrativa e constituídas da seguinte forma: 239

240 EDUCAÇÃO a) Unidades de ensino e investigação, adiante designadas por escolas; b) b) Unidades de investigação. c) Para assegurar a acção social escolar o IPCB dispõe de Serviços de Acção Social Escolar (SAS); d) que estatutariamente gozam de autonomia administrativa e financeira. O ano de 2009 foi marcado pela eleição dos órgãos do IPCB, sendo de destacar os seguintes momentos: Eleição Conselho Geral (Maio); Eleição do Presidente (Junho); Tomada de Posse do Presidente (Setembro); Nomeação do Conselho de Gestão (Setembro); Missão O Instituto Politécnico de Castelo Branco, adiante designado por IPCB, é uma instituição de ensino superior público que tem como missão a qualificação de alto nível dos cidadãos, a produção e difusão do conhecimento, bem como a formação cultural artística, tecnológica e científica dos seus estudantes num quadro de referência internacional. O IPCB valoriza a actividade do seu pessoal docente, investigador e não docente, estimula a formação intelectual e profissional dos seus estudantes e diplomados, promove a mobilidade efectiva a nível nacional e internacional e participa em actividades de investigação, desenvolvimento, difusão e transferência do conhecimento, assim como a valorização económica do conhecimento científico. O IPCB contribui para a compreensão pública das humanidades, das artes, da ciência e da tecnologia, promovendo acções de apoio à difusão da cultura humanística, artística, científica e tecnológica. 240

241 EDUCAÇÃO Cabe ao IPCB a orientação global para a prossecução dos objectivos do ensino superior politécnico numa mesma região, concertando as respectivas políticas educacionais, optimizando os recursos e permitindo que cada uma das suas escolas projecte e desenvolva o seu percurso no âmbito da respectiva autonomia científica. Se bem que cada unidade orgânica do IPCB tenha a sua especificidade, que requer actuações diferenciadas, não deixa, no entanto, de haver espaços de concertação que podem optimizar e potenciar recursos e que, fundamentalmente, permitem uma melhor afirmação e desempenho do IPCB face ao actual contexto de mudança do ensino superior nacional Número total de alunos matriculados no IPCB no ano de 2009 Em relação ao número total de alunos matriculados e inscritos no IPCB, este sofreu uma diminuição de 1,2% (60 alunos), estando matriculados, no ano lectivo de 2008/2009, alunos em cursos de especialização tecnológica, cursos de formação inicial, pós graduações e mestrados. Relativamente ao ano lectivo de 2009/2010, o IPCB tem matriculados e inscritos, um total de alunos distribuídos pelos vários graus de ensino, tendo-se verificado uma diminuição de 5,2% do número total de alunos em relação ao ano lectivo anterior Recursos Humanos De acordo com os dados constantes do Balanço Social de 2009, o IPCB contava, em 31 de Dezembro de 2009 com um total de 637 efectivos, sendo 311 homens e 326 mulheres, distribuídos pelos grupos de pessoal dirigente (Presidente, Vice-Presidente, Directores das UA e Subdirectores), pessoal docente e pessoal não docente. A situação dos recursos humanos em 31 de Dezembro de 2009 encontra-se referida na tabela seguinte. 241

242 Prof. Coordenador Prof. Adjunto Assistente Requisitados Total Dirigente Tec. Superior Informática Ass. Técnico Ass. Operacionai s Total EDUCAÇÃO Unidade Orgânica Escola Superior Agrária Escola Superior de Artes Aplicadas Escola Superior de Educação Escola Superior de Gestão Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias Escola Superior de Tecnologia Serviços Centrais Serviços de Acção Social Total Tabela 109: Pessoal não docente do IPCB por unidade orgânica e por categoria Relativamente ao pessoal docente, a situação em 31 e Dezembro de 2009 era a que consta na tabela seguinte. Unidade Orgânica Escola Superior Agrária Escola Superior de Artes Aplicadas Escola Superior de Educação Escola Superior de Gestão Escola Superior de Saúde Dr Lopes Dias Escola Superior de Tecnologia Serviços Centrais Total Tabela 110: Pessoal docente do IPCB por unidade orgânica e por categoria Ao previsto no Plano de Actividades, verificou-se que dos 44 postos de trabalho previstos para Professores Coordenadores, 21 postos não foram ocupados, dos 214 postos de trabalho previstos para Professores Adjuntos, 8 não foram ocupados e ainda dos 142 postos previstos para Assistentes, apenas foram ocupados

243 EDUCAÇÃO Ao longo de 2009, em relação ao pessoal docente e não docente, verificou-se a saída de 8 trabalhadores por motivo de aposentação, 7 relativas a situações de denúncia contratual, 16 casos por caducidade do contrato e 2 mortes. Relativamente ao regresso de lugar de origem de não docentes, verificou-se a entrada de 2 trabalhadores e a celebração de um novo contrato. Quanto ao pessoal docente, foram contratados 25 trabalhadores para as diferentes Escolas do IPCB. 243

244 VI.Emprego 6.1 Número de Pessoas Inscritas no Centro de Emprego Ano de 2008 Segundo o Instituto de Emprego e Formação Profissional (2008), o número total de homens inscritos no Centro de Emprego de Castelo Branco, no ano de 2008, foi de ; o número total de mulheres inscritas no centro de emprego foi de , perfazendo um total de pessoas inscritas no centro de emprego de Castelo Branco (tabela 2). Meses do Ano de Homens Mulheres Total 2008 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total Tabela 111 Número de pessoas inscritas no centro de emprego no ano de Número de Pessoas Inscritas no Centro de Emprego Ano de 2009 Os dados mensais do Instituto de Emprego e Formação Profissional do mês Março de 2009, revelam que o desemprego registado no concelho segundo o género é de homens e mulheres perfazendo um total de pessoas desempregadas. Existem 1627 pessoas inscritas no centro de emprego há menos de 1 ano e 784 pessoas inscritas há mais de 1 ano. No que se refere á situação face á procura de emprego, os dados revelam que existem 211 pessoas andavam à procura do 1º emprego e procuravam um novo emprego. Existiam 350 jovens com menos 25 desempregados; com anos existiam 636 desempregados; entre os anos existiam 947 e com 55 anos e mais existiam 478 pessoas desempregadas. 244

245 Emprego Em relação ao desemprego registado em Castelo Branco segundo os níveis de escolaridade denotou-se que existiam 90 pessoas com o nível escolar < 1º ciclo EB; 629 pessoas com o 1º ciclo EB; 350 pessoas com o 2º ciclo EB; 531 pessoas com o 3ºciclo; 510 pessoas com o nível escolar secundário e 301 pessoas com o nível escolar superior. No mês de Março de 2009 registaram-se 72 ofertas recebidas de emprego havendo 45 colocações, entre as quais, 12 homens e 33 mulheres. Os motivos de inscrição no centro de emprego constaram em 43 ex-inactivos; 52 despedimentos; 27 pessoas que se despediram; 8 despedimentos por mútuo acordo; 115 pessoas com final de trabalho não permanente; 11 trabalhadores por conta própria e outros 87 por outros motivos. 6.3 Dados dos beneficiários de desemprego do Ano de 2009 (Dados Distritais) Beneficiários de Desemprego Total Beneficiários de Prestações de Desemprego Beneficiários de Subsídio de Desemprego Beneficiários de Desemprego com idade 24 anos 177 Beneficiários de Desemprego com idade entre os 25 e 49 anos Beneficiários de Desemprego com idade 50 anos Tabela 112 Os beneficiários de desemprego no ano de 2009 Segundo os dados da Unidade de Desenvolvimento Social do Centro Distrital de Castelo Branco, I.P. (2009) os beneficiários de prestações de desemprego a nível distrital foram 6.063; os beneficiários de subsídio de desemprego foram 4.436; os beneficiários com idade 24 anos foram 177; os beneficiários de desemprego com idade entre os 25 e 49 anos foram 2442 e os beneficiários de desemprego com idade 50 anos foram Número de Pessoas Inscritas no ano de 2010 Segundo o Instituto de Emprego e Formação Profissional (2010), desde o mês de Janeiro até ao mês de Maio de 2010 existiam pessoas inscritas no Centro de Emprego de Castelo Branco, entre as quais, eram do sexo feminino e eram do sexo masculino. 245

