Escrituração fiscal das escolas no Simples Nacional

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1 Diogo José Mendes Tenório Auditor Fiscal de Tributos Municipais Escrituração fiscal das escolas no Simples Nacional Conforme: Lei Complementar 123/2006; Resolução do CGSN nº 94/2011

2 O que será abordado? Base de cálculo do ISS; Regime de reconhecimento de receita: Caixa vs Competência. Declaração fiscal no regime de caixa; Registro dos valores a receber; Créditos considerados não mais cobráveis.

3 Base de Cálculo segundo a Resolução CGSN nº 94/2011 Art. 16. A base de cálculo para a determinação do valor devido mensalmente pela ME ou EPP optante pelo Simples Nacional será a receita bruta total mensal auferida (Regime de Competência) ou recebida (Regime de Caixa), conforme opção feita pelo contribuinte. (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 18, caput e 3 º ) 1 º O regime de reconhecimento da receita bruta será irretratável para todo o ano-calendário. (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 18, 3 º )

4 Regime de reconhecimento de receita

5 Receitas declaradas no Simples em 2014

6 Regime de Caixa vs Competência Art. 18. A opção pelo regime de reconhecimento de receita bruta de que trata o 1 º do art. 16 deverá ser registrada em aplicativo disponibilizado no Portal do Simples Nacional, quando da apuração dos valores devidos relativos ao mês (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 18, 3 º ) Parágrafo único. A opção pelo Regime de Caixa servirá exclusivamente para a apuração da base de cálculo mensal, aplicando-se o Regime de Competência para as demais finalidades, especialmente, para determinação dos limites e sublimites, bem como da alíquota a ser aplicada sobre a receita bruta recebida no mês. (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 18, 3 º )

7 Regime de caixa

8 Obrigações da empresas em regime de caixa (Art.19) Art. 19. Para a ME ou EPP optante pelo Regime de Caixa: (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 18, 3 º ) I - nas prestações de serviços ou operações com mercadorias com valores a receber a prazo, a parcela não vencida deverá obrigatoriamente integrar a base de cálculo dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional até o último mês do ano-calendário subsequente àquele em que tenha ocorrido a respectiva prestação de serviço ou operação com mercadorias;

9 Obrigações da empresas em regime de caixa (Art.19) II - a receita auferida e ainda não recebida deverá integrar a base de cálculo dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional, na hipótese de: a) encerramento de atividade, no mês em que ocorrer o evento; b) retorno ao Regime de Competência, no último mês de vigência do Regime de Caixa; c) exclusão do Simples Nacional, no mês anterior ao dos efeitos da exclusão;

10 Registro dos valores a receber (regime caixa Art.19) III - o registro dos valores a receber deverá ser mantido nos termos do art. 70.

11 Art. 70 Art. 70. A optante pelo Regime de Caixa deverá manter registro dos valores a receber, no modelo constante do Anexo XI, no qual constarão, no mínimo, as seguintes informações, relativas a cada prestação de serviço ou operação com mercadorias a prazo: (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 2 º, inciso I e 6 º ; art. 18, 3 º ; art. 26, 4 º ) I - número e data de emissão de cada documento fiscal; II - valor da operação ou prestação; III - quantidade e valor de cada parcela, bem como a data dos respectivos vencimentos; IV - a data de recebimento e o valor recebido; V - saldo a receber; VI - créditos considerados não mais cobráveis.

12 Resolução CGSN nº Anexo XI

13 Art atenção 1 2 º A adoção do Regime de Caixa pela ME ou EPP não a desobriga de manter em boa ordem e guarda os documentos e livros previstos nesta Resolução, inclusive com a discriminação completa de toda a sua movimentação financeira e bancária, constante do Livro Caixa. (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 2 º, inciso I e 6 º ; art. 18, 3 º ; art. 26, inciso II e 4 º )

14 Art atenção 2 4 º Aplica-se o disposto neste artigo para os valores decorrentes das prestações e operações realizadas por meio de cheques: (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 2 º, inciso I e 6 º ; art. 18, 3 º ; art. 26, 4 º ) I - quando emitidos para apresentação futura, mesmo quando houver parcela à vista; II - quando emitidos para quitação da venda total, na ocorrência de cheques não honrados; III - não liquidados no próprio mês.

15 Art atenção 3 5 º A ME ou EPP deverá apresentar à administração tributária, quando solicitados, os documentos que comprovem a efetiva cobrança dos créditos considerados não mais cobráveis. (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 2 º, inciso I e 6 º ; art. 18, 3 º ; art. 26, 4 º ) 6 º São considerados meios de cobrança: (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 18, 3 º ; art. 26, 4 º ) I - notificação extrajudicial; II - protesto; III - cobrança judicial; IV - registro do débito em cadastro de proteção ao crédito.

16 Art. 71 atenção final Art. 71. Na hipótese de descumprimento do disposto no art. 70, será desconsiderada, de ofício, a opção pelo Regime de Caixa, para os anos-calendário correspondentes ao período em que tenha ocorrido o descumprimento. (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 2 º, inciso I e 6 º ; art. 18, 3 º ; art. 26, 4 º ) Parágrafo único. Na hipótese do caput, os tributos abrangidos pelo Simples Nacional deverão ser recalculados pelo Regime de Competência, sem prejuízo dos acréscimos legais correspondentes. (Lei Complementar n º 123, de 2006, art. 2 º, inciso I e 6 º ; art. 18, 3 º ; art. 26, 4 º )

17 Diogo José Mendes Tenório Auditor Fiscal de Tributos Municipais Obrigado a todos! Para maiores informações: Fone: (82)

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