REDE AVALIAÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DOS PLANOS DIRETORES PARTICIPATIVOS

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1 REDE AVALIAÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DOS PLANOS DIRETORES PARTICIPATIVOS Relatório Estadual de Avaliação dos Planos Diretores Participativos de Sergipe Pesquisadoras Responsáveis: Lívia Miranda Fernanda Costa Recife, Agosto 2009

2 Nome do pesquisador responsável: Lívia Miranda e Fernanda Costa e telefone de contato: - (81) / (81) Estado: Sergipe Municípios analisados: 5 (cinco) Municípios: SE - Relatório Municipal 1- Lagarto - Claudia Câmara - mar 2009.doc SE - Relatório Municipal 2- Tobias Barreto - Cladis Jacobsen - mar 2009.doc SE - Relatório Municipal 3 - Boquim - Claudia Câmara - mar 2009.doc SE - Relatório Municipal 4 - Capela - Cladis Jacobsen - mar 2009.doc SE - Relatório Municipal 5 Nossa Senhora do Socorro Fernanda Costa - mar 2009.doc Estudo de Caso: Não foi previsto

3 Equipe da Pesquisa Coordenação Executiva da Pesquisa no Estado de Sergipe Pesquisadora responsável - Lívia Miranda - Arquiteta Urbanista, Ms. em Geografia e D ra. em Desenvolvimento Urbano Educadora da FASE PE; Consultora - Fernanda Costa (consultora) Advogada, Ms. em Desenvolvimento Urbano; Para a execução do trabalho a FASE PE contou com uma equipe de 14 pesquisadores conforme está definido abaixo: Pesquisadores: Amiria Brasil Arquiteta e Urbanista, Ms. em Desenvolvimento Urbano, Pesquisadora do Observatório das Metrópoles PE; Clara G. Moreira - Arquiteta e Urbanista, Mestranda em Desenvolvimento Urbano, Pesquisadora do Observatório das Metrópoles PE; Cláudia Câmara Arquiteta e Urbanista; Cladis Jacobsen - Arquiteta e Urbanista; Demóstenes Moraes Arquiteto Urbanista Ms. em Desenvolvimento Urbano; Kainara dos Anjos Arquiteta e Urbanista, Ms. e Doutoranda em Desenvolvimento Urbano, Pesquisadora do Observatório das Metrópoles PE; Lúcia Siqueira Arquiteta Urbanista; Ronaldo Coelho Advogado; Socorro Leite Arquiteta e Urbanista Ms. em Geografia. Yuri Moraes - Arquiteto Urbanista; Consultor, Educador da FASE PE; Equipe de Apoio Julyana Gomes - Pesquisadora do Observatório das Metrópoles PE; Ana Paula Silva Movimento dos Trabalhadores sem Teto MTST/UNMP; Lucycleide Santos Santana Arquiteta e urbanista, Ms. Em Dinâmica do Espaço Habitado; Equipe Apoio Observatório PE Ailson Barbosa da Silva Mestrando em Geografia; Amanda Florêncio Mestranda em Desenvolvimento Urbano; Sofia Mamud Graduanda em Arquitetura e Urbanismo Rebeca Bonfim - Graduanda em Arquitetura e Urbanismo

4 Agradecimentos Esta avaliação é um trabalho coletivo. Foi realizado com a colaboração de várias pessoas e instituições, sem as quais não seria possível a sua realização. A todas gostaríamos de agradecer: As Prefeituras de Nossa Senhora do Socorro, Boquim, Capela, Tobias Barreto e Lagarto pela disponibilização das informações necessárias a essa avaliação; A Lucycleide Santos Santana pela disponibilidade na coleta informações no Estado de Sergipe; Aos pesquisadores pelo esforço e disponibilidade em compartilhar saberes experiências em tão grande desafio; A Fernanda Costa por aceitar junto comigo, o desafio de acompanhar e coordenar a execução desse processo; Aos Pesquisadores do Observatório de Políticas Públicas PE, Sofia, Rebeca, Amanda, Ailson e Mariana que prontamente apoiaram na organização das informações e colecionaram o grande volume de documentos coletados e reproduzidos. As Marianas Milão e Zucalle, pela atenção, dedicação e habilidade com que nos orientaram nos caminhos da burocracia necessária para viabilizar os meios materiais que garantiram a execução deste trabalho. Ao Ministério das Cidades e ao IPPUR/UFRJ/Observatório das Metrópoles pela oportunidade de participar da Rede Nacional de Avaliação para a implementação dos Planos Diretores Participativos; e de observar tão importante passo para a consolidação da democracia e do planejamento; E, por fim, ao Orlando Júnior, coordenador nacional da pesquisa, por compartilhar junto conosco as reflexões e o sonho de um Brasil mais justo e mais democrático.

5 Lista de Quadros Quadro 1 População Residente por Regiões do Estado de Sergipe (IBGE 2005) 10 Quadro 2 Estimativa de Domicílios em Assentamentos Precários em Áreas Urbanas. Municípios da Região Nordeste-Litoral, Quadro 3 Estimativa de Pessoas em Assentamentos Precários em Áreas Urbanas. Municípios de Sergipe (Região Nordeste-Litoral e Interior), Quadro 4 Grupo Capacidade Administrativa (1999 a 2004) 18 Quadro 5 Deficit Habitacional Básico Agrupados (IBGE 2000) 21 Quadro 6 Programas Habitacionais Implementados ( ) 21 Quadro 7 Programas Habitacionais Implementados (2005). 21 Quadro 8 Grupo de Municípios Segundo as Receitas Próprias e o Potencial de Arrecadação ( ) 23 Quadro 9 Situação dos Planos Diretores no Estado de Sergipe 24 Quadro 10 Municípios da Pesquisar por UF e Faixa de População 26 Quadro 11 Investimentos em Habitação e Saneamento PAC (2007) 26 Quadro 12 Sergipe: Municípios Avaliados, Lei, População e Taxa de Urbanização 28 Quadro 13 Rendimento Nominal Mensal das Pessoas com 10 Anos ou Mais 29 Quadro 14 Ocorrência de Políticas de Desenvolvimento Urbano nos Planos Diretores 40 Quadro 15 Composição dos Conselhos Instituídos nos Planos Diretores Analisados 46 Lista de Tabelas Tabela 1 População Residente (IBGE 1991, 2000, 2007) 11 Lista de Gráficos Gráfico 1 População Urbana e Rural (1991, 2000, 2007) 28

