ASSISTÊNCIA SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL: UM DEBATE NECESSÁRIO NO ATUAL CENÁRIO DO SOCIAL-LIBERALISMO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ASSISTÊNCIA SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL: UM DEBATE NECESSÁRIO NO ATUAL CENÁRIO DO SOCIAL-LIBERALISMO"

Transcrição

1 1 ASSISTÊNCIA SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL: UM DEBATE NECESSÁRIO NO ATUAL CENÁRIO DO SOCIAL-LIBERALISMO Virgínia Alves Carrara 1 Simone Rocha da Rocha Pires Monteiro 2 Patrícia Miranda Carvalho 3 RESUMO O artigo objetiva apresentar a pesquisa: O Serviço Social e o Sistema Único de Assistência Social SUAS: antigos e novos limites e desafios postos ao exercício profissional em desenvolvimento e os primeiros resultados encontrados. A temática proposta para estudo é atual e de relevância para profissionais e gestores que investigam e implementam a política de Assistência Social, e particularmente para o assistente social, que tem sido o profissional que historicamente vem atuando nesta área. Análises desta natureza possibilitam estudos posteriores, complementares e comparativos, para a identificação de possibilidades e dificuldades na implantação e implementação dos Centros de Referência de Assistência Social CRAS e dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social CREAS. A principal contribuição teórica da pesquisa está no fortalecimento do debate acerca do trabalho do profissional assistente social no SUAS tendo como referência o atual acúmulo téorico-metodológico da área e o projeto ético-político que norteia a profissão na defesa das políticas públicas e dos direitos sociais. São considerados como campo de evidência empírica os documentos oficiais emitidos pelo Ministério do Desenvolvimento Social, Combate a Fome-MDS, e a bibliografia especializada e que expressam o acúmulo teórico da política de Assistência Social e do Serviço Social. Palavras-chave: Assistência Social, Atuação Profissional, Sistema Único de Assistência Social. 1 Doutora em Serviço Social pela PUC/RJ. Professora Adjunto II do Curso de Serviço Social do Departamento de Ciências Sociais, Jornalismo e Serviço Social - DECSO do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas ICSA da Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP. 2 Doutora em Serviço Social pela PUC/RS. Professora Adjunto do curso de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense. Vice Coordenadora da Pós-Graduação em Serviço Social e Desenvolvimento Regional. 3 Acadêmica do 6º período de Serviço Social na Universidade Federal de Ouro Preto DECSO/ ICSA/UFOP. Bolsista do Programa de Iniciação à Pesquisa da UFOP PIP/UFOP.

2 2 INTRODUÇÃO A consolidação da Assistência Social na perspectiva do direito pressupõe o contraponto ao passado caracterizado pelo clientelismo, pelo patrimonialismo, pelo engessamento burocrático e pela cultura do favor, pois efetivar a consolidação da Assistência Social enquanto política pública, na perspectiva de concretizar os princípios e diretrizes conquistados, significa instaurar outro padrão civilizatório, comprometido com o fortalecimento do controle social na democratização dos processos decisórios, no protagonismo dos sujeitos sociais. Os desafios que se colocam demandam a articulação de diferentes atores, bem como pressupõem a articulação do executivo, legislativo e judiciário, nas três esferas de governo (LOPES, 2006; SPOSATI, 2006). A temática proposta para estudo é atual e de relevância para profissionais e gestores que investigam e implementam a política de Assistência Social, e particularmente para o assistente social, que tem sido o profissional que historicamente vem atuando nesta área. Estudos dessa natureza possibilitam posteriores estudos complementares e comparativos, para identificação de possibilidades e dificuldades na implantação e implementação dos Centros de Referência de Assistência Social CRAS e dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social CREAS. O artigo objetiva apresentar a pesquisa 4 em desenvolvimento e os primeiros resultados encontrados refletindo sobre dilemas e desafios que a atual política de Assistência Social coloca para o Assistente Social tendo como horizonte a reafirmação do projeto ético-político. RESGATE SÓCIO-HISTÓRICO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 4 ) Esta pesquisa é desenvolvida no Núcleo de Extensão e Estudos em Formação e Trabalho Profissional (NEESFTP) coordenado pela Profa. Dra. Virginia Alves Carrara, com a participação da Profa. Dra. Simone Monteiro Rocha da Rocha Pires Monteiro do Núcleo de Pesquisa sobre Política Social e Desenvolvimento da UFF e pela bolsita do Programa de Iniciação à Pesquisa da UFOP PIP/UFOP Patrícia Miranda Carvalho.

3 3 A Constituição Federal de 1988 inaugura um novo paradigma para Assistência Social, apontando para o seu status de política pública de proteção social, no campo da Seguridade, compondo junto a Saúde e a Previdência, o tripé da Seguridade Social brasileira. Logo, é reconhecida enquanto direito social e dever do Estado na sua garantia. Essa concepção rompe substancialmente com a lógica historicamente impregnada na trajetória da Assistência Social no Brasil, marcada pela caridade, benemerência, clientelismo, assistencialismo e focalização. A Assistência Social foi regulamentada somente em 1993, através Lei Orgânica da Assistência Social LOAS, e define a Assistência Social como direito do cidadão e dever do Estado, enquanto política de seguridade social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública, para garantir o atendimento às necessidades básicas. A política de Assistência Social tem como objetivos a proteção à família, à maternidade, à infância e à velhice, o amparo às crianças e adolescentes carentes; a promoção e integração ao mercado de trabalho, a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiências e a promoção de sua integração à vida comunitária (BRASIL, 1993). Ressalta-se que a regulamentação da LOAS não foi suficiente para imprimir uma nova lógica à Política Nacional de Assistência Social PNAS, na medida em que o processo de sua consolidação foi atravessado por contradições, demarcadas por profundas transformações societárias que se deram na lógica inversa ao projeto de ampliação da cidadania (COUTO 2006, MONTEIRO, 2008). No bojo desse processo, medidas adotadas pelo Governo Federal, como a criação da Comunidade Solidária, a morosidade em construir a arquitetura política da Assistência Social os conselhos, os fundos nos três níveis do governo, as reformulações e gestão da área social preconizada pela Reforma do Estado, realizada pelo Ministério da Administração e Reforma do Estado - MARE, sob a batuta do então Ministro Bresser Pereira durante o segundo governo de FHC, criaram entraves e dificuldades para o avanço desta política, direcionada para permitir acesso aos direitos sociais da população.