246 Emprego A idade das pessoas que se encontravam desempregadas desde o mês de Janeiro até ao mês de Maio do ano de 2010, pessoas desempregadas tinha menos de 25 anos; pessoas desempregadas tinham entre os 25 a 34 anos; pessoas desempregadas tinha entre os 35 a 54 anos e com mais de 55 anos havia um total de pessoas desempregadas. As habilitações literárias do total das pessoas que se encontravam no desemprego entre o mês de Janeiro até ao mês de Maio de 2010 eram: 949 pessoas tinham menos que o 1º ciclo EB; pessoas tinham o 1º ciclo; 2219 pessoas tinham o 2ºciclo EB; pessoas tinham o 3º ciclo EB e pessoas tinham o ensino superior. O Centro de Emprego de Castelo Branco entre o mês de Janeiro e o mês de Maio de 2010 registou um total de 516 ofertas de emprego e 385 colocações em empresas da região Centro. 6.5 O Gabinete de Inserção Profissional (GIP) de Castelo Branco O Gabinete de Inserção Profissional é financiado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, IP) nos termos do disposto na portaria de Janeiro nº127/2009. A Associação Amato Lusitano - Associação de Desenvolvimento é a entidade gestora e promotora do Gip, que inicio a sua actividade a 16 de Junho de 2009 e termina a Junho do ano de O Gabinete de Inserção Profissional (GIP) vem substituir a UNIVA (Unidade de Inserção na Vida Activa) que iniciou as suas funções na Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento desde do ano de O GIP tem como objectivo apoiar jovens, adultos e imigrantes desempregados na definição ou desenvolvimento do seu percurso de inserção no mercado de trabalho, em estreita articulação com os Centros de Emprego. O GIP desenvolve as seguintes actividades: Informação profissional para jovens, adultos e imigrantes desempregados com a realização de sessões e workshops de Técnicas de Procura Activa de Emprego; Apoia à procura activa de emprego; 246

247 Emprego Acompanhamento personalizado dos desempregados em fase de inserção ou reinserção profissional; Captação de ofertas de entidades empregadoras no concelho de Castelo Branco; Divulgação de ofertas de emprego e actividades de qualificação (cursos de formação); Divulgação e encaminhamento para as medidas de apoio ao emprego (estágios profissionais, contrato emprego-inserção, entre outros), qualificação e empreendedorismo; Controlo de Apresentação quinzenal dos beneficiários do subsídio de desemprego. Desde Junho de 2009 até o mês de Julho de 2010 o gabinete de inserção profissional conta com 322 inscrições que englobam jovens, adultos e imigrantes e um total de apresentações quinzenais registadas, tendo em conta que cada pessoa só pode ser contabilizada uma vez em cada mês. O Gip ajudou na organização da feira das profissões realizada em Castelo Branco onde foram dinamizados workshops sobre técnicas de procura de emprego onde 43 jovens participaram. No entanto, estes workshops são actividades importantes do Gip que se enquadram no objectivo especifico do projecto informação profissional para os jovens e adultos desempregados, cerca de 72 jovens tiveram a oportunidade de participar e recolher informações sobre a importância do balanço pessoal na procura activa de emprego, quais os modelos existentes de currículos, como redigir um currículo vitae, o que é o mercado de trabalho, onde se deve procurar emprego e a preparação para uma entrevista de emprego. No entanto, existem outras actividades desenvolvidas que seguem na tabela 114: 247

248 Emprego Actividades Nº de Pessoas Abrangidas Informação profissional para jovens e adultos desempregados Apoio à procura activa de emprego Acompanhamento personalizado dos desempregados em fase de inserção ou reinserção profissional Captação de ofertas de emprego e actividades de colocação 498 Divulgação de ofertas de emprego e actividades de colocação Encaminhamento para ofertas de qualificação 429 Divulgação e encaminhamento para medidas de apoio ao 419 emprego, qualificação e empreendedorismo Tabela 113: O número de pessoas contabilizadas no Gip por actividade desde Junho de 2009 até Agosto de Como se pode verificar na tabela nº jovens e adultos desempregados receberam informação profissional; pessoas realizaram a procura activa de emprego no gip; pessoas foram acompanhadas em atendimento personalizado em fase de inserção ou reinserção profissional; o gip contabilizou 498 ofertas de emprego e actividades de colocação; divulgações de ofertas de emprego e actividades de colocação; 429 encaminhamentos para ofertas de qualificação (incluindo o processo de Rvcc) e 419 divulgações e encaminhamentos para medidas de apoio ao emprego, qualificação e empreendedorismo. 248

249 VII. CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO 7.1 Comissão de Protecção de Menores de crianças em risco de Castelo Branco análise de dados do ano de 2009 No ano de 2009 a Comissão e Protecção de Jovens de Castelo Branco registou um total de 337 processos. A análise dos processos foi feita por estado do processo (transitados, instaurados, reabertos), pelo número de crianças e jovens abrangidos, motivos de intervenção, caracterização do agregado familiar segundo o tipo de alojamento, saúde e o tipo de rendimentos e a intervenção (medidas de promoção/protecção aplicadas) aplicadas às crianças e jovens CARACTERIZAÇÃO PROCESSUAL - Nº Total de Processos / Nº de Crianças / Jovens Abrangidos Transitados 205 Instaurados 102 Reabertos Tabela 114 Caracterização Processual - nº de processos/nº de crianças/jovens abrangidos Gráfico 6 - Caracterização Processual nº de processos/nº de crianças/jovens abrangidos Dos 337 processos 61% são processos que transitaram, 30% são processos instaurados e 9% dos processos foram reabertos. 249

250 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Transitados do sexo masculino e sexo feminino Masculinos Femininos Mai Out Dez Tabela CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Transitados do sexo masculino e sexo feminino Dos 61% processos transitados do sexo masculino 30% tinham idades compreendidas entre os anos, 26% tinham idades compreendidas entre os 6-10 anos, 17% tinham entre anos, 10% tinham idades compreendidas entre os e 3-5anos, 6% tinham idades entre os e 1% tinham idades entre os

251 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO Gráfico 7 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Transitados do sexo masculino e sexo feminino Dos 61% processos transitados do sexo feminino 22% tinham idades compreendidas entre os 6-10 e 3-5 anos, 21% tinham idades entre os anos, 16% tinham idades entre os anos, 11% tinham anos; 6% tinham idades entre os anos e 2% tinham idades entre os 0-2 anos de idade CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Instaurados do sexo masculino e feminino Masculinos 0 a a a a a a Femininos 0 a a a a a a Tabela CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Instaurados do sexo masculino e feminino 251

252 Dos 30% dos processos instaurados das crianças e jovens do sexo masculino os resultados demonstraram que 35% tinham entre 15 a 17 anos de idade, 29% tinham idades entre os 6 a 10 anos, 12% tinham idades entre os anos e 6% tinham 0-5 anos. Gráfico 8 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Instaurados do sexo masculino e feminino Dos 30% dos processos instaurados das crianças e jovens do sexo feminino 24% tinham idades compreendidas entre os 6 a 10 anos, 21% tinham idades entre os 0 a 2 e anos, 19% tinham idades entre os 3-5, 8% tinham idades entre os anos e 7% tinham 11 a 12 anos. 252

253 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos reabertos do sexo masculino e feminino Masculinos Dos 9% dos processos reabertos do sexo masculino 44% tinham idades entre 6 a 10 anos, 25% tinham idades compreendidas 3 a 5 e 15 a 17 anos e 6% tinham idades compreendidas entre 13 a 14 anos. Femininos Tabela CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos reabertos do sexo masculino e feminino Gráfico 9 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos reabertos do sexo masculino e feminino 253

