Por uma causa... Mensagem do Presidente

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1 O Quadrilheiro SINAPOL a força do argumento SINDICATO NACIONAL DA POLÍCIA Ano 1 - N.º 1 Bimestral Setembro/Outubro 2012 DESTAQUES: Desmotivação Pessoal ou Gestão Incompetente Pág. 06 Governo Garante Modelo Dual de Polícia Pág. 29 Jânio Gandra Condições de Serviço na Esquadra de Porto Santo Pág. 32 Presidente da Cobrapol: É Necessário Valorizar a carreira Policial

2 Por uma causa... Na Administração Pública Portuguesa existem muitos serviços, mas como é obvio o que me requer mais atenção é o relacionado com o ramo das forças de segurança, designadamente com a Poli cia de Segurança Pública, pois é sobre a PSP que, na qualidade de Presidente do Sindicato Nacional da Poli cia (SINAPOL), mais denúncias tenho de analisar, tomar deciso es e, muitas das vezes, encontrar respostas para os problemas que a administração cria diariamente aos colegas. Para muitos destes problemas não é possi vel encontrar uma solução paci fica e de entendimento, devido à intransigência, má vontade e teimosia de alguns corpos dirigentes da PSP, sendo por isso muitas vezes inevitável o recurso aos lentos tribunais, sobretudo quando estão a ser postos em causa, de uma forma grosseira e com consequências graves os direitos dos poli cias. Nesses casos, o recurso à figura da providência cautelar é imperativo, o que, infelizmente, tem sido frequente, uma vez que o SINAPOL, ao longo dos últimos dois anos, tem interposto, quase semanalmente, várias providências cautelares contra as deciso es do Governo e/ ou da Direcção Nacional da PSP, sendo certo e sabido que uma boa parte dessas providencias acabam por cair, devido ao uso, feito pela PSP, da figura do interesse publico, mas enfim, um dia certamente os jui zes vão-se cansar de ver a PSP sempre a fazer uso da mesma manobra legal, principalmente quando muitas das vezes o dito interesse publico é apenas um placebo. Mas é preciso ser dito que muitos dos problemas que me são suscitados, apenas existirem, porque algumas pessoas confundem o facto de terem sido nomeados para um cargo de chefia, com o facto de passarem a ser proprietários ou, até mesmo, donos dos respectivos serviços, actuando e decidindo muitas vezes com concepço es erradas, tudo isto por via de um cargo para o qual não foram directamente eleitos, mas sim escolhidos, muitas vezes segundo critérios de subserviência, de amizade, etc... e não por factores verdadeiramente profissionais, como sejam a antiguidade no trabalho ou outras capacidades, isto para não falar de outros factores, digamos!!!, mais vitaminados. Na minha opinião, esta forma de nomeação deveria acabar, Mensagem do Presidente principalmente numa instituição como a PSP, onde se deveria optar por uma gestão pública independente, justa e eficaz, dotada de pessoas com capacidades de diálogo que não estejam constantemente a usar os serviços e os seus cargos dirigentes para, de uma forma totalitária, impor deciso es e ideias, muitas vezes de cariz pessoal e persecutória, apenas porque não gostam de alguém. Certamente que uma mudança no actual modelo reduziria o atrito e descontentamento no seio dos profissionais da PSP, bem como no atribulado relacionamento entre a PSP e os sindicatos de poli cia, o que, sem sombra de dúvida, transformaria a PSP numa organização visivelmente mais democrática e respeitadora dos direitos dos homens e mulheres que lá trabalham, para além tornarem a PSP mais eficaz e justa em todos os campos de actuação. Armando Ferreira Presidente do Sindicato Nacional de Poli cia 2 3