6 Sumário Lista de quadros 5 Lista de Gráficos 5 Lista de Tabelas 5 Considerações Iniciais 8 I Caracterização do Estado 9 Caracterização Socioeconconomica do Estado 11 Condições de Renda e Trabalho 11 A Dinâmica Urbana 12 Os Assentamentos Precários no Estado 15 À capacidade Administrativa dos Municípios 17 Receitas Próprias e Potencial de Arrecadação dos Municípios 22 O Processo de Elaboração dos Planos Diretores Participativos no Estado 24 II Síntese da Avaliação dos Planos Diretores dos Municípios Selecionados 25 A. Informações Gerais dos Municípios Avaliados. 27 B. Acesso a Terra Urbanizada 31 a) Os Planos Diretores Participativos e as Diretrizes do Estatuto da Cidade 31 Diretrizes para o Cumprimento da Função Social da Propriedade 32 Garantia do Direito à Terra Urbana E Moradia 32 Gestão Democrática por Meio da Participação Popular 32 Ordenação e Controle do Uso e Ocupação do Solo de Modo a Evitar a Retenção Especulativa de Terrenos Justa Distribuição dos Benefícios e Ônus Decorrentes do Processo de Urbanização Recuperação dos Investimentos do Poder Publico de que Tenha Resultado a Valorização de Imóveis Urbanos Regularização Fundiária e Urbanização de Áreas Ocupadas por População de Baixa Renda b) Zoneamento e Controle do Uso e Ocupação do Solo 36 c) Instrumentos de Política Fundiária 36

7 C. Acesso aos Serviços e Equipamentos Urbanos, com Ênfase no Acesso à Habitação, ao Saneamento Ambiental e ao Transporte e à Mobilidade 39 C.1 O Plano Diretor e a Integração das Políticas Urbanas 39 C.2 O Plano Diretor e a Política de Habitação 40 C.3 O Plano Diretor e a Política de Saneamento Ambiental 42 C.4 O Plano Diretor e a Política de Mobilidade e Transporte 43 C.5 O Plano Diretor e a Política de Meio Ambiente 44 C.6 O Plano Diretor e a Política Metropolitana 44 D. Sistema para a Gestão e Participação Democrática 46 III Avaliação Qualitativa dos Planos Diretores 47 Referências Bibliográficas 49 Anexo 01 Cartogramas 50 Cartograma 01 Sergipe: Limites Políticos Administrativos 51 Cartograma 02 Sergipe: Microrregiões, Municípios e População (2007) 52 Cartograma 03 Sergipe: População Economicamente Ativa (PEA) Ocupada em Atividade do Setor 53 Primário Cartograma 04 Sergipe: Taxa de Urbanização 54 Cartograma 05 Sergipe: Taxa Geométrica de Crescimento Cartograma 06 Sergipe: Domicílios Inadequados por Infraestrutura (IBGE, 2000) 56 Cartograma 07 Sergipe: Tipologia das Cidades (PLANHAB) 57 Cartograma 08 Sergipe: Capacidade Administrativa dos Municípios, 2004 (Cem/Cebrap, 2007) 58 Cartograma 09 Sergipe: Receitas Próprias e Potencial de Arrecadação ( ) (Cem/Cebrap, 2007) 59 Cartograma 10 Sergipe: Situação dos Planos Diretores 60 Anexo 02 Tabela Geral Instrumentos Urbanísticos 61

8 Considerações Iniciais Este relatório apresenta os resultados do processo de avaliação dos planos diretores participativos (PDP) no estado de Sergipe. A pesquisa Rede Avaliação e Capacitação para a Implementação dos Planos Diretores Participativos é uma iniciativa do Ministério das Cidades Governo Federal, em parceria com o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPUR/UFRJ), a Rede Observatório das Metrópoles e a ONG FASE. O objetivo dessa rede é estruturar o acompanhamento e monitoramento da implementação dos Planos Diretores Participativos no Brasil, com foco no acesso a terra urbanizada e bem localizada para todos, atendendo ao Estatuto da Cidade Lei Federal nº /2001. A avaliação de 526 Planos Diretores Participativos no Brasil correspondeu à primeira etapa dos trabalhos da Rede e subsidiará a segunda etapa qual seja: a capacitação dos agentes do poder público e da sociedade civil para acompanharem e monitorarem a implementação dos Planos Diretores Participativos. Em Sergipe 19 municípios estavam obrigados de elaborar seus planos diretores até outubro de Tal processo deveria ocorrer de forma democrática e participativa e os planos deveriam promover um pacto social suficientemente legitimado para regulamentar nos municípios: instrumentos urbanísticos; diretrizes e regras para o uso e ocupação do solo; mecanismos de controle social; e, espaços institucionais de participação da sociedade, na formulação e implementação de políticas públicas de desenvolvimento territorial e urbanístico. No entanto, até dezembro de 2008, apenas 8 Planos se encontravam aprovados pelas câmaras de vereadores, 5 dos quais foram objeto deste estudo. A avaliação dos (PDP) aconteceu com base no questionário geral consolidado pela coordenação executiva do projeto e comum a todas as equipes nacionais. A equipe local contou com o apoio de sistematizações estatísticas para a caracterização dos municípios. Tais sistematizações foram oferecidas pela coordenação executiva da pesquisa e complementadas pelo Observatório das Metrópoles PE. A base de dados disponível contempla os seguintes estudos: i. Pesquisa CONFEA, CREA (2007), complementada com o cruzamento dos investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) em habitação, saneamento ambiental e infraestrutura logística, fornecidas pelo Ministério das Cidades; 8

