I QUANTIFICAÇÃO DE LODO EM ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA

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1 I QUANTIFICAÇÃO DE LODO EM ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA Alexandre Saron (1) Mestre em engenharia civil, área de saneamento pela UNICAMP, Engenheiro químico pela Faculdades Oswaldo Cruz, atua como engenheiro na Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, como Professor convidado na pós-graduação da FAAP e Professor adjunto nas Faculdades Senac. Vera Maria Barbosa Leite Mestranda em engenharia civil, área de saneamento pela UNICAMP, Engenheira química pela UFSCar, atua como engenheira na Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Endereço (1) : Av. Prefeito Luiz Latorre, 5300 Bloco 02, apto 31 Jd. das Hortências Jundiaí SP CEP: Brasil - Tel: (11) Ramal Fax: (11) Ramal RESUMO A produção dos sólidos gerados e cumulados nos decantadores e filtros da ETA (Estação de Tratamento de Água) do Guaraú (RMSP), durante o processo convencional, foi determinada empiricamente por fórmulas da AWWA, CETESB, WRC, CORNWELL e KAWAMURA. Já a produção in loco destes sólidos, foi determinada através das análises dos sólidos totais dos despejos da descarga dos decantadores e da retrolavagem dos filtros. Uma análise estatística foi realizada entre os valores obtidos pelas fórmulas. Os resultados indicam que, para esta qualidade de água considerada, não ocorreram diferenças, ao nível de significância de 99%, entre a produção de sólidos em ton/dia determinada empiricamente pelas diversas fórmulas, no entanto ocorreu uma grande diferença, quando esses valores foram comparados com o que foi determinado experimentalmente. PALAVRAS-CHAVE: ETA Guaraú, Quantidade de lodo, Desidratação de lodo INTRODUÇÃO A indústria da água para abastecimento público, quando utiliza o tratamento convencional transforma água inadequada para o consumo humano em um produto que esteja de acordo com o padrão de potabilidade, fixado no Brasil, através da Portaria Federal 1469/00. Utiliza-se no processo, produtos químicos e, gera resíduos durante etapas do tratamento. Esses resíduos, têm origens na coagulação, floculação e são cumulados nos reatores de sedimentação e filtros. Além da lama química, produto de uma reação de precipitação, a própria água bruta que é utilizada no processo, contém sólidos que também são retidos no tratamento. Durante o processo convencional de tratamento de água são gerados basicamente dois tipos de resíduos, a saber: o primeiro deles é o resíduo gerado nos decantadores (ou eventualmente em flotadores por ar dissolvido), e o segundo são os gerados na operação de lavagem dos filtros (SOBRINHO, 1991). Durante o processo de coagulação da água bruta, parte do material orgânico coloidal, presente na mesma, será desestabilizado eletricamente pela presença de espécies coagulantes. Na floculação, através do uso de um gradiente de velocidade adequado, promove-se o contato dos coágulos para possibilitar seu desenvolvimento e posterior remoção do meio aquoso. Consequentemente, os lodos gerados na potabilização da água, constituem-se basicamente de hidróxidos metálicos hidratados e de uma mistura heterogênea de materiais orgânicos e inorgânicos (KETCHUM e HIGGINS, 1979). ABES Trabalhos Técnicos 1