4 4 Reformando a estrutura do Estado e aderindo a administração pública gerencial, passou o Estado a contar com quatro setores: o núcleo estratégico, as atividades exclusivas, os serviços não-exclusivos e a produção de bens e serviços para o mercado. Os serviços não-exclusivos são todos aqueles que o Estado provê, mas que, como não envolvem o exercício do poder extroverso do Estado, podem ser também oferecidos pelo setor privado e pelo setor público não-estatal ( não-governamental ). Esse setor compreende os serviços de educação, saúde, culturais e de pesquisa científica (PEREIRA, 1998: 34). Nesse sentido, instituições e entidades privadas, mas que sejam de interesse público podem compor o quadro de atendimento e prestação de serviços na área da Assistência Social, inclusive recebendo recursos na prestação e atuação na área. Essa possibilidade traz complexas e contraditórias relações que ao mesmo tempo em que oportuniza a participação da sociedade civil organizada não somente no controle social das políticas sociais, tão necessária para a construção da vida democrática, não raras vezes reitera práticas marcadas pela caridade, benemerência, clientelismo, assistencialismo e focalização, indo de encontro ao avanço e conquistas que a Constituição de 1988 trouxe. A Assistência Social consiste em um sistema que tem na sua centralidade a proteção social. Organiza-se através de eixos estruturantes: matricialidade sócio-familiar, descentralização e territorialização que são as novas bases de relação entre Estado e sociedade civil participação do usuário e controle social. Os programas e serviços organizam-se por níveis de proteção: básica e especial, de média e alta complexidade, através de respectivos centros de referência: Centro de Referência de Assistência Social CRAS e Centro de Referência Especializada de Assistência Social - CREAS (Brasil, 2005). Portanto, o SUAS irá demandar uma nova forma de gestão, sobretudo porque busca dar concretude aos princípios da LOAS, na medida em que aponta uma nova institucionalidade da política de Assistência Social. Essa mudança de paradigma irá demandar novas formas de gestão do trabalho, na medida em que institui nova lógica e novas demandas profissionais (COUTO, 2009; MOTA, 2006; IAMAMOTO, 2008).

5 5 Somente a partir de 2004 é que a PNAS constituiu-se em um novo marco regulatório apontando para a conformação do Sistema Único de Assistência Social- SUAS, sendo este, implantado em Esse processo é produto da construção coletiva de municípios e Estados, bem como de diferentes atores da Assistência Social, e com marcante presença dos profissionais assistentes sociais. O SUAS tem por objetivo unificar em todo o território nacional a política de Assistência Social. Busca efetivar as conquistas constitucionais, bem como assegurar os princípios e diretrizes pactuados na LOAS. Caracteriza-se por um modelo de gestão descentralizada e participativa na regulação e organização em todo o território nacional das ações socioassistenciais, definindo e organizando os elementos essenciais e imprescindíveis à execução da política, pois normatiza padrões nos serviços, a qualidade no atendimento, os indicadores de avaliação, resultado e a nomenclatura dos serviços e da rede sócioassistencial. Com a contrarreforma do Estado promovida a fim de que o Brasil alinhasse primeiramente ao receituário neoliberal e, posteriormente, em decorrência das recentes crises econômicas que vêm assolando os países de capitalismo central, o país novamente se ajusta ao ideário dos países hegemônicos através das medidas de corte pós-neoliberais nas políticas sociais. O Brasil, sem concluir a operacionalização da Assistência Social nos marcos dos princípios universalizantes assumidos na Constituição Federal de 1988, passou a organizar a PNAS nos limites das ações focalizadoras dirigidas a um público específico: os pobres. Sem desconsiderar os avanços da política de Assistência Social as reflexões aqui presentes caminham na direção de problematizar os rumos que a Assistência Social tomou distanciando-se dos princípios da Seguridade Social garantidos na Carta Magna, na contemporaneidade. OS DESAFIOS DA PESQUISA

6 6 Este artigo objetiva apresentar a pesquisa: O Serviço Social e o Sistema Único de Assistência Social SUAS: antigos e novos limites e desafios postos ao exercício profissional em desenvolvimento e os primeiros resultados, tendo como horizonte a reafirmação do projeto ético-político da profissão de Serviço Social. Realiza uma análise documental das principais legislações que normatizam a política de Assistência Social, as atuais exigências profissionais colocadas para os técnicos aí inseridos e o projeto ético-político da profissão. Busca-se contribuir com a análise das novas demandas que se colocam ao exercício profissional no contexto da Assistência Social, sobretudo com o processo de implementação do SUAS. Busca-se também identificar a emergência de significativos dilemas e desafios. É uma pesquisa qualitativa que recorre a análise de conteúdo dos documentos selecionados. Segundo Minayo (1995, p.21-22) A pesquisa qualitativa responde a questões muito particulares. Ela se preocupa, nas ciências sociais, com um nível de realidade que não pode ser quantificado, ou seja, ela trabalha com universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que corresponde a um espaço mais profundo das relações dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis. Dentro desta pesquisa realizamos estudos e análises de texto dos principais documentos reguladores da Assistência Social como a Constituição Federal de 1988; a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS); a Política Nacional de Assistência Social (PNAS); a Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (NOB/SUAS); a Norma Operacional Básica de Recursos Humanos (NOB-RH/SUAS). Levantamento bibliográfico da literatura sobre Assistência Social e política social vem se desenvolvendo privilegiando textos clássicos de teóricos e articulistas do Serviço Social como Iamamoto (2001, 2008), Yazbek (2005, 2008), Netto (2001, 2011), Pereira (2001), Santos (2010). Teóricos do pensamento social brasileiro filiados a perspectiva crítica também são objeto de estudo a fim de aprofundarmos as análises da particularidade da realidade brasileira como Ianni (2004), Martins (2008). Outrossim, são considerados autores e estudos nas matrizes do pensamento social europeu e norte-americano como Castel (1998), Neri (2005) e outros