9 ii. Síntese produzida pela DATAUFF por estado, por região metropolitana e grandes regiões; iv. Tipologia dos Municípios _ PLANHAB (2007); v. Metrodata Observatório das Metrópoles; vi. Atlas de Desenvolvimento Humano do Brasil (IPEA, PNUD, FJP: 2005) A pesquisa objetivou uma leitura das Leis dos planos diretores Participativos (PDP) aprovados até dezembro de 2008, a partir de cinco questões básicas, a saber: i. Acesso a terra urbanizada (incluindo os instrumentos para a gestão da valorização imobiliária); ii. Acesso aos serviços e equipamentos urbanos, com ênfase no acesso à habitação, ao saneamento ambiental e ao transporte e à mobilidade; iii. Sistemas para a gestão e participação democrática; iv. Questões transversais como gênero e políticas afirmativas; v. Grau de auto-aplicabilidade das definições. O estudo dos Planos Diretores de Sergipe foi desenvolvido em três etapas: a) coleta de informações; b) avaliação dos Planos Diretores; c) discussão dos resultados parciais em seminários nacionais e consolidação do processo de avaliação. Esse relatório traz a síntese desse processo. O resultado da avaliação aponta, em resumo, que a incorporação de diferentes instrumentos e mecanismos definidos no Estatuto da Cidade (EC) foi significativa, no entanto, a aplicação efetiva de tais instrumentos, na maioria dos casos, ainda exige uma regulamentação por lei específica. Ficou claro, que houve uma grande dificuldade no entendimento dos objetivos e funções que fundamentam a utilização de alguns instrumentos urbanísticos. Em alguns casos, esses instrumentos parecem ter sido usados mais para cumprir uma mera formalidade de conteúdo, do que para viabilizarem a uma estratégia de democratização do acesso a terra. Os mecanismos de participação e controle social para a implementação do planejamento e da gestão urbana, foram previstos, mas ainda precisam ser regulamentados. Os prazos previstos para a elaboração de leis específicas não foram cumpridos. 9

10 I. Caracterização do Estado O Estado de Sergipe se localiza na costa do Nordeste brasileiro e tem uma área de aproximadamente 22 mil km 2. Limita-se: ao Norte com o Estado das Alagoas, do qual é separado pelo Rio São Francisco; ao Sul e ao Oeste com o Estado da Bahia (Ver Cartograma 01 em Anexo). Possui 75 municípios, agrupados pelo IBGE (2000) em 13 Microrregiões e três Mesorregiões. Cerca de ¼ desses municípios são novos, foram criados entre 1991 e Para fins de planejamento, o Governo Estadual promoveu em 2007 uma adequação da regionalização existente em oito territórios. 1 Tal regionalização esta descrita no Quadro 1 e representada no Cartograma 02 (em anexo). Quadro 1 População Residente por Regiões do Estado de Sergipe (IBGE 2005) MICRORREGIÃO MUNICIPIOS Alto Sertão Canindé de São Francisco, Gararu, Monte Alegre de Sergipano Sergipe, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora de Lourdes, Poço Redondo e Porto da Folha. Leste Sergipano Capela, Carmópolis, Divina Pastora, General Maynard, Japaratuba, Pirambu, Rosário do Catete, Santa Rosa de Lima e Siriri. Médio Sertão Aquidabã, Cumbe, Feira Nova, Graccho Cardoso, Itabi e Sergipano Nossa Senhora das Dores Agreste Central Areia Branca, Campo do Brito, Carira, Frei Paulo, Sergipano Itabaiana, Macambira, Malhador, Moita Bonita, Nossa Senhora Aparecida, Pedra Mole, Pinhão, Ribeirópolis, São Domingos e São Miguel do Aleixo. Baixo São Francisco Amparo de São Francisco, Brejo Grande, Canhoba, Cedro Sergipano de São João, Ilha das Flores, Japoatã, Malhada dos Bois, Muribeca, Neópolis, Pacatuba, Propriá, Santana do São Francisco, São Francisco e Telha Grande Aracaju Aracaju, Barra dos Coqueiros, Itaporanga d'ajuda, Laranjeiras, Maruim, Nossa Senhora do Socorro, Riachuelo, Santo Amaro das Brotas e São Cristóvão Centro-Sul Sergipano Lagarto, Poço Verde, Riachão do Dantas, Simão Dias, Tobias Barreto Sul Sergipano Arauá, Boquim, Cristinápolis, Estância, Indiaroba, Itabaianinha, Pedrinhas, Salgado, Santa Luzia do Itanhy, Tomar do Geru, Umbaúba. Fonte: Governo do Estado de Sergipe ( em 10/11/08 POPULAÇÃO (Hab) ÁREA (Km²) , , , ,60 1 O Estudo foi promovido pela Secretaria de Estado do Planejamento, em parceria com Universidade Federal de Sergipe. A nova regionalização foi estruturada a partir de critérios como: dimensão econômico-produtiva, geoambiental, social, político-institucional e cultural. 10

11 Caracterização Socioeconconômica do Estado No Estado de Sergipe residiam pessoas, de acordo com as informações da contagem realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em Cerca de 70% dessa população se encontrava em Área Urbana e 28 % se localiza na Zona Rural. Ver a Tabela 1. Apesar da predominância da população urbana, a malha municipal no estado é maçicamente constituída por municípios de pequena concentração populacional. Somente em seis dos 75 municípios, a população é maior que 50 mil habitantes, são eles: Itabaiana, Estância, Lagarto, São Cristóvão, Aracajú e Nossa Senhora do Socorro. As maiores concentrações populacionais se encontram em Aracajú (capital do Estado) e em Nossa Senhora do Socorro (município vizinho à capital), que reunem respectivamente habitantes e habitantes (IBGE 2007). Tabela 1 População Residente (IBGE 1991, 2000, 2007) População Total Urbana Rural Mulheres Fonte: Censo Demográfico 1991 e 2000 e Contagem 2007 Condições de Renda e Trabalho Sergipe, como outros estados nordestinos, apresenta significativas taxas de vulnerabilidade das famílias residentes. O Analfabetismo Funcional em 2005, correspondia a 34% das pessoas com 15 anos ou mais de idade. A População Economicamente Ativa (PEA) era de pessoas com 10 anos ou mais de idade, sendo que pessoas eram residentes em área urbana e eram moradores de área rural. A pesar do maior número de pessoas residirem em perímetro urbano, nos municípios do Agreste Central, Médio e Alto Sertão Sergipano e do Baixo São Francisco o percentual da PEA ocupada no setor primário é predominante, maior que 50%. A PEA masculina era maior que a feminina ( Homens e Mulheres). Somente 63,4% da PEA ( pessoas) estavam ocupadas, na semana de referência da pesquisa. Ver o Cartograma 03 em Anexo. Segundo os dados do Atlas de Desenvolvimento Humano (2004) a Renda Per Capita Média no 11

