CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE TORRE DE MONCORVO CLAS/TM

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1 Rede Social de Torre de Moncorvo CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE TORRE DE MONCORVO CLAS/TM DIAGNÓSTICO SOCIAL (Actualização) DEZEMBRO DE 2010

2 NOTA INTRODUTÒRIA O documento que antecedeu o Diagnóstico Social, o Pré-Diagnóstico Social, serviu de base para uma primeira identificação dos indicadores da realidade social do concelho nas diversas áreas temáticas: demografia; população; educação; saúde; habitação; acção social; emprego/desemprego; actividades económicas; associativismo e transportes. A Metodologia utilizada foi a quantitativa, assente na recolha de informação estatística das várias áreas de intervenção. O diagnóstico social é um documento que se pretende dinâmico. A sua elaboração foi um processo participado, o que permite uma compreensão da realidade social, que inclui a identificação das necessidades, a detecção dos problemas prioritários e respectivas causalidades, bem como dos recursos e potencialidades locais que constituem as reais oportunidades de desenvolvimento. Trata-se de um instrumento de trabalho transversal a todas as áreas que influenciam a qualidade de vida, complexo e heterogéneo. A sua elaboração teve a participação efectiva de todos os parceiros que integram o CLAS de Torre de Moncorvo no sentido de: - Envolver e mobilizar a participação de todas as entidades parceiras; - Constituir uma base para a planificação e para a tomada de decisões das entidades com responsabilidade na área social. Este estudo apresenta a seguinte estrutura: - Na primeira parte, apresentam-se as conclusões gerais onde são abordadas as potencialidades, fragilidades e prioridades para o futuro trabalho do Plano de Desenvolvimento Social; - Na segunda parte, elaborou-se um quadro síntese com uma breve contextualização dos indicadores principais e uma breve descrição dos diversos contextos de intervenção; - Na terceira parte foram identificadas quatro áreas-problema, consideradas eixos prioritários em termos de intervenção. Resultou assim uma análise mais individualizada de cada problema identificado com base na Análise Swot. As áreas problema definidas referem-se aos principais problemas que carecem de resolução premente ou minimização. As que mais se destacaram no concelho foram: 2

3 Câmara Municipal Torre de Moncorvo Envelhecimento Populacional Acção social (Debilidade de retaguarda familiar para a população Idosa); Empregabilidade/Formação Profissional (Débil dinamismo económico social, desemprego, falta de Qualificação/Empreendedorismo, criação do Próprio emprego); Educação (Desvalorização da importância da Escola); Saúde (Toxicodependência e Alcoolismo, problemas de saúde relacionados com o envelhecimento populacional). 3

4 A actualização do Diagnóstico do concelho de Torre de Moncorvo foi organizada com base em problemas sectoriais e indicadores sugeridos pelo Conselho Local de Acção Social (CLAS). Vai permitir um melhor conhecimento da realidade sobre a qual se vai intervir e que se quer transformar, permitindo alcançar outras etapas de intervenção com maior eficiência. Este documento pretende funcionar como instrumento de: - Identificação dos principais problemas e potencialidades para empreender um processo de desenvolvimento social sustentável e participado; - Actualização constante e aprofundamento da realidade social do concelho; - Elaboração do Plano de Desenvolvimento Social, de forma a minimizar os entraves ao desenvolvimento do concelho e ao mesmo tempo potencializar os pontos fortes. Inicialmente, procedeu-se à constituição de grupos de trabalho de acordo com as áreas temáticas do Pré-Diagnóstico Social, onde se fez o primeiro levantamento de problemas. Num segundo momento avançou-se com a Análise SWOT (identificação das Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças). As Forças e Fraquezas correspondem aos pontos positivos e negativos, e referem-se à situação presente e à realidade interna do concelho, as Oportunidades e Ameaças são normalmente tendências e são geralmente exteriores à realidade do concelho. (1) Ao longo do trabalho desenvolvido e tendo em conta a abordagem feita a cada problemática, pretende-se que esta seja indispensável para a realização do Plano de Desenvolvimento Social, no qual se vão definir os objectivos e estratégias de acordo com os problemas e necessidades sinalizados. O Diagnóstico Social de Torre de Moncorvo é resultado da análise interpretativa das áreas e problemas apontados no Pré-Diagnóstico Social. (1) - Instituto de Desenvolvimento Social, Plano de Desenvolvimento Social, 2002, pág. 83 4

5 1. Potencialidades - Existência no concelho de um conjunto diversificado de entidades Públicas e Privadas que desenvolvem actividades nas diferentes áreas designadamente na saúde, educação, social, económico, desenvolvimento local; - O papel importante que as IPSS`s exercem no concelho ao nível social, no acompanhamento/apoio aos idosos e à infância; - Diversas infra-estruturas culturais, recreativas desportivas e sociais em todas as freguesias; - Proximidade com Infra-estruturas viárias (IP2, IC5, A 4, A 23, A 25); - Construção do complexo hidroeléctrico do Baixo Sabor ; - O esforço que a Autarquia e as Instituições Locais do concelho têm realizado em modernizarem-se ao nível das novas Tecnologias de Informação e Comunicação; - Os projectos existentes para contribuição do Desenvolvimento Económico e Social do Concelho. 2. Fragilidades - Envelhecimento da população; - Desertificação; - Falta de motivação dos jovens que saíram precocemente da escola para integrarem novos percursos escolares e formativos; - Tendência para o consumo de álcool e drogas precocemente; - Fragilidades nas relações entre a família, crianças/jovens e os estabelecimentos escolares; - Fragilidade do tecido produtivo; - Mão-de-obra pouco qualificada e com baixos níveis de escolaridade; - Baixas qualificações que acarretam vulnerabilidades acrescidas na inserção na vida activa; - Dificuldade de inserção na vida activa de licenciados; - Escassas respostas sociais dirigidas à comunidade. 5

6 3. Prioridades para o Plano de Desenvolvimento Social - Continuidade de iniciativas sistematizadas de combate ao abandono escolar durante a escolaridade obrigatória; - Construção de Planos Integrados de Educação/Formação que permitam construir percursos de orientação/formação e inserção profissional, promotores de inclusão; - Reforçar iniciativas concertadas de promoção, educação e formação para a saúde; - Construir uma rede de comunicação entre as empresas, as entidades formadoras e o Centro de Emprego de forma a adequar às necessidades empresariais locais; - Qualificar e ampliar a oferta Turística; - Adoptar um programa de prevenção e combate ao alcoolismo e toxicodependência, através da continuação de programas de informação/aconselhamento, tratamento/recuperação e inserção social; - Desenvolver serviços de atendimento social descentralizados, desencadeadores de iniciativas integradas e participadas, promotoras de competências locais, individuais e institucionais, combatendo estrategicamente a precariedade e exclusão social, numa lógica de desenvolvimento local; - Reforçar os níveis de aproximação entre as instituições e as famílias, repensando estratégias; - Reforçar acções de promoção e sensibilização para a segurança e educação; - Desenvolver uma Rede de Voluntariado Social; - Melhorar e expandir as respostas de Apoio Domiciliário. 6

7 PRINCIPAIS INDICADORES Quadro dos Principais Indicadores Indicadores Concelho de Concelho Região Norte Torre de Moncorvo de Bragança Área Total Km² 531, , ,0 Total da População Densidade Populacional Hab/Km 2 18, 1 29,5 173, 5 População Residente entre os 0 e 14 anos População Residente dos 15 aos 24 anos População Residente com idade igual ou superior a 65 anos Taxa de Natalidade % 5,9 9,0 10,2 Taxa de Mortalidade % 15,6 10,9 8,3 Taxa de Crescimento Efectivo% -1,07 0,22 0,42 Índice de Dependência dos Jovens% 20,3 25,2 Índice de Dependência dos Idosos% 50,9 30,2 21,5 7

8 Índice de Dependência Total% 69,2 45,9 Índice de Envelhecimento% 278,1 153,5 88,6 Taxa de Analfabetismo% 17,8 12,2 8,3 Taxa de Desemprego% 10,3 6,8 7,7 Taxa de Actividade% 33,8 42,0 52,0 População Activa e Empregada no Sector Primário % População Activa e Empregada no Sector Secundário% População Activa e Empregada no Sector Terciário% Pensionistas por Invalidez, Velhice e Sobrevivência Número de Médicos por 1000 Habitantes 22,0 22,40 19,9 73,68 58,1 83, ,9 2,7 3,0 Farmácias por Habitantes 3,1 1,7 2,1 Taxa média de Mortalidade Infantil 5,9 8,9 5,6 Fonte: Monenclatura Territorial (última actualização em 2004/04/11) 8