3 Primeira edição! Editorial Ficha tecnica: director: José Gaspar Editor: Amadeu Araújo Fotografia: Rui Tomás Colaboradores: Giselle do Valle Marcelo Pinto Pedro França Pedro Tendeiro Opinião: Barra da Costa Diogo Pipa Publicidade: Carlos Figueiredo Design e Impressão: Sá Pinto - Encadernadores - Viseu Publicação registada na ERC: Depósito Legal: /12 Propriedade: Sinapol Rua Varela Silva, Lote 17, Loja B, Lisboa Telefone: Fax: Tiragem: 5000 Exemplares Os artigos de opinião refletem as ideias dos seus autores e não vinculam o SINAPOL Índice: Editorial Desmotivação Pessoal A importância do Saber Pizzas e Protestos Novos Coletes Balisticos Processos Disciplinares Parceria Câmara Munícipal de Cascais Entrevista Minurias Et(n)icas Modelo Dual de Polícia Condições de serviço na esquadra de Porto Santo Aplicação da verbas das coimas Quadrilheiro Com esta primeira edição, o SINAPOL conclui mais uma etapa a que se propôs, a criação de um jornal que será distribui do a todos os sócios, direcionado para assuntos policiais, era uma utopia já de algum tempo, mas que finalmente, e depois de terem sido cumpridas outras prioridades, se edita a presente edição, que esperamos que seja do agrado de todos e ir ao encontro dos temas que gostariam de ver explanados, tanto na resolução de problemas, como informação a que se propo e. Cada vez mais o SINAPOL se assume como uma força sindical deveras importante na defesa dos interesses da PSP bem como nos interesses intri nsecos, de todos os postos policias, para que sejam administradas poli ticas justas, que priorizem a qualidade de vida de todos os ag, da PSP numa sociedade que cada vez mais exigente se torna, para isso contamos com uma vasta equipa de juristas, com escritórios em todo o pai s, com personalidades de referência da sociedade portuguesa, e de uma direcção que reúne todas as categorias policiais. Nesta edição não quero deixar de abordar um assunto que a todos é peculiar e que já todos por diversas vezes ouvimos, Os sindicatos são todos iguais Para além dos protocolos que são caracteri sticos a todos os sindicatos na poli cia de segurança pública, bem como na quota sindical, com alguma diferenciação residual no preço, assegurando um apoio judiciário, os sindicatos não são todos iguais, o julgamento que é feito em senso comum, por desconhecimento profundo e ingénuo das causas defendidas e lutas travadas, por pessoas apenas com experiências profissionais, e algum preconceito contra os sindicatos e muitas das vezes com razão devido aos créditos sindicais usados para fins lúdicos. O SINAPOL no pretérito, e transacto ano, tem assumido a preponderância da luta sindical, tem-se debatido desmesuradamente por benefi cios e regalias de alguns postos policiais, em detrimento da restante hierarquia policial, e da própria instituição, junto do MINSISTÉ- RIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, GRUPOS PARLA- MENTARES e através de várias acço es em TRIBUNAIS, luta esta, que tem trazido alguns dissabores aos sindicalistas deste sindicato, sobejamente conhecidos através dos processos disciplinares instaurados. Para aqueles mais atentos à actividade sindical e que não estão agarrados à tradição, e à antiguidade dos sindicatos, o SI- NAPOL tem sido o eleito, contribuindo para um acréscimo do número de associados, que nos tem permitido estar em todas as lutas sindicais. Esperamos continuar a merecer a vossa escolha, estamos a trabalhar para crescer ainda mais, a nossa luta é a vossa luta, solidarizem-se connosco, não se alheiem de lutar pelos vossos interesses. A todos um bem hajam José Gaspar Vice Presidente da Área das Relações Públicas e Exteriores 5

4 Desmotivação policial ou gestão incompetente? Todo ser humano necessita de motivaço es, quer seja no ambiente profissional ou na vida pessoal. No caso das atividades de risco, como o das forças de segurança, este importante tema deve ser lembrado diariamente pelos gestores de comando e gestão profissional. Pensando bem sobre o assunto, destaca-se um momento muito particular que vivemos em relação à segurança pública, para que possa servir de reflexão, que como todo ser humano, também é movido por motivaço es. Os motivos pelos quais destaco os pontos a seguir são por perceber, convivendo com essa realidade policial e o quanto essa instituição, Poli cia de Segurança Publica, é carente em vários aspetos, principalmente de uma história e