EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR VICE-PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MATO GROSSO DO SUL.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR VICE-PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MATO GROSSO DO SUL."

Transcrição

1 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR VICE-PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MATO GROSSO DO SUL. Processo nº XXXX.XXXXXX-X O Ministério Público Estadual, por intermédio da Coordenadoria de Recursos Especializados, pela Procuradora de Justiça que esta subscreve, irresignada com o v. acórdão de fls que, contra o parecer, negou provimento ao recurso em sentido estrito e manteve a sentença que extinguiu a punibilidade do recorrido, em razão da retratação da vítima, em audiência realizada após o recebimento da denúncia, vem, com fulcro no art. 105, III, a e c, da Constituição Federal, interpor RECURSO ESPECIAL para o COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, requerendo a V. Exa., que se digne recebê-lo e processá-lo com as razões em anexo, a fim de ser modificada a decisão proferida no acórdão objurgado. N. termos, P. deferimento. Campo Grande, 17 de janeiro de Esther Sousa de Oliveira Procuradora de Justiça 1

2 EXCELENTÍSSIMOS SENHORES MINISTROS DO COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL Proc. de Justiça: Esther Sousa de Oliveira (Designada pela Portaria 1137/2009-PGJ, de , publicada no DJ 2038, p. 333, de ) Manifestação Processual n.º XXX/XXXX Processo n.º XXXX.XXXXXX-X Recurso Especial em Recurso em Sentido Estrito Recte: Esther Sousa de Oliveira Procuradora de Justiça. Recdo: G.T.M. e L.T.M.P. Assunto: Art. 105, III, alíneas a e c, da CF/88. Pelo recebimento e provimento do recurso para reformar o acórdão recorrido. RAZÕES DO RECORRENTE JUSTIÇA: COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE O Ministério Público Estadual, através de sua representante legal, não se conformando com o v. acórdão de fls que, contra o parecer, negou provimento ao recurso em sentido estrito e manteve a sentença que extinguiu a punibilidade do recorrido, em razão da retratação da vítima, em audiência realizada após o recebimento da denúncia, interpõe recurso especial, com fundamento no art. 105, III, a e c da Constituição Federal. 1 BREVE RESUMO DOS FATOS: G.T.M. e L.T.M.P. foram denunciados pela prática do delito descrito no artigo 21, do Decreto-Lei 3.688/41, porque no dia 4 de janeiro de 2010, por volta das 12h., na Rua XXXXXX XX XXXXXXX, Bairro XXXXXXXXX, em frente ao mercado XXXXX, praticaram vias de fato contra a vítima R.L.A., ex-esposa e ex-cunhada, respectivamente, agredindo-a com tapas e empurrões. 2

3 A vítima representou contra o recorrido (fl. 5), conforme se observa no Boletim de Ocorrência acostado à fl. 5 (...) que a vítima deseja processá-los criminalmente (...). Oferecida a denúncia, esta foi devidamente recebida pelo magistrado a quo em 8 de abril de 2010 (fl. 18). Em audiência, a vítima se retratou da representação anteriormente oferecida, ocasião em que o magistrado extinguiu a punibilidade dos recorridos, ante o previsto no art. 107, V e VI, do CP (fl. 29). Inconformado, o Ministério Público Estadual interpôs recurso em sentido estrito (fls ) pugnando pela cassação da sentença que extinguiu a punibilidade dos recorridos e consequentemente o prosseguimento do feito. A defensoria pública manifestou pelo improvimento do recurso. A Procuradoria de Justiça, em seu parecer, pugnou pelo provimento do recurso em sentido estrito ante a previsão expressa na Lei /06 da IMPOSSIBILIDADE DA RETRATAÇÃO APÓS RECEBIMENTO DA DENÚNCIA (fls ). A Primeira Turma Criminal improveu o recurso, restando assim ementado: E M E N T A RECURSO EM SENTIDO ESTRITO VIOLÊNCIA DOMÉSTICA VIAS DE FATO RETRATAÇÃO DA REPRESENTAÇÃO DA VÍTIMA EM AUDIÊNCIA REALIZADA NOS TERMOS DO ART. 16 DA LEI /06 EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE DOS AGENTES RECURSO MINISTERIAL PRETENDIDO 3

4 PROSSEGUIMENTO DA AÇÃO PENAL IMPROVIDO. Deve ser mantida a sentença que extinguiu a punibilidade dos agentes, em razão da expressa retratação da vítima, em audiência especialmente designada para tanto (art. 16 da Lei /06), por ser a representação, condição de procedibilidade da ação penal. Desta forma, a douta Corte contrariou o artigo 16, da Lei /06, bem como deu a ele interpretação diversa da de outros tribunais. 2. DO ATENDIMENTO AOS REQUISITOS DE ADMISSIBILIDADE: a) Tempestividade do recurso: Conforme se constata à fl. 83, a Procuradoria de Justiça tomou ciência do acórdão objurgado no dia Considerando que o prazo para interposição do recurso especial é de 15 dias, nos termos do art. 787 do Regimento Interno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, está demonstrado sua tempestividade com a sua propositura nesta data, uma vez que o prazo processual foi suspenso em 20 de dezembro de 2010, continuando sua contagem em , conforme provimento nº. 218, de 1º de dezembro de 2010, publicado no Diário de Justiça nº. 2326, de 3 de dezembro de 2010 (em anexo) e findando em específicos: b) Quanto aos requisitos genéricos e Todas as exigências para a admissibilidade do presente recurso foram devidamente preenchidas, sendo 4

5 observados os requisitos genéricos em concomitância com aqueles que lhe são específicos. Sabe-se que recursos excepcionais não se prestam a corrigir alegadas injustiças eventualmente perpetradas na apreciação da matéria de fato discutida no processo, em relação às quais as decisões das instâncias ordinárias são soberanas. Enquanto às instâncias ordinárias incumbe não só a aplicação do direito aos fatos alegados pelas partes, mas também a apuração desses fatos, aos Tribunais Superiores compete exclusivamente verificar a correta aplicação do direito positivo, de cuja inteireza são guardiões. A matéria argumentada no recurso ora interposto tem natureza de direito e não factual. Assim, a análise mais cuidadosa do acórdão permite concluir pela existência de interpretação de Lei Federal pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul em desacordo com o entendimento do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e do Estado do Mato Grosso. 3. DA DEMONSTRAÇÃO DO CABIMENTO DO RECURSO INTERPOSTO PELA ALÍNEA A DO INCISO III DO ART. 105 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL: DAS RAZÕES PARA A REFORMA DA DECISÃO RECORRIDA: VIOLAÇÃO LITERAL DE DISPOSIÇÃO DE LEI FEDERAL. O v. acórdão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio do julgamento realizado pela Primeira 5

6 Turma Criminal que, contra o parecer, manteve a decisão que extinguiu a punibilidade dos recorridos equivocou-se ao entender que:...a jurisprudência vem se pacificando no sentido de que, nas ações penais públicas condicionadas à representação da ofendida de que trata a Lei Maria da Penha, torna-se imprescindível a designação da audiência prevista no art. 16 da Lei /06, para que a vítima se retrate ou confirme a representação perante o juiz, antes do recebimento da denúncia e com a oitiva ministerial (...) (fl. 80). Ora, o artigo 16, da Lei nº /06 dispõe: Art. 16. Nas ações penais públicas condicionadas à representação da ofendida de que trata esta Lei, só será admitida a renúncia à representação perante o juiz, em audiência especialmente designada com tal finalidade, antes do recebimento da denúncia e ouvido o Ministério Público. A lei /2006, no intuito de proteger a mulher vítima de violência doméstica, criou um ato solene para fiscalizar a retratação da representação, para evitar que ela ocorra por ingerência e força do agressor. O claro objetivo é que o Ministério Público e o juiz fiscalizem a retratação da representação, que muitas vezes ocorre em face de coação ou violência do agressor. Assim, ouvido o Ministério Público e convencido o juiz de que a retratação é espontânea, tendo por fim a efetiva reconciliação do casal, a real preservação dos laços familiares, e 6