2 As análises de cor aparente e a turbidez são realizadas de forma rotineira no processo de tratamento de água e possuem indicações indiretas da quantidade de sólidos em suspensão, porém de baixo valor de correlação (PICCOLO, 1999). É interessante notar que a concepção de ETA tem uma importância significativa na quantidade e tipo de resíduos gerados durante o seu processo de tratamento. Em ETA cuja concepção seja do tipo filtração direta, uma vez que não se tem decantadores, o único resíduo gerado é o proveniente de água de lavagem dos filtros. Desta forma, a escolha adequada da concepção da ETA não apenas traz reflexos diretos no seu custo de construção e consumo de produtos químicos como também traz benefícios no tocante ao tratamento de lodos nela produzidos (FERREIRA FILHO e SOBRINHO, 1991). A quantidade e as características dos lodos gerados em ETA variam em função da tecnologia de tratamento, qualidade da água bruta, tipo e dosagem dos produtos químicos utilizados no processos de coagulação / floculação da água. Há diversas formas para se realizar a quantificação de lodo gerado no tratamento de água. Poder-se-á utilizar balanço de massa, obtendo o valor em ton/dia do material gerado também. Nesta metodologia, devem-se fazer algumas considerações, dentre as quais podem ser citadas as taxas de captura de sólidos nas etapas de sedimentação, informações precisas (fórmulas químicas) dos agentes coagulantes, que no caso de uma ETA, opera-se com produto químico comercial, entre outras. Deve-se também obter informações através de análises de sólidos de diversos pontos, o que provoca um desarranjo operacional, pois estas não são rotineiras. A apresentação de baixos valores de correlação entre turbidez e sólidos totais ou suspensos, faz com que um balanço de massa muito teórico e não prático, apresente tantas incertezas como as fórmulas empíricas apresentadas. Na prática, duas diferentes situações são encontradas para a quantificação de lodo em ETA. A primeira é quando o sistema de tratamento do lodo é dimensionado conjuntamente com o tratamento da água, e a segunda situação, ocorre quando da concepção, para a ETA já existente. A produção de lodos para ambas situações pode ser calculada de modo distinto. Para a ETA existentes, a determinação da produção de lodo, pode ser estimada in loco, pela determinação dos sólidos provenientes da descargas dos decantadores e da vazão das mesmas. A produção de lodos para ETA em fase de projeto pode ser determinado através de fórmulas empíricas. Em ambos os casos é conveniente o levantamento de dados da qualidade da água e do consumo de produtos químicos durante um período de no mínimo um ano (FERREIRA FILHO e SOBRINHO, 1991). Há diversas fórmulas empíricas propostas na literatura para a estimativa da produção de sólidos em ETA. Como exemplo, tem-se: American Water Work Association - AWWA (1978) P = 3,5 x 10-3 T 0,66 W = x P x Q P produção de sólidos (kg de matéria seca / m 3 de água bruta tratada) T turbidez da água bruta W quantidade de sólidos secos (kg/dia) Q vazão de água bruta tratada (m 3 / s) Water Research Center - WCR (1979) P = (SS + 0,07 x C + H + A) x ABES Trabalhos Técnicos

3 W = x P x Q P produção de sólidos (kg de matéria seca / m 3 de água bruta tratada) SS sólidos em suspensão na água bruta (mg/l) C cor na água bruta (ºH) H hidróxido coagulante (mg/l) A outros aditivos, tal como o polímero (mg/l) W quantidade de sólidos secos (kg/dia) Q vazão de água bruta tratada (m 3 / s) Association Francaise Pour L etude Des Eaux AFEE (1982) Utilizando-se: SS = 1,2 x Turbidez (ut) da água bruta C (ºH) = Cor aparente da água bruta (uc) H = Cte de precipitação para o sulfato de alumínio (o,17) x Dos. Coag. (mg/l) Tem-se: P = (1,2 x T + 0,07 x C + 0,17 x D + A) x 10-3 W = x P x Q P produção de sólidos (kg de matéria seca / m 3 de água bruta tratada) T turbidez da água bruta (ut) C cor aparente da água bruta (uc) D dosagem de sulfato de alumínio (mg/l) A outros aditivos, tal como o polímero (mg/l) CETESB P = ( 0,23 x AS + 1,5 x T) x 10-3 W = x P x Q P produção de sólidos (kg de matéria seca / m 3 de água bruta tratada) AS dosagem de sulfato de alumínio (mg/l) T turbidez da água bruta W quantidade de sólidos secos (kg/dia) Q vazão de água bruta tratada (m 3 / s) CORNWELLl P = (0,44 x AS + 1,5 x T + A) x 10-3 W = x P x Q P produção de sólidos (kg de matéria seca / m 3 de água bruta tratada) AS dosagem de sulfato de alumínio (mg/l) T turbidez da água bruta A outros aditivos, tal como o polímero (mg/l) W quantidade de sólidos secos (kg/dia) Q vazão de água bruta tratada (m 3 / s) KAWAMURA (1991) P = ( D x Fc1) + ( T x Fc2) P produção de sólidos (g de matéria seca / m 3 de água bruta tratada) D dosagem de sulfato de alumínio (mg/l) Fc1 fator que depende do número de moléculas de água associadas a cada molécula de sulfato de alumínio. Usualmente varia entre 0,23 a 0,26. ABES Trabalhos Técnicos 3