de uma remuneração digna: 1 A maior parte do efetivo policial é honesto, correm riscos constantes e ganham pouco; 2 Estes homens e mulheres são colocados diariamente nas ruas sem equipamentos de segurança adequados, com armamentos ultrapassados, treino insuficiente, reciclagem profissional quase inexistente e uma péssima poli tica de carreira e salários; 3 Algumas Esquadras de Poli cia, são o exemplo maior do descaso e falta de respeito, antigas, mal tratadas, sem conforto, ultrapassadas e às vezes até sem condiço es de higiene; 4 Há poli cias que só fazem tiro, de dois em dois anos ou mais, por falta de verbas para comprar balas; 5 Os delinquentes a cada dia que passa têm menos respeito pelos poli cias; 6 Os oficiais de Poli cia, cada vez mais forçam os seus subordinados a trabalharem para as estati sticas, impondo-lhes inúmeras operaço es, STOP ou Criminais; 7 Viaturas paradas por falta de pequenos consertos, por falta de verbas Os poli cias arriscam as suas vidas e a dos seus familiares, diariamente, para prender infratores em flagrante delito, mas no outro dia esses criminosos são soltos para praticarem novos crimes, por conta de uma impunidade constante e brechas juri dicas apoiados por advogados sem ética e financiados por marginais. Temos uma poli tica de total desmotivação policial. É importante que a população tome conhecimento da realidade policial e, desta forma, possa participar, cobrando das autoridades uma maior valorização e qualificação da poli cia e consequentemente possa exigir dela maiores responsabilidades. De lembrar que apesar de toda essa desmotivação, a grande maioria dos nossos poli cias continuam a arriscar a vida, prendendo os criminosos, prejudicando muitas vezes a sua vida particular e a quem tudo se lhes exige. Ricardo Carvalho Secretariado Porto Já aproveitou? No BBVA o seu ordenado pode valer muito mais. Soluções Ordenado BBVA Abra uma Conta Ordenado BBVA e se domiciliar o seu Ordenado/Pensão durante 24 meses, a partir de 600, recebe uma TV LED 22 Full HD. Saiba mais através da Linha de Protocolos , ou em Aproveite o seu banco. O não cumprimento de permanência de domiciliação, implica o pagamento de compensação ao Banco, no valor de 250. T.A.N. de 15%, que corresponde a uma T.A.E.G. de 17.32%, para limite de descoberto autorizado no máximo de , com pagamento mensal de juros no primeiro dia útil do mês seguinte. Exemplo: para um descoberto de 1.000, durante 30 dias, ao qual correspondem juros de 12,50, a que acresce 0,50 de imposto de selo e 0,40 de imposto sobre a utilização de crédito, não sendo cobrados juros de montante inferior a 0,50. Oferta limitada ao stock existente. Campanha válida até

5 A IMPORTÂNCIA DO SABER? Há coisas na vida que não basta querer, é preciso saber fazer, ao contrário, também não basta saber fazer é preciso também querer? Para se saber fazer, é necessário sabedoria, almejada por muitos, e que significa, realizar bem, fazer acontecer, ou seja, empreender bem e bem concretizar. Por se perceber bem esta dialéctica, temos o caso de alguns governantes; isto é, para se ser poli tico ou ministro, não é preciso ser licenciado ou doutorado, é preciso sim sabedoria, esta enquanto, resultado do conhecimento e da experiência adquiridas, e da vontade de governar bem, tomar deciso es, de preferência as deciso es certas. Há muitos séculos atrás, não existiam licenciaturas nem doutoramentos, mas havia muitos bons li deres nacionais, que governavam com sabedoria e mestria. Como exemplos temos: D. Afonso Henriques, fundador de Portugal, ou o Infante D. Henrique, grande empreendedor dos descobrimentos portugueses, que tanto engrandeceram a nação Lusa. Mais recentemente, no Brasil, o presidente daquele Pai s, só tinha a 4ª classe, e não foram precisos artifi cios, malabarismos, nem licenciaturas tiradas à pressão, para que fosse eleito e tivesse a aceitação da maioria povo. A sabedoria, resulta portanto em grande medida de vários factores fundamentais: da experiência e do conhecimento