7 7 com vistas a identificarmos os supostos argumentos que se encontram nos documentos e normativas em análise. Na fase inicial da pesquisa foi feito um primeiro levantamento qualitativo e quantitativo de alguns termos que estão presentes nas políticas e no cotidiano do profissional da Assistência Social, tais como: questão social; vulnerabilidade social; exclusão social; descentralização e risco social. Com os primeiros resultados da pesquisa identificamos a quase ausência da categoria questão social nos documentos e normativas. Foi encontrada somente duas vezes, uma na LOAS e outra única vez na PNAS, a saber: A construção do direito da Assistência Social é recente na história do Brasil. Durante muitos anos a questão social esteve ausente das formulações de políticas no país. O grande marco é a Constituição de 1988, chamada de Constituição Cidadã, que confere, pela primeira vez, a condição de política pública à assistência social, constituindo, no mesmo nível da saúde e previdência social, o tripé da seguridade social que ainda se encontra em construção no país [grifo nosso] (LOAS, 1993, p 04). Com análise do texto e seu conteúdo não foi possível precisar o significado de questão social presente, somente conseguimos inferir que a expressão tem relação com os direitos social. Frente ao desafio de enfrentar a questão social, a descentralização permitiu o desenvolvimento de formas inovadoras e criativas na sua implementação, gestão, monitoramento, avaliação e informação. No entanto, a compreensão de que a gestão democrática vai muito além de inovação gerencial ou de novas tecnologias é bastante limitada neste país. A centralização ainda é uma marca a ser superada. [grifo nosso] (PNAS, 2004, p.14). Aqui também não fica claro o que se toma por questão social e o que realmente precisa ser enfrentado, porém deixa claro que o seu enfrentamento está na descentralização. As expressões da questão social, o objeto de intervenção do profissional de Serviço Social e presente nos diferentes espaços sócio-ocupacionais do assistente social se

8 8 manifestam como: desemprego, violência, pobreza, violência no campo etc. Compreender a sua gênese e estrutura é fundamental, pois é a partir do processo do reconhecimento da classe trabalhadora de sua condição de explorado pelo capital e de seu posicionamento político exigindo os seus direitos é que a questão social ganha visibilidade e respostas pelas vias, principalmente das políticas sociais. [..] não é senão as expressões do processo de formação e desenvolvimento da classe operária e de seu ingresso no cenário político da sociedade exigindo seu reconhecimento como classe por parte do empresariado e do Estado. É a manifestação, no cotidiano da vida social, da contradição entre o proletariado e a burguesia, a qual passa a exigir outros tipos de intervenção mais além da caridade e da repressão (Iamamoto e Carvalho, 1995, p.77). E é como agente de intervenção junto às políticas sociais que a profissão se tornou necessária e ganhou legitimidade. Nascida da imposição da classe burguesa à classe trabalhadora, a profissão faz um giro de rota reconhecendo-se também como trabalhadores assalariados e seu trabalho e profissão atravessadas pela contradição da sociedade capitalista. É com o Processo de Renovação da Profissão (NETTO, 2011), através da Vertente Intenção de Ruptura que fração da profissão ao aproximar e apropriar-se da teoria marxista nas fontes, indo aos clássicos é que foi possível a construção de sua autoimagem renovada expressa no atual Projeto Ético-Político. Faz-se necessário que os profissionais da Assistência Social e especialmente os Assistente Social compreendam as múltiplas expressões da questão social apresentadas pelos usuários que demandam pelos serviços, programas e projetos da Assistência a fim de não culpabilizar e responsabilizar o indivíduo, desconsiderando as causas que estruturam as suas demandas. Olhar criticamente a realidade, a sociedade com suas legislações e se empenharem em pesquisas e estudos sobre a questão social e suas manifestações é fundamental para que o profissional não assuma termos presentes na PNAS como vulnerabilidade, risco e exclusão social como imediatos objetos de sua intervenção profissional. Intervenção e investigação são processos indissociáveis para uma atuação qualificada.

9 9 Percebe-se a partir desta problematização, que esse contexto, cujo desafio centra-se na consolidação desse novo paradigma de política pública de assistência social, é atravessado de contradições e antagonismos, que complexificam as competências e atribuições, na medida em que formatam novas modalidades interventivas. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES Esta pesquisa está em andamento e busca analisar as mudanças impressas com o novo paradigma da PNAS, a partir do SUAS e suas implicações para o Serviço Social contribuindo com o debate acerca da PNAS e o papel do Assistente Social junto aos equipamentos - CRAS e CREAS - da política. Com os resultados parciais já é possível uma inicial consideração quanto a nossa hipótese: as respostas e as estratégias desenvolvidas por estudiosos, pesquisadores da área do Serviço Social e da Assistência Social inscritos na perspectiva teórico crítica enfrentam desafios para o seu desenvolvimento a medida que encontram limites e/ou podem colidir com os conceitos e princípios presentes nos instrumentos políticos e normativos da Assistência Social. Com os resultados dessa pesquisa poder-se-á elaborar futuros projetos de atualização e capacitação profissional para os profissionais que atuam nas prefeituras da região e nas secretárias de Assistência Social.

10 10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CASTEL, R. As Metamorfoses da Questão Social: uma crônica do salário. Petrópolis: Vozes CRESS. Assistente social: ética e direitos. Rio de Janeiro, CRESS/7ª Região, BATTINI, Odária. Construindo o método: das referências teórico-metodológicas. In:. Assistência Social: constitucionalização, representação, práticas. São Paulo: Veras, BRASIL. LOAS-Lei Orgânica da Assistência Social -lei 8742, de 07 de dezembro de ;Ministério do desenvolvimento social e Combate à fome. Política Nacional de Assistência Social.Brasília, Norma Operacional Básica de Recurso Humanos do SUAS.Brasília, 2006 BRASIL. Secretaria Nacional de Assistência Social..Norma Operacional Básica NOB/SUAS: construindo as bases para a implantação do Sistema Único de Assistência Social. Brasília, DF: [s. n.], Capacitação em Serviço Social e Política Social: Módulo 04: O trabalho do assistente social e as políticas sociais. Brasília: CEAD/UNB, CRESS/7ª REGIÃO. COUTO, Berenice Rojas. O Direito Social e Assistência Social na Sociedade Brasileira:uma equação possível? São Paulo:Cortez, ;O Sistema único de Assistência Social:uma nova foma de gestão da Assistência Social.In Concepção e Gestão da Proteção Social não contributiva no Brasil.Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome;unesco, Brasília, ;MARTINELLI, Diego.O Serviço Social e O Sistema Único de Assistência Social (SUAS): desafios éticos ao trabalho profissional. Revista Argumentum, v. 1, n. 1.Vitória:UFES, jul./dez p FORTI, Valéria e GUERRA, Yolanda (orgs.). Serviço Social: Temas, Textos e Contextos. Coletânea Nova de Serviço Social. Rio de Janeiro: Editora Lúmen Juris IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social.3.ed.são P_aulo : Cortez, ; CARVALHO, R. de. Relações sociais e serviço social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. 10. Ed. São Paulo: Cortez, OCTAVIO IANNI. Pensamento Social no Brasil. Bauru, SP: EDUSC, 2004.

