PLD (Preço de Liquidação das Diferenças)

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1 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) Fonte: PLD: CCEE / PLD médio: PONDERAÇÃO COMERC. PLD médio é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD médio 2 supondo que o último PLD publicado se estenda pelas semanas restantes de março de 205. CMO (Custo Marginal de Operação) Fonte: ONS As térmicas despachadas por ordem de mérito, que possuem custo variável unitário (CVU) inferior ao PLD semanal de acordo com cada submercado recebem PLD. As térmicas despachadas fora da ordem de mérito, com CVU superior ao PLD semanal são ressarcidas via encargo de segurança energética pelos agentes de consumo do SIN (Sistema Interligado Nacional). 25 DE MARÇO DE 205

2 Previsão de ENA Semanal e mensal no mês de março Fonte: ONS Atualizado em: 23/03/205 Obs: O último valor observado para a revisão III foi o acumulado entre 2/03/205 até 24/03/205 As previsões semanais de ENA para março, do ONS, apresentam tendência de crescimento, salvo o submercado Sul. O Sudeste traz o maior crescimento, com as previsões saindo de 66% para 97% da MLT (Média de Longo Termo) na última semana do mês. Porém, todas as previsões de ENA para a quarta semana ficaram abaixo da MLT, principalmente o Nordeste, com 43% da MLT entre 2 a 27 de março. Em linhas gerais, as ENAS observadas no mês de março se aproximam da previsão do ONS. No Sudeste, por exemplo, a previsão semanal da revisão 3 era de 97% da MLT, e o observado até 24 de março foi de 94% da MLT somente 3 pontos percentuais abaixo do previsto. Fonte: ONS Atualizado em: 23/03/ DE MARÇO DE 205 2

3 Caso o valor observado e acumulado entre 2 e 24 de março se repita nos próximos sete dias, a expectativa é de que a ENA de março, para os submercados, seja: Expectativa de ENA mensal para março: Sudeste: 80% da MLT Sul: % da MLT Norteste: 35% da MLT Norte: 66% da MLT Histórico do nível dos reservatórios de março e abril O nível dos reservatórios do Sudeste e Nordeste, que, juntos, representam cerca de 88% da capacidade total de reservatórios do SIN, aumentou significativamente em março. O mês começou com 20,7% no Sudeste e 8% no Nordeste; 23 dias depois, atingiu 26,4% e 2,% respectivamente. É importante ressaltar que o nível dos reservatórios dos submercados Sudeste e Nordeste continua abaixo do registrado em 200, quando o acumulado foi de 34,5% e 37,2%, respectivamente. Gráfico Histórico de reservatórios de março Fonte: ONS Atualizado em: 23/03/205 Gráfico 2 Histórico de reservatórios de abril Fonte: ONS Atualizado em: 23/03/ DE MARÇO DE 205 3

4 Avaliando o histórico dos reservatórios do Sudeste, o nível precisaria subir mais 5,8 pontos percentuais em abril para atingir o menor nível registrado em um mês de abril, em 200, quando o nível dos reservatórios encontrava-se a 32,2% de sua capacidade. Em relação ao Nordeste, teria de subir,7 pontos percentuais para chegar ao menor nível já registrado, também em abril de 200, quando o nível dos reservatórios estava a 33,%. Geração total e variação das térmicas a biomassa O menor montante de geração hidráulica ocorreu em agosto de 204, com 37,6 GW médios -,9GW médios a menos do que o registrado em janeiro daquele ano. Comparando a geração hidráulica em janeiro de 205 em relação ao mesmo mês de 204, percebe-se, pelo quadro abaixo, que ela não voltou ao mesmo patamar, saindo de 49,53W médios para 45,28GW médios em janeiro deste ano. Fonte de Geração (GWmédio) jan/4 fev/4 mar/4 abr/4 mai/4 jun/4 jul/4 ago/4 set/4 out/4 nov/4 dez/4 jan/5 Hidráulica 49,53 48,95 44,56 42,94 39,65 38,26 38,46 37,62 40,2 40,58 40,30 39,53 45,28 Térmica a Gás 5,04 6,73 7,67 7,33 7,67 6,84 7,35 7,82 6,66 7,27 7,42 7,47 7,5 Hidráulica PCH 2,7 2,8 2,62 2,67 2,32 2,39 2,23,89 2,0 2,00 2,8 2,60 2,4 Térmica a Óleo,83 2,6 2,4 2,22 2,00,72 2,00 2,87 2,88 2,9 2,96 2,73 2,60 Térmica Nuclear,82,82,75,25,72,76,3 0,78,87,86,79,85,79 Térmica a Carvão Mineral,65,84 2,0,80,78,74,60,68,54,63,82,93 2,07 Eólica 0,75 0,72 0,62 0,72 0,73,2,57,87,82 2,05,75,88,99 Térmica bi-combustível - gás/óleo 0,44 0,47 0,47 0,5 0,55 0,55 0,57 0,56 0,55 0,54 0,54 0,55 0,49 Térmica a Biomassa 0,37 0,40 0,65,66 3,03 3,44 3,25 3,70 3,38 3,56 2,96 2,02 0,66 Térmica - Outros 0,36 0,36 0,42 0,39 0,30 0,42 0,40 0,45 0,43 0,38 0,35 0,42 0,42 Hidráulica CGH 0,07 0,06 0,07 0,07 0,07 0,07 0,07 0,06 0,06 0,06 0,07 0,08 0,07 Térmica Solar 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Térmica Reação Exotérmica 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Térmica Fotovoltaica ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Total 64,57 66,3 62,97 6,58 59,8 58,39 58,62 59,30 6,32 62,84 62,5 6,06 64,94 25 DE MARÇO DE 205 4