254 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO Dos 9% dos processos reabertos do sexo feminino os resultados demonstram que 29% tinham idades compreendidas entre os 15 a 17 anos, 15% tinham idades entre 0 e 2 anos e 14% tinham idades compreendidas entre 0 a 5 anos e 11 e 14 anos CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Nº de crianças/jovens em situação de incapacidade ou deficiência Transitados 6 Instaurados 2 Total 8 Tabela CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Nº de crianças/jovens em situação de incapacidade ou deficiência Gráfico 10- CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Nº de crianças/jovens em situação de incapacidade ou deficiência Dos oito processos registados com nº de crianças ou jovens em situação de incapacidade ou deficiência 75% dos processos transitaram e 25% dos processos foram instaurados. 254

255 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO MOTIVOS DE INTERVENÇÃO Crianças do sexo masculino e sexo feminino entre os 0 aos 15 anos Abandono 4 Abandono escolar 26 Exposição a modelos de comportamento desviante 34 Maus tratos físicos 10 Maus tratos psicológicos/abuso emocional 4 Mendicidade 1 Negligência 80 Prática de facto qualificado como crime 14 Uso de estupefacientes 1 Total 174 Tabela MOTIVOS DE INTERVENÇÃO Crianças do sexo masculino e sexo feminino entre os 0 aos 15 anos Gráfico 11 - MOTIVOS DE INTERVENÇÃO Crianças do sexo masculino e sexo feminino entre os 0 aos 15 anos 255

256 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO Os motivos de intervenção para as crianças e jovens do sexo masculino foram 46% negligência, 19% exposição a modelos de comportamento desviante, 15% abandono escolar, 8% prática de facto qualificado como crime, 6% maus tratos físicos, 2% abandono e maus tratos psicológicos/abuso emocional e 1% uso de estupefacientes e mendicidade MOTIVOS DE INTERVENÇÃO - Crianças e jovens do sexo feminino entre os 0 aos 15 ANOS Abandono 7 Abandono escolar 27 Abuso sexual 1 Corrupção de menores 5 Exposição a modelos de comportamento desviante 28 Ingestão de bebidas alcoólicas 1 Maus tratos físicos 8 Maus tratos psicológicos/abuso emocional 3 Negligência 80 Prática de facto qualificado como crime 1 Uso de estupefacientes 2 Total 163 Tabela MOTIVOS DE INTERVENÇÃO - Crianças e jovens do sexo feminino entre os 0 aos 15 ANOS 256

257 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO Gráfico 12 - MOTIVOS DE INTERVENÇÃO - Crianças e jovens do sexo feminino entre os 0 aos 15 ANOS Os modelos de intervenção para as crianças e jovens do sexo feminino com idades compreendidas entre os 0-15 anos foram: 49% negligência, 17% exposição de modelos de comportamento desviante, 16% abandono escolar, 5% maus tratos físicos, 4% abandono, 3% corrupção de menores, 2% maus tratos físicos e psicológicos/abuso emocional, 1% ingestão de bebidas alcoólicas, abuso sexual, maus tratos físicos e prática de facto qualificado como crime. 257

258 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Agregado com quem a criança vive Família biológica (pai, mãe) 262 Família com relações de parentesco (irmãos, avós, tios, etc.) 50 Crianças/Jovens a cargo de si próprio 3 Legal representante 21 Quem detém a guarda de facto 1 Total 337 Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Agregado com quem a criança vive Gráfico 13 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Agregado com quem a criança vive Dos 337 processos % das crianças vivem com a família biológica (pai, mãe), 14.84% vivem com a família com relações de parentesco (irmãos, avós, tios, etc.), 6.23% vivem com 258

259 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO um legal representante, 0.89% vivem com crianças/jovens a cargo de si próprio e 030% vivem com quem detém a guarda de facto CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação perante o Trabalho do Agregado Familiar das crianças do sexo masculino Rendimento do trabalho 175 Pensão (social, invalidez, sobrevivência) 12 Subsídio de desemprego 8 Rendimento Social de Inserção 23 Bolsa de Formação 2 Sem rendimentos 38 Total 258 Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação perante o Trabalho do Agregado Familiar das crianças do sexo masculino Gráfico CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação perante o Trabalho do Agregado Familiar das crianças do sexo masculino 259

260 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO Dos 258 processos os resultados mostram que 68% do rendimento/situação perante o trabalho do agregado do sexo masculino a fonte de rendimento era o trabalho, 15% dos agregados recebiam subsídio de desemprego, 9% estava a receber o rendimento social de inserção, 4% a pensão (social, invalidez, sobrevivência), 3% não tinha rendimentos e 1 % recebia bolsa de formação CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação Perante o Trabalho do Agregado Familiar do sexo feminino Rendimento do trabalho 132 Pensão (social, invalidez, sobrevivência) 3 Subsídio de desemprego 4 Rendimento Social de Inserção 60 Bolsa de Formação 8 Outros Rendimentos 1 Sem rendimentos 58 Total 266 Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação Perante o Trabalho do Agregado Familiar do sexo feminino Gráfico 15 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação Perante o Trabalho do Agregado Familiar do sexo feminino 260

261 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO Dos 266 processos os resultados apontam que 49,62% do rendimento/situação perante o trabalho do agregado familiar do sexo feminino é o trabalho, 22,56% era o rendimento social de inserção, 21,80% não tiveram rendimentos, 3,01% receberam bolsa de formação, 1,50% recebiam o subsídio de desemprego, 1,13% receberam a pensão (social, invalidez, sobrevivência) e 0,38% tinham outros rendimentos CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino Doença Física 15 Deficiência Mental 8 Alcoolismo 18 Toxicodependência 8 Total 49 Tabela 124 -CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino Gráfico 16 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino 261

262 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO Dos 49 processos do sexo masculino sobre a saúde do Agregado Familiar os resultados demonstram que 37% dos agregados sofrem de problemas de alcoolismo, 31% de doença física e 16% de deficiência mental e toxicodependência CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE RIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo feminino Doença Física 18 Deficiências Cognitivas 3 Deficiência Mental 11 Alcoolismo 16 Toxicodependência 7 Total 55 Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE RIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo feminino Gráfico 17 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE RIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo feminino 262

263 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO Dos 55 processos registados em relação à saúde do Agregado Familiar do sexo feminino de crianças os resultados foram: 33% sofriam de doença física, 29% de alcoolismo, 20% de deficiência mental, 13% de toxicodependência e 5% de deficiências cognitivas CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Tipo de Alojamento Casa 284 Parte da casa 16 Quarto / Pensão 7 Barraca 9 Outro 21 Total 337 Tabela CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Tipo de Alojamento Gráfico 18 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Tipo de Alojamento Em relação ao tipo de alojamento do agregado familiar os resultados indicam que 84% viviam numa casa, 6% noutro tipo de alojamento, 5% parte da casa, 3% viviam numa barraca e 2% viviam numa quarto/pensão. 263

264 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO 7.2 Intervenção - Medidas de Promoção/Protecção Aplicadas no global Transitados 125 Instaurados 30 Reabertos Tabela Intervenção - Medidas de Promoção/Protecção Aplicadas no global Gráfico 19 - Intervenção - Medidas de Promoção/Protecção Aplicadas no global As medidas de promoção/protecção aplicada foram aplicadas em 175 processos nos quais 72% transitaram, 17% foram instaurados e 11% reabertos. 264

265 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO 7.3 Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas ao sexo masculino Apoio junto aos pais 72 Apoio junto de outro familiar 13 Acolhimento institucional 11 Total 96 Tabela Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas ao sexo masculino Gráfico Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas ao sexo masculino 265

