Indicadores Econômicos SPC Brasil e CNDL

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1 Indicadores Econômicos SPC Brasil e CNDL Dados Regionais Dados referentes a junho de 2015 Presidentes Honório Pinheiro (CNDL) Roque Pellizzaro Junior (SPC Brasil) Data de Publicação: 25 de maio de 2015

2 Resumo - Comparativo entre Regiões O Brasil como um todo mostrou, na passagem de maio para junho, uma variação do número de pessoas inadimplentes muito próxima da estabilidade (-0,03%). O resultado sucedeu as expressivas altas de 2,20% em março, 1,16% em abril e 1,20% em maio. Entretanto, quando se trata da comparação anual do indicador, houve uma variação de 4,52%, em leve desaceleração frente ao mês de maio, cuja alta foi de 4,79%. Assim, o resultado de junho pode ser considerado como uma acomodação do número de devedores, que vinha mostrando aceleração desde o início do ano. Quando comparamos as regiões entre si, a variação mensal do indicador aponta em direções distintas: enquanto Norte, Sudeste e Sul mostraram pequenas retrações do número de devedores (-1,08%, -0,27% e - 1,05%, respectivamente), o Centro-Oeste e o Nordeste exibiram altas de 0,66% e 1,00%, respectivamente. A comparação com junho do último ano, por sua vez, mostra o Centro-Oeste como a região com a maior alta do número de devedores (5,75%), seguida pelo Nordeste (4,22%), Sudeste (3,42%), Norte (3,23%) e Sul (2,61%). Pessoas Inadimplentes mensal Por região anual Por região Em termos de participação, o Sudeste continua concentrando a maior parte dos devedores do país: 39,85% do total de inadimplentes nas bases às quais o SPC Brasil tem acesso residem na região. O Nordeste apresenta a segunda maior participação (26,21%), seguido pelo Sul (12,82%). Quando se trata da alta anual de 4,52% do indicador mostrada para o Brasil como um todo em junho, da mesma forma que nos últimos meses, o maior impacto altista adveio do Sudeste (1,38 p.p.), devido à sua grande participação junto ao total de devedores em atraso. O Nordeste, por sua vez, mostrou pelo quarto mês consecutivo o 2º maior impacto, contribuindo com 1,11 p.p.. Pessoas Inadimplentes Participação de cada região no total (em Junho de 2015) 8,74% 26,21% 7,84% 39,85% 12,82% 2

3 Impacto sobre variação anual regional (em p.p) Total: 4,52% Centro-Oeste: 0,45 Nordeste: 1,11 Norte: 0,29 Sudeste: 1,38 Sul: 0,34 Os percentuais não somam 100% devido à exclusão de residentes de regiões não determinadas. Quando se trata do indicador de dívidas em atraso, o Brasil como um todo mostrou retração de 0,86% do número de pendências na passagem de maio para junho, reforçando a tendência de acomodação da inadimplência observada no número de pessoas inadimplentes. Com exceção do Nordeste, todas as demais regiões mostraram retração do número de pendências na passagem de maio para junho, com destaque para o Norte, cuja variação do indicador foi de -2,48%. Já na base de comparação anual, destaca-se o Centro-Oeste, com uma alta de 7,19% da quantidade de dívidas. Quantidade de Dívidas em Atraso mensal Por região anual Por região Também no indicador de dívidas em atraso, é o Sudeste que segue concentrando a maior parte das pendências atrasadas (40,65%), seguido pelo Nordeste (24,98%) e pelo Sul (14,46%). Em termos de impacto para a variação anual de 5,75% do indicador, mais uma vez foi o Sudeste que apresentou o maior impacto (2,21 p.p.), seguido pelo Nordeste (1,39 p.p.), devido às grandes participações de tais regiões junto ao total de pendências do país. Quantidade de Dívidas em Atraso Participação de cada região no total (em Junho de 2015) 8,37% 24,98% 8,28% 40,65% 14,46% 3