11 11 KOIKE, Marieta. As novas exigências teóricas, metodológicas e operacionais da formação profissional na contemporaneidade. In: Programa de capacitação continuada para Assistentes Sociais: Capacitação em Serviço Social e política social. Módulo 2: Reprodução social, trabalho e Serviço Social. Brasília: CFESS, ABEPSS, CEAD, UnB, p LOPES, Márcia Helena Carvalho. O tempo do SUAS. In Serviço Social e Sociedade nº87. São Paulo Cortez, p MARTINS, José de Souza. A Sociedade Vista do Abismo: Novos estudos sobre exclusão, pobreza e classes sociais. 3ª ed., Editora Vozes, MINAYO, Maria Cecília de Souza. Ciência, técnica e arte: o desafio da pesquisa social. In: MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Rio de Janeiro: Vozes, MONTEIRO, Simone Rocha da Rocha. Desafios na implantação do SUAS no contexto da Baixada Fluminense: a experiência de Nova Iguaçu. Rio de janeiro, MOTA; Ana Elizabete.et all.o Sistema Único de Assistência Social e a Formação Profissional. Serviço Social e Sociedade n.87. São Paulo:Cortez, (org.) O Mito da Assistência Social:ensaios sobre Estado, Política e Sociedade. São Paulo:Cortez, NERI, Marcelo. Desigualdades e desenvolvimento. In: CASTRO, Ana Célia et al (Orgs.). Brasil em Desenvolvimento: instituições, políticas e sociedade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, n.2, p , NETTO, José Paulo. Ditadura e Serviço Social: uma análise do serviço social no Brasil pós ed. São Paulo: Cortez, PAIVA, Beatriz Augusto. O SUAS e os direitos socioassistenciais:a universalização da seguridade em debate. Serviço Social e Sociedade n.87. São Paulo:Cortez, PEREIRA, Luis Carlos Bresser (orgs). Reforma do Estado e Administração Pública Gerencial. Rio de Janeiro: FGV SANTOS, Cláudia Mônica dos. Na Prática a Teoria é Outra? Mitos e Dilemas na Relação entre Teoria, Prática, Instrumentos e Técnicas no Serviço Social. Rio de Janeiro: Editora Lúmen Juris P SANTOS, Josiane Soares. Questão Social: particularidades no Brasil. V. 6. São Paulo: Cortez, SIMÕES, Carlos. Curso de direito do serviço social. Biblioteca Básica de Serviço Social. V ed. São Paulo: Cortez, 2008.

12 SPOSATI, Aldaíza. O primeiro ano do Sistema Único de Assistência Social.Serviço Social e Sociedade n.87. São Paulo:Cortez,

CONCURSO DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE/2010 FORMULÁRIO DE RESPOSTA AOS RECURSOS

CONCURSO DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE/2010 FORMULÁRIO DE RESPOSTA AOS RECURSOS QUESTÃO: 22 Ver bibliografia do concurso: IAMAMOTO, Marilda. & CARVALHO, Raul. Relações sociais e serviço social no Brasil. Esboço de uma interpretação históricometodológica. 14ªed. São Paulo, Cortez,

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL UMA HISTÓRIA DE CONQUISTAS

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL UMA HISTÓRIA DE CONQUISTAS 1 POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL UMA HISTÓRIA DE CONQUISTAS Andriéli de Cássia F. S. Treichel Palavras chave: Política, assistência social, CRAS 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho trata-se de uma

Leia mais

HELENA NAVARRO GIMENEZ

HELENA NAVARRO GIMENEZ HELENA NAVARRO GIMENEZ O ASSISTENTE SOCIAL NA GESTÃO ESTADUAL DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E A APLICABILIDADE DO CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL NESSE ESPAÇO DE ATUAÇÃO O presente artigo tem por objetivo

Leia mais

O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E A CENTRALIDADE NA FAMÍLIA

O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E A CENTRALIDADE NA FAMÍLIA O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E A CENTRALIDADE NA FAMÍLIA Antonia Alves Vanzetto RESUMO A Assistência Social reconhecida como Política Pública na Constituição Federal/1988, através dos artigos

Leia mais

Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor

Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor RODRIGUES, Camila Moreira (estágio II), e-mail:camila.rodrigues91@hotmail.com KUSDRA, Rosiele Guimarães (supervisora), e-mail:

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ DUCHEIKO, Angelina do Rocio 1 RODRIGUES, Camila Moreira

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Irma Martins Moroni da Silveira FALAR DA CONTEMPORANEIDADE É REFLETIR SOBRE O TEMPO PRESENTE Falar do hoje da Assistência Social; Como

Leia mais

1 Introdução. 1 O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um programa de política social, garantido pela

1 Introdução. 1 O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um programa de política social, garantido pela 1 Introdução O Programa Bolsa Família (PBF) é o maior programa sócio assistencial atualmente no país, que atende cerca de 11,1 milhões de famílias brasileiras. O PBF tem sido objeto de várias questões

Leia mais

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 Com a Constituição Federal de 1988, a Assistência Social passa

Leia mais

Rosimeire Ap. Mantovan rosimantovan@uol.com.br. Escola de Governo Novembro/15

Rosimeire Ap. Mantovan rosimantovan@uol.com.br. Escola de Governo Novembro/15 Rosimeire Ap. Mantovan rosimantovan@uol.com.br Escola de Governo Novembro/15 AÇÃO SOCIAL COM FORTE ATUAÇÃO DA IGREJA ENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE CIVIL AUSÊNCIA DO ESTADO AÇÕES FOCALIZADAS E FRAGMENTADAS

Leia mais

CURSO: BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL

CURSO: BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL CURSO: BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL ALINE OLIVEIRA DA CRUZ 440398 DAIANE MENEZES DA SILVA 412736 ESTER GONÇALVES DA SILVA 431653 FABIANA ESPÍNDOLA RODRIGUES 429013 TÁSSIA CRUZ DO NASCIMENTO 420298 Gestão

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS:

O SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS: O SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS: para avançar na consolidação da política de assistência social na perspectiva do direito Simone Rocha da Rocha Pires Monteiro 1 RESUMO

Leia mais

REVISTA SABER ACADÊMICO N 16 / ISSN 1980-5950 SQUIZATTO, E. P. S. 2013.