4 Fc2 razão entre a concentração de sólidos suspensos totais presentes na água bruta e turbidez da mesma. Geralmente na faixa de 1,0 a 2,0. A prática mais comum, no Brasil, para disposição dos despejos líquidos gerados em ETA, tem sido o lançamento destes em cursos de água mais próximos à estação de tratamento de água, ou na rede de esgoto. Devido às características dos despejos lançados, há o agravamento do grau de poluição dos corpos receptores, contribuindo para a crescente degradação do meio ambiente aquático, bem como a perda da qualidade de vida das populações existentes a jusante desses lançamentos (SOUZA FILHO, 1999). Na Sabesp, as estações de tratamento de água não realizam de forma metódica a quantificação dos resíduos gerados no processo de tratamento e assim, não é contabilizado no custo de produção. A partir do momento em que isto vier a ocorrer, umas das preocupações na qualificação e utilização de compostos coagulantes deverá levar em consideração este fator, a geração de lodo. MATERIAL E MÉTODOS A ETA Guaraú opera pelo sistema convencional de tratamento de água. Cada decantador, contém dois removedores de lodo que o removem quase totalmente, com exceção da área sob as calhas de coleta de água decantada. Este material é direcionado a dois poços de lodo. De cada poço, o lodo é extraído por um conjunto motor-bomba e recalcado para o canal de desvio do córrego Guaraú. Cada bomba possui uma capacidade da ordem de 30 m³/h. As bombas são operadas automaticamente com temporizadores, ligadas por 5 min., a intervalos de 1 a 3 horas. A cada ano, os decantadores são parados para manutenção. Nesta ocasião a unidade é lavada e é removido o lodo cumulado sob as calhas de coleta de água decantada. As águas de lavagens dos filtros são enviadas para dois tanques retangulares de concreto, cada um com cerca de m³ de volume, previstos para regularizar o fluxo das lavagens intermitentes, além de promover uma decantação para remoção de parte dos sólidos sedimentáveis. Atualmente, os tanques são operados sem a fase de decantação, sem efeitos adversos para o processo da ETA. Anexa aos tanques anteriores existe uma elevatória, dotada de 3 conjuntos motor-bomba de eixo vertical, cada um com 440 l/s de capacidade, que recalcam a água dos dois tanques para a bacia de dissipação da ETA. A cada semana, aproximadamente, um dos tanques de regularização de vazão, é paralisado e lavado. A coleta de amostras para a quantificação dos sólidos, ocorreu de maneira distinta para cada um dos processos cumuladores de lodo. Para os decantadores, foi amostrado em ponto de coleta comum ao lançamento dos seis decantadores operantes, num intervalo de tempo de quatro horas totais, tendo quinze minutos de diferença para cada coleta efetuada. Este tempo total de coleta, fez-se necessário, devido a grande variação do teor de sólidos em função do tempo de operação de cada bomba de lodo, quando em operação. O aumento do intervalo de tempo entre as descargas de uma mesma bomba, é possível aumentar de forma significativa o teor de sólidos no lodo descartado. Isto significa que, teoricamente, é possível trabalhar com períodos de descargas mais curtos, e com um maior intervalo de tempo entre elas, e desta forma, produzir um menor volume de lodo ao longo do tempo, com maior teor de sólidos (FERREIRA FILHO, 1991) 4 ABES Trabalhos Técnicos

