O SER POSSÍVEL E O SER NECESSÁRIO, FRANCISCO A PARTIR DAS IDÉIAS DE AVICENA

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1 O SER POSSÍVEL E O SER NECESSÁRIO, FRANCISCO A PARTIR DAS IDÉIAS DE AVICENA ABREU, Odailson Volpe de (UEM) O mundo atual é marcado pela inutilidade, os homens se deixam levar por tudo aquilo que não é útil em sua vida, existe uma cultura inútil, existe uma ilusão de que o fútil é necessário e existem ações inúteis de homens fúteis. Segundo Marilena Chauí, em seu livro Convite para Filosofia, um dos primeiros ensinamentos filosóficos é perguntar: o que é útil? Para que e para quem algo é útil? O que é o inútil? Por que e para quem algo é inútil? Talvez por isso a filosofia se apresente como uma das bases do saber e do desenvolver o saber dos homens, realmente algo extremamente necessário, mas no mundo atual, nem sempre o que é necessário é o que é útil. A filosofia não ajuda o homem a levar vantagem em tudo, pelo contrário o ensina a buscar o bem comum, um valor infelizmente que tem se mostrado cada vez menor nas sociedades do mundo todo e principalmente na brasileira. Neste sentido, em igualdade com a Filosofia está a Religião, ela não tem função de ser base do saber dos homens, mas é um importante respaldo para os valores já estabelecidos por eles ao longo do tempo. Segundo Alessandra Sterzi, professora da FASM, em seu artigo Inútil e Necessário, A filosofia, a arte e a religião fazem parte do grupo das atitudes fundamentais do ser humano, pois a ele mostram as raízes da existência, vislumbram a fronteira do ser, levam a perceber não apenas o imanente, mas a se dar conta também do transcendente. 1

2 Mostrar as raízes da existencia e vislumbrar a fronteira do ser, por si só já é uma forma de levar o homem a querer se tornar necessário, pois o faz pensar em sua existência como algo importante para humanidade, o torna protagonista de ações que marquem sua existencia na vida de outras pessoas. A pressa do dia-a-dia, as necessidades do mundo moderno, o estresse e a pressão do trabalho, limitam o homem as ações comuns do seu cotidiano e dessa forma o impedem de conhecer a si mesmo e a reponsabilidade que traz em si, a de ser alguém realmente útil para sociedade. É impossível não encontrar na religião uma busca para o progresso do homem, ela prega acima do tudo o amor, na vivência desse amor, encontramos o respeito, a caridade, o compartilhar não apenas artigos materiais, mas sentimentos e sofrimentos. Isso demonstra que mesmo diante da incompreensão de muitos ao não perceberem esses pontos positivos, ela ainda figura como propulsora de um progresso da humanidade, que deve deixar seus interesses para construir algo melhor, um bem comum para a sociedade, pois as ações individuais acabam sempre refletindo no todo. Sobre a utilidade da religião Josef Pieper faz uma colocação interessante: Nós Vos louvamos, Senhor, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças por Vossa imensa glória. Como pode isto ser compreendido pelas categorias da utilidade racional e da organização utilitária? (Pieper, 1981, p.6). Realmente, racionalmente falando, a religião parece não possuir utilidade alguma, aparenta simplesmente ser a alienação à realidade, onde homem se isola do mundo através de suas orações a um Ser transcendente e muitas vezes aparentemente inacessível. A sociedade do trabalho envolvida na correria de suas especificidades, tem se tornado incapaz de descobrir o valor que há nas entrelinhas das atitudes religiosas. As orações que elevam o pensamento e o coração do homem para o Transcendente, despertam nesse coração um compromisso muito grande com o próximo, pois revela no próximo o próprio Transcendente e partir disso, cria neste 2