266 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO As medidas de promoção/protecção Aplicadas em relação ao sexo masculino foram: 75% apoio junto dos pais, 14% apoio junto de outro familiar e 11% acolhimento institucional Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas no sexo feminino Apoio junto aos pais 55 Apoio junto de outro familiar 12 Apoio para autonomia de vida 1 Acolhimento institucional 11 Total 79 Tabela Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas no sexo feminino Gráfico 21 - Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas no sexo feminino As medidas de promoção/protecção Aplicadas no sexo feminino foram: 70% apoio junto aos pais, 15% apoio de outro familiar. 14% acolhimento institucional e 1% apoio para a vida autonomia de vida. 7.4 O Programa Escolhas 4º Geração Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento A Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento é gestora do Programa Escolhas de 4º geração. O projecto A Vida a Cores visa a intervenção com crianças e jovens em risco ( ). 266

267 VIII. IMIGRAÇÃO 8.1 A história da imigração no concelho de Castelo Branco A história da imigração no concelho de Castelo Branco segue os passos dos fluxos migratórios em Portugal. Surgindo nos anos 70 e posteriormente nos 80 com a independência das ex-colónias portuguesa, atingiu o seu auge nos anos 90 abrandando apenas em Na 1ª fase a maioria dos imigrantes vinham dos PALOPS (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e na segunda metade dos anos 80 verifica-se a abertura a outras nacionalidades, nomeadamente Brasileiros, Chineses, Indianos e Paquistaneses e também a países do Leste Europeu com Ucrânia, Moldávia, Roménia e Rússia. O concelho de Castelo Branco segue esta tendência imigratória. De salientar, que as actividades desenvolvidas por estes imigrantes prendem-se à construção civil, agricultura, limpezas, restauração e comércio. 8.2 Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes (CLAII) O Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes de Castelo Branco foi inaugurado a 12 de Outubro de Resulta de uma parceria entre o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural ACIDI,IP, e a Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento, com o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco. As parcerias envolvidas são convidadas a participar e ajudam na resolução de problemas e dinamização de actividades. Trata-se de um espaço de informação, descentralizado, que visa ajudar a responder às questões que se colocam aos imigrantes que escolheram Portugal como país de acolhimento. Esta estrutura, extremamente ágil e leve, tem como missão proporcionar ao imigrante um local de resposta às suas perguntas, ligado ao Sistema Nacional de Informação ao Imigrante, procurando informar e ajudar a resolver os seus problemas com eficácia e humanidade. O CLAII existe para servir a população imigrante da zona onde esteja instalado, qualquer que seja a nacionalidade, religião ou etnia, procurando ajudar a encontrar as respostas aos vários problemas que se lhes possam colocar. Está disponível para utilização dos utentes um posto multimédia, através do mediador, um computador com acesso à Internet para que eventuais dúvidas possam ser esclarecidas através da consulta ou pesquisa de informação. 267

268 IMIGRAÇÃO É disponibilizado um telefone com acesso directo e exclusivo à linha SOS Imigrante. Esta linha, que conta com um atendimento multilingue, tem como principal objectivo esclarecer dúvidas ou questões mais complexas que se coloquem ao imigrante. São disponibilizadas um conjunto de fichas temáticas em três línguas português, inglês e russo, com o objectivo de resumir os pontos-chave dos temas com maior relevância para o imigrante: lei da imigração, guia de saúde para o imigrante, reagrupamento familiar, programa de retorno voluntário, ensino, etc Número total de Atendimentos do CLAII de Castelo Branco no ano de 2009 Contactos Parcial Total % Total de contactos Total contactos tratados 811 Total contactos não tratados 0 Total assuntos 13 Tipificação dos Interlocutores Parcial Total % Total registado ASSOCIAÇÕES PATRONATO IMIGRANTE ADMINISTRAÇÃO LOCAL FAMILIARES OUTROS Escolas Tipificação dos Intervalos de Idades Parcial Total % Total registado < Tipificação do Sexo Parcial Total % Total registado Feminino Masculino Tipificação de Assuntos Parcial Total % Total registado SAÚDE TRABALHO Comunicação de contrato

269 Outros Procura de Emprego EDUCAÇÃO REAGRUPAMENTO FAMILIAR NACIONALIDADE RETORNO VOLUNTÁRIO LEGALIZAÇÃO Renovação de AR Temporária Renovação de AR Permanente Documentação variada Artigo Renovação de Visto de Estudo Renovação de Visto de Curta Duração Visto de Curta Duração Prorrogação de Vistos AR Permanente AR AR com dispensa de Visto (art. 122º) AR excepcional (artº 88º e 89º, nº 2) Estatuto de Residente de Longa Duração Outros Certificado de Registo de Cidadão Comunitário CONTACTOS OUTROS z-cultura e DESPORTO z-seguranca SOCIAL z-apoio SOCIAL z-habitação Tipificação de Nacionalidades Parcial Total % Total registado ALEMANHA ANGOLA BANGLADESH BRASIL CABO VERDE CANADA CHINA COLOMBIA ESPANHA GUINE BISSAU IL. CANARIAS INDIA ISRAEL ITALIA MOLDOVA PAQUISTAO

270 POLONIA PORTUGAL ROMENIA RUSSIA S.TOME E PRICIPE SUIÇA U.S.A UCRANIA Outro QUÉNIA Tipificação de Situação Legal Parcial Total % Total registado Passaporte Aut. Permanência Fonte: Tabela Número total de Atendimentos do CLAII de Castelo Branco no ano de 2009 Desde 2004 até Maio de 2009 forma registados 1740 atendimentos. Refira-se que foram atendidos 290 imigrantes em 2005; 195 em 2006; 295 em 2007; 637 em 2008 e até Abril de 2009 forma registados 300 atendimentos. As maiorias dos interlocutores são imigrantes, familiares e em menor número temos o patronato. A faixa etária que mais procura o CLAII encontra-se entre os 25 e os 40 anos, sendo que 60% dos imigrantes são homens e 40% são mulheres. Os assuntos para os quais procuram ajuda dizem respeito à sua legalização; nacionalidade; trabalho; educação; reagrupamento familiar; retorno voluntário e outros. As nacionalidades mais presentes são os Brasileiros, os Ucranianos e os Indianos. Em percentagem menor temos a Rússia, Roménia, China, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Paquistão entre outros. Cerca de 80% dos Imigrantes estão em situação regular no nosso Concelho e os restantes 20% não se encontram legalizados. Tem havido desde finais de 2008 um aumento significativo de procura de emprego e apoio social e também alguns casos de retorno voluntário. No que se refere ao diagnóstico das comunidades imigrantes no concelho de Castelo Branco foi aprovado o projecto inerente e que está a cargo da Universidade da Beira Interior e tem como parceria o Serviço Estrangeiros e Fronteiras. Contudo, neste ano notou-se menos imigrantes nas aulas de aprendizagem da língua portuguesa e menos candidatos ao projecto de Portugal Acolhe, na cidade de Castelo Branco. No ano de 2009 o CLAII fez um total de 811 atendimentos (tabela 130) 270

271 IX.TOXICODEPENDÊNCIA 9.1 Prevenção da Toxicodependência no Concelho de Castelo Branco No âmbito do Programa Operacional de Respostas Integradas (PORI) e com o diagnóstico realizado sobre o território de Castelo Branco, em Junho de 2009, pelo Instituto das Drogas e da Toxicodependência (IDT, IP), os projectos submetidos a concurso público tinham que estar de acordo com os eixos de intervenção: Prevenção, Redução de Riscos e Minimização de Danos, Tratamento e Reinserção. O diagnóstico sobre o território de Castelo Branco realizado pelo centro de respostas integradas (2009) identificou oito problemas no terreno, os quais são: (1) o início precoce do consumo de álcool; (2) a banalização e aceitação social do consumo de álcool; (3) o consumo abusivo de álcool nos jovens; nomeadamente na população do ensino superior e de estudantes secundários; (4) principalmente associado ao contexto recreativo; (5) fragilidade dos jovens por falta de apoio das famílias; (6) grande disponibilidade e fácil acesso a Substâncias Psico Activas (SPA); (7) início do consumo de tabaco em idades muito precoces; (8) consumo abusivo de cannabis nos jovens e toxicodependência. Os recursos existentes no território são onze entidades que tem como objectivo trabalhar a nível da prevenção, tratamento e reinserção social de pessoas em condições desfavorecidas na comunidade local. As entidades são: O IDT CRI de Castelo Branco, a Comissão Dissuasão da Toxicodependência de Castelo Branco (CDT), Centro Social Padres Redentoristas CB (PVE), Centro Distrital de Segurança Social de Castelo Branco, Forças de Segurança, Hospital Amato Lusitano, Instituto Português da Juventude, Instituto Politécnico de Castelo Branco, AJADI (Associação de Jovens em Acção pelo Desenvolvimento do Interior), Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento (projecto Geração + e projecto - A Par e Passo), ADRACES Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul e a Associação Juventude Albicastrense. Estas associações trabalham com grupos diversificados, no entanto, foram identificados grupos considerados vulneráveis relativamente ao consumo de substâncias psicoativas e os contextos associados: 271