12 estado era de R$ 163,50 (Cento e sessenta e três Reais e Cinquenta Centavos), ou pouco mais de um salário mínimo em Aproximadamente metade dos chefes de domicílios eram pobres (54%), tinham uma renda domiciliar per capita equivalente a ½ salário mínimo (R$ 75,50) no mesmo ano de referência. Em 67,6% dos domicílios pobres residiam crianças. A Dinâmica Urbana Entre 1991 e 2000 a população Sergipana cresceu a uma taxa média anual de 2,09%. Aumentou de para pessoas. A maioria dos municípios apresentou um crescimento estável compatível com a média estadual. Destacaram-se os municípios de Nossa Senhora do Socorro na Grande Aracajú, Canindé do São Francisco no alto Sertão Sergipano e Malha dos Bois, que apresentaram crescimento intenso, superiores a 5%. Outros estavam vivendo processos de esvaziamento econômico e demográfico e apresentam um decréscimo da população. Neopolis, Araua e Nossa Senhora Aparecida, perderam população entre 1991 e 2000, como mostra o Cartograma 04, no Anexo. A taxa de urbanização no Estado correspondeu a 72,34% em Há uma alta correlação entre as menores taxas de urbanização e a alta PEA ocupada no setor primário, como pudemos observar no Cartograma 05, no anexo. Com exceção de municípios situados na Grande Aracajú e no Baixo São Francisco, a taxa de urbanização era baixa, predominantemente inferior a 60%. Estruturar o desenvolvimento urbano de forma a garantir o comprimento da função social da cidade e da propriedade é, antes de tudo, quantificar o tamanho das necessidades habitacionais e de regularização urbanística e fundiária, para planejar a correção da situação violação do direito a terra e a moradia. No entanto, as informações sobre assentamentos precários, apesar de essenciais são sempre muito escassas. No caso do Estado de Sergipe a maioria dos municípios se encontrava em situação de grande vulnerabilidade e pobreza. Fato que realça a importância de qualificar e territórializar os diagnósticos, para que mais precisamente se possam propor políticas de fato estruturadoras da melhoria das condições de habitabilidade dos sergipanos. 2 Esse dado considera o ano de Referência da pesquisa em Em 03/04/2000 o salário Mínimo correspondia a R$151,00 (cento e cinqüenta e um reais). 12

13 Os dados da Pesquisa Tipologia das Cidades Brasileiras, 3 elaborada pelo Observatório das Metrópoles PE para o Ministério das Cidades e adaptada para o Plano Nacional de Habitação (PLANHAB), 4 confirmam os precários indicadores sociais e as difíceis condições de moradia no estado. Percebe-se que embora o deficit habitacional em números absolutos não seja alto, as inadequações habitacionais atingem níveis alarmantes. Em 50 dos 75 municípios sergipanos, 80% dos domicílios não têm acesso a infraestrutura. No Cartograma 6, em Anexo, observa-se que as melhores condições de infraestrutura estavam concentradas na Região da grande Aracaju. A Pesquisa Caracterização dos Tipos de Municípios (2008) classificou os municípios brasileiros em 9 tipos. No Estado de Sergipe se identificou a ocorrência de somente 5 desses tipos. O Cartograma 07, em anexo, apresenta a distribuição de tais tipos no estado: - Tipo C Esse tipo englobou a capital Aracajú e os municípios do seu entorno, a grande Aracajú (São Cristóvão, Nossa Senhora do Socorro, Laranjeiras e Barra dos Coqueiros), com exceção de Santo Amaro das Brotas que pertence ao Tipo K. A dinâmica urbana nessa região é diferenciada das demais pela intensidade da urbanização. Em 2000 esse tipo concentrou cerca de 11 milhões de habitantes e as mais elevadas taxas de urbanização e de crescimento. Destacaram-se: Nossa Senhora do Socorro que exibia uma taxa geométrica de crescimento superior a 7%, uma das maiores do estado; e, Aracaju, aonde a Taxa de urbanização era 100%. De acordo com as estimativas do PlanHab, os municípios desse grupo concentravam um deficit habitacional de domicílios, que correspondia a aproximadamente metade do deficit do Estado. Mesmo concentrando as melhores condições do Estado, o conjunto exibiu uma significativa concentração de pobreza e uma alta desigualdade. - Tipo G São centros urbanos localizados em espaços rurais consolidados, com algum grau 3 O estudo Tipologia das Cidades Brasileiras (Bitoun, J., Miranda, L.: 2008) embasou a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano, a partir da construção de 19 tipologias de municípios. Embasou-se nos seguintes estudos: a) Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), que ofereceu caracterização das microrregiões em função de seu dinamismo e riqueza; b) Rede Urbana Brasileira, desenvolvido pelo IPEA/ UNICAMP/ IBGE e pelo CEDEPLAR; c) Aglomerações Urbanas estudo do IBGE. Na Pesquisa os tipos elaborados se basearam na inserção regional e características socioeconômicas dos municípios. A classificação possibilita identificar a incidência de problemas urbanísticos e socioambientais e a disponibilidade de meios materiais para enfrentá-los. 4 BRASIL. MINISTÉRIO DAS CIDADES. Plano Nacional de Habitação (PlanHab). Estudos Técnicos: Caracterização dos Tipos de Municípios. Brasília: Ministério das Cidades, SNH, Departamento de Desenvolvimento Institucional e Cooperação Técnica, maio, 2008 (Consórcio Via Pública, LabHab-Fupam, Logos Engenharia). 13

14 de dinamismo e moderada desigualdade social. Em Sergipe somente dois municípios pertenciam a tal tipo: Estância e Própria. Os dois municípios reuniam 89 mil habitantes e, de acordo com as estimativas do PlanHab e concentravam 6% do deficit do Estado em São municípios situados respectivamente no Baixo São Francisco e Sul Sergipano, regiões de ocupação consolidada com atividade econômica predominantemente rural, de relativa estagnação. Apresentam moderado grau de precariedade e pobreza. - Tipo H Este tipo reuniu 12 municípios e uma população de pessoas, sendo que aproximadamente 45% dos residentes estavam localizados em áreas rurais. A Taxa de Urbanização média era de 55% e os níveis elevados de pobreza é uma das principais características desse tipo (IBGE, 2000). O Tipo H ocorreu em todas as regiões do estado, com exceção da grande Aracajú. Nessas regiões houve relativa estagnação e o dinamismo é insuficiente para impactar dinâmicas urbanas, ou mesmo para gerar melhores condições de vida para os moradores. Mais de 80% dos chefes de domicílio nesse grupo, recebiam menos de 2 salários mínimos de rendimentos mensais, em Tal grupo concentrou a maior inadequação domiciliar por falta de infraestrutura, e um alto deficit habitacional relativo. O Estudo chama atenção para o fato de que Os municípios apresentam pouca capacidade para enfrentamento do deficit em função do baixo estoque de riqueza, mas por outro lado poucos investimentos dirigidos para as situações de maior precariedade podem levar a expressivos resultados (LabHab, Fupam, 2008). - Tipos J, K Composto por 55 pequenas cidades em espaços rurais consolidados ou de pouca densidade econômica, sendo 18 municípios no tipo J e 37 municípios no tipo K. Juntos os dois grupos somam 568 mil habitantes, com 26% do deficit habitacional estadual, segundo as estimativas do PlanHab, e 30% da população. A precariedade é evidenciada pelos altíssimos índices de domicílios sem banheiro, seria necessário reformar 43 mil unidades habitacionais para prover o equipamento. Tanto os municípios do tipo H, quanto os que compõem os tipos J e K se encontravam em situação de precariedade e pobreza emergencial. Tal situação compromete fortemente as condições de vida da população local. A carência de acesso ao saneamento básico está diretamente associada com problemas de saúde pública como as elevadas taxas de mortalidade infantil e as doenças infecciosas. Para esses grupos o estudo do PlanHab recomenda: 14