7 havendo condições favoráveis, deve admitir o pedido, pondo fim ao processo. Neste sentido: PROCESSUAL PENAL. RECURSO ESPECIAL. LESÃO CORPORAL LEVE. LEI MARIA DA PENHA. AÇÃO PENAL PÚBLICA CONDICIONADA À REPRESENTAÇÃO DA OFENDIDA. APLICAÇÃO DA LEI 9.099/95. RESTRIÇÃO. INSTITUTOS DESPENALIZADORES. ESPONTANEIDADE DO ATO. VERIFICAÇÃO. ANÁLISE DO CASO CONCRETO. I - A intenção do legislador ao afastar a aplicação da Lei 9.099/95, por intermédio do art. 41 da Lei Maria Penha, restringiu-se, tão somente, à aplicação de seus institutos específicos, despenalizadores - acordo civil, transação penal e suspensão condicional do processo. II - A ação penal, no crime de lesão corporal leve, ainda que praticado contra a mulher, no âmbito doméstico e familiar, continua sujeita à representação da ofendida, que poderá se retratar nos termos e condições estabelecidos no art. 16 da Lei /06. III - O art. 16 da Lei /06 autoriza ao magistrado aferir, diante do caso concreto, acerca da real espontaneidade do ato de retratação da vítima, sendo que, em se constatando razões outras a motivar o desinteresse da ofendida no prosseguimento da ação penal, poderá desconsiderar sua manifestação de vontade, e, por conseguinte, determinar o prosseguimento da ação penal, desde que, demonstrado, nos autos, que agiu privada de sua liberdade de escolha, por ingerência ou coação do agressor. Recurso desprovido (REsp /DF, Rel. Min. FELIX FISCHER, DJU ). Daí a necessidade da audiência. 7

8 Não se destina esta a uma não prevista confirmação da representação ou como aduziu o acórdão objurgado imprescindível a designação da audiência prevista no art. 16 da Lei /06, para que a vítima se retrate ou confirme a representação perante o juiz, antes do recebimento da denúncia e com a oitiva ministerial (...) (fl. 80). Atentou a nova lei, ao prever a audiência de retratação da representação, garantir que a mulher, vítima da lesão corporal, não desista do prosseguimento da ação contra seu marido ou companheiro, em face de coação ou pressão deste, ou mesmo diante da rotineira situação de violência familiar, onde, muitas vezes, insere-se em condição peculiar de fragilidade e dependência, tanto emocional como financeira, do próprio agressor. Feito pedido expresso pela ofendida, verbal, no cartório, por este certificado, ou escrito nos autos, ou mesmo evidenciada a sua intenção de retratar-se, deve designar o juiz audiência para, antes do recebimento da denúncia, ouvido o Ministério Público, admitir a retratação da representação. Tem-se, ainda, que não se faz necessária qualquer formalidade na representação, não podendo a audiência prevista no artigo 16 da Lei Maria da Penha ser designada de forma ordinária, de forma a proporcionar à vítima oportunidade de se retratar da representação já oferecida, quando não há nos autos qualquer notícia de que a vítima deseja rever o seu posicionamento no processo. Neste sentido: Assim, em caso de violência doméstica, transfigurada em delito dependente de representação da vítima, a decisão desta em obstaculizar a persecução penal deve ser garantida de quaisquer pressões ou coações, motivo pelo qual a eventual retratação da ofendida precisa ser 8

9 ratificada perante o Judiciário, como condição de sua eficácia. Todavia, no presente caso, quando o ilustre magistrado a quo designou a audiência preliminar, não havia nos autos qualquer manifestação da vítima no sentido de se retratar de sua anterior representação contra o denunciado, no que tange ao delito de ameaça. Portanto, não havia o que ser ratificado em juízo, de modo a justificar de tal designação de oitiva. A vítima manifestou claramente seu desejo em representar contra seu companheiro, tanto em suas declarações em inquérito (fls. 08/09) quanto em termo apartado (fls. 10). Neste ínterim, a designação de audiência para uma confirmação da representação realmente afigurou-se um arrepio da lei. O que demanda confirmação é a retratação (ou renúncia, na atecnia do texto legal acima transcrito) da vítima e não sua representação válida nos autos. (grifo nosso). (TJMG- RECURSO EM SENTIDO ESTRITO Nº /001-COMARCA DE BELO HORIZONTE- RECORRENTE: MINISTÉRIO PUBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS-RECORRIDO: GIOVANNI MOREIRA DOS SANTOS-RELATORA: DESª. MÁRCIA MILANEZ). Assim, a retratação da representação prevista no artigo 16, da Lei /06, só pode ser realizada "antes do recebimento da denúncia. Portanto, preclusa a oportunidade para que possível retratação fosse realizada pela vítima, restando clara a contrariedade ao artigo 16, da Lei /06. A este respeito têm-se recentes decisões proferidas pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais: EMENTA: APELAÇÃO CRIMINAL - CRIME DE AMEAÇA PERPETRADO NO ÂMBITO DAS RELA- ÇÕES DOMÉSTICAS - LEI MARIA DA PENHA - DE- 9

10 NÚNCIA RECEBIDA - RETRATAÇÃO - IMPOSSIBI- LIDADE - AUDIÊNCIA DESNECESSÁRIA - MO- MENTO APROPRIADO PRECLUSO - NULIDADE INEXISTENTE - CRIME CARACTERIZADO - 'SUR- SIS' - CUMULAÇÃO INDEVIDA DE CONDIÇÕES DE PROVA - RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. - Ultrapassada a fase de recebimento da denúncia, sendo formalmente admitida a peça de acusação, inviável promover-se a retratação da representação oferecida, por expressa disposição legal em sentido contrário (art. 16 da Lei n de 2006), sendo desnecessário cogitar de audiência designada para tanto. - Devidamente caracterizado o crime de ameaça, não insta seu afastamento a ulterior reconciliação da ofendida com seu agressor, por ausência de previsão legal. - As medidas previstas para o 'sursis' especial (art. 78, 2º, do CP) substituem aquelas determinadas ao simples (art. 78, 1º, do CP), somente podendo haver cumulação em casos excepcionais, em que devidamente justificada a reunião das restrições (art. 79 do CP). - Preliminar rejeitada e recurso parcialmente provido. (TJMG APELA- ÇÃO CRIMINAL N /001 - CO- MARCA DE BELO HORIZONTE - APELANTE(S): EDSON PEREIRA BISPO - APELADO(A)(S): MINIS- TÉRIO PÚBLICO ESTADO MINAS GERAIS - RELA- TOR: EXMO. SR. DES. EDIWAL JOSÉ DE MORAIS). RECURSO EM SENTIDO ESTRITO - AMEAÇA E LESÕES CORPORAIS NO ÂMBITO DOMÉSTICO - LEI MARIA DA PENHA - DENÚNCIA RECEBIDA - RETRATAÇÃO - IMPOSSIBILIDADE - MOMENTO APROPRIADO PRECLUSO - RECURSO PROVIDO. - Ultrapassada a fase de recebimento da denúncia, sendo formalmente admitida a peça de acusação, inviável promover-se a retratação da representação oferecida, por expressa disposição legal em sentido contrário. Art. 16 da Lei n de 2006 (Lei Maria da Penha). - Recurso provido [TJMG - 1ª C - RSE /001 - Rel. Ediwal José de Morais - pub. 03/12/2009]. 10