4 Impacto sobre variação anual (em p.p) Total: 5,75% Centro-Oeste: 0,59 Nordeste: 1,39 Norte: 0,45 Sudeste: 2,21 Sul: 0,71 Os percentuais não somam 100% devido à exclusão de residentes de regiões não determinadas. A abertura das dívidas por setor credor da economia mostra que água e luz, com uma variação de 15,61%, foi aquele que mostrou a maior alta anual do número de pendências no Brasil como um todo em junho pelo segundo mês consecutivo. O segmento destacou-se, ainda, em três das cinco regiões do país: Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Bancos, com uma variação de 9,55%, ficou em segundo lugar no país como um todo, e destacou-se na região Sul, onde mostrou alta anual do número de dívidas de 10,36%. No Norte, por sua vez, a maior variação foi mostrada por comunicação (+15,22%). Dívidas em atraso por região x CNAE do credor Crescimento anual Junho/2015 Centro Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Brasil Água e Luz 76,14% 11,83% 2,29% 23,38% -3,21% 15,61% Comércio 3,02% -4,38% 2,60% 0,16% 2,92% 0,07% Comunicação 1,87% 8,46% 15,22% 0,42% 2,77% 3,62% Bancos 8,48% 10,28% 9,60% 8,60% 10,36% 9,55% Outros -0,61% 1,07% -6,64% -7,67% -5,93% -3,41% TOTAL (todos os setores) Fonte: SPC Brasil. 7,19% 5,56% 5,38% 5,41% 4,90% 5,75% Em termos de participação de cada setor junto ao total de dívidas de cada região, o segmento de bancos se destaca, já que concentra a maioria das dívidas no Brasil como um todo (48,40%), e em todas as regiões do país. A participação de dívidas do segmento merece especial atenção no Sudeste, onde sozinho concentra mais da metade das pendências da região (57,24%). O Comércio, por sua vez, ocupa a segunda posição em termos de participação do país (20,07%), bem como do Centro-Oeste (27,06%), Nordeste (21,65%), Norte (33,58%) e Sul (23,85%). No Sudeste, a segunda maior participação fica por conta de comunicação (15,85%). Dívidas em atraso por região x CNAE do credor Participação por setor Junho/2015 Centro Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Brasil Água e Luz 5,71% 13,51% 8,89% 5,75% 4,27% 7,72% Comércio 27,06% 21,65% 33,58% 14,19% 23,85% 20,07% Comunicação 14,58% 9,42% 13,43% 15,85% 17,34% 14,36% Bancos 41,51% 42,41% 34,12% 57,24% 45,31% 48,40% Outros 11,13% 13,02% 9,97% 6,96% 9,23% 9,45% Fonte: SPC Brasil. 4

5 Ainda em junho de 2015, cada inadimplente do Brasil tinha em média 2,117 dívidas em atraso. Quando comparamos as regiões entre si, o Sul segue como a região onde cada devedor possui mais pendências (2,387), enquanto que no Nordeste cada inadimplente possui menos dívidas, em média (2,017). Número Médio de Dívidas em atraso Comparativo entre as regiões Junho/2015 Fonte: SPC Brasil. 5

6 Tabelas Resumo Região Norte Pessoas Físicas Inadimplentes Mensal Anual Quantidade de Dívidas em Atraso Mensal Anual Número Médio de Dívidas em Atraso Valor no período Jun/14-0,24% 4,93% -0,23% 6,85% 1,986 Mai/15 1,11% 4,11% 1,83% 7,81% 2,056 Jun/15-1,08% 3,23% -2,48% 5,38% 2,027 Região Nordeste Pessoas Físicas Inadimplentes Mensal Anual Quantidade de Dívidas em Atraso Mensal Anual Número Médio de Dívidas em Atraso Valor no período Jun/14 1,53% 6,57% 1,32% 7,35% 1,992 Mai/15 1,16% 4,76% 1,98% 6,86% 2,036 Jun/15 1,00% 4,22% 0,09% 5,56% 2,017 Região Centro-Oeste Pessoas Físicas Inadimplentes Mensal Anual Quantidade de Dívidas em Atraso Mensal Anual Número Médio de Dívidas em Atraso Valor no período Jun/14-0,20% 3,47% -0,25% 3,50% 2,205 Mai/15 0,67% 4,84% 1,50% 7,03% 2,252 Jun/15 0,66% 5,75% -0,10% 7,19% 2,235 Região Sudeste Pessoas Físicas Inadimplentes Quantidade de Dívidas em Atraso Número Médio de Dívidas em Atraso Mensal Anual Mensal Anual Valor no período Jun/14-0,13% 3,17% -0,29% 3,27% 2,118 Mai/15 0,91% 3,57% 1,93% 6,09% 2,173 Jun/15-0,27% 3,42% -0,93% 5,41% 2,159 Região Sul Pessoas Físicas Inadimplentes Mensal Anual Quantidade de Dívidas em Atraso Mensal Anual Número Médio de Dívidas em Atraso Valor no período Jun/14-0,38% 4,41% -0,63% 4,46% 2,335 Mai/15 1,69% 3,30% 2,86% 6,06% 2,403 Jun/15-1,05% 2,61% -1,71% 4,90% 2,387 6