272 Grupo de cerca de 1500 indivíduos, com idades compreendidas entre os 12 e os 30 anos, frequentadores dos Espaços Nocturnos e de Lazer; Grupo de 14 jovens, do género feminino, institucionalizadas (Casa de Infância e Juventude - CIJE), com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos; Grupo de indivíduos, com problemas de toxicodependência, em seguimento na Direcção Geral de Reinserção Social de Castelo Branco; Alunos do IPCB, caloiros e deslocados cerca de 500; Utentes do CRI de Castelo Branco (ET Castelo Branco): 158 utentes da Freguesia de Castelo Branco; Escolas do 2º e 3º Ciclo e Secundário de Castelo Branco (4000 indivíduos). O projecto A Par e Passo dinamizado pela Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento a qual foi atribuído financiamento público no âmbito do Programa Operacional de Respostas Integradas (PORI), está a intervir em grupos alvos, os quais são: 150 alunos de cursos de educação e formação, 500 alunos do (IPCB), 14 jovens do género feminino (CIJE), 60 pais e alunos das turmas CEF. Para os 1500 indivíduos diagnosticados e frequentadores de espaços nocturnos e de lazer foi atribuído um financiamento público no âmbito do Programa de Intervenção Focalizada (PIF) ao projecto Geração +, igualmente dinamizado pela Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento nos anos de 2007 a 2009 (25 meses). As sugestões de intervenção passam por medidas de tratamento, prevenção e reinserção. No distrito de Castelo Branco existem ainda unidades de tratamento das toxicodependências que são utilizadas como estratégias terapêuticas e Psicológicas. Sendo estas, a Associação Cristã da Mocidade da Beira interior, Comunidade terapêutica Montanha, Fundação Frei Manuel Pinto da Fonseca e Centro de Tratamentos S. Fiel. 272

273 10.1 As mulheres vítimas de violência em Portugal X. Violência Doméstica A violência contra as mulheres não é um fenómeno novo, apesar de só recentemente, com a introdução dos movimentos feministas (anos 70), ter começado ganhar visibilidade e ser denunciada, tendo-se tornado um problema público digno de atenção. No passado, ela estava inscrita nos códigos de conduta normal do relacionamento entre os sexos devendo a mulher submeter-se primeiro à autoridade do pai e depois do marido. Um homem que batesse na mulher não tinha que prestar contas a ninguém sendo pela própria Lei protegido. Hoje os homens e as mulheres são iguais perante a Lei, as mulheres prosseguem as mesmas actividades que os homens, nada os diferenciando, em princípio, sob o ponto de vista legal. Em teoria usufruem da mesma protecção legal, contudo, essa legalidade nem sempre reconhecida como legítima continuando a violência contra as mulheres fortemente enraizada nas tradições culturais dos povos. A violência doméstica é um crime público (art.º 152, Lei nº59/2007 do código penal), o que quer dizer que qualquer pessoa pode fazer a denúncia, mesmo de forma anónima. Os maus-tratos constituem um crime punido com a pena de prisão ou multa, podendo ser aplicada a pena acessória de proibição de contacto com a vítima. Os exemplos de violência doméstica são: o isolamento social (proibição de contacto com a família); intimidação; maus-tratos emocionais, verbais e psicológicos; ameaças (à integridade física e prejuízo financeiro); violência sexual (submeter a vítima a actos sexuais contra a sua vontade) e o controlo económico (negar o acesso a dinheiro ou outros recursos básicos) Os números de crimes por violência doméstica registados no concelho de Castelo Branco Segundo os dados da Polícia de Segurança Pública do Comando distrital de Castelo Branco, os números de crimes por violência doméstica no ano de 2008 foram registados 65 casos comunicados e no ano de 2009, os casos comunicados foram 90, perfazendo um total de 155 crimes. Os números de crimes por violência doméstica registados pela Guarda Nacional Republicana no Comando Distrital de Castelo Branco no ano de 2008 foi de 76 crimes e no ano de 2009, 273

274 Castelo Branco Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total houve 69 crimes registados. No total constatou-se que nos dois anos houve um total de 145 crimes de violência doméstica registados Fonte: Ministério da Administração Interna: Guarda Nacional Republicana Comando Territorial de Castelo Branco (2008/2009) Tabela Os números de crimes por violência doméstica registados no concelho de Castelo Branco 10.3 Gabinete de Apoio a vítimas de violência - Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento de Castelo Branco A Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento, com sede em Castelo Branco, e entidade gestora de projectos e iniciativas de inclusão social, desde Junho de 2006 tem dado uma resposta integrada e activa no apoio às vítimas de violência doméstica, com a criação e a dinamização de um Gabinete de Apoio às Vítimas de Violência (GAVV) a funcionar nas suas instalações, desenvolvendo um trabalho em rede com várias entidades público-privadas nacionais, regionais e locais, como a APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), a UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta), as Forças de Segurança Pública (PSP e GNR), Segurança Social, Hospital Amato Lusitano, Centro de Saúde e Sub-Região de Saúde de Castelo Branco, CPCJ, Centro de Emprego, Centro de Formação Profissional, Agrupamentos de Escolas e Instituto Politécnico de Castelo Branco. Este Gabinete foi criado no âmbito do projecto de inclusão social Semear para (es) colher do Programa PROGRIDE Programa para a Inclusão e Desenvolvimento, tutelado pelo Instituto de Segurança Social, I.P. Dispõe, actualmente, de uma equipa constituída por quatro técnicas especializadas e presta serviços gratuitos e confidenciais de atendimento psicológico, apoio social e informação jurídica. Ajuda na definição de um novo projecto de vida, articulando as respostas sociais existentes na própria Associação com as respostas da comunidade, através do encaminhamento e suporte no contacto com as outras entidades de 274

275 apoio. Ainda, mediante da avaliação do grau de risco, apoia na elaboração de um plano de segurança pessoal e procede ao encaminhamento, se necessário, para acolhimento das vítimas em casa de abrigo. Em Fevereiro de 2009, viu reforçada a sua intervenção no apoio às vítimas com uma candidatura ao Programa Operacional do Potencial Humano (POPH), Tipologia 7.3 (Apoio técnico e financeiro às Organizações Não Governamentais), através da tutela da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), da Presidência do Conselho de Ministros, enquadrado no III Plano Nacional contra a Violência Doméstica, com o projecto BemMeQuer: Agir e Prevenir na Violência Doméstica. Este é uma resposta que define como principais objectivos promover uma cultura de cidadania e igualdade de género e criar um modelo de respostas integradas assente em parcerias locais e regionais, na protecção e apoio às vítimas de violência doméstica. Os casos de violência doméstica são sinalizados ao Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência por diversas entidades, como a APAV Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Forças de Segurança Pública, Hospitais e Centros de Saúde, entre outros. São também sinalizados pela Segurança Social, através dos serviços de atendimento presencial e/ou linhas telefónicas de apoio, assim como pela CIG Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, através da linha telefónica de informação a vítimas de violência doméstica. Além do apoio às vítimas, filhos menores e outros familiares, são também desenvolvidos mecanismos de prevenção da violência, através de acções desenvolvidas directamente com grupos específicos como jovens em idade escolar do ensino básico, secundário e ensino superior, professores e mulheres residentes em zonas rurais. Para além destas, realizam-se ainda diversas acções de informação e sensibilização da opinião pública, pelo que, são também elaborados suportes para o aumento do conhecimento sobre a violência doméstica, dirigidos à população em geral, adaptados a invisuais e à população com défice de habilitações literárias; aos alunos, em particular sobre a questão da prevenção da violência no namoro e violência escolar (bullying). A intervenção neste contexto procura valorizar, concertar e articular os recursos existentes na comunidade, numa acção conjunta contra este problema social. 275