15 o atendimento a esta demanda a partir da promoção de ações de saneamento básico urbano e rural, associadas à melhoria das condições de moradia. Já existem hoje investimentos dos Ministérios da Saúde/FUNASA, Ministério das Cidades, Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Integração Nacional voltados para a promoção da saúde aliada à ampliação do saneamento ambiental, cabendo potencializar estas ações com maior integração de ações e recursos nas regiões de maior carência (Brasil, Ministério das Cidades, 2008: sp). Os Assentamentos Precários no Estado O recente estudo Assentamentos Precários no Brasil Urbano, realizado pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM/Cebrap, 2007), oferece uma metodologia para identificar, quantificar e caracterizar a ocorrência dos assentamentos precários no contexto intraurbano, no nível dos setores censitários 5 (IBGE, 2000). O método 6 compara os conteúdos sociais médios dos setores subnormais (AS) com os dos não-especiais (NE). A partir da Análise Discriminante as funções de classificação foram determinadas, baseando-se em variáveis para caracterizar as condições de vida da população residente. No caso do Nordeste brasileiro (onde predominam os pequenos municípios com população inferior a 150 mil habitantes) os resultados foram disponibilizados a partir de três grupos: i) 5 regiões Metropolitanas (Salvador, Maceió, Recife, Fortaleza, São Luiz); ii) municípios aglomerados do litoral; iii) municípios aglomerados do interior. O Censo Demográfico (2000) indica a inexistência de aglomerados subnormais para a maioria dos municípios sergipanos, enquanto a aplicação do modelo permitiu a identificação de setores que se caracterizam por condições sociais e habitacionais com perfil semelhante aos aglomerados subnormais. A condição mais crítica inadequação está no acesso aos serviços de esgotamento sanitário (o que confirma o diagnóstico apresentado no estudo das tipologias, apresentado acima). As estimativas indicam uma forte demanda por políticas habitacionais de regularização urbanística. 5 Setor Censitário é a unidade de controle cadastral formada por área contínua, situada em um único quadro urbano ou rural, com dimensão e número de domicílios que permitam o levantamento das informações por um único recenseador, segundo cronograma estabelecido. Nas áreas urbanas os setores reúnem aproximadamente 250 domicílios (IBGE, 2000). O setor de aglomerado subnormal é o conjunto constituído por um mínimo de 51 domicílios, ocupando ou tendo ocupado terreno de propriedade alheia (pública ou particular), dispostos de forma desordenada e densa, carentes, de serviços públicos essenciais. A categoria setor precário é aquela em que há ocupação do espaço por moradia precária, sem a especificação da situação de ocupação subnormal (CEM/Cebrap, IPEA, 2007, p.8). 6 Essa técnica permite estabelecer critérios para classificar um setor censitário NE como AS, segundo as variáveis escolhidas. Matematicamente, a classificação corresponde a somas ponderadas do tipo: a(moradia) + b(instrução) + c(emprego) + d(renda) + k, em que a, b, c e d traduzem a importância relativa de cada variável para a classificação das famílias. Essa análise identifica os setores precários que são similares àqueles classificados como subnormais. 15

16 No caso de Sergipe, 6 municípios fizeram parte do estudo: Aracaju, Barra dos Coqueiros, Laranjeiras, Maruim, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão. Cinco se encontravam no grupo Demais Municípios do Nordeste-Litoral e apenas um se localizou no aglomerado Demais Municípios do Nordeste-interior. Em 4 dos 6 municípios estudados não havia setores de tipo subnormal, mas as análises identificaram, em todos os municípios, a presença de setores censitários com características sociais e habitacionais similares a dos assentamentos precários. Em números absolutos se destaca a capital Aracajú, em que se estima domicílios em assentamentos precários, aonde residiam pessoas. Os Quadros 2 e 3 mostram que os setores com assentamentos precários identificados apresentam um número significativamente maior de domicílios em condições de inadequação sóciohabitacional do que em setores subnormais. Quadro 2 - Estimativa de Domicílios em Assentamentos Precários em Áreas Urbanas.* Municípios da Região Nordeste-Litoral,** 2000 Nome do município Domicílios em Total de % de Domicílios Domicílios Setores Domicílios em Domicílios em em Setores em Setores Subnormais + todos os Tipos Assentamentos Subnormais Precários Setores Precários de Setores Precários Aracaju ,75% Barra dos Coqueiros ,31% Laranjeiras ,47% Maruim ,41% São Cristóvão ,19% Nossa Senhora do Socorro ,79% Regionalização Demais Municípios do Nordeste-litoral Demais Municípios do Nordeste interior Fonte: Elaboração CEM/Cebrap a partir do Censo Demográfico IBGE (2000). * Inclui setores em área rural de extensão urbana. Quadro 3 - Estimativa de População em Assentamentos Precários em Áreas Urbanas. Municípios da Região Nordeste-Litoral, Nome do município Pessoas em Setores Subnormais Pessoas em Setores Precários Pessoas em Setores Subnormais + Setores Precários Total de Pessoas em todos os Tipos de Setores % de pessoas em Assentamentos Precários Aracaju ,79% Barra dos Coqueiros ,32% Laranjeiras ,22% Maruim ,26% São Cristóvão ,67% Nossa Senhora do Socorro ,29% Regionalização Demais Municípios do Nordeste-litoral Demais Municípios do Nordeste-interior Fonte: Elaboração CEM/Cebrap a partir do Censo Demográfico IBGE (2000). * Inclui setores em área rural de extensão urbana. 16