7 Região Norte Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil O indicador de pessoas inadimplentes mostrou queda de 1,08% no Norte na passagem de maio para junho. O resultado representa a primeira retração do indicador na região desde dezembro do último ano, além de ser a queda mais acentuada para o mês, na base mensal de comparação, de toda a série histórica. Já na comparação frente a junho do último ano, o número de devedores mostrou crescimento de 3,23%, o que representa uma desaceleração frente ao resultado de maio (+4,11%), bem como a menor variação para a região desde novembro do último ano. Inadimplentes na Região Norte mensal Norte x Brasil anual Norte x Brasil Dívidas em atraso na base do SPC Brasil A quantidade de dívidas atrasadas na região caiu 2,48% em junho de 2015, em comparação ao mês de maio. Da mesma forma que no indicador de pessoas inadimplentes, a retração do total de pendências foi a primeira desde dezembro do último ano, além de ser também a mais acentuada para o mês desde o início da série histórica. Quando se trata da base de comparação anual do indicador, houve queda de 5,38% do total de dívidas nas bases às quais o SPC Brasil tem acesso. A queda foi mais acentuada do que aquela mostrada para o Brasil como um todo no período (+5,75%), e representa uma desaceleração frente ao resultado de maio do indicador na região (+7,81%). Quantidade de Dívidas na Região Norte mensal Norte x Brasil anual Norte x Brasil 7

8 A abertura do indicador pelos setores da economia mostra pelo 14º mês consecutivo o segmento de Comunicação como aquele com a maior alta do número de pendências da região (+15,22%), enquanto a segunda maior variação ficou por conta do segmento de Bancos (+9,60%). Ambos os segmentos mostraram crescimento da quantidade de dívidas superior à média total para o Norte (5,38%). Quantidade de Dívidas por Setor na Região Norte anual (mesmo mês do ano anterior) Participação por Setor Credor (Junho/15) Fonte: SPC Brasil. Em termos de participação, os segmentos de Bancos e Comércio seguem concentrando a maior parte das pendências da região as dívidas ligadas ao primeiro representam 34,12% do total, enquanto aquelas ligadas a ao segundo respondem por 33,58% deste. Dessa forma, devido a sua expressiva participação junto ao total de pendências e à alta significativa de seu número de dívidas, Bancos foi o segmento responsável pela maior contribuição para a alta de 5,38% do indicador na região, respondendo por 3,15 p.p. desta. Da mesma forma, apesar de mostrar a maior variação anual da quantidade de registros, o segmento de Comunicação concentra uma parcela pequena do total de dívidas (13,43%), cabendo a esse segmento a segunda maior contribuição para a alta anual do indicador (1,87 p.p.). Quantidade de Dívidas por Setor na Região Norte Impacto sobre a variação anual regional (em pontos percentuais) Fonte: SPC Brasil. Número Médio de Dívidas em Atraso TOTAL 5,38% Água e Luz 0,21 p.p. Comércio 0,90 p.p. Comunicação 1,87 p.p. Bancos 3,15 p.p. Outros -0,75 p.p. O número médio de dívidas por devedor na região Norte apresentou leve queda, após cinco meses consecutivos de alta do indicador. Assim, o indicador passou de 2,056 dívidas em maio para 2,027 em junho. O número reflete a queda mais expressiva da quantidade de dívidas do que de devedores no período. 8

9 Número médio de dívidas por pessoa física inadimplente no Norte Dívidas em atraso/pessoas físicas inadimplentes Região Nordeste Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil O número de inadimplentes do Nordeste apresentou alta de 1,00% em junho de 2015, crescimento menor do que o de junho do ano anterior (1,53%), apesar de ser superior à média nacional registrada para o período (- 0,03%). Na base de comparação anual, houve desaceleração do indicador na região, de uma alta de 4,76% em maio, para 4,22% em junho. O crescimento de inadimplentes foi inferior ao crescimento total de brasileiros endividados no período (+4,52%). Inadimplentes na Região Nordeste Mensal Nordeste x Brasil anual Nordeste x Brasil Dívidas em atraso na base do SPC Brasil O indicador de dívidas em atraso da região Nordeste cresceu 0,09% em junho, menor variação desde dezembro de 2014, além de ser a menor para o mês de toda série histórica. Apesar disso, o resultado se manteve superior ao do país como um todo em junho (-0,86%). Com relação à base da comparação anual, o indicador exibiu desaceleração pela primeira vez desde dezembro de 2014, ficando abaixo da variação total do número de pendências brasileiras em junho (5,75%). 9