11 Portanto, contrariou expressamente a Lei o Egrégio Tribunal de Justiça ao manter a sentença que extinguiu a punibilidade dos recorridos, devendo o acórdão objurgado ser modificado, determinando o prosseguimento da ação penal. 4. DA DEMONSTRAÇÃO DO CABIMENTO DO RECURSO INTERPOSTO PELA ALÍNEA C DO INCISO III DO ART. 105 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL: DO DISSÍDIO PRETORIANO: O v. aresto, além de ferir disposição expressa de lei federal, divergiu do julgamento do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que, em caso semelhante, decidiu: EMENTA: APELAÇÃO CRIMINAL. LESÃO CORPORAL LEVE NO ÂMBITO DOMÉSTICO E FAMILIAR. AUDIÊNCIA DO ARTIGO 16 DA LEI Nº /06. NÃO REALIZAÇÃO. NULIDADE SUSCITADA DE OFÍCIO. REJEIÇÃO. - A ausência da AUDIÊNCIA a que se refere o art. 16 da Lei nº /06 não enseja a nulidade do processo, pois somente deve ser implementada caso a vítima manifeste, em momento anterior ao recebimento da denúncia, eventual arrependimento, o que inocorreu no caso em tela. APELAÇÃO CRIMINAL - LEI MARIA DA PENHA - LESÃO CORPORAL LEVE - DESCUMPRIMENTO DA REGRA DO ARTIGO 16 DA LEI /06 - NULIDADE - PRELIMINAR REJEITADA PELA TURMA - PROCURADORIA- GERAL DE JUSTIÇA - MANIFESTAÇÃO EM SEDE RECURSAL - INCONSTITUCIONALIDADE - INOCORRÊNCIA - LESÃO CORPORAL LEVE E AMEAÇA - AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS - PENA - REDUÇÃO - POSSIBILIDADE.- A emissão de parecer pela douta Procuradoria de Justiça não ofende o princípio do contraditório e da ampla defesa, por estar o órgão 11

12 ministerial, em segunda instância, atuando como "custos legis", e, não, como parte.- Restando comprovado que o agente lesionou e ameaçou as vítimas, correta sua condenação pela prática dos delitos previstos nos artigos 129, 9º, e 147, ambos do Código Penal. (TJMG APELAÇÃO CRIMINAL N /001 - COMARCA DE JUIZ DE FORA - APELANTE(S): EDSON DA ROCHA CUNHA JUNIOR - APELADO(A)(S): MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADO MINAS GERAIS - RELATORA: EXMª. SRª. DESª. BEATRIZ PINHEIRO CAIRES). Conforme se vê, o v. acórdão paradigma identifica-se com o v. acórdão recorrido porque ambos tratam de delito cometido no âmbito da violência doméstica. Contudo, somente o Tribunal de Justiça de Minas Gerais agiu com acerto ao entender que:...em coerência com o posicionamento que venho adotando, entendo que a AUDIÊNCIA a que alude o artigo 16 da Lei nº /06 não é obrigatória, pois somente ocorrerá caso a ofendida manifeste, em algum momento anterior ao recebimento da denúncia, o seu arrependimento ou desinteresse no prosseguimento na ação penal, o que não se verifica na espécie. Importante lembrar, ademais, que tal AUDIÊNCIA foi instituída em benefício da própria vítima, ou seja, para que a eventual intenção de se retratar seja confirmada judicialmente, depois de ouvido o Ministério Público, razão pela qual não há se falar em designação obrigatória. Afastando, também, a obrigatoriedade da citada AUDIÊNCIA, são os seguintes precedentes: "EMBARGOS DECLARATÓRIOS. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO. AUSÊNCIA DE DESIGNAÇÃO DA AUDIÊNCIA PREVISTA NO ART. 16 DA LEI Nº /06. INTERPRETAÇÃO DA NORMA NO SENTIDO DE SUA NÃO OBRIGATORIEDADE. VÍTIMA QUE NÃO MANIFESTOU INTENÇÃO DE PERDOAR O RÉU ANTES DA INSTAURAÇÃO DA AÇÃO PENAL. REGULARIDADE" (TJMG - Embargos de Declaração Criminal n /002; Rel. Des. Herculano Rodrigues; DJ 23/04/09). "HABEAS CORPUS. VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA MULHER. LEI MARIA DA PENHA. LESÃO CORPORAL LEVE. EMPURRÃO, APERTÕES E MORDIDAS NO ROSTO DA 12

13 VÍTIMA. REPRESENTAÇÃO DA VÍTIMA. AÇÃO PENAL PÚBLICA CONDICIONADA À REPRESENTAÇÃO. RETRATAÇÃO DA VÍTIMA APÓS O RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. ALEGAÇÃO DE QUE SE RECONCILIOU COM O AGRESSOR E QUE NÃO TEM MAIS INTERESSE NA APURAÇÃO DOS FATOS. PEDIDO DE TRANCAMENTO DA AÇÃO PENAL. IMPOSSIBILIDADE. ORDEM DENEGADA. (...) 4. NÃO SE PODE ALEGAR QUE A OCORRÊNCIA DA RETRATAÇÃO SOMENTE FOI OFERECIDA APÓS O RECEBIMENTO DA DENÚNCIA PORQUE O M.M. JUIZ NÃO DESIGNOU A AUDIÊNCIA PREVISTA NO ART. 16 DA LEI Nº /06, POIS A FALTA DE DESIGNAÇÃO DA AUDIÊNCIA PRÉVIA NÃO OSTENTA QUALQUER ILEGALIDADE, POR NÃO SER A AUDIÊNCIA OBRIGATÓRIA E SOMENTE SE JUSTIFICAR SE HOUVER MANIFESTAÇÃO EXPRESSA OU TÁCITA DA VÍTIMA QUE EVIDENCIE A INTENÇÃO DE SE RETRATAR ANTES DO RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. NO CASO, NÃO HAVIA, ANTES DO RECEBIMENTO DA DENÚNCIA, QUALQUER MANIFESTAÇÃO DA VÍTIMA, AINDA QUE TÁCITA, NO SENTIDO DE SE RETRATAR, PELO QUE SE TORNOU DESNECESSÁRIA A DESIGNAÇÃO DE AUDIÊNCIA, CONFORME CORRETAMENTE PROCEDEU O NOBRE JULGADOR. 5. HABEAS CORPUS ADMITIDO, MAS ORDEM DENEGADA, A FIM DE QUE A AÇÃO PENAL INSTAURADA CONTINUE O SEU REGULAR CURSO" (TJDFT - Habeas Corpus nº ; Rel. Des. Roberval Casemiro Belinati; DJ 13/08/ ementa parcial). Tem-se ainda o acórdão paradigma proferido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (inteiro teor em anexo - RES /2008): RECURSO EM SENTIDO ESTRITO - CRIME DE AMEAÇA LEI MARIA DA PENHA - DECLARADA A EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE FACE A RETRATAÇÃO DA VÍTIMA - IRRESIGNAÇÃO MINISTERIAL - ALEGAÇÃO DE QUE A RETRATAÇÃO DA VÍTIMA NÃO PODERIA OCORRER APÓS O OFERECIMENTO DA DENÚNCIA - PROCEDÊNCIA - IMPOSSIBILIDADE DE RETRATAÇÃO APÓS O RECEBIMENTO DA EXORDIAL ACUSATÓRIA - ART. 16 DA LEI Nº. 13