17 À capacidade Administrativa dos Municípios Os Agentes Municípais têm um papel central no processo de implementação dos Planos Diretores Participativos recentemente elaborados. Dessa forma, é importante observar à capacidade institucional instalada nos municípios, pois como afirma Arretche (2007: p. 12) a qualidade e a oferta regular de serviços urbanos, depende diretamente da existência de órgãos, recursos e burocracias capazes de planejar e executar programas públicos. A cooperação entre as instâncias governamentais federativas é outra condição essencial para promover as políticas de desenvolvimento territorial de forma adequada. O estudo Capacidades Administrativas dos Municípios (CEM/Cebrap, 2007) oferece uma avaliação das condições institucionais municipais para promover as políticas de desenvolvimento territorial (particularmente a política de habitação), entre os anos 1999 e Foram observados: a) como estavam estruturados institucionalmente os municípios para atender as necessidades habitacionais identificadas e projetadas; b) qual tem sido a prática de promoção e implementação de programas; c) o potencial de gastos em habitação; e, d) à capacidade de ampliação dos investimentos a partir do orçamento. Tal estudo considerou, ainda, a densidade e a estabilidade no tempo, das estruturas institucionais existentes; relacionou essas capacidades institucionais ao deficit habitacional e tomou como parâmetro de análise os programas habitacionais implementados pelos municípios e o gastos municipais informados nas peças orçamentárias, a partir da função habitação. Com base no potencial de arrecadação dos municípios, procurou identificar as potencialidades de ampliação do gasto municipal em habitação. 8 Os grupos de capacidades administrativas foram selecionados a partir de análise fatorial de correspondência múltipla e de clusters, para os municípios que possuíam mais de 20 mil habitantes. 9 7 Os autores observam que a série temporal utilizada (1999 a 2004) engloba diferentes mandatos. Nesses casos é comum ter ocorrido a criação ou eliminação de uma ou mais capacidades administrativas, uma vez que as sucessões de mandato são propícias a rearranjos nas estruturas administrativas (ARRETCHE, 2007, p. 20). 8 Para mensurar à capacidade administrativa foram selecionados os seguinte indicadores: i) existência de órgãos destinados à gestão da política habitacional; ii) existência de cadastros próprios e/ou fontes de informação para identificação do deficit municipal; iii) existência de instâncias de participação popular para o planejamento de políticas habitacionais; iv) existência de fundos específicos para a política habitacional; v) existência de consórcios de habitação. 9 A Análise de Correspondências Múltiplas permitiu a transformação de categorias em novas variáveis numéricas. Possibilitou também a redução do número de variáveis originais a partir da criação de novas variáveis. Posteriormente, realizou-se uma análise de Cluster cujo objetivo foi formar grupos homogêneos, a partir do agrupamento de objetos segundo características comuns (ARRETCHE, 2007, p. 20). 17

18 O resultado da análise construiu 9 grupos que podem ser vistos no Quadro 4, dos quais os municípios do Estado de Sergipe estavam classificados em 6 grupos. Ver o Cartograma 8, no Anexo. Quadro 4 - Grupo Capacidade Administrativa (1999 e 2004) Grupo Capacidade Administrativa (1999) Nº de (2004) Nº de municípios municípios 1 Nenhuma capacidade administrativa Apenas cadastro Apenas órgão Órgão e cadastro Predominância de conselho sem fundo Predominância de conselho com fundo Predominância de consórcio Predominância de cadastro, consórcio e conselho sem fundo Predominância de cadastro, consórcio e conselho com fundo 0 0 Fonte: Elaboração CEM/Cebrap a partir do Censo Demográfico IBGE (2000). Pudemos observar que já em 2004, a maioria dos municípios sergipanos possuía um órgão e cadastro para tratar da política habitacional. Em 3 casos existiam conselhos e um município possuía consórcio de habitação. Ao observar as características de cada grupo mais detalhadamente pudemos destacar: O Grupo 1 é caracterizado pela ausência de todos os instrumentos de política habitacional. Os municípios desse grupo não apresentaram capacidade de produzir serviços habitacionais. O estudo mostra que houve melhora nas condições administrativas municipais, pois 2/3 dos municípios saíram dessa condição em Os municípios do grupo 01 são principalmente pequenos municípios que concentram menos de 20 mil habitantes e se localizam em todas as regiões do Estado. Em 2004, somente 9 municípios não tinham nenhuma capacidade administrativa. O Grupo 2 caracterizou-se pela presença de cadastro ou levantamento de famílias interessadas em programas habitacionais. Essa capacidade também melhorou. Nesse grupo se encontravam 11 municípios em É importante ressaltar que, nos casos em que não foi identificada nenhuma estrutura administrativa para tratar da questão habitacional, os cadastros encontrados poderiam ter um fim assistencial. Se essa hipótese estiver correta, esses municípios estarão muito próximos daqueles que não dispõem de instrumentos próprios para a política habitacional (ARRETCHE, 2007: p. 30). No Grupos 4 estavam classificados os municípios que possuíam órgão e cadastro, e 18

19 departamento ou divisão específicos para a gestão da política habitacional. Essa era situação predominante no estado em Foram classificados nesse grupo 51 municípios. Nos Grupo 5, 6, 7 a principal característica foi uma maior capacidade administrativa pela presença de conselho municipal de habitação, fundos específicos e consórcios habitacionais. O conselho pode aumentar e democratizar à capacidade para a gestão local. Os fundos específicos podem indicar uma forte capacidade de articulação com governos estaduais e municipais. A presença de consórcio indicaria maior capacidade de articulação e cooperação com outros entes federativos. Pertencem a esses grupos, Santa Luzia do Itanhy e Tiriri (Grupo 5), Brejo Grande (Grupo 6) e Pirambu (Grupo 7). Somados, os grupos 1, 2, 4 concentraram a quase totalidade dos municípios (69). Além da existência de cadastros e estrutura administrativa, a produção de serviços habitacionais deve contar com instituições participativas e/ou cooperativas e com recursos dirigidos à política habitacional. Nenhum município sergipano foi classificado no Grupo 3 (Apenas órgão), Grupo 6 (predominância de conselho com fundo) e Grupo 9 (Predominância de cadastro, consórcio e conselho com fundo). Por fim vale registrar que entre 1999 e 2004, houve evolução nas capacidades administrativas municipais para promover programas habitacionais. Essa evolução aconteceu tanto no que diz respeito à presença de cadastro e/u órgão quanto em relação à criação de conselhos habitacionais. A conjuntura aponta para a possibilidade de uma evolução ainda maior na capacidade institucional dos Municípios, uma vez que as políticas setoriais e os sistemas para a gestão participativa foram previstos em alguns Planos Diretores. O Ministério das Cidades informava em dezembro de 2007 que em Sergipe 12 municípios tinham previsto conselhos em seus planos diretores, já aprovados ou em processo de aprovação. Além disso, a Lei Federal (aprovada em 2005) prevê a criação de uma estrutura municipal que contenha conselho e fundo especifico de habitação, condição obrigatória para integrar o Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS) e acessar os recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS). Densidade dos Programas Habitacionais Implementados e o Deficit Habitacional Básico 19