9 Rede Social de Torre de Moncorvo UMA PERSPECTIVA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL CAPITULO I 9

10 1. A REDE SOCIAL COMO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL O desenvolvimento não é apenas o crescimento económico mas antes a articulação deste com as questões sociais, humanas e ambientais. O desenvolvimento deve integrar estas componentes, privilegiando um conjunto de acções potenciadoras da actividade empresarial e económica, mas também dos factores sociais. Por sua vez, o desenvolvimento deve ser integrado ao estabelecer estratégias globalizantes mas com a intervenção local. É neste contexto que a Rede Social deve ser equacionada, uma vez que, como política social activa, global, pretende a sua aplicação a nível nacional, contudo, a sua concretização passa pela mobilização das comunidades locais. A Rede Social, através da racionalização e territorialização das respostas procurará a resolução dos novos processos de exclusão social e da persistência das desigualdades. Assim sendo, este programa de âmbito nacional, possui uma perspectiva territorializada de intervenção, pois é no local que os problemas acontecem e é nele que deverão ser encontradas as soluções para os resolver, de forma integrada e ajustada às necessidades e aos problemas das famílias, envolvendo todas as entidades da comunidade. A Rede Social aponta no sentido de se agir sobre a realidade e sobre a dimensão local do mercado interno, de maneira a proporcionar a valorização das suas potencialidades, preservando a diversidade cultural, na perspectiva da criação de emprego, da fixação das populações, da promoção do ambiente e da melhoria da qualidade de vida, contribuindo, desta forma, de maneira crucial para o desenvolvimento social e local. Para que o desenvolvimento local seja possível é fundamental que se estabeleçam relações de parceria e cooperação entre as instituições locais de forma efectiva. A parceria local funciona como um instrumento estratégico que permite pôr em prática uma dinâmica de inovação em torno de um projecto partilhado pelo maior número possível de actores e é fundamental numa estratégia de desenvolvimento. 10

11 Rede Social de Torre de Moncorvo RESUMO DAS PRINCIPAIS PROBLEMÁTICAS E PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO CAPÍTULO II 11

12 1. RESUMO DAS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS O Concelho de Torre de Moncorvo apresenta alguns constrangimentos territoriais. O facto de integrar maioritariamente freguesias de montanha, tem vindo a acarretar como consequência mais drástica o seu despovoamento resultante da emigração da população mais jovem/adulta para o estrangeiro ou para os centros urbanos, à procura de melhores condições de vida, permanecendo apenas a população envelhecida em condições de isolamento sócio-geográfico, nomeadamente sem retaguarda familiar. A estrutura social do concelho tem sofrido transformações demográficas profundas, apesar de se apresentar como o concelho menos envelhecido entre os que fazem parte do NUT III. A percentagem da população com mais de 65 anos nas décadas de aumentou aproximadamente 6,57% diminuindo por outro lado a população total em cerca de 9,6%. Este quadro vai exigir da parte dos serviços com responsabilidade na área de Acção Social e Saúde um esforço no sentido de serem capazes de responder às necessidades impostas por esta franja da população Educação Nesta área constata-se que, apesar de haver um aumento da alfabetização da população (diminuição da taxa de analfabetismo no decénio de , passando de 22% para 17,8 %), o concelho possui um elevado número de população sem instrução. Os baixos índices de escolaridade continuam a ser uma realidade, uma vez que a população adulta concentra-se essencialmente no 1º ciclo do ensino básico (44%). À medida que aumenta o nível de escolaridade diminui proporcionalmente a percentagem da população. São as gerações mais envelhecidas que se apresentam mais destituídas de qualificações académicas. Associado a estes problemas está a saída antecipada da escola, aliada à ausência de competências básicas, acarretando uma série de consequências interligadas, dentro das quais a dificuldade na obtenção de um emprego, a integração na economia paralela e no trabalho precário, com graves reflexos ao nível familiar e social. 12

13 Impõe-se um trabalho de sensibilização junto da população para a importância da educação em geral, e da escola em particular. Podemos aferir a importância que a escola tem não só como factor de construção e formação humana e cívica, mas também como transmissora de competências básicas e profissionais, afastando os cidadãos da situação de pobreza e exclusão social. Há de facto uma relação muito directa entre a ausência de habilitações escolares/académicas e de qualificações e a problemática do desemprego, ou a precariedade do emprego. Verificamos também que as situações de abandono escolar/insucesso escolar estão, na maioria das vezes, associadas a carências económicas, sociais e culturais, assim como, a fraca participação dos pais na educação escolar, bem como nos projectos e actividades promovidos pela escola. Há que reconhecer a necessidade dos pais serem chamados a participarem não somente nas actividades promovidas pontualmente pela escola, mas também na própria construção do projecto educativo favorecendo assim o esbatimento das diferenças culturais entre a escola e família. Por sua vez, o tempo de socialização pré-escolar tornase uma importante condição não só para diluir essas diferenças, como também tem importantes implicações na construção e formação pessoal, social e futuramente profissional. De facto, a ausência de participação na escola tem consequências nefastas e que devem ser objecto de intervenção a concretizar no Plano de Desenvolvimento Social e Plano de Acção Emprego e formação profissional No âmbito do Diagnóstico foi possível verificar que o concelho apresenta fragilidades quer ao nível da sua estrutura económica, quer ao nível das características sócioprofissionais da população activa. Existe uma maior incidência de taxa de desemprego feminino, sendo que 69,8% da população desempregada é do sexo feminino. Embora não possamos afirmar que exista uma relação linear entre a exclusão social e a escassez de rendimentos, tais grupos de indivíduos não deixam de constituir situações preocupantes a este nível, dada a fragilidade económica, ausência de participação no 13

14 mercado de trabalho, mas também pela dependência quer relativamente à família quer do Estado ou Instituição. Deste modo, dada a precariedade da sua condição estão sujeitos a cair em situações de pobreza e de exclusão social. O nível de escolaridade da população desempregada do concelho de Torre de Moncorvo está predominantemente concentrado no ensino básico (53,42%). O Concelho dispõe de um conjunto de estruturas de apoio ao emprego e à formação profissional, como alternativas ao modelo de ensino regular existem diversas Modalidades nomeadamente: Novas Oportunidades, PIEF`s, CET`s, EFA`s; promovidos por: Instituto de Emprego e Formação Profissional de Bragança, Centro de Emprego de Torre de Moncorvo, Associação Comercial e Industrial de Moncorvo, Formendo - Informática Lda, Confederação dos Agricultores de Portugal Associação de Defesa Sanitária de Moncorvo, Santa Casa da Misericórdia, etc. Constata-se que esta formação nem sempre tem sido direccionada para as necessidades do mercado, nomeadamente o grau de exigência, adequação aos currículos e à realidade do concelho. No que concerne ao concelho e face ao panorama sócio económico apresentado, urge potenciar os recursos endógenos e exógenos, os quais devem ser articulados e enquadrados em políticas de desenvolvimento local, sendo a Rede Social a base dessa articulação. Deve-se apoiar a criação de novas estruturas de emprego nomeadamente através de pequenas iniciativas locais, fomentar o empreendedorismo e potenciar áreas de actividade que se encontrem fragilizadas. Salienta-se a importância crescente que as instituições do sector terciário têm assumido, ao nível europeu, designadamente no nosso país, enquanto promotoras de emprego A Iniciativa GLOCAL tem como missão contribuir para o desenvolvimento sustentável do território através do fomento do empreendedorismo inovador e socialmente responsável, reforçando a aplicação do conceito de glocalidade como forma de promoção da inovação e competitividade local. Em 26/10/2009 foi assinado publicamente em Torre de Moncorvo o protocolo de colaboração entre a EDP e a EEIG GLOCAL, a sua área de intervenção directa são os Concelhos de Alfandega da Fé, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mogadouro e Torre de Moncorvo. Destaca-se o Prémio EDP Empreendedor Sustentável SABOR Desta forma pretende-se dinamizar uma cultura de Empreendedorismo e/ou autoemprego; fomentar a participação e criatividade individual e colectiva das populações 14