276 Até Dezembro de 2009 a Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento realizou um trabalho de divulgação junto de 340 vítimas de violência doméstica, das quais, 302 são do sexo feminino e 31 do sexo masculino. Foi também desenvolvido um trabalho de prevenção nas escolas a cerca de 2000 jovens, em idade escolar. As acções de informação/sensibilização dirigidas à comunidade incluíram cerca de cidadãos. Os números de atendimentos vítimas de violência doméstica no ano de 2009 no projecto BemMeQuer foi de 35 e no 1º semestre do ano de 2010 realizaram-se 25 atendimentos a vítimas de violência doméstica. 276

277 XI. DEFICIÊNCIA 11.1 População residente deficiente segundo o tipo de deficiência por grau de incapacidade atribuído É hoje claro o reconhecimento, a nível do Direito Internacional e Nacional, da cidadania plena da pessoa com deficiência. Contudo a tipologia das deficiências e a variedade dos graus de incapacidade provocada por estas, tornam a problemática da deficiência, complexa e de difícil abordagem. As pessoas com deficiência ou incapacidade não são um grupo homogéneo, pelo que, se tornam mais vulneráveis aos efeitos da exclusão. De acordo com os Censos de 2001, o concelho de Castelo Branco registava 2884 com algum tipo de deficiência. Este número distribui-se da seguinte forma: Grau de Auditiva Visual Motora Mental Paralisia Outras Total Incapacidade cerebral Sem grau atribuido Inferior a 30% De 30 a 59% De 60 a 80% Superior a 80% Total Concelho Tabela População Residente Deficiente, segundo o tipo de Deficiência por grau de Incapacidade atribuído 277

278 11.2 As respostas sociais directas existentes em Castelo Branco DEFICIÊNCIA Em termos de respostas sociais directas ou adaptadas a estas problemáticas, encontramos no Concelho 3 instituições, as quais desenvolvem respostas sociais diversas nesta área e que têm acordos de cooperação celebrados com a Segurança Social. Nome da Instituição Freguesia Natureza Jurídica Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal - ACAPO - Delegação Local de C. Branco Castelo Branco IPSS Resposta Social Utentes com Acordo Capacidade Acompanhamento e animação p/ pessoas com deficiência Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco Castelo Branco IPSS Lar Residencial Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco Castelo Branco IPSS C. A. O Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental - C. Branco Castelo Branco IPSS Lar Residencial 8 8 Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental - C. Branco Castelo Branco IPSS Lar de Residencial de Crianças e Jovens Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental - C. Branco Castelo Branco IPSS C. A. O Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental - C. Branco Castelo Branco IPSS Intervenção Precoce APPACDM C. Branco - Centro da Carapalha Castelo Branco IPSS Lar Residencial APPACDM C. Branco - Centro da Carapalha Castelo Branco IPSS C. A. O APPACDM C. Branco - Centro da Carapalha Castelo Branco IPSS Lar Residencial Tabela As respostas sociais directas existentes em Castelo Branco 278

279 A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Castelo Branco, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social sem fins lucrativos, (IPSS) destinada à promoção de meios educativos, sócio culturais, profissionais e reabilitação/habilitação de crianças / jovens / adultos com Deficiência Mental. A APPACDM de Castelo Branco prima pela prestação de serviços de qualidade alicerçandose a partir de uma adequada filosofia de acção estratégica pautada pelos princípios de gestão, da eficiência, da eficácia e da ética sempre centrada na promoção da qualidade de vida das pessoas com deficiência mental, a fim de lhes garantir o exercício pleno de Cidadania A APPACDM de Castelo Branco tem como: - MISSÃO: Prestar um Serviço de Qualidade na Área da Deficiência Mental, atendendo às necessidades e expectativas dos clientes, promovendo a sua inclusão social - VISÃO: Ser uma Instituição de Excelência na Área da Deficiência Mental e de referência a Nível Nacional - VALORES: Ética; Integridade; Humanismo; Dedicação; Responsabilidade; Profissionalismo; Flexibilidade; Igualdade Partilha Inovação 11.4 Zona de intervenção da APPACDM de Castelo Branco 279

280 11.5 ÁREAS DE INTERVENÇÃO * ÁREAS DE INTERVENÇÃO * * Nº DE CLIENTES ATENDIDOS PELA INSTITUIÇÃO * Gráfico 23 nº de clientes atendidos pela Instituição - APPACDM 280

281 11.6 Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco A Associação de Apoio de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco tem vindo a constituir-se num campo de evolução/qualificação das suas respostas formativas e sociais, dirigidas à população com deficiência e em situação de dependência. A sua acção, tem como princípios os direitos de cidadania, de participação e de inclusão social, assim como a acessibilidade das pessoas e suas famílias aos bens e serviços que a Instituição disponibiliza: Centro de Actividades ocupacional (CAO) - CAO ocupacional e CAO semi-laboral; Formação e Educação; Psicologia Lar residencial A Missão da AACCB consiste em promover a integração social de pessoas de maior vulnerabilidade, através da prestação de serviços de excelência e qualidade. A AACCB pretende ser uma organização de referência na área social, promovendo acções facilitadoras para uma cidadania plena e activa dos seus clientes. Valores da AACCB: Probidade Exactidão e rigor em todos os actos de gestão da organização. Transparência Conduzir a actividade da organização de forma aberta, acima de qualquer suspeita, e de forma ética e justa. Respeito É um valor primordial e activo, de todos para todos. Abrange a preservação da imagem, da identidade, dos valores individuais, das ideias próprias, das escolhas pessoais, crenças, espaços e objectos pessoais e privilegia a integridade física, psicológica e moral. 281

282 Responsabilidade Responsabilidade pelos actos individuais e comunitários, perante os órgãos de gestão, normas legais e internas aplicáveis à Organização. Cooperação Materializa-se em todas as actividades expressando o carácter da Organização assente na solidariedade e inter-ajuda entre todos os intervenientes; trabalhar em colaboração com os outros para alcançar objectivos comuns proporcionando-lhes apoio, inserindose na resolução pacífica de conflitos. Independência Os interesses da AACCB, decorrentes da sua missão, devem ser os únicos a orientar as relações com terceiros, perante os quais as atitudes a tomar devem ser regidas por critérios de seriedade, de imparcialidade e de respeito pelos direitos fundamentais das pessoas. Inovação Procuramos antecipar o futuro, estando sempre um passo em frente das necessidades dos nossos clientes, estimulando a investigação e a participação de todos os colaboradores e parceiros no desenvolvimento de soluções inovadoras de valor acrescentado. Confidencialidade Garantir o absoluto sigilo de todos os factos e informações relativos à Organização e ao direito à privacidade das pessoas nela envolvidas. No ano de 2009, a Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco presta apoio social a 44 clientes em CAO e a 25 clientes em lar residencial. 282