20 Para avaliar a existência (ou não) de capacidades administrativas em nível local e densidade de programas para enfrentar deficit habitacional, o estudo considerou deficit habitacional básico definido pela FJP. Como visto acima, esse cálculo foi feito para mensurar as demandas por novas moradias nos municípios com base nos dados do Censo Demográfico As variáveis do deficit foram submetidas a uma análise de cluster e a partir dessa análise foram definidos 04 grupos de municípios com diferentes graus de deficit e de inadequação. Os grupos resultantes estão apresentados no Quadro 5. A metodologia só classificou os municípios com mais de 20 mil habitantes, 9 no caso de Sergipe. Nenhum município do estado foi classificado no Grupo 1. nos demais grupos, confirmam-se as extremas condições de precariedade, já comentadas no item anterior. À capacidade de provisão de programas habitacionais foi observada a partir da oferta de 5 tipos de programas (construção de unidades, oferta de material de construção, urbanização dos assentamentos, oferta de lotes e regularização fundiária). Essas iniciativas foram observadas na base do Perfil dos Municípios Brasileiros (IBGE), em dois momentos distintos: nos anos de 2001 a 2004 (representam um mandato na gestão municipal); e, no ano de 2005 (corresponde ao primeiro ano de outro mandato). Os grupos foram identificados por Análise Multivariada e por Correspondência Múltipla. As análises realizadas para os programas habitacionais implementados em 2002/2004 revelaram seis grupos de municípios, apresentados no Quadro 6. Já a análise para 2005 revelou cinco grupos (Quadro 7), pois essa gestão não incorporou programas de urbanização dos assentamentos precários. Tanto na gestão , quanto na Gestão 2005, predominavam a provisão de programas de construção de unidades ou construção de unidades com oferta de material de construção e oferta de lotes (Grupo 3). Esse tipo de programa foi a modalidade oferecida em 51 dos 75 municípios ( ) e 46 municípios (2005). O Grupo 6 - reuniu as melhores condições de programas implementados. Todos os programas habitacionais avaliados no período foram adotados por 5 dos Municípios do estado. Nesse grupo se encontrava a capital Sergipe. 20

21 Quadro 5 - Deficit Habitacional Básico Agrupados (IBGE 2000) Grupo Deficit Habitacional Deficit habitacional básico: percentuais de carência muito elevados Deficit por inadequação de moradias: percentuais de carência muito elevados Deficit habitacional básico: percentuais de carências muito superiores à média nacional (ainda que muito inferiores aos do grupo 1) 2 Deficit por inadequação de moradias: percentuais de carência muito elevados (similares aos do grupo 1) Deficit habitacional básico: demanda absoluta bastante elevada para a construção de 3 novas moradias Deficit por inadequação de moradias: percentuais de carência muito elevados Deficit habitacional básico: percentuais de carência baixos combinados com as quantidades absolutas massivas 4 Deficit por inadequação de moradias: percentuais de carência baixos combinados com as quantidades absolutas massivas Fonte: Elaboração CEM/Cebrap, 2007, a partir do Censo Demográfico IBGE (2000) Quantidade de municípios Estância Lagarto 0 Laranjeiras Nossa Senhora do Socorro São Cristóvão Aracajú Itabaiana Própria Tobias Barreto Quadro 6 Programas Habitacionais Implementados ( ) Grupo Programas Implementados Quantidade de municípios 1 Nenhum programa habitacional implementado 2 2 Oferta de lotes e/ou oferta de material de construção 1 3 Só construção de unidades ou construção de unidades + oferta de material de construção 51 e/ou oferta de lotes 4 Só urbanização de assentamentos ou urbanização de assentamentos + construção de 11 unidades e/ou oferta de material de construção e/ou oferta de lotes 5 Só regularização fundiária ou regularização fundiária + urbanização de assentamentos e/ou 5 construção de unidades e/ou oferta de material de construção e/ou oferta de lotes 6 Regularização fundiária, urbanização de assentamentos, construção de unidades, oferta de 5 material de construção e oferta de lotes Fonte: Elaboração CEM/Cebrap a partir do Censo Demográfico IBGE (2000) Quadro 7 Programas Habitacionais Implementados (2005) Grupo Programas Implementados Quantidade de municípios 1 Nenhum programa habitacional implementado 14 2 Oferta de lotes e/ou oferta de material de construção 7 3 Só construção de unidades ou construção de unidades + oferta de material de construção e/ou oferta de lotes 46 4 Só regularização fundiária ou regularização fundiária + construção de unidades e/ou oferta de material de construção e/ou oferta de lotes 6 5 Regularização fundiária, construção de unidades, oferta de material de construção e oferta de lotes 2 Fonte: Elaboração CEM/Cebrap a partir do Censo Demográfico IBGE (2000) 21