adquirido ao longo da vida mas também resulta da vontade em aprender, para assim se poder fazer cada vez melhor. Logo, não basta ser licenciado ou doutorado, para se ser sábio e saber fazer, porque aos conhecimentos teóricos é preciso somar a experiência pessoal, profissional e circunstâncial. É preciso também muita vontade em aprender, em aperfeiçoar e concretizar bem, ou seja, a vontade tem de ser boa, autêntica, necessária e útil. Ao contrário também não resulta nem chega só a experiência de cada um, porque vivemos todos em sociedade e como tal é preciso adicionar e integrar os contributos das melhores doutrinas e lógicas que prevalecem em cada momento, em cada sociedade. O conhecimento por si só, dogmático e fechado sobre si mesmo, resulta em redundâncias e pode originar meros exerci cios de lógica e retórica, desfazados da realidade que nos rodeia. Por sua vez a experiência individual ou colectiva, resulta das vivências e da experimentação, cujos resultados e efeitos, dependem em grande medida, da teoria e doutrinas que enquadram a acção, pelo que, sem a aprendizagem e assimilação de conhecimentos teóricos, a experiência poderá resultar em erros ou práticas sem sentido, pelo menos de sentido racional e intelegi vel. A vontade, por sua vez, depende do conhecimento das lógicas, teorias e valores sociais e da sua experimentação prática em função de certos e determinados fins que se pretende atingir, portanto, se os valores de uma sociedade e o fins que se pretendem atingir forem negativos ou destrutivos, a vontade dificilmente será boa ou visará o bem comum. Assim sendo, a sabedoria ou saber fazer é uma espécie de manta de retalhos e de contributos, do conhecimento, da experência e da boa vontade. Não se trata, do simples resultado do somatórios das partes (conhecimento + experiência + vontade) mas sim o fruto da dinâmica e interecção de todas partes, de que resultam sinergias e resultados muito maiores e melhores para todos os envolvidos nestes processos. A importância da compreencção destas dinâmicas não é só importante para os administradores, gestores ou poli ticos; é também muito importante para os Sindicalistas. Para se ser Sindicalista, a sério, para se fazer sindicalismo progressista, não basta querer, é preçiso saber, é preciso ter-se experiência e vontade em mudar aquilo que está mal ou pelo menos, vontade para se melhorar e aperfeiçoar o que já existe. Não é preciso nem se pretende dar liço es de moral, mas imagine-se um sindicalista, que não conhece as leis que regulamentam os direitos e deveres da Sinapol Açores classe profissional e dos associados que visa defender? Imaginese um sindicalista que apesar de conhecer bem as leis, direitos e deveres, não conhece o mundo em que vive, a sociedade que o rodeia, os mecanismos de negociação, formais e informais, que não tem nenhuma experiência em lidar com os outros, com organismos, insituiço es e poderes instalados? Imagine-se um sindicalista, que pretende apenas o protagonismo, apresenta-se sempre de discurso vazio de ideias e ideiais, obscuro e sem sentido prático, e não visa nem tem qualquer vontade em melhorar ou aperfeiçoar, o que que seja, para além da sua própria imagem e personalidade? O resultado seria desastroso, como é desastroso e conhecido, o resultado de poli ticas de alguns lideres governantais da sociedade actual, que pouco ou nada sabem, não têm experiência de governação e não têm sequer vontade em dirigir ou governar para o bem comum bem, porque só lhes interessa os seus próprios interesses, dos seus familiares e dos lóbys. Um sindicalista tem de ser um li der e para que isso suceda, não bastam as qualidades natas de cada indivi duo, também é preciso sabedoria, enquanto saber fazer, saber intermediar e negociar para concretizar os melhores anseios dos sócios. A sabedoria ou saber fazer, por sua vez, nunca é um dado adquirido, é antes um processo que exige esforço para o conti nuo aperfeiçoamento e actualização; de maneira que nunca se pode dizer