REVISTA SABER ACADÊMICO N 16 / ISSN 1980-5950 SQUIZATTO, E. P. S. 2013. 86 Artigo original A PRÁXIS PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL SQUIZATTO, E. P. S. 1 Nome Completo Ediléia Paula dos Santos Squizatto Artigo submetido

Leia mais

VIGILÂNCIA SOCIAL: Uma ferramenta de gestão dos serviços sociais

VIGILÂNCIA SOCIAL: Uma ferramenta de gestão dos serviços sociais 1 VIGILÂNCIA SOCIAL: Uma ferramenta de gestão dos serviços sociais Vera Lucia Canhoto GONÇALVES 1 Vanessa Martins RAMOS 2 Helen Cristina Osório XAVIER 3 RESUMO: A Política Nacional de Assistência Social

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL NO BRASIL: IMPACTOS SOBRE A POBREZA, DESIGUALDADE E CRESCIMENTO

PROTEÇÃO SOCIAL NO BRASIL: IMPACTOS SOBRE A POBREZA, DESIGUALDADE E CRESCIMENTO 1 PROTEÇÃO SOCIAL NO BRASIL: IMPACTOS SOBRE A POBREZA, DESIGUALDADE E CRESCIMENTO Aline Pena Testasicca Silva 1 RESUMO As políticas de proteção social no Brasil devem ser analisadas ao longo de uma trajetória

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL E O ATUAL PROJETO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 1

O SERVIÇO SOCIAL E O ATUAL PROJETO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 1 O SERVIÇO SOCIAL E O ATUAL PROJETO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 1 AVILA, Lisélen 2 ; AVILA, Evelisen 3 ; AGUINSKY, Beatriz 4 1 Trabalho do tipo bibliográfico 2 Assistente Social, Mestranda em Serviço Social

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCHLADSSMT01 A INSERÇÃO DOS ALUNOS NOS CAMPOS DE ESTÁGIO ENQUANTO ESPAÇO DE INTERVENÇÃO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL - UFPB /BRASIL Ana Karolynne de Lima Freitas (1), Dalliana Ferreira Brito (1), Flávio

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires REFERÊNCIAS LEGAIS CF 88 LOAS PNAS/04 - SUAS LOAS A partir da Constituição Federal de 1988, regulamentada

Leia mais

Ementários de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso de Serviço Social (2007).

Ementários de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso de Serviço Social (2007). Anexo 1. Ementários de acordo com o Projeto Político Pedagógico do Curso de Serviço Social (2007). I. Disciplinas Obrigatórias SOCIOLOGIA CLÁSSICA Os paradigmas sociológicos clássicos (Marx, Weber, Durkheim).

Leia mais

QUESTÕES INICIAIS PARA A DISCUSSÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DO SUAS

QUESTÕES INICIAIS PARA A DISCUSSÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DO SUAS QUESTÕES INICIAIS PARA A DISCUSSÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DO SUAS Janice Merigo Docente UNISUL Assistente Social FECAM social@fecam.org.br POLÍTICA SOCIAL Ações coletiva que concretiza direitos

Leia mais

O CRAS no estado de Santa Catarina

O CRAS no estado de Santa Catarina III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA AUTOR DO TEXTO: Letícia Soares Nunes O CRAS no estado de Santa Catarina RESUMO: O objetivo precípuo do presente artigo é apresentar o processo de implementação

Leia mais

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS Secretaria Nacional de Assistência Social 1 2 3 Quando a Comissão Organizadora da VI Conferência Nacional

Leia mais

SUAS: CONSTRUINDO A POLITICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA

SUAS: CONSTRUINDO A POLITICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA 1. Introdução SUAS: CONSTRUINDO A POLITICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA Fabiana Luiza Negri 1 Maria Luiza de Souza Lajus Vanessa Neckel A política de assistência social consolida-se em sua trajetória,

Leia mais

PROGRAMA DE REABILITAÇÃO BASEADO EM COMUNIDADE: UMA EXPERIÊNCIA DE PROMOÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA PORTADORA DE DEFICIÊNCIA E DE SUA FAMÍLIA

PROGRAMA DE REABILITAÇÃO BASEADO EM COMUNIDADE: UMA EXPERIÊNCIA DE PROMOÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA PORTADORA DE DEFICIÊNCIA E DE SUA FAMÍLIA PROGRAMA DE REABILITAÇÃO BASEADO EM COMUNIDADE: UMA EXPERIÊNCIA DE PROMOÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA PORTADORA DE DEFICIÊNCIA E DE SUA FAMÍLIA Dra. Tatiana Maria Araújo da Fonseca Licenciada em Serviço

Leia mais

A POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO BRASIL: O PERCURSO HISTÓRICO, SUA INSTITUCIONALIZAÇÃO, E A INFLUÊNCIA DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

A POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO BRASIL: O PERCURSO HISTÓRICO, SUA INSTITUCIONALIZAÇÃO, E A INFLUÊNCIA DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 A POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO BRASIL: O PERCURSO HISTÓRICO, SUA INSTITUCIONALIZAÇÃO, E A INFLUÊNCIA DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 0 PERCURSO HISTÓRICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL Desde o Brasil

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 Institui o Sistema Municipal de Assistência Social do Município de Santo Antônio da Patrulha e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo Antônio da Patrulha,

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONSELHOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NA MATERIALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) 1 RESUMO

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONSELHOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NA MATERIALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) 1 RESUMO A CONTRIBUIÇÃO DOS CONSELHOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NA MATERIALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) 1 Sandra de Souza Moretto 2 Darlene de Moraes Silveira 3 RESUMO A Constituição Federal

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA PARA O CURSO DE SERVIÇO SOCIAL: PERSPECTIVA HISTÓRICA E ATUAL FERREIRA, CMA 1 ; ROCHA, LM 2 ; FERREIRA, CMA 3

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA PARA O CURSO DE SERVIÇO SOCIAL: PERSPECTIVA HISTÓRICA E ATUAL FERREIRA, CMA 1 ; ROCHA, LM 2 ; FERREIRA, CMA 3 A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA PARA O CURSO DE SERVIÇO SOCIAL: PERSPECTIVA HISTÓRICA E ATUAL FERREIRA, CMA 1 ; ROCHA, LM 2 ; FERREIRA, CMA 3 1 Catyelle Maria de Arruda Ferreira, autora, aluna do Curso de Ciências

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

A ATUAÇÃO DOS ASSISTENTES SOCIAIS NO ESPAÇO DOS CENTROS DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS

A ATUAÇÃO DOS ASSISTENTES SOCIAIS NO ESPAÇO DOS CENTROS DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS A ATUAÇÃO DOS ASSISTENTES SOCIAIS NO ESPAÇO DOS CENTROS DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS: reflexões sobre a prática profissional à luz do projeto ético-político. Resumo Denise de Jesus Albuquerque

