Fragilidade ambiental do meio físico e potencialidade de uso do solo no parque

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1 1 Fragilidade ambiental do meio físico e potencialidade de uso do solo no parque estadual do Jaraguá Silvia Maria Bellato Nogueira a*, Sidnei Raimundo b. A Instituto Florestal de São Paulo (IF-SP), Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, rua do Horto, 931, São Paulo, Brasil. b Departamento de Lazer e Turismo (EACH), Universidade de São Paulo, Rua Arlindo Béttio, 1000, Ermelino Matarazzo, Brasil. * Autor para correspondência: (55-11) ramal: 2003 Palavras chave: São Paulo, Unidades de Conservação, Geoprocessamento Título abreviado: Fragilidade ambiental de uma área protegida ABSTRACT The state park of the Jaraguá (decree of creation 38,391 of 03/05/1961), situated in the city of São Paulo, possesss 492,68 hectares. The vegetation recovers that it is secondary, remaining of the dense rainforest, strong affected for anthropic pressures. In the areas delinquents to the park, the urban expansion predominates. With average altitude of 900 meters, one meets in the germorphological domain of the Paulistano s Plateaus, with high and average mounts and convex tops. The lithology consists of granites and quartzitos in the higher topographical level, with prominence for the occurrence of remaining quartizíticos bulks, beyond and gnaisses and migmatitos in the average topographical level. The ground are of the Neossolos type, latossolo Red-yellow and Podzólicos Red-yellow. The park if finds in an area with constant fog formation, with climate mesotérmico and humid Cfb type, without dried. The central justification for the execution of this research was to establish a study of the fragilities of the environment

2 2 when submitted the antrópica occupation, in the case, activities of public use (visitation, ecotourism and ambient education). Adequately to be managed, as well as sustainable used, this unit needs that its characteristics are known, being the analysis of its ambient fragility of the environment and its potential for the use of the ground, one of the stages of this discovery process. Being this the central objective of this research. RESUMO O parque estadual do Jaraguá (decreto de criação de 03/05/1961), situado no município de São Paulo, possui 492,68 hectares. A vegetação que o recobre é secundária, remanescente da floresta ombrófila densa, fortemente afetada por pressões antrópicas. Nas áreas marginais ao parque, predomina a expansão urbana. Com altitude média de 900 metros, encontra-se no domínio geomorfológico do Planalto Paulistano / Alto Tietê, com morros altos e médios e topos convexos. A litologia constitui-se por granitos e quartzitos no nível topográfico mais alto, com destaque para a ocorrência de maciços quartizíticos remanescentes, além dos e gnaisses e migmatitos no nível topográfico médio. Os solos são do tipo Neossolos, latossolo Vermelho-amarelos e Podzólicos Vermelho-amarelos. O parque se encontra numa área com formação constante de neblina, com clima tipo Cfb mesotérmico e úmido, sem estiagem. A justificativa central para a execução desta pesquisa foi a de estabelecer um estudo das fragilidades do meio físico quando submetido á ocupação antrópica, no caso, atividades de uso público (visitação, ecoturismo e educação ambiental). Para ser adequadamente gerida, assim como sustentavelmente utilizada, esta unidade necessita que suas características sejam conhecidas, sendo a análise de sua fragilidade ambiental do meio físico e seu potencial para o uso do solo, uma das etapas deste processo de conhecimento. Sendo este o objetivo central desta pesquisa.

3 3 INTRODUÇÃO O parque estadual do Jaraguá, unidade de conservação de proteção integral, limita-se com os municípios de São Paulo e Osasco, no estado de São Paulo, com área de 492,68 hectares e altitude média de 900 metros. Criado pelo Decreto Estadual nº /39, teve sua área ampliada pelo decreto nº de 3/05/1961. (São Paulo, 1998). Ab Saber (2003) considera, quanto às limitações que o relevo e a matriz geológica impõem à cobertura vegetal no parque estadual do Jaraguá, forte influência do ambiente característico de áreas mais elevadas, marcadas por um tipo de elevação associada às formações rochosas pouco decompostas que se destacam na paisagem de São Paulo, como no caso do espinhaço quartizítico que forma o parque estadual do Jaraguá. De acordo com SVMA/SEMPLA (2000), um estudo de desmatamento para o período de 1991 a 2000 em São Paulo, mostrou que o município perdeu em quase 10 anos, significativos hectares de cobertura vegetal. Esse dado torna-se ainda mais alarmante, quando constatado que 56% das áreas desmatadas localizam-se em apenas 10 de 96 distritos de São Paulo. A pesquisa ora apresentada objetivou reunir informações sobre as condições geológicas, geomorfológicas e pedológicas da área de estudo, visando a um planejamento racional de sua ocupação e uso, ressaltando a importância da conservação ambiental de seu patrimônio natural, frente às crescentes pressões da urbanização no entorno. Quanto à cobertura vegetal, segundo Veloso et al. (1991), o parque estadual do Jaraguá engloba as outrora abundantes matas atlânticas que penetravam nos planaltos interiores, hoje classificadas como floresta ombrófila densa, no caso da área do parque estadual do Jaraguá, predominando as formações montanas (as que ocorrem entre 500 e metros de altitude).