15 dos 5 concelhos, identificar e explanar oportunidades de mercado/negócio utilizando recursos endógenos, garantir a sustentabilidade da taxa de empregabilidade e aproximação às necessidades reais da população. Outra vertente, que merece destaque, é a necessidade de sensibilizar as entidades patronais no sentido de tornar o trabalho mais qualificante através da formação, estabelecendo protocolos com entidades formadoras e centros de reconhecimento, validação e certificação de competências, não menos importante, é apostar na mobilização e motivação da população activa para a necessidade de formação escolar e extra escolar com vista ao aumento das suas qualificações e competências e desta forma fazer face às exigências do mercado de trabalho em constante mutação Acção Social No concelho de Torre de Moncorvo existem algumas IPSS`s, programas e medidas com respostas variadas ao nível de Acção Social. Contudo, tem-se vindo a verificar que nem sempre são suficientes e adequadas às necessidades, dependendo em grande parte de recursos financeiros nacionais. As Instituições Particulares de Solidariedade Social têm vindo a crescer e a consolidarse, apesar de a maioria limitar a sua actividade às valências acordadas com a Segurança Social. Torna-se necessário criar e/ou reforçar e diversificar medidas e/ou equipamentos que permitam dar apoio aos grupos mais vulneráveis, nomeadamente Crianças/Jovens, Idosos, pessoas portadoras de Deficiência, Toxicodependentes e Famílias carenciadas, designadamente nas competências parentais, gestão doméstica e melhoria da habitação Saúde Ao nível da saúde é importante referir a Reorganização da Rede de Serviço de Urgência em regime de consulta aberta funcionando durante os dias de semana das 8h às 22 horas e aos fins-de-semana e feriados das 9h às 22 horas. As situações clínicas agudas de âmbito de ambulatório são atendidas pelos profissionais médicos de serviço em ambulatório. 15

16 Segundo os dados dos Censos (2001) salienta-se o reduzido número de médicos por habitantes (0,9 /1000 utentes). Outro factor prende-se com a ausência de uma estrutura para dar resposta aos problemas da toxicodependência, importava desenvolver acções de prevenção em relação aos comportamentos de risco e criar redes de apoio a toxicodependentes/famílias. Será importante reforçar acções direccionadas para a promoção da saúde junto da comunidade, assim como reforçar cuidados de proximidade. A este nível seria extremamente importante a criação de grupos de uma Rede de Voluntariado. Incentivar e criar apoios para o associativismo como forma de prevenção e criação de modos de vida saudáveis adequados aos jovens e adolescentes (desporto, ambientalismo, acção sociocultural), neste campo, as associações recreativas e desportivas têm um papel importante a desenvolver. 16

17 Rede Social de Torre de Moncorvo CAPÍTULO III ACÇÃO SOCIAL 17

18 . ACÇÃO SOCIAL: O Concelho de Torre de Moncorvo dispõe de um conjunto de equipamentos, programas e medidas com respostas variadas a nível da Acção Social. Apresenta-se de forma sucinta a descrição da rede de serviços por área de intervenção e equipamentos sociais de apoio implementados no concelho: TABELA I Rede de Serviços/Área de Intervenção Áreas de Intervenção Equipamentos Valências/Medidas Amas População Alvo Resposta Social de âmbito Sócio - Educativo que se destina a crianças até aos 3 anos de idade. Creche Resposta Social de âmbito Sócio - Educativo destinada as crianças dos 4 meses aos 3 anos, proporcionando as crianças condições adequadas ao desenvolvimento harmonioso e global e cooperando com as famílias em todo o processo educativo. Infância e Juventude Pré-escolar /Jardim de Infância Resposta Social de âmbito Sócio - Educativo destinadas a crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e a idade de ingresso no ensino básico, proporcionando as crianças condições adequadas ao desenvolvimento harmonioso e global e cooperando com as famílias em todo o processo educativo. ATL Resposta que se destina a proporcionar actividades de animação sócio - cultural a crianças, tendencialmente a partir dos 6 anos e a jovens, nos períodos disponíveis das responsabilidades, escolares, de trabalho e outras. Lar de Crianças e Jovens Resposta Social que tem como finalidade o acolhimento de crianças e/ou jovens, no sentido de lhes proporcionar estruturas de vida tão aproximadas, quanto possíveis às famílias, com vista ao seu desenvolvimento global, criando condições para definição do projecto de vida de cada criança e/ou jovem. 18

19 Intervenção Precoce Câmara Municipal Torre de Moncorvo Resposta destinada a crianças ate aos 6 anos que apresentam deficiência ou risco de atraso grave, através de medidas de apoio integrado no âmbito da educação, saúde e acção social. Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em risco Entidade Oficial não Judiciária baseada numa lógica de parceria local, com autonomia funcional, que visa promover os direitos da criança e do jovem e de prevenir ou pôr termo a situações susceptíveis de afectarem a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento integral. IDOSOS Centro de Dia Apoio Domiciliário Apoio Domiciliário Integrado Lar Caracteriza-se por prestar um serviço diário, com fornecimento de refeições, apoio médico, enfermagem, apoio jurídico, tratamento de roupas e cuidados de higiene e conforto podendo também dinamizar actividades sócio culturais. Serviços prestados ao domicílio, a pessoas debilitadas com deficiência ou acamadas. Consistem essencialmente em confecção e/ou fornecimento de refeições, tratamento de roupas, higiene pessoal e doméstica e outros cuidados necessários. Este programa visa criar condições para a intervenção acessível e articulada, de um conjunto de acções e cuidados pluridisciplinares de apoio social e de saúde, dirigido a pessoas em situação de dependência, desenvolvendo acções de cuidados de saúde no domicílio, apoio de higiene, alimentação e tratamento de roupa, apoio ao nível de acompanhamento pessoal a consultas e tratamentos e outras actividades de carácter lúdico. Equipamento de alojamento colectivo de utilização temporária ou permanente para idosos em situação de maior risco de dependência e/ou autonomia. Fonte: Programa da Rede Social (Site Rede Social) 19

20 TABELA II Equipamentos Sociais do Concelho de Torre De Moncorvo Área geográfica Creche Jardim de Infância Lar de Jovens Lar Idosos Centro de Dia E P E P Carviçais Mós 1 1 Felgar 1 1 Lousa 1 1 Moncorvo Cardanha 1 Larinho 1 1 Felgueiras 1 1 Peredo dos Castelhanos 1 1 Urros Horta da Vilariça/Vide Junqueira/ Nozelos Castedo Carvalhal Cabanas de Baixo Maçores 1 Açoreira Sequeiros Adeganha Estevais/Póvoa Souto da Velha Cabeça Boa Cabeça de Mouro Cabanas de Cima Foz Levantamento efectuado pela Rede Social (2010) E Existentes P- Programados 20

21 Áreas/Taxas de Cobertura (a) Infância/Juventude Tabela III Respostas Sociais / Áreas/ Taxa de Cobertura Taxa de Cobertura do Distrito Taxa de Cobertura do Concelho 26,26% 14,82% Idosos Deficiência 21,01% 25,89% 2,26% Fonte: Centro Distrital de Segurança Social de Bragança a) - Taxas de cobertura calculadas com base nos seguintes dados: Capacidade de resposta das IPSS`si em Dezembro de 2008; - Infância e juventude com dados da população residente, em 31 de Dezembro de 2006, grupo etário dos 0-14 anos, INE; - Idosos - população residente em 31 de Dezembro de 2006; INE; - População residente com deficiência, Censos 2001,INE. Verifica-se que o concelho está coberto por uma rede de serviços de apoio social na área da infância/juventude e população idosa, porém salienta-se a inexistência de respostas sociais direccionadas para a população com deficiência, situação que se agrava pelo facto de a nível Distrital nesta área a resposta ser bastante reduzida (2,26%). 1. INFÂNCIA E JUVENTUDE Faixa Etária TABELA IV População Infantil e Juvenil no Concelho Total da População Infantil/ Juvenil 0-14 Anos Anos 1118 Fonte: Anuário Estatístico da Região Norte (2004) % da População Infantil/ Juvenil 23,16% 21

22 No que concerne às respostas sociais para crianças dos 3 meses aos 3 anos de idade, no concelho existem apenas 2 Creches: - Centro Social e Paroquial de Torre de Moncorvo; - Centro Social e Paroquial de Carviçais. De salientar que na sequência do parecer emitido de uma candidatura ao PARES, em 08 de Novembro de 2007, apresentada pelo Centro Paroquial Assistência, para a resposta social Creche com lotação para 33 crianças. Existem ainda 6 amas que desenvolvem a sua actividade na Sede do Concelho. IDADE TABELA V Distribuição das Crianças /Sexo/Idade/no Serviço de Amas Número de Crianças Masculino Feminino 0 a 1 Ano 1 1»1 a 2 Anos 3 3» 2 a 3 Anos 4 12 Total 8 16 Fonte: Centro Distrital de Segurança Social de Bragança (Maio de 2010) Número de Amas Média de Crianças/Amas 6 Amas 4 Crianças/Amas AMAS: As amas do concelho foram enquadradas orgânica e funcionalmente no Centro Distrital de Segurança Social de Bragança em 1/06/2005. Desde essa data a capacidade de resposta tem sido de 4 crianças para cada uma das Amas em funcionalidade, sendo que o Programa de Amas compreende 6 amas e a sua capacidade é de 24 crianças. 22