10 Número de Dívidas na Região Nordeste Mensal Nordeste x Brasil anual Nordeste x Brasil A abertura dos dados por setores da economia mostra a divisão de Água e Luz com crescimento de 11,83% do número de dívidas, a maior variação entre os segmentos. Bancos foi responsável pela segunda maior alta anual (10,28%) do indicador em junho, seguido por comunicação (8,46%). O número de dívidas no comércio, por outro lado, caiu pelo 9º mês consecutivo, mostrando em junho uma retração de -4,38%. Em termos de participação, o segmento de bancos concentra a maior porcentagem de pendências, representando 42,41% do total, seguido por comunicação, com 21,65%. Quantidade de Dívidas por Setor na Região Nordeste anual (mesmo mês do ano anterior) Participação por Setor Credor (Junho/15) Fonte: SPC Brasil. Com exceção do grupo outros, todos os demais segmentos mostraram uma menor alta anual do número de pendências em junho, resultando em uma desaceleração do resultado total frente ao mês anterior. O segmento de bancos continua sendo o responsável pela maior contribuição para a alta anual da região, com 4,17 p.p., seguido por água e luz, cujo impacto exercido foi de 1,51 p.p. Quantidade de Dívidas por Setor na Região Nordeste Impacto sobre a variação anual regional (em pontos percentuais) TOTAL 5,56% Água e Luz Comércio 1,51 p.p. -1,05 p.p. Comunicação Bancos Outros 0,78 p.p. 4,17 p.p. 0,15 p.p. Fonte: SPC Brasil 10

11 Número Médio de Dívidas em Atraso O número médio de dívidas por devedor da região Nordeste mostrou uma queda pela primeira vez desde junho de 2014, registrando 2,017 pendências por pessoa inadimplente do Nordeste. A pequena desaceleração reflete o aumento mais expressivo do número de devedores em relação ao número de dívidas no período. Número médio de dívidas por pessoa física inadimplente no Nordeste Dívidas em atraso/pessoas físicas inadimplentes Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor Região Centro-Oeste Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil Em junho de 2015, o número de devedores na região Centro-Oeste cresceu 0,66% na base de comparação mensal. A alta foi a maior para o mês desde 2011, e ficou acima do resultado mostrado para o Brasil como um todo, onde houve queda de 0,03% da quantidade de inadimplentes na passagem de maio para junho. Já na comparação frente a junho do último ano, a região mostrou aumento do indicador de 5,75%, o que representa a maior alta desde agosto do último ano. Nesse sentido, vale destacar que o movimento do número de devedores no Centro-Oeste se deu em sentido contrário ao do Brasil como um todo, já que o indicador nacional mostrou arrefecimento de seu crescimento, após 3 meses seguidos de aceleração. Inadimplentes na Região Centro-Oeste mensal Centro-Oeste x Brasil anual Centro-Oeste x Brasil 11

12 Dívidas em atraso na base do SPC Brasil O número de dívidas da região caiu 0,10% na passagem de maio para junho. A retração do indicador foi menor do que aquela apresentada no último ano, quando a variação foi de -0,25%, além de menor do que a apresentada para o Brasil como um todo no período (-0,86%). A base de comparação anual do indicador, por sua vez, mostrou alta de 7,19%, o que representa a maior variação desde novembro de 2011, além de ser a segunda maior alta de toda a série histórica para a região. Da mesma forma que no indicador de pessoas inadimplentes, a aceleração do crescimento do número de dívidas na região se destaca, dado o arrefecimento da alta do indicador visto para o Brasil como um todo no período. Número de Dívidas na Região Centro-Oeste mensal Centro-Oeste x Brasil anual Centro-Oeste x Brasil A abertura dos dados por setor da economia mostra que, da mesma forma que vem acontecendo desde abril do último ano, com exceção de outros, todos os demais segmentos mostraram alta anual do número de pendências na região. O segmento de água e luz, que já vinha mostrando as maiores variações entre os segmentos, apresentou a maior alta pelo quarto mês consecutivo (+76,14%). Em termos de participação, o segmento de bancos segue concentrando a maior parte das dívidas (41,51%), seguido pelo comércio (27,06%). Quantidade de Dívidas por Setor na Região Centro-Oeste anual (mesmo mês do ano anterior) Participação por Setor Credor (Junho/15) Fonte: SPC Brasil. Devido a sua grande participação, o segmento de bancos foi aquele que mais impactou na alta anual do número de dívidas de 7,19%, contribuindo com 3,48 p.p. deste total. A segunda maior contribuição adveio de água e luz, que impactou o resultado em 2,64 p.p.. 12