5 Durante a limpeza de filtro, foi realizado também uma coleta de água de lavagem. Esta amostra composta, foi coletada a cada 30 segundos num intervalo de tempo de dez minutos a quantidade de 500 ml. Foi quantificado o teor de sólidos totais num fração desta amostra total. DADOS ESTATÍSTICOS Com os valores médios mensais de turbidez e cor aparente da água bruta, vazão de tratamento e dosagens médias mensais dos produtos químicos lançados no processo da ETA Guaraú, através das fórmulas empíricas foram obtidos os valores de produção de sólidos secos totais mensal. O tratamento estatístico dos dados apresentados nas cinco fórmulas constituiu na verificação do intervalo de confiança para a média das cinco fórmulas conjuntas e não individualmente por ponto, isto é, por fórmula separada. As estimativas por ponto são em geral, utilizadas quando é necessário ao menos aproximadamente, conhecer o valor do parâmetro para utilizá-lo em uma expressão analítica qualquer. Entretanto, se a determinação de um dado parâmetro é a meta final do estudo estatístico em pauta, a estimação por ponto é, geralmente, insuficiente, pois a probabilidade de que a estimativa adotada venha a coincidir com o verdadeiro valor do parâmetro é nula ou praticamente nula. Isto decorre de os estimadores serem variáveis aleatórias e contínuas. Devido a esse fato, construiu-se um intervalo em torno da estimativa por ponto, de modo a que esse intervalo tenha uma probabilidade conhecida de conter o verdadeiro valor do parâmetro. Ao intervalo que, com probabilidade conhecida, deverá conter o valor real do parâmetro, chama-se intervalo de confiança. À probabilidade, que designa-se por 1-α, de que um intervalo de confiança contenha o valor do parâmetro chama-se de nível de confiança do respectivo intervalo. Sabe-se que α é a probabilidade de erro na estimação do intervalo, isto é, a probabilidade de errarmos ao afirmar que o valor do parâmetro está contido no intervalo de confiança. Para o estudo estatístico, foi adotado para o valor de α, 1% de erro. Não tendo a informação do desvio padrão valores de turbidez, cor aparente, dosagens, etc., foi obtido o desvio padrão das cinco fórmulas verificadas através da seguinte expressão: Onde: Xi é o resultado do valor de uma das fórmulas utilizadas para a geração de lodo X é a média das cinco fórmulas utilizadas para a geração de lodo N é o número de fórmulas utilizadas Quanto menor a amostra mais necessário se torna a introdução de uma correção, a qual consiste em usar a variável t de Student à variável normal reduzida z. Para a obtenção deste valor, recorre-se a utilização da tabela de t em função de diversos valores do grau de liberdade v e de probabilidades notáveis. Assim, para n- 1 igual a 4, ao nível de significância de 99% de acerto, foi verificado o valor de 4,604 para t. A expressão do intervalo de confiança para a média (µ) quando o desvio padrão é desconhecido é: X t n-1, a/2 S x n ABES Trabalhos Técnicos 5