14 11.340/2006 AUDIÊNCIA PRELIMINAR QUE SÓ DEVE SER DESIGNADA QUANDO A VÍTIMA MANIFESTAR VOLUNTARIAMENTE O DESEJO DE RENUNCIAR ANTES DO RECEBIMENTO DA DENÚNCIA - RECURSO PROVIDO. Em nenhum momento, a Lei Maria da Penha cogitou-se de impor realização de audiência preliminar para a ofendida ratificar a representação ou confirmar o seu interesse no prosseguimento. Somente havendo pedido expresso da ofendida ou evidência da sua intenção de retratar-se, e desde que antes do recebimento da denúncia, é que designará o juiz audiência para, ouvido o ministério público, admitir, se o caso, a retratação da representação. Nada impede que a vítima, por livre e espontânea vontade, procure a Justiça para encerrar o caso, todavia, deverá fazê-lo antes do recebimento da denúncia. Depois do início do processo, a responsabilidade estatal será exclusiva para apurar a notícia criminosa e aplicar a lei penal como de direito. Verifica-se que os fatos ocorridos no acórdão paradigma são idênticos aos destes autos, uma vez que naquele também houve a extinção da punibilidade pelo magistrado de primeira instância ante a retratação da vítima, após o recebimento da denúncia. Todavia, o Egrégio Tribunal de Justiça do Mato Grosso cassou a r. sentença, aduzindo Em assim sendo, tendo em vista que a vítima já manifestou o desejo de representar o agressor a fls. 16, motivo pelo qual, antes de uma possível retratação, o Ministério Público ofereceu denúncia, a qual fora acertadamente recebida através da decisão de fls. 49, tenho que deve ser revogada o decreto de extinção de punibilidade do agente e determinar o normal prosseguimento dos autos até seu final julgamento.. 14

15 Portanto, agiu corretamente o Tribunal de Justiça do Mato Grosso, pois determinou que fosse cassada a sentença que extinguiu a punibilidade e, consequentemente, que fosse dado prosseguimento ao feito. No voto, o i. Relator Desembargador Paulo da Cunha, aduziu: No entanto, tratando-se o crime de ameaça, crime de ação pública condicionada, o fato é que não houve renúncia ou retratação da representação antes do oferecimento da denúncia, o que impede, a meu ver, a designação da audiência de que trata o artigo 16 da Lei nº /2006. O ponto de partida de interpretação da Lei Maria da Penha está em seu art. 4º, senão vejamos: Na interpretação desta Lei, serão considerados os fins sociais a que ela se destina e, especialmente, as condições peculiares das mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Portanto, toda interpretação que não se atenta aos fins sociais a que ela se destina deverá ser afastada, sabendo-se que a lei não foi editada para afrouxar a resposta estatal nos casos de violência doméstica. Muito pelo contrário, ela veio para impor um tratamento mais rigoroso contra aqueles que agridem seu próprio ente familiar. Assim, não seria razoável designar a audiência do artigo 16 em caso de inexistência de retratação antes do oferecimento da denúncia, pois a nova lei estaria concedendo uma chance não existente no regramento anterior. Ademais, a designação desta audiência estaria praticamente instigando a vítima a se retratar, a qual, até o momento, manifestou o desejo de representar o agressor. Vale ressaltar que apenas quando as vítimas manifestarem, voluntariamente, interesse em renunciar, é que o juiz irá designar a audiência. Tal manifestação deve ser feita antes do recebimento da denúncia. É defeso à Justiça contatar a vítima através de oficial de justiça, por correspondência ou telefone ou por qualquer outro meio, sem a manifestação dela, espontânea e prévia, no sentido de renunciar. Quem deve procurar as autoridades para o encerramento do caso é a vítima, e não o Estado. Este deve apenas cumprir seu dever legal. 15

16 Portanto, se a vítima, por livre e espontânea vontade, quiser procurar a polícia, o Ministério Público ou a Justiça para encerrar o caso, deverá fazê-lo antes do recebimento da denúncia. Depois do início do processo, a responsabilidade estatal será exclusiva para apurar a notícia criminosa e aplicar a lei penal como de direito. Alguns magistrados estão promovendo audiências em todos os casos, mesmo sem o pedido das vítimas, para questioná-las sobre seu desejo de renunciar ao processo. Com esse procedimento equivocado, confundem as disposições da Lei nº 9.099/95 com as da Lei nº /06, que são diametralmente opostas e incompatíveis entre si. Assim, cabalmente demonstrado que o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul deu à lei federal interpretação diversa da que lhe tem atribuído o Tribunal de Justiça de Minas Gerais e do Mato Grosso. 5. DAS RAZÕES DO PEDIDO DE REFORMA DA DECISÃO RECORRIDA: Diante do exposto, estando demonstrado que o acórdão recorrido contrariou Lei Federal e deu a Lei Federal interpretação diversa da que lhe tem atribuído outros tribunais, requer o Ministério Público, seja o presente recurso recebido, conhecido e provido por essa Corte Superior, a fim de que seja reformada a decisão proferida no acórdão de fls , determinando-se o prosseguimento da ação penal contra os recorridos G.T.M. e L.T.M. Campo Grande, 17 de janeiro de Esther Sousa de Oliveira Procuradora de Justiça 16

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Trata-se de recurso em mandado de segurança interposto pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, em face do v. acórdão do eg. Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul, cuja ementa

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM HABEAS CORPUS Nº 21.628 - SP (2007/0158779-3) RELATORA : MINISTRA LAURITA VAZ RECORRENTE : AGOSTINHO FERRAMENTA DA SILVA JÚNIOR ADVOGADO : JULIANA FERRAMENTA DA SILVA RECORRIDO : TRIBUNAL DE

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM HABEAS CORPUS Nº 27.317 - RJ (2009/0240403-0) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO : MINISTRO GILSON DIPP : P M DA C R : KATUSUKE IKEDA E OUTRO(S) : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal RECLAMAÇÃO 15.309 SÃO PAULO RELATORA RECLTE.(S) PROC.(A/S)(ES) RECLDO.(A/S) ADV.(A/S) INTDO.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. ROSA WEBER :MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO :PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.133.986 - RS (2009/0133788-0) RELATOR RECORRENTE RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO JORGE MUSSI : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL : WILER DA LUZ DOS REIS : LÉA BRITO

Leia mais

1. RECURSO DE APELAÇÃO

1. RECURSO DE APELAÇÃO 1. RECURSO DE APELAÇÃO 1. 1 HIPÓTESES DE CABIMENTO - Sentença condenatória. - Sentença absolutória. - Sentença de absolvição sumária no âmbito do Tribunal do Júri, nos termos do art. 415 do CPP. - Decisão

Leia mais

VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos em que é Agravante Ivanildo Faustino da Silva e Agravada Justiça Pública;

VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos em que é Agravante Ivanildo Faustino da Silva e Agravada Justiça Pública; , / títtil %finem! ' PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DES. ANTONIO CARLOS COÊLII0 DA FRANCA ACÓRDÃO Agravo em Execução n. 025.2004.000352-4/002 5' Vara da Comarca de

Leia mais

XV Exame de Ordem 2ª Fase OAB Civil - ProfessorAoVivo Qual a peça Juquinha? Prof. Darlan Barroso

XV Exame de Ordem 2ª Fase OAB Civil - ProfessorAoVivo Qual a peça Juquinha? Prof. Darlan Barroso XV Exame de Ordem 2ª Fase OAB Civil - ProfessorAoVivo Qual a peça Juquinha? Prof. Darlan Barroso 2ª Fase OAB - Civil Juquinha Junior, representado por sua genitora Ana, propôs ação de investigação de paternidade

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 864.760 - GO (2006/0145586-0) RELATORA : MINISTRA JANE SILVA (DESEMBARGADORA CONVOCADA DO TJ/MG) RECORRENTE : UNIÃO RECORRIDO : SALVADOR LAUREANO DE ASSUNÇÃO ADVOGADO : LÁZARO SOBRINHO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 762.072 -RS (2005/0103061-5) RELATORA : MINISTRA LAURITA VAZ RECORRENTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 762.072 -RS (2005/0103061-5) RELATORA : MINISTRA LAURITA VAZ RECORRENTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 762.072 -RS (2005/0103061-5) RELATORA : MINISTRA LAURITA VAZ RECORRENTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RECORRIDO : AIRTON HANDLER ADVOGADO : DANILO KNIJNIK

