Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) Prof. Dr. Olavo Egídio Alioto

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1 Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) Prof. Dr. Olavo Egídio Alioto

2 BREVE HISTÓRICO O momento histórico contemporâneo é especial, porque vivemos uma era de profundas transformações em todas as áreas do conhecimento, da cultura e da vida social. Desde a metade do século passado, as teorias vigentes vêm sendo postas em questão e a ciência vive um momento de grande ebulição, experimentando um movimento de transformação, na busca de novos paradigmas (será que ainda podemos falar em paradigmas?) que possibilitem explicar os fenômenos naturais e sociais de maneira mais ampla.

3 BREVE HISTÓRICO Os dados sobre a penetração da Internet no Brasil e no mundo são suficientemente divulgados para que gastemos tempo e espaço reproduzindo-os. Mesmo assim, alguns merecem ser analisados. Por um lado, percebe-se um crescimento acelerado no número de internautas e, mesmo sabendo que em 2001 o Brasil possuía apenas 23 milhões de conectados (menos de 19% da população), pode-se perceber um aumento de conexão daqueles que estão nas classes socioeconomicamente menos favorecidas (C, D e E), conforme dados de pesquisa realizada pelo Datafolha em parceria com a Folha Online e com o ibest.

4 BREVE HISTÓRICO Desse total, segundo a pesquisa, 9,5 milhões conectavam-se de suas casas, 8,3 milhões acessavam a web a partir do trabalho, outros 9,5 milhões acessavam a rede na casa de parentes, e 3,5 milhões ficavam on-line nas escolas ou universidades. No entanto, apesar desses dados indicarem um crescimento do acesso e, principalmente, um aumento da presença dessas classes na Internet, ainda percebemos a manutenção de uma lógica que privilegia aqueloutros sempre favorecidos pelo sistema econômico. Na distribuição por regiões, o que se observa da pesquisa é que o Sul do país é a região que mais acessa a rede, com 24% de pessoas on-line, seguido do Sudeste (23%), Norte e Centro-Oeste (17%) e, finalmente, do Nordeste, com 10%.

5 BREVE HISTÓRICO A ampliação do acesso às classes C, D e E é atribuída muitas vezes à implantação de telecentros e infocentros, além da conexão de escolas públicas à rede. Nesse caso, os números indicam 35% das escolas do ensino médio e 6,7% do ensino fundamental já conectadas. Parece um quadro animador se não estivéssemos falando em médias, porque, no fundo, ainda vemos uma forte tendência à exclusão agora, à exclusão digital, que reforça, mais uma vez, uma situação de privilégios. No ensino fundamental, dos 35 milhões de alunos, somente seis milhões teriam, em tese, acesso à Internet. No ensino médio, dos 8,1 milhões de alunos, cerca de três milhões estão em escolas.

6 BREVE HISTÓRICO No Brasil, apenas seis redes nacionais de televisão (Globo, SBT, Record, Bandeirantes, Rede TV! e CNT) controlam 667 veículos do país: 309 canais de televisão, 308 canais de rádio e 50 jornais diários, segundo o Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação.

7 INTRODUÇÃO Computadores (hardware) cada vez mais poderosos permitem o surgimento de ferramentas (software) de apoio ao ensino cada vez mais sofisticadas, como sistemas de autorias e sistemas de hipertexto, utilizando multimídia e inteligência artificial. Desde que Vannevar Bush, em 1945, nos Estados Unidos, apresentou a idéia de um dispositivo mecanizado para folhear e inserir, com muita rapidez e flexibilidade, anotações em uma vasta biblioteca de literatura científica, capaz de conter textos, gráficos, fotografias e desenhos, criando o hipertexto, isto é, um sistema que permite criar e manter conjuntos de trechos de texto interligados de forma não-sequencial, muitos avanços tecnológicos foram realizados na área de informática e comunicação. (QUARTIERO, 1999)

8 REFLEXÃO O avanço do hardware, tornando disponíveis microcomputadores com recursos tais como canal de voz, CD-ROM e videodisco, está difundindo a possibilidade de um trabalho multimídia que, ao combinar o realismo da televisão com a flexibilidade do computador, está gerando um grande impacto na educação. (QUARTIERO, 1999) No entanto, ainda não é claro que metodologia de ensinoaprendizagem poderia servir de base para a melhor utilização desta tecnologia a partir das concepções pedagógicas presentes no cotidiano escolar.

9 REFLEXÃO Novas maneiras de pensar e de conviver estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. As relações entre os homens, o trabalho, a própria inteligência dependem, na verdade, da metamorfose incessante de dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição, criação e aprendizagem são capturados por uma informática cada vez mais avançada. Não se pode mais conceber a pesquisa científica sem uma aparelhagem complexa que redistribui as antigas divisões entre experiência e teoria. (PRETTO; PINTO, 2006)

10 REFLEXÃO NOVAS MANEIRAS?!?! ** De um lado, algumas iniciativas aproveitam-se dos recursos de aplicação geral disponíveis na rede ( , listas, fóruns, chats, home pages, etc.) ** De outro, surgem diversos softwares gerenciadores de cursos on-line. ** Outros se aventuram na agregação dos recursos da rede ao dia-a-dia da sala de aula, formando, em conjunto, uma ampla frente experimental que já começa a dar sinais de novas possibilidades.

11 REFERÊNCIAS: QUARTIERO, Elisa Maria. AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E A EDUCAÇÃO. Revista Brasileira de Informática na Educação, n. 4, PRETTO, Nelson; PINTO, Cláudio da Costa. TECNOLOGIAS E NOVAS EDUCAÇÕES. Revista Brasileira de Educação, v. 11, n. 31, jan.-abr

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