23 TABELAVI Rede Pública dos Jardins de Infância do Concelho de Torre de Moncorvo Designação do Equipamento Jardim de Infância Localização Valência Nº de Crianças Cabanas de Baixo Jardim de Infância 5 Cardanha Jardim de Infância 6 Carvalhal Jardim de Infância 6 Carviçais Jardim de Infância 5 Felgar Jardim de Infância 10 Larinho Jardim de Infância 6 Lousa Jardim de Infância 7 Moncorvo Nº 1 Jardim de Infância 43 Moncorvo Nº 2 Jardim de Infância 32 TOTAL DE CRIANÇAS 120 Fonte: Agrupamento Vertical de Escolas do Concelho de Torre de Moncorvo (2010/2011) TABELA VII Equipamentos Sociais para Infância/Juventude do Concelho de Torre de Moncorvo Designação do Equipamento Valência Nº de Crianças Centro Social e Paroquial Torre de Moncorvo Creche 20 Jardim de Infância 17 Centro Social e Paroquial de Carviçais Creche 12 TOTAL 49 Fonte: Centro Social e Paroquial de Moncorvo e Centro Social e Paroquial de Carviçais (2010) 23

24 Foram implementados no concelho vários Programas direccionados à Infância e Juventude, nomeadamente: - Programa de Desenvolvimento Pré Escolar que inclui o fornecimento de refeições e prolongamento de horário nas seguintes modalidades: - Das 8.00 às 9.00 horas - Das 12:00 às horas - Das 16:00 às horas - Actividades de Enriquecimento Curricular para 1º Ciclo do Ensino Básico - (Inglês, Música e Educação Física) com horário até as 17.30; - Programa de Generalização das refeições do 1º Ciclo do ensino básico; - Programa de Fruta Escolar para o 1º Ciclo do ensino Básico 2. IDOSOS TABELA VIII População Idosa Residente no Concelho População Total Total da População Idosa % da População Idosa ,75 Fonte: INE (2001) O Concelho de Torre de Moncorvo enfrenta o fenómeno do envelhecimento demográfico. A população está a envelhecer devido à diminuição da população jovem e aumento da esperança de vida. No último período inter-censitário, o grupo etário dos 65 e mais anos registou um aumento de 6,57%, equivalendo a um aumento de 620 idosos. Actualmente os idosos representam 28,75 % da população residente no concelho. 24

25 Os idosos têm merecido especial atenção por parte de todos os que trabalham no domínio de Acção Social pois este é um dos grupos mais vulneráveis à pobreza e exclusão social, sendo o primeiro Eixo de Intervenção do Diagnóstico Social. Com o intuito de dar resposta às necessidades crescentes desta população e contribuir para a sua integração, surgem no concelho vários serviços de apoio social: Designação da Entidade TABELA IX Serviços e Equipamentos de apoio à População Idosa: Localização Serviço/Equipamento Utentes Nº Nº de Pedidos para a Valência Lar Santa Casa da Misericórdia Torre de Moncorvo e Lousa Centro de Dia Valência Apoio Domiciliário 60 Programada c/ 70 pessoas Apoio Domiciliário Integrado 35 inscritas (lousa) Lar 17 Associação Bem Fazer De Mós Mós Centro de Dia 9 50 Apoio Domiciliário 5 Centro de Dia 16 Associação Sócio-Cultural e Recreativa de Felgar Felgar Apoio Domiciliário 3 Apoio Domiciliário Integrado 15 Valência Programada c/ 30 pessoas inscritas Associação Lar 16 Sócio-Cultural de Peredo dos Castelhanos Peredo dos Castelhanos Centro de Dia 6 Apoio Domiciliário 16 4 Centro Social e Paroquial de de Felgueiras Lar 25 Centro de Dia

26 Felgueiras Apoio Domiciliário 5 Centro Social Lar 20 e Paroquial de Carviçais Carviçais Centro de Dia 30 Apoio Domiciliário Centro Social Lar 25 e Paroquial de Larinho Larinho Centro de Dia 15 Apoio Domiciliário 5 68 Centro Social e Paroquial Nossa Senhora Cardanha Da Oliveira de Cardanha Fundação Francisco Torre de António Moncorvo Meireles Fonte: IPSS`s do Concelho (2010) Apoio Domiciliário (Cardanha/Estevais) 22 Lar Constata-se que os equipamentos que prestam apoio aos idosos são IPSS`s, organizações sem fins lucrativos, não existindo no concelho qualquer estabelecimento com fins lucrativos. As IPSS`s dependem em grande parte dos recursos financeiros nacionais e limitam a sua actividade às valências acordadas com a Segurança Social. A taxa de cobertura dos equipamentos e serviços de apoio á população idosa, calculada com base na capacidade de resposta e os efectivos deste grupo etário, revela que o conjunto destas valências abrange 15,06% da população idosa residente no concelho. Nem todas as freguesias e localidades possuem um equipamento social, como é o caso das Freguesias de Açoreira, Adeganha, Castedo, Cabeça Boa, Souto da Velha e Urros, contudo instituições sedeadas noutras Freguesias têm vindo a assegurar esse apoio garantindo desta forma a cobertura de toda a área do concelho. 26

27 Tabela X IPSS`s que prestam Apoio às Freguesias/Localidades sem equipamentos de Apoio aos Idosos: IPSS`s que prestam apoio aos Idosos Freguesias /localidades sem equipamento de apoio Serviço Prestado Santa Casa da Misericórdia de Moncorvo Santa Casa da Misericórdia de Moncorvo (Lousa) Associação Sócio-Cultural de Felgar Associação Social e Cultural de Peredo dos Castelhanos Fonte: IPSS`s do Concelho (2010) Açoreira / Sequeiros/Adeganha/ Junqueira/Nozelos, Estevais da Vilariça/ Póvoa Castedo /Cabeça Boa / Cabeça de Mouro/ Cabanas de Baixo/ Cabanas de Cima/ Foz do Sabor/Horta da Vilariça/Vide Carvalhal/ Souto da Velha Maçores/Urros AD/ADI AD/ADI AD/ADI AD Relativamente ao número de inscrições para ingressar na valência Lar constata-se que o elevado número de idosos inscritos se deve à sobreposição de inscrição nos vários Lares existentes no Concelho. No que diz respeito à capacidade dos equipamentos e às listas de espera existentes, constatamos que a resposta Lar é a única com lista de espera. A taxa de utilização da valência Lar é na ordem dos 100%, a valência Apoio Domiciliário tem igualmente uma taxa de utilização elevada, na ordem de 88,28% e a valência de Centro de dia é a resposta menos procurada pela população idosa do concelho correspondendo a 67,31%. Como já referimos o internamento em lar é a solução mais procurada contudo existem outras respostas que devidamente adequadas às necessidades reais de cada idoso, como 27

28 por exemplo o Apoio Domiciliário, podem contribuir para a manutenção do idoso no seu domicílio, criando alternativas à institucionalização das pessoas idosas. Devem ser criadas condições para que o idoso apenas saia do seu espaço físico ou familiar quando a debilidade física ou de saúde não lhe permitam manter-se no seu meio. Salientando-se o facto de neste momento no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados estar em funcionamento uma Unidade de Cuidados Continuados tipologia de Longa Duração e Manutenção (ULDM) com um total de 19 camas. Encontra-se também em fase de constituição uma Equipa de Cuidados Continuados Integrados (ECCI). Constata-se ainda a ausência de Acolhimento Social ou Famílias de Acolhimento no concelho. Esta resposta social consiste em integrar temporariamente ou permanentemente, em famílias consideradas idóneas, idosos e adultos com deficiência, quando se verifiquem situações de inexistência ou insuficiência de respostas sociais eficazes que assegurem o apoio adequado á manutenção no seu domicílio ou ausência da respectiva família ou quando esta não reúna condições mínimas para assegurar o seu acompanhamento. 3. DEFICIÊNCIA/ DEPENDÊNCIA: A lei de bases da prevenção e da reabilitação e integração das pessoas com deficiência define que o individuo deficiente é aquele que, por motivo de perda ou anomalia, congénita ou adquirida, de estrutura ou função psicológica, intelectualmente, fisiológica ou anatómica susceptível de provocar restrições de capacidade. Este artigo prevê igualmente que este indivíduo poderá considerar-se em desvantagem para o exercício de actividades consideradas normais segundo os padrões de idade, sexo e factores sócio - culturais dominantes. Relativamente às instituições do Distrito de Bragança que prestam apoio a pessoas com deficiência apresentamos um quadro síntese das mesmas. 28