283 XII.TURISMO O turismo constitui hoje uma opção de desenvolvimento de importância estratégica para muitas áreas urbanas ou rurais. No entanto, na actividade económica do concelho de Castelo Branco, o sector do turismo tem um peso relativamente modesto. Começando pelos estabelecimentos hoteleiros e outros tipos de alojamento destinados aos turistas, o anuário estatístico da região centro, (2007) refere que no concelho existem 2 hotéis, 3 pensões e um outro estabelecimento perfazendo um total de 6 estabelecimentos turísticos e um parque de campismo. A capacidade de alojamento dos hotéis é de 712 pessoas, das pensões é 289 e de outros estabelecimentos é de 92. No ano de 2007 foram registadas hóspedes e dormidas nas pensões de Castelo Branco. É de referir que não existem dados estatísticos referentes ao número de hóspedes e dormidas nos hotéis. No entanto, a estadia média de hóspedes estrangeiros é de 1.7 noites, a capacidade de alojamento por 1000 habitantes é de 13.1 e a proporção de hóspedes estrangeiros no concelho é de 12.8%. A proporção de dormidas entre o mês de Julho e Agosto foi de 31.7%. Relativamente à restauração, Castelo Branco dispõe de um parque de 86 unidades (Naturtejo, 2005). Entre estes estabelecimentos, encontram-se alguns que procuram difundir a gastronomia de cariz regional e elevada qualidade, mas a presença de uma população estudantil bastante elevada leva também à expansão de estabelecimentos de gama mais baixa como snack-bares e pizzarias. Além de inúmeros cafés, é de salientar a presença de diversos bares e de duas discotecas. Quanto a serviços, no domínio do turismo activo, existe um clube em Castelo Branco, com actividades de paintball e uma Organização Não Governamental de Ambiente (ONGA) que providencia serviços de acompanhamento de passeios na natureza, mas de forma muito informal: experiências passadas levam a crer que com outra postura poderiam ter actividades mais regulares com interessantes proveitos. Quanto a actividades equestres, apesar da existência de diversas quintas com cavalos e equipamentos, só uma faculta serviço de aluguer de cavalos para passeios. Dois centros equestres providenciam também actividades com cavalos. 283

284 TURISMO Nos concelhos próximos existem cerca de uma dezena de empresas de animação turística. Algumas propõem actividades no concelho de Castelo Branco. O Aeroclube pode proporcionar actividades neste domínio, embora esteja mais vocacionado para uso pelos associados, residentes locais. Quanto à informação turística, existe um posto na sede de concelho. Curiosamente, fecha ao fim de semana. Algumas entidades têm procurado, em sites criados para o efeito, como o da Naturtejo, ou em sites com diversos fins, como acontece com a Câmara Municipal de Castelo Branco, proporcionar informação aos turistas. Têm também sido editados diversos tipos de materiais de divulgação e informação. Infelizmente, nem sempre a sua distribuição é a mais adequada: é referido (GTDCB, 2003), nomeadamente, o desconhecimento das entidades com ligação a este sector em relação às edições de outras entidades com intervenção no mesmo. Contrariamente ao que acontece com vários concelhos envolventes, no concelho de Castelo Branco são poucos os percursos pedestres sinalizados. Refere-se que o Parque Natural do Tejo Internacional (PNTI) está a planear criar alguns e, têm existido iniciativas nesse sentido da parte do centro cultural de Belgais e da Escola Superior Agrária de Castelo Branco. No que diz respeito à procura turística, segundo o INE ( ) o concelho registou, no final dos anos 90, um aumento bastante significativo, tendo estabilizado nos primeiros anos da década de Contudo, o período de estadia média é bastante baixo (1,6 dias/hóspede), inferior ao verificado para a região (2 dias/hóspede) (INE, 2002). Este valor aproxima-se muito do comportamento dos visitantes em estadias profissionais, demonstrando a importância deste tipo de visitante. Quanto a potencialidades no sector do turismo, relativamente ao património edificado na cidade, importa referir o Paço Episcopal e os seus jardins e o Bairro do Castelo, com os seus portais manuelinos, as ruelas estreitas, as casas com traços de arquitectura antiga. Fora da sede de concelho, a principal potencialidade quanto ao património é constituída pelo quadro paisagístico e natural. Entre diversos elementos patrimoniais, merecem destaque a gastronomia, os vestígios que poderão conservar-se no chamado triângulo arqueológico de Castelo Branco, a arquitectura de algumas aldeias, nomeadamente as que integram o programa das Aldeias de Xisto, o quadro do santuário da Senhora de Mércules, os vales dos rios Tejo, Ponsul e Ocreza e a Serra da Gardunha. Importa, também, considerar as potencialidades existentes nos concelhos envolventes e que integram um território que Castelo Branco gere administrativamente (como capital de distrito). Algumas medidas de 284

285 TURISMO valorização do património natural e construído do concelho vêm sendo promovidas, por entidades do concelho e por iniciativa conjunta de entidades locais e externas entre elas, refere-se, nomeadamente: as intervenções do programa Polis; a integração de parte do concelho no Parque Natural do Tejo Internacional; a intervenção do programa das Aldeias do Xisto nas aldeias de Sarzedas e Martim Branco; a inclusão de Castelo Branco na zona de intervenção da empresa Naturtejo e por último o Programa Re: Generar Politica de cidades Parcerias para regeneração Urbana. O aproveitamento turístico das potencialidades do concelho implica investimento que pode ser objecto de apoio. Como tal, a dimensão deste investimento e do apoio ilustram a estratégia de desenvolvimento da actividade. Em termos de investimento apoiado em empreendimentos ligados ao turismo merece destaque o facto deste se orientar sobretudo para o subsector da restauração, maioritariamente com o objectivo de responder à procura local. Assim, não deixando de ter presente a limitações de expansão que este sector pode ter e, portanto, do seu contributo no desenvolvimento socioeconómico, assume-se como necessária uma maior aposta na identificação, organização e divulgação de produtos turísticos. Tal poderá passar pela sua integração em acções de promoção de âmbito regional. 285

286 XIII. ACESSIBILIDADES O concelho de Castelo Branco, é atravessado pela rede viária A23 (auto-estrada da Beira Interior) que faz para norte a ligação até à Guarda e para Sul até ao nó de Torres Novas onde encontra a A1, e que permite a ligação para o sul até Lisboa (A1), Algarve (A2); para Norte até Valença fazendo a ligação a Espanha; para Oeste, através da A15, faz-se a ligação até ao litoral. Pelo interior, a ligação até Coimbra é feita pelo IC8 (estando por completar o troço Proença-a- Nova/Castelo Branco); a ligação a Espanha por Este é feita através de estradas nacionais municipais. Em relação às acessibilidades intra-concelhias existe uma rede de vias nacionais, regionais e municipais que permitem o acesso entre as várias freguesias e a sede do concelho. No que respeita à rede ferroviária o concelho é servido pela linha da Beira Baixa, que faz o trajecto Lisboa/Covilhã, com ligação à Guarda a partir da Covilhã, à linha do Leste a partir de Abrantes e à linha do Norte e a partir do Entroncamento. No concelho existem três estações ferroviárias, localizadas em Castelo Branco, Alcains e Lardosa e dois apeadeiros, no Retaxo/Cebolais de Cima e Benquerenças. No concelho também existe um aeródromo que está homologado para o transporte de passageiros e um heliporto situado no Quartel do Bombeiros Voluntários que é utilizado para evacuar doentes em estado grave. No entanto, existe um projecto de construção do aeródromo, com condições de aterragens para pequenos aviões de passageiros que aguarda execução Sistema de Transporte Ao nível inter-regional o sistema de transportes públicos assenta na rede de expressos (transporte rodoviário) e no transporte ferroviário assegurado pela CP. Os pontos de partida/chegada localizam-se na cidade de Castelo Branco. É de referir a desarticulação entre as duas estruturas da estação ferroviária e o terminal rodoviário que distam entre si cerca de 800 metros e os utentes têm que se deslocar de táxi ou a pé para efectuarem esse percurso. 286