6 A interpretação da probabilidade no intervalo obtido é: P = ( X t n-1, a/2 S x m X + t n-1, a/2 S x ) = 1 a n n RESULTADOS A tabela 01 mostra o resultado da quantidade de lodo gerado no tratamento de água da ETA Guaraú, através do cálculo das cinco fórmulas citadas, para o ano de 2000, bem como os valores médios mensais de turbidez, cor aparente e vazão de água bruta. O gráfico 01 mostra em barras a variação dos valores de sólidos secos por mês obtidos pelas fórmulas e em linha o valor de sólidos secos efetivamente lançados no córrego do Guaraú A tabela 02 mostra os valores de máximo, mínimo e médio mensais da quantidade de sólidos secos obtidos pelas fórmulas e o cálculo estatístico avaliando o intervalo de confiança para a média amostral. O gráfico 02 visualiza o intervalo de confiança para 1% de erro, obtido através do cálculo estatístico Tabela 1 Produção média mensal de quantidade de sólidos secos através de fórmulas empíricas, a partir de valores reais da ETA Guaraú Jan Fev Mar Abr Mai Jun Qualidade da água bruta e prod. quím. Aplicados Turbidez (ut) 15,8 11,4 9,1 5,1 3,2 2,6 Cor (uh) Al 2 (SO 4 ) 3 (mg/l) 11,41 10,45 10,27 9,9 11,52 8,77 Polímero (mg/l) 0,006 0,01 0,005 0,007 0,006 0,01 Q bruta (m 3 /s) 32,51 33,00 32,82 32,88 32,39 31,19 AWWA 21,64 17,44 15,03 10,26 7,54 6,58 WCR / AFEE 25,25 17,92 14,98 9,42 7,06 5,88 CESTESB 26,32 19,50 16,01 9,93 7,45 5,92 CORNWELL 28,73 21,71 18,17 12,01 9,87 7,77 Produção média de sólidos secos (kg de lodo seco por 1000 m 3 de água bruta) KAWAMURA 26,50 19,66 16,17 10,08 7,62 6,05 Quantidade de AWWA 60,77 49,74 42,63 29,14 21,11 17,72 sólidos secos WCR / AFEE 70,91 51,09 42,48 26,76 19,77 15,85 (ton por dia) CESTESB 73,94 55,61 45,40 28,20 20,85 15,95 CORNWELL 80,69 61,90 51,53 34,13 27,63 20,94 KAWAMURA 74,42 56,06 45,84 28,62 21,33 16,30 Q Lodo (m 3 /dia) Conc. S S (ton/m 3 ) 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 Lodo Do Decantador Quant. SS(ton/dia) 21,82 21,85 19,37 22,80 31,84 32,83 Lodo da Q Lav. Filtros Lavagem de filtro (m 3 /dia) Conc. S S (ton/m 3 ) 0,0002 0,0002 0,0002 0,0002 0,0002 0,0002 Quant. SS (ton/dia) 4,54 4,99 5,00 5,49 5,22 5,18 Sólidos secos totais lançados (ton/dia) 26,36 26,84 24,38 28,29 37,06 38,00 6 ABES Trabalhos Técnicos

7 Tabela 01 Produção média mensal de quantidade de sólidos secos através de fórmulas empíricas, a partir de valores reais da ETA Guaraú Qualidade da água bruta e prod. quím. Aplicados Jul Ago Set Out Nov Dez Turbidez (ut) 3,5 2,7 5,2 4,4 8,5 9,5 Cor (uh) Al 2 (SO 4 ) 3 (mg/l) 8,36 7,17 8,12 10,33 11,34 9,98 Polímero (mg/l) 0,01 0,012 0,008 0,008 0,005 0,007 Q bruta (m 3 /s) 31,13 32,18 32,12 32,79 32,12 31,79 AWWA 8,00 6,74 10,39 9,31 14,37 15,47 WCR / AFEE 7,17 5,38 9,03 8,51 14,30 15,62 CESTESB 7,17 5,70 9,67 8,98 15,36 16,55 CORNWELL 8,94 7,22 11,38 11,15 17,74 18,65 Produção média de sólidos secos (kg de lodo seco por 1000 m 3 de água bruta) KAWAMURA 7,30 5,81 9,79 9,13 15,53 16,70 Quantidade sólidos secos (ton por dia) de AWWA 21,52 18,74 28,83 26,36 39,89 42,47 WCR / AFEE 19,29 14,96 25,05 24,12 39,70 42,91 CESTESB 19,29 15,84 26,83 25,43 42,63 45,44 CORNWELL 24,04 20,06 31,58 31,60 49,25 51,22 KAWAMURA 19,63 16,14 27,16 25,87 43,10 45,85 Q Lodo (m 3 /dia) Conc. S S (ton/m 3 ) 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 Lodo Do Decantador Quant. SS(ton/dia) 25,91 20,41 24,27 22,31 22,50 23,22 Lodo da Q Lav. Filtros Lavagem de filtro (m 3 /dia) Conc. S S (ton/m 3 ) 0,0002 0,0002 0,0002 0,0002 0,0002 0,0002 Quant. SS (ton/dia) 5,41 6,35 6,16 6,33 6,12 5,78 Sólidos secos totais lançados (ton/dia) 31,32 26,76 30,43 28,63 28,63 29,00 ABES Trabalhos Técnicos 7