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA RARAIBA Gabinete do Desembargador Joás de Brito Pereira Filho

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA RARAIBA Gabinete do Desembargador Joás de Brito Pereira Filho TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA RARAIBA Gabinete do Desembargador Joás de Brito Pereira Filho ApCrim. 037.2007.000388-61001 APELAÇÃO CRIMINAL N. 037.2007.000388-6/ 001 SOUSA Relator : Desembargador Joás

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg nos EDcl no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 694.688 - SP (2005/0121691-5) RELATOR : MINISTRO FELIX FISCHER AGRAVANTE : ANELINO ANTONIO RODRIGUES ADVOGADO : HERTZ JACINTO COSTA AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 527.703 - SP (2014/0128049-6) RELATORA AGRAVANTE AGRAVADO ADVOGADO AGRAVADO ADVOGADO : MINISTRA REGINA HELENA COSTA : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL : JOSÉ CARLOS ISSA DIP : PAULO

Leia mais

EXERCÍCIO MODELO QUEIXA-CRIME

EXERCÍCIO MODELO QUEIXA-CRIME 2ª Fase OAB/FGV Direito Processual Penal Monitoria Penal Karina Velasco EXERCÍCIO 1 O juiz, ao proferir sentença condenando João por furto qualificado, admitiu, expressamente, na fundamentação, que se

Leia mais

2. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO

2. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO 2. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO 2. 1 HIPÓTESES DE CABIMENTO - Decisão que rejeitar a denúncia ou queixa - Decisão que concluir pela incompetência do juízo - Decisão que julga procedente alguma das exceções,

Leia mais

Ribeiro R E L A T Ó R I O

Ribeiro R E L A T Ó R I O R E L A T Ó R I O Trata-se de recurso em sentido estrito interposto pelo MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL contra Decisão que, desclassificando a imputação descrita na denúncia (fls. 292/294), rejeitou a denúncia

Leia mais

Aliás, ainda em âmbito ministerial, no I Encontro Criminal de 2004, a conclusão, nas ementas 73 e 84, havia sido de que:

Aliás, ainda em âmbito ministerial, no I Encontro Criminal de 2004, a conclusão, nas ementas 73 e 84, havia sido de que: Em abril de 2007, no Relatório de Pesquisa 6.2.5., este Centro de Apoio Operacional Criminal havia concluído que, do ponto de vista prático, se tratando de infração de menor potencial ofensivo a ser apurada

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher NUDEM

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher NUDEM Ref. Portaria n. 04/2012 (autos n. 04/2012) ASSUNTO: Consulta requerida por meio de mensagem eletrônica enviada por Selma Elias Benício Calé, orientadora jurídica do CREAS de Presidente Prudente, relativamente

Leia mais

n_( acima identificados;

n_( acima identificados; Em sede de razões recursais (fls. 181/185), árgumenta-se que as provas carreadas aos autos são concretas, apontando de forma estreme de dúvidas a autoria do delito em direção ao apelado, pelo que teria

Leia mais

Inteiro Teor (631971)

Inteiro Teor (631971) APELAÇÃO CRIMINAL Nº 2003.71.13.004586 4/RS RELATOR : Des. Federal LUIZ FERNANDO WOWK PENTEADO APELANTE ADVOGADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL : VALERIO SBEGHEN MAYER : Melissa Martins Acórdão Publicado

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 963.454 - SC (2007/0143805-5) RELATOR RECORRENTE ADVOGADOS RECORRIDO PROCURADOR INTERES. : MINISTRO PAULO DE TARSO SANSEVERINO : LIBERTY PAULISTA SEGUROS S/A : SÉRGIO ALEXANDRE SODRÉ

Leia mais

EIR Nº 2000.03.1.007043-5. Órgão

EIR Nº 2000.03.1.007043-5. Órgão Órgão : CÂMARA CRIMINAL Classe : EIR EMBARGOS INFRINGENTES NA APELAÇÃO CRIMINAL Nº. Processo : 2000.03.1.007043-5 Embargante : EDEMAR FERREIRA NUNES Embargado : MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E

Leia mais

TERCEIRA CÂMARA CÍVEL RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL Nº 28345/2003 - CLASSE II - 23 - COMARCA CAPITAL

TERCEIRA CÂMARA CÍVEL RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL Nº 28345/2003 - CLASSE II - 23 - COMARCA CAPITAL APELANTE(S): APELADA(S): INFOWORLD TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA LTDA. DATEX COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. - ME Número do Protocolo: 28345/2003 Data de Julgamento: 12-11-2003 EMENTA EMBARGOS À EXECUÇÃO - CHEQUE

Leia mais

AÇÃO CRIMINAL Nº 231-PE (89.05.03003-3) APTE: JUSTIÇA PÚBLICA APDO: ANCILON GOMES FILHO RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ÉLIO SIQUEIRA (CONVOCADO)

AÇÃO CRIMINAL Nº 231-PE (89.05.03003-3) APTE: JUSTIÇA PÚBLICA APDO: ANCILON GOMES FILHO RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ÉLIO SIQUEIRA (CONVOCADO) AÇÃO CRIMINAL Nº 231-PE (89.05.03003-3) APTE: JUSTIÇA PÚBLICA APDO: ANCILON GOMES FILHO RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ÉLIO SIQUEIRA (CONVOCADO) RELATÓRIO O EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR FEDERAL

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM HABEAS CORPUS Nº 31.661 - SP (2011/0284428-9) RELATORA RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO : MINISTRA MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA : WALDEMAR ORDAKJI : LUCIANO KLAUS ZIPFEL : MINISTÉRIO PÚBLICO DO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.280.171 - SP (2011/0144286-3) RELATOR RECORRENTE RECORRIDO : MINISTRO MASSAMI UYEDA : A C DE A : ANNA CRISTINA BORTOLOTTO SOARES E OUTRO(S) : B L C DE A E OUTRO : CLEBER SPERI EMENTA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA RECORRENTE : E L DOS S E OUTRO ADVOGADO : JULIANO FONSECA DE MORAIS EMENTA RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO DE DIVÓRCIO DIRETO CONSENSUAL. CASAMENTO REALIZADO

Leia mais

Os processos criminais em segunda instância são submetidos à análise da Douta Procuradoria de Justiça para a elaboração de parecer.

Os processos criminais em segunda instância são submetidos à análise da Douta Procuradoria de Justiça para a elaboração de parecer. SÚMULA ABERTURA DE VISTA DOS AUTOS, EM SEGUNDA INSTÂNCIA, PARA A DEFENSORIA PÚBLICA APÓS A APRESENTAÇÃO DO PARECER PELO MINISTÉRIO PÚBLICO PARIDADE DE ARMAS - HOMENAGEM AO CONTRADITÓRIO E À AMPLA DEFESA

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0024.02.652231-8/001 Númeração 6522318- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) William Silvestrini null 11/01/2006 07/02/2006 FURTO - SINAIS DE TV A CABO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no RECURSO EM HABEAS CORPUS Nº 25.738 - MG (2009/0052319-3) RELATOR : MINISTRO VASCO DELLA GIUSTINA (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TJ/RS) AGRAVANTE ADVOGADOS JOÃO PEDRO DA COSTA BARROS AGRAVADO EMENTA

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa Agravo de Instrumento n 2 073.2012.001287-4 /001 Relator: Des. José Di Lorenzo Serpa Agravante: Marina Jacaré Clube Advogado:

Leia mais

4ª Câmara Cível AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 55413-2/180 (200701476731) COMARCA DE URUANA

4ª Câmara Cível AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 55413-2/180 (200701476731) COMARCA DE URUANA 4ª Câmara Cível AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 55413-2/180 (200701476731) COMARCA DE URUANA AGRAVANTE MAFRE VERA CRUZ SEGURADORA S/A AGRAVADA MARIA FRANCISCA DE OLIVEIRA RELATOR Juiz GILMAR LUIZ COELHO RELATÓRIO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM HABEAS CORPUS Nº 27.622 - RJ (2010/0021048-3) RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO : JEAN IRIDIO DA SILVA VARGAS : MARCELLO RAMALHO : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RELATÓRIO O SENHOR

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos, os autos acima

VISTOS, relatados e discutidos, os autos acima ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Gen ésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO N 001.2011.015750-81001 RELATOR : Dr. Aluízio Bezerra Filho, Juiz Convocado para

Leia mais

Ação Penal Pública Condicionada e a Lei Maria da Penha: algumas. considerações.