13 Quantidade de Dívidas por Setor na Região Centro-Oeste Impacto sobre a variação anual regional (em pontos percentuais) TOTAL 7,19% Água e Luz 2,64 p.p. Comércio 0,85 p.p. Comunicação 0,29 p.p. Fonte: SPC Brasil Bancos Outros 3,48 p.p. -0,07 p.p. Número Médio de Dívidas em Atraso O número médio de dívidas por devedores mostrou leve queda, passando de 2,252 em maio para 2,235 em junho, refletindo a retração do número de dívidas, acompanhado pelo aumento do número de devedores no período. Número médio de dívidas por pessoa física inadimplente no Centro-Oeste Dívidas em atraso/pessoas físicas inadimplentes Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor Região Sudeste Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil O indicador de pessoas físicas inadimplentes mostrou queda de 0,27% na passagem de maio para junho no Sudeste. A retração do número de devedores foi maior do que aquela vista em junho do último ano (-0,13%), além de mais expressiva do que a mostrada para o país como um todo no período (-0,03%). Quando se trata da comparação frente a junho do último ano, o indicador apresentou crescimento de 3,42% na região, desacelerando diante o resultado de maio (+3,57%). Da mesma forma, a média nacional mostrou desaceleração do crescimento do número de devedores no período, passando de uma alta de 4,79% em maio, para 4,52% em junho. 13

14 Inadimplentes na Região Sudeste Mensal Sudeste x Brasil anual Sudeste x Brasil Dívidas em atraso na base do SPC Brasil Quando se trata do indicador de dívidas em atraso, a passagem de maio para junho mostrou a maior retração para o mês desde o início da série histórica na região, com uma variação de -0,93%, mais expressiva ainda do que a média nacional para o período (-0,86%). A base de comparação anual, por sua vez, mostrou alta de 5,41%. Da mesma forma que no indicador de pessoas inadimplentes, o resultado representa uma desaceleração frente ao mês de maio. Número de Dívidas na Região Sudeste Mensal Sudeste x Brasil anual Sudeste x Brasil A abertura dos dados por setor da economia mostrou o segmento de água e luz como aquele com a maior alta anual do número de pendências pelo 6º mês consecutivo (+23,38%). A segunda maior variação, por sua vez, ficou por conta do segmento de bancos (8,60%), que apresenta ainda a maior participação junto ao total de dívidas da região, concentrando 57,24% deste. A segunda maior participação foi apresentada por comunicação (15,85%), seguida pelo comércio (14,19%). 14

15 Quantidade de Dívidas por Setor na Região Sudeste anual (mesmo mês do ano anterior) Participação por Setor Credor (Junho/15) Fonte: SPC Brasil. Como apresenta a maior participação junto ao total de pendências, concentrando mais da metade delas, o segmento de bancos foi aquele que exerceu o maior impacto para a alta de 5,41% do indicador, contribuindo com 4,78 p.p. para essa variação, seguido pelo setor de água e luz, cuja contribuição foi de 1,15 p.p. Quantidade de Dívidas por Setor na Região Sudeste Impacto sobre a variação anual regional (em pontos percentuais) TOTAL 5,41% Água e Luz Comércio Comunicação 1,15 p.p. 0,02 p.p. 0,07 p.p. Bancos Outros 4,78 p.p. -0,61 p.p. Fonte: SPC Brasil Número Médio de Dívidas em Atraso O número médio de dívidas por devedor mostrou queda entre maio e junho no Sudeste, passando de 2,173 para 2,159. Na região, tanto o indicador mensal de dívidas quanto o de devedores mostraram queda na margem, sendo que a retração registrada pelo número de dívidas atrasadas foi mais expressiva. Número médio de dívidas por pessoa física inadimplente no Sudeste Dívidas em atraso/pessoas físicas inadimplentes Fonte: SPC Brasil. 15

16 Região Sul Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil A região Sul mostrou queda de -1,05% do número de devedores registrados em junho de 2015, na base de comparação mensal. A retração foi mais expressiva do que aquela mostrada para o Brasil como um todo (- 0,03%), além de representar a maior queda do indicador para os meses de junho desde o início da série histórica na região. Na base de comparação anual, a alta do indicador foi de 2,61%, inferior ao total nacional (+4,52%), e também ao resultado de maio para a região (+3,30%). Inadimplentes na Região Sul Mensal Sul x Brasil anual Sul x Brasil Dívidas em atraso na base do SPC Brasil A quantidade de pendências na região caiu 1,71% na base de comparação mensal. Além de ser a maior retração do indicador para o mês de junho desde o início da série histórica, o resultado mostrou uma queda mais acentuada do que aquela vista para o Brasil como um todo no período (-0,86%). Já na comparação frente a junho do último ano, o indicador apresentou alta da quantidade de pendências de 4,90% no Sul, o que representa uma desaceleração frente ao aumento de 6,06% de maio. A alta anual foi, ainda, inferior à média nacional (+5,75%). 16