que se sabe tudo. A este respeito, o da sabedoria, enquanto resultado de um processo dinâmico de contributos, aperfeiçoamento e atualização, aqui vai mais um contributo, relativo ao novo Acordo Ortográfico, que está tanto na moda e tanta tinta já fez e vai continuar a fazer correr. A li ngua portuguesa na forma como ainda se escreve, resulta do dispo e sobre esta matéria, o Decreto-Lei nº , de 8 de Dezembro de 1945, o qual foi alterado pelo Decreto-Lei nº. 32, de 6 de Fevereiro de Ora como toda a gente sabe, os Decreto-Leis, são da autoria do Governo e ocupam na hierarquia da procissão das normas juri dicas em vigor, o mesmo degrau na pirâmide, a par das Leis, da autoria da Assembleia da República. A Constituição da República Portuguesa, por sua vez, encontra-se no topo desta pirâmide, o que quer dizer que as suas disposiço es, prevalecem sobre as demais disposiço es legais, ainda que em vigor, mas que que disponham em sentido contrário. Ora, o novo Acordo Ortográfico, em parte já em vigor, resulta de uma Resolução da Assembleia da República com o nº. 35/2008 e numa Resolução do Conselho de Ministros nº.8/2011, ambas na base da pirâmide; para além disso têm a força de mera recomendação e encontram-se., segundo a nossa Contituição, num ni vel hierárquico inferior ao ni vel dos Decretos-Leis, logo, não possuem a força juri dica para revogar as normas juri dicas anteriormente referidas, as que têm a força de Lei hieraquicamente superior. Assim sendo e apesar do novo Acordo Ortográfico já se encontrar em vigor, pelo menos em parte, ou seja para as comunicaço es oficiais da Administração Pública - onde já é obrigatório, deveria ser considerado inconstitucional, porque viola o principio da prescrição e hierarquia das leis, tal como se encontra na Constituição da República Portuguesa. O Estado Português, que devia ser o primeiro defensor da lingua portuguesa e dar exemplo de cumprimento da Constituição e da Lei em vigor, uma vez mais, alheou-se do seu dever e colocou-se em situação de incumprimento. Este conhecimento, é muito importante, porque em breve alguém vai-nos obrigar a todos, a voltar aos bancos da escola, para aprender a escrever de novo. Mas com que legitimidade do ponto de vista legal? Quando chegar o momento, vamos ter de saber reagir, caso contrário vamos passar a escrever, ler e falar como se estivessemos num pai s estrangeiro. Este texto foi escrito, deliberadamente, em desacordo com no novo Acordo Ortográfico. Pedro Saraiva Presidente do Secretariado Regional do SINAPOL dos Açores 8 9

6 O Yeti, cujo nome é inspirado numa criatura mi tica - Homem das Neves - que habitava os Himalaias, tem um comprimento de 4,223 metros, uma largura de 1,793 metros, uma altura de 1,691 metros, e uma distância entre eixos de 2,578 metros. É um mini-crossover, com motorizaço es 2.0 TDi de 110, 140 e 170cv, assim como os 1.2 TSi de 105cv, 1.8 TSi de 160cv, todos a gasolina. As verso es mais potentes contam com tracção às quatro rodas e caixa manual de seis velocidades. Esta motorização 1.6 TDi de 105cv e 250 Nm de binário máximo, disponi vel entre as 1500 e as 2500 rpm, está associada em exclusivo à tracção dianteira e ao conceito eficiente «Greenline», que inclui tecnologia start&stop, recuperação de energia na travagem e alteraço es aerodinâmicas, nomeadamente uma menor altura ao solo, para uma menor resistência aerodinâmica e consequentemente redução de consumo e emisso es. Acoplado a uma caixa manual de cinco velocidades, o motor 1.6 TDi permite ao crossover checo um consumo combinado de 4,6 litros aos cem e emisso es de CO2 de 119 g/km. Acelera dos 0 aos 100 km/h em 12,1 segundos e alcança os 176 km/h de velocidade máxima. P.V.P. apartir de