Leia mais

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais 14º Encontro Nacional do Congemas CRAS como unidade de gestão local do SUAS 14º Encontro Nacional do Congemas

Leia mais

Instrumentalidade, estratégias e táticas no âmbito do SUAS

Instrumentalidade, estratégias e táticas no âmbito do SUAS MINICURSO DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL PARA ASSISTENTES SOCIAIS E GRADUANDOS Instrumentalidade, estratégias e táticas no âmbito do SUAS Luciana Gonçalves Pereira de Paula Cuiabá 2015 1 A Descentralização

Leia mais

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NO SUAS: AVANÇOS E DESAFIOS

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NO SUAS: AVANÇOS E DESAFIOS O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NO SUAS: AVANÇOS E DESAFIOS Fabiana Luiza Negri 1 Maria Luiza de Souza Lajus 2 Vanessa Neckel 3 Resumo: O presente artigo é resultado de uma pesquisa desenvolvida

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina/Departamento de Serviço Social/Londrina, PR Ciências Sociais Aplicadas Ética e Serviço Social

Universidade Estadual de Londrina/Departamento de Serviço Social/Londrina, PR Ciências Sociais Aplicadas Ética e Serviço Social O materialismo-histórico dialético e o projeto ético-político do Serviço Social: algumas aproximações Emelin Caroline Tarantini Cremasco (PIBIC/CNPq-UEL), Olegna Souza Guedes (Orientadora), e-mail: olegnasg@gmail.com

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E TRABALHO INTERDISCIPLINAR

SERVIÇO SOCIAL E TRABALHO INTERDISCIPLINAR SERVIÇO SOCIAL E TRABALHO INTERDISCIPLINAR Fátima Grave Ortiz é assistente social, mestre e doutora em Serviço Social pela UFRJ. É professora da Escola de Serviço Social da mesma universidade, e compõe

Leia mais

A Matricialidade Sociofamiliar do SUAS: diálogo entre possibilidades e limites

A Matricialidade Sociofamiliar do SUAS: diálogo entre possibilidades e limites A Matricialidade Sociofamiliar do SUAS: diálogo entre possibilidades e limites Luciana Marques 1 Resumo: Este artigo objetiva refletir sobre a matricialidade sociofamiliar que é uma diretriz do Sistema

Leia mais

Coordenação-Geral de Regulação da Gestão do SUAS do Departamento de Gestão do SUAS

Coordenação-Geral de Regulação da Gestão do SUAS do Departamento de Gestão do SUAS Coordenação-Geral de Regulação da Gestão do SUAS do Departamento de Gestão do SUAS SUAS E SISAN MARCO LEGAL - Art. 6º da CF/88 : São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia,

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Jocelma Tossin Martins (UNICENTRO), Rosângela Bujokas de Siqueira (Orientadora), e-mail: janja.bujokas@uol.com.br

Leia mais

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretaria Nacional de Assistência Social POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS Constituição Federal 1988 LOAS 1993 PNAS 2004

Leia mais

Formulação de projeto de trabalho profissional

Formulação de projeto de trabalho profissional Formulação de projeto de trabalho profissional Berenice Rojas Couto Professora de Política Social nos cursos de Graduação e Pós-Graduação da Faculdade de Serviço Social da PUCRS/Rio Grande do Sul. 0 1

Leia mais

CURSO 1. MÓDULO 1 - A Assistência Social e a Garantia dos Direitos Socioassistenciais por meio do SUAS. Ministrado por Rogério de Souza Medeiros

CURSO 1. MÓDULO 1 - A Assistência Social e a Garantia dos Direitos Socioassistenciais por meio do SUAS. Ministrado por Rogério de Souza Medeiros CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA O PROVIMENTO DOS SERVIÇOS E BENEFÍCIOS SOCIOASSISTENCIAIS DO SUAS E IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES DO PLANO BRASIL SEM MISÉRIA CAPACITASUAS CURSO 1 MÓDULO 1 - A Assistência Social e a

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

Dorivan Maria da Silva Torres Kênia Cristina Lopes Abrão

Dorivan Maria da Silva Torres Kênia Cristina Lopes Abrão A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL: o tempo do SUAS Dorivan Maria da Silva Torres Kênia Cristina Lopes Abrão RESUMO O presente texto apresenta a concretização do Sistema Único de Assistência Social

Leia mais

8. SUAS: Desafio histórico de construção da Rede de Proteção Social para famílias em situação de vulnerabilidade, risco pessoal e social.

8. SUAS: Desafio histórico de construção da Rede de Proteção Social para famílias em situação de vulnerabilidade, risco pessoal e social. C E N S O D A P O P U L A Ç Ã O I N F A N T O J U V E N I L A B R I G A D A N O E S T A D O D O R I O D E J A N E I R O 433 8. SUAS: Desafio histórico de construção da Rede de Proteção Social para famílias

Leia mais

PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS/2012

PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS/2012 PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS/2012 Vânia Guareski Souto Assistente Social - Especialista em Gestão Social de Políticas Públicas social.vania@gmail.com Mapeamento e cobertura da rede prestadora de

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (2004) O SUAS materializa o conteúdo da LOAS, cumprindo no tempo histórico dessa Política as exigências

Leia mais

Desvelando o SUAS por meio dos conceitos de Proteção Social Básica e Especial

Desvelando o SUAS por meio dos conceitos de Proteção Social Básica e Especial Desvelando o SUAS por meio dos conceitos de Proteção Social Básica e Especial MINISTÉRIO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Gestão do SUAS

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

CURSO 1. MÓDULO 1 - A Assistência Social e a Garantia dos Direitos Socioassistenciais por meio do SUAS. Ministrado por Rogério de Souza Medeiros

CURSO 1. MÓDULO 1 - A Assistência Social e a Garantia dos Direitos Socioassistenciais por meio do SUAS. Ministrado por Rogério de Souza Medeiros CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA O PROVIMENTO DOS SERVIÇOS E BENEFÍCIOS SOCIOASSISTENCIAIS DO SUAS E IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES DO PLANO BRASIL SEM MISÉRIA CAPACITASUAS CURSO 1 MÓDULO 1 - A Assistência Social e a

Leia mais

A problematização do adolescente em situação de vulnerabilidade social e o mercado de trabalho