Ação Penal Pública Condicionada e a Lei Maria da Penha: algumas. considerações. Ação Penal Pública Condicionada e a Lei Maria da Penha: algumas considerações. por Quintino Farias da Costa Júnior Promotor de Justiça da Comarca de Cametá/ Pa Resumo Esse artigo científico traz uma análise

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.381.315 - RJ (2013/0148762-1) RELATOR : MINISTRO ROGERIO SCHIETTI CRUZ RECORRENTE : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RECORRIDO : JOSÉ JERÔNIMO ALVES FERREIRA ADVOGADO

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO Origem: PRT da 4ª Região Órgão Oficiante: Dr. Roberto Portela Mildner Interessado 1: Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região. Interessado 2: Banco Bradesco S/A. Assuntos: Meio ambiente do trabalho

Leia mais

TERCEIRA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 10985/2009 - CLASSE CNJ - 198 - COMARCA DE POXORÉO

TERCEIRA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 10985/2009 - CLASSE CNJ - 198 - COMARCA DE POXORÉO APELANTE: APELADO: FERTIPAR BANDEIRANTES LTDA. OFICIAL DO SERVIÇO DE REGISTRO DE IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS DA COMARCA DE POXORÉO Número do Protocolo: 10985/2009 Data de Julgamento: 29-6-2009 EMENTA

Leia mais

PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual.

PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual. PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Legitimidade - art. 499 CPC: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual. Preposto é parte? Pode recorrer? NÃO.

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.228.778 - MT (2010/0217471-4) RELATOR RECORRENTE RECORRIDO RECORRIDO : MINISTRO SIDNEI BENETI : WANDER CARLOS DE SOUZA : SÉRGIO DONIZETE NUNES : GILBERTO LUIZ DE REZENDE : DANIELA

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL Nº 110200-7/188 (200701442380) COMARCA GOIÂNIA APELANTE BANCO ITAÚ S/A APELADA BLANCHE DANIELLA BARBOSA BAILÃO RELATOR DES.

APELAÇÃO CÍVEL Nº 110200-7/188 (200701442380) COMARCA GOIÂNIA APELANTE BANCO ITAÚ S/A APELADA BLANCHE DANIELLA BARBOSA BAILÃO RELATOR DES. APELAÇÃO CÍVEL Nº 110200-7/188 (200701442380) COMARCA GOIÂNIA APELANTE BANCO ITAÚ S/A APELADA BLANCHE DANIELLA BARBOSA BAILÃO RELATOR DES. LUIZ EDUARDO DE SOUSA EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. BUSCA E APREENSÃO.

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 781.703 - RS (2005/0152790-8) RELATOR RECORRENTE RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA : UNIÃO : MARCOS ROBERTO SILVA DE ALMEIDA E OUTROS : WALDEMAR MARQUES E OUTRO EMENTA

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides. Vistos, etc.

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides. Vistos, etc. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides APELAÇÃO CÍVEL n 2 073.2003.012900-8/001 Comarca de Cabedelo RELATOR: João Benedito da Silva Juiz Convocado

Leia mais

JI WrIlei. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho

JI WrIlei. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ).,, JI WrIlei ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO n 041.2007.001993-4/001 RELATOR: Eduardo José de Carvalho Soares

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.374.048 - RS (2013/0073161-8) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO HUMBERTO MARTINS : FAZENDA NACIONAL : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL : EMERSON DA SILVA

Leia mais

Nesses termos, pede deferimento. Uberaba/MG,

Nesses termos, pede deferimento. Uberaba/MG, MERITÍSSIMA JUÍZA DE DIREITO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE UBERABA/ MINAS GERAIS. Autos n. 701. Secretaria cível BANCO xxxx., já qualificado nos autos epigrafados da AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 437880-18.2012.8.09.0000 (201294378805) DE GOIÂNIA

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 437880-18.2012.8.09.0000 (201294378805) DE GOIÂNIA AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 437880-18.2012.8.09.0000 (201294378805) DE GOIÂNIA AGRAVANTE AGRAVADO RELATOR CÂMARA ELETROENGE ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA BANCO INDUSTRIAL E COMERCIAL S/A DESEMBARGADOR CARLOS

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - JOSÉ LUIZ BARRETO VIVAS 8 de abril de 2015

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - JOSÉ LUIZ BARRETO VIVAS 8 de abril de 2015 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - JOSÉ LUIZ BARRETO VIVAS 8 de abril de 2015 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL Nº 0010605-96.2012.8.08.0030 - LINHARES - 2ª VARA CRIMINAL

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 809.962 - RS (2006/0007992-0) RELATOR : MINISTRO LUIZ FUX RECORRENTE : COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN ADVOGADO : OSVALDO ANSELMO REGINATO E OUTROS RECORRIDO : JARBAS

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.226.283 - PR (2011/0000570-6) RELATORA RECORRENTE RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRA LAURITA VAZ : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL : C C C : EDUARDO TERGOLINA TEIXEIRA - DEFENSOR PÚBLICO E

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 966.736 - RS (2007/0152846-0) RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO RECORRENTE : PAULO GILBERTO ALTMANN ADVOGADO : ANDRE ROBERTO MALLMANN RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA Gabinete do Desembargador Joás de Brito Pereira Filho

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA Gabinete do Desembargador Joás de Brito Pereira Filho j,511. PODER JUDICIÁRIO HABEAS CORPUS N. 999.2011.000003-4/001 CAPITAL Relator : Desembargador Joás de Brito Pereira Filho Impetrante : Gustavo Botto Barros Felix (OAB/PB 11.593) Pacientes : C. M. dos

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.045.616 - DF (2008/0069652-2) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO ADVOGADA : MINISTRO ALDIR PASSARINHO JUNIOR : NEUZA JOSE RIBEIRO : MARCOS ATAIDE CAVALCANTE E OUTRO(S) : BRB CLUBE

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.171.486 - SP (2009/0239644-0) RELATOR AGRAVANTE AGRAVADO : MINISTRO MARCO BUZZI EMENTA AGRAVO REGIMENTAL - AÇÃO DE COBRANÇA - ASSOCIAÇÃO DE MORADORES - PAGAMENTO DE TAXA DE

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg nos EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM AGRAVO Nº 1.095.369 - SP (2010/0052887-7) RELATOR : MINISTRO HUMBERTO MARTINS AGRAVANTE : BANCO ITABANCO S/A ADVOGADO : LUIZ EDUARDO DE CASTILHO GIROTTO E OUTRO(S) AGRAVADO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 475.003 - RJ (2014/0024859-8) RELATOR : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES : BEATRIZ CRISTINA DE ARAÚJO GÔES MARTINEZ E OUTRO(S) HÉLIO MARTINEZ MONTEIRO EMENTA ADMINISTRATIVO.