22 Receitas Próprias e Potencial de Arrecadação dos Municípios A avaliação das receitas próprias e do potencial de arrecadação municipal é outra informação importante para caracterizar à capacidade institucional dos municípios. Quanto maior a dependência municipal de transferências governamentais, menor é a sua autonomia para promover ações que fortaleçam o desenvolvimento local. O estudo considerou as informações sobre a arrecadação a partir da proporção da receita arrecadada (impostos e taxas) no total das receitas municipais. O objetivo foi mensurar as taxas de dependência em relação às transferências (relação do percentual de arrecadação própria sobre o total das receitas municipais, excluídas as transferências voluntárias). O estudo considerou arrecadação de receita própria: a) total do Imposto sobre Serviços (ISS); b) Imposto sobre Propriedade Rural e Territorial Urbana (IPTU); c) Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e d) Taxas Diversas Recolhidas no Município. Considerou-se, ainda, Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o ICMS, o Imposto sobre Operações de Crédito (IOF), o Imposto sobre a Propriedade Rural, da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e do IPVA. Não foram consideradas: transferências destinadas exclusivamente ao financiamento de outras políticas setoriais, como Fundef e SUS. O Quadro 8 e o Cartograma 9, resumem a classificação dos municípios sergipanos por suas receitas próprias e potencial de arrecadação. Em 2/3 dos municípios sergipanos a arrecadação atingia no máximo 10% de sua receita total. Desse total, 50 tinham um potencial de arrecadação médio e 9 tinham um potencial de arrecadação alto. O estudo apontou que esses municípios não exploravam adequadamente sua base tributária. Os municípios do Grupo 5 apresentaram maiores taxas de negligência tributária, pois sua base tributária era alta, mas eles só arrecadavam até 10% de suas receitas totais (excluídas as transferências voluntárias). Em 11 municípios o percentual de arrecadação própria era superior a 10%. Esses se concentravam predominantemente na grande Aracaju, aonde residiam aproximadamente 40% da população total do estado. São os Grupos 4 e 6, os que se diferenciam pelo potencial de arrecadação. Em apenas 4 municípios o potencial de arrecadação era muito baixo, não chegava a 5% de sua receita total (excluídas as transferências voluntárias) por meio dos tributos de sua competência tributária. Esses municípios eram predominantemente muito pequenos e a população residente era menor que 20 mil habitantes. Apresentaram elevada taxa de dependência de transferências e tinham poucas 22

23 possibilidades de sair dessa situação, devido à limitação de sua base tributária. O Estudo chama atenção para o caso dos pequenos municípios, cuja atividade econômica predominante é a primária, como na maioria dos casos sergipanos. Nesses, o imposto sobre a propriedade é uma base passível de taxação. O Imposto Territorial Rural (ITR) poderá ser preponderante sobre o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Além disso, não havendo grandes atividades de serviços nesses municípios, a base tributária para arrecadação do ISS também tende a ser muito baixa. Vale salientar que o valor ITR é arrecadado com base em um cadastro declaratório e o IPTU promove uma baixa arrecadação nos pequenos municípios, pois geralmente não existe estrutura tributária (cadastros ou plantas de valores) disponível. Essa expectativa foi contrariada no caso de Sergipe, os dados mostraram que havia um número significativo de municípios pequenos com base tributária média e alta, os quais poderiam explorar melhor seu potencial de arrecadação, se contassem com incentivos para aumentar a sua arrecadação. Quadro 8 - Grupo de Municípios Segundo as Receitas Próprias e o Potencial de Arrecadação ( ) Grupo Receita própria Nº de municípios Até 5% de Receitas Próprias no total de Receitas Próprias + Transferências 3 1 Constitucionais e Potencial de Arrecadação Baixo Mais de 5 a 10% de Receitas Próprias no total de Receitas Próprias Transferências Constitucionais e Potencial de Arrecadação Baixo Até 10% de Receitas Próprias no total de Receitas Próprias + Transferências 50 3 Constitucionais e Potencial de Arrecadação Médio Mais de 10% de Receitas Próprias no total de Receitas Próprias + Transferências 1 4 Constitucionais e Potencial de Arrecadação Médio Até 10% de Receitas Próprias no total de Receitas Próprias + Transferências 9 5 Constitucionais e Potencial de Arrecadação Alto 6 Mais de 10% de Receitas Próprias no total de Receitas Próprias + Transferências Constitucionais e Potencial de Arrecadação Alto 11 Fonte: Elaboração CEM/Cebrap a partir do Censo Demográfico IBGE (2000) Por fim, vale ressaltar que os municípios com maior dinâmica rural, têm geralmente alta dependência das transferências intergovernamentais devido à sua limitada base tributária. Essa desvantagem é regional e foi evidenciada em todos os estudos aqui apresentados. Em uma condição diferenciada se encontram os municípios pequenos, especialmente situados na grande Aracajú, esses não necessariamente exibiram baixa base tributária. 23

24 O Processo de Elaboração dos Planos Diretores Participativos no Estado Em Sergipe 19 municípios possuíam população maior que 20 mil habitantes em 2000 (IBGE 2000), desses, somente 3 não tinham iniciado o processo de elaboração e/ou revisão dos PDP até dezembro de Nesse momento 8 PDP estavam aprovados, 05 estavam finalizados e tramitavam nas Câmaras de Vereadores e 4 estavam em desenvolvimento, como mostra o Quadro 9. O Cartograma 07 (no anexo) mostra que os municípios que estavam submetidos a processos de elaboração dos Planos Diretores situavam-se predominante no litoral, na regiões da Grande Aracaju e no Centro-Sul Sergipano. Dos 8 municípios com PDP aprovados, 5 foram analisados nessa pesquisa. O Cartograma 07 (em anexo) apresenta a localização de tais municípios em suas respectivas regiões: Lagarto; Tobias Barreto; Boquim; Capela; Nossa Senhora do Socorro. Quadro 9 - Situação dos Planos Diretores no Estado de Sergipe Município Situação do PD Itabaiana Plano Diretor aprovado Lagarto * Plano Diretor aprovado Nossa Senhora das Dores Plano Diretor aprovado Nossa Senhora do Socorro * Plano Diretor aprovado Porto da Folha Plano Diretor aprovado Tobias Barreto* Plano Diretor aprovado Boquim * Plano Diretor aprovado Capela * Plano Diretor aprovado Aracaju Plano Diretor em aprovação Barra dos Coqueiros Plano Diretor em aprovação Estância Plano Diretor em aprovação Itaporanga d' Ajuda Plano Diretor em aprovação Nossa Senhora da Glória Plano Diretor em aprovação Itabaianinha Plano em desenvolvimento Laranjeiras Plano em desenvolvimento Poço Redondo Plano em desenvolvimento São Cristóvão Plano em desenvolvimento Maruim Não está fazendo Plano Propirá Não está fazendo Plano Simão Dias Não está fazendo Plano Fontes: Ministério das Cidades, atualizado na pesquisa até dez * Planos Avaliados 24

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