A problematização do adolescente em situação de vulnerabilidade social e o mercado de trabalho 1 A problematização do adolescente em situação de vulnerabilidade social e o mercado de trabalho VIEIRA, Ariane Lopes OLIVEIRA de Juliene Aglio RESUMO: Este artigo tem como finalidade fazer uma articulação

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 Institui orientação para regulamentação do art. 3º

Leia mais

A PRECARIZAÇÃO NO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

A PRECARIZAÇÃO NO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL A PRECARIZAÇÃO NO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Fernanda Alves Ribeiro Paz 1 RESUMO Este artigo aborda a precarização do trabalho do assistente social na Política de Assistência

Leia mais

Sobre os espaços sócio-ocupacionais tradicionais do Serviço Social

Sobre os espaços sócio-ocupacionais tradicionais do Serviço Social 3 CAPÍTULO 3 ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL II Sobre os espaços sócio-ocupacionais tradicionais do Serviço Social Introdução Você precisa ter conhecimento acerca do debate sobre poder

Leia mais

BOA SORTE! Não deixe de preencher as informações a seguir. Nome. Nº de Identidade Órgão Expedidor UF Nº de Inscrição AATENÇÃO

BOA SORTE! Não deixe de preencher as informações a seguir. Nome. Nº de Identidade Órgão Expedidor UF Nº de Inscrição AATENÇÃO FUNDAÇÃO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA DE PERNAMBUCO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Não deixe de preencher as informações a seguir. Prédio Sala Nome Nº de Identidade Órgão Expedidor UF Nº de Inscrição ASSISTENTE

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL: UMA BREVE ANÁLISE DE SEUS AVANÇOS E RETROCESSOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL: UMA BREVE ANÁLISE DE SEUS AVANÇOS E RETROCESSOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL: UMA BREVE ANÁLISE DE SEUS AVANÇOS E RETROCESSOS Sonia Aparecida da Silva de Souza 1 Suélen Felipe Gonçalves RESUMO: O artigo tem como objetivo situar a trajetória histórica

Leia mais

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO Subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão O PAIF NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA; A INTERSETORIALIDADE ENTRE A POLITICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AS POLÍTICAS DE SAÚDE E DE EDUCAÇÃO 1.

O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA; A INTERSETORIALIDADE ENTRE A POLITICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AS POLÍTICAS DE SAÚDE E DE EDUCAÇÃO 1. O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA; A INTERSETORIALIDADE ENTRE A POLITICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, E AS POLÍTICAS DE SAÚDE E DE EDUCAÇÃO 1. Viviane Brovedan Castanha 2 Professora Orientadora: Darlene de Morais Silveira

Leia mais

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei:

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei: LEI N.º 1135/13, DE 01 DE ABRIL DE 2013. Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Queimados e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO

Leia mais

FINANCIAMENTO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO CONTEXTO DO SISTEMA ÚNICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL: avanços, desafios e contradições

FINANCIAMENTO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO CONTEXTO DO SISTEMA ÚNICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL: avanços, desafios e contradições FINANCIAMENTO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO CONTEXTO DO SISTEMA ÚNICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL: avanços, desafios e contradições Iraneide Cristina Araújo Viana 1 1 INTRODUÇÃO RESUMO O artigo analisa

Leia mais

CAPÍTULO 3 - SOBRE OS ESPAÇOS SÓCIO-OCUPACIONAIS TRADICIONAIS DO SERVIÇO SOCIAL

CAPÍTULO 3 - SOBRE OS ESPAÇOS SÓCIO-OCUPACIONAIS TRADICIONAIS DO SERVIÇO SOCIAL 33 CAPÍTULO 3 - SOBRE OS ESPAÇOS SÓCIO-OCUPACIONAIS TRADICIONAIS DO SERVIÇO SOCIAL Introdução Você precisa ter conhecimento acerca do debate sobre poder institucional versus saber profissional, assim como

Leia mais

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos.

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Autores Aline Xavier Melo alinexaviermelo@yahoo.com.br Juliana Roman dos Santos Oliveira ju_roman@hotmail.com

Leia mais

OS FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL NO SÉCULO XXI

OS FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL NO SÉCULO XXI OS FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL NO SÉCULO XXI Ariana Célis Leite Lívia Hernandes de Carvalho Lívia Moura Marinho Thiago Agenor dos Santos de Lima RESUMO: O presente artigo tem como

Leia mais

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação institucional na proteção dos direitos sociais B rasília-d F Nova Lei de Certificação e Acompanhamento Finalístico das Entidades ü A Constituição Federal

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: A REDE DE PROTEÇÃO AO EDUCANDO COMO ESTRATÉGIA DE POLÍTICA PÚBLICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DO

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: A REDE DE PROTEÇÃO AO EDUCANDO COMO ESTRATÉGIA DE POLÍTICA PÚBLICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: A REDE DE PROTEÇÃO AO EDUCANDO COMO ESTRATÉGIA DE POLÍTICA PÚBLICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO Ana Paula Procópio da Silva Rosangela Pereira da Silva 1.

Leia mais

PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO

PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO a Área da Assistência Social PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO Assistência Social na PNAS Situada como proteção social não contributiva;

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência CURSO DE ATUALIZAÇÃO SOBRE INTERVENÇÃO BREVE E ACONSELHAMENTO MOTIVACIONAL PARA USUÁRIOS DE ÁLCOOL, CRACK E OUTRAS DROGAS Rede de Atenção e

Leia mais

A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) 26 DE OUTUBRO/ MARIANA

A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) 26 DE OUTUBRO/ MARIANA A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) 26 DE OUTUBRO/ MARIANA ORLOWSKI, Viviane Matoski. E-mail: viviane.orlowski@gmail.com SOUZA, Rafaela Letícia

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Advogado. Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Equipes de Referência.