29 Tabela XI Instituições de Apoio a Deficiência/ Localização/Valências/ nº de utentes (Distrito de Bragança) Nome da Instituição Localização Valências Capacidade Nº utentes do Concelho ASCUDT - Associação Sócio - Cultural dos Deficientes de Trás os - Montes - Abrange diferentes tipologias de deficiência (multideficiências, visual, auditiva, mental, paralisia cerebral e orgânica) APPADI - (Associação de Pais e Amigos do Diminuído Intelectual) Bragança Bragança Residência Autónoma 5 Apoio Domiciliário 3 Centro de Actividades Ocupacionais 40 Lar Residencial para 40 Crianças e Jovens com Deficiência Lar Residencial para Jovens e Adultos com deficiência 30 Centro de Actividades Ocupacionais APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental) Mirandela Lar Residencial Centro de Actividades Ocupacionais 4 30 CERCIMAC (Cooperativa de Centro de Actividades 20 Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Macedo de Cavaleiros) Macedo de Cavaleiros Ocupacionais Centro de Educação Especial de Lar Residencial 68 Bragança Bragança Centro de Actividades 90 Ocupacionais Intervenção Precoce 12 Apoio Ambulatório 6 Fonte: Centro Distrital de Segurança Social de Bragança (Maio de 2010) 1 29

30 Existem 12 utentes do concelho de Torre de Moncorvo institucionalizados em duas entidades que prestam apoio a pessoas com deficiência, sendo estas APADI (Associação de Pais e Amigos do Diminuído Intelectual) e CEE (Centro de Educação Especial), sedeadas em Bragança. TABELA XII Distribuição da População Deficiente/ Tipologia da Deficiência/Sexo: TIPOLOGIA DAS DEFICIÊNCIAS < 15 anos anos > 64 anos Totais H M H M H M H M Auditiva Visual Motora D. Mental Paralisia Cerebral Outras Deficiências Totais Fonte: Centro Distrital de Segurança Social de Bragança (Maio 2010) 30

31 ANÁLISE SWOT FORÇAS IPSS`s com valências: Lar de Idosos, lar de Jovens Feminino; Centro de Dia, Apoio Domiciliário e Apoio Domiciliário Integrado; Creches e Jardins de Infância Unidade de Cuidados Continuados de Longa Duração e Manutenção (ULDM) Rede Social FRAQUEZAS Deficit de Equipamentos de Apoio à Terceira Idade, nomeadamente na valência Lar e Centro de Noite Baixos rendimentos Isolamento e sócio - familiar dos idosos Ausência de retaguarda familiar Insuficiência de formação profissional para os funcionários das IPSS`s e dirigentes Necessidade de reforçar actividades lúdicas e de lazer para os idosos Falta de cultura de parceria interinstitucional (IPSS`s) Inexistência de Equipamento na Área da Deficiência Inexistência de uma Rede Formal de Apoio aos Idoso 31

32 AMEAÇAS Aumento da população Idosa Aumento do índice de envelhecimento e índice de dependência Aumento da procura de serviços de apoio á terceira idade Fragilização das estruturas familiares (aumentam as dificuldades de compatibilizar o trabalho com a vida familiar) OPORTUNIDADES Políticas Sociais Nacionais para os Idosos: - Complemento Solidário para Idosos - Rede Nacional de Cuidados Continuados Rede Social PNAI (Plano nacional para a Inclusão) PARES (Programa de Alargamento de Equipamentos Sociais) SOLARH (Programa de Solidariedade à Recuperação de Habitação) CAUSAS: Insuficiência de equipamentos; Falta de recursos financeiros; Fenómeno de despovoamento associado a fraca oportunidade de trabalho; Alteração do modelo de família; Frágil articulação interinstitucional. 32

33 ÁREAS PRIORITÁRIAS DE INTERVENÇÃO Melhorar a qualidade de vida da população idosa residente no concelho; Combater o isolamento pessoal e social dos idosos, preservando a sua autonomia e ligação a espaços que lhes são familiares; Mobilizar a comunidade, dinamizar actividades sócio - culturais capazes de envolver a população e convívio inter - geracional, acções capazes de promover o estatuto do idoso; Articular as respostas entre instituições procurando optimizar os equipamentos e os serviços. 33

34 Rede Social de Torre de Moncorvo EDUCAÇÃO Capítulo IV 34

35 A democratização do ensino a partir do século XX procurou ter em atenção a diversidade dos indivíduos, com o objectivo de criar uma escola inclusiva. Este espaço não tem conseguido abranger toda esta diversidade, sendo assim a própria escola geradora de desigualdades. A escola está em crise, porque a Escola para todos não individualiza o ensino de acordo com as necessidades de cada um, usando um modelo uniforme como se de um se tratasse. Não tem em conta diversos factores como a heterogeneidade dos indivíduos, as assimetrias sociais e económicas, o capital escolar e cultural dos seus progenitores (Rostos de Exclusão, 1999). A educação é um domínio de vulnerabilidade à pobreza e à exclusão social. Os baixos níveis de instrução e qualificação académica vão condicionar o acesso e as condições de acesso ao mercado de emprego. A educação é um dos motores, se não o mais importante, de desenvolvimento de um país ou região, especialmente, das regiões rurais. De facto, a importância do ensino e da formação profissional é decisiva no processo de desenvolvimento, pois desempenha um papel activo na consciencialização e mobilização dos actores locais. Por outro lado, indivíduos com maiores qualificações académicas e profissionais terão maior autonomia e poder de negociação nas relações laborais. O que lhes confere maior poder de reivindicação, uma afectação ao trabalho e maior estabilidade financeira, com todas as consequências positivas que isso lhes pode trazer para as outras esferas da sua vida. 35

36 1. A EDUCAÇÃO E A POPULAÇÃO DE TORRE DE MONCORVO O Concelho de Torre de Moncorvo tem acompanhado a evolução da chamada demografia moderna, ou seja, tem assistido a uma redução da sua taxa de analfabetismo, embora, comparativamente às médias nacional e regional, apresente valores superiores. TABELA XIII População residente/ nível de ensino atingido e sexo/taxa de analfabetismo: Nível de Ensino Homens Mulheres Total Nenhum ª Ciclo º Ciclo º Ciclo Secundário Médio Superior Taxa de analfabetismo em % Taxa de analfabetismo em ,8% Fonte: Recenseamento Geral da População e Habitação (Censos 2001) Gráfico nº 1 Taxa de analfabetismo em 1991 e 2001 no Concelho de Torre de Moncorvo

37 Este indicador traduz alguma dinâmica do ponto de vista do desenvolvimento do concelho o que significa que há cada vez menos pessoas excluídas das competências básicas, isto é, saber ler e escrever, o que favorece a sua participação plena na comunidade. O aumento da alfabetização da população, é sem dúvida, uma mais-valia para o desenvolvimento local, pois quanto maior escolarizada for a população, mais capacitada está para gozar da sua autonomia e cidadania efectiva. Relativamente à escolaridade obrigatória, podemos perceber, que ao nível do primeiro ciclo do ensino básico, é o valor que lidera a tabela indivíduos (44,2%), o que poderá estar relacionado com a população que nasceu antes de 1966 e para aquela seria a escolaridade obrigatória. Relativamente ao 2º e 3º Ciclos do ensino básico, Torre de Moncorvo apresenta as seguintes taxas: 11,34% e 7,43%, respectivamente. Com excepção do ensino secundário, à medida que aumenta o nível de ensino, diminui proporcionalmente a percentagem da população. Estes valores reflectem a condição geográfica do concelho, é uma região com características de interioridade e fortemente rural, resultando nos baixos níveis de escolaridade da população. Por isso necessita de uma política de desenvolvimento local integrada, que atenda especialmente a esta particularidade. As baixas qualificações académicas e profissionais para além de dificultar a entrada no mercado de trabalho, também, dificultam um possível processo de reconversão profissional. Condiciona, simultaneamente, a sua condição face ao mercado de emprego e ao sistema de salários. Determina igualmente o sector económico no qual o indivíduo se irá inserir, ficando, deste modo, mais sujeito aos sectores onde os salários médios são mais baixos, os empregos mais precários e, consequentemente ficam mais vulneráveis às situações de desemprego, mas também, está sujeito à economia paralela. Por tudo isto, podemos concluir que o risco de pobreza é mais elevado para os indivíduos com baixas qualificações académicas e profissionais. Podemos concluir ainda que, as áreas rurais são espaços especialmente vulneráveis à pobreza e à exclusão social face às baixas qualificações académicas e profissionais das populações, sendo necessário, para colmatar esta situação, apostar na formação da actual população adulta, através da educação extra escolar (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC); Cursos de Formação de Adultos (EFA), Cursos de Educação e Formação (CEF), Cursos de Especialização Tecnológica (CET) podendo desta forma contribuir para o desenvolvimento. 37