287 ACESSIBILIDADES Existe um projecto de construção de um centro coordenador de transportes que ficará situado por detrás da actual estação ferroviária e que prevê a junção da rede rodoviária/ferroviária. A rede de expressos permite a ligação ao Alentejo e Algarve (uma carreira diária), a Coimbra (4 carreiras diárias), a Lisboa (6 carreiras diárias) e a Fafe (2 carreiras diárias). As carreiras intra-regionais fazem a ligação a outros concelhos limítrofes mantendo o contacto das populações com a sede de distrito. Os transportes rodoviários ligam Castelo Branco aos concelhos de Vila Velha de Ródão, Fundão e Covilhã, Penamacor Idanha-a Nova, Proença a Nova, Oleiros e Sertã. As carreiras intra-concelhias são muito importante para os alunos em idade escolar que, a partir do 2º ciclo do ensino básico tem de se deslocar a Castelo Branco, Alcains ou S. Vicente da Beira; também para as pessoas que vivem nas freguesias mas trabalham em Castelo Branco, estas ligações são de extrema importância. A manutenção da população nas freguesias depende, também, da eficiência destas ligações e da sua adequação às necessidades dos utentes. O transporte ferroviário do concelho é servido por 4 comboios inter cidades, 6 regionais, 2 de inter-regionais e 5 comboios de mercadorias. As ligações de carácter intra-regionais são muito mais débeis do que as inter-regionais: a regressão populacional e a utilização do transporte privado conduzem a uma menor procura e, por outro lado, a fraca rentabilidade destes percursos, leva a uma diminuição da oferta de transportes públicos. O transporte ferroviário permite a ligação a Vila Velha de Ródão, Fundão e Covilhã. As ligações intra-concelhias fazem-se, sobretudo por via rodoviária, uma vez que o caminho-de ferro apenas permite ligações às freguesias de Alcains e Lardosa. Segundo a Planraia (2004, cit. in, Diagnostico para a Sustentabilidade - Castelo Branco Agenda XXI), a partir da cidade de Castelo Branco existem 19 carreiras que não servem directamente 65 aglomerados do concelho localizados, sobretudo, nas freguesias mais periféricas, como Almaceda, S. Vicente da Beira, Santo André das Tojeiras e Sarzedas. Tendo em conta a rede viária e o tipo de percurso (normalmente adopta-se o trajecto mais longo que 287

288 ACESSIBILIDADES serve mais aglomerados) e a velocidade média destas carreiras ronda os 40/50 km/h e os percursos chegam a demorar mais de 80 minutos, nos casos de Almaceda e S. Vicente da Beira. Os horários também não são os mais adequados, pois o horário matinal é as sete da manhã e a partida de Castelo Branco ocorre no fim da tarde. Relativamente a transportes urbanos existem 6 carreiras que asseguram as ligações dentro da cidade entre as 6.20h e 1.30h. Algumas destas carreiras têm uma frequência muito reduzida, limitando-se aos períodos de entrada e saída das escolas. A debilidade destas ligações tem levado ao predomínio do transporte privado sobre o colectivo, que levou a um aumento no fluxo de tráfego e a problemas de estacionamento nomeadamente no centro da cidade, que já se encontram, em parte resolvidos com a abertura dos parques de estacionamentos subterrâneos na cidade. As novas circulares externas têm facilitado o desvio de tráfico no centro da cidade e, as acessibilidades dentro da cidade. O concelho de Castelo Branco apresenta as 2 lacunas em relação ao sistema de transporte público, principalmente a nível intra-concelhio e urbano. A primeira é a inexistência de um centro coordenador de transportes e a segunda a sobre-utilização do transporte privado tem causado alguns problemas ao nível do estacionamento Distribuição Postal A distribuição postal no concelho é feita a partir de dois centros de distribuição postal localizados em Alcains e Castelo Branco, e 13 estações de correios. Nas freguesias onde não existe estação de correios, o serviço postal é assegurado em postos de correio que funcionam nas Juntas de Freguesia, Casas do Povo ou mesmo em estabelecimentos comerciais privados (Planraia, 2004, cit. in, Diagnostico para a Sustentabilidade - Castelo Branco Agenda XXI). No entanto, nalgumas freguesias a distribuição e feita porta a porta; em aglomerados urbanos mais dispersos e menos populosa a correspondência é colocada em locais que centralizam as caixas de correio dos residentes. 288

289 ACESSIBILIDADES 13.3 Telecomunicações O concelho está servido pela rede fixa de telefone, pelas redes das três operadoras móveis e pela fibra óptica implementada na cidade no início do ano de Em Castelo Branco e Alcains a rede fixa é digital o que permitiu a implementação de sistemas de acesso à internet mais rápidos e eficientes (sistemas de banda larga), nas restantes freguesias a rede fixa ainda é analógica. Existem postos de telefone público em todo o concelho. A utilização da internet tem vindo a aumentar de forma significativa e recentemente abriu o Cyber centro, que constitui um espaço privilegiado para a divulgação das novas tecnologias. Nas zonas rurais nota-se um certo desinteresse pelas tecnologias de informação; os dados obtidos no âmbito do programa Ruraltech 9 demonstram que a população rural não utiliza a internet nem o correio electrónico, em alguns casos por desconhecimento, noutros porque não tem pontos de acesso. No combate a esta realidade estão previstas acções de formação nessa população no âmbito do Ruraltech. No que respeita aos serviços por cabo (televisão, telefone e internet) eles apenas estão disponíveis em Alcains e nalgumas zonas da cidade de Castelo Branco. A empresa que presta este serviço é a Cabovisão. 9 Programa comunitário que o Instituto Politécnico de Castelo Branco é parceiro. 289

290 XIV. METODOLOGIA A metodologia é uma estratégia de pesquisa que conjuga vários métodos e técnicas de recolha de informação, procurando responder aos objectivos definidos do conhecimento e da acção. Quivy & Campenhoudt, 1992 A recolha de informação foi feita junto da Câmara Municipal de Castelo Branco acerca de quais eram as entidades públicas e privadas e Juntas de Freguesia que constituíam o Conselho Local de Acção Social (CLAS), qual era o regulamento interno e o plano de trabalho da mesma e quais eram os objectivos a atingir relativamente ao Programa Rede Social. Diversas reuniões foram levadas a cabo a directora coordenadora e uma técnica da Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento e o Vereador da Câmara Municipal para uma supervisão e aconselhamento dos dados referidos e quais os eixos de intervenção que deveriam ser traçados neste diagnóstico, tendo em conta as necessidades da população do concelho. Os documentos analisados para a realização do presente diagnóstico foram: o diagnóstico do concelho de Castelo Branco do ano de 2005 que continha dados dos censos do ano de 2001 e outros; o anuário estatístico da região centro do ano de 2007, a Carta Social, Carta Educativa de Castelo Branco do ano de 2007; Estudo de diagnóstico territorial do concelho de Castelo Branco e suas freguesias, estudo realizado ADRACES; Informações sobre projectos locais desenvolvidos pela Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento (Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes, Geração + e Par e Passo, Gabinete de Inserção Profissional, BemmeQuer); O modelo de Planeamento do plano operacional de respostas integradas no âmbito da prevenção da toxicodependência no concelho de Castelo Branco; O diagnóstico do Território de Castelo Branco - Centro de Respostas Integradas - Maio de 2008; O diagnóstico para a sustentabilidade Castelo Branco XXI; pesquisas na internet; 290

291 alguns dados foram recolhidos junto das entidades; Foi feita uma análise detalhada dos dados qualitativos e quantitativos de todos os documentos referidos anteriormente, com o objectivo de serem traçados os eixos de intervenção adequados à realidade do concelho de Castelo Branco. A metodologia de análise utilizada é a SWOT. Com este tipo de análise (SWOT) é possível identificar os pontos fortes e fracos e as relações entre esses ao nível das principais áreas de desenvolvimento local (envolvente económica, social, ambiental da região), do país e, a escalas mais alargadas, como por exemplo, da Comunidade Europeia. Neste sentido, desenvolveu-se uma matriz SWOT que deve ser utilizada entre o diagnóstico e a estratégia de intervenção. A análise SWOT visa a concentração nos pontes fortes, reconhecer as fraquezas, agarrar as oportunidades e protegerse contra as ameaças, neste caso concreto aplicada ao concelho de Castelo Branco (figura 3 e 4). Fig. 3 - Análise Swot Fig. 4 Diagrama Swot 291

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