CONTRIBUTOS PARA O ESTUDO DO ENSINO DO PORTUGUÊS A FALANTES DE OUTRAS LÌNGUAS O CONCELHO DE ÉVORA. Ao meu pai, no meu coração, para sempre.

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1 Ao meu pai, no meu coração, para sempre. iii

2 Agradecimento O meu primeiro agradecimento vai para a Professora Doutora Maria José Grosso que para além da orientação científica indispensável, sempre me apoiou, fazendo-me acreditar que eu era capaz de terminar este trabalho. Aos meus amigos: José Horta, Marina Tavares e Manuela Horta que comigo partilharam bibliografia, e que sempre se mostraram disponíveis para esclarecer as minhas dúvidas. Ao Pedro Branco meu filho, e à minha amiga Ana de Sousa, agradeço a ajuda na revisão do texto. À minha mãe que me deu o suporte necessário ao funcionamento da minha casa nos momentos em que tive mais trabalho. Aos meus irmãos Idália Oliveira e Carlos Casanova e ao meu cunhado e amigo Joaquim Oliveira que sempre me ajudaram em todas as situações difíceis da vida. Aos meus amigos Vítor Ramos e Ana Francisca Baptista agradeço os incentivos permanentes. Aos colegas Antónia Tereso, Ana Gomes, Isabel Gomes, Maria de Jesus e Jorge A. dos conselhos executivos dos agrupamentos de escolas de Évora, que me facultaram os dados relativos aos agrupamentos de escolas e me receberam gentilmente sempre que foi necessário recolher informações. iv

3 ÍNDICE GERAL NOTAS PRÉVIAS INTRODUÇÃO...4 Capítulo 1 DESCRIÇÃO DO OBJECTO DE ESTUDO...8 Capítulo 2 CORPUS...11 Capítulo 3 A PROBLEMÁTICA...16 Capítulo 4 BREVE ABORDAGEM À EVOLUÇÃO DO ENSINO EM PORTUGAL..26 Capítulo 5 ENSINO/APRENDIZAGEM DE UMA LÍNGUA A FALANTES DE OUTRA LÍNGUA Competências do Aprendente Abordagem Comunicativa O Quadro Europeu Comum de Referência para o Ensino das Línguas na Europa Capítulo 6 A ESCOLA E A DIVERSIDADE CULTURAL O Direito à Educação na Legislação Portuguesa Português Língua Materna e Português Língua Segunda no Sistema de Ensino Português...57 Capítulo 7 CARACTERIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DE ALUNOS DE PL2 NAS ESCOLAS PORTUGUESAS Alunos de PL2 no Ensino Básico O Concelho de Évora v

4 7. 2 Caracterização dos Agrupamentos de Escolas do Concelho de Évora CONCLUSÕES. 89 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...95 Anexo 1 Grelha de Levantamento de Dados Anexo 2 Guião da Entrevista a Elemento do Órgão de Gestão do Agrupamento de Escolas vi

5 RELAÇÃO DOS QUADROS Quadro nº 1 Alunos matriculados no ensino básico público, no concelho de Évora em 2000/2001. Quadro nº 2 Autorização de Permanência concedidas em Portugal de 2001 a Quadro nº 3 População estrangeira residente em Portugal, com idade compreendida entre os 5 e os 14 anos Quadro nº 4 - Nº de crianças estrangeiras residentes em Portugal em Quadro nº 5 Nº de crianças estrangeiras que frequentavam as escolas do Ensino Básico público no concelho de Évora em Quadro nº 6 Autorizações de Permanência concedidas a nível nacional e no concelho de Évora de 2001 a 2004 por nacionalidades mais significativas Quadro nº 7 Distribuição do nº de alunos de PLM e PL2 por ciclos, do agrupamento nº 1 de Évora. Quadro nº 8 Alunos de PL2 matriculados por escolas, ano de escolaridade, idade, sexo e nacionalidade Agrupamento nº 1 Évora Quadro nº 9 - Distribuição do nº de alunos de PLM por ciclos do Agrupamento nº 2. Quadro nº 10 - Alunos de PL2 matriculados por escolas, ano de escolaridade, idade, sexo e nacionalidade Agrupamento nº 2, Évora Quadro nº 11 - Distribuição do nº de alunos de PLM por ciclos do Agrupamento nº 3. Quadro nº 12 - Alunos de PL2 matriculados por escolas, ano de escolaridade, idade, sexo e nacionalidade Agrupamento nº 3, Évora. Quadro nº 13 - Distribuição do nº de alunos de PLM e PL2 por ciclos do agrupamento nº 4. Quadro nº 14 Alunos de PL2 matriculados por escolas, ano de escolaridade, idade, sexo e nacionalidade Agrupamento nº 4, Évora. Quadro nº 15 Alunos estrangeiros matriculados no 1º ciclo nas freguesias rurais, por sexo e nacionalidade. Quadro nº 16 Número de Alunos de PL2 por ciclo de escolaridade. vii

