ANEXO V PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA UNIDADE DEMONSTRATIVA DO MANGARAI

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1 ANEXO V PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA UNIDADE DEMONSTRATIVA DO MANGARAI

2 MONITORAMENTO AMBIENTAL 1 - Locais a serem monitorados Quatorze seções transversais de córregos e rios para analise de parâmetros físico-químicos e biológicos, a serem microlocalizadas através de análises de resultados de modelagem de propensão de perda de solos em subbacias, com o uso de Sistema de Informação Geográfica, de mapas de uso e ocupação de solo, além de inspeções de campo. 4 seções na Bacia Mangaraí. 7 seções nas Bacias Controle. 1 seção do rio Santa Maria da Vitória a jusante da Represa de Rio Bonito. 1 seção do rio Santa Maria da Vitória a jusante das bacias controle. 1 seção do rio Santa Maria da Vitória a jusante da afluência do rio Mangaraí rio Santa Maria da Vitória Cinco seções móveis de medição de turbidez na Bacia do Mangaraí Seis pontos para medição de transporte sólido, com cálculos de vazões líquidas e sólidas Quatro pontos com estações pluviográficas. 2- Parâmetros. Determinação em quatorze seções transversais Sólidos dissolvidos. Sólidos sedimentáveis. Sólidos suspensos. Turbidez. OD (oxigênio dissolvido). Condutividade elétrica. DBO (demanda bioquímica de oxigênio). Série nitrogenada. Fósforo e fosfato total. ph. Temperatura. Coliformes termotolerantes. A partir do monitoramento de qualidade de água IQA (índice de qualidade de água), National Sanitation Foundation/CETESB, sendo classificadas as águas quanto ao uso para abastecimento após tratamento convencional. Para estimativas de transporte serão feitos estudos sedimentológicos em 2 seções na bacia do

3 Mangaraí, 2 seções em bacias de controle e 2 seções do rio Santa Maria da Vitória, escolhidas dentre as supracitadas, de acordo com a seguinte metodologia: Serão medidas precipitações pluviométricas em 4 pontos localizados nas bacias de estudo. Medições de descargas sólidas Determinação de descargas líquidas com o uso de molinete fluviométrico. Cálculo de descargas sólidas em suspensão a partir dos resultados de medições de descargas líquidas e de análises de laboratório de amostras de sedimentos em suspensão coletadas nos postos de medição. As amostragens deverão contemplar amostras de água para análise dos teores de sólidos totais e sólidos suspensos totais e para análise das frações granulométricas dos sólidos suspensos (análise da curva granulométrica). As amostras de água serão coletadas através de amostrador US-DH-48, o qual possibilita a coleta de amostras por integração vertical e a amostragem do sedimento de fundo será feita através de draga modelo SCOOPS O volume das amostras para determinação do teor de sólidos dependerá da concentração de sólidos na água do rio, ou córrego, no momento da amostragem. Determinação da turbidez em campo utilizando turbidímetro portátil marca Hack, modelo 2100P. As descargas sólidas totais para cada seção de monitoramento serão estimadas pelo método modificado de Einstein. Este método utiliza dados monitorados de descarga líquida, granulometrias de suspensão e de leito e concentração de sólidos suspensos, resultando em toneladas diárias de sólidos. A partir dos valores das áreas a montante de cada seção de monitoramento, os resultados serão transformados em t/ha.ano para facilitar a comparação dos transportes sólidos estimados 1. 1 BUREAU OF RECLAMATION, USA. Step method for computing total sediment load by the modified Einstein procedure. Denver, Colorado: Project Investigation Division CALIARI.P.C., TEIXEIRA, E.C. Avaliação da influência do diâmetro médio das partículas suspensas e da cor da água na relação entre turbidez e concentração de sólidos suspensos em rios. 2 Encontro Nacional de Tecnologia Química. Salvador/BA, jul Disponível [on line:http://www.abq.org.br/entequi/2009/trabalhos/ htm, set/2009]. CARVALHO, N. O. Hidrossedimentologia prática. Rio de Janeiro: CPRM. 372p

4 Serão elaborados relatórios parciais, ao final de cada campanha. O relatório final, com a análise dos conjuntos de dados que serão obtidos nesta primeira fase do Programa e também na segunda fase (onde os monitoramentos aqui descritos serão repetidos). Os relatórios apresentarão justificativas para escolhas de seções, coordenadas geográficas, mapas georrefenciados, seções topo-batimétricas e sedimentométricas, além de relatório fotográfico. 3- Frequência. Determinação em quatorze seções transversais 8 campanhas por ano, durante cinco anos, portanto teremos 560 campanhas (14 pontos x 8 campanhas por ano x 5 anos). Seis campanhas serão concentradas no período chuvoso, de forma capturar efeito da erosão. Duas campanhas serão executadas em período seco, para comparação. Determinação de Vazão em seis pontos 8 campanhas por ano, durante cinco anos, portanto teremos 240 campanhas (6 pontos x 8 campanhas por ano x 5 anos). Seis campanhas serão concentradas no período chuvoso, de forma capturar efeito da erosão. Duas campanhas serão executadas em período seco, para comparação. Precipitação- quatro estações pluviográficas. 4- Coleta das amostras. Empresa a ser contratada ou a própria CESAN. 5- Período de coleta das amostras: 5 anos. 6- Analise das amostras. Empresa a ser contratada ou a própria CESAN. 7- Interpretação dos resultados. Empresa a ser contratada ou a própria CESAN. 8- Custo estimado- R$ ,00.

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7 Represa de Rio Bonito

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