3 homem religioso uma necessidade de se tornar alguém útil para o outro e consequentemente para a sociedade. O mundo da atualidade trava uma batalha entre idéias novas e conceitos surgidos na Idade Média se apresentando ainda vigentes. São Tomás, dizia a respeitos das artes servis: estão ordenadas para uma utilidade que se alcança pela atividade, essa afirmação de São Tomás se demonstra muito comum para muitos homens de nosso tempo, pois para eles apenas aquilo que foi produzido utilizando as mãos ou uma ação manual tem valor no mundo do trabalho, mesmo diante do grande avanço da intelectualidade e das ciências, o homem ainda pensa que o verdadeiro trabalho é aquele que gera o suor no rosto e não o cansaço da mente. Nota-se a incapacidade de muitos de descobrir o valor que está além da ação, mas que está no pensamento, por isso muitos considerarem inutil a filosofia, a arte e também a religião. A pequenez do pensamento de alguns que não fundamentam suas vidas na intelectualidade ofusca a utilidade daquilo que pode despertar no homem algo melhor, no caso a filosofia, a arte e a religião. Pois nenhuma das três como diz Marilena Chaui, é capaz de conceder prestígio, fama e riqueza, elas não concedem um resultado visível através de ações primárias, desta forma as três se tornam inúteis para a sociedade do trabalho que busca apenas o lucro e na maioria das vezes a vantagem em tudo. A intenção aqui é discutir a utilidade da Religião, deixando um pouco de lado a filosofia e arte, não que elas sejam de menor importância, não o são, mas porque o reconhecimento da utilidade da religião, através de alguns pontos já esclarecidos aqui, como por exemplo a responsabilidade pelo próximo que a religião cria no homem através da sua proximidade com outro a partir do Transcendente, é o princípio para fundamentar toda a discussão pretendida, uma discussão sobre a utilidade, a necessidade e a importância de alguns homens da religião para o século XIII, os Franciscanos. Levando em consideração que as Ordens Mendicantes são os braços da Igreja Católica, Igreja esta que define toda a religiosidade do Ocidente neste 3

4 momento, é importante perceber como a pessoa de Francisco e posteriormente os seus seguidores, através da religião, contribuíram na formação de uma sociedade melhor no século XIII. Da mesma forma precisamos reconhecer que nossa sociedade, tanto quanto a sociedade medieval do século XIII, também tem grande necessidade de seres que sejam necessários e úteis, como os mendicantes foram para este período da História. Para definir a personalidade e a presença de Francisco como um ser humano necessário, capaz de fazer a diferença neste período proposto, precisamos utilizar os conceitos e as idéias filosóficas forjadas por um importante pensador alguns séculos antes, no Oriente. Em um momento em que a filosofia do Ocidente medieval era muito distinta da filosofia do Oriente, surgem alguns pensadores islâmicos de muito destaque, entre eles está Avicena. Sua filosofia baseada em Platão e Aristóteles fez com que ele construísse discussões muito interessantes no século X e XI e dentre elas a idéia utilizada neste artigo para definir a importância de Francisco no século XIII. A produção de comentários sobre a filosofia grega em Bizâncio se manteve durante vários séculos, isso garantiu a preservação de grande parte da obra de Aristóteles. De lá, a tradição aristotélica passou ao mundo árabe, onde floresceu mesclada ao neoplatonismo, e foi dessa fonte que Avicena bebeu para formular sua extensa obra sobre filosofia. É preciso reconhecer que a influência de Avicena no Ocidente, foi decisiva para a propagação do pensamento aristotélico entre os século XII e XIII, afinal filósofos importantes como Duns Escoto, Alberto Magno e mesmo São Tomás de Aquino foram influenciados por ele. Para Avicena, o Transcendente, ou Deus, representa o Ser necessário, cuja essência se equipara à sua própria existência e que constitui a base de todas as possibilidades. A partir disso, sendo o homem imagem e semelhança divina, também ele é capaz de se tornar um ser necessário, à medida que todos os homens 4

5 já são seres possíveis, serão suas atitudes que os tornarão seres necessários, para o próximo, para a sociedade e para o mundo. Avicena considera que todo sujeito é um ser intelectual, independente de ser cristão ou muçulmano, sendo um ser intelectual, mesmo aqueles que estão envolvidos em suas tarefas cotidianas não ligada a área do conhecimento, são capazes de compreender, de gerar conhecimento, de aprender e a partir disso se tornarem seres necessários. Diante das idéias de Avicena é possível perceber, que todos possuem sensibilidade, mas que ela só permitirá aos homens enxergar o belo se ele deixar sua pequenez de espírito e ir para além das coisas comuns, além do seu cotidiano. Isso se aprensenta como uma tarefa muito difícil pois num mundo de especificidades, onde cada um se dedica e conhece apenas aquilo que é de sua competência, ir além desse ponto de segurança se apresenta como algo bastante incômodo. Construindo a idéia de ser necessário Avicena escreve: Não é possível duas coisas, esta não sendo aquela e nem aquela sendo esta, cada uma delas sendo ser necessário por si e por intermédio da outra, pois já mostramos que o que é ser necessário por si, não é ser necessário por intermédio de outro (1999, p. 41). Ou seja, o homem é único, impossível de ser dois ao mesmo tempo, ele só existe em si mesmo, ele pensa por ele mesmo, ele não pode agir pelo outro. O ser humano não pode tomar duas atitudes, apenas uma, não pode ser alguém em determinado momento e ser diferente mais tarde, o homem deve ser coerente. Além disso ele ainda afirma, que um ser conduzido pelo outro, ou seja, um ser manipulável, não é um ser necessário, ele é simplesmente possível. Partindo desses dois pressupostos, de que para se tornar um ser necessário é preciso ser autêntico e não manipulável, podemos aplicar isso ao principio do movimento franciscano no século XIII. O século XIII é um momento de grande transformações urbanas, econômicas e também nas relações entre os homens, o progresso fortemente 5