17 Número de Dívidas na Região Sul Mensal Sul x Brasil anual Sul x Brasil A abertura dos dados por setores da economia revela que alta anual do número de dívidas dos segmentos de bancos, comunicação e comércio, com destaque para o primeiro (alta de 10,36%). Em termos de participação, destacam-se bancos, que concentra 45,31% do total de pendências da região, comércio (23,85%), e comunicação (17,34%). Quantidade de Dívidas por Setor na Região Sul anual (mesmo mês do ano anterior) Participação por Setor Credor (Maio/15) Fonte: SPC Brasil. Devido à sua expressiva participação junto ao total, bem como à alta significativa do número de dívidas que apresentou, o setor de bancos foi aquele com o maior impacto para alta anual de 4,90% do indicador na região, contribuindo com 4,46 p.p.. Na outra ponta, os segmentos de água e luz e de outros reduziram a alta anual em 0,15 e 0,61 p.p., respectivamente. Quantidade de Dívidas por Setor na Região Sul Impacto sobre a variação anual regional (em pontos percentuais) TOTAL 4,90% Água e Luz Comércio Comunicação Bancos -0,15 p.p. 0,71 p.p. 0,49 p.p. 4,46 p.p. Fonte: SPC Brasil Outros -0,61 p.p. 17

18 Número Médio de Dívidas em Atraso O número médio de dívidas por devedor registrou leve queda na região Sul, passando de 2,403 dívidas em maio para 2,387 em junho, refletindo a retração mais expressiva do número de pendências do que de devedores no período. Número médio de dívidas por pessoa física inadimplente no Sul Dívidas em atraso/pessoas físicas inadimplentes Fonte: SPC Brasil. 18

19 Metodologia dos Indicadores Os indicadores de inadimplência apresentados neste material sumarizam todas as informações disponíveis nas bases de dados a que o SPC Brasil tem acesso (simplificadamente chamados de "Bases de dados do SPC Brasil"). A abrangência dos dados é nacional, com informações de capitais e interior de todos os 26 estados da federação, além do Distrito Federal. Quando um consumidor deixa de pagar um título, seja ele uma fatura de cartão de crédito, uma conta de água ou um boleto de uma compra parcelada em uma loja, a empresa associada ao SPC Brasil pode (mas não é obrigada a) registrar essa inadimplência junto ao SPC Brasil. Em geral, as empresas credoras costumam registrar a inadimplência depois de verificar que o pagamento não ocorre mesmo após 30 dias após o vencimento. Entretanto, não há regra, e o registro pode ocorrer no dia seguinte ao vencimento ou mais de um ano após o vencimento. O consumidor é informado via correspondência sobre o registro e poderá, a qualquer momento, pagar a dívida ou renegociá-la. Em ambos os casos, o registro referente àquela pendência será retirado da base do SPC Brasil, mas o consumidor ainda pode constar como inadimplente ( negativado ) se tiver outras pendências. Para todos os indicadores abaixo, o SPC Brasil considera que uma dívida é a relação de um credor com um devedor, mesmo que esse credor tenha incluído vários registros desse devedor junto ao SPC Brasil. Assim, se o consumidor deixa de pagar quatro parcelas de uma mesma compra e tem por isso quatro registros no SPC Brasil, os indicadores abaixo assumem que esse consumidor tem apenas uma dívida, já que os registros foram, todos, feitos pela mesma empresa credora associada (mesmo CNPJ). Cada pessoa física inadimplente é classificada, mensalmente, de acordo com sua idade no último dia do mês de referência (data de extração dos dados que embasam os indicadores do SPC Brasil). Por exemplo, suponha que o consumidor inadimplente João tinha 24 anos em fevereiro e completa 25 anos no começo de março. Tudo o mais constante, a faixa etária 18 a 24 anos mostrará queda do número de inadimplentes entre fevereiro e março, enquanto a faixa 25 a 29 anos mostrará alta. Para cerca de 4% dos CPFs, o SPC Brasil não tem informação sobre a data de nascimento. No futuro, se um cliente do SPC Brasil cadastrar essa informação na base de dados, as séries históricas com abertura por faixa etária podem sofrer revisões. Nesse caso, a categoria faixa etária ignorada sofrerá redução e a faixa etária correspondente sofrerá aumento do número de CPFs. Esse processo visa aumentar continuamente a acurácia da informação. As séries históricas relativas aos dados comentados nesse texto estão disponíveis para download em Indicador 1: Pessoas físicas Inadimplentes na base de dados do SPC Brasil Este indicador mostra as variações mensais e anuais do número de pessoas físicas registradas na base do SPC Brasil. Cada pessoa física inadimplente é contada apenas uma vez, independente do número de dívidas que tenha em atraso. Exemplo: na tabela abaixo, duas pessoas físicas, João e Pedro, intercalam meses em que aparecem inadimplentes na base do SPC Brasil. Pode-se classificar João e Pedro, mês a mês, da seguinte forma: jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 João Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Pedro Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Número de pessoas físicas inadimplentes Indicador "pessoas inadimplentes PF" - variação mensal % -50% 0% 100% 0% 19