Leia mais

HC 6017-PB (0002378-25.2015.4.05.0000). RELATÓRIO

HC 6017-PB (0002378-25.2015.4.05.0000). RELATÓRIO HC 6017-PB (0002378-25.2015.4.05.0000). IMPTTE : CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL ADV/PROC : OSWALDO PINHEIRO RIBEIRO JÚNIOR E OUTROS IMPTDO : JUÍZO DA 8ª VARA FEDERAL DA PARAÍBA (SOUSA)

Leia mais

RECURSO ESPECIAL ELEITORAL Nº 3994017-20.2009.0.40.00 MANAUS-AM 58ª Zona Eleitoral (MANAUS)

RECURSO ESPECIAL ELEITORAL Nº 3994017-20.2009.0.40.00 MANAUS-AM 58ª Zona Eleitoral (MANAUS) RECURSO ESPECIAL ELEITORAL Nº 3994017-20.2009.0.40.00 MANAUS-AM 58ª Zona Eleitoral (MANAUS) RECORRENTE: LUIZ ALBERTO CARIJÓ DE GOSZTONYI ADVOGADOS: GABRIELA ROLLEMBERG E OUTROS RECORRIDO: MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro MANDADO DE SEGURANÇA (TURMA) (MSTR) Nº 103144/SE (0000385-44.2015.4.05.0000) IMPTTE : FERNANDO LIMA COSTA ADV/PROC : PAULO ROBERTO NERY NASCIMENTO E OUTROS IMPTDO : JUÍZO DA 6ª VARA FEDERAL DE SERGIPE

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL 2/7/2014

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL 2/7/2014 APTE.: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL APDO.: DERLI PEREIRA RELATOR: O SR. DESEMBARGADOR CARLOS HENRIQUE RIOS DO AMARAL R E L A T Ó R I O O SR. DESEMBARGADOR CARLOS HENRIQUE RIOS DO AMA- RAL (RELATOR):- Tratam

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira

Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ROGÉRIO FIALHO MOREIRA RELATÓRIO Trata-se de apelação interposta pelo INSS (fls. 83/90), em face da sentença (fls. 79/80), que julgou procedente o pedido de aposentadoria

Leia mais

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR : MIN. GILMAR MENDES REQUERENTE(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQUERIDO(A/S) : UNIÃO ADVOGADO(A/S) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO REQUERIDO(A/S) :

Leia mais

APELAÇÃO CRIMINAL. CRIMES PREVISTOS EM LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE. ESTATUTO

APELAÇÃO CRIMINAL. CRIMES PREVISTOS EM LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE. ESTATUTO APELAÇÃO CRIMINAL. CRIMES PREVISTOS EM LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. LEI DAS CONTRAVENÇÕES PENAIS. DESCLASSIFICAÇÃO. CONDUTA ATÍPICA. SENTENÇA DESCLASSIFICATÓRIA DESCONSTITUÍDA.

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.522.679 - PR (2015/0065254-6) RELATOR : MINISTRO HUMBERTO MARTINS AGRAVANTE : ESTADO DO PARANÁ PROCURADOR : FLÁVIO LUIZ FONSECA NUNES RIBEIRO E OUTRO(S) AGRAVADO : ROSANGELA

Leia mais

ACÓRDÃO. Belo Horizonte, 26 de fevereiro de 2008. DES. ARMANDO FREIRE - Relator NOTAS TAQUIGRÁFICAS O SR. DES. ARMANDO FREIRE: VOTO

ACÓRDÃO. Belo Horizonte, 26 de fevereiro de 2008. DES. ARMANDO FREIRE - Relator NOTAS TAQUIGRÁFICAS O SR. DES. ARMANDO FREIRE: VOTO Número do processo: 1.0637.07.046005-9/001(1) Relator: ARMANDO FREIRE Relator do Acordão: ARMANDO FREIRE Data do Julgamento: 26/02/2008 Data da Publicação: 23/04/2008 Inteiro Teor: EMENTA: ESTATUTO DA

Leia mais

AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO A QUE SE

AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO A QUE SE DÉCIMA SEXTA CÂMARA CÍVEL AGRAVO INTERNO NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0001489-80.2005.8.19.0038 RELATOR: DESEMBARGADOR MIGUEL ÂNGELO BARROS AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO A QUE SE NEGOU SEGUIMENTO, COM BASE NO ART.

Leia mais

,^0; 71/3ápf. d.) ír.o.t.lra

,^0; 71/3ápf. d.) ír.o.t.lra ,^0; 71/3ápf Moto/ 2udiço, d.) ír.o.t.lra ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N 035.2005.000.510-3/001 - Sapé RELATOR: Miguel de Britto Lyra Filho, Juiz de Direito convocado APELANTE: INTERNÁUTICA INFORMÁTICA LTDA

Leia mais

ACÓRDÃO. 4.18J1:2711.."1 ESTADO DA PARAlBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Peleira Filho

ACÓRDÃO. 4.18J1:2711..1 ESTADO DA PARAlBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Peleira Filho .; 1-14 - 4.18J1:2711.."1 ESTADO DA PARAlBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Genésio Gomes Peleira Filho ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL ng 056.2005.000733-7/002 Comarca de Coremas RELATOR : Des.

Leia mais

PROCESSO: 0000108-40.2010.5.01.0482 - RTOrd A C Ó R D Ã O 4ª Turma

PROCESSO: 0000108-40.2010.5.01.0482 - RTOrd A C Ó R D Ã O 4ª Turma Multa de 40% do FGTS A multa em questão apenas é devida, nos termos da Constituição e da Lei nº 8.036/90, no caso de dispensa imotivada, e não em qualquer outro caso de extinção do contrato de trabalho,

Leia mais

O Ministério Público ofertou contra-razões, pugnando pela não admissão do recurso e, no mérito, pelo seu desprovimento (ff. 337/339).

O Ministério Público ofertou contra-razões, pugnando pela não admissão do recurso e, no mérito, pelo seu desprovimento (ff. 337/339). PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA PRESIDÊNCIA RECURSO ESPECIAL N 2 200.2004.037950-1/001 RECORRENTE: José Alex Gonçalves Costa ADVOGADO: Joacil Freire da Silva RECORRIDO: A Justiça Pública

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.311.383 - RS (2012/0041009-1) RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO AGRAVANTE : ANTONIO CHAGAS DE ANDRADE ADVOGADOS : MARCELO LIPERT E OUTRO(S) ROBERTO DE FIGUEIREDO

Leia mais

RELATÓRIO O SR. DESEMBARGADOR FEDERAL PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA LIMA (RELATOR):

RELATÓRIO O SR. DESEMBARGADOR FEDERAL PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA LIMA (RELATOR): PROCESSO Nº: 0806690-65.2014.4.05.8400 - APELAÇÃO RELATÓRIO O SR. DESEMBARGADOR FEDERAL PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA LIMA (RELATOR): Trata-se de apelação interposta pelo Conselho Regional de Corretores de

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho \,, *.. _ ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL n g- 001.2005.017735-9/001 Comarca de Campina Grande RELATOR : Des. Genésio

Leia mais

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Órgão 1ª Turma Cível Processo N. Agravo de Instrumento 20130020241390AGI Agravante(s) GOLDEN CROSS ASSISTENCIA INTERNACIONAL

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV AULA DIA 25/05/2015 Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com DIREITO PROCESSUAL PENAL IV Procedimento Sumaríssimo (Lei 9.099/95) - Estabelece a possibilidade de conciliação civil,