8 90,00 AWWA 80,00 70,00 WCR / AFEE TON / DIA 60,00 50,00 40,00 CESTESB CORNWELL 30,00 20,00 KAWAMURA 10,00 0,00 jan/00 fev/00 mar/00 abr/00 mai/00 jun/00 jul/00 ago/00 set/00 out/00 nov/00 dez/00 QUANTIDADE TOTAL DE SÓLIDOS SECOS Gráfico 02 Variação dos valores de sólidos secos obtidos pela tabela 01 Tabela 02 Cálculo estatístico para intervalo de 99% de confiança Jan Fev Mar Abr Mai Jun AWWA 60,77 49,74 42,63 29,14 21,11 17,72 WCR / AFEE 70,91 51,09 42,48 26,76 19,77 15,85 Quantidade de sólidos secos (ton por dia) CESTESB 73,94 55,61 45,40 28,20 20,85 15,95 CORNWELL 80,69 61,90 51,53 34,13 27,63 20,94 KAWAMURA 74,42 56,06 45,84 28,62 21,33 16,30 Valor máximo 80,69 61,90 51,53 34,13 27,63 20,94 ( M ) Valor mínimo ( m ) 60,77 49,74 42,48 26,76 19,77 15,85 Valor Médio 72,15 54,88 45,58 29,37 22,14 17,35 ( x ) DADOS ESTATÍSTICOS PARA VERIFICAÇÃO DE INTERVALO DE CONFIANÇA DE 99% Desvio Padrão ( s ) 7,28 4,80 3,67 2,80 3,13 2,14 t 4 ; 0,5% 4,604 4,604 4,604 4,604 4,604 4,604 e 0 14,998 9,8748 7,5567 5,7705 6,4459 4,407 3 INTERVALO DE 99% DE CONFIANÇA PARA A MÉDIA m µ M 87,14 64,75 53,13 35,14 28,58 21,76 8 ABES Trabalhos Técnicos

9 µ = x 72,15 54,88 45,58 29,37 22,14 17,35 µ "m" 57,15 45,00 38,02 23,60 15,69 12,94 Jul Ago Set Out Nov Dez AWWA 21,52 18,74 28,83 26,36 39,89 42,47 WCR / AFEE 19,29 14,96 25,05 24,12 39,70 42,91 CESTESB 19,29 15,84 26,83 25,43 42,63 45,44 Quantidade CORNWELL 24,04 20,06 31,58 31,60 49,25 51,22 de KAWAMURA 19,63 16,14 27,16 25,87 43,10 45,85 sólidos secos Valor máximo 24,04 20,06 31,58 31,60 49,25 51,22 ( M ) (ton por dia) Valor mínimo 19,29 14,96 25,05 24,12 39,70 42,47 ( m ) Valor Médio ( x ) 20,75 17,15 27,89 26,67 42,91 45,58 DADOS ESTATÍSTICOS PARA VERIFICAÇÃO DE INTERVALO DE CONFIANÇA DE 99% Desvio Padrão ( s ) 2,06 2,15 2,46 2,87 3,87 3,49 t 4 ; 0,5% 4,604 4,604 4,604 4,604 4,604 4,604 e 0 4,2371 4,4329 5,0659 5,9186 7,9595 7,179 2 INTERVALO DE 99% DE CONFIANÇA PARA A MÉDIA m µ M 24,99 21,58 32,96 32,59 50,87 52,76 µ = x 20,75 17,15 27,89 26,67 42,91 45,58 µ "m" 16,52 12,72 22,83 20,76 34,95 38,40 ABES Trabalhos Técnicos 9