20 É importante notar que a variação no número de pessoas inadimplentes registradas na base do SPC Brasil não representa, exatamente, o número de pessoas inadimplentes no Brasil, por três motivos. A base de dados do SPC Brasil é a que tem a maior capilaridade nacional, mas existem outros serviços de proteção ao crédito, cujos dados não são considerados para este indicador. Há empresas que, eventualmente ou sempre, decidem não registrar o atraso de seus clientes. Isso pode ocorrer, por exemplo, porque o cliente tem uma relação de longa data com a empresa. Há empresas que só registram o atraso de seus clientes muito tempo após o vencimento da fatura, possivelmente após esgotarem todas as tentativas de negociação. Por isso, pode ocorrer que a inadimplência tenha aumentado em janeiro, mas o aumento do número de devedores só ocorra em março na base do SPC Brasil. As pessoas físicas inadimplentes são classificadas de acordo com: Sua faixa etária no último dia do mês de referência (data de extração dos dados que embasam os indicadores do SPC Brasil). Sua faixa de tempo de atraso, que é igual ao tempo da dívida em atraso mais antiga registrada no SPC. Por exemplo, suponha que: o A empresa B registre o consumidor João em janeiro de 2013 por dívida vencida em dezembro. Ao final de janeiro, a dívida estará atrasada 40 dias. Se a dívida não for paga em fevereiro, ao final de fevereiro ela estará atrasada 68 dias (=40+28 dias de fevereiro). o A empresa A registre o consumidor João em fevereiro de 2013, por dívida vencida há bastante tempo (seis meses antes). Tentou negociar com o consumidor, mas não conseguiu, e por isso decidiu registrar a inadimplência. Ao fim de fevereiro, a dívida estava atrasada 181 dias. Dias em atraso (intervalo entre data de vencimento e o último dia do mês de referência) jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 Credor A Adimplente 181 dias Adimplente Adimplente Adimplente 20 dias Credor Credor B 40 dias 68 dias 99 dias Adimplente Adimplente 25 dias Credor C Adimplente Adimplente Adimplente Adimplente 361 dias Adimplente Vencimento mais antigo 40 dias 181 dias 99 dias dias 25 dias Faixa de tempo de atraso De 31 a 60 dias De 181 a 360 dias De 91 a 180 dias Nenhuma De 361 dias a 2 anos De 14 a 30 dias Indicador 2: Dívidas em atraso na base do SPC Brasil Este indicador mostra as variações mensais e anuais da quantidade total de dívidas em atraso de pessoas físicas. Exemplo: Os credores A, B e C são as empresas para quem João e Pedro, as duas pessoas físicas do exemplo do indicador 1, devem. Os credores podem ser lojistas, empresas de serviços, como telefonia, energia, fornecimento de água, etc. A soma das dívidas de todos os devedores resulta na quantidade total de dívidas da base do SPC Brasil. Devedor Credor Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho credor A Inadimplente Inadimplente João credor B Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente credor C Inadimplente Total de dívidas em atraso Pedro credor A Inadimplente Inadimplente Inadimplente credor B Inadimplente Inadimplente Inadimplente credor C Inadimplente Inadimplente Total de dívidas em atraso Quantidade de dívidas em atraso (João + Pedro) Indicador "Dívidas em atraso PF" - variação mensal % -75% 200% -33% 50% 20