6 RELAÇÃO DOS GRÁFICOS Gráfico nº 1 Nº de alunos de PL2, por nacionalidade nas escolas de ensino Básico do concelho de Évora Gráfico nº 2 Nº de estrangeiros legalmente residentes no concelho de Évora de 1998 a 2003 Gráfico nº 3 Distribuição dos alunos de PL2 por ciclos Gráfico nº 4 Distribuição dos Alunos de PLM por ciclos Gráfico nº 5 Distribuição dos alunos de PL2 do 1º ciclo pelas zonas rural e urbana. viii

7 RESUMO A Escola, espaço privilegiado de interacções sociais, é o espelho das dinâmicas que se desenvolvem na sociedade e deve ajustar-se e organizar-se para atender e ensinar, de forma adequada, todos os seus alunos. Com este estudo, pretendemos identificar os alunos do ensino básico público do concelho de Évora, cuja língua materna não é a língua portuguesa e caracterizar a organização das respostas de cada agrupamento de escolas deste concelho, no que respeita ao ensino da língua portuguesa como segunda língua (PL2). Das conclusões, salientamos que num total de quatro mil trezentas e oitenta e nove crianças matriculadas no ensino básico nas escolas do concelho de Évora, oitenta e três são alunos cuja língua materna não é o português, estando cerca de 50% destas, no 1º ciclo do ensino básico. São quinze as nacionalidades em presença e enquanto que, a nível nacional o maior número de alunos cuja língua portuguesa não é a língua materna, são oriundos de Angola e de Cabo-Verde, no concelho de Évora são os alunos brasileiros e ucranianos que estão em maior número. Nas escolas de 1º ciclo os alunos aprendem o português em todas as aulas do currículo regular, com o professor titular de turma, ao passo que nas escolas de 2º e 3º ciclos, para além do currículo regular, podem também ter aulas de apoio pedagógico acrescido, com professor de língua portuguesa ou professor de apoio educativo. Em qualquer dos casos não existem programas específicos para estes alunos aprovados pelos conselhos pedagógicos. Legislação recente responsabiliza as direcções executivas e os conselhos pedagógicos dos agrupamentos, pelo desenvolvimento, acompanhamento e avaliação de actividades a partir de grupos de nível de proficiência linguísticos para o ensino do português como língua não materna, seguindo as sugestões já apresentadas no Quadro Europeu Comum de Referência para o Ensino das Línguas na Europa. ix

8 SOMMAIRE L école, espace privilégié d interactions sociales, doit s organiser pour enseigner, avec de bons modèles, tous ses élèves. Avec cet étude nous voulons identifier les élèves de l école primaire publique, dans la commune d Évora, dont la langue maternelle n est pas la langue portugaise et caractériser la façon dont chaque groupement d écoles de cette commune s est organisé en ce qui concerne l enseignement de la langue portugaise en tant que langue seconde. Des conclusions de cette étude on relève que, parmi 4389 élèves immatriculés, 83 sont des élèves dont la langue maternelle n est pas la portugaise et 50% de ceux-ci fréquentent le premier cycle de l école primaire. Il s agit de quinze nationalités présentes et, tandis qu au niveau national, la majorité des élèves dont la langue maternelle n est pas la portugaise, cést des élèves de l Angola et du Cap-Vert, ici, à Évora ce sont les élèves du Brésil et de l Ucranie qui sont les plus nombreux. Dans les écoles du premier cycle, les élèves apprennent le portugais dans tous les cours du curriculum régulier, avec le professeur; dans les écoles du second et du troisième cycles, ils apprennent le portugais dans les cours du curriculum régulier mais ils peuvent aussi avoir des leçons de soutien pédagogique extraordinaire, avec le professeur de la langue portugaise ou avec un professeur de soutien. En tous les cas il n existe pas de programme pour ces élèves approuvé par les conseils pédagogiques du groupement d écoles. Pendant cette année, avec la nouvelle législation, les directeurs et les conseils pédagogiques des écoles deviennent responsables du développement et de l évaluation des activités, pour l enseignement du portugais, avec des niveaux linguistiques, d après la suggestion du Quadre Européen Commun de Référence pour l Enseignement des Langues dans l Europe. x

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