10 Gráfico 03 Verificação do intervalo de confiança ao nível de 1% de erro 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 Ton / mês 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 jan/00 fev/00 mar/00 abr/00 mai/00 jun/00 jul/00 ago/00 set/00 out/00 nov/00 dez/00 DISCUSSÕES Observando o gráfico 1 observa-se uma maior quantidade de lodos formada nos meses chuvosos para todas as fórmulas, não acontecendo para o vazão de descarte das bombas de lodo dos decantadores. A otimização da operação destas bombas, possivelmente acarretará em um maior tempo de operação dos decantadores da ETA Apesar do diferente valor numérico obtido pelas cinco fórmulas distintas, estatísticamente, elas apresentam um erro de até 1% em relação à sua média. Observando o gráfico 2, verifica-se que as curvas de máximo e mínimo obtidas ao nível de 99% de significância, são os limites para os valores de máximo e mínimo calculados pelas fórmulas. 10 ABES Trabalhos Técnicos

11 CONCLUSÕES Para o dimensionamento de um sistema de desidratação, seja ele natural ou mecânico é fundamental conhecer o valor da geração de lodo durante o tratamento. A determinação rotineira da quantidade de sólidos gerados no processo de tratamento pode chamar a atenção para a redução dos mesmos, através da otimização do processo e da busca de outros coagulantes. Seria de boa prática se todas as estações de tratamento de água da Sabesp inicializassem o registro de informações mensais de quantidade de lodo gerado em cada unidade produtora pois em um futuro próximo, estes valores mensurados serão de grande importância gerencial. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. AMERICAN WATER WORK ASSOCIATION AWWA, Water treatment plant sludges, Journal AWWA, FERREIRA FILHO, S. S. e SOBRINHO, P. A., Considerações sobre o tratamento de lodos de estações de tratamento de água. Revista Engenharia Sanitária e ambiental, Vol 3, nº 3 e 4, KAWAMURA, S., Integrat design of water treatment facilities, New York, John Wiley & Sons, Inc, KETCHUM,L.M. e HIGGINS,T.E., Automation of phosphorus removal systems, Journal WPCF, vol 51, n.8, August 1979, p PICCOLO, M.A.M., Correlação entre sólidos em suspensão, cor e turbidez para água captada no Rio Jucu ES, 20º Congresso da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Anais Rio de Janeiro- RJ, PROSAB, Noções gerais de tratamento e disposição final de lodos de estações de tratamento de água, Rio de Janeiro - RJ, SOUZA FILHO, A. G., Caracterização e clarificação da água de lavagem dos filtros de uma ETA que utiliza cloreto férrico como coagulante primário. 20º Congresso da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental Anais Rio de Janeiro-RJ, ABES Trabalhos Técnicos 11

II-149 CARACTERIZAÇÃO E CLARIFICAÇÃO DA ÁGUA DE LAVAGEM DO FILTRO DE UMA ETA QUE UTILIZA COMO COAGULANTE O SULFATO DE ALUMÍNIO

II-149 CARACTERIZAÇÃO E CLARIFICAÇÃO DA ÁGUA DE LAVAGEM DO FILTRO DE UMA ETA QUE UTILIZA COMO COAGULANTE O SULFATO DE ALUMÍNIO II-149 CARACTERIZAÇÃO E CLARIFICAÇÃO DA ÁGUA DE LAVAGEM DO FILTRO DE UMA ETA QUE UTILIZA COMO COAGULANTE O SULFATO DE ALUMÍNIO Cristiano Olinger (1) Engenheiro Civil pela Fundação Universidade Regional

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