URGÊNCIA E EMERGÊNCIA. Prof. Adélia Dalva

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1 URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Prof. Adélia Dalva

2 1. O tratamento emergencial da hipovolemia grave, em uma unidade de pronto atendimento, causada por choque hemorrágico, compreende as seguintes condutas terapêuticas, EXCETO: a) Punção de acesso venoso central b) Infusão inicial de 2000 ml de cristalóide c) Solicitação de tipagem sangüínea e prova cruzada d) Punção de dois acessos venosos periféricos de grosso calibre.

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4 2. Para a avaliação e tratamento primário das hemorragias no trauma, os protocolos do ATLS e PHTLS orientam a: a) garrotear 10 cm acima do sangramento externo em qualquer circunstância. b) comprimir o sangramento externo com compressa ou pano mais limpo possível e viabilizar reposição volêmica com soro em acessos venosos calibrosos. c) infundir sangue em acessos venosos calibrosos. d) oferecer bastante líquido para hidratar o paciente via oral.

5 3. A interpretação básica do ECG para identificação das arritmias potencialmente perigosas é uma importante habilidade a ser desenvolvida pelo enfermeiro. O ritmo a seguir trata-se de: a) Flutter atrial. b) Fibrilação atrial. c) Taquicardia ventricular. d) Bloqueio átrio-ventricular total

6 4. O critério de interpretação de ECG da questão anterior que foi seguido para o diagnóstico foi: a) presença de ondas delta. b) ausência de ondas P. c) ondas P serrilhadas. d) ausência de relação P/QRS

7 5. A principal causa de morte na população geral são as doenças cardiovasculares, culminando com o desenvolvimento de uma arritmia letal, que é: a) Fibrilação atrial. b) Flutter Atrial c) Fibrilação ventricular. d) Bloqueio átrio-ventricular total.

8 6. De acordo com sua resposta acima (5), identifique o tratamento emergencial daquela situação após o empenho de sua ambulância de suporte avançado que chega em 4 minutos ao local da chamada: a) Desfibrilação. b) Cardioversão. c) Marcapasso transcutâneo d) Monitorização de pressão venosa central.

9 7. A corrente de sobrevivência em pediatria prioriza, basicamente, a prevenção da parada cardíaca, porque ela tem um pobre prognóstico. Sobre o atendimento de emergência pediátrico, é CORRETO afirmar: a) A principal causa de PCR em crianças é a hipóxia secundária a problemas respiratórios. b) A desfibrilação é o tratamento emergencial mais adequado para a maioria das PCRs em crianças. c) O mecanismo de morte cardíaca mais comum nas crianças é a taquicardia ventricular sem pulso. d) A RCP na criança compreende a relação de 30 compressões torácicas para 2 ventilações, com dois socorristas.

10 8. Assinale a via de administração de medicações que deve ser utilizada em casos de emergência e a que causa menos risco ao paciente, respectivamente: A) Endovenosa e intramuscular; B) Intra cardíaca e oral; C) Endovenosa e oral; D) Oral e intramuscular; E) Intra cardíaca e endovenosa.

11 9. Entre as situações a seguir aquela que contra-indica formalmente a terapia trombolítica no infarto agudo do miocárdio com supra de ST é: a) Diabetes melito descompensada; b) História de acidente vascular encefálico hemorrágico há 2 anos; c) Idade superior a 65 anos; d) Hipertrigliceridemia acentuada.

12 A única ressalva para o uso de fibrinolítico refere-se aos indivíduos com idade > 75 anos, nos quais ocorre maior incidência de acidente vascular cerebral hemorrágico. Utilização preferencial da estreptoquinase (na dose de 1,5 milhões de unidades em 30 a 60 minutos).

13 10. Na parada cardíaca, ocorre uma interrupção na atividade mecânica de bombeamento eficaz do sangue. O potencial de sobrevivência depois da parada cardíaca depende de uma sequência de eventos que devem ser mantidos, considerando que a taxa de sobrevida é, de forma exponencial, dependente do tempo de início do suporte. Sobre esse assunto, analise as afirmativas abaixo:

14 I A parada cardíaca súbita tem como principal causa o infarto agudo do miocárdio. II Apresenta como sinais clínicos: inconsciência sem resposta a estímulo e ausência de pulso. III Na RCP a relação compressão ventilação em uma vítima adulta é de 30/2, totalizando 100 compressões torácicas e de 8 a 10 ventilações por minuto, sem pausa nas compressões. IV- Na manobra de RCP, a equipe deve reavaliar a vítima, após 2 minutos ou 5 ciclos, não demorando mais que 10 segundos.

15 Estão CORRETAS a) apenas I, II e III. b) apenas I e IV. c) apenas I, II e IV. d) apenas II e III. e) todas as alternativas.

16 11. A corrente de sobrevivência no adulto preconizada pela American Heart Association (AHA), de 2010, identifica cinco elos de prioridades de conduta que devem ser tomadas na vigência de uma parada cardíaca pré-hospitalar. Assinale a alternativa que representa estes 5 elos da corrente de sobrevivência no adulto:

17 a) Acesso precoce, transferência para o hospital, RCP, atendimento médico. b) Transferência imediata, vaga de CTI, suporte avançado de vida e desfibrilação. c) rápido reconhecimento da situação de emergência e ativação da equipe do sistema de atendimento de emergência, RCP imediata, desfibrilação imediata, suporte avançado imediato e suporte após-pcr. d) Acesso precoce, RCP precoce, desfibrilação precoce, suporte avançado de vida precoce.

18 12. A corrente da sobrevivência no adulto da AHA a partir das diretrizes mundiais de reanimação cardiopulmonar de 2010 identifica um quinto elo, que corresponde a: a) Cuidados pós PCR integrados. b) Trombolítico. c) Hipotermia profunda. d) Angioplastia de resgate.

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20 13. Você realizou um eletrocardiograma e verificou que o traçado apresentado abaixo. Marque a alternativa que representa o ritmo do paciente: a) Ritmo sinusal b) Taquicardia sinusal c) Taquicardia ventricular d) Bloqueio atrioventricular de 1º grau e) Bradicardia sinusal

21 14. Ricardo tem 25 anos, é estudante e deu entrada na sala de pronto atendimento de um hospital público universitário apresentando-se confuso, agitado e referindo sede intensa. Estava acompanhado de amigos que relatavam um choque de frente com um caminhão. Ângela, enfermeira do plantão, ao realizar o exame físico detectou distensão abdominal importante. Ângela suspeitou de choque hipovolêmico descompensado, pois Ricardo evoluiu com:

22 a) freqüência cardíaca acima de 120 bpm e pulso radial filiforme b) pressão arterial sistólica baixa e ausência de pulso radial c) pressão arterial diastólica normal e enchimento capilar lentificado d) freqüência respiratória acima de 20 irpm e pressão arterial convergente

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