Leia mais

COMPLEXO EDUCACIONAL DAMÁSIO DE JESUS EXAME DA OAB 2011.2 2ª FASE DIREITO DO TRABALHO AULA RECURSO ORDINÁRIO E TERCEIRIZAÇÃO

COMPLEXO EDUCACIONAL DAMÁSIO DE JESUS EXAME DA OAB 2011.2 2ª FASE DIREITO DO TRABALHO AULA RECURSO ORDINÁRIO E TERCEIRIZAÇÃO COMPLEXO EDUCACIONAL DAMÁSIO DE JESUS EXAME DA OAB 2011.2 2ª FASE DIREITO DO TRABALHO AULA RECURSO ORDINÁRIO E TERCEIRIZAÇÃO ESTRUTURA DO RECURSO ORDINÁRIO 1ª PEÇA: PETIÇÃO DE INTERPOSIÇÃO OU PEÇA DE ENCAMINHAMENTO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça CONFLITO DE COMPETÊNCIA Nº 111.785 - SP (2010/0074549-0) RELATOR SUSCITANTE SUSCITADO INTERES. ADVOGADO INTERES. ADVOGADO : MINISTRO LUIS FELIPE SALOMÃO : JUÍZO FEDERAL DA 1A VARA DE BAURU - SJ/SP : TRIBUNAL

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Gabinete do Des. ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Gabinete do Des. ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO 1 Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Gabinete do Des. ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO ACÓRDÃO APELAÇÃO CRIMINAL N 2 001.2012.003343-4/001 -P Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Campina

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 972.075 - SC (2007/0178356-6) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI ADVOGADO : DANTE AGUIAR AREND E OUTRO(S) EMENTA PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO AO ART.

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça S EMENTA CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. PLANO DE SAÚDE. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. CIRURGIA BARIÁTRICA. PEDIDO MÉDICO. NEGATIVA DE AUTORIZAÇÃO. DANO MORAL. DECISÃO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 728.029 - DF (2005/0030981-2) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO REPR. POR : MINISTRO LUIZ FUX : ITATIAIA SEGUROS S/A : FRANCISCO CARLOS ROSAS GIARDINA E OUTRO : INSTITUTO NACIONAL

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 695.205 - PB (2004/0145940-1) RELATOR RECORRENTE ADVOGADOS RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO : BANCO DO BRASIL S/A : MAGDA MONTENEGRO PAULO LOPES DA SILVA

Leia mais

Dados Básicos. Ementa. Íntegra

Dados Básicos. Ementa. Íntegra Dados Básicos Fonte: 1.0694.10.000510-7/001 Tipo: Acórdão TJMG Data de Julgamento: 08/03/2012 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:21/03/2012 Estado: Minas Gerais Cidade: Três Pontas

Leia mais

Procuradora de Justiça Coordenadora de Recursos Judiciais

Procuradora de Justiça Coordenadora de Recursos Judiciais EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR VICE-PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ACRE Feito : Recurso Especial na Apelação Criminal nº 0013021-76.1999.8.01.0001 (2010.001490-7) Órgão : Câmara

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA ADVOGADO : LUIZ ANTÔNIO MUNIZ MACHADO E OUTRO(S) EMENTA DIREITO SINDICAL. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. ART. 8º, IV, DA CF/88. COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. PUBLICAÇÃO

Leia mais

ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Apelação Cível ri 026.2006.000553-0/001 Origem : 2 4 Vara da Comarca de naná

ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Apelação Cível ri 026.2006.000553-0/001 Origem : 2 4 Vara da Comarca de naná ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA Apelação Cível ri 026.2006.000553-0/001 Origem : 2 4 Vara da Comarca de naná TRIBUNAL DE JUSTIÇA Relator : Desembargador Frederico Martinho da NObrega Coutinho

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO OITAVA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO OITAVA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0067584-31.2013.8.19.0000 6ª VARA CÍVEL DA REGIONAL DE MADUREIRA - COMARCA DA CAPITAL AGRAVANTE: JANETE DE SOUZA SANTOS RELATOR: DES. CEZAR AUGUSTO RODRIGUES COSTA AGRAVO DE INSTRUMENTO.

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE ACÓRDÃO: 201311439 APELAÇÃO CÍVEL 0007/2013 PROCESSO: 2013200025 RELATOR: Advogado(a): BRUNO VINÍCIUS APELANTE ELIANA PANTOJA ALMEIDA OLIVEIRA SANTIAGO APELADO

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0000.00.300188-0/000 Númeração 3001880- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Nilson Reis Des.(a) Nilson Reis 06/05/2003 18/06/2003 EMENTA: A gravo de

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0071.07.034954-4/001 Númeração 0349544- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Bitencourt Marcondes Des.(a) Bitencourt Marcondes 25/03/2009 30/04/2009

Leia mais

RESP 697585 / TO ; RECURSO ESPECIAL

RESP 697585 / TO ; RECURSO ESPECIAL JURISPRUDÊNCIA/STJ RESP 697585 / TO ; RECURSO ESPECIAL 2004/0099400-2 Ministro GILSON DIPP (1111) T5 - QUINTA TURMA 22/03/2005 DJ 18.04.2005 p. 383 CRIMINAL. RESP. COMPETÊNCIA. INTIMAÇÃO DO DENUNCIADO.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA ACÓRDÃO Agravo de Instrumento n 200.2011.019980-5/001 Origem : 8 4 Vara Cível da Comarca da Capital Relatora : Juíza de Direito Convocada Maria

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0024.11.112845-0/003 Númeração 1128450- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Wanderley Paiva Des.(a) Wanderley Paiva 04/12/2013 13/12/2013 EMENTA: AÇÃO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.391.004 - GO (2013/0219024-8) RELATOR RECORRENTE RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO MARCO AURÉLIO BELLIZZE : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS : ADEMIR NOLASCO GUIMARÃES : ACHILES

Leia mais

Poder Judiciário TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO Gabinete do Desembargador Federal Geraldo Apoliano

Poder Judiciário TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO Gabinete do Desembargador Federal Geraldo Apoliano RELATÓRIO O DESEMBARGADOR FEDERAL GERALDO APOLIANO (RELATOR): Cuida-se de agravo em execução penal interposto contra sentença que declarou extinta a punibilidade de Cosme Alexandre da Silva, por entender

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0701.11.038426-3/001 Númeração 0384263- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Versiani Penna Des.(a) Versiani Penna 14/11/2013 25/11/2013 EMENTA: APELAÇÃO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça HABEAS CORPUS Nº 197.783 - SP (2011/0034092-9) RELATORA : MINISTRA MARILZA MAYNARD (DESEMBARGADORA CONVOCADA DO TJ/SE) IMPETRANTE : FABIANA JULIA OLIVEIRA RESENDE - DEFENSORA PÚBLICA IMPETRADO : TRIBUNAL

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 100.321 - MT (2011/0227285-6) RELATOR AGRAVANTE ADVOGADO AGRAVADO ADVOGADO : MINISTRO RAUL ARAÚJO : JOSÉ VALMIR BARBOSA DE ALMEIDA : WILSON MOLINA PORTO : TOKIO MARINE BRASIL

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO BARROS DIAS

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO BARROS DIAS AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 122610/AL (0001933-12.2012.4.05.0000) AGRTE : CRISTINA MOREIRA DE BRITO TENORIO ADV/PROC : FLÁVIO ADRIANO REBELO BRANDAO SANTOS E OUTRO AGRDO : FAZENDA NACIONAL ORIGEM: 5ª VARA

Leia mais

JUSTIÇA ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO GRANDE DO SUL

JUSTIÇA ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO GRANDE DO SUL PROCESSO: RC 1-30.2013.6.21.0068 PROCEDÊNCIA: FLORES DA CUNHA RECORRENTE: MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL RECORRIDO: JONATAN DE OLIVEIRA -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais