Regulação do crescimento e desenvolvimento vegetal:

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1 Regulação do crescimento e desenvolvimento vegetal: Fatores externos de controle LCE SLC0622- Biologia

2 Tropismo Resposta de crescimento envolvendo a curvatura de uma parte da planta em resposta à um estímulo externo e orientado por ele. em direção ao estímulo positivo contra negativo fototropismo estímulo luminoso.

3 Fototropismo

4 escuro Fototropismo escuro luz Luz 40U AIA 40U AIA Luz 30U 10U AIA AIA Luz no comprimento de onda de 400 a 500 nm é mais efetiva na indução da migração hormonal 20U 20U AIA AIA 20U 20U AIA AIA Pigmento medeia o efeito

5

6 Tropismos Gravitropismo resposta à gravidade Influência da auxina (redistribuição do hormônio) e citocinina (no ápice da raiz) Como ocorre a percepção da gravidade? relacionada com a sedimentação de amiloplastos, dentro de céls. específicas do caule (bainha que circunda os feixes vasculares) e raízes (na coifa). Mutantes de Arabidopsis que não produzem amiloplastos não exibem crescimento caulinar gravitrópico.

7 Gravitropismo

8 Amiloplastos na coifa da raiz

9 Tropismos.gmotropismo [thigma (gr.), toque] respondem ao contato com um objeto. Exemplo: gavinhas

10 Heliotropismo ou rastreamento solar folhas e flores movendo-se diuturnamente; Diferente do fototropismo dos caules, esse movimento não resulta em crescimento assimétrico; Na maioria, esses movimentos envolvem os pulvinos das folhas/folíolos. No caso do girassol, o pedúnculo é quem gira

11 Movimentos násticos movimentos estimulados, mas cuja direção independe da origem Ex. movimentos nictinásticos (Nyktos, noite; nastic, fechado) Movimentação das folhas p/ cima e p/ baixo em resposta a ritmos diários de claro e escuro.

12 Tigmonas.smo ou seismonas.smo

13

14 Tigmonastismo Mimosa pudica Dionea muscipula

15 Efeitos da LUZ sobre o desenvolvimento vegetal Fator ambiental + importante Fotossíntese Morfogênese

16 FOTOPERIODISMO Resposta biológica a uma modificação nas proporções de luz/escuro num ciclo diário de 24 horas.

17 O fotoperiodismo na floração plantas de dias curtos (horas de luz/dia menor que um limite crítico) plantas de dias longos (horas de luz/dia maior que um limite crítico) plantas indiferentes (neutras)

18 Plantas de Dias Curtos 8h 16h 16h 8h

19 Plantas de Dias Longos 8h 16h 16h 8h

20 Planta de dia curto 8h Planta de dia longo 8h A planta monitora o comprimento do período escuro para medir o período de luz.

21 Como é feita a percepção do fotoperíodo? através do fitocromo. pigmento sensível às transições de luz e escuro

22 Fitocromo Fitocromo é formado por 2 subunidades proteicas com um Cromóforo ligado a cada subunidade

23 Pode existir sob duas formas interconversíveis: P 660 (Fv) absorve vermelho curto (λ=660 nm) P 730 (Fve) absorve vermelho extremo (longo)

24 Síntese a partir de precursores Luz vermelha (660 nm) ou branca Fv Luz vermelhaextrema (730 nm) Fve Forma ativa escuro A fotoconversão da forma do fitocromo Fv a Fve é induzida por luz vermelha (V). A eficiência máx. é de 85%; A reversão de Fve a Fv é induzida por luz vermelha-extrema (VE) e também pelo escuro. A eficiência máx. é de 97%

25 Foto-isomerização entre os anéis C e D do cromóforo. A absorção do vermelho por Fv, resulta na mudança do anel D da forma cis (ina.va) para forma trans (a.va) caracterís.ca do Fve. A proteína ligada ao cromóforo também sofre mudança conformacional.

26 Fve é a forma ativa do pigmento Promove a floração nas plantas de dias longos e a inibe nas plantas de dias curtos.

27 Plantas de dias curtos 8h 16h FVe inibidor, fica inativo Plantas de dias longos 16h 8h FVe ativo, estimula a floração

28 Es#olamento ausência de clorofila, folhas pequenas caule + longo que o normal Planta normal estiolada ápice caulinar em forma de gancho

29 Plantas Es#oladas Quem é o culpado?? Fv estiolamento escuro Fve desenvolvimento normal

30 Dormência Capacidade de repouso na taxa de crescimento em períodos de estresse. condição especial de repouso gemas ou um embriões dormentes só podem ser ativados por certos fatores ambientais.

31 A dormência pode ser quebrada ü Estratificação: tratamento sob baixas T o C. ü Escarificação: abrasão mecânica ou química ü Uso de giberelina

32 Dormência nas sementes sobrevive por longo tempo na condição de dormência, permitindo sua existência durante muitos anos, décadas e até séculos sob condições favoráveis. Nelumbo nucifera (lótus em turfeira): 2000 anos

33 Dormência nas sementes Lupinus articus Depois de congelada ~10000 anos, germinou

34 FOTOBLASTISMO É o efeito da luz na germinação Fotoblásticas positivas: sementes que germinam estimuladas pela luz Fotoblásticas negativas: não germinam sob a luz Neutras ou indiferentes: a luz não influi na germinação o acúmulo de Fve inibe ou estimula a germinação nas sementes fotoblásticas

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