6 visível, como afirma le Goff, num primeiro momento um progresso rural, num mundo em que a terra é o fundamento de tudo, levou a um crescimento demográfico e econômico, que por sua vez trouxe uma forte urbanização para este período da história, assim o meio rural sai de cena, mas não perde o seu valor, mas o mundo urbano ganha muito destaque. A cidade segundo Jacques Le Goff tem as seguintes características: A cidade é um canteiro onde se desenvolve, pela divisão do trabalho, um artesanato numeroso e múltiplo, do qual nasce, nos três setores em vias de industrialização, a construção, o de tecidos e o curtume, um pré-proletariado manobrável, sem defesa contra a subordinação do justo salário ao justo preço que é apenas o preço marcado determinado pela oferta e procura e contra a dominação dos empregadores (2007, p. 24). Essas cidades que surgem revelam novos desafios para esta nova sociedade, nesse momento é preciso superar a agressão do dinheiro, as novas formas de violência, a aspiração contraditória dos cristãos a um maior gozo dos bens deste mundo e a tendência para a riqueza, o poder e a concupiscência. No meio rural a situação não se apresenta de forma muito melhor, a reação dos senhores diante das dificuldades financeiras é o aumento da exploração econômica sobre a maioria das categorias sociais camponesas (Le Goff, 2007, p. 26, p.34) Nessa sociedade, a necessidade do sujeito de se tornar um ser necessário se torna muito maior, pois aparentemente, a grande maioria se porta simplesmente como seres possíveis, mesmo os intelectuais abandonam sua sensibilidade e se tornam seres manipuláveis. Através da necessidade do poder, já os homens mais simples voltam sua vida apenas para a necessidade latente de cumprir seu trabalho, seja nos campos ou nas corporações de ofício, o seu cotidiano o impede de ir além. Mesmo a religião, que como já vimos, tem o poder de tornar os homens mais sensíveis, tem dificuldades em alcançar essa meta, visto que alguns de seus membros encontram-se fortemente envolvidos no desfrutar dos bens deste mundo, na busca por poder e riqueza. 6

7 Em meio a toda essa situação, surge alguém, que nesse momento se apresenta como um ser necessário, Francisco abandona a sua atitude de ser possível e se torna um ser necessário. Isso é algo que não acontece da noite para o dia, mas o resultado de um longo processo, no qual nesse caso, sim, a Igreja tem um papel importante para a sua transformação. Através do seu contato com Deus, o Ser necessário por excelência, Francisco muda as atitudes do seu viver e de forma coerente se apresenta como necessário para o outro, para aqueles que são os seus próximos. De forma completa Francisco se apresenta como ser necessário em todos os aspectos para o próximo. Isso ocorre uma vez que ele não é manipulável, em primeiro momento nem mesmo pela Igreja, pois sua pobreza figura como uma forma de rebeldia contra a riqueza declarada da Igreja, interessante perceber que mesmo esta sendo uma atitude rebelde, não é uma atitude de ofensa ou desobediência, à medida que esta pobreza é fundamentada na vida do cristo e no exemplo evangélico. Isso demonstra que ele toma as suas atitudes, mesmo que essas venham envolvidas com um alto teor religioso, por si só, e não em nome da Igreja, ou não por ela, desposar a Senhora Pobreza para ele é uma atitude pessoal, que nada tem em relação às atitudes da Igreja. É importante lembrar, que diante disso, ele passa a viver um enorme desafio, assumir a pobreza é em primeiro momento ser fiel aos seus princípios, mas é também compartilhar a dor daqueles que não são pobres por opção. Estar com eles conviver com eles, para alguém advindo de uma família rica como Francisco é algo muito difícil e até mesmo humilhante. Poderia ele estar com os pobres e ajudá-los e ainda assim conviver com os ricos, mantendo seu status, só que Francisco não quis isso para si, ao tomar uma atitude foi coerente com ela e assumiu todas as conseqüências que esta trazia. Através disso, é possível perceber que dois dos princípios estabelecidos por Avicena para que um sujeito se torne um ser necessário, são muito bem vivenciados por Francisco, ele foi ao mesmo tempo autêntico e não manipulável. 7