5 Em janeiro de 205, a geração a biomassa foi 82% superior à geração observada no mesmo mês de 204, saindo de 366 MW médios no ano passado para 665MW médios em 205. Em 204, a geração a biomassa obteve um aumento considerável de 83% em relação ao mês de maio em comparação com abril, início do período de safra de cana-de-açúcar, com cerca de MW médios gerados em maio frente aos.659 MW médios gerados em abril. Além do início da safra, o PLD próximo ao teto, de R$822,83/MWh, aumentou o retorno financeiro da venda de energia pela geração proveniente da queima do bagaço de cana. A geração térmica a biomassa ganhou maior representatividade em 204, acompanhando a elevação do PLD no segundo semestre. O mês de maio de 204 teve um acréscimo de 500 MW médios gerados por meio de biomassa em relação ao mesmo mês de DE MARÇO DE 205 5

6 Consumo livre e consumo total de energia O Ambiente de Contratação Livre (ACL) é composto por agentes Autoprodutores, Consumidores Especiais, Livres e Geradores, que representam, em média, 5%, 3%, 5% e 2% do consumo total do país, respectivamente. Juntos, consomem em média 25% da energia do país. A Comerc Energia faz a gestão de MW médios no ACL, ou 4% do mercado livre de energia. No gráfico abaixo, é possível visualizar a participação do mercado livre em relação ao total do mercado cativo, ao longo de 204. No ano de 204, o consumo do Ambiente de Contratação Livre (ACL) representou em média 25% do consumo total de energia do país. O pico do consumo ocorreu no mês de fevereiro com 6.75 MWmédios. 25 DE MARÇO DE 205 6

7 4º WORKSHOP ONLINE COMERC ENERGIA Acesse o vídeo: Dando sequência aos Workshops Online realizados pela Comerc para seus clientes, o primeiro evento de 205 foi sobre o cenário do setor elétrico e a probabilidade de racionamento. O especialista do Setor Elétrico convidado foi o sócio-fundador e Diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), Adriano Pires. Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc Energia, participou do debate, assim como Marcelo Ávila, Vice-Presidente de Operações da Comerc Energia. Energia em Pílulas Governo apresenta portaria para incentivo à geração própria de unidades consumidoras O Ministério de Minas e Energia MME publicou em /03/205 a Portaria nº 44, dispondo sobre a realização de Chamada Pública []pelas distribuidoras de energia elétrica para incentivo à geração própria de Unidades Consumidoras (UC). Essa medida tem por objetivo agregar energia elétrica ao sistema mediante a utilização do potencial de geração existente em UC, para minimizar os riscos de desabastecimento de energia elétrica. A medida ainda necessita ser regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, entretanto, vislumbramos constituir uma excelente oportunidade de redução de custos para os consumidores que possuam geradores de energia elétrica, pois ao reduzir o montante de energia elétrica absorvido da rede de distribuição, o consumidor deixará de pagar sobre a parcela de energia gerada a TUSD em R$/MWh (varia de R$ 59/MWh a R$ 80/MWh), acrescida dos impostos: ICMS (varia de 2% a 30%) e PIS/COFINS (cerca de 5,0%). 25 DE MARÇO DE 205 7

8 As condições para a UC participar da Chamada Pública são as seguintes: a UC deve ser atendida pelo Sistema Interligado Nacional SIN: todos os estados, EXCETO, Amazonas, Amapá e Roraima; e a UC deve estar conectada na rede de distribuição (consumidores conectados na Rede Básica não são elegíveis); e a UC pode ser cativa ou livre/especial e deve pertencer ao grupo A[2]; e a central geradora deve estar registrada ou ter sido outorgada pela ANEEL; e a UC não deve ter, nos últimos 5 anos, registrado montantes de energia na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE para liquidação no Mercado Curto Prazo, comercialização ou autoconsumo remoto. A energia será valorada de acordo com a fonte energética utilizada e a distribuidora pagará toda a energia própria gerada desde a data de celebração do Contrato de Adesão até 8 de dezembro de 205. Os clientes que possuírem centrais geradoras instaladas em suas unidades consumidoras e desejarem maiores esclarecimentos deverão entrar em contato com os officers de suas contas. [] Chamada Pública evento cujo objetivo é a firmação de compromisso, nesse caso, entre consumidores e distribuidoras para a aquisição de energia elétrica. [2] Fornecimento em tensão igual ou superior a 2,3 kv, ou atendidas a partir do sistema subterrâneo de distribuição em tensão secundária, caracterizado pela tarifa binômia, subdividido nos seguintes subgrupos: A, A2, A3, A3a, A4, AS Reajuste tarifário da Ampla (RJ) é aprovado pela Aneel No dia 0 de março de 204, a Aneel aprovou o reajuste tarifário da distribuidora Ampla Energia e Serviços S/A. Esse reajuste médio de 42,9% estará vigente a partir de 5 de março para 66 municípios do Rio de Janeiro. A tabela abaixo demonstra os percentuais por cada classe de tensão: Fonte: Aneel A Ampla não participou do Reajuste Tarifário Extraordinário ( por sua data estar próxima do reajuste ordinário. Para ler o Glossário de Termos, clique aqui 25 DE MARÇO DE 205 8

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