38 2. RECURSOS EDUCATIVOS DO CONCELHO DE TORRE DE MONCORVO A Lei nº 5/97, de 10 de Fevereiro, Lei - quadro de Educação Pré Escolar, consagra no seu artigo 2º, a educação pré escolar como sendo a primeira etapa no processo da educação ao longo da vida. Ao Estado compete contribuir para a universalização da oferta da Educação Pré Escolar. Destina se a crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e os 6 anos de idade, sendo facultativa a sua frequência nestes estabelecimentos de Educação Pré Escolar (Instituição que presta serviços para assegurar o desenvolvimento da criança, assegurando lhe actividades educativas e de apoio à família), uma vez que compete à família a educação e ao estado contribuir para a universalização da oferta da Educação Pré Escolar. Esta tem como finalidade a promoção do desenvolvimento pessoal e social da criança, a sua integração em diferentes grupos sociais, no respeito pela pluralidade de culturas, consciencializando a do seu papel enquanto membro de uma sociedade. Procura também contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso da aprendizagem, estimular o seu desenvolvimento global, respeitando as características individuais de cada criança, desenvolve e expressão e a comunicação através da utilização de linguagens múltiplas. Ainda no que concerne aos seus objectivos, pretende proporcionar às crianças condições de bem estar e segurança, realizar a despistagem de inadaptações e deficiências, de forma a efectuar a melhor orientação e encaminhamento. Tem ainda a importante função de incentivar a participação da família no processo educativo do seu educando e estabelecer relações de colaboração com a comunidade. TABELA XIV Nº de alunos dos Jardins de Infância do Concelho de Torre de Moncorvo: Jardins de Infância Total NEE (Necessidades Educativas Especiais) Cabanas de Baixo 5 Cardanha 6 Carvalhal 6 Carviçais 5 Felgar 10 Larinho 6 Lousa 7 Moncorvo nº 1 43 Moncorvo nº 2 32 Total 120 Fonte: Agrupamento Vertical de Escolas de Torre de Moncorvo (Ano lectivo 2010/2011) 38

39 É possível verificar que os Jardins-de-Infância Públicos existentes no Concelho integram 120 crianças, distribuídas por 9 estabelecimentos de ensino. Relativamente ao 1º ciclo do ensino básico no ano lectivo de 2004/2005 estavam em funcionamento 17 escolas do 1º ciclo com um total de 312 alunos e no ano lectivo de 2005/ escolas em funcionamento com um total de 276 alunos. Actualmente existem 3 escolas em funcionamento, nomeadamente Carvalhal, Felgar e Torre de Moncorvo. TABELA XV Nº de alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico do Concelho de Torre de Moncorvo: Escolas do 1º Ciclo 1º Ano 2º Ano 3º Ano 4º Ano Total Alunos c/ Necessidades Educativas Especiais Carvalhal Felgar Torre de Moncorvo Total Fonte: Agrupamento Vertical de Escolas do Concelho de Torre de Moncorvo (ano Lectivo 2010/2011) As escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico cobrem as necessidades de todo o Concelho. No que diz respeito às escolas rurais, as refeições das crianças são servidas pelas IPSS`s através de um protocolo entre a DREN (Direcção Regional de Educação do Norte) e a Câmara Municipal. Na Sede de Concelho este serviço é prestado pela Cantina Municipal. Níveis de Ensino TABELA XVI Nº de alunos do 2º e 3º ciclo do Concelho: Segundo Ciclo Terceiro Ciclo Terceiro Ciclo CEF (Curso de Educação Formação Anos 5º Ano 6º Ano 7º Ano 8º Ano 9º Ano 15 (jardinagem) Turmas (canalizador) Nº de alunos PIEF 12 Fonte: Agrupamento de Escolas do Concelho de Torre de Moncorvo (Ano Lectivo 2010/2011) 39

40 TABELA XVII Número de alunos do Ensino Secundário do Concelho Níveis de Secundário EFA Ensino Ensino Básico Ensino Secundário Anos 10º Ano 11º Ano 12º Ano Turmas Nº de alunos ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos Anos Nº de Alunos TOTAL Técnico de Gás Técnico de Electricidade Técnico de Turismo 10º Ano º Ano 13 12ºAno 8 Fonte: Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo (Ano Lectivo 2010/2011) Numa primeira conclusão podemos afirmar que a tendência verificada é a da diminuição do número de alunos na generalidade das freguesias. Esta diminuição está relacionada com os fenómenos naturais, por um lado e com os fluxos migratórios, por outro. 40

41 ANÁLISE SWOT FORÇAS FRAQUEZAS Agrupamento de Escolas do Concelho de Torre de Moncorvo Educação e Formação de Adultos PIEF (Plano Integrado de Educação e Formação) Baixos níveis de escolaridade da população residente Despovoamento nas zonas rurais Existência de um número significativo de alunos Carenciados CEF (Curso de Educação e formação) Ausência de Gabinete do aluno CET`s (Curso de Especialização Tecnológica) RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências) Várias Instituições Promotoras de Formação Apoio de Acção Social Escolar AMEAÇAS OPORTUNIDADES Baixa taxa de natalidade Rede Social Despovoamento nas zonas Cursos alternativos ao ensino 41

42 rurais Regular: (PIEF; CEF; CET) Diminuição da população escolar Existência de todos os níveis Reconversão Académica de Ensino á excepção do Ensino Superior Existência de várias entidades promotoras de Formação Profissional, Locais e Regionais. ÁREAS PRIORITÁRIAS DE INTERVENÇÂO A Educação constitui um dos pilares das Sociedades Modernas indutor de Desenvolvimento social e económico. É necessário apostar numa escola mais atractiva e eficiente, trabalhando o grau de motivação de toda a comunidade escolar, nomeadamente: Sensibilização da família/encarregados de educação e comunidade escolar para a importância da escola; Aumentar as respostas sociais de apoio à família; Valorização e motivação para a formação técnicoprofissional criando simultaneamente alternativas ao abandono escolar; Proporcionar apoio psicológico e orientação dos alunos no seu trajecto educacional e profissional. 42

43 Rede Social de Torre de Moncorvo EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL Capítulo V 43

44 1. RESUMO DAS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS SÒCIO-ECONÓMICAS A actividade económica do Concelho de Torre de Moncorvo é distribuída da seguinte forma: TABELA XVIII Sectores de actividades do Concelho de Torre de Moncorvo ( ) Sectores de Actividades Primário Secundário Terciário ,2% 22,0% 15,7% 19,9% 40,1% 58,1% Fonte: INE - Censos 2001 De acordo com os censos de 1991 a 2001, o Concelho de Torre de Moncorvo perdeu metade da população activa a laborar no sector primário passando de 44,2% para 22%. A modernização da agricultura, o efeito da emigração, a procura de empregos menos duros fisicamente e o relevo heterogéneo do concelho são factores directamente relacionados com a quebra deste sector de actividade. Contrariamente os sectores secundário e nomeadamente o terciário tendem a aumentar, devido ao desenvolvimento ocorrido nos últimos anos, salienta se que o concelho de Torre de Moncorvo é um dos concelhos mais Comercial e Urbano do Douro Superior, sendo também o que apresenta um maior número de Serviços Públicos, passando de 40,1% para 58,1%. O sector terciário representa 73,8% da actividade económica, com uma forte vertente para as áreas do comércio e turismo. Do total (894) de empresas do Concelho Inscritas na Região Norte segundo o CAE- VER.2, estas distribuem - se pelas seguintes áreas de actividade: - Comércio por grosso e a retalho, reparação de veículos automóveis, motociclos e bens de uso pessoal e doméstico (297» 33,22%); - Agricultura, produção animal, caça, silvicultura e pesca (194» 21,7%); 44