4 4 A temperatura média anual nesta unidade de conservação é de 20ºC, a temperatura média do mês mais quente atinge 22º C (Koppen) e a temperatura média do mês mais frio é menor que 18º C. Nas terras mais altas, apresenta médias em torno de 22 C para o mês mais quente (janeiro) e inferior a 16,5 C para o mês mais frio (julho). A precipitação média anual está entre 1500 a 1600 mm, situando-se a precipitação do mês mais seco, entre 30 a 60 mm. O maciço rochoso do Jaraguá é, segundo Ross (1991), um bloco estrutural metamórfico de quartzito, portanto rígido e de difícil desgaste erosivo. A maior fragilidade desta rocha é atribuída à presença desse mineral neo-formado em condições de metamorfismo, e a menor porcentagem de quartzo, em relação aos quartzitos. A alteração dessa rocha origina material branco, fino-arenoso e muito friável, o que acrescenta um grau ainda maior de instabilidade morfodinâmica e fragilidade destes terrenos, quando associado a sua alta declividade e aos Neossolos Litólicos e cambissolos nesta região. Por ser uma unidade com formas muito dissecadas, vales entalhados, alta densidade de drenagem e altas declividades, apresenta um nível de fragilidade potencial alto, estando, portanto, sujeita a ocorrência de processos erosivos vigorosos. Os rios principais são sinuosos e os afluentes possuem cursos muito reduzidos, sempre associados às nascentes. A ocorrência de muitos cursos intermitentes, sobretudo ao sul da unidade de conservação, parece estar relacionada com a faixa metaconglomerática. Mais da metade das terras do parque são compostas de inclinações superiores à 22º até a classe de 45º, deflagrando uma situação bastante desfavorável a maior parte dos usos do solo, reforçando-se a questão da preservação dos recursos naturais e da conservação e recuperação de áreas aliadas ao uso recreativo de baixo impacto.

5 5 A distribuição das formas das vertentes (retilíneas, côncavas e convexas) é relativamente homogênea, ou seja, todas ocorrem sem predomínio de uma ou outra forma. Normalmente as vertentes convexas apresentam maior estabilidade à erosão do solo que as vertentes côncavas, porém, devido às condições do meio físico desta unidade de conservação, estas vertentes convexas, associadas aos neossolos litólicos são altamente suscetíveis à erosão tanto quanto as demais tipologias de vertentes, com alta instabilidade potencial. As vertentes convexas, com vales restritos e de forte declividade e com cursos d água encaixados, conferem à área alto grau de dissecação do relevo. As vertentes retilíneas, com comprimentos de rampas acentuados (comum na área analisada) também merecem destaque por nelas ocorrerem fortes processos erosivos ocasionados pelo escoamento superficial das águas pluviais, sobretudo em locais onde a vegetação é rarefeita devido aos solos incipientes (neossolos litólicos). Fortes declividades predominantes na área, onde o escoamento superficial é rápido na maior parte dos solos, que são por sua vez facilmente erodíveis, exceto aqueles muito permeáveis e menos arenosos, como alguns latossolo. Os maciços de solo originados da alteração dos granitos, como é o caso da área do parque e seu entorno, apresentam como maiores problemas a instabilização de blocos e matacões, com potencialidade média para escorregamentos, agravados em áreas com declividades superiores a 60%. METODOLOGIA Atendendo a um dos objetivos desta pesquisa, foi empreendido o conhecimento em escala de semidetalhe dos graus de fragilidade ambiental do meio físico, sendo que a

6 6 proposta de Tricart (1977), pautada na noção de estabilidade e instabilidade morfodinâmica dos terrenos, serviu como parâmetro para a determinação dos graus de suscetibilidade ambiental do relevo nos compartimentos analisados. A análise morfodinâmica é o ponto de partida para a determinação da suscetibilidade ambiental numa área de pesquisa. A morfodinâmica, a pedogênese e a análise do comportamento hídrico são, nesta proposta metodológica, as três componentes fundamentais de análise do meio físico, estabelecendo as relações conceituais e metodológicas entre unidades ecológicas, padrões de relevo e paisagens em três situações de estabilidade/instabilidade: meios estáveis (pedogênese mais intensa que morfogênese); meios intergrades (pedogênese equivalente à morfogênese, onde podem estes meios oscilar entre potencialmente estáveis e potencialmente instáveis); os meios fortemente instáveis (morfogênese mais intensa que pedogênese). Quatro classes foram estabelecidas para análise nesta pesquisa: (I) Meios intergrades (potencialmente instáveis). Essa categoria foi considerada tendendo à instabilidade no contexto da área analisada (metaconglomerados, anfibólitos e metagabros; relevos de morros com topos arredondados; latossolo vermelho-amarelos; declividades e altitudes moderadas a baixas; trechos de planícies e terraços fluviais menos sujeitos a inundações). (II) Meios potencialmente instáveis. Áreas de instabilidade morfodinâmica moderada com potencial pra alta (espesso manto de alteração e material argilo-arenoso; pluviosidade elevada; metaconglomerados, anfibólitos e metagabros; relevos de morros com topos arredondados; relevo com formas convexas em morros médios e colinas com declividades predominantemente entre 6 e 20%; latossolo vermelho-amarelos em declividades moderadas a altas e argissolos em declividades moderadas). (III) Meios instáveis. Áreas com alto grau de instabilidade morfodinâmica e com forte

7 7 potencial de instabilidade (rochas quartzíticas, filitos e xistos. Espesso manto de alteração; declividades médias a altas predominantemente acima de 30%; serras alongadas. Topos angulosos, vertentes ravinadas com perfis retilíneos, por vezes abruptos; argissolos e cambissolos; declividades e altitudes elevadas; processos de ravinamentos, voçorocamentos e assoreamentos). (IV) Meios fortemente instáveis. Áreas com extremo grau de instabilidade morfodinâmica ou fortemente instáveis ou altamente suscetíveis à erosão e compactação de solos (litologia em rochas quartzíticas; serras alongadas; topos angulosos, vertentes ravinadas com perfis retilíneos, por vezes abruptos; neossolos litólicos e afloramentos rochosos, neossolos flúvicos e gleissolos; declividades e altitudes elevadas no relevo de serras e montanhas; terrenos com baixas declividades). Reforçando a questão da instabilidade morfodinâmica dos ambientes em meio tropical, Casseti (1995), considera, numa abordagem ecodinâmica do ambiente, que a estabilidade das vertentes no domínio dos mares de morros é determinada por uma reação biostásica, na qual a infiltração de água responde pelo predomínio da pedogênese, cujo manto intemperizado é preservado pela ação mecânica da cobertura vegetal. Assim, uma das preocupações centrais para os planejadores, deve ser a manutenção desta cobertura, devido ao alto potencial de processos morfogenéticos. RESULTADOS E DISCUSSÃO A abrangência de rochas migmatíticas heterogêneas em relevos bastante variados de morrotes, morros altos e médios com moderados a intensos processos de dissecação, média a alta declividade, argissolos, cambissolos e alguns setores de latossolo, alta densidade de drenagem, determinaram um conjunto suscetível, de alta fragilidade

8 8 ambiental no parque estadual do Jaraguá. Para Tricart (1977), quanto maior o índice de dissecação do relevo que classifica um compartimento, maior potencial ele tem à instabilidade morfodinâmica. Os efeitos da tectônica combinam-se com os da litologia como em todos os modelados de dissecação. Nas áreas de acumulação, o abandono dos materiais, é acompanhado também de instabilidade e rápida remoção. Portanto, a morfogênese é o elemento chave da dinâmica natural do ambiente e o fator determinante do sistema natural, ao qual, outros elementos estão subordinados. É, sobretudo pelas características dos solos associadas às características clinográficas que a área analisada é considerada de alta a muito alta instabilidade potencial, fatores agravados pelos processos intensos de morfogênese (evidenciados pelas formas muito dissecadas e vales entalhados com alta densidade de drenagem), contribuindo para a ocorrência de processos morfogenéticos intensificados por ações antrópicas, ocasionando movimentos de massa, erosão, solos expostos e ravinamentos. Quanto à síntese dos compartimentos definidos, de acordo com o grau de fragilidade ambiental resultante da correlação dos fatores do meio físico, quatro situações morfodinâmicas e de fragilidade ambiental foram delimitadas para a área analisada: Os meios estáveis. São áreas marginais e externas aos limites do parque estadual do Jaraguá, bastante restritas. Os meios estáveis constituem áreas diminutas, onde a combinação de altitudes e declividades moderadas, latossolo e morfologia dos topos arredondados com vertentes curtas e convexas, refletem um conjunto favorável a uma atividade morfogenética menos intensa, porém, esta condição sendo relativa, pois a condição de estabilidade em meios tropicais é controversa, ressaltandose que podem evoluir estas áreas para meios potencialmente instáveis ou instáveis se fatores antrópicos introduzirem nestes

9 9 sistemas novas forças morfodinâmicas. Os meios potencialmente instáveis. Os meios instáveis. Os meios fortemente instáveis. Trata-se de um compartimento de declives que variam de moderados a altos e de cobertura pedológica onde dominam os latossolo. Quando os declives são mais moderados, a tendência é que exista uma maior estabilidade da cobertura pedológica neste tipo de solo, pela sua maior coesão das partículas (maior porcentagem de argila de baixa atividade, resultando em maior resistência pela diminuta expansibilidade e contratibilidade). Entretanto, os latossolo observados em campo evidenciaram forte presença de textura arenosa (latossolo médio arenosos), o que demandará futuramente, um aprofundamento da pesquisa pedológica in loco para refinar as conclusões desta pesquisa. Setores de ampla ocorrência de argissolos (antigos podzólicos vermelho-amarelos e no caso analisado médio-arenosos) associados à cambissolos, solos rasos, solos francamente arenosos em declives em geral acentuados, mesmo onde os morros têm declives menos acentuados, porém, os processos erosivos (laminar e ravinas) estão presentes. As planícies fluviais são a dos principais cursos d água ao sul e leste dos limites da unidade, definidas como áreas de acumulação mais expressivas de materiais (planícies aluviais) com possuem riscos intensos de degradação (erosão). Estes materiais são geralmente inconsolidados sendo constantemente removidos, seja pelo trabalho erosivo dos rios em vales e planícies restritas, seja pelo escoamento das chuvas (erosão laminar) nos terrenos destes compartimentos. Cordani et al. (1961, apud Watanabe, 1979), consideram que, a maior suscetibilidade para ocorrências com movimentos de massa no parque, concentra-se nos blocos quartzíticos que aparecem na zona topograficamente rebaixada, onde ocorrem morrotes

10 10 isolados. Nesta área, a rocha mais friável, com estratos branco-amarelados onde predomina o quartzo e estratos brancos mais grosseiros. Os movimentos de massa (naturais ou induzidos) ocorrem em porções restritas de relevo mais enérgico, com freqüência muito menor que na unidade anterior. Entretanto, o uso mais intensivo do solo, associado à ausência de critérios orientativos adequados para esta ocupação, provoca maior número de ocorrências de movimentos induzidos. Nesta área, os escorregamentos planares envolvendo solo sobre o embasamento cristalino, em especial os induzidos pela ocupação, são os mais importantes com relação aos problemas para o uso do solo, pois ocorrem com maior freqüência e causam mais prejuízos e riscos que os demais. A cobertura predominante das áreas florestadas é um fator que ameniza os riscos da erosão na área analisada e, portanto, os graus de fragilidade ambientais atribuídos nesta pesquisa evidenciam o risco potencial de cada compartimento, caso situações de degradação por erosão, por exemplo, caso tenham início ou se reforcem processos de desmatamento ou degradação da vegetação original. (Ross, 1994). Potencialidade de uso e atividades sustentáveis no PEJ As ações de manejo e gestão apresentadas neste relatório para a área do parque estadual do Jaraguá foram baseadas nas conclusões da correlação dos dados levantados para a determinação da fragilidade ambiental; nas demais sugestões já organizadas por órgãos e institutos que realizaram pesquisas na área e em áreas com características e finalidades similares; no trabalho realizado por Nakazawa; Freitas & Diniz (1994). Recomendações e propostas de uso do solo conforme correlação com os graus de fragilidade morfodinâmica da área analisada: Em terrenos de alta suscetibilidade à erosão:

11 11 Manutenção do ambiente natural com impacto ambiental negativo controlado. As trilhas de visitação pública devem ser estudadas no sentido de se estabelecer ações para a sua recuperação quanto aos processos erosivos. Os neossolos litólicos, os argissolos e os cambissolos, dominantes nas principais trilhas de visitação pública são rasos devido às altas declividades, pela alta suscetibilidade à erosão, necessitam de uma estrutura protetora a ser elaborada especificamente para a área de pisoteio das trilhas que os cortam (degraus, placas de proteção, canaletas de escoamento da água pluvial e fluvial, barreiras laterais nas áreas mais frágeis que impeçam o desvio de caminho nas trilhas, etc.). Estudos aprofundados periodicamente, gestão da visitação pública, educação ambiental e manejo constante são fundamentais na área devido à combinação alta fragilidade ambiental X grande fluxo de turistas. Recuperar a qualidade visual e ambiental das paisagens degradadas do núcleo ocasionadas por processos erosivos, desmatamento e poluição dos corpos d água, aliando o trabalho de recuperação ao trabalho de monitoramento constante destes ambientes e ao trabalho de Educação Ambiental assertivo, para que os ambientes recuperados se mantenham em condições satisfatórias ao longo do tempo. Em terrenos de alta suscetibilidade a movimentos de massa (naturais ou induzidos): Os setores das trilhas de visitação pública que atravessam os compartimentos definidos como de muito alta fragilidade potencial devem sofrer alguma forma de controle devido a serem setores de alto potencial de processos morfodinâmicos. As áreas adjacentes a estas trilhas de visitação pública devem ser destinadas à classe de zoneamento mais restritiva possível, para total preservação dos remanescentes florestais e/ou necessária delimitação das áreas a serem recuperadas neste sentido, onde praticamente a interferência humana restrinja-se às trilhas já existentes.

12 12 O controle da erosão deve ser aplicado nas trilhas de visitação pública, sobretudo no disciplinamento das águas fluviais que as cortam como das águas pluviais incidentes sobre estes terrenos descobertos e friáveis. O reflorestamento controlado das áreas marginais às trilhas com espécies nativas de todos os habitat impactados deve ser urgentemente empreendido assim como a recuperação da serrapilheira e estratificações inferiores da mata. CONCLUSÕES Os estudos sobre o meio físico ora realizados, fornecem uma base satisfatória, porém, ainda carente de aprofundamento dos conhecimentos para o adequado planejamento e uma eficiente gestão do parque estadual do Jaraguá no Estado de São Paulo. Estudos mais detalhados do meio físico serão necessários com produção de mapeamentos atuais, diante de novos processos erosivos introduzidos nos sistemas ambientais, visto que os materiais aerofotográficos avaliados não são atualizados, demandando, portanto, a aquisição de novas fontes de sensores remotos atuais para um diagnóstico mais fiel da paisagem e suas interações. Entretanto, até onde se avançou com esta pesquisa, é possível apontar com segurança o alto grau de fragilidade ambiental dos terrenos no parque estadual do Jaraguá e seu entorno imediato, assim como as ações necessárias ao uso adequado do solo. É preciso também estender o estudo para o entorno do parque estadual do Jaraguá, área sujeita à agressiva expansão urbana, manejos inadequados do solo e intervenção nos cursos d água, agravando os processos erosivos e desmatamentos. É um parque que apresenta em quase toda a sua totalidade, área de risco para escorregamentos e erosão devido ao alto grau de declividade das encostas com grandes

13 13 comprimentos de rampa, portanto, são áreas geomorfologicamente inadequadas para usos de média ou alta intensidade ou ainda, recomendadas para nenhum tipo de uso em alguns trechos, a não ser a visitação pública em áreas morfodinamicamente favoráveis e restritas e a manutenção da cobertura vegetal original ou sua recuperação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AB'SÁBER, A. N. Geomorfologia do sítio urbano de São Paulo. São Paulo: USP/Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Tese (doutorado), AB'SÁBER, A. N. Os Domínios de Natureza no Brasil. Ateliê Editorial, ALMEIDA, F. F. M. Origem e Evolução da Plataforma Brasileira. Rio de Janeiro: Boletim de Geologia e Mineralogia (241):1-36, Base aerofotogeografia, obra-728 S.A.R.M.G. São Paulo 1: faixa: 20 foto: /01/01 23:27:55s 46:46:25w f BRASIL. Mapa de Solos do Brasil. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias. Escala 1: BRASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. Carta de Solos do Estado de São Paulo - Comissão de Solos do Brasil - Texto e Carta na Escala 1: ). BRASIL. Ministério da Agricultura Instituto de Química Agrícola e Instituto de Ecologia e Experimentação Agrícola - Carta de Levantamento de Reconhecimento dos Solos no Estado de São Paulo. Contribuição à Carta de Solos do Brasil, escala 1: , BRASIL. Ministério de Minas e Energia. Secretariade Minas e Metalurgia. Integração geológica da Folha Guaratinguetá. SF.23-Y-C :Escala 1: Estados de São

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