7 Pizzas e Protestos Mais de meia centena de elementos da PSP da Divisão de Segurança Aeroportuária de Lisboa realizaram no dia 20 de janeiro um almoço de indignação para exigirem que o COMETLIS ou a Direção Nacional ponham fim às arbitrariedades que estão a ser cometidas. O apelo à intervenção da Direção Nacional da PSP e ao Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS) foi feito durante um almoço de pizas que decorreu junto às instalaço es da divisão, e que reuniu elementos, alguns fardados, descontentes com as atitudes do comando, que acontecem desde O efetivo está descontente com algumas tomadas de posição por parte do comando da Divisão de Segurança Aeroportuária de Lisboa, que foram em 2010 comunicadas à direção nacional e ao comandante do COMETLIS. Alteraço es aos horários e mudanças nos serviços remunerados e férias são algumas das razo es do protesto. Uma das condicionantes que levou ao protesto foram ainda as deciso es recentes do comando em não permitir a rotatividade das férias, nem que os elementos desta divisão fizessem um horário de oito horas, como acontece noutras esquadras. Devia haver uma tomada de posição do comando do COMETLIS ou da Direção Nacional. E a consequência desta situação levou: a PSP instaurar um processo disciplinar aos poli cias da Divisão de Segurança Aeroportuária de Lisboa que realizaram um almoço de indignação para exigirem o fim das arbitrariedades que estão a ser cometidas. Em comunicado, a Direção Nacional da PSP considera que não são admissi veis no seio da Poli cia, comportamentos como os que se evidenciaram nas imagens e nos depoimentos reproduzidos e que podem materializar falta disciplinar. Assim, foi determinado que o Comando Metropolitano de Lisboa instaurasse imediatamente um procedimento disciplinar. Ao lermos isto fica patente que a Hierarquia da PSP nunca está ao lado dos Agentes mas sim defendem a soberania e a ditadura que tanto gostam Está claro que os Agentes têm que ser submissos, acatar tudo o que os seus superiores querem, mesmo que as mesmas impliquem o mau estar Fi sico e Mental do Agente, somos apenas um número para eles... Ficarei ansiosamente à espera que um dia surja nas altas instancias da PSP alguém a preocupar-se com o bem estar dos Agentes, quando esse dia chegar, certamente devo estar na reforma ou fora desta vida, nesse dia os Agentes vão trabalhar com satisfação, com um sorriso, sem o peso que carregam nos ombros á já alguns anos. Terem um horário digno, serem tratados como gente pois assim o merecem. Pedro França Secretariado Metropolitano de Lisboa Novos coletes balísticos A PSP recebeu mais 513 coletes de protecção bali stica, passando a ter 5200 equipamentos deste tipo, um reforço da segurança dos agentes que faz parte da requalificação da força policial. O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, participou na entrega simbólica de quatro coletes a igual número de unidades da PSP, e garantiu que, mesmo em tempo de dificuldades económicas, não vai faltar o dinheiro para dar aos agentes policiais condiço es para desenvolverem o seu trabalho em segurança. Não pode, naquilo que é essencial, faltar condiço es para que as forças de segurança assegurem um trabalho que é essencial para a comunidade nacional, por isso, este tipo de aquisição, que tem do ponto de vista financeiro alguma importância, é uma parte do programa que queremos concretizar, explicou o ministro. No seu discurso, Miguel Macedo, referiu a melhoria nas instalaço es da PSP e a alteração nos procedimentos desta força policial. Vamos ter, espero que dentro de muito pouco tempo, o ini cio de um conjunto de trabalhos de requa- lificação de instalaço es da PSP, em moldes inovadores no pai s para melhorar as condiço es em que trabalham os poli cias, mas também para poder receber melhor aqueles que se dirigem à PSP, apontou. O governante recordou que se iniciaram há meses os procedimentos para adquirir novas viaturas, mas ainda não foi possi vel concluir o processo. Reconhecendo que muitos dos elementos da PSP trabalham em condiço es muito más, o ministro disse aos jornalistas esperar que dentro de poucas semanas comecem trabalhos num conjunto de esquadras e postos da GNR para conseguir melhorias progressivas. É importante uma rede de esquadras embora isso não