8 Avicena, ainda na discussão sobre o ser possível e o ser necessário, afirma que a potencialidade é possibilidade, ou seja, o discurso é algo próprio do ser possível, já a atitude é o que torna o ser necessário, sendo assim, falar dos problemas da sociedade, discuti-lo ou mesmo denunciá-lo é algo próprio do ser possível, pois o ser necessário vai além, ele toma atitudes, ele tentar mudar a sociedade. Essa é uma discussão do passado que pode ser facilmente aplicada em nossa sociedade atual, são inúmeros os estudiosos, os intelectuais, os homens que inflamam seus discursos, que denunciam injustiças e que as criticam, mas são pouquíssimos os que abandonam seus discursos e partem para o âmbito das atitudes, que começam a fazer diferença, que se tornam exemplos, que agem de forma real como seres necessários. A nossa sociedade é muito parecida com a sociedade em que Francisco viveu, as desigualdades, as exclusões e a pobreza do século XIII estavam por toda a parte, Francisco não foi o melhor exemplo de homem que denuncia a injustiça, mas com certeza, é um grande exemplo de como combatê-la. Francisco não via a pobreza como um problema, logo o pobre era um bemaventurado de Deus, realmente alguém que deveria estar feliz por sua situação privilegiada de ser pobre, para Francisco o problema na verdade, está em perder a oportunidade de ajudar o pobre, está no poder fazer algo por ele e não o fazer, ou seja, no cruzar os braços. É por isso que antes de se tornar pobre, ele não mede esforços em conceder doações e esmolas, aí temos uma problemática, afinal, doações e esmolas são atitudes que faziam parte do cotidiano do medievo, isso não era a diferença, isso não constitui como uma ação do ser necessário, assim Francisco vai além, quando toma a atitude que ninguém tomaria, quando enfrenta o medo e o preconceito e concede assistência, carinho e atenção para os leprosos: ao cuidar deles, Francisco e seus companheiros manifestam, como bem observou Giovanni Miccoli, sua vontade de desafiar os valores estabelecidos (Le Goff, 2007, p. 213) 8

9 Isso figura como tomar uma atitude, com fazer a diferença na sociedade, é um dos muitos exemplos que Francisco dá, de que realmente em seu viver ele foi um ser necessário e não simplesmente possível, poderíamos analisar, outras atitudes de Francisco que o caracterizam como ser necessário, mas essa basta para ilustrar esta afirmação. Avicena faz muitas outras colocações sobre como o homem se torna para seu tempo e para sua sociedade um ser necessário, aqui foram apresentadas apenas três, mas estas três são suficientes para comprovar a ação de Francisco como diferencial e necessária para seu tempo. Diferencial a partir do momento que ele surpreende e desconcerta a todos que estão a sua volta ao tomar atitudes que ninguém esperava. Isso aconteceu não apenas quando ele se fez pobre, mas principalmente, nos momentos em que tratava aos pobres, aos doentes e a todos os marginalizados como pessoas, como seres humanos, como seres capazes de possuir dignidade. Essas atitudes que tiveram grande repercussão por toda a Europa, por um momento deram a Francisco o título de louco, mas com o passar do tempo à coerência de seu discurso e de suas ações fez com que o título de louco fosse trocado pelo de Santo, ele se tornou exemplo para toda sociedade daquela época. Isso fez dele realmente um ser necessário, pois muitas pessoas buscaram imitá-lo, alguns na atitude radical de também se tornar religioso, mas muitos outros, no seu dia-a-dia, aspirando à santidade que emanava de Francisco, as pessoas mudaram sua forma de ser e muitas vezes sua forma de agir. Quando as notícias a respeito das atitudes, dos discursos e dos milagres de Francisco percorreram distâncias e chegaram à maioria dos lugares da Europa medieval, uma nova sociedade começou a ser formada, uma sociedade influenciada por ele e por suas histórias. O mundo medieval não seria mais o mesmo após Francisco, pois através dele, pobres e marginalizados passaram a ser vistos por uma outra ótica. A influência de Francisco pode não ter gerado nos homens um amor pelos pobres, mas com certeza gerou o respeito por eles. É por isso que ao olhar para trás, no passado, as pessoas de hoje ainda encontram em 9

10 Francisco um referencial de vida, a ponto de aclamá-lo como o homem do milênio passado. REFERÊNCIAS CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo, 13 ed. Ática, ISKANDAR, Jamil I. Avicena, a Origem e o Retorno, Porto Alegre, EDIPUCRS, LE GOFF, Jacques. São Francisco de Assis, 8 ed. Rio de Janeiro: Record, NIGG, Walter. O Homem de Assis: Francisco e seu mundo. 1 ed. Petrópolis: Vozes, PIEPER, Josef. O que é filosofar? O que é acadêmico?, São Paulo, EPU, SABATIER, Paul, Vida de São Francisco de Assis, Bragança Paulista, Editora Universitária São Francisco, STERZI, Alessandra. Inútil e Necessário, Disponível em: <http://www.hottopos.com/vdletras6/alessandra.htm>. Acessado em 05 de julho de STICCO, Maria, trad. Leite, Armando Mas. São Francisco de Assis. 4 ed. Petrópolis: Vozes,

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