PALAVRAS-CHAVE: Advogado. Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Equipes de Referência. O espaço do advogado no Sistema Único de Assistência Social (SUAS) como trabalhador das Equipes de Referência dos serviços socioassistenciais. Ana Paula Pereira Flores* Resumo: A assistência social surge

Leia mais

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Atuação do psicólogo na Assistência Social Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Concepção de Assistência Social Assistência social direito social e dever estatal Marco legal: Constituição

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Data de Criação: 23 de janeiro de 2004. Objetivo: aumentar a intersetorialidade

Leia mais

CONSTRUINDO PARÂMETROS PARA O VÍNCULO SUAS: Proteção básica e proteção especial

CONSTRUINDO PARÂMETROS PARA O VÍNCULO SUAS: Proteção básica e proteção especial CONSTRUINDO PARÂMETROS PARA O VÍNCULO SUAS: Proteção básica e proteção especial Berenice Rojas Couto 1 Tiago Martinelli 2 Ana Maria Camardelo 3 Marta Borba Silva 4 Débora do Nascimento de Paula 5 RESUMO

Leia mais

A POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E O SUAS Um novo marco regulatório em pauta

A POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E O SUAS Um novo marco regulatório em pauta UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 A POLÍTICA NACIONAL

Leia mais

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Ms. Waleska Ramalho Ribeiro - UFPB A concepção republicana do SUAS requer

Leia mais

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios:

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios: LEI Nº 1720/2012 Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO.

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. Resumo Paula Lopes Gomes - Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: paulagomes20@msn.com

Leia mais

Sis m Ú ic As is n i So i - S

Sis m Ú ic As is n i So i - S Sis m Ú ic As is n i So i - S Expediente Sistema Único de Assistência Social SUAS Publicação Federação Catarinense de Municípios FECAM Associações de Municípios de Santa Catarina Elaboração Jaqueline Teixeira

Leia mais

O PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO MUNICÍPIO DE FORQUILHINHA 1 RESUMO

O PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO MUNICÍPIO DE FORQUILHINHA 1 RESUMO 1 O PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO MUNICÍPIO DE FORQUILHINHA 1 Roberta Casagrande Gonçalves Pasini 2 Janice Merigo 3 RESUMO Esse artigo apresenta um estudo do

Leia mais

Palestra: Política Nacional de Assistência Social e Sistema Único da Assistência Social SUAS

Palestra: Política Nacional de Assistência Social e Sistema Único da Assistência Social SUAS Palestra: Política Nacional de Assistência Social e Sistema Único da Assistência Social SUAS Professores: Leonardo Martins Prudente e Adailton Amaral Barbosa Leite Brasília, Agosto de 2013 Política Nacional

Leia mais

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A Assistência Social como política de proteção social configura uma nova situação para o Brasil: garantir proteção a todos, que

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS

CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS 31) O serviço social, no Brasil, emerge em meados da década de 1930 e as condições que particularizam o exercício profissional são uma concretização da dinâmica das relações

Leia mais

CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E ASSISTENCIALISMO

CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E ASSISTENCIALISMO CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E ASSISTENCIALISMO Solange Silva dos Santos Fidelis 1 Este trabalho foi elaborado no ano de 2004 como parte do trabalho de conclusão do curso de serviço social da Unioeste Campus

Leia mais

A PROFISSÃO DO SERVIÇO SOCIAL: DA GÊNESE A ATUALIDADE Sibeli Ribas

A PROFISSÃO DO SERVIÇO SOCIAL: DA GÊNESE A ATUALIDADE Sibeli Ribas A PROFISSÃO DO SERVIÇO SOCIAL: DA GÊNESE A ATUALIDADE Sibeli Ribas A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores. Karl Marx e Friederich Engels Resumo O presente artigo tem por objetivo

Leia mais

PcD E O SUAS: UMA HISTÓRIA DE INCLUSÃO?

PcD E O SUAS: UMA HISTÓRIA DE INCLUSÃO? PcD E O SUAS: UMA HISTÓRIA DE INCLUSÃO? Luzia Helena Galaxe de Lima Tavares Doutoranda da UFF (Universidade Federal Fluminense) Esse trabalho pretende fazer uma análise da situação da Pessoa com Deficiência,

Leia mais

ASSISTENTE SOCIAL. C européia e da Igreja Católica. D política, através do governo Getúlio Vargas e da Igreja Católica.

ASSISTENTE SOCIAL. C européia e da Igreja Católica. D política, através do governo Getúlio Vargas e da Igreja Católica. ASSISTENTE SOCIAL 01. Considerando que o Serviço Social foi introduzido no Brasil nos anos 30, é correto afirmar que a primeira escola de Serviço Social, criada em 1963, no seu inicio sofreu forte influência:

Leia mais

Proteção Social Básica

Proteção Social Básica Proteção Social Básica Proteção Social Básica A Proteção Social Básica (PSB) atua na prevenção dos riscos por meio do desenvolvimento de potencialidades e do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários

Leia mais

POLÍTICA DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO

POLÍTICA DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO 1 POLÍTICA DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO Gislaine dos Santos Silva 1 Edvânia Ângela de Souza Lourenço 2 Resumo A partir da Constituição da República Federativa do Brasil,

Leia mais

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS Rua Dias Adorno, 367, 6 andar, Bairro Santo Agostinho, CAPITAL CEP: 30 190 100 Telefax: 31 3330 8394 e-mail: caodh@mp.mg.gov.br

Leia mais

TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL

TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL OBJETIVO DO CURSO Capacitar trabalhadores da assistência social para a utilização dos instrumentos técnico-operativos trabalho

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social O SERVIÇO SOCIAL NA LEGIÃO DA BOA VONTADE - LBV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social O SERVIÇO SOCIAL NA LEGIÃO DA BOA VONTADE - LBV VIII Jornada de Estágio de Serviço Social O SERVIÇO SOCIAL NA LEGIÃO DA BOA VONTADE - LBV Apresentador: Jordana Oliveira OLIVEIRA, Jordana 1. KRAVICZ, Gisele Ferreira 2. TRENTINI, Fabiana Vosgerau. 3 RESUMO:

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais

Departamento da Rede SocioassistencialPrivada do

Departamento da Rede SocioassistencialPrivada do Departamento da Rede SocioassistencialPrivada do SUAS Dados Gerais: Pesquisa das Entidades de Assistência Social Privadas sem Fins Lucrativos PEAS realizada em 2006,pormeiodeparceriaentreoMDSeoIBGE. Objeto

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CRAS JARDIM PARAÍSO: EQUIPAMENTO DA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CRAS JARDIM PARAÍSO: EQUIPAMENTO DA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CRAS JARDIM PARAÍSO: EQUIPAMENTO DA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA DIAS, Jessica Eloise Volski 1 PEREIRA, Aline Dayane 2 RUTHES, Pamela Caroliny

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares 590 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares Raquel Renzo Silva - UNESP Analúcia Bueno dos Reis Giometti - UNESP INTRODUÇÃO A atualidade

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A 9 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A QUESTÃO 16 O Capítulo II das Entidades de Atendimento ao Idoso, da Lei nº 10.741, de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, coloca no Parágrafo Único

Leia mais