45 - Alojamento e Restauração (105» 11,7%); Câmara Municipal Torre de Moncorvo - Indústrias extractivas (77» (8,6%); - Construção (59» 6,6%) - Transportes, armazenagem e comunicações (39» 4,36%); - Actividades mobiliárias, alugueres e serviços prestados às empresas ( 38»4,25%); - Mal definidas (39» 4,36%); As restantes actividades económicas situam se abaixo dos 5,5%. As duas primeiras áreas de actividades económicas somam no seu conjunto cerca de 54,92% do total das empresas com sede no concelho. Em relação às sociedades com sede no concelho, verifica-se um total de 111 sociedades, ressaltando se as seguintes áreas de actividade: - Agricultura, produção animal, (10 sociedades); - Industrias Transformadoras (10 sociedades); - Construção (8 sociedades); - Comércio por grosso e a retalho. (38 sociedades); - Transportes, armazenamento, e comunicações (19 sociedades); - Actividades imobiliárias (11 sociedades); - Indústrias Extractivas (1 sociedade); - Actividades Financeiras (1 sociedade); - Alojamento e Restauração (5 sociedades); - Outras (8 sociedades). Este conjunto de sociedades enraizadas no Concelho de torre de Moncorvo empregava 412 indivíduos. Do total da população activa (3008 indivíduos), 1930 são do sexo masculino e 1078 do sexo feminino, sendo a taxa de actividade de 33,8 %. A taxa de actividade entre 1991 (31,4%) e 2001 (33,8%) aumentou cerca de 2,4%, valor esse inferior à região do norte e Portugal, que representavam em 2001 taxas de actividade de 45

46 52,3% e 51,7 respectivamente. Sublinhe - se que a taxa de actividade feminina aumentou nesta mesma década de forma significativa, tendo passado de 19,1% para 25%. Embora a taxa de actividade feminina tenha aumentado, esta continua inferior à região do Norte e do País. O aumento da taxa de actividade feminina pode estar relacionada com a evolução da escolarização e da terciarização (indicadores de modernização), mas também poderá estar associado a estratégias familiares de sobrevivência, para fazer face às dificuldades económicas. Refira-se que nos últimos anos se tem vindo a assistir a feminização do mercado de trabalho embora, de forma discriminatória no que concerne ao nível remuneratório e ao acesso a posições de chefia nas organizações. Diversos estudos têm vindo a verificar que existe uma relação particular das mulheres com o mercado de trabalho e que se traduz na seguinte ideia: quando há uma forte procura de trabalho, a participação das mulheres aumenta substancialmente, quando há uma retracção dá-se o inverso, sem que isto se traduza necessariamente num aumento de desemprego. Têm portanto, a função de absorção dos choques da procura de emprego. Esta participação marginal das mulheres no mercado de emprego pode servir como uma vulnerabilidade a situações de pobreza e exclusão social. (1) 46

47 2. PERFIL DA POPULAÇÃO DESEMPREGADA Segundo o Centro de Emprego e Formação Profissional de Torre de Moncorvo a população desempregada no concelho em Setembro de 2010 era de 505 indivíduos, na sua maioria mulheres (355). TABELA XIX Desemprego registado no Concelho/ Género/ Situação face ao emprego População desempregada Procura do Primeiro Emprego Procura de Novo Emprego Ano Homem Mulher Total Setembro Fonte: (Setembro 2010) Variação da Taxa de Desemprego em 1991/2001/ Sexo no Concelho HM H M HM H M A taxa de desemprego era de 10,3% em 2001, tendo aumentado relativamente ao ano de 1991 cerca de 3,4%. Aumento esse que se deve maioritariamente ao aumento do desemprego quer do sexo masculino quer do sexo feminino, uma vez que a taxa de desemprego aumentou numa década 3,3% no sexo masculino e no sexo feminino 1,6% respectivamente. 47

48 Em termos comparativos, a taxa de desemprego do concelho de Torre de Moncorvo era superior às taxas de desemprego do País e da Região Norte que apresentam valores de 7,2% e 8,7% respectivamente. O desemprego feminino no concelho é particularmente crítico uma vez que não parece haver um mercado suficientemente capaz de absorver esta franja de mão-de-obra, situação agudizada pelos seus baixos níveis de qualificação. A população residente desempregada do concelho do sexo feminino é de 305 mulheres. De Salientar que segundo as estatísticas do desemprego o concelho de Torre de Moncorvo com uma taxa de actividade de 33.8 % a taxa de desemprego diminuiu face ao empreendimento da construção hidroeléctrica do Baixo Sabor, situando - se nos 5.04%. Contudo, é necessário avaliar estes dados com uma certa relatividade pois, estes dados oficiais não contemplam as economias de subsistência familiar e as actividades de economia paralela ao nível do sector industrial, que podem por isso, não corresponder à realidade social da região. TABELA XX Desemprego registado no Concelho segundo o Grupo etário Grupo Etário «25 Anos Anos Anos 55 Anos e + Total Ano Fonte: (Setembro de 2010) Relativamente à idade, destaca-se o escalão etário dos 35 aos 54 anos, só neste grupo concentra um total de 215 desempregados representando cerca de 42,57% da população desempregada, seguindo-se o escalão etário dos + de 55 anos com 125 inscritos cerca de 24,75%, o escalão etário dos 25 aos 34 anos com 95 desempregados cerca de 18,81% e por último o escalão com 25 anos com um total de 70 indivíduos desempregados, correspondendo a 13,86%. Concentrando-nos agora numa análise mais pormenorizada da população residente segundo a condição perante a actividade económica e por freguesia, verificamos que é na sede de concelho que existe maior proporção de pessoas com actividade económica, o que certamente está relacionado com indicadores de modernidade, urbanização e industrialização, contrariamente nas restantes freguesias, onde predominam as marcas de ruralidade e onde as estruturas de emprego são escassas, a actividade predominante dos 48

49 homens e da maioria das mulheres é a agricultura, sendo algumas domésticas. Salienta-se que do total da população residente 28,75 % representam a população residente com mais de 65 anos de idade, e 38% da população não tem qualquer actividade. TABELA XXI Desemprego registado no Concelho segundo os níveis de Escolaridade Nível de «1º 1º 2º 3º Secundário Superior TOTAL escolaridade Ciclo EB Ciclo EB Ciclo EB Ciclo EB Ano de Fonte: (Setembro de 2010) Como é possível deduzir pelos dados já analisados ao nível da escolarização da população residente do Concelho, o nível de instrução da população desempregada do Concelho de Torre de Moncorvo está predominantemente concentrada no ensino básico, a maioria encontra-se no 1º ciclo do ensino básico 30,29% e 17,82% possui o 2º ciclo do ensino básico, apenas 79 dos desempregados possui o ensino secundário correspondendo a 15,64%, no ensino superior encontramos 40 indivíduos correspondendo a 7,9%, sem qualquer grau de ensino encontram-se 38 indivíduos correspondendo a 7,52% dos desempregados inscritos. Em suma, pode dizer-se que as qualificações académicas da população desempregada são baixas. Esta sub escolarização dificulta a inserção desta população no mercado de trabalho e quando esta se dá, é quase sempre feita em empregos precários ou na economia informal, o que pode desencadear fenómenos de Pobreza e Exclusão social. 49

50 3. PROGRAMAS E MEDIDAS ADOPTADAS PELO CENTRO DE EMPREGO DE TORRE DE MONCORVO O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) é um organismo público, sob a tutela do Ministério da Segurança Social e do Trabalho, ao qual compete a execução das políticas de emprego e formação profissional, definidas e aprovadas pelo governo. O Centro de Emprego de Torre de Moncorvo procura ajustar as acções de acordo com as características dos concelhos da sua área de influência, nomeadamente Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta e Vila Nova de Foz Côa. No âmbito das políticas de emprego e formação profissional, o Centro de Emprego de Moncorvo desenvolve medidas que, definidas pelo IEFP, assumem uma maior ou menor importância, mediante o investimento comunitário atribuído a cada uma dessas medidas de emprego e as prestações técnicas. As primeiras dizem respeito a estruturas que visam colmatar o desajustamento entre a oferta e a procura, bem como as dificuldades de inserção dos indivíduos desempregados ou em situação precária, através de incentivos cedidos a organismos públicos e privados que passam a assumir um certo protagonismo nesta matéria, quer ao nível de orientação, colocação, organização de estágios e formação profissional, no apoio à criação de novas empresas, na promoção de novos postos de trabalho e na satisfação de necessidades de mãode-obra. Os destinatários destas iniciativas são os Jovens desempregados à procura do 1º emprego, desempregados à procura de novo emprego, desempregados de longa duração, Criadores de empresas, Empresas e Entidades. 50

51 ANÁLISE SWOT FORÇAS FRAQUEZAS GLOCAL IEFP Escolas Profissionais Comercio e Industria Turismo Agricultura Artesanato Património Histórico e Arquitectónico Produtos Regionais Desajustamento entre as qualificações escolares e as oportunidades no mercado de trabalho Baixas qualificações profissionais da população residente/população desempregada Maior incidência do desemprego feminino Fraco Tecido Empresarial Alterações do Modelo da População Construção do Complexo Hidroeléctrico do Baixo Sabor Construção do IP2; IC 5 e A4 AMEAÇAS OPORTUNIDADES Dificuldade em contornar as situações de desemprego Desertificação Glocal- Iniciativas Locais QREN 2007/2013 (Quadro de Referencia Estratégica Nacional) Concentração da população na Sede de Concelho Património Histórico e Arquitectónico (Produtos 51

52 Regionais de grande aceitação no mercado) Centros de Formação Certificação e validação de Competências) Microcrédito ÁREAS PRIORITÁRIAS DE INTERVENÇÃO Apostar na qualificação dos recursos humanos Promover a criação de auto emprego Fortalecer o tecido empresarial Promover Formação Profissional adequada às necessidades 52

53 Rede Social de Torre de Moncorvo SAÚDE Capítulo VI 53

54 Os Centros de Saúde constituem uma unidade Integrada no Sistema Nacional de Saúde mantendo-se na dependência orgânica e funcional da Administração Regional de Saúde. Funcionam como um espaço privilegiado de prestação de cuidados de saúde primários, direccionando a sua actividade, principalmente, para o indivíduo, a família, a comunidade e grupos mais vulneráveis da população. O Centro de Saúde de Moncorvo pertence à Região de Saúde do Norte. Trata-se de um Centro de Saúde Integrado localizado na sede do Concelho de Torre de Moncorvo fazendo parte do Agrupamento de Centros de Saúde do Nordeste ACES Nordeste. O Centro de Saúde presta cuidados personalizados e globais aos indivíduos/família ao longo do seu ciclo de vida, essenciais à manutenção da sua saúde. É constituído por um conjunto de unidades funcionais de prestação de cuidados de saúde primários designadamente: Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados UCSP que integra profissionais médicos, enfermeiros e assistentes técnicos. A organização dos serviços e a prestação dos cuidados é concretizada com base na interacção e cooperação de profissionais de distintas disciplinas e sectores, devidamente preparados para uma compreensão global do cidadão/utente. Assim, integra ainda equipas de saúde multidisciplinares constituídas por médicos, enfermeiros, assistentes técnicos, assistentes operacionais, bem como outros técnicos pertencentes quer à Unidade de Recursos Assistenciais e Partilhados URAP quer à Unidade de Saúde Pública - USP do ACEs, respectivamente: técnicos superiores de saúde, assistente social, estomatologista, radiologista, terapia da fala; e técnico de saúde ambiental, entre outros, procurando - se desta forma dar resposta às necessidades de saúde locais. O Centro de Saúde de Moncorvo tem apostado fortemente em programas de saúde ao nível da comunidade como sejam: Saúde Escolar, Cuidados Continuados Integrados, Intervenção Precoce, Caminhar para o Equilíbrio, entre outros; e desenvolve o seu trabalho em rede através da consolidação de parcerias com o Município, a Segurança Social, Agrupamento de Escolas, IPSS`s, etc. Abrange geograficamente toda área concelhia, assegurando a prestação dos cuidados de saúde a utentes (sede e extensões de saúde), distribuídos da seguinte forma: 54

55 Tabela Nº XXII Número de inscritos no Centro de Saúde/ Grupo Etário/Sexo Grupo Etário Sexo Masc. Sexo Fem. Total % «1 Ano Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos » = 76 Anos TOTAL Fonte: Centro de Saúde de Torre de Moncorvo (2010) Apoia ainda quatro extensões de saúde num total de 2404 utentes distribuídos pelas seguintes Freguesias: Cardanha, Carviçais, Felgar e Lousa. 55

56 Tabela XXIII Número de utentes por Extensão de Saúde/Sede Extensão de Saúde/ Sede Mas. % Fem. % Total Cardanha % % 293 Carviçais % % Felgar % % 651 Lousa % % 288 Sede % % TOTAL Fonte: Centro de Saúde de Moncorvo (2010) Actualmente, existem 19 utentes sem médico de família por opção, dos quais 15 pertencem à Sede e os restantes distribuídos pelas extensões. 56

57 ESTRUTURA ORGÂNICA DO CENTRO DE SAÚDE 57

58 ESTRUTURA FUNCIONAL DO CENTRO DE SAÚDE Actualmente, o Centro de Saúde encontra-se organizado em diferentes Unidades Funcionais abaixo identificadas. 58

59 RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS No Centro de Saúde de Torre de Moncorvo, cujos principais objectivos se centram na promoção da saúde, prevenção e tratamento da doença, a prestação de cuidados é assegurada por todos os profissionais que colaboram entre si nas diversas actividades, para se atingirem melhores níveis de saúde, factor decisivo para a qualidade de vida dos cidadãos. Os serviços de saúde encontram-se distribuídos por 2 pisos ligados por escadas e elevador, facilitando desta forma o acesso aos serviços por parte de todos os utentes: No rés-do-chão funcionam os seguintes serviços: Saúde do Adulto e do Idoso Saúde da Mulher e da Criança Nutrição Psicologia Estomatologia Radiologia Pé Diabético Tratamentos de Enfermagem Consulta Aberta Os serviços estão organizados por módulos e o trabalho estruturado em equipas multidisciplinares constituídas por: Médico, Enfermeiro, Assistente Técnico e Assistente Operacional. Existem três módulos, identificados de A a C. Nos primeiros dois (A e B) prestam cuidados profissionais médicos; enfermeiros; assistentes técnicos e assistente operacional. No Módulo C prestam serviços: um Nutricionista, uma Psicóloga, uma Estomatologista, um Técnico de Radiologia, uma Técnica de Podologia. 59

60 No piso1 funcionam: Coordenação do Centro de Saúde Gestão Administrativa Gestão do SINUS Gestão de Enfermagem Secretaria-geral Gabinete do Cidadão / Serviço Social Bar Sala de Reunião / Biblioteca Saúde Pública O Centro de Saúde de Moncorvo inclui na sua estrutura orgânica os seguintes serviços: Serviço de Ambulatório Este serviço encontra-se aberto diariamente das 8.00 H às H, privilegiando acções de promoção/vigilância, reabilitação da saúde e prevenção da doença. Em ambulatório o Centro de Saúde presta ainda os serviços de: - GABINETE DE UTENTE/SERVIÇO SOCIAL; - SAÚDE PÚBLICA/DELGAÇÃO DE SAÚDE; - PROGRAMAS DE SAÚDE; Vacinação Preparação para o parto Saúde escolar Saúde oral Educação para a saúde Apoio domiciliário de enfermagem Programa de Cuidados Continuados integrados/equipa referenciadora para a RNCCI Apoio à Toxicodependência Plano de contingência para as Ondas de Calor 60

61 Disponibiliza as seguintes consultas: Câmara Municipal Torre de Moncorvo Medicina geral e familiar; Outras especialidades - Reabilitação - Medicina dentária - Nutrição - Psicologia - Terapia da fala - Podologia - Enfermagem - Pé diabético - Cessação tabágica - Saúde infantil - Saúde Materna - Planeamento familiar - EXAMES COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO Radiologia Electrocardiogramas Espirometrias Consulta Aberta Actualmente, a Consulta Aberta funciona durante os dias de semana das 8 às 22 horas e aos fins-de-semana e feriados das 9 às 22 horas. As situações clínicas agudas de âmbito de ambulatório são atendidas pelos profissionais médicos de serviço nos horários atrás indicado. 61

62 RECURSOS HUMANOS Tal como se pode verificar através da Tabela XXIII, os Recursos Humanos encontramse repartidos da seguinte forma: Tabela XXIV Distribuição dos Recursos Humanos/ categorias profissionais Carreira Cont. FP Tempo Cont. FP Tempo Prestação de Indeterminado Determinado Serviços Total Médica 6 a) Tec. Sup Psicologia Tec. Sup Serviço Social Técnica Enfermagem Assistente Técnico Assistente operacional Fonte: Centro de Saúde 2010 a) Dos seis Médicos identificados, 1 acumula funções de Coordenação da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados e Representante do Director Executivo do ACES Nordeste. 62

63 RELAÇÕES INSTITUCIONAIS 63

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