signifique não se faça uma racionalização do dispositivo de esquadras, designadamente nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, salientou Miguel Macedo. Os 513 novos coletes, dos quais 394 são de utilização externa, resultaram de um investimento de 596,6 mil euros. A última entrega deste tipo de material tinha representado um investimento de 1,2 milho es de euros para coletes. Secretariado Lisboa Segundo o director nacional da PSP, Paulo Gomes, que também participou na cerimónia, a PSP passa a ter um colete de protecção bali stica de uso exterior para cada cinco poli cias e um de utilização interna para cada 13 agentes Os novos coletes, que obtiveram ótimos resultados nos testes, vão pesar, com todos os acessórios, 5,6 Kg numa versão mais e flexi vel, aumentando a mobilidade e o conforto dos agentes. Os novos equipamentos foram testados no Reino Unido, de acordo com as normas internacionais de resistência a projéteis e a armas brancas

8 Vendas:

9 Área Jurídica Processos Disciplinares na PSP na maioria das vezes, em apenas uma versão, a qual nem sempre é verdadeira. Com esta conduta pode-se cair num erro crasso de se constituir arguidos elementos policiais que nunca cometeram quaisquer tipos de infraço es, não deixando, porém, de os prejudicar, quer na sua vida profissional, quer na sua vida pessoal. Contudo duas coisas são certas. O poli cia continua a ser um cidadão de segunda, pois provado o acima descrito, nunca é ressarcido do mal causado, e o gerador do mal também nunca é punido pelo mal que causou. Bem se pode dizer, o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita, e assim são os processos na PSP, começando logo aqui um tratamento suis generis dos mesmos. Vamos dar um exemplo do que se fala: Um civil faz uma denuncia de um agente, sem suspeita fundada da prática do crime. Como em qualquer denúncia, o procedimento prossegue (Exceto com as particularidades dos Crimes Particulares) e o Agente NÃO é Constituido Arguido. Porém quando o expediente passa pelo Sr. Comandante que analisa a Denúncia, e descurando o princi pio fundamental do contraditório e da subsidiariedade do Processual Penal no Disciplinar, não ouve a outra parte e, mesmo sem haver as famosas fundadas suspeitas, decide pela instauração de processo disciplinar, em prejui zo da possibilidade da instauração de Processo de Averiguaço es. O caricato da situação é que ao não ouvir a outra parte, no limite, o titular da instauração do processo, poderá cair numa falta disciplinar, isto porque, segundo o Regulamento Disciplinar da PSP, doravante indicado por RDPSP, pode-se incorrer na falta ao Dever de Correção (Art. 13º, al). f) quem não tiver consideração por outrem. Creio que muitas das vezes se as pessoas fossem ouvidas o desfecho do processo seria diferente, e claro com consequências distintas para os seus intervenientes. Com a abertura do processo, iniciam-se os problemas, não só pela inerência do mesmo, mas pela forma como é conduzido, principalmente porque infelizmente, já assistimos todos, ou quase, a um filme que se intitula Vale Quase Tudo, numa instituição que deveria zelar pelo Principio da Legalidade. Exemplo disso é quando a mesma pessoa analisa em sede de recurso em ni veis diferentes. É Confuso, mas até acaba por ser perceti vel. A pessoa tinha uma dada função de Comando, na qual tinha competência para decidir em sede de recurso, contudo como indeferiu, o arguido efetivou novo recurso para o escalão hierárquico superior, o qual foi analisado pela mesma pessoa, já que naquele peri odo de tempo havia sido promovida à função hierárquica seguinte. Resumindo Concordou com a decisão dele próprio quando exercia, anteriormente, funço es subordinadas. O estranho do RDPSP é mesmo a sua aplicação, porque ao contrário do Sol, que quando nasce é para todos, o RDPSP não parece, pelo menos, é essa a sensação, até prova em contrário. O texto do RDPSP ao invés de ter pessoal com funço es policiais dos quadros da Poli cia ter apenas Chefes e Agentes Poli cia de que forma lhes são colocados tigo ditado só não erra, quem No seio da PSP, não faltam assuntos polémicos e controvérsos, a maioria dos quais, sempre em prol da Instituição, do Estado ou até mesmo de algumas classes internas superiores, em detrimento das classes mais baixas que são só por acaso o pilar daquela instituição. Um dos assuntos mais falados, principalmente nas conversas de caserna relaciona-se com o referido em epigrafe, ou não fossem muitas as estranhas formas como são iniciados, conduzidos, e conclui dos os Processos Disciplinares no interior desta Policia. Vamos tentar esmiuçar um pouco sobre um tipo de expediente vocacionado principalmente para as classes de Chefe e de Agentes, com o intuito de de Segurança Pública. Isto porque, basicamente aquele só se aplica a estes. Os Oficiais poderiam ser exclui dos, já que os mesmos não fazem parte, pelo menos das puniço es. Deste facto só podemos concluir que os Oficiais desta Instituição não cometem infraço es, nem disciplinares, nem criminais (inclusive na sua vida civil), contrapondo com o que acontece com o restante pessoal. Dá quase para dizer, à imagem com o que acontecia com um ex-governante da nação será devido a forças do oculto Aposto que neste momento terão outra conclusão, a da não aplicação do famoso Direito de Igualdade, consagrado no Art.º 13 da Lei mãe de todas as leis, a CRP. os objetivos, reservando-nos o direito de pensar se terá a ver com número de puniço es, número de processos conclui dos, ou, até mesmo, com o montante das multas retirado diretamente do ordenado para o Estado. Com base no atrás citado, aliado ao facto de existir uma franca tradição na PSP para estati sticas, convidari amos, a ni vel interno, em prol da transparência e do direito, fazer mais uma, esta com resultados anuais, na qual se indicaria o n.º de processos, o tipo, os elementos (posto) envolvidos e o desfecho dos mesmos, indicando o tipo de punição para cada um deles. Nestas deveriam ainda constatar as consequências dos autores de processos que praticaram falsas declaraço es e denúncias caluniosas. Esta atitude não trabalha. Por fim, falaremos sobre a conclusão do processo, o que não acontece sempre, já que uns resistem ab aeterno (para toda a eternidade). Para a PSP nem tudo o que começa, acaba. Exemplo disso são os processos disciplinares, que mesmo após ultrapassarem os quatro anos e meio, não prescrevem. A PSP não reconhece, oficiosamente, que aquele processo já prescreveu, mantendo para o arguido todos os aspetos nefastos daquele, tendo o arguido, ainda que por sua iniciativa, solicitar o arquivamento do mesmo. Sem mais, cabe-nos relembrar um fato. Nem tudo é mau! O arguido, queiram ou não, legalmente, continua a ter direitos, levantar questo es sobre o que, Ultrapassado este dilema, seria uma forma rápida e inclusive ao silêncio. Cabe à ad- possivelmente, até aqui, ainda não haviam sido refletidas. Antes de tudo, reserva-nos o direito de perguntar qual o critério aplicado, pelos titulares de instauração de processos, para a escolha do tipo destes, isto na eventualidade de ter que ser levantado algum. Já que quando a decisão é tomada, é com base de Segurança Pública, poderia cabe agora debruçar-nos sobre um outro aspeto: As avaliaço es dos elementos que fazem parte do NDD (Núcleo de Deontologia e Disciplina) e seus objetivos. Como elementos policiais, estes são avaliados conforme a legislação vigente ao restante pessoal. A questão coloca-se é precisa de analisar, primeiro qual(is) a(s) classe(s) mais e as menos prejudicada(s). Uma boa fatia dos processos são originados a trabalhar. Um poli cia por vezes tem que decidir em fraço es de segundos o que por vezes demora meses a ser resolvido noutras instâncias. Dai que se deve valorizar um anministração (Poli cia) fazer prova de culpa. Para os que vêm e para os que vão, bom regresso ao trabalho e boas férias. José Ludovino Vice Presidente - SINAPOL 16 17

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