21 As dívidas em atraso são classificadas de acordo com: A faixa etária do devedor no último dia do mês de referência (data de extração dos dados que embasam os indicadores do SPC Brasil). A faixa de atraso da dívida, que é igual a diferença entre a data de vencimento e o último dia do mês de referência. Por exemplo, se a dívida venceu em 1º de março, o resultado de março, extraído no dia 31, informará que essa dívida está vencida há 30 dias. Setor credor, identificado de acordo com a CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). As empresas credoras foram classificadas pelas seções CNAE (identificadas por letras), conforme tabela abaixo. Seção Descrição da Seção CNAE Classificação utilizada no texto e análises A Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura Outros B Indústrias extrativas Outros C Indústrias de transformação Outros D Eletricidade e gás Água e Luz E Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação Água e Luz F Construção Outros G Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas Comércio H Transporte, armazenagem e correio Outros I Alojamento e alimentação Outros J Informação e comunicação Comunicação K Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados Bancos L Atividades imobiliárias Outros M Atividades profissionais, científicas e técnicas Outros N Atividades administrativas e serviços complementares Outros O Administração pública, defesa e seguridade social Outros P Educação Outros Q Saúde humana e serviços sociais Outros R Artes, cultura, esporte e recreação Outros S Outras atividades de serviços Outros T Serviços domésticos Outros U Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais Outros? Empresa sem CNAE classificado Outros Indicador 3: Número médio de dívidas em atraso de pessoas físicas Este indicador mostra o número médio de dívidas em atraso, calculado através da divisão da quantidade total de dívidas em atraso de pessoas físicas pela quantidade total de pessoas físicas inadimplentes no mês de referência. Exemplo: ainda usando o exemplo inicial e dividindo-se o total de dívidas em atraso pela quantidade de pessoas inadimplentes, mês a mês, tem-se que o número médio de dívidas mensalmente. Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Quantidade de dívidas em atraso Quantidade de pessoas físicas inadiplentes Numero médio de dívidas em atraso por pessoa inadimplente ,000 2,000 1,000 3,000 1,000 1,500 As pessoas inadimplentes e as dívidas são classificadas de acordo com a faixa etária do inadimplente, de maneira a permitir uma abertura desse indicador por faixa etária. Indicador 4:Estimativa mensal do número de inadimplentes no Brasil O que mostra: estimativa mensal do número de pessoas físicas com dívidas em atraso no país 21

22 A estimativa parte da base de dados do SPC Brasil. Em seguida, toma-se uma amostra aleatória de CPFs regulares de pessoas de 18 a 94 anos, inadimplentes ou não. Esses CPFs são consultados no SPC Brasil e em outros serviços de proteção ao crédito. Com isso, verifica-se a proporção de inadimplentes em pelo menos uma das bases. Esse resultado é aplicado sobre o número de adultos na população brasileira no ano corrente (projeção do IBGE). Como não há informação pública e consolidada sobre quais CPFs pertencem a pessoas já falecidas, aplicou-se um redutor de CPFs, com base na expectativa de mortalidade e nas informações do DataSUS. 22

23 Informações Relevantes Este material foi elaborado e publicado pelo SPC Brasil e tem como único objetivo prover informações sobre os indicadores econômicos produzidos pela Organização. Todos os dados desta publicação foram apurados criteriosamente por profissionais qualificados, a partir de fontes públicas e privadas, não tendo o SPC Brasil qualquer gerência e/ou responsabilidade sobre tais informações. O conteúdo deste documento, eventualmente, poderá apresentar opiniões e análises realizadas pelos profissionais responsáveis no momento da divulgação e poderá estar sujeito a alterações, a qualquer momento, sem aviso prévio. Os dados apresentados neste material poderão representar projeções de variáveis econômicas, elaboradas criteriosamente a partir de dados disponíveis no momento de sua elaboração, tendo em vista o cenário econômico atual macroeconômico. O SPC Brasil não se responsabiliza por eventuais alterações em suas projeções, análises e/ou por desvios de suas projeções em relação às fontes consultadas. Todos os dados apresentados nesse relatório têm caráter meramente informativo, sendo que o SPC Brasil não concede nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, pela utilização dos mesmos para fins de avaliação ou tomada de decisão por seu consulente. Desta forma, o SPC Brasil não se responsabiliza por nenhuma consequência ou perda, patrimonial ou extrapatrimonial, decorrentes do uso de quaisquer dados ou análises desta publicação, sendo isento de todas as responsabilidades decorrentes do uso deste material. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta publicação, sob as penas da lei, exceto com autorização prévia e expressa do SPC Brasil ou com a citação integral da fonte. Sobre a CNDL Fundada em 1960, a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), é a mais antiga entidade representativa do comércio lojista. Reunindo as federações (representação local nos Estados) e câmaras de dirigentes lojistas (representação local nos municípios), a instituição tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Sobre o SPC Brasil O SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) é o sistema de informações da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), constituindo-se no maior banco de dados da América Latina em informações creditícias sobre pessoas físicas e jurídicas. A capilaridade alcançada pelo SPC Brasil é a mais representativa do setor. Sua base de dados reúne informações de todos os segmentos da economia nas 27 unidades da Federação. O SPC Brasil reúne informações creditícias de praticamente todos os CPFs do Brasil, estejam eles em situação de inadimplência ou não. Os serviços e soluções oferecidos pelo SPC Brasil auxiliam empresas a proteger-se de prejuízos, maximizar seus lucros e a promover ações de vendas e recuperação de crédito, incluindo prospecção de negócios e gestão de carteira. 23

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